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Ser Empreendedor | Saúde e Bem-Estar: negócios que crescem com propósito em Campinas
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Ser Empreendedor | Saúde e Bem-Estar: negócios que crescem com propósito em Campinas

92 views Publicado 25/01/2026 HD · 44:31

Descrição do vídeo

O Ser Empreendedor desta semana mergulha em um dos setores que mais crescem no mundo: o mercado de saúde e bem-estar 🌱✨. Para se ter uma ideia, entre 2020 e 2022, esse segmento avançou 12% globalmente, movimentando mais de US$ 5,3 trilhões. No Brasil, o setor já alcançou cerca de US$ 96 bilhões, com projeções que indicam que esse número pode chegar a US$ 8,5 trilhões até 2027. É nesse cenário promissor que o programa apresenta histórias reais de empreendedorismo em Campinas, mostrando como propósito, coragem e planejamento podem transformar trajetórias profissionais e criar negócios alinhados com qualidade de vida, saúde mental e bem-estar. 🌿 No primeiro bloco, você conhece a trajetória de Renata Travaglini, que deixou o mundo corporativo para empreender no setor de terapias integrativas. Médica veterinária de formação, Renata conta como buscou equilíbrio emocional por meio do yoga, das práticas holísticas e do autoconhecimento — caminho que resultou na criação de um espaço voltado ao cuidado integral do ser humano. O episódio aborda desde o processo de transição de carreira, os desafios do empreendedorismo físico, até o modelo de negócio colaborativo, que reúne terapeutas, vivências, locação de salas e projetos corporativos. 🐶 Um dos destaques da conversa é a participação especial de Oto, o mascote do espaço, que atua de forma espontânea durante atendimentos e vivências, reforçando o papel dos animais como facilitadores de bem-estar e acolhimento emocional. 🧘‍♀️ Já no segundo bloco, o programa conversa com Elisa Medeiros, empreendedora que também passou por uma grande mudança profissional. Com formação em Ciências dos Alimentos e experiência no mercado corporativo, Elisa encontrou no yoga e na Ayurveda um novo propósito após enfrentar crises de ansiedade. Ela compartilha como a pandemia foi um ponto de virada, os desafios de empreender em uma nova cidade, a importância do boca a boca, das redes sociais e da construção de um espaço coletivo que fortalece outras mulheres empreendedoras. Ao longo do episódio, você vai conhecer: ✔️ O crescimento do mercado de saúde e bem-estar no Brasil e no mundo ✔️ Histórias reais de transição de carreira ✔️ Os desafios do empreendedorismo fora do ambiente corporativo ✔️ Modelos de negócios colaborativos e sustentáveis ✔️ A força do empreendedorismo feminino ✔️ Como propósito e saúde mental estão diretamente ligados ao sucesso profissional 💡 O Ser Empreendedor mostra que empreender vai muito além do lucro: é sobre criar impacto, gerar conexões, promover qualidade de vida e construir negócios alinhados com valores humanos. 💬 Assista até o final e participe: 👉 Você já pensou em mudar de carreira? 👉 A saúde mental influencia suas decisões profissionais? Curta, compartilhe e deixe seu comentário. Sua experiência também pode inspirar outras pessoas 🚀✨. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, [música] o mercado de saúde e bem-estar está em plena expansão. Para se ter uma ideia, entre 2020 e 2022, o setor teve aí um avanço de 12%, movimentando 5.3 3 trilhões de dólares no Brasil. Esse mercado atingiu no mesmo período aproximadamente 96 bilhões de dólares, ou seja, quase 500 bilhões deais. E há uma boa perspectiva que até 2027 esse número chegue a 8.5 trilhões de dólares. E é neste segmento que a gente vai falar de um negócio aqui de Campinas. que tem como aí capitaneado pela Renata Travalini, que vai contar pra gente qual foi essa trajetória. Eu já soube que ela veio do mundo corporativo e passou por uma grande etapa até chegar nesse ponto do negócio. Renata, seja bem-vinda. Conta para nós um pouquinho. Antes, especificamente, de você trabalhar com saúde e bem-estar, você já tinha práticas voltadas a esse movimento? o que que você fazia antes? Obrigada. Obrigada, Mina. Bom, eu era do mundo corporativo, então trabalhava com gerenciamento de produto, desenvolvimento, eh bem a parte interna, né, empresa. Eu sou médica veterinária, trabalhava com a parte técnica veterinária dentro do do mundo, né, da indústria veterinária. E lá eu comecei a buscar opções e técnicas para mim, para eu conseguir ter um equilíbrio mais de vida, mais qualidade, eh ficar mais tranquila, porque é uma Então, o mundo corporativo é algo que geralmente estressante demais, né? Metas, a gente se cobra demais, a gente se cobra a questão de eh ai eu tenho que ter uma carreira, uma ascensão, como que eu equilibro isso com a minha vida pessoal, né? Como que eu coloco os pratinhos ali rodando? eh, sem surtar, sem ter um burnout, sem entrar em, né, em pirá mesmo. Então, eu comecei a buscar, eu sempre gostei de yoga, eu fazia yoga, praticava yoga como uma técnica para mim, né, corporal. No início achava que era só corporal, que era só os asanas, os alongamentos. Aí eu comecei, fui fazer um curso de formação em yoga, porque eu achei maravilhoso a filosofia de vida, de você observar aquilo que você se alimenta, como