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a conexão cultural aqui na tela da tv câmara campinas hoje é só a gente está em valinhos cidade vizinha de campinas para bater um papo com a meire morais ela é atriz ela é produtora da lu max produções que é daqui de valinhos a gente vai saber muito a respeito da história também da lu marques produções e também da meire que vai bater um papo com a gente e falar sobre a sua carreira sobre número as peças que você tem oportunidade de dirigir de participar enfim é um prazer ter lá com a gente aqui no conexão cultural prazer é todo meu andré muito obrigada a conexão cultura ao convite aí é um prazer muito grande vou falar um pouquinho sobre você para o pessoal que está em casa que tá curioso bom eu trabalho com teatro desde os meus 15 anos e é isso me encantei né por essa aqui não conseguia me ver em nenhum outro trabalho né e aí eu comecei aí trabalhando com companhia de teatro mandei ele daqui de valinhos que foi foi a primeira foi arco-íris depois eu fui convidada para fazer um teste na se a santa que é uma companhia de campinas onde eu fiz os meus protagonistas e assim ali eu falei gente é isso que eu quero para minha vida né trabalhei quase 5 anos lá depois fui para o hopi hari né lá eu fiz parte da área de sou por cinco anos né fazenda vila sésamo personagem em primer antes lá do parque né e depois a gente eu acabei saindo de lá né do parque e montanha a minha produtora que arrumar as produções junto com meu marido inclusive no max é a junção dos dois nomes né e ficou o nome legal porque é luz máxima né o nome do meu marido é marcos e o a lucimeire mas não espalha não vai falar para ninguém né só que porque assim o meu nome artístico é meio de moraes mas eu ia ficar muito feio né mack né então marcos eu acho que ficou mais bacana né e a gente sempre faz essa brincadeirinha aí né é para falar do nome né e aí eu comecei a pesquisar sobre leis de incentivo né e o que eu podia contribuir trazendo cultura e também é como vou falar porque a criança pudesse aprender a absorver coisas que ela pudesse aproveitar para vida dela né então o primeiro espetáculo que a gente conseguiu com ele sente foi bem o fim da picada onde tem três mesquitas né que uma é vegetariana e que a gente dias irmã de ficar porque descobriu que faz mal então a gente vai ser essa brincadeirinha é cômica mas a gente traz as crianças o focus que caixa casa caixa da água o passinho do totó então a gente faz essa coisa lúdica né e depois deixa mensagem aqui mosquitinho não tem nenhum bonzinho né que se tiver algum tem que chamar umas aqui na saúde bom a gente vai falar também sobre várias peças inclusive essa você vai dar detalhes e tudo mais tem uma que eu sei que o carro-chefe da casa da lu marca sua favorita e tudo mais bom mas pelo que eu percebi até pelo que você falou assim de cara é que a arte sempre fez parte assim da sua vida é algo que que mexe muito por você né mesmo porque na minha família eu venho de uma família de músicos né a minha mãe era violinista e também por causa abandonei ficou 35 anos não é festa da igreja dela né só que eu não consigo mais tocar nada né nunca foi o meu forte instrumento né canta canta um pouco mais o meu é mesmo né então isso é uma área assim que eu me sinto confortável bom quanto os espetáculos você tem mais ou menos em mente quando espetáculos que eu já fiz mais ou menos não exato também tem alguma coisa mais ou menos uns 15 espetáculos mais ou menos né é mas assim que eu já fiz eu fui uma vez eu fui dei uma loucura aí e eu fui trabalhar num circo em santa catarina eu fiquei dois meses lá lá eu fiz quase 40 espetáculos em dois meses mas era uma loucura a gente decorar o texto na madrugada dormir até meio-dia ensaiava até o horário e fazer cada dia era praticamente uma produção na cabeça porque nossa vezes a gente fica imaginando né bem meu pessoal vai em peça de teatro e tudo mais aí aqueles textos enormes velho assim assistir novela assistir filme a gente pensa puxa vida e como esse pessoal consegue decorar é