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Olá, começa agora o programa Por dentro da Câmara e na edição de hoje vamos conhecer o setor de diretoria de infraestrutura e serviços. Vamos conversar então com o Sidney Vieira Costa Curta, ele que é inspetor de atendimento e também diretor. Muito obrigada pela participação, Sidney aqui no por dentro da Câmara. Eu que agradeço, Ciane. É um prazer conversar com você e expor pra população geral o que nós fazemos aqui dentro da diretoria. Exatamente, né? Esse programa ele tem esse foco justamente de mostrar para quem tá em casa, conhecer os bastidores da Câmara Municipal de Campinas, né? Então, nessa edição, Sidney, realmente, primeiro para contextualizar, né, qual é a função deste departamento, né, quais são as atribuições de vocês durante o dia a dia. A diretoria ela cuida da casa. A a Câmara funciona graças ao apoio na retaguarda que a diretoria ela propõe e junto com as coordenadorias que integram a diretoria, que são a Coordenadoria de Espaço Físico, a Coordenadoria de Manutenção, que vocês já conversaram um pouquinho, tenho também a Coordenadoria de Transporte, que cuida toda essa parte de de veículos e também deslocamento dos funcionários. e tem a coordenadoria de segurança que cuida de todo o acesso da casa, segurança das pessoas e também do patrimônio. A sua responsabilidade como diretor, como que é feita essa separação das tarefas aqui? Quantas pessoas atuam junto com você? Eh, na diretoria eu tenho eh um funcionário que trabalha comigo, que ele é o técnico de segurança de trabalho. As atividades fins realmente são direcionadas e desenvolvidas pelas coordenadorias. Então, cada coordenadoria com sua com sua atribuição e também trabalhando em conjunto, dependendo da atividade. Elas têm as atividades peculiares e particulares de cada um, mas em determinadas situações a gente envolve mais uma ou mais mais coordenadorias. Por exemplo, a Coordenadoria de Transporte trabalha muito ligada à Coordenadoria de Segurança, assim como a parte de manutenção trabalha ligada à parte de espaço físico, que cuida de toda a estrutura da casa e também distribuição de mobiliário e toda a infraestrutura necessária paraa atividade em fim da da instituição, certo? no dia a dia. Então tem esse tem alguma reunião, esse planejamento, né, para vocês conversarem com cada coordenadoria, porque como você explicou, né, cada setor tem a o seu coordenador, né, geral que faz toda essa atribuição das tarefas. Mas eh como que isso eh engloba, né, todo o trabalho dentro da câmara? mesmo. É uma coisa importante que a diretoria ela muito mais do que fazer e corrigir alguns problemas que tem na casa, a gente trabalha com muito planejamento e o planejamento é essência do serviço público, né? Nós eh deixamos de fazer eh propriamente dito e contratamos pessoas, empresas que realizem. Então, eh, dentro dessa ótica de planejamento, eh, não só essa diretoria, mas aí a você tem uma diretriz que vem do presidente, do diretor geral, nós trabalhamos e de acordo com aquilo que vai ser executado, nós eh encaminhamos as coordenadorias para que executem. Uhum. Então, nós temos uma tarefa, são tarefas do dia a dia, corriqueiro, que toda hora aparece, por exemplo, a coordenadoria de manutenção, ela praticamente socorre ali, apaga incêndio. Eh, no dia a dia nós temos uma infinidade de de chamados que nós fazemos controle também. E, mas só para você ter uma ideia, durante o ano de 2025 nós consolidamos todas as informações com relação à manutenção e foram du cerca de 2.000 chamadas de de gabinetes, de funcionários, enfim, de das pessoas que precisam. Eh, eles a gente tem sistema de chamado, de abertura de chamado, essas pessoas fazem abertura de chamado e eles obviamente deslocam as empresas ou as os profissionais adequados para realizar. Assim como na parte de de espaço físico, a gente tem muita movimentação de imobiliário, eh pedidos de reformas e adequações, partes de acessibilidade, são atividades muito eh variadas. E conversando um pouquinho com cada um, você vai conseguir descer as minústas e entender também. Então, a diretoria ela tá mais no planejamento e na distribuições dos afazeres para cada um, para cada coordenadoria. E esse planejamento também engloba a questão de compras também de materiais, contratação das empresas terceirizadas também, tudo, né? Isso a gente faz e é com muita regularidade. Eh, a parte de planejamento eh, como eu disse, é o é o principal foco hoje, mais do que fazer, mais do que eh prevenir, que também é uma atividade nossa, a gente tem que fazer todo um planejamento de contratações. eh a peculiaridade do do órgão público é que ele tem uma lei que faz a toda essa regência normativa das contratações nos obriga a isso. Uhum. E não também não poderia ser diferente. Então nós temos eh dentro da diretoria inúmeros contratos. Eh cada coordenadoria eh praticamente trabalha na fiscalização de contrato. É uma atividade muito forte que a gente exerce. Então, nós precisamos sim eh planejar eh a seja uma recontratação, seja uma prorrogação contratual, nós fazemos o planejamento para para as datas necessárias eh de contratação para que não ocorra nenhum vácuo, nenhum intercío aí que sem sem a prestação de serviço. Isso daria um problema, né, se caso não tiver certinho, né? Exatamente. Imagina a casa sem segurança, sem recepção. Eh, tem situações extremas