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CONEXÃO CULTURAL - MARTINA MARANA
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CONEXÃO CULTURAL - MARTINA MARANA

90 views Publicado 03/02/2020 HD · 43:47

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[Música] fala moçada conexão cultural está começando aqui na sua tv câmara campinas muito bom ter você aqui conosco mais uma vez e hoje nós vamos entrevistar a martina maturana que está aqui ao meu lado ela que é cantora compositora ela nasceu em são paulo mas mora em valinhos está sempre aqui na nossa região para divulgar esse seu álbum eu toco mal é isso mesmo você não toca mais ataca muito bem muito obrigado por ter vindo obrigado obrigado pela oportunidade é sempre bom tem um momento assim pra divulgar mais autoral é e se você não conhece a máquina mariana vai conhecer agora nesse bt eu preparei especialmente para você ironizando os julgamentos atribuídos às mulheres no meio musical que a cantora e compositora mart'nália marana pede passagem ela acaba de lançar o álbum eu toco mal no qual põe à prova toda sua experiência de existe cá e improvisação nal na sua música com vasta experiência como intérprete hoje a martina marana exibir todo o seu talento aqui no conexão cultural [Música] o papo ai ai papar à la paz eu topo mal eu cozinho mal mas viajei sozinha para o litoral em carnaval e ele não me quer não dança com ninguém quem fosse o a mulher eu toco mal eu dirijo mal sopa nia indispensável do hospital não dá moral pra minha opinião crítica as botas da minha equipe visa ação não tenho nem quero fazer vindo eu cumpri o que foi dentro de criança sã só me arrependo de ter feito tanta brin é que a sua insegura estava exposta na bahia eu sei que eu topo eu me importo mal mas se você sempre pode ter é natural meu plano astral diz que tá lá em seu machismo sobrecarregou seu filho o tempo passa eo que fica a experiência de tv e com tamanha prepotência eu me orgulho de ter sido competente quando a sua ignorância quis puxar o meu tapete a sei que eu toco mal que eu dirijo mal mas viajo sozinha para o litoral nunca ele não me quer não dança com ninguém quem fosse o a mulher critica as notas da minha entronização mas seu machismo sobrecarregou sobrecarregou o seu e papai arapapá ai ai dá para pagar essa é a música que dá nome ao álbum é eu toco mal mas na verdade é uma crítica só pode ser uma ironia isso aí você toca muito bem a música você canta muito bem é esse meu diz que ele foi concebido a partir de experiências é que eu tive nem como musicista no meio musical que é ainda um meio muito machista né então eu acabo ironizando um pouquinho desses desses acontecimentos e e não só questões da música nem acaba acaba trazendo coisas com as quais as mulheres se identificam muito por exemplo falou dirijo mal né todo mundo faz uma piadinha de mulher dirigindo mulher no volante perigo constante é uma série de coisas que aí eu acabo juntando e fazendo essa essa crítica e aí eu toco mal fica e depende de quem de quem está escutando do julgamento de quem está disputando e esse aqui é o álbum é o eu toco mal da martina maturana que são 10 faixas todas autorais você faz você fez as composições de todas as minhas sim em todo o repertório tem também essa essa ironia fina tentem um pouco mas não só né também porque não dá pra gente falar o tempo todo diz que a coisa fica maçante e ele é meio assim aí falando das coisas que eu tenho ouvido sobre ele que ele é meio auto biográfico então é tem por exemplo tem a uma música e ff long neck é uma homenagem ao fla machado tem uma aí que a homenagem também o djavan então tem outros assuntos também não só esse mas o tema tá lá não tem como eu sou mulher - acabo levando um pouquinho dessa experiência você falou do filó machado que é um músico músico de ribeirão preto né isso ele faz muito a parte do scat singing e se é aquela técnica vocal que ele acaba se transformando em uma banda de um homem só é isso né é o filó ele foi o tema o meu tema de mestrado nem fiz mestrado na unicamp e eu sempre fui muito envolvida com essa coisa da improvisação vocal do que vem do jazz na parte também da minha experiência como