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Startups em diversos estágios de maturidade, pits, palestras, atividades integrativas, negócios em tempo real. Tudo isso aconteceu aqui no Campinas Innovation Week de 2025 e o ser empreendedor mostra um pouco desse universo que trouxe desenvolvimento, tecnologia e inovação como foco principal um tema, a inteligência artificial. Aqui o antigo e o novo se encontram. O prédio do relógio no pátio ferroviário de Campinas. A área tombada como patrimônio histórico, abrigou em seus 11.000 1000 m. Um pulsar que conectou pessoas com o que se faz no presente de olho no futuro. A inteligência artificial aplicada em segmentos há muito tempo até inimagináveis. Transformar Campinas em uma das referências no ecossistema de inovação, tecnologia e empreendedorismo. Uma cidade futurística, óculos de realidade virtual, animal de estimação do futuro, captar as ondas cerebrais de concentração por meio de uma espécie de capacete colocado nos usuários que participam da ação. Praça de alimentação, uma variedade de opções. No palco azul, especialistas em inteligência artificial falam do uso desta tecnologia. No green, ecossistemas de startups, boas práticas de sustentabilidade. No Orange Stage, pesquisadores falam sobre hubs de inovação, indústrias de base tecnológica, entre outros temas. Entre uma palestra e outra, startups fazem os pits e apresentam os seus negócios no Purple Stage, um local no Pink, o Elas conectam, que traz o olhar do empreendedorismo feminino. No Black Room, reuniões estratégicas com anúncios e decisões que envolvem o fomento a tecnologia, políticas públicas e muito mais. Tudo conectado entre organizadores, patrocinadores e participantes. A gente teve o cuidado de preparar esse conteúdo de uma maneira muito cuidadosa. E quando a gente foi a campo buscar o que que seriam as pautas principais, a inteligência artificial vem como uma das principais, né, mas aplicada em vários segmentos. Então a gente tá vendo inteligência artificial aplicada à área imobiliária, a área do varejo, área de saúde. Então assim, a inteligência artificial é uma tecnologia transversal e todas as verticais de negócio estão se aproveitando. Então a gente tá fazendo o uso desse bund inteligência artificial com bastante conteúdo ao longo dos 4 dias. Quando nós conversamos em 2024, você ainda falou: "Olha, isso aqui é para mostrar que Campinas ela pode conectar o mundo em torno de quando a gente fala tecnologia e inovação. E com essa proposta de 2025, Campinas está conectando também esse novo, essa nova forma de tecnologia e inovação. Olha, a nossa ambição, o nosso sonho é que Campinas seja de fato reconhecida como um lugar onde para fazer negócio, para conectar com tecnologias é um lugar legal. Então, o que que nós fizemos de especial esse ano em termos de conteúdo aqui? Nós tivemos três iniciativas importantes. A primeira delas é a gente trazer os ecossistemas brasileiros para um palco do Campinas Innovation Week. Então nós estamos trazendo aqui Porto Alegre, Recife, Santa Catarina, Brasília, etc., para um palco que discute os ecossistemas brasileiros, sendo Campinas o grande anfitrião e o grande proponente de colaboração. Uma outra iniciativa, existem vários hubs no Brasil, né, vários hubs de inovação. Então, o que a gente tá fazendo, trazendo também para um palco o debate da importância dos hubits de inovação e dos ambientes de inovação e aí também de vários lugares do Brasil. O desafio é justamente a gente poder olhar para todo mundo, para toda a cadeia, né? Porque não adianta a gente falar só da pesquisa, da ciência, né, que é produzida aqui, que é é muito importante aqui paraa nossa cidade, né, que é tem uma densidade enorme de ciência e tecnologia e por isso a capital da ciência e tecnologia, mas isso tem que chegar na ponta, né? tem que o o MEI, o microempreendedor, a pequena empresa, ela tem que também conseguir utilizar a tecnologia a favor do seu negócio. E por isso a gente tem aí a parceria com o Ministério eh do Empreendedorismo, também com o Sebrai São Paulo, que vai falar como você usar a inteligência artificial para você vender mais. Então, na prática mesmo, aquilo que você pode fazer, tem o pessoal aqui da meta, né, Facebook, Instagram, que tá aí também para isso, como é que você usa a tecnologia que já existe, que tá disponível para