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Mãos Solidárias: Hospitalhaços
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Mãos Solidárias: Hospitalhaços

142 views Publicado 30/07/2019 HD · 30:44

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Vamos te mostrar uma turma que tem um remédio que se encontra em qualquer lugar. Conheça o pessoal da ONG Hospitalhaços.

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olá hoje mãos solidárias a falar com uma turma que tem um remédio que não se encontra em qualquer farmácia não é o pessoal da ong hospitale aço se leva amor solidariedade e muitos risos aos hospitais da região parece brincadeira mas o trabalho é sério [Música] são 400 voluntários e cada um aqui tem uma missão ajudar quem está doente encontrar um caminho mais alegre a gente vai conversar agora com o voluntário para entender como esse trabalho vou conversar com o paulo ops com o doutor júlio kiko a corda do tejo lico difícil como é que você tá bem como é que sabia que eu to lei que eu queria saber como é que começou seu trabalho e dentro da ong eu ingressei na ong em 2011 3 2011 sempre no mesmo hospital no hospital ouro verde com vários palhaços comunitários mas se você dá um tempinho né tem mais é que você quer ou trabalhei pode ser feito no hospital até 2014 antes de pará que teve que trabalhar em outra cidade de são paulo pediu afastamento da onu também poder trabalhar acabando meu trabalho lá e voltei pra campinas de novo já sou de campinas aí eu me interessei e novamente não nos parece e teve que passar por um processo também de reciclagem disse atualizar para continuar o estudo processos e ano passado e esse ano nas cuba em janeiro fiz todos os processos que faz quatro treinamentos e agora minha formatura agora por que você gosta tanto de ser um palhaço humanitário o palhaço humanitário eu acho que a pessoa tem que se doar do acreditei porque ela acha que ela tem pessoas levam pouco de de amor é é um pouco de esperança para as pessoas que estão no caso de hospitalização do hospital chamadas né é um prazer é um prazer muito grande falou nós os palácios de ramos é é um remédio à massa essas pessoas que estão internadas mundial pela cura e que você percebe assim quando você chega lá no hospital encontra um paciente você de certa forma faz uma abordagem mais leve que você percebe que você está mudando o que eu estou mudando é o estado emocional daquele paciente no hospital porque o hospital é um local que você está sendo tratado então você não está na sua casa você vai ver que seus familiares por mais que seja bem tratado com os profissionais que nós temos para os profissionais ótimos profissionais mas eles estão estão um ambiente que não é deles então olha humanitário ele ele entra nesse nesse ambiente como se fosse uma extensão da família dele mas tem gente que não gosta de gente que não gosta mas respeitamos todas as regras entramos dentro do quarto do leito e algumas pessoas não aceitam a gente e normalmente sabe só que nós tentamos reverter então a gente reverte com outros palhaços fazendo uma outra abordagem e no final eles sempre nos atendeu deixa a gente entrar novamente então a gente tenta quebrar esse paradigma ea gente tenta é levar o máximo de de alegria pra ele é um trabalho de construção né se você vai pegando a confiança com talento de um leito da paciente ao paciente e cada dia de atuação é um dia de atuação nem todos são iguais então hoje eu dou o doutor julinho tatuando de uma forma no outro quarto após o retorno de outro está atuando com uma pessoa idosa no outro quarto para toda criança o que o paulo aprendeu quando a taxa olímpico unidade idade respeito pelos meus pais o ser humano né então você tem que ter respeito tenho personalidade e resgatar resgatar ao máximo essas pessoas com palavras delicadas com um sorriso no rosto essa pessoa também sobre pra você e se o sorriso ea cura é o remédio que foi um muito obrigado doutor lico agora eu quero saber qual é a especialidade do doutor joseph no qual é a sua especialidade em por isso que esse nome tal como é que essa brincadeira lá com os pacientes a brincadeira a gente a gente toda vez que conversa com as pessoas a gente tem total sorriso trás e você acha que é o melhor remédio mesmo só isso nossa atuação com a consultoria na maioria das vezes por ser um momento realmente como tal o aclamado como um pólo disse que o desafio é justamente tirar um pouquinho naquele momento a gente tem que pegar um pouco do meio ambiente pode