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Conexão Cultural | Elas na Cena: Protagonismo das mulheres negras na cultura de Campinas
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Conexão Cultural | Elas na Cena: Protagonismo das mulheres negras na cultura de Campinas

128 views Publicado 21/05/2025 HD · 39:45

Descrição do vídeo

No episódio especial do Conexão Cultural intitulado “Elas Na Cena”, mergulhamos no protagonismo feminino negro na cultura periférica de Campinas, destacando mulheres que transformam suas vivências em arte, resistência e inspiração. Este encontro celebra o talento, a força e a criatividade das artistas que ocupam espaços fundamentais no cenário cultural da cidade, especialmente nas regiões periféricas. Entre as convidadas está Gabrielli Cristina da Silva, conhecida artisticamente como Nyak – cantora, compositora, arte-educadora e gestora de projetos. Com mais de seis anos de trajetória, Nyak é um dos grandes nomes da cultura de Campinas, especialmente na região do Campo Grande, onde cresceu. Com sua voz potente, carinhosamente chamada de "Voz de Trovão", ela vem conquistando cada vez mais admiradores, além de se destacar pela atuação empreendedora, gerenciando projetos que unem arte, cultura e impacto social. Também participam deste bate-papo: 🎤 Veneno Tha Beat – MC, produtora musical e multiartista, que compartilha sua experiência na produção de beats, composição e performance, levando a estética e a potência das quebradas para o centro da cena. 🎤 Cacau Vlogs – Pesquisadora, MC e produtora cultural, que alia conhecimento acadêmico e vivência artística, promovendo a valorização das raízes afro-brasileiras e das expressões culturais periféricas. 🎤 Nega Doce – MC, cantora e compositora, com uma trajetória marcada pela representatividade e pelo compromisso em narrar as vivências da mulher negra nas periferias através de suas letras e performances. Neste episódio, conversamos sobre: O papel transformador da arte na vida das mulheres negras. A resistência cultural nas periferias de Campinas. Desafios enfrentados pelas artistas negras para ocupar espaços na música e na produção cultural. A importância do empreendedorismo artístico como ferramenta de emancipação. Como a arte-educação impulsiona a mudança social. Este conteúdo é um convite à reflexão sobre identidade, cultura, protagonismo e resistência. São histórias inspiradoras que mostram a potência das mulheres negras da periferia na construção de uma cultura viva, plural e transformadora. 👉 Assista ao vídeo completo, compartilhe com quem valoriza a cultura periférica e deixe seu comentário sobre como a arte impacta sua vida! ⚠️ Não se esqueça de se inscrever no canal da TV Câmara Campinas e ativar o sininho para acompanhar conteúdos como este! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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para propagar. [Música] Yeah. Veo pisos em falsos que se você pisar cai. E mesmo assim tem alguém que vai e coloca uma placa pisa que venha, venha ser feliz. Sorrisos observam, às vezes são apenas mais caras. Esse mundo surge cego para alguns vem trazendo pé nas máguas. Quem foi que te citou nessa história sem não? Então respeita minha obra sem bem que guarda o tamanho de Thor e quer chorar. Bota tudo do peito para fora. Vai pode falar. Alguns vão parar para te escutar, mesmo com essas merdas todas já feitas. Tem gente que precisa de outros para falar. A palavra tem poder. Eu já cansei de avisar. Eu não sei bem porque você se fecha assim, mas deixa uma festa pra nossa luz entrar, ultrapassar barreiras, [Música] ultrapassa. Eu sei que você se fecha assim, mas deixe uma festa pra nossa luz entrar. Barreiras. ultrapassar os nossos. Então vocês já sentiram como é que vai ser o Conexão Cultural de hoje falando sobre a cena feminina na cultura de Campinas, na cultura periférica. Quem vai contar pra gente é a Gabriele Silva, a Nak, que já deu esse show aí pra gente. Muito obrigada por receber a gente aqui em grande estilo. Eu agradeço viu, essa oportunidade. Tô muito feliz de receber vocês aqui no meu estúdio na minha residência. Em primeira mão, a gente escutou o Fresta, né, que logo mais vai estar também nas redes sociais disponível pra gente curtir um som muito bacana e a gente quer saber tudo como é que começou essa história. Você é cantora, educadora social, produtora. Como é que começou tudo isso? Quem veio primeiro? Olha, Gabriele já tinha todo esse calor artístico, né? Desde criança, muita criatividade, muita inspiração. Cresci no lar religioso, então cantei muito na igreja, né, com a minha família, minha mãe, minhas primas. E aí na adolescência eu fui jovem aprendiz no Patrulheiros. E lá eu acessei muitos jovens, uma diversidade muito grande de adolescentes de todas as regiões de Campinas. E comecei a a olhar mais para esse lado musical, artístico, né, explorar essas facetas em mim. E aí eu já gostava de entregar os meus trabalhos através de poesias, de canções. E aí veio a minha primeira canção que