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Palestra sobre Combate ao Bullying
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Palestra sobre Combate ao Bullying

1k views Publicado 06/12/2019 HD · 1:37:01

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Responsável: Vereador Luiz Rossini

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[Música] a tv câmara campinas boa tarde é dando boas vindas a todos vocês aqui na câmara neste dia quero já já compondo a mesa aqui né o mário marcelo que representa a secretaria de educação e coordena as ações de prevenção e combate o bullying na secretaria municipal de educação que ela chamava também vanessa rodrigues que vai falar com a gente ela vai fazer um pouco aí é falar um pouco da sua experiência pessoal e ajuda a aprofundar um pouco o nosso conhecimento sobre esse tema é pra quem não me conhece sou vereador o sine ea segunda é terceira vez na verdade que eu promovo um debate é nessa casa relacionado a assuntos dentro desse campo nós fizemos há um tempo atrás é uma reflexão na época com o professor ivan capelatto né psicanalista sobre o fenômeno da baleia azul vocês se vocês se lembram quando surgiu e causou muita preocupação não é mais recentemente nós fizemos uma tarde inteira uma discussão sobre suicídio aliás existe um mês a reinar que é dedicado a refletir sobre isso que também é um fenômeno infelizmente que está crescendo e atingindo uma parcela significativa da população jovem e hoje nós resolvemos nessa linha discussão aprofundar e debater um pouco sobre o bullying que de todos talvez seja o o fenômeno o tema que tem sido mais discutido debatido mas continua preocupando pais educadores né o bullying é um fenômeno social que se manifesta em vários ambientes em vários espaços mas ele é muito presente e forte nós não sei se principalmente mas também no ambiente escolar talvez uma das razões é porque ali tem a concentração maior de jovens e isso acaba ocorrendo é entender compreender melhor esse fenômeno tem sido uma preocupação de educadores e pais é porque à medida que você desenvolver uma compreensão maior sobre esse tema talvez a gente saiba melhor como prevenir e como agir diante de situações que ocorrem muitas vezes no cotidiano no dia a dia ea idéia hoje é exatamente a gente é passar um período aí ouvindo um pouco mais sobre isso né pra gente compreender melhor esse fenômeno então quero agradecer a vanessa que aceitou o convite e depois ela se apresenta e fala um pouquinho e ela desenvolve o tema e também quero até cumprimentar o mário que tem feito um trabalho fantástico nas escolas municipais a rede municipal tem tido essa preocupação e tem procurado também desenvolver um olhar mais especializados sobre esse assunto então a minha palavra na verdade é só de acolhimento das boas vindas e desejar que tenhamos uma grande tarde aí que possamos aprender um pouquinho melhor sobre isso eu já passa a palavra o mário não é pra que você quer falar primeiro tá bom a gente não programou nada assim então vanessa eu prefiro mulheres bastante ea gente vai abrir já sabe obrigada é muito boa tarde meu nome é vanessa eu sou documentarista de cinema é estudante de psicologia e o mas hoje eu tô aqui como mãe me dividir com vocês um pouco da experiência é que eu vivi é uma experiência real empírica com esse tema e compartilhar com vocês é tudo o que a gente tem feito para lutar contra essa essa doença essa praga é que esse e que acomete dentro da nossas escolas ea violência que permeia as crianças pode passar pra mim é aqui é um pouco da minha história né eu tive contato com esse drama por conta da minha filha e minha filha com cinco anos de idade é foi brutalmente é discriminada dentro de uma escola é foi devastada eu e meu marido a gente não sabe o que a gente fazia mais é começar a estudar compulsivamente e 26 livros e não consegui ajudar minha criança é uma criança de cinco anos que pedia para não acordar isso pra quem é pai é o pior cenário que você pode imaginar na sua vida é você não não conseguir ajudar uma criança de cinco anos que é muito pequena pra ser devastada dessa forma aí eu comecei a estudar montei uma palestra pros meus os professores da minha filha e eu achei que não era suficiente e resolveu voltar para a universidade para entender esse fenômeno e poder ajudar e ninguém aqui é precisa nem saber o que é o bullying eo bullying vocês são professores estão dentro das escolas devem ter tido n é treinamentos né mas o que a gente precisa saber pode mudar é que essa palavra bullying é uma palavra amplamente vulgarizada é eu como mãe como profissional e e com esse é sim meu minha história passional com o bullying posso dizer pra vocês que não representa nada para as pessoas se eu apontar pra ele falasse olha você é um racista então a gente ficou ele e eu entendo o tipo de violência que ele faz se eu falar você é misógino eu entendo que ele é um agressor de mulheres agora se fala se a pessoa faz bulli é qualquer coisa e se qualquer coisa é um problema porque tende a minimizar e reduzir reduzir o problema então a gente é tem trabalhado em nomear essas agressões e entender qual é o sentido e ea causa né de cada uma dessas agressões que é o que tem acontecido dentro das escolas essa lei pode passar que acho que eles já estão bem familiarizado aqui tem a uma redação bem bem sintética do que as escolas têm que fazer né é tem obrigação das campanhas prevenir e capacitar docentes então assim eu falei você já tem conhecimento não