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MÃOS SOLIDÁRIAS - CAIS
Em destaque · HD Vídeo · MÃOS SOLIDÁRIAS

MÃOS SOLIDÁRIAS - CAIS

431 views Publicado 28/08/2019 HD · 44:43

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MÃOS SOLIDÁRIAS - CAIS

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[Música] [Música] olá você sabe o que quer dizer superação já adiantou que são muitos significados pra quem não enxerga não houve ou têm múltiplas deficiências superação é uma palavra com muito mais que nove letras por isso que hoje mãos solidárias está aqui no cais uma instituição que ajuda surdos cegos a superar os obstáculos do dia a dia [Música] a agulha de crochê na vida muito mais que um artesanato deslizar as mãos com tanta habilidade pra quem não enxerga é uma vitória e tanto aprender com as mãos as mãozinhas que aprendi no futebol sentindo os pontinho e isso é uma coisa assim eu não tenho como explicar é uma coisa linda que deus meu planeta é quente e um pontinho do shea que eu quando não podia mais e fiquei muito triste mas depois também tentei aprender a fazer o patê final foi que não vai ter casa minha primeira e eu estou muito feliz por itu na roda de amigos muitas histórias com o mesmo enredo cada um aqui vêm seus obstáculos da falta de visão a norma passou a ver a vida com outros olhos agora muito mais perfeitos quando a gente perde a visão é a opção que a gente aprende muita coisa a gente aprende cplp porque o nosso coração a gente conhece as pessoas entendeu eu falo verdade que o beijo não estou lá do instituto dos ex-trabalhadores né eu vejo meus amigos ali que evitam precisando de 18 para viver e então quando eu chego lá eu me sinto tão com meus olhos o meu juventus é apenas um detalhe porque eu pedi por meus amigos não precisamos de um ano pra viver eu não posso me reclamante na política só tem disse eu sempre falo que eu sou muito feliz por troca com medo mesmo que não tenha avisado mesmo com o problema não isso aí pra mim é uma coisa mais alegria porque eu sou feliz estou aqui porque me manter na cola que é uma benção pra mim com meus amigos minha professora que lhe ensina nem ser feliz reaprender a viver foi uma vitória aprendi cozinhar que eu clico pq tudo que está aí no chão eu fui prendê lo como a cozinha cozinhar bateu o fato tinha o drive eu faço parte a tudo que faço lá né monte de trabalho na escola a turma faz parte do cais o centro de apoio e integração do surdo cego e múltiplo deficiente aqui é o endereço certo do acolhimento o evandro até aprendeu que artesanato é pra eles aprender a ter cuidado né apb button tinha parece simples mas a linha agulha dão colorido especial para quem não pode enxergar é que o xenon comum é mal e que referendam a fmu também é maya e num caminho diferente item muito mais aulas de libras tátil e muita inclusão as atividades a gente procura nós como professores facilitadora saque no grupo é a gente faz atividade de crochê fazemos aulas de libras e também a gente está com um projetinho novo da nossa horta que a gente é pegou sementinhas e mudinhas e carregando eles residem desenvolvendo mais assim essa sensibilidade das mãos né sentir os aromas o cheiros irem percebendo é que tá mas a volta deles o que eles podem trabalhar também manualmente alessandra sabe muito bem dos desafios de quem não enxerga é que os pais delas são cegos a história da fonoaudióloga com surdos cegos têm um sentido especial todo mundo aprende aqui eu acho que eu sou outra pessoa desde que eu comecei a trabalhar aqui com eles no grupo é porque com a norma diz é tem coisas que a visão e audição é apenas um detalhe para ela só que a gente não enxerga dessa forma que a gente está observando tudo todos os dias está escutando tudo e não dá tanta atenção né e com eles a gente aprende a ver os detalhes é o que eles percebem como por exemplo é a gente vai caminhar que eu às vezes acompanha a lina nas caminhadas e aí tem que prestar atenção na calçada no buraco é se tem uma lixeira muito alto é preciso manter minha cabeça então a gente andando na rua não percebe isso né gente vai andando como se fosse comum normal mexer as mãos conversar tudo aqui é especial eu já estou acostumado né ter pai e mãe surdo e ver outras famílias e surdo cego é muito diferente são outras personalidades outro jeito e também é muito interessante ver né que existe outro jeito de ver a vida de outra forma de viver diferente do que eu já vivia a vida toda é desde pequenininha outro jeito de ver a vida aqui também tudo é novidade todos aprendem a se reconhecer no mundo então adaptado assim a gente primeiro reconhece todo espaço