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Ser Empreendedor | Circuito Gastronômico dos Amarais
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Ser Empreendedor | Circuito Gastronômico dos Amarais

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Resumo editorial

O programa mostra o Circuito Gastronômico dos Amarais, iniciativa do MAE Maria Rosa que oferece qualificação e incubação para empreendedores gastronômicos da região. Acompanha a trajetória de Gusm, padeiro venezuelano que desenvolveu seu negócio de padaria artesanal com apoio do projeto.

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Descrição do vídeo

Trinta e dois empreendedores integram o Circuito Gastronômico dos Amarais, projeto da Fundação Maria Rosa com a Fundação FEAC, que já formou 18 turmas do Jovem Chefe. A coordenadora Gabriela detalha o mapeamento porta a porta que levou padeiros, confeiteiros e produtores de biscoitos à qualificação e à incubação de negócios. A bióloga Natália Silva vive hoje da própria biscoiteria, e o venezuelano Carlos Eduardo Guzmán Pérez, que começou vendendo pães a pé, já comercializa cerca de 110 unidades por semana com apoio do Empreende Campinas. O programa de empreendedorismo da TV Câmara acompanha essas trajetórias em Campinas.

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Fortalecer empreendedores gastronômicos da região dos Amarais. Este é o trabalho do Mai Maria Rosa, que criou um projeto chamado Circuito Gastronômico dos Amaris. E o ser empreendedor veio aqui conhecer essa proposta e ver de que forma ela tem tornado a vida desses pequenos empreendedores de uma forma mais fácil para que eles façam essa trajetória. Eu estou aqui com a Gabriela, que é a coordenadora do circuito e que vai detalhar pra gente. Gabriela, primeiramente, quando vocês pensaram que era possível fazer esse trabalho voltado para os empreendedores gastronômicos aqui da região? Isso o que que vocês levaram em conta que vocês têm uma unidade um dos bairros da região dos Amarais? O público que vocês atendem, qual foi aí a proposta inicial e se depois quando vocês foram a campo alguma coisa mudou dessa proposta? Eh, eu acho muito interessante contar um pouquinho lá nos primórdios do Maria Rosa. A fundação do Maria Rosa, ela já estava ligada à gastronomia. Então, Maria Rosa lá em 1967 nasce, né, com a oferta de sopa paraa população e vulnerabilidade social. De lá para cá, muitas coisas mudaram, né? executamos outros serviços e há uns 7 anos nós desenvolvemos um projeto em parceria com a Fundação Feac Jovem Chefe, que forma eh eh pessoas para o ramo da gastronomia e não necessariamente dos Amaris. Não necessariamente dos Amarais de Campinas. E nós já formamos agora no último sábado a 18ª turma. Cada turma gira em torno de 15 formandos, 15 pessoas. São jovens a partir de 18 ou a partir de 15, como é? A partir de 18 anos. Iniciamos com uma faixa etária mais reduzida entre 18 e 24. E com o passar dos anos, nós fomos entendendo que outras pessoas, não tão jovens de idade, mas jovens de espírito, também gostariam de participar do projeto. E hoje a gente atende a partir de 18 anos, mas não tem limite de idade. E a partir então o jovem chefe fortalecido e reconhecido aí no município também pela Fundação FEAC, vem aí o convite, né, para que nós coordenássemos então o projeto Circuito Gastronômico dos Amarais, um projeto do Maria Rosa com parceria da FEAC, financiado pela FEAC. Mas aí surgiu especificamente para cá por quê? Porque era o maior número de inscritos no jovem Chefe ou não? Não, por conta da potência do território, né? Então aqui a gente tem uma uma potência no território, a FEAC também tem investido neste território e aí a gente começa então com o circuito gastronômico. Eh, o atualmente nós estamos com 32 empreendedores locais no circuito de ambos ramos. Então, temos panificação, confeitaria, enfim, eh, bolachas, cookies, pipoca e e aí trabalhamos em algumas frentes. Então, vai desde aquela pessoa que produz algo comestível na sua casa, na cozinha da sua casa, até aquele que tem um pequeno estabelecimento. Isso mesmo. É isso mesmo. E como foi feito o mapeamento dessas pessoas? Nós tivemos o apoio de uma terceira empresa lá no início do projeto que fez um mapeamento no território. Aí ela apresenta para nós e a partir dessas informações fazemos as visitas porta a porta. O Maria Rosa vai porta a porta convidando os empreendedores a participarem do projeto. E aí Gabriela, a gente tá nesse primeiro ano. O que foi feito até agora para que eles se apossassem desse empreendimento? Até porque a gente aqui no ser empreendedor faz muitas vezes entrevistas com pequenos empreendedores que lá no comecinho pensavam assim: "Eu tô fazendo só uma coisinha, eu tô fazendo só um biquinho". E não