preciso ficar muito nisso né isso é importante é quem quem está fora do padrão hoje é discriminado então o fora do padrão hoje é também qualquer coisa têm um tempo diferente que não é o da o que é a escola que seu filho frequenta a classe média ou classe baixo tem é a pessoa discriminado material escolar faz a pessoa ser discriminada a cor da pele o tipo do cabelo então o bullying não é só a e racial a é o estético é muito é multifatorial mesmo e tudo vira isolamento dentro das escolas no caso da minha filha o que acometeu ela foi o cabelo é a minha filha com cinco anos ela teve que tomar antidepressivo ela tem desta brincando aqui tá ótima mas é bom e isso causou nela uma baixa estima que é muito difícil de recuperar a devastação que ocorre na infância é muito difícil de ser limpa depois é muito grave o cyber bullying é é o que a gente mais tem visto no na área da adolescência ah eu estou produzindo um filme só documentarista um filme exatamente sobre bullying é onde a gente estudou um ano e sete meses para pensar a escola as histórias e poder é fazer essa descrição dentro é da obra cinematográfica e os cyber bullying é uma coisa tão devastadora eu acabei conhecendo oito pais de crianças que se mataram e à pergunta é sim um erro o com monstro ozu a gente é que a gente vê uma criança chegar em casa com 11 anos 12 passar uma navalha na cabina no pescoço porque tá fora do peso ea gente vai cruzar os braços e como sociedade morreu de bala esse é mais um nome né e entender o que está por trás dessa violência é como é que a gente pode agir é muito cruel o que a gente tem visto crianças muito novas e muito perversas da onde vem isso porque são crianças eu me deparei com esse problema porque as crianças que isolaram minha filha e minha filha não não era convidada para o aniversário das outras crianças não tinha amigos na escola é na festa junina eles combinaram de ninguém dançar com ela então assim crianças muito pequenas pra mãe da vítima a vontade que dá é de voar na criança no primeiro momento só que são crianças a gente não pode punir a gente tem que educar e não existe outra forma de transformação que não seja de educação eu não conheço nenhuma outra né é uma criança hoje que têm acesso à internet ela tá nessa rua gente a internet hoje é uma rua com 5 bilhões de pessoas então assim o meu sobrinho ele conversa com o rapaz que ele é japonês ele não fala japonês a gente descobriu esse querer como as pessoas elas traduzem lá então assim é muito importante a fiscalização do que as crianças estão vendo na internet e supra pais é fundamental porque você não sabe com quem sua criança está conversando em casa a gente tem um espião dentro do celular dentro do computador mas assim eu sei que esse é um recurso que pouca gente usa apesar de ter gratuito já mas é quem é da área consegue né mas assim é professores que é vão dizer isso os pais a gente sabe com o quão difícil é envolver famílias né e as famílias checar a esse tipo de situação pode passar alguém já leu o termo de uso desses aplicativos ou não é eu acho que quase toda criança tem acesso é isso né facebook instagram celular youtube em outros aí que só palestra ela já foi feito algum tempo mas é olha as idades que é então quando a pessoa criança faz ela tem uma conta na rede social isso é importante pra vocês é envolver em paz 16 anos tem criança de 10 anos que tem canal no youtube e pra você abrir um canal hoje você tem que ter um e mail no gmail e você você mudar sua ida à idade da criança nós no prater isso é falsidade ideológica é crime isso a gente né é comum as crianças têm mas é crime mudar ele entendeu mas todas essas cidades elas estão lá naquele termo que a gente vai só passando né ainda passa por próximo passo é comprar e confirma confirma mas o que o que isso nos sinaliza e sua criança tem ou nas escolas quando a gente vai falar para a paz se as crianças têm uma relação de confiança mas o pai ea mãe tem que fiscalizar é obrigação a gente tem que saber o que eles estão o fazendo nas redes porque quem vai responder é o maior não é a criança né então se uma criança e compartilha a foto de outra criança de maior de calcinha isso daí é um problema gravíssimo quem vai ler o eca e quem vai responder o pai e mãe então assim e quem tem que checar isso somos nós adultos e isso é muito importante na hora de falar com pais que às vezes o pai acho lindo filho de canal no youtube mas nunca chega nunca checa realmente o que está ali de conteúdo que ele está falando nascer o que ele está curtindo já tem jurisprudência hoje de uma curtida a pessoa ser penalizada quem curte concorda esse é o caso que eu vou dividir com vocês é de uma criança que veio a óbito essa criança ela se matou é por conta do peso não suportou a exaustão da humilhação e quando a gente fala de burla e muitas pessoas é é a chance que me acham que é um tema banal que na época delas era diferente é muito cruel então se imagina que um pai acabou de perder sua filha de 13 anos porque ela não suportou e se enforcou ele chega em casa passa o primeiro slide e isso estava no facebook da criança ele foi invadido por alunos e colegas é passar próxima colegas de turma aí a gente pensa meu deus um caso do ska pode passar se deu pra ler gente não olha vocês viram eu isso aqui estava na internet disponível e ainda está eu que acabei arriscando e significado vermelho é pew aparece a fotinha do da pessoa e o nome da pessoa olha isso então é com isso que a gente está lidando com a morte de uma