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Ser Empreendedor | Empreendedorismo e sucesso na manutenção residencial
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Ser Empreendedor | Empreendedorismo e sucesso na manutenção residencial

740 views Publicado 13/10/2025 HD · 40:30

Descrição do vídeo

O programa desta semana apresenta duas histórias que inspiram quem sonha em trabalhar por conta própria e construir um futuro com as próprias mãos. No quadro, conhecemos Jonas Lima e Taylaine Lima, do perfil @jtmanutencao.jonas, e Renato Vilas Boas, empreendedores que transformaram experiência prática em um negócio de sucesso no setor de manutenção e reparos residenciais — um dos ramos que mais cresce no Brasil. 👨‍🔧 De ajudante a dono do próprio negócio Jonas Lima sempre teve talento para a manutenção doméstica. Começou ajudando familiares e amigos, até que foi contratado por uma empresa como encarregado de manutenção. Depois de alguns anos, buscando aumentar a renda, passou a atender clientes em horários livres, mas enfrentava dificuldades com transporte e logística. Quando pediu um reajuste salarial e não foi atendido, tomou uma decisão corajosa: sair da empresa e abrir seu próprio negócio. Há cinco anos, Jonas é dono da JT Manutenção, empresa que oferece serviços que vão desde montagem de móveis até manutenções elétricas, hidráulicas e estruturais. Com o aumento da demanda, sua esposa Taylaine passou a atuar ao lado dele, cuidando de agendamentos, finanças e contabilidade. “Trabalhar com o que a gente gosta dá trabalho, mas dá orgulho. Cada cliente satisfeito é um incentivo pra seguir melhorando”, afirma Jonas. 💪 Renato Vilas Boas: curiosidade que virou profissão Renato também trilhou o caminho do aprendizado prático. Depois de atuar em diferentes empresas e funções, decidiu investir em cursos de capacitação e abrir sua própria empresa de manutenção e reparos gerais. A esposa hoje o apoia na parte burocrática, enquanto ele se dedica aos atendimentos, sempre prezando pela qualidade e confiança. “Eu sempre gostei de consertar as coisas, e vi nisso uma oportunidade real de empreender. Hoje, trabalho muito mais, mas faço o que amo e com liberdade”, relata. 📈 Mercado aquecido e oportunidades em expansão O setor de manutenção e pequenos reparos vem se destacando no país, impulsionado pelo aumento da permanência das pessoas em casa, pela busca por economia e pela valorização de profissionais especializados. Segundo o Sebrae, o segmento de serviços responde por 63,7% dos novos empreendimentos abertos no Brasil, com destaque para manutenção residencial, pintura, elétrica, hidráulica, climatização e gesso 3D. Dados recentes mostram que o país já conta com mais de 1,6 milhão de estabelecimentos voltados a serviços de reparo, movimentando cerca de R$ 60 bilhões por ano. Desse total, 98% são micro e pequenas empresas, muitas delas abertas por empreendedores individuais (MEIs). Entre 2013 e 2022, o setor registrou crescimento de 258% e só em 2021 foram abertas 285 mil novas empresas, o maior número em quase uma década. Em 2025, o Brasil bateu recorde com 1,4 milhão de pequenos negócios criados apenas no primeiro trimestre, sendo 78% de MEIs. 🛠️ Profissionalização e confiança: os diferenciais do sucesso Os entrevistados destacam que o segredo para se destacar está na qualidade do atendimento, na capacitação constante e na fidelização dos clientes. Jonas e Renato seguem fazendo novos cursos e se especializando em técnicas modernas de instalação, elétrica e reformas rápidas, unindo credibilidade, agilidade e atendimento personalizado. Outro diferencial é a formalização como Microempreendedor Individual (MEI), que garante benefícios previdenciários e facilita o acesso a crédito e parcerias comerciais. O conceito de “marido de aluguel” se expandiu e ganhou novos contornos, abrindo espaço também para mulheres empreendedoras e profissionais que atuam de forma autônoma com seriedade e técnica. Com o crescimento da procura, as empresas de manutenção estão cada vez mais presentes em condomínios, residências e comércios, mostrando que o setor é, hoje, uma das principais portas de entrada para o empreendedorismo no Brasil. 🚀 Do improviso à prosperidade Tanto Jonas quanto Renato mostram que o sucesso não vem apenas do talento, mas da determinação, da coragem de começar e da capacidade de aprender continuamente. Eles representam uma nova geração de empreendedores que entenderam que profissionalizar o serviço é o primeiro passo para crescer e conquistar espaço num mercado cada vez mais competitivo. 💬 Como resume Jonas: “O cliente que chama uma vez e gosta, volta sempre. E é isso que faz a gente continuar aprendendo, crescendo e acreditando”. Assista ao programa completo e conheça as histórias inspiradoras de quem faz do trabalho manual uma grande oportunidade de vida. