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[música] Campinas está na rota da cerveja. Mais recentemente, 12 cervejarias da nossa cidade entraram nesse programa do governo do estado que cria roteiros turísticos dentro do mundo cervejeiro. Por isso, nós viemos até uma dessas cervejarias para conhecer a história e entender como funciona esse universo. Nós estamos aqui com Alexandre, ele que tem mais dois sócios e de um negócio que começou há 10 anos. Alexandre, me explica o início, quando foi essa ideia de transformar a cerveja em um negócio? Bom, a gente começou na Unicamp, né? Eu e meu só a gente se conheceu lá, a gente fez cursou engenharia de alimentos. Isso foi em 2005, tá bastante tempo atrás. Eh, e a gente foi só assim se interessar por cerveja mais no final da faculdade, né, que a gente marcou para se reunir, fazer um rap hour de despedida da faculdade. A gente começou a conversar sobre cerveja e nessa e nessa a gente foi experimentando cervejas artesanais, entendendo mais. E a gente no final da faculdade de engenharia de alimentos pensamos: "Poxa, por que que a gente não faz cerveja?" Pô, mas a gente já tinha estudado cerveja, não prestamos atenção direito na aula, né? Então a gente voltou a estudar direito a a como fazer cervejinha em casa, como fazer essa produção. Compramos equipamentos, fizemos, deu tudo errado. Isso em casa deu tudo errado, né? Porque a gente fez um churrasco fazendo cerveja junto, tomando cerveja junto e já veio a primeira lição. Não dá para fazer cerveja e algo profissional tomando cerveja junto, né? Nó tem que focar no que tá fazendo, na produção, eh, e prestar muito bem atenção em cada detalhes do processo, né? Mas no fim a gente acabou que cada eram quatro amigos naquela época, né? E cada um foi para para um canto e a gente esqueceu um pouco dessa dessa história, né? Eh, o Guilherme, meu sócio, foi o que ficou fissurado na cerveja, falou assim: "Não, ele se realmente se vou vou seguir nessa linha". Ele fez a segunda turma de somelhia de cervejas do Brasil no Senac em São Paulo. Isso já era 2010 mais ou menos. Depois ele foi trabalhar numa importadora, trabalhou um ano lá como vendedor, mas o Guilherme ele não tem o perfil de vendedor, ele o perfil dele é produção. Mas quando ele foi, ele ele foi porque precisava trabalhar alguma coisa assim, ou ele foi para entender esse mercado de vendas pensando já no negócio da cerveja? Olha, eu não sei se ele já foi pensando nisso, mas que que calhou nisso, calhou nisso assim, né? Ele foi porque ele queria mergulhar no universo da cerveja, entender mais, aprender mais assim. Eh, e aí ele chegou à conclusão, não, para mim não, eu quero entender mais como a parte da produção e tudo mais, não queria mais trabalhar como na parte de vendas. E aí ele tinha juntado um dinheiro, foi paraos Estados Unidos, fez um curso de produção de cerveja na Universidade de Davis, na Califórnia, era um curso curto de um mês mais ou menos e aproveitou a viagem para conhecer as cervejárias cervejárias artesanais americanas, né? Ele passou por pela Califórnia, foi para Nova York, para Denver e foi entender um pouco mais esse universo. Enquanto isso, você tava fazendo o quê? Eu tava trabalhando na Skin Cariol, tá? Com cerveja. Um outro aspecto. Mas estava na produção também ou não? Cerveja? Não, trabalhava na parte de planejamento de vendas e produção, tá? Uma parte mais administrativa lá. E nessa aí do Guilherme, né? Ele ele volta dos Estados Unidos com um monte de cerveja na mala. Ah, ele sabia que eu tinha que eu me interessava também e tudo mais. assim, cara, tô com um monte de cerveja aqui, vamos provar, tem muita coisa diferente. E o mercado americano naquele momento, né, até hoje, né, já era uma referência pras para em termos de de cervejaria artesanal, né, eles têm essa questão muito de de entregar com com paixão assim ao aos produtos e fazer diferente, fazer os extremos, né? Então, fazer umas cervejas muito alcoólicas, muito lupuladas, eh algo diferente do que acontecia no mundo, né? a gente fala muito de Europa, né, que era a referência de produção de cerveja que a gente tem, né? Então, os americanos meio que reinventaram, né? Sim. E ele trouxe esse modelo. E ele trouxe esse modelo para assim, cara, lá tá tá sendo estão tendo coisas maravilhosas, coisas que não chegam para cá, num frescor, numa diferença muito grande que a gente precisa trazer também. Então, nessa nessa nesse dia que a gente se reuniu, né, e a gente provou as cervejas, as cervejas realmente eram maravilhosas. Eu já não tava muito feliz com o mundo corporativo. Eh, e aí eu falei assim, cara, ele falou assim, eu quero montar uma