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Semana do Servidor – Ciclo de Palestras
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Semana do Servidor – Ciclo de Palestras

67 views Publicado 01/11/2019 HD · 2:17:43

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Responsável:Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida

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TV Câmara Campinas Sejam todos bem-vindos ao ciclo de palestras da semana do servidor público que serão ministradas pelos profissionais Agnaldo Oliveira e Marcelo Pinto em parceria com o setor de saúde e qualidade de vida com o apoio da Elecamp a Escola do Legislativo de Campinas. Convidamos para compor a mesa de abertura o secretário-geral da Presidência, Antônio Pedro Rodrigues. Convidamos ainda o subsecretário de Assuntos Institucionais e responsável pela Elecamp, Gustavo Zucato. Vamos lá. Convidamos também o Coordenador de Saúde e Qualidade de Vida da Câmara Municipal de Campinas, Pedro Eduardo Nemi Mazaro. Uma vez composta a mesa de autoridades, convidamos os presentes a receberem nossos palestrantes de hoje. Por favor, recebam Agnaldo Oliveira e Marcelo Pinto. Convidamos todos a tomarem assento. Com a palavra, para uma breve saudação inicial, o palestrante Agnaldo Oliveira. Pessoal, boa tarde. Tudo bem com vocês? Eu espero trazer para vocês aquilo que realmente vocês estão esperando. Quando se fala em empreendedorismo, nós não estamos falando só daquele sujeito que pensa em montar um negócio. Quando se fala em empreendedorismo, nós estamos falando de quem tem desejo, de quem tem um ideal profissional. E é sobre isso que nós vamos falar na palestra de hoje. Eu espero que vocês gostem e eu desde já agradeço o convite e a forma com que vocês me receberam. Com a palavra agora para a sua saudação inicial, o palestrante Marcelo Pinto. Boa tarde, pessoal. Tudo bem? Boa tarde. Hoje nós vamos aqui falar sobre a questão da gestão do humor no ambiente de trabalho. Vamos trabalhar um pouquinho, risadas. Como é que já deram muitas risadas hoje ou não? Saiu um pouquinho do nosso dia a dia. Quero agradecer a casa pelo convite, participando aqui junto com o Aguinaldo. colega nosso, e espero trazer novidades para vocês, alguma coisa que possa agregar no dia a dia. Mais uma vez, obrigado e até daqui a pouco. Com a palavra, o Coordenador de Saúde e Qualidade de Vida, Pedro Mazaro. Boa tarde, pessoal. Gostaria de dizer aqui que para a CSQV é muito gratificante ver as pessoas participando dessa semana Porque foi uma semana de muito trabalho, muito esforço e foi feita com muito carinho para todos vocês Então isso para a gente é muito gratificante ver as pessoas participando Eu queria aproveitar esse momento aqui, primeiramente para agradecer a minha equipe da CSQV E em especial a Priscila, que é a nossa assistente social Ela que fica à frente das atividades, das ações e eventos Então, para quem não conhece, ela está naquele cantinho ali de rosa. E ela faz um trabalho incrível aqui na Câmara. Então, eu acho que é bom a gente reconhecer, porque toda vez que ela coloca a mão nas coisas, tudo sai direitinho. Eu queria dizer também que a CSQV não fez essa semana sozinha. Na verdade, a gente teve bastante participação de vários setores. então eu queria começar, fazer um breve agradecimento aqui, bem rápido, porque são muitos setores, primeiramente gostaria de... perdão gostaria de agradecer o pessoal da presidência o Toninho acabou de tomar um banho aqui desculpa ele planejou isso o pessoal tinha me falado antes foi tudo preparado isso, pessoal Não foi nada improviso, não. Mas, sério, eu gostaria de agradecer ao Toninho, o Gustavo, a Thaís, o Coronel, todo o pessoal da presidência que abraçaram o projeto como se fosse deles. O presidente também por ter nos proporcionado fazer essa semana. O pessoal da comunicação social. E, nossa, desculpa, tantos trabalhos que a gente deu para vocês. Porque eu sei que a gente não foi fácil. Pessoal da Elecamp, nossas parceiras, que sempre nos ajudam nas indicações e outras coisas, todo o pessoal da infra, os nossos músicos do coral, o pessoal da ginástica laboral, de TI, enfim, bastante gente participou, e eu acredito que o objetivo, o grande espírito dessa casa é essa união, essa colaboração. Então, se a gente tiver essa força de unir, de colaborar com o outro, a grande chance é de a gente chegar em um trabalho bem feito. gostaria agora de passar a palavra aqui não sei se eu posso porque depois desse banho aqui e é isso pessoal, muito obrigado pela participação, reforçando que amanhã tem atividade também da semana do servidor espero que vocês aproveitem e a respeito das palestras estou aqui com dois profissionais excelentes que vieram voluntariamente aqui para a gente espero que vocês curtam o dia Com a palavra agora, o responsável pela Elecamp, Gustavo Zucato. Boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos para mais esse ciclo de palestras da nossa Semana do Servidor. Uma semana pensada em função dos senhores que estão aqui no dia a dia e que fazem com que essa casa possa ser o que ela é. Bem, rapidamente, só para não perder o costume, acho que eu vou declamar um poeminha em homenagem aos senhores, e tendo em vista até o teor das palestras, e principalmente a palestra aqui do Aguinaldo, sobre o impedidorismo e sobre a importância disso na vida do servidor público, no resgate daquela imagem institucional que a gente sempre comentou, que, infelizmente, a população não consegue enxergar a grandeza e a dimensão do trabalho que é realizado dentro dessa Casa Legislativa e, principalmente, a qualidade dos servidores que a gente tem aqui. Vou pensar num poeminha aqui de Gonçalves Dias, Canção do Tamoio, que tem um pouco a ver com isso que a gente vai experimentar hoje aqui. Não chores, meu filho, não chores que a vida é luta renhida, viver é lutar. A vida é combate que os fracos abate, e aos fortes, aos bravos, só pode exaltar. Um dia vivemos, o homem que é forte não teme da morte, só teme fugir. O arco que entesa tem certo uma presa, quer seja tapuia, condor ou tapir. Ó forte, o covarde teus feitos inveja, de o ver na peleja garboso e feroz E os tímidos velhos, nos graves conselhos, curvadas as frontes, escutam-lhe a voz Domina-se, vive, se morre, descansa, os teus na lembrança da voz do porvir Não cures da vida, se bravo, se forte, não fujas da morte, que a morte há de vir E pois que és meu filho, meus brilhos reveste, tamanho nasceste, valente serás, seduro guerreiro, robusto, fragueiro, brasão dos tamanhos, na guerra e na paz. Teu grito de guerra retumbe aos ouvidos, de inimigos transidos por vil comoção. E tremam de ouvi-lo, pior que o sibilo da seta ligeira, pior que o trovão. E as mães nessas tabas, querendo calados os filhos criados na lei do terror O teu nome lhes diga, que a gente inimiga talvez não escute sem pranto, sem dor Porém se a fortuna, traindo os teus passos, te arroja nos laços do inimigo falaz Na última hora, teus feitos memora, tranquilo nos gestos, impávido, audaz E cai como um tronco do raio tocado, partido, rojado em larga extensão. Assim morre o forte, no passo da morte triunfa, conquista o mais alto brasão. As armas ensaia, penetra na vida, pesada ou querida, viver é lutar. Se o duro combate, os fracos abate, aos fortes e aos bravos só pode exaltar. Parabéns aos senhores, sejam muito bem-vindos às palestras. Obrigado. Com a palavra agora, o secretário-geral da presidência, Toninho. Bom, pessoal, sejam todos bem-vindos. E eu queria só fazer um esclarecimento que este banho já estava programado entre o doutor Rizadinho e o Pedro. Então, eu fui escolhido para ser a vítima, só isso. É isso aí. Então, sejam bem-vindos. Esta semana é uma semana que só tem méritos aqui, vocês mesmos. A comissão que coordenou esse trabalho, ela apenas sintetizou toda a aspiração de cada um de vocês. E esta semana está trazendo muitas riquezas e muitas coisas boas para que a gente possa aprender que no ambiente de trabalho é um ambiente descontraído, é um ambiente de seriedade, e, acima de tudo, um ambiente de aprendizado. Sejam todos bem-vindos, os nossos palestrantes, sejam todos bem-vindos e vamos, mais uma vez, aprender com vocês. Obrigado. Nós agradecemos a participação dos componentes desta mesa e solicitamos que se dirijam à plateia para o início de nossas palestras de hoje. A primeira palestra será sobre intraempreendedorismo no serviço público e abordará a questão Você trabalha para quem? Será ministrado por Agnaldo Oliveira, que é escritor e palestrante, formado em RH pela Universidade Metodista de São Paulo, empresário há 20 anos na área de educação corporativa apresentador e idealizador do programa de TV Café Corporativo colunista na rádio Cidade Jundiaí colunista no jornal Novo Dia Notícias e no portal do Pensamento Corporativo possui formações e capacitações pelo SEBRAE Sociedade Brasileira de Coaching e pelo Leader Art International Seja bem-vindo, Aguinaldo. Boa palestra a todos. Obrigado. Boa tarde para todo mundo. Agora essa música é especial. Aquelas mudanças que nós queremos fazer e que nós muitas vezes não temos coragem de fazer. Quem se identifica com isso? Quem quer mudar e não tem coragem, acha arriscado. Nós vamos falar sobre acolhimento, como nós nos acolhemos e como acolhemos outras pessoas. Vamos falar sobre propósito. Será que servidor público tem propósito também para trabalhar? Ou será que é aquilo que a população às vezes pensa? Vocês sabem do propósito de vocês, né? Nós precisamos passar isso para as outras pessoas também. Nós vamos falar a respeito de fazer a coisa certa, de tecnologia também. Mas acima de tudo, de fazer a coisa certa. Então, para isso, eu vou pedir licença para vocês, para tirar a música e colocar um vídeo. Um vídeo que traz uma cena muito interessante. Eu achei esse vídeo na internet, ele é um vídeo que rodou muito por aí, eu cortei um pedação dele para poder fazer sentido aqui para vocês. E fala muito, esse vídeo traz uma mensagem sobre como um ser vivo se preocupa com outro ser vivo. Convido vocês para observar. Olha que interessante, tem um cãozinho lá que está prestes a ser levado pela correnteza de um rio, não sei aonde, não fui pesquisar, mas olha que interessante, tem um louco, tem que ser louco para fazer um negócio desse, ele vai e desce lá no meio do rio, se molha, não quer saber se a água está poluída ou não, porque ele tem um propósito ali, ele quer salvar aquele cachorrinho, ele quer tirar aquele cachorrinho do perigo da morte, ele quer salvar mesmo, e quem gosta de bicho aqui, quem gosta de animal? Vocês gostam de animal? Então vocês sabem E talvez alguns de vocês fizessem a mesma coisa, né? Só que ele não tem a técnica, olha lá Olha o absurdo que ele tenta fazer Arremessar o cachorro não vai dar certo nunca, né? Mas com a ajuda de outras pessoas, acaba que deu certo Olha só, você puxa o animal pela cacunda aqui, né? O animalzinho aqui, ele não sente dor na cacunda Olha que interessante Eles conseguiram uma missão E a pergunta que eu faço pra vocês é o seguinte Você tem uma missão? Qual é a sua missão? Bom, nós vamos começar a palestra de hoje, eu vou apresentar para vocês o meu cachorrinho, a Monstra. É a Monstra, é o nome dela, né? Você deu risada por quê? Como que é seu nome? Como? Lorinda, pois é, ela é a Monstra. Tem também como que chama seu cachorro? Pois é. Agora me conta uma coisa, o que você está falando da Monstra? Não, é bem legal, ela comeu o meu sapato, por isso que ela ganhou esse nome Essa é a monstra, minha paixão E esses dois meninos aqui, cadê, não apareceu aqui, né? Esses dois meninos aqui são o Rafael e o Nicolas, são meus sobrinhos O Valtinho conhece eles, não? Conhece? Pois é, o Rafael já está com 12 anos, já cresceu, aí o Nicolas está com 6 E esses dois meninos, eles me ensinaram Eles vivem muito comigo, eles me ensinaram aquela brincadeira do Fusca Azul. Vocês conhecem a brincadeira do Fusca Azul? Quem conhece? Levanta o braço aqui para eu saber. Qual que é a brincadeira do Fusca Azul? Nossa, esse vidro atrapalha, eu queria estar aí com vocês. Qual que é a brincadeira do Fusca Azul? Fala alto para a gente saber. Você dá um tapa no cara do lado. Toda vez que aparece um Fusca Azul na rua, você pega e dá um soco no cara do lado. E o cara do lado não pode devolver o soco. Por exemplo, você viu, você dá um soco nela. Ah, agora ela viu, não pode devolver, que é quem vê primeiro. O Fusca representa a oportunidade. Então, é a melhor