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[Música] fala galera o conexão cultural está começando aqui na sua tv câmara campinas e hoje o programa tá bem especial nós vamos apresentar uma banda um grupo musical bem interessante formado aqui em campinas são musicista se de outra cidade mas que se conheceram aqui na unicamp e elas estão aqui pra mostrar esse trabalho elas eles é esse mesmo né a minar a a cecília a marília ea bruna todas elas para contar um pouco da história da elis regina muito obrigado pela presença de vocês por essa possibilidade de gravação tudo bem consegue tudo bem a gente agradece como é que tem sido essa rotina de shows de vocês estão se apresentando bastante sim esse ano especialmente é um informante um recital de formatura bruna também formou então isso acabou atrapalhando um pouco a questão dos nossos apresentações que a gente se dedicou muito mas todas participamos do de nos recitais é todas tocaram resulta uma da outra então a gente começa em função disso a gente até montar arranjos da banda pra isso mesmo mas 2018 especialmente foi o único a gente tocou bastante principalmente porque a gente participa do programa um artista aqui da unicamp a gente rodou bem pra gente contar um pouco dessa história a gente separou o bc especial a contar tudo isso toda essa trajetória curta mas significativa do elas eles conferem windvd os oi e tim fortes mas não tem g1 [Música] a banda elas eles nasceu dentro da unicamp em 2015 inicialmente como um projeto de estudos sobre os arranjos originais do repertório de elis regina com o tempo minar a melo marília de castro cecília collaço e bruna duarte aprimoraram a pesquisa com arranjos próprios dando um novo significado para o trabalho já como banda as meninas participaram de festivais pelo brasil além de se apresentar regularmente nas casas de espetáculos do país sempre honrando o nome da eterna elis regina e hoje elas mostram todo esse talento aqui no conexão cultural [Música] ó [Música] ae [Aplausos] [Música] muito bom vocês então pra gente contar direito vocês se conheceram aqui na unicamp inclusive nós estamos na casa do lago que é um espaço cultural importantíssimo de campinas que fica dentro aqui da universidade vocês conheceram na faculdade de música cada uma é de uma região fala aí todo mundo que eu já esqueci você já me contaram bruno bom é eu vim de guarulhos só de guarulhos e eu acabei conhecendo as meninas aqui e realmente cada uma de um lugar e um lugar do brasil muito diferentes se devem em florianópolis o hiper longe também a melhora vem de goiás ea marinha devem de ribeirão preto então é cada uma de um lugar mesmo assim todas pra cursar faculdade de mocinha todas as propriedade de moscou em contrabaixo camareira em piano popular seria bateria e eliminar encanto tão popular então esse tabu se conhecendo realmente aqui e e ao minar a imagem é mesmo ano em que tudo entre 2015 e 2016 que foi a gente começou a banda de fato eu queria saber como é que cedeu esse trabalho porque era um trabalho de pesquisa para vocês conhecerem estudarem a toda a trajetória da elis regina e de repente vocês formaram essa banda ou seja pesquisa cresceu tanto a ponto de virar um trabalho além disso mesmo assim na verdade eu escrevi um projeto porque tinha intenção de fazer uma iniciação científica então seria uma pesquisa teórica pra pesquisar a mesma trajetória do canto cênico da elis regina como ela como corpo dela lhe dava com o palco o espaço como isso passava para a voz dela eo repertório em si só que aí eu acabei chamando as meninas primeiramente a marília branca conhecida de 2015 para montar um projeto práticas pra gente tocar mesmo as canções que a gente gostava delas sabe que elas também gostavam deles e aí quando surgiu o projeto da gente realmente fazer isso a sicília estava entrando que foi logo no comecinho de 2016 a gente já aproveitou o vestibular viu que ela tinha passado quer fazer uma banda com a gente a gente nem conhecia direito assim então foi a primeiro ponto partir da pesquisa e depois de uma vontade de colocar isso ética mesmo como que a elis regina entrou na vida de vocês a gente sabe que ela morreu em 82 acho