parar porque você chega num ambiente que às vezes é muito triste aí você já chega um outro energia né como é que vem a inspiração da onde vêm as idéias pra vocês transformar aquele ambiente do hospital quase veio do treinamento que nós tivemos né eu realmente não tinha noções de como abordar em que é o nosso caso não é e da forma mais delicada possível evite tocar um pouquinho outro e permite que a gente entre que a gente só uma conversa só uma piada ou só um ou outro qualquer tipo de brincadeira a gente consiga desenvolvendo com os pacientes e também com os acompanhantes você tá um ano aqui nessa sua trajetória o que você já conseguiu transformar no outro que você lembra de alguma história que tinha emocionou semanas que aconteceu a gente não tem um dos tópicos seu trabalho na santa casa de valinhos e vi uma senhora é conversando com algumas pessoas que passou em comunhão com a gente assim vocês vão conseguir fazer o sorriso porque meu marido está em fase final e não tem muito o que fazer e aí uma das coisas que nós aprendemos do treinamento tiro o chapéu de palhaço posso te abraçar eu abracei ela sorriu e chorou eu chorei junto não tem como um momento muito especial a gente vê que a gente não tem problema vai além do personagem usado nos grandes presentes que ele estava recebendo da onu e como é que você se sente fazendo parte de tudo isso também você mudou nesse um ano diferente sem bons faz muito bem não só pra o trabalho que se propõe a fazer voluntariamente mas pra minha casa pro meu trabalho então assim leva as coisas de uma outra forma hoje eu tenho uma visão de outra forma das coisas que a gente tem que encarar mas a gente está cansado a gente tem com nossos problemas pessoais como é que faz para deixar tudo isso para fora da porta do hospital eu vou muito de família cada vez mais tenho certeza a gente vai lá se doar para o marketing não ter transposto a percepção de que a gente não tem problema ea gente tem muito para poder oferecer gigante então isso sempre supera em todas as vezes eu nunca tive ocasião de fazer uma atuação hospital que não não foi dessa fase e olha você com todo um caso de uma senhora que sorriu então o sorriso realmente ele é transformador é o melhor remédio sim com certeza é o nosso cartão de visita junto com dores mas o sorriso de bulldog imagina e quando você sorri a pessoa sorri de volta ao normal na maioria das vezes assim mas sim uma grande maioria que estão perdendo de verdade e com muita humildade e adolescentes cada um sabe o momento que vive e assim a gente tenta fazer o trabalho demonstrou nenhum sério muito obrigada doutor josé rufino a doutora laura bela é toda colorida charmosa e doutora ela chegou aqui no ano passado como é que você veio parar aqui na ong bom o ano passado eu consegui porque era o meu ano né sou professora aposentada andei procurando outros tipos de trabalho em outras ongs fizeram o ano retrasado mas eu não pude vir no dia tá palestra o ano passar esse ano vai ser ii chegando aqui comecei o curso só que no meio do caminho tinha uma pedra quase desistiu quase eu quebrei o pé então eu fiz o meu curso com os modos com a muleta quanto à dor então isso foi assim mais fortificante uma energia maior para que eu pudesse continua você queria fazer parte disso tem algum motivo especial olha eu acho assim que o chrome em trabalhar no hospital nunca tinha tido essa experiência mas é um trabalho que você trabalha com a sua alma é um trabalho de alma então quando você e eu como sala de aula é cada quatro cada um colocar cada um o pr é o pronto socorro que você entra parece que você está entrando numa aula diferente num momento diferente né e tudo isso vai transformando a sua vida então eu saio de lá muito mais positivamente gente do que quando eu entrei você vai aprendendo com cada visita é é a gente falou muito dos pacientes mas as famílias também participam dias muito muito porque eu atuo no vera cruz no boldrini né no vera cruz é uma clientela assim que bem diferenciada em relação ao outro porque há mais crianças né mas é no verão que é quando você entra aparece assim que todo mundo você é muito bem recebido então eu acho eu não imaginava que esse nariz você tem a força que tem porque às vezes já aconteceu de você nem tamaki aqui mas você coloca o nariz aquilo ali como pessoal sorri com nariz só de você por o nariz ea pessoa já percebe que você tá ali pra passar algo bacana pra ela e no boldrini é um mundo assim que a eu me sinto parece que você tem outra dimensão sabe por que