maneira, até hoje, foi a melhor maneira que eu identifiquei de falar sobre o sistema de ativação reticular. Sistema de ativação reticular é uma pecinha que a gente tem na cabeça, é um aplicativo que a gente tem na cabeça, que ele faz com que a gente preste atenção em coisas que nos interessam, Pedro. Por exemplo, aquela mocinha que acha que está grávida, que acha que pode estar grávida. Repara que ela começa a ver grávida na rua toda hora. Sim ou não? Carrinho de bebê, loja de bebê. Então, o Fusca é a mesma coisa. A molecada anda na rua, começa a ver Fusca onde não tem, e só vale Fusca azul. E o Nicolas, que é o mais novinho, ele fica no banco de trás com uma espadinha daquelas do Star Wars, você já viu aquela espadinha? Ele não alcança no motorista para dar o soco, então ele dá uma espadada. Cara, eles veem Fusca onde não tem Esses dias atrás eu estava na Anhanguera Passando por Jundiaí Aí o Nicolas veio e me deu uma espadada Pegou na minha orelha, assim Parecia o Pedro, assim, derrubando a água no Toninho E aí eu falei assim, o que foi? Ele falou um Fusca, né? Aquele jeitinho de criança falando Aonde? Lá! Estava lá no Carrefour, atrás de um caminhão Tinha um Fusca azul Como que o cara vê o Fusca? Por quê? Porque ele está ligado O problema é que a maioria de nós não vê oportunidade Por quê? Porque não está ligado Porque não está prestando atenção na oportunidade. O cara está prestando atenção nos problemas que ele tem no dia a dia, nos motivos que ele tem para reclamar, no cliente dele que enche o saco, no caso nosso aqui, do cidadão que muitas vezes vem buscar uma coisa que não é a solução aqui, e a gente não vê a oportunidade que a gente tem de fazer diferente. Então, eu queria fazer um convite para vocês. Eu queria fazer essa palestra com emoção. Mas, se vocês quiserem sem emoção, eu faço sem emoção também. Eu sento ali e falo dali. Vocês querem com emoção ou sem emoção? Com emoção? Deixa eu consultar aqui os universitários, consultar o chefe. Pode ser com mais emoção? Pode ser. Então tá, vamos combinar o seguinte, toda vez que vocês virem um fusca na tela, você não vai dar um soco no cara do lado, porque senão vão dizer para mim que não me convidam mais, porque eu lesionei o servidor, tá bom? Você faz o seguinte, bate uma palma, bate uma palma, quem quiser dar o soco pode, tá? Beleza? Então vamos lá, vamos testar? Toda vez que aparecer um fusca, o que faz? Não, tem que ser mais dinâmico. Toda vez que aparecer um fusca, o que faz? Vai aparecer, olha lá. Pronto. Só o primeiro. Aê, bate uma palma. Beleza? Vamos ver se vocês estão espertos. E esse fusca, o que ele representa? O fusca representa a oportunidade. Lembra que nós falamos que íamos tocar muito nesse assunto, oportunidade? As oportunidades que a gente tem todos os dias. E o meu papel é mostrar para vocês essa oportunidade. Olha lá, isso aí foi falha, não era para aparecer tantas vezes assim. É que eu não aprendi a enduzar isso aqui, o meu é diferentinho. Bom, então vamos lá. O mais importante é a gente entender que não basta nós sermos bons servidores. Porque eu acredito que todo mundo aqui trabalha querendo fazer o melhor. Sim ou não? Mas a população vê assim? Não. Infelizmente, a população não vê o seu coração, não é verdade? Pois bem. Nós precisamos mudar isso, não precisamos? Como que nós vamos fazer? Então, não basta ser. Nós precisamos... Não sabe a cor? Precisa parecer Mas tão importante quanto ter um coração bom Tão importante quanto querer realmente trazer alguma coisa boa para a população É mostrar para essa população que você está realmente trabalhando por ela Porque ela não sabe Então nós vamos estudar um pouco isso aqui nessa próxima uma hora Um pouquinho menos de uma hora e para que a gente possa resgatar aquele desejo, aquele sentimento de botar o crachá da Câmara Municipal e na padaria da esquina e permanecer com o crachá. Porque muitas vezes o servidor, e eu não estou falando aqui, mas em todos os outros lugares que eu vejo, o servidor público muitas vezes faz o seguinte, na hora que ele sai para o almoço, o que ele faz com o crachazinho dele? Ele esconde no bolso, muitas vezes ele esconde até o cordãozinho, Porque ele sabe que muitas vezes as pessoas vão criticar, vão interpelá-lo na padaria e falar assim, ah, mas a Câmara fez isso, mas vocês não ajudam naquilo, eu tentei fazer tal coisa na Câmara Municipal, na Prefeitura, não sei aonde, eu não consegui, demorou um século, e a pessoa te culpa, e muitas vezes ela te pega para Cristo. Então nós precisamos transmitir para a população tudo aquilo que nós estamos fazendo todos os dias, o quanto que a gente consegue realmente mudar a vida das pessoas, elas têm que ver, a gente tem que fazer com que essas pessoas sintam. E o meu trabalho hoje aqui com vocês é um pouco disso. Para isso, nós precisamos entender quem é o nosso público. Quem é o público? Quem é o nosso cliente? É o cidadão, não é isso? Sim ou não? Esse cidadão, na maioria das vezes, esse cidadão tem o esclarecimento necessário para poder te julgar? Não, ele não tem esse esclarecimento. Muitas vezes ele não tem a educação necessária, ele não tem a formação que você tem. Ele não tem o esclarecimento que você tem, ele não tem acesso às informações assim como você tem. Então nós temos duas opções. Ou a gente trabalha com essas pessoas simplesmente fazendo o básico, ou a gente faz um pouquinho mais que o básico, que é acolhê-los. E eu acredito que nós temos essa capacidade, porque nós somos agraciados. Nós tivemos a oportunidade de estudar, nós tivemos a oportunidade de passar em um concurso, de estarmos aqui ou de sermos chamados para trabalhar aqui na Câmara Municipal. Nós tivemos a oportunidade de estar um degrau acima da média da população. Então, nós temos algumas obrigações que são obrigações morais de acolhê-los, de fazer por eles. O que é o servidor? Servidor é o cara que serve. O servidor existe para servir. E nós estamos aqui para servir também. Nem sempre a gente vai ser reconhecido. Mas o mais importante é fazermos o nosso melhor todos os dias. E é isso que eu quero trazer para vocês. Porque vai haver polêmica, gente. Sim ou não? Por exemplo, quem aqui já passou por uma situação de estar em um ambiente externo, num domingo, num feriado, num dia qualquer, e ser interpelado por causa de algum tipo de ação da Câmara Municipal. Já aconteceu isso? Pois é, é bom. Não, não é bom. A Câmara Municipal consegue ser unânime? Um órgão público consegue ser unânime? Agradar todo mundo? Não, de jeito nenhum. Por exemplo, ontem eu estava conversando com um de vocês aqui e esse cara me deu um exemplo fantástico, aí eu criei esse slide e coloquei aqui. Quero saber o seguinte, vamos imaginar que um vereador hoje criasse o dia da ponte preta que aconteceria que aconteceria louco né o cara criou o dia da ponte preta quantos de vocês aqui um aplaudir o dia da ponte preta os par deles né e quem odiar pois é o que eu quero dizer pra vocês que daí tem que criar o dia do guarani também né o que eu quero dizer pra vocês é que não existe nada que seja 100% unânime sempre vai ter uma polêmica, mas você não faz parte dessa polêmica, você é um profissional que está aqui para servir a população dentro do seu melhor, mas fazer com carinho, não entra nessa questão da polêmica, você como servidor, faça com carinho, faça pela população, isso que eu quero trazer para vocês. Gente, eu queria contar uma historinha, uma vez perguntaram para um pedreiro, num campo de obras, o que você está fazendo? E ele respondeu assim, eu estou construindo uma parede, você não está vendo? E aí perguntaram logo depois para um outro pedreiro que estava no mesmo campo de obras, o que você está fazendo? E ele falou assim, olha, eu estou construindo a Catedral de Notre Dame, que vai ficar para a posteridade. Eram dois pedreiros no mesmo campo de obras, a diferença é que eles tinham propósitos diferentes. e nós precisamos aprender a entender o nosso propósito. Qual é o seu propósito? Qual é o meu? Nós podemos trabalhar em time? Nós temos um objetivo para levar para o cidadão? A Câmara pode ser vista de uma maneira diferente daquilo que se vê nos órgãos públicos? A nossa Câmara Municipal participou, agora recentemente, de um prêmio, que é o Prêmio Transparência, não é? Foi a única Câmara Municipal do Brasil que esteve presente nesse prêmio, que esteve concorrendo a esse prêmio, isso é um diferencial. Já existe um clima diferente entre vocês. Agora precisa intensificar, e nós podemos fazer mais. Se tiver boa vontade, se tiver desejo, se tiver vontade de transmitir essa imagem à população, nós vamos conseguir, porque quando a gente faz parte de um time, quando a gente entende que faz parte de um time, a gente entende a outra parte, a gente reconhece a outra parte. O mais importante é entender que essa outra parte do time também depende de você. Opa, olha lá. Mas vamos voltar sobre a oportunidade agora. Vamos voltar aqui sobre a parte legal. O que é essa oportunidade? O Fusca existe? Existe. Todo mundo conhece um Fusca. Agora eu quero chamar a atenção de vocês. As coisas mudam, sim ou não? Sim. O Fusca muda ou não? Fusca muda também Tem gente que fala assim, ah, mas isso aí não é fusca É fusca ou não é, Marcelo? É um fusca, e é azul, né? Então o fusca também muda, as coisas mudam Pois é, nós precisamos mudar Tem gente que fala assim, poxa, mas eu não vou reinventar a roda Eu sempre fiz meu trabalho dessa maneira Você sempre fez seu trabalho dessa maneira? Que legal Mas as coisas mudam, precisa mudar também Precisa modernizar Então, a roda, quando ela surgiu Ela era desse jeito Quantas vezes você escutou? não vamos reinventar a roda, faz aquilo que é o normal. Isso é contraproducente, porque olha como está a roda hoje. Faz diferença ou não? Hoje a roda é mais leve, hoje ela é mais redonda, hoje ela tem aerodinâmica, hoje ela tem uma resistência completamente diferente. Já pensou se nós estivéssemos ainda parados no tempo? Então, o serviço público também não pode parar no tempo, ele tem que trabalhar também avançando no tempo. Esse Fusca aqui, como que ele era? Mas quem teve um desse? Teve um desse? Eu também tive. Quer dizer, eu não tive, meu pai teve, eu só andava lá de carona. Esse fusquinho, do meu pai era azul, esse fusquinho aí, ele não tinha quase nenhuma tecnologia, não é isso? Você consertava com arame? Vocês consertavam fusca com arame? Pois é. Mas como que era o negócio? Ele andava, subia morro, punha no barro, tinha aquela tração forte, enfim. Era um baita de um carrão, mas ele não era valorizado, porque ele não tinha muitos recursos. Então, ele talvez represente o funcionário público do passado. O servidor público do passado não era tão valorizado assim pela população, porque ele não tinha muitos recursos. Ele tinha muitas limitações daquilo que ele podia fazer. Mas, eu não quero entrar em polêmica aqui, se você gosta mais desse Fusca ou do Fusca novo, mas o servidor moderno, ele já tem hoje a possibilidade de trabalhar num Fusca com mais tecnologia. Ele já tem a possibilidade da injeção eletrônica, naquele tempo era o carburador. Enfim, esse carro é fantástico, ele tem ABS, ele tem tudo. Ele nem parece um Fusca, ele é um carro completo. Então é isso que eu quero mostrar para vocês, que nós podemos fazer muito melhor do que aquilo que a gente sempre fez. Nós hoje temos recursos de tecnologia aqui na casa que pode ser usada a favor nosso e da nossa população. Esse é o ponto que eu quero trazer para vocês. Como que era antigamente o comércio? O comércio também não mudou? Por exemplo, a minha mãe ia para um supermercado, ia para um mercado com uma lista de compras, e ela colocava essa lista de compras em cima da mesa, do balcão do comércio. O que o cidadão vinha lá, o balconista vinha e fazia? Ele trazia todos os produtos que ela tinha colocado naquela lista. Sim ou não? e ela levava para casa as compras da lista. Bom, hoje o comércio mudou, o layout do comércio não é mais assim. Hoje ele é assim, desse jeito. O sujeito vai com a mesma lista de compras, só que ele volta para casa com uma série de outras coisas que não estavam na lista. Por que isso acontece? Porque ele vê. Ele está vivendo a era do sonho. Ele consegue, ele passa a ter desejo por aquilo que ele não está precisando. Então, sabe quando você surpreende a população com um serviço que ela não está esperando? A pessoa chegou em uma repartição pública, muitas vezes ela está esperando um determinado atendimento, aquele atendimento que ela julga, mas