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[Música] Olá. De acordo com o SEBRAI, o Serviço Brasileiro de Apoio às microempresas, os novos CNPJ em mês representam 78% dessa categoria, com crescimento de 35% em relação ao primeiro trimestre de 2024. E olha só, elas microempresas cresceram 28%. E os dados levantados também indicam que o setor de serviços lidera a criação de novos negócios, representando aí 63.7% seguido por comércio indústria. E é nesse contexto que a gente vai falar hoje de um serviço que tem aí avançado cada vez mais. Alguns chamam de marido de aluguel, outro de faz tudo, outro especialista em pequenos e médios consertos e por aí vai. Um desses CNPJs é o do Jonas, que há 5 anos abriu essa empresa e vai contar agora pra gente como surgiu então essa ideia, Jonas, de pensar, olha, eu trabalho pros outros, eu faço outras coisas. O que que tava acontecendo na sua vida quando você decidiu trabalhar para você nesse segmento de conserto, de pequenos concertos, digamos assim? Então, no início eu já trabalhava pros outros, mas fazendo isso ou outra coisa? Não, outra coisa. Só que eu sabia fazer já pequenos reparos, não tinha aquele conhecimento ainda para poder trabalhar para mim. Daí foi na onde que eu fui fazendo vários cursos. E aí, mas já tinha essa ideia de trabalhar para você ou ainda não? Era só para aprender? Não, eu já tinha essa ideia e aí eu fiz vários cursos e aos poucos eu fui fazendo um cartãozinho, fui fazendo trabalho para um, trabalho para outro, mas mesmo assim ainda trabalhando na empresa, trabalhava na empresa e sábado, domingo eu prestava esses trabalhos de manutenção, de elétrica, só que ainda não tinha ainda a coragem para abrir ainda e trabalhar para mim por conta não ter o conhecimento ainda necessário, certo? E o que que te deu essa coragem? Porque é assim, quando a gente trabalha CLT, a gente tem um um trabalho ali e um salário limitado. E eu trabalhava pros outros, nunca dava para pagar, né? sempre fechava ali no vermelho. E depois tentei uma vez abrir o negócio de manutenção, não deu certo. A segunda vez também não deu certo. Mas aí quando não dava certo, você abria um outro negócio ou você voltava pro CLT? Eu voltava pro CLT. E aí isso foi duas vezes, só que na terceira vez eu já, como que eu já tinha um conhecimento, eu trabalho de ajudante de manutenção. Aí entrei de ajudante de manutenção, eh, CLT e depois trabalhei de encarregado de manutenção. Entrei numa empresa de manutenção e eu abri um setor dentro da empresa que não tinha. Qual era? Era um setor de manutenção mesmo. A empresa ela tinha mão de obra terceirizada que eles tinham que contratar. E aí nessa empresa abriu o setor de manutenção, me colocara como líder e eu aprendi aos poucos que lá eu que comprava, eu tinha carta branca para fazer tudo. Então, ah, então quando você fala, inclusive nesse período anterior que você chegou a abrir o negócio duas vezes, o problema não era o serviço, era pensar em como fazer toda a logística. O que que foi os seus desafios nas empresas anteriores que você abriu? Assim, eu não cheguei ainda a ter aberto o CNPJ. Eu começava, só que como não tinha ainda um engajamento, aí que acontecia? Eu não conseguia viver daquilo que eu tava trabalhando. Sim. E na terceira vez, como me chamaram para tomar conta de um setor que eu já tinha conhecimento, foi na onde que minha mente se abriu. Eu comecei ter noção do que era compra, tipo, eh, de tipo uma administração ali no meu setor. Sim. E aí eu aprendi a mexer com maquinário, fiz muitos cursos e daí quando eu saí dessa empresa que abriu o meu próprio negócio, aí minha esposa começou a fazer divulgação, tráfego pago e daí foi na onde que eu saí da empresa num dia. Quando foi uma semana eu já tinha fechado o mês todo de trabalho. Foi na onde que nosso trabalho engateou e foi. Mas aí até você sair da empresa, você teve que pedir a demissão, tomou essa decisão em função já dessa preparação, desse planejamento, ou você foi demitida e falou: "Agora eu vou ter mesmo que assumir o meu negócio". Assim, início eu entrei na empresa e a empresa ela tinha um, eles pagavam 20.000 de mão de obra para terceiro. Eu entrei na empresa, reduzi o custo todo, só que na empresa era assim, o período de, como fala, de experiência, a gente tinha que mostrar serviço. Sim. E eu mostrei serviço, eu pedi aumento, porém a empresa não me deu aumento. Aí foi na onde que eles me chamaram no RH e falou assim: "Jonas, a gente não vai poder te dar o aumento e tá te desligando". Para mim, eu gostei. Gostei porque eu peguei um acerto e através daquele acerto eu comprei todas as minhas ferramentas. Aí eu tinha já uma moto, foi na onde que eu comecei. Você investiu quanto em ferramentas na época? Você lembra? Ah, eu acho que foi, deu um quase uns 4.000 assim. É, foi