todo mundo para você vender mais. Então, acho que o importante é a gente ter esse olhar para toda a cadeia. Traz uma oportunidade de network das pessoas conhecerem eh iniciativas de empreendedorismo na área de tecnologia, que é fundamental. Segundo que coloca Campinas numa posição que a cidade merece de ser a cidade que é referência em tecnologia, em pesquisa, em inovação do país. Aqui nós estamos tendo uma palestra importante sobre inteligência artificial com um dos um dos dos mais eh especialistas entendidos no Brasil na inteligência artificial e a cidade respira tecnologia. Então, Campinas merecia há muitos anos uma fila como essa. Você inclusive citou que inteligência artificial hoje é o que há de ponta quando a gente pensa nesse tema. Mas por outro lado, nós temos, por exemplo, standes de conglomerados de comunidades que têm iniciativas. Como que é todo esse universo misturado num evento como esse, mostrando o que é a cidade de Campinas? Esse é o futuro. Aqui nós temos experiências de reciclagem, experiências da feira das mulheres empreendedoras, eh, e temos aí tecnologia de ponta que faz o mundo ficar de boca aberta. Então é isso que é Campinas, é essa mistura aí de esforço para construir uma sociedade cada vez melhor. Neste cenário de tecnologia e inovação, o trabalho de uma organização da sociedade civil que fica no Parque Oziel, um dos bairros mais populos de Campinas, que pode impactar diretamente quem vive na cidade. Muitas vezes a gente não é visto num espaço desse de inovação, mas como a gente vem, né, uma uma equipe jovem com essa mentalidade muito de negócio, de impacto, a gente fica pensando como que a gente consegue aproveitar de toda essa inovação que tem num evento como esse para trazer pra organização da sociedade civil e impactar ainda mais positivamente as periferias de Campinas. como essa questão de, por exemplo, das pessoas pensarem, nossa, justamente olha, a periferia de Campinas está num lugar que causa impacto, pode causar empregabilidade e, claro, trazer grandes ideias daqui para periferia e da periferia para cá. Eu acho que é esse grande intercâmbio, né, que a gente faz. Então, a periferia tem muito a agregar, mas também as empresas tem muito para trazer dessa mentalidade mesmo de como que a gente consegue transformar e isso que a gente quer fazer, né, esse impacto positivo de forma sustentável. Então é muito importante a gente tá aqui para contribuir com tudo isso, mas também pra gente absorver e hackear, né, todo esse sistema e levar isso para dentro das periferias. Um hub de startups que liga à sustentabilidade à tecnologia, iniciativa que nasceu dentro do CPQD, um dos maiores centros de pesquisa e desenvolvimento da América Latina. TQUA é um projeto muito bonito. Eh, o CPQD como um parque tecnológico, a gente eh idealizou o Tecoa como um hubar o ecossistema campineiro. Campinas produz muita inovação, muito conteúdo, muita, muito conteúdo científico, pesquisa científica. Temos vários atores aqui junto conosco, junto com o CPQD, que é um desses atores. E a gente idealizou o hub de inovação Tecoa pra gente unir essa produção científica e inovação em prol do quê? da sustentabilidade, de um projeto que vá trazer impacto socioambiental e econômico com o auxílio de tecnologias digitais, que é a vocação da nossa região. Então, para isso, a gente convidou a Inventa, uma consultoria de mais de 20 anos que apoia as empresas, né, em gestão da inovação, em criar o seu portfólio de inovação, criar hubs, criar eh modelos de investimento para inovação. E aí, juntos, CPQD mais inventa, estamos ainda preparando o lançamento do Tecoa, que fica no Polis, no Parque Tecnológico do CPQD. Eh, temos uma infraestrutura, um prédio para acomodar startups, empresas, investidores, todos com esse propósito único trabalhar a sustentabilidade através da tecnologia. Estamos abertos a reunir esse ecossistema vibrante de Campinas para fazer a diferença para um futuro de negócios mais sustentáveis. E quando a gente pensa nessa vocação de Campinas para inovação e tecnologia, unindo isso as questões da sustentabilidade, como que qual é o desafio? Primeiro desafio, realmente conectar o ecossistema. Esse é um, acho que é o primeiro desafio. O ecossistema são empresas, são atores, mas são pessoas. Então, o primeiro desafio é realmente conectar o ecossistema. Acho que o