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Ser Empreendedor | Networking e conexões no empreendedorismo
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Ser Empreendedor | Networking e conexões no empreendedorismo

59 views Publicado 03/04/2025 HD · 29:49

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[Música] Cultivar uma boa rede de contatos é essencial para qualquer negócio. Networking torna-se cada dia mais fundamental para empreendedores e o programa de hoje vai mostrar um grupo de Campinas que se reúne uma vez por semana em cafés da cidade, justamente para essa troca de experiências. O objetivo é promover o crescimento de negócios como [Música] este. Uma pesquisa global realizada pela plataforma LinkedIn revelou que cerca de 80% dos executivos atuantes em médias e grandes empresas reconhecem o poder do networking de referência na geração de emprego e renda. São bilhões de negócios gerados no Brasil, em diversos setores que começam com esta ferramenta. O Lucas, que desde 2019 decidiu transformar a sua paixão pelo parkour em um negócio, encontrou em um grupo de empreendedores em Campinas a troca de experiência que precisava num período pós pandemia da COVID-19. Eu tive a sorte de conhecer o Ezequiel, que também foi um foi o nosso aluno. Ele começou trazendo o filho dele, se interessou a praticar parkour também e daí dando aula para ele, a gente começou a trocar ideia sobre negócio. E isso foi muito interessante porque foi a primeira vez que eu tive um contato ali com alguém que também tava empreendendo, passando por situações difíceis, entendia as minhas dificuldades e a gente podia trocar experiências. A proposta partiu do casal Ezequiel e Manuela, que são proprietários de uma escola de inglês em Campinas, que atua também de forma online. E eu sempre participei de grupos de networking que existe em Campinas, existem vários, né? Eu via que isso me dava muitas possibilidades de gerar negócios, expandir, gerar conexões e eu sempre achei super bacana. Eh, então eu sempre participei juntamente com a English coffee, representando a nossa empresa. E dentro da English nós sempre tivemos e temos, né, alunos empreendedores, empresários. E aí reunido com alguns amigos empreendedores, falamos: "Poxa, por que não eh startar um projeto de networking de primeiro momento bem pequeno dentro do nosso escritório e ver o que que vai dar?" E aí a gente fez a primeira com três, quatro empreendedores, com alguns estagiários e funcionários da empresa. E a gente viu que deu muito certo, por e a gente começou a gerar insightes tanto pra nossa empresa e para esses empreendedores, então agregou bastante e a gente viu que a partir daí o pessoal começou a conhecer mais sobre English e gerar referências. Então eu posso dizer que esse momento foi o start de todo esse projeto que a gente iniciou dentro do Empreendedores Campinas. Nós como empreendedores vemos que todos os dias os empreendedores da região até fora de outros estados têm uma dificuldade em comum que é se conectar, fazer novas parcerias. E essas parcerias nós vemos que com a reunião de networking soma, né? Os empreendedores juntos se unem e fazem a diferença. Então eu e pensamos assim: "Por que não fazer um grupo de networking gratuito onde as pessoas todos os às vezes assim uma vez por semana consiga se encontrar e deixar rolar, trazer novas ideias. O que funcionou para um empreendedor, para outro funciona também, né? Então essa troca de ideia, essa parceria, essa conexção é um elo, uma amizade que faz crescer o empreendedorismo um do outro. Essa primeira reunião, a gente foi até o escritório do Ezequiel, tava eu, a minha esposa, eh, o Ezequiel, esposa dele, mais amigos que trabalhavam com ele também. E foi um momento que a gente sentou e começou a conversar sobre as dores. Ele falou sobre problemas que eles tinham com venda, como conseguia prospectar mais alunos. Então, falei um pouco do que eu fazia. Ele me deu ideias também do que ele tava fazendo e a gente abriu até gerenciador de anúncio na