relativamente baixo, digamos assim. Baixo, baixo. Foi as coisas mais necessárias. E dali quando eu fechei um mês, dois meses, foi andando, aí eu fechei um contrato na Leerói que chama do programa Leerói Stala. E aí eu fechei alguns contratos em escola e a clientela só foi aumentando, aumentando. Aí comprei um carro para trabalhar e daí hoje a gente tá estabilizado e cada mês que entra a nossa meta de ganho tá subindo mais ainda. Você inclusive comentou que uma semana depois que saiu desse trabalho CLT, a sua esposa já tinha fechado a agenda para aquele mês todo. Como que foi então você conversar com ela? Porque pelo jeito ela é que cuida dessa parte administrativa. É isso? Isso. Assim, quando ela veio, tipo, já fazer essas divulgação, tudo, que acontece? Foi na onde que deu um ponto forte assim para nós subir, porque mas quem falou, "Vamos divulgar", foi você que falou: "Ó, eu preciso de ajuda para divulgar ou foi ela que falou, Jonas, vamos divulgar, vamos fazer desse jeito? Me conta essa parte." Como que ela já fazia isso? Ela que foi com essa ideia, porque até então quando não tinha divulgação, não tinha nada, quando eu tentei, eh, não, não dava certo por causa que não tinha divulgação, né? Então, ela chegou boca a boca isso. Então, ela chegou fazendo os tráfego pago, fazendo aqueles cartão. Aí foi na onde que as coisas deu certo. Aí hoje ela fica eh agendando, marcando horário, endereço, tudo. Hoje ela fica na parte de administrativa, né? Ela faz as contas também. Faz as contas também. Fecha o caixa. Fecha o caixa. E como é a sua rotina? Quantos clientes você consegue atender por dia? Depende do serviço. Quais são esses serviços? Então, o cliente tem dia que eu atendo cinco. Eh, depende do que eu vou fazer. Sim. Quando eu chego lá, que o trabalho é mais simples, a gente consegue, tem dia atender cinco clientes, tem dia que atende dois, três. Sim. Mas a demanda é grande porque a gente tá vivendo um tempo que não tem mão de obra, então tá muito escasso. Não, não tem eletricista, pintor. É assim, um trabalho que tá muito escasso. A gente vê que não tem mão de obra. Que serviços você oferece? Eu faço trabalho de manutenção geral, né? Elétrica, hidráulica, gás, pintura. Faz pintura também? Faz pintura também. E faz, a gente tá inclusive nessa gravação, pessoal, a gente tá aqui num estabelecimento que é uma instituição, uma escola. Então você não é só em residência, você faz em escritórios e escolas como essa que nós estamos e muito mais conta. Sim, fazemos predial empresa, escola e a gente tem um público muito grande. Sim. Então assim, não se limita a ser só residência, né? Eh, você contou que inclusive lá atrás já fez essa parceria em uma grande eh loja de que vende material de construção pelo país todo. Eh, quem que foi você que como que você soube que existia esse programa? foi a sua esposa. Me conta também, porque você teve que procurar oportunidades para aumentar o seu leque e possibilidade de ganho. Então, fui fazer um curso de ar condicionado e lá eu conheci um rapaz que ele falou desse programa, falou: "Ó, tem um programa que chama Herói Stala e foi na onde eu fui procurar saber, fui lá, conversei com um dos líder e ele falou: "Ó, J, nós precisa da inscrição municipal do MEI." Foi na onde que a gente abriu? Você já era meio? Não. E um mês, um mês eu já era meio, já tinha abrido meio um mês. Só que para nós o que foi mais complicado de correr foi atrás da inscrição municipal. Hum. Porque na cidade de Hortolândia a inscrição municipal ela demora um pouco. Entendi. Aí tive que correr atrás disso. Foi na onde que a gente fechou o contrato. E aí ele Hoje você ainda é meio ou você já mudou de categoria? Não, a gente ainda é meio, só que assim, no ano que vem eu já tenho o que a gente vai ter que mudar porque já ultrapassa, né, o valor sinal que o negócio tá crescendo, graças a Deus tá subindo. E essa rotina de atender às vezes cinco clientes, às vezes atender dois, como que funciona essa agenda para você? você já tem que saber previamente qual é o serviço, qual é o conserto, já passa o orçamento antes. Me fala de toda essa logística. Então, eh, tem orçamento que a gente já consegue passar a pessoa entrando em contato com nós ali no celular, passando as informação, a gente já consegue dar um orçamento para ela. Só que quando é mais coisas que são muitas coisas, muito trabalho, que tem que olhar, é mais detalhado, aí nós vai no local, faz orçamento sem cobrar nada e dali depois a gente passa. E aí tem um um cronograma assim do da semana. A gente só marca a semana de segunda até sábado. A gente não joga mais paraa frente porque acaba que o cliente desmarca e você às vezes atrapalha a sua agenda. Sim. Então a gente marca cliente de segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado, quando a partir de domingo a gente já faz outra