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[Música] Mudando o jogo. Com esse tema, a semana de negócios e empreendedorismo de 2025 em Campinas envolveu executivos, especialistas e empreendedores que trouxeram para este ambiente todo um ecossistema que promete mudar o mundo dos negócios no interior paulista. E claro, o ser empreendedor trouxe tudo aqui para você dessa jogada imperdível. O evento traz a combinação entre tecnologia, propósito e humanidade. No prédio do relógio, um imóvel tombado como patrimônio histórico. Este ano, com o apoio da prefeitura por meio da Secretaria de Desenvolvimento, Tecnologia e Inovação, cada atividade gera conexões e oportunidades comerciais reais. Pois é, já estamos na 11ª edição da semana. Era um evento que só a associação fazia. Agora a prefeitura tá junto porque a gente sabe da importância do microempreendedor na economia da cidade, né? São em Campinas são quase 110.000 CNPJ de MEI e também depois de ME. Então, a gente tem aqui um volume enorme e de pequenos empresários que na medida que vão crescendo, prosperando, além de gerar renda para ele, também passa a gerar emprego para outras pessoas. Então, a importância é a gente poder qualificar, ajudar esse empresário. Muitos eles não estão formalizados, então a gente tá aqui também orientando na formalização, né? aqueles que já estão formalizados, t alguma dificuldade, a gente tem alguns programas que nós trouxemos do Ministério do Empreendedorismo, que é o grande parceiro de esse evento. Eh, também temos programas da prefeitura com Banco do Povo, né? eh alguns programas importantes que a prefeitura tem aí para oferecer e o principal é essa qualificação. Quando a gente pensa em criar esse ambiente que começou com a iniciativa da SIC, que hoje envolve tantos parceiros, o que que isso, qual é o recado de Campinas quando a gente pensa nesse universo empreendedor? O recado de Campinas é sempre um recado de muita oportunidade, né? Campinas é de fato uma cidade privilegiada. que tem oportunidade para muitas pessoas, né? Então, mas você para aproveitar essa oportunidade tem que se preparar. Essa é a verdade, né? Então, aí a gente dá essa oportunidade aqui justamente oferecendo isso para todas as pessoas de forma gratuita. Todo mundo pode vir participar, é só fazer a inscrição ou chegar aqui, faz inscrição na hora. Para nós isso é uma coisa incrível. Então o recado é que a gente todos os meses vê que cresce o número de empreendedores em Campinas, né? O número de me abertos CNPJ é sempre maior do que o ano passado, sempre maior do que o mês passado. Então a gente tem um volume muito grande de empresas abertas eh que se repete. Isso mostra a pujança da cidade, mostra que a cidade tem oportunidade para muitos. Esse é o nosso recado. Apesar de todas essas oportunidades, a gente sabe que ainda tem muita gente que está na informalidade e que você mesmo falou, às vezes ela tem alguma dificuldade ou às vezes falta de informação ou acha que olha, ter um MEI só vai me honerar, só vai honerar o meu negócio. Eh, qual que é a importância da gente desmistificar e mostrar que a formalidade é na verdade um trunfo, um troféu desse empreendedor? é a formalização traz para ele pro negócio real e verdadeiramente ele tem a oportunidade depois de se aposentar, ele também vai fazer um recolhimento, né, que é pequeno, é baixo, é possível, né, pro INSS. Então é uma oportunidade incrível que ele pode utilizar depois e a formalização traz a possibilidade dele crescer. Se ele continuar na informalidade, né, é muito difícil e depois ele vai abrir uma empresa eh grande de uma vez. Não, acho que ele começa. É uma escada, né? Mais uma escada que é longa, é, não é simples para ninguém, mas é de oportunidade. Então, a gente convida todo mundo pra gente mostrar como é importante ele tá formalizado também e o quanto que a prefeitura, a sociedorismo tá aqui para mostrar as políticas públicas todas que são feitas através da dos municípios. e Campinas tá dentro disso. Falando nisso, eu já conversei com você em outras oportunidades e agora a gente está lá no Congresso, parece que finalmente vai sair a votação dessa atualização do teto do MEI de outras categorias. Eh, tem também essa questão, né, do crescimento em rampa, do depois da do recolhimento em rampa também. Qual que é a sua perspectiva? Olha, é uma coisa que a gente luta há tanto tempo, né? Eh, e é uma pauta que é difícil, tem sido difícil de passar, mas a gente tem tentado sensibilizar cada vez mais o Congresso falando com os deputados, né, e o próprio governo, né, o governo tem que também ter essa decisão, porque até o imposto de renda houve atualização em tabela e a gente não consegue atualizar eh esse teto do MEI, esse teto da ME, da EPP, não dá mais. Então a gente