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Conexão Cultural | O Mágico de Oz encanta Campinas com elenco de 130 artistas
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Conexão Cultural | O Mágico de Oz encanta Campinas com elenco de 130 artistas

218 views Publicado 28/10/2025 HD · 32:38

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O palco vai se transformar em um verdadeiro arco-íris de talentos no programa Conexão Cultural, exibido em 26 de outubro de 2025, com uma edição especial dedicada ao espetáculo “O Mágico de Oz”, que promete encantar o público de Campinas. Nesta entrevista exclusiva, conversamos com Valdirene Vitor Souza, coordenadora da Casa de Maria de Nazaré, com a diretora artística Daniela Fischer e com três dos artistas que dão vida a essa produção grandiosa: David de Jesus Santos (15 anos), Zenilda Martins (74 anos) e Lorenna Gabriela Faria da Silva (11 anos). O espetáculo, que será apresentado nos dias 21, 27 e 28 de outubro, às 19h30, no Teatro Municipal Castro Mendes e no Teatro Oficina do Estudante (Shopping Iguatemi), é totalmente gratuito e faz parte do Projeto Arte e Cultura Territórios, uma iniciativa apoiada pelo Núcleo da Convivência Familiar e Comunitário do Eixo 3 da Fundação FEAC. Com 130 artistas no elenco, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos, a montagem é inclusiva, intergeracional e multiartística, reunindo talentos de diferentes idades e histórias de vida em uma celebração da arte e da convivência comunitária. A Casa de Maria de Nazaré, executora do projeto, mobilizou educadores, voluntários e instituições parceiras para criar um espetáculo que vai muito além do entretenimento — é um convite à reflexão sobre sonhos, identidade, superação e pertencimento. 🎙️ “A magia deste espetáculo está justamente na diversidade das histórias de vida que ele carrega. São pessoas que encontraram na arte um espaço de expressão, acolhimento e protagonismo. O palco é o lugar onde todos têm voz e brilho”, destaca Valdirene Vitor Souza, coordenadora da Casa de Maria de Nazaré. A diretora artística Daniela Fischer ressalta a potência do trabalho coletivo e a importância de proporcionar o acesso à cultura como forma de transformação social: “Garantir o acesso à cultura é promover direitos. A arte muda realidades e abre caminhos, especialmente para as crianças e jovens que participam desse projeto”. 🌈 Sobre o espetáculo Inspirado no clássico filme de 1939, baseado na obra infantil de L. Frank Baum, o musical “O Mágico de Oz” traz uma leitura moderna e sensível da jornada de Dorothy e seus amigos — o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão — em busca de seus sonhos e de sua própria identidade. A montagem mistura teatro, dança e música em uma experiência visual e emocional que aborda temas universais como coragem, amor e sabedoria. Cada personagem representa uma virtude humana e, juntos, eles aprendem que o verdadeiro poder está dentro de si. Essa mensagem é refletida no trabalho dos artistas, que encontraram no projeto uma oportunidade de autoconhecimento, convivência e fortalecimento dos laços comunitários. 💫 Sobre a Casa de Maria de Nazaré A Casa de Maria de Nazaré nasceu de uma iniciativa solidária de membros da Igreja Catedral Metropolitana de Campinas, sensibilizados com a situação de crianças e adolescentes em vulnerabilidade social. Hoje, a instituição atua com quatro unidades e atende cerca de 900 pessoas, entre crianças, jovens, adultos e idosos, oferecendo acompanhamento gratuito, formação humana e cultural e fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Seu trabalho vai além da assistência — é um espaço de transformação, dignidade e inclusão social, que acredita no poder da arte como ferramenta de desenvolvimento integral. O espetáculo “O Mágico de Oz” é uma das expressões mais bonitas dessa missão: unir gerações, revelar talentos e provar que todos podem brilhar no mesmo palco. 