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[música] Bom, pessoal, Campinas que deu certo hoje super especial, porque nós vamos contar a história do Instituto Anelo, fundado nos anos 2000, mas especificamente em 2000 mesmo, aqui no Jardim Florense 1. uma história fantástica com o Lucas, que é um dos fundadores, vai bater um papo com a gente. E aí, beleza, Lucas? Prazer em revê-lo. Prazer nosso e contar com mais uma vez com o apoio de vocês para nos ajudar, né, a contar essa história do Instituto Tonelo. Bom, olha, é, deve ser a oitava entrevista que eu faço com você, pelo menos, né, Lucas? uma no meu bairro na TV, a gente já fez reportagem e agora nesse quadro especial que é Campinas que deu certo porque o Instituto Anelo não tem nem o que falar. É, Campinas que deu certo. É, a gente é muito feliz porque o nesse ano o anelo, né, completou 25 anos, mas todo esse é um sonho coletivo que começou quando a minha irmã Silvana, a quem eu considero assim minha heroína, lá em 1996, na época eu tinha 16 anos, morava em uma das vielas aqui do Jardim Florence e ela me convidou para assistir a uma apresentação musical. E depois dessa apresentação, depois de assistir, eu eu tive a certeza assim que seria o primeiro músico da minha família. Então, despertou esse sonho, esse desejo. Então, eu peguei um pouco de recurso que tinha, investi na compra de um teclado. Esses dias até achei a achei até a foto desse desse primeiro instrumento, porque como a nossa casa inundou, eh, ficaram-se pouquíssimos registros, praticamente nada, né? Mas um colega me enviou essa foto assim, foi muito emocionante rever porque eu tô ali com um boné, porque eu era vendedor ambulante e com esse primeiro instrumento. Então tava assim, né, fazendo essa era uma mudança de vida assim e que tinha ali muita esperança, apesar de não ter experiência. E aí a música foi se compartilhando até, né, chegarmos aqui nesses 25 anos do anelo. Bom, e você não imagina, completa agora em 2026, 26 anos, né? Completou 25 em 2025, né, Lucas? Verdade. Bom, você não imaginava, ou talvez imaginava, aí é você que vai falar que fosse eh tomar uma proporção tão grande, virar desse tamanho assim. com fila de espera para poder participar das aulas. É, o projeto ele sem dúvida superou as expectativas porque o o cenário que [música] eu vivia lá naquela viela, eu costumo dizer que a música ela me abriu novos caminhos, [música] né? Era um caminho muito estreitinho assim e ampliou e [música] de uma forma tão especial que superou todas as expectativas, né? A ao ponto do anelo ir pra Itália, que a gente tem uma relação já de 10 anos. [música] Esse ano nós fomos pra China, puxa vida, e África do Sul já participamos de festival e entendendo assim, mantendo a nossa origem, a nossa essência, mas levando tudo isso que [música] a gente vem aprendendo aqui para tantos outros lugares. Então, o projeto [música] é muito simples, a procura é muito grande, é muito grande. É muito grande porque no distrito do Campo Grande a gente tem [música] em torno aí de 200.000 habitantes. A gente sempre acha, a gente sempre acha que tem mais, porque nossa, é muita [música] gente e trabalho regular, eh, como a gente tem aqui no [música] anelo, 25 anos, ininterrupto, eh, são poucos, infelizmente. Então, a gente precisava até, a gente faz até um clamor assim de pedir mais oportunidades, né, pro nosso distrito, [música] que venha outros projetos de música, de dança, culturas no geral e [música] esporte, lazer paraa nossa comunidade, porque o anelo é uma gotinha no oceano mesmo. E não é a falsa modéstia, não é, é, é verdade. Porque a gente vê o [música] dia a dia aqui, as crianças querendo uma vaga. Impressionante. Olha só, para você