tem dimensão da potência do seu negócio? Conta pra gente. Então, nós fazemos encontros mensais com eles. Eh, no dia a dia, na internet, a gente tá o tempo todo, né? Mas presencial, nós temos encontros mensais e aí trouxemos chefes de cozinha para provar e dar os pitacos, né, nos pratos. Nós proporcionamos então qualificações. Então tivemos uma qualificação de tortas geladas, estamos tendo atualmente a qualificação para fabricação de ovos de Páscoa, né? teremos mais para frente, mais voltado pra área do salgado também para contemplar aqueles que trabalham com panificação e salgados. Eh, colocamos, conseguimos garantir espaços em feiras, então eles já estiveram em algumas feiras expondo e vendendo seus produtos. Então, isso também tem sido muito importante. Trouxemos uma formação de mídias e marketing, então eles puderam se especializar. Tivemos uma grata surpresa aí com um dos empreendedores que ele estourou assim o número de seguidores depois da nossa da formação que foi proporcionada pelo circuito. Então, nesse um ano, a gente caminhou bastante, já estamos previsto agora pra final de outubro um festival que será feito só por eles, por empreendedores do circuito gastronômico dos Amarais e vai ser aqui na região mesmo. Sim. Agora, quando a gente pensa em uma das dores do pequeno empreendedor, que geralmente é, são duas, na verdade, uma é a precificação e a outra é separar CNPJ de CPF. Vocês também trabalham essas questões com eles? Sim, nós trouxemos isso nas trilhas de conhecimento, né, e estamos aprimorando o passo a passo, né? Então, a gente vai eh são várias dores, né? né? Eu acho que essas são as principais, mas eles serem reconhecido dentro do território, às vezes dentro do grupo familiar mesmo, né? Então, muitos trouxeram isso, que eles conseguem vender para as pessoas de fora, mas não conseguem vender dentro da região dos Amarais, que é onde eles moram e comercializam. Então, então a gente vai tratando caso a caso e vai tentando trazer também formações e qualificações que vem de encontro com o desejo de do grupo. Sim. Agora, quando a gente pensa num circuito gastronômico, qual é o bojo completo do projeto? Então nós eh gostaríamos, né, o nosso desejo é que o a região dos Amarais ela se torne um polo gastronômico no município de Campinas. Então, que outras pessoas de outros bairros, de outros territórios venham visitar os Amarais para provar, para se se deliciar também dos pratos que são feitos aqui pelos moradores. Então, é valorizar essa região, né, que é tão rica e só quem tá aqui sabe. Sim. Quando a gente pensa nesses 32 empreendedores, o projeto ele vai, ele é de quanto tempo? São três anos. Três anos. Nós estamos no primeiro ano, quer dizer, alguns meses já que ele vem acontecendo. O que que dá para você perceber, ainda mais nessa vivência e convivência com eles, de uma mudança de postura de alguns deles? Olha, nós temos alguns exemplos assim, né? Mas um deles que eu posso destacar é que quando nós fomos fazer a visita para um desses empreendedores, eles estavam em um momento assim eh muito muito forte assim para desistir do negócio, porque não estavam tendo lucro, né? não estava tendo retorno financeiro e eles estavam assim para desistir. E aí ele hoje eles contam que foi a última laçada assim e que hoje eles estão vendendo muito, eles foram pras feiras e tão super estão super felizes com o resultado. Então isso traz muita, é gratificante, né, a gente ouvir isso e como grupo também eles se fortaleceram. Então eles trocam, eles estão juntos, eles são parceiros, um leva o outro para feiras. Inclusive essa fortalecimento, o fortalecimento do grupo é um dos objetivos também do circuito, né, que é fazer o arranjo produtivo local para que eles juntos se tornem um grupo, para que eles cresçam juntos. Então, quando você fala em arranjo produtivo local, dá um exemplo para quem está em casa de algo que poderia com esse arranjo melhorar ainda mais a qualidade do trabalho deles. Então, por exemplo, eh se unirem para comprar um tipo de mercadoria que todos usam, né, em comum. Então, ah, vamos precisar de açúcar. Eu uso açúcar, você usa açúcar, mais quatro, cinco, vamos nos unir. A gente faz uma compra grande que vai sair com um valor menor e aí com isso a gente vai ter um lucro maior. Então assim, esse esse tipo de arranjo é vai ser possível através Mas isso vai ser mais pro fim do projeto ou já no meio tem uma tem aí uma escada concorrente? É, a ideia é a gente ir construindo o passo a passo. É lógico que a gente depende muito da disponibilidade e do andar de cada um, né? Do desenvolvimento de cada um. A gente também tem muito respeito porque alguns, como você bem disse, já tem um local, já tem uma cozinha separada e outros ainda fazem ali dentro da cozinha da sua casa, dividindo a