aqui dentro e depois faz o trabalho de rua entendeu para aprender tipo andar no próprio bairro aprender chegar na escola e na padaria sozinho e tudo mais isso é mais para a pessoa que é cega e com baixa visão aí você faz o treinamento com a bengala né agora o surdocego chance torna um pouco mais complicado então tem alguns casos de surdos cegos que eles são capazes de sair na rua e comprar e fazer pegar o ônibus e tudo mais outros casos não entender então tudo defende então já teve casos eu já tive alunos né com 11 com baixa visão e surdos totalmente e que são independentes e conseguir andar na rua do mesmo jeito eu já tive alunos totalmente surdos e e não totalmente cegos e com um pouco de audição que também se viraram agora quando é surdo e cego total já não têm como bengalas ajudam a percorrer as ruas mais um surdo cego precisa de mais somente a pessoa que como no caso deles que sempre enxergou que é independente que é na na rua sozinha numa padaria sozinho chega no momento em que começa a perder a audição aí depois perde há a visão a pessoa começa a ficar muito deprimida porque tudo aquilo que ela sabia fazer ela acaba perdendo né e então na verdade uma renda para reabilitação para voltar com que eles consigo a fazer isso novamente no espaço cheio de cor cauã e tantos outros pacientes encontram apoio os usuários aqui na instituição eles chegam é feita uma triagem né é nós fazemos uma triagem na qual é identificado quais são os atendimentos que eles têm necessidade e o que nós vamos poder oferecer tá é então pela parceria que nós temos com a prefeitura com a secretaria de educação com a secretaria de assistência social então nós oferecemos atendimento educacional especializado é atendimento com fonoaudiólogo atendimento com fisioterapeuta é sempre pensando numa proposta de estimulação global quem chega aqui é acolhido por um time de especialistas os profissionais são orientados nem como é oferecer uma proposta que possa ser estimulado que ele possa utilizar esse edu da uea da melhor maneira possível tá em termos de distância da apresentação dos objetos em termos de distância de comunicação com esse usuário é de tamanho de cores mais apropriadas tá é o melhor ângulo de distância se essa criança tem uma visão central se ela tem uma visão mais periférica então cada vez que a gente utiliza estratégias adequadas para eles né em todos os sentidos mas falando de santi do visual então a gente considera como uma estimulação que está acontecendo o sorriso do menino de 9 anos é a resposta que vir ao cais só faz bem pra quem precisa muita coisa já mudou a forma como ele consegue se comunicar na a dizer da forma dele é o que ele quer o que ele não quer o que ele se ele está com vontade de fazer alguma coisa ou não é é foi muito importante pra gente conseguir interagir na a mãe descobriu novas formas de cuidar do cauã foi aqui que eu aprendi desde cedo ele já vem aqui há 17 anos e que aprende né a como lidar com ele como interagir com a criança e foi muito importante para a estimulação dele teve pequeno né foi onde ele teve uma grande evolução ajuda tão importante é reconhecida por que entra aqui é um apoio nfa que elas apresentam várias atividades que o uso acabo usando em casa no dia a dia pela independência do vinicius pra no futuro ele ficar independente o vinícius vem aqui desde muito cedo o menino é surdo cego e desde que começou a ver locais já conquistou muitas vitórias a gente traz o trabalho com o início desde nbb pra que ele venha a ser uma criança independente então esse trabalho é muito importante pra pra vida dele agora e eu pensando na questão do futuro a questão da linguagem do aprendizado como um todo mas não são só os pacientes que recebem apoios locais também abre as portas para as famílias o processo mais importante né de todo o estado o atendimento é a participação da família porque é nela que nós vamos empregar todos os recursos à instituição a faz atendimento direcionado ao usual usuário é orienta família como que ela vai dar continuidade no ambiente do lar é pra aquela consiga é desenvolver as habilidades e potencialidades máximas dos seus filhos agora a gente vai dar um tempinho porque eu vou conhecer um pouco mais sobre a história do cais e tem 15 anos de muita ajuda e solidariedade e vou contar com a ajuda da marcha tudo bem márcia mas eu como é que nasceu cais bom o cais nasceu de uma necessidade interna que eu não sei explicar muito bem não é assim desejo o desejo de alguém que eu sou fonoaudióloga trabalhava com surdos e fui fazer um trabalho voluntário com cegos e aí eu vi como a fonoaudiologia podia trabalhar