TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Questão de Ordem | Medidas de Contingências El Niño
Em destaque · HD Vídeo · QUESTÃO DE ORDEM

Questão de Ordem | Medidas de Contingências El Niño

664 views Publicado 3 dias HD · 59:21
Resumo editorial

O programa debate as medidas de contingência para o fenômeno El Niño e seus impactos em Campinas com especialistas da área. Participam o vereador presidente da Comissão de Meio Ambiente e o diretor da Defesa Civil, discutindo desafios climáticos como chuvas intensas e secas prolongadas. Destaca-se a importância do planejamento, investimento e prevenção, além da autoproteção da população em face de eventos extremos.

Citados nesta edição

Descrição do vídeo

Mais de 2 mil pessoas foram afetadas pela chamada chuva do século, em 1990, episódio que marcou o início da estrutura de Defesa Civil em Campinas. O vereador Luiz Yabico, presidente da Comissão Permanente de Meio Ambiente, e Sidney Furtado, diretor da Defesa Civil do município, debatem os efeitos do El Niño na cidade, do aquecimento anormal do Pacífico às chuvas intensas previstas entre outubro e fevereiro. Os dois relembram marcos como o temporal de 17 de fevereiro de 2003, que matou seis pessoas, e a microexplosão de 2016, e discutem prevenção, mitigação e resposta a eventos climáticos extremos.

