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Sócios na vida e nos negócios. O programa de hoje vai contar a história de um casal que empreende junto. O negócio era dele e ganhou uma nova proporção quando ela entrou. E hoje já colhem aí os frutos deste trabalho que está em franca [Música] expansão. Casais que pensam em empreender juntos precisam trabalhar para que os assuntos conjugais não atrapalhem os negócios. Muitos sabem tirar proveito dessa união, tornam-se cúmplices e compartilham riscos, além de ter mais chances de desenvolver a empresa. Segundo uma pesquisa do Google, o termo casal em negócio apresentou um crescimento de 43% em maio de 2022 em comparação ao mesmo período do ano anterior. O empreendimento deste casal começou apenas com Alex, educador físico com vasta experiência em outras áreas do esporte. No entanto, sempre teve o apoio da Marina. Quando eu me formei em 2021, né, em educação física, eu precisava me inserir no mercado de trabalho. Então eu comecei a dar aula de natação, eh, dei aula de ginástica laboral, fui morar fora, fazendo projeto de qualidade de vida, né, em na Bahia. e voltei, mas na musculação que eu me encontrei mesmo e era a princípio eu era professor de sala e aí ali eu comecei a dar aula de personal trainer, né? e foi dando sucesso, foi aumentando, eu fui tendo bastante alunos, só que aí eu comecei a perceber que quando as academias lotadas, eu comecei a perder a qualidade de trabalho, né, que eu oferecia pros alunos e por causa de lotação de de de acala, né, o aluno tinha que ficar esperando ou ter que te trocar peso. Então, às vezes eu queria fazer um circuito com ele de um aparelho saía para outro, não dava. Então surgiu a ideia montar um estúdio para mim, né? Tá, mas até então essa ideia ela veio como um desejo e você conseguiu maturar em um certo tempo esse desejo ou logo você, olha, eu vou sair aqui desse lugar e já vou me aventurar ou já vou fazer o meu negócio? Como que foi esse esse essa, digamos essa transição? Ah, legal. Eh, então eu ainda já tinha essa ideia na cabeça, mas eu não tive assim aquele medo, sabe? daquele medo que te trava, eu não coloquei em prática. Então eu fui levando até onde eu conseguia, né? Eh, o o dando aula para na academia para meus alunos de personal. Aí foi então quando a gente quando eu casei, né? Eh, e resolvi, né? Eu pensei assim: "Pô, eu tenho já uma família, tenho, né, um futuro aí para mim programar. Se eu ficar até quando nessa vida de correria, acordar 5 horas da manhã, dormir à noite, não parar, não ter tempo para nada. E aí eu resolvi colocar em prática esse esse sonho, né, que era o estúdio, até porque eu queria uma coisa pra minha família também, não só para mim. Sim. E naquele período você já tinha algum dinheiro guardado para realizar esse sonho? O que que você buscou como financeiro para que você pudesse realizá-lo? É, eu não tinha. É, eu tinha assim, eu só vivia para mim mesmo, né, quando eu era solteiro. E aí depois que que eu casei, né, que a gente cai a ficha, né, fala: "Ô, agora não é só você que existe, tem a sua família agora". Então, aí a gente buscou num aporte financeiro e fizemos o estúdio. Aí desde o início eu tinha falado com a Marina, minha esposa, que eu já era minha sócia também, para ela trabalhar comigo, né? Porque eu já tinha visto as qualidades dela também, né? E ela não quis, né? Até por medo também trava, porque as duas rendas num lugar só às vezes, né, você trocar o certo pelo duvidoso, às vezes dá um um medo, né? E aí eu fiquei sozinho, só que começou a dar certo, começou, né, a ampliar, ampliar. Eu tenho mais alunos, os meus alunos que ficavam comigo nas academias foram pro meu estúdio e a gente começou a