aí que surgem problemas contratuais e as empresas precisam ser trocadas com urgência. Então, mesmo num numa contratação de urgência, a lei nos obriga a nos obriga a ter uma série de de quesitos técnicos ali que tem que ser observados e não é rápido. Então, a gente precisa, uma das tarefas é tentar antever qualquer problema contratual e já se planejar, já se planejar para fazer essa contratação antes que a gente perca e fic sem o serviço. E tudo isso é precisa ser documentado, né, Sidney? você trabalham com essa prestação de contas, obviamente, por conta de de ser um um serviço, um setor público também, né? Precisa ter esse cuidado. Tudo que é feito pela administração pública, ela é de forma documental. Não existe qualquer ato que a administração pratique, que não esteja respaldado na legislação e que também não esteja não esteja ali evidenciado no num processo para que isso seja até auditado no futuro. E isso também é uma preocupação nossa, porque nós temos vários órgãos de controle eh fiscalizando tanto interno quanto externo. Então, e e a população também tem acesso a isso através da do nosso portal de transparência hoje. Tudo isso é feito com a maior transparência possível. Então, a documentação e o planejamento, a documentação e o encaminhamento disso da dentro das normas legais é feito pelo nosso setor eh com apoio, evidentemente, nós temos a procuradoria da casa, nós temos o o setor de compras, cada um com a sua com a sua área de atuação, mas colaboram conosco nessas atividades. Essa integração é importante e ela existe eh como já disse, dois dois setores importantes numa contratação. setor de compras, setor de planejamento que já nos auxiliou antes disso, a procuradoria para nos dar o substrato jurídico ali necessário para contratação e depois também tem a alta administração da casa que vai validar isso, seja pelo diretorgeral, seja pelo presidente. Então, todas essas áreas, por exemplo, a questão da limpeza, jardinagem, transporte, toda a parte de infraestrutura, tanto aqui da área externa, mas também dentro dos gabinetes, plenário, tudo é tratado aqui com vocês. Sim, nós procuramos trabalhar para dar o apoio necessário para que toda a casa funcione e funcione bem. E como que você eh enxerga hoje o cenário? Desde quando você tá aqui na Câmara? Como que foi esse processo, né? O que precisa ser melhorado também, Sid? Eu tenho longa data Câmara, eu entrei aqui em 91, então já tô com 35 anos de Câmara, já tô com tempo de aposentadoria. Aposentadoria, se eu já tenho condições de aposentar, mas eu tô ainda mais um período aqui colaborando com a casa e provavelmente em breve aí vou vou me aposentar. Mas eu eu desde jovem eu meu minha história particular eu fiz um SENAI na parte de manutenção, então era um eletricista de manutenção, trabalhei um pouco um pouco no mercado privado e depois jovem ainda entrei com 21 anos na casa e desde então eu tô aqui já com uma boa bagagem aí e aprendi muito. Câmara mudou muito, a a própria administração pública teve uma dinâmica eh muito muito forte de mudanças eh na parte de controle, na parte de transparência, na parte de planejamento. Compras é uma área que mudou muito na parte de contratos. No passado, nós executávamos por nós mesmos servidores da casa, eram contratadas paraa limpeza, era contratado para manutenção, como foi meu caso. Eu entrei aqui ainda na manutenção. Hoje praticamente nós administramos as facilities, po, posso chamar assim, que o mercado ele ele discrimina a a parte de de prestação de serviços terceirizados da casa. Então a casa hoje não funciona mais se não tiver toda a equipe de suporte, de prestação de serviço de de funcionários terceirizados para nos auxiliar. Nós hoje mais nos preocupamos com a prevenção, com a fiscalização dessas atividades e até para que o o dinheiro público seja bem empregado e aquilo que a gente contrata seja realmente executado a contento. Então foi um desafio para você conhece cada pedacinho aqui, né, da Câmara. Porque 35 anos é bastante, né? É, eu conheci muito aqui já, vivi com muita gente, muitas pessoas, vereadores, servidores. Então, observei muitas mudanças, mas todas positivas. Eu eu aqui é um um espaço, é uma é uma casa que me trouxe muita satisfação de trabalhar e eu não tenho nada a reclamar. Eu acho que a Câmara Municipal tá de parabéns, tanto pelo que ela foi quanto pela que ela é. E a gente cada vez mais procura melhorar essa renovação, essa lutar importante e ela aconteceu no passado um pouco mais lento. Agora no no presente nós tivemos eh um acesso, um ingresso de servidores novos e isso é super importante. A casa precisa disso, é um são ares novos que vem para trabalhar. Então a gente une a experiência, aquele conhecimento com a vontade, com as novidades que o mercado traz através dos novos servidores. Então é um engrandecimento, é um crescimento conjunto aí que a gente observa. Bom, nosso departamento aqui é a coordenadoria de espaço físico. Eh, basicamente a gente é responsável por pelas melhorias do prédio, né? Eh, tanto também pela parte de layout mobiliário e e então assim, basicamente a minha rotina eh ou acompanhamento de obras, que a gente tá em constante reformas pelo prédio, ou no momento que a gente não tem nenhuma obra em andamento, a gente tá fazendo projeto pras próximas, né, pras próximas melhorias. Eh, a minha rotina que a gente para desenvolver os projetos, então