precisa de fato, né, aumentar esse teto e fazer com que essa rampa seja cada vez mais suave para dar oportunidade verdadeiramente das pessoas crescerem, das empresas crescerem e gerarem mais empregos. O papel do poder público na transformação das pequenas empresas brasileiras. Com este intuito, representantes do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da empresa de Pequeno Porte falaram sobre as ações do governo federal. Primeiro ponto, a principal dor do do setor produtivo, crédito. Então, a gente pegou uma fatia do nosso fundo garantidor, negociou com os bancos públicos e conseguiu lançar o Procrédit 360, que é o maior programa de microcrédito da história do país. E claro que tem um gatilho pra mulher, a gente sabe que mulher é mais organizada, paga melhor as suas dívidas. Então, se empresa liderada por mulher consegue 50% do valor do que faturou com um teto de 360.000. empresa liderada por homem 30%. Fora os programas de capacitação, renegociação de dívida. Então, espaços como esse, principalmente Campinas, que é vanguarda na tecnologia e inovação, é um espaço, uma plataforma importante pra gente mostrar pro pro pra pequena economia os nossos programas. E assim tá sendo uma troca muito bacana. Quando a gente pensa num ambiente em que a cidade busca sempre incentivar qual é essa interface do governo federal com os governos municipais para que isso ocorra sempre. Olha, a vida acontece nos territórios, não dá para fugir disso. Então, pensando nisso, a gente também lançou uma plataforma de contratação direta chamada Contrata Mais Brasil. E o que que é isso? Primeiro começando com foco no MEI, né, para pequenos reparos nas escolas. Então, até R$ 12.500. Hoje o a pessoa, o pequeno empreendedor que faz marcenaria, cuida de ar condicionado, ele consegue através da plataforma fazer via leilão, no formato leilão, menor preço ganha. E aí a escola, por exemplo, não precisa eh esperar uma licitação. Geralmente quem é a licitação, além de demorada, é uma grande empresa, uma empresa que não é da região. Então esse é o é o principal projeto que eu poderia te falar da conexão do município lá com o governo federal em Brasília. E então você que é mei, provoque a sua cidade. É uma adesão simples que a cidade faz e com isso a gente já consegue fazer os pequenos reparos para desenvolver o eh desenvolver o fomento local, né? eh fomentar o desenvolvimento local e prestigiar o microempreendedor que é da cidade, além de destravar a burocracia, se ganha agilidade na administração pública. A gente tem também uma questão que inclusive o ministro Márcio França numa outra oportunidade que esteve aqui na nossa cidade falou sobre a questão do endividamento do ME, inclusive linhas para que isso não ocorra ou que para se minimize. Como que tá essa situação hoje? a gente teve uma boa adesão. Qual é essa proposta do governo quando pensa em que dá essa possibilidade ao MEI para colocar as contas em dia? A gente sabe que o MEI, a pequena economia foi a linha de frente na pandemia e isso ainda não chegou no patamar pré-pandêmico, né? A gente ainda tudo é mais difícil pro pequeno empreendedor e ainda esse setor ainda não estabilizou. Então, pensando nisso, a primeira ação que o ministro fez foi o desenrola pequenos negócios, que é uma parceria aí com os bancos públicos para renegociar as dívidas. Então, desconto de até 90% com carência de 6 meses para pagar o fazer o primeiro pagamento. E isso já gerou um volume de renegociação de dívida de mais de 7.5 bilhões. Então, deu certo, tá dando certo porque até para você ter o nome limpo na praça para ter pleitear um crédito, né? Então foi essa sequência, o desenrola pequenos negócios para desonerar o pequeno pequeno empreendedor. Na sequência o Procré 360, que é o maior programa de microcrédito que eu falei, e com os programas de capacitação, o MEI conta com a gente que aproxima o MEI do contador. A gente sabe que nem todo microempreendedor ele tem acesso a um contador para ter essa orientação. E a gente tá amanhã com uma palestra do nosso diretor também, é, de microempreendedor individual e cooperativismo, que vai explicar e eh como que tá funcionando e e enfim uma responsabilidade, porque 30% da nosso do nosso PIB vem do pequeno negócio. Então, uma grande responsabilidade, né? Aqui em Campinas também, além da vocação tecnológica, nós temos uma vocação para a economia criativa. Como que o ministério vê também essa geração de renda por meio da economia criativa? Olha, o Brasil é muito diverso, muito plural e consequentemente muito criativo, né? Saiu agora um novo decreto mudando um pouco os nomes das diretorias do ministério, porque como a gente nasceu de uma secretaria, o nome era de ministério, mas a estrutura era ainda de secretariado, muito genérico. E