internet, um ajudou o outro a fazer. Então, foi uma experiência muito bacana que agregou muito para todo mundo que tava ali. De um grupo de amigos no início para uma rede de empreendedores que cresce a cada dia. Nossa visão que café e no dia a dia habita muitos empreendedores, empresários, né? Empreendedor, empresário, vamos fazer uma reunião, primeira coisa, ah, tomar um café. Então foi nessa vertente, outra vertente, porque eu gosto muito de café, então eu conheço muitas cafeterias, gosto de cafés bons. Madaria, geralmente o café não é tão bom, então prefiro café, que tem café, é cafeteria, tem cafés especiais. Inclusive a nossa empresa da escola chama English coffee, traz o nome de café. Então, justamente por isso, sempre gostei de fazer algo diferente pela começa pela English coffee, né, que nós temos um método mega diferente, não trabalha com gramática. Eu nunca gostei de fazer algo que já existisse e com as mesmas características. Então, falando de empreendedores Campinas, é um grupo de networking, porém eu falei: "Cara, vamos fazer algo mega diferente, desde a dinâmica, né, com algumas características diferentes dessas que já existem e também essa questão de ser cobrado, porque a ideia não é não era e não é ganhar dinheiro com o projeto networking, sim ajudar os empreendedores a fomentar os negócios deles e automaticamente fomentar eh os negócios da English coffee também. Então, por isso de não ter nenhuma taxa dentro dessas reuniões, onde nós pensamos segunda, segunda, ninguém tem algo para fazer de segunda, não. Acho que não. Sexta seria mais complicado, fim de semana. Aí a gente organizou segunda, segunda às 19, então ficou fixo. Segunda, toda vez, toda segunda às 19 horas nós nos encontramos em cafés itinerantes da região aqui de Campinas. Então, cada semana num local. Por que essa sistemática de cada semana em um local? Por quê? Nós tivemos, né, no começo, como Ezequiel mencionou, na nossa sala de reunião da English coffee, onde na sala de reunião nós encontramos os nossos amigos, empreendedores e fomos crescendo por ali aos poucos, bem iniciante. Mas depois percebemos que tinha a essência de ah é longe para mim aqui, outro empreendedor era de valinhos, outro era de vinhedo. Então começava a ficar complicado. A gente pensou, se cada semana nós fizermos num café, a gente consegue abranger pessoas, não só de Campinas, mas de outras localidades e vai facilitar para quem mora perto daquela região. De 25 a 30 empreendedores e sempre tá rotacionando. Cada semana é um que aparece eh novo visitante. Isso é muito gratificante para nós, né? Porque esses visitantes, eles além de colaborar com o empreendimento deles da região, que faz estimular cada vez mais, a gente percebe que nós também que já estamos no grupo já há um tempo consegue colaborar com essa pessoa também. Então, esses 25 a 30 pessoas sempre então rotaciona e eles são de vários nichos diferente, né? Então, temos advogados, temos pessoal de marketing digital, tem o de inglês da English coff, então é bem diversificado. Donos de café também e de energia solar, eh de consórcios, vários. E todos eles completam, né? Eu digo que cada um com a sua experiência já adquirida acaba eh completando o outro. daquelas primeiras reuniões e depois o grupo foi aumentando, o que que te trouxe como bagagem pro seu negócio? Quanto mais pessoas foram chegando, mais a gente conseguiu eh ver a dor dos outros, ver o que a gente estava fazendo direito aqui e podia ajudar. E também é a troca pelo outro lado, o que eles estavam fazendo, que tava dando certo, que podia ajudar o negócio, conhecer parceiros também, ah, pessoas que trabalhavam com marketing, eh, pessoas, já tive um outro negócio também, conheci pessoas dentro do grupo que tinha o açog, que eu tinha um negócio no no ramo alimentício, que também a gente conseguiu ali produzir junto. Então, valeu muito essas parcerias, a gente conseguir ver que a pessoa tá ali também tendo problemas e a gente conseguir compartilhar ah o conhecimento. É uma sensação prazerosa de compartilhar