crescer, crescer, começamos numa casa, né, grande, mas nós moráamos num fundo e eu fazia o estúdio na frente, né, comprei os aparelhos e a gente começou a fazer lá. E aí começou a aumentar, aumentar, eu precisava de um lugar maior. Aí fomos para uma outra casa, o mesmo estilo também. A gente morava no fundo e fizemos o estúdio na frente também começou a crescer, crescer, crescer. Pomos e a Marina lá trabalhando. E ela trabalhando lá, tá? E a gente foi para um barracão. E aí esse barracão tava, né? Era um espaço maior, tal. E aí a gente começou a crescer de novo, só que aí eu comecei a me barrar, porque eu era eu que crescia, mas eu mesmo me travava porque eu era RH, eu era o professor, eu era o caixa, eu era o marketing, eu era tudo. Eu era tudo. E quando a gente é tudo, a gente não é nada, né? Então, mas isso te trouxe o quê? Um cansaço emocional ou te trouxe a questão financeira? O que que pegou aí? É, eu porque você cresce até um um determinado ponto e aí você não consegue evoluir mais como empreendedor, né, como na carreira também. Mas por você não conseguia focar? É isso. Não, focava, eu focava, mas eu precisava eh tirar um pouco o pé, porque era tudo eu, né? Então, às vezes, quando eu ficava doente, ninguém tinha, não tinha aula, né? O eu precisava de abrir outras novas turmas, mas como que eu tava com horário travado, né? E aí nós chegou a nesse nesse todo esse tempo chegou a pandemia e aí o dono do barracão morreu e aí foi uma loucura com aluguel, essas coisas. Aí eu tive que fechar. Sim. E aí a gente achou, falou: "Vamos fechar, né?" E foi aí que ela que que ela entrou, falou assim: "Não, não vamos deixar fechar, não. Era um negócio que você sempre sonhou, né? Vamos, vamos atrás". E a gente ficou sem sem expectativa. Quer dizer, mas aí ela saiu do trabalho dela. Então, então não, mas aí eu falei para ela, né, ó, mas se você for entrar, se a gente for continuar, você vai ter que sair do seu trabalho. Aí ela tá, aí ela veio, aí ela entrou de cabeça, a gente achou um lugar, mas é bem menor, mas começamos do zero. Então quando eu tinha muitos alunos, agora de repente eu tinha uns cinco só. Sim. Né? E aí a gente começou, né? e ela veio, colocou a carinha dela lá, a gente separou as funções, ela ficou mais na parte administrativa do marketing e deu deu mais fôlego para mim, né? E aí a gente foi crescendo, crescendo e aconteceu a mesma coisa. A gente teve que trocar de lugar, né, para de novo atender a demanda, né? E nós conseguimos esse local agora, hoje. Sim. Vocês estão aqui há quanto tempo? Entramos aqui em junho do ano passado. Sim. E aí deu tão certo, mas tão certo, que cresceu assim, é de uma maneira absurda. E hoje nós estamos, né, franqueando o nosso hoje, inclusive quem tá assistindo ser empreendedor e tá vendo ao fundo, tá tendo aula aqui. Você tem colaboradores hoje? É isso. Tenho, hoje eu tenho eh dois professores, mas o meu quadro ser um assim ideal seriam quatro, né? Você continua dando aula? Continuo dando aula, mas aos poucos eu tô tirando o pé, né? Aos poucos. Para quê? Porque no quando a gente começar mesmo startar com a com as franquias, eu quero só administrar e treinar, né, o pessoal, treinar professores, treinar administradores para ficar só com a parte da franquia. Como surgiu a ideia da franquia? Em que momento desse negócio que vocês disseram esse modelo é replicável? é que a gente, na verdade, a gente pensou em abrir uma outra unidade, só que a gente revu, pensou, né? Depois a gente foi olhando os prós e contras, o tanto que a gente sofreu, né? Patinou, o tanto que a gente gastou. Então, para você abrir uma outra unidade vai um uma grana, né? E aí vai, além da de você eh investir, né, num outro local, você