também numa cegueira e nesse tempo para aprimoramento disso tudo eu fui pra fazer um curso sobre surdez e cegueira separadamente e conheci pessoas que trabalhavam com surdo cego me encantei na hora fiquei apaixonada pelo trabalho e aí me envolvi trabalhando atendendo indo para são paulo que não tinha nada em campinas aí foi aprender trabalhar com eles um pouco através fiz um curso de capacitação foi trabalhando fazendo bastante estádio lá até que cheguei no mestrado nessa área porque eu precisava aprender mais porque aí eu conheci um filho cego em campinas nesse tempo eu conheci um senhor idoso cego e foi onde tem um tem mais né e vamos buscar esses fluidos é que aceitam era novo pra você andam com 11 cego pra mim mesmo com o forno trabalhando em comunicação nunca tinha ouvido falar a não ser nela keller que é mundialmente famosa montar muito conhecida mas assim nunca me me me inquietou isso mas a partir daquele momento começou dar uma orientação que alguma coisa tem que ser feita e aí vem em campinas não tinha nada me aprimorei na neto através de estudos sobre a flora até hoje porque a gente continua não sabem tudo né você começa comecei a comer o consultório e aí eu colocamos é uma amiga resolvemos enfrentar esse desafio colocamos 500 cartazes na cidade que antes não tinha nem é tanto internet colocamos cartazes mesmo coisa física pegamos um posto de saúde em ponto de ônibus em maceió na noite é aí como nesse tempo vieram sete pessoas nos procuraram logo no começo do primeiro mês e aí eu não tinha de atender porque achei que ia ter de chegar um outro né chegaram 17 aí nós atendemos no meu consultório mesmo a gente se organizou lá e 9 começa em atendimento é de fonoaudiologia e isso não era exatamente fonoaudiologia era uma preocupação com o bem estar deles se o que ele precisava em termos de comunicação em termos de postura porque essa amiga que começou a juntar a fisioterapeuta então assim baseado no que eu tinha feito de observação nas instituições de são paulo nossa preocupação maior era a comunicação dele como ajudar essa e se surdo cego se comunicar que é a preocupação até hoje só que hoje a gente já tem as técnicas não é coisa que antes estava só tinha r os amigos jean eu só tinha na teoria né e aí só que o que a gente percebeu que eles precisavam de um espaço deles nem porque como não veio não houve preciso explorar o espaço né e no consultório eu tinha outros colegas trabalhando não podia também misturar tudo aí nós víamos para essa casa sem uma reforma a casa era bem pequena e ainda não estava com todas não não era uma casa bem simples bem pequenininha mas era deles já é importante era isso que já era deles e eles podiam gritar à vontade com ele estava tudo deles e aí a gente foi colocando as referências né vocês viram tudo tem referência física deve a uma cozinha tem tem referência o refeitório a sala que eles pelo pelo tato eles vão descobrir onde eles estão então a gente já pôde por isso aqui e com isso comecei com voluntários todos voluntários aí você foi conhecendo as pessoas também porque é uma equipe multidisciplinar isso na realidade a gente foi foram pessoas de boa vontade mas assim já com com especialização nessa na área de por exemplo que nem a minha física filho era tinha especialização e neurologia então ela tinha um olhar melhor né já próprio deficiente e sensorial aí veio uma teoria niguém os cônsules seguir ainda é mas aí a gente foi se capacitando eu tinha feito curso eu fui orientando a gente foi estudando junto no início todos como voluntários depois aquela ajuda de custo foi indo foi indo até que eu consegui a parceria com a prefeitura entre a educação aí já era uma ong mas eu não tinha assim o time estatuto já deixou isso eu chamo o recurso não tinha recurso para pagar esses profissionais dignamente a gente conseguiu uma parceria com a seca além da educação porque eles viram que não tinha ninguém que atende a surdos cegos e se eu perguntar aqui na região é o único espaço por aí mas para esse serviço é a gente tem procura de de gás temos de indaiatuba hortolândia sumaré é é jundiahy várias cidades em volta porque não tem nada a não ser capital mesmo hoje mas a gente mostrou um pouquinho mas é muito além do que tem aqui que tem aqui o nosso trabalho especificamente nosso objetivo maior é da qualidade de vida tata o surdocego então ele ou não só o senhor cego mas o múltiplo deficiente sensorial porque quem trabalha com o surdocego pode trabalhar com o múltiplo contrário nem sempre acontece então a gente né se especializou na surdez cegueira para poder atender o múltiplo sensorial também que o múltiplo