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[Música] olá seja bem vindo a mais um conexão cultural muito bom ter você aqui conosco na tv câmara campinas e hoje nós temos um estilo pouco comum aqui no conexão mas muito prazeroso pra muita gente mas vamos falar do choro e para isso nós temos os nossos convidados aqui o grupo manteiga de garrafa eu vou apresentar todos seu nome falha a memória é o andré a bruno rafael eduardo está aqui como convidado o grupo é isso mesmo exato é o eduardo é um grande amigo nosso e ele vamos e venhamos ocorrer é o daniel ele teve um imprevisto que é o nosso violonista titular e aí o o eduardo que é um grande músico um excelente músico faz parte de um grande grupo de choro como 4 a 0 ele enfim tem uma trajetória muito sólida e ele veio ajudar a gente muito bom e se você ainda não conhece o pessoal do manteiga de garrafa vai conhecer agora nesse ver que eu preparei especialmente para vocês formado em 2015 em meio às rodas de choro de campinas o grupo manteiga de garrafa traz em sua origem o formato mais tradicional do chorinho com bandolim pandeiro cavaco e violão de sete cordas com apresentações em diversas cidades do país o grupo campineiro busca fortalecer e disseminar a cultura brasileira instrumental e hoje eles vão demonstrar todo esse talento aqui no conexão cultural [Música] [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] ae [Música] quem o [Música] [Aplausos] [Música] o [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] [Música] é muito bom esse é um grupo relativamente novo andré foi formado em 2015 isso mesmo exatamente é esse grupo a gente e delas ou através de uma que fala de uma roda de choro a gente tinha vontade de fazer a roda de choro eu eo rafael que é o nosso lista 20 e na ocasião em que morava na mesma casa em uma república onde assim então ele falou pô vamos fazer uma roda de choro né isso foi motivado por um encontro de choro teve aqui em campinas um encontro muito bacana e e aí a gente falou assim que pode fazer parte né isso aí foi pensando pensando que não tinha poderes na época da folia' eu já estava estudando pandeiro uma época né e aí que eu sou o violonista de formação do bandolim aí falei assim quer saber eu vou continuar ensinando pandeiro ea gente consegue montar esse grupo a gente montou um grupo e começou a fazer uma roda aqui em barão geraldo geral do que acontecia toda quarta-feira a e b e aí que o grupo foi se consolidando muito bom eo rafael esse nome manteiga de garrafa é bem diferente original que é mais um ingrediente do que um nome de grupo musical da onde surgiu esse é o nome curioso né remete à aquela ideia é que o pessoal fala e goiabada cascão coisas que tinha antigamente condição mais difícil de achar que a gente faz a analogia com o choro é uma coisa brasileira que já teve bastante hoje em dia um pouquinho mais difícil de achar a gente faz essa brincadeira sim uma coisa saborosa brasileira o nome bem mais com o com essa intenção e o choro ele tem uma sonoridade bem típica né bruna vou colocar você também na conversa fala pouco a respeito dessa sonoridade é tão brasileiro assim bom chorão dizer que é a música instrumental uma das primeiras músicas instrumentais música popular da música popular brasileira ea gente pode falar aqui também uma sonoridade do que ele chama de regional de choro que é esse conjunto de instrumentos então a gente tem um simbolismo e no nosso liberação do domingo o violão 7 cordas cavaquinho pandeiro que acompanha o solista então a gente faz daquela base que solicita também a melodia e assim essa unidade do nosso nossa regional seria ou a formação mais clássica do choro esse instrumento é uma formação tradicional né acho que a década de 30 que foi mais chamado essa regional foi aqui no algarve em solos conjunto de choro eles eles começam uma formação bem reduzida é que é com dois violões é falta e cavaquinho pandeiro nessa época não acontecia né então o pandeiro vez surge depois muito por influência da música africana e depois começam a surgir os regionais de choro é mais ou menos nome no início do século 20 algo assim começa a surgir a gente assim pode notar pelas primeiras gravações né de choro e assim os conjuntos eles já tinham basicamente essa formação então hoje é muito comum e trabalhar clean e bruna falou com um violão facilitam o