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Giro Ambiental | Levantamento aponta que não há ponto sem contaminação no Rio Tietê
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Giro Ambiental | Levantamento aponta que não há ponto sem contaminação no Rio Tietê

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Resumo editorial

Levantamento da Fundação SOS Mata Atlântica constata contaminação em todos os trechos analisados do Rio Tietê, da nascente à foz. Gustavo Veronesi apresenta a metodologia da expedição de mais de 100 km e o histórico de mobilização pela recuperação do rio. O estudo evidencia a necessidade de pensar em soluções na escala de bacia hidrográfica. Especialistas ressaltam que a recuperação é possível se houver parada da agressão ao rio e implementação de políticas públicas efetivas.

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Descrição do vídeo

Nenhum dos mais de 100 km percorridos entre a nascente e a foz do Rio Tietê escapou da contaminação, aponta expedição da Fundação SOS Mata Atlântica. Gustavo Veronesi, coordenador da Causa Água Limpa e líder do levantamento, detalha como foram coletadas amostras de microplásticos, fármacos e drogas ilícitas em parceria com a Unifesp, a UFABC e a Universidade de São Caetano do Sul, e retoma a mobilização que reuniu 1,2 milhão de assinaturas pela despoluição do rio desde o início dos anos 1990.

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O rio Tietê através de estado e de São Paulo, de leste a oeste e faz parte da vida de milhões de pessoas. Mais um levantamento realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica, Revelouf Rio não tem mais nenhum trecho livre de contaminação. A expedição percorreu mais de 100 km da nascente a Foz. E como essas análises foram feitas? O que elas revelam sobre a saúde do Tit e ainda é possível recuperar o rio? É sobre isso que vamos discutir hoje no giro ambiental com Gustavo Veronesi, coordenador da Causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica e também líder dessa expedição. Gustavo, seja muito bem-vindo ao Giro Ambiental e também muito obrigada. Para começar, eh, quer falar um pouquinho sobre o que motivou a SOS Mata Atlântica a realizar essa expedição pelo Rio Tetê. A Mato Atlântico tem um histórico de luta pelo rio Tetê que remonta lá uma aparição de um jacaré no rio Tetê na cidade de São Paulo, na água poluída do rio Tetế no começo da década de 90 que gerou toda uma mobilização em prol do Rio eh paraa recuperação do Tit. Eh, a SOS Mata Atlântica liderou uma coleta de assinaturas que gerou 1.200.000 assinaturas em prol do Rio Tetê. E a partir do momento que começou as obras de dispoluição do TT, o projeto de dispoluição do TT, a SS Mata Atlântica quis acompanhar essa obra. E como fazer isso? Numa época que não tinha lei de acesso à informação e são era obras eh praticamente invisíveis os olhos da população, porque são tubulações embaixo da terra para levar esgoto a enormes estações de tratamento de esgoto. Então isso não é visível pra população. Então nada melhor do que olhar o rio, né? E a SOS Mata Atlântica juntou especialistas na área de recursos hídricos para, com base na legislação vigente, desenvolver um projeto que as pessoas, os cidadãos e cidadãs pudessem analisar a qualidade da água e observar se as obras do TT estavam realmente evoluindo, né? Porque nada melhor do que o Rio. O Rio nos conta tudo que acontece numa bacia hidrográfica. Então, observando o TT, a gente saberia se as obras estavam em curso. Então, surgiu daí o observando o TT, que depois em 2015 a gente expandiu para outros estados brasileiros que tem lata atlântica e passamos a chamar de observando os rios. Então, projeto de educação ambiental, de mobilização social, né, de ciência cidadã, quando nem se usava esse termo ainda, né, das pessoas gerando dados para produção de conhecimento e tudo isso com foco e influência em políticas públicas. Então, eh, a gente junta voluntários desde o começo da década de 90, pensando na despoluição do rio. Também aceatlântica tem uma tradição de fazer expedições por rio por rios. já fizemos no Tetê, no Iguaçu, no Rio Doce, entre outros rios, para aferir a qualidade e entender como grandes rios da do Brasil, né, sofrem influência dos diversos usos do solo. E dessa vez a gente teve eh essa ideia de ter uma análise mais profunda em relação ao que está acontecendo no rio Tiet. A priori, a gente ia querer, a gente tava querendo medir eh microplásticos na água. a gente sabia que tinha muito microplástico no mar, sabia dessa informação, tava sendo muito difundido isso, mas tinha-se poucas informações sobre como isso tava impactando a água dos rios. Primeiro a gente quis saber dos plásticos