cervejaria. Fale assim, beleza, tô dentro. Eu não tenho dinheiro, inicialmente você e o Guilherme, eu e o Guilherme, eu não tenho dinheiro, não tenho tempo e não faço a menor ideia como, mas eu tô dentro, eu vou te ajudar a fazer isso aqui porque esse produto aqui é maravilhoso, isso aqui é muito legal. E aí, como a gente tinha a bagagem da universidade, f assim, cara, de algum jeito é possível fazer. Se alguém faz, a gente consegue fazer. Sim. Não é possível, né? Mas a partir dessa decisão, qual foi a ação? Aí a gente passou para planejamento e execução. Mas você saiu do trabalho ou continuou lá na Eu continuei no trabalho. A gente comprou os equipamentos de volta para fazer cerveja em casa. Sim. Isso era 2012. De 2012 a 2016, que foi quando a gente abriu a cervejaria, a gente ficou produzindo cerveja em casa e montando plano de negócio. Sim. 4 anos. 4 anos desenhando a marca, desenhando todo toda a ideia do do projeto. A gente começou querendo abrir já uma fábrica de fato, né? A gente ia lá, fazia conta. Quanto de dinheiro que a gente precisa? R milhõesa. A gente falou assim: "Puxa, não temos R$ 2 milhões deais, a gente precisa do quê? De investidor e tudo mais". Então, a gente foi tentar captar investimentos, não conseguimos e a gente foi redesenhava um plano de negócio, fazia, não, vamos montar agora um bar com uma cervejaria menor para ver se reduz o investimento. R milhões deais também a gente a gente parava para fazer conta, fazia conta R$ 2 milhões deais. [risadas] Eh, e aí a gente em 2014 surge um modelo de cervejarias ciganas. Hum. Hum. Que algumas cervejarias começaram a fazer a a tinha a marca, né, mas produzia alugando um espaço de uma fábrica. Tá, viu, gente? Isso que é uma cervejaria cigana. Ela produz a marca de outras cervejarias. É isso. É a a cigana é a que que aluga o espaço. Só ela aluga o espaço, mas, por exemplo, a receita é da cervejaria que alugou esse serviço, digamos assim, essa mão de obra. E era o modelo que tava começando no Brasil. Eh, e a gente falou assim, a gente viu ali uma oportunidade de começar sem precisar ter uma fábrica, sem ter um investimento tão alto, né? Então, a gente dos 2 milhões a gente você parou para fazer conta, cara, 200.000 a gente consegue botar para andar a coisa, né? Então, diminuiu bastante, né, o o investimento inicial e aí foi mais fácil conseguir convencer a a nossos amigos, né, também que entraram como sócios investidores a colocar dinheiro no negócio. E aí em 2016 finalmente a gente conseguiu fazer a nossa primeira produção. Então, quando eu recebi inclusive aqui a informação que o investimento inicial foi de R$ 250.000, então não foi você e o Guilherme que juntaram esses R50.000, Foi, tiveram esses investidores. Isso. Quem acreditou em vocês? Sim, foram dois amigos, né, que já gostavam da cerveja que a gente fazia, né? F assim, ah, quando eles sempre perguntavam pra gente, aí quando que vai virar alguma coisa, né? É. E eles só toparam em em acreditar na ideia. E a partir disso, 2016, a gente inclusive tá em um espaço que é a cervejaria. Ao fundo vocês estão vendo aqui o ambiente de fabricação dessa cerveja, mas no início nem tinha fábrica, era só um outro espaço inclusive. Isso, né? A gente começou a aqui até onde a gente tá endereço é bem maior, né? Que onde começou, a gente começou um endereço bem pequenininho, eh, mas não tinha não tinha fábrica ainda, né? Então a gente foi com esse modelo de cervejaria cigana até 2025, né? até 2025, mas mesmo antes da fabricação, até o ano passado, vocês abriram outras unidades. Qual foi a estratégia de negócio que vocês usaram para mesmo mantendo lá o uso da produção cigana, mas para ter outros pontos da marca de vocês? É, isso foi em 2022, naquele ano assim pós pós-pandemia. Na verdade, essa ideia já vinha antes da pandemia, então a pandemia deu uma travada um pouco nesses planos. Eh, um ex-funcionário nosso, ele conversava muito com a gente, fal assim: "Cara, aqui em Valinhos tem oportunidade para tábuas, vamos colocar uma tábuas aqui". E ele sempre assim insistindo na gente assim, cara, tem oportunidade assim: "Não, beleza, vamos vamos fazer acontecer". E a gente bolou um modelo de franquia com eles, né? Para fazer acontecer, né? Daí a gente ajudamos eles a escolherem o ponto, a trabalhar toda a marca ali dentro da cidade de Valinhos, dentro do conceito de franquia mesmo, que é, olha, tem que ter xal, a produção tem que ser assim, móvel [limpando a garganta] assim, tudo certinho, para manter, né, todo o conceito da marca, a qualidade do da da experiência que a gente entrega, né, que não é só a cerveja, né, todo um uma ambientação, o atendimento, treinamento