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Giro Ambiental | Eduardo brondizio vence “nobel do meio ambiente” - prêmio tyler
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Giro Ambiental | Eduardo brondizio vence “nobel do meio ambiente” - prêmio tyler

30 views Publicado 04/06/2025 HD · 20:34

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🌱 No Giro Ambiental desta semana, trazemos uma entrevista especial com Eduardo Brondizio, um dos mais respeitados pesquisadores do meio ambiente da atualidade e vencedor do Prêmio Tyler 2024, considerado o Nobel do Meio Ambiente. O prêmio foi dividido com a ecóloga argentina Sandra Díaz, e reconhece décadas de dedicação à pesquisa, à defesa da natureza e ao impacto direto em políticas públicas globais. Com uma trajetória admirável, Brondizio é professor de Antropologia na Indiana University, nos Estados Unidos, e também leciona na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Brasileiro, com raízes e atuação profunda na Amazônia, ele é ainda um dos fundadores da Fundação SOS Mata Atlântica, referência nacional na conservação ambiental. 🌍 Nesta entrevista, Eduardo compartilha os principais pontos de sua atual pesquisa sobre o bioma amazônico e as comunidades tradicionais, revelando como o conhecimento científico aliado ao saber ancestral pode transformar a forma como protegemos nossos recursos naturais. 💬 Ele fala ainda sobre: A importância do conhecimento indígena e ribeirinho para políticas ambientais; Os desafios da preservação da Amazônia em tempos de crise climática; O papel do Brasil no cenário global de sustentabilidade; A necessidade de políticas integradas entre meio ambiente, economia e justiça social; E como a ciência pode influenciar decisões políticas e engajar a sociedade. 🏅 O Prêmio Tyler vem como coroação de um trabalho comprometido com a preservação dos ecossistemas e com o respeito às populações que vivem em equilíbrio com a natureza. Brondizio destaca que o prêmio amplia a visibilidade da Amazônia e dá mais força à luta contra o desmatamento e a degradação ambiental. 🌿 O “Giro Ambiental” é o espaço da TV Câmara Campinas para mostrar iniciativas, ideias e personalidades que fazem a diferença na luta pela sustentabilidade. Neste episódio, convidamos você a conhecer uma das vozes mais influentes da ciência brasileira no cenário internacional. Assista agora, reflita e compartilhe. Valorizar a ciência e o conhecimento é essencial para o futuro do planeta. 🌎 Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[Música] E no giro ambiental de hoje, vamos falar com o agrônomo e antropólogo Eduardo Brondízio, que há mais de três décadas se dedica ao estudo do comportamento humano com o meio ambiente, principalmente nas regiões amazônicas. E esse trabalho é tão relevante que em abril deste ano o Eduardo recebeu o prêmio Tyler, que é equivalente ao Nobel do meio ambiente. Ele mora em Indiana, leciona lá e recebeu o nosso convite, aceitou participar aqui do giro. Eu quero começar agradecendo demais por esse tempo aqui com a gente, Eduardo. Muito obrigado, Alexandra. Obrigado pelo convite. É um prazer participar do giro ambiental da Câmara de Campinas. Ah, eu tenho uma conexão com Campinas muito especial também, né? Porque eu sou professor associado ao UNEPAN, na Unicamp, tem vários alunos aí. Então, eu que agradeço o convite de vocês. Você já é meio que um cidadão do mundo, né, Eduardo? Levando também a Amazônia para todos os cantos. E dividiu esse prêmio então com a Sandra Dias, que é da Argentina. E é a primeira vez que a América Latina recebe esse prêmio, que é um grande reconhecimento, né? É, ficamos muito, muito contes, né? Não só por representar a região, vamos dizer assim, ah, mas também receber juntos, nós trabalhamos juntos, né, no levantamento global da biodiversidade de serviços ambientais junto com o nosso colega Joseph Setel. Então, foi muito especial ver esse reconhecimento junto que traz tanto essa colaboração como uma atenção pra região e pros problemas da região e uma combinação, né, das ciências sociais com as ciências ecológicas, no caso da Sandra, que é um olhar assim fundamental que a gente precisa interiorizar que nós somos parte do meio, né? A gente fala meio ambiente, mas o homem é parte disso tudo. E às vezes parece que a gente fragmenta um pouco isso, não é? Exatamente. Eu acho que essa é uma das mensagens desse prêmio. Tanto a Sandra como eu, a gente tem trabalhado para mostrar essa interdependência, né? Nós somos completamente dependentes da natureza, apesar da nossa história, né, de se ver separados e e autônomos do que a natureza provê. E nós dois, no caso, temos trabalhado para mostrar essa interdependência. Isso foi eh uma uma das mensagens do, né, eu acho que dessa premiação é realmente realçar a que aí estamos