você se nutre, o que a energia do seu corpo é capaz de fazer pro seu bem-estar, pro seu equilíbrio. E comecei a entender um pouquinho, fui fazer esse curso de formação para mim, fazia pras amigas, a gente brincava, né, vamos fazer uma aula de yoga na lá em casa e a gente fazia e era muito bacana. E aí depois disso continuei buscando para autoconhecimento. Então comecei a estudar Heik, que é uma técnica até reconhecida pela UMS, né? Fui fui estudando Heik, me tornei mestre em heik, fui estudar outras técnicas como radiestesia, apometria, então fui foi tudo que vai se abrindo, né? Parece quando a gente eh começa a explorar esse mundo, esse mundo vai se abrindo para nós. E eu usava muito para mim, eh, para para meus meus animais, meus cachorros, né? Tinha. Ah, você começou a aplicar as técnicas no cachorro? Aplicava, aplicava nas minhas, né? Não. Sim. Veterinária já aproveitou ali. Ah, é porque eu falo, né? Todo mundo fala que é quem é veterinário, os animais são todos CRMV positivo. Então, tudo que acontece acontece com cachorro de veterinário, porque a gente descobre, vai atrás e vai resolver. Então, eu comecei a usar essas técnicas integrativas, sim. Também para ajudá-las, né? para ter mais qualidade de vida, para para tentar dar mais eh conforto. Eu tive eh duas cachorras que viveram até 16 anos e meio, uma labrador e uma vira lata. Então, nesse momento, para mim foi muito assim, me ajudou muito, porque eu eu usava muito nelas e eu vi, poxa, faz dar muito resultado, é muito bom, né? isso em paralelo com a minha parte de autodesenvolvimento. E quando eu fazia autodesenvolvimento, assim, a gente acaba, né, conversando com amigos, com colegas, com as pessoas, família e todo mundo, ai, que legal, como é que é, como é que funciona? E eu começava a aplicar as técnicas também para pras pessoas que eu conhecia assim, ai você não quer fazer umake em mim? Todo mundo ai faz umake para mim, nossa, não tô bem. Ou nossa, tô com uma dor aqui. No encontro assim de amigos, alguém chamava e vem aqui. É família. Ia fazer um encontro de família, né? Você não quer fazer umake em mim, daí vai lá, faz. Ai, você não pode fazer uma mesa para mim para me ajudar, porque a mesa radiônica, né, que usa radiestesia. Então eu comecei a fazer e eu gostava. Aquilo me trazia uma sensação de que quanto mais eu ajudava e me colocava a serviço disso, nessa colocava essa energia em movimento, aquilo me fazia melhor, eu me sentia melhor, eu me sentia bem. Isso em paralelo ao meu trabalho, trabalhando normalmente no mundo corporativo, mas eu percebi que eu estava melhor. Eu falei: "Hum, tem alguma coisa aí interessante, né?" E a só que a vida não para, vai acontecendo, tudo vai girando ao mesmo tempo. E aí nisso eu falei: "Bom, vamos, vamos que vamos". quando chegou a pandemia em 2020, que eu acho que foi um grande divisor, né, para muita gente, para maior parte foi um divisor. Claro que a gente teve parte muito negativa, né, muitas perdas, mas também eu acho que deu a oportunidade pra gente ter mais tempo, né, porque não podia sair, não podia encontrar presencialmente, entrei em home office naquele momento, porque até então eu era 100% presencial, né? Então, não tinha possibilidade de de ter tempo para outras coisas, porque eu estava na atividade dedicada 100% aquele período, né? E quando eu entrei no home office em 2020, é claro que eu ainda estava numa fase muito legal. na minha carreira, eu tinha acabado de mudar, de subir um nível na carreira da empresa, uma promoção super bacana, uma oportunidade muito boa, sou super grata ao mundo corporativo e e assim, mas demandou mais desafios para mim, porque passar a ser remoto, né, com um uma um cargo de maior eh nível, de maior liderança, exigi também do ponto de vista de mental meu, né, assim, de eu estar bem para eu conseguir conduzir disciplina de trabalhar em casa. Exatamente. Exatamente. Então, foram várias várias questões, vários fatores que acabaram contribuindo para que eu também pudesse focar na área terapêutica como algo que me ajudasse também. Mais ainda foi isso, foi uma coisa que foi ficando mais intenso. Mas aí foi nesse momento que você se perguntou, é isso que eu quero para mim como profissional? Foi, foi nesse momento. Foi assim, quando eu comecei a praticar. Então, em 2020, eu acabei tendo a oportunidade de fazer um outro curso dentro da área eh integrativa da parte holística. E nesse curso eu me juntei com outros terapeutas. E esses terapeutas nós éramos um grupo num site e as pessoas do Brasil inteiro, do mundo inteiro, entravam nesse site e agendavam uma consulta com a gente. Então eu não conhecia a pessoa diferente de antes, que eram pessoas que eu conhecia. Então eram pessoas desconhecidas que chegavam e eu atendia. tinha, nós tínhamos um protocolo que foi criado, era tudo muito organizado, muito, muito bem colocado. E então eu, eu comecei a perceber que, poxa, aquilo era profissional, não era só algo que eu fazia de hobby ou que eu fazia pras minhas amigas ou algo que eu fazia pra minha família, sabe? É uma coisa que eu mudei o nível, uma responsabilidade, exatamente, ainda maior. Continuei trabalhando à noite, eh, continuei trabalhando final de semana, eh, tava ainda com aquele grupo de terapeutas, ficamos bastante