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[Música] Segundo a Organização Mundial da Saúde, de 1998 a 2017, 4.8 milhões de pessoas foram impactadas por deslizamentos de terras causado principalmente pelo excesso de chuvas. E 18.000 1 pessoas acabaram morrendo por esse motivo. E pensando nisso, o pesquisador e físico Stanislav Mocale desenvolveu juntamente com a sua equipe de pesquisadores um produto à base de Linina para conter esse fenômeno e também auxiliar na agricultura e na sustentabilidade. E o Stanislaves tá aqui com a gente e vai explicar pra gente como é que funciona esse produto, esse processo de pesquisa e como é que a gente pode escalar tudo isso. Muito obrigada pela sua participação aqui com a gente, Stanisla Ave, obrigado pelo convite. Bom dia a todos. Ah, nosso centro trabalha basicamente com tecnologias para várias áreas de pesquisa, fotônica, eletrônica, novas materiais, uma nova linha de pesquisa que nós começamos do anos atrás e aplicação em grande escala para eh formar novos produtos a partir de lignina, a partir de lignina, que é um subproduto de produção de papel celulose e até agora tem pouco uso, a produção muito grande desse subproduto, que na verdade é um lixo praticamente e ah a gente faz tempo trabalha com processamento por microondas eh de baixa potência. Nesse momento estamos adquirindo micrô de potência maior para aquecer rapidamente e realizar transformação de vários produtos, eh, conseguindo novos materiais porosos, nula não estruturados, grafitizados, etc. as nossas aplicações ah abrangem uma área muito grande, de fato, supercitores, baterias de lítio, eh vários tipos de sensores. E finalmente esse tipo de aplicação para produzir um novo material que a gente faz em forma de cápsulas, cápsulas macrocápsulas 1 cm³, 2 cm cde a gente transforma lignina com vários aditivos, que esse na verdade é o sujeito de patenteamento, tá? o processo nosso e e transformando esse material em materiais em cápsulas, cápsulas eh volume bastante grande, altamente porosas e hidrofílicas. Isso nós descobrimos que esse material absorve rapidamente água em grandes quantidades. Maior parte de cápsula, maior volume de cápsula é preenchida por água depois de poucos minutos. Então nós pensamos que isso pode ser interessante para aplicações em solo, no solo, porque esse solo vermelho absorve pouco água. Esse é um grande problema, porque enchendo 10 cm, 15 cm de água, durante chuva intensa, esse solo apresenta uma capacidade de deslizar muito forte, formando deslizamentos grandes até às veias de terra e enchentes também. Então, nossa proposta é a criar através de poços, colocar nosso material em grande quantidade e reter água, fazer retenção de água eh durante chuva como liberação depois gradual e mais muito mais lenta durante eh dias, semanas, talvez meses, tá? Esse pode ser utilizado para absorver grande quantidade de água, 20, 30, 40% de chuva que caiu ou mais até esse depende da organização. E ah também pode servir para melhorar a produtividade na área área agrícola, tá? Porque nós aqui um dos problemas chove intensa, chuva intensa e depois seca rapidamente e terra fica ah difícil se de plantos crescerem. Então, eh, quando nós temos esse acúmulo de água e nosso material da forma grafítica, ele também catalisa vários processos bioquímicos dentro de solo. E nós podemos criar um análogo de terra preta que é conhecida na Amazônia, que lá a produtividade desse solo, dessa terra é muito maior, muito maior. Então, essa é uma das aplicações possíveis. Estamos pensando como aumentar escala de produção, porque nós precisamos com o tempo produzir milhares de toneladas ou dezenas de milhares toneladas desse material para realmente fazer a aplicação em grande escala. Até agora estamos fazendo no laboratório. Resultados são bem promissores, mostrando a rápida absorção de água no solo. Nós estamos trabalhando já com uma amostra de solo e liberação muito mais lenta que melhora o balanço da água em natureza, tá? Eh, no nosso solo, nos terenos. E por outro lado, como já falei, isso ajuda a diminuir eh o risco de deslizamentos, que realmente às vezes toma proporções catastróficas, porque a gente cria um ambiente muito bom para eh crescerem vários tipos de plantas, eh criando um sistema de raízes, eh material solo fica muito mais poroso, absorve muito mais rápido água. Esses poços que eu falei, pode ser até e 3, 5, 10 m de profundidade. Então, o volume da água segurada, aretida nesse caso pode ser bastante grande e diâmetro pequeno para não atrapalhar muito o solo como um todo, tá? Então, na forma de xadrez, assim, campo de xadrez, a gente pode criar essas poças e guardar bastante água que caiu de repente 10 eh 15, 20 minutos, liberando depois durante dias. Isso vai a melhorar a retenção de água, que na verdade um eh recurso natural, um dos mais valiosos de fato, nesse momento. A água custa caro e tem que reter água e evitar também erosal do solo que acontece como essa terra vermelho, tá? mais ou menos nesse momento tudo que a gente eh queria falar e eh tem umas perspectivas muito boas, já foram vários projetos aprovados, indústrias têm interesse nesse produto, nessa tecnologia e vamos indo porque o processo é é não muito rápido, de fato, ele envolve muitas novas tecnologias e a gente tem que criar um conjunto de tecnologias para mostrar a capacidade do método. Maravilhoso, Stanislave. E