segundo desafio e quando a gente fala de sustentabilidade, a gente tá mirando em projetos que ou eles são complexos demais para um ator resolver e aí então você precisa do ecossistema para resolver ou às vezes ele nem é complexo demais, mas ele pode ser caro demais para um ator arcar com os custos. E aí de novo, a gente precisa do ecossistema para tornar ele viável. Então, os desafios ligados a encarar a sustentabilidade como negócio eh estão ligado e eh diz respeito a ao tamanho do desafio e a complexidade dele. E juntando o ecossistema, a gente acredita fortemente que a gente vai conseguir vencer e tornar isso viável e que as empresas e os negócios vão tratar o nosso futuro melhor do que estão tratando hoje. Tecoá é uma palavra de origem guarani que escrita com k, né? a gente fez uma brincadeira, simboliza um lugar onde se vive em harmonia entre as pessoas e o meio ambiente. Então a gente trouxe essa substituição, né, por termo TEC para até fazer a SIMERGE, como que a tecnologia digital, como que a a IA, o IoT, a cybersegurança pode endereçar esses desafios de tentabilidade. Então o Tecoa ele se torna esse orquestrador. Então, a gente localiza no ecossistema quem, quais são esses desafios, quais são essas dores e verifica quais soluções, quais startups, quais empresas tm serviços que podem endereçar esses desafios. E aí o Tecoá, por exemplo, entra com esse papel, ele monta um projeto, ele ajuda a mensurar o impacto que esse projeto vai gerar, não só para quem é demandante, mas pra sociedade como um todo. E a gente ajuda a captar recursos, a gente monta esse projeto e gera o impacto ao final. E o que vocês estão fazendo? Qual é o objetivo aqui no Campinas Innovation? A gente tem o Campinas Innovation Week como uma vitrine pro Tecoa. Então o nosso objetivo é encontrar diferentes atores aqui no evento, sejam empreendedores, entusiastas, sejam empresas, startups, universidades, institutos e assim por diante. E entender deles o mostrar para eles, desculpa, o que é o tecoa e entender deles o que que eles, como que a sustentabilidade pode agregar para eles, né, o poder que a sustentabilidade tenha. Então, hoje é uma vitrine para nós. Então, a gente quer eh eh encontrar esses atores, mostrar quem é o Tecoá e juntos eh caminhar em prol da sustentabilidade. A gente vai mostrar aqui na TV que nós temos aqui alguns, né, puffs com fones de ouvido. Parece que isso tem um propósito. Me fala desse propósito. Esse é um uma ideia que a gente teve de como a gente trazer os nossos parceiros e membros do Tequá para eles apresentar um negócio deles. E na programação de vocês, vocês também têm o tema inteligência artificial, como ela tem sido utilizada na Teikoa e o que que vocês trazem sobre esse tema aqui? Então, a IA hoje ela é um uma um tecnologia emergente, né? Então, a gente tem que saber também lidar com a IA. Então aqui o propósito é entender como que a IA se aplica em diferentes segmentos. Então, pode ser no agro, como que ela pode ajudar na saúde a, por exemplo, identificar um problema como um câncer, por exemplo, a IA pode ser utilizada, ela pode ser utilizada na agricultura para identificar pragas e isso atinge um ecossistema como um todo. Então, a gente buscou trazer a IA junto do parceiro para fazer essa conexão da IA com a sustentabilidade. Com o apoio do Ministério de Empreendedorismo, da Microa e da Empresa de Pequeno Porte, o evento contou com a presença do ministro, que trouxe, entre novidades, o anúncio de novas linhas de financiamento com cartão MEI voltado aos microempreendedores individuais. Quando elas vêm a inovação chegando, às vezes assusta, a pessoa fala: "Acho que não é para mim, eu sou uma cabeleireira, sou manicure". Eu não tenho nada a ver com isso, mas você vai perceber que tem, porque as inovações também estão aqui, estão em todos os lugares para os empreendedores todos. Então, se você vai, vem a um evento desse, você também busca a oportunidade para novidade paraa sua empresa. A gente tem várias linhas de financiamento com juros subsidiados do governo que a gente quer que as pessoas saibam e tirar o cartão do meio para quem formei. Aqui nessa região tem eh mais de 500.000 meios só em Campinas. Você veja a quantidade de meios mais simples, né? Se comprar a região todinha, toda a grande região metropolitana, vai dar mais de 1 milhão de pequenos empreendedores. Quem