sua cozinha com a cozinha da família, né? Então, então é passo a passo. Agora nesse intervalo, inclusive você disse no começo que a FEAC ela é uma parceira nesse projeto e que depois vocês conseguiram, por exemplo, quem dá as trilhas tem uma outra parceria, como que é montar essa rede de apoio para fazer um projeto como esse girá? É muito gostoso, né? Eh, a gente vai conhecendo ao longo do tempo e no percurso a gente vai conhecendo as pessoas, né? Então, para a trilha a gente fez uma parceria com o Empreende Campinas, né? Que eles já são expertise aí nessa na trilha de conhecimento, na trilha semente, na incubação de de empreendedores. Então, eles estão conosco já nesse ciclo eh com a Fundação FEAC. E aí a partir, qual é o papel dela? A FIAC, ela é financiadora do projeto. Isso. Financiadora do projeto, apoiadora, ela que tá por trás projeto do nesse circuito. Inclusive a gente já fez aqui no Serpreendedor outros programas falando do Empreende Campinas. Você pode lá na playlist que tá no youtube.com/tvcâmaracampinas, a gente tem vários cases de sucesso de empreendedores aqui de Campinas. No caso do circuito, há alguma previsão também de capital semente no final ou não? Tem previsão. Tem previsão. Eh, a gente ainda tá eh elaborando como que a gente vai fazer a a o repasse do capital, né? Mas existe sim capital semente para os empreendedores. Inclusive a gente grava essa primeira parte do ser empreendedor aqui no mãe Maria Rosa que fica aqui é Jardim Campineiro. Aqui é Campineiro. No Campineiro, que vocês atuam aqui no contraturno escolar. É isso. Isso. A gente tem o serviço de convivência e fortalecimento de vínculos com crianças e adolescentes de 6 a 14 anos. E temos também o centro eh de convivência inclusive intergeracional, que aí a gente atende todas as idades, mas prioritariamente aqui nessa unidade a gente atende adultos idosos. Sim, muitos desses pais e responsáveis dessas crianças ou até outros atendidos, eh, vocês descobriram que eles também são empreendedores, como que também foi descobrir esse público? Sim, descobrimos. Alguns a gente já sabia, né? e daí já fez o convite direto, mas eh muito gostoso ver ao longo do projeto que muita coisa, o bairro é muito rico, o território é muito rico e muita coisa estamos aqui há muitos anos e a gente não conhecia também. Olha, então ser empreendedor já se compromete, inclusive, a gente tá no primeiro ano do projeto, mostrar quando o projeto estiver numa nova etapa o ano que vem e quem sabe lá no finalzinho esses empreendedores que forem contemplados com o capital semente. Fica aqui o nosso compromisso, Gabriel. Ai que vai ser um prazer recebê-los de volta. E a gente vai ficar por aqui, mas o programa não acaba, por no próximo bloco nós vamos mostrar dois desses empreendedores. O que que já nesses poucos meses de atuação e de participação aqui no projeto, o que que já mudou na vida deles, o que que abriu o olho naquilo que eles não percebiam antes, a gente vai mostrar daqui a pouco. A gente começa com o empreendedorismo social, como criar negócios que têm impacto social positivo. Um guia prático que traz exemplos inspiradores de empresas como Tom Shois e Patagônia, sobre negócios que geram lucro e ao mesmo tempo apresenta estratégias e ferramentas para aplicar imediatamente, transformando uma ideia em uma realidade que promove um impacto positivo e duradouro. empreendedorismo social e inovação social, construindo soluções sustentáveis para a transformação da sociedade. Nele, Elias de Paula, uma das maiores referências no campo, desmistifica a criação de valor social e econômico. Longe de ser apenas uma utopia, o empreendedorismo social é apresentado como uma estratégia robusta e vital alinhada a agenda 2030 da ONU e aos objetivos de desenvolvimento sustentável. Empreendedorismo e responsabilidade social. Neste livro, o leitor terá acesso a discussões sobre elaboração de um plano de negócios, planejamento estratégico organizacional, implementação da responsabilidade social corporativa, entre outros assuntos. Para aprofundar o aprendizado, a casos práticos de sucesso de empresas que souberam aliar a prática do empreendedorismo à responsabilidade social. O ser empreendedor veio conhecer o trabalho da Natalie, que é uma desses empreendedores do circuito gastronômico dos Amaris. Ela começou o negócio com o básico, dinheiro básico para fazer a sua primeira receita e hoje fatura R$ 4.000. Vamos contar um pouquinho dessa história, Natal, lá no comecinho. Você era CLT e por que que decidiu vou fazer docinhos ou fazer biscuit para vender? Conta um pouquinho lá do início. Mirna, eu comecei eu trabalhava como CLT, área de contas a pagar financeiro, que é que por si só já era uma área que estressa um pouco, né? E veio do meu namorado aquela coisa, eu