que vocês são mais novas do que isso né como é que ela entrou na vida de vocês antes mesmo da universidade é que vocês podem dizer isso puxar a orelha da conversa então na verdade acho que todas nós desde criança já ouvimos deles inclusive no meu caso eu sempre via eles em casa porque tinha um pôster dela no escritório do meu pai então os meus pais sempre foram muito fãs então desde criança escutando e as meninas também né é pra mim também foi meu mas de uma maneira meus pais também que sempre gostaram bastante a minha família tem muita influência está muito da mpb e assim então eu acabei ouvindo desde sempre mas realmente tocar eles é uma coisa que é nem passava pela minha cabeça assim quando a mineira vem com a proposta a mãe né vamos ver o que vai dar e está dando no que está dando agora vocês estão vendo aí está dando supercerto muito bem está dando tão certo que nós vamos ver mais uma música por elas eles [Música] [Música] [Aplausos] [Música] sempre no coração acham que eu o nome de enchia poder mover a carne dessa mulher é que eu sou do bar [Música] como pode ser você trabalharia no sol ia tomando banho de mar [Música] ó muito para viver devo falar em amor enquanto minha morte eu vivo de brigar pra ouvir em voltado fogo todo mundo abrindo junto que tem que a contar casos e desejos coisas dessa vida da outra mas nada de assustar quem não é sincero sai da brincadeira correndo pois pode se queimam é neymar saiu do trabalho e volto para cá z não lembro de canseira maior em tudo é obeso o suor sempre no coração a joão que o véu é a fome de um dia poder por ter a caneta é essa mulher [Música] [Música] [Música] veja bem o pará como pode ser você trabalharia do som e eu tomando banho de mar ocupar a viver em grupo para morrer minha bom tempo vem em rápido de brigar com alguém o é ei em voltado fogo todo mundo brinque jogo o youtube tem pra cuidar caso deseje as coisas dessa vida e dá outro mas nada de assustar quem não pesquisar o sai da brincadeira ocorreu nos corre se queimam 10:4710 minutos e 47 segundos [Música] aí era a galera ai ai ai eu não era ae paraná e praia [Música] em tudo é o mesmo suor e essa é uma música que usa bastante a bateria da cecília você não alivia nessas ilhas é muito legal o seu som como é que foi a sua formação musical antes de conhecer o trio veterinária disse ela já se conheciam você acabou aparecendo depois mas é integrou a banda de uma forma bem especial é então eu comecei a tocar lá em florianópolis na minha cidade quando era menina tinha seis anos e será sempre essa é uma forma de lazer assim para descarregar a energia minha mãe diz são essas as palavras dela e daí a coisa foi andando foi ficando muito interessada mais com o passar do tempo quando tinha uns 15 anos eu decidi que era isso que eu queria estudar mesmo fazer e é engraçado aqui na minha primeira apresentação quando eu tinha seis anos e nem toca bateria era muito pequena e não deixaram eu estudava já e eu falei pra minha mãe e eu quero fazer o resto da minha vida idéias escolheu unicamp engraçado que só que na hora contou deu entrada na banda ela tinha essa ideia e antes de se matricular o time mudado mas eu não tinha feito a matrícula a marília falou comigo e me chamou por outro grupo antes da matrícula estar matriculado e elas eles que não tinha esse nome aí né ela só um grupo de estudos de elis regina e é e com ela com relação a bateria é mesmo se não tivesse entrado e exige nome que que sempre aparece para que a intenção bateria é da música brasileira que ela gosta desmonte aqui então o nosso professor de bateria que olhando barça linha ele passa muitos vídeos bateristas dela tem estão vivos até hoje em que eles revolucionários e bateria na música brasileira de qualquer jeito eu ia passar por isso de alguma forma ilegal já comecei no início sim é o interessante como você citou o trabalho o estudo sobre elis regina que pesquisaram tudo o que vocês encontraram além do que é o senso comum de todo mundo que você encontrará nesta pesquisa da forsa terra do trabalho de vocês é como grupo musical bom é pelo menos quando eu escrevi o projeto eu tinha um grande interesse em saber por que que eu sempre