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Mãos Solidárias: Balão Azul
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Mãos Solidárias: Balão Azul

263 views Publicado 17/07/2019 HD · 28:44

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O programa Mãos Solidárias apresenta a Instituição Balão Azul, que estende a mão para famílias que possuem membros autistas.

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[Música] [Música] olá hoje mãos solidárias abre a porta de uma instituição bastante importante para as famílias que lidam com o autismo a síndrome é um desafio para as famílias e também para instituições o tratamento é caro e longe da realidade dos pais por isso a gente está aqui hoje na balão azul que estende a mão a quem precisa ainda não há um número exato mas estima se que no brasil existam 2 milhões de autistas em relação à infância à organização mundial da saúde estima que o transtorno do espectro autista afete uma em cada 160 crianças no mundo apesar dos números as políticas públicas ainda são poucas para essa camada da população não dá pra falar que nós estamos começando a andar porque não estamos não é aqui por exemplo em valinhos nós buscamos com fóruns com kun é discutir ações com congressos trazer essas políticas públicas mais nós vemos que é quando a gente vai falar em políticas públicas é é nem a mídia quer falar sobre isso então é esse é a inserção dessas políticas é depende é de pessoas que estejam ao redor e que queiram fazer a política na realidade não aparecer o autismo foi descoberto em 1943 pelo psiquiatra leo kanner nos estados unidos quando ele analisou 11 crianças que se isolavam de tudo daí em diante o que era chamado de esquisito foi visto como um ponto de partida para uma longa pesquisa a ciência caminhou bastante e descobriu que nenhum autista é igual ao outro [Música] não existe um preparo não existe um preparo para lidar com as situações com os autistas né porque eles não são iguais cada um tem uma personalidade diferente cada autista é único não tem autoestima ao outro então os profissionais não têm capacitação pra lidar com eles para lidar com a situação no dia a dia com os desafios para o crescimento é até da parte médica e pedagógica psicológica é muito difícil muito à porta fechada que a gente tem o autismo afeta alguns aspectos do comportamento a fala os movimentos do corpo os interesses por amizade a vida social a ciência já avançou muito mas ainda é preciso caminhar mais pra entender essa complexidade do autismo por isso vou conversar agora com a psicóloga elis perez tudo bem eles o que afinal é o autismo o autismo hoje ele é reconhecido pelo cid 10 e pelo dsm 5 como transtorno do espectro autista é uma síndrome que envolve de 8 a 10 transtornos que afetam a parte neurológica influenciam de maneira direta na comunicação e nas relações interpessoais do indivíduo um autista é igual ao outro não cada autista singular porque a não tem como a gente classificar nem as dificuldades apresentadas por que afetam a parte da subjetividade do indivíduo mas nós usamos uma classificação é baixa média e severa agora os pais precisam reconhecer os primeiros sinais porque o diagnóstico ajuda também a tratar o autista e também implica no desenvolvimento dele sim o diagnóstico quanto antes ele foi feito de maneira correta e ativa essa criança ela vai ter grandes chances de ser trabalhada e ser potencializado seus pontos fortes os pais devem estar atento à criança que não faz o contato visual a criança que não obedece o tempo que é correto para o desenvolvimento estão levando essa criança a pediatra patah verificando os primeiros sinais o menino autista é igual a menina autista não é o autismo ele é muito mais é acometido em pessoas do sexo masculino o público feminino tem uma baixa porcentagem porém os últimos estudos apontaram que as meninas diagnosticadas com o espectro autista elas vêm em grau severo os agora o artista lida com muitos preconceitos exatamente andréia o autista ele tem comportamentos estereotipados e ele tem dificuldades em se relacionar com outras pessoas em ambientes aglomerados e esses ambientes aglomerados são gatilhos que podem estar disparando as crises que a população por falta de conhecimento acaba entendendo como falta de educação como malcriação fazendo nenhuma visão distorcida da síndrome por exemplo ele foi no supermercado e da crise as pessoas olham torto