tempo, foi muito legal, adquiri muita experiência, foi muito bom. E e nisso, será que eu quero, será que eu não quero, o que que eu faço? Chegou 2022, eu falei: "Nossa, cada vez mais, cada vez que eu ia pro escritório, eu falava: "Nossa, mas a construção aqui já tinha começado ou ainda não?" Começou em outubro de 2023. Só tinha o projeto até então. Só tínhamos o projeto e só tínhamos o terreno e a ideia do que a gente queria, né? Certo. E aí eu falei: "Nossa, cada vez que eu ia para lá eu falava: "Vai, não tá mais fazendo sentido". Sabe aquele sapato que você coloca que começa a apertar ali, formar uma bolha que você fala: "Não, não dá mais, não tá calçando direito mais". E aí eu comecei a trabalhar internamente isso comigo de poxa, eu gosto, eu acredito, é um, eu acredito que vai funcionar, né? Quando eu me, eu faço, eu me sinto bem, faz todo sentido, por não, né? E aí o Rafa também super abraçou a ideia, super querido junto comigo. Eu falei: "Então a gente vai, vamos". Eu falei: "Então vou largar meu trabalho". Ele falou: "Você tem certeza?" Eu falei: "Não sei. [risadas] Certeza a gente nunca tem, né?" Mas você largou mesmo antes de construir aqui, foi mesmo antes de começar a construção para você poder tá dedicar dedicado aqui. Mas enquanto naquele momento que você saiu do mercado corporativo, você chegou a fazer alguma negociação com a empresa e com esse montante que você recebeu como, né, o contrato você investiu aqui? Foi isso? Sim. foi o que eu eh eu tinha uma relação muito boa, né, com o meu gestor, que ele era de fora. Então, a primeira vez que eu conversei com ele foi um ano antes de eu sair, eu conversei com ele, chamei ele para conversar, eu falei: "Eu queria falar uma coisa para você, queria te agradecer muito, gosto muito do trabalho, gosto muito da nossa relação, mas eu não é isso que eu quero mais fazer, eu vou sair da empresa." E aí na saída Olha, gente, quem chegou aqui, Oto. Inclusive, ela acabou de falar justamente dessa questão dos animais. O Oto é o mascote aqui do negócio dela. Ela vai contar daqui a pouquinho essa participação dele, não só na gravação, mas nos atendimentos. Mas pouquinho você conta. Naquele momento você estava falando com o seu gestor, isso. Falei com ele, falei: "Eu não quero mais". Aí ele: "Não, mas por que? Que que aconteceu? É alguma coisa? Aconteceu alguma coisa? Eu eh a gente pode melhorar alguma coisa para você? Que que é, né? O que tá acontecendo?" Eu falei, não é, porque eu não faz mais sentido, é algo que eu não quero mais. Eu não vou sair daqui, não vou para outra empresa, eu não quero trabalhar mais no mundo corporativo, eu vou empreender, vou trabalhar com outra coisa. E aqui a gente faz locação das salas. Então, o que o terapeuta faz de condução em termos de quanto ele cobra, como ele conduz a atividade dele, é dele. A gente não interfere em nada. Então, a gente cobra uma um aluguel de sal, é como se fosse com working de terapeutas. É isso. Exato. Então a gente tem modalidades de locação. Então tem locação por hora, tem locação por pacote, que são as modalidades avulsas, que aí não tem um vínculo tão grande com a gente e e tem a locação que é por período. Então você pode alugar meio período por semana, um dia por semana, três dias por semana ou a sala full para você. Sim. Em quanto tempo vocês já fizeram essa perspectiva de em quanto tempo vocês terão esse investimento de volta? Olha, essa é uma boa pergunta, uma pergunta excelente. O que a gente espera, né, do que de fato vai acontecer, eh, eu não sei se vai se concretizar. Eu acredito que sim, né? Porque a gente ainda tem e um paralelo, um parênteses, a gente tem um braço que não tá funcionando aqui ainda do espaço, que é o nosso café. Então, a gente tá com quase 100% do café para pronto para lançar. Então, a gente tá ali 80%, falta terminar 20% pra gente inaugurar o café. Então eu acredito que ele também vai ajudar tanto na visibilidade, né, para trazer clientes, trazer pessoas, quanto no giro também financeiro, porque a gente pensou, não dá pra gente depender de uma coisa só, né? A gente tem que depender, tem a locação de sala, tem o café, tem o braço corporativo, que como a gente, eu vim do corporativo, o Rafa continua no corporativo, é algo que a gente entende que é interessante. Então, trazer grupos de empresas para trabalhar bem-estar, para trabalhar vivências, experiências, a gente já teve aqui o ano passado, a gente pretende intensificar. Então são entradas financeiras que não são da locação. Escol o tal. Então foi interessante, a gente ficou pensando que nome a gente vai dar, que nome a gente vai dar. E eu adoro a parte de medicina oriental, medicina chinesa, sempre me chamou muito, né? E quando eu fui estudar a medicina chinesa, inclusive na pós de acupultura para animais, você estuda também mais aprofundado a filosofia, né? Da onde vem isso? E aí, eh, tem o tauísmo, que é uma filosofia maravilhosa, e o tal vem do tauísmo. Tal significa caminho, né? O caminho do meio, aquilo que proporciona o equilíbrio, aquilo que proporciona você se encontrar, de que forma você quer conduzir a sua vida. Então é o caminho, a gente falou, bom, então vai ser um caminho pro bem-estar, um caminho para as pessoas se reequilibrarem, se reconectarem, se