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Ser Empreendedor | Consultoria de imagem e coloração pessoal: novo empreendedorismo
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Ser Empreendedor | Consultoria de imagem e coloração pessoal: novo empreendedorismo

138 views Publicado 27/04/2025 HD · 30:20

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O mercado de consultoria de imagem está crescendo de forma impressionante e se tornando uma oportunidade real para quem deseja empreender e transformar a vida de outras pessoas! 🎯 Neste episódio, você vai conhecer histórias inspiradoras de mulheres que uniram paixão, conhecimento e empreendedorismo para construir seus negócios na área da imagem pessoal, moda e beleza. A consultoria de imagem vai muito além da estética: conecta estilo, comportamento e comunicação, ajudando pessoas e empresas a expressarem melhor quem são e o que desejam transmitir ao mundo. Acompanhe como a Fernanda e a Jaqueline transformaram suas carreiras, superaram o medo de empreender e encontraram na consultoria de imagem uma poderosa ferramenta para impactar vidas e gerar valor no mercado. 📌 Você vai entender: O que é consultoria de imagem e coloração pessoal Como a consultoria está mais acessível do que nunca Dicas para quem quer começar a empreender no ramo da imagem A importância da comunicação visual para empreendedores Como unir moda, beleza e negócios de forma estratégica Superação de medos e desafios ao abrir um novo negócio Com depoimentos reais e dicas práticas, este conteúdo é ideal para quem deseja: Entrar na área de consultoria de imagem Ampliar seu portfólio de serviços de beleza e moda Aprender a usar a imagem pessoal como ferramenta de sucesso profissional Prepare-se para se inspirar e descobrir como a consultoria de imagem pode abrir novos caminhos na sua vida profissional! 🚀 🎬 Gostou do conteúdo? Aproveite para explorar outros vídeos da nossa playlist! 👉 Acesse: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas/playlists 🌟 Siga nossas redes sociais oficiais: Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🔔 Inscreva-se, deixe seu like e compartilhe para fortalecer o nosso trabalho!

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Uma profissão encarada como algo de elite, mas que a cada dia tem se tornado frequente na vida de muitas pessoas. O programa de hoje vai mostrar a democratização da consultoria de imagem e a expansão desse mercado como oportunidades para quem decide empreender e agregar valor ao seu negócio. [Música] [Música] Longe de se restringir ao campo estético, o trabalho desse profissional conecta elementos como estilo, comportamento e comunicação. criando uma mensagem consistente com os objetivos dos indivíduos e das organizações. Entre as principais atividades desempenhadas destacam-se na consultoria a análise de estilo, que é a identificação de elementos que melhor representam a identidade de indivíduos ou empresas, o planejamento de guarda-roupa, que é a organização de peças que sejam funcionais, práticas e alinhadas ao contexto social ou profissional, a orientação de cores e formas com a escolha de paletas e cortes que favoreçam a comunicação desejada e valorizem a aparência da pessoa ou negócio. Desenvolvimento de comunicação não verbal, que é o aprimoramento de postura, gestos e expressões para garantir a coerência entre o comportamento e a imagem, bem como a indicação de boas práticas corporativas. E tudo com base nas cores. Qual combina melhor com a pele, o estilo, os cabelos e os olhos. A Fernanda, que hoje tem a mãe como sócia em uma loja de moda feminina, que tem a consultoria de estilo como base, explica como usa esse leque em seus serviços. Mas a sua história com a moda começou há muito tempo. Na verdade, eu falo que eu aprendi o PMG antes do ABC, né? Minha mãe sempre trabalhou com moda, sempre vendeu roupa, então eu aprendi a ler dentro do carro com ela, entregando