exatamente é o ambiente do supermercado sempre tem muitas pessoas e o autista ele tem dificuldade na interação social é esse aglomerado de pessoas se torna um gatilho para uma possível crise onde ele pode ter querido de agressividade ele pode bater ele pode morder ele pode se esconder então as pessoas acabam confundindo esses comportamentos desta criança agora pra família também o desafio nem todas estão preparadas para ter um parente um filho autista sim o diagnóstico o diagnóstico do autista ele é muito duro para a família as famílias precisam ser preparados para esse novo momento né ao receber um filho autista receberemos também uma família autista porque toda a rotina dessa a família terá que ser alterada essa família terá que ter um conhecimento grande sobre essa síndrome e de como lidar com ela que é importante a família fazer para se formar mais bom primeiramente a família elas têm que está aberta ao aprendizado a compreender o que é o espectro autista né o que ela pode fazer pra favorecer essa criança no seu desenvolvimento como potencializar os seus pontos fortes como trabalhar seus pontos fracos mas eu acho que acima de qualquer coisa essa família não deve receber esse diagnóstico esse diagnóstico como um fim nessa criança mas sim como um início de uma nova condição de uma nova trajetória pois o autista ele é capaz de se desenvolver ele é capaz de transformar a realidade dele se tiver apoio amor carinho compreensão e acima de tudo inclusão e isso ajuda no desenvolvimento deles é algum se revelam muito em alguns algumas habilidades né exatamente os autistas ele tenha esse viés alguns tenho sexo muito elevados que chegou mesmo a genialidade se destacam muito nas artes plásticas se destacou muito e literatura filosofia matemática e eles têm uma sensibilidade muito grande para a música mas tem um obstáculo difícil de superar o preconceito por anos o andré sofreu os efeitos da discriminação ou preconceito muito grande é eu tenho 48 anos de idade na década de 70 né é falava se muito pouco não é sobre isso em uma série de coisas também né então enfrentei é o bullying enfrentem o preconceito é de ser aquela pessoa esquisita de ser aquela pessoa que ficava a porque ele não tem amigos porque é isolado nessa hora que tem uma coisa diferente com ele ele é muito esquisito é a dificuldade de conseguir emprego de permanecer nesse emprego também né a uma série de barreiras é a sensibilidade auditiva também que o trabalho que atrapalhava muito isso na escola mesmo momento de trabalho então tudo isso né eu enfrentei o sentia dor a filha da silva marina tem 7 anos e já enfrenta uma batalha vários lugares que você vai ser olhado torto às vezes muitas vezes é eles ensinem dependendo do grau eles não ser em caixa no local que eles estão uma festa de aniversário mesmo a minha já não consegue nem um shopping ela fica muito agitada nervosa com o barulho né e fóruns na web stores que a gente tem por aí desde 2012 uma lei garante que o autista tenha benefícios nas áreas de saúde e educação mas conseguir nem sempre é fácil muito pouco se fala muito pouco ajuda e muito poucos profissionais capacitados para lidar com a situação porque a gente precisa desses profissionais para nos ajudar e ajudar a eles também os portadores da síndrome e nós temos muito pouco tem muito nós ouvimos muito não nas fotos o sorriso da menina esconde uma batalha difícil que a família enfrenta escola cara tratamento com custo alto pouca ajuda pública é tanta luta que às vezes falta fôlego ela não fala né então maior sonho ela fala a mesma que ela desenvolva que ela é muita emoção né [Música] os desafios do autista e das famílias são muitos um deles é o acesso à educação como incluir o autista na sala de aula esse é um desafio por isso vou conversar com uma especialista para saber um pouco mais desse assunto vou contar com a ajuda da sabrina fávero que é também pedagoga da ong balão azul sabrina tudo bem eu falei do desafio de educar o autista é isso mesmo é é hoje a gente conta com políticas públicas que garantem o acesso desses alunos nas escolas regulares dentro de sala de aula regulares tanto na rede privada quanto na rede pública no entanto falta algum aparato para os educadores trabalharem essas questões em sala de aula então você inclui um aluno dentro do ambiente escolar mas você não tem subsídio para saber como trabalhar quando trabalhar tanto com a criança quanto com