assim é muita dificuldade e isso fazia com que eu me perdesse muito no texto aí eu tive um eu consegui criar uma técnica é legal os atores que contracenam comigo não gostam muito porque as pessoas falam que quando o contracenar comigo cada dia é um espetáculo porque eu não declaro texto eu nem pego o texto você vai no eu eu olho o terço e um tempo uma história e eu faço porque eu acho que para mim sai mais natural eles o próximo vídeo para ele é muito de de sua né e comigo não funciona porque mais sai bonitinho tem coisa que eu decoro claro você eu bato o olho eu tenho uma uma mulher querer que você usa você falar eu é o improviso é um improviso tanto que eu amo viola spolin que ela é a rainha do improviso né aqui é a técnica que eu uso é a dela inclusive vamos que dão um improviso impressionante rádio não é nossa muito a rádio então eu já fui entrevistada muito e sei que tem umas coisas muito bacanas ali né de improviso assim que tem que ir porque é horrível né a maioria dos programas eu eu vivo né do rádio pois é bom queria que você falasse um pouco mais sobre alumax então e exemplo de espetáculo a maioria não sei que é de graça né então ela é de graça entre aspas quando eu estou com o projeto incentivado pela lei de valeu falou aqui nessa situação essa situação daí eu pego esse espetáculo e a gente leva para o município que a empresa patrocinou e vai gratuito às vezes são 40 sessões depois de uma certa frequência assim é todo ano eu tenho um projeto incentivado né quando não a gente sempre faz um preço muito bacana de bilheteria que é para gente trazer as pessoas que não são somadas a participar e frequentar o teatro né bom são espetáculos e é para adulto tem espetáculos infantis sempre tacos empresariais também também é trabalho com todos os tipos de espetáculos eu tenho uma linha mais familiar eu não gosto muito do teatro sabe aquele escrachado onde tem muita coisa de palavrão nos dias eu não gosto eu gosto mais daquela história do humor inteligente né que como o chefe nosso que for o caso a gente estava na campanha de campinas com sete nosso ano passado né e é uma aquela comédia gostosa muito bem inteligente né sem precisar usar desses dessas coisas do filho né que uma legal para família você tava me contando que na maioria das vezes sempre interesse público artístico-cultural como é que é isso então eu trabalho o que nem a dengue né nem precisa falar que já é um tema de completo assim desinteresse público a gente foi o mestre fazer ela meninas muitas cidades de minas aqui na região a gente fez muita gente fez tanto pelo waney quantas pelo proac né e não é só assim a gente também trabalha que nem azul e linha douradinha que é o espetáculo que eu mais gosto né assim que é o do meu coração a gente trabalha todos os temas então a gente trabalha o lixo que tem a música do lixo né que estão na lista para jogar no lixo a gente fala sobre o bullying por quê porque muita criança sofrem bullying ou porque é por causa da cor ou por causa do peso então a gente tem o porquinho que ele a gente usa ele para fazer o bullying ea joaninha douradinha ensinar que não pode fazer o bule tem a música do bully que fica gravada na cabeça da pessoa né e também muito sobre o meio ambiente né a preservação do meio ambiente da água essas coisas todas mas a gente usa super magia para encantar as crianças para não ficar aquele tema bastante porque é coisa de dar fica às vezes fica massante né eu acho que para criança tem que ter todo uma estratégia ela tem que mexer principalmente nos dias de hoje não é meio porque hoje com a criançada já desde pequenininha tem muito acesso já redes sociais né então você precisa ter uma estratégia interessante para de repente fazer com que a criança assimila aquilo que você quer passar né inclusive na salinha douradinha tem um momento que ela fala para o pessoal pessoal estamos com a gabriela aqui porque tem uma história toda a música que aquela joaninha andradinha é um raio de sol mágico é pegou não zinho dela quando ela tava nascendo nos com mágica então