em geral. Fizemos uma ecobarreira no município de Salto para coletar o lixo flutuante, principalmente o plástico flutuante, né? Fizemos em cerca de um mês, conseguimos coletar quase uma tonelada de resíduos de 60% disso era plástico, né? E isso nos nos trouxe uma atenção. Então, a gente queria fazer um trabalho mais completo, entendendo como funciona o microplástico, aquele plástico invisível. E a partir daí fomos trabalhando e conversando com universidades parceiras, no caso do Microplástico ou Unifesp, eles indicaram a gente fazer eh também de fármacos e drogas ilícitas. Então, também com o Unifespér fizermos esses essas coletas para aferir isso. Eh, já tínhamos parcerias com a Universidade Federal do ABC e com a Universidade de São Caetano do Sul, que são nossos parceiros no Observando os Rios, né? E a Universidade Federal do ABC se dispôs a aferir o carbono na água e a Universidade de São Caetano do Sul a aferir a microbiota e o índice de qualidade da água. Por fim, dado que a gente sabe que boa parte do uso do solo no interior de São Paulo se dá, principalmente nas margens do TT, com grandes monoculturas e principalmente de cana, era importante também a gente aferir a quantidade de agrotóxicos na água. E chamamos para isso eh a nossa parceira, a Cena da USP, né, o Centro de Energia Nuclear para Agricultura, para fazer a ferição desses dados. juntamos essa super equipe de pesquisadores de universidades públicas brasileiras para fazer esse estudo inédito que mostrou a situação do Rio Tetê ao longo de todo o seu curso, né? E Gustavo, como que foi percorrer eh o rio Tietê desde a nascente até a Foz? Como eu comentei, o que que vocês encontraram pelo caminho? Você já falou que tinha bastante plástico. Eh, também essa análise começou ano passado, esses resultados foram eh apresentados este ano. Conta um pouquinho pra gente também. Exato. A expedição aconteceu no mês de junho de 2025, foi uma semana de expedição. Eh, e os resultados foram lançados em junho desse ano na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, né? Porque demora mesmo, né? São alguns agentes que precisam ser determinados ali. É o tempo da pesquisa, né? Não é o tempo da da informação que a gente quer. Então, a gente tem que respeitar o tempo da pesquisa. Então, demorou esse tempo, né? Tem algumas coisas que ainda ficaram por ser apuradas e que vamos divulgar futuramente, principalmente em relação aos microplásticos. E a experiência de percorrer o rio inteiro é fantástica. Primeiro porque é a coisa do da da sensibilidade de entender como as pessoas lidam com o rio ao longo do seu percurso. Então a gente tem uma uma ligação muito profunda na nascente do rio, nas cidades mais próximas ali, Salesópolis, Biritiba, até Mogi das Cruzes tem uma lrigação muito forte. Mas aí começa a chegar nessa área mais urbanizada da região metropolitana, perde-se completamente os o essa referência de rio como rio, né? Quem mora na cidade de São Paulo e as cidades mais próximas simplesmente não tem essa referência do rio como o rio. O rio geralmente é um problema porque tá poluído e o máximo que acontece é encher em períodos de de chuva intensa, né? Então a gente transformou algo que deveria ser uma solução num problema. E aí o rio faz o seu curso eh interior adentro e muda-se de novo a percepção das pessoas. Novamente a gente repara que as pessoas têm uma ligação muito forte com o rio, né? Vivem do rio e vivem para o rio e vivem com o rio, seja eh tirando seu sustento, seja eh fazendo seu lazer, enfim, são múltiplos os usos que a gente tem no rio TT. Porém, a gente reparou aí na parte técnica que não existe nenhum ponto do rio TT livre de contaminação, mesmo na na na nascente do rio, né, que tá com uma qualidade ótima, segundo o que a gente aferiu com o IKEA, o índice de qualidade da água, uma qualidade ótima, mas mesmo assim tem alguns resquícios tanto de de agrotóxicos como também de microplásticos que não necessariamente estão sendo gerados ali, mas podem estar chegando ali eh por outros meios, via chuva, via ventos e tudo mais. Também uma fo tá com uma qualidade muito boa. A gente encontrou alguns fragmentos porque também é o que vai sendo depositado ao longo do percurso inteiro e mais hora, menos hora chega lá com menos intensidade porque tem muita água para diluir, mas chega também comprometido de alguma forma. a gente diagnosticou que não tem nenhum ponto do rio sem nenhum tipo de contaminação. E Gustavo, você falou que eh nessa pesquisa vocês encontraram eh agrotóxico, eh microplásticos e até drogas eh presentes no rio. É possível identificar quais atividades ou hábitos humanos mais contribuem para essa contaminação? Dá para identificar de onde tá vindo isso? Sim, isso é muito