acho que você tem potencial, você tem um potencial que você não tá explorando. E isso daqui veio ecoando na minha cabeça. E junto com as não dificuldades, mas as coisas do trabalho, né? algumas coisas eu acabava me gostando muito do trabalho. E aí eu tomei coragem, falou: "Acho que eu quero tentar alguma coisa diferente para talvez sair do CLT, mas vamos começar como uma renda extra". E aí eu pensando nas possibilidades, claro, fui pra confeitaria porque era algo mais instantâneo que eu conseguiria colocar em prática no dia seguinte, não fazia nada, nada, nada. Então, na época eu, eu tinha uma cunhada. Essa cunhada a gente meio que fez uma sociedade, ela meio que entrava com a mão de obra e eu cuidava das outras partes que tinha mais conhecimento, administrativo, financeiro, marketing, Instagram, vendas. Mas essa sociedade acabou não dando, né, muita sequência, não perdurou e eu decidi fazer sozinha. Então eu tive que aprender a fazer docinho, entender sobre docinho, estruturas de docinho, né? Mas na verdade, mas sobre biscoitos, porque a minha biscoiteria foca em biscoitos e browns, né? Então eu tive que aprender mesmo, estudar para dar conta de produção e e conseguir fazer o que eu tenho vontade e produzo hoje. Há quanto tempo você saiu do CLT e decidiu se dedicar integralmente ao seu negócio? uns faz uns 2 tr anos que eu hoje me dedico exclusivamente à confeitaria. Inclusive a Natalie tá aqui com um material que ela vai, ela já começou a fazer, ela vai conversando com a gente, pode ir trabalhando, como se diz, conversando como se a gente não tivesse aqui, Natalie. Mas me conta no meio desse caminho, quando foi que você conheceu o projeto? O projeto ele veio por um convite, na verdade, da Vanessa, né? A Vanessa, eu fazia feiras junto com a Vanessa. A Vanessa, então, eh, ficou, conheceu, né? Sabia que talvez aconteceria, né, o programa e me indicou para as meninas do Maria Rosa. Então, a Fernanda veio aqui, me conheceu, conheceu o meu trabalho, me explicou o projeto e eu vi super vantagem, achei que seria super bom para mim. E desde então tô participando do projeto, mas assim, foi uma indicação. Mesmo estando no território, eu não sabia. Então foi por um terceiro que sabia do que eu fazia, me indicou e tudo aconteceu. Até então, sua clientela, ela é fora, ela é aqui da região, como é isso? Você acredita que a minha clientela não é do bairro, ela é mais externa, né? E hoje o meu foco, eu trabalho principalmente com os biscoitos, como eu tinha dito, né? Ã, os caseirinhos. E hoje eu também já estou entrando, já estou inserida nos brindes, né, corporativos. Então eu também tô começando a vender ali pras empresas com com os produtos que eu tenho. Deixei até aqui separado para vocês darem uma olhada. Qual é a sua vitrine então, já que não é um é um negócio aqui dos Amaris, mas o seu público alvo acaba não sendo os moradores daqui. Então você deve usar rede social. Com certeza. A minha vitrine 100% é o Instagram. Então hoje muitos dos clientes chegam por mim ou por indicação ou pelo Instagram 100% das vezes. E aí você entrou no projeto? O que que você acredita que do ponto de vista do negócio tava faltando para você e que você falou: "Poxa, eu preciso aproveitar coisas que você já trouxe pra sua rotina. Conta para nós." Conhecimento de para dar robustez no negócio. Então, a parte de estruturação de negócio, plano de negócios, eh, que a gente vai começar a ver. Nós já tivemos aula de marketing, né, que eu já dei, já apliquei bastante no Instagram, que antes estava bem parada, agora graças a Deus já tá dando uma movimentada. Então esses cursos de capacitações que eles nos oferecem é super válido, enriquece e faz muito sentido para quem empreende, porque hoje o Instagram é 100% necessário. Eu digo, se você não tá no Instagram, você não existe. Sim. Inclusive, quando você fala dessa capacitação que você já colocou em prática no seu Instagram, o que que inclui isso? O jeito de tirar a foto do seu produto, a periodicidade, o que que você não fazia antes, que você faz agora? Olha, nós tivemos no curso sim fotos, mas eu já tinha uma noção de fotos, né? Porque eu eu sou muito curiosa e desde quando eu comecei a biscoiteria eu queria começar da melhor maneira possível, era da profissional da assim dizer, né? Então eu fui atrás de entender como que se tirava fotos. Então essa parte de fotos eu já sabia um pouco, mas eh entender um pouco de algoritmo, de frequência, de como estruturar um bom post, tudo isso o curso me proporcionou e hoje eu aplico. Sim. Por exemplo, aqui agora, esse biscoito que você tá confeitando, você já faz dele o seu carro chefe ou ainda são os os biscoitos caseiros que são seu carro chefe? O meu carro chefe ainda é o caseirinho, porque por mais que eu eu queira, né, estou