pensando na economia criativa, a gente criou uma diretoria específica de artesanato e economia criativa, justamente para acompanhar isso de perto. E uma das ações que a gente tá desenvolvendo lá é um observatório do empreendedorismo criativo/rae economia criativa, que é justamente e eh é captar essa base primária de informação que hoje as nossas informações da pequena economia é muito pulverizada, um pouco do Sebrai, um pouco do terceiro setor e com esse observatório a gente vai começar a construir e é uma base nossa até pra gente conseguir aplicar o recurso financeiro público de uma forma mais assertiva possível. e uma expectativa que existe para o setor do, principalmente para o microempreendedor, que está em votação lá em Brasília, nós tivemos uma última eh um parecer de uma das comissões do Senado favorável para que aumente o teto do MEI e, claro, em consequência também aos outros. Como que o governo aguarda essa decisão? ansiosamente, né? Nós fazemos parte do comitê gestor da reforma tributária, do Simples Nacional com o secretário nacional Maurício Juvenal e e agora tá no Congresso, né? A gente tá com muita expectativa de que isso eh eh seja pautado ainda esse ano. Eh, o momento tá propício para isso e no que tange a nossa responsabilidade técnica, a gente é favorável. Acho que a tabela tá defasada, né? O presidente Lula há 10, 15 anos atrás, ele que criou o meio simples. E eu tenho certeza que na época ele não imaginava a dimensão que o microempreendedor individual ia tomar no Brasil. São mais de 16 milhões de mês no Brasil. Então, e e a tabela tava defasada. Agora, o principal PL que tá tramitando é de R$ 144.000, né, no teto, com a possibilidade do MEI contratar mais uma pessoa. Então, no total serão dois funcionários no microempreendedor individual. E e mais importante do que isso, que é o que o ministro Márcio França vem defendendo bastante, é uma rampa, como funciona no imposto de renda. Então, às vezes eu conheço, por exemplo, um empresário que é de bebida, ele sabe que ele vai estourar o teto dos 81.000 e ele às vezes ele ele fecha o seu negócio e a gente incentiva ele a se negar, ele cresce pro lado, a esposa abre uma outra meia. A gente não quer isso. A gente quer que o pequeno empreendedor ele prospere e cresça para cima para ele pagar mais imposto, mas eh eh de acordo com o faturamento dele, né? Então eh eh o ministro tá defendendo muito essa ideia de rampa de que se estourou o teto, ele paga proporcional ao mês que estourou e não vincure o ano todo. Acho que essa é uma grande inovação que uma das bandeiras que o ministério tá defendendo e parece que tem tudo para ser aprovada também. a ramp tá na mão do Congresso, tramitando no Congresso e no Senado. O presidente sanciona, a gente tá numa grande expectativa. A atenção ao microempreendedor também serviços oferecidos pelo SEBRAI e pela Associação Comercial e Industrial de Campinas. que à frente de um evento tão importante e colocando aqui o espaço mei a serviço da população, principalmente do microempreendedor individual que vem até esse evento. É com muito prazer que tô aqui. Agradeço vocês por essa oportunidade de estar aqui presente com a gente. O espaço meio, nós temos esse espaço exclusivo na SIC, que é um setor especialista que as meninas que sabem bem fazer isso, é para ajudar o pequeno que ainda não entende como faz, como abre uma MEI, como resolve um problema financeiro, como ele tem que seguir, porque mei é uma coisa que assim as pessoas às vezes acham que é muito fácil, mas se a pessoa não souber fazer, ela não vai levar vantagem nenhuma, porque todo mundo sabe, ah, mas tem direito a no futuro aposentar adoria que tem direito à saúde, que tem direito à aposentadoria, mas às vezes a pessoa não tem conhecimento de que ela tem regras e isso as pessoas teriam que ter e a gente tá lá exatamente para isso. Quanto que ele pode faturar, como que ele pode fazer, como que ele pode pegar um um recurso, né, que tem vários setores, vários bancos que que empresta essas coisas com juros que é muito facilitado. A gente tava aí com o Daniel Papa falando a respeito, né, do microempreendedor. Então eu acho que isso é muito interessante para quem não tem uma meia aberta, para quem tá pretendendo fazer, eu acho que é um grande hoje é uma coisa, eu que sou comerciante a vida inteira, na minha época não tinha essas facilidades. Então, eh, você não precisa de um contador, você não precisa, vai lá, as meninas são ótimas, conhece tudo e vai, fora que se formalizar, abre portas, né? Sem contar isso. E também dentro do nosso espaço meio, depois a gente tem o certificado digital que que abre a MEI, depois pode também ter o certificado digital para emitir uma nota fiscal e todas essas coisas que é muito fácil, mas precisa