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Ser Empreendedor | Do sonho à casa da diarista: negócios de limpeza em alta
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Ser Empreendedor | Do sonho à casa da diarista: negócios de limpeza em alta

570 views Publicado 28/10/2025 HD · 37:52

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O mercado de serviços de limpeza e diaristas está em plena expansão e vem se consolidando como um dos setores mais importantes da economia doméstica e empresarial no Brasil. No programa Ser Empreendedor, exibido em 26 de outubro de 2025, conhecemos a inspiradora história de Tamires Brandão, criadora da Casa da Diarista, e contamos também com a participação de Daniela Cria, analista de negócios do Sebrae-SP, que traz dados e análises sobre o crescimento desse segmento na região de Campinas. A trajetória da Tamires é o retrato de milhares de mulheres brasileiras que transformaram desafios em oportunidades. Formada em Administração, ela precisou montar uma empresa como parte do trabalho de conclusão da faculdade — e foi assim que surgiu a primeira semente da Casa da Diarista. O que começou como um projeto acadêmico se transformou em um negócio real, consolidado e com impacto social. Durante a pandemia, quando o marido — profissional de eventos — ficou sem trabalho, Tamires percebeu que muitas pessoas estavam procurando profissionais de limpeza de confiança. Da necessidade, nasceu uma ideia: fazer a ponte entre quem precisava de diaristas e quem estava disponível para trabalhar. O casal começou com um pequeno grupo de 5 diaristas selecionadas e, sem nenhum investimento inicial, conquistaram o primeiro lucro de R$ 1.600. O marido sugeriu reinvestir o valor em tráfego pago nas redes sociais, o que impulsionou o negócio de forma surpreendente. O que parecia um risco se tornou o ponto de virada da empresa. Em pouco tempo, a Casa da Diarista ganhou visibilidade, aumentou a clientela e começou a expandir. Hoje, o empreendimento conta com uma equipe administrativa de 5 pessoas e cerca de 200 profissionais cadastradas, realizando de 30 a 40 processos seletivos por mês. A Casa da Diarista atua com agenciamento de diaristas, recrutamento e seleção para casas particulares (domésticas, babás, cozinheiras) e terceirização de limpeza para empresas. O diferencial está na seriedade e na valorização do trabalho doméstico, que historicamente foi pouco reconhecido, mas tem enorme importância para a economia e para o bem-estar das famílias. No programa, Tamires fala com emoção sobre a influência da avó e da sogra — ambas trabalhadoras domésticas — e como essa herança de esforço e dignidade inspirou seu caminho no empreendedorismo. Sua história mostra que empreender com propósito é possível, mesmo em meio a crises e incertezas. 💬 Já a analista Daniela Cria, do Sebrae-SP, apresenta números que reforçam a relevância do setor. Só na região de Campinas, há 6.770 profissionais registrados na categoria de serviços domésticos (CNAE – Diaristas, Babás, Cozinheiros, Governantas, Jardineiros, entre outros). Desse total, 96,97% são mulheres — um dado que revela a forte presença feminina no segmento. 📊 Veja alguns destaques dos dados do Sebrae-SP: Brasil: 320.003 profissionais de serviços domésticos. Estado de São Paulo: 96.114. Campinas: 2.481 profissionais (2.377 mulheres e 104 homens). Indaiatuba: 732 profissionais. Hortolândia: 549. Sumaré: 677. Valinhos: 425. Os números mostram que, além de representar uma importante fonte de renda e autonomia financeira para as mulheres, o setor de limpeza também impulsiona o empreendedorismo local. Muitas diaristas e domésticas estão se organizando em redes, cooperativas e microempresas, como fez Tamires, para oferecer serviços com mais profissionalismo e segurança. Durante a conversa, a analista do Sebrae explica como o órgão tem ajudado a formalizar negócios, capacitar empreendedoras e orientar o crescimento sustentável dessas empresas. Ela destaca ainda a importância do planejamento financeiro, do uso das redes sociais para atrair clientes e da gestão eficiente para quem deseja abrir um negócio de prestação de serviços. 💡 Assista ao programa completo e descubra: Como transformar uma ideia simples em um negócio lucrativo. Quais os principais desafios e oportunidades do setor de limpeza. Como o Sebrae-SP pode ajudar quem quer empreender nessa área. O papel das mulheres no fortalecimento da economia doméstica. As estratégias que fizeram a Casa da Diarista crescer e se destacar. ✨ Uma história inspiradora sobre resiliência, propósito e empreendedorismo feminino, que mostra como o cuidado e o trabalho doméstico, por tanto tempo invisibilizados, estão ganhando o reconhecimento e a valorização que merecem. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, [música] dados do Sebrai apontam que no Brasil são mais de 320.000 empresas abertas com Kik envolve serviços domésticos. No estado de São Paulo, esse número soma mais de 96.000. Em Campinas e região são 6.770, sendo 96.97% delas comandadas por mulheres. E nós viemos até Paulíia, onde há o registro de 215 empresas com esquina, que também tem esse perfil. E essa é comandada pela Tamires. Tamires, conta para mim como que surgiu a ideia de pensar em ter uma empresa que oferece, dentre outros serviços, mas essa ideia inicial de ter a diarista, de ter alguém que faz esse trabalho na sua casa sem necessariamente quem tá contratando ligar direto para essa pessoa. Me fala desse modelo de trabalho. Bom, Mirna, muito prazer falar com você. Eh, essa ideia começou, na verdade, eh, já há muito tempo, eh, quando eu me formei e o TCC ali do meu trabalho foi, eh, montar uma empresa do zero. E como eu já vim de uma família aonde a minha avó foi doméstica, a minha sogra foi faxineira, eu já estava dentro desse meio. E aí, nesse momento desse TCC, eu criei a agência de diaristas, que era algo que eu já vinha, né, desse mundo. E foi aí que surgiu a ideia, né, da agência de diaristas em si, lá no meu TCC, com com 19 anos, a qual eu tava ali nomeado de me formar, certo? E aí tudo isso num projeto lá no papel. Lá no papel. Quando foi que tudo isso veio pra prática? Eh, foi na dificuldade, tá? Então, eu juntamente com o meu esposo, meu esposo ele trabalha com trabalhava na época com eventos e ele tinha uma equipe de segurança que fazia eventos de formaturas, festas, enfim. E chegou a pandemia e na pandemia tudo fechou. E aí, nesse momento, a gente se viu eh com uma dificuldade ali para honrar com alguns compromissos que a gente tinha feito financeiramente. Eu somente eu estava trabalhando na época. Então, meu meu esposo acabou perdendo a renda dele. Mas você já trabalhava nesse segmento ou não? Fazia outra coisa? Trabalhava com recursos humanos, tá? Trabalhava CLT e recursos humanos numa numa empresa. E aí eu falei para ele, eu falei: "Raí, agência, vamos voltar com essa ideia, né? Aquela ideia que eu tive lá atrás. E ele falou: "Nossa, ótima ideia. Vamos realmente voltar com a agência". Por quê? Porque o que que eu enxerguei na pandemia era duas coisas que não poderiam faltar, o isolamento, a gente precisava se isolar um do outro e a limpeza. A limpeza ela era foi primordial, né, eh, nesse momento. E aí eu falei, a gente vai voltar com com aquela minha ideia inicial da agência. E aí foi que a gente alugou uma sala ali um dia, né, que você fazia aquele aluguel diário. E aí eu falei para ele, a gente vai fazer um batalhão de entrevistas, eh, e vamos começar a trabalhar com isso. Isso no meio da pandemia, todo mundo de máscara fazendo entrevista. Todo mundo de máscara fazendo entrevista. os nossos primeiros uniformes tinha além do jaleco, a máscara com o lobo. Eu tenho até essa máscara eh ainda, né, de recordação, porque foi um momento muito especial para nós. E aí a gente fez um final de semana de batalhão de entrevista. Como eu já vinha de RH, eu já tinha uma bagagem, um no nessa parte e também um convívio, né, com a minha avó, com a minha sogra que trabalhava no setor. E vai, né, eu, Raí, a gente subia os móveis para aquela sala, né, que era alugada diariamente. E todo final do dia a gente devolvia os móveis para baixo de novo. E aí, nesse momento, eu contei também com uma ajuda de uma amiga também mulher, eh, que me auxiliou nesse nessa primeir primeiro batalhão de entrevistas ali. E foi muito legal que muita gente por emprego naquela época, então foi um batalhinho assim de 30 mulheres no final de semana. E você, você me contou que era CLTRH, você pediu demissão ou você também tinha sido demitida do seu trabalho? Não, eu não pedi demissão naquele momento. Eu ainda fiquei um ano trabalhando com o CLT e tendo agência. Só que uma loucura, hein? Uma loucura. Só que aí a gente realmente viu que não era mais viável eu continuar no CLT. Eu precisava realmente me desvincular eh desse trabalho e realmente me dedicar totalmente pra agência. Sim, voltando só um pouquinho à pandemia, que era um momento, como você mesma disse, muita gente perdendo o emprego e viu na sua oportunidade essa essa maneira de voltar ao mercado de trabalho, como que foi? Então você fez essa essa triagem, digamos, com as entrevistas, eh, tipo, mas aí tinha um outro lado que era conquistar quem ia contratar esse serviço. Como foi? Bom, o conquistar, né, quem ia contratar esse serviço foi graças ao meu esposo estar desempregado na época. Então, ele passava o dia todo dele divulgando eh organicamente, né, rede social, rede social. Então ele entrava ali nas redes sociais das mades, né, das patroas e mandava a nossa propaganda uma a uma, uma a uma. Ele mandava essas