gere emprego no Brasil é o pequeno empreendedor. É para que as pessoas que são pequenos empreendedores possam também saber que elas estão conectadas aqui com essa novidade. Elas podem pegar, ter orientação certa para ter o melhor financiamento. Muita gente bate cabeça porque vai em banco, acaba pegando dinheiro de agiota, pega dinheiro de cheque e eh especial e acaba não depois não consegue tocar. Então, a boa orientação de um evento desse, vai ter diversas palestras, são dois, três dias diretos só de eventos, então é um negócio muito bacana numa área diferente, super bacana, que no futuro será uma área também fixa de empreendimento, como a gente viu aqui da prefeitura. A Iá, na indústria 4.0. Quais as condições para que o setor passe por essa mudança com a redefinição do trabalho e da produção do chão de fábrica, a dimensão social das empresas, o que envolve também a educação com os cursos de qualificação, por exemplo, do SENAI e do SESI. A indústria de manutençada, 4.0, a quarta revolução industrial, sem a inteligência artificial, é simplesmente uma indústria conectada. Quando você adiciona a a IA, ela se torna adaptativa, mais produtiva, mais rápida, mais eficiente. Você coloca máquina para conversar com máquina, interação cyber humanas, solução de problemas, chatbots para te auxiliar numa manutenção preventiva, preditiva e você muda completamente o mindset industrial, inclusive resolvendo problemas de indústrias muito pequenas. Por exemplo, no meu caso, eu sou do setor têxtil. O elo mais frágil é a confecção. A confecção, 92% das empresas tá no simples. Elas não consegue ter escala, competitividade e e não consegue exportar. Quando você entra com inteligência artificial, você pode tornar máquinas compartilhadas, uma várias empresas de maneira colaborativa, trabalhando no mesmo sistema industrial, onde ninguém é dono da máquina, todo mundo compartilha a máquina. Aí você ganha escala, você ganha eficiência, você ganha eficiência inclusive em compras, você ganha eficiência porque você vai buscar clientes inclusive com o uso da inteligência artificial e você passa a ser grande exportador. Você transforma a sociedade nessa nesse momento. Para isso também falando em sociedade, você precisa adaptar o mindset, a cabeça. Nós somos capacitar as pessoas até porque as pessoas entender como armazenar dados. Sem dados, a inteligência artificial não funciona. Mas quais são os dados relevantes para você armazenar? Você precisa estudar isso antes. Com isso também para entrar com você fazer um datale que onde você pergunta pra inteligência artificial. Como perguntar? O problema da inteligência artificial não é ela errar na resposta, é ela errar te dando a certeza que ela tá certa. Então nós não podemos perder também a capacidade de análise humana para saber se aquilo tá fazendo sentido minimamente. Isso é um desafio para as novas gerações que leem menos, que não tem paciência de ler muita coisa ao mesmo tempo e com isso perde o poder de avaliação daquilo que estão lendo e ficam sujeitas à influência da IA nas suas decisões. E como o empresário então tem que se preparar justamente para qualificar esse colaborador para ele estar aí conectado e, claro, aumentando a produtividade. Aí a indústria traz a solução através do SENAI. O SENAI ajuda as empresas a entender como esse desafio e a de com metodologia adequada como que ele se transforma numa indústria 4.0. E nós temos uma jornada de transformação digital, onde a gente classifica a empresa e ela tem oito níveis de maturidade e de crescimento ao longo do tempo até ela chegar na indústria 4.0. Isso é uma oportunidade para as grandes empresas que podem através desse programa das menores capacitar sua cadeia produtiva para que se ela for mais eficiente a própria grande empresa fica mais eficiente. A gente volta então pra educação também, né? Sempre pra educação. E isso também chega no SES. Hoje, depois da Covid, onde durante aquele período de home que nós tivemos todos na educação, não só na indústria, as crianças tinham aulas online, elas desligavam a tela do computador e o professor imediatamente perdia o contato visual e o controle da classe e as crianças resolvendo prova pelo celular numa numalde se conversava com a tela desligada. Nós retreinamos os nossos professores, eles viraram one man show porque eles precisam entender