chama Não deixo Relevar, através de um projeto com amigas. A gente através de um trabalho de um fotógrafo chamado Eric Ravelo. Ele tem um um trabalho de fotografias e um desses projetos chama Intocáveis. E aí eu escrevi sobre isso, né, sobre todas essas questões de desigualdade sociais, né, das minhas vivências. e apresentei isso e meu professor gostou muito, me deu uma nota alta e falou: "Nossa, você precisa urgente registrar isso, tá pensando em ser artista, cantora?" E aí eu recebi muito apoio dos professores, dos amigos, eh, amigos meus aqui da região me apresentaram o primeiro selo musical onde eu lancei essa música. Então ali jovem aprendiz, eu falei: "Vou ser artista". Terminei meu meu meu minha experiência ali, né? Passando na prefeitura, comprei um violão com a minha rescisão, falei: "Você artista". Daí eu comecei a aprender a tocar violão pelo YouTube. Fui nesse selo, paguei para gravar minha música e lancei. E aí desde então venho me especializando, me filiei enquanto artista para poder registrar TG e a necessidade de todo artista, né, se desenvolver. Não tinha como tá pagando um estúdio toda hora. tava descobrindo muito esse lugar do ecossistema musical de remuneração. Aí eu comecei a juntar com a galera da Shin Maia, da Brummy Beats e eles me apresentaram esse mercado musical onde eu me registrei e aí eu comecei a aprender e falar: "Eu preciso levar isso para outras pessoas que não tm esse acesso." Então a uma necessidade que era minha, eu passei a acolher também outras artistas, né? E aí eu comecei a fazer parte do que hoje é a catalisadora Maia, que é um laboratório criativo dedicado ao desenvolvimento e a gestão de carreiras artísticas. Então, a gente é uma aceleradora, né, de artísticas, né, nesse lugar criativo. E através desse trabalho a gente faz a gestão, oferece consultorias, mentorias para outras artistas com foco nas mulheres e na comunidade LGBTQ, APN+ também para que elas tenham esse acesso também, que seja igualitário esse lugar. E hoje é o meu trabalho, então eu sou artista, sou gestora de projetos, arte educadora, trabalhei com oficinas de musicalização para crianças, idosos. Então a gente acolhe todo esse público no mercado musical para que eles entendam, né? Caramba, é uma experiência de jovem aprendiz diferente, mas que também deu muito certo, né? De alguma forma te encaminhou aí pro seu universo verdadeiro e único, né? Queria que você desse uma palhinha pra gente dessa primeira música. Bom, começa assim. Somos uma geração que precisa correr atrás dos malfeitores, punir os opressores para que então o mundo pare de deixar os intocáveis como última opção. Tem mais amor aos seres vivos, tudo na mesma canção, mesma estação, mesma frequência. abrir seu coração e lembrar então que não é só você que vive na serva de pedra, meu irmão. Essas plantações sem nossos matões apenas com o que te interessam na televisão relevant o que nos libera. Caramba, que legal. Vocês escutam um pouquinho mais esse som no Spotify, no YouTube, em todas as plataformas digitais. É a minha primeira música que abriu muitas portas para mim no mercado da música. É, agora a gente entendeu, né? Aí teve um olhar sensível também para perceber essa potência, né, dentro de você. E é o que você faz agora com as outras pessoas, né? E como é que é isso? Existe um mercado para todo mundo? Eu acho que com a internet, com as redes sociais, as plataformas, a gente fala: "Nossa, hoje não tem jabá, todo mundo tem direito". Mas também ficou mais concorrido? Como é que é? Olha, o lugar do processo artístico pro desenvolvimento de todo artista, né? Ele é complexo porque a gente chega muito artístico, fazendo canções, composições, poesias e aí tem uma parte toda jurídica, burocrática, que você precisa muito entender. E aí quando eu cheguei, eu também não tinha a perspectiva, né, de uma autoprodução, de um lugar periférico no qual eu estou inserida hoje. Eu acreditava que eu deveria entrar num programa de música, sabe, num de voice da vida ou que eu ia estourar com alguma canção que alguém ia me ver. Quando não, eu aprendi nesse lugar hoje que eu estou, que é um processo, não tem linha de chegada, eu prefiro não ir por esse lugar de estourar, de querer que todo mundo ouça a minha música. É um trabalho mais de escalar esse lugar. E aí eu trabalhei na base, né? Então para todo artista, né, eu oriento que ele precisa começar a estudar. É o mais importante você estudar a sua carreira, é essa base que você quer consolidar. Então, quem é seu público, qual o seu nome artístico, isso é muito importante, né, para se apresentar. Eh, você preparar materiais seus de descrição, de imagens, né, um portfólio bacana para apresentar. Isso vai fazer muita diferença na hora de um contratante querer investir no teu trabalho ou um investidor, um patrocinador. Mas é importante dizer que não tem uma linha de chegada. Então sim, está muito democrático o acesso hoje. Você pode postar um vídeo, isso viralizar, mas você também pode ir por um caminho de um desenvolvimento mais longo, com