Transcrição completa do vídeo

53 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

Olá, [música] começa agora o programa Questão de Ordem, que hoje vai debater as medidas de contingências do Elinho. Certamente você já ouviu falar neste fenômeno natural que aquece de forma anormal as águas do Oceano Pacífico. E qual a consequência disso? Altera a distribuição de umidade e as temperaturas em várias áreas do planeta. No Brasil ocasiona chuvas intensas e volumosas, principalmente no Sul, mas também aqui no Sudeste, e por outro lado, secas prolongadas nas regiões Norte e Nordeste. E essas mudanças no clima têm colocado as cidades diante de desafios cada vez maiores. Chuvas intensas, alaramentos, deslizamentos, períodos de estiagem, ondas de calor. E claro que tudo isso exige planejamento, investimento e principalmente prevenção. Então, de que maneira a cidade de Campinas está inserida neste contexto? Como ela está sendo afetada e o que está sendo realizado? Para discutir estes assuntos, eu recebo aqui no estúdio o vereador Luiz Yabico, ele que é o presidente da Comissão Permanente de Meio Ambiente e também o Sidney Furtado, ele que é o coordenador regional, diretor da Defesa Civil de Campinas. Lembrando que o debate vai acontecer. Farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Luiz Yabico, eu começo com o senhor. Primeiro, desde quando que a sua preocupação com os eventos climáticos, as mudanças que t acontecido? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Obrigado pelo convite, Gabriel. Questão de Ordem, um programa muito importante aqui na cidade de Campinas. TV Câmara está de parabéns, preparando a população de Campinas com as informações. E nós, como presidente da Comissão Permanente Meio Ambiente, Gabriel, nós temos estudado esse assunto já muito tempo. Eu desde que estive vereador, conheço Cid Furtado já há mais de 30 anos no seu trabalho na Defesa Civil, mas é um trabalho eh permanente da Câmara Municipal de Campinis debater esses assuntos que nós já vimos tratando disso há muito tempo. Me lembro em 2008 fizemos uma comissão de estudos especialmente para tratar dos dos eventos extremos. Isso há 20 anos atrás. Uhum. Uhum. E os eventos extremos naquela época era um termo raramente usado ainda. Quando os cientistas vieram aqui falar sobre os eventos extremos, eh, Paulo Arácio, Carlos Nobre, autentistas do IPCC, inclusive nós estávamos ficávamos assustados com com o termo utilizado eventos extremos e hoje é um termo comum que a população toda sabe o que significa, mas não entende como é que acontece, né? Então é importante a gente ouvir o signo de Furtado para ver o início do Elon Ninho, o que o Eloninho pode trazer paraa cidade de Campinas, especialmente nesse período de outubro, novembro até janeiro, fevereiro, onde a Defesa Civil tem um papel importante em proteção à nossa comunidade. Então, portanto, é um prazer estar aqui com vocês, Cinei Furtado, nestas funções da Defesa Civil de prevenção, preparação, mitigação, resposta e depois a recuperação. Como é que é o trabalho de acompanhar os fenômenos climáticos, estudar o que ele pode provocar, quando, em qual região, algo a milhares de quilômetros e que tem efeito aqui. Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Eu agradeço o convite, Gabriel e o vereador Iabico, que realmente estão há vários anos aí na jornada. Tem sido bastante intenso, bastante difícil. Eu eh eu colocaria que nós temos um histórico em Campinas. Em 1990 nós tivemos um que foi chamada a chuva do século. Uhum. Foram mais de 2.000 pessoas que foram afetadas. Na época não existia estrutura de defesa civil na cidade, 2000, o ano de eh que era o Jacob Tar tava assumindo a prefeitura. Foi uma situação bastante adversa. Foi aí que começou a atividade de Defesa Civil. Depois nós tivemos 17 de fevereiro de 2003, que foi outro grande marco que nós tivemos pra cidade, onde morreram seis pessoas, inclusive um bombeiro. E 2016 nós tivemos a microexplosão. A micoexplosão materializou que eh mudou tudo, tudo já tava numa numa um outro patamar. Nós estávamos nos preparando bastante para as inundações, processos de drenagem. Porém, quando chegou 2016, quando nós tivemos a mic explosão, 48 km de raio de destruição, aquilo ali foi o marco derradeiro para comprovar aquilo que já se falava lá atrás. Os eventos extremos estão aí, eles fazem parte da nossa rotina. Então, na realidade, é um aprendizado importante e para cada grande evento que nós tivemos no passado, você tem que tirar aprendizado. Então, isso é uma coisa que a gente tem feito de forma constante. E para reiterar que muita gente questiona se é o ninho, se mudanças climáticas existe, eu posso garantir para vocês o seguinte, nós enfrentamos isso no dia a dia. Isso para nós existe uma variabilidade muito grande desse clima. Isso é um fato e que nós estamos sofrendo uma a as consequências de forma bastante direta. E a outra questão que também é fundamental é que praticamente quase 70% da população tá em área urbana. Então na realidade mudou tudo modificou. Então nós precisamos repensar as nossas ações de prevenção, mitigação, resposta e recuperação. Exatamente. Sobre este final então da resposta do Sidney e ABICO. É um desafio informar a população sobre efeitos climáticos, que o aquecimento das águas do oceano altera o comportamento do clima aqui no Brasil, altera aqui a cidade de Campinas, entra na cabeça das pessoas isso? Eu acho que aos poucos. É uma questão de nós estarmos sempre repetindo o que significa aquecimento global. Se você perguntar para um jovem hoje, eu não posso dizer que todos, mas alguns jovens não vão entender o que é o aquecimento global e temos que ensinar molecada sobre isso, né? O aquecimento global é um fato já comprovado, cientificamente comprovado. Já vem há dois séculos que vem acontecendo. A existe uma camada que cobre o planeta. Essa camada está cada vez mais espessa, mais grossa por causa dos gases de efeito estufa, CO2, gás metano, deixa essa camada um pouquinho mais grossa, vamos dizer assim, e reter o calor. Ao reter o calor, água se esquenta, há o derretimento do gelo e somado isso às as grandes queimadas, cada vez mais o planeta fica quente e com o aquecimento da água acontece efeito de é o ninho. é é o aquecimento excessivo das águas que vem acontecendo e recentemente e dá os o efeito acontece aqui no Brasil com as grandes secas e as grandes chuvas. No norte, nordeste haverá as grandes secas e no sul as grandes chuvas. Isso eh você vai enxergar agora em novembro, dezembro, isso é inevitável, né? Daí entra a Defesa Civil, os municípios, porque os fatos acontecem, Gabriel, na cidade. É na cidade que tem que haver o preparo. E a Defesa Civil é órgão diretamente ligado ao gabinete do prefeito. É um órgão tão importante que é no gabinete do prefeito é que a Defesa Civil está ligada. E o Syidney fez um trabalho e recentemente treinando voluntários aí, preparando pessoas da área civil para estarem junto com a Defesa Civil, preparando aí os grandes desastres que estão por vir, infelizmente. Mas vai acontecer sim. Ô Sidney, eu também quero ouvi-lo sobre essa situação e o quão preocupante é uma população que não sabe sobre o assunto ou que não acredita. Eu eu acho que tem mudado, acho que tem dado um resultado. O o CEL Broadcast, que é o sistema de telefonia celular, para vocês terem uma ideia, em 2016, o alerta daquele evento que aconteceu em Campinas, ele chegou, tá, 50 minutos depois, para você ter uma ideia. Então, realmente de 10 anos para cá, muita coisa modificou. OK? Então, o radar hoje tem um radar instalado aqui na aqui na Unicampos do Conselho dos Prefeitos fizeram um um investimento forte, tá havendo investimento forte, estações meteorológicas. E então a hoje as pessoas estão mais atentas à questão da da do alerta até para questionar se não deu certo, mas eles estão a estão mais atentos. Então eu vejo isso como uma questão muito importante e o próprio vereador colocou, é algo que tem que ser eh de forma constante. Você tem que ir batendo, falando, falando, colocando, independente se acreditam ou não, ela vai acontecer independente do E um detalhe também que eu vejo como muito importante para nós, por mais trabalho que você faça, você sempre será surpreendido. Por mais que você faça, por mais tecnologia que você utilize, a questão do do imprevisto, a natureza sempre será mais forte. Então você pode investir, você faz envolve tecnologia. Nós tivemos recentemente aí um um nós temos trabalhamos com três radares, monitoramento com três radares. De repente uma formação de uma chuva em cima de Campinas e ela ficou uma nuvem estacionária ali e o desdobramento que deu sexta-feira, uma sexta-feira, final de tarde. Sim. Muitas ocorrências. Quer dizer, era uma algo, por mais que você tenha monitoramento, acompanhamento, aviso do