entrando no mundo corporativo, eu ainda atinjo, né, vendo muito pra pessoa final, gosto e não quero parar de vender e atender os meus clientes fiéis. Mas o biscoito decorado em glace, que é esse que eu tô fazendo, ele é um outro ramo que eu também gosto e pra festa infantil é uma uma opção muito viável e muito procurada para por mim, né, para mim. Sim, do ponto de vista também da organização do seu negócio, até porque você disse que trabalhou no mundo corporativo justamente nessa área de contas. Isso te ajudou quando você pensa em fechar as contas do que você vende, do que você gasta. precificar ajudou bastante. A parte de precificação eu acho que é o mais difícil para quem empreende, porque a gente busca informações na internet, então muitas informações, umas diferentes da outra, você acaba ficando muito perdida. Mas hoje eu acredito que a minha precificação tá correta, mas aí eu ainda quero fazer sim um curso de de de precificação mais específico, mas com relação à parte financeira do negócio mesmo, eh, se eu te disser que é 100%, não é? Ainda mistura o CPF com certeza. Com certeza. E é isso que eu que eu vejo necessidade dessa dessa profissionalização, porque hoje eu faço aqui na minha casa, na minha cozinha. Hoje a minha cozinha, ela é praticamente da biscoiteria, né? mesmo saindo da casa, a gente quase não cozinha, quase não faz nada aqui. Mas eh tudo que tudo que sai daqui é pro meu cliente e eu sinto falta dessa robustez de conhecimento, dessa profissionalização, tanto na área de de financeira mesmo, planejamento de negócio, eh eu sinto falta e e o Maria Rosa com o circuito e o projeto, eles vêm para trazer esse conhecimento. Então, tá sendo um curso assim tão rico em conhecimento, em conteúdo que, nossa, eu sou eternamente grata. A Vanessa, que foi a pessoa que me indicou. Você trabalha com confeitaria, mas eu já soube que inclusive parte da formação inclui até outras coisas, cozinhar e aprender outras coisas. Você participa de tudo ou só no que diz respeito à confitaria? Ah, eu me aventurei na gastronomia. Estou fazendo um curso que chama Jovem Chefe, né? Acontece aos sábados. Eh, eu não sou muito da cozinha, gente. Por mais que eu seja confeiteira, faça os docinhos, eu não sou muito da cozinha não. Mas estou me aventurando sim na formação, porque eu acho que muito da cozinha, seja ela da gastronomia, a gente consegue aplicar sim na confeitaria, seja ela organização, seja ela técnicas de corte. Eu acho que tudo é muito válido. Nós conversamos lá com a Gabriela, que é a coordenadora do do programa e há um projeto, são 3 anos lá no final, de transformar aqui a região dos Amarais em um grande polo gastronômico. Você quer estar participando quando tudo isso tiver pronto? ter, na verdade, eu quero participar no crescimento, na construção disso. Eu acho que isso é o mais enriquecedor do que simplesmente chegar quando tudo tá tá acontecendo, participar do crescimento, acompanhar, tá ali, ó, nos pequenos passos, poder, eu acho que é tão enriquecedor quanto tá lá quando deu certo, quando dá certo, né? Ah, muito bem. Parabéns, ó. E a gente vai acompanhar várias fases, como eu já disse lá no primeiro bloco. Aqui a gente continua um pouquinho mais com a Natalie, que vai mostrar mais um pouquinho do seu caseirinho. Você confere aí e daqui a pouco a gente vai conversar com mais um empreendedor aqui da região dos Amarais. E quem também participa do circuito gastronômico dos Amaris é o Carlos Guzman, com sua micropadaria que funciona na casa dele. Ele que é venezuelano, chegou aqui no Brasil em 2019 e desde 2021 vende pães. Carlos, conta pra gente um pouco dessa ideia de produzir e vender pães. A verdade é quando eu cheguei aqui em Brasil e eu não eh não estava conseguindo trabalho em nenhum lugar, colocava currículo em muitos lugares e não achava, não achava. Eu acho que era por minha idade, não. Nesse momento eu tinha 56 anos, né? Agora 56, 54, agora tenho 60. Sim. E aí não conseguia, não conseguia. E eu, como falei para minha esposa que me gusta cocinar desde hace muito tempo, a gente eh tive na cabeça ideia de eh aprender a fazer pães, não Ah, você não então você não fazia pães lá na Venezuela, não? trabalhava com outra coisa. Eu trabalhava com um camião. Eu tinha um camião e eu tinha meus clientes paderias. Sim. mercados, mercadinhos e lanchonetes de lá. Eu comprava produtos para mala e saía 4 horas da manhã, carregava o camião e eu saía vender meus clientes tudo tranquilo. Aí por volta eu voltava, vendia tudo, segunda, quarta e sexta. e veio para cá por conta da crise lá no seu país de origem. Claro, chegou uma hora em final 2018 que eu le falei para minha esposa, não, não dá. Já a última compra que eu fiz, eu eh comprei 15 cajas de leite, suco, e quando voltei lo o o que eu peguei de