e saber que você tá ajudando e também sendo ajudado ali pelo outro para conseguir resolver e ter uma prosperidade no negócio. Eu estava passando por alguns problemas ali, principalmente na parte de gerir os novos leads que entravam, como conseguir eh organizar tudo isso. E aí em uma das reuniões, eu conheci uma plataforma de CRM também captação de novos alunos, que foi uma das coisas que deu uma grande virada aqui no meu negócio. E se não tivesse ali na reunião, eu não teria conhecido essa plataforma, então foi muito importante. Ah, legal. Agora, do ponto de vista empresarial, tirando a questão do parkour, como hoje você analisa o seu negócio? Eu vejo que é um negócio que tem muito potencial, eh, cada vez mais é uma prática que está crescendo assim e tem muitas possibilidades. Eh, hoje até uma das nossas linhas é transformar o negócio em franquia. Então, a gente teve algumas mudanças aí durante a nossa trajetória. Até inicialmente tínhamos outro nome, chamávamos Parkour Campinas e daí hoje se tornou dash, escola de parkour. O que que é Dash? Dash é um movimento do parkour. E aí, nesse movimento de pensar em franquiro, vocês abriram a unidade em Valinhos ou como que ocorreu assim pensar, vamos ter a unidade lá, ó, o que que era? era demanda no começou a ter uma demanda. Tinha alunos que vinham de Valinhos fazer aulas aqui com a gente e aí apareceu a oportunidade de abrir uma unidade. Eh, foi antes de ter a ideia de franquia, mas foi a partir daí que eu vi a necessidade. Como eu estava dizendo antes, até chamava parkour Campinas e quando abriu lá chamava parkour Valinhos. E aí o pessoal procurava aqui, depois mandava mensagem lá, eu via que era as mesmas pessoas que perguntavam e daí eu falei: "Pô, preciso mudar isso, eu preciso de alguma coisa que mantenha o no da empresa, então preciso de um nome único." E daí teve a transformação do nome e todo começou. O empresário que é apaixonado por parkour lembra do início do negócio que começou com a prática esportiva na infância e era uma atividade que tinha acabado de chegar no Brasil, então não era muito comum. Inclusive, foi muito difícil até convencer minha mãe a deixar eu participar dessa atividade. Eh, depois que eu fiz o meu primeiro treino, que eu conheci uma comunidade aqui em Campinas, eu me apaixonei pelo esporte e já sabia que era isso que eu queria pra minha vida. E conforme o tempo foi passando, o parkour foi ganhando mais reconhecimento, começaram a aparecer oportunidades. Então, eh, comecei a dar aulas informalmente, mesmo ainda adolescente, com a intenção de trazer mais praticantes para participarem junto comigo, até que com 18 anos eu senti a necessidade de formalizar isso. Então eu comecei a dar aulas mais formais, fiz cursos para poder atuar na área e aí comecei a dar aulas em crossfit, em praças, em parques. E assim foi surgindo a ideia. Isso. A partir dessa experiência, então, em que momento você fala: "Eu vou transformar esse essa minha paixão pelo parkour em um negócio?" O, sempre existiu em mim essa vontade de ter um jeito de viver de parkour, porque era aquilo que mais me encantava, era o que eu queria fazer todos os dias da minha vida. E quando eu fiz 18 anos, eu falei: "Agora eu preciso fazer algo que ganhar dinheiro, não dá só para treinar parkour, isso daí não dá futuro." Então foi no momento que foi esse momento que eu senti a necessidade de achar uma forma de trabalhar com parkour e dar aulas foi a melhor opção. E aí começou a crescer muito o número de alunos, chegando a um ponto que esses espaços já não comportavam a quantidade de alunos que eu tinha e também existia uma demanda por um espaço mais específico pra prática. Eh, foi então que em 2019 eu fundei a primeira a primeira unidade própria da Foi um período muito difícil. Eh, até do lado do meu espaço tinha um salão de beleza e do outro lado tinha um negócio de eventos. Então, eu vi o salão de beleza fechando, eu vi o negócio de eventos fechando e como esse sempre foi o meu maior sonho, eu tinha que achar uma forma de conseguir