criança vira chacota de outras crianças como isso é possível psicologicamente falando o que aconteceu que a gente regrediu tanto para poder assistir uma coisa dessa né então assim é realmente não dá pra ficar no armário de braços cruzados não dá é depois que eu é passei por todo aquele grave problema com a minha filha eu fiz uma palestra com os professores da escola da minha filha porque o problema estava instalado tinham muita dificuldade de resolver aqui o resolver não é chamar e pedir para as crianças ficarem bem e nós vamos monitorar é o o oac questão é educar mesmo e tem que ser diário não pode ser uma campanha uma vez ao ano é diário é todo dia existem ações muitos simples assim altamente aplicáveis imediatamente que você toma conhecimento você consegue aplicar nas escolas sem custo ou a custo quase zero uma caixa de papelão que nós vamos ver mas é assim a gente precisa fazer alguma coisa eu acabei fazendo aquela palestra uma professora que saiu daquela escola foi trabalhar em outra escola me chamou para ir nessa outra escola faz cinco anos que eu passo de escola em escola dividindo a minha experiência e tentando ajudar como oposta encontrei o anjo da guarda apresentado pelo rossini que faz um trabalho extraordinário eu não conhecia o trabalho da secretaria municipal de educação via mário que ele faz nas escolas ele vai dividir com vocês o que está dando certo mas é isso é um pouco um pouco a sociedade a mãe é um profissional é a gente tem que se juntar porque a gente não pode mais assistir uma coisa dessa isso é esse gravíssimo tem um vídeo mais forte que eu optei por não passar que quando eu faço às vezes um chacoalho nos pais eu passo para que eles entendam já a gente precisa conversando com o pai a gente tem que conversar com o filho a gente tem que a gente tem que conversar entre nós sobre isso então é esse tipo de coisa quando chega num grau de se a pessoa vai ser penalizada criminalmente olha lá tem vários né que se enquadram ali não fica mais no âmbito escolar a gente já pode ver o que sobra para essa criança que foi devastada no caso essa daí não suportou né sobra uma ferida que não fecha eu como mãe eu posso dizer para vocês são longos cinco anos que a gente tem é tratado da minha filha com psiquiatra com psicólogo uma criança de menos de cinco anos toma antidepressivo é muito difícil aí você vê é as pessoas falam assim é o outro médico dela queria dar o antidepressivo e mais um outro remédio para melhorar mas é seretonina da cabeça eu não deixei mais eu acho um exagero a gente medicado desse jeito as crianças estão sendo meditamos dopada a gente está exausto de ver crianças em nome de cada um pois ela no esporte o sport também ajuda a melhorar a sinapse não quero né mas assim é um processo e essa criança e que hoje tem 10 não sai de casa não sai de casa sem antes de trocar uma 5 roupa diferente porque ela acha que tá feia e ela olha no espelho e fala assim mamãe eu queria ser bonita isso é um trabalho que é um tijolo de cada vez e é muito difícil da gente a pagar isso pode passar a outro é em casa quando a gente trabalha com é a participação da família ela é tão fundamental quanto à ação é dos educadores né porque a criança aprende muito mais pelo que ela vê né vocês sabem disso do que do que a gente prega pra ele pode passar é isso é uma ilustração que eu peguei também na internet uma mãe que invadiu é dentro o site de uma escola para alterar a nota da criança então assim as famílias estão corrompidas é um exemplo pra dizer isso né as famílias estão corrompidas o que adianta eu falar para a minha filha não faça isso ela me ver e berrando no telefone com outra pessoa diz tratando a pessoa que abre a porta para mim entrar ou a uma funcionária que você tem na sua casa então é isso elas vão reproduzir mesmo não adianta existem coisas que os pais não não existe possibilidade da gente negociar com os filhos a gente quer proteger mas a gente tem coisas que a gente tem que ser duro e o pai da bossa o pai do agressor tem que entender que esse ciclo ele é inegociável mesmo é quando a criança fala assim eu quero não quero mais estudar ou fazer lição não tem negociação com a educação não tem negociação com alimentação né com a saúde em primeiro lugar a gente não vai deixar as crianças entupido de 2 mas não tem negociação com os valores então assim e é isso tem que ficar muito claro para os pais porque a culpa hoje a gente vive trabalhando a gente trabalha de uma maneira tão esquizofrênica hoje tão alucinógeno que a gente não presta atenção no outro né pai mãe depositam os filhos nas escolas pega no fim da tarde leva pra casa dorme no outro dia é essa mesma rotina e assim quem é que está formando seu filho felipe neto né então esses valores a gente tem que deixar muito claro para as famílias que você não tem que ser amigo do seu filho 100% todo o tempo e essa não é a função dos pais mesmo no meu caso que eu senti muita culpa muita culpa porque demorei seis meses para enxergar o problema dentro da minha casa mas esses valores mesmo minha filha doente não tem nem como não tem como negociar não pode ser mal criada é destratada uma pessoa moralmente isso inadmissível isso é educar não importa o quão e seu filho tinha tenha sido de lá senado ele tem que aprender que a gente tem que respeitar as pessoas esses são os valores sólidos que a gente deixa pros filhos é toda família tem aquele tio brincalhão que faz brincadeiras de todo mundo e é o herói da da família então é isso é uma coisa né as