outro cronograma ali. Sim. Agora, quando a gente pensa nesses serviços, você até disse: "Ó, tem uns maiores, outros menores." Você traz uma ajudante, você atende sozinho ou às vezes você atende um lugar, outra pessoa atende em outro lugar? Como que funciona isso? Então, eh, quando é trabalho que o trabalho não é muito grande, geralmente vai dois. Só que quando o trabalho ele já é um trabalho maior, daí tem que ir três, quatro, porque vai depender da demanda daquele dia. Mas aí você contrata aquele ajudante específico para aquela para aquele serviço. É isso. Isso. Por exemplo, quando eu pego o trabalho que é uma semana direto, pintura, uma semana direta, pintura que nem agora em Daatuba, eu tô com um trabalho grande semana que vem. aquele trabalho, eu vejo quantas pessoas eu tenho que levar, se eu levo três, quatro e aí a gente vai finalizar aquele trabalho com um prazo de uma semana ali que a gente dá, né, por exemplo, uma semana ou se for duas, porque a gente não faz trabalho só pequenos, a gente faz trabalho grande também. Aqui, por exemplo, o que que você tá fazendo aqui? Eu mexo com geral, elétrica, hidráulica, eh, pintura, tudo, tudo. Hoje que você veio fazer aqui hoje eu vim mexer aqui com a parte elétrica, elétrica e hidráulica, que tava tendo alguns problemas e hoje eu vim resolver aqui. E como é a sua vida hoje pensar que além dessa disponibilidade de agenda, você mesma faz os seus horários e também tem assim, você pode prever melhor o seu ganho. Você acha que a sua vida melhorou muito em relação ao período em que você trabalhava para outras pessoas? Melhorou. Até falo assim pra minha esposa que hoje a gente vive porque hoje a gente tem um, a gente respira, porque quando a gente trabalhava lá atrás de CLT e não dava, tinha que trabalhar, tinha que cumprimentar a renda fazendo bico e nunca fechava. E hoje eu falo para ela, a gente fecha o mês, graças a Deus, a gente a gente tá deu uma estabilizada. Então as coisas começam a andar. Eu até falo assim, se todo mundo procurar fazer algo, mesmo que nos seus momentos que não procuras se qualificar, fazer algo que que gosta, porque eu gosto disso. Eu tive várias oportunidades, mas o que eu gosto de fazer é manutenção. Eu não me canso, eu chego em casa, o meu trabalho tem aquele ar de satisfação, pô, fiz isso hoje e falo assim, segunda-feira, fala: "Pô, vou trabalhar". Não é que nem antigamente que eu falei: "Nossa, hoje eu tenho que levantar e tenho que trabalhar forçado, tipo assim, porque eu preciso e hoje não. Hoje eu levanto cedo, falo: "Poxa, vou trabalhar, mas vou trabalhar para mim satisfeito. Hoje a gente tem uma vida de qualidade". Sim. Então não tenho o que reclamar, não. Só tenho que agradecer. E essa dupla que você fez, então, de você faz a parte braçal, mas tem a parte lá que cuida da agenda, que cuida das contas. Você até falou, ó, antes eu abri o negócio e não deu certo. Quando ela veio e começou a pensar já e no engajamento, uma série de coisas, a coisa mudou. Como que foi isso para você? Porque assim, hoje eu vejo que não não é só o trabalho braçal, se a gente não trabalhar também com a cabeça, tipo assim, tem que ser os dois juntos, porque senão não vai pra frente. Tem que ter uma pessoa que trabalha ali atrás de um atendimento. Inclusive os clientes quando entram em contato com a gente fala: "Nossa, vocês atendeu tão rápido". Por é importante ter o outro lado? Porque às vezes a gente tá aqui operando, fazendo as coisas, a gente não consegue dar a atenção devida que tem que dar. E aí é na onde que ela entra com a programação, aí ela entra com tudo. Beleza. Obrigado. [Música] E claro, não poderia faltar de nós conversarmos com a responsável por alavancar esse negócio. Tailâ, conta para mim como que foi aquela ideia. Você vendo Jonas tentar fazer serviço, fazendo coisa por fora, trabalhando como CLT. Quando aconteceu, você falou: "Não, vamos com o que que você pensou ali naquele momento para falar, olha, eu vou cuidar disso agora". O que que você tava fazendo na sua vida? conta um pouquinho da sua parte dessa história. Então, eu comecei a fazer curso sobre o marketing, como fazer tráfego pago, porque a gente quando abre uma empresa, a gente precisa divulgar ela para que as pessoas saibam que ela existe, né? Então assim, quando a gente eh a gente se conheceu, ele já tinha tentado duas vezes abrir a empresa e aí a gente combinou de quando eu chegasse, né, que a gente se casou, eh, em seguida a gente ia abrir a empresa e tentar junto novamente. Até então você tinha feito o que na vida de profissional? Então, era confeiteira, né? Eu trabalhava e eu já divulgava também. Sim. Então assim, eu vi que a diferença é bastante alta quando você divulga o seu trabalho, mas quando eu me juntei a ele, a gente decidiu abrir a empresa do JT Manutenção, né, e seguir junto só nesse