vai ter que sair daqui para ir para lá. Então eu fiquei com medo assim, pô, se eu sair daqui e jogar minha energia para lá, aqui pode ficar um pouco cair, né? Cair um pouco e o retorno dessa outra unidade é longo prazo e a gente não sabe até quando será esse a longo prazo. E aí a gente assistindo eh programas de empreendimento, né? Eh aquele Shark Tank, a gente vai assistindo e teve uma ideia de de franquia. Aí eu comecei a procurar e aí eu percebi que a franquia pra gente agora seria a ideal. para pra gente expandir o nosso negócio. Tomada essa decisão, você falou, a gente começou a procurar que tipo de profissional vocês procuraram ou que tipo de empresa vocês procuraram para pensar, olha, vamos trabalhar esse modelo, colocar isso no papel, a gente tem uma legislação que trata de franquias no Brasil, como que vocês estão adequando toda essa parte burocrática também? pensar no investimento, pensar em quanto vocês vão inclusive cobrar por essa franquia, como que tá sendo a formatação. É, a gente procurou uma uma empresa especializada em formatação de franquias, né, que é Inova. E então eles vieram, eles entrevistaram a gente para ver se a gente tem perfil de ser um franqueador, porque tem muito disso. Às vezes a pessoa tem um negócio, um sonho, mas o negócio dela não não é possível formatar, né, para virar uma ela só, né, isso? E aí eles vieram, fizeram esse esse processo todo, eles veram que a gente tem potencial e iniciamos o processo com eles. Estão assessorando a gente, né? Já nós estamos já em seis meses de processo de de forma de formatação e acredito que acabe agora no final de março. Quando você pensa nesse projeto que termina agora em março, o próximo passo é já ir para o mercado oferecendo essa franquia para os futuros investidores, para os futuros franqueados, né, que se fala. Eh, qual é essa parte do negócio? É, aí uma vez que, né, o negócio já tá formatado, aí a gente vai investir agora no marketing, né, para atrair os franqueados. Até os franqueados t perfil, perfis, né? Sim. Então eles vão buscar as pessoas, né, que querem ser franqueados nossos que tenha perfil de ter o nosso negócio. A gente sabe que, claro, você tá respeitando todas as etapas, né? O o casal hoje que é sócio, empreende junto, tá respeitando essa etapa. Por outro lado, a gente sabe que o brasileiro também ele tem aquela questão do contato, dos amigos. Você já tem possíveis franqueados aí que já conversaram: "Olha, Alex, eu acho que eu vou entrar nesse negócio." Já tem isso? Já já tem uns dois já que já vieram me procurar e falaram: "Ó, quando você lançar a franquia, você vamos conversar". Inclusive ele um é da área, o outro não, né? Mas eles já vieram me E esse negócio foião eh e esse negócio foi então formatado inclusive para quem não é educador físico também poder ter um estúdio como esse. Sim. Aí no caso, né, ele teria que ele pode ser o dono, no caso da franquia, porém ele vai ter que colocar alguém especializado para ser eu, no caso, né, que para coordenar todo a unidade. Então ele vai ter que dar o quem ele contratar, ele vai ter que dar o treinamento pros professores, ele vai ter que colocar o sistema para funcionar, ensinar o método nosso, que nós temos um método exclusivo, que não é qualquer estúdio que tem, né, academia um método desenvolvido por por mim. E então vai ter que ensinar a capacitar toda a equipe de de professores, né, para desenvolver o método com qualidade. E quando a gente pensa, por exemplo, aqui nessa unidade, eh, qual é o perfil de uma unidade como essa, de um estúdio como esse? Um perfil como de localização, de aluno, é tipo de cliente, né? E a gente percebe, vocês mesmos falam, você fala: "Eu quis sair daquela