cantora de jazz e então é aconteceu que quando estava no conservatório de tatuí eu entrei em contato com isso porque isso já é a improvisação já é uma linguagem dos músicos dos instrumentistas faz parte do estudo deles né e no caso vocal né da voz ainda uma coisa que está ainda meio nebulosa não existe um estudo mas ao mesmo tempo é muito curiosa também queria fazer isso tem muitos cantores que fazem mesmo de maneira mais intuitiva né e mas eu aprendi mesmo lá com ela ficar e road né as cantoras de de jazz norte americanas mas a gente depois eu fui pesquisar que a gente tem também o scat singing brasileiro e aí o filó machado é assim um grande exemplo porque ele faz mesmo imitações de de instrumentos musicais e faz várias é estrito lisa cinco roças e você chegou a cantar com ele também essa música com isso ele fez uma participação na gravação do meu disco cantando essa música foi bem legal arranjo do felipe silveira que combata sambão também uma coisa bem bem brasileira e foi uma honra não é porque o cara é um baita músico nem foi muito bom foi uma experiência muito boa a vamos ouvir um trecho dessa música pode ser sim claro vamos lá ouvir a homenagem ao filósofo achado na voz de martina maturana escutando o que quer do gueto acho que tá aí que conquistar que deus que tem com o capital de caquetá quem tem culpa nenhuma troca por trazer de volta a washington sem ajuda de ninguém mais incerta morenas a rede de fibra em sinal digital também ou se corre pra diller coloquem esse teor fique quebra perto o som de voz você não possui um corpo inteiro é uma banda de um homem só a quem será [Música] só pode ser filó liga df quem ditará quem tem idéia de quem entende de futebol quem quiser quem só tem que passar sem tomar uma etapa em ottawa a frase solta a voz em santa rita a junho 21 certo a morena saiu vivo brilha em sua mãe e se não nunca faltar o sintoma brasileiro tem com o kers em primeiro e de quebra percussão de voz parceiro leva o som no corpo inteiro é uma banda de um homem só quem será o vilão só pode dizer fillon 15 só pode quem será o vila só pode ser filó é muito legal essa possibilidade que é o músico tem de fazer com essa com a voz né e você disse que fez o mestrado na unicamp você também tem uma formação de canto popular no conservatório de tatuí que acho que é uma das ondas instituições mais importantes da música de informação mesmo né é brasil e só que a música entrou na sua vida é eu tenho uma a família da minha mãe é uma família muito musical e o meu avô ele era chorão ele tocava violão de sete cordas e eu tinha um tio também que também era músico tocava violoncelo a casa da minha avó cheia de instrumento mas eu não os conhece é só que essa aula musical ficou na então a gente é une muito na casa da minha avó e as festas têm sempre muita música todo mundo toca pega um prato um pandeiro alguma coisa o canto e dança né e logo aos 7 anos minha mãe me pois o preço da música comecei fazendo um teclado e depois quando eu vim pra valinhos eu comecei a estudar aprender violão com aquelas revistinhas não é que a gente tinha em casa hoje em dia é peça de museu nessas revistinhas mas comecei tocando bitos o que tinha nem o que tinha nas revistinhas eu tocava e uma vez eu fui assistir uma peça de violão clássico minha mãe me levou e eu fiquei maravilhado comecei a estudar violão clássico em valinhos no que é hoje o centro cultural e então eu comecei aí que eu comecei a me apresentar como violonista é fazendo apresentações de violão clássico tinha lá uns 15 anos e fazer apresentações nas escolas e e tudo depois é eu tive um grupo vocal entrei para o grupo vocal e depois desse grupo calculando é também coral e aí quando eu entrei na faculdade que curiosamente não prestei música aí depois que terminei a faculdade me formei em linguística aí um amigo meu me ligou e falou martin está tendo a prova para o conservatório tal nem tive tempo de me preparar fui corrente tinha que gravar um duas três músicas acho que fui correndo num estúdio de um amigo gravei três músicas com o pianista mandei tal e e aí fui selecionada fiz a prova e passei foram cinco anos do conservatório e foi aí no conservatório