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[Música] [Música] correr caminhar saltar faz bem para a cabeça e para o corpo da gente também só que o sport é muito mais que bem estar é inclusão também por isso hoje mãos solidárias vai mostrar a história dessa turma que o pernas de aluguel que espalha solidariedade alegria e inclusão pelas ruas de campinas e de são paulo também quando a cadeira pega ritmo as ruas ganham um colorido especial [Música] ea corrida é muito mais que o percurso a seguir nunca foi só um acordo nunca foi o pernas envolve muita coisa apenas é uma família mesmo hoje apenas uma família dentro da minha é uma família e dentro que outro família no caminho de quem não pode seguir com as próprias pernas a liberdade é uma restrição de liberdade porque teoricamente não poderia porque pode uma coisa de muitas limitações físicas e aí você participa de provas de 10 2011 ou até 42 como eu já participei caem inclusão de verdade porque eu não posso correr mas que tem uma limitação não tem nada a ver uma coisa com a outra e eu não me preocupo com o tempo a gente não se preocupa nem a liberdade é a sensação de que este momento nakaya e interagir com outros corredores senti a emoção ea alegria de os atletas ao cruzar a linha de chegada enfim poder sentiu que tantas pessoas simplesmente ela queria muito feliz alegre porque é evidenciado em agosto de participar e concorrer para ganhar muito abdallah aba tudo foi feito para a saúde ea alegria e prefiro correr muito tudo isso faz parte do projeto pernas de aluguel a idéia é colocar essa galera aí pra correr mas não é só isso correr aqui é muito mais que um verbo só é o carinho é o sorriso é a pureza que tem nele sem é tudo em geral é tudo o perna de aluguel tá nas ruas há mais de seis anos onde tem corrida lá estão eles por um motivo bem especial para desenvolver cada pessoas com deficiências tanto para dizia cerebral que a gente ajuda a criança para lítica antes anderson tinha só a cadeira como companheira há três anos tudo mudou eles quer que eu tenho limitação física aqui é todo mundo igual a todo mundo que entre divertir correr senti a grená lino 20h endorfina atletas voluntários ajudam pessoas com deficiência a percorrer as corridas como o nome do projeto diz emprestam pernas e vão além do trajeto a seguir quando eu tô na corrida num eu simplesmente é a criança é o cadeirante que estava impresso literalmente minhas pernas pra eles e ver a alegria deles em abril braços sentir livre isso faz toda a diferença no meu dia na minha semana em tudo a experiência não é boa só para quem está na cadeira a felicidade né principalmente deles são de velhos do jeito que eles ficam felizes contentes pra gente é mais ainda só que ver eles a alegria que eles ficam detalhe e querer mais ainda de querer voltar de que ele continuará correndo é grande demais é muito amor é gostoso de ver tem muita gente nesse time são mais de 20 mil voluntários espalhados por aí e ajudar o próximo não tem preço o que é gratidão pela vida gratidão por tudo ganhar liberdade enxergar o mundo além das cadeiras faz um bem tão grande que nem dá pra medir eu me sinto livre condutor sentado aqui correndo do lado desses meus amigos que a gente acabou pegando uma forminha então é muito incrível só que a equipa sabe como é bom estar aqui histórias de superação e de inclusão agora a gente vai conhecer um pouquinho mais sobre o perna de aluguel e por isso vou conversar com o joão marcelo e coriolando tudo bem tudo bem tudo bem o jogo começar por você como é que nasceu a se esse projeto tão grandioso bom o projeto começou em são paulo já faziam um alguns meses antes já faziam né esse tipo de de inclusão eu vi um vídeo nas redes sociais e porque não implantar aqui em campinas conversei com o coordenador lá o edu lado de são paulo eu topo vamos com vontade e vão montar o projeto em campinas aí começamos com uma instituição porque eu não tenho familiar nada que têm alguma deficiência né você chamou a atenção o como eles saíram pelas ruas moneo dessa história ele sai pra vocês saem às ruas no ano nas corridas nem somos deficientes cadeirante é é um triciclo adaptado a gente vai levando essas pessoas com deficiência nessas corridas de rua e isso te chamassem chamou atenção eu entrei com o edu é o