mais estratégia, mais planejamento e saber que é isso, você vai precisar investir. Não importa se se é dinheiro, se é hora, se é dedicação de conhecimento, você vai precisar investir alguma coisa. Então, no nosso último EP, meu e Duda Shimai, a gente fala muito sobre investimento. O nome do EPS é importante para você em vista, que é algo que a gente sempre soube assim que a gente precisava investir no nosso trabalho. Então, investir em pessoas, em em recursos, em estrutura. E aí, enquanto artista, tendo essa necessidade de me desenvolver e de ter mais acesso, eu precisei também me estruturar. Então é por isso que hoje eu tenho meu estúdio montado aqui. Eu consigo gravar uma música e compartilhar com o produtor em outro país, porque a distância, né, a internet possibilita isso, mas hoje eu tenho os recursos e as ferramentas que possibilitam também que eu consiga mostrar esse trabalho. Então tá mais democrático, mas ainda precisa de muito planejamento e estratégia. É, como você falou, o artista no Brasil ele tem que dominar outras áreas que não só a criatividade e saber organizar essas caixinhas, né? É um desafio. E a Maia tem feito isso, né? Se você entrar no site, vocês vão ver que é uma tem uma identidade muito forte, né? E acho que é isso que você falou, né? O artista tem que saber que identidade que ele vai trabalhar, tudo isso comunica, né? Inclusive o seu nome, que é muito interessante, seu nome artístico, né? Queria que você falasse pra gente quando é que a Gabriele virou Onia. em 2018, eh, saindo do jovem aprendiz, né? Eh, me chamavam de Gabriele. Eu sempre tive um uma fisionomia meio oriental, mas até por ser uma pessoa, hoje eu entendo, etinocidada, eu não tinha esse contato com a minha ancestralidade, então também não tinha muita identificação sobre o que eu sou. E hoje eu sei muito bem que eu sou uma mulher negra, afro-indígena, tenho raízes, né, ancestrais. Então, o meu nome veio muito disso, dessa construção. Acredito que não fui eu que busquei esse nome, ele me escolheu e aí foi em pesquisas, né, minha família que veio da Bahia e tudo mais. Então tava buscando muito essas raízes e aí vi semelhanças com povos que vieram da Indonésia também, né, nessa migração. E conheci a Neak, que foi uma guerreira na Indonésia, né? Ela é uma mulher originária, hoje ela é patrimônio histórico, né? Está até na moeda, no valor lá. Mas ela lutou contra a colonização dos holandeses. E não é muito diferente do que a gente faz aqui, né? A gente luta diariamente, né, contra essa colonização, padronização de corpos, né? E a catalisadora, ela vem para realmente descentralizar essas informações, disseminar esse conhecimento, né? Acredito que tem lugares, né, que eu enquanto artista já fui que era muito inacessível para mim. Então, hoje eu trabalho dentro da minha realidade, investindo o que eu posso, né? Eu tenho planejamento financeiro, plano de ação, né, previsão a longo prazo sobre o que eu quero. E a catalisadora, ela vem como uma ponte mesmo pra gente fazer isso, né? Um catalisador, ele é ali uma substância que ele vai, né, acelerar, mas ele não vai mudar o que é aquela aquele núcleo, né, aquela essência. Então, nós aceleramos, mas a gente não muda o que é a essência da pessoa. A gente só tá aqui para mostrar ferramentas, possibilidades, né, a realidade dela. Então, através de consultorias, né, hoje a gente tá com uma parceria muito bacana com a Batalha Estação da Rima, que é a Punca, né, que conduz ali a fundadora. é um coletivo só de mulheres. E aí a gente recebe artistas da cena, né, através de eh o Mina Destaque, que é um projeto delas, né, elas postam nas redes sociais e as pessoas votam e aí essas mulheres chegam para nós, né, essas pessoas através da batalhação da Rim e a gente faz uma consultoria com elas, eh, fazendo um diagnóstico de maturidade, mostrando para ela como é possível, né, fazer um planejamento financeiro, um release, né, um plano de ação. E nós estamos desenvolvendo isso agora. Então, se você entrar no nosso site www.catalisadoramaia.com, você vai encontrar ali um relatório de maturidade. Você pode fazer para saber aí qual que é a sua maturidade artística agora, em que nível você tá, que estádio e receber toda a orientação da nossa equipe também para te apoiar aí na sua carreira, inclusive artistas periféricas, né, aqui de Campinas. Que legal, sensacional, né? E só da cena da música ou não? Vale para qualquer cena artística. No mercado musical a gente tem diversas áreas, né, de trabalho. Então a gente não trabalha só com cantores, compositoras, né? A gente também trabalha com produtoras executivas, fotógrafos, videomakers, produtores musicais. Então tem uma indústria bem grande de profissionais e a gente tá aqui para colher toda essa diversidade. Então se for artista, tiver ali com uma ideia, com projeto, já pode fazer o teste e ver onde é que são as potências e as fragilidades. É mais ou menos isso. Isso é, a gente trabalha com as forças, com as fraquezas, uma matriz fofa, né? Então, a gente vai analisar ali através