lá são crianças felizes com toda aquela situação contudo família né e então quando você entra ali no boldrini também é uma coisa assim que preenche você totalmente e as famílias a dora então a gente às vezes encontra assim quem não quer que as pessoas falam pra você olha geralmente eles agradecem demais então você se sente assim necessária porque vencer só você faz uma brincadeira canto uma musiquinha né mas quando você se a pessoa quer até se tanto mas tanto que você assim se sai com o meu maior presente a gente fala assim é algo simples mas não é né porque é um remédio e ao qual falei não é um remédio que se compra mais remédio que se transforma exatamente um remédio que realmente aqueles segundos aqueles minutinhos que você fica tudo quarto né o no corredor ou em qualquer outra situação é um momento em que o mundo está precisando disso de alguém que dois um pouquinho do seu tempo com carinho pra alguém que você nem conhece então no momento parece que todo mundo ali é faz parte da sua família porque aí você encontra aquele cara que tá correndo porque o filho vai nascer então você está participando daquele momento especial você encontra aquele que tá segurando de um câncer que é um momento especial e como você também encontra aquele que perde o melhor é pra eu então você também ali é uma pessoa importante né eu acho assim que o álcool assim de alma mesmo agora você falou de várias situações aí dentro de um hospital como é que fica a sua cabeça para criar ali algo na hora né pra ajudar aquela pessoa ou a família dela de onde venha assim a idéia chega na hora assim é um é na hora geralmente a gente não leva nada pronto assim que vai vou fazer porque não tem como você entra no quarto de repente encontra uma situação mas você tem o seu parceiro né a gente atua muito pela dupla trio então assim olhar que há uma das coisas principais que eu aprendi na onde foi assim o olho no olho é o que eu levo tácteis do ano passado para a minha vinda quando você conversa com a pessoa olha no olho dela você passa o que você está querendo então é quanto você se encontra com o seu parceiro neo ali já vai porque tudo isso a gente aprendeu também as técnicas né nosso curso então tudo isso ajudou muito então é fácil pra gente se torna fácil né porque tá na alma isso então é uma coisa tranqüila agora quanto pra mim o que significa a solidariedade solidariedade é você para o que você acha que é importante para você e se dedicar a outra coisa então por exemplo hoje eu ainda não tô cansada mas não eu vou doar algo meu pra outra pessoa eu abraçar o olhar sorrir aquela pessoa que você nem sabe quem é mental onde veio e para onde vai então isso é você tô há uma parte sua nécessaire uma coisa e praticante por que você não fica doente isso é o maior remédio até pra gente é que é muito difícil você fica doente porque você já tem aquilo na veia é que ele remédio que ele elixir que carinho de amor então isso é muito importante pra gente e de sorriso [Música] agora a gente vai entender um pouco mais como funciona toda essa estrutura que não é pequena não sou 400 voluntários 35 mil atendimentos por mês em campinas e região por isso que eu vou conversar com o seu nelson e com a beth seu nelso pra começar como é que nasceu a ong hospitalar assis então muito tempo atrás né há 20 anos a nossa fundadora no qual queria ela verificou a necessidade de se ter um pouco mais de uma humanização nos pacientes do hospital e isso daí gerou a ideia e foi nisso do hospital e ela começou como indo até os hospitais era uma tuna menor como é que era o comecinho dessa trajetória eu comecei o praticamente ninguém nã com poucos voluntários que esqueci foram que foram se agregando ao longo do tempo recebendo alguns treinamentos poucos na época mas aí verificou se que a ideia era viável e que os benefícios é ele mesmo aí munique hospitalar fixo cresceu e agora muita coisa mudou nesses 20 anos você já tem uma estrutura bem maior feita a escritura acresceu que a organização hoje é muito grande e no fundo é uma organização é um ego vou falar um negócio porque não se aplica muita gente mas é o tipo de atividade que requer controles procedimentos processos a requer controles administrativos têm leis têm que seguir tem contabilidade tem fluxo de caixa então tudo isso que uma empresa tem tá então na nossa associação tem esse lado da série que ela ela foca esse tipo de atividade que não é um voluntário agora a gente vê a figura do palhaço mas é um trabalho muito sério sem dúvidas e sem eles