coordenador do projeto e aí como não tinha nada não tinha uma referência uma pessoa com deficiência tem ninguém na minha família ou amigos que têm alguma deficiência aí eu fiquei durante seis meses como voluntário na casa da criança paralítica para mim ter contato né como é que foi esse com o primeiro contato eu acho que é o primeiro contato com todo mundo né parece que é uma perspectiva que são pessoas de outro planeta né é porque você não tem intimidade pesquisa tudo delicado tudo tem que ser de ter um certo preconceito não é já um pouco de preconceito e conforme se vai conviver nos e ficar maravilhados encantado com esse pessoal e aí foi foi até é aí eu fui me e me envolvendo envolvendo envolvendo até hoje sou voluntário da casa da criança paralítica e o projeto tá aí começamos com alguns princípios as pessoas iam doando o projeto foi crescendo né e aí mais voluntários e hoje tá tá nessa proporção né quem está precisando de algumas mudanças agora são se você falou dos voluntários são quase 20 mil voluntários orlando é um deles nem orlando como é que você chegou até o projeto conhecer o projeto do colega de trabalho que acaba no hospital pedro ii já correu o tempo que estava com excesso de peso quando uma dessas corridas eu vi cadeirante passando e na verdade minha esposa falou poxa vida porque você não participa de um projeto desse você vai correr por correr você já está melhor fisicamente você disse à chegada som do duplicado é duas vezes chegar no local né e aí eu me inscrevi no projeto e participar disse o john gostei a 6 e também não sabe assim a primeira vez que eu fui ao cadeirante o blog é um susto assim você pensa em que vai quebrar a pessoa que vai aí quando você começa a correr dá uma emoção muito maiores que falar quem olha é a primeira corrida que eu fiz da integração quando eu a largada assim senti uma coisa assim uma alegria uma satisfação privilégio ea primeira vez que eu conduzir um cadeirante tudo isso em dobro mesmos em dobro se ressente uma pessoa melhor mais útil estou fazendo algo por amor ao próximo sensibilizado no mundo assim tão egoísta que cada um pensa só no seu seu eu aí você se doa para alguém isso é uma sensação que não tem preço e que mensagem que vocês passam quando você corridas bom eu acho que a minha grande a grande grande mensagem que acho que que deixa é que todo mundo pode fazer qualquer coisa é hoje você vê pessoas com deficiência andando de skate né e andando de surfando então quer dizer num existe parreira e às vezes barreiras e o que eu noto é os próprios pais que deixam os coloca essas barreiras precisas filhos com deficiência então é se esse tá na hora de começar a mudar os pais começarem a libertar os seus filhos né nessa questão já o qual é o papel da família principalmente a família que tem um filho um parente deficiente eu vejo é o projeto me me despertou muita empatia consigo olhar num a forma como os pais devem como eles vivem é todo lugar eles são discriminados não têm lugar em tabaí restaurante todo mundo ficou olhando então a primeira reação que eles têm para qualquer coisa essa vão entrar lá vamos olhar de uma forma e não voltei a acessibilidade e certa não tem esse bloqueio então é necessário sair desse bloqueio né porque aquilo nunca se tornará visível e invisível e aqui não direito né e aí que no projeto no mundo já está acostumado então a gente trata a eles como qualquer pessoa normal não tão aí cria-se essa imagem de que nem tudo é contra eles né e assim pelo que você estava explicando a família tem que incentivar o convívio social isso é eu acho que uma barreira que é que nunca falamos começo a família medo aí vai correr a chuva o frio tal correr um princípio com pessoas que eu nem conheço então tem essa barreira é necessário que os pais é ter essa barreira da frente né e comecem a deixar seus filhos fazerem o que eles querem o que eles podem fazer entender que concorda anos acha que tem que ter esse convívio né as pessoas têm que estar estar inseridas mesmo na sociedade esse bloqueio que existe na família que vai privando os próprios filhos devido a esse preconceito que o que o joão falou mas a própria família já era um preconceito interno gera um preconceito interno de a limita que ela já limita porque convivi dia a dia ele pensa assim