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Ser Empreendedor | Motoristas de Campinas criam aplicativo regional de transporte
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Ser Empreendedor | Motoristas de Campinas criam aplicativo regional de transporte

203 views Publicado 22/09/2025 HD · 30:02

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O mercado de transporte por aplicativos de mobilidade movimentou US$ 194,98 bilhões em 2024 e deve atingir quase US$ 300 bilhões até 2029, segundo dados da Mordor Intelligence. No Brasil, o setor cresce rapidamente, mas os motoristas enfrentam o desafio de conquistar melhores condições e lucros. Em Campinas, um grupo de motoristas decidiu inovar e criou seu próprio aplicativo regional de transporte, oferecendo diferenciais para passageiros e motoristas. No programa Ser Empreendedor, você vai conhecer essa história e entender como a iniciativa vem ganhando espaço no mercado. 👤 Convidados: Joel Martins – Diretor de Logística e Estratégica Luis Malaquias – Diretor de Operações e Frota Anderson Malaquias – Diretor Comercial e Marketing 🔎 Neste episódio: O que motivou os motoristas a criarem o aplicativo. Diferenças em relação às grandes plataformas. Como funciona o modelo de expansão de motoristas e clientes. Dados que mostram o crescimento do transporte por aplicativo no Brasil. 📲 Acompanhe a TV Câmara Campinas também nas redes sociais: Instagram: @tvcamaracampinas Facebook: facebook.com/tvcamaracampinas YouTube: youtube.com/tvcamaracampinas

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เฮ [Música] O mercado de transporte por aplicativos de mobilidade, estimado em cerca de 195 bilhões de dólares em 2024, deverá superar os 296 bilhões de dólares até o ano de 2029, com uma taxa de crescimento anual média de 8.75% 75% durante o período, aponta a Mod Intelligence, empresa de pesquisa de mercado. No Brasil, o setor também está em franca expansão, porém para os motoristas, a oportunidade que a maior empresa do segmento trouxe foi boa, mas em pouco tempo deixou de trazer o lucro de antes. Para se ter uma ideia, em 2024, o Sudeste foi a região com maior número de corridas, com um faturamento com mais de R$ 507 milhões deais. No ranking de aplicativos regionais, o estado de São Paulo lidera com um faturamento de mais de R$ 145 milhões deais em Campinas. Observando as necessidades dos passageiros, esse grupo de motoristas enxergou a oportunidade de criar o seu próprio aplicativo, oferecendo diferenciais. E quem vai contar o início desse empreendimento é o Joel, porque foi ele quem teve essa ideia a partir de uma dor do mercado. Joel, é isso mesmo. O que que tava acontecendo que você disse: "É hora de ter um aplicativo próprio". que era a necessidade, né, que surgiu eu trabalhando, trabalhando como motorista de aplicativo mesmo. E a gente percebeu as dores, né, que existiam pro motorista e também pro passageiro. Passageiro pagava uma fortuna e a gente recebia um valor irrisório. E aquilo despertou em minha atenção, por quê? Como eu poderia fazer para agir diferente? como poderia criar um aplicativo para que eu pudesse eh pagar melhor o passageiro, o motorista e cobrar menos do passageiro. Você já trabalhava como motorista há quanto tempo? Eu trabalho como motorista há 40 anos. O aplicativo surgiu o quê? Uns 10 anos. Uns 10 anos já que eu trabalho com aplicativo para complemento de renda, né? Sim. Daí então surgiu essa ideia. E hoje você é aposentado? Sou aposentado hoje, sim. e trabalho com cham pronto. Estamos desenvolvendo esse aplicativo. Nós estamos hoje em Campinas e temos uma intenção para mais 12 cidades. A partir da ideia, então me conta um detalhe, você é desenvolvedor de software? Não, não, não sou desenvolvedor. Mas então você teve essa ideia e falou: "Com quem eu vou conversar? Quem eu vou procurar? Quem vai fazer isso para mim?" E parece que nessa história você envolveu outras pessoas, amigos, que daqui a pouco inclusive você vai ver aí. Me