de ajuda, eu acho. Mais uma vez o Sebrai tá presente no SNE, né? E estamos muito felizes mais uma vez de estarmos presentes. Quero agradecer aqui o convite da presidente Nina, da SIC, também da secretária Adriana Flose, o Sebrai para nós é muito importante estar presente porque esse evento já é um evento tradicional na cidade, impacta toda a região. A importância do Sebrai tá aqui é, como vocês podem ver no espaço, eh, existem pautas para vários modelos de negócio, né? Você pode ter uma startup de tecnologia que você vai ter local para ser atendido e acolhido e ao mesmo tempo se você quiser montar, abrir um meio que seja de prestação de serviços, serviço culinário, alguma coisa de de beleza estética, você também vai encontrar. Então é um espaço muito plural, muito acolhedor e o SEBRAI tá aqui com esse objetivo de fazer eh levar essa informação, fazer abertura dos meios, regularização, formalização e também orientação para as empresas maiores que estão presentes aqui no evento. Hoje é o primeiro dia do evento. Existe um já um tipo de demanda que vocês percebem que as pessoas chegam até o SEBRAI com algum tipo de demanda específica? Olha, hoje a gente tava tá fechando aqui eh um balanço eh primeiro assim que surpreendeu positivamente pelo alto volume de procura. Então assim, toda hora tem alguém e sentado para ser atendido. Isso é muito bom, né? Significa que o evento tá bem divulgado, significa que as pessoas estão procurando a informação no lugar certo. As maiores demandas que nós temos tido são em relação justamente aos meios, que são desde orientação, orientações básicas de kinai, o que pode, o que não pode, eh, trilha de capacitação, como que pode evoluir na carreira dentro daquele segmento que atua, buscando informações, outras feiras para poder mostrar produtos e serviços. Então os mês têm bombado nesse primeiro dia no nosso espaço. Então sempre quando a gente pensa nesse ecossistema empreendedor, sempre pode garantir que o Sebrai vai estar lá também para dar esse apoio. Com certeza. É nosso papel e a gente quer estar nas próximas edições da CNE e todas as edições e e eventos que tivermos na cidade tratar de empreendedorismo, o SEBRAI vai estar presente. Campinas e região é um mercado promissor para o MEI. Com certeza. Campinas tem números superiores a muitas capitais, né? E também, Mirna, na sua presença e para pr pra sua audiência dizer o número gigantesco de mulheres, né, que são mês, né, já dominam a maioria das áreas, né, e aqui também no atendimento não tem sido diferente. O volume de mulheres para serem atendidas aqui muito maior que dos homens. No próximo bloco, as palestras negócios manuais e a impressão de quem conhece a semana de negócios e empreendedorismo de 2025. [Música] [Música] Liderança generativa que substitui os modelos tradicionais, código humano em plena era digital, rodadas de negócios. Tudo isso nesse ambiente que envolve empreendedores, empresários e pessoas que querem a transformação nesse movimento aqui na cidade de Campinas. Contando uma história que une inovação e perseverança, o fundador do negócio de locação de equipamentos para construção em 1993 com um amigo tem uma trajetória repleta de desafios. Atualmente, a franquia tem 800 operações e planeja uma expansão internacional. Ele acredita que um ambiente inovador como do SNE é essencial e dá dicas para quem sonha empreender. Como que é trazer essa sua experiência e a experiência do expedito, que lá atrás tiveram essa visão de negócio, hoje estão no franchising aí com muito sucesso, num ambiente que cria justamente esse ecossistema inovador e de empreendedorismo. Primeiro, parabéns à Campinas, Associação, Associação Comercial, por esse evento fantástico de trazer eh informação, conteúdo, novas habilidades pros empreendedores de Campinas e da região, né? Eh, eh, com muita satisfação que eu vim aqui falar um pouquinho da história da Casa do Construtor, da minha história pessoal, que vem de uma família muito humilde, mas com o objetivo de ter um sonho grande, muita resiliência, muito trabalho. A gente através do franchising, né, trazendo empreendedores que comungam do mesmo sonho, a gente vem conseguindo transformar vidas, né, impactando vidas. através de levar soluções de aluguel de equipamentos para construção civil para o Brasil todo. Hoje são mais de 800 unidades, mas começamos com uma, como todo empreendedor tem que começar. Mas já desde o começo já era franchising ou foi a oportunidade que foi aumentando e dando essa nova visão do negócio? Como a maior parte dos empreendedores, todo mundo começa com uma dor. A nossa dor era sobrevivência. Então, naquele momento ainda não tinha noção de franchis, tinha alguma coisa relacionado com constução civil, que era vender material de construção e