essa cadeira é uma prisão não vou tirar de uma prisão para por outra cadeira pra assim dá uma ilusão de liberdade mas não é é o contrário quando você coloca a pessoa pra correr um triciclo ela vê que ela pode como disse o joão pode interagir por isso é libertador e interagir com os outros competitivo s correndo ao lado e socializa e é mostra assim um grau de diana faz amizade tudo o que tem de bom pra mim e é visível explica tinha crianças e um adulto saque com uma deficiência só andava antecipo hoje ele já vão fazer basquete adaptado já fazem dança inclusiva é então quer dizer que o google então quer dizer o projeto é só uma alavanca para que por aqueles bom restaurante sem problema nenhum que eles procurem um outro esporte não só a um esporte que eles mesmos possam praticar tem tanto tem arco e flecha tem basquete tem vôlei adaptado embora o primeiro passo pra despertar o olhar o que eles podem exatamente e como é que vocês escolhem são corridas assim ele falou da corrida integração nessa ocorridas um multi dois então vocês escolhem corridas é com bastante número de pessoas como quer a escolha dessa conta é na verdade é as corridas a maioria das coisas a gente participa ok e então a gente não tem uma escolha de qual ocorrido a gente vai ou não né a gente procura participar de todas nessa logística muito difícil levar os 35 que nem para eles entrarem na corrida no circuito da corrida muito difícil acessibilidade para eles dentro da corrida não isso você tocou no ponto importante que é a acessibilidade ainda falta muito vocês percebem isso também quanto à acessibilidade também volta a falar existem várias privações e as corridas oficiais não estão preparadas para essa aceitação da pessoa que tem uma deficiência e é cadeirante deveria ser pensado e sim é uma palavra bastante comum é a inclusão da palavra nós mas eu gosto mais da integração eu acho quando a inclusão parece que é uma coisa minha forçada é uma coisa eu acho que a inclusão eu imagine a a integração o espaço já tá lá antes de ver essa pessoa já pensar no já está íntegro naquele espaço né mudança para todos aqui na na lagoa não tinha nenhuma ou poucas guias rebaixadas a estrela que todo o domingo todo ministrar as crianças aqui hoje se você der uma volta na lagoa ser várias mas várias guias rebaixadas isso foi mudando também foi na concepção é por causa da gente não sei mas tá vendo que cria se um é uma formiguinha que vai querer uma semente nossa senhora é a um tempo atrás não tinha nenhuma nem um banheiro inclusivo aqui no taquaral eu não sei se hoje tem não sei se hoje tem mas é um bom tempo 11 anos seis meses atrás não tinha nenhum banheiro e você falou dessa questão da integração por exemplo quanto você é unir o esporte e essas preocupações vocês acham que causa certa transformação social também é o grande exemplo foi a lagoa né ea e dentro da corrida já estão pensando já estão mudando já tem largada largada especial pra eles o valor já é diferenciado né então quer dizer vai criando esse ambiente propício entendeu é um trabalho de formiguinha a corrida é um vetor mas algo vai vai aparecer ao redor de som além quando vocês estão lá correndo vocês acabam chamando atenção vocês ganham mais voluntários ou até mais famílias que querem colocar ali mas eficientes que ele participar acabam chamando realmente atenção chama chama é essa imagina uma corrida tem um mínimo 1.500 pessoas né não chama a atenção então é o projeto andou crescendo demais houve um momento que a gente teve que andar um pouquinho para trás para melhorar a estrutura porque tinha muito voluntário muito perceber que a gente não tinha estrutura para isso então a gente cresceu em jogo não é a hora de voltar vão voltar um pouquinho ou melhorar a estrutura uma pausa e uma pausa porque aí vai vai naquilo que eu falei tá sendo uma inclusão nénão uma integração né então é é é um novo momento que teve que é parece muito festivo mas é muito bem pensado né você falou do treino dessa questão de como da estrutura tudo bem planejado é por exemplo na casa da criança paralítica lá tem 350 crianças que lhes que eles cuidam um dentro da instituição existe uma corrida por mês a gente tem 30 e 35 se a gente levar todas as crianças de uma instituição enxuta que muitas corridas não foi a idéia do