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Campinas que Deu Certo | Fundação Educar transforma vidas pela educação cidadã
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Campinas que Deu Certo | Fundação Educar transforma vidas pela educação cidadã

30 views Publicado 16/12/2025 HD · 18:07

Descrição do vídeo

✨ O quadro Campinas Que Deu Certo destaca iniciativas que transformam realidades e constroem um futuro mais justo por meio do compromisso social. Neste episódio, conhecemos a trajetória da Fundação Educar, uma organização sem fins lucrativos mantida pela Cia. DPaschoal, que há mais de três décadas acredita na educação para a cidadania como estratégia de transformação socioeconômica. 📚 Desde 1989, a Fundação Educar atua com a convicção de que a cidadania plena só é possível quando as pessoas se reconhecem como protagonistas de suas próprias vidas e de suas comunidades. Por meio do incentivo à leitura, da formação crítica e do fortalecimento do engajamento social, a instituição contribui para que indivíduos desenvolvam autonomia, consciência social e capacidade de transformar o mundo ao seu redor. 🏡 A história da Fundação Educar nasce de um valor profundamente enraizado na família Paschoal: a responsabilidade de colaborar com a sociedade em seu entorno. Antes mesmo da criação da fundação, a solidariedade já fazia parte da trajetória da família, com ações voluntárias em instituições como o Rotary, o Lar dos Velhinhos, o Instituto Dom Nery, entre outras iniciativas sociais. 🤝 Nas décadas de 1970 e 1980, a Cia. DPaschoal ampliou esse compromisso, apoiando entidades sociais a cada nova filial inaugurada no Brasil. Foi também nesse período que o país passou a debater com mais intensidade temas como educação, desigualdade social e o papel das empresas na construção de uma sociedade mais equilibrada. 🎓 Diante desse cenário, a escolha foi clara: investir em educação para a cidadania. Comprometimento, participação social, inovação, solidariedade e vivência direta dos desafios educacionais foram pilares que consolidaram as ações desenvolvidas ao longo dos anos. 📖 Em 1989, nasce oficialmente a Fundação Donato Paschoal, que se tornou referência em movimentos voluntários e ações de construção social. Em 1998, o projeto passa a se chamar Fundação Educar DPaschoal, fortalecendo ainda mais sua atuação e identidade institucional. 🔄 Hoje, após 35 anos de histórias, aprendizados e impacto social, a Fundação Educar inicia uma nova fase. A essência permanece a mesma, mas com um olhar ainda mais atento aos desafios contemporâneos: formar cidadãos conscientes, críticos e capazes de construir coletivamente um futuro melhor. 🌍 Este episódio mostra como a união entre iniciativa privada, responsabilidade social e educação pode gerar resultados concretos e duradouros. Um exemplo inspirador de que Campinas realmente deu certo quando investe em pessoas. 👉 Assista ao vídeo completo, compartilhe essa história inspiradora e deixe seu comentário. Valorizar iniciativas como a Fundação Educar é fortalecer a cidadania e o desenvolvimento social. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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A Fundação Educar é uma organização sem fins lucrativos, mantida pela companhia de Pascoal desde 1989. O foco é na educação para a cidadania como estratégia de transformação socioeconômica. Pra gente entender um pouco mais sobre a história, estou aqui com Norberto Pascoal, Luís Norberto Pascoal, não é? Isso mesmo. Beleza, tudo bem? São 36 anos. Tem que respeitar essa história, hein? É verdade. E você tinha 10 anos, né? Tinha 10 anos. E os alunos que entraram na Fundação Educar, na Academia Educar, lá também tinham 10 anos, porque era um a idade ideal para você ajudar jovens que eram office boys, moravam ali na região do nosso escritório e um tio por parte de pai muito bacana chamado Dema, um tio por parte de mãe chamado Celson falaram: "Luí, nós estamos dando certo, a empresa é pequena, mas tá dando certo." Vamos transferir uma parte desse desse resultado pra sociedade? Falei, vamos. Então, eles reuniram lá algumas pessoas da do bairro que era vila industrial. E o que aconteceu foi muito interessante. Os alunos foram, arrugamos uma casinha e fomos fazer lá as os treinamentos. E a gente teve muita sorte e nós nunca precisamos mandar embora nenhum aluno em 36 anos. às vezes não dava muito certo, mas tipo assim, tirar