conta como foi chamar outras pessoas para esse projeto que você teve aí na sua cabeça. Acabou sendo engraçado. Deixa eu contar para você. Eh, teve um aniversário de um teado meu eu, nesse aniversário estava todo mundo reunido em casa lá e eu cheguei essa ideia no meio do churrasco lá. Gente, a gente precisa criar um aplicativo. Eu pensa: "Não, você é louco, não dá. Isso é uma é uma tarefa muito grande, né? Muito caro, muito isso. E daí eu falei: "Tá bom". E começaram, ninguém acreditou, né? Mas mas aquilo aquilo tava matutando na minha cabeça. Você defendeu ali naquele momento a sua ideia ou você guardou, falou: "Ah, acho que é isso mesmo. Como que foi dentro de você? Sentiment". Fui pesquisar, né? Na realidade, hoje com o pai Google tudo é possível. Então, fui pesquisar, encontrei uma empresa desenvolvedora e fiz contato com ela. Daí ela me explicou como que funcionava. Daí eu falei: "Mas eu sozinho não tenho condições de de fazer isso porque envolvia um certo valor financeiro, né? Tem um investimento." É. E para mim sozinho não dava naquele momento. Daí eu precisava de ajuda. Daí eu liguei para um um cidadão aí, perguntei: "Ó, tem uma proposta de negócio assim, você tá dentro?" Ele falou: "Tô dentro". Ele também é motorista? Ele também é motorista. Tem mais de 12.000 viagens, que é o Luís Malaquias. Sim. E ele aceitou de primeira. E aí do Luiz vocês foram envolvendo mais pessoas? Aí eu pensei, bom, o Luiz tá ali, ele já veio comigo, eu precisava de alguém. A gente sabe que esse tipo de aplicativo funciona muito com o marketing. O marketing é o essencial, o carro forte é o marketing. Sim. Eu vou procurar uma pessoa para me ajudar nesse sentido. Daí convidei o Anderson, por quê? O Anderson é formado, né, em publicidade, é o cara certo para fazer a publicidade e a gente vai deslanchar esse negócio. Sim. Isso foi quando, Joel? Isso foi em novembro, novembro do ano, do ano passado. Novembro do ano passado. 24. Desse período de 24 até o aplicativo ficar pronto, quanto tempo demorou e como que foi esse processo de vocês testarem o que tava funcionando, o que não tava funcionando? Como foi isso? Foi s meses de muita luta, muita luta de contar moeda, sabe? a gente vendemos algum algumas coisas que a gente tinha para juntar um um valor e desenvolver. Daí convidamos mais uma outra pessoa para poder fazer parte do time. E hoje o nosso time é de composto por quatro pessoas, dois pais e dois filhos. É uma empresa familiar, tá? Sim. Quando a gente pensa inclusive nessa questão de investir, né? Porque hoje vocês estão investindo em uma ideia, plantando algo aqui em Campinas, numa cidade do interior de São Paulo, apesar de ser uma metrópole, continua sendo algo no interior e que vocês estão aí para entrar numa concorrência com grandes nomes do mercado. Como que é isso para você? Na realidade a gente não veio, a gente veio para somar com essas com as empresas, né? Porque existe um mercado precisando, nós hoje temos eh algumas categorias que é bom deixar bem claro que é o chama mulher. Eh, nós achar a mulher tem a necessidade hoje de ter um uma motorista mulher atendendo ela. Sim. Sim. Então nós criamos essa categoria para que a mulher seja mais respeitada, mais bem atendida. Então, dentro da plataforma de vocês tem um específico para quem quer ser eh atendida por uma mulher. Sim, exatamente. Você no seu aplicativo mulher, tanto é que homem não consegue baixar esse, ele baixa o aplicativo e não aparece para ele essa essa viabilidade só paraa mulher, correto? Então a mulher chama motorista mulher. Nós temos outras características que é o chama pet. Você já pensou na dificuldade que tem hoje de você ter um pet, levar para tomar um banho para levar no veterinário? Quase nenhum motorista quer levar. É, eles não gostam mesmo porque surge o carro, surge o pelo. O nossos motoristas, nós temos motoristas que já já são registrados na plataforma para fazer esse tipo de trabalho. Então você chama, ele vai, ele não vai dizer não. Sim. Outra