violão de 6 que seria um outro integrante do regional ele hoje é um pouco mais caro de acontecer em alguns conjuntos que ainda utilizam mas a gente faz só com violão e é uma delícia de ouvir então vamos ouvir mais um pouquinho de manteiga de garrafa aquino conexão [Música] [Música] ufa [Música] mendonça [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] é muito gostoso de ouvir nossa casa toda vez que tocam chorinho e já fica daquele jeito né porque ele é meu estilo é ontem 11 requinte a mais parece que não é simplesmente só uma música parece um requinte que toda vez que vem o chorinho já pensa na pessoa vestida a caráter e também né agora e vocês têm bastante entrosamento nessas apresentações é como é que se conquista esse som de vocês tão típico eu acho que assim é individualmente todos têm um trabalho de estudo é assim para se tornar um instrumentista pessoa precisa dedicar bastante e e também escutar muito do gênero né assim ele é um gênero que e abarca muitos ritmos né o choro é muito rico é como a bruna falou ele é o nossa música popular urbana instrumental mais antiga em tempo mais de 150 anos de história e com influência da música européia da música africana então assim a gente tem uma riqueza muito grande aí pra conseguir isso a gente escuta bastante escuta a gente não sai né então é é como diria o jacó do bandolim e não tem um áudio dele que ele fala né que eles falam que é muito mais do que do que só ensaiar é preciso estudar então assim sair é importante mas individualmente todos têm uma responsabilidade de manter a sua técnica de estudar diariamente enfim conhecer o repertório a fundo quanto mais estudo melhor né e acho que os músicos em geral eles trabalham muito com relação a isso é de você está sempre atualizado de de saber novas técnicas ou estudar e estudar aquela técnica para se apresentar cada vez melhor como é a relação do no dia a dia de vocês para poder fazer tantos estudos é assim a gente se dedica bastante né seja aqui alguns integrantes são formados em música eu sou formado em música é mais o choro assim não necessariamente a pessoa tem que ter uma formação acadêmica muita gente como a bruna mesmo é tem se dedicou por conta dos vários cursos inclusive em que se conheceu num seminário de choro encontro onde são dados vários puxões e isso é uma coisa que acontece no brasil inteiro que as pessoas se reúnem estudam tal porque pra tocar choro você precisa de alguma técnica né a tocar os instrumentos né não é fácil de tocar parece fácil mas não é então é preciso se manter essa manutenção aí essa rotina diária de estudo é o choro uma música que é feita em conjunto então você tem que sempre encontrar os amigos seja pra ensaiar tomam café tomar uma cerveja e tocar bastante né faz parte e eu acho que é bastante interessante também a questão da improvisação embora existam as músicas pré definidas na hora do choro é tranqüilo de um começar a tocar um determinado instrumento eo resto do grupo acompanhar meio no improviso como se fosse uma dianteira chance a gente estivesse falando de jazz mas acontece também no choro é assim é e isso é muito comum das rodas de choro né então assim o é na roda da história comum solista geralmente lhe trazer alguma música e essa música naturalmente ela está prevista para ser tocada por que a roda de choro é um encontro de amigos em que não necessariamente você toca junto então pode encontrar seu lado 10 15 músicos ele não vai fazer uma roda e aí o cara vai lá o solista pegue puxa uma música para tocar e aí o regional tentou acompanhar né então é interessante porque assim isso é uma coisa que o solista antigamente eles faziam esse desafio né os acompanhadores eles traziam músicas para tentar desafiar o acompanhou então até os nomes das músicas remetem a isso por exemplo que música é uma música se chama cuidado violão né e aí porque cuidado violão quer dizer a idéia do de que vai pegar o acompanhador de calça curta então apanhei te cavaquinho é então tem alguns nomes de música curiosos e choro que vem dessa tradição nem apresentações é mais comum que prepara um repertório mesmo assim até por conta de que a gente é pretende apresentar ao público uma coisa mais refinada uma coisa mais trabalhada e tal então dificilmente uma apresentação isso deve acontecer né assim mas em rodas de choro é bem comum muito legal e como