dessa consultoria quais são os objetivos, os desafios dessa pessoa, como ela pode superar esses desafios e como ela vai fazer para alcançar esse objetivo dentro da realidade que ela tá. Então, Niia que eu só consigo investir R$ 10 por mês para guardar, para investir na minha carreira. Tudo bem? Dentro dessa realidade, a gente vai trabalhar então em quantos meses juntando esses R$ 10? Quanto que você vai ter daqui 10 meses para você comprar aquele equipamento que você tá, que é o seu objetivo? Então, a gente trabalha mais ou menos assim, porque às vezes parece que o cenário é fechado, né? Como você disse, ah, eu tenho que ir pro The Voice para ter uma visibilidade. Na verdade, você tem que formar um público, né? Sim. Porque um público, uma grande explosão de mídia, tal, ela vai ser legal, mas nem sempre vai te dar um público ali fiel, que realmente gosta do seu trabalho. Tudo isso vocês fazem aqui na no na Maia. E vocês pretendem ser um selo assim? Hoje a gente se identifica como um laboratório criativo. Uhum. Mas a gente também atua como selo, né? Nós estamos num processo aí no nosso estúdio Lab, onde como somos artistas, né, e produtores também, a gente precisa se desenvolver. Então nós estamos usando esse momento criativo para produzir as nossas canções e lançar elas através da catalisadora Maia, mas também abrir portas para outros artistas que precisam dessa estrutura. Então, uma forma de contrapartida. a gente vai receber esses artistas, vamos lançar através da catalisadora, isso vai gerar receita pro artista, paraa catalisadora, o que leva esse lugar de valorização da cultura periférica, né, da sustentabilidade nessa questão artística aqui de Campinas e região também. E olhando assim para vocês, né, o Maia também tá aqui, são super jovens e já são muito maduros nesse processo todo, né? Vocês já conseguiram eh sentir a diferença para alguns artistas que vocês acompanharam? Como é que é? Tem, gente, eu tenho 24 anos, novinha e isso me impactou muito, né, desde os meus 18 para 19 anos, né? Então eu consigo enxergar isso em mim, essa maturidade que veio, né, de hoje ser co de um de uma empresa como essa, né? E eu vejo muita diferença em outros artistas também. Recentemente a gente coletou depoimentos, né? a gente tem formulários de avaliação, de impacto, né, com esses artistas, mas a gente tem um case que é a Punca inclusive. Então, é uma artista que tá super lançando as músicas dela, fazendo planejamento estratégico, eh começou a registrar as obras ela mesma, né? Então, a partir do contato que a Ponca teve conosco, ela se filiou na UBC, onde eu sou filiada também, é uma associação musical e dentro da UBC ela consegue registrar as obras dela, tem um suporte jurídico, né, de advogados também lá dentro. Então assim, através desse contato, muitas coisas aconteceram na carreira dela, né? Ela teve muitas oportunidades também, mérito dela, né? Com certeza, mas que com o nosso apoio, nosso suporte, foi possível para ela ter uma autonomia ali na gestão, para ela saber fechar contratos com outros parceiros. Então, hoje ela tem um entendimento muito maior assim desse lugar de gestão artística, de autonomia, de você mesmo ali muitas vezes ser a sua própria empresária, né? E a gente sempre trabalha nesse lugar de a pessoa ter autonomia. a gente nunca faz por ela. A gente mostra ferramentas, caminhos, possibilidades e essa pessoa ela vai aprender a utilizar a ferramenta e ela vai se dedicar a a ela mesma, né, a carreira dela. Então tem muitos artistas que a gente tem um histórico assim de que estão super acelerados no mercado, lançando suas músicas, sabe, trabalhando com outros parceiros. A gente sempre fala dessa rede fortalecida, que é muito importante assim da gente não segregar o conhecimento, de realmente passar mesmo. Então como se filiar, a gente fala abertamente que é de forma gratuita e a pessoa ela pode fazer a gente mostre do caminho. Então a gente nunca quer, sabe, deter de um conhecimento e não compartilhar com a gente é do que compartilha com todos e aí com elas e só cresce, né? Além de ser um catalizador, é um fermentão fermentera outras artistas, assim, também faz um trabalho de expansão muito interessante. A Func a gente entrevistou no programa do hip hop, foi sensacional, que legal saber disso, né? E como é que é o território aqui? Hoje vocês já são mais conhecidos, já tem essa galera já associa a vocês são uma referência musical e artística aqui? Eu diria que sim, somos uma referência artística. Estamos trabalhando para, né, reverberar ainda mais, potencializar o nosso trabalho. Hoje nós estamos ainda numa realidade onde a gente não tem um espaço físico, mas é um dos objetivos ter um espaço físico com estúdio, com sala de reunião, pro desenvolvimento desses artistas. E sim, no território do Campo Grande a gente é muito conhecido, ainda mais por professores, produtores, mobilizadores culturais, lideranças, né, de coletivos e ONGs aqui do território. Eles vêm a gente muito como referência de pessoas jovens. Uhum. que tão aí traçando