você consegue oferecer um pouquinho mais, você consegue oferecer um carinho a mais, você consegue oferecer uma palavra a mais, uma orientação a mais, e isso faz a diferença, isso que é modernizar. E é isso que eu quero trazer para vocês. Hoje, a modernidade está tão avançada que até para comprar, a gente já compra de casa, a gente já pede comida de casa, nós não precisamos mais ir até o restaurante para comer. E vocês têm também essa série de recursos, vocês têm tecnologia a favor de vocês. A idade da pedra, ela acabou já, mas ela não acabou por falta de pedra. Tem muita gente que fala assim, do meu jeito também dá certo, ou do jeito antigo dava certo. E dava certo, mas com que custo, com que recurso, com que trabalho? Hoje a gente pode fazer muito mais fácil, muito mais gostoso e muito mais tranquilo. Isso aqui é um robô. Hoje a gente fala tanto da indústria 4.0, da chegada dos robôs no mercado de trabalho, quando a gente fala em robô, a gente pensa nesse carinha, é um homenho de lata, não é, Priscila? Mas, na realidade, não é só isso que é robô. O robô pode ser uma sequência de números, pode ser aquela resposta automática do WhatsApp. Sabe quando você manda o WhatsApp para algum lugar e esse WhatsApp volta, aquela mensagem automática? Aquilo é um robô. O robô para a criançada como que é? Esse aqui é um robô para a criançada. Para a minha geração, vocês não eram nascidos ainda, o robô era esse cara aqui. Esse era o robô de antigamente. Mas um robô na indústria é esse cara aqui. Ele não tem cara de humano, mas ele monta as coisas, ele faz as coisas funcionarem. E essas coisas funcionam até com a luz apagada. O robozinho não precisa de iluminação para poder funcionar. Você entende? Então o robô, ele é um cara que funciona sem pensar. Ele é automático. E qual é o problema disso? Qual é o problema que as pessoas pensam? Será que vai faltar emprego para o ser humano? será que nós vamos ter que reduzir, metade da população vai ficar sem emprego? Eu quero trazer um videozinho aqui para a gente refletir a respeito disso. Esse videozinho, ele traz uma reflexão muito interessante. Todas as vezes que a gente agir como robô, que a gente simplesmente fizer o básico, nós vamos perder para o robô. Eu falo muito isso na empresa privada, sobre a possibilidade do cara ser substituído. Por quê? Porque ele vai tentar lutar no campo do robô, onde o robô é bom. E a gente precisa lutar onde nós somos bons, onde o ser humano é melhor que o robô. É justamente no sentimento, tomar cerveja, o prazer. O prazer que eu tomar a cerveja dá, o robô não tem esse prazer. O robô não tem a capacidade de se relacionar, de dar um abraço, de cumprimentar um amigo, de dar bom dia. O robô dá bom dia, não dá? Quando você vai no shopping, aquela cancelinha do sem parar, não fala assim, bom dia, seja bem-vindo ao shopping e tal. Coisa mais fria, você sabe que não tem ninguém lá dentro. Agora, quando o seu amigo te dá um bom dia, é diferente ou não é? Então é isso que eu quero trazer para vocês também, a importância de a gente fazer um bom ambiente de trabalho aqui na nossa casa também. Porque o robô não tem empatia, o robô é esse sujeito aí, ele faz aquilo que tem que fazer, ele não tem dó de ninguém, ele não pensa do outro lado, e o servidor público precisa pensar no outro lado, ele precisa pensar que aquele cara que veio pedir uma assistência, que veio buscar um serviço público aqui na Câmara, Eu sei que a maioria de vocês não atende ao público Mas aquele cara que veio, aquele cidadão que veio buscar Ajuda na Câmara Municipal, ele está precisando daquela ajuda Pode até ser que não seja aqui Pode ser que não seja você que vai resolver o problema dele Mas entenda, você tem mais esclarecimento que ele Você pode ajudá-lo De alguma maneira você pode ajudá-lo Quando que eu me torno robô? Eu me torno robô quando eu atendo a pessoa sem olhar para ela quando eu sou automático, quando eu faço aquilo simplesmente, independente de quem está na minha frente. Eu me torno robô quando eu faço com que essa pessoa fique constrangida. No comércio acontece muito isso. O sujeito vai comprar alguma coisa, o cartão dele não passa, a pessoa do caixa não tem aquele citocom. Quem já foi mal atendido no comércio? Já foram? Quando você é mal atendido no comércio, como é que você se sente? É bom? Não é, né? Péssimo. O sujeito te atende mal, você vai passar seu cartão lá no caixa, o cartão não passa, a caixa fala bem alto, para todo mundo que está ali por perto ouvir, seu cartão não passou, fala ou não fala. Não tem aquela sensibilidade de se tocar, que pode falar baixinho, para não constranger o cliente. Outra coisa é que a gente, às vezes, é até bem atendido por um vendedor em uma loja, e, quando chega para pagar, é mal atendido no caixa, não acontece? A pessoa nem olha na sua cara, te atende mascando chiclete. A única pergunta que te faz é a seguinte, crédito ou débito? Sim ou não? Isso é muito ruim para a gente. Então, vamos nos colocar, vamos colocar o nosso trabalho como se fosse um atendimento de comércio também, como se a gente pudesse atender as pessoas e atender melhor, como se a gente pudesse fazer as pessoas gostarem do nosso atendimento. Eu me torno robô quando eu sou sujeito do suposto saber Que é uma coisa que tem muito no comércio por aí Que a gente tanto critica E às vezes a gente acaba caindo nessa Sabe por quê, gente? Porque a gente fala 200 vezes a mesma coisa todos os dias Só que a gente fala 200 vezes a mesma coisa todos os dias Para pessoas diferentes que não nos ouviram Esses dias atrás eu fiz uma palestra muito parecida com essa Para o pessoal da saúde E um dos médicos me falou sabe qual que é o problema, Aguinaldo? Eu tenho que falar 30 vezes por dia para um paciente de que não é aqui no PA que vai se resolver o problema dele. Eu falo isso 30 vezes, isso enche o meu saco. E eu disse para ele assim, doutor, só que aquele cara que está ouvindo pela 30ª vez você falar, ele ouviu uma só. As outras 29 não foi para ele que você falou, ele não sabe. E esse cara está com dor. Esse cara chega aqui, ele está doente, ele está precisando de você. Então, servidor é para servir. Nós estamos aqui para servir a população. E com isso a gente ganha o respeito da população. E quando a população nos respeita, ela nos trata bem. E aí eu vou poder ir para a padaria com o meu crachazinho e as pessoas vão poder me valorizar. E esse é o objetivo. A gente poder fazer diferente. Vamos ver esse videozinho aqui. Eu estou ruim de vídeo hoje, não é? Olha lá que legal O garotinho, ele prendeu a cabeça na grade Suponho que esse sujeito que está do lado dele é o pai dele, né? É o cachorrinho, tenta ajudar também, né? Agora, olha lá o que o pai faz Primeiro está calmo, está medindo Deu uma de engenheiro, né? Ele está lá medindo a cabeça do garoto para ver se passa Ele vai descobrir que não passa Daí ele começa a tentar aumentar o vão Ele vai tentar na força agora Ainda bem que ele não conseguiu Se ele arrebenta aquele negócio lá, pode machucar o garoto. Agora, ele já está nervoso, então ele vai para o absurdo. O absurdo, talvez, de tentar diminuir a cabeça do garoto. Olha lá. O que ele tenta fazer? Ele tenta diminuir, ele tenta apertar, para ver se apertando um pouquinho passa. Quando que a solução estava justamente em fazer aquilo que ninguém nunca pensou. Ou seja, por onde ele entrou? Se ele está preso por ali, ele entrou por algum lugar. E o mais importante é sair e quando as coisas dão certo a gente vibra Olha lá o garoto Então, eu quero saber o seguinte Você vibra quando você resolve um problema de um servidor? De um munícipe? Você festeja? Você festeja quando você resolve o problema de um colega de trabalho? Muitos de vocês aqui tem como função, tem como atividade principal Resolver não o problema do munícipe Mas sim resolver o problema do seu colega de trabalho que, sim, aí ele vai resolver o problema da população. Mas você faz parte, você está construindo a parede também da Catedral de Notre-Dame. Nós precisamos ser empreendedores. O empreendedor é aquele sujeito que semeia. Ele semeia para colher depois. O caçador é aquele cara que só explora. Então, tem muitas pessoas que vêm trabalhar em um ambiente de trabalho exclusivamente para explorar aquilo que o ambiente pode oferecer para ele, aquilo que a empresa ou a instituição pode oferecer para ele. E tem outros que, ao trabalharem nessa instituição, sim, estão colhendo também, é necessário colher, é digno colher, é justo colher, mas estão também plantando. Então, o que eu venho convidar vocês é que vocês sejam pessoas que plantem todos os dias. Plantem coisas que talvez não sejam vocês que vão recolher, que vão colher. Talvez sejam outras pessoas que vão vir no futuro, servidores do futuro que vão colher. você talvez tenha ações hoje que você não vai desfrutar delas, porque uma cultura demora a mudar. Demora, mas no ritmo que você trabalha, você consegue melhorar isso depois de alguns anos. E pessoas que vão vir depois de você vão aproveitar. Então, a pergunta que eu faço é a seguinte, você trabalha para quem? Eu faço essa pergunta no serviço privado, e todas as vezes que eu faço, Eu pergunto, você trabalha para quem? Qual é a resposta mais comum? O sujeito olha para o lado, vê o patrão dele e fala, eu trabalho para o fulano de tal. Esses dias atrás eu estava em uma rede de supermercados, 300 pessoas, e eu vim aqui na primeira pessoa da fila e perguntei, você trabalha para quem? Essa primeira pessoa olhou para o lado, viu o dono da rede lá no canto e falou, eu trabalho para o seu Carlos. Já é? Quando você acorda cedo, você pensa no seu Carlos? Ou quando você acorda cedo, você pensa nos seus filhos? Quando você acorda cedo, o que é que te faz ir trabalhar? Então, na realidade, você trabalha para você. A gente tem, às vezes, o pensamento aqui no serviço público de que nós trabalhamos para a população. Que a população é que realmente é o nosso patrão, né? Mas não, a população é o nosso cliente. É o nosso cliente. Quem é o meu patrão? Sou eu? Por que sou eu? Porque eu trabalho por aquilo que eu quero. O objetivo do meu trabalho é trazer um benefício também para mim e para a minha família. E se nós entendermos que o objetivo do nosso trabalho é trazer benefício para nós, então nós vamos preservar o nosso trabalho. Nós vamos gostar do nosso trabalho. Só que para a gente poder ser valorizado, nós temos que convencer os outros. Nós temos que ser reconhecidos Não adianta eu achar que eu sou o melhor funcionário público do mundo Se ninguém mais acha O meu colega tem que achar Se vocês dois trabalham juntos, você precisa ser reconhecido por ela Se vocês dois trabalham juntos, vocês precisam ser reconhecidos pela população E esse é o objetivo nosso Um outro conceito também, que eu costumo usar Quando eu pergunto, você trabalha para quem? Vem nessa frase aqui, essa frase é bíblica Tudo que fizer, faça com todo o coração, como se fosse para o senhor e não para os homens. Isso está em Colossenses. Então, a partir do momento que você entende que você trabalha para o todo, para o coletivo, para a sociedade, você vai trabalhar melhor. Eu trouxe uma estatística aqui, eu estou me perdendo com esse controlinho, eu trouxe uma estatística aqui que vale muito para o comércio. O que o cliente mais valoriza em uma marca no comércio? Repara que produto é quarto lugar e preço é quinto lugar. O que o cliente mais valoriza no comércio é atendimento. E por mais que esse cliente venha para um serviço público precisando de alguma coisa que você não consegue resolver, e às vezes você não vai conseguir resolver, se você der a ele bom atendimento, ele já vai sair daqui mais satisfeito do que ele sairia se você não desse o bom atendimento. Porque muitas vezes a gente recebe uma solicitação da população que a gente não vai conseguir resolver imediatamente. E o cara sai bravo daqui, mas ele não sai bravo porque você não resolveu, ele sai bravo muitas vezes porque ele não percebeu em você o desejo de verdadeiramente resolver. O que é que faz o cliente ir embora de um estabelecimento? 70% é por causa do atendimento. O que é que faz ele falar mal de um estabelecimento? 