eles prepararam bem as apresentações aqui para conexão nós vamos acompanhar mais uma música desse repertório tão vasto que é do chorinho aqui do manteiga de garrafa acompanhei e pra gente sair para o intervalo também daqui a pouco a gente volta [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] é moçada o conexão cultural está de volta e agora a gente está dentro do mercado municipal de campinas um prédio tombado como patrimônio histórico da nossa cidade e que tem é muito conhecido pelas compras não é muita gente vem fazer compras aqui no mercado municipal e acaba deixando de lado a parte histórica e cultural do mercadão é isso que nós vamos mostrar agora que você é meu convidado pra conhecer mais a respeito desse projeto arquitetônico tão bonito da nossa cidade e quem sabe na sua próxima visita que você vai estar mais atenta a tudo isso vamos lá conhecer comigo [Música] a gente conhecer um pouco mais a respeito do mercado municipal vou conversar com o historiador o henrique anunciata que pode lhe dar dicas melhores do que eu para poder falar que isso aqui é um roteiro cultural também não é henrique sim a parte gastronômica na parte de alimentos é bem interessante é ímpar são poucos lugares na cidade ou quase nunca que você tem uma diversidade essa diversidade de alimentos mede produtos vem desde o século 19 no início aí do século 20 a arquitetura é bem interessante também ela tem vários pormenores e um espaço e se também é bem diferente um você não tem um prédio desse qualquer lugar não é só o mercado é mais que o mercado ele a convivência da cidade e conta a história da cidade porque esse mercado na verdade era uma estação de trem da funilense da linha com violência é contra essa história e como é que surgiu esse prédio no início do século 20 campinas já tinha cinco estradas de ferro seria a companhia paulista mogiana sorocabana o ramal férreo campineiro e afunila lence a família estava preocupada chegar o mais próximo do centro porque ela distribui a carga junto com a companhia mogiana na estação guanabara e ela resolveu então criar construir a sua própria estação porque estava muito distante a guanabara daquela época do centro e este local é local de charque uma área alagadiça e é como a linha podia chegar aqui e se treinado esse espaço ela contrata ramos de azevedo para fazer um projeto e ele faz o projeto desta estação o mercado no início é uma estação ela se chamava carlos botelho fundo grandes administradores do governo da província de são paulo naquela época incentivava a questão agrícola ea família estava ligado direto a questão agrícola então esse mercado hoje ele foi feito para ser uma estação de trem o que o lado a da peixaria hoje nós conhecemos as pedras da plataforma ainda estão lá então você tem um desnível muito alto justamente porque ele parava trem e o trem vem aí quando concluir a estação de 1908 até 1925 quando funilense vem deste prédio em definitivo para a prefeitura e vai lá volta no caso para a estação guanabara a gente percebe também que o desenho desse prédio foi pensado também como inspiração um pouco incomum para a época talvez a inspiração mourisca então os ramos de azevedo utilizou técnicas nelson mores mourisca se eu estou falando errado né humorística como é que foi essa inspiração de ramos receber a arte moura marte muito rebuscada principalmente na europa apenas o libere cá ela é trabalhado com pedras com madeira e esse tipo de desenho além do rebuscamento das pinturas o conjunto de pedra também não posso definir como uma shakhtar ia que é um encaixe de pequenas pedras formando manhã em uma grande figura essa é uma arte extremamente elaborada no brasil nós não tivemos nem a questão moura nem muito menos a arte enfim que representou essa situação histórica na europa e especificamente na na península ibérica mas ramos de azevedo e faz uma leitura da emel morisco é uma leitura desses elementos artísticos são muito ricos mundial elaborado estão às portas do mercado os vãos das baias a os respingos a cobertura a a a parte dos vitrais as portas de ferro tudo isso você tem uma questão moura na mourisca de uma arte uma política porque se nós pegarmos a arte em si na essência ele é muito rebuscada mas aqui você tem uma construção que quando você entra faz lembrar que você tá digamos no oriente médio ou você está entrando na na