propagandas. E aí foi chegando a primeira cliente, a segunda cliente, a terceira cliente, a quarta cliente. E lembra que eu comentei com você que o objetivo inicial era honrar com uma dívida? Sim. E a gente conseguiu honrar com essa dívida em três meses. A dívida foi honrada. E aí, nesse momento, você tinha feito antes em quanto tempo? Eh, para honrar essa dívida? Era o quê? 24 parcelas, coisas desse tipo. Não era, na verdade, era um financiamento de uma casa que tava atrasada por causa da pandemia. E aí, com três meses eu, eu e o Raí, a gente sentou para fazer as contas. Eu falei: "Raí, a gente conseguiu, tá aqui as parcelas da casa, a gente vai conseguir honrar com as parcelas". Ele: "Tá bom, agora você me dá o dinheiro que eu vou reinvestir na empresa." Eu falei: "Mas não, tem que pagar a parcela. Eu tenho que pagar a parcela da casa agora dá para pagar. E aí foi essa virada de chave. O Raí já estava estudando marketing e aí ele falou: "Não, você vai me dar o dinheiro e a gente vai reinvestir tudo isso em tráfego pago, né, que é as propagandas e tudo mais. E aí eu confiei nele, confesso, bem resistente, com medo, medo, mas confiei nele. E realmente essa foi a virada de chave eh da da agência. Foi aí que a gente conseguiu realmente eh ver muitos clientes entrando em contato com a gente. Sim, você disse que a rede social foi essa primeira essa primeira porta, digamos, de entrada e a gente tem o que era era Instagram na época. Instagram. E também a gente sabe que uma algo que é muito forte, grupos de WhatsApp. Vocês também logo entraram em grupos de WhatsApp de condomínios, de luxo e tudo mais? Sim, a gente eh a gente começou a fazer muitos contatos, né, principalmente com as próprias diaristas e as fachineiras e as domésticas que trabalhavam. Então muitas delas naquela época, como não, realmente o emprego tava bem difícil, elas nos achavam e falavam: "Ah, eu tenho um grupo, eu conheço alguém, né? Eu eu tenho eh alguém para te indicar". E começou começou a colocar a gente nesses grupos de faxineira, de doméstica. E a gente começou a ter muito acesso a esse tipo de mão de obra. Então o cliente ele podia vir de qual cidade que for, Valinhos, Vinhedo, Campinas, Paulina. A gente tinha grupos naquela região, correto? Porque as próprias domésticas ali, as próprias prachtineiras começou a encontrar o nosso nome, né, que ele é muito voltado realmente a isso, né? E realmente assim foi uma uma virada de chave muito grande, mas principalmente a rede social. um ano e você disse: "Chegou o momento de sair do CLT e me dedicar integralmente à empresa da família. Como foi esse processo?" Bom, esse processo foi bem desafiador porque eu já tava muito bem colocada profissionalmente. Eu já tava num cargo de confiança, num cargo de liderança, já recebi um bom salário, já estava 6 anos atuando nessa empresa dentro de de gestão de pessoas e recursos humanos. Então, para eu tomar essa essa atitude, eh, foi difícil para mim, confesso, porque a gente é muito apegado a estabilidade, né, dos LT. É. que vem de uma outra cultura que talvez ainda não seja a cultura empreendedora, até porque antigamente não se via profissão de diarista, de faxineira, doméstica, como algo como se um empreendimento. Hoje que a gente tem nos últimos anos, digamos assim, esse olhar. Correto? Correto. Correto. Eu falo assim, Mina, que eu nunca trabalhei tanto quanto de do anos para cá. De dois anos para cá, a nossa agência ela eh quadriplicou de tamanho relacionado a número de profissionais que a gente tem aqui dentro. Então, hoje a gente tem mais de 200 diaristas cadastradas, fora as domésticas, né? Então, assim, o nosso banco de dados é de quase 7.000 mulheres. Então, assim, é muita gente envolvida e é um mercado que ele demanda muito. Sim. Mas sair daquele conforto, daquela estabilidade e enfrentar todos esses desafios também teve assim algum aspecto emocional nesse processo? Sim, com certeza. Eu precisei amadurecer muito. A gente enfrentou muitas eh muitas adversidades, muita dificuldades, né? E quando eu me desliguei do CLT, eu compartilhei isso com o meu com com o dono da empresa na época. Eu fui até ele porque eu já tinha um cargo de confiança lá dentro e expusse para ele o que eu queria fazer, que eu queria abrir o a o meu escritório, eu queria abrir a minha agência e ele me dá esse esse acerto, né? Ele me mandar embora, eh, com esse dinheiro eu ia ir empreender, eu ia pegar todo aquele dinheiro, ia montar o meu escritório e ia começar a trabalhar. E ele ele me apoiou. Ele me apoiou. Eh, enquanto eu tava falando com meu supervisor, com, sabe, com com pessoas assim, eh, todo mundo, não, fica mais um pouquinho, Tamiros, você tem muito para entregar aqui dentro, continua com a gente. Só que aí um dia eu tomei coragem, eu falei: "Não, eu vou vou ir lá e vou falar