ter uma ideia, esse ano eu inscrevi os meus filhos e não conseguiu vaga. Eu tenho um casal de gêmeos e eu não consegui vaga. Olha só, pessoal, realmente é uma coisa que chama [música] muito atenção, né, Lucas? Porque a gente pensa, qual é o tamanho da fila de espera? Mais ou menos. Olha, tem ano da lista ano que a gente, ó, já teve ano, os anos, os últimos a gente abri 250 vagas, teve ano de 16 inscritos. Então é uma judiação assim, né? É muita gente de fora. É, é corta o coração, né? É. E a gente fazendo isso, eh, num país onde você tem muita dúvida às vezes dos processos. Eh, eu fiquei triste de ficar de fora, até porque eu tenho um filho autista também, né? Um casal de gêmeos, 5 anos de idade, a gente tava muito na expectativa de conseguir a vaga, mas ao mesmo tempo eh também senti a dor das pessoas que ficam de fora e também dar o exemplo, porque é um projeto que é muito simples, mas é muito sério. Então, a gente faz com muita seriedade. E é por isso que deu certo, né, Lucas? Qual a relação do Instituto Anelo com Campinas? Olha, eh, desde é a essência aqui na cidade de Campinas, né, em especial no distrito do Campo Grande, no Jardim Florense, eu nasci aqui, é, campineiro, e o anelo nasce aqui de uma forma muito orgânica, né? Não foi um projeto pensado, um projeto, né? Teve um Não, ele aconteceu. Até por isso a gente fala que anelo é como se fosse uma árvore que se você tirar de um lugar para plantar em outro pode ser que não dê certo. Bom, até em cima disso que você falou, Lucas, eh existe a possibilidade de abrir de repente eh o Instituto Anelo em outros pontos aqui de Campinas ou de do Brasil, do mundo? Olha, e anelo, a palavra anelo significa desejo, vontade, aspiração. E a gente inclui também a inspiração, mas tirar eh montar filiais do anelo, eh, não não existiria essa possibilidade. dentro dos valores que a gente vem construindo na nossa visão, o que nós queremos, não que tirar a árvore daqui ou ou ir para outros lugares, mas que os frutos se espalhem, e que esses frutos, que são os nossos alunos, se tornem multiplicadores de possíveis soluções para suas comunidades, em especial um projeto, eh, te falo em primeira mão, opa, que nós estamos trabalhando e é o nosso Nosso projeto 2026 para esse ano é anelo, cultura de paz. Então, a gente levar essa música, essa gentileza que acontece dentro do espaço do anelo. E a gente tava falando muito sobre isso, porque os nossos alunos, a comunidade eh os depoimentos são assim: "Nossa, quando a gente passa desse e eh desse portão para dentro do anelo, a gente sente uma paz, a gente sente uma harmonia, né? É uma energia isso. Só que a gente fica feliz, mas nós queremos que a nossa comunidade sinta isso em todos os lugares. É, então, eh, nós estamos muito empenhados, né? Nós temos vários grupos no anelo de diversidade, de inclusão, mas eh unir tudo isso em prol da cultura de paz, porque eh eu me lembro quando adolescente chegava na minha mãe e falava o que ela queria de presente e às vezes eu ficava até irritado porque ela falava: "Eu quero paz e sossego". E hoje eu entendo o que é isso? Então, quanto custa? Custa muito caro você ter paz, você ter sossego no mundo cheio de guerras, de conflitos, de polaridades, extremos, assim, que a gente acaba deixando de aproveitar aquilo que temos em comum e brigando por diferenças muito que não que não deveria ser motivo de briga, mas sim de complementos. de, né, pensamentos diferentes, mas que que fosse em prol de um de um bem maior, né? Então, acho que todos nós é um é um caminho, acho que pra vida toda cultivar a paz e se empenhar mesmo, né? Então, a nossa expectativa é essa, anelo na cultura de paz. Valeu, Lucas. Puxa vida, sensacional. Parabéns