💬 Assista à entrevista completa e descubra: Como surgiu a ideia de montar “O Mágico de Oz” em Campinas. O papel da Casa de Maria de Nazaré na formação artística e humana. Como a arte pode transformar vidas e fortalecer vínculos sociais. Depoimentos emocionantes de artistas de 11, 15 e 74 anos. Por que esse espetáculo é um exemplo de inclusão e diversidade cultural. 🌟 Prepare-se para uma conversa inspiradora e cheia de emoção! Conexão Cultural te leva aos bastidores de uma produção que celebra o poder da arte em unir pessoas, despertar sonhos e construir pontes entre gerações. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[Música] Conexão Cultural. É isso aí, galera. Mais um programa bem bacana hoje pra gente bater um papo sobre o mágico de muito legal, mundialmente conhecido, mas tem uma galera aqui em Campinas que tá mandando super bem. Por isso eu estou aqui com a Daniela Fer, que é diretora artística, diretora de teatro. Antes de mais nada, muito obrigado por nos receber. Tudo bem, Daniela? Tudo bem. Eu que agradeço. Mãe, essa honra estar participando do programa. Muito obrigada. Bom, a gente tava inclusive conversando fora do ar. Mágico de é conhecido mundialmente, claro. Mas a galera aqui é de Campinas. Sim, todos os artistas e os apoiadores são de Campinas. E a gente faz aqui um espetáculo de campineiro para campineiro. Puxa vida, que bela frase, de campineiro para campineiro. Isso que é legal. Vamos contar um pouquinho da história do trabalho que é desenvolvido por aqui. Nós estamos na 11ª edição com Mágico de eh são instituições de Campinas que se juntam para montar um espetáculo de teatro que também e agrega música, dança, percussão, circo. Então assim, além da linguagem teatral, a gente vai ver aqui muitas danças, muitas músicas e muitos batuques. Bom, e olha, Daniela, eu vou ser sincero para você. Só uma passadinha que eu já dei por aqui, não é? A gente chegou faz pouco tempo aqui para fazer o programa o Conexão Cultural. Puxa vida, eu fiquei impressionado com a quantidade de gente, com a estrutura que vocês têm aqui, né? Sim, sim. E é importante também porque todos os profissionais eles estão de apoio, né, desse elenco de 130 artistas de Campinas e são eles que fazem a eles constróem um espetáculo e todos os apoiadores estão aqui auxiliando na cenografia, na iluminação, na sonoplastia. Então a equipe é muito grande para que esses artistas campinenses eles brilhem, né? Boa. Eh, o musical é o resultado de um trabalho coletivo de sete organizações. Tá dando uma olhadinha aqui da sociedade civil de Campinasques, né? Isso mesmo. Então, a gente tem um edital sempre no começo do ano, onde todas as instituições de Campinas podem participar desse edital. Algumas osc são selecionadas, então a gente começa um trabalho de execução do projeto. Então a gente escolhe uma história que vai costurar todas uma modalidade artística e então a gente começa o ensaio e dá por volta de 9 meses de ensaio até chegar nesse grande dia. Boa. Inclusive Maria de Nazaré, né, que daqui a pouco o pessoal tem uma entrevistada especial, a gente vai falar mais sobre isso. Isso que nos apoia. Inclusive a gente tem outros apoiadores. A gente faz um espetáculo onde os artistas são pertencentes a instituições sociais, então eles eles atuam no palco, mas a comunidade do entorno de cada OSC, ela também está envolvida no projeto. Então, indiretamente os familiares, eh, as próprias pessoas que trabalham na instituição, elas estão também a contribuindo para o espetáculo, seja na construção de um objeto, de um chapéu, seja na construção de um uma grande alegoria que nós vamos ver, né, nesse nesse