loucura dos das grandes academias, que tipo de atendimento é dado aqui? Alguns pontos que são diferenciais. Sim, quando eu tava dando aula de quando eu era professor de de academia, né, e o personal trainer, eu notava que o seguinte, que nas academias lotadas, o perfil do do do cliente, né, do aluno que treina nessa academia é aquela molecada, pessoal mais novo, jovens, aquelas moças que, né, chegam todas bonitona e sai do mesmo jeito, aqueles caras que ficam gritando e soltando o peço no chão. Esses caras são os o perfil dessas academias. O perfil nosso são aquelas pessoas que querem treinar, que querem ter resultado e que precisam, né, que o médico fala para ele, ó, você tem que fazer musculação. Então, o médico indica, ele, ele tem que fazer. Às vezes eles não gostam de fazer, mas eles precisam. E quando eles caem nessa academia, nesse tipo de academia, eles não têm atenção, né? Eles olham as pessoas, eles olham molecada, olha essas essas moças, esses caras, eles falam: "Bom, esse lugar não é para mim. Eles não se sentem pertencentes à aquele local, né?" Então aqui o nosso perfil é exatamente esse. Então são pessoas mais obesas, né, casais, eh eh terceira idade, pessoas até eh mais novas, mas que querem ter foco e objetivo, treinar com objetivo e qualidade, não ficar esperando o professor vir ou revezar aparelho com mais 30, tirar peso por peso, sem atenção. Então esse é o nosso foco de cliente e é isso que você espera também que aconteça nos estúdios dos seus franqueados. É, eu eu falo, né, até falei pro pro Guilherme da Inova na eh da da empresa que tá formatando pra gente que eh a franquia vai ser meu outro filho, né? Então, quem for o franqueado, ele vai ter que saber que ele tá pegando um filho meu. Então, eu vou dar todo o respaldo, todo treinamento, porque eu quero que ele cresça. Ele crescendo, né? Eu vou crescer e outro, a minha marca vai ser bem vista, porque se ele dar errado, se ele fizer alguma coisa errado, a minha marca que vai sofrer, ele fecha o negócio dele, acabou, mas a minha marca que vai ficar com a cicatriz. Então, eu não quero isso. Eu quero o quê? Que lógico que tenha expansão, que ele se dê bem, né? né? E que minha marca seja bem vista e referência. Eu era feliz com o que eu fazia com a doutora lá no na Eu não vou dizer que eu era infeliz, mas tinha um vazio que eu não conseguia me preencher de nenhuma forma. E aí quando eu o aconteceu, né, todas as coisas com estúdio, pandemia, uma, né, enfim, que o Alexandre falou que muito provavelmente ele precisaria fechar o estúdio, eu me analisei, eu falei assim: "Nossa, será que essa é a hora de eu ir com ir com ele pro estúdio? Mas aí a resposta foi na hora quando ele te disse que ia fechar o estúdio ou você ainda pensou consigo mesma por alguns dias? Nossa, pensei muitos meses. Ah, é? Pensei antes de falar, não, vamos resolver isso. Pensei, eu demorei para conversar com a doutora. Foi bem, foi assim, foi um processo, foram pelo menos uns 5 meses. Mas antes você já sinalizou para ele que faria isso ou não? Também ficou dentro de você. ficou dentro de mim, mas é porque eu precisava tomar decisão e e a decisão tinha que ser minha, porque eu tava deixando o certo, né, que era o que eu tinha, pelo duvidoso que estava se fechando, né, só que eu sabia que de alguma forma eu tinha que estar ali, eu tinha, minha energia tinha que tá ali. Então, foi uma, eu, eu tive uma, na verdade, uma questão interna minha, que por mais que eu quisesse estar com ele, eu não, naquele momento eu não estava conseguindo. Então, eu ficava procurando todas as coisas ruins para eu conseguir tomar a decisão. Só que na verdade eu tomei a decisão para Mas as coisas ruins onde? Com ele ou no