manter aquele negócio. Por sorte, eh, nossos alunos sempre foram muito fiéis, sempre amavam muito fazer parte dessa comunidade. Então, eles continuavam engajados em aulas online, que também foi um desafio de fazer parkour online. muito complicado, mas conseguiu manter e por mais que foi um período difícil, por outro lado, foi importante, porque foi nesse momento que eu entendi que não bastava apenas ser um praticante de parkour com uma academia, eu precisava entender outras coisas. Eu precisava aprender a vender, eu precisava aprender a administrar melhor meu negócio, toda a gestão financeira para conseguir ter um negócio próspero. E a partir dessa percepção, o que que você fez? A primeira coisa foi procurar cursos e estudar da jeito que achava. A divulgação do projeto é como o ditado diz, a propaganda é a alma do negócio. Como todo projeto inicia pequeno, né? E a gente, como acreditou muito, eu falei: "Não, vamos desenhar bem legal esse projeto e vamos avançar". Aí criamos a marca, o nome, Instagram. e foi criando essa identidade e foi divulgando e aí automaticamente o pessoal foi vendo, conhecendo e querendo entender na prática. Então a gente divulgou dentro de igrejas parceiras, dentro de cafés. Então isso foi ganhando corpo e até mesmo esses poucos empresários que participaram e participam, mas participam desde lá atrás, um ano e meio mais ou menos, foram indicando amigos empreendedores, porque empreendedores tem amigos empreendedores e com isso foi aumentando aí e essa quantidade de empresários, mas eu acredito e creio que a gente vai expandir ainda mais. E o grupo aceita que tipo de empreendedor? desde pequeno até o grande empresário. Me fala um pouco desse perfil. Legal. Dentro do nosso grupo, eh, desde aquele e cara e empresa, eh, funcionário que é CLT, que está com uma ideia, eu quero ser empresário, empreendedor, ele é super bem-vindo ainda. É, já é bem-vindo. E também aquele que já começou e o projeto é pequeno, ou aquele mesmo que já está com um projeto super grande, uma empresa, um empreendedor bem gigante aí no mercado, todos são aceitam. Eh, e também um ponto importante, eh, que falando do diferencial, nós não trabalhamos com nicho. Geralmente esses grupos de network, ah, é uma escola de inglês, só uma escola de inglês, um escritório de contabilidade, só um escritório de contabilidade. No nosso caso, não, pode ter dois escritórios contabilidade, três escolas de inglês. Não tem nenhum problema em relação a isso, porque nós temos uma visão diferente. Quanto mais empreendedores, mais a gente vai fomentar os negócios entre eles e gerar mais insightes é dentro do nosso grupo. Quando eu falo assim gerar insites, existe um momento que a gente chama momento das dores. O empreendedor traz uma dor atual da empresa dele, coloca na mesa e todo mundo começa a gerar insites tanto para esse dono da dor, esse empresário, e automaticamente acaba servindo para todo mundo. Então, quanto mais empresários, indiferente do nicho, vai ajudar bastante entre eles. Existe o PIT, onde cada um se apresenta falando sobre o seu produto ou o seu serviço e depois tem uma troca de referências. Por exemplo, ah, eu preciso, eu sou da English coff, mas hoje eu preciso de um influencer. Alguém aqui da reunião pode me referenciar um influencer bacana? Aí alguém pega e fala: "Ah, eu conheço um influencer que para mim foi ótimo e me indica". Então, tem essa parceria também, não apenas em si de uma venda de produto, mas também já fechei negócios com pessoas da reunião para ser aluno da English coffe, então é uma via de mão dupla. Ao mesmo tempo que é vantajoso apresentar o meu trabalho, também eu eu recebo de outra forma. E uma coisa importante é que todas as vezes que novos integrantes estão na reunião, nós percebemos que é um vendedor para nós, né? Então, por exemplo, se eu tenho marketing digital, trabalho com marketing digital e tem alguém na minha casa, algum empresário, amigo fora da reunião que precise de alguém desse dessa área, eu logo vou lembrar daquele meu amigo empreendedor