70% é por causa do atendimento, não é por causa do produto. Então, se a gente conseguir demonstrar para o nosso munícipe que nós estamos do lado dele, que nós estamos aqui para ajudá-lo, que nós realmente somos servidor na origem da palavra, esse munícipe também vai nos reconhecer como pessoas que estão aqui para servir. O que é o intraempreendedor? O intraempreendedor é aquele cara que entende essa frase. Que tudo aquilo que você faz, que tudo aquilo que você ou deixa de fazer, que tudo aquilo que você conquista ou deixa de conquistar, que tudo aquilo que você realiza ou deixa de realizar, é uma consequência da forma com que você pensa. Então, a forma com que nós nos pensamos, servidores, faz toda a diferença. Faz toda a diferença. Porque pensamento gera sentimento. Quando a gente tem um pensamento positivo para uma determinada coisa, gera sentimento E sentimento gera comportamento Todas as vezes que eu penso positivo, eu sinto positivo E se eu sinto positivo, eu me comporto de uma maneira diferente E aí, consequentemente, eu tenho resultados Está difícil aqui, não é? É importante a gente entender que pessoas simpáticas têm mais chance de sucesso na vida simplesmente porque elas são mais benquistas, elas são mais ajudadas. Pessoas que são mal-humoradas, elas tendem a não serem ajudadas, nada para elas é possível. Quando você é um sujeito bem-humorado, todo mundo quer fazer de alguma maneira para te ajudar, para te auxiliar, para te acolher. E o contrário também é verdadeiro. Então, não seja o cara mal-humorado, seja o cara que faz um trabalho de coração. Quando você faz o trabalho de coração, você consegue, você aumenta, melhora o clima organizacional. Toda organização tem o tio Roy. Lembra do tio Roy da família Dinossauros, que é o braço curto? Você deve ter um colega braço curto, mas não olha não, porque senão ele vê que você olhou. Esse cara braço curto vai existir em todas as organizações, mas não seja ele, Não seja você esse cara, não seja o braço curto. Faça por você, faça pelo outro. Se todos nós tivéssemos a cultura de fazer pelo outro, todos se ajudariam e todos seríamos ajudados. Jamais esconda seus erros debaixo do tapete, porque isso também estraga muito o clima organizacional. O clima organizacional é responsável por 90% do resultado da força de trabalho, do desejo das pessoas trabalharem. Você acorda de manhã e tem desejo de trabalhar quando é um ambiente bom de trabalho. Quando o ambiente é ruim, você não quer trabalhar, não é isso? A capacidade que o cara tem, muitas vezes, não é o caso de vocês aqui, mas na empresa privada, o sujeito prefere ficar não sei quantas horas numa fila de um posto de saúde para pegar um atestado do que ir trabalhar, porque ele não aguenta mais entrar naquele lugar. Então isso tudo é clima, não é por quanto ele ganha, não é pelo serviço que ele faz, não é pela ferramenta que ele usa, é pelo clima. Então, vamos criar um clima positivo, não seja o revoltado sem causa. Esse revoltado sem causa, ele estraga o ambiente, ele detona com o ambiente, depois ele próprio sofre com isso também. Então, não sejamos esse cara. Entender que o concursado, o comissionado e o cidadão, todos eles fazem parte de um time só. Dizem que cachorro e gato são inimigos, não falam isso? Quem tem cachorro e gato em casa? E eles dormem juntos, não é? Às vezes dormem juntos. Por que dormem juntos? Porque o cachorro e o gato podem ser amigos também. O cidadão pode ser o nosso melhor amigo. Ele pode torcer por nós. Nós temos que torcer por ele. Ele é o objeto do nosso trabalho. Então, vamos dormir juntos, todos nós aqui. Eu quero trazer esse vídeo para vocês. Esse é um vídeo muito emocionante. É de um garotinho que... Opa! É para rodar. Eu vou lá no computador, tá? Mas esse garotinho aí, esse é um vídeo muito interessante. Esse garotinho é lá no Cazaquistão. É um jogo de cabo de guerra. E o que acontece? O time verde vai começar melhor. Vamos ver o que vai acontecer aqui. Olha lá. O time verde vai começar melhor. O time verde, aparentemente, é mais forte. E ele começa a puxar o time vermelho para o outro lado. E o garotinho de vermelho, ele está quase passando a linha. Se ele passar pela linha, já era. Ele perde, tá? E esse número 4 aí é o mais esforçado. Vocês vão perceber que ele está realmente brigando para poder trazer a turma dele para o lado de cá. Ele não para. ele mostra na expressão dele todo o desejo de vencer, agora por diversas vezes ele também quase cruza a linha então essa é a importância que ele tem de encolher o pé, se ele cruzar a linha perdeu o jogo, olha só o que ele faz por diversas vezes ele precisa tirar o corpo dele dali e a turma lá atrás vibrando nós precisamos vibrar, muitas vezes a gente deixa de vibrar com as pessoas olha lá, encolhendo o pezinho Agora o mais interessante começa a acontecer agora Que o time de verde começa a cansar E o time de vermelho começa a trazer realmente o outro time para o seu campo Olha lá, mais uma vez, quase, quase, quase E agora eles começam a trazer para o seu lado do campo novamente As pessoas começam a vibrar Olha que interessante, ele já está chegando lá nas caixas E vai chegar um determinado momento que ele percebe que ele não tem mais função ali A função dele seria ser o último da corda Mas ele percebe que ali ele não está ajudando Então o que ele faz? Ele toma a iniciativa e vai ajudar o time lá na frente E nós de vez em quando precisamos perceber quando que nós somos ou não úteis Talvez a gente seja útil lá no começo da corda O mais importante é a gente chegar à conclusão de que estava tudo quase perdido, mas a gente consegue vencer, e vencer com muito esforço, mas depois de não desistir. E quando a gente vence, muitas vezes a emoção foi tão forte, que a gente cai no chão, E a nossa vibração é simplesmente descansar, é isso, tá? Eu, num determinado momento, eu tive a oportunidade de encontrar com o Parreira e ele fez duas perguntas pra mim, ele perguntou uma coisa assim, olha, o que as derrotas têm de bom? Eu não soube responder. Eu respondi algumas coisas aí, né? Mas nada que era o que ele pensava. E ele me trouxe essa resposta. Elas não são definitivas. Quando a gente está numa situação difícil, nós precisamos acreditar que nós vamos reverter. Se o nosso trabalho não está sendo reconhecido, nós precisamos acreditar que nós vamos reverter isso, que nós podemos reverter isso. E quando nós revertemos, a gente se sente bem. E a gente se sente motivado com esse fuscão aí no sucesso. Olha só, vocês estão espertos. Legal. O problema da gente achar que tem sucesso é a gente esquecer de trabalhar, achar que está tudo pronto. E quando a gente acha que está tudo pronto, vem a segunda pergunta que o Parreira me fez. O que as vitórias têm de ruim? E a resposta dele foi a mesma. Elas não são definitivas, elas passam. E quando as vitórias passam, a gente vê o Fusca de Costa. Só que esse é verde, peguei vocês. A gente vê o Fusca de Costa indo embora, a gente perde a oportunidade. Então, não percam a oportunidade de fazer diferente. Quando a gente está bem, a gente dá flor. Quando você está bem financeiramente, guarda um dinheirinho. Quando você está bem de saúde, faz exercício, faz quenetoninho, sai para fazer maratona. Quando a gente está bem no casamento, a gente dá flor. Agora, se você não está bem, crie uma circunstância de mudança. Não fica, sabe, acomodado. Eu quero fazer uma pergunta para vocês. Quem motiva o motivador? Aguinaldo, aqui na câmera a gente não tem quem nos motive. Quem motiva o motivador? Quem motiva o motivador são os seus ideais. Então a pergunta que eu faço é a seguinte, você tem ideais? Quais são os seus ideais? Quais são os seus ideais? Percebe? A brincadeirinha do Fusca é só para vocês perceberem quantas oportunidades tem todos os dias. Eu tenho certeza que vocês vão sair daqui hoje e vão ver Fusca em tudo quanto é lugar na rua. Sim ou não? Vamos finalizar com esse videozinho aqui. Percebe que o servidor, muitas vezes, ele precisa ajudar a população. A própria população já não acredita mais que ela pode fazer as coisas. Mas o servidor, ele sempre vai ter um caminho. E afinal, a função dele é essa, para isso que ele existe. Ele é o coletivo. Nós precisamos torcer pelas pessoas, nós precisamos muitas vezes ensinar. Um educador, na maioria das vezes, ele pega na mão, ele posiciona o cara no lugar. Olha o que vai acontecer agora, ele chora. Quantas vezes o cidadão não chora porque não consegue alguma coisa? Mas a gente precisa buscar a solução. Olha lá, agora ele vai conseguir. Pronto, quando conseguir, vibra. Nós precisamos vibrar com o sucesso das pessoas. Isso vai gerar confiança, isso vai manter a pessoa nativa. Nós precisamos passar emoção para as pessoas. Se a gente passar emoção para elas, elas vão gostar da gente. Eu quero chegar nesse ponto aqui, olha. Quando quem tem medo do processo deixa de evoluir, se torna conservador. em tempos de crise, enquanto umas pessoas choram, outros vendem lenço. Nós temos a oportunidade de mudar, de ditar um ritmo diferente para o serviço público. Nós temos esclarecimento para isso. Nós existimos para resolver o problema dos outros. Muitas vezes a gente vem aqui trabalhar para resolver o nosso problema, porque eu preciso do meu salário. Não, venha trabalhar porque você vem para resolver o problema do outro. Você vai fazer pelo outro, você vai ser reconhecido pelo outro. Esse é o objetivo nosso. Imagina que você seja esse goleiro aqui. O que você faz se você for este goleiro? Tem o que fazer, meu amigo? Nessa aí, depois que você deu uma dessa, o que você faz? Você vai embora, né? Desiste, fala assim, eu não vou mais jogar, machuquei, não é isso? Vamos ver o vídeo de novo. Não tem mais o que fazer, né? Vamos ver o vídeo de novo Pronto, vamos lá Olha lá, olha a bola fora que o cara deu, né? Olha a furada que o cara deu Nessa hora ele fala, já era Mas só que tudo tem jeito Eu quero mostrar para vocês É que independente de em que pé nós estamos Em que situação a população nos vê Nós podemos mudar Nós podemos reverter isso E isso começa hoje, talvez comece nesse momento aqui, nessa comemoração, a gente ter o sentimento de fazer alguma coisa diferente. Aqui eu vou deixar quais são os sete pecados capitais do século XXI, são esses, vocês concordam ou não? Eu quero dizer que eu não cometo todos esses pecados, eu cometo só alguns, então se alguém quiser tirar foto aí das minhas redes sociais, quiser me chamar aí no Facebook, no Instagram, Tem o YouTube do Café Corporativo, é um programa de TV que traz entrevistas do mundo corporativo. Então, fique à vontade, pode me chamar lá. E eu quero dizer para vocês o seguinte, mudanças, distâncias, chegadas, fazem parte da vida. A gente precisa se acostumar, sabe? As dificuldades vão fazer parte da vida. Nós precisamos entender que tudo vai dar certo. As coisas vão dar certo na vida da gente Vai dar certo na minha, na sua Às vezes demora um pouquinho Mas tudo tem seu tempo Eu sou uma pessoa privilegiada Tenho a oportunidade de estar aqui com vocês hoje Com o controlinho funcionando bem, funcionando mal A pecinha que está atrás do controle que é o grande problema Essa pecinha humana aqui Mas o mais importante é trazer essa mensagem para vocês de otimismo Trazer essa mensagem de vida De que o servidor público é um ser humano também Que tem sentimento, que tem sensibilidade Que também tem vontades, que também tem dores Que também tem desejos, que também tem sonhos E é realizar os seus sonhos, tá? E os sonhos da população Porque ela depende de você, tá? Você existe pra isso Então vocês... Saibam que vocês contam com a minha torcida Mas não só com a minha Vocês contam com a torcida de muita gente Era isso que eu queria trazer para vocês, mas eu quero também deixar o meu grande abraço e agradecimento por vocês terem me ouvido por uma hora aqui, que eu sei que muitas vezes a gente pensa onde nós vamos chegar, né? E nós vamos chegar nisso aí, que você pode, tá? Que você tem o poder de mudar a vida das pessoas. esse é o objetivo, queria agradecer a todos vocês, agradecer a Priscila a Nelly, queria agradecer ao Pedro ao pessoal que me atendeu ao longo desses dias todos aí, o pessoal da presidência meu amigo Walter que tá aqui, meu amigo Roberto que tá aqui o Gustavo, né, o Toninho, secou aí o banho Toninho, secou? quero agradecer o pessoal do som o Ney que tá lá em cima, que ninguém vê né, o Cristóvão também que está trabalhando aí que ninguém vê sem eles não existe não existe sucesso tá, e agradecer meu amigo Marcelo que vem na sequência aqui espero que você faça uma excelente apresentação, Marcelo obrigado pra todos vocês, beijo Bom, gente, agradecer muito a presença do Agnaldo, tudo o que ele nos ensinou. Acho que todo mundo sai daqui um pouquinho mais motivado. E para deixar vocês mais motivados ainda, a gente vai fazer um sorteio de alguns brindes aqui. E logo em seguida a gente já começa com a palestra do Marcelo. Bom, o primeiro item a ser sorteado é um livro que o Aguinaldo gentilmente cedeu aqui para nós. Ele é co-autor. É Empreendedorismo, Manual Completo de Empreendedorismo. Então, eu vou pedir para ele falar um número de 1 a 68, Aguinaldo. Olha, a pessoa não está presente, acho, é a Aline Gislaine Bulgarelli. Está? Não assinou a lista, está sim. E aí? Agora o outro sorteio que a gente vai fazer é agradecer ao sindicato, ele faz parte disso, é um voucher que vai ter amanhã, vai ter uma rodada de food truck amanhã, e a gente conseguiu alguns vouchers via sindicato, É uma ação do sindicato. Então, a gente vai sortear um outro agora. Mais um número do 2 a 68. Pode falar. Mais um. 53 é o Renato Francato, do RH. Está? Aê, Renato! Enquanto o Renato chega, só para a gente não se atrasar muito, a gente vai agora sortear um vale-brinde que a gente também conseguiu. Mais um número? Número 19 é o Felipe Roberto Vita. Está presente? A listinha também não está assinada. Não, Felipe não está. Então, vamos outro. 