interdependentes e cada vez mais precisando reconhecer para poder cuidar, né, da natureza que nos sustenta. É um corpo só, né? E Eduardo, você foi um dos fundadores da SOS Mata Atlântica, que é super respeitada, tem um trabalho muito consolidado e fez o primeiro levantamento da Mata Atlântica, né, que é usado como referência até hoje. Eu queria saber quando foi que você despertou como agrônomo e depois como antropólogo pra necessidade de olhar para esse bioma. É, obrigado por essa pergunta, né? que isso aconteceu nos anos 80, eu passei a trabalhar na Amazônia, né, no final dos anos 80, mas essa foi uma parte muito especial da minha trajetória. Eu acho que da trajetória de de todo o movimento ambientales, das das ciências ambientais no Brasil naquele momento. Eh, a SOS Mata Atlântica foi um esforço de muitas pessoas, né, de reunir a a, né, a tensão em torno desse bioma. né, um dos mais biodiversos do mundo e um dos biomas aonde nós mais dependemos, seja em Campinas, seja em São Paulo, em São José dos Campos, né, e que estava ah num momento crítico, né, de uma transição de de ah, né, quase assim chegando aos remanescentes mínimos e naquela época nós não sabíamos exatamente quais eram e aonde estavam os remanescentes da Mata Atlântica no Brasil. Então isso foi um esforço, né, no final dos anos 80 que uniu a SOS Mata Atlântica, uniu né, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, uniu o IBAMA na época, né, e nós desenhamos um trabalho para fazer um levantamento no Brasil todo, cobrindo 16 estados para ter um primeiro quadro da história de transformação da Mata Atlântica. Então, me sinto muito orgulhoso de ter sido parte daquele trabalho e também de ter dado um encaminhamento para continuação desse trabalho. Então, o Atlas da Mata Atlântica, que foi eh que foi apresentado em 1990, que deu essa quadro geral da região, ele daí serviu de base, de referência para monitoramentos, né, e novos levantamentos que vem sendo feito a cada 5 anos. Então, virou uma um instrumento central da política ambiental a ao redor de toda a Mata Atlântica eh no Brasil. Então, eh, realmente é é um trabalho que a gente tem muito orgulho, mas é importante lembrar que é um trabalho também com muitas mãos, né, e muitos esforço de muita gente ah, que o fez acontecer e tá vivo até hoje. É, pela grandeza do trabalho, a gente imagina realmente que precisa dessa multiplicidade aí para dar conta desse desse acompanhamento, né? E depois migrando para pra região amazônica, então eu queria que você falasse eh o que que você percebe que é possível extrair da vivência dos povos originários que a gente poderia compartilhar hoje aqui com quem assiste. O que que você sente que impacta mais? Olha, se a gente pensar na Amazônia que é hoje, que a gente conhece hoje, que a gente valoriza pela sua diversidade, né, a biodiversidade, a diversidade de recursos, de produtos, nós não podemos deixar de pensar que isso é um produto da relação das populações indígenas com a região nos últimos 13.000 anos, né? Então, a Amazônia a gente ainda costuma ter um imaginário da região, que é aquela natureza intocada, né? Aquela natureza separada. Mas a Amazônia que está aí hoje, ela é produto do manejo, do conhecimento e do cuidado de populações indígenas ao longo de milhares de anos, né? Eu estou aqui na frente de ah uma paisagemonde se tem agroflorestas de açaí. Parece uma mata, né? Mas são agroflorestas de açaí. Isso é um exemplo de um sistema de produção e de um conhecimento que tem suas origens, né, na nas populações indígenas da região que fazem uma agricultura florestal altamente produtiva, né? E isso é só um exemplo de dezenas de cultivos, ah, de cultivos agrícolas, de plantas domesticadas na região, que hoje são importantes no mundo inteiro. Então, o primeiro ponto dessa relação é isso. Nós temos uma herança de de milhares de anos de que todos nós hoje beneficiamos, né, e que ah oferece caminhos para o futuro. O outro aspecto é a proteção territorial e a proteção dessa natureza, principalmente nos últimos 50 anos, né, você tem esse avanço das fronteiras agrícolas extrativas na região que vem, na verdade, destruindo boa parte desse patrimônio. E aonde a gente vê a, né, a a o o a resistência, vamos dizer, né, a esses avanços, são nas terras indígenas, são nas áreas de comunidades tradicionais que t mantido a um manejo da floresta, uma produção com a floresta em pé e ao mesmo tempo resistindo as economias que avançam. Ah, hoje as populações indígenas, para chegar no momento atual, que eu acho que é importante falar, elas estão enfrentando pressões enormes, né? A região, a maior parte do desmatamento na região, ela é feita de maneira ilegal, com apropriação de terra pública ou apropriação de terra de populações locais. o crime organizado, a economia ilegal tem avançado por toda a