necessidade, chama mercado. Você chama um motorista hoje de outra plataforma comum para ir no mercado pegar sua compra que você fez lá. Ele chega aquela cara, olha que ele vê aquele monte de caixa, ele nem ele cancela ali a visita na hora. você fica esperando sim e nós não, nós estamos dando eh voz para esse povo. Nós criamos o chama mercado, que é o o motorista vai lá e já sabe que ele vai fazer, vai recolher uma compra, vai atender esse pessoal com carinho e com a dedicação que ele que ele merece, né? Sim. E temos várias categorias aí nós temos o chama bebê, você precisa baixar esse aplicativo para você conhecer ele. É muito baixo bom. Agora me diz uma coisa, a gente sabe, inclusive conversamos um pouquinho, que também é interessante para quem atua no segmento de vocês pensar do ponto de vista financeiro, como que fica essa questão de qual é a parte que fica para o motorista e qual é a parte que fica para o aplicativo, quais são as tem taxas, como que funciona? Então, Mila, o que aconteceu? O início de tudo isso, como a gente já falou, foi as dores, porque era cobrado um valor do passageiro e repassado outro valor para o motorista. Essa diferença era enorme, enorme. Então, a gente pensou em criar um aplicativo que fosse mais humanitário, que desse pro motorista um valor justo, né? Então hoje o nosso motorista leva 82% de toda a renda pra casa dele. Ele trabalha hoje, ele recebe hoje mesmo. Não fica para 7 dias que nem acontece nas demais plataformas. E o passageiro, ele tem a menor taxa do mercado, ele é o menor valor de mercado. Hoje a gente tá eh com os valores iguais a a outras plataformas da segunda plataforma mais chamada, né? Sim. E estamos adquirindo mercado. Nós estamos com bastante motorista, estamos com bastante passageiro, estamos crescendo por em Campinas ou vocês já passaram a ter motoristas de outras cidades também? Sim. Eh, Campinas nós estamos com 500 motoristas, é muito pouco ainda, tá? Inclusive deixo aqui um convite pros motoristas que tiverem interesse, se cadastrem porque é uma plataforma que veio para ficar, tá? Tá, nós temos, estamos muito legalizados na prefeitura, temos a regulamentação da INDEC, temos o apoio do do da do município para nos ajudar. Já participaram de alguma feira de tecnologia? Ainda não, mas já fomos convidados e vamos participar sim, tá? Vai se lançar nas feiras também. Isso, vamos se lançar, vamos apresentar pras pessoas. Por quê? Porque é um negócio bom. Quando é bom, você não pode deixar guardado só para você. Tem que colocar, quem sabe até colocar abrir franquias ou coisa parecida, né? Sim. Por enquanto vamos deslanchar em Campinas, contar com esse povo maravilhoso aí e com vocês também, né, para poder eh desenvolver, divulgar isso pra gente. Agora, Joel, você me disse um pouquinho antes que esse não é o seu primeiro empreendimento, que inclusive já tentou abrir uma dega. Como que é esse espírito empreendedor? me fala um pouquinho disso. Ah, sabe que você sabe de empreender é coisa de dom, né? Eh, tem pessoas que gostam de prender e é o meu caso e eu acabo me associando a pessoas, parece que até atrai, né, essas pessoas também. Eu tô cercado de pessoas com com desejo de crescer na vida. E não é de crescer, de ficar rico, mas de fazer o bem ao próximo, de procurar fazer uma coisa legal, porque rico, ninguém fica rico trabalhando, né? Nós queremos apenas dar uma condição melhor pro nosso motorista caso hoje, né, pros passageiros, para eles ficarem felizes, poderem, sabe, para tirar um pouco dos excessos de carro da cidade, né? Porque é alternativo, gente, com a poluição que tá aí. Nós estamos colaborando com a, né? Mas eu trabalhei também com com a Dega. Com a Dega. É. Daí a viem a pandemia aí já mudou de ramo, então depois da pandemia não deu certo não. A gente acabou, mas não deixou espírito empreendedor morrer de jeito nenhum. E ele nunca morre. Esse ele vive para sempre aqui. Enquanto não existe vida aqui, existe um sonho empreendedor e que a gente agora vai