TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
CONEXÃO CULTURAL - ANDRÉIA PRETA
Em destaque · HD Vídeo · CONEXÃO CULTURAL

CONEXÃO CULTURAL - ANDRÉIA PRETA

293 views Publicado 20/12/2019 HD · 43:03

Sobre este vídeo

Vídeo do acervo da TV Câmara Campinas.

Transcrição completa do vídeo

28 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

[Música] olá seja muito bem vindo a mais um conexão cultural aqui na sua tv câmara campinas que bom ter você aqui conosco e olha pra participar do conexão cultural já vou deixar um recado aqui entre em contato conosco nas nossas redes sociais têm ou ate zap da tv câmara que está aqui na tela pra você mandar o seu recado a sua sugestão e também tem as nossas redes sociais é o instagram ao arroba tv câmara campinas lá você encontra os bastidores da gravação dessa daqui e de todas as outras praças e de câmara campinas e também no nosso canal no youtube você pode ver e rever quantas vezes quiser todos os nossos programas e pra gente começar bem o conexão cultural nós estamos recebendo aqui andréia preta que a cantora e compositora aqui de campinas ela contar um pouco a respeito dessa trajetória já são 19 anos de carreira mas são brasilândia no top ten vocês prazer imenso daqui e que alegria poder estar aqui com você pra gente poder mostrar um pouco mais a respeito do seu trabalho a gente preparou o vt especial que você confere agora nascida em campinas a cantora e compositora andréia preta tem forte influência da avó materna em sua formação musical a força das palavras juntamente com a oralidade aprendida com a avó garantem composições especiais que agradam qualquer ouvinte em 19 anos de carreira já se apresentou por diversas cidades do brasil e agora empresta o seu talento aqui no conexão cultural mas na verdade o recomeço não tem preço e eu mereço [Música] foi ái dentro de mim [Música] nunca partiu de mim saiu em busca de um melhor recomeço é muito bom essa música vôo livre também já faz parte do seu cotidiano é porque você tem trabalhado num novo álbum que faz parte inclusive com esse nome vôo livre e você quer voar livre mas com certeza é o sonho de todo artista né poder sair voando por aí com as suas canções e poder levar o público a gente está aqui pra isso como diria o milton nascimento né o artista tem que ir onde o povo está e é esse o nosso desejo ea gente disse que no começo são 19 anos de carreira como é que tem sido tudo isso é muitos shows muitas gravações muitas composições pois é pois é sabe que eu fui me reconhecer compositora só em 2011 quando eu voltei de minas gerais demorei um tempo em diamantina minas gerais uma cidade que eu adoro até até hoje né mas sou campineira apesar de ser filho de nordestinos e de nordestinos enfim e e aí eu comecei minha carreira cantando forró pé de serra na antiga casa de forró em campinas que era cooperativa brasil para geraldo exatamente e yasmin a gente começou tocando forró com grandes artistas então eu tive a oportunidade de abrir o show de elba ramalho na época do aniversário de campinas que foi na lagoa do taquaral abrir o show do dominguinhos na casa lá nana cooperativa brasil enfim entre tantos outros artistas aí nacionais a gente estava junto e então assim foi muito a carreira começou super gostosa assim né aquela coisa de poder trocar mesmo com artistas jamais consegue traduzir então foi uma trajetória que eu gosto muito assim eu sempre gostei a família toda nordestina então a música nordestina sempre me pegou um bastante assim e aí quando eu voltei de minas gerais né eu acabei voltando para campinas e os músicos que são amigos já de muito muito tempo não preta agora você vai cantar samba afligente como que canta samba eu não sei cantar samba eu aprendi o freamunde com o que bem lhe ensinava as rodas de samba e aí eu comecei a freqüentar as rodas de samba de segunda a segunda feira a minha mãe falava assim nossa você está parecendo noel rosa cuidar da boemia falei de amanhã vou aprender a cantar samba e aí quando eu comecei a cantar samba também comecei a compor samba tanto que esse esse single que vocês postaram já é do vôo livre é foi o primeiro foi o primeiro samba que eu compus assim não primeiro no segundo ali mas foi uma mesma canção assim contando uma história de vida minha mesmo sabe que foi depois do casamento que não deu certo aquela coisa toda é que todo mundo conhece é muito legal é que você não tem participou também do projeto mulheres no samba que é daqui de campinas também por essa exatamente eu cheguei já assim participando do projeto que chegou na cara do gol o aniversário do do tônico seu paulo que é do que o dono já me conhecia e folha preta vou abrir mais uma data e vou te colocar então eu fiquei muito feliz assim disse ter recebido de volta na cidade nem