ela diminui a gabriela e faz amizade com a gabriela que é uma menina humana ela é um ano e vem no pomar da janinha né então ela ela fala assim gente vamos brincar vamos brincar cada um pega o seu celular e vai brincar aí ela fala não e não é brincadeira eu vou ensinar para vocês o que é brincar então na música lá em cima o que quer brincar porque a gente quer resgatar as brincadeiras né de antigamente que está perdida por causa da informática para o celular por causa do joguinho redes sociais né e se perdeu muito bom rapidinho porque já já a gente vai é para o intervalo lembrando que no último bloco eu vou voltar com a meire para gente falar a respeito de várias peças em te encontrar os detalhes vai ser muito bacana mesmo agora vocês receberão já diversos prêmios né moções de aplausos e aí mostra a gente recebeu moção de aplauso com joaninha andradinha é pelo fato de falar do do meio ambiente e com a dengue também uma moção aqui de valinhos e uma de vinhedo super bacana da dengue e com relação a isso calor escola pública vocês visitam bastante a gente só faz espetáculos com a trazendo a escola pública do re todos quando a gente está com a lei de intensivo a gente que a cidade que foi contemplada a gente faz a sessões lá para eles é escolhe né às vezes nem todas as crianças conseguem assistir porque é limitado o número de apresentações que tem neto pela pela com a verba né mas a gente consegue aqui em valinhos mesmo a gente conseguiu fazer com labirinto de heróis eu acho que foram acho que umas sete ou oito escolas né com 400 500 a lua 500 alunos por apresentação legal então vamos cansar um pouquinho porque eu fui conhecer uma exposição de foto olha bem bacana muito legal que vocês vão ver aqui no conexão cultural mas eu prometo voltar com a meire no o último bloco daqui a pouquinho segura aí porque a gente vai falar bastante a respeito das peças teatrais é já conexão cultural de volta aqui do museu da imagem e do som de campinas para bater um papo olha só com a márcia nora é fotógrafa e tem muita história muito bacana para contar para gente tudo bem márcia prazer em pela com a gente aqui no conexão cultural fazer muito obrigada pela oportunidade de participar aqui dessa entrevista vamos lá bom então o seu presente por favor para os telespectadores quem é você é de onde você é mas a fotógrafa márcia nora como ele falou eu fotografo desde 2012 né comecei fotografando a redes sociais casamentos 15 anos e mais o meu foco mesmo sempre foi o meio ambiente né sempre tive esse olhar para o meio ambiente e assim é o meu a minha paixão mesmo é a fotografia eu tento levar para o público o que eu gosto como eu enxergo a natureza né mais ou menos isso e como começou a sua paixão pela fotografia em si não propriamente pela pela fotografia que você faz hoje mas pela fotografia em sei como que começou essa sua paixão conta pra gente é coisa de família né sempre meus pais fotografavam as viagens que a gente fazia então eu sempre via ela um monte de rolo né de foto eu sou da época do volume e aí eu sempre tomava o gosto porque eu gostava me dava câmera e aí começou aí olha que interessante o revelava muitas fotos sem vela até hoje acabei tomando gosto foi mais ou menos simples assim bom e hoje a gente percebe que o seu foco esse é o mundo animal mundo vegetal como surgiu esse interesse então eu sempre gostei na verdade é como te falei eu comecei fotografando a fotografia social casamento só que eu nunca deixei de lado do meio ambiente né então assim como eu viajo muito sempre viajei muito eu sempre parava fotografar alguma coisa eu tanto que eu gosto muito da fotografia macro por exemplo que é somos pequenos objetos pequenos animais então se de tanto que eu gosto eu fui aprofundando na verdade foi passando o tempo eu fui fazendo cursos aprofundando para ficar cada vez melhor e você fotografar eventos sociais também né sim casamentos 15 anos ensaios femininos comecei aí ó bom e o que mais me chamava atenção quando você fazer esse tipo de trabalho então a emoção na verdade que somente