ouvia que ela é a maior cantora do brasil é uma voz de todos os tempos eu pensava que faz da voz dela tão diferente e eu de fato emocionava de fato sentia que tinha algo diferente quando eu via as performances dela isso e cantava muito eu comecei a querer pensar em fazer um mapa das proximidades dela assim através de pesquisa e eu acho que para as meninas que esse espírito se espelham os músicos dela mesma coisa que o césar camargo por exemplo uma entidade é no 9 ano no caso da bruna que a usam no baixo por todas nós temos temos essa vontade de saber o que faz desses músicos serem tão expressivos então por isso que a banda surgiu desse propósito de fazer transcrições que tocar música como a música é e fazer releituras quer seria juntar as nossas influências com as influências desses músicos que tocavam com ela acho que é um pouco disso do misto de tudo não dá vontade de saber um pouco mais sobre tudo e talvez disso tornow elas eles tão especial é porque vocês não simplesmente reproduzem exatamente o que era a música que ela fazia junto com o grupo dela vocês dão o toque pessoal de vocês então esse toque brilhantemente o sevilha foi muito gostoso negada porque não é uma coisa muito fácil porque algumas canções é na minha opinião tem um arranjo quase que absoluta sem janela uma coisa muito pronta é muito difícil pegar algo que a gente gosta tanto que é tão bom e trazer alguém trazer algum elemento novo em cima disso né eu acho que é um trabalho um pouco difícil até a gente sempre foi é incentivada a fazer alguma coisa diferente é que acho que essas duas vertentes estudando música que é a primeira é a imitação que é como a gente tem uma linguagem então a gente começou como nossa primeira música foi água de marfim depois agente fifa dá preguiça ele fez muito parecido também fez maria maria muito parecer várias músicas vão até hoje às vezes faz não tinha essa gravação não é mais ou menos como acaba ficando diferente principalmente hoje depois de quatro anos de estudo e de grupo mas mas é às vezes a idéia é essa para estudar mais a partir de uma cinco primeiras músicas nosso professor de prática na unicamp já começou a falar e nós vamos tornar alguma coisa com isso isso o estudo mas e aí e foi bem nesse aí que aconteceu de a gente entrar no festival med e gerou frutos então acho que a individualidade ea personalidade é sempre o que acaba chamando a atenção quer completar alguma coisa para ele e também uma coisa importante é que a gente sempre foi muito amigas desde o começo a gente sempre teve um ensaio muito como encontro de amigas também um clima descontraído que eu acho que cada uma pode desenvolver mais a sua personalidade musical sem medo de julgamentos ou qualquer coisa assim isso é muito importante também acho que pra todas as mãos muito bom é isso mesmo e pra você curtir mais um pouco do som do elas eles nós vamos fazer um pequeno intervalo mas você continua conosco porque tem outras atrações no conexão e claro tem a música delas vamos conferir e continue conosco é isso o ie6 o amor eu vá fazer sem saber o que era sol pra você só tinha de ser com os e havia a dizer pra você senhor era mais uma do que não seria o aquele que a gente o v o amor que chega o toy dá porque ninguém deu pra você o amor que chegou fadda da o que ninguém é você que é feito o diálogo me deixa a morar em si azul me deixe contrar mim é o pai você é bonito amamos pudessem salvar de eu sempre fui só de você você se provou solid [Música] é feito de azul me deixa amor além do azul o nosso foco pra meu pai que é bonito fama só se pudesse assim saber eu sempre fui só de você vocês preto sólido [Música] eu sempre foi só de você você sempre foi só de preto só de você vou sempre çom 2 ó eu sempre um só de você e que você sempre foi só de mim [Música] ó que eu sempre fui só de você e você sempre foi só de forró [Música] [Música] i é moçada o conexão cultural está de volta aí de volta com uma pergunta pra você alguma vez na vida você já jogou uma fotografia fora diz carton em algum lugar por exemplo de um álbum de casamento que não durou ou de repente de familiares antigos e que você não tem mais onde guardar pois é essa é a