espetáculo. Então, assim, toda a comunidade do entorno participa do espetáculo, além dos artistas. Boa. E a magia de tudo isso aqui é porque tem uma diversidade de histórias eh que impressiona, né? Sim, sim, sim. A gente tem aqui eh um elenco de 130 pessoas que tem faixa etária de 10 até 80 anos e a gente também tem instituições que que participam e tem gente que começa um pouco mais velha. Olha, tem só para não perder o falou até 80 anos, porque isso é fantástico, você chega na melhor idade, puxa vida, quero me envolver com cultura, com teatro. Isso. E assim, eh, tempo o envolvimento dessa desse grupo que veio da terceira idade com as crianças, ele assim, eles criam um laço tão forte porque oia isso, o espetáculo na verdade é interativo. Então assim, em cena a gente vai ter um idoso de 80 com uma criança de 10 na mesma personagem contracenando. Então assim, eh, é um, é um programa intergeracional, né, com todas as gerações. Inclusive a terceira idade, sim, ela é muito participativa, muito participativa. E eles trazem alegria, eles trazem a experiência. Feliz de saber isso, viu, Daniela? Muito legal, porque aqui o que vocês fazem é uma forma certamente de fomentar a cultura também, mostrar que a cultura é algo, quer dizer, super importante aí e no desenvolvimento humano, né? Sim. E é acessível, né? Nesse ano, eh, eh, nós estamos trabalhando com Mágico de Dios. E o Mágico Dios, a gente tem a participação do Instituto dos Cegos, que são é um, é um grupo que ele fica eh sem ninguém no palco. Eles estudaram, eles trabalharam ao longo do ano, eles ensaiaram e eles estão no palco fazendo a cena deles com toda a segurança que eles que construíram essa cena. Então, a os profissionais dão um apoio e eles todos estão em cena. Então, é um, é o acesso acesso a todas as pessoas, né, a arte, né? Então, e nenhum nenhuma pessoa que é de curso de teatro, é de curso de dança, eles são assim mesmo da alma, da alma de artista. Isso, isso quando a gente tava conversando antes de entrar no ar, eu achei super interessante porque não são profissionais, né? Não, cara, eu acho que é essa é a pegada, né? Eu acho que isso que é o legal. Não não não são profissionais, quer dizer, tem todo o amparo, né? Isso. E e toda orientação, toda, né? E a a segurança emocional e tudo mais. É, mas é é uma galera que que não é profissional, né? Não, não, mas assim, a orientação técnica, ela é toda trabalhada ao longo desses 9, 10 meses, mas a construção do espetáculo, ela é feita em coletividade. Então, assim, eh, é, é, é permitido que os próprios artistas se reúnam para ver o que é mais fácil de de organizar uma cena, por exemplo, onde a gente precisa de um amparo técnico para uma pessoa com uma deficiência visual, por exemplo. É, eles nos trazem toda a a técnica que a gente precisa ter para lidar com esse deficiente. Mas aqui na arte a gente faz essa construção coletiva, né? Então assim, o que que ele necessita que a gente vai poder trazer para ele para ele poder trabalhar sozinho no palco, né, sem ter nenhum nenhum profissional junto para contraar com ele. Então ele vai todo o grupo, ele e ele mesmo. Além de diretora artística, você é atriz? Eu sou atriz. É, tá na cara porque fala super bem e tudo mais. Tem uma facilidade impressionante de de conversar. pra gente encerrar o tempo passou rapidinho. Só fala um pouquinho sobre o espetáculo, como é para pra galera que quer conhecer mais. Então, o Mágico de Dios mundialmente conhecido, eh, ele tá trazendo assim, ele é trazido a cena numa adaptação que eu faço, porque a gente a gente tem uma história que tem poucos personagens, mas a gente tem um elenco de 130 pessoas, então a gente precisa trabalhar essa adaptação. Então eu faço essa adaptação da história trazendo um pouco de uma referência do filme de 1939 e