celular por SMS, você sempre será surpreendido. Então, a população deve ficar realmente atenta, deve ficar a acompanhando a a as previsões, eh questionando, cobrando, mas ela deve seguir as orientações, porque isso tem salvado vidas. A medida que a pessoa sabe que ela recebe um alerta, ela pode evitar uma via que ela já sabe que ali é uma via de alaramento, vidas poderão ser salvas. Então, acho que é um trabalho eh constante, que a comunicação social tem papel fundamental e todas as vezes que nós precisarmos falar sobre essa necessidade de prevenção, nós estaremos aqui. Uhum. Cid, deixa eu aproveitar fazer essa pergunta pro C, Gabriel. Quando a gente tá com o telefone no celular e toca aquele sinal forte, alto, né, e todos ao mesmo tempo, é um sinal que vem uma um algo aí extremo, né? Quais as medidas assim pontuais que você tem? Os os telespectadores estão nos ouvindo que você orienta, vamos dizer assim, não saia de casa, fique onde você está. Você tá visitando um amigo, permaneça na casa do amigo até até o evento passar ou você já sai correndo na casa do amigo e até sua casa. Evitar ruas, ficar debaixo de árvores. E assim, qual quais os o as considerações pontuais que você orienta a quem quem está aqui nos assistindo? Eu diria que a a o trabalho começa com monitoramento. Então, nós temos um sistema de monitoramento que fica lá em São José dos Campos, que é o do SEMADENM. 24 horas ficam meteorologistas, técnicos monitorando os sistemas de radares de todo o Brasil e aqui do nosso estado. Depois nós temos em Brasília mais uma rede de monitoramento. Depois nós temos mais em São Paulo outra rede de monitoramento com meteorologistas. E aqui em Campinas mais 24 servidores que se revezam 24 horas também fazendo esse trabalho. À medida que isso que o vereador pergunta, eles estão vendo o deslocamento de uma chuva muito forte para uma determinada região. Então eles fecham um um polígono, eles fecham ali as torres de transmissão de telefonia celular paraa emissão de um alerta para aquela região. Então todos os os telefones que estiverem naquela área de risco, ele vai ser tocado. Uhum. Então, e às vezes a antena pega também uma outra região que não é, isso é muito comum, às vezes é divisa de município, ele atinge também um outro município, mas é por antena de telefonia celular. que que nesse momento o que que a pessoa ele se ele já sabe as áreas possíveis possíveis de alarmento, espera, porque a tendência de da cidade de Campinas de temporais, a chuvas a o alaramento é muito rápido e também ele desce rápido. É uma coisa muito, somente o sistema aqui da da área central. Se a questão de raios, tem que ficar abrigado, fique abrigado. Árvores, que é o grande, é o grande nó hoje é a árvore. A árvore realmente é um grande problema. Se você já sabe as áreas onde tem a a o maior número de v arbórios que que [limpando a garganta] podem cair, evite aquela aquela aquela aquela área. Então são medidas que quando a gente fala procure um local seguro, fique no local que você está seguro. Sim, né? Porque fica onde tá, fica onde tá. Não entre, não se coloque em situação de risco. Se você sabe que uma determinada via tem problema de inundação, evita aquela via. Evita aquela via. Eh, porque não tem como a INDEC, por mais que ela tente, ela não vai conseguir isolar todas as vias. Isso é uma coisa eh eh não vai acontecer. Vocês terem uma ideia, na área ali só da Orozim Bumba é mais o quê? quase 20 operadores. Então vocês imaginem, não vai não vai acontecer em vários pontos da cidade, então vai ficar num local seguro. Então, por exemplo, se for raios, fique num local seguro, não fique exposto, principalmente próximo de árvores, não fique na piscina. Um detalhe que a gente tem piscina, uma coisa que a gente tem observado, a a o índice de mortes provocados por raios, na realidade não é durante a chuva, é antes da chuva, porque as pessoas só começam a procurar abrigo quando começa a chover. Uhum. Ela fica na piscina até chover, ela fica na praia até chover. Ela ela fica exposta, fica no campo futebol até chover. Então vai tirar a roupa do varal antes da chuva. Esse essa é a grande preocupação. Agora, se me perguntar qual é a grande preocupação hoje de de da Defesa Civil no estado como um todo, é enchurrada, pessoas que são arrastadas tentando atravessar a área de de alargamento. Esse acho que é o é a grande dificuldade que nós não conseguimos ainda atingir em termos de comunicação o tamanho do risco e todo ano a gente tem observado que tem aumentado esse tipo de situação, ou o carro que foi arrastado ou uma pessoa que tenta a transitar numa área alagada. Então esse eu acho que é o um grande problema. Então o alerta serve para isso. Fique num local seguro, aguarde, viu a enchurrada, não se arrisque de maneira algum, entende? Porque se a pessoa cair, ela não consegue levantar. Nós tivemos o caso em 2003, 17 de fevereiro de 2003, que foi um sargento do Corpo de Bombeiros que morreu embaixo do Laurão. Ele tava numa operação de salvamento, ele caiu e realmente ele foi a óbito. E a pessoa abre saber nadar e tudo treinada, treinada para isso. Não, não é exatamente não. que o imprevisto normalmente é um tronco, é um um buraco que às vezes se abriu e tiver um caso de morte já na aqui na região de um carro que caiu dentro de uma canaleta que se abriu com com a enchurrada e aí o carro caiu dentro da canaleta. Um guardreio que se rompeu e o carro caiu dentro do do canal. Então, realmente o alerta serve para isso, para para você fique atento para não se colocar em situação de risco. Aqui em Campinas os os locais de risco, tipo Avenida Princesa do Oeste, o Pissarrão, quais os pontos críticos que eh servem de alerta para nós aqui? Se eu tiver perto dessas avenidas aqui, eu vou ficar em casa. Gabriela me chama lá para tomar uma água lá, fica lá e toma toda a água da casa dele, mas não sai da casa dele. Eu eu diria que hoje eh mudou bastante. No passado se tinha muita dificuldade até de se colocar uma placa que esta via é uma via de alagamento. No passado não se conseguia fazer isso. Havia uma resistência muito forte, inclusive às vezes de próprios moradores daquela localidade que não não gostam [limpando a garganta] ou não eh não queriam aquele desvaloriza. Exatamente. Hoje não, hoje todas as mais ou menos 51 vias que tem mais ou menos algum processo de alaramento, vocês vão sempre observar uma placa amarela foi colocada da INDEC. Evite essa via em caso de alaramento e mais eh 60 painéis digitais orientando evite tal via. São painéis digitais de propaganda. Então hoje o que nós estamos reforçando muito é a autoproteção do cidadão. Quando o próprio vereador falou, estamos eh eh treinando a população civil. É nesse sentido, ele buscar sempre autoproteção. Por que que eu não devo? Ah, então essa via é uma via de alaramento. E por que isso? Às vezes tem gente que tá visitando a cidade, não sabe, mas ele tá vendo uma placa que aquele local é de alargamento. Então a informação ela tem sido muito importante e é interessante que você não consegue mensurar quantas vidas estão sendo salvas. você não consegue, você não tem a a mensuração. Mas hoje eu diria que esse trabalho, um outro detalhe importante, vereador, é são os guardios. Hum. Alguma coisa que se vocês observarem ali na Orozimba Maia, ele tem uma proteção, tem. E ali onde inclusive foi a óbito um anos atrás, um casal tem mais uma proteção de de cimento atrás. Quer dizer, mesmo que ele ultrapasse o o guarda reio, tem mais uma uma proteção de cimento pro carro não cair dentro do canal, porque se cair cair dentro do canal, você não consegue resgatá-lo. Então, é é um trabalho assim, é um trabalho muito silencioso, um trabalho que é feito pelas equipes, réguas comunitárias com câmeras que você fica monitorando, você fica monitorando às vezes um linígrafo. As pessoas não têm, na cidade de Campinas, elas não têm a dimensão do que do do o quanto é custoso e difícil você fazer um monitoramento 24 horas para pra sociedade. Isso integrado junto com outros órgãos da prefeitura, no caso da mobilidade, inclusive com a INDEC. A CPAGRE faz parte desse O CPAGRE faz parte. Cepagre faz parte. O o grande problema hoje é a Defesa Civil do Estado, ela ela fica 24 horas monitorando o estado como um todo. O CPAGR é uma referência regional, principalmente no sentido do planejamento das previsões. Agora, dos alertas, hoje a Defesa Civil tem um sistema muito próprio que é esse que vocês recebem da telefonia celular. Então ele tem dois eh dois módulos, é o severo e o extremo. O o severo você ainda consegue tirar ele do seu celular, você coloca um dispositivo de segurança, você consegue tirar. Agora o extremo não. O extremo ele vai tocar. Independente de você querer ou não querer, ele vai tocar. Em que caso que seria o extremo? O extremo é quando é uma situação mais