sensorial seria aquele que tem uma deficiência sensorial seria auditiva ou visual acompanhado de uma deficiência física ou intelectual ou síndrome de down então sempre precisando ter uma sensorial sei de onde tiro o visual então aqui a gente tenta dar qualidade eu sei o que essa criança o que esse adulto porque essa pessoa precisa para ela ser feliz vamos tentar ajudá lá né então assim elas vão se virar em casa então assim vamos ajudá la a ter mais autonomia sabe aprender a lavar sua voz isso fazer o seu lanche de uma forma mais né sem riscos de faca alguma coisa assim para lavar o seu prato depois ajudar empilhar alguma coisa se trocar isso reflete uma fora e isso ele tem uma independência em casa e os que estão na escola também acaba ajudando na independência agora eu tenho que já está mais avançado por exemplo que nem o surdocego adulto eles quando a segunda deficiência se manifesta mais tarde ele tem condição já deter 11 uma bagagem de aprendizagem então a gente vai ou resgatar essa bagagem que ele perdeu ou ensiná outras como vocês viram cruzador que é preciso por exemplo a gente conversou com algumas pessoas é possível e aprender porque às vezes as pessoas não perdeu a visão da vida né ele reaprendi só que de uma ou outra maneira uma hora de mudar a mente ativa com outro caminho então o que ele aprende a visualmente ele vai aprender com as mãos a mão vai ser o olho dele né ele vai buscar referências nos outros órgãos do sentido pra superar aquilo em que consegue é muito lindo consegue e trabalha também a questão da autoestima com certeza agora a tendência se fechar é e para a depressão então os seus adultos a gente e já adulto chegaram aqui bem nem há no ser humano os outros chegaram mais recolhidos não é porque já estava sem fazer nada agora da gente está mostrando o potencial deles e eles lá andando ea gente descobrir mais coisas neles que a gente mesmo não sabe agora se falou do surdo cego quais eles têm necessidades mais específicas por exemplo um paciente só cego surdo são outros ilícitos assim são por exemplo vamos pensar na independência na rua provavelmente um edifício um surdo cego o senhor recebe total não pode pra ou sozinha porque um surdo julho ae nele se o senhor você baseia na na visão dele o cego se baseia na audição então ele tem uma referência o surdo cego total já não tem então ele tem os limites assim então foi um sucesso total não vai pra rua sozinho mas ele em casa ele pode ter uma independência normalmente as profissionais daquelas vão até a casa orientou na adaptação da casa é importante que a família participe de todo por 11 franceses se isso não acontecer a gente não tem sucesso porque eles nenhuma duas vezes por semana só que então assim se não tiver envolvimento da família a gente trabalha mas a gente não vê retorno ea família também precisa é conhecer aquele parente aquele filho sabe lá e saber e data acaba também influenciam no desenvolvimento né assim é e aí assim ela como conhece começa a ver o que o filho tem potencial né a gente usa muito o tema que isso a gente fala ante o que ele não tem a gente já sabe o que quer saber o que ele tem né é o que a gente passa para as mães também das famílias né eles têm eles têm potencial a gente só tem que usar caminhos diferentes a gente fala em obstáculos em superação é possível que eles superem os obstáculos do dia a dia com esse tipo de atendimento por exemplo falou que já começam a ganhar certa independência sim vai depender muito do grau de deficiência né nós temos crianças cadeirantes que provavelmente pela pelo pela pelo quadro deles eles não vão chegar a andar é tão a possibilidade num é nada a não é um existe uma grande possibilidade dele ele caminhar talvez não tenha sido uma possibilidade de falar mas ele vai falar de uma maneira não só não ele não precisa falar através da fala é fã através de do de língua de sinais de jéci nós temos crianças que respondem com uma piscada com um sorriso de uma vitória com certeza então ele se comunica agora como ele vai se comunicar não importa o importante que isso seja feito o que ele conseguiu se expressar que está tão frio que está com o calor que está com dor que ele quer comer alguma coisa que ele não quer que aquela brincadeira tá chata aí vamos pensar qual é a comunicação é eu vi que tem bastante equipamento de onde vem vocês têm recursos do município o ponto com outros tipos de junho então locais foi equipado muita é por exemplo esse equipamento aqui dessa sala tudo por tudo do box de verba parlamentar né e outras coisas outros recursos a gente trabalha com nota fiscal paulista é então a gente tem um