também da literatura, né, eh, original do mágico de Dios. E essa adaptação faz com que todos os artistas sejam recebidos pelas personagens e possam atuar da melhor maneira possível. Então, a gente vai ver aqui muitas bruxas, muitas fadas, muitos seres fantásticos e história genial. Valeu, Daniela. Muito obrigado. Eu que agradeço. [Música] Conexão Cultural. Bom, depois de conversar com a Daniela, estou aqui com a Valdirene, que é justamente a coordenadora da Casa de Maria de Nazaré, que nós falamos há pouco com a Daniela sobre a Casa Maria de Nazaré, justamente para tentar entender um pouco mais sobre isso, onde entra em toda essa história. É sensacional a Casa Maria de Nazaré. Tudo bem? Muito obrigado por nos receber. Imagina, eu que agradeço pela oportunidade de falar um pouquinho do projeto. A a FIA fez a gestão desse projeto até 2019. e em 2019, então ela fez o convite pra nossa organização assumir, né, toda a execução desse projeto que é lindo, que é maravilhoso para nós um presente que a Feá que deu pra nossa entidade. Em 2019 a gente começou toda a organização edital, veio pandemia, ficamos dois anos, né, sem executarmos o projeto e aí em 2022 a gente veio com tudo, né? Então, 22, 23, 24, a gente tá com executando aí esse projeto junto com outras organizações de Campinas. Boa. Conta um pouquinho da história de Maria de Nazaré, da Casa Maria de Nazaré, tá? A nossa organização, a Casa Maria de Nazaré, ela fez agora, dia 7 de outubro, 38 anos. Puxa vida, 38 anos é tempo pra caramba, hein, pessoal? É, já é um adulto aí, né? Nós nascemos eh através de um grupo de oração que acontecia na Catedral de Campinas, né? Era um grupo de senhoras que participavam desse grupo e elas começaram a se incomodar que naquela época, há 38 anos atrás, tinha muito meninos em situação de rua. Hoje a gente vê muito adulto em situação de rua, né? Mas naquela época era os meninos, né? as crianças e adolescentes. Então ela saiu da catedral e ela se deparava com os meninos ali na escadaria e elas começavam a se incomodar com aquela situação. Então elas começaram a se organizar e o grupo se encontrava uma vez na semana que era as quintas-feiras. Então toda quinta-feira o grupo, né, que era mais ou menos 20 mulheres, elas traz, uma trazia um suco, outro um lanche, a outra trazia algum material de pintura, né? E elas começaram então assim de uma forma muito simples, trabalhar na escadaria com esses meninos. E a coisa foi crescendo, foi crescendo e aí elas se depararam de uma situação que precisava comprar uma casa e a onde foi comprada então a nossa primeira casa que deu início ao nosso trabalho, né? Aí juridicamente começou em 88 que foi atrás do Mercadão na rua Antônio Alves Lobo 53. Ali começou todo o trabalho da da CM de Nazaré com esses meninos que estavam em situação de rua. Bom, que legal, que história fantástica. Parabéns para vocês. Deixa eu te perguntar uma coisa. O musical, tô dando uma olhadinha aqui, é o resultado do trabalho coletivo de sete organizações da sociedade civil Osques aqui de Campinas, entre elas, justamente a Casa Maria de Nazaré, que é executora do projeto. Isso é exatamente. Todo o processo do arte e cultura, ele inicia há 9 meses atrás, tá? Então, no mês de março, nós lançamos um edital, né, aberto ao público. Aí as organizações se inscreveram e aí nós temos uma comissão, né, que elege eh elegeu, né, essas seis que entraram, mas desde o início nós colocamos com uma condição da para FEAC, né, até foi uma condição da gente aceitar essa parceria, que a casa de Nazaré também fosse o participasse com grupo de adolescentes. Por quê? Além das organizações que participam, a gente também queria vivenciar tudo isso, né? Porque a gente contrata ônibus, a gente contrata alimentação, a gente contrata figurino. E a gente também