reencontrarem, né, trabalharem com cura, enfim, tudo tudo isso junto. E vocês estão vendo aí, inclusive no decorrer desse bate-papo, algumas imagens das atividades realizadas aqui nesse espaço em que a Renata atua junto com outros terapeutas. E o papel do Oto, o Oto você sabe que ele chegou para nós, você sabe que os animais eles chegam para nós sempre por ressonância, nunca é por acaso, né? Então sempre a gente encontra um animal, ai vou levar para casa. Ai nossa, esse cachorro vai ser meu ou ai eu vou adotar, porque ressoa energia. Então tem muita coisa ali que a gente aprende um com o outro, né? E o Otto chegou para nós não faz muito tempo. Eu tinha as minhas cachorras que ficaram muito tempo comigo e eu passei um processo de luto quando elas partiram que eu precisava viver aquilo, porque aquela coisa que as pessoas falam: "Eu nunca mais quero ter cachorro". É, mas eu não aguento também como [risadas] todo mundo não aguenta, eu não aguentei. Eu falei: "Ah, preciso". Eu falei: "Só que eu quero adotar um. Eu não quero assim que chegue por acaso, quero adotar". Então eu fiquei, comecei a buscar assim, sabe? H, comecei a buscar ONGs, comecei a buscar lugares que adotavam animais. Eu falei: "Ah, acho algum momento vai vir o cachorrinho certo para nós". E o Oto chegou para nós e através de uma um pet shop em São Paulo que eles recebem muitos animais de abrigos ou de protetores ou, né, de adoção responsável. Exato. E a gente foi, encontramos o Oto lá, não conhecia essa raça, ela é uma, é o Stefford Shiry Bolter Terrier. É uma raça super dócil, super do bem. Eles são considerados cães babá, então se estão muito bem com crianças. Sim. E aí eu falei, bom, chegou para nós e eu falei agora, né? Chegou um a gente adotou, chegou em casa, eu falei: "Gente, como é que vai ser esse cachorro enorme dentro de casa, adulto? Eu não sei como ele se comporta, será que ele é legal? Será que ele é bonzinho? Será que ele é bravo? não sabe nada, né? É novo. E aí chegou e ele começou, ele é muito doce, ele é muito doce. Intencionalmente a gente não tinha intenção nenhuma dele trabalhar ou dele ser terapeuta, era o nosso nosso pet, né? E aí ele vinha, começou a vir comigo para cá, começou durante a obra, ele vinha, ele adorava aqui, ele adorava, gente. Ele vinha, ele ficava se brincava e tal, mesmo que não tivesse terminado ainda, que tivesse quase pronto, ele vinha, acompanhava, ele é muito companheiro, vinha, acompanhava, ficava junto. Daí quando eu, quando abriu aqui que a gente comecei a atender, eu comecei a trazer ele comigo. E quando eu atendia em casa, porque animais normalmente eu atendo em domicílio, eu vou até o domicílio da pessoa e eu moro num condomínio, no meu condomínio eu atendia todos os animais do condomínio. [risadas] as pessoas levavam lá em casa para eu atender e ele ficava junto, ele ele adora outros animais. Então ele ficava junto, ficava quietinho assim no cantinho, parecia que ele tava ali participando do processo, né, terapêutico. Eu falei: "Olha que interessante". Comecei a observar, comecei a observar, falei: "Olha, o é um terapeuta". E aí ele foi aqui também. Toda vez que eu atendia, ele queria entrar, ele ficava deitadinho, sentadinho ou deitadinho do lado da pessoa que eu tava atendendo. Parecia que tava ancorando energia, que tava limpando de alguma forma. quando começaram a ter as vivências, as meditações, tudo, ele chegava, ficava do lado da pessoa, sentava e ele ia de pessoa em pessoa no grupo assim, sabe? Eu falei: "Bom, tem alguma coisa, ele tá [risadas] fazendo". E aí a gente percebia que ele ele parecia que tá limpando, tanto que tem uma hora que ele satura assim, sabe, de energia fala: "Nossa, quando tem muita gente ou quando vem tem muito movimento, ele fica cansado, ele já quer descansar". Á, então ele já fez o papel dele de terapeuta e energético, já fez a sua função, porque eles têm essa função também, os animais, né, Renata, se a gente for pensar do ponto de vista do negócio, é um negócio novo, novo é um conceito novo. É um conceito novo. É que E qual, o que que você espera? Vamos pensar aí pro próximo. A gente tá no comecinho de 2026 até o final desse ano. Qual é a primeira etapa desse negócio em 2026? Eu entendo que é consolidar, porque a gente tá, eu falo que a gente começou a engatinhar o ano passado, né? Nasceu, foi um, é um filho nosso, né? Um projeto. Então, nasceu, a gente começou a engatinhar. E aprendi muita coisa já nesses seis meses. Parece que é pouco, né? Mas a gente que é empreendedor e tá o dia inteiro, todos os dias ali lidando, a gente vai aprendendo, tem que aprender rápido, né? Porque não tem muita, muito tempo. A gente tem que se reinventando ou se ajustando conforme a gente vai entendendo a demanda do mercado. Então, a nossa intenção para esse ano é que a gente consiga chegar em dezembro com as salas assim, muitos terapeutas conhecendo o espaço, tendo um giro de movimento para as atividades que a gente tem aqui, que eh yoga, meditação, ginástica, holística. Então que isso esteja bem consolidado em todos os horários que a gente tem disponível com as turmas, né, para que as pessoas possam usufruir dessa desse bem-estar também em forma de dessas modalidades e que as salas estejam 100% completas, porque a gente