porque houve uma coisa errada, não temos essa história. E aí hoje, depois de 36 anos, a gente achou conveniente que a Fundação Educar tivesse um um financiamento sustentável pro resto da vida. Então, a família Pascoal, eu, meu irmão e os meus primos, doamos ações da holding para educar. [música] Então, educar hoje vive do resultado da empresa que é dela, vida, que beleza. Não tem essa ideia, eu quero dar, eu quero Não, é dela. A empresa de Pascoal pretende chegar a 10% das ações para a Fundação Educar. Quando a gente começou a Fundação Educar, nós não tínhamos noção do que a gente tinha que fazer. Logo depois que a gente começou, alguns alunos perguntaram de livros infantis. Aí nós começamos a ver que os próprios alunos poderiam escrever livros. Então, a gente começou a escrever livros, que temos aí 250 títulos e hoje são 41 milhões de livros impressos pela Fundação Educar, distribuídos no Brasil inteiro, sempre grátis. E teremos agora pros próximos anos um projeto de chegar a 100 milhões de livros. Nossa, 100 milhões, hein? É. E temos livros bastante importantes, livros bem delicados. Tem um livro chamado Pássaro sem Cô, porque muita criança é um pássaro sem cor. Ele não se acha, ele tá perdido no mundo. Você dá uma cor para essa criança e ela [música] voa. Uma cor. Você não precisa dar cinco cores. Uma e ela já sabe o caminho dela. Aí ela vai andando nesse caminho e vai ganhando as outras cores. Uma coisa interessante que aconteceu é o seguinte. Hoje quando me procuram [música] falam mais da Fundação Educar do que da de Pascoal. Olha só que coisa impressionante. A Fundação Educar passou a ser mais importante do que a própria empresa. E aí, e a Estelante esteve nessa Não, isso é extraordinário, né, Luiz? Porque olha que ponto chegou, porque a empresa é super conhecida, não é, no Brasil todo. E mas chegar a ponto da fundação da da educar mais, não é? conhecida hoje que é empresa. Exatamente. E esta semana um diretor da Estelantes esteve aqui para convencer a minha querida Cris a que ele possa dar aula aqui pros jovens como monitor da Fundação Educar. Não tem nada a ver com a Pasco e [risadas] com Estele. Bom, e a Cris vai conversar já conosco aqui no Campinas que deu certo, viu Luiz? Isso é bom. E olha só que coisa importante, são mais de 15 projetos aqui, muitas ações que são realizadas, inclusive estou com a Cristiane, que é gestora da Fundação Educar. Tudo bem, André? Prazer. Beleza, Cris. Tudo joia. Bom, como eu disse, tem muita coisa aqui, né? Muita coisa, André. Desde 1989, a fundação acredita em educação, sempre educação para cidadania, como um pilar estruturante das pessoas, da sociedade, do país. Então, ao longo desses 36 anos, a fundação avançou bastante em seus projetos. Nós nos organizamos em cinco eixos de atuação, a sede aqui em Campinas, mas os projetos com abrangência nacional. Eu sou fellow de um dos projetos, que é o nosso projeto de protagonismo juvenil, que existe também há 36 anos. Eh, os eixos são protagonismo, educar para o protagonismo, educar para empreender, educar para ler, cooperar com o social. E tem um eixo onde a gente fortalece as empresas mantenedoras chamado ser educar, né? Porque a a educar é o braço social das empresas da holding, que é a companhia de Pascoal de Participações. No entanto, cada empresa precisa, isso como filosofia, devolver pra comunidade, se responsabilizar junto com as comunidades que as acolhem pela pelo cotidiano social. E para que a cidadania plena seja exercida, é preciso garantir que as pessoas se reconheçam como protagonistas de suas vidas e de suas comunidades também. Desenvolvam a capacidade de interpretar o mundo por meio da leitura e sejam agentes de mudança para a construção de um futuro melhor. O Educar para o protagonismo é um importante eixo da fundação que cresceu bastante [música] nos últimos anos. Eh, eu sou fellow desse programa, [música] como eu disse, é um projeto que acolhe jovens de escolas públicas numa jornada de jovem para jovem para desenvolver o protagonismo, as competências socioemocionais e os valores humanos e a liderança. Então, anualmente aqui nós temos uma turma nova aqui na sede. Esse é o projeto que ramifica vários outros pro Brasil. [música] em parceria, acontece em parceria com a Secretaria de Educação Municipal de Educação de Campinas e com as diretorias de ensino e escolas públicas. Então, vem jovens de escolas públicas, eles são selecionados de