que eu comecei a ver a música como profissão não é porque até então eu não tinha essa noção nem aí entrando no conservatório e tendo contato com músicos profissionais mesmo aí eu comecei a perceber falei nossa isso pode ser uma profissão né e aos poucos foi migrando e hoje você encanta a todos os públicos está fazendo apresentações no estado inteiro no brasil acho que você fez no uruguai também não fiz fiz com o meu primeiro disco la em 2015 que foi o festival jazz ela caia que é um festival bem grande é 10 de são dez dias de de música o festival que numa cidade super pequena e vem gente de do mundo inteiro né e eu tive a satisfação de ser selecionada para encerrar o festival e não dois shows por dia fiz eu ea banda mantiqueira é bem legal muito bom pra gente falar desse álbum você teve a participação de vários músicos inclusive do quarteto é o quarteto br é esse quarteto brs é que foi essa experiência e outros músicos também participaram você já tinha falado temporárias convidados e convidadas é o felipe silveira campista daqui de de campinas foi quem me fez essa ponte é uma vez eu fui apresentar a apresentar as músicas pra ele e e ele sugeriu da gente gravar e eu escrevi um projeto popular pró que também dei a sorte de ser reprovado e ele falou olha estou tocando com esses caras e e tudo e são músicos de alto gabarito da música brasileira não é tanto é que é esse disco deles eles receberam uma nomeação para ser indicados ao grammy de melhor álbum the latin jazz né o o tema e então que o paulo paulelli baixista também premiado com um grammy contra o concorrente do felipe silveira 1 celso de almeida que acompanha rosa passos eo marcos teixeira que foi por muito tempo que está a estudar gal costa então assim dentre outras muitas outras coisas que fizeram muita qualidade projeto também é e aí eu tive as convidadas maravilhosas que foram à silvana e sivuca que é atualmente a baterista do emicida ela fez percussão em uma faixa teve ana rodrigues que é sanfoneiro e cronista ana karina sebastião que é baixista está num programa do be ao toca em tudo quanto é lugar também ea ea gabi machado que é uma colega também de mestrado que está também fazendo shows com a gente é um um álbum feio feito cheio de carinho de amor que ficou muito gostoso de ouvir vale como trilha sonora da vida é isso muito bem nós vamos fazer um pequeno intervalo mas daqui a pouco a gente volta a gente vai sair ao som da martina marana eu conexão tem outras atrações também daqui a pouco a gente volta com esse bate papo aqui também ela não é christian achá-la de som ela é teimosa e vai fazer o que quiser ela não resistiu o chá la a quem disse ela é teimosa vai pode e vai ser é do jeito dela a idéia de donzela eu não se mete a colher o caminho foi aberto justine certo é a e vai me perco vai quem faz que é branca é quem cai porque seu santo não trai deixa a brilhar a cheia de encantos e fai risco o branco de paz quem carrega seu pai é seu orixá e vai ter canto vai quem faz quebranto é quem cai porque seu santo não traga este a a brilhar a cheia de encantos e pa estudo branco de paz vem carrega seu pai seu orixá [Música] o conexão cultural está de volta que bom ter você aqui conosco e agora nós vamos falar a respeito de fotografia e uma exposição bem interessante que tem a fotografia como tema a exposição quando não vejo mais da artista helena hoje essas ela que gosta bem de mexer com a fotografia do cotidiano e dá um olhar mais artístico para essas cenas como por exemplo a gente vê aqui ó esse rolo com as fotografias impressas e ela faz de um jeito em que há fotos alta a cena principal salta aos olhos nesse quadro tridimensional é bem bacana de conhecer e tem muita coisa que a gente quer transformar essas cenas em obra de arte olha só o senhor carregando compras aí viram um quadro na parede é muito legal essa exposição em você é o meu convidado para conhecer um pouco mais agora nem comigo para falar um pouco mais a respeito dessa exposição está aqui ao meu lado a própria artista helena que teve essa idéia surgiu essa exposição quando não vejo mais ele é então é eu tiro foto nas estradas nas beiras de estradas em movimento há muitos