península ibérica desse momento porque é uma arte sobre o mercado sobre a negociação vamos desde o início mesmo como estação era a arte é sobre negociar né a sua mercadoria explicou representativo na construção nada melhor com uma ferrovia que traz produtos agrícolas e outros produtos para si negociados aqui dentro como estação quando a ferrovia sai o próprio mercado que a prefeitura a sun é o que nós temos hoje a arte de ter a mercadoria muito bem e é por isso que é tão interessante a gente vê essa possibilidade de virem fazer um passeio cultural aqui também pelo mercado municipal de campinas ea gente vai continuar passeando pra tentar ver outras curiosidades aqui do mercado vamos lá [Música] [Música] aí a gente chegou na no box da pimenta é a rainha da pimenta que a silvana isso mesmo silvana qualquer pimenta boa aqui a ford haiti é carolina ela é americana mas é fabricado em minas ac minas um americano e vende muito aqui vende bem o pessoal chega procura sempre mais verde do do que seria a carolina mesmo a ideia que também pela pimenta dá para você conhecer um pouco da cultura de outro país não tem pimenta mexicana jamaicana americana tem tudo aqui tem mais a tradicional mas enfim ainda foi maria na guetta é mais fraco é para o paladar brasileiro também é cultural assim neto maria fez bem à circulação coração mulher é mais procurada tempo em janeiro vem de mais solta e agora época janeiro é muito legal sempre uma curiosidade uma novidade aqui no mercadão obrigado [Música] a pimenta do fim de semana olha o grande barato aqui do mercado municipal que você consegue encontrar produtos que você não acha nenhum lugar nem a encontrar mesmo é aqui no mercadão e olha aqui a gente está numa um box tem muitos chás muitos temperos ou por exemplo cavalinha pata de vaca cana do brejo e em burarama sucupira cada um tenha um sentido diferente e uma qualidade medicinal diferente talvez essa diversidade é um dos grandes baratos aqui do mercadão né e sim você nem contra outros lugares acho que é fazer uma feijoada na cena no mercado você compra aquela questão pré fabricado mas a questão mesmo da carne do tempero de todo o processo você só vai encontrar aqui é como os temperos a partir de é de olhos também porque é uma diversidade que agora só tem aquele óleo de soja o o óleo lá que eu coloco na salada e acabou não acho que você tem uma diversidade que ela serve pro tempero para o seu no alimento e para o seu dia a dia pra outras questões a questão do fundo tudo bem limpo mas hoje em dia tá mas antigamente era muito comum você tabacarias aqui hoje você só que você encontra se no centro da cidade senão vai ter uma casa especializada com o fumo de corda e o fundo detém várias funções até acho que pior não é a nossa questão nem vou entrar mas a questão do da corda é bom para a infecção em questões de pessoas do saber antigo que o fumo é muito importante e cura né vocês vão arrancar uma corda de fumo você vem aqui tem então é essa diversidade da mercadoria de produtos é que é bem interessante também que também vale o passeio é de saber de você vai encontrar uma coisa é diferente a cada box que vale o passeio mesmo cultural às vezes está só querendo passar o tempo você consegue vir aqui no mercado e curtir um pouco desse lado dos mais antigos assim vamos dizer com certeza além dos temperos dos olhos da questão do fumo da questão de panos pano de prato na mão que hoje você não tem mais de trabalho você tem muito artesanato de fato mas a questão no ano de prato antigo você encontra aqui é uma coisa que é tradicional que sempre se manteve no passar dos anos são salgadinhos o pastel a a pastelaria do xingu que permanece então você vem dar uma olhada que normalmente vai levar alguma coisa você não vê em qualquer outro lugar a onu nem imaginava que eu precisava de uma vassoura de pêlo hoje em dia você não tem tudo industrial tudo de nylon é tudo é plástico aqui não você ainda tem uma altura de pelo você tem é vacinar de palha é você quer questão de animais estão nas barracas de fora nos boxes de fora você tem então aonde for já um pato vão arranjar uma galinha se eu não fosse mais animal vivo aqui tem é um grande barato não à toa o mercado municipal foi eleito pela prova optou pela própria população como um dos sete uma das sete maravilhas de campinas isso mostra bem a importância desse