com o dono." Ele vai me entender, ele é dono também hoje, né? E é isso que eu quero ser. Eu quero ter o meu negócio, eu quero empreender. Eu eu sempre tive essa vontade, lembra do TCC? É, tive essa só que nunca tinha eh acontecido de fato essa oportunidade. A gente conversou um pouquinho antes e você disse que logo depois que se formou, você pensou inclusive, primeiramente em buscar uma franquia. Nesse momento em que você abre com uma outra roupagem, eh, o que que aconteceu que você desistiu daquela ideia inicial? Então, eh, primeiro foi devido ao custo muito alto pra gente poder ter uma franquia. Confesso que se na época eu tivesse dinheiro para investir numa franquia, eh, eu tinha investido, porque a gente passou por muitos problemas sem ainda ter a bagagem de como resolver, correto? A bagagem ela foi criada com o tempo, tá? Com os problemas acontecendo e a gente resolvendo esses problemas. Mas quando você tem um suporte, né, de uma franquia, é diferente. No caso, a gente não teve suporte nenhum, né? Então, a gente teve que eh na raça, né? E, claro, com muito estudo. Sempre estudei, sempre corri atrás. Aí também na parte de, né, de vendas, de marketing. Isso eu devo muito a ele, porque eu sou a, como que eu posso dizer? Eu sou a coragem, eu sou a que que vai, que faz acontecer. Eu sou essa pessoa. O Raí já é o estratégico. Ele monta tudo, ele pensa em tudo e eu não, eu vou, eu faço, eu sou mais, eu sou ariana, né? Então eu sou mais agitada, mais corajosa. E o Raiel sempre foi o mais estratégico, né? Então essa combinação deu muito certo entre nós dois, né? Porque para empreender nesse ramo não é fácil. Quem tá assistindo tá vendo algumas imagens desse serviço sendo executado na casa das pessoas, mas além da casa vocês chegaram num ponto que vocês também expandiram o leque de atuação. Me conta um pouquinho sobre isso. Exatamente. Hoje a casa da diarissa, né, a gente é líder em recrutamento e seleção de funcionárias domésticas. Então a patroa ou patrão que precisa, né, de uma funcionária para trabalhar na sua casa, babá. cozinheira, doméstica mensal, casal de caseiros. Hoje a gente atua nesse ramo também e é um ramo que vem crescido muito dentro do nosso segmento, porque a diarista em si, ela tá criando mais consciência, Mirna. Essa mão de obra, as mulheres estão ficando mais empreendedoras, né? Então elas estão conseguindo se divulgar. Mas a dificuldade hoje do mercado é realmente encontrar uma uma funcionária que possa se dedicar unicamente para uma família, que no caso é a doméstica, é a babá, é a cozinheira. E a gente vem atuando nesse segmento aí com muita força. Olha, e aqui a nossa região tem essa demanda. Tem essa demanda. Tem essa demanda. Paulíia, Campinas, Valinhos, Vinedo, que é a região que a gente atua, tem essa demanda. Nós estamos na gravação no escritório da empresa. Vocês devem estar vendo aí as meninas trabalhando ao fundo. Como é esse atendimento? Como as pessoas chegam até vocês? Hoje a os nossos clientes vêm através das redes sociais, né? Então eles entram em contato através dos canais de comunicação, tem WhatsApp, o site e elas atendem a todo momento. Todo momento. As meninas estão atendendo, estão alocando as diaristas, né? Eh, diarista é um fluxo muito alto, né? Então, hoje é quarta-feira. O dia da nossa gravação é o dia mais puxado aqui, porque quinta e sexta é o dia mundial aí da limpeza. Então os clientes estão entrando em contato e você pode observar que você não escuta muito o telefone aqui é WhatsApp. WhatsApp. WhatsApp. E hoje a gente tem toda uma inteligência artificial dentro do nosso WhatsApp que faz o nosso atendimento ser mais rápido. Então o cliente entra em contato, ele já eh seleciona o serviço que ele precisa, a carga horária que ele precisa e o dia. E as meninas já fazem a locação, já entram em contato com a diarista. e já marca o serviço. De toda forma, nesse processo de empreender, que que foi mais difícil e o que foi mais fácil para você? Bom, eh, o mais difícil, eh, eu acredito que o mais difícil foi eu criar uma, uma resiliência em frente aos problemas, porque quando você eh se depara com o problema e você ainda não tem eh como eu posso te dizer, você ainda não tem um uma bagagem para poder resolver, vou te dar um exemplo do que aconteceu eh logo no nosso nosso segundo ano de agência, infelizmente, né, uma uma prestadora de serviço, eh, acabou manchando uma escada e essa escada desse cliente era uma escada no valor de R$ 30.000. A gente no começo empreendendo, você imagina ter que arcar com isso, né? Então assim, é, foi doloroso porque é é é como se fosse assim todo um ano de trabalho. Sim, né? E a gente, mas a gente tem nome e a gente tem um nome para honrar. E hoje não é mais a Tamires, não é mais o Raí, é a casa da diarista. A casa da diarista tem um nome a ser