propósito. E hoje, qual é a sua parte? Ele falou que a agenda bem criteriosa, toda organizada. Me conta. Então, assim que eu cheguei, no dia que a gente se casou, no outro ele ele foi conversar com a empresa e explicou sobre esse aumento que ele precisava, né? Só que aí a empresa eh mandou ele embora e aí era o que a gente já tava querendo, já tava prevendo. Então a gente, eu já comecei a divulgar no outro dia, né, a o trabalho nas redes sociais, né, entrar no nos grupos para poder divulgar o nosso trabalho. E aí a semana inteira foi fechada. Depois, conforme foi indo a semana, a gente fechou o mês, né? E você esperava que já em uma semana a agenda mensal já fosse acontecer isso ou te surpreendeu? Me surpreendeu um pouco, né? Mas como ele falou, a falta de mão de obra é muito grande, né? E assim, a divulgação fez toda a diferença, né? E hoje qual o seu papel além dos agendamentos? Então eu faço, além dos agendamentos, eu ajo também fazendo nota fiscal, né, fechando os contratos, faço o orçamento pro cliente e também quando eu posso, eu sempre tô acompanhando ele em alguns serviços também, né? Sim. É uma empresa familiar. É. E valeu a pena. Com certeza. É muito melhor quando os dois trabalham junto, né? que a gente tem o mesmo propósito. Isso é bastante, faz bastante diferença, né? E vocês já conversam sobre o próximo passo? Sim, dá para contar para quem tá em casa? O próximo prazo passo, né, é crescer a empresa. A gente pretende contratar pessoas para nos ajudar, né, eh pegar outro carro para poder dividir o trabalho, porque a demanda realmente é muito grande, né? falta mão de obra aí e a gente quer, né, que as pessoas se profissionaliz, faça cursos para aprender, porque realmente falta muita mão de obra, né? Sim. Tá certo. Então, muito obrigada, viu? Obrigada. E olha só, no próximo bloco a gente continua falando sobre quem abriu o próprio negócio na prestação desses serviços de manutenção e consertos em casas, escritórios e outros locais. Não saia daí que o ser empreendedor volta já já. [Música] O mercado de manutenção e reparos no Brasil está em franca expansão. São mais de 1.600.000 estabelecimentos que oferecem os serviços. Para se ter uma ideia, são 15 milhões de obras, manutenção, pequenos reparos que movimentam mais de 60 bilhões de reais no nosso país. O Renato há 2 anos está neste segmento e vai contar pra gente também como ele resolveu então partir para esse esse trabalho de serviços, faz tudo ou mesmo chamado aí de marido de aluguel. Renato, primeiro conta para nós eh o que que você fazia antes e o que aconteceu na sua vida profissional que você falou: "Ó, é hora de trabalhar por conta e neste segmento". Bom, eu já eu trabalho desde os 11 anos de idade, né? E comecei muito cedo. Ah, e passei por vários setores, né, da do trabalho, né, da CLT, do Ahã. Já fui motoboy, fui motorista, fui vigilante, vendedor, eh, representante comercial com pós-vendas. Ah, trabalhei com importação e exportação na área do transporte, da logística. Ah, fiz de tudo um pouco, né? Garç, bastante coisa. E tudo isso foi foi me dando bagagem, né? E durante o tempo de CLT, até então, até eu começar a trabalhar por conta, a minha vida foi fazer treinamento nas empresas, né, que hoje as empresas investem muito em treinamento, ah, treinamento principalmente interpessoal, de se relacionar com as pessoas, né, questão do atendimento ao cliente, né, eh, eficiência no trabalho, atender bem em todos os sentidos. E o que virou a chave foi isso. Eu falei: "Pera aí, eu tô fazendo tudo isso pros outros, por que não fazer para mim, né?" E foi o que virou a chave, né? E desde pequeno eu sempre tive intimidade com ferramentas, porque vem de família, né? Meu meus pais, a meu pai, meus tios do lado da minha mãe, do lado do meu pai, todos eles eh nunca foram de chamar ninguém para para est fazendo manutenção em casa. Então, sempre tiveram ferramentas. Meu pai sempre teve ferramentas. Era aquela criança que ficava perto do pai ajudando a consertar as coisas. Minhas bicicletinhas eu mesmo arrumava desde criança. Então eu sempre tive intimidade e familiaridade com ferramentas. E em casa eu sempre sempre fiz as coisas, sempre fiz tudo em casa, certo? Né? Então eu já e a questão do atendimento ao cliente e essas andanças minhas, né? Profissionalmente falando, tudo isso foi agregando bagagem, né? né, para eu começar por conta o meu negócio. Mas aí você poderia ter escolhido até por conta da sua vasta experiência em vários setores. Ah, vou dar treinamento, vou fazer. Como que você pensou? Eu vou eh unir o meu conhecimento nato, aquilo que eu aprendi em casa, que eu já faço? Há uma necessidade de mercado. Como que você teve essa percepção? Sim. Eh, bem interessante essa pergunta sua. Eu percebi que os profissionais eh, vamos pegar aí o que são os profissionais mais comuns, né? O