a gente tá sempre em campo, fazendo o levantamento, eh, medindo. Quando a gente tá com em período de obras, a gente tá o tempo todo em contato com os responsáveis da obra ou fazendo medição, acompanhando o serviço mesmo, dando orientação. Eh, depois, além disso, a gente também tem uma parte muito densa de administrativa, né? Porque como a gente tá no órgão público e a gente tudo que a gente precisa contratar, a gente não só projeta, mas a gente também tem que justificar muito bem, tem que correr todo o rito, né, o trâmite eh que é esperado da gente, o o trâmite que é esperado, que que exige um processo para uma obra pública, né? Então essa parte administrativa também é bem densa. Além disso, eu sou coordenadora aqui da da do espaço físico, é responsável. Então também tem a parte de gestão, né, toda a parte de de acompanhamento do trabalho de de todo mundo que tá aqui na minha coordenadoria. E Camila, vocês recebem bastante demandas, né, do do dos servidores e até mesmo dos vereadores, né, por conta de melhorias em gabinetes, algo assim. Sim. Eh, eu trabalho aqui já 12 anos, né? Eh, no começo, quando a gente começou, eh, junto comigo entrou outra engenheira civil, que eu sou engenheira civil. Uhum. E dois arquitetos também. Então, a Câmara não contava com um corpo técnico antes do nosso setor e dessa reforma administrativa. Eh, então, no começo a gente tinha bastante demanda, tinha muita demanda represada, então a gente teve que ir atacando aquilo que era urgente e reformando aquilo que, né, tinha. A gente também tinha uma demanda grande no plenário, no plenarinho. Então, foram coisas que a gente eh reformou lá em meados de 2017, 2018. Hoje é um pouco diferente porque aquilo que era mais urgente a gente já eh melhorou bastante, os banheiros também era uma reclamação muito frequente. Então hoje em dia a gente recebe menos demandas, né? Então tudo que a gente recebe hoje em dia é mais em eh no sentido de sugestão para coisas futuras, mas não não mais tão urgentes. Mas a gente tem um contato muito forte ainda com o gabinete, né? Porque os gabinetes têm um uma mudança frequente, né? sempre que tem troca de mandato, sempre tem uma troca de layout, muitas vezes querem eh modificar, mexer em paredes, assim, então a gente faz o estudo e avalia aquilo que é possível de colocar em prática ou não. Então o nosso contato hoje nesse sentido, é mais com os gabinetes do que necessariamente com os setores, né? Até porque também quando a gente entrou o todos os setores da Câmara estavam aumentando muito, né, com o concurso. Então tinha essa necessidade de acomodar todo mundo que tava chegando do concurso. Então tinha uma demanda nesse sentido. Hoje em dia tá mais tranquilo. Hoje vocês conseguem ter esse tempo mais para pro planejamento mesmo de ações futuras, então no caso, né? Exato. Sim, sim, sim. E como engenheira, né, como que qual que é o seu trabalho? você une as duas, né, a parte da engenharia e também a como coordenadora, né, como que é dividido aí esse seu trabalho? Porque é, a gente aqui trabalha bastante na parte técnica, né? Eh, mas a gente também eh contrata muitos projetos, serviços de empresas especializadas, terceiros. Então, além de fazer projeto daquilo que é um pouco mais simples e tá dentro dos recursos que a gente dispõe, eh, a gente desenvolve aqui dentro. são coisas mais complexas, mais específicas, que demandam mais experiência, a gente tem o costume também de contratar. Então, além de desenvolver, a gente também tem aqui a responsabilidade de coordenar, de fiscalizar, né, de verificar se tá se o projeto tá sendo desenvolvido de acordo com a necessidade da Câmara. Então, a gente tem esse trabalho de coordenação também dos serviços terceirizados. Uhum. E essa parte do planejamento, né, de alguma obra específica, por exemplo, eh, vocês avaliam realmente essa necessidade de recursos e aí vocês aprovam e tem um outro lado que aprova também. No caso, é preciso passar para o presidente da Câmara, como que funciona essa parte mais burocrática pra gente entender o andamento mesmo desse trabalho? Eh, a maioria das coisas a gente eh identifica aqui dentro e a necessidade, por exemplo, é questão de acessibilidade, né? A gente que tem o conhecimento das normas, aquilo que é exigido. Então, muitas vezes a gente leva a demanda para diretoria geral, que consequentemente leva pra presidência também. E a gente tem, nesses 12 anos que eu tô aqui, a gente tem um histórico muito bom, muito favorável nesse sentido, porque todos os presidentes que passaram até hoje, eh, no tempo que eu tô aqui, sempre apoiaram tudo que a gente propõe, que a gente sugere. Eh, claro, eles, os presidentes também, um presidente ou outro tem uma uma necessidade específica, algum ponto que para eles eh como um valor, né, que eles têm como mais importante. Então, eles trazem isso também, aquilos que aquilo que eles gostariam de atacar. Mas assim, nunca tivemos situações onde a gente apontasse a necessidade de uma melhoria, por exemplo, que não foi acatado, que não foi eh dado eh prosseguimento, né? continuidade. Então isso, então a maioria das coisas a gente levanta, aponta, sugere e aí a administração aprova ou não aprova ou às vezes quando a gente tem muitas demandas e a gente precisa decidir aquilo que é mais importante também a gente leva para eh pra aprovação superior para verificar aquilo que a gente vai