crianças às vezes acham interessante aquele tio que acha é engraçado tipificar é aquele o careca que ele é o gordo que ele é um negão então esse olhar a gente tem que ter também dentro da nossa casa pra gente poder passar valores nesse a gente acha engraçado o tio zac e nunca a gente vai conseguir é ter uma conversa franca com os nossos filhos pode passar esses são os tipos né de bullying é mais comuns que a gente vê pode se também esta perto da escola é importante pode pôr um próximo slit a a gente gostaria muito que as crianças que assistem é essa essa violência pudessem contar e não são todas as as crianças que contam nettheim a vítima e o espectador ele tem um papel fundamental ele quantas pessoas virão a minha filha são isolada sendo ridicularizada sem amigos chorando até a professora me disse eu sempre vi ela tomar um lanche sozinha né mas assim como é que as crianças vão contar as vezes ela tem medo da professora né a professora é brava a diretora brava não sei não é assim é e isso é uma ação que foi feita em vários lugares nessa caixa de bullying é um é uma caixa de papelão uma ação super simples que não fica dentro da sala de aula fica na nas escolas em qualquer lugar perto do bebedor a pessoa não tem que se identificar ela conta ali olha fulano está sendo ameaçado por si cano então assim é uma ação super simples e os responsáveis eles abrem essa caixa semanalmente ea gente vai coletando dados é uma ação que não custa mas ou disponibilizar um e mail mas a gente tem que ter um canal para que essas pessoas possam deletar com confiança porque é existe uma cultura de não falar tanto da vítima contudo o agressor a vítima fica aterrorizada não fala nada e muitas vezes a vítima a uma agressora que ele faz ele intimida as outras pessoas também mesmo quem não concorda e acham às vezes não sabe como vai contar a chegar né então esse é um canal importante pra gente trabalhar pode passar isso é quando a gente escuta falando de inteligência emocional há mais de 20 anos né o goldman já falava disso ele fala muito da empatia o que a gente sabe pode passar sobre a empatia mesmo se colocar no lugar do outro se colocar no lugar do outro é é uma é uma uma frase muito pobre para a empatia porque é eu conheço você me simpatizei demais com você criou uma empatia né automaticamente se eu tiver outro dia li vou perguntar olha o coxa tá tudo bem adorei o mário lógico vou perguntar tudo bem mas assim a empatia que nós estamos falando é uma empatia construída em lidar com a diferença é quando você se depara com uma pessoa que dificulta sua vida você acha que é fácil ser simpático com o cara que puxa o seu tapete no trabalho é aí que a gente tem que ser empático usar nossa inteligência emocional o que está acontecendo com esse cara que ele tão grosso que ele é tão agressivo será que eu posso perguntar o que eu podia chegar nele fala assim tudo bem como um problema porque isso tem na nossa família às vezes nós somos simpático com as pessoas estranhas e você tem um irmão aqui você não pergunta por que ele faz isso então a empatia aqui vale mesmo é que a gente constrói é o esforço é olhar para o diferente a pessoa que não é igual a você ninguém precisa matar pessoa chata pra gente de 1 cent chata tem em todo lugar mas é quando a gente fala nessa problemática é assim é o que vai passar pela nossa vida difícil suas difíceis é nesse momento que a gente tem que usar a inteligência emocional entender que atrás daquela violência talvez tenha uma violência maior do que a que ele está fazendo então essa é uma questão para a gente pensar é quando a gente fala isso é em sala de aula a gente pergunta para as crianças né assim é um exercício simples que as crianças se xingar agora você faz o que aí é um termômetro isso dentro da sala de aula aí a criança cozinha na mesma hora chuta a sua cara a gente faz as perguntas porque numa ong a gente fez uma atividade dessa criança meu tio chuta minha avó então assim é é um assunto que é quando a gente faz uma atividade com as que a gente consegue saber o termômetro então são perguntas né você bate você fazer essas perguntas abertas dentro de sala de aula a gente vai ter um parâmetro de quanto essas crianças é vem e vivenciam o ambiente onde elas estão inseridas é violento aí a gente consegue trabalhar porque sem saber onde essas crianças da onde vem essa violência com a gente não consegue ajudar é o mário vai mostrar um uma coisa que eu acabei fazendo institivamente mas eu vou deixar para ele falar sobre isso que é se reunir depois né mas quando a gente conversa com as crianças a gente fala isso é pra elas olha a gente vai falar sobre sentimentos para ela explicar o que é o sentimento mas não na teoria vai eu tenho muita raiva quando minha filha deixa a toalha pronunciada e você aí a gente fala da nossa vida aí a criança fala assim eu tenho muita raiva quando meu pai bate na minha mãe eu tenho muita raiva quando o meu tio quebrou o dente da minha tia então a gente vai entendendo essas perguntas a gente não faz ou a gente faz para a extrair da criança o máximo que a gente consegue entender de violência que ela está vivendo então é uma atividade de superfície implica em sala de aula mas que é vai chocar muito quando vocês aplicar em algum tipo de pergunta aberta assim é impressionante a quantidade de de relatos violentos que a gente escuta das mais variadas idades e também das mais variadas escolas que eu eu fiz palestra escola bilíngüe escola particular escola do estado escola municipal