alugar equipamentos. A medida que a gente foi conhecendo pessoas, participando de eventos como esse, a gente foi abrindo o horizonte e aí veio o franchising como uma grande opção de crescimento para nossa rede. E quando a gente pensa que tem tantas oportunidades e ao mesmo tempo o empreendedor, como você disse, ele tem uma dor, mas às vezes ele precisa de um pouco de ousadia para ir além dessa dor. O que que você daria como dica para quem vê tudo isso? Acha tudo muito bonito, tem um negócio, mas fala: "Ah, eu tenho um biquinho, eu tenho um negocinho, não sei o que eu faço". O que você diria para essa pessoa? Se esse negócio brilha seus olhos, faz com que você levante todos os dias motivado pro trabalho, não tem fim de semana, não tem horário, o sua família, os seus amigos estão te apoiando, confie nesse negócio que ele vai ser grande, vai impactar pessoas, isso vai ser muito importante pro seu desenvolvimento, para desenvolvimento das pessoas. Confie no seu sonho, naquilo que você acredite, não naquilo que tá dando dinheiro, que é a moda. Isso vai fazer toda a diferença para você. inteligência financeira para crescer com clareza, organização e visão de futuro. Igor Duarte, que é conselheiro empresarial e mentor, levou reflexões estratégicas que transformam relacionamentos em oportunidades. Finanças hoje é como se fosse o pulmão de uma empresa. Então, hoje tem muito empresário preocupado com o coração, que são as vendas, mas se ele vende com o preço errado, se ele vende pro público errado, se ele vende o produto errado, ele vai ter problemas. E onde que esse problema acaba respingando? No financeiro. Então, o empresário que hoje não tomou a decisão ainda de olhar pro financeiro de uma forma mais profissional, olhar pro financeiro e entender que o financeiro pode sim ter uma pessoa de confiança, mas ela também tem que ter competência, esse empresário vai ter problema. Quando você determinou ali, mostrou alguns pontos, inclusive você falou: "Olha, marque, tire foto desses pontos" e depois detalhou cada um deles. Aquilo do ponto de vista financeiro, representa as principais dores desse universo, desses empreendedores? São as principais dores, né? a dor de trabalhar e não ver a cor do dinheiro, a dor de achar que tá pedalando uma bicicleta sem corrente o tempo inteiro. E muitas vezes é porque ele não tá olhando pros números como poderia e como deveria, porque a maioria dos empresários ou ele começou porque ele era bom em venda, ou ele começou porque ele era muito bom na entrega, no produto, mas ele não começou por ser bom como um zagueiro, que é essa analogia que eu faço com o time de futebol, que eu tenho ali o atacante, que é o setor de vendas, eu tenho o meio-coampo, que é setor operacional, e eu tenho a zaga, que é o administrativo financeiro. Então, normalmente o empresário começou porque ele era muito bom, ele era um técnico muito bom, então ele era um mecânico muito bom, montou um centro automotivo, ele era uma cozinheira muito boa, montou um restaurante, mas finanças é a última área que ele vai olhar. Então isso vai trazer um problemaço se a empresa começar a crescer e crescer de uma forma desordenada, né? Agora você falou de de uma de algo básico que inclusive em qualquer curso de empreendedorismo no início se fala, misturar CPF com CNPJ, que é o primeiro erro de um de um empreendedor. Eu não diria que é o primeiro, mas é um dos principais, principalmente para quem tá começando. Que que acontece? Como o empresário quando ele tá começando, ele ainda não consegue muitas vezes estipular um salário para ele, que esse deveria ser o mundo correto, ele acaba usando quando sobra um dinheiro da empresa, mas isso acaba virando vício. e a empresa vai crescendo, o faturamento vai crescendo, ele vai aumentando aquela retirada e ele não profissionaliza aquela retirada que uma parte vai ser o salário dele como diretor da empresa, como uma função que ele exercem dentro da empresa e a outra parte é uma parte do lucro que a empresa eh hoje deveria distribuir para ele, né? Então isso acontece muito. Todos os dias eu me deparo com empresas que o empresário fala para mim, eu não tiro nada da empresa. E depois de 30 dias, quando a gente avalia e descobre que as a os momentos que ele ele tira um recurso da empresa, no final dá R$ 20.000 no final do mês, né? E ele ele afirmava que ele não tirava R$ 1 da empresa. Então o ideal, partindo desse pressuposto, é sempre o empresário determinar qual é o seu prolabó. semprear, determinar qual sua prolabore. Só que assim, no início de uma empresa, é muito provável que aquele prolabore condizente, inclusive com o potencial daquele daquele empresário, com o conhecimento que ele tem, é muito provável que a empresa ainda não tenha condição, mas que ele já