dar prioridade ou não. Então esse planejamento, planejamento de compras, a gente sempre faz em conjunto com a diretoria geral, principalmente que é o nosso canal de comunicação com a presidência, né? Uhum. E sempre vai realmente priorizar aquilo que é mais urgente, né, em caráter de urgência mesmo, né? Sim, sim, sim, sim. É, a gente tem também atuação do Tribunal de Contas, que muitas vezes também a gente baliza aquilo que pra gente é urgente, aquilo que o Tribunal de Contas também tá apontando como uma necessidade mais urgente também. Isso faz diferença na hora da gente decidir aquilo que a gente vai colocar em prática. Uhum. E Camila, falando hoje, né, desse cenário, você há 12 anos aqui, o que que você pode dizer eh sobre, né, a sua atuação aqui dentro que realmente, né, eh teve essa melhoria, né, que foi de sua responsabilidade, quais são os planos, né, pro futuro aqui da Câmara, o que que está no papel que já está ali saindo, né, na verdade, vários projetos aí vindo. Sim. Eh, nesses 12 anos a gente eh eu sinto eh uma gratificação de de ter podido participar de várias eh mudanças aqui, né? A gente reformou o plenário, plenarinho, reformamos a fachada. Eh, agora e a gente a gente reformou os banheiros também, os vestiários. Reformamos a rampa da Roberto Mange, que ela tava fora de norma. a gente eh pode foi uma obra bem grande, bem trabalhosa. Eh, teve impacto, né, no acesso das pessoas sessões, assim, foi complicado na época, mas é um sentimento eh bem eh recompensador assim de ter participado, de ter provocado essas melhorias assim, tanto pro pras pessoas que trabalham aqui como pra população consequentemente, né, que é o nosso objetivo é receber a população da melhor maneira possível, né? Então assim, o que a gente tem, claro, tem bastante coisa pra gente fazer ainda. No momento, a gente tem uma reforma que a gente chama de reforma três, né? Porque e nesse tempo a gente a gente fez duas reformas que foram mais eh genéricas, pegaram vários setores da Câmara. Essa a terceira reforma que a gente vai melhorar várias coisas que ficaram para trás ou que nos foram trazidas recentemente também tem várias tem eh acessibilidade, a gente vai colocar piso tátil em vários locais, vamos adequar várias rampas, acessos para deixar acessível, vamos reformar a a rampa da da Avenida da Saudade, saída de emergência do plenário. vamos melhorar um vestiário dos terceirizados, eh, dentre outras coisas assim que a gente vai colocar nessa reforma três. Além dessa reforma, que é uma reforma mais civil, a gente tem também a reforma elétrica, que é um projeto antigo que a gente vem trabalhando nele, eh, que também vai trazer uma melhoria bem significativa, né, no até hoje a gente não tem projeto, a gente não tem a rastreabilidade da nossa instalação elétrica e isso é importante para que a gente possa ter a documentação da instalação, aprovação do de um profissional eh da área e consequente isso isso é uma exigência ência para que a gente possa conseguir o nosso AVCB também, que é outra coisa que a gente tem como uma missão aí e tirar o AVCB do nosso prédio. Então essa reforma elétrica vai vir nesse sentido para que a gente é uma das últimas etapas pra gente conseguir finalmente esse alvará. Eh, não sei se eu preciso explicar o que é o ABCB, né? É o auto de vistoria do Corpo de Bombeiros. É uma é uma espécie de é um alvaráum. É uma espécie de autorização para funcionamento de que o prédio tem condições de e tem condições instalações de combate a incêndio adequadas no caso de emergência. Isso é muito importante. Você isso. Então assim de impacto que vai impactar bastante essa reforma elétrica e essa reforma geral três. Aí além disso, uma outra coisa que a gente tem batalhado bastante desde que a gente começou a trabalhar aqui é uma sede nova. Uhum. Porque e não sei se todos sabem, mas o prédio da Câmara a princípio, ele era só aquilo que a gente chama do 14 Bis, né, que é aquele prédio formato de avião. E ele era da CPFL e depois nós compramos aqui e a partir dele ele foi reformado, foi adequado para receber os os gabinetes e a partir dele foram fazendo ampliações para ter o plenário, ter esse a prédio anexo, que é onde a gente tá aqui. Sim. E só que assim, nunca houve um planejamento eh global do da Câmara e das necessidades da Câmara, né? Foram, como eu disse, até agora a gente foi fazendo reformas para atender as necessidades e sempre a prioridade era aquilo que era mais urgente, que não dava para esperar. Então, nunca houve um planejamento assim para receber e para desenvolver as atividades da Câmara, pensando em todas as as áreas, em todos os os impactos, né? Então agora a gente, então desde sempre a gente teve isso como uma necessidade que era desenvolver uma sede nova, eh fazer um prédio novo, já voltado para isso, né? Já pensado pros gabinetes, né? não adaptado, mas já eh planejado para receber os gabinetes, as atividades que eles têm, sala de reunião, eh o plenário. Então a gente agora começou uma negociação com a prefeitura nesse ano e eh verificamos várias áreas de terrenos e em Campinas que pudessem abrigar uma sede pro legislativo, né? e conseguimos, tivemos êxito, a gente conseguiu uma área no bairro São Bernardo. Uhum. Né? com o prefeito, a gente recebeu recentemente autorização de que a gente poderia dar andamento no planejamento de uma sede nova, tendo aquele terreno lá como base. E