e assim é tudo igual a violência ela tá não tem diferença não é acaso social é é um sábio negligenciar da criança e do adolescente de tudo isso que a gente falou é o mais importante quando a gente trata desse assunto para as crianças elas têm que entender essas duas coisas principais a criança tem que saber pedir ajuda tem que saber pedir ajuda seja pra onde é onde ela encontrar esse ambiente seguro que seja a escola que seja um mediador que seja um amigo ela tem que saber pedir ajuda e também saber oferecer ajuda e esses são os pontos mais importantes para a gente combater essa violência quando a criança ela consegue pedir ajuda chega até vocês chega até a escola chega até quem precisa chegar e também quando ela oferece ajuda uma pessoa que está sofrendo é invariavelmente esse caso vai chegar na mão das pessoas que podem ajudar então todo esse trabalho ele se reflete em nessas nessas duas frases a ré e são temas que a gente trabalha dentro de sala de aula pra pra combater eu acho que não é o caso agora né pode passar é importante também dizer que a gente está aqui pra falar sobre bullying né e quanto devastador é mas que nem tudo é burro né aluno discutiu com o professor isso faz parte do ambiente escolar né não é bullying pode passar é esse teste antes de encerrar minha frase eu queria ler pra vocês porque é muito importante a gente tomar posse de cada palavra que tá aí o bullying causa prejuízos irreversíveis para as crianças e adolescentes e até mesmo adultos podendo desenvolver transtornos psiquiátricos sérios insegurança depressão ansiedade em excesso de sonho de sono ou insônia fobia escolar transtornos mentais toque bulimia anorexia desejo de suicídio ou homicídio quando o alvo da gozação não consegue mais suportar a atuação dos colegas é isso faz parte de um estudo que eu tirei de um profissional da usp que é tá falando é no filme que estou produzindo eles se identificaram que nós adultos 85% de todos os transtornos da vida adulta é gerado na infância então as pessoas hoje em que tem ansiedade que tem se você for investigar vem da infância então esse é um dado seríssimo para quem trabalha com psicanálise pra gente é 100% 85 mas é isso está quantificado agora né um trabalho seríssimo que a usp fez em parceria com a puc do rio grande do sul ea fapesp e esses dados é eu vou poder apresentar para vocês um filme que a gente vai distribuir gratuitamente nas escolas até o meio do ano que vem o objetivo do filme é que professores a nos pais todas as pessoas envolvidas a sociedade de maneira geral consigo ter ferramentas né pra gente lutar contra isso o que eu tinha pra falar pra vocês hoje era isso agora vou convidar o romário a esses são meus contatos se alguém é precisar eu estou à disposição meu trabalho é voluntário não não não vendo nada outro dia cheguei mesmo que perguntar se eu queria vender alguma coisa foi convidada pela mediana era a melhor forma de vender o que eu falei nada e ii é passional mesmo eu faço com amor eu queria convidar o romário agora pra vir dar continuidade muito obrigado [Aplausos] bom é tem que falar que vou sair ele é bom o à tarde a todos ea todas pra mim é uma gratidão imensa está com todos vocês aqui antes de começar a expor vou falar um pouco eu não coloquei minha história aqui bom eu sempre deixo isso nos círculos que a gente faz as escolas para falar um pouco do mar e no final né mas eu vou falar precisa agora no começo bom eu sou um ex morador de rua falei isso com muito orgulho sou um ex adolescente e criança que não tive oportunidade de ter meus pais e minha mãe depois de mais de 20 anos passei minha infância toda a minha adolescência antiga febem hoje fundação casa desenvolveu um trabalho na fundação casa há mais de cinco anos 2001 comecei a faculdade de história na puc sou historiador trabalho com direitos humanos há pelo menos mais 20 anos cheguei a prefeitura com o toninho não foi coordenador da campanha antônio estava com ele no último dia que ele foi morto na última atividade pública do toninho tem uma fita cassete foi o que fiz que era o dia da votação do projeto 11.128 que decretava o 20 de novembro feriado municipal pela história racial da cidade de campinas em campinas a última cidade a blitz trave de 1920 considerada uma das cidades mais racistas do período escravocrata então cheguei a prefeitura eram na época o militante da juventude organizada a juventude para discutir temas como educação educação pública de qualidade etc ea iniciei meu trabalho na prefeitura nos primeiros quatro anos o primeiro onze meses com toninho dia 10 de setembro toninho foi morto no dia 11 teve as torres gêmeas nos estados unidos nem a repercussão foi menor tolinho era bastante teimoso né morreu no carro dele usar a gasolina dele a gente falava nisso é prefeito de uma cidade de um milhão de habitantes o crime não tem crime de esquerda nem de direita o crime o crime os caras on que matar e foi o que aconteceu a partir daí quando eu cheguei na prefeitura eu ajudei a construir a seppir secretaria especial de políticas de promoção da igualdade racial que é um órgão que a gente tinha conversado antes da campanha dele para pensar as políticas públicas de promoção da igualdade racial por conta do histórico da cidade da promoção e combate ao racismo na cidade e depois fui coordenador da cpi durante um tempo sair aí continuei trabalhando na área de direitos humanos da secretaria de assistência a pelo menos 45 anos eu fui convidado pela professora solange tudo bem