queria viver tudo isso, porque uma coisa é eu perguntar para as organizações como que foi transporte, como que foi alimentação. Outra coisa é a gente sentir, vivenciar tudo isso. Então, eh, para cada edição, nós temos um grupo de crianças da nossa organização que participam e vivenciam tudo isso como as outras ONGs também vivenciam. Este ano a unidade que tá participando da Casma de Nazaré é a Casa Osana. Casa Osana. A Casa Osana que fica lá no satélite íris que é um serviço de convivência e fortalecimento de vínculos que atende crianças e adolescentes. Então, por falar em em serviço de convivência é uma iniciativa apoiada pelo núcleo da convivência familiar e comunitária do eixo três da Fundação FEAC, como você tava falando, né? Isso. A a FIA que ela é a uma fundação, né, de Campinas. E todo esse projeto iniciou com a FEAC, né, e como eu falei, em 2019 ela passou pra gente toda a metodologia, ela ainda é ela é toda, ela é parceira financiadora desse projeto, né? Então nós executamos parabéns a FIA também, né? É, então assim, nós executamos junto com outras seis organizações sociais, mas é a FIAC, toda a questão financeira é via FIAC. Boa, boa, sensacional. Bom, pessoal, vocês estão vindo de fundo aí porque tá rolando um ensaio, né? A gente tá no meio do ensaio, a gente tá no meio dos bastidores. Olha só que legal que tá o Conexão Cultural, esta edição muito bacana, sensacional. Eu tava inclusive conversando, né, eh, com a Daniela e e é legal porque aqui ela tava falando que são atores e atrizes, é, que não são profissionais, né? Eu acho que essa é a pegada. E e ela tava me contando isso. Eu achei fantástico também. Tem senhora, senhor de 80 anos? Sim, sim. Eh, hoje nós estamos em aproximadamente 130 artistas, né? É, como eu falei, né? Todo o processo inicia no mês de março, então as organizações fazem inscrição, uma comissão seleciona, né, quem quem vai serão essas artistas deste ano. E aí um dos critérios é ser crianças, adolescentes, jovens e adultos que participam de uma organização social, tá? com alguma modalidade de arte, ou de dança, ou de música, ou de canto. Este ano é o artista mais novinho tem 10 anos e a pessoa mais experiente, ela tem 78 anos, que é do Projé. Puxa vida, que que bela mensagem que fica por falar em mensagem. Qual que é a a mensagem que você deixa pra galera que tá conosco aqui acompanhando Conexão Cultural e e tá de fato, não é? Tenho certeza absoluta, tá? O pessoal que tá em casa assistindo ao programa, ao ao Conexão Cultural, certamente tá achando isso espetacular, né? Qual que é a mensagem que você deixa? O arte cultura ele proporciona acesso porque são crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos, né? Que que hoje as deles que eles participam tá mais distante dessa região central, então eles não têm muito acesso, né, a um teatro. Então, a mensagem que eu que eu deixo é que todo mundo tenha acesso ao teatro, né? E que realizar sonhos nunca é tarde, porque como eu falei, nós temos idoso aqui, né? Espetacular, hein? Realizar shows nunca tarde. Nunca é tarde. Muito legal, Valdirene. Parabéns aí, Valdirene. Víor Souza, coordenadora da casa Maria de Nazaré. Que nome maravilhoso, Maria de Nazaré, né? Nossa Senhora, mãe de Jesus. Isso é realmente fantástico. Muito obrigado pela sua atenção, participação conosco. Obrigado. Agradeço e fica o convite. Quem quiser conhecer nossa organização é bem-vindo. Nosso telefone é 3236644. Nosso site é www.casademariadeninazaré.org.br. Foi legal você falar, dá pra galera ajudar? Sim, sim. Nós aceitamos doações em espécie também. pode ajudar aqui, tudo é, pode também ser um voluntário na em nossas casas, né, a nossa organização, nós temos quatro casas, duas que realizam serviço de convivência e fortalecimento de vínculo e duas outras casas que é