claro, porque os pontos a gente pegou fundas para pontas que tem um uso do solo na parte superior que seja representativo. Então, onde tem agrotóxico, né, é o fato, tá se usando de uma forma muito intensa, né, e de uma forma muitas vezes não adequada, eh, esses agrotóxicos nas lavoras. Então a gente deveria tomar cuidado com isso. Na região metropolitana, o problema maior é esgoto doméstico. Ainda temos um desafio gigante para tratar o esgoto de alguns milhões de pessoas ainda. O desafio é gigantesco, né? Até você citou eh que até drogas ilícitas foram eh achadas na água do rio no eh ponto de Osasco, que pega praticamente a cidade de São Paulo inteira, Guarulhos e tudo mais. Eh, foi onde que se diagnosticou a maior concentração, né, desse elemento. Por quê? Porque falta saneamento básico. É um indicador de que falta saneamento básico. As pessoas estão consumindo essas drogas, estão na o o corpo não metaboliza tudo e libera isso na forma de urina principalmente e pela falta de tratamento acaba, né, chegando no rio. Isso daí seria facilmente tratado numa estação de tratamento de esgoto. Como não chega na estação de tratamento de esgoto, chega direto no rio, foi diagnosticado isso lá, né? Inclusive em Osasco, nesse pão de Osasco, não é que Osasco é o problema, que o pão de Osasco caga todo o reflexo anterior do rio. Então ali, basicamente o que a gente viu no rio é que o o rio tá com a água igual ao esgoto bruto, o esgoto que chega numa estação de tratamento de esgoto. Então o trabalho é gigantesco também na área de cabeceira a gente viu muito agrotóxico sendo usado, né? Então eh são esses tipos de uso que mostram o que tá acontecendo no rio e tem solução, né? Basta a gente melhorar todos os processos, seja de saneamento, seja do do uso, eh, né, de agrotóxico nas lavouras, que a gente consegue melhorar a situação no nosso rio. Sim. E sobre os agrotóxicos, a contaminação, ela muda de acordo com a região por onde o rio passa? Tem locais que estão mais concentrados, esses materiais? a gente reparou duas coisas, né, que é principalmente depois de de salto e tu que tem bastante eh agrotóxico, né? E a gente reparou também que o as o as barragens, né, que tem ao longo do rio, eles têm dupla função. Uma é de diluição da carga orgânica, porque tem muita água ali, né, acaba facilitando o processo de degradação. Mas por outro lado, como para a água ali, tem o efeito contrário de dificultar um pouco essa decomposição, porque a água não tá correndo, então não tá oxigenando. e também serve como uma barreira para esses elementos que estão na água, né? E elas acabam por tá uma água muito mais lenta, quase parada, se alojando no fundo, né? Em algumas situações a gente fez umas medições de meio e de fundo de rio para entender a situação, principalmente na casa no quesito de identificar o índice de qualidade da água, né? que tem uma uma diferença muito grande. Quando tá no fundo, acabava tendo uma qualidade um pouco pior do que, né, em média profundidade, certo? E essa contaminação, ela afeta a vida dentro do próprio rio? Tem peixes no rio Tietê, plantas, outros organismos? Sim, tem bastante peixe, tanto na área de cabeceiras como é de barra bonita para baixo, tem bastante vida aquática, né? Não só peixes, mas todo o ecossistema. Mas eles podem ser também afetados pel esses elementos que a gente diagnosticou no na nossa expedição, né? Porque vai entrar na cadeia alimentar e no final das contas a gente vai comer o peixe em determinadas situações. Então a gente também é prejudicado por aquilo que a gente mesmo faz. Então isso é um negócio pra gente pensar, né? Porque volta no planeta tudo é cícnico, né? Apesar de eh tentarem impingir uma algo linear na nossa no nosso planeta, né? de retira o recurso, usa o recurso e descarta o recurso. Eh, não esqueceram de avisar pro planeta que o planeta continua tendo a sua circularidade. A gente tem o ciclo da água, o ciclo do carbono, o ciclo do nitrogênio e também esse ciclo da vida, né, que a gente vai faz parte também e parece que às vezes o ser humano esquece que faz parte da natureza e age como se não não dissesse respeito a nós mesmos isso que a gente faz, né? E é claro que tem as diferentes responsabilidades. A diferencia, a responsabilidade minha, sua, enquanto cidadão, cidadã, é de um nível. A responsabilidade das empresas, dos agricultores, dos grandes agricultores, já é muito maior que a nossa, né? E governos, seja municipal, seja estadual, também tá nesse patamar das empresas. Eles que estão poluindo mais e que tem a responsabilidade de regular. no caso do governo de regular do das empresas de ter um uma atitude mais responsável. E para nós cabe ter os nossos hábitos diários que são muito importantes, não são