que você fazia? Fazia. No que eu fazia? Ai, eu não tenho tempo. Ai, eu não tenho isso. Ai, eu não tenho aquilo. Ai, porque eu não tô conseguindo ver meu filho. Ai, porque não sei que lá, porque eu aí eu comecei a buscar coisas, né, que fossem ruins, né, teoricamente, porque eu amo, né, a doutora, e que eu pudesse me ajudar a tomar aquela decisão, porque eu só queria tomar decisão por mim. Eu perguntava para ele o que que ele achava. Ele falava: "Você tem que saber, você tem que saber. Eu quero você comigo, mas você que tem que decidir". E aí quando eu decidi, eu pedi as contas que foi em maio e eu só consegui sair da doutora em novembro de 2022, certo? E aí eu assumi mesmo no estúdio que quando a gente quando eu pedi as contas que eu saí, que eu conversei com ele, eu falei: "Tá bom, você quer que eu vá com você, então você vai me ouvir?" Porque, né? Ele anos até então o negócio era dele, né? ele anos, se anos fazendo tudo do jeitinho dele, né? Controlando tudo. E aí vem a mulher que além de controlar a casa, também quer controlar o trabalho, né? Então a gente teve que ter um equilíbrio ali, mas foi um equilíbrio que deu certo, né? Ele concordou, então? Ele concordou e aí ele concordou. Eu mudei o nome, eu mudei a logo, eu mudei tudo. Mesmo antes de se desvencilhar do outro trabalho, você já começou a atuar no estúdio ou ainda não? Você esperou até novembro? Eu esperei até 2023, tá? Eu saí da doutora em em 2022, novembro de 2022. Aí teve esse final do ano, né, que daí viajar final do ano contratamos um funcionário pro ano seguinte já começar a janeiro, porque como teve essa transição de pandemia de dele e a gente ia fechar, não ia fechar, a energia, né, muda. Aí os alunos saíram, então a gente ficou com cinco alunos, né, de todos esses anos, de se anos de trabalho dele, de trazer, de angarear e tudo mais, que a gente sabe que não é fácil, né, que é um desafio. Eh, quando a gente recomeçou em 2023, a gente tinha cinco alunos. No final de 2023, quando eu entrei, que daí eu mudei a logo, mudei a nome, aí eu a gente começou a colocar estratégias, nichar, trazer o cliente, exatamente o cliente que a gente queria dentro do estúdio, que é esse público, né, que é eu me coloquei como essa cliente porque eu sei que eu gosto de lugar que que eu ten as pessoas me vejam, me olham, né, que gostem de se fizer um movimento errado, te corrija, te corrige, né, dá uma atenção, tratar como família, acolhimento, né? a gente trabalhar com pessoas, né? A gente tem que ter essa parte humana, né? E eu acho que era isso que é o que ele não ele fazia, mas acho que faltava algo, né? Esse essa parte mais do do do acolhimento, do aconchego de casa, que é a parte que a mulher faz, essa parte mais feminina, né? Eh, que era o que faltava. E aí quando eu vim para cá, que daí eu começou em 2023, que eu recomecei do zero, né, que a gente estava com cinco alunos, a gente estava num outro espaço bem pequenininho, tinha 80 m, mas eu falei: "Não é aqui que a gente vai estruturar, que a gente vai crescer, que a gente vai trazer os clientes". Então eu comecei a trabalhar junto com a com a Malu, que é a social mídia nossa, no Instagram. Aí eu comecei a fazer os eventos, aí eu comecei a fazer trilhas, aí a gente começou a fazer os workshops, aí a gente começou a fazer essa parte do da relação, né? Para quê? Para trazer esse acolhimento para dentro do estúdio para as pessoas não virem aqui só para fazer a musculação, mas que também tem esses eventos fora, né? que você pode trazer além das pessoas que querem fazer parte da família Stort, não puderem estar aqui na musculação, mas podem fazer a caminhada com a gente, podem fazer a trilha, podem fazer o yoga, podem fazer os