a família isso quer dizer que a escola não está preparada total mundial de forma nenhuma a gente conta com as políticas públicas mas a gente não tem uma formação continuada mesmo algum respaldo na faculdade pra conseguir lidar com essas questões agora é interessante que esse aluno ele estude e uma escola com não autista ou numa escola especial não ele precisa está incluído dentro da da escola regular porque uma vez que ele sai do ambiente da escola e vai lidar com uma sociedade que né porque nós vamos à escola como um reflexo da sociedade então ele precisa ter incluído junto com os demais alunos que são considerados típicos esse convívio também ajuda no desenvolvimento dele sim sem dúvidas mas o que a gente precisa ter consciência de que a escola precisa se moldar para atender essa criança e não ela que se montam as mãos aos termos da escola a gente percebe ainda que já houve um avanço mas ainda se caminha é para lidar com essa questão que precisa ser feito ainda também é eu acredito que assim além das políticas públicas que garantem um direito dessas crianças como os profissionais vão exercer esse direito não basta você recebeu aluna sua você tem que conseguir trabalhar com esse aluno para que ele alcance os objetivos propostos entre a escola e as famílias têm que incentivar esse estudo e lutar para garantir que é um direito sem dúvida né acho que quando a família trabalha junto com a escola todo mundo ganha a gente tem que entender que é um objetivo em comum agora é importante também que as escolas façam campanhas de conscientização para que tanto os profissionais como os alunos saibam o que é o autismo de fato sim acho que essa é uma necessidade da sociedade como um todo na escola uma vez que é é uma instituição que recebe essas crianças e que ajuda na formação deles eu acho que é muito importante que a gente tenha se essa conscientização sim agora você citou a faculdade é importante também que ele continue sempre estudando sem o professor não pode parar de estudar nunca então a gente sempre tem avanços nas pesquisas ou profissionais que lhes que fazem novas descobertas a gente tem que acompanhar esse ritmo para conseguir dar conta de lidar com as crianças em sala agora o profissional mais preparado quais os benefícios que o autista vai te primeiro que a gente consegue reconhecer os sinais na então a escola é uma oportunidade dessas famílias receberem o diagnóstico precoce quando o professor está munido de conhecimento quando ele entende que aquilo pode vir a ser um laudo mais tarde eu acho que todo mundo ganha porque esse né esse diagnóstico precoce é muito importante agora o mercado de trabalho também tem que incentivar a contratação desses profissionais ao título sem dúvida eu acho que desde a educação infantil passando pelo fundamental ensino médio ea faculdade todo mundo precisa ter um objetivo em comum que é fazer a inclusão efetiva dessas crianças desses adultos têm que se avance ainda muito nessa hora a gente está caminhando a gente está engatinhando mas assim a gente tem já um aparato maior em relação a alguns anos atrás e eu acredito que uma vez que a gente se conscientiza as coisas vão melhorar agora para as famílias elas também têm que ficar de olho nessas questões nem não abrir mão dos direitos exatamente elas precisam estar sempre atentas aos direitos trabalhar em conjunto com a cola né a a família tem que entender que a escola tá pra ajudar com eles para criar com ele se não contra eles agora a gente vai dar uma pausa para o intervalo bem rápido já já a gente volta [Música] estamos de volta pra contar a história da entidade balão azul é nessa pequena porta que muitas famílias encontra um caminho diferente onde o não não entra tudo se resume no acolhimento eu acho que e sem ter esse acolhimento sem ter esse amor sem ter esse carinho é você não consegue alcançar esse objetivo é preciso sim ter a parte técnica é preciso capacitar é preciso instruir né professores profissionais de uma forma geral né mas é preciso ter o que ter o acolhimento ter o amor ter o carinho e aí que reflete a essência de todo um trabalho é aí que esse trabalho se concretiza e dá certo nós acolhemos a pessoa quando ela chega com a dúvida de que a criança tem ou não na síndrome é e dependendo da condição dela a gente encaminha para determinado cargo temos clínicas parceiras temos a prefeitura dando também o suporte nessa condição e então nós