Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
[Música] e no giro ambiental desta semana a gente vai falar sobre o mercado de carbono esse mercado tão promissor economicamente e essencial para que o Brasil faça transição pra economia verde e para falar sobre esse assunto a gente convidou a natiela Souza que é consultora da sg4 muito obrigada pela sua participação aqui com a gente natiela Olá Eu que agradeço pelo convite naela esse mercado tem números muito promissores né sim é um mercado que tá muito em alta hoje em dia tem se falado muito no Brasil principalmente tá muito aquecido por conta da cop 30 que vai ser sediada aqui no ano que vem no Então tá muito em alta realmente é um tema que tá se falando muito e natielle a gente tem alguns desafios ainda para que ele fique redondinho o primeiro deles seria a regulamentação sim é um passo extremamente importante regular o mercado traz todo esse processo de regulamentação né Então as empresas elas conseguem fazer as transições as compras de uma forma muito mais eh objetiva e pragmática então a pele que tá sendo aprovada no senado Com certeza é um passo muito importante pro país porque traz então o a força né do mercado eh regulado hoje já se tem o voluntário mas as empresas elas acabam eh tomando na iniciativa de aderir eh a esse mercado de forma eh ativa mesmo né de buscando esses processos para melhor aí da dos processos da empresa da das emissões mas o o mercado regulado vai ser um gigantesco avanço aí pro país para quem tá assistindo a gente lá em casa naela como é que funciona a gente fala mercado de carbono não sabe muito bem como funciona eu queria que você falasse da pegada do pegada carbônica né como é que as empresas podem medir esse esse crédito de carbono muito legal o primeiro passo né paraas empresas entrar nesse processo é fazer o diagnóstico e o diagnóstico ele se inicia fazendo o inventário de emissões de gás Dea e hoje no Brasil é possível fazer através da metodologia do ghg protocol em que há a base de cálculo né então o primeiro passo é a empresa entender aonde que emite né dentro ali dos três escopos que existem né Quais que são as emissões quantificar Para justamente fazer e traçar um um plano de reduções E aí é que entra os créditos né quando a empresa ela entende que ela precisa fazer ali a compensação né da das emissões ela busca nos créditos a forma então de compensar e chegar naquele carbono neutro né que a gente que é o objetivo eh do acordo de Paris que é ficar ali nas emissões de 1.5 GC e essa é uma forma né da gente buscar a redução né a a a compensação desses dessas emissões de gás de efeito C para ser um pouquinho ainda mais claro queria que você falasse assim de uma forma bem eh eh didática uma empresa fictícia como é que ela poderia fazer esse cálculo de emissão de carbono o cálculo ele parte do pressuposto em que a empresa precisa entender Quais são as emissões né então a empresa vai entender a quantidade por exemplo de combustível que é utilizado né A emissão eh da sua Frota interna é uma forma da gente mensurar e esse é o escopo um né de tudo que a empresa emite paraa atmosfera depois a gente vai pro escopo dois onde a gente entende as fontes de emissões né de energia elétrica utilização de energia qual é a quantificação da emissão gerada então Eh de fontes de energia e tem o escopo três que é o maior desafio né que é quando a empresa ela busca na cadeia de fornecedores as iões Então ela entende como que os fornecedores também estão emitindo faz essa quantificação né e inventaria todo toda essa cadeia de de emissões Então seria mais ou menos assim a empresa que ela emite mais carbono ela tem a a possibilidade de comprar créditos e ficar neutralizado de forma que o país como um todo equilibra essas emissões né exatamente e com esses objetivos né do acordo de Paris eh tem estudos né que comprovam que já é necessário a descarbonização que a gente reduz reduzir as emissões e fazer essas compensações já não é mais viável pra gente conseguir manter né essas esses objetivos do acordo de Paris então é necessário já remover o gás carbônico da atmosfera e tem várias tecnologias hoje no mercado né que fazem esse tratamento por exemplo o biochar é uma tecnologia que sg4 a empresa que atua a gente já trabalha né no mercado que é de colocar o o nitrogênio mais dentro do solo seria o biochar é uma produção eh que pode ser tanto Industrial quanto através de um forno Fornalha onde justamente eh através da biomassa e a biomassa pode ser e Florestal por exemplo madeira né pode ser poda e várias outras possibilidades mas com aquela biomassa faz então a pirólise né que é uma