então para isso a gente tá começando a desenvolver, né, fazendo os processos administrativos para que a gente possa desenvolver um concurso de projeto arquitetônico, para que a gente tenha, porque é um prédio muito importante pra cidade, né, que tem uma um peso aí e que vai ter um peso na história do de Campinas, né? Então, a gente quer que isso, a gente quer que seja o melhor projeto possível e para isso a gente vai, a gente quer que as venham ideias e eh projetos que, né, inovadores, de repente. Então, a gente vai dar essa oportunidade através de um concurso e depois nesse concurso a gente escolhe, a gente premia, né, três três melhores projetos e aí o o vencedor do do concurso, ele ganha com a gente um contrato de desenvolvimento do projeto arquitetônico. Isso aí, a partir disso, a gente desenvolve os projetos complementares e a gente, se Deus quiser, a gente vai começar a obra, né? A gente torce para que isso aconteça. Então isso já é um é um projeto assim, uma uma projeção para vocês, não tão a longo prazo assim, né? Já estão correndo com isso. Sim, sim, sim, sim. É uma coisa mais palpável esse ano. A gente acho que a gente teve uma vitória em relação a isso, já de já ter um terreno já um avanço muito grande que já o mais, talvez o mais difícil, né? O local já tem, agora só dar continuidade. Exato. Exato, né? Então, muita coisa boa vai vir por aí, né? Tomara. Agora vamos conhecer a Coordenadoria de Conservação e Manutenção com o João Tade Rota. Ele que é coordenador aqui do departamento, vai explicar um pouquinho como que funciona. Tudo bem? Seja muito bem-vindo ao programa. Bom, primeiramente vamos falar, né, sobre aqui a coordenadoria, qual que é o principal trabalho, quais são as atribuições, João, a coordenadoria, nós somos em cinco pessoas. Uhum. Então, sempre tem alguém aqui durante o dia, das 8 às 18, para resolver os problemas que porventura aconteça, certo? Mas a ideia da manutenção e conservação é manter a câmera funcionando. Uhum. Hum. Para que os vereadores possam trabalhar sem ter algum problema de prédial, certo? Nós, então nós trabalhamos com essa parte de conservação, que é manter funcionando. E a manutenção é se ocorrer algum problema e a gente faz a manutenção preventiva para que esse problema não ocorra, certo? E dentro dessa prevenção, né, desse trabalho preventivo, o que engloba? Quais são as áreas? elevadores, a questão de ar condicionado, por exemplo, é um Nós temos 25 contratos aqui. Uhum. Que tem sempre um terceirizado, que é o técnico, é especialista naquela área, que vem fazer o serviço. Então, tem a manutenção preventiva que ele vem uma vez por mês, geralmente é uma vez por mês, e faz a a manutenção desse aparelho, que pode ser o gerador, pode ser um um ar condicionado, cafezinho, a água. Tudo que funciona aqui a gente tem que consertar. Uhum. E se houver alguma quebra, alguma coisa durante esse período em que ele não que ele fez, apesar de fazer a manutenção preventiva, ocorreu alguma coisa, a gente tem a condição de chamar para consertar esse específico. Quando é a manutenção do prédio em si, que tem a parte de encanamento, energia elétrica, essas coisas todas, nós temos uma empresa que deixa aqui seis funcionários, sete, aliás. Humum. Das 8 às 18. Então, sempre aqui para fazer qualquer correção rápida e precisa aquela mais rápido, né? Uhum. Que a gente dá um tempo para ele chegar aqui e corrigir. Elevador, por exemplo, você já viu que é de vez em quando ele para, você vai falar o porquê. Bom, é antigo. Uhum. É de uma empresa com várias painéis, quase tudo é italiano, antigo. Então eles vêm e consertam. Mas se você tá dentro, por exemplo, você vai ficar totalmente maluca, presa dentro, porque acaba tendo aquele desespero, né? A gente faz essa intervenção rápida, te te tirar de dentro. Uhum. Deixar ele parado enquanto vem o técnico para se consertar, certo? Mas essa parte de você ficar desesperada lá dentro, a gente dá um jeito. Entendi. Então o medo assim, você não precisa ter tanto medo. Mas tem esse suporte de vocês, né? Suporte rápido, mas tem que dar um jeito, né? Aham. E eu sei que é bastante desesperadora essa parte. Com certeza. Então tem também a falta de energia elétrica. Nós temos um gerador aqui. Certo. Esse gerador em 10, 15 segundos ele entra e provê energia elétrica por uma área específica, não é a Câmara inteira. Entendi. Mas essa área que é o coração da Câmara, que é TV, que é o ATI, que é a presidência, essa parte fica funcionando. Então a Câmara não precisa necessariamente parar. Uhum. enquanto não vem porque energia, um carro bate num poste, aí acabou a energia da nossa e aí talvez demore 15 minutos ou pode demorar 8, 10 horas para voltar. Sim. Então tem sempre uma jeito de dar um Mas é esses são exemplos. Uhum. Porque tem bastante coisa, bastante miudeza, que tem que consertar o tempo todo. É o tempo inteiro mesmo, né? Inclusive os hidrantes da casa. Uhum. A gente tem uma rede de hidrantes aqui que tem que tá pronto para se um dia ocorrer algum problema de incêndio, essas coisas. A gente espera que nunca vai usar, mas tem que tá pronto e funcionante. E essas manutenções elas são realizadas periodicamente? Normalmente é mensal. Mensal. algumas coisas que pode ser de três em três meses ou de dois em dois meses. Algumas intervenções, como na cabine primária, é semestral. Uhum. Que é só para fazer uma limpeza, olhar se tá