de funcionários. Sim. E a partir disso montou aquele primeiro modelo de franquia, depois as outras lojas são franquias ou as outras são de vocês mesmo? As outras são nossas mesmo. Eh, a gente viu também uma oportunidade, né, porque assim, ó, o modelo de franqueado ele é ele é bom, mas ele a gente viu oportunidade que assim, ah, dentro de Campinas a gente consegue expandir eh e administrar, né? A gente f a gente consegue tomar conta de uma outra loja, consegue tomar conta de uma outra loja. vocês t, então aqui a gente tá falando do distrito de Barão Geraldo e fora isso tem outras lojas. Onde aqui? Isso tem em Campinas, é em no Cambuí. Cambuí. E outra também fica em Barão, mas ela fica num acoplada a uma pizzaria, num outro conceito. É, a gente chama de banca de jornal ali, porque é um bem pequenininho assim, po. Para quem já tá ali comendo uma pizza. Isso. Da a gente aproveita a a calçada, tem uma hamburgueria do lado ali também e a gente aproveita todo aquele ambiente que se formou para para vender cerveja também. Sim. E como do ponto de vista do negócio tem que ter essa visão, porque são modelos dentro do mesmo negócio que é a cervejaria. Você tem produção, agora, você tem um modelo de franquia, você tem uma loja própria e tem uma outra própria nesse modelo banca de jornal, que acaba fazendo uma parceria com quem consome outros produtos ali naquele ambiente. Como que é pensar essas estratégias e o que você vai oferecer? Até porque você acabou de dizer: "Olha, a gente não vende só a cerveja, a gente vende a experiência." Sim. Olha, é assim, é muito olhar aquele ponto de venda específico. A gente tem que entender onde que ele tá localizado, o que que tá em volta dele, o que que tá, qual que é aquela atmosfera, as pessoas andam na rua, não andam na rua, tem prédio em volta ou não? Eh, o que que aquele público tá tá esperando de você ali naquele ponto? Então, a gente tem experiências muito diversas, porque assim, a Valinhos é completamente diferente da unidade do Cambuí. Hum. E a unidade de Barão Geraldo que tem a fábrica, né, que a gente tá vendo aqui também é completamente diferente das outras. Então cada uma tem uma, acaba tendo uma experiência específica pro seu público. Por exemplo, a fábrica que foi montada o ano passado, esse espaço já existia, depois veio a fábrica. Depois veio a fábrica, como foi então e de certa forma realizar o sonho de vocês? Porque no início era a produção, porque a fábrica de certa forma ela veio coroar esse sonho de vocês. Sim. Não, foi foi muito gratificante assim, né? Verdade, não lembro se a gente chorou no dia que a gente ganhou autorização, né? Porque tem toda eh tem toda a legislação que a gente tem que cumprir e aí sai a autorização do do Ministério da Agricultura pra gente poder produzir cerveja. Nossa, foi foi um voltar lá atrás, assim, há mais de 10 anos atrás, né? Porque foi antes do que a gente tava falei lá em 2012 que a gente tava pensando o negócio assim, caramba, agora a gente conseguiu ter o bar com a fábrica e ter a nossa própria produção. Então foi foi muito foi muito gratificante mesmo. Especificamente na fábrica, o investimento foi de quanto aqui? Foi de 300.000. 300.000 é que é uma fábrica menor, né? A gente e assim, a gente quando a gente montava o plano de negócio, chegava em 2 milhões, era uma fábrica maior. Sim. né? Essa é, qual é a capacidade dela? Aqui a gente tá conseguindo produzir 6000 L por mês, mais ou menos de um mesmo tipo de cerveja consegue fazerá vários tipos vários tipos de cervejas. Mas aí como que vocês conseguem produzir vários? Eh, cada dia é um tipo de cerveja ou não? Tem tipo tonéis diferentes para cada aqui a gente tem são oito tanques diferentes, né? Então cada tanque eu faço por batelada, né? Então vou lá, produzo na panela, jogo pro tanque para fermentação. Então ali tem uma cerveja produzindo. Então aí no outro tanque eu já coloco uma outra cerveja para produzir. Outro tanque, outra cerveja. A gente vai variando os estilos. Tem assim as cervejas que a gente mais vende já fica com o seu tanque fixo, né? Sim. Aí assim tem sempre e dá dá espaço, né? Da fábrica para pra inovação, né? Sempre criando os rótulos novos. A gente já fez mais de 300 cervejas diferentes aqui também. eh para experimentar, né? Porque estão sempre surgindo variedades de lupulos diferentes, de mtes diferentes que a gente quer gosta de explorar, né? E outra coisa, vocês participam, inclusive recentemente a gente teve Champions Bre aqui em Campinas, vocês participaram. Fala para mim também de participar desses festivais, qual que é a importância disso para o negócio? Ah, é fundamental, né? sempre a gente