workshops, esses eventos que a gente gosta de estar junto, né, que é a minha parte que eu gosto, quero que voltar, eu acho. E ele falou: "Olha, eu tô disposto a participar também dessas outras atividades fora o estúdio". Sim, sim. Ele não, ele sempre tá comigo, né? O Alexandre é super parceiro e e eu acredito que a gente dê uma sintonia muito boa, né? Porque tem coisas que eu falo para ele que na hora ele fala: "Nossa, mas será?" Mas aí ele pensa, ele falou: "Não, você tem razão, vamos fazer, tá? Mas você organiza?" Organiza. Então, vamos fazer. Então, é assim, a gente vai, ele vai vendo o ponto dele, eu vou colocando o meu ponto de vista, porque eu tenho uma visão mais estratégica, né? Eu tenho uma visão mais águia assim, né? Como eu te disse, eu nunca fiz uma faculdade para exatamente saber o que eu tô fazendo. Eu nasci com isso, com esse dom que depois com meu autoconhecimento, eu fui conseguindo desenvolver e colocando para fora essas minhas habilidades, que é da comunicação, que é dos eventos, que é a relação pública, que é o acolhimento, cafezinho pros alunos que trazer isso para cá para eles se sintam acolhidos e pertencentes a um lugar que eles se sintam bem, né? Segundo pesquisa de desempenho da ABF, a Associação Brasileira de Franchising, o Mercado Brasileiro de franquias registrou alta de 13,5% em 2024, atingindo um faturamento de R3 bilhões deais. Os segmentos de franquias que mais cresceram no ano passado foram entretenimento e lazer com alta de 16.6% 6% seguido de saúde, beleza e bem-estar. Qual a influência da Marina nessa virada de chave do seu sonho que era ter o meu próprio estúdio para hoje ter um negócio que inclusive tem a se expandir daqui pra frente? É, ela teve toda a diferença, né? Primeiro porque eu tava sobrecarregado, né? E segundo que ela veio adicionar uma parte que eu não era, né? Que eu não conseguia fazer com excelência, né? Então a gente fala que a gente um completa o outro, porque a parte do operacional, tudo eu sabia, eu sei fazer até de olho fechados, mas essa parte, né, de de cativar os clientes de marketing, de ideias, né, de [Música] eh comercial, né, essa parte de pessoas, né, ela só acrescentou porque ela eh ela tem uma uma dom de empreendedorismo nela, né? Então isso aí veio, ajudou e quando ela entrou, somou a energia dela com a minha, então a gente fez assim, ó. Bum. Sim. Quando você pensou nessa segunda unidade, você conversou com a Marina e de quem veio falou: "Não, não vamos abrir segunden unidade, não. Vamos, vamos franquear isso. Como que foi essa conversa? Você lembra?" Sim. É, franqueia foi a minha ideia minha. Foi. É, ela ela tava querendo bater na tecla da da outra unidade. Aí para tirar isso da cabeça dela, demorou. Mas, mas deu certo. É, mas agora o sonho é do casal. É, agora é não, o nosso sonho era expandir, só que era a a gente não tinha pensado, na verdade, na franquia, a gente estava pensando na na outra unidade. Só que daí eu mostrei para ela, olha assim, a gente vai ter que gastar isso, gastar aquilo, gastar isso, né? Eh, você viu o tanto de tempo que a gente demorou? Claro que agora a gente sabe e dá para encurtar mais o tempo, mas o tempo que a gente demorou para chegar num determinado ganho, né, num determinado resposta, né, e eu não queria esperar tudo isso para crescer outra unidade, tal e outra, a gente teria que focar totalmente na outra unidade. E com o sistema de franquia, a gente consegue fazer isso sem deixar de tirar a atenção do do nosso estúdio que é a nossa, né, aqui é o nosso nascente, né? Tá? Esse estúdio aqui, ele tem mais ou menos quantos metros quadrados? Qual que era a característica dele principal? Essa, acho que são 150 m², 150, 170 m², mais ou