da reunião e vou indicar: "Olha, eu conheço alguém que está participando da reunião faz um tempo e tenho visto que é excelente." Então eu acabo sendo um vendedor para aquela [Música] [Música] [Música] pessoa. atividades e exercícios na prática, inclusive na hora de falar do negócio, é uma das estratégias do grupo e assim crescer cada vez mais. O meu amigo empreendedor tinha que fazer o meu pit e um empreendedor ali arrasou com o meu pit. Acho que fez até melhor que eu, por eh, a gente acaba tendo essa clicidade. Então, ele é um vendedor para mim, um parceiro vendedor também, que a gente sabe que hoje a área de vendas é meio complicada, mas difícil pro empreendedor. Então, a prospecção, essa parte de vendas ativa, quando o empreendedor participa da região, principalmente aqui de Campinas, faz toda a diferença, porque um auxilia o outro, um é parceiro do outro e crescemos juntos. Nós tínhamos uma uma dor que era a questão do atendimento, né? Era, a gente sempre entregou com uma certa excelência, mas a gente via que tinha que precisaria de mais alguma coisa de ferramenta para automatizar, dividir as responsabilidades no momento da do atendimento. Então, dentro de um networking, nós recebemos uma uma indicação, uma referência que a gente fala eh de uma ferramenta que a gente precisava para sanar essa dor. Então essa indicação a gente viu com bons olhos, colocamos dentro da English coffe e aí isso transformou a nossa realidade em em dividir as responsabilidades do dia a dia. Então eu posso dizer que com toda certeza isso foi um case de sucesso para nós e que veio dentro de um grupo de networking. Por isso que a gente acredita muito nesse [Música] projeto. Com toda essa bagagem, Lucas conta que o negócio está em um novo patamar. é um negócio que tem muito potencial, eh, cada vez mais é uma prática que está crescendo assim e tem muitas possibilidades. Eh, hoje até uma das nossas linhas é transformar o negócio em franquia. Então, a gente teve algumas mudanças aí durante a nossa trajetória. Até inicialmente tínhamos outro nome, chamávamos Parkour Campinas e daí hoje se tornou dash, escola de parkour. O que que é dash? Dash é um movimento do parkour. Antes até chamava parkour Campinas e quando abriu lá chamava parkour Valinhos. E aí o pessoal procurava aqui, depois mandava mensagem lá. Eu via que era as mesmas pessoas que perguntavam. E daí eu falei: "Pô, preciso mudar isso, eu preciso de alguma coisa que mantenha o no da empresa, então preciso de um nome único." E daí teve a transformação do nome e todo começou. A partir daí eu vi que o negócio era escalável, que eu conseguiria ter franquias e aí comecei todo o processo de formatação. E como tá esse processo da formatação? Está em que ponto hoje? Nós já estamos nos últimos passos para para terminar o a formatação da franquia. Já temos aí três interessados que querem abrir unidades. A nossa região mesmo. Tem e interessados em Paulíia, em Indaiatuba e em Jundiaíim. Então, provavelmente essas são as próximas três unidades que vão abrir durante esse ano. O empresário que traz muito dessa experiência do networking, acredita que a estratégia da franquia será um novo passo para o negócio. Que que você espera até o final de? Eu espero estar aí pelo menos com mais três unidades, já tudo encaminhando da franquia e espero que cresça bastante. Também temos eh estamos bem ligados a eventos também queremos produzir grandes campeonatos de parkour esse ano que tá no nossas nosso plano. Então, tem tudo para ser um ano incrível, a gente conseguir ver que a pessoa tá ali também tendo problemas e a gente conseguir compartilhar ah o conhecimento. É uma sensação prazerosa de compartilhar e saber que você tá ajudando e também sendo ajudado ali pelo outro para conseguir resolver e ter uma prosperidade no negócio. Sim. Hoje como que como o grupo conseguiu de alguma forma fazer com que o seu negócio evoluísse? Ele tem um pouco mais de 2 anos. É o que que você falou? Olha, eu aprendi ali, eu lembro que foi e trouxe para cá. Você lembra de