mercado para a cidade uma certeza é muito legal esse passeio que continua aqui no conexão cultural muito obrigado henrique por essa visita e por isso a prosseguir turístico a gente foi o henrique junto comigo aqui na conexão do bc isso aqui é o que a funai é a castanha de baru nordestina e estava na espanha a descida é rico em nutrientes do que o amendoim é bom né [Música] lembra é gostoso é diferente e aqui tem bom tem variedades de todos os tipos de todos os lados na sua barriguinha da frente variedade vale a pena passear curtir o mercadão eu vou dar mais uma volta por aqui porque vale realmente a pena aproveitar esse passeio cultural agora conexão ainda não acabou não tem muito mais por vir daqui a pouco continue conosco e eu vou comer mais um pouquinho [Música] a alegria ter você aqui conosco conexão cultural está de volta aqui ao bate-papo sobre o choro nós estamos no empório do nono que é onde geralmente o manteiga de garrafa se apresenta o grupo tão bacana que está aqui conversando comigo hoje tem uma história curiosa respeitar aqui do empório do nono sim sim sobre a presença de vocês aqui exata é o empório do nono assim ele tem música há 20 anos então eu frequento empório do nono mais ou menos desde 2002 quando comecei a a vir aqui assistiu o choro bandido que tocava aqui é um clube tradicional de campinas e comecei a tocar na casa em 2005 mais ou menos desde então retocam diferentes formações e tal em 2016 o júnior que é o dono do estabelecimento do me convidou pra conduzir a segunda feira de chorar né e será mais ou menos agosto de 2016 ea bruna tinha entrado no curso em julho é e tocava cavaquinho há pouquíssimo tempo é assim ea gente só que a gente olhou e falou assim a planta um potencial muito grande né pra tocar cavaquinho receitas através da conta e aí surgiu esse negócio e identificou se foi agora que a gente faz é daqui duas semanas 20 e começar esse trabalho e dá pra dar pra encarar assim dar né e pegou e a gente tomava café almoçar junto e no meio disso a gente ensaiava estava sempre à noite ela é praticamente todos os dias a gente passou duas semanas ensaiando e preparando o repertório foi uma coisa muito bacana assim um episódio interessante e aí porque a gente estreou um fórum em setembro de 2016 a gente começou estamos até hoje todas as segundas toda semana carteirinha e só o pessoal colocando telefone jacques e pra ver se hoje vai ter eu acho que essa dia da gravação a segunda feira recebe na segunda eu imploro do 9º agradecendo já desde já o pessoal que cedeu gentilmente esse espaço pra nossa gravação agora aproveitando o local em que a gente está vocês têm um repertório bastante variado quais são as referências aí ver se essas apresentações dos seus padres olha as nossas referências são assim os pilares do choro nem os grandes chorões né então tem alguns nomes que a gente nunca esquece que são o chininha antigo comum dos maiores compositores de choro o jacó do bandolim né o anacleto de medeiros enfim dá pra citar muitos nem waldir azevedo chiquinha gonzaga uma grande compositora também então eu choro ele ele tem óleo de compositores muito grande muito extenso e alguns ficaram mais conhecidos então a gente procura se basear nesses nesses pilares é muito bom e vocês pensam de fazer hão de lançar um álbum com gravações próprias ou mais gravações dessas músicas já consagradas conectar o planejado assim a gente tem um agente tem um um projeto de lançar um álbum pra 2020 é e nesse nesse repertório a gente a nossa intenção é trazer um pouco do repertório do século 19 com um repertório às vezes não muito tocado mas muito rico é musicalmente e também algumas composições inéditas né assim o grupo a gente tem o rafael que é compositora também compõe algumas músicas então a gente pretende trazer também algumas composições inéditas e por que é tão instrumental o choro e acho que essa medida também foi autor perguntar isso no primeiro bloco foi você que pode nos dizer o povo é mais instrumental embora tenha as músicas com as canções mas ela é bem instrumental por dia é uma boa pergunta isso na verdade assim eu acho que hoje em dia as pessoas se acostumaram muito com atenção e desabituaram de ouvir a música instrumental né então na verdade assim as duas são importantes né agora o porquê sim eu não saberia te dizer mas eu acho que é muito rico na