sacola para as clientes. Então a minha vida sempre foi dentro da moda. E aí eu comecei, quando eu tinha uns 15 anos, eu comecei a trabalhar com em shopping, fui trabalhar em final de ano no shopping e me apaixonei. Eu adorava fazer aquilo. E aí quando eu tava com 26, mais ou menos, não, 23, 23, eu trabalhei numa marca que era uma marca espanhola em São Paulo. E eu conheci duas consultoras de estilo lá. E o meu sonho era fazer moda, porque era a única forma que eu conhecia de trabalhar com moda. E na época meu pai não deixou, foi fazer administração. E quando eu conheci essas consultoras de estilo, eu falei: "É isso que eu quero". Porque eu não queria criar a roupa, né? Não era essa a minha ideia, mas eu amava. Não, não. Eu acho que eu tinha até um certo pavor de ver um papel em branco e começar a criar dali. Mas o que eu amava era ver a cliente saindo do provador. Tanto que eu acho que eu sempre fiquei em loja, comecei a trabalhar com isso. Por isso, eu amava ver a pessoa se entrar às vezes desesperada, procurando alguma peça, qual lá embaixo e a hora que ela sair vê aquele brilho no olhar, ela se amando no espelho. Então isso sempre foi o que eu mais gostei. E quando eu conheci as meninas da oficina de estilo, que foi uma das primeiras dos primeiros cursos que tiveram em São Paulo de análise de core, de consultoria de estilo, eu me apaixonei e aí eu comecei a fazer, fiz curso foi em 2013, então já faz 12 anos. E aí quando você fez o curso, como foi pensar, olha, mas eu quero lançar esse serviço no mercado como você fez? Foi, eu no curso eu achei que fosse facíima. Eu falei: "É fácil, eu faço umas 10 análises de cores por mês e tá tudo tranquilo". E aí eu comecei a ver que as pessoas não entendiam o que que era, ninguém conhecia. Então todo mundo falava: "Ah, mas é para artista, né? Nossa, você só tem de famoso". Porque na época quem tinha um personal stylish era alguém famoso ou que trabalhava na TV. E agora? E aí até eu conseguir difundir isso. Eu não, né? Na verdade, o mercado de conselheiro de estilo conseguir difundir isso. Na verdade, teve uma época que eu até desisti. Eu parei porque eu falei: "Não dá, eu preciso ganhar dinheiro. Eu amo, mas ninguém entende o que eu faço e eu preciso ganhar dinheiro". E aí, qual foi a alternativa que você encontrou? Eu, na verdade, eu parei de trabalhar com consulia de estilo. Fiquei dois anos fora, triste. Falei: "Nunca mais vou fazer isso na vida". E aí uma vez uma amiga minha numa viagem falou: "Ah, você ainda faz análise de cores"? Eu falei: "Não, não faço mais". Ela fala: "Faz a minha, por favor, faz minha consultoria, tô precisando". E eu fiz e ela começou a me postar e me divulgar. E aí as pessoas começaram a perguntar: "Ah, também quero fazer, eu também quero". E aí eu fui fazendo, fui fazendo. Na hora que eu vi, eu já tava trabalhando só com isso. E aí depois veio a loja em seguida para eu poder atender as clientes de consultoria que aí ainda queriam suporte meu e que se sentiam ainda perdidas depois, né? Falar: "Ah, eu quero, eu quero sempre comprar com você, eu quero sempre seu olhar junto". E aí veio a loja junto com a minha mãe que já trabalhava com isso também. Então unia as duas coisas. E nessa união, como foi formatar esse negócio e oferecer o serviço? Olha, eu tenho serviço ou primeiro venha hoje. Como é a questão? A pessoa chega na loja e você vende o serviço ou você vende primeiro a consultoria e depois ela conhece a loja? Como funciona? Hoje tem, hoje tem as duas coisas. Então, teve no começo da loja as clientes vinham mais da consultoria ou porque já conheciam a minha mãe que sempre trabalhou com isso, que já tinha tido loja antes. Eh, e agora tem vindo dos dois lados. Então, tanto da consultoria que às vezes vem, faz análise de cores aqui comigo, que uma escritório no fundo da loja e aí passa pela loja, conhece também pelo Instagram porque acaba conhecendo. Eh, ou a pessoa vem porque viu no Instagram a loja