grave de eh prevista. Eh, o caso, por exemplo, de 2016, que que eu que esse comentário que foi 48 km, o que aconteceu inclusive Ribeirão Preto agora, recentemente também, eh você percebe que tá vendo uma formação muito significativa com raios, ele vai somando, ele vai falando isso é é diferente, vento, raios, é, ele vai fazendo essa somat, isso aqui não é uma um deslocamento de chuva comum. Uhum. Então você emite um um alerta, mas um alerta diferente, o som diferente ou ele vai tocar? É a mesma coisa, ele assusta, ele vai assustar, ele vai assustar porque o ver, vereador, se o seu celular tiver no silencioso, ele só vai aparecer ali a mensagem, não vai ter o toque sonoro. O extremo pode deixar no silencio, ele vai tocar, ele vai tocar uma medida de segurança mesmo que, por exemplo, aqui nós estamos no estúdio todo mundo com telefone silêncio. Se tocar, se tocar o extremo vai acabar tocando no estúdio em qualquer lugar. É, não é que tá. É importante você saber que que nós estamos orientando bastante. As prefeituras tem que possuir um sistema de defesa civil permanente 24 horas até pro cidadão recorrer. Olha, acabei de receber um alerta aqui. Procede isso aqui. Vocês viram que teve um uma fake, né, recentemente que usaram até um termo lá que era o hacker. Exatamente. Então, hoje não, hoje modificou esse eh aprimorou mais, mas mesmo assim você pode eh consultar os o 199 da Defesa Civil, falar assim, ó, acabei de receber, é fato mesmo, tal, tem alguma área onde tá tá chovendo? é buscar mais informações. Isso é uma coisa que nós estamos aprimorando bastante ainda. Na resposta anterior do Cidinen Furtado, quando ele falou sobre o radar meteorológico na Unicamp, a TV Câmara Campinas fez reportagem, tá? Então você pode consultar lá, entra no YouTube da TV Câmara Campinas, digita este radar, esse radar meteorológico que você vai acompanhar a reportagem que a gente fez mais informações sobre este assunto, que é algo muito bacana. Ô Sidney, na sua resposta, você fala bastante que é um trabalho muito difícil, você fala de monitoramento, você fala de um trabalho intenso. E o Iabico na primeira resposta dele falou: "Ó, já conheço o Sidney há 30 anos". Então nos conte defesa civil para hoje, eh, avançou muito na parte tecnológica de equipamento, eh, de pessoas, o que que mudou daquele início, de 30 anos atrás para hoje? mudou muito isso, vocês podem ter certeza. É uma foi uma mudança muito significativa em cima dos do aprendizado dos desastres. Isso foi o grande e é um ciclo. Por exemplo, quando nós tivemos Santa Catarina, foi uma mudança federal. Eh, ah, quando você teve o Rio de Janeiro, foi outra. E nós seguimos também esse mesmo alinhamento. Hoje a parte tecnológica mudou muito. Hoje nós temos uma um um sistema muito mais eh eficiente. Você utilizar três radares meteorológicos não é pouca coisa. Tem estado que não tem radar. Tem estado que só tem um radar. Então você precisa, por exemplo, vai ter um problema, a entrada de frente fria, que vocês ouvem muito, na realidade, o nosso monitoramento começa por Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Uhum. Então ali você já vai tendo e eh a um alinhamento, nós não tínhamos fenômeno como um furacão, esse ciclone extra tropical, a população vai ouvindo assim meio discrente, mas ela tá percebendo alguma coisa tá acontecendo, alguma e tá, esse é o problema, está alguma coisa realmente tem se tornado muito frequente. Então esse aparato tecnológico, por exemplo, nós estamos agora trabalhando muito com sistema de detecção de raios, de descargas elétricas, porque hoje nós utilizamos satélites, radar, radares, né, estações meteorológicas. Então, hoje toda a região metropolitana tem pelo menos uma estação meteorológica. Ótimo. O prefeito Dário aqui em Campinas pediu mais 12 estações meteorológicas que foram instaladas em em todo o território. Você fazer tudo isso em tempo hábil, em tempo real, não é fácil. Que que a gente tem observado? O raio é um fator determinante, porque o raio ele demonstra uma intensidade um pouco maior, foi o que aconteceu em 2016. Então acho que nós estamos aprimorando mais para isso. E por que que nós fazemos tudo isso de uma forma muito cuidadosa? Reputação você só perde uma vez. É quando você caiu num descrédito de alguma coisa e é um aprendizado, porque a gente fala que é um trabalho intenso, porque quando o meteorologista fala emite o alerta é porque ele fez várias discussões. Uhum. Vários modelos e fala assim: "Vamos mandar, ele vai acontecer. Nós não sabemos aonde, tá? Ah, falaram que viria, mas ele aconteceu em algum lugar, vocês podem ter certeza. Ou foi em Paulí, foi em Artur Nogueira, agora agora recentemente". Quer dizer, ele ele vai pegar Cosmópolis, ele vai pegar alguma cidade. Então você não pode, é, falaram, recebeu a Lena, não aconteceu, aconteceu em algum lugar. É isso que não pode criar na população. Ah, tocou, mas não aconteceu nada. Bem claro que aconteceu em alguma região, né? em alguma região ele ele ele aconteceu. Nós tivemos o problema em Ribeirão Preto, eh, foi um, nós fomos para lá, inclusive, a pedido aqui da prefeitura, nós fomos lá para apoiar com 12 cidades e na semana seguinte teve um problema com mais quatro mortes em São Paulo, na na grande de São Paulo. Então, as pessoas podem observar, toda semana entra um alerta, em algum lugar vai pegar. Ô Sidney, aí, por exemplo, eh, rodou, né, circulou a imagem de um túnel em São Paulo ali com água praticamente na altura dos carros. A gente teve recentemente muitas cidades do Rio Grande do Sul, embaixo d'água. O que acontece nesses outros municípios, às vezes de outros estados, serve de alguma maneira pra cidade de Campinas ou aqui é um contexto diferente? A cidade tem uma outra característica e vocês acompanham de longe, não? O o banho agaba é um caso muito específico. Aquilo ali não vocês viram até que o índice de chuva é um índice razoável, 60 não era, não era 600 como aconteceu em São Sebastião. Então, mas é o local, é a área urbanizada, é uma área. Então, se você pega uns 60 mm aqui na Orozimbo Maia, ele vai, inundar, tá? É, são as características. A a grande diferença não dá para comparar. Nós somos Rio Grande do Sul também, ficamos 31 dias no Rio Grande do Sul, eh, na cidade de Canoas, a nossa equipe ficou lá. E uma das questões que pega são características totalmente diferente. Nós não temos o que a gente chama de inundação gradual. O que que seria gradual? O rio Atibaia. Atibaia ele vai, ele vai subindo, você tem um alerta lá de Itatiba, Atibaia, você vai monitorando, ele vai subindo. Não é a característica de Campinas. característica de Campinas predominante é a inundação brusca, enchurrada, sobe rápido e desce rápido. Ozimbuma princesa do Oeste. Isso. E que é muito mais difícil de você fazer a previsão, porque às vezes até uma um um saco de lixo numa boca de lobo, ele vai provocar alagamento. Então você tem, por exemplo, a Álvaro Miller ali que é próximo da própria Ozimbuma tem aquela escola, aquela igreja, você tem o canal já cheio de água. Independente disso, toda a água que tá descendo, às vezes tem uma boca de lobo que tá obstruída, ela vai provocar alagamento. Então vocês cada cada local tem um estudo diferente, tem uma característica diferente, mas não é que nem a do Rio Grande do Sul, é muito de é é muito diferente do Rio Grande do Sul. É um é uma outra característica de mesmo de deslizamento de terra, não é? O grande a região metropolitana de Campinas é mais relacionados à inundação mais brusca. sobe rápido, desce rápido, mas com poder de destruição bastante significativo e de difícil monitoramento e atividade de prevenção. Por isso que nós entendemos que a autoproteção do cidadão, ele sendo informado, ele sendo orientado, o ex tem sido bastante utilizado, são ferramentas que você vai ampliando a capacidade do cidadão. Oi, Abico, numa resposta anterior do Signey, ele falou que uma das preocupações são em relação às árvores, né? E na minha abertura eu falei sobre chuva, calor, mas do ponto de vista ambiental também traz riscos, né? A cidade já considera esses fenômenos no planejamento urbano, nas políticas ambientais, como é que você avalia? Eu acho que a prefeitura tem se preocupado com as ilhas de calor, com essas microflorestas que t se espalhado aí pela cidade toda, eh, com objetivo de refrescar, esfriar aquela região. É uma das tentativas de se amenizar aí as grandes ilhas de calor que existe na cidade. A gente não tem como fugir da urbanização excessiva na cidade. A Campinas é uma grande metrópole. Sim. Eh, é uma tendência em todas as grandes cidades, né? Mas temos que encontrar soluções para amenizar isso. E as micro microflorestas elas tendem a combater esse calor excessivo que traz as grandes chuvas, né? É uma é uma tentativa. E inclusive queria até perguntar pro Cid pro Cid Furtado