temática da exposição arquivos órgãos que usa as fotografias descartadas por pessoas anônimas e que caiu nas mãos de artistas e isso cresceu e se transformou numa exposição que está em cartaz aqui no marco museu de arte contemporânea de campinas é o que nós vamos conhecer agora você é o meu convidado vamos lá [Música] [Aplausos] e para falar um pouco a respeito dessa exposição arquivos órfãos daqui ao meu lado uma das artistas a estefânia gravina que tem alguns trabalhos aqui e vai contar um pouco a respeito de como surgiu a idéia dessa exposição é stefhany tudo bem também brigada está a exposição giorgio a partir do acham que o arquivo on coleções vitórias ordinárias esse arquivo surgiu em 2006 através da parceria entre artistas catadores de lixo e pesquisador da imagem aí a partir desse arquivo ea curadoria da fabiana bruno montamos esse exposição que são 14 artistas que trabalham diretamente com esse material são mais de 10 mil fotografias órfãs as fotografias órgãos é só as fotografias como pessoas comuns acabaram descartando no lixo e vocês transformaram isso numa obra de arte cada um à sua maneira é como se deu esse processo de criação o brasil a criação se deu através da orientação da curadora fabiana bruno e um processo largo foram em alguns artistas foram dois anos outro que fizeram uma residência foi um ano de trabalho com esse material e então aqui temos artistas de campinas a maioria tem alguns até são paulo que também estão participando a senhora que a gente não mas residente de campinas já algum tempo né estefânia é eu gostaria que você falasse a respeito dessa questão dos catadores que surgiu a partir daí é o a fotografia é um material que não se recicla mas ela pode ser utilizada novamente a fóton é em 2014 eu estava fazendo uma série de fotografias de casas que foram demolidas em campinas que estava sendo demolida nesse processo entrava dentro da casa e fotografava a fotografá-lo pedreiros aí ele me deixa à vontade para continuar fotografando nesse preciso conhecer o conteúdo de catar hoje ao saber que ele estava pegando coisas da casa junto e aí junto conversamos e eu falava que era fotografar que me interessava e ele falou que ele achava muita fotografia de carta na rua e que inclusive fez a fotografia não serve como como o papel reciclado ou seja não sabe não tem valor nenhum né então ele começou a se paralise a fotografia para mim e deixava na portaria meu prédio a partir disso foi crescendo crescendo até se transformar numa grande exposição como que sim agora se olha que hoje tem mais de 2 mil fotografias de diferentes formatos tem sinais têm fotografia rasgadas álbuns de família tudo isso que foi desvinculado de alguma forma a família e acaba assim não jogar fora e que no fim das contas tem um valor enorme se porque esse as fotografias abandonar as ilhas são adotadas e hoje em dia fotografia tas e tá se saturar nosi mais detalhes no a gente tem que parar de produzir imagens se usar as imagens que estão disponíveis o artista hoje tem que pensar nisso se apropria das imagens mesmo na internet imagens que são decapitadas e trabalhar com esse material a gente percebe que foi feito um ótimo trabalho com esses diversos materiais graças à criatividade desses artistas que estão presentes aqui vamos dar mais uma olhada na exposição para conhecer um pouco mais nesse trabalho há aqui uma outra obra interessante da artista olívia maia que está aqui ao meu lado também pra contar parte da vida é assim é o nome da sua obra que tá ali atrás é o live qualquer ideia dessas uol bom quanto eu fui mexer nos arquivos da estefânia eu achei um monte de fotografia de festa de criança isso me chamou muita atenção porque se vê você jogar fora as lembranças do seu filho d é muito difícil né então eu vi que ali tinha alguma coisa que merecia ser resgatada modificada e reapresentada então eu peguei essas fotografias tirei a foto das fotos recortei pois no computador usando o photoshop e no final eu fiz em transfer e madeira que é uma técnica de artesanato que eu gosto muito e que eu gosto muito dessa idéia de resgatar artesanato e colocar no mundo da arte a disposição é diferente porque você coloca