para assim que deslanchar bastante Campinas, iremos para outras cidades aí levar essa maravilha para outras cidades. [Música] [Música] No próximo bloco, o funcionamento do aplicativo e Como sócios atuam na expansão de motoristas e captação de clientes. Em todo o país há grandes oportunidades para quem desejar criar um aplicativo de transporte regional. levando em consideração diferenciais de cada público. Dados Confederação Nacional do Transporte apontam que a demanda pelo uso do transporte por aplicativo saltou de 1% em 2017 para 11%. Em média, 33% dos passageiros utilizam os serviços apenas uma vez por mês, enquanto 50% deles solicitam corridas de duas a oito vezes por mês. 15% viajam por aplicativo de 9 a 29 vezes por mês e apenas 2% pedem um veículo por aplicativo diariamente. O levantamento revelou ainda que 48.2% dos passageiros optam pela tarifa padrão de carro, enquanto apenas 1.4 escolhem a categoria comfort. Por outro lado, o serviço de moto apresenta grande adesão, sendo utilizado por 48.4% 4% dos clientes. Com tantos números positivos, a sociedade para a criação de um aplicativo em Campinas foi aceita na hora com funções bem definidas de cada um dos sócios. Eh, Joel, já tenho como amigo há 20 anos, né? Eh, com relação a essa proposta maluca do Joel, eu mais maluco ainda, né, na nesse nessa situação de querer empreender, querer eh fazer o diferencial, né, com com relação às outras empresas de transporte por aplicativo em Campinas. Eh, eu topei na hora, eu sou meio maluco. Mas ele foi na sua casa ou ele te ligou? Não, foi nós estávamos num churrasco. Ah, foi lá no churrasco mesmo que ele contou que o pessoal começou a tirar sarro dele. Exatamente. Nós estávamos num churrasco e de lá eu já falei sim, sem sabe, não sabia nem o valor ainda, não. Não tinha ideia de nada, né? Você também é motorista de aplicativo? Sim, sou motorista por de aplicativo. Já tenho 12 para 13.000 corridas numa determinada empresa, né? E eu falei: "Poxa vida, isso é caro." Você também é um inconformado com esse valor da taxa? Muito, muito, porque eu vivo isso, né? O dia a dia, né? Eh, o passageiro é assim, eh, bastante sacrificado com relação aos valores, mas é obrigado a ter porque, eh, é um único ou pelo menos é um meio aí de locomoção mais rápido, né? e em relação aos outros transportes. Eh, e a gente acaba sendo também eh penalizado pelo valor que ínfim, né, que que a gente acaba recebendo, né? Mas precisamos trabalhar, né? Somos brasileiros, precisamos seguir em frente. E você, Anderson, quando foi que você entrou nessa história? Na verdade, eu já ouvi já várias histórias do Joel, tá? Várias histórias, várias. Você tava no churrasco também ou não? Eu tava no churrasco e eu também sou sócio da Dega. Eu sou do começo da Dega. Ah, tá. Já participou de outras loucuras? Sim, já participei de outras loucuras já. Eh, com o Joel. E aí, nesse churrasco ele comentou, eu imaginei, falei: "Não, como não tem como não, não tem nem por onde começar. Enfim". E aí ele manteve esse pensamento e já tinha falado já com meu pai, com Luis Malaquias. E depois num outro momento falou assim: "Vou convidar você também". Aí eu comecei a pensar, falei: "Será que é para mim? Será que vai dar certo?" Você tava fazendo o que na vida naquele momento? Na verdade assim, eu sempre trabalhei com vendas, né? Eu sou formado em publicidade e propaganda, trabalho com marketing, então também tenho essa veia empreendedora, né? Gosto muito. Então eu falei assim: "Vamos embora, vamos embora". E aí para fechar ele chamou o filho dele também, o Everton, né, que é engenheiro de formação e é o que é o freio do grupo ali, teoricamente também, né? Por que o freio? Tem que ter um freio, né? A todos são sonhadores. Vamos lá. Todos sonhadores. Exatamente. Aí tem que ter um freio. É necessário ter, né? Naquele momento em que o Joel conversou com vocês, em que foi feita a busca por uma empresa que produzisse esse aplicativo que é um software, né? como que foi para vocês