tem um contato eh com um público diferente do que vem no no nossos bares, né? Então a gente tá sempre conhecendo pessoas novas, clientes novos que acabam conhecendo a marca através desses eventos. Então isso é muito fundamental assim em termos de divulgação, de marketing, não só pra gente, né, mas pra cultura cervejeira da cidade, né? A gente teve também a mostra jazz nesse final de semana também, a gente estava lá na com a cerveja. Então é um evento de cerveja, a gente estava no evento de jazz a gente também estava. Também tem os eventos do polo cervejeiro, que os polos cervejeiro organiza na cidade, na região, que são muito importantes assim para fomentar essa cultura cervejeira em Campinas, né? Isso é muito legal. Eu abri inclusive o programa de hoje, Alexandre, falando da rota, que é esse programa, né, do governo paulista, como que foi para vocês também ser credenciado, como, né, estar na rota das cervejas aqui quando a gente pensa na região metropolitana de Campinas? Ah, isso foi eh é é legal e é um reconhecimento assim da da importância da cena cervejeira que que Campinas conquistou, né? Eu acho que a gente deve isso muito ao trabalho do do polo cervejeiro que foi feito nos últimos anos, eh, para divulgar, né, a cidade como como um polo de fomento de cultura cervejeira, de turismo, né, que isso gera. E é muito legal que a gente foi vendo isso ao longo dos anos se consolidando. Então o polo começou em 2017 e agora a gente já tá aqui 2000 quase 9 anos depois. E a gente vê, né, assim, cada vez mais a cerveja assim, nossa, recebi o pessoal do Rio de Janeiro aqui e o pessoal às vezes, nossa, tô vou receber um ônibus, vai passar em tal, em tal cervejaria, a gente já se combina aqui para receber a galera. Então essa é uma coisa muito legal assim de como o turismo tá sendo fomentado através disso. Então acho que o que o governo do estado fez, além de dar mais visibilidade para essa rota, né, vai quase como uma chancela que a gente ganha aqui, ó. Campinas tem esse potencial cervejeiro, vale a pena visitar e é muito legal. E aqui nos distrito de Barão, Geraldo, assim, ele é até mais específico porque tem sete cervejarias. Sim, sete cervejarias. Acho que nessa rua aqui, na rua que a gente tá aqui, são quatro ou cinco que você consegue ir andando a pé. Então assim, é muito legal assim que a gente vê os clientes e vindo aqui e eles perguntam: "Nossa, eu tô pensando em outras cervejarias?" Não, cara, a gente um indica o outro, sabe? Sim. A gente fala assim: "Não, cara, passa nessa daqui primeiro que você vai gostar. Aqui tem banda que é legal. Aqui você passa, para, para comer um pouquinho que é importante." Então é muito legal assim que a gente vê isso acontecendo aqui de fato, né? momento o negócio do outro. Sim. E onde a tábuas vai chegar? Olha, acho que o nosso primeiro objetivo é ampliar mais a fábrica, né? Hoje a gente ainda não dá conta de de produzir toda a nossa demanda. Vocês continuam ainda com a produção cigana além dessa aqui? É, hoje a gente tá fazendo 60% do que a gente da nossa demanda a gente faz aqui próprio. Sim. E os outros 40 a gente faz como cigano. Então a gente quer ampliar a fábrica, né? Isso pra gente financeiramente compensa, né? do investimento e abrir mais bares, né? A gente quer expandir mais a marca para pras para primeiro para cidades próximas aqui, né? Então vai voltar o projeto da franquia. Tem a ideia do projeto da franquia, sim. Então a gente em cidades que são próximas, que a gente talvez não conheça tanto o o aspecto do público, é isso que a gente quer aprender muito em Valinho, sabe? O os donos da franquia de Valinhos conhecem muito como funciona a cidade, que que conhecer o costume local. Exatamente. O que que os clientes estão esperando? Vale a pena ter banda ou não vale ter bandas? Ah, essa comida vou colocar ou não vou colocar? Um ambiente vai funcionar ou não? Então assim, pra gente pensar no programa de franquia, eu preciso formatar o que aconteceu em Valinhos, entender muito bem para eu chegar assim: "Ah, bom, vamos agora abrir em Daatuba, vamos abrir em Jundiaí", tá? Eu preciso primeiro, preciso ter esse franqueado. Então esse cara ele é ponto chave assim e não pode ser qualquer pessoa. Ele tem que entender um pouco da cerveja, um pouco do negócio e muito muito do cliente. Sim, para pra gente ter essa segurança, né, de a gente abrir uma franquia, não só vender por vender, porque assim, talvez vender a franquia seja a parte mais fácil assim, né? Porque a gente consegue, não, você vai faturar tanto, você vai lucrar tanto, mas e o dia a dia ali, né? A gente tem que garantir o sucesso do negócio pra gente ter ter uma certeza