36. 36 é a Lílian Lumia. Aê! Bom, pessoal, agora a Bárbara vai fazer as devidas apresentações para a gente receber o Marcelo. Obrigada. Então, nós agradecemos a primeira palestra da tarde e convidamos a próxima palestra, que será sobre os benefícios da gestão do humor no trabalho, que será ministrada por Marcelo Pinto, conhecido como Dr. Rizadinha. Ele é advogado e gestor de RH, estando à frente da MP Consultoria. É autor de diversos livros sobre o tema e é fundador do Instituto do Riso e do Primeiro Clube da Gargalhada de São Paulo. Bem-vindo, Marcelo. Boa palestra a todos. Obrigado, obrigado. Tudo bem, pessoal? Obrigado. Vamos lá, vamos começar. Cadê o nosso... Você está com o passador? Está aí? Não, tem que colocar lá. Está aberto, não é? Vamos lá, nós vamos falar hoje sobre gestão do humor no ambiente de trabalho. Como nós podemos conduzir algumas situações dentro da organização de forma positiva e responsável, sem envolver, usar os nossos colegas como motivo da descontração, da brincadeira, e também evitar problemas para a organização por conta de brincadeiras de mau gosto. Para isso, eu desenvolvi um método que eu chamo de método SMILE, que é um acróstico. Então, nós vamos transitar por essas cinco letras. S-M-I-L-I-L-E. Vamos lá, então. Fazendo uma rápida apresentação, continuando. Como ela disse, ninguém é perfeito. Eu sou advogado trabalhista, consultor de recursos humanos. e essa palestra foi trabalhada com base na minha experiência, tanto quanto advogado como consultor. E sou conhecido como doutor risadinha por conta do trabalho voluntário que eu fazia nos hospitais, levando a importância da risada, propriamente dita, no restabelecimento da saúde. Porque o pessoal fala, ah, rir é o melhor remédio, rir cura. Rir não cura. O que o riso faz, ele faz com que a gente recupere a nossa vontade de viver Porque ele traz bons fluidos, ele faz com que a gente tenha atitudes positivas E a partir do momento que eu quero viver mais Eu passo a tomar meu remedinho na hora certa Eu passo a fazer o tratamento de forma correta É isso que faz com que a gente cure Por isso que nos hospitais, já é unanimidade, os palhacinhos que vão lá, como forma de ajudar no tratamento dos pacientes. Eu comecei o trabalho nos hospitais, esse trabalho de palestras, e em determinado momento eu descobri que existia um local onde as pessoas precisavam mais dessas mensagens do que no próprio hospital. Porque no hospital as pessoas já estão preparadas para receber o apoio. Agora existe um local que as pessoas não estão preparadas para isso. E tem muita gente doente, que é o local de trabalho. Às vezes as pessoas acham que a pessoa não é estressada, ela é comprometida. Eu sou elétrico, não é que eu sou estressada, é porque eu sou elétrico. E acaba tendo um desgaste desnecessário, além do que precisa. Por conta disso, lá na frente, acaba pagando uma conta pesada, tanto para ela quanto para a empresa que vai precisar substituí-la. Então, nós precisamos entender os nossos limites e entender os limites dos nossos colegas e entender os limites das brincadeiras que nós fazemos com os nossos colegas. Esse é o motivo da nossa palestra de hoje. Também faço parte do Clube do Riso. Alguém já ouviu falar no Clube do Riso? Vocês têm ideia do que acontece no Clube do Riso? Não? Vai, um de cada vez, pelo amor de Deus, senão eu não consigo. O Clube do Riso é um local que as pessoas se unem para? Para isso, para rir. Mas o legal do Clube do Riso é que nós rimos sem motivo. Nós trabalhamos a risada como uma atividade física, aeróbica, é a ginástica da risada. E isso que me chamou muito a atenção, por isso que eu sou fã do Clube do Riso e trabalho na divulgação dele há mais de 10 anos. Porque nós entendemos que nós devemos rir com as pessoas e não das pessoas. A partir do momento que eu entendo a risada como uma atividade física, eu não preciso mais fazer o outro de motivo da minha risada. Eu ganho independência e resolvo uma série de problemas que aquele riso motivado por conta do outro, acaba gerando no ambiente de trabalho. E esse movimento, ele foi criado por esse carecão aí, o doutor Madame Katari, que é um médico indiano, que chegou à conclusão nos seus estudos, que o nosso cérebro não diferencia uma risada simulada de uma risada verdadeira. O organismo, ele entende como risada. E aí todos os neurotransmissores que são produzidos durante um riso, acontecem. Independente de eu estar rindo do outro. É um movimento que começou em 1995, lá na Índia, e hoje já ganhou praticamente todo o planeta. Nós temos mais de 8 mil clubes do riso, espalhados por mais de 100 países, onde as pessoas se reúnem para rir, simplesmente. E com isso, aproveitar dos benefícios que ele proporciona para a nossa saúde física e mental. Mas o que é importante nós guardarmos disso, desse slide, é que o riso não precisa de motivos. Se vocês saírem daqui com essa mensagem, já ganhei o dia. A partir do momento que eu entendo que o riso é uma atividade física, eu não preciso fazer o outro de motivo da minha risada. Esse foi um trabalho que nós fizemos para o Fantástico, para que o Bruce pudesse experimentar se realmente isso funciona. E aí nós fizemos um trabalho, tanto em parque, quanto na Avenida Paulista, lá em São Paulo, para entender como que o riso funciona em determinados contextos. Numa praça pública, onde todos já estão predispostos à descontração, ele flui de uma forma. Numa avenida de empresas, empresarial, onde tem muita gente estressada, a abordagem é totalmente diferente. E aqui eu trouxe para vocês um vídeo rapidinho, só para vocês entenderem, perceberem como que funciona esse movimento. Como que as pessoas trabalham nos clubes do riso, a yoga do riso. Nós trabalhamos o mantra, que é o ho ho ha ha ha, que foi criado lá na Índia, porque yoga trabalha a respiração. E riso é respiração. A gente só ri porque respira. A primeira vez que você acaba o ar, acabou a risada. Ok? Então, essa é a relação do riso com a ioga. É uma delas, porque ioga é união, riso é união, conecta as pessoas. Ioga trabalha respiração, risada é respiração. A vantagem da ioga do riso é que nós não precisamos ter aquela flexibilidade Que quando a gente lembra de ioga, já vem à mente Uma pessoa sentada ao chão, com as pernas espacate ou trançadas Ou se não, está de ponta cabeça, plantando bananeiras A ioga não é para mim, eu não tenho essa flexibilidade Então a ioga do riso me conquistou por isso também Ela é democrática e inclusiva Nós podemos praticar sentado, deitado, do jeito que quiser, por quê? Nós trabalhamos o riso do ventre para cima, ok? Vamos lá, como isso funciona então? O movimento público em Mumbai começou com cinco pessoas. Atualmente, foi adotado por muitos países como uma técnica efetiva para produzir benefícios para a saúde. A ideia de rir sem motivo é uma verdadeira maravilha. A ideia é amada e alguns não podem mais rir. Há alguns anos, em cada um dos primeiros... Uma jungla, talvez, uma base curva, provavelmente. Em ambos os casos, um único truque de guerra. No Japão, hoje é dia da risa. Estava lotado o parque, precisava de um megafone para poder conversar com todos. Opa! Opa! Opa! Muito bom! Muito bom! Êêê! O primeiro exercício de risada estimulada é a risada de bem-vindo. Se aproximem. Vai, entre vocês. É uma experiência pioneira em Portugal. Sessões de riso nas empresas. 1, 2, 3, 4. Não se assuste. Aqui, a ideia é rir. Rir à gargalhada. Rir por tudo e por nada. Rir em todo lado, até no trabalho. Porque rir é o melhor remédio, até para a saúde das empresas e do país. Depois que tiver interesse, é só entrar na internet, tem várias matérias sobre clube do riso, laughter, yoga, vai encontrar uma série de informações a respeito. Então, é isso que nós trabalhamos, o riso sem motivo. Também sou um gelotólogo, alguém já ouviu falar nessa palavra, gelotólogo? Sabe o que é um gelotólogo? Ninguém vai perguntar o que é um gelotólogo? Um de cada vez, peraí gente, por favor, se não... Boa pergunta. Gelotólogo é a pessoa que estuda gelotologia. Boa pergunta, Rinaldo. Gelotologia vem do grego gelos, quer dizer riso, risada. Então as pessoas se dedicam ao estudo da risada, do bom humor, das boas emoções. Mais conhecido entre nós como risólogos. e foi estudando a gelotologia que eu lancei três livros. O primeiro dele fala sobre a importância do riso, como o rir é um assunto sério. Marcelo Pinto, doutor Rizadinha, está lançando. Sorria, você está sendo curado. Meu, dá receita aqui para o mau humor, para você se curar, está aqui com o doutor Rizadinha. Vocês veem que faz tempo que eu lancei esse livro, né? O Faustão está bem avantajado ainda, mas esse já esgotou. Depois nós lançamos o, esse é o mais recente, que fala sobre a surpresa, a importância de surpreender as pessoas positivamente, seja no trabalho, em casa, na sociedade. Trouxemos um exemplar para sortear entre vocês. E o terceiro livro, que na verdade foi o segundo lançado, que fala sobre a gestão do humor no ambiente de trabalho. O palestrante do bom humor, advogado trabalhista, gelotólogo, Marcelo Pinto. Muito obrigado, desde já, pela sua presença aqui no Mundo Corporativo. Obrigado a você, Milton, pelo convite. É muito gratificante estar aqui com você e com os seus ouvintes. Marcelo, que é autor do livro O Método Smile para a Gestão do Humor no Ambiente de Trabalho, um guia prático para a humanização corporativa. Muito bem. E é sobre esse tema, então, que nós vamos tratar daqui para frente. O Método Smile para a Gestão do Humor. O que seria esse acróstico? O S representa a importância de sorrir, rir é o melhor remédio. O M, mudança de atitude, identificando oportunidades, a questão da liderança no processo e executar e envolver as pessoas na nossa metodologia. Bom, rir é o melhor remédio, é o que todo mundo fala, mas será que é mesmo o melhor remédio? Para que a gente possa fazer com que as pessoas acreditem naquilo que a gente diz, nós temos que mostrar se isso realmente funciona. Se rir é realmente o melhor remédio E nós temos uma máxima na psicologia Que fala que as crianças riem em média 300 vezes por dia Vocês concordam com isso? Criança ri de tudo, não é verdade? Precisa de motivo, sim ou sim? Não Criança tudo é motivo de risada O problema é que essa criança com o tempo infelizmente, ela cresce, não é? Vai se tornando adulta, e aí vai sendo exposta a uma série de crenças que vão limitando a sua disposição para rir. Do tipo, quem rir não é sério, rir é coisa de gente boba, já ouviram muito isso ou não? Isso é o que eu mais ouço. E quando as pessoas falam, Marcelo, o rir é coisa de gente boba Eu falo, não, rir é coisa de gente É que tem gente boba que ri, não é? O rir é democrático Não é porque bandido ri, que rir é coisa de bandido Então, rir é coisa de gente Só que nós não aproveitamos essa oportunidade que nós temos Que é gratuita, que a gente pode usar a qualquer momento Por quê? Por conta dessas crenças Não, se eu começar a rir muito, as pessoas não me verão mais como uma pessoa séria. E aí, como que fica o meu respeito? Como que se para ser respeitado, eu tenho que ser mal encarado? Será que é assim que funciona? O mal encarado, ele não é respeitado, ele é temido, o que é ruim. Quando nós estamos dispostos ao bom humor, nós atraímos as pessoas, por isso que o riso conecta. Quando eu tenho uma postura otimista, bem-humorada, eu acabo atraindo as pessoas para próximo de mim. Eu