tudo OK, continuar. Entendi. Mas precisa dar essa. E tem alguma coisa que precisa ser assim feotidianamente mesmo assim todos os dias vocês precisam avaliar e fazer uma fiscalização? Mais é semanalmente, semanalmente que a gente faz a limpeza das calhas. Uhum. Para se chover, não entupir e aí piora tudo, né? Uhum. Então nós temos muitas árvores em volta aqui que cai folha, cai um monte de coisa, você tem que limpar. Então essa limpeza, a limpeza das águas pluviais a gente faz semanalmente, a verificação das lâmpadas é semanalmente, a verificação das tomadas é semanalmente. E isso tudo engloba também os gabinetes e o plenário. Engloba o prédio todo, tudo. Prédio todo, gabinetes, plenários, o anexo aqui, tudo, tudo tem que tá funcionando. E como coordenador, João, como que é feita essa divisão aqui do pessoal que te auxilia, né? Como que são as tarefas? Na verdade, eu que auxilio esse. É o contrário. É o contrário, porque na nós somos em cinco. Uhum. E sempre tem a a distribuição é 2 de manhã e 2 da tarde, certo? Tem uma hora que junta todo mundo, mas é essa a divisão, né? E apesar de ter umas separações de cada contrato, um ser mais responsável, o outro não, todo mundo sabe mais ou menos de tudo que tá funcionando. Entendi. Então, ah, não é meu contrato que eu olho diretamente, mas eu tenho uma noção do que tá ocorrendo, porque se ocorrer um problema aí, aquele que tiver, cabeça não tiver, o outro tá preparado. Se algum tipo de solução, eu sei dar. Uhum. Então não, você não vai ficar desesperada no elevador. Isso é ótimo, né? Alguém vai resolver, alguém vai ajudar. Apesar de não ser aquele que tá mais perto do contrato, ele sabe que qual é o tipo de solução que a gente pode arrumar, certo? E mais burocraticamente e falando, vocês prestam contas também, tem relatórios que vocês precisam emitir de cada manutenção. Como que é essa parte mais? Não, todo mês Aham. As empresas que são contratadas tem que faturar porque elas têm que receber também, certo? Então essa pessoa que faz a que é o que sou eu também, né? Que fiscaliza cada tipo de contrato, ela verifica o que foi feito, se ocorreu, se está dentro do que nós Uhum. fizemos, contratamos com eles. Se tá tudo dentro, ela faz, emite a nota e a gente faz o pagamento. Então tem um a fiscalização é diária. Isso sim. Isso sim é diária, né? É diária. Se tá tudo funcionando, se quando exige uma necessidade, a empresa responde rapidamente. Tudo isso tem que estar sempre em dia e é diário. Aí não tem como fugir disso, porque você vai olhar o jardim, o jardineiro tem que tá aí, senão não fica bom. Sim. Inclusive, eu não falei do jardim, mas tem jardineiro também. Como a gente tem árvores, plantas, a gente pode até ver, nós temos saruê, temos sair aqui dentro, pássaros. É porque nós estamos mantendo isso vivo e esse é um trabalho que parte daqui da coordenadoria, né? Todo trabal coordenadoria. Então ao todo são quantas pessoas então que você fiscaliza? Muita gente, né? É bastante todo mundo que passa. Não, não, porque assim, tem aqueles que são que que são residentes, a gente chama, né? Então, da manutenção são sete, da limpeza são 16, certo? Aham. Então, esses estão todo dia aqui da da jardinagem vem todo, vem três vezes por semana, dois e tem os que vem mensalmente, mas é cada dia um, então sempre tem alguém aqui e sempre tem essa se você olhar o pessoal do ar condicionado tá aí hoje. Uhum. Que eles vêm dupla e eles passam de 20 a 22 dias aqui para conseguir fazer a limpeza de todos, olhar se tá tudo OK. Uhum. E funcionou. E essa parte também, por exemplo, você precisa de alguma de algum reparo em algum local aqui do prédio, vocês também fiscalizam, né? Faz tudo também. Não, tem que fazer esse reparo. Uhum. Ou pode ser a equipe que tá aqui, que é de manutenção predial mesmo, ou a uma contratada, né? Ou ou essa contratada que vai falar: "Olha, esse ventilador aqui do ar condicionado tá com um problema. Uhum. Ele vai dar problema mais paraa frente. Se vocês não fizerem nada, ele vai dar problema. Então, ele tem que falar qual é a a peça, o que que tá ocorrendo. Uhum. Que que tem que fazer para corrigir antes de dar o problema pra gente ir atrás? Tem algumas peças que a própria empresa que ela fornece, tem outras peças que nós compramos para ele colocar. Tem todo um fluxo de prevenção. Sim. Ah, tal dia vai vir tal pessoa. Nós temos, por exemplo, o ar condicionado do plenário. Você tem que montar um andame dentro do plenário que é lá no alto. Só que vocês sabem bem, né, que tem várias sessões lá dentro. Não é só aquela a sessão da de segunda e quarta-feira à noite, né? Tem outras reuniões acontecendo. Tem várias reuniões acontecendo durante os dias. Então nós precisamos achar uma brecha para eles poderem entrar, montar um anime fazer a manutenção. É toda uma logística, né, que vocês precisam. Então a gente também tem que estar junto com os outros, com as outras coordenadoras aqui. Uhum. Para falar, ó, vai acontecer isso, vai acontecer aquilo. Vocês acompanham também toda uma agenda também, agenda do cerimonial, da diretoria, para saber o que pode mexer quando entendi. Inclusive a TV. Inclusive a TV. Exatamente. E João, quanto tempo eh o senhor trabalha aqui já na Câmara? Não, eu tô na Câmara há 12 anos. 12 anos. Mas aqui na coordenadoria deve fazer 5 anos. Qual que é o desafio da coordenadoria para você? É o prédio antigo. Se você for ver, já