casamento né no caso é a emoção da cerimônia eu gostava muito e outra coisa paciência né o fotógrafo que que lida com o público ou então querida com os animais por exemplo tem que ter muita paciência isso é uma coisa que eu sempre tive bom como era o seu olhar quando você começou a se interessar por fotografia sobre a fauna ea flora eu observava muito os movimentos as cores assim eu testava em enquadramentos né e como eu falei a macro fotografia também me chamava muito atenção até hoje eu adoro fazer esse tipo de fotografia é muito bem a sua primeira exposição foi em 2018 conta para gente como foi isso a pena exposição essa é a deus espera ela foi inaugurada na na câmera então bora bora doença isso na câmara de santa bárbara e foi muito bom essa primeira experiência né que o meu assessor lhe possibilitou fui muito bem recebida e teve uma audiência bem grande na região depois a gente foi para lá com o silêncio das rochas também que é outra exposição foi ótimo amor qual o seu objetivo o márcia conta pra gente como fotógrafa ambiental com a mensagem que você quer passar é o meu intuito do meu trabalho levar a educação com relação ao meio ambiente né sempre destacar a importância da preservação da fauna e flora né a gente vê aí tanto a destruição tanta tanta problemática a respeito né e e é uma pelo que eu faço através das imagens né principalmente para o público pequenininho as crianças a gente tem o trabalho de palestra de conversa com as crianças são sempre interessadas mas também o público adolescente e adulto né é um assunto que todos se interessam né vou você fotografou a ilha queimada grande o que tem por lá é isso tem muita cobra é isso daí isso aí não tem como negar e foi uma experiência sensacional assim em breve vai estar aí para vocês conferirem e foi um trabalho fenomenal a ilha é maravilhosa e nunca mais vou esquecer dá um trabalho para chegar lá mas compensa tudo vamos dar uma volta então conhecer um pouco trabalho o seu trabalho os quadros que você tá mostrando pra gente aqui na exposição vamos lá e olá pessoal como andré disse agora eu vou mostrar algumas placas da minha disposição por exemplo suas araras lindas aqui estas araras azuis não é e quando eu saio assim para fotografar tem algumas algumas ideias em mente né então eu faço sempre um um apanhado do que eu vou fotografar tão que as araras assim aí tem esse belo elefante aqui que eu consegui fazer com a sombra a água aqui que tem algumas outras imagens bem legais para você ver é bom aqui a gente tem esse lagarto lindo por exemplo um jeito que eu fotográfico consigo pegar a imagem eu fico pacientemente olhando para o bicho esperando o momento certo ele olhou para mim eu fiz a foto né aqui nós temos esse percevejos assim certo lindo que é macro fotografia adoro fazer é aquele tava no uma rosa na roseira eu consegui fazer essa foto tem outra também de marca fotografia essa foto aqui de um bando de anos brancos né é uma espécie que faz bastante barulho ea história deles é bem interessante eu tava viajando na estrada e eu vi esses bichos amontoados numa árvore e parei para fotografar e isso é uma coisa que eu faço constantemente quando eu tô viajando eu fico de olho com a câmera no banco e quando eu vejo algum um eu sei que eu paro e muitas vezes eu consigo captar a imagem às vezes eles fogem essa foto eu gosto muito também porque é difícil pegar inseto voando né geralmente eles vão muito rápido e eu fiquei de olho para de esperando o melhor momento para pegar o visor pertinho da do ipê é então tipo de foto que eu adoro mesmo ficar esperando o melhor momento dos animais isso requer muita paciência conexão cultural a gente conheceu vinte e cinco obras da márcia trabalho o super legal desta fotógrafa hiper competente esse aqui é o seu predileto porque esse rinoceronte né rinoceronte branco porque ele remete força né e eu acredito que é uma uma mensagem assim que eu consegui captar eu gosto demais dessa dessa foto aqui muito legal o bacana show de bola valeu obrigado e até a próxima muito obrigada a você