dinheiro não alcança para pagar la factura, la nota da distribuidora. Então não dava, não dava. Aí aí acabou o trabalho. E por que você escolheu Brasil, Campinas e essa região? Porque por e essa situação tan difícil havia uma um canal humanitário entre as testemunhas de Jeová de lá de Venezuela com os testemunhas de Jeová de Brasil. Sim. E muitos venezuelanos eh estavam eh se eh eh se apoiando, apoiando esse em canal humanitário, certo? E aí a gente eh congregação de aquí do Samarai, do bairro São Marcos, eles perguntaram para eles se tinham condições de adoptar um casal venezolano e eles falaram que sim. Aí a gente vendeu o camião, vendeu meu carro só para pagar a passagem. Nossa. de minha esposa e aí chegamos aqui no bairro São Marcos, a congregação das testemunhas de Jeová do Samarai de aqui nos adoptou até que a gente e eh pudesse andar sozinhos. É isso? Oi? Até que vocês pudessem andar sozinhos. Exatamente. Aí passaram mais ou menos em volta de uns ano e meio, anos alugado sem pagar nada. Eles providenciar todo. Una casinha pequenininha con todas las cozinas. Aí a gente foi foi de de fato a gente começou lá fazendo a padaria começou na outra casa. Na outra casa sim em no fogão doméstico. Aí a gente fez testes testes de de paz. Mas é no começo, quando você começou a fazer foi a gente tá bem em frente aqui, inclusive a uns pãezinhos que eu acho, na minha pouca experiência, que eles estão naquela fase quando você põe para descansar, para crescer. É isso. Isso. Exatamente. Tá. E quando lá vocês tiveram essa ideia, vocês venderam para pros próprios participantes da igreja, pro pessoal da rua, o pessoal do bairro, como que foi então pensar em produzir? E claro, tinha que vender. Claro. Eu eu de primeiro eu não sabia fazer pã. Foi aprender mais aí anterior, então, né? A venda foi aprender a fazer os pães. Sim. Aprender. E como foi? Pelo YouTube, a gente assistia muitos vídeos, pegava distintas receitas, fui fazendo testes, testes, testes, até que cheguei a esse pão que está aqui. Hum. Hum. Depois vocês vão ver detalhadamente aqui. Então ele chegou a esse pão que é um pão de forma. Sim. Pão tradicional caseiro, né? Sim. Mas ao estilo meu, tá? Não é de fato, muitas pessoas eh já me falaram muito, muitos brasileiros me falaram, isso não é um pão eh artesanal, isso não é um panciro. Eu digo, claro que sim, é um pão caseiro, só que ele tem um estilo diferente daqui. Sim, ele está fachado. A tem pessoas que falam que ele tá fachado com uma máquina, não tá fachado com estas mãos. Uau. Achei também era com máquina. Ia falar: "Ah, você tem uma máquina de fatear?" não entende que eu faço todo a inclusive. Então esse pão foi meu primeiro pan, meu primeiro teste que deu muito certo. Eu saí com um saco e na mão com seis pais desse a pé, pé não tinha bicicleta. Aí passorou um tempinho e o dono dessa casa deu, essa casa é alugada. Essa casa é alugada, sim. Eh, o dono dessa casa dio essa bicicleta de presente para m una bicicleta velha da levar los paes aquí no bairro aumentando. Colo una caixa de plástico en la parte delante, la parte traseira e conseguia vender 15, 20 pais. E aí foi aumentando, aumentando, aumentando. E você produzindo sozinho. Sozinho, sim. no fogão da da minha doméstico. Aí um tempinho depois a gente conseguiu comprar um forno maior e produzia mais paz. Sim, com o tempo, passou o tempo, un um amigo di una macera de presente porque los brazos no daventando, aumentando. Eu consegui comprar um triciclo que está lá emaixo, eh, novo. Depois comprei esse essa maceira, comprei este forno, eh, e foi aumentando, aumentando. Eh, aqui em Novo já todo mundo me conhece. E e a gente passava o quê? De praticamente de porta em porta ou depois foi pegando encomendas? E de porta em porta e depois encomenda com pelo WhatsApp e assim, né? Sim, mas até agora é porta em porta. Você tem grupo de WhatsApp aqui do bairro? Você já anuncia? Não, eu coloco no estatus lo que está pronto para esse dia, para segunda, quarta e sexta. Aí o pessoal vê o produto e alguns chamam, outros não, outros estão acostumados a que eu bata a sua porta, tá acostumado a isso. Guzman, então em que momento você conhece o programa do circuito gastronômico? Foi assim, eh, estamos em 2026, acho que foi no outubro do ano passado. Eu estava vendendo aqui na rua pan e um moço estava fazendo umas como una encuesta, não me entrevist a me entrevist a mim e ficou registrado porque estaban iban a hacer un proyecto. Eu não sabia de que era. Eu passei toda idade e todo. Passou, passaram vários meses e depois um dia Fernanda do da Feak, Sim. Ela me ligou perguntando se eu era Carlo Guzm que que onde eu estava, que ela queria me conhecer. Eu falei o endereço daqui, ela veio e depois eu perguntei para ela, ela me entrevistou, não, ela me entrevistou