pelo trabalho, Instituto Anelo, gente, é Campinas que deu certo. Valeu, agradece. Bom, e pra gente entender um pouco mais como são as ações, as atividades por aqui, estou aqui com o Lucas. Bom, tudo bem? Beleza. Joia. Bom, cara, tem bastante coisa por aqui. A gente já entendeu um pouquinho sobre a história aqui do Instituto Anelo, mas tem muita coisa legal, muitas atividades, né, Lucas? Cara, muita coisa acontecendo, muita coisa boa. Eh, como você disse, né, foi a nossa história que trouxe a gente nesse ponto aqui, né? Eh, então tudo que a gente vuveu antes, trouxe a gente para para essa quantidade de coisas que a gente tem feito. E olha, foi um ano cheio de coisa, viu, André? Boa. Que que tem por aqui, Lucas? Bom, eh, na parte, o que não falta é Lucas por aqui, pelo jeito, né? Porque [risadas] a gente já entrevistou um e agora tem outro Lucas. Eh, bom, na parte pedagógica, na parte de ensino, eh, a gente tem os cursos de música, né? Esses cursos de música abrangem todos os instrumentos, abrangem instrumentos de todas as famílias, né? Eh, e aí a gente tem tipos diferentes de curso, né? Quando o aluno entra aqui, ele tem mais de 12 anos, eh, ele entra aqui, ele entra num curso que a gente chama de livre, que é um curso introdutório do instrumento. E aí a gente tem de tudo, é piano, violão, contrabaixo, bateria, cavaquinho, eh, violino, violoncelo, saxofone, flauta transversal, trompete, trombone. É, e eu acho que eu não esqueci nada, mas talvez eu tenha esquecido. bastante coisa nesses cursos livres são a porta de entrada para esse aluno maior de 12 anos. E aí depois, conforme ele vai eh se aprimorando, ele segue pro curso que a gente chama de regular, que é um curso de 3 anos de duração com começo, meio e fim. Eh, e aí é a partir desse momento, ele já começa a a funilar, né, esse conhecimento do instrumento. É um curso mais mais eh com uma ema e pesada, assim, com mais coisas, né? Eh, também nesse período, né, enquanto ele faz esse curso de instrumento, seja um aluno de curso livre ou de curso regular, ele pode fazer parte das nossas práticas de banda, que são temáticas às vezes ou às vezes são eh agrupadas por nível dos alunos. Então, por exemplo, a gente tem uma prática de banda iniciante que eh em que os alunos, mesmo mesmo estando começando, [música] no instrumento ou ou começando nessa nesse nesse lance de tocar em grupo, [música] eh eles podem explorar essa essa essa coisa que é tão poderosa na música, né, que é construir música em conjunto, né? Eh, então é isso, é para esses alunos 12 mais. E aí a gente tem as coisas que acontecem para as crianças mais jovens, né? Então, eh, antes do desses [música] cursos de inici, eh, cursos livres, a gente tem os cursos de iniciação [música] que atingem aí os alunos de 8 a 12 anos. Nesse período, os alunos estão nessa fase de transição em que eles tinham o foco em aprender a música como um todo e passam a ter o foco em um instrumento, né? E aí ali também a gente tá se incentivando esse aluno a entender qual é o instrumento que ele gosta. Então existe um um [música] que de experimentação aqui. Eh, e aí para antes disso, né, a gente tem o Brincando com os sons, que é a fase em que a gente fala da musicalização, né? Então, ao invés do escopo, né, do foco da música ser [música] o instrumento, o foco é amplo, né? Então ele experimenta instrumentos, ele canta, se canta muito nessas aulas, né? Não. E olha que legal, tem aluno que vira professor. A gente inclusive vai entrevistar já o Levi, que é um exemplo disso, né, Lucas? Exatamente. É, e é uma coisa que a gente percebeu nesses últimos anos muito, muito interessante, é que mesmo sem ser o foco do nosso do nosso curso, né, preparar pessoas para se