honrar. Então a gente foi lá, honrou, resolvemos o problema do cliente, mas foi muito desafiador. Eu acredito. Eu fiquei com muita vontade de eh desistir. Mas tem um ponto bom, né? Qual é o ponto bom? E a gente tá diariamente lidando com mulheres que querem trabalhar, que se esforçam para isso. E a gente vê muita mulher boa, Mirna, muita mulher que tem muito tem uma qualidade de serviço excelente, mas ela não consegue o cliente. Você mencionou algo que foi uma dificuldade, mas que também aí agora a gente entra na expertise de cada profissional que vocês contratam de acordo com a necessidade do contratante. Por exemplo, você mencionou essa casa, então tem alguns produtos básicos que precisa ter. É, é a casa, é a pessoa que fala: "Olha, eu vou mandar aí uma profissional, mas a sua casa tem um tipo de piso assim, tem um tipo de parede assim, tem um tipo de janela de tal maneira, você tem que ter o produto correto. Existe hoje um protocolo nesse sentido? Hoje existe, né, devido a esse problema. Então, hoje a gente não leva nenhum tipo de produto paraa casa do cliente. A gente usa o que o cliente disponibilizar, tá? A gente tem, a gente disponibiliza para ele uma lista básica de produtos de linha doméstica. Então, as nossas diaristas não faz uso de produto corrosivo, de produto pósobra, produto sem rótulo, elas não são autorizadas a usar, que foi exatamente o que aconteceu. Um produto do próprio cliente eh danificou o bem material na própria casa dele. Entendi. Então, a gente eh criou toda esse protocolo de segurança para que as nossas diaristas não sejam prejudicadas e também a empresa, né, é óbvio. Então hoje as nossas diaristas são voltadas à limpeza doméstica. Então elas usam produtos de linha doméstica, tá? Entendi. E isso fica bem claro na hora da marcação e do contrato desse trabalho. Com certeza. Muito bem claro, muito bem alinhado. Tanto que a gente nunca mais teve nenhum problema nesse sentido. Quanto em média custa uma faxina? Hoje a média de uma faxina é de uma faxina de carga horária completa, que são as 8 horas trabalhadas, e média de R50 R 300. Sim. Então, com horário de entrada e de saída, horário de sugerido, tá? A gente sugere um horário que as diaristas façam, né? Então, das 8 às 4, 4:30, mais ou menos, que a carga horária completa, tá? E aí vocês têm essa ideia pelo tamanho do imóvel. Olha, esse imóvel vai do meio período, esse imóvel vai um pouco mais tarde também isso ou não? ela chega lá e pode ter uma surpresa. Aí que entra o nosso no. É o que eu te falei, quando você vai trabalhando, você vai entendendo o modelo de negócio. Então, não tem como eu falar hoje que eu limpo um apartamento em um dia ou que eu limpo um apartamento em meio período. Eu não sei o grau de sujidade que tá aquele local, correto? Tá? Então, hoje a gente trabalha mediante o que o cliente acha necessário paraa casa dele. Então, ele é responsável pela contratação de horas. Então, ele dá uma olhada ali no local dele fal: "Olha, acho que hoje vai precisar de uma diarista o dia todo porque tá bem sujo". Ou não. Ou ele pode falar: "Não, hoje tá tranquilo, quero só uma limpeza de manutenção, vou chamar uma carga horária menor". Correto? E nesse processo, né? Você que era CLT, trouxe o seu sonho lá de um trabalho de conclusão de curso que é o chamado TCC, tem esse apoio do seu marido, esse trabalho, não só apoio, eles são sócios, né, na verdade. Como que é tudo isso para você hoje e onde vocês querem chegar? Bom, eh, isso para mim tudo hoje é uma uma realização de um sonho. Eh, tanto eu quanto Raí, a gente f somos, né, filhos de faxineira e doméstica. Então, pra gente isso é um sonho. Tudo que a gente tá vivendo hoje com o empreendedorismo é surreal. Como eu te falei, a nossa agência vem crescendo muito. Eh, hoje a gente é a agência mais bem avaliada de toda a região de Campinas. E realmente assim é é algo que nós nunca tinha imaginado chegar onde a gente chegou. E falando sobre aonde a gente quer chegar, eh, a gente quer expandir, tá? Então a gente, o nossos, nossos próximos passos é realmente abrir outras unidades de casas da diarista por pelo Brasil, por São Paulo. Esse realmente é o nosso sonho. Mas a pergunta, no modelo de franchising ou no modelo de loja própria, escritório próprio? Já pensaram? Sim, a gente já pensou bastante. A gente tem atualmente a gente e eh faz pouco tempo a gente inaugurou uma filial em Osasco que a gente tava com muita demanda do pessoal da região central de São Paulo. Então a gente abriu uma unidade própria lá em Osasco para atender esses clientes. Mas a nossa ideia é realmente eh abrir aí com unidades próprias, tendo sócios administrativos tomando conta dessas unidades. Então a gente acredita que dessa forma a gente não vai perder a nossa essência, a gente não vai perder essa humanidade que a