anos e aí eu comecei a interferir nas fotos de pessoas que passavam pelo meu caminho e eu pelo delas cruzavam caminhos que é uma cena muito comum em estradas brasileiras em vários estados e eu comecei a recortar quando voltava pra ter e revelava foto e e reparando os detalhes de cada pessoa tomando meu tempo e não naquele movimento tão frenético e aí o quando não vejo mais é que quando a gente pára de correr e e não repararam que está no nosso entorno e olha pra dentro ou nos detalhes de um trabalho artístico nossos próprios pensamentos eu acho interessante porque essa é uma cena corriqueira nas pessoas andando por aí é uma cena corriqueira em qualquer lugar e você consegue valorizar este movimento dando um aspecto artístico mesmo para aquela cena me interessa o deslocamento aqui vocês vêem a foto saindo do plano do papel bidimensional porque eu recordo a mão e vira fotos recortes instalações ou a própria foto em si que volta para o quadro não é bidimensional e o fato de ser uma cena corriqueira não deixa de ser interessante e com pessoas então que estão à beira de estrada então a questão deslocamento social também que muitas vezes as pessoas incluindo médicos ainda no trabalho no supermercado e não tem nem ônibus pra cá se locomovendo né foi a sua a idéia pra transformar uma fotografia que é uma coisa estática uma coisa tridimensional para dar essa vida como é que surgiu desde a eu acho que é esse movimento de parar de de fotografar freneticamente já fotografava em câmeras digitais na época que eu comecei esse trabalho e e aí eu quis dar mais importância para o que estava me chamando atenção eu estou me queixando que eu fiquei fotografando na rua né então eu fui ver realmente cada personagem que estava me chamando atenção e aí a intervenção do recorte foram exercícios de arte que eu também fiz uma pós na unicamp que aí eles provocam a fazer intervenções nas imagens ea influindo assim não tem muito um dia específico quando começou vai vai surgindo a criatividade é um processo que se você permite vai sempre um seguido do outro né legal muito bacana e tem muitas opções de a gente aproveitar mesmo então vou querer dar mais uma voltinha e me leva para conhecer quem sabe ver alguns outros aspectos aqui da sua exposição com certeza vamos lá e você é nosso convidado interessante esta visita que é aqui na casa de eva ea proprietária desse espaço cultural aqui na cidade universitária é evangélica e vai contar um pouco a respeito da casa né que tá sempre recebendo as posições tudo que está envolvido com cultura vem pra cá também né isso é minha gente fala que é aqui é um espaço de criação e aprendizagem é então tem vários cursos neto em curso de fotografia tem ateliê de cerâmica aulas de yoga é e infinito movimento consciente que é uma consciência corporal é e quem tem vários tipos de atividades algumas experiências imersivas também que quando a gente passa um fim de semana inteiro estudando alguma coisa produzindo imagens né então assim a criação e aprendizagem e é isso engloba também o espaço expositivo né porque a gente entende eu entendo muita que esse espaço expositivo como um lugar de aprendizagem também né da arte né e do viver em comunidade é como a gente viu aqui com esta obra dá com essa exposição da helena e aí a gente tem aqui também o clube de colecionadores na casa de eva que a idéia é estimular o coleccionismo e para as pessoas comuns é dar visibilidade a artistas que vivem e trabalham em campinas nem e ao mesmo tempo que uma pessoa adquire uma obra de arte aqui do clube de colecionadores ela contribui também para a manutenção dessa agenda de exposições né que muitas vezes tem exposições que eu vou buscar no rio de janeiro em são paulo já tem gente querendo expor aqui de minas de do rio grande do sul de porto alegre de belém nem tão assim tudo isso envolve um custo ea casa não têm patrocínio então ela é viabilizada com essas contribuições de pessoas físicas mesmo né e com os cursos que acontecem aqui também como que as pessoas fazem para vir até aqui tem que agendar um horário amy fala também no endereço já pra convidar todo mundo pra ver conhecer aqui legal é aqui há a exposição fica