ainda tem espaço, né, para para preencher. Eh, começamos recente, então ainda não tem não é todo mundo que conhece, né? Não são todos terapeutas que que conhecem o tal. Então, a ideia é que a gente consiga divulgar para esse número de terapeutas, que o café já esteja funcionando e bem girando, que as pessoas conheçam, que seja realmente um lugar que é o que a gente projetou, um lugar que as pessoas possam vir, né? Eu falo que é um oasis assim na cidade que a gente quis criar, que elas se sintam bem aqui, que elas percebam a energia que a gente colocou, né, todo esse carinho, todo esse amor e que elas possam usufruir do tal como um caminho mesmo de bem-estar para elas, como um espaço de poxa, ali eu vou, é um pedacinho do dia, é um pedacinho do meu momento para mim. Então esse é o objetivo pro final do ano, que a gente consiga chegar nesse processo de uma forma tranquila, né? eh, mais ajustada, porque é um desafio. Eu sou nova, né, nesse mundo com um negócio físico. Uma coisa é você empreender online, o que é muito desafiador também, claro. Mas quando você vem pro físico, as responsabilidades aumentam também, né? Também. E aí é é são muito detalhes para você não deixar para trás, né? Renata, olha, muito obrigada. A gente espera aí todo sucesso pro seu novo negócio. Quem sabe a gente se fala numa outra oportunidade. O ser empreendedor vai para um breve intervalo. Mas olha só, antes disso, confira as dicas de livros e também de filmes sobre este tema. Já já a gente volta. 10 vezes é mais fácil que dois. Realize mais fazendo menos. [música] De Benjamin Hard e Dan Sullivan. Traduzido por Bruno Fiúza, o livro defende que buscar conhecimento exponencial 10 vezes é mais [música] eficaz que o incremental duas vezes, focando em simplificar, eliminar o não essencial e [música] focar em uma visão maior para multiplicar os resultados em tempo, dinheiro, relacionamentos e propósito, com guia prático para empreendedores e líderes buscarem a maestria através de metas transformadoras e uma mudança de mentalidade e não apenas trabalhando mais, mas de forma mais estratégica e focada. A arte de pensar claramente de Rolf Dobell revela que o livro é um guia para identificar e evitar 99 vieses cognitivos, que são armadilhas do pensamento que distorcem a nossa percepção e nos levam a tomar decisões ruins, apresentando exemplos práticos de psicologia comportamental, neurociência e economia para nos ajudar a sermos menos irracionais em questões pessoais e profissionais, sem grandes ideias, apenas sendo mais conscientes dos erros comuns. Essencialismo, a disciplinada busca por menos de Greg McCale, é sobreidentificar o que é vital e eliminar o resto, focando em fazer menos, mas melhor, para ter mais impacto e significado na vida. Em vez de tentar fazer tudo e acabar em mediocridade, ele propõe uma filosofia de vida para escolher conscientemente onde investir o tempo e a energia, aprendendo a dizer não ao não essencial e simplificando para focar no que realmente importa. [música] E a gente continua falando de bem-estar nesse bloco. O Brasil é o 12º país no ranking mundial quando a gente fala nesse mercado que atingiu 96 bilhões de dólares. Apesar de um crescimento que prevê ainda muito mais eh expansão nesse segmento, a gente vê que o desafio é a melhora da saúde mental, porque de acordo com a com a Organização Mundial da Saúde, o nosso país lidera o ranking global de estress com 74% da população enfrentando episódios que comprometem a qualidade de vida. E as terapias integrativas estão aí nesse sentido também para ajudar aliviar um desses sintomas. Foi nisso que a Elisa Medeiros, que em 2014 teve contato com a yoga, por exemplo, ela passou também depois a empreender nesse segmento, mas ela já era empreendedora em outro. Elisa, me conta um pouquinho dessa história de você já ter essa questão de empreender em outro segmento e de repente a partir desse contato com essa nova terapia falar: "Não, é outra coisa que eu quero paraa minha vida". Sim. Eh, bom, a minha formação, minha primeira formação é em Ciências dos Alimentos e eu segui carreira na área corporativa. Então, já achando que isso era o caminho, nem cogitei outras outras possibilidades, outras áreas de atuação. Fui trabalhar na indústria, né, de alimentos em diferentes segmentos da cadeia da indústria de alimentos. Primeiro trabalhei como CLT numa empresa por alguns anos, mas eh passado ali alguns anos, eu já empreendi nessa área, eh abrindo uma empresa de consultoria, né? Então trabalhei por mais 10 anos, aproximadamente como consultora, auditora, instrutora de treinamentos, prestando os meus serviços para indústrias e empresas na cadeia de alimentos. Eh, mas como em 2008, né, o meu caminho se se cruzou com o yoga e nesse vale a pena eu comentar que eu estava num tratamento eh de crises de ansiedade muito fortes, que é justamente dentro desse parâmetro que eu falei aqui. Exato. Então, vivia uma vida bastante que me exigia muito nessa área profissional, né, nesse trabalho e, enfim, por diferentes questões também fui desenvolvendo essa essa ansiedade que foi crescendo, crescendo e tive que procurar ajuda, tratamento mesmo. E despretenciosamente eu parei numa aula de yoga com uma amiga que me convidou e falou: "Ah, eu