gente tem aqui dentro e sempre vai est próximo aí desse parceiro de trabalho, tá certo? Então, olha, e daqui a pouquinho a gente vai conversar um pouquinho com o Raí também para ele contar parte dele nesse negócio. [música] [música] [música] Agora a gente vai conversar com Hander, que é o marido da Tamires. Ele que, como ela já contou, empreendia com uma empresa de segurança em eventos. Quando a Tamir chegou para você e falou: "Olha, pandemia tá aí, você já não tinha mais trabalho porque os eventos tinham parado, vamos trabalhar com o meu sonho que é a questão da faxina. Como que foi isso nesse primeiro momento para você?" Olha, no primeiro momento não foi muito estranho, porque quando a gente necessita a gente tem que fazer acontecer. A gente não pode é se dobrar e se tornar uma vítima da realidade que a vida impõe sobre nós. Sim. Então temos que ter uma metanóia, mudança de rota. Então a gente foi para cima, me coloquei ao lado dela como um bom marido, sem nenhum tipo de, ah, eu sou um homem, não tem visão, tem caminho, tem prosperidade, vamos para cima. Eu me formei na Street University, Universidade da Rua. Sim. cursos de marketing digital na internet, Sebrai, fiz diversos cursos no Sebrai de gestão, de marketing, de vendas, de graça. Eu tenho diversos, tem uns quatro certificados lá que tem no quadro na minha casa. Então, eh, foi nessa direção que a gente se tomou, né? A, no primeiro momento, a intenção maior era o marketing digital, venda de infoprodutos, tá? E quando eu enxerguei a possibilidade de conseguir trazer esse noal para dentro da prestação de serviço, foi a virada anchade. O Kik é o Código Nacional de Aividades que inclui os serviços domésticos. Tem as profissões de diaristas, caseiros, [música] cozinheiros, governantas, babás, jardineiros, mordomos, passadeira, entre outros. De acordo com o Sebraio, o serviço de apoio às pequenas e microempresas em Campinas e região há 670 cadastradas, das quais [música] 6.565 65 são de mulheres. Os homens estão presentes em 3.03% desse mercado. São 205 empresas abertas por eles nesse setor. A gente percebe um aumento, né, na formalização, eh, dessas profissionais. E agora com uma novidade, né? Tem surgido aqui no Sebrai mesmo, eh, profissionais e de serviços domésticos homens. Ainda esse número é irrisório, mas estão aparecendo homens que estão se dedicando a serviços domésticos também e abrindo empresa. É, e quando a gente pensa nesse número, é, ainda que tem participação de homem, a maior parte são mulheres que entendem até há muitos anos, né, uma empresa de diaria, uma empresa, uma função de diarista, de faxineira, era muito visto como subemprego, né? E hoje muitas dessas pessoas viram que tem um mercado, uma fatia de uma fatia de negócio com outro olhar. Como que é isso? é 90 mais de 96% de fato ainda são mulheres, né? E muito provavelmente porque a mulher por uma questão histórica mesmo, entende de serviço doméstico, de limpeza, de faxina, eh mas virou de fato, né, um negócio, um modelo de negócio. e a e ainda com o advento do MEI, eh, essas pessoas, esses profissionais passaram a abrir uma empresa para garantir eh benefícios previdenciários, porque no passado esse tipo de profissional não tinha direito a nada, não tinha direito a se aposentar, não tinha direito, por exemplo, a um, se ela se machucasse, não tinha direito a um auxílio eh que custeasse o tempo em que que essas profissionais ficassem paradas, né? E agora com o advento do MEI, como elas pagam o INSS através do da guia do MEI, se elas se machucarem ou se acidentarem, elas ainda podem receber um salário mínimo por 4 meses, se elas ficarem de fato paradas. Entendo. Agora, do ponto de vista do negócio, ele tem encontrado uma, digamos que uma polaridade aí no no mercado que começa com serviço de diarista, passa pelo serviço muitas vezes de motorista, de eh caseiros, né? Nós temos inclusive na nossa região muitas chácaras e pessoas que precisam desse tipo de cuidado. Eh, como que você analisa essas pessoas? eh, abrindo essas empresas justamente para fomentar esse serviço, já que a gente tem uma demanda. É, é uma oportunidade mesmo, né, que tá crescendo dia a dia e eh esses profissionais estão enxergando essas oportunidades, estão até vindo ao Sebrai buscando uma forma de divulgação do seu trabalho para poder aumentar essas possibilidades de de lucrar mais. No comecinho era de certa forma algo que vocês faziam na casa de vocês. Tinha um fim de semana que vocês faziam esse aluguel da sala para poder fazer as entrevistas das diaristas, mas a execução no dia a dia era em casa. Isso facilitou bastante esse processo com investimento quase que zero no começo. Mirna, eu sempre costumo dizer pro pessoal que hoje, né, nos procura eh procurando um conselho, né, que quer começar a empreender que o quê? Na