com tanto carinho pelos artistas daqui pelo paulo tem pela casa de técnicos enfim também trocamos com várias cantoras que são do circuito do samba que estão no rio de janeiro são paulo e de campinas então foi incrível incrível eles e você tem influências de muitos ritmos não só do samba você falou do forró mas tem baião também tem é o forró ele engloba esses ritmos todos nem o baião xote xaxado o maranhão maracatu também é nordestino e do forró mas também é um é um regional do nordeste e acho que uma das características da música regional essa questão de passar de geração para geração é e acho que na sua vida esteve muito presente a a sua avó que passou as músicas eu queria que você falasse a respeito dessa referência pessoal sua e decoro da importância de se passar de geração em geração de voto não é realmente assim quando eu comecei a fazer aula de canto que foi em 2000 9999 foi meu professor me perguntou assim quem canta na sua família ninguém só eu mas você tem uma coisa que parece que foi passado de alguém pra alguém assim pessoalmente eu fui assim ninguém passou nada pra mim aí anos depois que eu fui me ligar e foi assim bem anos mesmo assim né acho que é preciso amadurecer um pouco na vida sempre poder entender que a minha voz sempre cantou pra mim e aí eu falei caramba e minha avó que sempre cantou pra mim então assim ela que foi minha referência musical né e aí quando eu entendi isso aí quando eu voltei pra campinas vindo de um bom relacionamento que tinha terminado eu falei vou buscar minhas raízes de volta né e o disco que eu quero gravar agora fala disso né do buscar as raízes é de e acho que isso serve pra tantas mulheres aí que saem muitas vezes de um casamento ou de uma história de vida ou muito ligado ao patriarcado que está sempre ali presa uma situação e aí quando eu saí eu falei 'não agora ninguém mais me tira da minha e do meu canto do meu cantar da minha canção fome né reconheça as minhas composições foi o momento em que realmente o e aí eu peguei minha avó e foi entrevistar minha avó então eu cheguei com gravar o zinho assim vó como é que é como quer aquela coisa das festas que você fala então ela sempre falou mas eu nunca prestei muita atenção e aí acho que depois do amadurecimento mesmo a gente fala não pega aí né deixou isso direito e aí eu comecei a ouvir as histórias de vida da minha avó então ela conta de canções que ela aprendeu com o meu bisavô ea minha avó ela está lúcida tá viva com 101 anos de vida quase 102 já e ela ainda cozinha aquela coisa toda é cuida do meu avô enfim e ela me passou essas canções assim foi passando canções lindas maravilhosas que eu pesquisei tentei achar e até mandei pro ecad eu quando fui fazer a virada sustentável esse ano né agora em 2019 10 é eu fiz a virada eu falei pk destaque as canções eu não achei os compositores se vocês acharem eu pago os direitos autorais mas eu não achei mandei as letras tal eles também não acharam então quer dizer é uma coisa mesmo que foi passado de pai para filha e de filha planeta de antepassados não é desse aliás da minha votos pra minha mãe da minha mãe e minha avó acabou me passando também aí a gente vai querer ouvir então essa música que você não tem nome mas você deu um nome deu nome de recortando então vamos acompanhar a voz da andréia preta e eu vou dar licença para mauricio que vai acompanhar a no violão é isso é isso aí vamos lá maurício pio eu fiz minha casa muito alegre bonitinho pra eu e você morar bem perto tem jardim e tem um pé de jasmim e faz gostos e olhar a flor dele quando crescem sim a dona só parece um pedacinho de doar a favor dele quando cresce sim a dona só paris pedacinho de luar logo na entrada uma gaiola dentro noro curiosa paz para cantar somente para acreditar que existe outro melhor [Música] começar de madrugada só termina com as portas depois que esses ponte o sol a ameçar de madrugada só termina com a zoada depois quis esconde o sol tem uma sala e uma cozinha também tem uma redinha tão cheirosa de algodão ainda hoje é esta rede que se estica na parede fazendo um marco para o chão só 62 nada vagarosa e com passada o meu pobre coração só senhor foi só a pancada agarose [Música] do meu pão [Música] sam [Música] e olha que interessante que essa música inclusive você canta de uma forma é como você aprendeu com sua avó mesmo não tem uma palavra específica e eu quis manter as palavras que ela fala de um jeito nordestino mesmo como ela aprendeu e que depois eu fui entender também que uma das palavras é do português arcaico né só se o isso uma pancada vagarosa e com o passado do meu clube de coração quer dizer né só se ouve uma pancada até minha mãe falou assim senão vai gravar assim né falei 'vou se irrita e não a sinto enganado jeito que a gente aprendeu até porque