deixe estipulado, porque isso vai facilitar até o momento dele passar aquele bastão para alguém, porque o empresário ele muitas vezes começa como técnico, mas da mas ele vai precisar entrar no na área estratégica da empresa em algum momento. Então, quando ele sabe quanto que vale de fato aquela função, fica até mais fácil depois ele trazer alguém pro lugar dele para ele focar em outras coisas importantes pro crescimento da empresa. Quando a gente pensa em microempreendedores, tem um estudo inclusive que depois de 3 anos, 5 anos, o quanto esses CNPJ são fechados e principalmente por falta de planejamento financeiro. Até quando vai essa resiliência financeira para que esse negócio se mantenha em pé? e ou é uma resiliência que ele tem que manter para sempre. Na verdade, o tema finanças, ele tem que ser motivo de estudo do empresário. Essa conscientização que eu levo. O empresário precisa entender porque por mais que a empresa tenha entrado numa velocidade já de cruzeiro, se ele delargar essa área, ele pode ter surpresas desagradáveis que ele não tá preparado para isso. Todos os dias eu vejo isso acontecer, fraudes mesmo, sabe? Então eu entendo que no cenário que nós vivemos, né, esse manicômio tributário que é o nosso país, o empresário que não olhar para isso todos os dias, realmente ele vai ter uma surpresa e às vezes no momento que ele não pode ter uma surpresa, como uma pandemia, por exemplo, na pandemia, para você ter uma ideia, as empresas brasileiras elas tinham 30 dias de fluxo de caixa no máximo. Que que significa isso? Significa que a empresa tinha pulmão para 30 dias e depois ela não teve mais, teve que recorrer a empréstimos, financiamentos e por aí vai. Então é um tema realmente que merece total atenção e essa conscientização que eu trouxe para esses empresários hoje aqui. Davi Braga, que empreende desde os 13 anos, a partir de uma necessidade que teve em casa, palestrou sobre empreender em vários segmentos. Ele que é autor de livros, em 2016 participou do reality show Shark Tank Brasil. Foi capa da revista Forbes como um dos empresários destaque com menos de 30 anos. No palco, ele interagiu com o público, trazendo conexão entre negócios, mentalidade e futuro. Venho colecionando negócios desde o desde os 13 anos da minha vida e hoje eu também mergulhei de cabeça e educação e ajudo empresários a crescerem. suas empresas. Quando a gente fala nesses múltiplos, né, modelos de negócios, eh, dá exemplos de de alguns, por favor. Claro, desde construção a tecnologia, eu tenho software de gestão empresarial, eu tenho BPO financeiro, então são múltiplos negócios mesmo, mas principalmente a gente adora a servir ao empresário, as necessidades que o empresário tem, o empresário médio brasileiro que representa a grande maioria e da valulimetria do do empresariado brasileiro. Agora, num evento como esse, voltado ao empreendedor, principalmente ao microempreendedor, quando você vem com um tema chamado comece pelo simples, o que é isso, Davi? É que às vezes a gente deixa complexo o que poderia ser simples. E eu mostro pros empresários que nada mais simples do que no nada é mais simples dentro de um negócio do que você estruturar a tua máquina de vendas, a tua máquina de de marketing de vendas e você tocar a gestão do teu business. Então, às vezes a gente confunde, a gente complica as coisas, sendo que às vezes é mais simples do que parece. Quando a gente pensa nisso, por exemplo, às vezes o empreendedor ele é bom em produzir um determinado produto, mas ele fala: "Poxa, eu não entendo nada de internet, de tecnologia, então eu não vou conseguir". Isso como que dá para dizer? Qual é o simples disso? O simples disso é você se conectar com quem é bom nisso. Você não precisa ser bom em tudo. Você precisa ter a consciência daquilo que você é bom. Mas você também preste consciência daquilo que você é ruim. E aí o que a gente não é bom, a gente traz outras pessoas que tem as habilidades complementares dentro daquilo. A gente tem que entender que a gente nunca vai ser excelente, algo que a gente não tem uma facilidade natural em fazer. E por esse motivo Deus distribuiu talentos igualitariamente entre as pessoas e cada um tem o seu chamado, a sua vocação e os seus talentos. Outro ponto do comércio pelo simples, as pessoas ficam muitas vezes pensando, olha, não é o momento, eu tenho que ter mais investimento, eu tenho que ter mais conhecimento, qual é o momento certo de começar? Existe uma receita? Existe, é ontem e o segundo melhor é hoje. Então não adianta, né? A gente precisa colocar para rodar com as circunstâncias que a gente tem em mãos, com as ferramentas que a gente tem em mãos. E o segredo é que o que mais gera aprendizado é a ação. Então qualquer decisão é melhor do que nenhuma. Então