que eles têm que manter, atrair, reter atenção de um aluno que sabe que não precisa mais do professor para obter uma informação que tá na palma da mão dela. O professor passa a ser um tutor de informações e ajuda a gerenciar a a metodologia e e a forma como elas vão buscar a informação e trabalhar a informação. E aí muda completamente o sistema de ensino, que, aliás, agora nós estamos já estudando a questão holográfica, né, onde a holografia vai fazer parte. Você pode colocar um DNA em 3D ali numa holografia e a aula fica muito mais dinâmica, porque você precisa atrair, reter a atenção do aluno. Então é outra metodologia e aí isso faz muita diferença. Agora para quem já tá no mercado de trabalho e há uma ainda uma grande preocupação, justamente porque a gente tem ainda o pessoal que não entende quase nada de a, ela vai substituir o humano quando a gente fala em força de trabalho. Eu acho que ela vai ser uma ferramenta cada vez mais relevante para o humano. Eu acho que em alguns casos ela pode sim substituir alguns empregos, né? Mas a gente tá estudando isso profundamente há alguns anos já, o impacto dessas tecnologias, especialmente nos empregos e os grandes especialistas mundiais. A grande conclusão é que não. A capacidade de criação de novos empregos que hoje não existem é muito maior do que aquela que ele substitui. Então você pode até ter um deslocamento, tá? Aqui profissionais de TI no estado de São Paulo, o gap hoje é de 300.000 profissionais. E não é porque nós não estamos formando, o SENAI tá formando 350.000 profissionais em 2 anos. É porque hoje eles trabalham online paraa Europa, Estados Unidos, Canadá, México, Liga Árabe e Austrália, recebendo em criptomoedas não rastreáveis e trabalhando para quatro, cinco empresas ao mesmo tempo da casa deles. Isso remete uma discussão que nós estamos fazendo hoje na Organização Internacional do Trabalho na OIT, no no exterior, como a gente eh regulamentar essa questão do trabalho à distância. Aqui o resultado das pesquisas da FITEC, a Fundação para Inovações Tecnológicas, uma Embrapi, Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial, que conecta o conhecimento científico da sua rede de unidades com a indústria por meio de um modelo ágil, flexível, de baixa burocracia e com investimento de recursos não reembolsáveis. Já pensou ver uma imagem em 3D sem precisar de óculos? O uso da Iá na mineração. Essas são algumas das invenções dos cientistas para o mercado. A gente tem os nossos gênios, né, tratando das nossas vidas lá, de fato no final o que a gente faz é tecnologia paraa vida, né? Então o que nós temos mostrando aqui hoje tem coisas em aplicações para cuidar de vidas na mineração, por exemplo. Um projeto muito grande que nós temos com a Nokia. A que que é tão conhecida no mundo dos celulares, né? Ela também atua em mineração, como provendo telecomunicações e bons sistemas de suporte à mineração. Nós estamos ali mostrando com a EA, nós estamos mostrando uma coisa muito interessante que aquela tela 3D da AC com software nosso, né, que mostra pulando da tela, né, os produtos da EA, por exemplo, que ela usa para vender os produtos. Ou seja, você óculos, né, especiais, você consegue ver em 3D. Depois eu te levo ali pertinho. Você vai adorar. Gente, dá vontade de pegar a imagem projetada. Muito real. Para a saúde, um tótem com um sistema que é possível verificar pressão arterial, altura, peso, oxigenação sanguínea, temperatura, batimentos cardíacos e o MC, índice de massa corporal. Tudo em menos de 5 minutos e muito mais. Nós temos algumas coisinhas interessantes aqui. Tem um vídeo importante feito ali no dentro de um hospital. mostrando imagens de ossos humanos, etc., e como a inteligência artificial consegue eh aferir e até mostrar o que que tem, né, de de errado no osso humano. E também tem o nosso tótem de saúde, que o objetivo dele é fazer o quê? É fazer a triagem do paciente quando chega no hospital. chega no hospital, a primeira pergunta que te fazem, seu peso, sua estatura, senhor medir sua pressão, medir oxigenação, não é isso? E além desses dessas medições, o Tottenham faz outras cinco medições, nove medições, inclusive faz um pequeno eletrocardiograma imediato. O objetivo disso é que sem ninguém digitar nada, você sozinho pode fazer a ferição e aquilo vai automaticamente pro médico, pro médico quando