é uma homenagem também um esporte com certeza é uma homenagem muito legal e você acha que essa questão da música regional é importante mesmo passar de geração para geração para que não se perca essa essa tradição brasileira essa cultura brasileira não só a música mas como outras configurações artísticas que nós temos é importante a gente está sempre mantendo isso eu não tenho dúvida é eu tenho assim outra coisa que quando eu voltei pra campinas e fiz questão de entender foi de me re ligasse a minha cidade né então eu fui buscar quais eram as culturas que a gente tinha que em campinas porque muita gente fala assim não é campinas não tem identidade cultural que na verdade cultura é a identidade nem se você for pegar o significado da palavra cultura cultura é identidade de um povo um povo sem cultura é um povo sem identidade então essa é a importância que cultua quando você fala em cultura você fala em saberes em coisas que você aprende assim desde comida de não é só na sua música não é só a dança é tudo quis que têm ligação com o povo né eu descobri que em campinas a gente tem eu fui buscar essa coisa da ancestralidade mesmo porque tudo que ancestral nossos pais são as ancestrais nossos avós são as estréias nossos e os que já se foram são ancestrais nós e aí eu descobri que campinas tem vários grupos de cultura popular então assim desde a as folias de reis que eu cheguei a produzir junto com o jorro de gente fez das folias no sesc em janeiro eles estão sempre aí né fazendo correndo fazendo um giro deles no quando chega essa época de de folia de reis mesmo e o ano inteiro se reúnem então eu pude estar com esse pessoal da folia de reis eu pude tirar a alegria também de conhecer mais a fundo o pessoal da roseira da fazenda roseira que é o jogo dito ribeiro né que a alexandra ribeiro é a mestra que cuida hoje da fazenda com que a comunidade toda uma grande representante da comunidade negra a tainá também tem o tc nosso querido assim que também traz a tradição assim então assim eu me liguei muito ao povo negro a comunidade negra de campinas o pessoal também duro com ghosn que tem as senhorinhas assim que são maravilhosas assim galinha então assim a gente tem sua prova de campinas a mim riquíssimo na questão da de contraponto da cultura popular não é com certeza muito legal e pra gente fazer um pequeno intervalo a nós vamos ouvir mais um pouco da andré preta daqui a pouco conexão volta com novas atrações em seguida a gente volta também com andré preta mais um pouco desse bate papo aqui tão bacana não saia daí [Música] houve um soluço sade do luca dotto do brasil lamento trechos sem emprego desde que o índio guerreiro foi pro cativeiro e de lá tanto [Música] um canto de revolta nos olhos do quilombo dos palmares onde se refugiou fora luta dos inconfidentes meu a quebra das correntes nada adiantou e de guerra e paz de paz em guerra todo o povo dessa pé quando pode tentar dotar de dor [Música] a droga a ecoanalítica noite dia [Música] em surrey vencedor a mas que agonia do trabalhador esse canto e devia ser um canto de alegria sou apenas confessou do sat dor o [Música] o [Música] o conexão cultural está de volta com um convite uma visita à exposição mesmo para o público acidental à mostra no museu da cidade localizado na avenida andrade neves em campinas traz uma idéia não tão usual para a arte transformar o espaço urbano dentro de um conceito artístico pra isso o artista visual holandeses mesmo apresenta 20 trabalhos em que literalmente leva recortes das ruas pra dentro do museu provando que a arte está em todos os lugares basta estar atento para enxergá la que você é o meu convidado para ter esse novo olhar aqui no conexão para falar um pouco a respeito dessa exposição a exposição para o público ocidental ao meu lado está o artista que criou tudo isso o mesmo qual foi a ideia dessa exposição mesmo então eu fui convidado pra isso pra mim arte aqui no museu e outro mente tem trabalhado muito na rua no espaço público também porque eu gosto de ficar na observando o que acontece é bom observar as pessoas mas também eu acho inteligente criativo não há porque também essas pessoas que passam por lá eles vão interagir ao mexiana art eu acho esse processo muito interessante e as obras mudem então o que eu mostro no museu ficou do mesmo jeito a maioria das vezes mas o que eu faço na rua por isso no dia seguinte alguém faz uma outra obra em cima então eu decidia a expor suas obras que têm a ver com a rua ou que são feitas na rua ao lado interessante é que você originalmente é o holandês mora aqui no brasil há algum tempo e adotou este nome artístico que é bem brasileiro no mesmo e você consegue observar tudo isso é na rua também essa questão da obra e às vezes uma simples um simples pedaço de concreto