acordo com o desejo de viver tudo isso. [música] É isso que a gente identifica. Olha que legal, hein? de 13 a 17 anos, [música] independente do seu perfil, independente da sua história, independente [música] eh do seu comportamento na escola com as suas notas, [música] o que a gente tenta identificar é o desejo, porque a oportunidade tá aqui. E aí eles passam por essa jornada de oficinas de jovem para jovem e projetos desafios. E os projetos desafios [música] são muitos deles autorais dos jovens para que eles melhorem suas escolas e seu seus [música] territórios. Nossa, que bacana. E isso se multiplica, André, [música] por, né, pelo Brasil, através do movimento da academia online, com grêmios estudantis, que também é um espaço estruturado de desenvolvimento de liderança. [música] A gente fortalece redes, são mais de 3.000 gremistas por ano, fortalecidos de jovem para jovem em suas atuações [música] protagonistas. Também dentro desse eixo nós temos a formação de educadores e [música] essa formação traz a oportunidade da gente promover debates, diálogo, trazer eh [música] conteúdos, dados, conhecimento para que fortaleça também a atuação dos educadores que promovem protagonismo, que promovem [música] ambientes de convivência saudáveis na escola. Então, a gente tem essa atuação eh pelo Brasil, essa não é só em Campinas, o Grêmio também, eh em várias cidades. [música] E o último projeto que nós lançamos em 2024, [música] nesse eixo, foi a Academia de Pais. Olha só, a Academia de Pais, ela vem para trabalhar as competências socioemocionais [música] dos pais, dos jovens que estão aqui e fortalecer vínculos entre pais e filhos. Boa. Eu achei super interessante isso, eh, de jovem para jovem, né? [música] É uma coisa bem bacana. Que que você tem aí, Cris? Que que você preparou pra gente? Porque tô vendo vários livros aí. Esse aqui é um outro eixo de atuação da Educar é a leitura. Eh, Educar para ler nasceu com um projeto chamado Leia Comigo. O Leia Comigo há 25 anos ele distribui livros infantis, [música] principalmente infantenis, mas a maioria dos livros infantis são mais de 250 títulos, todos com uma mensagem de cidadania e que podem ser adquiridos por qualquer instituição sem fins lucrativos que promovam a leitura. Só entrar no site, solicitar os livros e a gente chega por meio de carona solidária de transportadoras parceiras. [música] Nossa. Então é estimular a cidadania, a responsabilidade também dos nossos parceiros. Boa. Qual é o site? Você sabe? Sim. www.fundaçãoeducar.org.br. [música] BR. Eh, mas André, não adianta só esse projeto nasceu com o sonho de cada criança ter o seu próprio livro. A criança precisa se relacionar com o livro físico, né? A gente tá no universo digital, todo mundo tem celular, mas a criança eh precisa do universo físico quando a gente fala de leitura, [música] se relacionar com o livro, brincar com o seu livro, eh [música] a criança pequena, né? colocar livro de banheira na boca, livro é a o relacionamento que a [música] gente promove para essa criança eh com o livro que influencia na formação desse pequeno leitor. Então, além do livro, a gente trabalha a mediação de leitura. [música] Então, a educar fazção para mediadores de leitura. Esse também com abrangência [música] nacional. As secretarias podem nos convidar, né? Começou, tudo começou em Campinas [música] e a gente eh também leva para outros lugares, porque esse é um desafio ainda do nosso país. Nós [música] não temos um país plenamente leitor, né? Então, às vezes a gente avança, esse ainda é um problema, né? É um problema. É um problema isso associado a outros problemas, né? Que o livro pode contribuir com como letramento, alfabetização, lidar com as suas emoções. Pois é. entre os jovens que estão por aqui, fazendo parte de tudo isso, é só gratidão. É uma sensação maravilhosa, porque a gente tá realmente colocando em prática tudo aquilo que a gente aprendeu aqui dentro da Educar e repassando para outros jovens e tendo a oportunidade de conhecer eh mais pessoas da nossa escola, né, da nossa comunidade, que muitas vezes a gente só fica ali fechado dentro da nossa sala e quando acontece a multiplicação, a gente tem oportunidade de conhecer novas pessoas dentro da nossa escola. e replicar é sentir que você tá realmente aprendendo tudo aquilo que foi passado. Boa. E a questão do Oasis que o pessoal tava me contando aqui que é bem legal também, bem interessante, né? Sim. Oasis