resumido pra vim para cá estaremos para a educação e naquele momento a solange unir ao do falava assim mário nós precisamos de você aqui pra pensar uma ação específica naquele momento era de prevenção e combate ao bullying nas escolas mas pra pensar um programa que pensar se as diversas anos a prevenção eo combate às diversas formas de violência na escola rapidamente nós começamos o trabalho numa escola que eu não conhecia quando eu cheguei falei mas aqui tem violência humberto castelo branco uma escola nova europa parece uma escola particular e se você não conhece a rede chega na escola se fala que não tem violência uma escola que está dentro de um bosque um espaço maravilhoso os professores da rede são todos muito qualificado tanto ponto de vista curricular enfim de outros também e aí eu passei os primeiros quatro dias e na escola segunda terça quarta quinta só cheguei como estranho e observar o dia a dia dos alunos da escola e eu fui entender eu já conhecia as violências conheci o público e se o racismo eu fui militante do movimento negro e é isso observando foi logo fazendo algumas anotações e perceber de fato qual era o grau em que frequência aconteciam as violências na escola em especial bullying e naquele momento no humberto tinha um caso de bullying bem latente assim entre um grupo de adolescentes né que cometi o bug excessivamente de maneira sistemática que é isso que configura o bule bule elenco tem que ser cometido de maneira sistemática como diz a lei 13.130 para tipificar o caso de bullying ea partir daí a gente começou então ouvir os professores e começar a construir junto com os professores porque eu sempre digo que não existe é importante que todos estão aqui sabem disso tanto o pai todo mundo aqui é pai dependentes e professor não tem receita não tem mágica não tem nada pronto não existe você tem que respeitar cada realidade de cada território cada situação e quando eu cheguei na escola é eu ouvi uma frase que hoje eu ouço bem menos que a gente sempre acha ela falou que isso é uma frase do mar depois vou explicar para vocês do macho rosenberg que é o pai da comunicação não violenta a ser veio aqui nós temos tempo de violência com as crianças aqui é um problema meu deus do céu as crianças elas são so reflexo de toda essa violência que a sociedade comece elas não são um problema elas são a solução por mais que a gente acha que tem um garoto difícil uma menina complicada em humberto tinha uma menina extremamente violenta o marcelo rozenberg fala que é o pai da comunicação não violenta toda a violência é uma expressão trágica de uma necessidade mal resolvida ele dizia isso essa criança violenta tem uma necessidade mal resolvida nela né num período que fez com que ela se tornasse violenta e quando nós chegamos nós entendemos o que é que essa violência cometida por essas crianças e adolescentes dentro do bairro castelo branco para nós é um grito de socorro que as crianças estavam querendo dar e aí eu fiquei observando depois eu comecei eu sou muito de conversar pessoalmente abraçar trocar idéias e comecei a perceber quando você vai conversar e construir aquilo que nós chamamos vocês vão ver aqui no círculo depois o que são esse espaço e à criança com sua relação de confiança com você e conexão ela começa a falar porque a criança é pura nós temos dificuldade de falar sobre nossos sentimentos eu falo isso com os nossos semana passada fizemos um círculo para discutir o tema masculinidade tóxica né eu falei pros meninos e o victor não é que 80% dos homens americanos sofrem de uma doença chamada alex etnia o que que é isso né é nada mais nada menos a dificuldade que nós temos por ser uma sociedade machista patriarcal de expressar os nossos sentimentos as mulheres têm isso com muita tranqüilidade por mais que sofriam violência nossa o machismo e outros tipos de violência mas isso é de vocês essa sensibilidade expressar o sentimento de vocês nós não conseguimos criar uma sociedade que deve se falar afirma mais fino serve edinho você não tá sendo homem é homem não chora então esses conceitos na semana a conversa com os meninos 4 homem não chora gente o sinal hoje eles mudaram tudo no círculo não chora as inflamações e aí então foi mudando com essa gente é criado nesses padrões preconceituosos extremamente violento que causam todos esses impactos que vocês viram aqui outros piores de que homem não chora e eu sou a prova tenho três filhos primeira vez que o meu filho chorando e ficou desesperada mas foi maravilhoso 500 construir o conceito dele machista meio machista de que o menino chorava que era mentira e desconstruir o conceito de que mulheres sexo frágil fui conversando e eu falei filho como sua mãe gerou 3 sente com tração pré-menstrual todo final do mês eu tive duas cólica renal foi chorar no colo a janaína que quer sexo frágil aqui ele falou o senhor é papai noel é claro que é o velho claro que sou eu tive duas cólica renal não chega nem perto janaína pela mulher no colo dela 600 em cólica pré-menstrual eu acompanho tá falando que acompanha janaína a dela dura 78 dias eu tento no desespero fazer compressa de água quem não resolve nada mas todo lado e eu queria que eu tivesse a dor mas não tem e aí eu fui construindo essas coisas com os meus filhos em casa que não adianta você falar também de violências e não faz dentro de casa nem tão em casa mas há uma cozinha independente nós que fazemos a china limpamos você tem que desconstruir eu faço o primeiro sempre fiz na minha vida toda porque