desprezíveis, né? E cabe também cobrar tanto as empresas como para governos para terem atitudes mais responsáveis. E você falou desse ciclo, né, que a gente nós poluímos o rio e isso acaba voltando, esse resultado acaba voltando pra gente posteriormente também. Nós sabemos que em volta eh do rio Tê tem muitas cidades, muitas pessoas que moram em volta desse rio. E essa contaminação, ela também representa eh prejuízos para essas pessoas, paraa saúde, quem sabe o que pode causar também. temos tanto prejuízos paraa saúde que são significativos, principalmente eh nas áreas que que a gente tem contato com esgoto doméstico ainda, né? Mas mesmo nessas áreas com agrotóxico intenso, isso prejudica eh tanto a saúde dos animais e das pessoas. E no caso dessas cidades que tem uma vida eh voltada pelo rio, né, que as pessoas usam para lazer, para pesca, tem outro prejudicial, né? Quando a gente esteve lá, a gente viu em vários locais água completamente verde. Por quê? Porque tem muito nutriente, né? Eh, tanto dessas aplicações da lavoura, então tem muito nutriente na água e aí desenvolve plantas aquáticas. Essas plantas aquáticas acabam cobrindo a superfície no rio, eh dificulta a entrada tanto de lúdio como de oxigênio e aí dificulta toda a vida aquática. Então, prejudica a economia de muita gente, né? E tantas pessoas que vão eh fazer passeios eh tão lá para fazer passeios de barco, para levar no rio e tal, como as pessoas que pescam pro seu sustento ou mesmo para lazer e que não tem mais essa fonte de recursos ou ela diminui porque a contaminação na água. E Gustavo, pra gente ir encerrando, né, o estudo ele mostra que o rio ele acaba funcionando como um retrato da sociedade, eh, que a água do que a água do rio Tiet, né, revela sobre a forma como produzimos, consumimos e também ocupamos as cidades. Que que pode ser revelado através dessa pesquisa também? Eu acho muito bonito isso de falar que o rio é espelho da sociedade, porque é isso, quer saber a realidade de um lugar, olha pro rio daquele lugar, vai contar um monte de coisa sem falar uma palavra, porque o rio nos conta um monte de coisa. Então, eh, o resultado dessa expedição também foi isso. Não fomos nós que contamos, foi o Rio que contou pra gente e a gente foi porta-voz do Rio, do que ele contou pra gente em relação a isso. E isso mostra como a gente tem agido, como que é o nossos nossos hábitos, como eh tem sido a nossa vida no entorno do rio e não só pensando no rio e na margem do rio. Sempre quando a gente fala de rio, a gente tem que pensar o conceito da bacia hidrográfica de todo território que é drenado por um monte de rio que vai chegar nesse rio principal. Se tem um riozinho chegando no rio Tetê poluído, ou seja, por por qual poluição for, por qual contaminação for, o rio TT vai continuar poluído, porque a gente precisa pensar no conceito da bacia. Então esse estudo vem mostrar um pouco né, de como é a sociedade paulista na bacia do rio Tatê, que é uma boa parte do nosso estado, talvez até mais na metade do nosso estado, né? E veio mostrar um pouquinho pra gente refletir o que a gente faz e principalmente o que a gente pode fazer. A ideia da expedição não é ficar apontando dedo no nariz de ninguém, né? eh diagnosticar o que tá acontecendo para pensar ações que possam melhorar de fato a qualidade da água do rio. E a partir desse diagnóstico, é possível recuperar o rio futuramente? Quem sabe? Sim, a gente tem a convicção plena que qualquer rio pode ser recuperado. A gente tem exemplos pelo mundo aa de rios que foram completamente degradados e que tiveram eh eh sua vida de volta paraa população, para outros tipos de vida eh aquática. Então, há sim a possibilidade, mas o primeiro passo é parar de agredir o rio, parar de poluir o rio, parar de tratar o rio como se fosse um inimigo. O rio é um aliado e a gente precisa tratá-lo assim. Perfeito. Gustavo, muito obrigada pela sua participação aqui no Dia Ambiental para ajudar a gente a entender o que tá por trás desses resultados, dessa pesquisa da SOS Mata Atlântica. Agradeço demais a oportunidade de poder falar um pouquinho desse estudo inédito sobre o RUT. Muito obrigado. Eu agradeço também a sua audiência. O giro ambiental fica por aqui, mas você continua agora para conferir as informações e curiosidades do meu ambiente. Até mais. Um urso polar que dormia tranquilamente em terra firme foi acordado de maneira deliberada por um homem que acionou a buzina de nevoeiro de uma embarcação apenas para fazê-lo se mover. O caso ocorreu nas águas próximas ao arquipélago de Swalbert, na Noruega, e resultou em uma multa de 525, cerca de R$ 25.000, aplicada pelo gabinete do governador do território. เ
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