e que se queria eu fazer parte desse circuito gastronômico do samarai. E depois eu perguntei para ele, como foi que você me achou? Então foi porque em umas reuniões que está que já estavam sendo feitas, uma das pessoas que estavam aí era cliente meu. Hum. Hum. E Fernanda perguntava para ele se conheciam outros empreendedores. Aí foi que Fernanda me contatou por meio de uma de minhas clientes. Se você já chegou a abrir empresa, tem mei você meio desde 2022. Enero de 2022 tá aberto minha oficial oficial 2022 23 24 25 e lo que vai de ano. Ou seja, tem todos os seus direitos assegurados também. E foi muito bom, Mirna, eh, fazer isso, porque justamente nesta data do ano 2025, a gente passou por uma cirurgia de apendicite, quase morri e eu tive afastado da padaria dois meses e esses dois meses o NSS pagou para mim todinho. Por quê? Porque eu tinha todo meu meus pagamentos do mês em dia. entreg todos os documentos, el atestado médico e passei todo isso por el site da do INSS e eles processaram a informação, passou um um acho que foram uns dois tr meses, aceptaram e pagaram para mim est ess esse tempo que você ficou parado. Sim, foi muito bom porque eu precisava esse dinheiro. Eu não, eu não conseguia fazer nada durante esses dois meses. E lá no circuito gastronômico, quando a gente pensa nesse projeto que começou no início deste ano, o que que mudou para você? O que que abriu a sua visão do ponto de vista de do empreendedorismo? Eh, essa essa oportunidade tá chegando para para nós em um momento muito importante, porque já levou bastante tempo tentando crescer mais um pouquinho, tentar sair daqui do bairro, ser conhecido em outros lugares e eh fiz muitos muitos testes, pessoas que quiseram revender pan, não deu certo. O Instagram ainda não não se expande para que eu consiga pegar novos novos clientes e novas encomendas de fora. Hoje quem cuida das suas redes sociais? Minha esposa a Maril Ela é que cuida e mas embora e la conta tenha mais de 30.000 seguidores que polo gastronômico ficaram assim com queixo caído, né? Porque como que conseguiu tantos seguidores e não não não tem a venda correspondente ao número de seguidores. Exatamente. Então não então esse polo gastronômico tá chegando uma hora muito certa para nós. Por isso, hoje qual é o seu faturamento mensal? A média. Média mais ou menos uns eh 4.500 5.000. Isso varia muito dependendo, né? Mas eu preciso aumentar um pouquinho mais, não? Eu preciso eh eh talvez con polo gastronmico es la esperança que teno con toda la proposta que eles estão fazendo de mais para frente eh ser mais conhecido porque eles vão a ter um site, vão a fazer divulgações, vão ser férias, festivais. E você participa de todos os cursos que eles oferecem? Bueno, quase todo, não, não, não todo, pero porque a gente tem um cronograma de trabalho para poder e a gente vive disso, não vive dessa micropaderia. E então, mas eu entendo que essa proposta desse polo gastronômico eh vai ser muito bom para nós. Se agora, o circuito gastronômico que você falou que quer, por exemplo, eh conquistar novos clientes fora da região dos Amarais, inclusive. Hoje você faz as entregas como? Eh, com meu carro, não, porque não usa mais o triciclo, então não, nem a bicicleta, nem o triciclo, porque eh quando eu estava doente, estava na cama, acamado, não, no hospital municipal de Paulinha, com essa cirurgia e eh o Banco Caixa mandou uma mensagem pelo e-mail para mim, oferecendo para mim um crédito. Sim. Aí eu falei para ele que estava doente, que quando eu me recuperara, eu ia para para lá oferecer todos os documento e e deu certo. Eles deram para mim um crédito, certo? E você tá pagando esse financiamento? E eu est pagando esse financiamento e foi com esse dinheiro que você comprou, esse maquinário? Não, com esse dinheiro foi que eu dei de inicial para comprar esse Fiato, para você fazer as entregas de carro. Claro, porque eh todo foi perfeito. Por quê? Porque depois que eu saí da cirurgia não dava mir para eu montarme em uma bicicleta, em um triciclo e saí a vender como como tava fazendo. Sim. Sim. Eu yo eu durei três meses com uma cinta aqui. Sim. Depois de dessa cirurgia e não dava para eu pedalar mais. Eu tava já cansado de de já eu tinha mais ou menos 4 anos eh saindo no bairro de bicicleta e era hora de mudar. Era a hora de mudar e e chegou o carrinho certo e e e a gente vai com esse carrinho e é mais fácil, não s agora pensando nos pães, além desse pão que você mostrou pra gente, você ampliou aí o seu leque de produtos ou você continua só com os pães que você tem mais? Eu comecei com o pão salgado tradicional, mas por exemplo também eu eu faço pães de coco. O pão de coco. Daqui a pouquinho vocês vão ver o detalhe do pão de coco aí. Ah, pai recheado de presunto e queo. Ah, esse é