acabo congregando. Se eu não quero que a pessoa chegue, o que eu faço? Eu fecho a cara. E aí as pessoas confundem a seriedade com cisudez, o que são coisas totalmente diferentes. Então, a seriedade, ela está na entrega do meu trabalho. Eu tenho que entregar um trabalho sério, respeitoso. A forma como eu faço isso, aí eu posso escolher, de uma forma bem-humorada ou não, ou de uma maneira cisuda. Mas isso não tira a seriedade do meu trabalho. Por exemplo, nós temos aqui essa figura, todos conhecem, o músico André Rie. É uma pessoa séria, um profissional sério ou não é? Sim ou sim? Sim. Já viram ele, sisudo? Eu juro que eu procuro na internet e não encontro ainda, se alguém encontrar, manda para mim a imagem. Agora tem esse outro colega nosso aqui, doutor House, todos conhecem? É um profissional sério? Sim ou sim? Sim. Já viram ele sorrindo? Se acharam a voz dele sorrindo, manda para mim. Então o que eu quero dizer com isso? Ambos são profissionais sérios Só que optam, optaram por desenvolver o seu trabalho de forma diferente Essa é a nossa escolha, a atitude Nenhum deles está certo, nenhum deles está errado Um optou por desenvolver o seu trabalho de forma descontraída, leve E o outro não Mas isso não importa, desde que entreguem um trabalho sério Então as pessoas acham Não, não, então eu não posso mais rir Porque senão vai perder a seriedade Para com isso, isso é uma crença limitante Não é isso que define se você é uma pessoa séria ou não O que define é a forma como você trabalha Aquilo que você entrega Isso que vai definir se você é uma pessoa séria ou não E aqui tem algumas pesquisas que mostram Como que o riso ajuda a melhorar o nosso trabalho No dia a dia Por quê? Porque ele conecta, é relacionamento. Ele ajuda a eliminar o estresse do nosso dia a dia. Ele alivia as tensões. Então, é importante nós entendermos a risada como uma forma de catarse, uma forma que vai me ajudar a aliviar as tensões. Tem pessoas que choram quando estão tensas, nervosas. Tem pessoas que gritam, riem, briguem, batem, quebram. Ok, foi uma escolha dela. vai ajudar a aliviar a tensão, mas tem uma outra opção, uma outra oportunidade, que é a risada, a gargalhada, tanto é que tem pessoas que até inconsciente riem quando estão nervosos, já presenciaram isso ou não? Aquele riso amarelo, sem graça, é uma forma de aliviar a tensão, tá bom? Bom, para isso eu trouxe aqui uma pesquisa que foi desenvolvida na Grã-Bretanha, pelo Dr. Dunbar, um gelotólogo também, britânico, que ele mostra o poder da gargalhada enquanto analgésico, que é o que já vigora no ambiente hospitalar, por isso que tem esse sucesso todo de humanização do ambiente hospitalar. Mas o que eu achei interessante nessa pesquisa, nesse estudo, é que ele mostra que para você sentir os efeitos analgésicos, Você tem que dar uma boa gargalhada. E vocês já deram boas gargalhadas hoje? Como é que está o nível de gargalhada de vocês? Sorrir, ok. Sorrir é simpático, eu fico bonito, atraente. Agora, rir. Rir já é complicado, por quê? Rir eu imito o som. Se eu imito o som, eu chamo a atenção para mim. Como quem ri muito é coisa de gente boba, o que eu faço? Travo a risada. E aí ela fica guardada dentro de mim. Se rir muito é coisa de gente boba, gargalhar é coisa de gente louca. Aí é que eu não gargalho mesmo. E se nós soubéssemos os benefícios que a gargalhada proporciona para nós, para a nossa saúde e para os nossos relacionamentos, com certeza vocês começariam a gargalhar com mais frequência. E é para isso então que eu desenvolvi uma técnica, para que a gente possa gargalhar, mesmo que não tenha motivo, porque isso é muito comum as pessoas falarem, Marcelo, tá bom, gargalhar é legal, mas que não tem ninguém contando piada, a minha vida não tem graça, que motivo que eu tenho para gargalhar? Então a partir do momento que eu entendo que risada, gargalhada é uma atividade física, e para isso basta só treinar, eu passo a treinar todos os dias, e cada vez mais vai ficando fácil eu dispor da risada e da gargalhada, tá bom? Então, como é que funciona essa técnica para nós gargalharmos quando não há motivo, mas que eu preciso por conta de um momento de estresse ou de tensão? Lembrando que a gargalhada é catarse, como eu já falei, tá bom? Então, vamos ver como isso funciona. Eu convido a quem quiser experimentar ficar em pé, que fica mais confortável para gargalhar. Porque gargalhar sentado é complicado, tá bom? Então, vamos lá. Quem gostaria de experimentar, é só ficar em pé. Muito bem, muito bem. Bom. Quando vocês veem uma pessoa gargalhando, ela está olhando para cima ou para baixo? Para cima, é fisiológico, o corpo pede isso, eu vou gargalhar, eu já levanto a cabeça. Por quê? Porque eu preciso alinhar a minha traqueia, o esôfago, deixar ele alinhadinho com a minha garganta. Essa pessoa está com a boca muito aberta ou pouco aberta? Muito aberta. Por quê? O ar tem que sair com explosão. A gargalhada nada mais é que uma risada explosiva. Está bem? Então, para isso, nós afastamos um pouco as pernas para dar equilíbrio. Vocês me enxergam daí? Bom, se eu vou olhar para cima, eu coloco a mão na cintura para jogar o quadril um pouco para frente. Senão, é uma questão de equilíbrio, se não eu capoto. Está bom? Muito bem. Olhei para cima. Abra bem a boca. E aí vocês vão ter duas opções. Vocês podem rir gritando ou gritar rindo, mas tem que soltar a franga, agora é a hora. A Priscila falou que o que acontece aqui não sai daqui, é isso, não é, Priscila? Fica na casa, o que acontece aqui fica aqui. Tá bom? Bom, eu vou fazer a primeira vez para vocês verem como funciona e depois nós fazemos todos juntos. Mas depois prestem atenção no ambiente, o som do ambiente, para vocês entenderem o poder aeróbico da gargalhada. Vamos fazer uma batalha boa aqui, mas nunca fez. Vamos aqui, um, dois, três. Ah, a batalha melhor, vamos lá. Dá o fim, dá o fim. Um, dois, três. Está melhorando, mais uma vez. Pensando em como está baixando, tem que levantar. Dois pessoas aqui, vamos lá, um, dois, três Vamos lá, um, dois, três E aqui, o pessoal aqui, um, dois, três Vamos lá, aqui, um, dois, três Vamos lá, aqui tudo, aqui tudo Bom, deu um calor. Começa a dar calor, um sente calor pela atividade física, o outro você dá vergonha. Percebe que começa a dar tosse, a gente começa a ouvir tosse, aquele calor, a face fica vermelha. Isso é reflexo de que? Atividade física aeróbica. Quando a gente faz atividade física, é isso que a gente percebe. Cansaço, aquele suador, a tosse, aquela dor abdominal, porque trabalha abdômen. a face vermelha, ok? É tudo reflexo de atividade física aeróbica, tá bem? Bom, a partir do momento que eu vejo que gargalhar faz bem para a saúde, é bom, é fácil de gargalhar, não precisa de motivos, me ajuda a aliviar tensões, desde que não faça isso em local público, né Marcelo? Já pensou eu dando uma gargalhada dessa no meio de um monte de gente que eu não conheço, como é que fica a minha situação? Aí que vão achar que eu sou louco, não é verdade? Mas essa é uma crença que é limitante. Eu vou dar uma dica para vocês, para mostrar que mesmo no meio de um monte de gente que eu não conheço, eu posso dar uma gargalhada dessa sem parecer louco. Aceita o desafio? Por exemplo, se eu vejo uma pessoa assim andando na rua, não, negativo, eu preciso falar com o meu chefe, Não é possível. Isso que ele fez comigo hoje, não pode fazer. Amanhã eu vou criar coragem e vou falar com ele. O que vocês pensam dessa pessoa? Oh, coitado. Já está falando sozinho. Oh, está estressado. Agora, se essa pessoa te ver assim, andando na rua. Não, negativo. Eu preciso falar com o meu chefe. Não, isso que ele faz, não se faz. Amanhã eu vou criar coragem, eu vou falar com ele. É louco ainda? Sim ou sim? Perceberam a dica? Se eu estou tenso, nervoso, preciso dar uma boa gargalhada, eu optei pela gargalhada para aliviar essa tensão, o que eu faço para rir no meio de um monte de gente que eu não conheço, sem parecer louco? Uso o celular. Não precisa nem ligar, não gasta créditos. Simula que alguém está te ligando O que? Não acredito, verdade? Guardo o celular Aliviei a atenção As pessoas vão ficar curiosíssimas Para saber a piada Você ainda garante a audiência Agora não posso, depois eu conto E acabou aliviando a atenção Então, existem maneiras. Quando nós não queremos fazer alguma coisa, a gente sempre encontra uma desculpa para não fazer. Sim ou sim? Agora, quando eu quero, eu encontro alternativas para fazer aquilo que eu quero. Eu sempre encontro tempo para fazer aquilo que eu quero. Eu nunca tenho tempo para fazer aquilo que eu não quero. Então, se eu entendo que rir é bom, é o melhor negócio, É possível rir sem motivo, eu não preciso nem de saber contar piada, não precisa ser engraçado. É só trabalhar a risada como atividade física, eu posso usufruir de todos esses benefícios fisiológicos para o meu dia a dia. Então, o meu cérebro, durante a gargalhada, a risada, ele produz uma série de neurotransmissores, as endorfinas, noradrenalinas, que dá aquela sensação de leveza, bem-estar. O meu pulmão espelha o ar em uma velocidade intensa, o que me ajuda a oxigenar o corpo por completo, por isso que dá tosse depois que eu dou boas gargalhadas. O meu coração bobeia o sangue com muito mais vigor, fortalecendo músculos e artérias, por isso que a gente fica vermelhinho depois que dá boas gargalhadas. Também é produzido serotonina, serotonina é importante porque ela combate o cortisol, que é o hormônio do estresse. Então, eu consigo aliviar o nível de cortisol no meu sangue. Passando a ficar no estágio de estresse, mas o estresse positivo, que me ajuda a manter alerta, sem fazer mal para a minha saúde. Sem falar que melhora o sistema imunológico e por aí vai, por aí adiante. Mas a gente deixa de gargalhar por quê? Porque quem gargalha é a gente louca. E aí eu não quero parecer louco, então eu retraio risada, gargalhada. Agora, chorar, todo mundo chora. Ninguém tem vergonha de chorar em público. Ninguém tem vergonha de xingar em público, de brigar, de quebrar, de dar uma de louco. Não é verdade? Muito bem. Seguindo. A partir do momento em que eu entendo que rir é o melhor remédio, por que é o melhor remédio, eu passo para o segundo estágio do método desmaio, que é a mudança da atitude. Por quê? Se eu quero tornar o ambiente que eu convivo mais bem-humorado, Quem que tem que se tornar bem-humorado? É o meu líder? É a organização na qual eu estou envolvido? Se eu quero me tornar uma pessoa bem-humorada, essa mudança tem que partir de mim. Eu primeiro tenho que me tornar uma pessoa bem-humorada, senão não vai rolar. Não é? Então, é a escolha, é a questão da atitude. É a escolha. A atitude foi o maior presente que Deus nos deu. É o livre-arbítrio. Só nós podemos escolher a nossa atitude, mais ninguém As pessoas vão tentar interferir nessa nossa escolha E está cheio de gente assim Não pode ver você rindo, que já vai falar que quem ri, você é rico, ganhou na loteria, está rindo porque Nossa, essa pessoa depois que assistiu a palestra do Risadinha não para de rir Ai que irritante que é Então vai ter uma série de pessoas tentando interferir negativamente nessa sua escolha O importante é nós estarmos convencidos de que nós queremos manter a nossa atitude positiva, para que a gente consiga vencer as vicissitudes do nosso dia a dia, as intervenções negativas que vão chegar até nós. Porque assim como o bom humor contagia, o mau humor contamina, e muito mais rápido. Depois nós vamos fazer um teste disso daí. Então a escolha, nós que fazemos a nossa escolha, E Chaplin já me dizia Marcelo, um dia sem rir é um dia perdido Então não perca a oportunidade Esse dia não volta mais Não riu hoje, amanhã é outro dia É outra risada, mas a de hoje já foi Perdeu a oportunidade Para isso então Esse é o Oxxo, viu pessoal Não é o Bin Laden, o pessoal sempre acha que é Bin Laden É o Oxxo Oxxo já dizia que Deixa eu ver se aqui a luzinha A primeira coisa a fazer é sorrir Porque isso define como vai ser o seu dia Isso aí minha avó já falava Marcelo, começa com o pé direito Porque tudo aquilo que você começa bem A probabilidade de acabar bem é muito maior Começou mal, a probabilidade de acabar mal Também é muito grande Então começa bem E a partir De você mesmo Se eu quero manter o meu dia Um dia positivo Eu já tenho que logo pela manhã Trabalhar essa positividade O que vocês fazem para começar bem o dia? Me ajuda Um de cada vez, pelo amor de Deus Tudo junto não dá, não consigo entender O que vocês fazem para começar bem o