tecnologia ali de e em altas temperaturas e pouco oxigênio no ambiente faç então a essa Esse aumento do CO2 E aí essa biomassa se transforma como se fosse num carvão vegetal né E esse carvão esse produto o biochar ele pode ser utilizado justamente no solo e ele tem diversos componentes ali que já tem comprovação científica que ajuda muito né na retenção de nutrientes de água então é um substrato que vem muito forte na agricultura regenerativa né para traz eh excelentes benefícios pro solo é então junto com esse mercado de carbono a gente tem que pensar novos modos de produção também né A partir de agora e o Brasil tem a meta de redução de 50% de acordo com o acordo de Paris exato É uma meta usada né Brasil o Brasil é signatário nãoé do acordo de Paris tem estabelecido diversas ações inclusive né aprovação dessa do mercado regulado para que mantenha né Essas seduções e com certeza com essas discussões aí no próximo ano a cop3 vamos trazer muitos ganhos e avanços né nessa área vai naturalizando isso cada vez mais e tornando isso mais e comum dentro do mercado né exato perfeito e natiela com a cop e o ano que vem Novembro você acha que essa aprovação da regulamentação pode ser um pouco mais pressionada Será que a gente consegue sim o mercado Tá bastante otimista com relação a isso porque vai Geralmente os os países que já tem esse mercado eles já estão muito avançados né Nessas questões de eh mudanças climáticas e o mercado de de regulado de carbono pro país vai trazer né Essa segurança das empresas que já emitem né grandes quantidades elas poderem regularizar essas emissões e também fomentar para que as empresas que eh não atingem né o limite que for determinado elas consigam também implantar projetos e comercializar esses créditos então com certeza vai girar muito a economia nesse sentido a previsão é de 2.8 trilhões no PIB né até 2030 exato eh o mercado ele vai desencadear né diversas possibilidades na cadeia produtiva e vai trazer muitos ganhos também eh nos eh que a gente chama de trabalhos verdes né Então vão surgir diversas possibilidades aumentando m o pid Então e o mercado de trabalho também né Muito obrigada pela sua participação com a gente aqui no giro ambiental natiela Eu que agradeço e vamos juntos para o zero carbono vamos lá né e para você que nos assiste Continue com a gente porque agora é hora daquele giro ambiental pelas principais notícias e curiosidades do Brasil e do mundo no Encontro ocorrido no Rio de Janeiro para ter a redução do risco de desastres um dos focos do debate foi a busca por soluções que combatam a desigualdade e reduzam as vulnerabilidades o grupo de trabalho de redução de risco de desastres do G20 concluiu uma rodada de discussões sobre as prioridades que deverão ser dadas Pelas Nações que integram o G20 no enfrentamento aos eventos climáticos globais o Rio de Janeiro também sediará a cúpula de chefes de governo das Nações que integram 20 em novembro deste ano segundo o Ministério da Integração e desenvolvimento Regional que representa o Brasil no GT a cobertura global de um sistema de alerta precoce para desastres e a criação de infraestruturas que sejam resilientes a catástrofes e alterações climáticas são ações de combate às desigualdades diante de situações emergenciais o GT também destacou a necessidade de estratégias de financiamentos para reduzir os riscos de de desastres a adoção de soluções baseadas na natureza e a recuperação reabilitação e reconstrução em casos de desastres além de apresentar as prioridades o grupo de trabalho está desenvolvendo produtos que possam colocar em prática iniciativas discutidas no evento um relatório com essas propostas será encaminhado para a Cúpula do G20 em novembro o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil vne Wolf destacou a necessidade de financiamento de recursos públicos e privados a contribuição de outros agentes financeiros na gestão de eventos climáticos mundiais o financiamento também desempenha um papel Vital na capacitação e treinamento de equipes de resposta a emergências assim como na redução e conscientização da população sobre o risco de desastres segundo nota divulgada pelo Ministério da Integração e desenvolvimento Regional cerca de 1800 pinguins morreram em Florianópolis na temporada de migração de 2024 a ONG R3 animal atua no resgate reabilitação e reintrodução de animais marinhos à natureza segundo a ONG ao todo 1970 pinguins de Magalhães vivos e mortos foram registrados em Florianópolis até 30 de julho deste ano desses apenas 126 estavam vivos no momento do Resgate no passado na mesma temporada de migração foram 2028 pinguins contabilizados