participarem desse processo, da escolha dessa empresa, de fazer os testes, de aprovar cada um, né, do das das ferramentas que são utilizadas pelo aplicativo? Como que foi isso para você? Então, menina, eh, o Joel, ele já havia eh ele comentou e falou: "Não, já vou atrás, vou procurar saber, né?" eh, foi em busca da melhor empresa de software, né? Eh, já visto que ela já tá muito tempo no mercado, já também já é do segmento de transporte por por aplicativo de de de outras empresas similares a à nossa, né? Eh, e deu certo. Eh, a princípio tava já tava dando certo, porque a gente já tem referência de outras empresas que já trabalha com essa plataforma. Então, era mais a questão de adaptação mesmo, né? Vamos conhecer, eh, vamos nos adaptar, vamos ver o que que a gente poderia tá tá fazendo e as nossas propostas, né, são bastante diferentes das demais empresas. Tinha esse momento, por exemplo, o Joel explicou que tem, por exemplo, a a ferramenta para mulher que queira ser atendida apenas por outra mulher. Isso foi partindo da ideia, passado para vocês, não? Vocês testaram. como que foi essa troca com a empresa que tava produzindo então, eh, com relação às propostas, já vieram de nós mesmo, motorista, certo, né? Porque as dores que a gente sente e todos também estão sentindo, eh, nós queremos minimizar isso, né? Então, de que forma? Com algumas propostas diferentes das outras empresas, sim, né? Tais como a gente tem como chama mulher que o Joel já já havia mencionado, nós temos o chama mercado, né, o chama bebê, que é interessantíssimo, né? Hoje a gente tem assim uma deficiência muito grande com relação a às mães que precisa se deslocar com o seu bebezinho, né? E tem que pôr o carrinho no carro, tem que pôr beber conforto no carro. E e muitos motoristas acabam sendo multado pelo motivo da das mãe ou da mãe estar com o neném eh no banco traseiro, mas carregando, segurando o seu filhinho no colo, que isso cabe sanções, multas para o motorista, né? Então, pensando nisso, nós falamos, vamos fazer um, vamos aliviar essas mãezinhas, né? De que forma? Vamos deixar a cadeirinha, né, no porta-mala do motorista. E aí, assim que a mãe necessitar de um de ou solicitar uma corrida, nós já temos esse eh eh essa ferramenta, essa cadeirinha para atendê-las. Agora, Anderson, como foi captar assim esses mais de 500 motoristas? Foi no boca a boca? Que tipo de propaganda vocês fizeram para chamar esse motorista primeiro que quer ter uma maior rentabilidade, claro, né? E que pode, por exemplo, se dispor a estar com a cadeirinha, pode se dispor, por exemplo, a ter o petro. Como que foi isso, Min? Eh, na verdade assim, para chegar onde nós chegamos hoje, né? Não foi fácil, não foi fácil. investimento muito alto, principalmente no quesito de software, né, principalmente aí eh no quesito de propaganda, né, de das legislações, principalmente. Tem que tá tudo certo, ah, desde criar a empresa, de estar apto, eh, para tá podendo est trabalhando com a tecnologia. E com relação à captação de motoristas, foi de maneira orgânica, orgânica, de você pegar o panfleto, de você ir ao estabelecimento, de você eh conversar cara a cara com o motorista, né? Porque é de motorista para motorista. Mas aí a internet deu uma força, não deu? a internet, com certeza, pelo fato de eh nós impulsionamos, né, com tráfego pago, né, fizemos aí campanhas nas redes sociais, grupos de motoristas, grupos de motoristas, sim, nós temos, né, até porque nós somos motoristas, então acabamos aí e sempre divulgando o link de cadastro e já sabendo das dores dos motoristas, nós estamos vindo com a solução. Então, foi bem mais fácil, né? E aí também eh, da mesma forma a captação de passageiro. É, mas o foco principal hoje é o nosso motorista. É, quando vocês investiram lá atrás, eu tenho informação que foram R$ 200.000, correto? Sim. Já fizeram uma prospecção de quanto tempo vocês vão ter esse valor de volta de eh já foi feito um mapeamento ou ainda não? Não, eu não tenho ideia. Não tem