marcineiro, o pintor, o eletricista, eh o cara que trabalha com calha, ele não quer vir na na sua casa, na casa do cliente. Por exemplo, o eletricista, ele não quer vir para arrumar uma tomada. O marcineiro, ele não quer vir para trocar uma dobradiça. O pintor não quer vir para fazer um retoque ou pintar uma fazer uma pequena pintura. Ele quer vir pintar a casa toda, o eletricista fazer elétrica toda. Eu percebi uma lacuna ness nesse sentido de pequenos reparos que os profissionais parece que têm uma carência no mercado de desses pequenos serviços. Sim, foi aí que que acendeu a luz, entendeu? E a partir dessa ideia, o que que você fez, Renato? Você já começou a falar paraas pessoas que ia trabalhar nesse segmento? Você fez um planejamento anterior no sentido de vou abrir a empresa, vou criar uma marca, vou pensar em como formatar, vou comprar os equipamentos os que eu vou trabalhar? Como que foi esse processo? É tudo, é tudo muito assim, como é que eu diria? Vamos, vamos fazer. foi rápido porque é a questão das ferramentas é importantíssimo porque na para você prestar um serviço de qualidade pro cliente você tem que ter ferramentas de qualidade. Uma coisa é você ter ferramentas para usar em casa, no seu dia a dia lá para você, né? Um hobby. Outra coisa é você fazer uso dessas ferramentas eh profissionalmente, prestando serviço para o cliente, porque a qualidade do serviço é tá ligada diretamente à qualidade das ferramentas. E a variedade, né, para tudo tem a ferramenta certa. Qual foi o processo? Como que foi então pensar? Você tinha dinheiro para comprar a ferramenta, para abrir a empresa ou não? Olha, a partir do momento que eu decidi o que eu tinha, eu já fui, coloquei, como se diz, fui com a cara e com a coragem. Como que foi esse processo? É, eu eu usei um uma parte do dinheiro que eu peguei do acerto da empresa da última que eu trabalhei, né, que eu saí e usei investir na compra de ferramentas. Mas você já queria fazer esse negócio antes ou foi a partir do momento que você saiu da empresa que você teve essa ideia? Não, isso já tava já eu já tava trabalhando a ideia na minha cabeça, certo? Há algum tempo. Comprou a ferramenta, abriu o CNPJ. Sim, abriu o CNPJ. Como foi então agora? Vou captar clientes. Como foi isso? Eh, eu acredito que independente do porte da empresa, quando você começa um negócio, você vai enfrentar dificuldades. Por quê? E isso é o que eu tô dizendo, independente do porte da empresa, ninguém conhece o seu produto e você vai entrar numa corrida que já tá acontecendo, né? Então, eh, e esse serviço tem uma uma peculiaridade, esse meu trabalho, o trabalho de marido de aluguel, você tá entrando dentro da casa das pessoas, né? Então é muito delicado, as pessoas têm um certo receio, ah, de pegar alguém que não seja por indicação. E no começo você não tem indicação, você não fez serviço para ninguém, você tá começando sim, como se fosse uma empresa de grande porte, ninguém conhece seu produto. Então você vai ter que começar a construir tijolinho por tijolinho, né? Isso é um trabalho árduo, dia a dia, dias, dia após dia. Ah, e divulgando seu trabalho, no meu caso, não como você fez no comecinho para colocar esse tijolinho. Sim, cartões, entregando cartões. E eu eu tenho uma coisa assim que parece que eu sinto um cliente potencial. Dificilmente eu entrego o cartão e não tenho retorno. Sim. E é engraçado, eu não entrego o cartão aleatoriamente. Eu não saio fazendo panfletagem, nunca fiz. Certo? Até porque ah, eu diria que o meu público é um público diferenciado. O meu público é alvo. São aquelas pessoas que estão preocupadas com a questão da qualidade da prestação do serviço, né, do respeito, da honestidade, da do ser justo na hora de cobrar, né? Então, ah, queira ou não é um público diferenciado, não é aquele público que tá atrás do do mais barato ou sei lá, são pessoas que se preocupam com essa com essas características, né? Mas seus primeiros clientes foram o quê? Seus amigos, pessoas conhecidas ou não? Sim, sim. Comecei primeiro com vizinhos, com parentes, né? E aí vai, aí um vai fal aí o boca a boca, né? Indicação, um vai falando pro outro e aí você vai construindo a carteira de clientes, né? a cadeia. E a partir de que momento então esse boca a boca pessoal passou paraa rede social, porque a gente já olhou, viu que você tem rede social, em que momento isso também alavancou o seu negócio? Ah, foi logo em seguida, porque hoje em dia não tem como a gente fugir, né, das redes sociais, da mídia social. E eu pensei, por que não, né? E aí eu, como criei o, eu migrei, na verdade, o meu Instagram que era pessoal, eu migrei ele para profissional, né? Apaguei as fotos pessoais que tinham e tal e comecei a fazer postagens profissionais de alguns serviços que eu faço. Sim. E desde então, o que que tem acontecido? Olha, graças