menos, tá, né? Então tem que ser mais ou menos isso. Então, toda a franquia, a formatação ela tem que ter tudo isso, sim. Tanto o espaço, o número de aparelhos, eh, e o projeto arquitetônico, o layout, tudo tem que ser igual. Você disse que foi julho do ano passado que vocês vieram para cá. É isso. Qual foi o investimento aqui? Aqui de valor isso. Mas você lembra mais ou menos só para é uma média de reforma, aparelhos que vocês tiveram que trazer para cá e tudo mais. É que o aparelho a gente já tinha, né? Tá. Mas acho que foi uns 100, 150.000 mais ou menos. Já tiveram esse investimento de volta? Já. Tá. E vocês acreditam que essa questão, porque geralmente se fala em investimento de volta entre 3 e 5 anos, né? E de certa forma foi um investimento um pouco mais rápido. Isso também vai ser proporcionado para os seus franqueados? Sim, porém a gente começou, né, com já com aparelhos, com um monte de coisa, só transferimos, né? Mas tem todo isso daí, tem no na carta, né, de apresentação aos nossos franqueados, tem toda a estimativa de de, né, o valor da franquia, o valor eh da do cashback, né, o quanto tempo que demora para ele ter o faturamento que a gente tem hoje, né, como que ele vai chegar a esse faturamento, como ele vai começar, o tempo. Então, tem tudo explicando desde o começo, né, como ele vai começar quando ele investiu, até ele chegar onde a gente tá hoje. Sim. Então tem todo um tempo, né, certinho, programado, que que existe, que é real, que a gente fez, né? Então, se ele fizer tudo certinho do nosso jeito, do jeito que tá lá para ele fazer, ele vai conseguir. E quando o casal conversou e falou: "Olha, vamos abrir uma segunda unidade e aí o Alex chega para você e falou: "Não, vamos abrir uma franquia". Como que história foi essa? É, na verdade eu queria a segunda unidade, eu já tava vendo, inclusive, mas aí ele colocou os pontos da questão financeira, né, que a gente ia investir, né, o o um valor que a gente poderia investir também em conhecimentos, né, em estudos e na na formatação, que não é o investimento não é baixo, né, para formatar. Aí foi a hora que a gente começou, ele na verdade me deu esse insight e aí eu pensei e fui analisando, fui buscar informações, só que a gente ia demorar um pouco para fazer isso, ia ser um pouco mais pro final do ano, do ano passado. Aí ele falou: "Não, eu acho que melhor a gente já começar". Eu pensei: "Melhora eu acho que melhor a gente já começar". Porque ia demorar uns seis meses, mais ou menos. Então vocês começaram esse processo quando? do ano passado. O ano passado foi em setembro, tá? Setembro a gente ia começar esse ano, só que daí ele achou melhor a gente já começar, porque daí demoraria, a gente fez as contas, né, de de faturamento e tudo mais. Então a gente já sabia que até sair a gente ia tá como a gente já está agora, né? Então porque tem que ter, né, essa Sim. A partir do momento que você teve também que ter esse olhar para esse novo modelo de negócio que vocês estão terminando de formatar para colocar no mercado, como qual foi a sua parte? A minha parte foi buscar, né, esse estudar as os os consultores, né, essas empresas que fazem esse tipo de consultoria, vê se é certo, como que é, fui atrás, estudei, procurei, pesquisei, que essa é a minha parte. Aí eu falei para ele, chamei a pessoa para vir para cá, ele veio, analisou, falou que a gente tava super em ordem, super, que nós éramos organizados e nós já tínhamos um sistema e a gente já tinha uma metodologia que seria mais fácil. Paralelo a esse novo empreendimento, a Marina também está em busca de um novo caminho, investir em seu próprio negócio. Quando você percebeu que esse propósito podia ser um negócio? Quando eu