na capital de acordo com a R3 animal Os Pinguins de Magalhães partem da Patagônia Argentina e durante a temporada tem as praias brasileiras como um dos destinos a maioria segundo a instituição é formada por animais jovens que em seu primeiro ciclo migratório devido à falta de experiência acabam encontrando maiores dificuldades para se alimentar e migrar mais fracos afastam do bando e morrem os resgates realizados pela entidade ocorrem em todas as praias da ilha de Santa Catarina principalmente na costa leste da Ilha depois são encaminhados ao centro de pesquisa e Reabilitação de animais marinhos maior iceberg do mundo se movimenta e se recusa a derreter no oceano segundo os especialistas o gigante bloco de gelo com quase um trilhão de toneladas pode permanecer preso durante anos na graças ao raro fenômeno das colunas de Taylor descrita pela primeira vez na década de 20 pelo físico jofrey Ingram Taylor como uma corrente de água que ao encontrar uma obstrução no mar pode se separar em duas correntes com fluxos distintos a água então passaria a girar no local de acordo com a rede britânica BBC a obstrução em questão é uma protuberância algo como uma lombada de 100 Km de largura no fundo do oceano conhecida como pank a espiral de água está no topo dessa protuberância e o Iceberg A23 a foi capturado pela água rotatória da região com uma área de cerca de 3.600 km qu o equivalente a duas cidades de São Paulo ou três vezes o Rio de Janeiro o A23 a é considerado o maior iceberg do mundo desde 2020 a formação começou migrar em direção às águas mais quentes mas curiosamente em abril deste ano fixou-se em um ponto do Oceano Antártico e pode demorar anos até que se solte e inevitavelmente derreta no início de abril de 2024 o A23 a entrou na corrente circumpolar Antártica um gigante fluxo que movimenta 100 vezes mais água ao redor do Globo do que todos os fios da terra juntos normalmente isso ter hava feito com que o Iceberg fosse lançado ao Atlântico Sul Mas não foi o que aconteceu o A23 a permanece há meses no mesmo lugar ao norte das ilhas orcades do Sul girando em direção antihorário 15º por dia há pelo menos 1 km de água separando a sua parte inferior e o fundo do mar o que descaracteriza um simples encal atualmente apenas um quarto do fundo do mar da terra foi mapeado usando os melhores modernos [Música] [Música] e no giro ambiental desta semana a gente vai falar sobre o mercado de carbono esse mercado tão promissor economicamente e essencial para que o Brasil faça transição pra economia verde e para falar sobre esse assunto a gente convidou a natiela Souza que é consultora da sg4 muito obrigada pela sua participação aqui com a gente natiela Olá Eu que agradeço pelo convite naela esse mercado tem números muito promissores né sim é um mercado que tá muito em alta hoje em dia tem se falado muito no Brasil principalmente tá muito aquecido por conta da cop 30 que vai ser sediada aqui no ano que vem no Então tá muito em alta realmente é um tema que tá se falando muito e natielle a gente tem alguns desafios ainda para que ele fique redondinho o primeiro deles seria a regulamentação sim é um passo extremamente importante regular o mercado traz todo esse processo de regulamentação né Então as empresas elas conseguem fazer as transições as compras de uma forma muito mais eh objetiva e pragmática então a pele que tá sendo aprovada no senado Com certeza é um passo muito importante pro país porque traz então o a força né do mercado eh regulado hoje já se tem o voluntário mas as empresas elas acabam eh tomando na iniciativa de aderir eh a esse mercado de forma eh ativa mesmo né de buscando esses processos para melhor aí da dos processos da empresa da das emissões mas o o mercado regulado vai ser um gigantesco avanço aí pro país para quem tá assistindo a gente lá em casa naela como é que funciona a gente fala mercado de carbono não sabe muito bem como funciona eu queria que você falasse da pegada do pegada carbônica né como é que as empresas podem medir esse esse crédito de carbono muito legal o primeiro passo né paraas empresas entrar nesse processo é fazer o diagnóstico e o diagnóstico ele se inicia fazendo o inventário de emissões de gás Dea e hoje no Brasil é possível fazer através da metodologia do ghg protocol em que há a base de cálculo né então o primeiro passo é a empresa entender aonde que emite né dentro ali dos três escopos que existem né Quais que são as emissões quantificar Para justamente fazer e traçar um um plano de reduções E aí é que entra os créditos né quando a empresa ela entende que ela precisa fazer ali a compensação né da das emissões ela