acho que você vai gostar porque eu também já tinha um pezinho lá. Eu gost, eu gostava de me muito de me movimentar, eu gostava de me alimentar bem, eu já tinha um um olhar assim cuidadoso pros hábitos, era uma coisa que me chamava. E realmente aquela aquela aula de yoga eh mudou a minha vida, porque no final da prática, né, eu eu tenho a memória da sensação até hoje de ter experienciado algo dentro de mim, uma sensação dentro de mim até então desconhecida, né? uma sensação de tranquilidade, o aquiietamento, aquela redução da dos pensamentos, que para mim era muito desconhecido, porque eu sempre tive essa tendência ansiosa, é algo que faz parte de mim, de mim também, do meu ser, mas que eu acessei e o meu maravilhamento foi justamente entender que aquilo tudo que eu tava sentindo era meu, né? Eu acessei através ali de uma condução, de uma boa condução, de uma prática de yoga. Aquilo tava ali dentro e foi um uau, né? Falei: "Caramba, eu tenho isso, eu consigo acessar isso". E desde então nunca mais parei. Então isso eu tinha 27, 28 anos de idade e nunca mais parei de fazer yoga. Segui praticando. Mudei de cidade diversas vezes e sempre em cada cidade que eu chegava, a primeira coisa que eu ia fazer era procurar um lugar para praticar, mas profissionalmente trabalhando ainda no trabalhando trabalhando como consultora, como, né, prestadora de serviços eh para indústrias de alimentos. E foi na pandemia, né? pandemia eu acho que mudou a vida de muita gente. É, inclusive do primeiro bloco também, quando a Renata, ela entrou em home office, ela despertou e falou: "Acho que não é isso que eu quero também". Sim, sim. Eh, os meus questionamentos vieram um pouquinho antes, eh, com a chegada dos meus filhos, né? Então, o primeiro filho, mantive, banquei aquele ritmo alucinado e e quem trabalha com consultoria viaja muito. Eu atendia Brasil inteiro, então viajava muito. Ainda sustentei por alguns anos do meu primeiro filho, mas foi ficando difícil, pesado. A carga mental, emocional, física foi ficando difícil de de suportar. E quando eu me vi grávida da minha segunda, né, da minha filha mais nova, eh, eu vi que não dava mais e que eu queria procurar outros caminhos. Ela nasceu em que ano? Ela nasceu em 2019, tá? Então, você já tava bem. Exato. Já eu fiz uma transição, mas ainda mantive na área de consultoria porque eu tinha uma empresa maior com funcionários, né? Uma sócia, eh, algo maior. E eu dei um passinho para trás. e continuei com alguns poucos projetos mais próximos, eh, de onde eu morava no na época eu morava em Curitiba e segui desta forma por mais alguns anos. Mas a veio uma inquietação muito grande de não é isso, não é o que eu quero, de sentir mesmo que eu precisava procurar algo. Sim. E nesse período ali, minha filha nasceu em setembro de 2019. Eu, né, nas minhas meditações ali, como o yoga já fazia parte da minha vida já há muitos anos, eu tentava buscar isso dentro de mim, qual seria os possíveis caminhos e falei: "Eu quero dedicar". Eu já tava já num outro ritmo de vida e pensei, eu falei: "Eu quero dedicar, buscar um estudo, algo diferente, né? E aquela coisa, joguei isso pro universo." Sim. E apareceu para mim uma, entrei em contato da, daquelas coisas como você estava me contando, que apareceu na sua mesa lá o papelzinho, apareceu para mim um curso de terapeuta aurveda. Então, aurveda é a medicina tradicional indiana que tem uma visão integral do ser, da saúde, do do indivíduo, uma forma de compreender a vida e a nossa relação conosco, com o todo. E a partir daí, eh, traz, né, rotinas, hábitos, cuidados com a sua, com a saúde, pensando nessa integralidade. E já em 2020, o curso já começava em 2020, no começo de 2020, era um curso para ser presencial, veio a pandemia, fechou tudo ali em março, né, fevereiro, março de 2020. Sim. O curso foi todo remoto, foi migrado por, né, se tornou online com poucos encontros presenciais. Foram dois anos de curso e eu não tinha, eu fui fazer sem muitas pretensões. Nossa, e foi uma um outro maravilhamento. O yoga e o Aurveda vem do mesmo berço, né? Então os conhecimentos se encontram, a filosofia ela se encontra, né? Então tem as bases são a são a mesma. Sim. Eh, e foi também a cada módulo do curso que eu fazia um novo maravilhamento assim, né? falava: "Nossa, é isso, né? Vinha, vinha uma certeza assim de achei, encontrei." Eh, e foi, concluí o curso. Na conclusão do curso, eu ainda mantendo a minha consultoria lá, meus projetos. Eh, começou a atender ped atender pedidos despretenciosos de atendimentos. Ah, amigos, o amigo do amigo, o primo que indica para pro outro, ai me atende nessa, né? Eu subloquei um espaço que eu atendia pontualmente essas pessoas de forma muito despretenciosa. Mas você teve aí um agir. Quando você diz que alugou um espaço pequeno de forma despretenciosa, dentro de você já era essa transição para ter um novo negócio nesse segmento. Com certeza. Com certeza. fala disso. Olha, vou testar ou ou foi bem inconsciente ou não. Vou testar e ver o que dá. Isso foi assim. Eh, eu sou uma pessoa que também eh sou muito pé no chão, muito enraizada, assim para mim eu não largaria tudo do nada e vou então, mas eu também não queria fechar porque eu sentia que eu sinto, né, ainda hoje que essa área que