de uma maneira que tem no chão tem na parede espaçadas e então essa colocação é a obra e graça da afab bruno que é a montagem a curadora da dessa exposição e eu gostei muito da maneira que ela fez por que lembram um pouquinho um título não sei se você percebe um altar isso porque porque depois de eu ter feito a essas fotografias de aniversário eu quis fazer outra parte da vida que seria morte então eu fui num cemitério aqui de campinas e telefonou grafia desses ba vinhos que eles colocam um flor artificial é uma coisa assim é realmente uma homenagem que foi o que foi possível fazer por aquela para aquela pessoa morta então as duas partes da vida parte é duas comemorações tanto a vinda ao mundo como a memória do mundo por isso que seria parte do mundo também teria essa conotação é muito legal de descobrir essas particularidades de cada obra a olívia conseguiu explicar pra gente um uma coisa mística vamos dizer assim é parte da vida e da segunda vida né não sei só de segundo da vida depois me conta depois como é que é porque é isso eu não sei eu sei também olha só que interessante essa peça é da e de felton ela usou as fotografias que chegaram picotadas e ela transformou em uma peça bastante interessante é o ovo tem muito a ver com a maternidade também que é o tema que ela trabalha bastante enfim são diversas instalações uma mais interessante que a outra que vale a visita aqui o museu de arte contemporânea de campinas que fica na rua benjamin constant bem coladinho aqui com a prefeitura de campinas uma exposição muito interessante que vale a visita e que você visitou junto conosco e olha os artistas estão sempre recebendo doações de fotografias caso você tenha na sua casa o endereço pra entrar em contato com o pessoal está aqui na tela você pode buscar aí na sua casa nos seus arquivos se quiser descartar entregue diretamente para eles que eles vão dar um jeito de tratar isso uma forma bem bonito agora o conexão cultural ainda não acabou tem mais atrações continue conosco [Música] não quero lhe falar meu grande amor nas coisas que aprendi nos discos quero lhe contar como eu vivi e tudo o que aconteceu comigo [Música] viver é melhor que sonhar e eu sei que o amor é uma coisa boa mas também sei que qualquer canto é menor do que a vida de qualquer pessoa [Música] porém só cuidado meu bem há perigo nas quem não eles venceram e o sinal está fechado para nós que somos jovens abraçar seu erlon e deixar sua menina é que se fez o seu braço o seu lábio e à sua avó você me perguntar pela minha paixão de só então tá tá com uma nova invenção eu vou ficar nessa cidade não vou voltar pro sertão pois vejo vivido no vento cheiro da noiva está sou eu sei de tudo na ferida viva do meu coração já faz tempo eu e você na rua o cabelo ao vento gente jovem reunida na parede da memória é só lembrar do seu quadro e dói e agora perceber que apesar de termos feito tudo tudo tudo que fizer mas ainda sou os meses e véus ainda somos os mesmos e vivemos com os nossos a nossos resíduos ainda sus mesmo as aparências não enganam você disse que depois dele [Música] apareceu mais ninguém quer dizer que eu toco fora oi eu tô inventando [Música] mas é você que ama o passado e que não vê é você que amam passado e que não vê logo sempre [Música] hoje eu sei a equipe me deu a idéia de uma nova consciência juventude está em casa barrado porque dando minha boca é perceber que apesar de termos feito tudo tudo tudo que fizemos ainda somos os mesmos e vivemos ainda sua os mesmos e vivemos nós ainda sempre o novo som ah [Música] essa é a música do grupo elas eles que elas estão aqui no nosso conexão cultural que está de volta aqui na tv câmara campinas e vocês falavam no bloco lá no comecinho no primeiro bloco que esse trabalho de pesquisa sobre a história da elis regina se transformou em algo maior que virou a banda elas eles e isso se transformou em algo maior com a participação em festivais e que rendeu frutos né você dizia isso no final do primeiro bloco como foi esse festival foi em 2016 que isso significou pra vocês têm que falar sobre isso não tem que falar foi marcante foi marcante é bom pra mim eu estava no primeiro ano de faculdade