e aí acaba conhecendo a consultoria. Então, uma coisa ajuda a outra, né? E ajuda as clientes também a a ficarem eh rodeadas pela moda. Inclusive, você menciona um Instagram, o seu Instagram ele é bem organizado, ele deixa bem claro qual é o seu trabalho, como foi formatar também essa consultoria de uma forma que ficasse muito claro nas redes sociais. É, eu tive que estudar bastante as redes sociais. Eu tinha pavor de câmera, eu não saia nenhuma foto de família. Eu falo, quando a gente precisa, a gente vai atrás e tem que fazer, né? Então eu tive que aprender, tive que me aprender a organizar tudo isso. Então não tinha a menor ideia antes e agora estudei bastante e aí consegui fazer. Mas é boa parte do meu tempo é dedicada a isso. Então eu tenho que dividir bem. O Instagram acho que é um um outro trabalho, né? Então eu tenho consultoria, tenho a loja e o Instagram que acaba sendo a maior parte também. Você contou inclusive que seu pai, né, era contra no início. Você acabou fazendo administração, em certo momento acabou usando então muito. Na verdade eu acho que foi a melhor coisa que ele fez por mim, porque se eu tivesse feito moda, talvez eu estaria em outro lugar, né? Talvez até tivesse migrado paraa consultoria, porque eu teria conhecido no fim, mas hoje eu consigo dar conta de muitas outras áreas dentro do negócio e não só do da consultoria, né, e da e da moda. Eu preciso entender de finanças, eu preciso entender um pouquinho de contabilidade, eu preciso entender de marketing. Aliás, acho que a parte maior do trabalho é que eu preciso fazer de marketing. Então, no fim foi ótimo. E aí você mesma é que é a eu presa, não a empresa? É isso mais ou menos ou você divide? Mais ou menos. Mais ou menos. Eu tenho ainda uma dificuldade para dividir. Então aqui na Ta, né, na loja somos sócias, eu e minha mãe, que é Regina. Então ela fica com toda a parte financeira, ela também faz compras, ela faz atendimento. Então aqui a gente divide bem, né? Eu é que na verdade eu apareço mais, né? Porque ela não gosta de aparecer, então acabo aparecendo mais. E na consultoria aí eu preso. E para quem tá assistindo e realmente fala: "Gente, eu achava que isso era só para artista, só pra gente rica e uma série de coisas". O que é exatamente a consultoria de imagem quando a gente fala em coloração pessoal? Ou é igual, é diferente? Me explica. É diferente daquilo que a gente vê na TV, que é aquele que jogam a roupa fora, ataca fogo, né? Pelo contrário, é feito com muito carinho, com muito respeito. Então, a o principal é a gente entender quem é aquela pessoa, o que que ela busca, o que que ela quer passar pro mundo e a rotina dela. Então, não adianta eu colocar, por exemplo, uma pessoa toda de terninho, se ela vai pegar um ônibus, né, ou andar de bicicleta, ou se ela é mãe e precisa de movimento. Então, eu preciso entender tudo sobre ela, fazer a coloração, fazer as análes, entender o que que ela quer, o que que ela gosta e aí sim explicar para ela como transmitir quem ela é e o que ela precisa. E aí a partir daí que a gente passa pra parte prática, que é ir até o armário, identificar as peças que não fazem sentido tá ali para entrar naquele objetivo de estilo. Aí eu sugiro, né, o que que vai sair, o que que vai ficar, mas é ela quem decide. A partir daí eu faço uma lista do que falta naquele guarda-roupa e aí ou eu vou a um shopping ou eu levo algumas peças daqui. Mas eu eu faço eu tento não misturar as duas coisas, claro, porque às vezes a pessoa não tem o estilo que a gente tem aqui na loja também. Então, eh, vou até um shopping, separo tudo para ela, aí ela só vai prova, decide o que ela quer ficar e claro que tem a ver com o bolso dela também, né? não vou vou fazer o que seja coerente para ela. E depois eu monto vários looks, fotografo e a partir dali ela é como se fosse um super treinamento de estilo. Então não é só para artista, pelo contrário, é pra gente da vida real, porque artista