região. Então, e é importante a gente lembrar do papel dessas populações, do papel milenar dessas populações, de criar essa biodiversidade que a gente tem hoje e do papel recente, né, de oferecer uma alternativa pro desenvolvimento da região, mas também de estar ali na linha de frente, protegendo a biodiversidade, as águas, né, a a todos os ecossistemas amazônicos a de do avanço das economias ilegais, do desmatamento ilegal, enfim. Ah, eu eu tentei aqui falar um pouco que essa essa é uma relação que vem de milhares de anos, mas que tá aí viva hoje. E nós precisamos lembrar dessas contribuições das populações indígenas, as comunidades locais, porque elas estão na linha de frente tentando proteger um ecossistema que nós todos beneficiamos, né, em todo o continente também porque tem uma influência a nível global, ou seja, é um modelo que já existe, que funciona, que dá certo, né, que eh ele transforma a economia sem a deterioração do meio ambiente e mesmo assim a gente ainda vira e mexe, acaba estava tendo as discussões do plantil de cana na Amazônia Legal, da extração de petróleo. É claro que isso teria toda uma contrapartida dos órgãos ambientais para que as coisas acontecessem de uma forma correta, mas a gente nem tem a fiscalização suficiente hoje para de repente pensar nesses manejos grandiosos que impactariam sim o modo de viver na floresta, né? É muito importante chamar atenção para isso, né? A gente vive numa encruzilhada hoje em relação à Amazônia. A a degradação ambiental avançou muito rapidamente nos últimos 30 anos e tem rompido ciclos vitais do ecossistema da Amazônia, como é, por exemplo, a bomba d'água que a a região funciona, né, em reciclar sua água para alimentar a sua própria floresta, mas também para alimentar as chuvas que alimentam o resto do continente, né? Então, nós temos nesse momento aonde o ecossistema tá chegando num ponto de ruptura hã ao mesmo tempo em que várias eh atividades que têm mostrado um caminho diferente, que tem trazido uma bioeconomia mais sustentável, estão também enfrentando muitas dificuldades, né? Então hoje é um momento fundamental, né, de repensar o modelo de desenvolvimento da Amazônia, restaurar partes da região, restaurar o funcionamento dos ecossistemas e ao mesmo tempo dar apoio para aquelas populações que estão protegendo, que estão produzindo, muitas vezes invisíveis. Acho que importante lembrar que, né, tem uma economia na região que sustenta cidades, que sustenta mercados nacionais e globais, como é a economia do açaí, que está aqui atrás e de muitos outros produtos, ah, que precisam de apoio, né, para avançarem, para mostrarem que são uma alternativa econômica pra região. As soluções estão lá, mas elas precisam ser apoiadas, né? E precisam é serem apoiadas para poder se suceder, para poder manter as pessoas, né, nas áreas indígenas, nas zonas foris, melhorando as condições onde elas vivem, né? Então é um momento muito importante para atuar na área ambiental, atuar na área social e econômica, dar apoio para aquelas atividades que estão funcionando na região, né? e repensar a nossa relação com a região. A Amazônia influencia a vida de todo mundo, por isso é uma responsabilidade de todo mundo, né, ter um cuidado a e é o cuidado que a região precisa hoje. E é muito importante falas como a sua, Eduardo, porque você é um pesquisador, tá 30 anos voltado com esse olhar indo eh a loco, né? você leva seus alunos, vocês fazem pesquisas, é um brasileiro, porque acaba que algumas coisas se politizam no sentido eh negativo, não é uma não é uma politização eh profunda de pesquisa, de discussão e acaba criando uma um discurso paralelo de que a Amazônia tem que ser explorada, que eh outros países têm esse olhar para com a Amazônia e a gente tem que explorar também. Só que como explorar é muito importante que a gente sempre observe isso e a partir ouvindo sempre as populações que já estão lá, né, como você disse, há milhares de anos. Uhum. É, exatamente. Eu acho que no nos últimos 50, 60 anos, né, foi implantado uma visão para desenvolver a região, muito voltado para ver a região como uma área de extração de benefícios para outras pro resto do país ou para outras regiões, usando modelos de que foram que também tiveram, né, seus impactos, como na Mata Atlântica que a gente estava falando agora, exportando esse mesmo modelo pra região como se fosse funcionar lá. Infelizmente hoje nós temos, né, uma áreas enormes, 80% da área desmatada na região são áreas de pasto. A maior parte dessas pastagens são de baixa produtividade, né? Então você tem um modelo que tem sido criado eh degradação ambiental e desigualdade social. É preciso dizer, a região é a mais desigual, a mais violenta do Brasil hoje, né? Então é um modelo que tem deixado o impacto ambiental e também deixado o impacto social. E