treino então o treino todo domingo aqui no taquaral faz com que mais crianças possam participar não é uma corrida não mas a sensação é bem próxima né então é é uma atividade que possibilita que se faça mais mais que certeza que o esporte tem essa função também né de integração sim sim é o que o que é o esporte é transforma a autoestima melhorou distintas escrever essas pessoas são assim né então você sentir aplaudido uma china uma chegada né abraçado pelos voluntários acarinhados e ver que o olhar do voluntário é um olhar diferente é um olhar de de abraço mesmo então não existe eu acho que emoção o prazer de a suprema sair né eu penso eo prêmio né seu prêmio a gente vai dar uma pausa e agora porque a gente vai fazer um rápido intervalo você não sai daí que daqui a pouco a gente volta pra falar mais sobre esse projeto é rapidinho [Música] estamos de volta e vamos continuar falando sobre o perna de aluguel orlando estava comentando um pouquinho sobre as barreiras existem várias né em claro uma das barreiras à deficiente cadeirante é a própria cadeira que faz criar muros em volta porque não têm como se locomover e cada vez que a gente leva um cadeirante há um projeto desse a gente quebra essa barreira e liga através de pontes que é uma ponte da corrida pra integração e mais interagir e quebra se o muro e mostra a possibilidade é a questão da integração mesma e eu vi os vídeos também a felicidade dessas pessoas participar nelas vão demonstrando isso ao longo do percurso a gente vê existe um ganha-ganha aí né por exemplo muitos voluntários embora não fisicamente você imagina que eles são tão normais né mas é muitas pessoas do projeto vem com depressão é uma relação de marido e mulher ou do namorado complicar em alguma de michael mann demanda e aí aí bem relatou por joão projeto mudou eo que aquele problema meu não é tão grave assim né então ali e se tudo é um ganha ganha ganha ganha então isso é um questão é engrenagens que vão se encaixando e é um ganha ganha de todo mundo então se a pessoa souber dosar essas coisas ela vai ver que o bem estar além de físico da corrida eo mental desses problemas que um possa ter vai amenizando porque vê que o problema de deles né não é tão grande com um além nené e somente então recebi relatos aí a joão poxa está com uma depressão enorme tal e o projeto me fez né peter é é estar com essa coisa problema de uma coisa mais a mina hoje você falou no primeiro bloco sobre os triciclos as cadeiras como é que vocês conseguem bons princípios a maioria tudo doado neto doado sessão atrás é geralmente as pessoas vêm e nos do agora eu queria saber por exemplo quem quer chegar na linha de chegada que quer chegar até aquele ponto a gente tem um agente faz um dedão um nerd a gente faz porque consegue caminhar em sair do município e vem caminhando né agora imagina que uma pessoa onde o mundo dela era completamente contra ela está cruzando isso até me arrepio está cruzando a linha de chegada todo mundo aplaude no louco todo mundo vai vai vai vai então é uma emoção que é é como se fosse uma pessoa ganhando sei lá olimpíadas o marathón e aí você olha os voluntários todos emocionante tom emocionado a criança rindo às vezes até com braços aberto assim né então a isso num tem preço tem preço é um prêmio pra isso é muito emocionante é muito então todo esse trabalho que se dá a quem conversou aqui e ali é como você tem um filho dá um trabalho mas com vida um sorriso quero ter o quero nené que ele vai querer é assim que foi crescendo né e aí vocês vão plantar essa semente contendo esse retorno eu vejo que durante a corrida tem vocês batem palmas também é isso é pra que a gente vá que né a quem está correndo né está passando e as pessoas que correm aí começa a bater palma todo mundo corre jorge junto até quem não está no grupo q tava que está participando 1 os estúdios estão correndo em volta bate palma né não quem está assistindo pelas ruas acaba vendo assim falando puxa vida né é uma palma incentivo fala valeu você está conseguindo eu consigo consegue consegue sim entre em contato contato conjunto em contato com o projeto acesse o site porque a pessoa fica numa situação e assim a será talvez e você cruza a linha de chegada é todo mundo vai pelo prêmio pela premiação hora quanto vale um sorriso de uma