nunca tive ninguém para fazer por mim e meus filhos foram aprendendo e o resultado disso é fantástico então a gente foi desconstruindo essa cultura machista violenta preconceituosa e que tudo isso que a vanessa colocou aqui é o que vai se refletindo na escola no dia a dia e elas vêm as crianças extremamente violenta e quando a gente começa a conversar e evitou falar se a sua violência nessa brincadeira é violência porque eles acham que cometer bullying cometer racismo homofobia xenofobia godô fobia violência e todos eles de fato eles acreditam eles falam sim mas eu gosto do meu amigo aqui mário eu gosto de me chama de macaco eu gosto dele é meu amigo gente amigos sai junto mas o chama de boi tolo de [ __ ] fala então cara você gosta dele estão sempre a respeitar ele ele tem nome que não seja chamado de [ __ ] de macaco de [ __ ] etc etc sistematicamente cometer esse tipo de violência contra ele porque você precisa entender quais os impactos que isso causa e eu falo muito com as crianças é importante eu aprendi uma palestra com a professora doutora da usp sobre o suicídio ela foi o primeiro em que a gente comete é não falar sobre o tema se você tem ninguém na família que vai se matar você falar sobre o suicídio você precisa falar você precisa conversar com seu filho com todo mundo quer falar sobre o tempo você tem ninguém na família e nós não a gente a notícia ruim você vai falar sobre sair pela boca para falar sobre o tema que amanhã pode ser você pode ser seu filho de seu marido semana passada um cara se jogou na frente do mario gatti ali é a realidade hoje é essa eu falo sempre com as crianças sem saber o impacto da violência que a gente está discutindo aqui no dia a dia não é o que estou dizendo a oms organização mundial da saúde 2019 nós vamos terminar o ano tá 1 800 mil - no mundo a cada 40 minutos uma pessoa se suicida no brasil né a cada 45 segundos uma pessoa suicida no mundo é o mzq disso 15% desses ou mais são nossas crianças nossos adolescentes o ano de 2011 nós vamos perder um milhão e meio de pessoas cidade de campinas irá assumir a vítima do suicídio um milhão e meio de pessoas e as nossas crianças e nossos adolescentes estão como grande parcela entre 10 e 14 anos entre 14 e 19 e 20 anos são os que estão se suicidando nós perdemos uma menina que no bellocchi faz um mês atrás é isso marque mais ou menos um mês um mês um mês e ainda colocadas no pescoço se suicidou fomos com o velório da menina do bloco na frente o velório de uma outra menina de uma escola estadual que também tinha se suicidado que também tinha se suicidado é a gente reage é isso eu deus mas é isso é isso que acontece no dia a dia quando eu faço pode passar começa a passar os círculos aqui então a secretaria da educação começou a pensar atuação em diversas frentes né é ea gente começou a desenvolver o primeiro pensar à frente da formação com os professores nós terminamos agora o mês passado semana passada aqui na câmara a gente fez é é a gente fez a a a formação dos primeiros facilitadores de círculos restaurativos usando a justiça restaurativa a comunicação não violenta é né e os círculos de cultura de paz como mecanismos para poder dialogar com essas crianças com esses adolescentes com os professores também com a equipe gestora também com os pais também no espaço do concelho então a gente começa que como organizar uma roda de conversa quais são as intervenções a importância da família na prevenção das diversas formas de violência na escola passa pra mim por favor então aqui professora lígia participou com a gente depois ele pode até falar isso aqui é um modelo de um circo está vendo aqui são valores que a gente discute no círculo e o círculo é feito com uma metodologia feita pela professora cai panes que é uma americana ela só pegou e pincelou aquilo que os índios americanos já fazia o que os africanos já fazendo mesmo tempo que resolver os seus conflitos em círculo e entender que os conflitos que acontece com uma pessoa não é problema daquela pessoa é um problema nosso essa sociedade violenta não é porque o cara é violento que eu não tenho nada a ver eu tenho eu tenho que refletir sobre isso nós temos que pensar sobre tudo isso então a gente usa aqui é que nós chamamos de peça de centro que é um tapete redonda em círculo e a gente abre nessa empresa contando qual é o sentimento a gente usa uma coisinha que eu tenho na minha bolsa depois eu pego um táxi que a gente chama de objeto da palavra objeto de fala explica o que é o círculo para garantir que as crianças possam ser ouvidas e quando elas estiverem falando que as outras possam escutar o que ela estiver falando ea gente discute depois com os quais são os valores que eles entendem que é importante pra tá no círculo naquele momento eles colocam os valores respeito que estão vendo amor empatia e etc depois a gente pede para que ele se explique um pouco do que é esses valores para eles o que isso significa pode passar aqui é um dos círculos né ali no meio também tem uma metodologia que a gente usa vs ele vê fala pra nós que é a figura do chacal e da girafa macho rosenberg eles são os dois animais que ele escolheu para trabalhar a questão da representatividade de dizer o quê como que a cnv funciona qual é o papel do chacal na comunicação não violenta e qual é o papel da girafa e na dinâmica a gente pergunta os meninos depois ele sempre escolhe fala escolhe uma figura que você se identifica eles escolhem pela beleza pela figura escolherá ficou grande escolheu