como você disse, eu acho que a maneira que a gente apresenta e discute a região é muito polarizada, muito simplificada e geralmente coloca atores contra uns aos outros, né? você confronta ou traz um modelo de desenvolvimento ah negando outras maneiras que são a de manejo de de produção que estão na região. Então, nós precisamos reformular essa conversa. Realmente nós precisamos encarar a realidade regional do ponto de vista das soluções que estão lá, das soluções que podem ser levantadas, que podem e são muitos exemplos que a gente pode conversar. ah, mas também encarar os problemas sociais da região, né? Não dá paraa gente esconder que a região ela tem um nível de violência hoje que é o maior do país. Você tem uma expansão do crime organizado e das economias ilegais de maneira assustadora. Hoje 1/3 da região, dos municípios da região tem facções de crime organizado. São mapeadas quase 20 facções de crime organizado e uma economia legal que tem apropriado terras públicas e terras indígenas e apropriado o patrimônio ah nacional, patrimônio dos países da Amazônia. Então a gente precisa encarar, eu acho que a região dessas duas maneiras, reconhecer as soluções que estão lá, né, e tentar levantá-las e apoiá-las e reconhecer os problemas que estão lá, porque não tem como você avançar soluções, né, fazendo, fechando os olhos pros problemas. Tem muito trabalho pela frente, né, Eduardo? tem a Amazônia, ela é a proporção, né, da região, ela ela realmente se traduz não só nas soluções como nos problemas. Ah, uma coisa, por exemplo, que a gente vem chamando atenção há muito tempo e que ainda é, né, eh, invisibilizada, é a questão urbana na Amazônia, né, a gente ainda tendo a falar da região ignorando a parte urbana. É muito comum você ver representações, políticas públicas, soluções ou mesmo mapas aonde não se aparece áreas urbanas, né? E hoje o que eu tenho dito é que a realidade indígena, rural e urbana na Amazônia estão completamente interligadas, aliás, afetam umas à outras, né? A poluição da cidade, o crime organizado da cidade tem braços longos afetando o meio ambiente, as populações indígenas e rurais da região. Os impactos que são feitos no interior, seja mineração ilegal e suas poluições, seja o usocriminado de pesticida, seja o uso indiscriminado de fogo, afetam não só as populações indígenas e rurais, como afetam as populações urbanas. Então, hoje a Amazônia ela tá interligada, todas as questões estão interligadas e as soluções precisam prestar atenção para essas conexões, né? Ah, enfim, é realmente eh traz desafios muito grandes. Ah, principalmente na área urbana, que a gente não fala, né? 80% da população amazônica brasileira vive em área urbana, né? São as áreas também mais pobres do país, né? E ah, por exemplo, você pega as grandes metrópoles da da Amazônia, você pega Belém e Manaus, né? Mais de 50% da população residente nessas eh metrópoles vive em condições subnormais, né? Então tudo isso cria um clima fértil para economias ilegais e esses problemas que acabam tendo a esses efeitos ambientais, sociais mais distantes. Então nós precisamos encarar a realidade da região, né? Abrir a copa da árvore e ver as soluções, né? Mas também prestar atenção aonde esses problemas estão e tentar pensar em políticas públicas que olham para essas conexões, né? e não vejam soluções isoladas para uma região onde esses problemas estão interligados. Eduardo, quero agradecer demais a sua participação aqui com a gente, compartilhar toda essa experiência aqui com Giro Ambiental. Eu queria saber se você tem algum canal, algum blog onde a gente pode acompanhar seu trabalho. Eh, isso é interessante porque eu não tenho mídia social. Ah, né? Ah, eu acho que a maneira de acompanhar o que a gente tenta mostrar é é através, né, de de ah de publicações, de de palestras e várias formas de trabalho lá no chão, direto com as comunidades, de várias formas de mostrar esse trabalho, mas eu não tenho a mídia social. Olha aqui para mim não limpar a boca na roupa, não, tá? É, agora, ah, tem, por exemplo, um lugar onde eu tenho muito dos meus trabalhos disponíveis, é um um uma página que chama Research Gate. Ah, tem muitos trabalhos lá disponíveis, mas eh enfim, fico, estou sempre à disposição para dividir, para conversar, né, para discutir esses assuntos. A gente coloca assim o o a página aqui para as pessoas terem o alcance. Então eu agradeço demais a sua participação aqui com a gente. Muito obrigado, Alexandre. Um assuntos que a gente poderia falar por horas. Agradeço muito da maneira também que você conduziu, das perguntas que você trouxe. Muito obrigada. E para você que nos assiste, agradeço demais a companhia e na quarta-feira que vem a gente volta com mais um Giro Ambiental. [Música] Oh. [Música] เ
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