é aqui que eu preciso estar, que eu quero me desenvolver mais. Então eu não fechei nenhuma porta nunca. Você continuou então com a consultoria na área de alimentos e tinha alguns horários disponíveis que você começou a fazer esses atendimentos. Exatamente. De forma bem pequenininha, nos horários que me sobravam. Então era algo bem ali, tá? Vamos indo e como você falou, vamos vendo o que que isso dá, tá? E eu fiquei o quê? 2 anos dessa forma até que veio. Isso foi pós-pandemia. Pós- pandemia. Exatamente. Eh, ah, e detalhe, assim que eu finalizei a formação no Aurveda, imediatamente eu já engrenei na formação do yoga. Então, como eu comentei, as bases filosóficas são a mesma e eu e eu realmente me encantei, falei: "Eu eu quero aprender mais, eu quero me aprofundar". Então, eu já emendei um curso no outro e fiz a formação como professora de yoga na sequência e tudo isso em paralelo acontecendo. Eu sei que eu conclui o curso de yoga, né, como como professora. No mês seguinte eu me mudei para Campinas. Então, eu morava em Curitiba. O meu marido por uma transição ali profissional se mudou para cá. Nós somos da região do interior aqui de São Paulo também. Então, foi um retorno pra gente e viemos parar em Campinas. E quando eu cheguei aqui, todas essas minhas bases ali foi foi meio que um empurrão, sabe? Empurrão bem bem forte, vamos assim dizer, porque eu larguei essa área lá atrás, né? Essa área da consultoria, ela ficou e eu realmente me dispus a deixar, né? Não deixei de todo os clientes, alguns clientes que toparam, eu falei: "Olha, eh, não estarei mais presencialmente, mas se vocês quiserem ainda tocar alguma coisa online, né, para mim ser interessante financeiramente, profissionalmente falando." E aí alguns clientes permaneceram na consultoria, mesmo mudando completamente para 100% online. Só que eu também vislumbrei aqui essa oportunidade de falar, tá, eu tenho um livro aberto aqui, né? O que que eu vou, o que que eu posso fazer com isso, com essa com isso que eu comecei a construir lá atrás e e resolvi de forma mais ativa, né, mais planejado olhar para isso. E eu tinha uma amiga que é a Luí e tenho, né, ainda eh hoje minha atual sócia também. aqui do espaço e a gente já nos nossos cafés a gente conversava, a gente dava divagava sobre essa área, porque nós nos conhecemos em grupos terapêuticos de mulheres, encontros, enfim. Então, era um tema já recorrente para nós. Ela também é empreendedora de outra área. Ela também poderia estar aqui contando a história dela, mas ela vive em Curitiba. Então a gente já, nossa, imagina, a gente abriu um espaço assim, assim assado, a gente já conversava sobre de forma bem remota, certo? Mas nessa minha chegada aqui, que eu vi esse leque de oportunidades e morando aqui na no bairro, né, na região, eu fui num primeiro momento procurar locais, espaços, eh, que tinha o yoga para oferecer o meu trabalho ali como professora, como terapeuta. E eu eu me assustei até pelo tamanho da cidade, né, o porte da cidade não ter nada para cá nessa região. E isso também foi foi somando e eu falei: "Nossa, como assim tanta gente, tantos bairros aqui, né? Eh, e não tem nada, porque o yoga é algo que tá muito presente, as pessoas estão prestando mais atenção. Exato. Principalmente depois da pandemia, a busca pelo yoga principalmente tá muito grande. E isso tudo foi juntando, somando. E nessas conversas, retomei, retomei essa conversa com essa minha amiga, com a Luise, falei: "E se a gente abrisse um espaço aqui?" E aí, claro, entre muitas conversas, estudos, planejamentos e a gente se encheu de coragem e resolvemos. Então, eu mudei para cá em julho de 2023, em janeiro de 2024 a gente abriu aqui esse espaço, certo? O espaço paraa Laia. E então foi assim, desafios de tá, tô tranquila, é perto da minha casa. Aqui inclusive a gente tá falando de uma rua que é uma rua comercial dentro, né, do Suis Park, que fica na região sul de Campinas, mas você não é da cidade. Sim. Qual foi o desafio então de trazer as pessoas para conhecer o seu trabalho aqui? O que, quais foram as ferramentas e estratégias que você utilizou? Sim, eh, a gente vai fazer dois anos na semana que vem e isso ainda é um desafio, né? Eh, se fazer conhecer justamente porque, eh, eu não tenho, não tem, não tinha, né? Hoje a rede já tá um pouco maior, mas não tinha ninguém, não conhecia ninguém. Então, foi um trabalho de construção mesmo do zero, né? E a Luíse, ela, a especialidade dela, a formação dela, a experiência dela tá muito voltada pra área do marketing. Sim. Então, e hoje, né, com essa busca também, eh, a divulgação tão presente nas redes sociais, site, então ela, eh, ela fez esse trabalho e faz ainda, né, esse trabalho bem forte dessa divulgação ali por trás das telas, né? Então hoje a sociedade de vocês é que você traz a prática e ela traz a parte administrativa. É, a gente divide o administrativo a gente divide, tá? Ainda e ela faz o marketing. Ela cuida do marketing comercial, ela tá à frente. Eu tô à frente do financeiro e da operação aqui do espaço, né? Além das aulas, né? Porque eu tenho à minha frente como Elisa, terapeuta e professora de yoga também, né? Então, eh, eu adentro também nessa parceria, eh, também como uma parceira. A gente tem aqui no espaço outras