um lugar eh numa visão mais técnica, mais do mercado musical mesmo, né? Não só artístico ali fazer a música, mas a gente tá nesse lugar de ver a música como um produto também, né? Não, né? Tirando o valor da arte, né? Daquele artista, né? valorizando. E aí na região muitos professores sempre me chamam, mandam mensagem, querem apresentação musical, querem ajuda, querem apoio. E na cena artística também eu vejo que às vezes uma pessoa lá do Osiel, um artista lá do Oziel, é um um, vamos supor, né, um exemplo do que aconteceu, um produtor audiovisual, fotógrafo de vários artistas da música falou: "Olha, eu conheço ali o pessoal da catalisadora Maia, vai lá". encaminhou vários artistas pra gente para se filiar numa associação musical. E a partir desse contato eles se filiaram, hoje eles estão registrando a obra deles. Então a gente se tornou referências em muitos territórios de Campinas, como essa catalisadora que acelera artistas, que potencializa o trabalho deles, que tem ferramentas e metodologias, realmente tem algo consolidado ali, sabe? saiu de um coletivo, de um selo para uma empresa, né, constituída com CNPJ, com equipe, com remuneração dos profissionais. Hoje nossos profissionais todos têm certificado internacional pela humanitárial e aí a gente tem, né, certificado em gestão de projetos. Então a gente não trabalha só com a música, a gente também trabalha com projetos culturais, socioambientais e isso traz uma visibilidade também para o que a gente tá fazendo na catalisadora. Tudo é arte, né? Tudo é arte. E a gente sai um pouco dessa ideia meio romântica que o brasileiro tem, né? A gente tava falando outro dia num coletivo de projetos, de estudo de projeto, que é essa coisa meio romântica e e dá para ser tudo, né? E acho que isso não te impede de ser super criativa nas suas músicas. Dá até para ir mais além, não dá? Com certeza. Eu fico muito aliviada assim de ser uma artista hoje que conhece esse lugar por dentro dos bastidores, que tem autonomia para se registrar, registrar as minhas músicas. Eu sei a porcentagem que um artista, um compositor recebe, então não vou me passar a perna, né? Então é importante ter conhecimento para isso. E aí através do que eu aprendi também de produção musical. Então hoje a gente através da catalisadora Maia, nós temos cursos e oficinas de produção musical voltada para as mulheres, pra comunidade LGBTQ, APN+. E no começo eu também fui uma aluna do curso de produção musical e aprendi a produzir minhas músicas. Então hoje quando eu preciso enviar uma voz, gravar uma música ou fazer um bit, eu mesmo tenho essa autonomia para fazer. E é muito confortável esse lugar, né, assim, de você ter conhecimento sobre aquilo que você tá fazendo. E aí eu atuo não só como artista, mas como gestora, CEO da catalisadora. Eu cuido da comunicação, muito do que tá no site tem inspiração minha, inspiração de todos nós da equipe. Então a gente tá sempre fazendo essa ponte. E aí conhecimento nunca é demais, né? O conhecimento é poder. E independente se você é um artista, uma letrista, né, uma pessoa que tá ali ou às vezes quer só tirar foto, é importante você conhecer bem assim do do seu ecossistema que você tá inserido. Eu sou assim, eu faço música, eu faço portfólio, eu sei fazer registro de fotos, sei fazer documentários. Então assim, eu sei gravar, me gravar, sei sei fazer várias coisas. Isso me possibilita, né, muitas oportunidades, reconhecimento de uma maneira diferente também, valorização do meu trabalho, autoconfiança, né? Então isso ajuda muito, eu acredito. E tem muita mulher legal na cena precisando dessa desse apoio, não tem? Sim, com certeza. tem muita mulher, muito profissional, muito massa, assim, muito talentosa. Muitas vezes falta uma oportunidade, uma abertura ali desse ecossistema, reconhecimento no trabalho. Então, eu sempre apoio as outras manas da cena, né? Eu nunca nego informação. Então, assim, poxa, tem manas que estão se desenvolvendo, que já estão morando sozinhas, que estão ali eh lutando para ter um lugar também na música. E eu acho que é fundamental você se apoiar junto com outras mulheres, sabe? eh se fortalecer nesse lugar mesmo e para cima, assim, buscar conhecimento, se envolver nessas nessa rede, né, de pessoas. E tem muitas mandas talentosas. O que falta às vezes é uma oportunidade mesmo, mas se não tem oportunidade você vai lá e cria, né? A gente não para de fazer o que a gente tá fazendo, a gente estuda, pesquisa e a gente se movimenta juntas. Não acaba nunca. E se tiver com dúvida é só vir procurar vocês aqui no Maia, né? Sim. Pode me chamar aqui nas redes sociais, meu Instagram @nakmc_memc e no site também, através do site você vai ter ali acesso suporte, vai ter acesso ao nosso e-mail, manda uma mensagem porque às vezes você tem uma dúvida, né, e não tem nenhum lugar fulando, tire essa dúvida específica. Mas se você não enviar uma mensagem, não explicar qual que é a sua dúvida, a gente não vai saber. Então é importante, a gente chama de laboratório, né, a catalisadora, porque a