pela oportunidade e até a próxima valeu a gente volta já é a conexão cultural de volta aqui na tela da tv câmara campinas estou aqui com a meire a gente vai bater um papo bem legal né meire a respeito das peças bom é você já falou um pouquinho sobre a joaninha douradinha já dei algumas pinceladinha e tal mas agora eu queria que você desse um pouco mais de detalhes a respeito porque é esse na verdade o carro-chefe de vocês sim as daninhas olhadinha pelo fato dela trabalhar com muitos temas né e ela os personagens são muito mágicos né nós também uma borboleta que chama borella que é coisa mais linda tem uns pony talho que a gente chama ele diz espantado porque ele é medroso ele tem medo de tudo então assim a joaninha é como se fosse um grilo falante do pinóquio que ela ela vai conduzindo todas as histórias levando sempre o bem sem e a organizadora é vizinha por incrível que pareça um dos espetáculos que não tem vilão sempre um espetáculo tem uma parte negativa alguma coisa assim né que combate o mal e não esse espetáculo ele ele é desenvolvido assim não tem vilão o vilão às vezes somos nós né que jogamos no lixo no chão que mexemos com amiguinho né que deixando eles triste que estragamos o meio ambiente então esse esse é o verdadeiro vilão da história né mas não tem nenhum personagem que venha a compose né para deixar esse lado obscuro do espetáculo sempre tem né sempre tem né o vilão né isso aqui no estado de são paulo já foram aproximadamente 150 vezes a foi foi a gente chegou fazer até em parar no belém do pará seu convidado a gente vira uma matéria que saiu na veja e convidaram a gente a gente foi que mora alegria lá e foi tem músicas né nessa 11 né são todas compostas né o meu irmão é morais que criou as músicas né eu queria o texto e nós criamos os personagens né porque na época eu fazia o show da galinha pintadinha eu era a galinha do show e o meu irmão falava assim nossa amiga mas você trabalha tanto tempo contrato ele você não produz uma coisa sua né eu já tinha alumax que eu trabalhava mais com sipat com coisas assim né e dessa ideia do meu irmão que ele é compositor e ele tinha feito umas músicas para os filhos dele a gente pegou essas músicas e transformou de uma pincelada porque ele ela era mais de ninar né e para um espetáculo tem que ser mais ritmada se não realmente às crianças dormem né então a gente deu uma pincelada nas músicas e a gente não vai criar uma das letras a maioria o meu irmão que fez né algumas ideias que eu dava por causa que tinha 15 e intercala as músicas com o texto né mas ficou assim muito bonita não tiver três estrelas na veja pela vez a crítica da veja que foi assistir o espetáculo em são paulo né gente quem quer que faz muito tempo em são paulo também e a gente tem assim muitos fãs que estão seguindo lá muitas crianças já fizeram aniversário com o tema da joaninha douradinha vai no show vestida de joaninha douradinha muito bacana muito gostoso é o carro-chefe carros que você fica toda curiosa personagem mágico e atriz que interpreta as meninas douradinha que acalma a pele é uma crise assim fantástica ela conseguiu colocar é tudo que eu pensava de dar da joaninha desse personagem mim nesse toda toda assim ela sem entender tem outras o linha aqui tá fazendo também que quer a beatrice zaros o que acaba não pode fazer essa segunda você tá com o nosso a gente tem dois né mas onde a gabriela vai para cidade aprender os perigos ou melhor se livrar dos perigos que tem uma cidade né bom tem outra peça muito bacana também a branca de neve encantamento das águas estênceis essa história que eu fiz do que uma brincadeira dos contos de fadas é é assim a verdadeira história na nossa no nosso conto a madrasta manda matar a branca de neve só que ela só descobre que a branca de neve não está morta porque ela quer beber água e a água acabou a água acabou do poço o rio que tenta poluído tão e ela pergunta para o espelho quem tem água aí ela descobre que é a mulher mais bonita que é a branca de neve que tem a água né então ela vai atrás da branca de