não haveria esta organização está nessa associação então eles são a menina dos olhos da sua ascensão e pra isso a aceb serve de suporte para providenciar tudo que é necessário para que eles cumpram a missão deles porque ia ser voluntário é uma missão certo agora em falar nessa missão é como essa preparação das pessoas que chegam aqui querendo prestar esse trabalho tem uma preparação não sendo ver essa preparação é é bastante criteriosa a nós começamos como edital até o edital não é não é três linhas é um texto no qual a nós especificamos uma série de de coisas que são necessárias aí os interessados a assistem uma palestra institucional no qual é mostrar a esses candidatos a a palhaços né há o que a ong o que se espera de empanados qual é o tipo de de atuação que ele vai ter que algumas vezes a pessoa quer ser voluntário e pensa que a vou lá vou colocar então são falados algumas regras iniciais regras são sérias e aí os interessados em continuar aqueles que viram que o o os objetivos que eles tenham se com a dor ou o john ellis eles passa por todo um processo a técnica psicólogos tá certo e vão para o treinamento esse treinamento são são tempos em quatro módulos no qual o candidato ele vai ingressando nesse conceito de ser avaliados mas inserindo cet palhaço humanitário então a tem módulos de maquiagem tá certo tem esses todos esses módulos estrela fundado por isso o pensamento são sons são profissionais a dessa arte o som é contexto tutor não é pegar qualquer pessoal ou não são são pessoas que que que vivem isso tem para o devido registro no seu no seu órgão competente por cento e ea cada passo que o palhaço evoluído nesse treinamento ele ele vai ser diplomado recebem diplomas tá certo certificados e entre os treinamentos eles têm um trabalho eles têm que fazer é de leitura de recomendações de respostas lidas por inimigos é uma formação completa uma só inclusive nessa formação tenho uma aula que há mais chatinha né que se chama é sobre a nr 32 que que é é como você se comportar dentro do hospital sem falar na mão então que todas aquelas regras que os profissionais de saúde passam para trabalhar no hospital nosso parece também são treinados nisso esse é o nosso muito obrigado a gente entendeu como funciona realmente é um trabalho muito sério agora beth eu queria conversar com você um pouquinho qual a diferença do palhaço no hospital' gastos para o palhaço tradicional está acostumado a vencer com andré muito legal essa pergunta porque você vai observar que o voluntário do hospitale aços ele usa apenas três cores da maquiagem o preto o vermelho eo branco porque isso porque está muito próximo do público dele que é o acamado que a pessoa que está no hospital diferente do palhaço de circo ele tem toda a distância do picadeiro público está distante a expressão dele precisa ser grande as coisas precisam ser chamativas muito diferente do nosso pai gás que está bem próximo ea questão das cores também andré a gente tem que lembrar que o voluntariado hospitalar sus adentro o dia uma pessoa que às vezes tem uma turma tem uma ferida ele pode se assustar com aquela com ele pode associar aquela dor poxa eu estou passando por isso está sendo colocado como o engraçado não é é a minha dor então a gente se preocupa demais com esse respeito com o nosso público que é uma camada que é diferente do picadeiro agora porque o palhaço então o palhaço para ele tudo é permitido né comunhão muito bem falou nós temos os melhores formadores para os detalhados ele deixou isso muito claro pra pessoa que chega para ser voluntário né o palhaço tudo é permitido o palhaço tem a inocência ele tem a ingenuidade ele tenha diversão olhar então ele chega nada impactante para ele porque ele estava a brincar ele está lá para levar esse amor para levar sua presença este momento de conversa com a pessoa então o palhaço tem aquela figura que sempre agrada né por isso a gente usa o palhaço organizador é uma diversão é um trabalho muito sério que a gente faz com muito carinho então a pessoa até se diverte porque aquele momento ela está se doando e claro que quer levar o riso também para pessoa mas não é entretenimento que vocês levam além do riso leva uma presença leva uma eu me preocupo com o próximo é que a gente leva eu estou deixando de fazer um trabalho eu tenho quatro horas onde eu dedico ao próximo e também leva atenção o palhaço leva amor ele leva o olhar afetuoso ele leva uma lembrança alegre é uma oportunidade da pessoa que está acamada sair um pouco daquele momento