parceiras, outras professoras de yoga. Ah, tem outras também, outras empreendedoras também são outras professoras de yoga também dão aula aqui, além de mim. Eh, outras terapeutas integrativas também atendem aqui no espaço. E elas foram chegando como? Foram chegando muito no boca a boca. A gente, eu lembro que a primeira terapeuta eu conheci, porque assim, como eu sou, já venho desse meio e investindo nisso de participar de retiros, de vivências e eu participei de uma vivência aqui em Itú, aqui próximo, muito próximo, e ali eu conheci uma aromaterapeuta, participei de uma vivência dela e ela ficou marcada na minha cabeça. Aí quando é, a gente tomou a decisão de abrir o espaço, logo eu lembrei dela e eu tinha um produto dela que ela deu de brinde, de mimo, achei ela, já conversei. Então, assim, já foi uma pessoa super aberta que tá conosco até hoje, porque além do yoga a gente tem as salinhas de atendimento individual. Quais os atendimentos que são feitos aqui? Exatamente. Bom, eh, tem eu como terapeuta aurveda, né? Então, faço os atendimentos. Eh, a gente tem dentro do Aurved um arcabolso de terapias tanto corporais, tratamentos corporais, quanto consultas para orientação de hábitos, rotinas, estilo de vida, adentrando muito nessa perspectiva da saúde integral. Então, passa por alimentação, fitoterapia, os chás, eh, e outras práticas e hábitos e desenvolvimento de rotinas. Eh, a gente tem a aromaterapia, que é essa a Lu, né, Luciana, que eu tava te comentando, que foi uma das nossas primeiras parceiras aqui também, que também traz os atendimentos individuais e também grupos, vivências, trazendo a aromaterapia como âncora também para esse tratamento e cuidado integrativo. A gente tem a Cláudia, que é trabalha com a medicina tradicional chinesa, então auriculoterapia, acupuntura também atende aqui. Tem a Anelise, que trabalha com constelação familiar, temos a Maira, que também, assim como eu, é professora de yoga e também massoterapeuta. Então, ela atende com algumas terapias corporais. A Maira, inclusive, foi também nossa primeira parceira. conheci ela recebendo uma terapia dela, então, como cliente, e aí eu perguntei para ela se ela conhecia alguém, alguma professora de yoga, ela conheço eu. [risadas] Então, foi um trabalho assim de formiguinha, de boca a boca, de ir atrás, de conhecer as pessoas, de fazer essas construir essas relações. Sim. Eh, e hoje, mas você percebeu que aquele seu agir, o quanto de pessoas que você tem movimentado, não só, claro, é importante a questão da captação dos alunos, até porque é um negócio, né? Tem uma questão financeira importante a ser considerada, mas que você inclusive falou: "Eu tenho hoje aqui outras empreendedoras". Com certeza. E essa consciência desse movimento que traz outras pessoas que também empreendem. Como é isso para você? Isso, gente, paraa gente foi um propósito desde o começo, que eu nunca pensei num espaço eh para mim sozinha. Eh, eu me vejo muito nesse coletivo e assim, querendo ou não, nessa área, a grande grande maioria são mulheres. E eu acredito muito nessa força, nessa união, quando mais mulheres estão juntas, né, olhando para um mesmo propósito, para um mesmo para um mesmo lugar. Então, a gente tem um propósito muito forte aqui, que é promover esse esse ambiente de trocas verdadeiras, genuínas, algo que seja bom para além do negócio, de um número em si, mas que realmente eh a gente se encontre nesse lugar, sabe? Então isso foi um propósito desde o início, desde a construção do negócio. Ele já nasceu assim, então ele não nasceu para ser ai a Elisa à frente das coisas, não. É eh existe um todo e um coletivo aqui que passa primeiramente por elas, por essas parceiras. Então cada pessoa que tá aqui com a gente eh são pessoas e mulheres incríveis e muito especiais, né? e que tem uma entrega assim maravilhosa, que entregam pro mundo, paraas pessoas que também passam pelo cuidado delas, eh, uma verdade, um cuidado, uma uma preocupação muito genuína. Então, assim, são pessoas que eu recomendo e recomendaria eh de olhos fechados muitas vezes. E também passa pelos nossos alunos, né, nossos queridos alunos. Então, a gente tem um público bem fiel, tá? lógico que tá sempre renovando, vindo novos alunos, né, novos pacientes, novos clientes. E a gente tenta ter esse esse cuidado e esse olhar muito individual para cada um. Qual foi o investimento inicial nesse negócio? Eh, de valores, sim, em torno de R$ 80.000, tá? você nesses dois anos, a gente tá falando aqui em janeiro de 2026, 2 anos desse espaço, você já conseguiu ter esse valor de volta? Ainda não. Existe uma perspectiva do do período? A gente espera que em até 5 anos a gente consiga ter esse esse retorno, tá certo? Então, parabéns pelo aniversário de do anos desse negócio e que a gente possa assim como falamos lá no começo, também saber que é um setor um dos mais promissores aqui no nosso país. Obrigada. Imagina, eu que agradeço. E você que pode acompanhar o Ser empreendedor nas redes sociais, que é o youtube.com/tvâmaracampinas, lembre-se, todo domingo, 5 horas da tarde tem estreia do nosso programa nos canais 11.3, TR qu da Claro e nove da Vivo. A gente te espera no próximo ser empreendedor.
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