neve para roubar água da branca de neve então só que daí tem uma mistureba né tem a chapéu o lobo tem o porquinho é muito engraçado e estão bem didático né e é um jeito da gente também mostrar para criança como cuidar da nossa água senão a gente fica sem bom outra peça legal outra peça bacana também que o pessoal comenta bastante é uma aventura no rio negro né sim essa também a gente foi para o pará com ela para poder dele do parané encontrar uma com ela também junto com as joaninhas e é muito legal também só que a história envolve é só são peixes né então uma pecinha para ela ela tem que descobrir como ser heroína e ela vai percorreu os rios eu uso ela descobre poluição gente que quer roubar água pura e deixar o a poluída então é muito engraçadinho musical cobrindo lá do mal do negócio exatamente né o tem que se livrar também dos perigos de rede decisões é muito bacana é uma aventura uma aventura no rio negro é basicamente no ar e os heróis do labirinto labirinto a gente trabalha com o bullying também na escola diretamente mesmo que é a sala de aula e lá a gente trabalha com inversão de valores tem uma história que essa história foi inclusive o max fez junto comigo esse texto e é muito bacana porque a gente o professor não determinado momento pede para as crianças falarem um herói que elas gostariam né e cada cada personagem vai no seu é como fala do jeito que ela é que nem o tem um menino que ele é bonzinho e ele sofre bullying também e ele fala que quer ser o batman porque o básico que ele não tem poderes ele usa da inteligência para poder se livrar dos problemas que ele teve que é mais ou menos o que ele passa aí tem a menina vaidosa aqui pratica o bullying ela quer ser a mulher-maravilha porque ela é toda vaidosa entendeu aí tem outro menino que e o homem de ferro porque ele é rico porque tem tudo e a menina que também ela sofrem bullying ela fala que quer ser a mulher invisível então é muito bacana cada personagem já tá mente cada pessoa acaba se inspirando no um determinado personagem se espelhando e falou essa menina do bullying né quem ela quer ser ela ela quer dizer que ela não quer aparecer de tanto que ela sofre bullying ela acaba ficando um tanto quanto traumatizada a ponto de querer ser um super-herói visível é exatamente e e depois tem um é uma vez de humor também não tem tem tudo eu sempre mexo com o drama que as crianças sódio tem fotos nossa aqui que o fotógrafo sebo crianças chorando porque num determinado momento o professor dá um trabalho onde cada um vai falar o que passa só que na hora ele inverte e os alunos não e para do outro e a gente não sabia entre aspas que ia ser falado isso né aí aonde é um consegue entender a dor do outro e acabam ficando amigos não é por causa disso então é muito bacana inversão de valores mesmo e essa peça já alcançou mais de sete mil pessoas sim sim sim foi eu acho que tá um pouco inclusive no site a gente precisa dar uma atualizada que a gente colocou ser mais né tem muito mais porque a gente nossa gente fez muito ela são paulo a gente fez muito dados aqui o nas minhas anotações através do site você falou qual que é o site é www max produz produções ponto com.br pedreira limeira valinhos que é um dia nossa equipe está hoje paulínia então talvez tenha passado mesmo esse número tem 105 em são paulo a gente fez de dentro da grande são paulo santo andré são bernardo muito muito lugares lá então e assim muita quantidade porque a gente que legal né a gente vai custar muito grande então a mais poderosa gratificante para o ator para o diretor produtor de teatro quando você chega e vê que tá bombando né é verdade é verdade agora a gente tá com a segunda vaninha douradinha né que eu falei para você que é a menina vai para cidade ea direção é da carla fioroni o que é uma atriz fantástica né que fez na ernestina chiquititas e e assim a dela teve uma alma muito generosa para ela conseguiu colocar uma dela nesse espetáculos com maravilhoso o banco tá tão bom tá saindo tão lindo olha aqui a gente diz até dar uma acelerada aqui