pessoa dessa uma liberdade ele se libertou da cadeia naquele momento ele não é mais um cadeirante e sim um vencedor ele é um ganhador ele competiu e chegou ao final eu digo eu costumo dizer que hoje depois do projeto eu sou uma outra pessoa eu sou o outro pai eu sou o outro é marido a minha relação com as pessoas mudou então quer dizer é transformador né como você cresce como ser humano não se tem um outro é outros valores mudou seu olhar né o olhar é e às vezes nem quando assim é só conviver e aí por exemplo você vendo aqui com eles de domingo também é do eva vai além da corrida porque se torna uma atividade lúdica de lazer também é de assim eu acredito que se sente parte do espaço né e é uma coisa que acontece com o corredor é ter um momento que pára de treinar à tarde então isso força a pessoa e treinar tem que lá porque as crianças não está então quer dizer isso incentiva também né a prática esportiva eo pernas é uma grande família haja aconteceu o casamento saque já a amizade então virou uma grande família uma grande família e todos né não parece que a gente já se conhece há muito tempo né o acerto vai agradecer vocês falando que é aproveitar a acorrer do esporte solitário eo pernas transforma isso no esporte solidário é certo muito obrigada vida louca o pé no chão que estou ligado a gente vai ficando por aqui a gente continua mais um pouquinho com essa reportagem bacana a companhia o projeto tão importante que dá pedras e solidariedade precisa de uma mãozinha é que a sede ficou pequena para tanta gente e tantos sonhos hoje pernas precisa de ajuda para a gente terminar a reforma do qg que ele chama de gené a gente poder voltar a fazer todos os domingos o nosso treino independente das corridas que tenha na cidade é que a gente se inscreva então a gente precisa de ajuda financeira mesmo o material com o pedreiro né que muitas coisas a gente conseguiu mas isso a gente precisa pagar a reforma já começou mas precisa de material e mão-de-obra angélica é arquiteta e doou o conhecimento eu cheguei através de outros voluntários e que havia essa demanda é para fazer uma reforma na sede e aí foi com que foi dessa maneira que eu conheci o joão e ele apresentou o projeto fica encantada com o projeto isso me sensibilizou e aí eu que participar a nova sede vai ser um espaço ideal pra turma toda totalmente acessível que pudessem integrador né tivesse espaço de convivência que tivesse o apoio eles é o joão me falou um monte de necessidades que eles precisavam e aí eu tentei suprir essa necessidade através do projeto tornar de rampas já não é um banheiro acessível é uma cozinha também fizesse o apoio capa os corredores estão a intenção do projeto foi essa tentar integrar a tentar deixá se acessível nas normas e poder é contribuir com os corredores nessa maneira o pernas de aluguel quer seguir mais longe colorindo as corridas e à vida à família do bruno sabe bem o que é ir além das cadeiras ele sorri e interage brinca com qualquer pessoa bebe água é tal 11 uma outra pessoa nasceu outro bruno bruno não perde uma corrida sequer a família toda sempre ganha uma recompensa de ouro coração pira da vontade de gritar pular e da cambalhota tudo de uma vez a gente fica em êxtase por ele eu não acompanho mas eu fico na linha de chegada esperando a jamila também se transformou bastante por ver a dificuldade que eles têm por estar vindo ea gente sem dificuldade nenhuma prova colocando empecilhos então comecei a olhar mais para mim e ver que eu era pequena através de tantas pessoas que tinha mais dificuldade em fazer todo o esforço para tavinho todo domingo de manhã então aí me apaixonei foi à primeira vista mesmo já nesse projeto não sai mães correr sentir o gostinho do vento fazer amigos a corrida tem dessas coisas mas para esse pessoal aí cruzar a linha de chegada vale muito mais que uma medalha no começo eu achei que para ele não existir em outra coisa no seu a cama e o sofá e conhecendo alexandra eu vi que não que há coisas melhores para eles basta alguém abrir a porta e mostrar que eles têm espaço então tem muita coisa envolvida muito amor envolvido não tem como explicar não dá pra explicar e você quer entrar para esse time e ajudar o pernas de aluguel é fácil é só ligar para o telefone 0 19 999 24 86 36 [Música] [Música]