de de sucesso tanto pra gente quanto para que pro franqueado, né? E você, Alexandre, aquele estudante que na festa da faculdade, na festa de encerramento ali da do curso, teve essa ideia junto com seus amigos lá, tomando, vocês mesmos produzindo a cerveja, fazendo o churrasco e hoje empresário com um negócio reconhecido, não só na cidade, mas reconhecido até do ponto de vista do estado, quando vem essa chancela da rota. Como é isso para você? Ah, é emocionante, né? Assim, a gente ter um sonho, a gente sabe que foi duro, né? Que foi duro, na verdade é duro assim, né? Ser ser empresário no Brasil é difícil assim, assim, meu meus parabéns assim para quem é se aventura a empreender no Brasil assim, porque realmente não é fácil o tanto de legislação, tributos e dificuldades que a gente tem do dia a dia que assim qualquer negócio vai ter, né? na gestão de pessoas, a gente passa por muito altos e baixos. E o que a gente aprende é que quando tem algo muito ruim acontecendo, não é o fim do mundo. Quando tem algo muito bom também não adianta ficar sossegado também, ai não, agora beleza, posso relaxar que tá tudo certo, né? Então rever toda essa história assim, tudo tudo que aconteceu ao longo desses 10 anos de empresa assim, né? pra gente é gratificante, é desafiador, a gente sabe dos desafios que a gente tem, né? E é continuar assim, né? Na verdade, assim, até uma motivação pra gente, né? Quando vem essa chancela, eh, esse reconhecimento do governo, assim, pô, alguma coisa de certo a gente tá fazendo, né? Assim, tá no rumo certo, tá no rumo certo, porque às vezes a gente até recebe elogios de clientes assim, a gente às vezes assim, sabe, não dá tanto valor assim: "Ah, não, tá bom". Ele falou que tá bom, mas será que tá bom mesmo, né? Porque o que importa pra gente ali é é será que ele vai voltar ou não? Então assim, tem que muito medir assim, né, os elogios que a gente recebe, ponderar isso e também tanto as críticas também, né? Sim, mas é realmente foi é uma uma jornada legal assim, acho que o Alexandre lá de trás ia ficar feliz com certeza. Tá certo? [risadas] Muito obrigada pela sua entrevista e a gente vai continuar falando sobre cerveja no próximo bloco, mas antes confira aí a dica, aliás, as dicas de livros sobre empreendedorismo. Ser empreendedor volta já já. A gente começa com a revolução da cerveja artesanal. O cofundador da pioneira Bluklinberry, Steve Handy, conta os bastidores de grandes marcas como Samuel Adams e Dog Fish Hit, detalhando as lutas contra os grandes conglomerados [música] e estratégias de marketing do setor. Fazemos cervejas, os primeiros anos de uma microcervejaria. Na obra Richard Brigente, sócio fundador da premiada Lombe de Santa Catarina, compartilha os bastidores desafios práticos e aprendizados reais vividos pela empresa durante os seus cinco primeiros anos de operação. Cerveja artesanal no Brasil de Werner Hamel. retrata a trajetória, os desafios de um dos pioneiros do mercado nacional de cervejas artesanais, que aos 47 anos, depois de quase 25 deles trabalhando como mestre cervejeiro em uma das principais companhias de bebida do planeta, reinventa-se e empreende, passando a ser protagonista da revolução das microscervejarias e cervejas artesanais no Brasil, misturando a vivência profissional. e aprendizados no setor. [música] [música] Em julho de 2026, 12 cervejarias de Campinas entraram na rota da cerveja lançada pelo governo do estado de São Paulo, que cria roteiros turísticos dentro do mundo cervejeiro. No ano passado, as cervejarias movimentaram aqui na cidade cerca de 40 milhões e produziram mais de 2 milhões de litros da bebida. Neste contexto, o polo cervejeiro da RMC fortalece a cena cervejeira na região metropolitana de Campinas, promovendo ações de networking, busca por inovação, cursos e capacitação técnica [música] em parceria com entidades, organiza festivais, feiras e roteiros turísticos cervejeiros para valorizar a cultura local e movimentar a economia. Como surge o polo cervejeiro, o objetivo e aí como é feito esse trabalho para ter essa chancela do governo do estado? Legal. Obrigado pela oportunidade de apresentar o trabalho do Polo, né? É uma associação que surgiu em 2017, eh, fundada por 10 cervejarias na época, tá? Daqui da região metropolitana. O principal objetivo era se unir frente a aos outros eventos. Então, eh, que o Polo tivesse um poder de negociação com os produtores de evento para que a gente pudesse ter um eh um uma maneira de negociar e e ter um retorno melhor nesses eventos que aconteceram, negociar no macro, não cada um fazer sozinho, sozinho. Então, unir forças pra gente poder eh discutir o