planejamento do que a gente precisa entrou tenho nenhum recurso da nota fiscal a pouco com as cadeiras então isso aqui a gente fez um projeto desse equipamento sensorial que é muito caro aí a gente montou então sim a gente tem as prioridades e e assim que chego é que está o orçamento tem que equilibrar um pouco mais apertado muito muito solto nunca tá achando sobrando um pado mas assim a gente tenta equilibrar de uma maneira que a gente usa sempre a sós necessidade quando quando não tem a gente faz campanhas a gente pede ajuda para a comunidade e vai vai e faz a gente tem bazaar de lourosa nós temos um bom aluno mas há um brechó voto em outro espaço a gente faz rifas é tão sempre a gente está lutando com alguma coisa e as pessoas vão tenho esse olhar não estendendo a mão boba vão ajudando assim nem lógico que oscila muito né por exemplo nós já tivemos muito mais sócios contribuintes hoje a gente praticamente não tem disso tem muito pouco em tons com dois do pornô a mãe da instituição porque a gente tem a parceria com a secretaria da educação da assistência e temos uma parceria com a fiat que os nossos recursos fixos bem vem desses três mas é uma coisa assim o ano que vem muda web com o time mas não sei se continuo não é uma coisa é uma é uma troca no alto a cada ano vai acontecer alguma coisa nem graças a deus desde que a gente conseguiu num novo no retrocedeu por márcio vocês têm cerca de 49 50 assistidos né agora vieram os adultos é esse 50 inclui os adultos né nós temos 31 na escola tem 11 34 na escola regular eles vêm aqui no contra turno e aí é uma parceria muito boa as escolas e tenha daí tem os adultos que não estou mas nestas coisas não foram só coloquei que aprender também porque eles vêm com outras necessidades às vezes algumas atividades para eles têm que ser diferenciadas também é os alunos mostraram uma coisa muito clara para a gente se reabilitar é mais difícil do que habilitar as crianças se habilitasse ensino ou adultos você modifica ele desafiou hoje de você mas tá lindo assim acho que o marcelo é dia a gente tem que também saber olhar para essas pessoas nem se tem que ter um olhar muito carinhoso nem mostrar que realmente eles têm potencial que eles são cidadãos como nós como nós e não precisa não precisa falar sabe o coração fala olhar fala é entender essa linguagem deles e tentar transmitir também comunicação muito além do que eu vou que mais do que sou muito mais o que fala é o coração falando ea gente tenta passar isso para as famílias pra eles em ver aí que ele quer que seja que sejam felizes e acho que a gente está chegando a tratar sérgio muito obrigada pela orelha dança a isso ajuda um pouquinho o intervalo muito rápido e daqui a pouco eu volto pra continuar falando sobre o pai [Música] a gente está de volta pra continuar conversando sobre o cais que oferece atendimento bastante importante né por surdocego e pra quem também tem deficiência múltiplas deficiências como é que esses pacientes as pessoas chegam até aquele era antigamente né até mais ou menos uns quatro cinco anos atrás a gente tinha muita demanda espontânea que aquela família que vai bater na nossa porta vai ligar pra gente diretamente ninguém tem espontaneamente procurar o atendimento né hoje com a obrigatoriedade das crianças estarem na escola a partir dos 4 anos em nossa criança chega lá na creche na educação infantil no início da escolarização a escola identifica por já ter essa conversa com a gente né a márcia que falou com vocês agora um pouquinho e isabel a nossa viatura visual também deram muitos cursos na rede há um tempo atrás estão alguns professores já conheciam o nariz começar o trabalho daqui e começaram a ligar olha chega uma criança senha sado será que talvez ela não seja professor a demanda vem aí começou a ver muito mais pelas escolas nem tão inverter o quadro é hoje a gente tem uma referência nas escolas muito boa então quando chega na escola essa profissional poder curtir nossa especial a própria professora da sala identifica e já liga pra gente falar acho que ele talvez seja público pra vocês né a gente também tem algumas questões médicas alguns médicos também é um equipa é encaminhamento médico e nem o pessoal da unicamp ea gente tinha uma parceria também com o pessoal da da puc quer a gente também sempre fez muitas palestras nem deu muitos cursos então também chegava de alguns médicos de algumas profissionais da saúde também agora porque é importante que as pessoas conheçam esse tipo de trabalho também conheçam sobre o surdo cegueira eu acredito que a importância de que seja no respeito ao direito do outro né assim como nós