de 18 anos está participando de um festival que no estado de são paulo mas o que ganhou né no país e quem ganha é todo ano vai concorrer à final mundial na europa então é um negócio que eu ter feito parte também foi a primeira vez que a gente tocou de fato num palco grande público também grande então foi muito legal assim foi muito bom foi uma experiência incrível pra gente e fora os comentários dos jurados depois nem recebeu todo mundo recebe então ele foi bem foi bem positivo e deu um gás mesmo falou nós estamos cantando estamos no caminho certo então acho que foi muito isso assim eu acho que deve ter sido especial também pelo fato de que a própria elis regina participou de festivais ao longo da carreira e que naquela época em que os festivais eram vocês vão saber falar melhor que eu tinha uma projeção nacional gigantesca talvez um pouco diferente do que é hoje mas naquela época os festivais aqueles festivais talvez seria considerada um rock in rio daquela época é e ela participou enfim pra vocês que estudam a vida dela deve ter sido bem especial mesmo assim não há uma certeza e colocar o repertório que a gente vinha tratando com tanto carinho num palco grande pela primeira vez foi muito especial que isso acabou chamando a atenção para a banda a gente teve outras oportunidades depois pessoal portinho mais as nossas redes sociais têm mais interação a gente acabou conseguindo outros shows por conta de ter aparecido e médio assim e é um festival que é televisionado então foi muito bom para o marketing da banda mas a experiência em se instalar e participar de outras bandas de conhecer outras bandas é tão importante também pessoal muito bom nível muito alto os jurados são jurados é pessoal que frequenta academia de música assim então foi muito interessante essa experiência muito bacana a gente já tinha redes sociais a gente fez meio que durante o lógico que a gente fez pouco antes do meio ambiente por conta do festival é 2 de melhor em uma zona no festival tem uma questão é a primeira vez que eu mostro as moças para outras pessoas não foi a primeira primeira eu lembro da primeira vez vai lá no final do dia mas foi a primeira num palco e para várias pessoas que não é só daquele também porque sinto bem pequeno então é uma coisa muito nova mostrar pela primeira vez um projecto acho que assim todas nós já tínhamos experiências com com palcos mas é que a questão do carinho pelo projeto saber um projecto que acho que todos nós é a banda só de mulheres a banda que com as nossas amigas assim terão um negócio muito especial naquela época está começando e ver que aquilo que era uma sementinha estava virando e talvez fosse virar algo maior assim se você falou num ponto bastante interessante porque essa é uma banda só de mulheres o que não é tão comum no brasil infelizmente o que representa a questão é nessa questão das mulheres fazerem todos os papéis da banda que isso significa acho que isso é muito importante por um lado porque a gente mostra que as mulheres são capazes de fazer aquilo que muitas vezes a sociedade mostra com que não o nosso caso que eram homens que faziam na exatamente é eu acho que eu me sinto muito representada porque eu sinto falta de ser representada sabe e é muito chato às vezes vêem uma banda muito talentosa só tem caras tocando e às vezes tem uma menina quando tem ou ela cantora o alpinista eu conheço pouca gente que é com a menina que é baixista colocando aqui é baterista sinto falta dessa referência decidir que a gente também pode sentir essa falta antes e hoje saber que a gente é referência para outras meninas que chega até nós assim às vezes no fim do show vem emocionada somos isso também vocês me deram uma coragem ea vontade de fazer eu acho que isso é o mais importante sabe você representar outras pessoas que não estão se sentindo representadas que era o nosso caso e agora a gente está podendo levar isso isso é a representação disso acho o máximo assim muda o status média que sonha com algo pra uma pessoa que é não só que realiza mas que viram o sonho de outra pessoa é outra pessoa tá sonhando com o que vocês fazem o que é muito bonita e muito vale na área eu quero perguntar