dia? Acorda, já é um bom começo Já acordou, já é um bom motivo para começar bem o dia Tem gente que não acorda O que mais? Espreguiça Espreguiça e suspira A importância de espreguiçar é suspirar Porque dizem que quem não suspira não se apaixona Então tem que suspirar O que mais? Alongamento, exercício físico Tem gente que canta, tem gente que dança Tem gente que ora Ok, não importa o que você faz Mas faça uma coisa que você goste Logo que você levanta, que você acorda Porque isso já ajuda a melhorar os bons humores. Porque não existe essa de que, ah, fulano de tal é bem humorado, fulano de tal é mal humorado, não. Todos nós somos humorados. Eu digo que o humor é igual ao colesterol. Tem o bom e tem o ruim. É nós que escolhemos qual é aquele que a gente quer alimentar. Se é o bom humor ou se é o mau humor. Então, a partir do momento que você logo que acorda, já começa com uma atitude que te faz bem, que você gosta, já são bons humores que você está produzindo. Isso vai ajudar muito a definir a sua atitude para aquele dia, aquela atitude positiva. Mas é muito mesquinho você só trabalhar o bom humor com você mesmo. A gente tem que compartilhar isso, como o Gandhi falou. A mudança começa a partir de nós, mas eu tenho que exteriorizar isso daí. E o primeiro momento é com a nossa família, porque eu estou dentro de casa, eu comecei o dia bem. Então, eu tenho que compartilhar esse bom humor com os meus familiares. Imagina eu saindo de casa, discutindo com a minha esposa, brigando com o marido, gritando com a criança, chutando o cachorro. Começou mal. A probabilidade de o meu dia ser ruim é muito grande. Mas, a partir do momento que eu saio de casa com uma postura positiva, deixando um beijinho, um abraço, um sorriso, começou legal. Então, a probabilidade disso acabar bem é muito maior. Porque a hora que eu abrir a porta, eu vou dar de cara com o primeiro grande agente estressor do meu dia, que é quem? O chefe. Ainda não. A não ser que o chefe é vizinho, que abriu a porta de cara. Eu vou encarar o trânsito. E o trânsito é o grande agente estressor do nosso dia a dia. Se eu não estiver convencido que o meu dia vai ser bom, vai ser um dia positivo, no trânsito a vaca vai para o brejo. Primeiro a buzinada, eu já quero buzinar também, o cara me cortou, eu já acelero para ultrapassar ele. Para! A gente acaba entrando numa vibe negativa muito rápido. Por isso que é importante a gente ter consciência, é o que a gente chama de inteligência emocional. Eu ter consciência de que se o outro não está bem, o problema é do outro, não é meu. Eu tenho que me manter íntegro, porque se eu ficar assumindo o problema de todo mundo, Aí não tem trabalho que resolva o meu mau humor. Então, a partir do momento que eu encarei o trânsito de forma positiva, buzinou, deixa a pessoa ir embora. Me ultrapassou, me cortou, freia, deixa a pessoa ir embora. Não vamos entrar nessa, porque esse é um problema dele, não é nosso. E isso é muito comum, porque aí eu chego no trabalho, venci o trânsito, chego no trabalho bem-humorado, aí começo a falar bom dia para todo mundo, não é isso? Bom dia, o que eu ouço de volta? Está rindo de quê? Bom dia para você que ganha bem, não é o caminho? Não é verdade? E o que acontece quando a gente ouve isso? Riu. Normalmente a gente murcha, não é isso? Fala, bom dia, o cara não responde, você, puta, não adianta, né? O que é ser bem-humorado aqui? Olha como a gente já é contaminado rapidamente, muda. A chave muda muito rápido. Então, todo aquele trabalho que nós fizemos, desde acordar bem-humorado, despedir da família, vencer o trânsito, foi tudo por água abaixo. Por quê? Porque a gente acaba assumindo o problema do outro para nós. E não, bom dia, se a pessoa não responde, para quem que não está bom o dia? Para ela, poxa Passa em frente, fala bom dia para o outro Mas não entra nessa vibe Porque senão você não vai conseguir vencer Tá bom? E isso é muito comum Porque em todo local de trabalho Tem muita gente mal humorada Aqui na câmera eu sei que não Aqui não existe isso Mas é muito comum isso Tem sempre pessoas bem humoradas Você quer fazer um teste? Se você olhar para o lado agora você vai encontrar uma pessoa mal-humorada do seu lado. Pode ter certeza disso. Ok? Então, eu trouxe aqui para vocês um vídeo que ele mostra muito bem essa questão que eu estou querendo passar para vocês. A importância de nós nos mantermos fiéis à nossa escolha do dia. Se foi uma escolha positiva para ter um dia bem-humorado, seja fiel a essa escolha. Porque é isso que é legal. A partir do momento que eu faço essa escolha, eu estou desperto. Então, quando vem aquela intervenção negativa, eu falo, opa, olha aí, olha a negatividade chegando. Aí eu desvio dela. Então, eu tenho ferramentas para aliviar essas tensões. fantástico esse vídeo, porque ele mostra que o mundo vira, o mundo gira, a vida caminha, não adianta ficar se lamentando pelas coisas que acontecem, aconteceu, depende de nós, como que a gente vai encarar isso, se eu encaro com bom humor, com leveza, eu torno o meu dia mais leve, mais tranquilo, fica mais suave, agora se eu encarar com bom humor, reclamando, ah, o ônibus não parou no ponto, o que quer dizer, você xingar, gritar, vai fazer alguma coisa, o cara vai dar ré? Dificilmente. Então, aproveite os momentos para virar a chave. Então, se aquilo me aborreceu, opa, essa é uma intervenção negativa no meu dia. Então, eu não vou entrar nessa. Deixa eu usar uma outra estratégia para isso. Conversar com alguém, ler um livro, para esperar o próximo ônibus, mas não começar a se lamentar ou ficar gritando, xingando, brigando. Está bem? Porque isso não vai resolver o nosso problema. A partir do momento que eu entendo a importância de ter uma atitude positiva, eu começo a enxergar a vida mais colorida. Então, eu passo a identificar oportunidades de contração. Aquilo que o Aguinaldo falou. Eu ativo o meu sistema de ativação reticular. Então, vocês vão perceber, depois dessa palestra, vocês vão começar a ver mais pessoas sorrindo. Vocês vão começar a identificar mais oportunidades de contração no dia a Por quê? Porque a informação faz parte do contexto de vocês agora. Eu nunca tive um fusca azul, mas hoje eu vi tanto fusca azul, com certeza eu vou começar a ver fusca azul. Isso é natural. Só que, identificando oportunidades de descontração, nós temos que tomar um cuidado, por quê? Essas oportunidades, elas têm que ser na hora certa, no lugar certo, com as pessoas certas e na medida certa, senão vira bagunça dentro da empresa, dentro da organização. Então, uma oportunidade, a hora certa de descontração. Então, as campanhas, a gente pode desenvolver uma série de campanhas aqui na Câmara que vai proporcionar a melhoria do ambiente, tornar o ambiente mais positivo, mais gostoso. Então, bem-humora a nós e ao nosso ambiente de trabalho, que tem campanhas de vários tipos. Então, essa é a hora certa da descontração. No lugar certo. Não dá para a gente ficar brincando no posto de trabalho, às vezes, porque vai atrapalhar o colega do lado. Então, hoje é muito comum você ter o canto da descontração, a sala da descompressão, aquele local que já é reconhecido, é legitimado para que as pessoas possam ir lá e descontrair. Em muitos locais é mais conhecido como cafezinho. É aquele momento que você vai fazer uma pausa para recarregar as energias. E ali as pessoas estão predispostas à descontração, a rir, a se divertir um pouquinho. Também tem que ser com as pessoas certas. Por quê? Porque o humor das pessoas varia, o nosso humor varia muito. Tem pessoas que são bem humoradas de manhã, tem pessoas que não, são mal humoradas de manhã. Mas depois o café melhora. Tem outras que precisa esperar o almoço, depois o almoço fica legal. Tem algumas que só à noite ficam bem. E aí, se eu não entendo essa variação, eu começo a achar que tem problema pessoal. Então, eu cumprimento a Priscila de manhã e ela não me responde. Aí eu encontro com ela à tarde e ela está se divertindo com o Aguinaldo. Eu falo, então ela não gosta de mim, ela gosta do Aguinaldo, não gosta de mim. Porque ela não brinca comigo, só brinca com o Aguinaldo. Mas eu tenho que entender, porque a Priscila funciona depois do almoço. Depois do almoço, ela está bem humorada à tarde. Mas se eu não entendo isso, eu acho que a bronca é comigo. Não é assim que funciona? Então, tem uma ferramenta que eu uso, o humorômetro. O humorômetro é legal por quê? Eu coloco no meu posto de trabalho e ali eu identifico como é que está o meu humor naquele momento. Então, se eu estou bem humorado, se eu não estou, depende. E isso acontece com todo mundo. Não é porque eu risadinha ri muito mais do que a média da população Que ele está sempre bem humorado Não, também eu tenho meus dias de fúria Mas o fato de eu estar num dia ruim Não me dá o direito de ser mal educado com as pessoas Mal humor, mal humorado é uma coisa Mal educado é outra totalmente diferente Então tem que reconhecer isso Então eu coloco lá Que no momento eu vejo lá a pessoa vindo Não posso brincar, preciso de concentração Eu coloco lá o meu humorômetro Na posição de Não chega aqui, não estou no momento Depois que eu acabei a atividade Estou legal, estou descontraído Pode chegar? Aí levanta bem humorado Com isso você acaba resolvendo Uma série de conflitos dentro da empresa E identificando as pessoas O momento delas Do relógio biológico Como funciona Qual é o melhor horário E para os líderes, essa é a pergunta fundamental, porque dependendo da atividade que eu tenho, conhecendo a minha equipe, o humor da minha equipe, eu consigo identificar quais são aquelas pessoas que estão mais propensas para uma atividade pesada no período da manhã. Então, eu vou chamar pessoas que são bem-humoradas de manhã. Se eu for colocar uma pessoa mal-humorada naquela atividade, vai azedar. O negócio não vai rolar. Então, é importante conhecer o humor das pessoas. e também tem que ser na medida certa e aí que está o grande problema que a gente acaba ultrapassando os limites e a partir do momento que eu ultrapasso o limite eu incorro num problema que pode gerar um prejuízo muito grande não só para mim, mas para a instituição que é a questão do assédio moral por conta das brincadeiras de mau gosto porque as pessoas não entendem E tem gente que se acha bem-humorado, mas na verdade não é. É conhecido como mala sem alça. Então, aquela pessoa que, quando te vê, já vem logo contando aquelas piadas preconceituosas, ela pode achar que é bem-humorada, mas não é. É o mala sem alça. Por quê? A gente não precisa fazer piada preconceituosa. Já passou essa fase. Ou se não, te encontrou, já vem colocando, conhece fulano de tal, já dá o apelido. já começa a colocar apelido em todo mundo, e normalmente os apelidos são pejorativos, e quando você coloca o apelido nele, ele não gosta, ele não quer mais brincar, ok? Então esse é o mala sem alça e sem rodinhas, então nós temos que entender que o bom humor, ele tem que ser bom para os dois, a partir do momento que o bom humor é bom só para mim e não para o outro, não funciona, não funciona, até porque, enquanto o outro é motivo da risada, eu estou me divertindo, mas quando eu passo a ser o motivo da risada, eu não quero mais brincar, e aí começa mais uma série de conflitos. Esse é um caso verídico, problema de assédio moral entre colegas do trabalho, por quê? Porque um colega foi apelidado de javali. Oh, javali, javali até que é um bichinho bacana, né? Agora nós estamos aí com o rei leão, o pumba e o timão, é um bichinho simpático. E o cara foi na justiça e ganhou R$ 84 mil porque apelidaram ele de javali. Quando você vai pesquisar, investigar o que aconteceu, você entende. Uma empresa ferroviária foi condenada a 84 mil Porque foi apelidado de javali Aquele que já valeu alguma coisa para a empresa, não vale mais nada Que é um dos grandes alvos do assédio moral As pessoas de idade, aquelas pessoas de muito tempo de casa Então isso é um grande problema É um grande problema A princípio pode parecer uma brincadeira inocente Mas o que está por trás dela não é tão inocente assim. Está bem? Bom, a partir do momento que nós identificamos as oportunidades de descontração, no lugar certo, na hora certa, com as pessoas certas e na medida certa, vem a questão da liderança. Porque não há programa de descontração na empresa que funcione sem o apoio da liderança. E aí a liderança tem aquele problema. ah, mas não gosto desse negócio de brincadeira, porque acaba perdendo a mão, e outra, eu nem sou uma pessoa