aberta quinta e sexta das duas às seis da tarde mas se você não poder vir nesse horário é pode tenho você pode entrar no site da casa de eva que é www.casasbahia.com.br mandar um e-mail e agendar uma visita em outro horário que a gente fica aqui para receber o item outros eventos também né ao longo da semana e do mês que nesses momentos a gente também abre a exposição em horários diferentes desde a programação está sempre no site a programação está sempre no site e nas redes sociais no facebook instagram é o endereço da casa de eva todo mundo saber a casa de eva fica na rua desembargador então de moraes 58 8 na cidade universitária em barão geraldo campo é muito legal então está todo mundo convidado para poder conhecer aqui a casa de eva enquanto isso nós vamos dar mais uma voltinha pela exposição para a gente conhecer mais detalhes a respeito desse trabalho aqui nesse ponto a gente chegou no local bem interessante da exposição que mostra bem o seu trabalho tenha foto original que você expôs ali no quadro e depois você trabalhou com ela é mais ou menos assim mesmo que vai o seu trabalho ela é aqui eu assumo todo o processo mesmo do meu trabalho criativo que aqui é como é originalmente na rua como eu fotografo e aí quando eu faço a intervenção ela vira uma foto recorte que aqui eu chamo até de matriz também para os outros suporte então por exemplo é essa mulher do coco que eu tirei uma beira de estrada tac é uma foto com o tamanho de praxe um papel bem comum e aí eu recortei a mão e virou um foto recorde e isso eu posso levar para os outros suportes que estão aqui têm toda a criatividade que você pode usar com a foto mesmo só o papel em branco no plástico tudo que a gente estava vendo aqui né aí vai para o conceito de quando não vejo mais de estrapolando essa idéia praticamente existência registro de não sei mas só real ea imaginação mesmo muito legal o que você espera para o futuro no seu trabalho você pensa em outras formas de arte também vai continuar seguindo fotografando pessoal que essa expectativa olha o meu trabalho artístico e eles inicia sempre com fotografia mas tem como vocês viram um recorte desenhos sombra abstrato eu fui muito também pra rasgos e não se letras recortadas com perfeição instalações me interessam muito e eu dou aula também é uma coisa que vai se abrindo e dependendo dos convites a exposição vai andando que as pessoas que vão vendo é muito interessante também todo mundo vai ter sua interpretação arte no fim das contas é uma tem possibilidades infinitas mas com certeza legal muito obrigado por essa visita belém e parabéns pelo seu trabalho brigada brigada você é legal essa a helena conexão vai fazer uma pequena pausa mas daqui a pouco a gente volta com muito mais da arte da cultura de campinas vive conosco [Música] [Música] é muito bom ter você aqui conosco no conexão cultural nós estamos de volta de volta aqui a escola de música corpos que gentilmente cedeu esse espaço pra gente conversar com martina maturana que está aqui ao meu lado ela é cantora e compositora a gente já encontrou com ela no primeiro bloco do nosso programa e você tem essa veja a versão voltada pro mpb mas também tem uma pegada de jazz no seu som e isso dá uma sonoridade é bem diferente na nova música popular brasileira você se inspira quais são suas inspirações é eu eu comecei a ficar como é conhecido aqui em campinas como cantora de s então as pessoas até outro dia fiz um trabalho porque já eu canto eu não gosto dessa coisa do rótulo a essa cantora de jazz a cantora de samba eu canto as músicas que eu gosto de fazer mas acabou a gosto de fazer acho que música ela tem que ser tem um propósito neto tem que colocar o pé gerar uma reflexão no seu público alguma coisa de positivo e eu comecei então eu fiz por muitos anos um tributo a billie holiday que circulou por campinas região cheguei até para fora do estado pra fez alguns shows em minas gerais e tenho também essa influência gosto o meu primeiro o meu primeiro disco por exemplo ele vem com influência de big bens que é um grupo bem grande que também uma sonoridade que eu adoro então acho que as referências não tem uma referência nem têm muitas