quanto o preço fixo, a porcentagem que o o produtor ia receber, né? E a gente valorizar a nossa atuação. Isso aí foi pré-pandemia. durante a pandemia, quando teve o a proibição de eventos, né, quando houve a liberação, a gente começou a organizar os próprios eventos. Então, a gente viu a oportunidade de como o polo organizar os próprios eventos para divulgar a cultura cervejeira, que é uma das funções da associação. Sim, sim. Quando a gente pensa nessa cultura cervejeira e um evento mais voltado para esse público, é é um evento geralmente grande, médio, pequeno ou a gente pode dizer que começou pequeno, agora tá grande? já começou em grandes eventos. A gente pode falar num médio, tá? A gente sempre teve muita parceria com o poder público, a prefeitura de Campinas e outras prefeituras com americana. Foi a primeira que apoiou vocês. Foi a primeira que apoiou, né? Eh, a gente tem uma a o Gabriel da prefeitura da Secretaria de Cultura, ele ajudou a gente na fundação da associação, tá? Então, ele ajudou nas questões de estatuto, tudo pra gente criar algo eh sólido, né, pra gente começar, né? né? Então a gente teve muita proximidade sempre com a secretaria de cultura, então a gente conseguiu e utilizar os o espaço público. Então a gente começou com a Carlos Gomes. A gente fez lá o San Patrick Day em 2023. Foi um evento muito bacana, tá? E a gente tem sempre um público que curte nossos eventos, que vão e entendem que aquele evento é do Polo, que é diferente de outros eventos que acontecem aqui na região também. Sim. E na pandemia você disse que vocês eh tiveram que se reinventar fazendo eventos próprios. Como é isso? Era na casa das pessoas. É quando o reventar, toda a cervejaria teve que se reinventar, né? Entender qual que era a situação naquele momento e tentar atrair o público para aquele momento que ele podia estar fora de casa e consumir o produto, né? Com a liberação dos eventos, né? como eh era permitido eventos em ar em áreas abertas, foi um momento bom pra gente voltar a mostrar o a produção da cerveja para o público aqui da região. E nessa trajetória de fundação do polo cervejeiro, hoje vocês atuam em quais cidades? E até a gente falou no começo aqui Campinas, mas hoje tem várias outras cervejarias da nossa região. É, a gente tá tem cervejaria de Campinas, como já foi citado, Americana, Balinhos, Vinhedo, eh Olambra, eh Indaiatuba e Hortolândia, que é a mais recente agora, que é as CVES, que entrou agora, né, e no polo, que é de Hortolândia. E como chega então a rota da cerveja para Campinas? a gente já tinha lá, claro, começa na capital, em outras cidades, mas esse reconhecimento, como foi essa tratativa e essa atuação do polo, inclusive a gente falou já com o Alexandre, é que fala muito dessa desse trabalho do polo para ter esse reconhecimento. É, é muito bacana esse trabalho do estado de São Paulo, porque ele já já existia outras rotas, né, do queijo, da cachaça, do vinho e aí vem o da cerveja, né? Então, a gente ficou eh muito feliz dessa iniciativa do governo. A gente já tem uma relação próxima com com o estado, porque o estado reconhece o polo, associação, como entidade representante da cadeia produtiva de cerveja aqui na região de Campinas. Sim. Então a já tinha uma proximidade, já já vim acompanhando os trabalhos realizados da da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo. E aí quando falaram que ia ter a rota, eles mandaram o link e aí a gente como associação eh começou a mostrar pro associado o quanto era importante a gente eh tá presente naquelas list na lista, né? Porque mostraria a força nossa aqui, porque o que o que mais a gente quer, além de atender o público que já tá aqui, é atrair mais gente aqui pra região, né? Porque isso aí atrai, ajuda no desenvolvimento daqui, né? Então, movimenta a os hotéis, restaurantes, né? Que a pessoa ela vai visitar as cervejarias, ela acaba movimentando a economia. Então, a associação tem trabalhado muito nessa visão de turismo, né? Então, pessoal, vamos participar, vamos todo mundo responder. Quanto mais gente participando, né? Inclusive, nós estamos nesse espaço para falar também do negócio do Bruno nesse contexto. E olha, é um negócio campeão. Daqui a pouco vocês estão, vocês vão ver aí em casa, a gente tem aqui vários quadros de premiações e a mais recente é dessa daqui. Olha, atrás do bloco. fala um pouquinho de como que vocês pensam nessa produção de cerveja, nesse modelo de negócio de vocês. Já começou pensando em premiações ou isso aconteceu organicamente? É, foi uma coisa orgânica. Quando a gente é de 2013, né, quando a gente começou, a gente não enviava para concurso. Isso aí foi uma