de dor e ver por chávez se preocupa comigo ele é que ele vê alguém vem aqui trazer algo pra eu e existe brincadeira em algum momento se existe sim por isso que é tão importante a formação não hospitalizados porque os formadores preparam neste período de estudo eles aprendem técnicas eles aprendem a abordagem eles aprendem brincadeiras porque eles estão num espaço muito pequeno o espaço deles tem que respeitar toda a estrutura de um hospital tem que respeitar uma distância entre a cama tem que respeitar várias coisas que são destruídas para eles então eles vão brincar com recursos que eles têm às vezes o recurso é uma palavra às vezes o recurso é um jogo no olhar às vezes o recurso é uma história que eles contam ou alguma brincadeira lúdica que ele possa fazer ali sem precisar de muitos recursos agora tem algum resultado para quem recebe essa visita tem existem estudos que comprovam né que o riso ele ajuda no processo de cura é você está sendo medicada livro já está recebendo atenção para você cuidar daquela dor e o riso ele ajuda isso consequentemente hospitalizados ou quem faz um trabalho voluntário ajuda até na saúde da cidade porque as pessoas se recuperam mais rapidamente ela diz ocupa um leito mais rapidamente é uma só uma cidade mais saudável por conta de um riso para uma transformação na betty porque você chegam até os hospitais a bordo também os funcionários né então vocês já vão mudando todo aquele cenário do hospital que geralmente é muito frio né esse tênis desde quando o voluntário chega no hospital ele chega como uma pessoa que vai fazendo trabalho voluntário ele entra no ambiente onde se troca onde ele se transforma de uma suja palhaço dele e quando eles saem ele já sai a palhaça então todas as pessoas que ele vai encontrando com o caminho até chegar seja o ex porteiro do hospital seja uma pessoa que está fazendo uma visita na recepção ele entra a pessoa ficar limpando os corredores pessoal de limpeza os enfermeiros os próprios médicos todo esse percurso que ele faz ele já impactam da pessoa por isso que os ptralhas consegue atingir mais de 35 mil atendimentos mensais e as pessoas esperam essa receita esperam ainda é lindo você vai conversar com sua vantagem onde contar tem gente que fica no hospital às vezes mais um período quando a questão da doença que têm e aguarda essa visita os resultados trazem esses relatos pra gente um puxa eu cheguei lá e aquele paciente estava esperando eu sou a visita que vai lá pra ver ele se preocupa e os voluntários às vezes conhecem o nome embora seja muito bem orientado por que a gente não tem nenhum tipo de relacionamento afetuoso mais carinho né não tem como essa troca de energia e você acha que assim né esse trabalho de vocês com esses resultados foi crescendo realmente foi transformando essas atividades de vocês próprios também trouxe um resultado também pra cá aqui dentro atrás nem nelson a gente percebe isso é na procura que as pessoas têm para participar do processo seletivo para ser voluntário hospitalizados nós percebemos isso no tempo de permanência dos nossos voluntários hoje a ong neste ano completa 20 anos nós temos voluntários que estão com a gente há 20 anos a 18 anos 19 anos 17 anos 15 anos são números muito longos de permanência fazendo um trabalho onde você não tem remuneração então acho que isso que comprova é esse trabalho bem feito que hospitalar sus faz essa questão de você compreender a importância de fazer um trabalho voluntário numa instituição que leva muito a sério a entrega do amor em 20 anos qualquer receita comprometimento responsabilidade e fazer aquilo com dedicação é nós temos comentários em outros departamentos e a gente vê a entrega do palhaço a gente vê que às vezes no momento da vida do palhaço do voluntário ele precisa desligar mas ele não perde o afeto com uma ong e não perde uma maneira de ajudar seja participar nos nossos eventos seja participando comprando uma pizza e indicando amigos eu acho que essa é a fórmula pra manthey e pra gente comemorar ainda mais muitos 20 anos gostou quer ajudar ou fazer parte dessa turma entre em contato com a ong hospitala sus o telefone é 32 37 23 03 nosso programa está terminando antes eu quero lembrar que você pode acompanhar essa e outras reportagens pelas redes sociais da tv câmara esse endereço que aparece por aqui e vou me despedindo dessa turma muito obrigada até nosso próximo call tal já foi muito bom te ver a alegria de se identificar [Música]
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