referências têm essa referência da música americana da música brasileira que adoro do dos compositores joão bosco joyce milton chico o samba também clara nunes e joão nogueira gosto muito de tudo está também outras coisas - pessoas a ouvir muito então tem eu já fiz assim eu falo que já fiz é de clementina de jesus a ela fizer ou de já cantei já passei por todos esses estilos muito bem tem até uma música gravada nesse álbum que é o jazz está a estrela do jazz missões eu vou pedir pra você cantar essa canção pra gente com certeza [Música] me chamam de arrogante ea gente ignorante é muito interessante amy improvisação é mais que excitante um acorde dissonante eu sou dominante no dia sustentação artista embrionário em busca de salários ou nos recuperar eu toco até por um pão no meu imaginário eu sou um milionário um ícone lendário em constante ascensão o seu conhecimento musical não é páreo pro meu é tão banal a minha harmonia funcional só não se aplicando convivência social meu som adulterado um suingue liga ter se nado fiz tudo calculado há como eu sou capaz acórdão alterados holanda adoidado num pulso atrasado eu sou o astro do jazz na bandeira borba de ridder a button veio do mar no nordeste [Música] no seu repertório vocal não é notório como meu instrumental bom gosto eu acho fundamental por isso escutas abertura quarta o meu som adulterado swinga ter-se nado fiz tudo caco lata como eu sou capaz acordo alterado solando adoidado num pulso atrasado eu sou o astro do jazz essa música também tem um pouco do esquete que a gente falou lá no começo do programa e as notas bem fáceis pra você parece que a melodia chega envolve todo mundo que está no ambiente o público reage dessa maneira no seu show também aliás eu estava falando que você acha que vem passa então tá bom tão feliz que na verdade é é um processo é todo um processo de estudo assim algumas coisas bem fáceis mas o tem algumas coisas que já estão assimilados mas tem é um mundo infinito assim pra aprender né não é uma coisa assim tão simples mas cidade passando a impressão de que está no caminho certo é você pode aproveitar então eu vou perguntar pra você essa profissão de músico de tatu o dia estudando pra poder se apresentar no fim de semana não sei como é a rotina de shows exatamente você tem que estar lá sempre estudando e como é ser músico é ser música assim é é uma profissão como todas as outras e como cada profissão ela exige algumas coisas do seu profissional no caso da música a gente trabalha com um atividade então você precisa ser criativo no sentido de buscar novos trabalhos então não só canto eu também produzo eu também dou aula é dolo de várias coisas às vezes você é convidado para dar um workshop e vou falar sobre o que é você tem que planejar alguma coisa diferente pensar no público é com o qual você está trabalhando é e às vezes moldar mesmo as questões de shows porque show é atualmente não dá para viver só de shows que são só os cantores assim da mídia mesmo que vivem mesmo assim ainda por um curto tempo porque as músicas do mesmo aquelas em história fazem sucesso depois elas vão ninguém mais lembra né então é um trabalho né como todo outras vezes as pessoas olham pra mim lá é difícil ser artista no brasil é difícil é difícil mas acho que é mais difícil é público porque né hoje assim com um rádio tv tal quem quer a domingo à tarde tem nada pra fazer roupa vou levantar voo no teatro a gente perdeu um pouco dessa cultura então acho que faz parte também do nosso trabalho é buscar onde o que a gente se insere né por exemplo essa questão do teatro não é quem que têm o hábito de ir ao teatro parece que talvez não seja mais esse lugar é talvez não sei praça pública falar outro tipo de apresentação a gente tem que cavando é esses buracos nem achando-o os lugares onde a gente pode sim ser então ao mesmo tempo que é é difícil também é prazeroso porque eu lido com aquilo que que eu sei fazer que essa criativa que é criar coisas novas você acha que falta incentivo de alguma maneira para que as pessoas consumam a cultura olha num momento em que a gente está em um momento em que as lideranças políticas falam em contenção de palavras