uma coisa pra você porque você é a voz da banda a elis regina é considerada por 99,9 por cento dos brasileiros na maior cantora de todos os tempos do brasil e toda vez que alguém canta músicas da elis regina tem muitas comparações e aí por todo mundo queremos citar a sandy a própria maria rita eu já vi que é filha da elis regina da mesma é a comparação é é imediata a turma compara dizendo ah mas ela não é a eles a sandy também uma vez encantou águas de março de baiana cantou muito bem mas ainda não é ele enfim e olha que ele olha como é que nós estamos falando né como é estar no palco aos olhos da platéia sendo julgado por todos eu acredito que esse seja uma grande responsabilidade porque é atribuir eu atribuiria a responsabilidade é uma pessoa que tivesse querendo fazer um repertório de elis também seja se eu fosse o público então eu sinto que tem essa cobrança de responsabilidade e claro mas eu não me sinto é negativamente cobrada e nem me sinto no papel de comparação porque acho que a banda tem muito claro essa questão de que nós não somos um cover então não me sinto obrigado a fazer nada igual eles e nem conseguiria nem a proposta mesmo porque como ele só tem ela e eu acho que até é uma honra na verdade mais do que só uma responsabilidade até uma honra ter a oportunidade de fazer esse trabalho que é uma coisa que é muito difícil mas ao mesmo tempo é muito prazeroso é muito prazerosa tem muito retorno que as pessoas sempre reconhecem assim o meu trabalho como cantora quando falo que têm ligação com um deles não porque eu queira pegar carona o trabalho dela mas porque as pessoas entendem fala nossa você canta não é como eles mas você traz uma coisa que é sua mas traz o repertório dela é a gente já teve o privilégio de tocar para pessoas que chegaram a ver eles né no palco pessoas que conheceram eles e essas pessoas sempre vêm emocionados no fim do show falar então isso pra mim é uma grande responsabilidade porque a ligação muito próxima a gente tocar as pessoas que conheceram o trabalho dela de perto e me sinto muito honrada assim e acho que isso só engrandece a minha proposta de realmente pesquisar e entender por que que ela me emociona tanto e conseguir talvez um pouquinho emocionar as pessoas como eu sou emocionada por ela como ela emocionou tanta gente é muito legal é o queria para a gente encerrar que vocês é deixasse um contato da banda em uma última pergunta vocês pretendem manter esse projeto para o futuro é isso está nos planos agora que você já estão saindo da universidade vocês vão manter isso daí é por favor mantenha e deixa um contato pra todos quem quiser procurar vocês é muito manter-se inclusive para o ano que vem está planejando gravar um cd então fiquem ligados contatos temos e meio temos youtube canal no youtube temos instagram tem no facebook tudo como ela seria oficial então elas eles oficial arroba gmail.com pra e meio então podem mandar emails à vontade é no facebook como elas eles também e no instagram 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sugestão pro nosso programa você faz parte disso quero agradecer também o pessoal que da casa do lago que gentilmente cedeu esse espaço pra nossa gravação e claro agradecendo sempre a sua audiência é por por vocês que nós fazemos esse programa de sempre apresentar o melhor da arte da cultura de campinas e região para a gente encerrar o programa eu pedi mais uma música no elas eles e assim a gente se despede a um som bem gostoso que elas vão cantar muito obrigado até a próxima semana tchau ae ia à tarde é feito via do culto e um bêbado trajando me lembrou cali tá qual a dona do bordel [Música] pedir aquela estrela fria brilho jaú [Música] é uma papa van do céu chupa do mancha estou chorando que isso el kun um bêbado chapéu como base a irreverência mim pra noite quase igual [Música] jonas nunca erro a nossa pátria mãe gentil chorão bolinhas e claro o solo do brasil [Música] mas sei que uma dor assim com gente pode ser inútil a aie espera a alta na água [Música] em cada passo dessa linha pode se machucar ae sei que ele está lá sabe que o show de todo artista tem que continua [Música] a frase pra mim pra mim brasil