a Deus, eh, hoje ainda entrego cartões, obviamente, mas a grande maioria dos clientes que chegam até mim hoje vem através de indicação do boca a boca. E como você faz essa organização da sua empresa? Você, inclusive, antes da nossa gravação, tava prestando serviço em outro lugar. Como é esse prestar serviço, cuidar da agenda, marcar com o cliente, fazer o caixa? Você faz tudo isso sozinho? Tudo sozinho. É. E tempo para isso? Eu então eu procuro gerenciar meu tempo. Ah, eu procuro evitar de est atendendo clientes eh no WhatsApp, né, no momento que eu tô trabalhando, prestando serviço. Porém, eu também não deixo o cliente no vácuo. Eu dou, olha, assim que possível eu lhe retorno, né? ou normalmente à noite, que é a hora que eu chego em casa à noite, eu não chego de dia nenhum dia, eu chego à noite, aí eu vou abrir o WhatsApp e vou responder aos clientes, né? A não ser algum assim que é mais emergencial, porque você tem que dar uma filtrada, né? Alguns serviços não tem tanta eh prioridade, dá para dá para fazer um um encaixe, dá para poder agendar. E aí eu trabalho com agendamento, né? Você mes cuida dessa agenda? Sim. E quantos clientes você atende por dia em média? Eh, para manter a ordem, né, para não virar bagunça e não dar o passo maior que a perna, eu procuro não agendar muitos clientes. E mais ou menos eu tenho uma noção de assim do tempo que eu vou levar para aquele cliente. Eu tenho muitos clientes que fazem uma lista, né? Tem uma listinha e aí eu vou, tem clientes que, ah, Renato, pode tirar o dia para mim. Aí eu vou e fico o dia lá. Aí é uma tomada, uma torneira, uma lâmpada. um ventilador, às vezes uma limpeza de ar condicionado, é uma lista. Eh, tem clientes que eu chego aí dois, três dias inteiros, integrais, tem muita coisa para fazer. Sim. É pendurar quadro, espelho. Por exemplo, quando o cliente acabou de se mudar para uma casa eh nova, né? Então, tudo, instalação de TV, filtro de água, eh, nichos, prateleiras, tudo porta vassoura, o que você imaginar, né? Kits de banheiro, porta toalha, porta papel. Tudo sim. Então, eh, são serviços que demandam bastante tempo. Agora, quando são pequenos serviços, você consegue marcar quê? Uns três, quatro clientes por dia. Três, no máximo quatro, né? Porque eu tenho tempo de deslocamento também, né? Por exemplo, dependendo da região que eu pego o cliente, eu não consigo. Se eu pego um exemplo, eu pego um cliente na região do SUS Park e aí eu tenho outro para atender em Paulíia, porque eu atendo Campinas e região, as cidades da região metropolitana, né? Então, dependendo da região, eh, fica inviável, né, do ponto de vista logístico para mim atender dois, três, às vezes quatro no mesmo dia. Agora, se é na mesma região, eu, né, consigo encaixar na agenda. E e qual que é a importância? A gente inclusive mostrou no primeiro bloco também um casal que inclusive a esposa trabalha junto com o marido, eles estavam de uniforme e você também está de uniforme. Como que é essa questão da importância de ter essa identificação? Eh, como eu disse, a minha vida, eu até fiz uma postagem no Instagram, né, a respeito disso, falando desse assunto, que a minha vida inteira eu vestia a camisa da empresa, das empresas que eu trabalhei, eu sempre fui de vestir a camisa, eu sempre procurei me destacar eh do ponto de vista de não ser apenas mais um, né, de procurar fazer bem feito, fazer com amor, com dedicação em todas as empresas que eu trabalhei E então eu fiz uma postagem o seguinte, eu sempre vesti, nas empresas que eu trabalhei, sempre vesti a camisa. Então hoje eu visto a minha e eu acredito, né, e eu sinto isso na pele. Você passa muito mais profissionalismo, né, mais seriedade. E eu costumo falar que o mundo que a gente vive hoje não basta você ser bom, você tem que parecer bom também. Eh, não no sentido de arrogância e tal, não, mas você não basta você ser um profissional, você tem que se vestir e se portar igual um profissional. Sim. E falando nisso, o uniforme tá dentro, né, desse desse quesito. Desde que você começou a empreender e a trabalhar com esses reparos, qual foi o seu maior desafio? Ou foi super tranquilo ou nunca teve nenhum desafio? Tem. Não, isso aí é diário, porque eh quase todos os dias é um novo desafio, porque nunca é igual, mesmo que seja um reparo simples. Sim, mesmo que seja uma torneira, por exemplo, que é uma coisa comum, porque vamos a torneira de exemplo, você vai numa numa loja de materiais, né, você tem n modelos de torneiras, né, de de modelos, materiais e preços variáveis. E cada uma tem a sua característica. Ah, tudo é torneira. Não, não, não é tudo é torneira, né? Cada uma tem uma particularidade. Eh, cada lugar é um cenário. Tanto que eu peço às vezes pro cliente quando me liga para fazer um videozinho curto ou tirar uma foto para eu ter uma noção do cenário