busca nos créditos a forma então de compensar e chegar naquele carbono neutro né que a gente que é o objetivo eh do acordo de Paris que é ficar ali nas emissões de 1.5 GC e essa é uma forma né da gente buscar a redução né a a a compensação desses dessas emissões de gás de efeito C para ser um pouquinho ainda mais claro queria que você falasse assim de uma forma bem eh eh didática uma empresa fictícia como é que ela poderia fazer esse cálculo de emissão de carbono o cálculo ele parte do pressuposto em que a empresa precisa entender Quais são as emissões né então a empresa vai entender a quantidade por exemplo de combustível que é utilizado né A emissão eh da sua Frota interna é uma forma da gente mensurar e esse é o escopo um né de tudo que a empresa emite paraa atmosfera depois a gente vai pro escopo dois onde a gente entende as fontes de emissões né de energia elétrica utilização de energia qual é a quantificação da emissão gerada então Eh de fontes de energia e tem o escopo três que é o maior desafio né que é quando a empresa ela busca na cadeia de fornecedores as iões Então ela entende como que os fornecedores também estão emitindo faz essa quantificação né e inventaria todo toda essa cadeia de de emissões Então seria mais ou menos assim a empresa que ela emite mais carbono ela tem a a possibilidade de comprar créditos e ficar neutralizado de forma que o país como um todo equilibra essas emissões né exatamente e com esses objetivos né do acordo de Paris eh tem estudos né que comprovam que já é necessário a descarbonização que a gente reduz reduzir as emissões e fazer essas compensações já não é mais viável pra gente conseguir manter né essas esses objetivos do acordo de Paris então é necessário já remover o gás carbônico da atmosfera e tem várias tecnologias hoje no mercado né que fazem esse tratamento por exemplo o biochar é uma tecnologia que sg4 a empresa que atua a gente já trabalha né no mercado que é de colocar o o nitrogênio mais dentro do solo seria o biochar é uma produção eh que pode ser tanto Industrial quanto através de um forno Fornalha onde justamente eh através da biomassa e a biomassa pode ser e Florestal por exemplo madeira né pode ser poda e várias outras possibilidades mas com aquela biomassa faz então a pirólise né que é uma tecnologia ali de e em altas temperaturas e pouco oxigênio no ambiente faç então a essa Esse aumento do CO2 E aí essa biomassa se transforma como se fosse num carvão vegetal né E esse carvão esse produto o biochar ele pode ser utilizado justamente no solo e ele tem diversos componentes ali que já tem comprovação científica que ajuda muito né na retenção de nutrientes de água então é um substrato que vem muito forte na agricultura regenerativa né para traz eh excelentes benefícios pro solo é então junto com esse mercado de carbono a gente tem que pensar novos modos de produção também né A partir de agora e o Brasil tem a meta de redução de 50% de acordo com o acordo de Paris exato É uma meta usada né Brasil o Brasil é signatário nãoé do acordo de Paris tem estabelecido diversas ações inclusive né aprovação dessa do mercado regulado para que mantenha né Essas seduções e com certeza com essas discussões aí no próximo ano a cop3 vamos trazer muitos ganhos e avanços né nessa área vai naturalizando isso cada vez mais e tornando isso mais e comum dentro do mercado né exato perfeito e natiela com a cop e o ano que vem Novembro você acha que essa aprovação da regulamentação pode ser um pouco mais pressionada Será que a gente consegue sim o mercado Tá bastante otimista com relação a isso porque vai Geralmente os os países que já tem esse mercado eles já estão muito avançados né Nessas questões de eh mudanças climáticas e o mercado de de regulado de carbono pro país vai trazer né Essa segurança das empresas que já emitem né grandes quantidades elas poderem regularizar essas emissões e também fomentar para que as empresas que eh não atingem né o limite que for determinado elas consigam também implantar projetos e comercializar esses créditos então com certeza vai girar muito a economia nesse sentido a previsão é de 2.8 trilhões no PIB né até 2030 exato eh o mercado ele vai desencadear né diversas possibilidades na cadeia produtiva e vai trazer muitos ganhos também eh nos eh que a gente chama de trabalhos verdes né Então vão surgir diversas possibilidades aumentando m o pid Então e o mercado de trabalho também né Muito obrigada pela sua participação com a gente aqui no giro ambiental natiela Eu que agradeço e vamos juntos para o zero carbono vamos lá né e para você que nos assiste Continue com a gente porque agora