uma casa de passagem que funciona 24 horas. Então a gente é aberto para trabalho voluntário. Isso aí, galerinha. Bora pro segundo bloco que a [Música] He. [Música] Conexão Cultural está de volta, galera, falando sobre mágico de, porque a gente tá conhecendo toda a estrutura, é realmente sensacional, como disseram as nossas entrevistadas no primeiro bloco do programa, não é? Eh, aqui eh tudo é composto por por atores, atrizes que não são profissionais, como por exemplo a Zenilda, que tá aqui com a gente, vai bater um papo aqui no Conexão Cultural. E aí, tudo bem? Tudo bem você? Beleza. Muito obrigado por nos atender aqui. Eh, como você chegou até aqui, Zenilda? Conta pra gente, conta um pouquinho sobre a sua história, como chegou até aqui. Eu pertenço ao Projet Vila Bela, né? Perfeito. E já é o terceiro ano que eu participo desse projeto, que para mim é muito gratificante. Como você chegou até aqui? Então, através da FEAC, né? Ah, como a gente tem a conexão com o Progem, eles têm a conexão com o Progen, então estou aqui. Pois é. E me contaram que aqui tem pessoas de 10 a 80 anos. Exatamente. Eu entrei como terceira idade. Quantos anos? Eu tenho 67. 67 não parece. Parece bem menos. Obrigada. Bom, isso é legal, né? Eh, de todas as idades, todas as gerações aqui, né? Muito bom essa integração assim com as outrasques, né? Faz todo sentido. Como que é essa integração? Conta pra gente, aproveite aí a oportunidade, o espaço que a gente tá dando no Conexão Cultural. conta pra gente como é essa integração, porque isso certamente é bem legal, né? Essa integração, a galera toda junta aí, né? É, todos os anos a gente vai e ensaia no semear, né, que é outra instituição. Então, todas as os que se unem ali, a gente ensaia tanto no semeiar como também no teatro Guatemio. Boa. Como a cultura tem influenciado positivamente na sua vida, a arte. Muito bom. Muito bom. a gente procura dar o máximo que a gente pode, né? Cada um na sua idade, que são desde crianças, adolescentes e idosos, né? E a gente consegue eh se libertar de várias coisas, como principalmente. Exatamente. É, eu vendo que a senhora fala super bem, imaginou, eh, ajudou aqui o teatro, a cultura. Ajuda, ajuda muito. Ajuda muito. Com certeza. Inclusive, eu tenho certeza, se falar com outras pessoas, vai se eh falar que se liberta também de traumas da vida, rapaz. Mas olha só, cara. É, eu nem pensei que fosse tão forte, mas é. E então quando a senhora vem, a senhora vem toda animada aí, toda Sim, sim. É um, é como eu disse, já é o terceiro ano que eu tô aqui porque nos faz bem. É terceiro ano consecutivo, quer dizer, é que tá gostando mesmo, né? Isso. Que que você tá achando da apresentação da peça? Olha, eu é a primeira vez que eu faço mágico de, né? Então eu acho que bem legal, bem diferente também. Cada ano é tem uma expectativa diferente. E o mágico de é mundialmente conhecido, né? Então imagina o orgulho da senhora, né? Exatamente, né? De de poder fazer parte aí dessa história de do do mágico de, né? Qual que é o conselho que a senhora que a senhora deixa pra galerinha que tá em casa assistindo a Conexão Cultural e fala: "Puxa vida, olha a Zenilda lá, 68 anos falando, que legal, tá toda e orgulhosa, toda emocionada. Será que eu vou? Será que eu não vou? E agora? E agora? Que que você fala para essa galerinha aí? Venham, venham assistir o mágico de porque vocês vão adorar. Isso é muito bom. Valeu, viu, Zelin? Muito obrigada. que parabéns aí pela iniciativa de começar o teatro faz 3 anos começou com 65, né? Isso é tá com 68 bem de conta não. 68 men 3 67 67 completei agora ah não é 68 ah 67 perfeito. Então esse começou com 64 isso. Boa. Então é manda um recado aí pra galerinha que tá começando também pra galera da melhor idade que fala: "Puxa vida, não, não, isso não é mais