tornarem profissionais, eh, a gente tem um monte de alunos se profissionalizando, né? É interesse interessante que no ano passado, por exemplo, a gente teve três alunas nossas que prestaram Unicamp na licenciatura, né, em música e passaram, né, isso foi muito interessante. Fora os que já estão, né, eh, como trabalhando aqui no Instituto Tonelo, Levi é um exemplo, Felipe Lapa, que é um baterista também, é outro exemplo, entre tantos outros. Oi, você dá aula do quê? Eu sou pianista e leciono piano. Bacana. Foi aluno aqui também ou não? Não, não fui. Eu cheguei, na verdade, numa numa fase mais recente do instituto, né? Eu eu estudei música na Unicamp, depois eu fiz meu meu mestrado fora e aí quando eu voltei eh em 2020 eu eu passei a fazer parte como professor e também como coordenador aqui. Bom, Lucas, esse é um quadro que a gente tem que Campinas que deu certo e a gente teve oportunidade já de contar a história de muitas instituições bacanas aqui em Campinas que deram certo. Claro, não poderia ser diferente. O Instituto Anelo é Campinas que deu certo, né? Com certeza. Com certeza. Olha, eu falo para todo mundo com quem eu converso sobre minha profissão, o orgulho que é fazer parte aqui dessa instituição, assim, é o propósito que se tem nas coisas que se faz, a transparência, a honestidade e o acolhimento, né? Acho que é uma das coisas mais importantes. Valeu, Lucas. Bom, como prometido, tô aqui com o Levi, né, que foi aluno do Instituto Anelo, aluno de violão, hoje é professor, é coordenador. Beleza, tudo bem, Levi? Tudo bem. Bom, como que é? Eu tava inclusive conversando com o Lucas, né? O que não falta aqui é Lucas, né, Lev? [risadas] É verdade. Eu tava conversando com o Lucas e e a gente citou o seu exemplo, né? Como é isso para você começar como aluno, aprendendo, tal, e hoje ensinar o que aprendeu? Olha, para mim é um motivo de muita alegria, né? É um senso de responsabilidade gigante, né? Mas ao mesmo tempo vem acompanhado de uma satisfação assim bem intensa de igual modo assim porque comecei como aluno, fui me me desenvolvendo e quando, né, quando eu me vi eu já tava ensinando os colegas e tô aqui até hoje. Bom, você ensina violão mesmo? Sim, eu comecei aqui em 2004 fazendo aula de violão com o Lucas Soares. Então, uma história pouco curiosa, porque o professor de violão tava saindo e aí chegou os alunos de violões, os alunos novos e os alunos que já estavam aqui, precisavam de de alguém para dar aula. Aí o Lucas fazia uma aula e dava outra aula pra gente. Então ele ficou durante um tempo fazendo aula de violão para poder dar aula aqui no anelo, porque era um período onde eram todos voluntários, né? Hoje temos os voluntários ainda, mas naquela, naquele período era 100% voluntário o corpo docente. Boa. E o que o Instituto Anelo eh significa na sua vida? Olha, o o o anelo tem vários significados, né? Um deles é profissionalização, né? Então eu enquanto aluno do anelo, eu aprendi muita coisa. Daqui eu consegui trabalhos em outros lugares por conta do anelo. Então o anelo significa para mim um um a casa, um lar assim, porque daqui eu fui para outros lugares. Abriu portas com muitas portas, não só aqui na região de Campinas. Brasil, mas a gente acabou inclusive indo para outros países também por conta desse local aqui e acima de tudo por conta das pessoas que compõem esse lugar. Bom, por falar em região de Campinas, estamos num quadro, né, Campinas que deu certo. Qual a relação do Instituto Anelo com a cidade na sua opinião, na na sua visão, no seu entender? Eu acho que o anelo ele trouxe pra cidade, né, para para essa região aqui em específico do Campo Grande, essa esse essa outra visão do do que pode sair desse lugar. Então aqui