ouvintes falantes evidentes somos respeitados nas nossas diferenças não sabe mais matemática sou mais português que não tenha sua habilidade eu acho que é importante pra gente saber respeitar o limite do outro sem é julgar a sua capacidade então ainda eles tenham uma deficiência eles são capazes de inúmeras coisas como a gente viu aqui hoje é que muitos de nós não temos essa habilidade então é entender conhecer faz a gente tem um olhar diferente porque é diferente é o que é a deficiência e cada uma que cada um de nós temos uma particular sensibilidade às nossas diferenças né é importante conhecer e quebrar algumas visões preconceituosas que a gente tinha né porque é igual à massa falou sobre comunicação então se as pessoas são capazes de interagir merecem essa interação apesar disso como é que está a nossa região está preparada para lidar não são preparadas é a prefeitura de campinas a gente considera como sendo um pólo de educação especial é um pólo onde as coisas acontecem são feitos os debates são feito alguns cursos têm um movimento grande mas ainda assim a gente tem poucas pessoas por exemplo que conhece a língua de sinais então é essa criança chega na escola precisa de um intérprete muitas vezes essa criança tiver deficiência auditiva ea gente ainda tem mesmo a barreira ó que tem que ter muita dificuldade desse profissional lá quando essa pessoa vai oferecer o público vai no banco mas no posto de saúde a gente não tem como me tu quem recebe essa pessoa lá apesar de também já ter uma legislação que todos para a lei mas ainda não é por exemplo a unidade de saúde não tem um quepe região isso dificulta no atendimento nessa lamente umas é aquela pessoa se fazer ser entendida nela já teve uma angústia para classes 8 às vezes já passou por um estresse alguém consegue entender né então apesar de ser uma referência um lugar numa cidade que existe um movimento grande a gente ainda está muito aquém do que seria leandro ainda está caminhando se a gente for falar também da questão de educação se falou dos profissionais os pais sentem seguros em matricular os filhos na educação não então até engraçado né quando a legislação mudou essas crianças começaram a ser obrigado a sair para a escola a partir dos 4 anos o nosso pessoal além da intervenção precoce e precisou ser inserido na escola ea gente teve um movimento muito grande uma conversa constante a equipe psicossocial na época que se não há um profissional os pais ficam não é meio assim será que o envio ea preocupação deles era assim vai ter com 30 crianças ditas normais ea professora e mofo e vai ficar largado é como é que vai ser isso a segunda via com gente ruim ou acontece muitas vezes já aconteceu algumas vezes a prefeitura tem dificuldade de manter o profissional desde então acontece de ficar só professora com as crianças mas a gente vai fazer um trabalho de que é importante para eles também estarem lá né porque a família pros dois lados na verdade a família vai ter um tempo para ela porque hoje a família se torna só mãe daquela criança ela não é mulher esposa até uma dedicação sofreram a dedicação exclusiva né então quando a gente separa nem olha é bom pra criança porque ela vai conseguir a escolarização ela tem direito a estar lá a socialização a escolarização a integração inclusão nome que a gente quer dar hoje porque não vejo nenhum mas a efetividade mas também é importante para a família para ela se reconhecer como também uma pessoa como também alguém que tem sonhos que não pode parar é essa questão de serem esses estudantes é muito importante para a família também com você falou não é só uma mãe de um deficiente o pai de um deficiente os sonhos têm que continuar exatamente então nosso trabalho é sempre dos dois lados né é fazer com que essa criança tenha a autonomia garantida o acesso garantido na escola mas que essa família também se sinta segura em deixar essa criança ele então quando ela é inserida imediatamente a gente já faz a ponte com a escola então faz reuniões com a escola e lá na escola a escola vem até o cais conhecer porque de qualquer jeito são ambientes diferentes nosso trabalho é mais individualizada a escola vão ter uma turma inteira ali em volta daquela criança ea gente vai construir essa ponte esse diálogo com os professores o concreto mais nada ali pra esses profissionais de ensino as profissionais que atendem a essa criança aqui no cais vão conversar no sentido de orientações de como facilitar para que essa criança esteja nesse espaço né então a questão da iluminação o irã a sentar e recursos pedagógicos que ela vai conseguir ter mais acesso ao que está