para mim". É sim. Não, claro, claro. Deus de crianças até adultos e idosos como eu. Faz bem para todos. Venham participar com a gente, tá? Bora bater papo com mais gente, galerinha. Bom, galerinha, agora a gente vai conversar com o David, que tem 15 anos de idade. Tá vendo a que legal? Eh, são atores e atrizes de 10 a 80 anos de idade. Tá aqui, não precisa nem apresentar. Tá com a Juba de Leão. É isso mesmo, ô David? Isso mesmo. Prazer. Meu nome é David, tenho 15 anos, sou da Casa Maria de Z Nazaré e é meu segundo ano aqui. Eu tô muito feliz por isso e queria participar mais e mais m vezes. Boa. Inclusive a casa de Maria de Nazaré, a gente teve oportunidade de conhecer um pouco mais a história. É bem legal. Mas vamos conversar aqui na frente. Você vai por aqui, eu venho por aqui, tá certo? Você vai por ali, eu por aqui. E aí, chega mais. O que mudou o teatro na sua vida? Cara, o teatro mudou muito minha vida. Quando eu, a primeira vez que eu fui chamado, eu não sabia assim, seria muito bom. Eu tinha muita vergonha no começo e tals. Aí quanto mais nós fez ensaiando, ensaiando, chegou no dia da apresentação, ficou um pouquinho nervoso, mas é normal, né? Normal, deu tudo certo. Aí nós tá aqui esse ano de novo. Meu propósito é participar por mais e mais anos. Não. E pode ter e certeza absoluta, David. Quando sumir esse nervosismo, esse friozinho na barriga, daí não faz mais sentido. Sim. É legal esse friozinho na barriga, desde que seja, claro, controlado. Eh, faz parte, faz parte aí e emoção e eu percebo que você tá 100% envolvido, né, cara? É muito bom, né? Por causo que você acaba descobrindo uma parte nova da sua vida que você gosta. Por exemplo, o quê? Conta mais, fale mais sobre isso que é que é interessante. Você através da cultura, da arte, da peça, não é? Essa eh essa apresentação que é mundialmente conhecida, você acabou descobrindo uma parte da sua vida que você gosta. O que que seria isso? Sim. Tipo, antes de eu ser chamado, de tudo isso acontecer, eu não sabia assim que eu ia fazer, tals. Aí no certo dia eu tava lá na instituição Maria de Nazaré, aí a tia me chamou, aí eu falei: "Ah, vamos. Teve até uma vez que eu desisti, aí depois eu voltei de novo porque eu percebi que ia ser muito bom. Olha aí. Aí acabou que nós veio, apresentou do ano passado que foi muito, muito bom. Tenho muita saudade de apresentar e tals e que esse também vai ser muito bom. Boa. Inclusive a a Zenilda, né, que foi a nossa entrevistada antes de você, de a Zenilda tem 64 anos, né? Hum. E ela falou que é é bacana demais também toda esta integração, né, que acontece entre vocês. É, pessoas de 10 até 70 e poucos anos. É muito bom, porque você pode arrumar novas amizades. Você fez amizade aqui ou não? Fiz muitas. É. E essa juba de leão, como que usar essa juba de leão aí? Usar na hora da peça, né? É que nós vai usar para ensaiar para ver certinho e tal, mas eu tô com um pouquinho de medo ainda. Mas com fé em Deus vai dar tudo certo. Já deu, já deu tudo certo, cara. Deu, com certeza. É só de ver o brilho nos seus olhos aí, né? Sim. E, e a cultura, você acha que que é importante aí pro desenvolvimento humano? Sim, muito muito importante, porque acaba sendo um um negócio para entrar na sua vida, para você perceber um negócio que é muito, mas muito bom. Se você entra assim do nada no teatro, você acaba percebendo que seu seu ego vai subir muito mais dá, tipo, você tá triste lá e tals, aí a gente chama pro teatro. você tá indo um pouco mais confiado, mas na hora que você apresenta assim para um monte de pessoa maravilhosas que vem assistir nós, né, você acaba vendo que a o teatro mudou tudo. É muito, muito bom. É isso aí, parabéns. Valeu. É nós. [Música] Bom, galera, pra gente encerrar aqui esse conexão cultural que tá bem bacana, tô aqui com