ele vai lá, coloca aquela roupa que nem tem a ver com ele, tá tudo certo. A gente não tem que ser quem a gente é, o que que a gente gosta de vestir tem que tem a ver com a nossa rotina. E nesse contexto, Fernanda, como ficam a questão das tendências? Porque às vezes as pessoas falam: "Olha, essa é a cor da estação, essa é a cor do momento, eu quero usar". É, ah, todo mundo tá tirando foto uma cor específica para parecer que tem mais confiabilidade, mas essa cor não combina comigo. Como fica toda essa história no meio do seu negócio? Que você tem que agradar o cliente, mas também tem que ser assertiva? Sim. Sim. Eu tenho que fazer as duas coisas. Então, por exemplo, tem uma cor que seja tendência. Agora a gente teve os tons pastéis, por exemplo, que gente não é para quase ninguém. Então assim, é são é para poucas pessoas. Então eu vou ensinar a burlar, porque às vezes a pessoa quer usar aquela peça que tá na moda, então vou ensinar a burlar para não ficar ruim para ela, pelo contrário, para valorizar e vou ter outros tons que vão chegar ali perto, mas que favoreçam aquela pessoa. Isso na loja, né? Na consultoria eu ensino ela a usar aquilo lá de acordo que seja com o estilo dela, né? se ela quiser e senão a gente vai encontrar outras formas de de mostrar aquilo que ela precisa com outras cores. Como foi conquistar a clientela nesses anos todos, mostrando que a consultoria está cada vez mais acessível ao maior número de pessoas, em especial ao maior número de mulheres? Olha, eu sou muito grata porque eu tenho clientes muito fiéis, né, tanto na consultoria quanto na loja. Então eu acredito que se a gente mostrar o que é real mesmo, né, o que que elas vão passar pro mundo e e falar a verdade para elas, né, não vender de qualquer forma, a gente conquista cliente. Então acho que esse é o principal, é a verdade. Sim. E qual é qual é o seu planejamento pro futuro desse negócio? Continuar unindo loja e consultoria, de uma duplinha boa aí ou vem mais coisa? Eu acho que esse é o grande forte aqui, tanto da loja quanto o meu da consultoria. Então, ter as duas coisas. Eu acho que essa união para mim é perfeita. Eu consigo entregar o serviço e o produto junto, né? Então, tanto para mim é muito bom, porque eu não dependo só de um ou só do outro, quanto pra cliente é muito bom, porque ela consegue vir fazer sua consultoria e sair com um produto, né? Sair com alguma coisa tangível e não só teoria também. [Música] [Música] [Música] Cada setor demanda enfoques específicos quando se trata da construção de uma identidade visual e comportamental que alinha a imagem de uma profissional aos valores que ela quer transmitir. A aparência e a imagem pessoal, de acordo com especialistas não são apenas aspectos estéticos, mas ferramentas que influenciam a comunicação e a percepção de competência em diversas interações. Para as empreendedoras, por exemplo, a imagem pessoal está intrinsecamente ligada à marca que representam. A aparência de uma empresária reforça os valores de sua empresa e influencia a percepção do cliente. Um visual que projeta autoridade e modernidade é essencial para atrair e fidelizar clientes em mercados onde a percepção de valor é crucial. A consultoria de imagem é uma das profissões do futuro, aponta o jornal de New York Times. E de acordo com a Associação Internacional dos Consultores de Imagem no Brasil, essa é uma das profissões que tem um crescimento exponencial superando os 40% no último ano. É o caso da Jaqueline, que agregou este trabalho ao seu negócio. A maquiadora, especialista em coloração pessoal, utiliza a cartela de cores, principalmente para definir quais os tons devem ser colocados na pele de cada cliente, que combinam e que passem a mensagem escolhida por ela em cada ocasião ou mesmo com dicas valiosas para o dia a dia, para o trabalho ou para uma apresentação profissional. Você era primeiro funcionária de alguém ou você já começou empreendendo? fala um