verdade às vezes quando você põe uma letra numa melodia você de alguma maneira passa uma mensagem mas em jéssica também ela no outro sentido já quando você toca ela só com o instrumento você cria um universo de possibilidades assim na escuta sonora o que você pode levar um uma mensagem mais profunda até às vezes do que uma letra é dependendo da capacidade do do solista de interpretar a melodia né então isso é muito interessante não é à toa aqui teve um grande auge a senhora das rádios a música instrumental né mas isso cabe é hábito na verdade se você se acostumar a ouvir mais música instrumental vai ser natural como hoje em dia as pessoas ouvir mexe com letra né achei estranho quando ouvi a música sem letra a japonesa nec complementando que o rafael falou acho que é legal a gente lembrar se da da origem do afonso do ó o choro é que ele vem da música instrumental européia ué então a gente basicamente os preços da polca então a qualquer um ritmo bem marcado bem dançante ea partir daí é é um choro vai se construindo ele tem essa origem na música instrumental européia porque exatamente voavam falou assim difícil saber porque o choro ele se consolidou com música instrumental mas talvez tenha a ver com essa liberdade de improvisar nessa você coloca uma letra 10 não sou dificilmente você vai pra conseguir improvisar ea letra ela vai encaminhar com o caminhar para aquela melodia né você vai fazer a melodia vinculada àquela letra né então mas tem alguns outros ficaram conhecidos com letal como o caso do carinhoso por exemplo foi muito famoso e toca parece que já tem no dna das pessoas e tem uma letra uma letra bonita também então é proibido dizer assim eu tenho dele é sempre gostoso e dizem que o choro é um dos um dos primeiros estilos musicais brasileiros na época é uma derivação europeia mas que na hora começou aqui no brasil e tem gente que diz que ó a primeira música urbana brasileira que poderia dizer que a primeira música instrumental urbana a gente tem outras manifestações como a modinha por exemplo que tinha o que era músicas com canções que vieram um pouco antes do choro é mais assim o choro ele é essencialmente a primeira música instrumental urbana no brasil muito legal muito bacana esse bate papo de conhecer vocês pessoalmente eu só tinha visto por vídeos ou às vezes você está passeando por aí entra em algum restaurante igual nós estamos aqui você consegue ouvir mas nem sempre consegue conversar a respeito muito obrigado por esse bate-papo gostaria que vocês deixarem um contato de shows de ou pra quem quiser se comunicar com vocês qual ou quais seriam primeiramente a gente agradece assim é pra gente é um prazer assim participar desse programa é uma alegria poder divulgar um pouco desse gênero divulgar também um espaço comum embora do nook que d com certeza assim ajuda a manter esse gênero dificilmente um espaço consegue manter por tanto tempo uma música instrumental de segunda-feira né então é muito legal isso então obrigado e deixando nosso contato a gente tem o nosso site é que é choro manteiga pontocom então é só digitar lá que você vai encontrar também tem as nossas redes sociais é bruna quer falar um pouco das nossas redes sociais você que a nossa blogueira é bom a gente tenha o instagram e o facebook é só procurar manteiga de garrafa ou se quiser marcar é arroba choro manteiga assim como o site lá tem vídeos fotos brincadeiras nossas têm as novas divulgações e se quiser entrar em contato a mandar mensagem que a gente é muito legal muito obrigado ao pessoal do manteiga de garrafa andré bruno rafael eo eduardo aqui tá aqui falou pouco mas falou com o coração e agradecer também à sua audiência lembrando que você também pode participar aqui do conexão cultural acesso às nossas redes sociais nosso instagram por exemplo a roupa tv câmara campinas você conhece um pouco do nosso trabalho nos bastidores e no youtube também no canal de tv câmara campinas você vê esse programa e todos os outros da tv câmara quantas vezes quiser lembrando que na próxima semana a gente volta com muito mais gati da cultura de campinas e região e para a gente encerrar mais um pouco do som manteiga de garrafa um abraço e até lá tchau o [Música] [Música] [Risadas] [Música] [Risadas] [Música] ah [Música] [Música] [Música] [Risadas] [Aplausos] é bom [Música] [Música] [Música] ae [Música]