sendo transmitido na sala de aula por exemplo a gente já teve escolas que estão ensinando sobre terra é terreno solos todo esse professor levá lo em uma terra um tipo tipo diferente disso materiais solo todos os alunos acaba ficando mais fácil para todos os alunos não é concretizada a a a matéria pra todo mundo né é uma coisa simples é uma coisa que dá resultado também não falou com outras crianças é importante para que eles se sintam ser social exatamente alguns relatos de vida das famílias elas dizem que a partir do momento que o filho dela entrou na escola percebeu que ficaram muito mais atentos é muito movimento é muito som e muita cor elas começaram a perceber que ainda que eles não estejam lendo e escrevendo que é a função normativa ainda da escola eles começaram a despertar outros sentidos então aquele movimento faz com que eles comecem a buscar então observar sua filha já se mexe mais nessa olhar já se movimentam de qualquer jeito tem um ganho né a escola hoje em dia ainda tem muitas a questão de pensar que que vamos fazer com o deficiente lá dentro é como a gente vai fazer com que foi pensado isso de uma forma efetiva agora que também está mudando é como que não fazer para ele nem escrever a escola não é só isso na escola um movimento grande acontecem tantas coisas naquele espaço que esse decente é capaz de aproveitar muita coisa agora ainda falando um pouquinho de ensino os profissionais hoje estão preparados eles passam por makas capacitação por exemplo vocês fazem um trabalho de até lá mas não é todas as escolas que contam com caio né não é infelizmente a gente não consegue abranger todas né ah eu tenho conhecimento que a rede municipal de campinas ela está sempre fazendo informações não tenho aos por professores têm um horário que eles têm é livre para poder buscar cursos buscar é palestras e capacitações locais também sempre oferecer o curso na área da surdez cegueira da múltipla deficiência na área da líbia a gente tem curso de libras aqui no caso a gente tem pouca procura não chega tanto aqui né mas na rede eu sei que existe um movimento também interno né das escolas por tentar capacitar essas pessoas que estão lá agora falando um pouquinho do caso vocês conta com diversos profissionais é difícil encontrar esses profissionais é difícil né como a massa falou anteriormente cada um tem uma formação neto e márcio loyola eu sou pedagoga mas cada um se especializou em uma área não especificamente na sua cegueira nem na múltipla deficiência então a gente vai construindo esse olhar juntos é por isso que a idéia ainda é interessante né o trabalho transpor que a gente acaba entrando um pouco no mundo de todo todo mundo nem pode chegar vou conhecendo um pouco de cada área ea gente se ajuda muito então ficar trabalho até ficar fácil é que a gente se sente apoiado mas outros profissionais que também faz isso só vem uma fórmula pronta na nossa as pessoas porque elas vêm com necessidades diferentes e ele como cada indivíduo tem as suas peculiaridades né numa escola como por exemplo a gente vai ensinar matemática em cima de um jeito para as 30 crianças cada um vai dar um jeito de aprender na sua cegueira cada um vai ter uma especificidade não vou te falar um pouquinho mais na comunicação ou eu vou ter que voltar um pouco mais planeta são mobilidade um outro para a questão da actividade da vida diária a gente tem que organizar o trabalho de acordo com a necessidade está muito específico trabalho agora eu vi que eles chegam bem pequenininhos aqui tem também foi precoce quanto mais cedo melhor né quanto mais se eles conseguirem chegar até aqui a gente consegue fazer um trabalho a longo prazo que dê muito mais resultado a projetar conversou com uma mãe que já foi consegue perceber independência desse filho né então ela falou que é um trabalho de formiguinha mas é um trabalho bastante foi tam e é isso às vezes assusta assusta um pouco as pessoas para um trabalho de anos então a gente já teve exemplos aqui que 67 anos depois essa criança conseguiu dar uma resposta pra gente pra nós é às vezes um pouco angustiante enquanto profissional que vocês esperam uma coisa uma resposta imediata a gente quer ensinar e que a pessoa que encontrei é resultado da agência quer ver o resultado e muitas vezes a gente não vai conseguir ver se essa criança vai sair do cais a gente não vai conseguir perceber o que ela ganhou aqui mas ganha 100 ganha né então também um trabalho pra nós a gente está aprendendo a gostar nada mas ter te essa ciência de que às vezes vai demorar muito tempo para a gente ter uma reforma esse é o principal desafio a busca por resultados