aqui. Eh, o prefeito tem realizado aí algumas tentativas de se combater aí as grandes enchentes com com os piscinões, as cabeceiras, né, no baia norte sul. Queria ver se isso pode ser uma das uma das soluções previstas aí pela Defesa Civil. S são são alternativa. O sistema de drenagem de uma cidade, ele é fundamental. Uma metrópole como Campinas tá com o sistema obsoleto. Ele precisa passar por uma para uma Então é uma tentativa fundamental. Eh, a Men Álvaro Milha que você falou ali, é, ela tem agora o projeto mais significativo que tá na Princesa do Oeste, tá sendo feito na atrás ali da da CETEC, ali do Mercadão, né? Mas ainda o processo ainda vai se ampliar para Orozimbo Maia. Então ali você sempre vai ter que ter sistema de monitoramento. Então hoje nós temos as câmeras, a um liniggrafo. O linígrafo é é um é um equipamento que quando a água bate numa ponteira, ela dispara o alerta que vai inundar. Aí ela vai pros painéis digitais, os painéis vai para para pro trânsito. Então são ferramentas que você vai convivendo para para para trabalhar isso. O que o vereador colocou da da Micofloresta, eu diria que o grande desafio nosso para este ano é a questão das altas temperaturas, que realmente nós não temos um histórico muito significativo ao longo dos anos. Esse ano ele tá incluso no plano de chuvas. Tanto que o governador tá apresentando para o estado todo essa preocupação do sobre o Elninho, os efeitos do Elninho. O excesso de de o o de altas temperaturas, ele nós não sabemos o tamanho, uma temperatura ambiental do ambiental 40º 45º. Como que você vai emitir os alertas disso? Aqui em Campinas, o decreto que saiu do prefeito Dário Saad, ele ele estabelece as escolas como os o o como uma das prioridades. Por exemplo, você emitiu alerta regionalizado, por isso as estações que foram instaladas aqui em Campinas, com a Secretaria da Saúde, com a assistência social focada para as ILPIs, as instituições de longa permanência para casa de repouso, para você emitir um alerta regionalizado. assistência social tá fazendo um bom trabalho de levantamento, de estrutura paraa emissão de alerta chegar nos responsáveis. Fal, olha, você tá com alerta de temperatura aumentando na tua região, porque idosos e crianças são os extremos. Então é algo e é para nós é uma experiência nova que normalmente é chuva. Esse ano nós vamos trabalhar com duas expectativas, chuva intensa e calor intenso. Calorenso. E aí a baixa umidade também. Então esse fator, esses fatores nos preocupam e nos preocupa depois o que será a estiagem do próximo ano. Esse calor excessivo seria 42, 43 g? Não, não. A gente começa 35. 35 já começa 35 já começa a estabelecer os alertas. Alguns anos atrás na na Europa, Paris, por exemplo, o idosos idosos [limpando a garganta] faleceram muitas mortes. Muitas mortes porque chegou a 42. Eles pode chegar em Campinas. Então essa é esse é o essa é a grande o grande desafio. Quer dizer, nós quando nós ti a COVID para nós foi o a grande lição que nós passamos. Todo mundo tava mais ou menos preparado para atender as ocorrências. Quando veio a COVID ela materializou que nós precisamos rever tudo. A COVID para nós foi uma grande guerra. E aí nós, a primeira questão que nós tivemos durante a COVID era a questão dos do ILPIs, dos idosos, que ali poderia ter o maior número de mortes, como aconteceu na prevente sênior em São Paulo. Então a lógica é mais ou menos isso. Se nós tivermos um uma temperatura muito alta, esses loc esses locais, será que estão adaptados ou preparados por uma informação mínima para evitar mortes? Então esse tem sido a um um grande lema. a prefeitura tem buscado a refriger a alguns bebedouros, coisas que você precisa ampliar essa área de de eh a gente chama de rede de alívio, de refúgios. E é um trabalho intenso, é um trabalho difícil e que nós não sabemos, não temos como mensurar quantas mortes, se o que que aconteceu já na na Europa, se isso de repente vai ser um normal daqui paraa frente. Aham. Nós não temos essa, será que é só por causa do Elninho ou será que isso vai permanente, né, vai virar uma rotina? Então nós estamos nos preparando já para isso. Mas nesse primeiro momento é se abrigado o sol, aquele evitar exercício físico ao ar livre naquele período das 10 às 4 da tarde, se hidratar muito se tiver esse calor excessivo? Eh, sim, é uma das medidas, mas o que se pretende é um pouco mais. Eh, eh são orientações, principalmente se você tem as casas de repouso, a, a assistência social tá fazendo esse trabalho muito bem interessante. O médico, os responsáveis, eles precisam ser orientados do quais são as medidas, tá? quem tá lá dentro, como que é, como que está refrigerado, se não tá, se tá ventilado, é, é tentar ampliar esse esse trabalho de de informação, porque realmente os mais vulneráveis é que farão. Por exemplo, se eu tô fechando o parque com 80 mm por causa das árvores, sim, será que eu não tenho que fechar um um parquinho de uma escola criançada? Exatamente. Então são essas situações que com a educação tá se ampliando, colocando estação meteorológica e falou: "Olha, a tua escola vai ter que ser, isso está sendo discutido, isso não, isso já é, já tá nesse plano, já tá na na implantação desse plano para esse ano. A educação fez um trabalho também muito intenso. Esses grupos que a gente chama de mais vulneráveis, nós estamos com com muito cuidado. Como isso vai se desenvolver pros próximos meses? O, a expectativa é que novembro, dezembro a gente tenha o pico mais intenso desse auninho, tá? Mas o papel fundamental da Defesa Civil interagir com todas as secretarias, né? Outro dia estive na abertura de de um seminário, um simpósio entre a secretaria de saúde e vocês para treinar os os agentes para essa fase do calor intenso que vem, né, C? Sim, é isso. É o trabalho integrado. Ninguém não tem nenhuma estrutura hoje que fala assim: "Eu consigo". Nenhum. É, tudo tem que ser integrado, tudo tem que tá juntoado, porque pode acontecer um para vocês terem uma ideia, a gente fala que a natureza sempre será mais forte. Acho que foi em 2010, teve um erupção de um vulcão na Finlândia. Ele parou todo o estado, o o tráfego aéreo da Europa, praticamente do mundo. Quer dizer, uma coisa que ninguém nem sabia o nome, uma coisa pequenininha, tal, a natureza sempre irá surpreender. Então você precisa prever sempre que a pior chuva vai acontecer, que uma pior onda de calor ela poderá acontecer e que você tem que ter alternativas para enfrentamento disso. A COVID veio, quer dizer, é se é trabalhar para uma situação mais extrema. O i bicic. E nesta parte ambiental a gente pode dizer então que nós temos essa junção dos problemas, né? É um fenômeno climático, mas também na maneira que as cidades cresceram, né? Por conta de impermeabilização do solo, ocupação de áreas de risco, descarte regular e de lixo, falta de drenagem. Aí tudo isso agravam as chuvas, né? É, eu acho que tem que haver uma mudança de de critérios aí de consumo na cidade. A reciclagem de lixo tem que aumentar, o consumo excessivo dos combustíveis fósseis, dos transportes tem que ser mudado para o o transporte elétrico de biocombustíveis, né? O excesso. Aqui em Campinas tem uma característica interessante. Tem um aeroporto da cidade de Campinas, Viracopos, onde a a o índice de emissão de CO2 é muito grande por causa dos aviões que existem ali. Então o índice sobe, né? Os transporte urbano nosso ainda precisa ser mudado para ônibus elétricos. O transporte por por ciclovias seria interessante um estímulo maior, porque não há emissão do CO2. Tivemos recentemente uma comissão de estudos da resíduos sólidos, onde a chegamos à conclusão que a educação ambiental começa na escola para que no futuro a reciclagem de lixo seja maior, né? o consumo seja mais consciente, a o reflorestamento da cidade, criando áreas de respiramento é importante e o treinamento muito integrado aí da secretaria com a Defesa Civil também importante porque o Sidne Furtado, não sei como é que consegue dormir com tanto alerta que tem na cabeça. [risadas] Eu até perguntei como é que você consegue dormir com tanto alerta aí permeando sua sua pensamento todo tempo. Mas defesa civil importante está integrado com todas as secretarias. O quão preocupado você fica, ô Signe, quando vai chegando esta época? É algo assim já esperado e vocês estão bem preparados? Existe realmente um risco iminente por conta de um fenômeno que foge do seu controle? Como é que é e essa preparação que você faz mentalmente e psicologicamente? Não, a hora que nós acharmos que nós temos o controle de tudo, nós já perdemos, porque não tem, [limpando a garganta] você tem que ter um planejamento, o planejamento, e você ter uma, as variáveis que alguma coisa vai dar errado. Nesse sentido, isso isso acontece. O problema da da dos da emissão de alerta, ele é o que a gente