acaba se tornando uma obra de arte também por exemplo cinco que aqui no chão tem uma um pedaço da estrada que eu aqui era lixe eu pedi permissão para os trabalhadores para irá agora tá dentro do museu então já tem outro contexto né porque quem vai no museu espere encontrar arte eu acho que quase ninguém duvida que esse pedaço é uma obra de arte projeto mas se alguém encontrar na rua seleção lixo e como transformar o lixo numa obra de arte é eu acho que o lixo se torne marte quando é usado no contexto da arte então por exemplo tem muitos corpos os jogos na rua né e eu fiz uma intervenção perto da unicamp ao lado da estudante universitário porque eu queria visualizar mais ou menos quantidade também dos pontos usados sempre no bandejão e eu acho que eu desloquei o lixo e usei como material na minha própria obra o lixo já virou arte então o lixo não é arte mas é material para a ti como quinto que você compraria na loja por exemplo é o tema um olhar diferente você consegue transformar tudo em arte de repente uma própria coisa que está acostumado a ver na sua casa acaba se transformando em uma arte pra você acha que essa idéia vale a pena a gente curtir mais um pouco dessa exposição e tentar encontrar outras nuances aí sobre a obra do mesmo vamos lá comigo [Música] e aqui está um exemplo bacana sobre como a obra se transforma na rua né mesmo porque é você fez uma pintura em são paulo uma intervenção lá e depois ela foi vamos dizer teve uma recebeu uma pichação externa e várias coisas aconteceram e eu fiz uma moral na usp na maioria da usp e então essa é a obra que está em baixo e isso que eu voltei para a holanda mas eu já fiz é conhecer novas pessoas amigos que moram lá porque eles gostaram não gostaram da mudança do que o espaço não é que a gente sempre muito espaço eu acredito e eles ficaram me mandando fotos das mudanças e uma foto que eu recebi mostrou que alguém fez petição em cima eu eu sempre achei legal novidade porque eu acho espaço público um espaço democrático então se eu mexer lá com alguma coisa eu tenho também que esse tac outra pessoa também quer por exemplo deixar uma mensagem então nesse caso é a de futuro nunca tá bom eu sei eu percebo entre os anos de alguma coisa está mudando depois a outra pessoa minha viola nova falta segundo momento aqui né ea opção sumiu é preciso como isso é possível só que alguém me ama uma pessoa desconhecida fez um restauro da minha obra só que no pleito lá naquele momento ainda deu pra ver a aplicação bem aqui nesse pedacinho aqui ainda está a parte da pichação está uma camada eu achei interessante porque essa pessoa acha que preencham não pode mas a moral sim eu talvez não esta mensagem e depois talvez mais duas semanas hoje eu acho mesmo faltou e amo a parede estava completamente cinza e fez-me lembrar cidade cinza né doria que não pode ter ninguém no espaço público eu achei tão interessante é que eu coloquei as fotos no meu site mas eu pensei 'bom eu quero fazer algo com essas mudanças e quero que isso continue então a terceira obra só 30 é que eles na na escola quando a professora escreve algo é mais uma tinta eu estou devolvendo o poder para os visitantes então qualquer pessoa pode fazer um desenho outra mensagem até alguém escreveu de novo que adquiri no quarto boné então eu acho interessante cada vez que o que eu volto aqui a essa obra é diferente acaba se tornando e acaba se tornando uma questão interativa e eu também poderia como visitante vou fazer um desenho aqui o máximo que minha um solzinho que bonito é o máximo que a minha criatividade consegue conexão melhor como aço isso de novo e tem muito a ver como a pagamento também né então essa obra já teve eu acho 2030 mudanças em outras camadas e pagamentos é muito legal como a arte se transforma esse é um grande barato dessa exposição aqui no museu da cidade [Música] aqui tem um exemplo bacana sobre como a arte pode estar em todos os lugares em todas as ruas praças e avenidas da cidade é o mesmo ele conseguiu identificar algo parecido com letras então ele criou um hábito o abecedário das ruas não é isso se tornou um livre também um aplicativo em que as pessoas em que você convida as pessoas a procurarem essas figuras que se transformam em um abecedário é isso mesmo assim é o alfabeto da cidade ou da rua e esse é o roberto eu fiz nesses sete anos atrás já a holanda e tão não é achar elétrons nas últimas formas são estruturas que parecem com letras eu publiquei um livro também o meu abc da rua ea idéia é que não é que eu mostro meu argumento mas eu queria incentivar outras pessoas também pra procurar elétrons na rua e por exemplo mais xixi no início do livro nessa imagem sempre na página esquerda tem uma letra que eu achei na rua ao lado da onu no brasil e aqui por exemplo o jeito