coisa que aconteceu a partir de 2022, que a gente tinha algumas cervejas a gente, ah, vamos vamos testar, né? Vamos ver a opinião do do concurso, né, em relação ao produto que a gente tava produzindo. Sim. Mas vocês já tinham esse feedback do público? Do público e não. Toda cerveja aqui sempre é pensada para o público, né? Então a gente tem 14 cervejas aqui, são pensadas para o nosso público que vem aqui tomar nossa cerveja. Sim. Então a gente tenta sempre pensa em cervejas que atendam o o o paladar do brasileiro. Então são cervejas fáceis de beber, que vão compor aqui a, né, o momento dele ou dele sozinho mesmo ou com acompanhado dos amigos, família, tudo, né, em especial atrás do bloco, a gente fez ela de 2023, o primeiro lote antes da gente mandar para um concurso, eh, quando acabou o lote aqui, o público daqui começou a cobrar, a gente produzir novamente ela. Mas uma questão, mas qual é o conceito dela? Por exemplo o estilo é ele pede uma cerveja turva, tá? Ela tem um teour alcoólico é maior, né? No caso dela aqui, 7,5. O amargor dela é presente mais equilibrado com o corpo dela, que é um pouco mais aveludado, você sente mais o malte presente, né? E ela é muito aromática. Então o o esse estilo pede o aroma de lúpulo muito muito presente. Então ele traz um frescor, uma leveza que apesar de ser uma cerveja alcoólica, ela fica fácil de beber, tá? Então a proposta dela é essa do estilo pede é isso. E foi uma cerveja que caiu no gosto do nosso consumidor. Então aí a o o feliz foi que ela também foi medalhada já num primeiro concurso que ela participou. Mas quem de vocês disse: "Ó, vamos inscrever esse estilo, vamos escrever a nossa cerveja?" Eu acabo cuidando. Eu eu cuido da parte da produção e também dos concursos. Três sócios atualmente dois. Eu e o Samuel. Sim. Samuel também é fundador do polo. É na primeira gestão. É agora atualmente sou eu. E aí somos dois. A gente conversa, a gente pensa o estilo junto. Então a gente pensa assim: "Ah, vai acabar a tal cerveja". Então vamos lá, vamos pensar na substituta dela. Então tem uma linha assim pra gente manter sempre aquela aquele pensamento daquela cerveja de inovar sempre e sempre inovando, sempre testando coisas novas, luplos. novos. Então a gente tem aqui, por exemplo, a guarda é uma cerveja com lúpulo nacional, 100% lúpulo nacional, tá? É uma cerveja mais alcoólica, né? Então a gente vai lançar alguma cerveja com lúpulo francês. Então essa aqui, por exemplo, é melado de cana. Então a gente vai testando coisas diferentes. Aqui é flocos de cacau, é uma estaltada. Então agora quando a gente volta lá na premiação, conversei um pouquinho com você antes da gravação. Parece que foi muito emocionante, hein? Foi, foi surpreendente assim. a gente tava muito confiante com ela. É uma cerveja. Além do público gostar, ela já vinha ganhando medalhas em outros concursos. Então, a gente mandou somente ela. A gente mandou uma amostra pro concurso, eh, querendo primeiramente que ela participasse e trouxesse alguma medalha, mas também para ouvir o retorno, porque é a primeira vez que a gente participa desse concurso também. Entendi. Internacional. Então tinha essa esse objetivo de ter um um retorno dos juízes e a gente foi muito feliz porque, primeiramente ela ganha como eh melhor new inglê aqui do Brasil, né? Aí ela classifica para ir lá paraa Inglaterra. Lá ela ganha com o melhor New England, que aí é junto com outras cervejas do mesmo estilo. E aí foi uma felicidade maior que ela ganhar como melhor IPA, que é uma coisa inédita aqui no mercado cervejeiro brasileiro. O que isso traz para vocês do ponto de vista do negócio quando há uma premiação como esta? É, primeiramente falando como Landel, é uma visabilidade enorme, né? a gente conseguiu atingir eh um público que a gente nunca no na do tamanho que a gente tinha trabalhando da maneira que a gente trabalhava ia atingir, né? Agora pensando como o polo também atrai muito para cá, né? Eu sempre vivo falando, as cervejarias do polo tem um nível altíssimo nacionalmente e internacional. Eu visito muitas cervejarias fora do país também e eu vejo como aqui a gente tem qualidade, variedade muito boa, né? de cervejarias. Então isso tá paraa região também acho que é importante porque vai atrair o público ver que além da gente tem outras cervejarias premiadas aqui também. Você mencionou inclusive que vocês tiveram a ideia da cervejaria lá em 2013. 