fala, é reputação, é um cuidado muito intenso que se tem hoje. Melhorou muito o nosso sistema de de alerta. Hoje mudou, é outra realidade, mas eu diria que a grande preocupação nossa é aquela pessoa que de repente resolve atravessar uma área inundada e vai ser arrastada e vai morrer, certo? Então você pode fazer o que você quiser, da maneira que você quiser, mas o imprevisto sempre vai acontecer. Então eu acho que essa é a grande preocupação. Outro detalhe importante também que é para frisar a questão das ondas de calor e de chuva, a probabilidade de nós termos uma uma intensificação da epidemia da da de dengue o próximo ano vai ser muito grande. Hum. Mas essa aí por causa do desse esse ciclo do calor e chuva, a tendência de que ampliee. Então na realidade você sempre vai ter um fator de preocupação a mais, tá? Então, eh, faz parte da nossa da nossa atividade. Nós temos um aeroporto internacional de Viracopos. Você pode ter uma boatequis a qualquer momento com acidente aeronáutico. Então, você precisa ter planos montados para serem ativados a qualquer momento. Isso dá uma certa tranquilidade porque você sabe com quem que você vai contar. Nós tivemos um acidente recente que nós fomos a a a apoiar foi o da VO e Paz aqui em Vinhedo. Nossa, esse a grande preocupação é para onde seria as para onde seriam levados para Campinas ou para São Paulo, para as famílias para atenderem a a atividade de sepultamento. Então são atividades que a Defesa Civil tá sempre acompanhando, monitorando, ampliando e discutindo sempre com os órgãos eh de emergência pra gente ter uma atividade mais intensa, rápida. O exército tem dado uma uma um apoio muito importante para nós. Defesa Civil é integração de órgãos e sistema. Uhum. A Câmara, a Câmara recentemente deu um apoio muito forte na estruturação da Defesa Civil, um projeto que o prefeito olhou com com bons olhos, mandou pra Câmara, os vereadores discutiram, né, Sidne? pouquíssimas cidades têm um projeto como esse de Campinas e aprovou unanimidade aprovou o projeto da da estruturação de vocês. Sim. Não só emendas que t sido fundamental para nós, mas a criação do adicional para os servidores. Campinas tem um quadro de agentes de defesa civil que poucas cidades no Brasil possuem e deu essa essa essa e nossa intenção é ampliar mais ainda, é melhorar, dar mais condição para pro pro futuro que vem aí da das novas equipes de Defesa Civil. e os eventos extremos cada vez maiores no futuro. Infelizmente eu não vejo, eu não vejo, eu não vejo, não vejo retorno a esse, a essa questão. Eu, só para colocar para vocês, existe um estudo da Unicamp que estabelece que a nossa região é uma região propensa a eventos, como aconteceu em 2016. Foi um histórico que eles fizeram. Foram mais de 100 eventos na vindo do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e vai aqui paraa região de de Campina. Então, nós tivemos em Daiatuba, tivemos Jarinu, eu particularmente já participei de seis tornados aqui na trajetória. Então, é uma é uma rota, não é algo distante, não é? Isso independe inclusive de eventos extremos e eh eh de Elninho ou de eh é é uma preocupação. E quando isso tem acontecido é quando é transição de estação, primavera Uhum. outono. Quando é é período chuvoso, ele é um período bem definido. Você vai ter chuva excessiva em janeiro, você já tem um histórico. Uhum. Agora, essa transição de estação que não é quente, não é frio, você pode ter uma tá alternando o clima, tá chegando um e saindo outro, né? E isso tem preocupado muito a gente, porque se nós tivemos em 2016, no dia 5 em Campinas, 48 km raio de destruição, no dia seguinte Jarinu com uma morte de um tornado. Nossa, então é uma formação muito rápida e os sistemas nossos não foram apropriados, sistemas que eu digo do Brasil para esse tipo de de fenômenos. Então hoje não, hoje hoje já existe um uma preocupação de como melhorar o monitoramento, o CEPAGRE da Unicamp, o radar instalado aqui, que é exatamente como que nós vamos melhorar esse sistema de alerta. Signe, no início de outubro, a Defesa Civil de Campinas realizou uma audiência pública no salão vermelho do passo municipal, discutiu o plano de contingência de proteção e defesa civil da operação chuvas de verão, enfrentamento aos efeitos do Einho, 2026202. Como é que foi essa audiência, essa reunião? Foi uma audiência que envolveu todas as secretarias municipais, todas prefeitura. Eu acho que tem o o com o prefeito o Dário como médico, ele tem uma preocupação eh às vezes um olhar diferente por isso de estações, de ele acompanha muito isso. Então facilitou muito a a questão da mobilização de várias secretarias e principalmente como que eu tô envolver saúde pública com Defesa Civil. E a outra questão que eu vejo que é fundamental, eh, nós não tínhamos a Secretaria da Mulher, ela agora ela tá está em integrada no nosso plano e a ideia é cada vez mais ampliarmos o trabalho com a sociedade civil. Eu vejo que o grande segredo é preparação de autoproteção ao cidadão, tá? Quanto mais informação você passar pro cidadão de como ele deve agir, isso tem um resultado muito interessante, mais do que ser você simplesmente ativar alguns planos, certo? Então, acho que o fechamento de parques tá virando uma prática em várias cidades, que foi uma prática se desenvolvida aqui em Campinas. E a ideia é cada vez você ir aprimorando esse sistema de monitoramento e de preparação. Fechamento de parques, para quem está nos acompanhando. Em 72 horas, se atingir 80 mm, fecha os parques ali da região. Isso ele pode acontecer isso em um dia, 1 hora, 2 horas, depende. Mas esse monitoramento que eu falo é feito 24 horas pela equipe da Defesa Civil. Outro detalhe também que as pessoas não elas desconhecem, hoje nós monitoramos sistema de satélite 24 horas. Qualquer área que tiver detecção no satélite de incêndio de queimada, ele vai ser notificado. A Defesa Civil faz o registro, se necessário, ela vai com drone, faz a constatação e isso vai ser uma notificação da Secretaria do Clima eh da Prefeitura de Campinas. Essa é uma prática que tem dado o resultado. Outra questão, qualquer ocorrência que foi atendida pelo Corpo de Bombeiros envolvendo incêndio em vegetação, não fica impune, ele vai para o serviço de fiscalização também da Secretaria do Clima. Foi uma maneira que a gente tem feito eh eh para tentar inibir a eh eh questões como os incêndios, como aconteceu em 2024. 2024 foi o ano mais difícil que que nós tivemos. Então, é algo que é como que você aprimora a tecnologia em na prevenção. Isso tem dado resultado muito bom. E a Bico é fundamental, né, esse trabalho entre secretarias, eh, intersetorial para elas se conversarem e o município só tende a ganhar. Muito, muito. Eles, eu tô com assunto que a gente tá esquecendo. Estão falando aqui quando a gente fala em eventos extremos, a gente pensa nas tempestades, chuvas de granizo, aquelas grandes chuvas, mas as secas também é um evento extremo, as grandes secas, as queimadas e os climas tem que estar junto com a defesa civil para punir aqueles que iniciam uma uma pequena fogueirinha ali, né, inocente e vira uma grande queimada, né, é. E às vezes a pessoa não foi nem ele, foi uma ação criminosa, criminosa. Como aconteceu em 24, você falou, como aconteceu em 24. Então são questões, não é sair punindo, mas é entender o que que tá acontecendo. Sim. Porque é algo que precisa eh para vocês terem outro detalhe que é muito importante, vocês desconhecem também, a maioria desconhece, por exemplo, nós temos que fazer às vezes vistorias a própria equipes da prefeitura no entorno do aeroporto de Viracopos. Para quê? para verificar se tem eh entulhos, resto de animais, carcaça de animais para atração de pássaros. Qual é a grande preocupação? Foco de atração de pássaros para ter colisão nas aeronaves. Então é uma grande é mais comum do que a gente imagina, né? É muito mais comum. Nós tivemos recentemente um caso de desvio de de aeronave aqui. Então é um trabalho intenso que você só vai vencer se a sociedade estiver envolvida. Isso você pode fazer o que você quiser em termo de fiscalização, mas se não houver essa compreensão de de necessidade, é muito difícil, seja isso na nas arboviroses, na dengue, na maculosa, na na no próprio aeroporto ou de um saco de lixo que vai obstruir uma uma galeria e provocar um alaramento. E existe esse contato direto da Defesa Civil com a população, seja via associação de moradores de bairro ou alguma campanha publicitária que há este encontro? Essa informação chega diretamente da Defesa Civil. Hoje e nós temos uma nós temos grupos de de WhatsApp áreas estratégicas, bem estratégicos, tem grupos e que para nós nós estamos fazendo treinamento de lideranças, tá? Porque às vezes chega um alerta, como você acabou de fal, um alerta que a gente tá te citando aqui, o cidadão interpreta isso, vamos