alegre o mais difícil é achar então foi formado com a sombra assim é uma sombra que que se parece com o jeito a idéia é que nem sempre têm a inscrição nesta página a fazer você vai colar a própria falta de uma letra que você achou na rua e nome do aplicativo como que as pessoas baixaram 10 mais 30 ele se tem que olhar com esse nome ea primeira versão do aplicativo na o time português ainda porque estamos desenvolvendo isso mas já dá pra baixar o aplicativo que é de graça e eu aplicativo tenha juvenal aí juntar as letras se ele dá dicas também muito legal que a gente consegue perceber que a arte está em todos os cantinhos da nossa vida na verdade né mesmo muito legal essa exposição gostaria que você falasse convidados também todo mundo pra conhecer aqui no museu da cidade sim eu queria convidar todo mundo né no espaço assiste fica todo mundo também esse museu o título é para público acidental eu chamei o título à exposição para o público ocidental porque quem vai no museu sempre espera encontrar arte que metade das obras que estão mostrando eu fiz na rua e esse público acidental essas pessoas se encontraram por acaso eles e também interagir com as obras e também estão mostrando isso na exposição a exposição vai até dia 14 de dezembro nessa sexta 23 até 18 horas no sábado das 10 até duas entradas gratuitas é todo mundo pode entrar e eu gostaria muito de também conversar com visitantes de todo mundo é bem vindo e um museu também é muito interessante e sem as obras também esse espaço interessante é o prédio do museu da cidade então eu acho que seria interessante com vários motivos é um lugar muito bonito aqui no comecinho da avenida andrade neves tem um museu da cidade de campinas bem de frente com a estação cultura que também bastante conhecido aqui na cidade de campinas valeu a pena esta visita e conexão ainda não acabou tem mais novidades por aí não fique longe disso né continue conosco daqui a pouco a gente volta à tela [Música] [Aplausos] [Música] o dia clarear eu vou como sempre só eu vou dar um fim na distância mas sempre o sol raiá nessa vida leva o pó da flor levo bem-me-quer farinha de milho lembrança no peito velho só na segunda amithab guadiana de vida na infância mamãe quem perde ganha já dizer a minha avó na bala promessa saudade xande não vai se acabar a amor eu vá me acompanha e aprenda melhorar não se leva a partida é uma missão que me acompanharam e aprenda o coração se leva lado batina uma visão leva parte de uma missão que leva à parte a missan [Música] muito bem o conexão cultural está de volta de volta aqui com andréia preta esta cantora e compositora campineira e que traz bastante da questão da música regional que é uma delícia de ouvir não sei quem não gosta eu adoro é o andré você tem trabalhado nos seus shows é inclusive um deles também a gente falou lá no primeiro bloco a respeito da influência da sua voz e tem um show é dedicado a ela também esse é um segredinho de família segredinho de família isso é que é se esse trabalho esse trabalho montei foi até aproveitei o edital que eu passei de virada sustentável para fazer né é realizar esse show a gente fez só com cordas então maurício bill que está aqui me acompanhando hoje é nos 7 cordas é fábio dos santos nas rabeca e violino e também o pedro gavva na viola então é um show que quero continuar agora em 2020 com rodando por aí ele é muito bonito assim é é as pessoas choravam dos shows e foi muito emocionante mesmo eu imagino que você tem essa questão de fazer é esse show é uma versão mais acústica eu acho que isso também acaba valorizando a sonoridade da sua voz o propósito é esse mesmo sim é o cara pra letras que cativa mais é quando você faz um base violão tem essa coisa da de valorizar a canção né assim a letra então a gente tem muita ênfase na letra no que a gente tem de ter bretã du e acho que também é grandioso assim é muito bom quando você tem um público que consegue escutar um voz e violão que realmente você está olhando assim minutos minuciosamente mais do que se tivesse uma orquestra inteira você está prestando muita atenção à lino que a letra quer dizer na emoção da da melodia simplesmente assim eu acho que você é uma tremenda compositora acho porque eu estava antes de fazer a gravação estava como sempre faço eu vou escutando várias músicas pra me preparar para a entrevista e eu comecei a pensar que você usa as palavras nas suas composições que num primeiro momento pode aparecer de maneira menos pretensiosa mas no fim das contas é toda essa sonoridade e essa junção dessas palavras acaba se tornando uma obra literária assim muito bonita pelo menos mexeu comigo é você tem essa questão da literatura também envolvida nas suas composições como que se dá o processo de uma composição sua vez é se sabe que