a Lorena de 13 anos. E aí, beleza? Sim, tudo bom? Tudo bem? Tudo sim. Tá com vergonha? Tá tímida, pelo jeito. Mas o teatro tá te ajudando a soltar um pouco mais? Sim, antigamente era muito mais tímida, agora sim tá melhorando. Boa. E você faz papel do que aqui? Dorot. Ah, é? Conta um pouquinho sobre sua personagem. Ah, a Dorot é uma menina de 12 anos, bem alegre, bem divertida, um pouquinho da minha personalidade, eh, pessoal. Eh, eu tô bem feliz de fazer esse papel porque eu me sinto que eu entro muito no personagem e consigo fazer ela do jeito certo. Legal. Boa, que bacana. Sensacional. E você chegou como na instituição? Ah, já faz uns 3 anos que eu participo. Na primeira vez que eu participei, eu tinha 10 11. E foi um dia bem divertido. Foi do nada tava ensaiando a dança e o professor veio me perguntar que eu queria participar. Eu pensei até em desistir, mas eu continuei. Eu sabia que ia ser bom para mim, ia abrir novas oportunidades para mim. Por que pensou em desistir? Ai, eu tinha muita vergonha. tinha vergonha de errar, de tá tudo errado, mas no final o teu tá mandando super bem, tá falando super bem, tá? Ah, obrigada. A gente tava entrevistando o David, galerinha. Eu acabei de saber que o David é o namorado da Lorena e vocês conheceram onde? Foi no teatro mesmo, ano passado. Pronto. A gente estava ensaiando e a gente começou a estar super bem. E com isso eu pedi o número dele e a gente começou a conversar. E nesse ano ele me pediu em namoro no ensaio. Ah, que legal. Deixa eu te fazer uma pergunta. Você você pretende seguir Muito legal, galera aqui em volta adorou a história. Eh, você pretende seguir a carreira de atriz? Passa pela sua cabeça? Passa muitas vezes. Eu sempre quis fazer umas coisas assim, mas eu vou esperar, vou ver se realmente é isso que eu quero ou vou esperar novas oportunidades para mim. Boa. Deixa eu te fazer uma outra pergunta, porque o mágico de osso todo mundo conhece, né? Claro. Eh, mundialmente conhecido, né? Sim. E deve tá um orgulho impressionante, né? Ai, tá, tá muito orgulho, porque a gente sente muito bem em representar uma história que é conhecida pelo mundo inteiro, né? Eh, todo mundo conhece, todo mundo sabe a história e é muito eh feliz, catificante, né? Fazer um papel que todo mundo vai conhecer e vai gostar. É. E a galerinha aqui, gente boa, tudo muito, muita gente boa, super legais, respeito, tudo mais. Você aprende com bastante gente aqui. Aprendo muito. Que que de mais importante você aprendeu assim na arte, na cultura, no teatro, na apresentação? Hã, eu acho que a amizade, o respeito e não teve vergonha. É você, cada pessoa tem um jeito, ninguém é perfeito. Então vamos ver se vai ir, se não vai ir. Cada um tem a sua personalidade. Vai aprendendo, cada um vai indo. Você tá quanto tempo aqui? 3 anos. 3 anos. Você entrou com 10? Com 11. Você não tem 13? Tem. Então 13. Certo. É, né? É. É porque ou se já tava para fazer 11, então, né? Já tava para fazer 11. É. Então é isso. Você tava para fazer 11. É, foi? É. Então você tá para fazer 14 ano que vem. Ah, tá certo. Bom, e qual que é o recado que você deixa aí pra galerinha que que tem o interesse de seguir nessa área e de de vir para cá, né? Aprender, eh, se desenvolver? É, não desista dos seus sonhos. Fica nele e tenta, não importa o que aconteça, continue tentando. É isso aí. Arte e cultura. Sim, boa. Muito obrigado, viu? De nada. Valeu. Sucesso para você. Obrigada. Que você consiga aí atingir seus objetivos, suas metas e realizar seus sonhos. Muito obrigada. Sim. Nunca desisto. Valeu. Valeu, galerinha. Obrigado. Conexão Cultural. Até a próxima e tchau. [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Glória. [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] เ
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