ideia de quanto tempo? Não, eu só tô assim, sabe, eh deixando, executando, entendeu? Eh, sem pensar muito no retorno, eu não tô assim, é óbvio que a gente tem, né, quem cuida do financeiro da empresa, quem cuida de financeiro é o é ele que teve essa resposta que é o freio. É o freio. Tá certo? Então agora vamos falar um pouquinho de futuro. A gente tá aí com um aplicativo bebê, sim, né? Entrando num universo de um mercado que cada vez cresce mais. Particularmente em Campinas, nós temos inclusive uma discussão e até no Supremo uma discussão em relação a quem eh usa a moto por aplicativo também. Exato. Onde vocês pretendem chegar, Luiz? Mena, eh, eu vejo que a possibilidade e as propostas da chame pronto hoje, eh, ela vai bem ao encontro das necessidades, tanto do passageiro quanto o motorista, né? Eh, não teria uma hoje de pronto assim para te dizer o quanto tempo isso poderia eh acontecer. Mas a proposta eh é excelente. Eh, ao meu ver, acredito que nos motoristas também, porque senão nós não estaríamos com 500 motoristas hoje em apenas três a 4 meses, né, com esse impulsionamento todo, com essa nossa proposta. e os 2000 passageiros que nós temos também, né, eh, com impulsionamento, com influencer, eh, influenciadoras digitais e tudo mais, mas, eh, eu acredito que em breve nós estaremos, né, assim, numa condição bem mais favorável, né, até mesmo porque tem algumas propostas que o Anderson pode depois estar salientando aí, né, que a gente também tem uma finalidade bastante eh dentro do do social. Conta para nós, Anderson, onde vocês pretendem chegar e essa questão social também que vem aí junto com esse negócio, que não é só faturar, não, também tem esse olhar, não? Com certeza, Mina. eh a perspectiva, né, o nosso sonho e também aí daqui a um ano ou menos, né, eh de propagar esse benefício, de propagar essa oportunidade para muito mais pessoas. Campinas é um universo muito grande, as demais cidades da região também, né? Hoje nós nós estamos e embrionando em Campinas, né? E de fato, eh, quanto mais pessoas souber, quanto mais pessoas tiverem acesso, a Chameio Pronto, ela é nossa, né? Ela é de todos. Então, na verdade, assim, nós vamos eh propagar para cada vez mais motoristas eh terem essa oportunidade de tá trabalhando conosco. Nós vamos propagar para cada vez mais os passageiros terem essa oportunidade também, porque ela foi criada com esse intuito, né, financeiro lá na frente, né, mas o que nos move por ser campineiro, o que nos move por ser empreendedor também é ao lado do retorno, né? é de devolver paraa sociedade, é de devolver para Campinas, é de devolver paraa cidade, né? Eh, essa causa humanitária que é nossa, que é de dar, né, de destinar 1% do faturamento total da empresa para entidades sociais, para causa social, né? Isso já está já no nosso coração. Joel já me contou em off que vai ser para uma organização social que trabalha com os autistas. Exatamente. Aqui de Campinas mesmo. É isso. Exatamente. E assim o Joel falou, os quatro sócios estão de acordo, né? Até porque nós somos família e vai ser bem destinado. Nós estamos estudando aí algumas instituições e logo vocês já vão saber também, tá? Agora, quando você falou desse crescimento e o Joel também havia mencionado, vocês já delinearam se vai ser de Campinas para RMC, vai ser Campinas capital paulista, existe algum planejamento nesse sentido? Já tem esse planejamento, tá? Nós temos aí 12 cidades bem mapeadas, né? Posso falar para você isso? Posso falar? Pode. Então é Campinas, Hortolândia, Sumaré, Montó, Indaiatuba, Valinhos, Vinhedo. Aí depois nós temos Itatiba e Jundiaí, Váia Paulista. E aí depois nós temos duas cidades descentralizadas estrategicamente, que é a região de Ribeirão Preto e a região de Taubaté. Sim. Então nós vamos fazer esse modelo com daqui algum tempo vocês vem contar aqui novamente para nós. Com certeza. Com certeza. Então tá combinado. Ah. [Música] [Música] [Música] เฮ [Música]
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