internet todos têm o mesmo tamanho. Eu, a casa da diarista do tamanho da 3M, a casa da diarista do tamanho da Honda. Tá ficando doido, Highlander? Não, ele tem um site como eu, ele tem uma página no Instagram como o meu. A internet democratizou o marketing no mundo e segmentou. Hoje você consegue falar realmente com pessoas que têm interesse em contratar o seu serviço. Sim. Agora, quando você chega para ela e fala, olha, nós não vamos acertar as prestações atrasadas do nosso financiamento. Nós vamos primeiro, nesse momento, reinvestir na empresa. Ela falou que ficou um pouco temerosa, aceitou sua proposta, mas qual jogada foi aquela? O que que que você pensou naquele momento? Cque custo por aquisição. Eu entendi que se eu falasse com 10 clientes, eu fazia uma venda. Se eu falasse com 20 clientes, eu fazia duas vendas. Se eu falasse com três, com 30 clientes, eu fazia três vendas. Então é o jogo da aquisição. A gente começa no marketing atraindo pessoas, a gente converte pelo comercial, a gente retém uma boa prestação de serviço, pelo over delivery, entregar mais do que prometeu e a gente escala a nossa carteira de clientes. Então eu entendi o jogo do marketing e faltou só um investimento que era naquele momento a parcela de um financiamento da Caixa Econômica Federal que a gente tinha que pagar. Eu falei, acredita nisso mais dois meses para quem tá sufocado, ficar enforcado não vai mudar muito não. E depois pagou, né? Com certeza. Aí tem um momento também que ela toma a decisão de sair do CLT e efetivamente vir pra empresa também. O na para você naquele momento o que significou do ponto de vista do negócio? Realização, né? Eh, a ideia inicial da Tamires da de abrir a casa da diarista foi sensacional. mudou o roteiro da nossa vida de dezenas de mulheres e centenas de diaristas hoje na região metropolitana. Ela pegar e sair do CLT, simplesmente ela atribuiu mais ao meu lado de satisfação de ter conseguido fazer junto com ela a casa da diarista crescer num ponto que ela saiu daquela zona de estabilidade, saiu de dentro da gaiola e veio viver comigo uma floresta. Costumo dizer de um termo aqui meio eh fantasioso, um universo que é maravilhoso, que é o empreendedorismo. A gente tem liberdade de tempo, a gente tem liberdade geográfica, a gente tem liberdade financeira, é só realmente entender o jogo. E eu acredito que ninguém eh está impossibilitado de viver essa realidade. Ela também me contou que você é o estrategista do negócio. entre essas estratégias, por exemplo, abrir essa unidade em Osasco, qual foi a estratégia para que vocês comecem então a pulverizar partindo inclusive de um lugar que não é muito perto da sede, que é na região metropolitana de Campinas? Como foi isso? Internet. A internet ela possibilita tudo. Hoje a nossa central de atendimento, ela fica em Paulinha, mas a gente atende toda a região metropolitana, tá? Então a gente entende vinheto, Valinhos, Indaiatuba, Americana, Santa Bárbara, Limeira. Então de uma central a gente consegue atender com os prestadores de serviço que moram naquela localização. Você tá querendo me dizer que, por exemplo, se você quisesse hoje expandir seus negócios para os Estados Unidos, por exemplo, você teria condições pela internet de ter um pool de diaristas que atuam naquele país. Sem dúvida nenhuma, tá? E até mesmo em um dos fatos que a gente abriu a unidade de de São Paulo de Osasco, foi oferta e demanda. A gente começou a ver que existiu uma necessidade, existe uma necessidade de uma mão de obra qualificada lá. A missão da Casa da Diarista é ser a ponte entre o prestador de serviço e o cliente. Entre o cliente e o prestador de serviço. Um prestador de serviço que tem experiência, que tem referência e que saiba o que está fazendo e que traga ali segurança na hora da contratação. Quais as vantagens desse modelo de negócio? Claro, vocês são os empresários, é óbvio que é a questão financeira também, entre outras coisas, mas tanto para quem contrata, até porque você me disse no início que esse trabalho mudou a vida de centenas de diaristas para quem também está contratando. Qual para você hoje, na sua visão o que o seu trabalho, o que a sua empresa agrega na vida dessas duas pontas? Claro. Vamos começar falando de quem? Do cliente ou do prestador de serviço? prestador de serviço. O prestador de serviço, o que que acontece com o prestador de serviço? Ele vem de uma classe social baixa, ele vem da desinformação. É uma pessoa que é humilde. Qual que é o dever e a missão da casa da diarista? é pegar essa prestadora de serviço que é hábil, que tem qualidade, que precisa trabalhar, mas não consegue encontrar o cliente e apresentar para ela o nosso modelo de negócio, aonde ela não vai trabalhar somente se ela estiver disponível ou não quiser atender o cliente. Hoje o prestador