nem tão realmente é uma questão séria nem uma questão muito séria porque ao mesmo tempo que você tem por exemplo a internet é muito democrática hoje você escolhe o que você quer assistir é isso é muito bom né você não é é passivo tempo todo né ao que está passando eu tenho mas ao mesmo tempo como é que as pessoas vão escolher se elas não conhecem então precisa ter se é preciso ter espaço por exemplo como esse em que a gente apresente coisas novas e isso precisa circular precisa chegar até as pessoas né é a gente faz o trabalho mas a gente é pequeno neoci grandes produtores ou os grandes meios de comunicação é não tem visto isso como uma uma maneira rentável é porque o que move hoje o mundo é o dinheiro né ao mesmo tempo quando você vê por exemplo festivais esse próprio festival do uruguai onde eu fui é um festival que o movimento uma cidade inteira o movimento quer dizer só saber trabalhar é precisa acho que é boa vontade é vontade realmente de de proporcionar uma coisa diferente para o público né e eu acredito que a vontade e talento nós temos de sobra nossa sincera sorte que os artistas e campeã de de profissionais que a unicamp informa né então isso não é o brasil é um país cultural né a gente tem um bumba-meu-boi acabou de ser canonizado nem assim o carnaval né gente tem é então acho que falta também olhar pra essas coisas menores porque não é só não é só de carnaval de carnaval em fevereiro acabou fevereiro nem e aí é demais né a gente precisa olhar para esses pequenos artes pequenos que eu digo assim né que não tão aí na grande a mídia porque apesar da esse meu projeto que que eu fiz pelo proac é acaba empregando muita gente porque o trabalho não é só chegar no palco e cantar é tem designer que teve que fazer a capa teve assessoria de imprensa neto tem diversos músicos então também é uma forma de movimentar a economia é exatamente o que a gente precisa de bons desejamos página muito obrigado por essa entrevista eu gostaria que você deixasse seus contatos para quem quiser procurar uma agenda de shows um por favor então podem procurar no facebook é a página é a roupa a cantora mart'nália mariana mas sempre dita da matina mariana acha tão youtube facebook instagram twitter em todos esses lugares e e-mail é martina ponto marana arroba gmail.com e está faltando alguma coisa acho que não acho que ele cobriu toda a spotify ipod nano spotify que as músicas estão disponíveis em graças ao mundo o poder fazer a trilha sonora mesmo pode faz dizer todos os aplicativos de música então lá muito bem muito obrigado mais uma vez por essa entrevista eu quero agradecer também o pessoal aqui da escola de música khoros de campinas que cedeu esse espaço pra gente e deixar um recado pra você também participar conosco do nosso conexão cultural pode enviar as suas mensagens suas críticas nós temos whatsapp cujo número está aqui na tela e 1978 29 3 776 e também no instagram você pode ver no nosso a roubar tv câmara campinas os bastidores dessa gravação e todas as outras mas se você perdeu o início desse programa que é rever ou pode ver quantas vezes quiser no nosso canal no youtube você também encontra esse programa aqui da tv câmara campinas muito obrigado pela sua audiência na próxima semana a gente volta com muito mais da arte e da cultura de campinas e região pra gente encerrar é claro que nós vamos ouvir mais um pouco a voz da matina marana um abraço até a próxima semana tchau chegou assim como quem quer se isso voltar de mim [Música] corri até perder a fé enfim eu no jornais que ele não me deixaria em paz [Música] não li as gay então voltei atrás brincou sorriu tite primeira tento a conversa inteira ganhou a minha confiança como não tiro certeiro mostrou-se um bom companheiro fiquei a noite viram decerto liger ele chegou mais perto e ver tudo minha desesperança de um jeito tão delicado tocou me conta do cuidado ser gay nasce outra a mulher meu corpo em low que seu se um dia ele souber que o seu destino cruza o meu será que vai se arrepender ou vai se entregar será que vai ceder gerenciar o vai deixar morrer [Música] chego assim chego assim chegou assim
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