foram feitos várias intervenções. Então, nós temos algum mapa de onde passa o o encanamento, a elétrica, tudo, mas não tá perfeito não. E o prédio antigo não tinha esses dados. Entendi. Então, às vezes você tem que caçar para ver onde que tá isso, para achar como fazer o conserto. Uhum. E é um prédio antigo, tem vazamento, tem é o o pingar água aqui dentro é uma coisa que deixa a gente doente, não consegue nem localizar. E às vezes é da chuva, às vezes é do ar condicionado, às vezes é de alguém que deixou alguma coisa e acontece. Agora você vai culpar as pessoas, não, você tem que correr e consertar. E esse esse é o mais desafiador para você, então. Ah, é, é, né? Mas do mais segue segue tá ótimo. Excelente. Eu falo assim, se não tem trabalho, para que que a gente tá aqui? Exatamente. Então tem que trabalhar. É para nós todos é bom ter o trabalho. Perfeito. Eu fiz um curso agora de inteligência artificial que fala: "Não, ninguém mais vai precisar trabalhar porque ela vai fazer tudo". Mas não vai, né? Mas essa parte física não tem jeito, não tem como. Ela não vai vir aqui consertar o prédio. Nós que temos que fazer. Então ela vai ajudar bastante a gente para otimizar algumas coisas, né? Para auxiliar também, mas tem uma parte que não tem não tem jeito, a parte física do da mão na massa mesmo. Não tem como, né? É, não tem como. Vai ter que nos usar. Obrigada, João. Obrigado. Estamos agora na Coordenadoria de Transportes. Vamos conversar com o Rodrigo Messias dos Santos. ele que é coordenador aqui do departamento, vai explicar um pouquinho pra gente como que funciona. Muito obrigado pela sua participação, Rodrigo. Eu que agradeço o convite e o o transporte basicamente cuida do transporte dos servidores da Câmara. Sim. Eh, a gente dividiu em duas modalidades para para atender todo mundo. Os servidores concursados, a gente faz esse trabalho por meio de transporte por aplicativo. Uhum. Eh, cada servidor tem um aplicativo em seu celular, certo? E a medida que eles forem precisando se deslocar para algum órgão público, para algum evento, algum curso, eles mesmos podem fazer a solicitação do táxi e se dirigirem para o lugar que precisam. Ah, tá. Mas isso tem um aplicativo específico de vocês, é isso? Ou é um aplicativo já existente geral? Isso. A gente fez o processo de de pregão, a gente achou um aplicativo no mercado e é por meio dele que a gente faz esse esse deslocamento. Entendi. E os servidores utilizam dentro de Campinas, tá? Eles também podem viajar para outros municípios, tipo São Paulo, Ribeirão Preto, por meio de táxi. E o serviço também ele pode ser utilizado em todas as capitais do Brasil. Uhum. Porque o acamp faz um bom trabalho, né? acha curso, capacitação para todos nós, vários locais do Brasil. E nesse sentido a o servidor também tem que se deslocar lá. As corridas para outras cidades é é feito por meio de um pedido aqui no transporte por conta do valor ser um pouco elevado, né? Certo? Agora as corridas dentro de Campinas e nos nas capitais, o servidor já tem autonomia de fazer a solicitação. Uhum. Cabe ele combinar com a chefia imediata, certo? E qual que é a outra modalidade que você falou também? Então, a outra modalidade que a gente utiliza pra parte política, os vereadores e os servidores comissionados, é o carro locado. Uhum. Então, a gente cuida basicamente do próprio carro, tá? onde a gente traça as características mais adequadas pro carro atender o trabalho dos vereadores. E nesse sentido também é tudo que envolve o uso do carro, como o combustível, a gente determina que só pode ser etanol que tem que ser utilizado, carro tem umas regrinhas, tem algumas regrinhas que assim tem que ser um pouco rígido por conta de um que tem que fazer um controle financeiro maior em cima disso, né? Certo? Então a gente tem que controlar o preço do combustível que vai ser pago. Uhum. A gente controla os postos que a gente pode abastecer. Entendi. Eh, para utilizar o carro tem que ser servidor comissionado do gabinete. Além disso, ele tem que vir fazer um cadastro com a gente, onde a gente verifica a documentação dele, a CNH, se tá em dia, se ele tem muitos pontos e, enfim, depois disso, ele tem que prestar contas do que ele tá fazendo com o carro. Ele tem que preencher um relatório. Uhum. e trazer pra gente aqui toda toda a saída. Então ele precisa fazer isso. Ou é uma vez ou é mensal esse relatório. Esse relatório para entregar para nós aqui e tem que ser semanal. Semanal. Semanal. Mas toda a saída que eles fizerem eles tem que anotar. Tem que registrar tudo. Sim. Tudo documentado, né? Tudo documentado. Cada cada trajeto, cada abastecimento. Tem que anotar quilometragem, tudo também. Sim. o horário, o nome do motorista, o local que foi e disso eh tem outros trabalhos que a gente faz em cima, né? Que infelizmente a gente não tá tá sujeito a tomar multas de trânsito, acidentes. Uhum. E todo tipo de sinistro que acontece, então, com quem tá, né, externo, tem que trazer para vocês tudo certinho. Sim. Num primeiro momento, quando ocorre mesmo o sinistro, a gente tem mais um trabalho de acalmar o motorista, certo? Porque ele tá ali se envolvido no acidente de trânsito, os ânimos estão exaltados. Então a gente primeiro tenta acalmar, ver se tá tudo bem, ver se foi só danos materiais. É, nesses 11 anos que eu tô aqui, tá tudo bem. 11 anos. 11 anos. Nunca houve nada assim fora do a