comecei a transbordar muito em tudo que eu tava estudando, quando eu comecei a perceber que todas as pessoas que chegavam até mim, eu conseguia entender o que elas estavam sentindo e eu não podia falar porque eu acho que tem que partir do outro, né? Só quando me perguntam, aí eu falo. Aí eu falei, não, por que não não desenvolver uma metodologia, algo assim que eu pudesse transformar a vida das pessoas através do que foi para mim, né? através da minha história, eu consegui trazer para elas dentro do que eu aprendi, dentro do que, né, eu estudei, fazer uma metodologia minha e usar todas as ferramentas nesse nessa nessa mentoria, né, facilitar elas se olharem também. E como funciona? A pessoa contrata um pacote, é isso. É um pacote de 12 sessões uma vez na semana. Eh, a princípio seriam 3 horas, né, de encontro com o cofre, né, pra gente fazer essa parte do café. E são 3 horas, uma vez na semana, e cada encontro seria abordado alguma coisa, né? Então, tem todo um cronograma. E como e como você faz então agora para administrar esse seu tempo como executiva, mentora e executiva de negócios aqui no estúdio? Então, como lá na mentoria eu não vou trabal não vou eh pegar a semana toda, vai ser só meio período, eu consigo administrar os eventos, né, do da mentoria junto com o estúdio. Então eu já conseguia administrar meio período, casa, família, marido, né? Então a gente vai equilibrando os pratinhos. falarem equilibrando os pratinhos. Como fica essa questão de estar agora em casa e no trabalho todo o tempo em casal? Como que você administra isso? É isso. Tá tá sendo bem desafiador. A gente eh como a gente tá muito focado mesmo, a gente tá num a gente tá numa fase da nossa vida que a gente nunca esteve. A gente demorou muito para amadurecer como casal, como família, como empresários, né? Demorou esse processo, até porque a gente também precisou passar por esse autoconhecimento para tudo isso acontecer, né? Então, como a gente tá muito focado, a gente a gente combinou o quê da gente não conversar sobre trabalho em casa? Então, assim, tudo que a gente tiver que conversar, ou a gente sai para sair para para comer, para jantar ou para almoçar, ou a gente conversa no estúdio. Eu nem aqui eu gosto de conversar para falar bem a verdade, né? Porque eu não gosto de um strress realmente de em algum momento vai acontecer algum estress e eu não gosto de trazer para cá isso, né? Eu sou muito assim. Então, vamos conversar sobre o estúdio, vamos conversar sobre reuniões, alguma coisa. A gente marca um horário no num restaurante, a gente almoça juntos e aí a gente resolve. E aí aí eu passo para ele o que ele tem que fazer. Até em relação aos meninos, eu não converso diretamente. Então eu converso com Alexandre e o Alexandre direciona, né? Então assim, a gente administrou bem, porque senão você fica louca, né? Muita coisa aí é é estúdio, é casa, é filho, aí você já tem que conversar com o marido na educação do filho, aí é escola. Então assim, né? Então vamos direcionar. Em casa a gente fala de casa, família e filho e aqui no estúdio de Fora a gente fala do trabalho. Essa jornada tem valido a pena. Muito a pena, graças a Deus, muito a pena. Demorou pra gente olhar nesse propósito maior, né? Só que, como eu falei, a gente tá tão focado nisso, na nossa vida, na nossa fechado, né? Porque quando você se fecha na família, você não deixa nada externo entrar. Então a gente cresce e a gente fica forte e você cria uma base sólida para você crescer, porque sem isso esse alicerce você não consegue, né? Então o que que nós somos? Se nós somos uma família estúdio e uma família em casa, a gente precisa dessa força de união para poder crescer, senão não vai. [Música]