é hora daquele giro ambiental pelas principais notícias e curiosidades do Brasil e do mundo no Encontro ocorrido no Rio de Janeiro para ter a redução do risco de desastres um dos focos do debate foi a busca por soluções que combatam a desigualdade e reduzam as vulnerabilidades o grupo de trabalho de redução de risco de desastres do G20 concluiu uma rodada de discussões sobre as prioridades que deverão ser dadas Pelas Nações que integram o G20 no enfrentamento aos eventos climáticos globais o Rio de Janeiro também sediará a cúpula de chefes de governo das Nações que integram 20 em novembro deste ano segundo o Ministério da Integração e desenvolvimento Regional que representa o Brasil no GT a cobertura global de um sistema de alerta precoce para desastres e a criação de infraestruturas que sejam resilientes a catástrofes e alterações climáticas são ações de combate às desigualdades diante de situações emergenciais o GT também destacou a necessidade de estratégias de financiamentos para reduzir os riscos de de desastres a adoção de soluções baseadas na natureza e a recuperação reabilitação e reconstrução em casos de desastres além de apresentar as prioridades o grupo de trabalho está desenvolvendo produtos que possam colocar em prática iniciativas discutidas no evento um relatório com essas propostas será encaminhado para a Cúpula do G20 em novembro o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil vne Wolf destacou a necessidade de financiamento de recursos públicos e privados a contribuição de outros agentes financeiros na gestão de eventos climáticos mundiais o financiamento também desempenha um papel Vital na capacitação e treinamento de equipes de resposta a emergências assim como na redução e conscientização da população sobre o risco de desastres segundo nota divulgada pelo Ministério da Integração e desenvolvimento Regional cerca de 1800 pinguins morreram em Florianópolis na temporada de migração de 2024 a ONG R3 animal atua no resgate reabilitação e reintrodução de animais marinhos à natureza segundo a ONG ao todo 1970 pinguins de Magalhães vivos e mortos foram registrados em Florianópolis até 30 de julho deste ano desses apenas 126 estavam vivos no momento do Resgate no passado na mesma temporada de migração foram 2028 pinguins contabilizados na capital de acordo com a R3 animal Os Pinguins de Magalhães partem da Patagônia Argentina e durante a temporada tem as praias brasileiras como um dos destinos a maioria segundo a instituição é formada por animais jovens que em seu primeiro ciclo migratório devido à falta de experiência acabam encontrando maiores dificuldades para se alimentar e migrar mais fracos afastam do bando e morrem os resgates realizados pela entidade ocorrem em todas as praias da ilha de Santa Catarina principalmente na costa leste da Ilha depois são encaminhados ao centro de pesquisa e Reabilitação de animais marinhos maior iceberg do mundo se movimenta e se recusa a derreter no oceano segundo os especialistas o gigante bloco de gelo com quase um trilhão de toneladas pode permanecer preso durante anos na graças ao raro fenômeno das colunas de Taylor descrita pela primeira vez na década de 20 pelo físico jofrey Ingram Taylor como uma corrente de água que ao encontrar uma obstrução no mar pode se separar em duas correntes com fluxos distintos a água então passaria a girar no local de acordo com a rede britânica BBC a obstrução em questão é uma protuberância algo como uma lombada de 100 Km de largura no fundo do oceano conhecida como pank a espiral de água está no topo dessa protuberância e o Iceberg A23 a foi capturado pela água rotatória da região com uma área de cerca de 3.600 km qu o equivalente a duas cidades de São Paulo ou três vezes o Rio de Janeiro o A23 a é considerado o maior iceberg do mundo desde 2020 a formação começou migrar em direção às águas mais quentes mas curiosamente em abril deste ano fixou-se em um ponto do Oceano Antártico e pode demorar anos até que se solte e inevitavelmente derreta no início de abril de 2024 o A23 a entrou na corrente circumpolar Antártica um gigante fluxo que movimenta 100 vezes mais água ao redor do Globo do que todos os fios da terra juntos normalmente isso ter hava feito com que o Iceberg fosse lançado ao Atlântico Sul Mas não foi o que aconteceu o A23 a permanece há meses no mesmo lugar ao norte das ilhas orcades do Sul girando em direção antihorário 15º por dia há pelo menos 1 km de água separando a sua parte inferior e o fundo do mar o que descaracteriza um simples encal atualmente apenas um quarto do fundo do mar da terra foi mapeado usando os melhores modernos [Música]