sair correndo. E a gente precisa ter referência local para explicar para eles. Outro detalhe que é muito importante, quando você tem uma referência local de uma pessoa que foi ficou desabrigada, a melhor coisa que tem não é levar para um abrigo público, mas é que ele seja incorporado, absorvido naquela comunidade local. Então são ações que você vai desenvolvendo de preparação. O trabal o orçamento cidadão da prefeitura está responsável por esse trabalho. Ele está responsável e ele que faz a interface com a Defesa Civil, com as as outras secretarias. Você vai me perguntar isso. Precisamos ampliar mais. Precisamos com certeza eh ampliar cada vez mais que esse é é um desafio. Oi Abico. E o papel da Câmara Municipal em todo este processo? Como é que os vereadores podem acompanhar? Execução das medidas, fiscalizar os investimentos, cobrar os resultados antes que situação de emergência aconteça. Pode ser através de fiscalização, mas também através de projeto de lei. Claro. Claro. Hoje o vereador tem um uma ferramenta muito importante que são as emendas impositivas que você pode, cada vereador pode destinar uma parte dessas emendas para Defesa Civil para que eles se equipem. Tem os equipamentos, bota, capacete, tem umas coisas complicadas que eles usam, né, Sidney, para vocês no dia a dia, que a emenda positiva serve para auxiliar nesses momentos e estimular sempre o gabinete do prefeito para que continue incentivando esse o órgão da Defensa Civil que é ligado ao gabinete. O Cid deve, eu conheço o C na época do Chico Amaral, depois veio Zalenda, depois veio Dr. Hel, veio o Jonas Donizete e veio agora o Dário Sad. Acho que existe uma interação cada vez maior entre os gabinetes e a Defesa Civil. E o Dário tem dado todo o apoio para vocês e a Câmara não deixa de ser diferente. A Câmara também precisa apoiar a Defesa Civil eh em todos os instantes e inclusive com orçamento impositivo. Ô Sne, quando um bairro ele sofre um alaramento, aquele morador ele espera uma resposta eh definitiva e concreta. Eh, como conciliar algo que precisa ser realizado a médio e longo prazo e os obstáculos para tirar a solução do papel. Eu a nossa atividade principal quando você tem uma situação, como você tá dizendo, claro e e objetiva, é resguardar a integridade dessas pessoas, garantir o abrigo, garantir uma estrutura de dignidade mínima. ou ele vai pra casa de um parente, ou ele vai para um abrigo, ele tem que ter essa essa essa atividade. A gente tem jogado muito aberto, tem situação que não depende, ela vai se demandar de projeto, de obra e que vai demorar e às vezes pontualmente você vai ter que fazer uma intervenção até de interdição da moradia. Aquela moradia não vai poder permanecer naquela localidade. Então, nem sempre é algo amistoso. Uhum. nem sempre é algo muito eh a nossa questão é a preservação. Outro detalhe muito importante, eh por isso que é fundamental a sociedade eh interagir e participar, porque às vezes a própria sociedade faz essa intervenção de apoio àquela aquela aquela família, aquela pessoa. Outro detalhe é a questão dos animais. Os animais hoje fazem parte da família. a estrutura familiar, o animal hoje ele é parte integrante e às vezes isso também tem causado um um obstáculo. E uma outra questão que a gente tem observado com um pouco mais de de cuidado assim, a gente tem percebido uma população idosa eh sendo afetada nas ocorrências, às vezes morando sozinho, quem não quer sair, não quer sair. Então são situações que foge às vezes o o um pouco, por isso a necessidade de ter envolvido outras secretarias municipais. para poder inclusive assistente social. Para vocês terem uma ideia, todo dia tem um plantonista da assistência social. Todo dia a Defesa Civil tem, ela aciona, tem um motorista, tem uma psicóloga ou uma assistente social que vai atender uma demanda da Defesa Civil aqui em Campinas. Há muitas interdições de Tem bastante bastante, mas o que é interessante, por exemplo, não tem sido área de risco, é o contrário, tem sido residências urbanizadas, residências que pagam impostos, tal, por deteriorização, coisas que falta de manutenção, viela, são questões assim, mas que demanda às vezes até a necessidade de interdição. Isso causa um transtorno, causa um trauma. Não é uma coisa muito simples, mas ela salva vidas. Existe um número para Defesa Civil, tipo 1905 199 199 a população. Bom, eu também que divulgar mais isso. É, ele é 199, é 199 horas. Ele tem a equipe de de atendimento. Tudo é gravado, quando a pessoa liga, tá gravando. Tem algumas questões que não são pertinentes a Defesa Civil é passado para o cidadão, mas toda vez que ele ligar e abrir uma ocorrência, ele automaticamente ele abre um protocolo que a gente chama protocolo de 156, como se fosse 156. Uhum. Então ele pode acompanhar para onde foi aquela ocorrência, pro órgão que foi demandado. Então ele vai ter esse acompanhamento. Só não pode ligar o 99. Quer falar com Cid Furtado. Ah, não quer mais [risadas] não. Às vezes pode trar de plantão, né? Mas o telefone o eu vou é difícil a é bastante intenso. A imprensa também ela ela fica bastante, mas eu eu entendo de qualquer maneira que hoje há um há um melhorou bastante do que foi no passado. A as coisas eram muito mais difíceis. Você não encontrava a plantonista de secretarias municipais, você não tinha assistente social, você não tinha isso é o gabinete prefeito que interage com você incentivando estimando. Exatamente. É, precisa ter um plano, precisa ter a escala, precisa ter escala, precisa ter sobre aviso, precisa ter toda uma estrutura. Muito bom, muito bom. Programa bom, é programa com muitas informações e passa rápido já. Meu tempo já está esgotado. Então, para encerrar, Sidney, se Campinas enfrentar um evento climático extremo nas próximas semanas hoje, qual que é o principal ponto forte na cidade? E qual é a maior fragilidade que ainda precisa ser enfrentada? a questão, a fragilidade que eu digo que a pior chuva sempre está para acontecer, então você sempre vai ter esse imprevisto. A outra questão é é que nós estamos 24 horas à disposição da sociedade. Vocês podem ter certeza que nós estaremos sempre aqui à disposição com todo um sistema de apoio com a com a polícia, com bombeiro, com guarda, com SAMU, com saúde, enfim, com assistência social, todos estarão em conjunto. Isso eu garanto que a existe um um processo de resposta, às vezes vai demorar em virtude do número de ocorrência, mas nós estaremos à disposição 24 horas. Vereador Luiz Abic, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo mais uma vez aqui com o programa Questão de Ordem, informações aqui de grande valia pro nosso telespectador. Já faça um novo convite pro senhor retornar que é o questão de ordem e fica aberto à suas considerações finais. É um prazer estar aqui com você, Gabriel, sempre de questão de ordem, especialmente ao lado do CID, um especialista, nossa nossa referência em Defesa Civil. Eh, o telefone 99 deve estar agendado, marcado na casa de vocês, porque daqui para frente as coisas podem acontecer repentinamente e quando o telefone tocar de aquele der aquele aviso extremo, não sai de casa, né? Espero que todos tenham entendido um pouquinho o papel da nossa defesa civil aqui da cidade de Campinas que está de parabéns. A Câmara está sempre dispostos a apoiá-las, viu C? Parabéns pelo trabalho. Eu que agradeço o apoio. Signei Furtado também muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter vindo aqui aos nossos estúdios. Informações também importantíssimas, fundamentais para quem está nos acompanhando. O programa passa aqui na TV Câmara Campinas, fica disponível no YouTube também. Então esse é um programa para você compartilhar, viu, com seus amigos, com a família, por WhatsApp, porque informações aqui de credibilidade. Já faço um novo convite pro senhor retornar aqui aos nossos estúdios, que seja sempre num cenário melhor do que o que nós temos hoje e fica aberto à suas considerações finais. Nós estamos à disposição, nós vivemos do da das adversidades e dos extremos, ou seja, seca, ou seja, um acidente, ou seja, nossa atividade é essa, estamos à disposição da da sociedade e eu peço cada vez mais a importância do envolvimento da sociedade civil nas ações de prevenção, de autoproteção. Isso é é o grande segredo. É, é isso. Acho que estamos à disposição. E eu agradeço você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído, né, com o Elninho. Quando você escutar por aí, então você já sabe, né, o que pode acontecer aí pelos municípios e tomar as ações de prevenção, mas também de cuidado em caso de uma tempestade, um temporal, um alaramento ou um evento extremo aí de seca prolongada. Questão de orden fica por aqui. Até sábado que vem. Ciao. Ciao. [música] [música]
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do QUESTÃO DE ORDEM