que eu vou encontrar lá. Mas mesmo assim, chegando lá, muitas vezes é um pouco diferente do que eu imaginei. Tem surpresa. Tem surpresa, né? E aí, como que é explicar pro cliente? Olha, não era bem aquilo que você achava que era. O serviço tem que ser feito, né? E assim, é outra outra visão que eu tenho de negócio. Você você sendo minha cliente, né, para exemplificar, você me chamou porque você tá com problema. Então você precisa de solução. Eu tenho que te levar solução. Eu não tenho que levar mais problemas. Eu não posso chegar lá e ampliar o seu problema ou criar mais dificuldades. Não, pelo contrário, eu tenho que minimizar e te mostrar que, de repente, aquilo que você achou que era um bicho de sete cabeças não é tanto assim. Sim, né? Eh, eu lembro muito da minha avó que ela dizia que para tudo tem jeito. E realmente tem. Para tudo tem jeito. Porém, todos nós temos as nossas limitações. Todos. Eh, você pode ser o um o um cara formado em Harvard, você vai ter suas limitações na sua área. Todos nós temos. Ah, obviamente todos os dias a gente tem que ir chegando à linha, a barreira da limitação pra frente. Por exemplo, lançou um novo produto, um novo modelo de torneira que você tem que fazer o conserto, é um modelo ultra moderno. Que que você faz? Estuda antes disso hoje? Hoje em dia, já há algum tempo, a maioria da das empresas, ah, eles as empresas têm vídeos institucionais, então, sei lá, você comprou um interfone, um vídeo, né, novo, lançamento no mercado, você nunca viu. O padrão é mais ou menos sempre segue o mesmo padrão, mas algumas peculiaridades, algumas particularidades daquele produto, normalmente as empresas elas eh elas postam vídeos, né, institucionais sobre o produto, né, com as as características, né, até porque para poder divulgar, né, o o seu produto, né, nas mídias. E aí, isso ajuda bastante, bastante, bastante. Renato, eu queria que você falasse sobre hoje a avaliação que você faz desde que você abriu o negócio. Vale a pena? O que que você acha que ainda precisa avançar ou não? Hoje eu tô bem estabilizado, tá tranquilo, não preciso mais avançar. Inclusive você trabalha sozinho, né, que você já comentou. Sim. Sim. Como que é essa avaliação hoje de ter saído do CLT e hoje ser dono do próprio negócio? Eu acho que a grande questão, ah, quando você tá na CLT e quando você é autônomo, né? Ah, os os dois os dois setores têm as suas vantagens e desvantagens, né? A vantagem da CLT é se chover ou fizer sol, se você trabalhar ou não por, né, n motivos, no final do mês, seu pagamento tá garantido. Quando você é autônomo, você não trabalhou, não ganha, né? Então, e tem outras questões também, a questão da eh da clientela, da carteira de cliente, como eu disse no começo, ninguém te conhece e você tá entrando dentro da casa das pessoas. Então, foi bastante difícil no começo. Ah, hoje tá ótimo. Não, ainda a gente enfrenta dificuldades todo dia, né? Eh, graças a Deus tenho bastante clientes hoje, como eu disse, hoje a maioria dos meus clientes são chegam até mim por indicação, né? Mas dificuldade a gente enfrenta todos os dias, né? E acredito que em todos os setores, né? Independente da de serviço ou de produtos, né? que é, como eu disse, é um mercado competitivo, é um mercado eh você entra na corrida que já tá acontecendo e você tem que brigar. Em ascensão, tanto que eu falei na abertura desse bloco que hoje a gente tem aí em média de acordo com isso, usos formais, tá? Porque ainda tem gente sabe que tem uma grande parcela que é informal, que são 60 bilhões de reais por ano no Brasil, nesse mercado de reparos. Então, a gente percebe que tem mercado para todo mundo. Sim, tem. E tem mão de obra. Hum. É uma dificuldade hoje em dia, hum, de novo, para todos os setores. Todo mundo, todos os empresários de todas as áreas estão enfrentando. Eu eu tenho bastante contatos por conta da, das empresas que eu já trabalhei, né? tenho bastante amizade e eu sempre tô eh conversando a respeito disso e de outros assuntos também pertinentes, mas todo todos estão enfrentando essa mesma dificuldade de qualificação de mão de obra, a falta de qualificação. Eh, tem muito serviço e poucos profissionais qualificados, né? Sim. Eh, e é uma dificuldade que todos estão enfrentando, né? Apesar dos desafios, valeu a pena empreender? Sim, vale a pena. Tá certo. Quem tem vontade não tenha medo porque vale a pena. Que a gente precisa ter coragem e isso se você é CLT, você já tem. Você levanta cedo todo dia, né? Então, por que não vestir a sua camisa? Tá certo? Então, obrigada, viu, Renato? Eu que agradeço. E você pode acompanhar o Serempreendedor lá no youtube.com/tvcâmaracampinas. Tem aí as redes sociais também dos nossos entrevistados e até um próximo programa. [Música] [Música] เฮ [Música] [Música]
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