pouquinho dessa sua trajetória. Bem, na verdade eu comecei com meus 19 anos e eu trabalhei até o ano passado em um salão de cabeleireiro. Passei meus 20 e poucos anos, 20 e poucos anos trabalhando no mesmo salão. Mas o ano passado falo que chegou aos 40, a cabeça deu uma mudada e eu decidi abrir meu próprio estúdio. Passei um ano estudando, fazendo vários cursos, aceleração, né? sobre empreendedorismo, até me senti preparada para tá abrindo o meu próprio negócio. E agora quando foi nesse carnaval, eh, eu acabei abrindo o meu próprio estúdio. Como foi essa questão de pensar e preparar e essa essa virada de chave, Jaque? Olha, eh, foi muita, muita emoção, muita coisa passando na cabeça, muito medo, mas quando a gente estuda, a gente corre atrás, eh, e a gente percebe que realmente é aquilo que a gente quer, é o que, porque o, essa área é uma área que eu amo muito, então eu percebi que eu tava pronta, que chegou a hora, que era eh necessário paraa minha evolução, né, pro meu crescimento, eu tá abrindo meu seu próprio estúdio. Você disse que inicialmente foi a chegada aos 40 que deu esse insite. Olha, eu preciso, eu amo o que eu faço, mas eu quero fazer com uma outro, com outro formato. Eu quero pensar em trabalhar do meu jeito, em fazer mais coisas. O que que você mudou nesse período de preparação, de estudo, daquela Jaque que trabalhava em um salão de outra pessoa pra Jaque, que hoje é empresária? Eh, nesse meu processo, eu pensei até em fazer uma transição de carreira. Então, eu eu conheci a consultoria de imagem e eu percebi que eu podia unir e trazer mais benefícios para minhas clientes, trazer mais serviços diferentes. E a consultoria me ajudou muito no meu emponderamento. E uma das coisas que eu acho que dá, que eu posso ajudar minhas clientes é nisso, ponderá-las, né? Eh, a consultoria de imagem nos ajuda a perceber o nosso estilo e fazer também a gente se amar mais do que a gente já se ama, né? Então, eu acho que inicialmente você fez o curso para migrar totalmente paraa consultoria de imagem. Eu pensei que eu ia fazer uma transição de carreira, que eu não ia mais trabalhar na área da beleza, mas daí eu percebi que a consultoria está totalmente ligada a essa área, né? Então, eu percebi que eu poderia eh em vez de de fazer a transição, trazer mais um tipo de serviço para minhas clientes, né? Assim como a consultoria me ajudou, eu poderia ajudá-las, né, a a se vestir melhor, a passar a imagem que você quer passar para o outro. Sim. e como isso tem feito parte do seu dia a dia, quais são os serviços que você presta aqui e quais deles você consegue unir então esse esse esse novo aprendizado? Aqui eu faço cabelo, maquiagem, design de sobrancelha, micropigmentação. E o que eu consigo unir muito, eu faço análise de coloração pessoal. Início ajudo as pessoas, além de descobrir as melhores cores de roupa, os melhores tons de cabelo e de maquiagem, né? Então, auxilio ela a ver qual o melhor tomaria para ela. E aqui eu já posso realizar também esse serviço. Outra coisa que sai muito é a parte da maquiagem, né? elas descobriram os melhores tons que vão realçar a beleza, a beleza dela de eh batom, sombra. Eu dou um curso de automaquiagem voltado, né, já pra cartela de cores delas. Sim, quando a gente pensa nesse novo modo de agregar o serviço, né, como que a clientela tem recebido essa Jaque que agora tem o seu espaço, que ela tem um outro outro viés no seu negócio daquela jaque que atendia em um salão que era de uma outra pessoa? Eh, minhas clientes têm recebido muito bem, tem me procurado muito. A, esse novo serviço da análise de coloração tem saído muito junto com o curso de automaquiagem, porque hoje em dia as mulheres precisam estarem trabalhando, acabou aquela parte de home office, né? Você precisa tá presencial no serviço e muitas empresas pedem, né? Tem um dress code, um protocolo de eh de como a pessoa tem que estar o cabelo, maquiagem. Então, eu tenho vendido bastante