encaminhamos ele por melhor condição diagnóstica que a primeira coisa porque a criança para ser respeitada a criança ou adulto autista é pra ser respeitado ela precisa do laudo porque muitas vezes ela não não ela rodada então nossa essa criança é mimada onu ou e vagabundo não quer fazer nada na escola ea partir do momento que tem em seu laudo ela é respeitada pela condição dela a gente faz esse encaminhamento para que todo amparo perdeu auto-ajuda traduzida em cada detalhe a felicidade por exemplo das boas vindas aqui [Música] tem muito mais a polimaia ento orientação e até oportunidades de trabalho uma ajuda importante para o autista eles dependem é de ter uma vida o autista é asperge ele tem a condição de trabalhar e ele não tem a sociabilização então ao inserir faz com que a socialização venha a ser complementada pela condição que a empresa traz com os psicólogos e tudo ele consegue trabalhar ele consegue ter uma vida adulta ele consegue se é e se relacionar o meia por mais que seja de uma forma mais tímida mas ele consegue ter um relacionamento dentro da empresa em abril mês de conscientização sobre o autismo a balão azul ganha as ruas nós fazemos um evento assim maravilhoso fantástico né de conscientização do autismo aqui na cidade de valinhos no largo são sebastião aberto ao público com a finalidade das pessoas verem a inclusão sentirem de fato que é inclusão e nesse evento nós temos inúmeras atividades nós é trazermos alguns autistas aonde existem estão interagindo com a população né temos é psicólogo que prestam informações sobre o que é juntamente com as cartilhas informativas né que são distribuídas para as pessoas as pessoas vêm tiram as dúvidas proporcionando assim um clima muito agradável e muito receptivo pra que a gente quer ver todo esse preconceito e as pessoas entendam que a inclusão e vejam autismo uma forma um pouco mais normal é importante falar sobre o time que exatamente é sempre importante falar né porque o preconceito é muito grande a falta de informação é muito grande ainda em relação se a criança é autista se a criança não é autista enfim as pessoas precisam se informar né a gente precisa levar essas informações direto à população a filha da érika tem 19 anos e é a primeira vez que ela participa de um processo seletivo já é um passo importante para desenhar um futuro bem melhor pra maria eduarda muito benefício da socialização do comportamento e se tornou uma excelente profissional que a gente era a história do autismo com a família da silva mara começou quando gabrielle completou seis meses anos depois a mãe procurou ajuda na balão azul estão bem dentro do assunto né você vê que eles têm muito conhecimento os conhecimentos sobre o autismo eles buscam isso e tem muito conhecimento agora você não se sente tão perdida como antes como é que se sente não porque agora qualquer coisa limpa gisele quanto mais cedo o diagnóstico melhor a qualidade de vida do autista a observação do comportamento é essencial alguns sinais ajudam a descobrir o autismo veja só não responder ao nome aos 12 meses não apontar objetos aos 14 meses não brincar de faz de conta os 18 meses falta de contato visual e querer ficar sozinho dificuldades para entender os sentimentos dos outros e falar dos próprios repetir palavras e frases muitas vezes dar respostas que nada tem a ver com as perguntas ter interesses obsessivos ficar extremamente abalado por pequenas mudanças agitação excessiva reações inesperadas ao barulho de coisas cheiros e gostos o comportamento de meninas e meninos autistas é diferente eles têm comportamentos mais repetitivos interesses mais restritos e compulsivos têm problemas de comunicação e vocabulário limitado já as meninas repetem - o comportamento e tem um melhor vocabulário sinais que revelam a síndrome e um apoio precioso só que os desafios da balão azul são muitos manter a própria sede é um deles mas o que não falta aqui é vontade de ajudar quem precisa a instituição é bem nova começou pra dar voz ao ismael do balão azul nasceu de uma iniciativa de conscientizar a população ele nem se chamava balão azul ainda nós tínhamos uma necessidade como pais nem eu como artista também de entregar cartilhas frente à população fazer um contato mais direto com o povo né ele nem se chamava balão azul então a partir disso balão azul ele foi se construindo ganhando até um nome no final dada de todo evento que nós fazemos nós soltamos