uma amiga minha vez ela fosse você dá nada né eu sei que você preguiçosa se não é daquela que devora livros e tal e você compõe muito bem ela fala comentou isso comigo e assim eu gosto ler mas eu acho que eu sou meio ou sei lá como eu era fugiu a palavra eu não consigo eu prefiro um livro de contos que tem vários contos do que pegar uma história cumprida alguma coisa sabe assim né uma literatura sem país mas é geralmente são cenários que eu vejo então assim eu posso até fazer que a capela agora é tem uma canção minha que que se chama na cachaça que foi uma cena que eu vi no carnaval em diamantina minas gerais 2010 o pessoal abriu o bloco amparo senão eu caio quero descer ladeira do amparo e aí olhando para aquelas pedras na época e diamantina cidade histórica é e olhando para as pedras e falava assim gente o pessoal bebe não cai aqui né como ele como assim e aí eu estava descendo a ladeira resolvi olhar pra cima e é isso que eu vi um homem negro pobre morador de rua esse homem ele se fantasiou de sociedade ele entrou no meio da sociedade diamantinense assim ele ele realmente ele trouxe uma uma coisa que me mexeu muito comigo e ali naquela hora eu falei não eu preciso essa cena me marcou profundamente porque ele se penduravam em ombros distraídos e ele vinha na cachaça sabe então eu fiz um samba é que fala assim vou desfazer me dos laços que a tristeza me presente ou vou invadir um compasso de um samba dobrado pois o carnaval tá aí já chegou mais adiante michael me fantasio sem vaidade de uma tal sociedade me transbordo num golo e vou lá vou eu ea cena eu vendo ele vindo né em novembro ele vindo eis aí vem misturando-se à cachaça numa valsa batucada sorrindo com sua dor vem descendo a ladeira de carne ombros distraídos quebra um tombo abre os braços feito asas se levanta entre mãos esse homem brinca quincas em que homens mulheres vivem deveras na ilusão desce um trago outro ginga e o santo a cabeça sambando como te dão tudo na brincadeira é quem diz que isso não é uma poesia na verdade é uma obra literária que enfrenta muito bom muito bonito de ouvir dizer parabéns pelas composições eu queria já gente infelizmente está chegando no final nosso programa queria que você deixasse um contato para quem quiser procurar nas redes sociais ou quiser participar de um show enfim sim ontem minha página no facebook oficial que andréia preta cunha e preta oficial no instagram é tarde andré ea com dois desde dado andréia ponto preta vocês também me acham por lá e isso minha página também eu tô com uma página cheia de gente mas a gente sempre dá um jeito de colocar mais na página - oficial que eu também ambiciono fiquem à vontade muito legal muito obrigado por essa entrevista andré prazer conhecê-lo pessoalmente trazer é meu é a imensa que a todos vocês na tv câmera ligada e agradecendo também você a sua audiência que sempre fez do nosso conexão cultural uma porta aberta aí pra gente conhecer cada vez mais as pessoas que fazem arte ea cultura aqui de campinas e também da região lembrando os nossos meios também de comunicação no instagram arroba tv câmara campinas você consegue ver muitas coisas das nossas gravações no na nossa página no youtube você pode ver e rever esse todos os outros programas da tv câmara campinas também se você quiser deixar um recadinho pra gente ou ate zap tem também aqui confere anote esse número que está aqui na tela pra você poder entrar em contato com a nossa equipe é muito legal muito obrigado mais uma vez pela sua audiência para a gente encerrar mais um pouquinho andréia preta e do mauricio bill no violão que gentilmente veio pra gente ter essa parte musical aqui vamos tocar mais uma pra gente encerrar bem o que deseja valeu gente até já [Risadas] o tempo virá no mar virá da água pro sol e tempo bom girar na roda na roda do peri mal o tempo voa com vento a vela voa a prima dela evento lança rede mata sede veleja pele evento lança rede matar a sede e belê já era capoeira de angola era o terra boi capoeira no melhor capoeira capoeira a apo é de alor capoeira no berra buemi capoeira no viola do mestre entro na roda pode chegar gira de rara beleza pode chegar menino pode chegar mensal de mãe natureza heber mim hoje da função de mãe natureza é pelo mestre jidá [Música] abr a verdade dói a ponteira foi a capoeira no pior era a capoeira no terra boi capoeira no rio o fundamento de mestres lição pra vida idéia certa maneira de lenk quebra-vento capoeira prontamento de mestre alisson missão pra vida inteira pega madeira de lei e quebramento carro [Música] a mulher era adiantou ó capoeira no terra boi capoeira no piola a poeira carro é rapidinha escola de capoeira no terra boi capoeira no rio olá [Música]
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do CONEXÃO CULTURAL