serviço e elas têm gostado muito porque eu ajudo além de elas descobrirem as melhores cores, o tempo que elas têm para se maquiarem. Então eu faço um curso de automaquiagem para aquele tempo que elas têm para maquiagem durar o dia inteiro e com as melhores cores para elas. Quem são as suas clientes hoje? Mulheres empreendedoras, a maioria. E como você tem então dado esse olhar, até que você falou, elas precisam estar lindas e precisam otimizar o tempo também e ao mesmo tempo você precisa dessa clientela frequentando o seu salão. Como que você consegue fazer isso? Eh, eu sempre tô, eu gosto de trabalhar sempre muito bem arrumada, porque a, vamos dizer, isso já chama, já mostra para elas, né, que eh se eu tô trabalhando arrumada para atendê-las, elas também eh vão estar arrumadas para atender os os clientes delas, né? E assim, acho que ajuda muito na autoestima, né? E nossa, assim, tá sendo maravilhoso as minhas clientes vindo até aqui, né? Eh, a aceitação, eu tinha um medo muito grande de delas não virem e tá sendo maravilhoso mesmo essa mudança total. Você inclusive mencionou já pela segunda vez da nossa entrevista a questão do medo. O que você fez para superar esse medo? Ah, sabe aquela frase vai com medo mesmo? ergue a cabeça e vai. Eh, eu para eu superar, eu comecei a me preparar mais, né? Eu fui juntando um pouco de dinheiro, fui já fazendo a pesquisa. Quando eu decidi que eu iria sair de lá, que eu queria ter meu estúdio, eh, eu já comecei a pesquisar, a estudar e isso me ajudou muito a me preparar, a pesquisar o quê? O lugar, pesquisar, o lugar, o local que eu achava que era melhor conversar com as minhas clientes, né? Quando eu comecei a falar que eu queria sair de lá para algumas clientes, o medo delas era que eu fosse para longe, né, delas. E aí eu percebi que eu teria que ficar no mesmo bairro que eu estou. Tá. Você está então na região onde você trabalhava anteriormente. Exato. E também elas perguntando se eu ia deixar de fazer algum tipo de serviço, porque elas gostavam muito. Então, eh, eu fui me preparando, fui conversando com as minhas clientes, fui fazendo também o cadastro delas, né, para avisá-las, né, para elas saberem. E então eu acho que tudo isso foi fazendo diminuir o meu medo, eu conversando com elas, eh, e me preparando, estudando para ver se realmente era aquilo que eu queria, até ter a certeza e falar: "Não, agora chegou o momento". Você já era meia antes ou você se tornou meia a partir do momento que decidiu abrir o seu espaço? Não, já era meio, já somi há bastante anos. Sim. Então, na prática, você já empreende há um certo tempo naquele formato que é permitido pela legislação, que eles falam, né, no formato guarda-chuva, em que os salões têm os seus colaboradores, mas cada um é microempreendedor. Exato. Exato. Mas esse alçar voo solo, né? Eh, você falou do medo, você falou da preparação, como que foi se buscar um lugar? Então, já que você decidiu que ficaria na região e como foi também pensar nesse investimento? Eh, eu tive que fazer muita parte do financeiro, que eu acho que é a questão a maior, eh, de guardar mesmo, fazer a parte de gestão, ajuda de contador também, né? Porque nessa parte do meio, como antes eu só pagava a mesma parcela ali, né? E agora a partir de agora não, agora tem que fazer toda a parte correta. Nas acelerações que eu fiz também, a gente teve uma boa ajuda para quem era MEI, para quem é empreendedor MEI, né? Então, eh, tudo isso foi me deixando mais focada. Você chegou a buscar algum tipo de crédito especial para quem é meio ou não? Não, não cheguei, não precisei. Usei meus cartões de crédito que eu tinha mesmo. Quanto você investiu para ter esse espaço? Olha, cerca de, se eu for somar tudo que eu precisei comprar, cerca de R$ 12.000. Sim. E em quanto tempo você espera já ter esse investimento de volta? Eu acho que em menos de 10 meses, pelo meu cálculo, por esse primeiro mês que eu tô conseguindo, eu acho que