não não eu acho que é uma conseqüência do trabalho eu acho que o maior desafio é a gente ter condições de se capacitar dentro do trabalho é que a gente vai tocando aquela expressão vai trocando o pneu enquanto o carro né então conforme essa criança chega a gente vai tendo que se capacitar que se habilitar que estudar sobre aquela deficiência enquanto a gente está atendendo né então acho que isso é uma das dificuldades mas também tenha tentem os ganhos têm as partes boas né alegrias de cada dia né e as famílias também participam ativamente naquele que as mães ficam aqui né tem algum tipo de conversa com ela a prioridade no cais é que essa família sempre participo do atendimento a não ser que ela não queira então a mas existem casos esses casos que às vezes elas correm tanto para todos os lugares que às vezes é um momento de descanso então às vezes é muito difícil juntar seio das suas famílias não são pobres mas estarei no hoje em dia hoje em dia a gente não tem mais o secretério critério de famílias carentes onde estão famílias de classe média classe média o foco é o paciente volta sempre eles né mas com as famílias a gente tem muitas histórias assim muitas coisas boas para contar em uma delas por exemplo algumas semanas atrás falou pra gente que ela estava se sentindo muito feliz pela primeira vez que ela não manda o filho dela para a escola sozinho ele entrou com a gente na intervenção precoce e mais - um aninho hoje ele tem quase 10 e foi um movimento com ela pra fazer ela inserir na escola e ela fala sobre as mandou mandou ir à escola mas era esse movimento de mostrar a importância ea fala dela foi muito bonita porque querem sensibilizar pelo vocês foram orientando vocês foram até a escola me ajudar as questões da escola que a escola não estava preparada mas vocês me deram um tempo para avaliar e pensar se a procura pro meu filho realmente era bom e hoje passado os quatro que já o terceiro ano no quarto dele há quatro anos eu consegui deixar eu fui pela primeira vez sozinho na escola nem agora que vai fazê-la por não sei que o grupo tem no livro então agora é o momento de você descobrir outras possibilidades você tem pra você não só cuidar e depois e falou que essa demora um pouquinho porque a minha família só de um tempo nessa se preparar porque nada que é imposto não não não vê muitas vezes é que ainda uma dificuldade que a gente tem na questão da pasta da saúde essa família recebeu o diagnóstico de um efeito muito seco então cuida que ele não vai andar cuida que ele não vai falar e como é que é que até aqui é uma curiosidade também é como que recebi como é passado esse diagnóstico porque não é um susto é um susto a gente sempre tentar e com muito cuidado porque essa família que um sonho né é um sonho de um filho perfeito é feito todo o planejamento da gestação e aí quando recebe a notícia que olha o seu filho não vai andar não vai falar não vai ouvir imediatamente toda a irlanda aquela imagem que ela tinha é quebrada neles plano eles planos todos tensão e muitas vezes nesse momento alguém dá um membro da família não dá conta então vai embora mas lá e abandona a sua mãe se ver sozinha e esse diagnóstico é dado um jeito ainda hoje tem tela de saúde humanizada ninguém ele não tava vendo a idéia de olhar e aí ela é uma pessoa muito tempo né não sou só cuidar quando ela começa a ver algumas respostas acho que aquilo vai dando um na montanha e isso vai dando é mexendo com ela foi mais falado para mim era só para cuidar e hoje responde é esse movimento a ele eu consigo entender o que ele está querendo em tom é demorado é é sair do útero sair da quadra tristeza daquela pensamento de que talvez eu não vá ter nada não vai conseguir entender o meu filho para uma mãe isso é muito importante saber que o filho precisa que ele quer então isso mexe muito com elas nem isso demanda tempo é possível sonhar com essa família fazer planos essa é a nossa maior bandeira talvez aqui no cais e de que elas precisam acreditar ainda acreditar que a gente não vai prometer nada mas alguma coisa a gente vai conseguir alcançar sempre um passo por vez que passo por vez olhando muito obrigado pela revista parabéns pelo trabalho a gente vai ficando por aqui até nosso próximo encontro oficial [Música] ajuda solidariedade independência o cais é o endereço do tratamento recheado de carinho e você quer conhecer o cais precisa de ajuda ou conhece alguém que necessita desse tipo de apoio o telefone é zero diz 1932 39 14 56 o endereço é rua lino guedes 225 jardim paulistano em campinas [Música] [Música] [Música]
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