Educar é um mutirão voluntário, né? Então a gente tem várias escolas aqui e aí é feito um sorteio pra gente escolher a escola. E aí esse ano a minha escola foi a mais votada, então a gente vai lá e e vai conhecer os sonhos dos alunos para aquela escola. Então, por exemplo, sejam eles pintar porta de banheiro, eh [música] montar um parquinho, uma horta, fazer alguma pintura de grafite. E esse ano o pessoal eh tinha um sonho de reformar o kiosque da minha escola que tava fechado há mais de 5 anos. Então, a gente foi lá, ouviu os sonhos dos alunos e fez acontecer junto com a comunidade toda ali. Tem também o projeto de escrita criativa. É um projeto que a gente tem aqui com jovens que passam ou já passaram pela academia educar. E aqui a gente faz encontros e neste ano a gente tá fazendo encontros de quinta-feiras, onde eles vêm até aqui e podem comentar sobre coisas que eles gostariam que fosse pauta do jornal que a gente faz. Então eles são todos juntos, eles [música] conversam e escrevem as próprias matérias pro jornal. Olha só que legal. Alguém pensa em ser jornalista aqui ou não? Com certeza. Bastante gente pensa em ser jornalista. É porque tem um jornal, né? É, eu mesma eu quero ser jornalista. Ó lá, vai ser minha companheira de profissão. Você tem 14 anos. Isso, 14 anos. Faço 15 esse mês ainda. Bom, e aqui tem inglês também, né? Temos inglês que também são na mesma quinta-feira em horários diferentes. Então, uma pessoa, um grupo fica embaixo, outro grupo fica em cima. Dos andares. No caso, o Yuri é autista. O projeto tem sido muito importante na vida dele. Bom, tô com esse livro aqui, meu silêncio colorido, né, que foi escrito baseado na história do Yuri. Sim, é isso mesmo, Yuri. É, que que você você gostou do livro? O que que ele fala aqui? Eh, esse livro eu gostei muito pela por [música] ter esse livro como uma lembrança para mim. Esse livro eu ganhei o ano passado. É, tem você estudando aqui, né? Sim. Qual a importância da Fundação Educar na sua vida, Yuri? Ah, eh, mudou minha vida bastante esses últimos tempos. Aqui eu cuido de jovens, né? de eu sou monitor de alguns jovens do ano passado que até esse ano na verdade eu sou assistente do eixo de protagonismo. Eu trabalho junto com os jovens. Então dentro do eixo de protagonismo, onde a gente tem a academia presencial, a formação de gremista, a formação de educadores, todos esses eixos, eu tô ali dentro. Eu também fui participante do projeto Academia Educar nos dois modelos. Então, eu fui jovem durante a a pandemia no formato online e quando a gente retornou pro presencial eu fui monitora. Então, é um projeto de jovem para jovem, onde a gente passa por essa trilha formativa durante o primeiro ano e depois a gente passa por uma seleção para ser esse jovem que vai transmitir esse conhecimento para outros jovens. Acho que uma coisa que eu acho muito interessante da gente conversar é o papel que a academia tem pra gente desenvolver o nosso olhar como ser social. Então, tem uma frase que a gente usa muito aqui na academia que é ser protagonista do umbigo pro mundo. Então, eu ser protagonista da minha vida, mas eu também ser protagonista pro mundo, pras outras pessoas, pra comunidade onde eu faço parte e gerar esse incômodo. Olha só que interessante. Qual o significado para você dessa frase? Não é? Todo mundo tá com uma camiseta assim, muita gente aqui. Os incomodados que mudem o mundo. Acho que essa frase tem um significado muito forte para mim, porque eu faço licenciatura e escolher uma licenciatura dentro do cenário que a gente tem no Brasil é um ato de coragem e é um ato de se incomodar com a situação que a gente tem da educação pública e pensar num futuro melhor, em pensar numa educação de qualidade. Acho que é essa sensação de se incomodar, de se inconformar com algo e fazer e correr atrás para mudar, para ter uma sociedade melhor, não só para mim, mas também para as outras pessoas que dividem essa sociedade comigo. Então, quando a gente entra na academia e a gente começa a desenvolver o nosso protagonismo, a gente começa eh desenvolver as competências socioemocionais, a gente consegue entender que a gente não tá sozinho. É isso aí. A Fundação Educar, ela desenvolve esse pensamento crítico em vocês? Com certeza. Com certeza. Bom, a Fundação Educar é Campinas que deu certo. Obrigado. [música] [música] [música] [música] [música]
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