de serviço diarista, ele escolhe onde ele quer trabalhar. Eles são mês, o prestador de serviços são mês, são mês. E o cliente, né, falando agora da parte do cliente, a gente tem uma frase que a gente diz que quem não investe num bom processo seletivo gasta o triplo de energia no treinamento. Então a gente além de ter todo um coo desses prestadores de serviço, a gente só mantém na nossa licitativa, Mirnar, prestadores de serviços que vem de bom retorno, porque aqui ninguém é patrão de ninguém quando se trata de diarista, a gente tem uma parceria, a gente encontra o trabalho e ela efetua de acordo a disponibilidade dela, tá? Então assim, o nosso cliente ele vem atrás de um processo seletivo assertivo e de suporte. Então prestador de serviço não pode ir atendê-lo. A casa da diarista vai vir al uma substituta. A prestadora de serviço eh perdeu qualidade, que infelizmente isso acontece, né? A gente vai enviar uma nova prestadora de serviço. Então ele tem suporte, ele não precisa colocar dentro da casa dele uma pessoa que ele veio de uma indicação que ele encontrou no mercado, sem saber por onde veio, por onde passou. Então ele consegue Isso tudo vocês já fizeram. X. Então, é, é, desculpa o termo que eu vou usar, é só ver se o salto bate, é só ver se vai ter aquela identificação de perfil e fazer a coisa acontecer com a casa da diarista, esse cliente ele tem o suporte que ele precisa. Agora, dentre os desafios, a Tamires nos contou sobre aquele caso da escada na casa de um cliente. Para você, esse também foi o maior desafio ou outro? Olha, o maior desafio você fala na casa da diarista, né? É. Eh, eu acredito que não. Eu acredito que o meu maior desafio foi a mudança de mentalidade, porque o resultado que você não carrega pelas habilidades que você não possui. E muit das vezes, quando você tá trilhando um caminho do empreendedorismo, é muito difícil você sair daquele meio que te traz uma zona de conforto. Sim. Então, a minha maior dificuldade foi sair do caminho que eu estava e começar a trilhar o caminho do empreendedorismo. Aqui, ó. Mas você já não empreendia antes com a segurança? Eu empreendia, mas o meu negócio era muito pequeno perto do que a casa da diarista se tornou. E naquele momento do da empresa de segurança foi o meu primeiro passo. Então o que que eu tive que fazer? Eu tive que andar por novos caminhos, eu tive que me conectar com novas pessoas, eu tive que ter novas conversas, automaticamente novas ideias que me conhecer mais o universo feminino também, hein? Porque eu vi que a mulherada, não que não tenha homem, mas a mulherada domina. Com certeza. Com certeza. E você também. já tinha me contado um pouco. A Tamires também falou da história da família de vocês, né? Uhum. Mãe diarista, sogra diarista, faxineira. Como que é para vocês hoje, né? A família, como que a família vê que de algo que parecia ser e que geralmente é um serviço pesado, geralmente de pessoas mais simples que efetivam esse trabalho e que hoje vocês têm justamente uma empresa espelhado naquilo que vocês viam tão de perto na realidade de vocês? Olha, eu eu digo assim que agora que a gente tem o resultado, elas enxergam como algo de sucesso, mas no começo acredito que uma mãe e um pai ainda pela cultura que o nosso país tem, quando fala: "Vou trabalhar com limpeza", eles começam a dar risada. Ah, meu filho, não, não vai fazer isso. É, então, eh, às vezes a pessoa ela não pode gostar de você, mas ela vai respeitar o resultado que você carrega. Então, depois que deu certo, as pessoas vão pegar na sua mão, dar tapinha nas costas. falando sobre a nossa família, hoje eles respeitam muito o resultado que a gente carrega e a gente tenta fazer o máximo para est evoluindo a mentalidade deles e ajudando da maneira que a gente pode. É, e justamente numa profissão que geralmente as pessoas falam: "Poxa, eu sou filho de faxineira, eu vou fazer outra coisa totalmente diferente". Não, vocês buscaram na raiz que tinha dentro da família o futuro do negócio de vocês. É verdade, né? Quando a gente entende que existe no negócio escala e recorrência, a gente entende que é um negócio do sucesso. É o que a gente busca hoje no nosso modelo de negócio, é ter escala, atender aquele mesmo cliente com outro tipo de serviço que tenha relacionado com aquele primeiro que ele já contratou e a recorrência através dos nossos planos mensais, que são assim de extrema eh vantagem para quem contrata os nossos serviços. O cliente hoje ele pode contratar, por exemplo, de uma forma esporádica o serviço da casa da diarista ou ele também pode obter o pacote mensal a partir de uma vez na semana, que além dele ter 13% de desconto por prestação de serviço, ele tem todo o suporte de uma agência por trás dele. [música] [música]
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