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
32:05

Conexão Cultural | Instituto Hilda Hilst

35:15

Conexão Cultural | Canto Coral e Iniciação Musical

32:42

Conexão Cultural | Canto coral e iniciação musical

35:01

Conexão Cultural | Festival Artes pela Paz agita Campinas com arte e poesias

38:59

Conexão Cultural | Cineastas revelam como nascem os filmes em Campinas

35:47

Conexão Cultural | Cirque Amar: Megaestrutura, música e atrações internacionais

32:12

Conexão Cultural | Olorumayê - histórias africanas no braile

33:28

Conexão Cultural | Rock campineiro com palhaços da Cidade e sutiã rasgado

38:47

Conexão Cultural | Pinóquio no teatro e o projeto “a escola vai ao teatro” em Campinas

46:41

Conexão Cultural | Nem sangue nem areia: samba-enredo 2026 e 80 anos em Campinas!

34:51

Conexão Cultural | Campinas: terra indígena e exposições potentes

36:56

Conexão Cultural | Teatro em cena: campanha de popularização agita Campinas em

40:58

Conexão Cultural | Artes cênicas: como é o dia a dia de atores, atrizes e bailarinos?

37:18

Conexão Cultural | Arte e movimento: cultura, expressão e identidade em Campinas

32:47

Conexão Cultural | Batalha de rima em Campinas: juventude, hip hop e voz da periferia

35:23

Conexão Cultural | Mãos que moldam histórias: esculturas, caricaturas e inspiração

41:44

Conexão Cultural | Cupinzeiro 25 anos: samba, cultura e cantos ancestrais cariri-chocó

34:15

Conexão Cultural | Dona elza: arte, envelhecimento e transformação com verônica fabrini

32:36

Conexão Cultural | Moli 2024: a força da literatura independente em Campinas

37:00

Conexão Cultural | CINEGRO 2025: festival de cinema negro ocupa o MIS

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
5:55

Adote Um Bichinho | Semana 01 a 06 de Junho de 2026

31:17

Em Pauta | Roberto Alves

33:55

Faça Você Mesmo | Laços Cabelo Copa

34:35

Ponto de Vista | O Brasil está falhando com seus povos originários?

41:17

Questão de Ordem | LDO 2027: Como será definido o orçamento de Campinas?

30:47

Saúde é Vida | Osteoporose

17:34

Câmara Na Copa | Álbum do Mundial vira febre e curiosidades da Copa surpreendem

5:45

Câmara Notícia | 27ª Reunião Solene 2026