a ideia é que a gente tome coragem e a gente coloque para ousar agir e trazer os nossos sonhos em realidade. É óbvio, a gente enfrenta dificuldade, todos nós enfrentamos. Empreender no Brasil é uma dificuldade por conta própria, mas os aprendizados que vão ser adquiridos a partir disso, eles não tm preço. Na verdade, seria impossível de você pagar por esses aprendizados. Então coloque para rodar. Essa é a minha tese. A gente tem que ter coragem de ousar e avançar. Você que iniciou o empreendimento aos 13 anos, diz para quem tá em casa como que é um adolescente empreender, como foi isso. Você sabe que você é alguém fora da curva quando a gente pensa em estatística. Total. É, é prodígio significa contra as leis da natureza. Então, é é realmente é diferente, não é todo mundo que faz isso, mas eu olho que quando eu era jovem eu tinha uma mentalidade muito simples, então eu enxergava e soluções onde todos viam problema. Às vezes, quando a gente vai eh amadurecendo, crescendo, a gente começa a ficar mais recioso, começa a ter mais medo, começa a ficar com mais preocupações. Talvez o segredo seja trazer a essência daquele jovem empreendedor de 13 anos que acreditava que tudo era possível. e dizer que eu sou meio que eu sou meio visionário ou que eu que eu que eu acredito, mas eu realmente vivo isso. E todos aqueles que eu compartilho essa visão de crescimento são aqueles que e que e que executam aquilo que a gente entrega, só que eles conseguem crescer e ter resultado. Qual foi o seu primeiro empreendimento? Eu vendia material escolar online. Eu ajudava e resolvia os problemas da minha mãe na hora de comprar material escolar. E foi ali que eu descobri o que que era empreender. Empreender nada mais é do que você resolver problemas. Então, hoje eu faço a mesma coisa que eu fazia aos 13 anos, só que com uma escala muito maior. Talvez e o segredo do meu crescimento seja nunca ter perdido essa essência jovem, esse espírito jovem, esse desejo de crescer, de acreditar naquilo que talvez ninguém acredite. Davi, com certeza você é um case fora da curva quando a gente pensa principalmente na adolescência, mas você acredita que hoje o empreendedorismo teria que ser uma matéria básica quando a gente pensa na educação, em termos de educação em nível fundamental, em nível médio? Mas claro que sim. Empreender não é criar empresa. Empreender é você construir um projeto. E todos nós precisamos desenvolver essas competências empreendedoras, essa coragem, essa resiliência, essa aptidão ao risco, pois isso é, tem que ser ensinado. Se a gente não é, se ninguém ensina pra gente, se a gente não desenvolve esse nível de consciência, é, de querer ousar ou de entender a importância de fazer por si e fazer pelos outros, a gente não aprende. Então eu acho que primeiro responsabilidade dos pais que nós temos por aí, se aqueles que provoquem a educação dos seus filhos com esse viés e essa visão dentro de casa para dar para ele a autonomia e a possibilidade dele escolher. Pois se ele quiser optar escolher pela previsibilidade, pelo caminho tradicional, que siga, tá tudo certo. Mas ele também precisa ter os recursos necessários caso ele decida e queira avançar e empreender. E recursos é soft skills, são habilidades emocionais, são capacidades técnicas, saber lidar com o dinheiro. Você já viu alguém se d mal por aprender a jogar o jogo do dinheiro? Eu nunca. A beleza, um dos setores que abrange grande número de empreendedores. O visagismo intencional também foi tema da semana, com o especialista que trouxe o conceito de como prosperar neste negócio. No empreendedorismo, na área de beleza, nós vendemos imagem. Imagine você chegar no salão ser atendido por alguém que tá com a imagem não tão boa, com temperamento não tão bom, como que ele vai passar energia para colocar a mão na sua cabeça? Então, visagismo é derivada da palavra visagem, em francês, que é rosto. Quando você traz esse conceito para a beleza empreendedora, qual é a mensagem que a gente pensa nesse encontro que vai trazer aí esses empreendedores no segmento? Então, o visagismo é a ciência, a arte do autoconhecimento. A oportunidade na área da beleza, no empreendedorismo, é o conhecimento, é você se qualificar, ter empresas que vai te ajudar tanto na parte administrativa quanto na tributária. É um planejamento estratégico de crescimento na área da beleza. O que que a gente pode esperar aqui, especialmente na região metropolitana de Campinas, dessa pessoa, desse homem, dessa mulher que queira trabalhar nesse segmento? Ah, é uma área é muito importante, desde que você tenha conhecimento que você tem que oferecer um trabalho de qualidade, que mesmo tendo bastante microempreendedor, é legal você começar com solidez, tendo um plano estratégico, procurando