gravidade, né? Já tivemos acidentes sérios aqui, mas assim que o que não aconteceu quase nada com os motoristas. Ainda bem que graças a Deus. Sim, porque quem tá no trânsito tá sujeito, tá sujeito a tudo isso. Então, no transporte a gente tem um trabalho indireto também de ser tipo um gestor de vidas, certo? Quando a gente autoriza uma pessoa a utilizar o carro oficial, a entrar num táxi, Uhum. A gente também se sente responsável por essa pessoa que está no trânsito. Sim, tem uma responsabilidade grande, né, Rod? Sim. E o transporte tem esse lado mais humano também. A gente também cuida dos estacionamentos da Câmara, que são quatro. É. E o desafio aqui é o seguinte, a gente tem 130 vagas para cerca de mais ou menos 400 usuários. Então, infelizmente a gente não consegue atender todo mundo, certo? Então, a gente teve que colocar algumas regras. Uhum. E a maioria das pessoas não conseguem utilizar e só que a gente faz na medida do possível, né? Eh, a gente disponibiliza a vaga pros vereadores, pros carros oficiais. Uhum. E o restante a gente escolheu uma parte pros servidor, pros diretores da Câmara, outra parte pros servidores de comissionado. Entendi. Além do das vagas que estão vazias, a gente utiliza para colocar os visitantes também, que são muitas pessoas que sempre vem visitar a Câmara. Então, boa parte assim das pessoas que trabalham aqui, acabam ficando sem a sem essas vagas também, porque não dá para comportar todo mundo, né? Sim, exato. É um problema matemático mesmo. Uma hierarquia também para seguir, né? Sim, sim. A gente a gente teve que fazer um regulamento aqui. Uhum. E lá nós determinamos quais pessoas iriam utilizar, né? Normalmente ficou mais na parte da alta gestão mesmo, os diretores. E pros gabinetes a gente deixou eles resolverem ali, é qual pessoa iria utilizar a vaga. E às vezes tem alguma troca assim, por exemplo, né? se a vaga é de uma pessoa, mas naquele momento decidiu que outra iria utilizar. Precisa passar para vocês o nome, documentação, quando há essa troca ou não? Sim, sim. Na verdade é assim, todo o uso de estacionamento é feito uma triagem por nós aqui, tá? Eh, quem tem a vaga permanente, a gente faz um controle maior, tanto da documentação do carro quanto da pessoa. Entendi. E quando essa pessoa sai de férias ou às vezes vai ficar alguns dias sem vir, a gente costuma sim liberar para pra pessoa utilizar naquele período. Entendi. Então, tem essa flexibilidade, né? Tem tem a gente faz a flexibilidade. Aham. E tudo esse controle que a gente faz, inclusive dos visitantes, a gente comunica posteriormente a Coordenadoria de Segurança. Uhum. Para que eles possam fazer o controle de acesso lá. Entendi. Então vocês também têm essa abordagem com outro departamento, né, para poder fazer aí da melhor forma possível esse fluxo, né, pessoas? Sim, exatamente. E vamos falar que a parte de abordagem mesmo de quem tá entrando e saindo fica a carga da coordenadoria de segurança. De segurança. Vocês é mais ou menos esse controle e essa triagem, né, o que é mais difícil, Rodrigo, nessa sua atuação aqui na Câmara Municipal? Olha, hoje em dia, eh, o setor de transportes ele teve muitas alterações, muitas. Eh, qualquer guerra afeta o preço de combustível que afeta o nosso trabalho. Bloqueou estreito de Ormusa, influencia aqui pandemia, influenciou a entrega de componentes eletrônicos, atrasou a entrega do nosso carro no contrato. Então assim, é um setor que é impactado rápido por qualquer evento externo. Entendi. Então a gente tem que sempre tá antenado com o que tá acontecendo, com essas mudanças, né? Sim. Rodrigo, e quantas pessoas atuam aqui com você na Coordenadoria de Transportes? Olha, diretamente eu estou como coordenador e eu tenho mais dois colegas comigo. São grandes pessoas, trabalham para caramba. Uma que é o Osvaldinho, né, tá aqui com a gente já acho que uns 8 anos também. E tem o João Borges também. Uhum. pessoa inteligentíssima, grande experiência no mercado, que quando se aposentou quis ir trabalhar com a gente e vamos falar, a gente deu essa sorte de trabalhar três juntos aqui. Que bom. Pro bom andamento aqui da do departamento, né? Sim, sim. Ainda. O que que você tem a dizer então pra gente finalizar sobre essa sua eh trajetória aqui na Câmara Municipal? 11 anos já, né? que que o que mudou na sua vida e também nessas eh modificações mesmo da própria casa, né, das inovações, as tecnologias, vindo aí para auxiliar vocês também no trabalho. Olha, eu pessoalmente quando comecei a trabalhar aqui, eu não imaginava que a Câmara era, vamos falar assim, desse jeito, né? Uhum. É, o pessoal costumou falar que aqui é a melhor câmara do Brasil. E eu acho que é mesmo aqui eu pude expandir muito a minha as minhas ideias, a minha mente, voltei a estudar e pude crescer profissionalmente, né? Consegui estudar outra área. Eu sempre trabalhei no setor automobilístico, mas dentro de fábrica. Na parte de gestão foi a primeira vez. É outra visão, né? Sim, é outra visão, é outro mundo. É completamente diferente do que a gente tá acostumado a ver do lado de fora. Uhum. Então é importante para você, né? Sim. Eu eu falo que eu adoro trabalhar aqui. Aqui mudou bastante a minha vida, né? Este foi o por dentro da Câmara. Você pode acompanhar este conteúdo na íntegra pelo portal tvcamaracampinas.com.br br e também pelas nossas redes sociais. Te espero na próxima edição. Até lá.