quando a gente fala sobre essa região sempre, na maioria das vezes era um cenário de violência, morte, assassinato e o anelo dá uma nova cara assim. Então, hoje a gente pode ser visto pelas mídias, pelas redes, como um lugar onde tem muita coisa boa, né? Então a arte ela vem tomando o lugar da violência e o anelo tem um papel fundamental nisso, não só o anelo, mas em si as pessoas aqui, mas essa essa inspiração que o anelo promove para outras pessoas. Então, pessoas saem daqui e vão formar seus próprios projetos e influenciar outros. Então vai se espalhando essa esse vírus do bem aí. Bom, e aqui tem gente de todos os cantos da cidade, né? Tem. Campinas faz parte da vida do Instituto Anelo. O Instituto Anelo faz parte da história de Campinas. Sim, com certeza. O o anelo faz muito parte da da da história de Campinas, justamente por isso, por essa questão de de dar uma nova cara para essa para esses bairros aqui da região, com certeza, mas por formar músicos também que atuam na região, né? Eu sou um deles que atuam na região. Então aqui eu aprendi coisas que eu fui e eh e eh usar em outros projetos que eu trabalhei, projetos sociais, né? Então posso falar aqui de alguns projetos que eu já trabalhei também. Aumas Quero Quero, eh, Instituto Padre Haroldo, eh, enfim, outros lugares que o o anel acaba influenciando diretamente por formar profissionais que vão atuar nessas áreas em outros lugares também. Bom, você disse aí que já foi para vários países por conta da cultura, da arte do Instituto Anelo. Conta pra gente aí um pouco sua história, suas experiências fora do Brasil. Ah, em 2018 a gente foi pro pra Itália participar de um festival chamado Archeva Jazz Fish. o anelo e outras pessoas desde 2016, se eu não me engano, já estavam indo. Eu fui nessa nessa turma de 2018, então a gente pôde ir lá e e aprender mais sobre a música, mostrar um pouco da nossa música brasileira, especificamente a música que a gente desenvolve e faz aqui no anelo. Eh, depois a gente gravou um videoclipe que a gente foi premiado num festival na Itália também. Eh, então um videoclipe que nós gravamos a música aqui, o áudio, gravamos o clipe dentro do anelo na em alguns pontos aqui do bairro. Então a gente pode levar um pouquinho, um pedacinho de Campinas para outras cidades e recebendo um prêmio. Inclusive esse prêmio no ano passado, ano, acho que foi ano passado, a Fernanda Torre estava sendo premiada nesse festival também. Então a gente foi ter noção da importância desse festival algum tempo depois, assim, eh, e depois a gente foi pra China também. Em abril desse ano, a gente foi pra China eh, para poder mostrar um pouco do nosso trabalho, conhecer um pouco do trabalho que é feito e em algum em algumas escolas e em uma faculdade específica lá também. E assim, eu não imaginava que eu ia chegar aqui com 11 anos de idade em 2014. Eu só queria tocar um meu violãozinho ali [risadas] e aí as coisas foram se desenvolvendo. Nunca imaginar que eu fosse entrar no avião, ficar horas ali, chegar do outro lado do mundo e e representar o Brasil. Representar o Brasil e representar Campinas. Sim, também, né? E a gente a gente não vai sozinho, né? Gosto falou representar e a gente não vai ficar sozinho. Quando a gente recebeu o prêmio, foi muito emocionante porque eles passaram o nosso clipe lá no cinema lá em R, todo mundo aplaudiu, todo mundo aplaudiu e a gente viu o rosto de cada aluno do anel, das pessoas que fazem parte. Então foi bem emocionante assim. Boa. Valeu. Obrigado. Eu que agradeço. Valeu pessoal. Claro, deu para perceber, evidentemente, deu para notar, deu para conhecer um pouco mais essa história, porque o Instituto Anelo é sim em Campinas que deu certo. Ciao [música]