gente tá testando tudo, né? A gente tá criando metodologia, criando ferramentas que muitas vezes a gente fala aqui no em Campinas ainda não tem uma cena musical, né, forte de um mercado musical mesmo de produtos, de remuneração, de sustentabilidade através de shows. Então, muitos artistas saem de Campinas para fazer ações em São Paulo, na capital. E a gente tá querendo contornar isso. A gente quer movimentar Campinas, quer fazer essa cena ser suficiente aqui também, ser sustentável, criar esse público, criar esse público, sabe? Então, realmente através disso, maravilhoso. Bom, então você já viu aí as redes sociais, né, e o convite tá feito, né? Queria agradecer demais receber a gente aqui do Conexão no seu estúdio. Eu que agradeço de verdade, assim, muito bom receber vocês. Tem a oportunidade de mostrar o nosso trabalho agora que a catalisadora Maia também tá reformulando essa identidade, né? Nós estamos nascendo novamente, tínhamos outro nome, outra identidade e nós estamos chegando com tudo, site atualizado. Então acessa lá para você ver as informações, se você é artista, né, nesse mercado musical, produtor, produtor fotográfico, audiovisual, executivo, enfim, ou se tiver qualquer dúvida, tem aquela pergunta de milhões, a resposta de milhões e meio, né? É isso aí. Valeu, muito obrigada. Bom, daqui a pouco a gente volta no segundo bloco. Só para quem merece esquecidos. Então esquece. Então me esquece. Deixa nós aqui nesse mundo nós que essa voz da voz é que mais merece. Eu sei bem porque você se fecha assim, mas deixe uma festa pra nossa luz entrar no barra azul passar. Eu sei bem porque você se veste assim, mas deixe uma fresta a nossa luz entrar no traba na [Música] Hoje eu só quero cash. Hoje eu só quero cash. Hoje eu só quero cash. Hoje eu só quero Ah! Ah! Hoje eu só quero ah. Hoje eu só quero cash. Só quero cash. Hoje eu entrei no plano e causei várias coisas. Cheguei festa aqui sem convite. Esperava uns pano, uns kit caro, iPhone branco. Grife, mas entre com barra do palco não vem da palpite, não te obrigo a me entender, mas também não vou me render. Você tá moscando, vai entrar pelo cano. Quando me vê de nave e ela se preta tá botando os kit. Qual as notas? A gente marola bem R na régua e de 12 mola p não se emociona. Você chegou agora ria da minha cara de pagar de simpatia. Presta atenção e não colar comigo fia. Vivendo na luta pros dias de glória. Tô aprimorada pra guerra. Chasse cromado, pele de quitina. Tô tipo uma viúva negra. Lembro muito bem das suas palavras. Eu guardo rancor e raiva. O que me queima mantém motivada. Devo confessar que eu tô grata. Crias de Eva. De volta pro segundo bloco do Conexão Cultural de hoje, falando sobre o protagonismo feminino na cena cultural de Campinas. Hoje com o coletivo Cria de Eva. Eu sou Alexandra Dias. Eu sou a Nega Doce. Meu nome é Veneno da Bit Cacau Vlogs. É um prazer ter vocês aqui. Aliás, a gente tá aqui vocês receberem a gente aqui no Bar da Favela. Gentilmente cedeu esse lugar pra gente tão bonito, né? Meninas, queria saber tudo sobre o coletivo Crias de Eva, quanto tempo e como começou. Alê, para mim é o motivo mais de alegria ainda estar com você, ainda mais aqui na comunidade e do Parque Oziel, que é onde a gente começou, né, onde a gente exerce o nosso trabalho. O coletivo Criava, na verdade, ele nasceu de uma forma muito orgânica, né? Eu sempre trabalhei de forma independente como produtora cultural periférica. Aena da também trabalhava já eh individualmente com como produtora musical e ao longo do tempo negadores também sempre ali exercendo o papel de mestre de cerimônia nas batalhas de rima. O nosso trabalho ele foi unindo com de acordo com os objetivos, né? Eh, ter a necessidade de um coletivo feminino na cena de Campinas vai muito além do trabalho profissional e sim de criar um vínculo e um elo para conseguir impulsionar o trabalho uma da outra. Então é uma honra para mim trabalhar ao lado da Veneno, trabalhar ao lado da nega doce e exercer esse papel. Meninas, vocês são super jovens, mas apresentam uma super maturidade artística, né? Eu queria que cada uma falasse um pouquinho agora o que cada uma faz. Eu sei que a negad, né? A Veneno é mais produtora, todo mundo é um pouco de tudo, né? Vamos começar então pela Veneno. Eu sou a Veneno da Bit, sou produtora musical e eu tô produzindo há dois anos dentro desse coletivo. Tô junto com a Cacau há um ano. A gente uniu essa proposta pela necessidade de ver representatividade feminina nessa cena, pela necessidade de ter uma produtora que sabe como é, tá na nossa pele e que ainda vai desenvolver dentro desse universo, proporcionando alguma coisa, né, legal pra gente e para nós. E é isso. Faço funk, faço eletrônica também, tô sempre misturando, porque eu quero realmente trazer a identidade da artista. Eu quero buscar isso nela. E então as formas que eu vou usar de fazer isso é através da música eletrônica. Eu vou muito pro cyberpunk da internet, então misturo bastante com funk, que é uma linguagem universal, que é a linguagem da