alguma história? Olha o com Ezequiel eu eu estava passando por alguns problemas ali, principalmente na parte de gerir os novos leades que entravam, como conseguir eh organizar tudo isso. E aí em uma das reuniões, eu conheci uma plataforma de CRM também captação de novos alunos, que foi uma das coisas que deu uma grande virada aqui no meu negócio. E se não tivesse ali na reunião, eu não teria conhecido essa plataforma. Então, foi muito importante. Eu vejo que é um negócio que tem muito potencial, eh, cada vez mais é uma prática que está crescendo assim e tem muitas possibilidades. Eh, hoje até uma das nossas linhas é transformar o negócio em franquia. Então a gente teve algumas mudanças aí durante a nossa trajetória. Até inicialmente tínhamos outro nome, chamávamos Parkour Campinas e daí hoje se tornou dash, escola de parkour. O que que é dash? Dash é um movimento do parkour. Sim. E aí, nesse movimento de pensar em franquir, vocês abriram a unidade em Valins ou como que ocorreu assim pensar, vamos ter a unidade lá, ó. O que que era? Era demanda começou a ter uma demanda. Tinha alunos que vinham de valinhos fazer aulas aqui com a gente. Queremos fazer no máximo de localização de cafés de Campinas possíveis. Imagine que cada semana nós estamos rotacionando em vários cafés e nós voltamos agora em fevereiro porque nós estávamos de recesso em janeiro, mas a ideia é conhecer o máximo de cafés e assim nós vamos conseguir trazer também esse pessoal do café, né, donos de cafés, pessoas que estão participando dos cafés de forma natural, que é empreendedor, que nós sabemos que em Campinas temos muitos empreendedores para conhecer e se achegar à nossa reunião. unir o máximo de pessoas possíveis para ter um banco de dados de parceria maior do que nós temos hoje. Nós já chegamos a ter na reunião uma média, né, de de 35 mais ou menos no ano passado. Aí quando chega o recesso, o pessoal dá uma pausa e vai voltando gradativamente. Então nós queremos também ultrapassar esse número e agregar cada vez mais. Então essa indicação a gente viu com bons olhos, colocamos dentro da English coffee e aí isso transformou a nossa realidade em em dividir as responsabilidades do dia a dia. Então eu posso dizer que com toda certeza isso foi um case de sucesso para nós e que veio dentro de um grupo de networking, por isso que a gente acredita muito nesse projeto. Sim. A Manuela contou pra gente que vocês têm essa esse modos operando, por exemplo, de cada vez estar em um café que a ideia é expandir. Por que que vocês escolheram um café? Vocês poderiam ter escolhido um restaurante, por exemplo, um bar. Por que café? Bom, a nossa visão que café é no dia a dia habita muitos empreendedores, empresários, né? Empreendedor, empresária, vamos fazer uma reunião. Primeira coisa, ah, tomar um café. Então foi nessa vertente. Outra vertente, porque eu gosto muito de café, então eu conheço muitas cafeterias, gosto de cafés bons. Madaria geralmente o café não é tão bom, então prefiro café, que tem café, eh, cafeteria, tem cafés especiais. Inclusive a nossa empresa da escola chama English coffee, traz o nome de café. Então, justamente por isso, é uma paixão pessoal que Exatamente. Exatamente. E tem valido a pena, apesar de parece que ser algo bem, digamos que além de cuidar do seu negócio, você acaba cuidando também dessa vertente de da formação e da manutenção desse grupo. Exatamente. Com certeza. Vale muito a pena, porque a gente nesse ano e meio, se for analisar para um projeto que nasceu e tem uma duração, que está em 1 ano e meio, é pouco tempo, a gente já está colhendo resultados, então está valendo a pena e como qualquer outro negócio, exige uma certa um certo empenho, né? Então assim, a gente tem que dividir algumas horas do dia a dia pra gente empenhar nesse projeto para ele avançar. Então é trabalhoso, mas como qualquer outro projeto a gente visa resultado e com toda certeza a gente tá colhendo já resultados e tão pouco tempo, né? [Música] [Música]
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