principalmente porque se tratava de um refugo, né, da indústria de papelão que tá sendo utilizada, um desafio que virou uma solução, né? Isso é muito legal para pra sustentabilidade. Isso mesmo. Isso mesmo. Uma das aplicações, aliás, no eh com cana de açúcar também lá o problema é parecido, tem material parecido com lignina, bagaço de cana também. E nós podemos trabalhar como isso para melhorar inclusive produção de cana de açúcar nesse caso, porque aumenta a eh segura água, ele tem água e ajuda a planta a crescer mais rápido. Não sei se eu entendi bem também parece que cria uma microbiota muito favorável pra nutrição do solo também, né? Isso mesmo. Porque o a tarifa final e é e recriar aquela terra preta aqui na Amazônia. Parece que índios criaram isso, tem indícios disso, porque áreas de terapia conhecidem como sítios arqueológicos, tem vários indícios. Sim. Então eles parece que sabiam, aparece essa ideia agora, eles sabiam como criar essa eh terra preta que segura muito bem água. a profundidade dessa terra preta na Amazônia, 1 m ou mais e cheia de material grafítico, grafítico de fato que tem origem provavelmente das fogueiras e outras coisas assim de uso dos índios. E ahã esse material grafítico, ele catalisa reações bioquímicas e e cria um bioma, como você falou, exatamente, que ah naturalmente acontece durante centenas de anos, mas desse jeito, intensificando o processo, injetando água na direção vertical no solo, além de outras nutrientes, porque nós temos ainda aplicação eh onde nós podemos organizar dar a liberação controlada de água e nutrientes. Nutrientes. Estamos trabalhando nisso também. Vamos ver se isso tudo vai dar certo, porque caminho é longa na frente, tá? Fosse uma irrigação interna no solo com nutrientes também, né? É uma tecnologia realmente promissora. Eu queria saber se ela é nacional, se vocês estão desenvolvendo aqui no Brasil a partir daqui ou se tem colaboração também com outros países. Não, no momento só aqui no Brasil, porque tem que tomar cuidado, nós potenciamos, tá? Porque se nós não cuidar disso, todo mundo vai usar e andar mais rápido. E nós precisamos realmente controlar essa divulgação um pouquinho e propriedade intelectual, porque é um produto que vai custar caro depois. É patenteado, né? Patenteado, sim. Oso, Stanislávia, agradeço demais a sua participação aqui com a gente. Queria saber se tem algum contato de e-mail ou eh um site que a gente possa acompanhar ou entrar em contato com você para quem tiver interesse. Sim, nós podemos passar contatos por eh de e-mail, de telefone, quem tiver interesse, se podemos conversar. Eh, nós temos uma equipe pequena, mas que trabalha bem, tá? Certeza. CS Nano, Centro de Componentes semicondutores e nanotecnologias, eh, chama nosso centro. E projeto recém aprovado pela Fartesp nome Sela, centro de lignina, tá? Pra agricultura. Perfeito. Então, mais uma vez muito obrigado e parabéns pelo projeto. Obrigada. E para você que nos assiste, continue com a gente, porque agora é hora daquele giro ambiental pelas curiosidades do Brasil e do mundo. Aos 74 anos, Wisdon, o Albatroz de Yasan, no arquipélago do Havaí, a mais velha do mundo, tornou-se mãe novamente. O serviço de pesca e vida selvagem dos Estados Unidos registrou o momento em que a ave acarici o seu filhote no refúgio nacional de vida selvagem do Atol Midway, no Oceano Pacífico Norte. Uma imagem do satélite Landsat 8 da NASA de 13 de fevereiro revela um fluxo de lava de 3 km da cratera Boca Nova, descendo o Monte Étna. Segundo o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia da Itália, o vulcão, um dos mais ativos do mundo, mostra sinais de agitação desde fevereiro de 2025 com erupções intensas, grandes quantidades de cinzas e extensos fluxos de lava. [Música] A NASA planeja enviar astronautas à Marte na década de 2030, enfrentando o desafio de manter a saúde da tripulação em uma viagem de 21 meses. Uma solução promissora é a hibernação, inspirada em mamíferos como morcegos que entram em torpor para economizar energia. Estudos revelam que os glóbulos vermelhos de morcegos se adaptam ao frio, otimizando a captação de oxigênio, algo que não ocorre em humanos. Pesquisadores investigam a possibilidade de modificar as membranas dos glóbulos vermelhos humanos para imitar o sangue dos morcegos, visando induzir a hibernação em astronautas. Essa adaptação permitiria que as células sanguíneas humanas mantivessem sua flexibilidade e eficiência em baixas temperaturas, facilitando a distribuição de oxigênio durante longas viagens espaciais e abrindo o caminho para a hibernação humana. A imagem popular do megalodonte, um tubarão gigante, extinto, como uma versão colossal do tubarão branco, pode estar incorreta. Estudos recentes sugerem que o megalodonte pertencia a uma linhagem diferente de tubarões. Uma nova pesquisa propõe que o megaludonte era mais longo e esbelto do que se pensava, com um corpo menos robusto do que o tubarão branco moderno. Com base em novas análises, os cientistas estimam que o megalodonte poderia ter atingido até 24,3 m de comprimento, superando as estimativas anteriores de 15 m. Essa nova estimativa coloca o megaludonte em um tamanho comparável ao da baleia azul, o maior animal do planeta. Essa descoberta desafia a visão tradicional do megalodonte e oferece uma nova perspectiva sobre o maior tubarão que já existiu. [Música]