nossa vivência para transformar isso em algo novo e também trazer uma linguagem única da identidade da artista, buscando cada uma aquilo que tem de diferente e único, né? Exatamente. Pegar a essência da artista mesmo. Negador. E você, qual foi a sua, o seu ingresso no coletivo? Nossa, o jeito que eu entrei para esse coletivo foi muito louco, vamos dizer, porque começou pela Cacau, conhecer cacau, depois ela me apresentou a mulher e ali assim que a gente se uniu, não foi mais claro, né? E o meu propósito para esse coletivo, né? Meu papel é que ela fez legal as meninas tinhas, fecha de favela que não tem se inspirar e como eu também não tive e aí a cacau apareceu na minha eu tive e quemar eu quero que eu tenho que conseguir essa visão sobre mim, né? A nova geração tem essa coisa. Maravilhoso, né? Cacaó responsa, né? Muita, né? Alê. Alê, tô muito feliz pela oportunidade, porque para mim o coletivo ele é isso, ele responde do elo que criamos dentro do profissional, né? Eh, ter alguém para se inspirar, ter uma mulher para se inspirar. Então, tipo, quando começamos na parte profissional, foi a convite, né, de casas culturais. O primeiro evento que fizemos foi dentro de uma casa de cultura e vendo o impacto que trouxe na vida de outras meninas, eh, decidimos persistir. Então, quando conseguimos elaborar outros eventos para mulheres e fizemos ponte com outros coletivos femininos também, vimos a importância, né, ter um coletivo feminino dentro da cena 019, é para trazer esse impacto de uma conseguir um impulsionar o trabalho da outra. Então, para mim, além de ter um coletivo, trabalhar ao lado da Belen da Beach, que foi uma das primeiras produtoras culturais da 019, produtoras musicais da 019, tá com a Nega Doce, que representa a nova geração, né? A Nega Doce representa a nova geração da batalha de rima, que vem tendo muita visibilidade e ascensão aqui na 019. Então, é uma honra para mim, um privilégio enorme aprender com as meninas todos os dias. Meninas, e vocês se profissionalizaram, né? A gente estava conversando um pouquinho no nos bastidores e elas foram criando corpo. É muita coisa que vocês já conseguiram avançar nesse um ano de existência, né? Sim, até hoje, né? Discuto muito isso no meu dia a dia com a Veneno da Bit. É a dificuldade que nós temos na relação de produção, trabalhar com produção cultural, eh conseguir eh vincular o trabalho pessoal do CLT junto com o os os a vida artística. Isso. E os obstáculos de ter que conciliar o horário, né? A gente tem que descansar também, mas a gente fica preocupada porque tem que escrever ali um edital, tem que escrever algum projeto ou pedir um recurso, né? Pedir um um patrocínio, ir atrás das lojas, né? Então, no começo, ficamos frustadas porque era difícil, mesmo tendo as duas do meu lado me dando muito impulso. E aí percebemos que outras pessoas acreditavam também, o público começou a demonstrar que acreditava na gente. Conseguimos fazer parcerias com com pessoas que são referências para nós, como Thi Trace, diversas meninas na cena, conhecemos outras produtoras musicais também, o que fez um trabalho da Veneno se expandir ainda mais. Então isso foi muito importante pra gente. E assim, eu sei que a gente ainda tem que melhorar muita coisa, mas eu queria saber se o cenário eh artístico ainda é mais restrito para as mulheres, se vocês ainda sentem muitas barreiras, eu sei que vocês ainda estão abrindo portas, mas como é que é essa relação? Vocês ainda sentem algum preconceito, alguma barreira por serem mulheres? Sim, com certeza. Queria ouvir. Dentro disso vem muito dessa estrutura sólida que você diz. Eh, nós iniciamos buscando parcerias, né, com outros produtores que poderiam abrir caminhos pra gente na 019 e essa dificuldade de ser eh enxergada com respeito, né? Então, conseguimos fazer coisas muito bonitas e outras coisas também que a gente foi deixando mais no off, mas aconteceu. Quando nós abrimos o coletivo publicamente na internet pela primeira vez, nós recebemos muita denúncia. Então, houve muita denúncia de agressão, houve muita denúncia de agressão psicológica. E na cena atual, em modo geral, nós vemos até hoje muitas meninas que não são creditadas, não são creditadas pelos produtores culturais. Eh, tem milhões de músicas que não tem o próprio registro, não consegu registrar o próprio nome como uma artista. Então, juntas a gente pensou como que vamos conseguir burlar isso. Então, hoje em dia, correr atrás de um CNPJ e fazer os eventos, conseguir um dinheiro para colocar no fundo do coletivo para comprar a nossa própria estrutura, né? Então, hoje em dia já visamos ter o microfone, montar o estúdio, receber as meninas com conforto, que às vezes elas ficam inseguras de ir em um outro estúdio com muitos meninos que às vezes não sabe como vai ser recebida e com a gente não. Queremos construir esse ambiente seguro em todos os sentidos e isso veio através das parcerias com outras meninas que visam o mesmo objetivo que a gente, as meninas do acolhimento menstrual, mulheres que vem hoje