divertida, eu não sou um cara bem humorado, então já aborta, e aí, mais uma vez, o mau humor ganha. E o que a gente quer trazer com essa questão da liderança nesse processo? É que a liderança apenas entenda os benefícios que o bom humor, que uma atitude positiva, a descontração, proporciona para a sua equipe, E apoie, incentive a equipe a se descontrair. Só isso. Porque o papel da liderança é muito importante. O líder, ele tem um papel importante. As piadas do chefe são mais divertidas, são mais engraçadas. Já perceberam isso? Você conta uma piada, ninguém ri. O chefe chega, conta a mesma piada, todo mundo racha o bico. Não é assim? Então, a liderança tem que entender esse poder. E aqui, eu trouxe para vocês. A questão do chefe que define o humor da equipe. Essa enquete foi feita pela equipe Vagas, que perguntou o seguinte. Como fica o clima quando o chefe chega no escritório? Como fica o clima quando o chefe chega? Olhem as respostas. Para 37%, o tempo fecha. Está todo mundo alegre, o chefe chegou, fechou o tempo. Para 32%, vira um campo de batalha. É uma brigaiada. Um reclamando o outro. Apenas 17% respondeu que é só alegria e 14% viram paraíso. Essa é uma pesquisa pessoal de 2013 e até hoje ela está muito atual. Quando o chefe chega, para mais 70% das pessoas, muda para pior o ambiente de trabalho. Então, essa é a consciência que nós temos que ter, porque as pessoas, elas não pedem as contas, Ela não pede demissão da empresa, ela pede demissão do chefe. Ela não aguenta mais. Mas quem acaba pagando o preço é a organização. E aqui vem uma matéria que eu achei muito legal do Max Gerger, que foi uma das primeiras edições da Avocê S.A. tratando desse tema, da questão do bom humor. E aqui ele foi muito feliz nessa colocação. Ele disse que o clima vem de cima e não é preciso ser um humorista para criar um ambiente de bom humor. O Norberto, que era o diretor amigo dele, não era uma pessoa bem-humorada, mas ele entendeu que, bem-humorados, seus funcionários poderiam gerar resultados muito acima do esperado. Olha que consciência bacana de um líder. Não é porque eu não gosto, não é porque eu não sou bem-humorado, que eu vou tornar a minha equipe nessa mesma vibe, mal-humorada. Então, eu preciso primeiro entender. Bom humor faz bem? É legal? o ambiente descontraído é positivo, então por que não? Vamos trabalhar para que a nossa equipe seja, ainda que eu não seja uma pessoa frequentemente bem-humorada. E aqui são alguns também motivos que mostram como é importante o bom humor na liderança de uma equipe. Facilita o aprendizado, alivia tensões, incentiva o espírito de equipe e promove o diálogo. O que é mais importante, a questão da comunicação Pessoas tisudas dificultam a comunicação Pessoas bem-humoradas abrem portas Congregam, conectam, ajudam na comunicação E por fim, a última letra do método de esmaio Que é envolver as pessoas E por que envolver? Porque não dá para você forçar a pessoa a rir Você não está rindo por quê? E aí, você pensa que é fácil para mim ficar aqui? Olha o esforço que eu tenho para fazer as pessoas rirem. Como você quer que funcione um negócio desse? Não dá. Aí eu acabo expondo o colega. Por quê? Porque o bom humor não quer dizer que eu tenho que estar rindo o tempo todo. A pessoa para dizer, ah, mas ela não está alegre porque não está rindo. Não tem nada a ver. Eu posso ser alegre e não preciso estar rindo. Ok? Existem várias formas de nós expressarmos bom humor, alegria, felicidade. Principalmente a felicidade. A pessoa faz uma confusão com felicidade, isso não tem nada a ver com risada, com bom humor. Porque se eu sou uma pessoa mal-humorada e estou no meio de um monte de gente mal-humorada, eu estou feliz. Eu estou feliz. Agora, se eu sou uma pessoa bem-humorada e estou no meio de um monte de gente mal-humorada, eu vou estar feliz? Provavelmente não. Está ok? Então, envolver as pessoas envolve o quê? Você fazer campanhas de endomarketing, colocando, fixando cartazes para que as pessoas possam a cada momento retomar a importância do bom humor, utilizar campanhas em semanas específicas como essa que vocês estão fazendo do servidor, para trazer um tema desse que não é um tema comum, não é um tema frequente no nosso dia a dia, para que a gente comece a pensar a respeito. Eu não quero que ninguém saia daqui rindo, bem-humorado, nada disso. Eu quero que vocês saiam daqui refletindo sobre algumas coisas que nós falamos aqui. Será que eu preciso ser cisudo para ganhar a seriedade das pessoas? Será que eu preciso de motivos para me divertir? Será que rir é coisa de gente boba? Será que gargalhar é coisa de gente louca? Essas reflexões que a gente precisa trazer. E a partir daí, estando com o programa pronto, vamos executar, vamos colocar em prática. Porque só ficar no blá, blá, blá também não funciona. E aí eu trago aqui para vocês alguns exemplos Empresas lá em Hong Kong que iniciam a jornada de trabalho com a yoga da risada Para já começar a despertar nas pessoas aquele bom humor do dia a dia Uma atitude positiva, aliviar as tensões Em Portugal também, empresas que começam o dia com 15 minutos de exercícios de risada Eu ouvi que vocês aqui tem a ginástica laboral A ginástica laboral é importante porque ela desperta músculo e evita os problemas de articulação. Mas e a mente e o espírito? Está desperto ainda? Às vezes a gente chega de manhã, está lá fazendo ginástica laboral, mas está dormindo ainda. E nada melhor que uma boa risada, uma gargalhada para acordar você e quem está lá do seu lado. Então nós estamos tratando a ginástica da risada junto com a ginástica laboral. Então você exercita o músculo e coloca atividades de risada junto para despertar não só músculos, mas mente e espírito. E Aristóteles já dizia que o riso é um exercício corporal de grande utilidade. Então, rir, além de ser o melhor remédio, é a melhor ginástica também. E aí eu trago aqui para vocês um estudo que foi feito por um gelotólogo norte-americano, Robert Provime, que ele fez uma comparação entre a risada com atividades físicas aeróbicas. Para nós entendermos o poder da risada enquanto atividade física. A pessoa tendo consciência dos benefícios que o riso está trazendo para ela, ela vai passar a rir com mais frequência. E com isso a gente consegue fazer com que o riso saia da crise que ele está passando hoje. Uma boa gargalhada indespele o ar dos pulmões em grande velocidade, oxigenando o corpo por completo. O coração bombeia o sangue com mais vigor, o que aumenta a pressão sanguínea e o funcionamento do músculo cardíaco. Sendo assim, 5 minutos de muito riso podem equivaler a 45 minutos de exercícios aeróbicos, como a bicicleta. Ou rir 100 vezes ao dia equivale a 10 minutos remando. Ou rir durante 6 horas seria o mesmo efeito de nadar 400 metros. É claro que se você rir durante seis horas, você tomba, você cai morto, não dá para isso. Mas percebem o poder aeróbico da risada enquanto atividade física? É isso que é legal a gente entender. O riso como atividade física para poder ganhar independência na nossa vida. Então vamos lá, recapitulando o método smile. Então é se sorrir, entender que rir é o melhor remédio, a importância de rir com mais frequência. com isso a gente passa a ter uma atitude positiva, ajuda, facilita, a mudar a nossa atitude para a positividade, passamos a enxergar o mundo mais colorido, identificando oportunidades de descontração no nosso dia a dia, que tem que ser na hora certa, no lugar certo, com as pessoas certas e na medida certa, trazendo a liderança para dentro do processo, envolvendo e colocando em prática o nosso programa. Com isso nós temos um programa de descontração e de gestão do humor na empresa, de forma positiva e responsável, evitando uma série de conflitos e problemas. Aqui foram as feiras que eu participei nos últimos anos, levando essa mensagem da importância do humor no nosso dia a dia, as empresas pelas quais eu passei, e hoje eu tenho a grata satisfação de anunciar que a Câmara Municipal de Campinas passa a fazer parte desse seleto grupo de organizações que permitem a descontração, que permitem a discussão de temas como esse, que ainda são tabus, o tema do riso, do bom humor, ainda é tabu em muitas empresas. Poucas organizações têm maturidade para trazer esse tema para a discussão para dentro do seu local de trabalho. E por isso, então, vocês aqui da Câmara estão de parabéns e merecem uma salva de palmas para vocês. É isso aí. Muito bem, muito bem. Tá joia? Aqui estão os meus contatos, quem tiver interesse, curiosidade a respeito do tema, pode me procurar aí pela rede social, pode ligar, telefonar, mandar e-mail, fica à vontade. E eu queria finalizar, da forma como nós finalizamos as sessões de Yoga do Riso, de risoterapia no Clube do Riso, porque existe uma forma tradicional de nós encerrarmos essas sessões. Porque o que vocês fizeram hoje aqui, com aquela gargalhada que vocês deram, foi um ato de coragem. São poucas pessoas que têm coragem de rir como vocês riram daquela forma. Então merece se parabenizar, tá bom? E existe uma forma tradicional de nós nos parabenizarmos no Clube do Riso. Então eu gostaria de convidar todos a ficarem de pé para nós nos encerrarmos com uma parabenização. Você vai escolher uma pessoa que está ao seu lado Mas não vai precisar abraçar Fazer massagem, nada disso Só escolhe a pessoa E você vai fazer assim para ela Muito bem Agora para quem está do outro lado Muito bem Quem está à sua frente Ou atrás de você Muito bem Aí abre os braços como está na imagem Nessa imagem aqui E dá uma boa gargalhada Vamos fazer de novo? Muito bem Muito bem Muito bem Obrigado pessoal Boa tarde para vocês Dança como se ninguém estivesse te olhando Dança, cante bem alto Embaixo do chuveiro Se olhe no espelho Se ache legal Quer saber a vida é carnal Sorteios agora? Pessoal, pessoal, desculpa. Antes de ir embora, a gente tem vários vouchers e o livro do Dr. Marcelo também para sortear. Então, se vocês puderem aguardar um minutinho, porque tem bastante coisa aqui. Gente, rapidinho, antes do sorteio, a gente quer agradecer a segunda palestra da tarde e convidar o coordenador de saúde e qualidade de vida, que é o Pedro Mazaro, para fazer a entrega das cartas de agradecimento e dos certificados aos nossos palestrantes de hoje. Obrigado. Obrigado. Doutor, muito obrigado. Pessoal, vamos começar o sorteio de brindes pelo livro do doutor Marcelo. Uou, surpreenda positivamente. Doutor, do 1 a 87, fala um número para a gente, por favor. Guilherme Fornari, está por aí? Já foi? Mais um, doutor. Marisa, isso aí. Outro, doutor. Júlio Rata. Acabou de sair? Acabou de sair? Próximo, próximo. José Carlos Ediviges. Foi embora também? Tabita Norio. Caroline Turbano Costa. Célia Maria Também não Caio César Luiz 140 Cate, Jorge e Patrício? Vem, Cate. Aguinaldo, fala um agora. Isso. Até 87. Camila, Ellen Grant. Ana Maria, da Silva Pimenta. Não. Jackson, vem. Vivi, fala o número para a gente. Maiara. Maiara. Foi combinado, hein? Foi combinado, hein? Pessoal, agora os brindes são para o evento de amanhã dos Pudge Trucks. Agora eu vou pedir para a Paulinha falar o número Paulinha, fala o número para a gente Aê Bruna Du, agora é a sua vez de falar o número Aê, Bruna! Doutor, você de novo. O Vitor Fraga. Fraga, está por aí? Não. Não. Aê, Rodrigo! Aguinaldo, quer tentar outro? Isso. Mariana de Godói Já foi Nelson Coronel, coronel, acabou de chegar Vem coronel Na hora hein coronel Coronel, você que ganhou o último prêmio Fala um número para a gente de 1 a 87 Marco Antônio, não? Priscila muito bem Pri, fala o número agora Márcia Cristina Cerejo, está aí? Bruno Maltese. Hugo Cardoso, não. Nelly, aê! Thaís, fala o número para a gente agora. 17? Eduardo Godoy. Eduardo Godoy. Aguinaldo, falam para a gente Último Janete Jaqueline, Jaque, Irene, Henrique. Aê! Doutor, fala outro número para a gente, por favor. Tem mais dois, gente, está acabando. 61, 61, Sônia Marisa, 67, Vanessa Pinheiro, Cláudia Helena Basso Cláudia, você que ganhou o último fala pra gente o número O rapaz que tem o nome mais longo da Câmara. Fernando, esse mesmo. Cadê? Já foi? Ixi, perdeu. Mais um, Cláudia. Felipe de Sousa Garbi. Também não. Sim, mais um, mais um. Davidson. Não. 17 já foi. 18 é Luzi. Aê, Luzi! Muito bem! Pessoal, muito obrigado pela presença de todos. Desculpa a demora no sorteio de brindes. A gente espera todos amanhã nos eventos de encerramento da Semana do Servidor, tá bom? Muito obrigado. TV Câmara Campinas
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