2013 13. Isso. 2013. No começo era o quê? Era uma brincadeira entre amigos. E como você faz hoje essa retrospectiva de trajetória aí de 13 anos? inclusive com uma premiação tão importante. Eh, foi muito interessante. Eh, a gente começou como um motivo para se encontrar, assim como a cerveja é um motivo para se encontrar, a gente começou assim. Eh, então a gente se reunia cada mês, fazia uma receita nova, eh, e aí dava um mês para invazar. Aí invasava, mas não era um negócio ainda, não, era um hobby, né? era um hobby eh divertido. Eh, e aí começou a gente começou a tomar mais gosto pelo negócio e aí a gente começou a se aproximar de alguns eh algumas pessoas que já trabalhavam no setor e aí começamos a a participar de consultorias e aí aquilo lá foi virando um negócio. Então a aí a gente foi em 2013 que a gente juntou na época os três e aí vamos fazer um plano de negócio. Vamos aí escrev plano de negócio, iniciamos a produção. Desde quando vocês iniciaram um plano de negócios, quanto tempo foi para efetivar a o CNPJ ali, Bruno? Não, foi bem rápido, porque a gente começou eh no no primeiro semestre de 2013, no meio do ano ali, a gente já tava dentro da da cervejaria que era embarão Geraldo, já já registrado, trabalhando. Agora pro negócio pegar corpo mesmo, um ano e meio ali pra gente sentir com investimento inicial, a gente comprou dois tanques, era uma fábrica que já existia de vocês mesmos precisaram de investidores? Não, a gente pegou um capital que a gente tinha, a gente combinou ali, os três tinham trabalho, a gente combinou, ó, essa aqui é deadline para todo mundo largar o que tá fazendo agora, se dedicar 100% a cerveja. A gente pegou, investiu em dois tanques pra gente ter um uma garantia dentro daquela fábrica, que a gente ia ter 2000 L pra gente trabalhar. Sim, porque a ideia também era ajudar o dono da fábrica a produzir para ele. Olha, gente, uma curiosidade. No bloco anterior, inclusive a gente gravou ao fundo com a fábrica e teve uma toda uma história. Aqui a produção é diferente. Ela acontece em outro local que é chamado de produção cigana. O que que é produção cigana? ou de contrato também, pessoal, pode ser assim, o cigano é, eu entro em contato com uma cervejaria e ela, normalmente algumas cervejarias t alguns tanques ociosos, sim. Então eu utilizo esse espaço ocioso, o que é bom para ele, porque indústria tem que estar 100% girando sempre, né? E bom para mim, porque eu consigo produzir o meu produto, minha retuzir a sua receita. Minha receita. Então eu faço minha receita, eu mesmo compro os insumos, eu levo lá e ele industrializa para mim. Aí eu vou lá, retiro ou os barris ou lata, garrafa, depende do que eu tá? Então, por exemplo, tudo que tá nesse barril pode estar dentro dessa lata ou nem tudo? Tudo, tudo, praticamente tudo. Tudo eu posso, eu escolho a maneira como eu vou invazar. Então, por exemplo, quem vira aqui, ah, eu posso tomar aqui, mas quem quiser levar o mesmo produto que tá sendo ali, tem na lata. Mesmo produto. Exatamente. Mesmo produto. Hoje para onde você também eh, digamos que, eh, distribui. Existe mercado já no sentido de supermercado ou não? Só eu tenho um público mais seleto. É, a pandemia a gente atendia bares, então a gente produzia e fazia a venda para PDV direto. Era o nosso modelo de negócio. Com a pandemia a gente teve que mudar tudo e aí a gente virou para cá. Então a gente eh 95% do nosso produto tá aqui dentro. Então quer tomar Landro tem que vir aqui. A gente tem alguns bares ainda que restaram da pandemia que a gente ainda atendeira geral que era parceiro, continua com a chopeira lá. Aí foi retomando, a gente continua atendendo. Agora com a premiação, a gente tá agora tendo que se reinventar novamente. Ah, é? E aí a ideia agora é fazer um atendimento e de e-commerce. Então, distribuir primeiramente atrás do bloco, que é a que tá com a demanda em alta. Aproveitar aproveitar essa onda, premiação, tudo pros pr as pessoas conhecerem, né, e e e provarem a cerveja campeã. Então, a gente tá nesse processo de se organizar para e no futuro começar também distribuir as outras cervejas. E já tem aí de olho a produção de uma nova cerveja que poderá participar de um novo concurso em 2027. A gente já tá com um lote já encaminhado dela, então ela com certeza vai est participando aí de vários concursos, né? Eh, a gente tem outros produtos que a gente eh acredita muito, como a língua de cão, que é uma stalte defumada. Então, a gente tá sempre testando, então sempre vai surgir um produto novo aí que ele que vai ser interessante testar aí no concurso. Ah, então a gente vai acompanhar de perto, viu? Parabéns pelo trabalho. Obrigado. Obrigado. Obrigado pela visita. Olha, ser empreendedor fica por aqui. Lembrando que todo domingo, 5:15 da tarde a gente traz histórias inspiradoras em vários segmentos do empreendedorismo. Até um próximo programa. [música] [música] เ