trabalhando com assédio, não que é teve um projeto do carnaval sem assédio. Então juntas conseguimos quebrando quebrar esse ciclo, meninas. Então, a a formação de público também é muito importante nesse sentido, né, pelo coletivo, para que as mulheres se identifiquem, sigam, acompanhem vocês, vão pros shows, entendam que elas também podem fazer parte dessa cena, né? E vocês se apresentam com frequência em um mesmo lugar ou é rotativo? Como é que é? É diferente para cada uma? Não, é rotativo. A gente busca sempre estar juntas, mas cada uma tem um público específico, né? Mas a gente assim tá em casas culturais, tá em eventos também, então estamos por aí sempre, sempre com uma agenda. Já querem colocar aí o contato do coletivo para pessoal seguir? @criasdeva_line, quer falar o individual? O meu é veneno de fato ou veneno da beit? Cacau Vlogs_line. Gente, tô sem Instagram. Minha caiu. É por muito sucesso, mas logo você vai ter, né? Com certeza. Logo logo no Cria de Eva conseguem também falar sobre o trabalho da nega, né? Uhum. Vocês querem dar mais uma palinha pra gente? Pode ser. Ah, queria contar um spoiler também. esse ano, né, um dos passos que conseguimos alcançar eh conseguir essa união com essas meninas pra gente conseguir fazer o nosso rolê físico. Então, agora no mês de maio vamos ter o nosso primeiro evento e eu convido todas vocês, porém nós damos as informações privadas. Lá no Instagram a gente deixa certinho como que vai funcionar a dinâmica, né? A gente tem também o núcleo das Minas Trans. Queriava, beijo a Froquel, beijo Maia. Vamos ter também Oficina com a Maia de Skate, que vai est lá conversando com vocês e falando um pouco sobre esporte. Vamos ter também palestrantes, conversas sobre o direito da mulher. Eh, vamos convidar também as PLPs, promotoras legais populares, diversas mulheres da cena de Campinas que representam. Então, esse mês agora de maio, segue lá no Instagram que tem o nosso encontro físico e eu espero vocês. Ou seja, muito mais do que só música ou só batalha, é muito mais, é um estilo mesmo de vida, é uma proposta de vida que vocês estão avançando aí, quebrando barreiras. Não existe rivalidade feminina, não existe competição. É uma impulsionando a outra, somos incríveis. É, quero que todas as meninas estejam juntas se divertindo num ambiente seguro. Isso é incrível. Isso é maravilhoso, né? E é possível, né? Tá aqui a amostra, ó. Esse mundo é possível. Então, vamos ver um pouquinho mais. Combinado? Ah, eu só queria revisar uma coisa, gente. Não tem, não existe isso de ter idade para ser artista, viu? Hum, bacana. Não importa a que você tem. Desde a mínima e não existe máxima. Legal. Então bora lá, combinado? Então é preta predileta. Preta predileta pode ser, né? Tem que fazer. Caca vogs, queridinha, a predileta da mídia. Não preciso de número para prova correria. Quer saber o que eu faço para aumentar minha autoestima? Virou minha rotina, olhar no espelho todo dia. Crópedrina, letra fiadíssima se quer uma chance. Então bebê, entra na fila. Eu não tenho tempo para criticar. Só para ter que ir lá. Hã hã hã. Negad doce quando chega ele ele nega doce quando chega ele pira. Nega doce quando chega ele pira. Nega doce quando chega ele vira. Nega doce quando chega ele nega doce quando chega ele vira. Meninas muito obrigada por compartilhar essa história de sucesso. Vida longa aí pro coletivo Eva para você também. Espero você mais vezes e quero você no nosso colher. Estarei. Vamos lá. Quero ouvir mais um pouquinho de vocês. Preta predileta, disponível em todas as plataformas digitais. Caca vlogs queridinha. Preciso de número pr correria. Quer saber o que eu faço para aumentar minha autoestima? Virou minha rotina olhar no espelho todo dia? Letra fiadíssima que então bebê entra na fila. Eu não tenho tempo para criticar. Só pr tequila. Nega doce quando chega eles pira. Nega doce quando chega eleira. Rola no estão sabe da Letícia. Você não sabe gostosinha que tá xente essa preta é responsa. Começou essa treta e tem que segurar a bronca. Se vi que tá lacrado, baby r na régua. Se vi na minha reta não vai arrumar conversa. Eu não tenho tempo. Tocar a lotar o saldo da minha conta. Volta com a cara quebrada canela sin que ninguém dava nada. Tô apertando várias grilas e as tão quitada. Cinc essa preta é enjoada. Tô rica bem novinha. Só minha própria empresária. Negra da de quebrada acelerando a nave. Morro do macaco, eu sou cria de quebrada no fone de ouvido, ouvindo o baile da praça. Mente criminal se rola. Esse foi o conexão cultural sobre o protagonismo feminino na cena periférica. Se você gostou desse programa é só acessar o YouTube da TV Câmara Campinas Conexão Cultural. Você revê o programa e compartilha. Muito obrigada pela sua companhia. A gente se vê daqui a 15 dias. É, Eva mesma canção, mesmação, mesma frequência. Abrir seu coração e lembrar então que não é só você que vive na selva de pedra. Na selva de pedra, na selva de pedra. Só não deixa. [Música] He. [Música]
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