balões azuis né a mv inspiração de colocar o nome da associação de balão azul e mediante a isso o balão azul ele foi crescendo de uma forma muito bela muito linda acolhendo as pessoas com muita fraternidade com muito amor e com muito carinho eu digo assim famílias a autistas de uma forma geral gisele e andré que também é autista são assim mesmo sempre dispostos a transformar hoje graças a deus nós estamos é podendo ajudar não só conscientizá las podendo direcionar podendo é da qualidade de vida indicando para uma empresa que qualifica no e capacita e coloca uma criança no mercado de trabalho então eu acho assim isso é muito muito é verdadeiro muito único de poder falar a nossa é nós partimos de um de um nada de um de um papelzinho pra dar um abraço é essa realidade do valor hoje eu faço a leitura que deus está me dando a oportunidade de ter uma associação à frente e consegui é baseado nessa experiência que eu tenho e agregando com experiência de profissionais de mães de todos aqueles que se juntam é de fazer um bom trabalho um trabalho que que de fato faz a diferença mas com muito amor com muito carinho não sendo eu mas sendo o nós porque a partir do momento que você coloca o eu nada vai pra frente é preciso que seja colocado o nós os efeitos dessa transformação também estão em casa filho do casal miguel autista e cheio de planos é claro faz fotos e como toda criança ama brincar antonito de brincantes jogar shalom que fazer e quando se junta com os amigos aí a infância entre ainda mais em ação aí aí ficou brincando aí jogar vai gente brincou a gente fez muita coisa só que a ong que tanto ajuda também precisa de uma mãozinha manter o trabalho está sendo uma luta nós começamos sem nada nós no primeiro no primeiro a conscientização que nós fizemos é só aconteceu porque um deu à folha outro deu impressão e nós saímos conscientizando nesse formato foi como como foi quando começou e continua nesse formato porque é nós precisamos ainda de parceiros que venha que conheça e possa ajudar a gente a a manter por mais que seja uma sala é uma sala é internet é água é luz então nós não temos é a condição de estar mantendo nesse momento porque nós tivemos nós temos que estar à disposição para atender é de dia é de noite a final de semana porque a gente acolhe a primeira coisa que a gente fala que a gente quer que a pessoa quando vêm procurar o balão azul ela vem atrás do acolhimento é isso que a gente faz então é pra estará colhendo nós tivemos que abrir mão de várias coisas na vida da gente tanto eu quanto andré e se dedicar totalmente ao balão porque naquele momento que nós tivemos o diagnóstico do nosso filho a única coisa que a gente buscava era isso é o acolhimento nós não tivermos e busca mostrar pra pessoa que ela pode a gente fala calma senta vamos conversar nós estamos aqui pra tá passando com vocês cada segundo desse processo isso faz total diferença na vida de qualquer pai e de qualquer mãe de um autista então nesse momento nós estamos com dificuldades gerais nós se nós temos uma coisa uma cortina hoje na sala porque emprestada nós não tem pior ainda toda essa sala foi feita com muito carinho com um doando uma mesa outro do ano uma cadeira e falta muita coisa é nós temos agora vão lançar o grupo de pais e com eles nós precisamos de um local para que possa fazer esse grupo de pais porque nós precisamos trocar experiências nós precisamos olhar um pro outro e fala nossa você passou por isso eu consigo passar também isso é muito importante então todas essas questões trazem dificuldades financeiras não estão buscando muito quem possa nos ajudar parceiros que vem falar estou aqui é eu acredito no projeto eu posso fazer esse projeto acontecer e esse balanço be compreender educar e se dedicar a lidar com o autismo sim é um desafio mas dá pra ver que chegar mais longe é possível meu sonho pra minha filha que ela seja aceita do jeito que ela é né que ela consiga vencer profissionalmente e financeiramente socialmente na vida é isso que a gente quer que ela cresça como qualquer ser humano como qualquer pessoa gostou do trabalho da entidade balão azul o pessoal também precisa de ajuda você pode colaborar com móveis e equipamentos e o que puder ajudar agora se você precisa de uma ajuda de orientações sobre autismo de uma mãozinha é só ligar para 10 1998 3 6 2 3 4 5 6 [Aplausos] [Música] [Música]
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