em 10 meses, estourando um ano, eu consigo já o quitar todas as minhas dívidas e já consigo ter o retorno. Quando você pensa nos serviços que você trouxe para cá, você agregou a coloração pessoal e mais algum outro? Eu trouxe, não, acho que foi só mais mesmo análise. Eu já e eu faço algumas partes de consultoria para algumas clientes, né? Sim. E também aqui eu consigo ter um horário mais flexível, né? Lá o atendimento era de terça a sábado. Lá você era cabeleireira? Era cabeleira, maquiadora, né? Tá. E designer de sobrancelha. Eh, aqui eu consigo ter um horário mais flexível. Então, lá era das 9 até às 6. Eh, se a cliente pede 7 horas da manhã, eu tô aqui, que foi o que aconteceu já essa semana que passou. Se eu precisar ficar mais até tarde, eu também fico. Se eu precisar vir numa segunda, que o outro salão não abria, eu venho. Se precisar num domingo, eu também. Então, eu tô tentando ter um horário mais flexível possível. Sim. E além de fazer o atendimento aqui também, fazer atendimento externo, tipo noiva e que ela quer se arrumar onde ela vai casar, eu vou até ela. Por exemplo, se isso for num sábado, quem tá assistindo o programa e geralmente a gente tem esse senso comum de que sábado é o dia que os salões de beleza bombam, como você vai fazer? A gente risca a agenda e aí também tem toda a parte de precificação, né? Se a se a cliente vai me tirar daqui, ela tem que pagar o meu valor de hora por hora, né? Então eu vou fechar o valor com ela para eu não ter aquela perca, né? Porque eu saindo daqui eu tenho que colocar o tempo que eu levo para ir, o tempo que eu levo para votar, o tempo que eu vou estar lá, né? Então é um valor mais diferenciado, mas eu faço esse tipo de atendimento. Inclusive, quantas clientes você atenderia se estivesse aqui? Exato. A gente vai faz, eu faço um cálculo, né? Eh, geralmente quando a noiva me pede para eu atender, não é só ela, geralmente a mãe, algumas madrinhas. Então, eu pego e divido, ponho um pouquinho para cada para não pesar para todo mundo. E aí a gente eh consegue chegar num valor que é legal para elas. Você acha que vai chegar a um ponto que você vai precisar também ter outras parceiras nesse mesmo espaço ou você descarta essa possibilidade? Olha aqui não acho que daria no máximo para vir uma pessoa me ajudar na parte de cabelo. Quando eu precisar eu faço a maquiagem e alguém faz os penteados. Eh, o espaço é pequeno, então não tem como eu colocar alguém, tipo, uma manicura, eu gostaria muito, mas no momento não dá, porque o espaço é pequeno. Mas eu vou ser mincero, já penso em futuramente daqui um ano estar num lugar maior. Já quero algo mais, não quero ficar aqui, já tô pensando em algo mais mesmo. Hoje o trabalho que você faz dá um rendimento médio de quanto mensal? Eh, separa só para mim? Sim. Olha, agora você vai ser sincera que eu tô pagando tudo por enquanto. Vamos dizer que eu acho que a última vez que eu fiz, mês quis passada, tá dando para eu tirar uns R$ 3.000 mais ou menos por mês, pagando o seu investimento. Fora o investimento. Não, fora o investimento, só para mim, tá? Tipo meu prolabore, vamos dizer meus 3.000. É mais de valor, se eu for fechar, meu último mês deu mais de R$ 6.000. Jaque, o que você diria para quem tá assistindo e que tem, né, várias aí habilidades, né, tem já trabalha com outras pessoas, mas muitas vezes tem o que você mais tinha no início, o medo. Estudem, pensem mesmo se é isso que vocês querem. Enfrenta o medo que dá aquele frio na barriga, a gente sempre vai ter, mas o frio da barriga vem e depois ele vai embora. Então, eh, corram atrás do que vocês querem. Não tenham medo. Apesar do medo fazer parte, né, da gente, eh, o medo vai segurar às vezes a gente fazer muita burrada, né? Então, o medo faz parte, mas vai com fé, vai com medo mesmo e bola pra frente a gente consegue realizar nossos sonhos. [Música] [Música] เฮ [Música] [Música]
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