que o tempo tá acabando por incrível que pareça nem que ele tava conversando sobre o tempo um bom fim da picada o fim da picada é a gente realmente quer que tenha o fim da picada gente a gente precisa combater a dengue aí né e nada mais do que espetáculo lúdico para levar porque sei o que que a gente acredita no projeto que a criança ela é repetidora então quando ela aprende ela vai querer ensinar e e a gente teve muitos muitos fatos das escolas mandando os pais falando que aqui ó tá vendo esse lixo aberta que não pode tá vendo isso daqui olha se tiver fechadinho com a tampa aí ficar lá fora tudo bem mas se tiver aberto não vai dar o foco então eles aprendem e que tem ensinar então isso para gente é bacana porque a gente tá levando um produto que tá levando o riso delas mas também a consciência entendeu então isso para gente é muito legal o coelhinho pascoal não foi nenhum a gente a gente leva mais na época de páscoa mesmo esse é um espetáculo onde a gente com o coelhinho ele fica muito triste porque ele percebe que o sentido da páscoa tá se perdendo pelo menos fique sempre é né que é as pessoas estão mais ligadas no celular nos joguinhos nas redes sociais e perdeu os sentidos e o que ele fala não vou entregar mais ovo de páscoa ele faz uma greve aí a coelhinha faz com que as crianças entre na brincadeira venha brincar com a gente tudo para o pascoal fica feliz e entregar o sozinhos vou espetáculo adulto a gente chegou inclusive a falar um pouco a respeito o chefe nosso de cada dia sim é um espetáculo sem do claudinei é o caos silva que também trabalhar com teatro com circo trabalhou muito com o frota no circo do frota né e ícone tarde porque a história é uma comédia assim deliciosa para família né onde é um chefe ele é totalmente grosseiro com as funcionárias ea funcionar a calma com ele uma porque ele paqueram a secretária secretária não quer saber a gerente recebe uma pessoa nova que ela vai ter que te ajudar então é elas acabam ficando uma contra a outra só que depois ela ficar vão se unindo e sem querer ele toma ela ele fala assim é que eu tô atropelando para falar né mas eles falam assim é tem que você faria para acabar com seu chefe elas bêbadas num bar né e cada uma fala uma coisa e uma dela que a gerente que era para estar no lugar do chefe inclusive e ele passou a perna nela a vazar eu daria veneno no café dele e fecha a cena né no outro dia que tá todo mundo lá ela vai certa vai fazer o café para o chefe e se engana e coloca realmente veneno no lugar do açúcar a e isso só que ele o tempo todo tem um motoboy que ele vai tirando os parafusos da cadeira dele dia a dia então toda vez ele senta ele faz assim né ele fica indo nesse dia na hora que ele vai colocar o café na boca a cadeira cai então ele não toma o café só que ele bate a cabeça e desmaia e elas acham que mataram os certo então essa é muito engraçado vale super a pena a gente tem que voltar com ela inclusive que bacana bom passou rápido não sou né o rappi drogaria para ficar conversando mas um tempão aqui com a meire porque o papo realmente é muito bacana a meire morais que é atriz e a produtora também da lomax produções aqui onde a gente tá só para o pessoal de casa ter uma noção é na câmara municipal de valinhos e são tem que esse é o auditório o plenário que na verdade hoje eu aqui aqui tem dois plenárias em são os vereadores um do outro e aqui ficou emprestado para cultura né e queria também agradecer o alex que cedeu o espaço para a gente estar gravando aqui né que tem sempre que fazer uma comunicação com eles e eles liberaram tudo bonitinho né e aqui onde a gente sempre aqui foi onde os três vários espetáculos inclusive né dele e uns dois três anos para cá aqui é o palco que a gente consegue trazer alegria para o público de valinhos então tá bom obrigado pela participação viu eu que agradeço é isso aí conversamos com a meire morais olha que programa bacana o conexão cultural aqui na tela da tv câmara campinas então esse pessoal até a próxima oportunidade valeu tchau tchau tchau tchau e não é