salgado. De de Esse é salgado, sim. Esse é salgado, tá? E faço e e na na época do fim de Ah, aqui, ó. Isso que eu ia perguntar. Ah, fim de ano tem panetone de choc. Fim do ano foi bom? 2025. Muito bom. Foi muito bom. Vendi muito paneton e de do ano 2025 para cá eu não parei de fazer paneton. As pessoas continuam comendo todas as épocas. Todas, todo este ano estamos em setembro e todo este ano a gente faz panetono. Sim. E daqui para frente, Guzman, o que que você espera, já que você diz que quer ampliar o seu negócio? Como o circuito, esse programa do circuito gastronômico pode ajudar nesse seu projeto de aumentar a sua produção, aumentar a sua entrega, a conquista de novos clientes? Eu acredito que vai ser eh muito bom porque eles vão, eles têm planejamento de fazer muita divulgação de todos esses empreendedores que fazemos parte do circuito gastronômico dos amaros. Eles vão a criar um site, vão a fazer festivais e de fato já se está planecipar 24 primeiro festival do circuito dos Amar. E aí já hemos participado em outras férias que eles planejam, né, que eles vão, a gente foi, por exemplo, a última que foi aqui caipira aqui em Seasa. Sim. A gente foi e levou muitos pais e em meio-dia a gente vendeu tudo e fizemos relacionamento com outras pessoas que depois puderam comprar. Isso. Eu tenho uma experiência, posso contar? Eh, uma experiência assim, um un casal passou em Seasa feria caipira e eles vieram o panetón, o chocot e minha esposa ofreci, não ofreció e la esposa do moço falou, ele não consegue comer esses panetones do mercado porque ele passa mal. Então minha esposa e eu le falamos, esses são pais, esses são panetones 100% natural. Eles não vão fazer mal para você. Eles são feitos com todo natural, essência natural, nada artificial. Você, eu garanto que você vai a usufruir muito bem desses desses desse produto. Então ele falou assim: "Vou fazer um teste". Comprou um panetão de fruta, tudo bem, e deu um cartãozinho para ele. Sim, ele mora em Marão Geraldo. E aí foi embora duas semanas depois. ligaram para para nós pedindo três panetones mais. Por quê? Porque ele sentiu que ele conseguiu comer um panetão de fruta tranquilamente e ele e ele virou cliente para nós. Seu case de sucesso, né? Então isso é lo que eu entendo, entende? Eh, quando falamos del polo gastronómico amar, eu aí veo uma oportunidade para a gente ser conhecido em outros lugares e quizás mais para frente, por meio deles, a gente consiga eh ter uma loja física. Esse é meu meu objetivo mais paraa frente, né? Então, a gente vai deixar um combinado aqui no ser empreendedor. Eu já falei lá no começo com a Gabriela, que é lá do Maria Rosa que como o projeto ele dura 3 anos, a nossa ideia é ir acompanhando a cada ano a evolução. E a gente espera então mostrar aqui no nosso programa a sua loja física, combinado? una física bien bonita, bonitinha que los brasileiros moa ir para lá sentarse, tomarse um bom café com um salgado, por exemplo, esses songados de lá de Venezuela. Lá se chamam cachitos cachitos. Isso. São cachitos de presunto. Lá é cachito de Ramon que Então em breve teremos catitos em uma loja física em Campinas. Isso. Catos. Eh, panetones, chocotones. Eh, olha isso. Pão de fermentação natural. Olha que lindo esse pão. Isso é um pão especial. Ele é um pão que leva 24 horas de fermentação. Hum. Na geladeira. É uma é uma padaria artesanal, micropadaria artesanal, muito saudável e e com muito amor, pelo jeito. Claro que sim. Olha, você fica até emocionado como que é então hoje, né? Você passou por tanta coisa, tá nesse ponto da sua vida, ainda continua construindo esses sonhos. Como é isso para você, Gusm? Ah, graças a Jubá que a gente consegue fazer muita coisa, não? Porque todo graças a nossos porque se se com nossa própria força a gente não conseguiria todo lo que a gente ha conseguido, todo lo que ha conquistado. Claro, também com a ajuda de minha amaril, de mi esposa. Ah, ela é a parte administrativa, né? Isso. Ela é la que faz a a parte da marketing digital. Olha, sim. E e é muito bom, muito satisfatório que a gente conseguiu ter uma profissão própria. Eh, embora eu na Venezuela não sabia nada de padaria, ali fui aprendendo e o mundo da padaria é um mundo muito grande. Eu eu yo considero que apenas estou começando no mundo da padaria. Tem muita coisa para fazer demais. E para aprender. É um mundo muito grande para aprender. Ah, então a gente vai mostrar isso numa outra oportunidade, porque o ser empreendedor vai ficando por aqui. Lembrando que você pode acompanhar todas as histórias inspiradoras que nós trazemos, que ficam disponíveis no portal da TV Câmara Campinas e também lá no YouTube. Lembrando que todo domingo, 5:15 da tarde tem um novo programa para você.
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