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
1:05:37

Questão de Ordem | Outubro Rosa

1:05:10

Questão de Ordem | Campanha "Beber e Dirigir Pode Custar Caro"

1:02:51

Questão de Ordem | Voluntariado em Campinas: como ajudar e onde estão as oportunidades?

1:05:24

Questão de Ordem | Inclusão PCD Em Campinas

1:05:32

Questão de Ordem | Inclusão Pcd Em Campinas

56:46

Questão de Ordem | Envelhecimento Populacional

1:05:09

Questão de Ordem | Setembro Amarelo

59:17

Questão de Ordem | Parlamentos Metropolitanos

1:01:40

Questão de Ordem | Agosto Lilás: Mês de Combate à Violência Contra a Mulher

1:05:17

Questão de Ordem | Inclusão de PcDs no mercado de trabalho: desafios e direitos

59:18

Questão de Ordem | Segurança da Mulher

1:06:59

Questão de Ordem | Semana Nacional de Políticas sobre Drogas

1:03:11

Questão de Ordem | Junho Violeta

1:06:47

Questão de Ordem | Junho Verde

41:17

Questão de Ordem | LDO 2027: Como será definido o orçamento de Campinas?

1:06:58

Questão de Ordem | Escala 6x1 em Debate: Impactos para Trabalhadores e Empresas

1:03:58

Questão de Ordem | Segurança pública - 20 anos do ataque do pcc no estado

1:04:54

Questão de Ordem | Maio laranja

1:05:09

Questão de Ordem | Festival artes pela paz

1:05:43

Questão de Ordem | Vacinação em Campinas 2026: desafios covid, dengue, sarampo

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
5:17

Adote Um Bichinho | Semana 19 a 24 De Outubro 2026

4:54

Câmara Notícia | Exposição Salão de Humor

15:25

Campinas que Deu Certo | Unicamp

1:04:26

Estúdio Câmara | Pets Tem Sentimentos?

10:08

Central I.A | Notícias de Campinas, Brasil e Mundo

12:48

Notícias da Metrópole

15:00

Notícias do Legislativo

7:02

Câmara Notícia | Nome Galeria Ex-Presidentes