empresas que possam te ajudar para não abrir hoje e fechar rápido. Para quem visitou o evento, um aprendizado cheio de ideias e chequemmate, fechamento de negócios. e para quem expôs os seus produtos das artes manuais também uma oportunidade tanto. E eu sou muito grata por estar dentro do projeto hoje e eu já tive a oportunidade de estar outras vezes em eventos por eles e hoje estar aqui para mim é um presente porque a gente vai fazer um rodízo também dessas expositoras. Então, a gente vai dar oportunidade para outras mulheres mostrar a força que é o nosso projeto. Eu comecei a minha produção também faz uns quatro ou 5 meses e aí de repente eu eu vi a oportunidade de est participando da economia solidária para divulgar o meu trabalho e o projeto também, né? Em um evento como esse, é a primeira vez ou você já esteve em outros? Não, não. Esse é o primeiro evento que eu tô participando. O que que já dá para tirar desse primeiro dia? Muito legal, muito contato, muita gente participando e trocando, né? Um um ótimo networking. É uma vitrine, com certeza. Uma ótima vitrine. Eu sou do povo mundo urucu, venho do Amazonas, da região de Manaus. Eh, tô aqui participando nesse evento, né, ajudando na exposição aqui da Enoticidade. Hoje você mora em Campinas ou não? Sim, moro em Campinas atualmente. Tô há dois anos participando aqui eh dos eventos, né, junto com o coletivo e somando também, trazendo a galera, trazendo outras culturas e também aprendendo com isso. E como é para você trazer a sua cultura, a sua arte num evento de empreendedorismo, tratando isso de certa forma também como um negócio? Ah, eu acho que, primeiramente, não necessariamente seja um negócio, mas eu acho que ocupar os passos, trazer eh a visibilidade, né, trazer o movimento indígena para esses espaços, eh, requer requer uma amplitude, trazer um trazer uma coisa que é plural, né, outros povos, outras comunidades, outros outro outras culturas, outras maneiras de empreender, de desenvolver, de sustentabilizar. É a primeira vez. É a primeira vez. E já estão se preparando pra rodada de negócio. Com certeza. A gente vai vir aí sexta-feira a gente vai estar conhecer o pit das pessoas, né? Apresentar o nosso e ver se a gente consegue formar mais parceiros aqui nessa região. Qual que é a importância para vocês de virem justamente na região metropolitana de Campinas em busca dessas parcerias, em busca de ter mais clientes também, fazer outras tipos de troca, networking, também conhecer mais esse ecossistema empreendedor? Ah, é muito importante, né? A essa parte do networking é a vida do negócio, né? Acabou de fazer inscrição pra rodada de negócios. Quais são as expectativas? A expectativa é gerar network, né, conhecimento, trazer algumas ideias novas que a gente tem também na nossa empresa pro pessoal. Acho que vai ser bem bacana. E tá sendo bem bacana. A gente já tá fazendo bastante conexão, trazendo bastante insight também pro pessoal. Tá, tá sendo bem legal. O que que você vem buscar em um evento como esse? novas tecnologias, oportunidades, de repente algum tipo de parceria, esse tipo de coisa. E qual a importância de Campinas ter eventos como este para justamente eh tramitar nesse ecossistema do empreendedorismo em nossa cidade? Campinas tem uma quantidade muito grande de empreendedores e a gente percebe que esses grandes eventos geralmente estão nas cidades maiores. Então acho que Campinas trazendo esse evento, com certeza vai fomentar mais ainda o empreendedorismo. Eu vim há dois anos atrás nesse mesmo evento, foi um evento muito interessante, a gente até conseguiu trazer toda a nossa equipe comercial e hoje eu tô vindo aqui junto com a Janaína do marketing pra gente analisar esse evento que, aliás, tá muito bonito. Quando a gente fala em empreendedorismo, em criar um ecossistema, justamente para que as pessoas sejam envolvidas em todas essas possibilidades, como que você vê também essa oportunidade no encontro que traz grandes nomes como os que estão aqui? Exatamente isso. Tem grandes nomes aqui, então a gente tá com bastante expectativa de trocar muitas ideias, vários empreendedores e a gente também tem algumas ideias do nosso setor de aparelho auditivo e queremos também expor isso para esses empreendedores. Quem sabe no próximo ano vocês estarão aqui também. Essa é a ideia. Quem sabe tá palestrando também. Sempre é super importante participar das reuniões e também do SNE. Eu acredito que a conexão é super válida, as palestras são excepcionais. Eu gosto muito de pegar os insightes das palestras, porque aí depois eu levo pra empresa e consigo assimilar e trazer coisas novas. Isso é muito importante para nós. Então, sempre é espetacular. Espero agora em 2025 estar em 2026 também. เฮ [Música] [Música] [Música] [Música]