te atender, saber exatamente todos os teus sinais vitais e poder depois então entabular uma conversa com você. muito mais objetiva e prática. Objetivo maior, primeiro, cuidar da saúde de toda a população brasileira, né? Objetivo ser eh intermediários, né? Interligar o a rede SUS, que é a maior do mundo, né? interligar todo o SUS para que qualquer pessoa do Brasil entre num SUS e tenha seu prontuário prontinho para qualquer outra unidade do SUS que ele for ou até um dia que se o SUS se o SUS abrir para outras clínicas seja disponível para todo mundo, para todos os médicos. Quando a gente pensa em um instituto que trata justamente de inovações tecnológicas para que isso entre no dia a dia, por exemplo, de um paciente do SUS, como que é isso para vocês? Olha isso, isso realmente sabe, o termo muito bom disso é prazer, sabe? É prazer com P maiúsculo, né? Prazer é uma palavra que é muito pequenininha pro tanto que é o prazer, né? Prazer devia ser uma uma palavra maior assim, prazer, né? Como a tecnologia é uma palavra grande, então é ótimo, né? É um prazer de ter tecnologia pra gente, né? Maravilhoso isso. Pra gente em todos os aspectos, né? Para tudo. E como tem sido para Fitec, então participar do Campinas Innovation? Ah, segundo ano seguido, né? E aqui estaremos outros anos. Claro, é maravilhoso a gente poder mostrar o que faz. E obviamente, né, aqui a gente também tem novos parceiros que precisam, né, das nossas tecnologias, né, do nossa, nosso conhecimento para fazer seus produtos, para fazer suas soluções. Estamos aqui à disposição de parceiros. Andando um pouco mais pelo pavilhão, a gente vê uma outra referência em inovação para o mercado, um estande da Inova Unicamp, que traz a descoberta e a pesquisa da universidade para este ecossistema. Isso é uma concretização de um esforço que toda a cidade faz para tentar fazer conversar os diversos players muito importantes que nós temos aqui dentro. Temos a Unicamp, PUC, CPQD, Eldorado, Sírios, esqueci de vários outros. É uma riqueza muito grande e se todos trabalharem juntos, Campinas cresce ainda mais. E esse evento é tem esse intuito de fazer todo mundo trabalhar mais e fazer Campinas ser maior do que a soma das partes dos seus grandes institutos e centros. A gente percebe que a inteligência artificial nesse ano ela vem com tudo quando se fala em algo temático aqui. A Inova também tem esse olhar quando passa por esse tema. Claro, a gente tem na Unicamp sendo desenvolvidas diversas pesquisas muito marcantes em inteligente oficial, grupos fortíssimos. Tivemos hoje de manhã aqui o BIOS, que é um grupo muito forte, o RIAC, que trabalham nessas linhas, desenvolvendo novos resultados. Nós temos empresas que tentam levar inteligência artificial para soluções de problemas de mercado, de outras empresas ou de pessoas, melhorar seus processos. Então, a inteligência artificial hoje é inevitável. Ela é uma realidade que tá aí e a gente tem que adotar ela com uma ferramenta, porque ela tem que estar presente em tudo. Quando a gente pensa inclusive em transformar todo esse essa pesquisa, esse conhecimento em negócio, esse é o ambiente favorável. Esse é um ambiente favorável, claro, porque aqui a gente vê as conexões, vê os clientes, vê quem tem os problemas, como nossas soluções podem ajudar nos problemas e essa conexão que faz e Campinas ser cada vez mais um novo patamar em que Campinas se reúne aos principais summits de inovação do Brasil para assinar o termo de intenção e estreitar os laços entre os realizadores dos eventos que acontecem em diversos estados do país. Nós vamos propor a colaboração intensiva com esses summits, de maneira que nós possamos fazer coisas no Sul, o Sul possa fazer coisa aqui, nós possamos fazer coisa no Nordeste, ou seja, a integração dos innovation Summits com vistas a um Brasil melhor a partir da inovação e tecnologia. Com isso, Campinas efetivamente passa a fazer parte desse grande circuito. Nós não temos dúvida. a partir de 2026, o Campinas Innovation que tá no calendário internacional. A gente espera aqui conseguir que a feira traga muita geração de negócios, né, e que seja um atrativo muito grande para grandes empresas eh olharem para Campinas e virem se instalar aqui. Com isso a gente vai gerar mais empregos, porque a gente tem de fato uma mão de obra qualificada e a gente tem trabalhado nisso. เฮ