o chacal e não sabe o chacal fala é um um lobo achei bonita olho dele é isso aquele tal depois a gente leu o texto explicando qual que a figura do chacal e à figura da girafa giraffa que tem empatia tá sempre com um olhar por cima olhando pra todo mundo você não vê a girafa na selva em conflito com ninguém criando confusão com ninguém colocando as pessoas em conflito ou cometendo algum tipo de violência eu com alguém e o chacal é um pouco daquilo que nós somos no dia a dia na sociedade egoísta sempre causando confusão sempre causando briga sempre fazendo um julgamento moral porque a gente é especialista em fazer um julgamento moral e falar do outro falou de mim inclusive a gente sempre especial já que a gente sabe tudo e na cnb a gente fala sempre isso não tem que falar do outro é falar da gente não tem julgamento moral que a gente está falando aqui de fazer escuta empática então a gente usa uma dinâmica nesse círculo para falar com os alunos e o principal disso aqui é falar sobre seus sentimentos é falar sobre os seus sentimentos mas o fundamental do círculo é escutar as crianças que a gente sempre fala uma coisa que assim tem uma grande diferença entre ouvir a gente aí eu converso com meu filho e ele começa a falar mas eu falei que ia fazer isso fazer aquilo mas agora te avisei ram falou pai e mãe não faça isso quando eu converso com as crianças e adolescentes a primeira coisa que eles falassem que bom que você vê que eu não aguento mas minha mãe meu pai eu não aguento mais é todo dia julgamento moral na minha casa a minha mãe vem com uma cartilha de regras o meu pai pior do pai nem escuta a mãe da jovem que a cartilha de regras que já é um erro o pai não vem ele já vem com ordens faz isso faz aquilo não é coisa de homens nus o que lá já falei para você não fazer nada e aí o estrago que isso causa na vida dessas crianças e adolescentes não têm dimensão pode rodar aqui é mais um ciclo também pode passar outros circos que foi um círculo que a gente volta por trás aqui que a gente fez aqui a gente fez esse círculo no león valer e aí foi muito bacana nesse círculo nesse dia que o menino quando chegou no final que a gente faz o check out o fechamento e eu falo assim agora você vai falar com a gente pergunta o sentimento que ele chega ali como ele chega ali e no final como ele sai daquele círculo é o sentimento que você sai daqui aí vários deles saiu feliz queria agradecer por ter aprendido muita coisa precisa rever meus conceitos tanto de violência que eu cometo na escola que eu faço na minha casa também os colegas do lado e aí um menino e é esse tipo é branco ali o pedro muito caladinho falou muita coisa mas no final aproximar eu queria agradecer passa pra poder falar sobre mim sobre meus sentimentos mas acima de tudo queria reconhecer o quanto eu sou hipócrita e o quanto eu sou machista o menino falando isso do 7º ano quanto eu sou machista e o quanto eu sou hipócrita porque na minha casa eu né meu pai reproduz a violência com o meu pai comete com a minha mãe faz isso porque meu pai faz isso com a minha mãe na minha casa e eu achava que isso era só mais uma coisa mais uma brincadeira então o círculo é fundamental como eu falei porque o circo a gente abre ele a gente escuta as crianças e adolescentes não ficamos falando no circo é pra ouvir e o resultado disso gente é fantástico semana passada nós tivemos a segunda semana de justiça restaurativa e na sexta feira no último dia nós fizemos um círculo continha 200 adolescentes crianças e adolescentes no salão vermelho e nós fizemos o círculo com eles e depois a gente colocou eles em círculo para que eles pudessem eles falaram no círculo e eles pudessem falar quem já teve a experiência que não tinha de como que tinha sido a experiência do círculo pra eles na prevenção e combate à violência ao bullying e aí eles falaram 'se eu convivo com crianças na minha escola e eu não conheço eu não sei qual é o sentimento delas eu nunca senti empatia por nenhuma delas não sabe o que ela sozinha não sabia que a minha amiguinha do lado ele sofria bullying sofrer violência o quanto esse impactava eu vejo nela uma menina tão linda mas ela nunca falou pra mim que ela sofria bullying pelo fato dela seguros é negra e etc etc etc e eles falando sobre isso e eu eles falando assim portanto não percebi o quanto é importante o seu ouvido passar mais um e sim esse é o círculo que eu fiz com eles o dia da semana de justiça restaurativa pode passar aqui foi uma formação que nós fizemos com os professores lá nos a ti tem uma professora que inclusive está ali depois ela pode falar pra vocês foi muito bacana essa formação e se de camiseta que esse daqui a gente tem feito o que levado o ministério público para as escolas quando eu cheguei na secretaria o ministério público só notificada do ministério da cidade judiciária e perguntando para secretaria assim mas quantos casos têm o que estão fazendo e queremos saber amanhã aí eu fui uma audiência pública no ministério público conhecia o juiz eleitoral queria convidar o seu pai numa escola o senhor vê o que é feito participar com as crianças com os professores entendeu que sendo feita ele foi o escolhido foi pousado foi convincente raul depois ele foi comigo também norberto e aí ele saiu de lá maravilhado informaram hoje de fato eu queria primeiro rever os meus conceitos que somente a caneta no ministério público achava que era só notificará sair da minha zona de conforto e eu fui ver o que está sendo feito nas escolas na prática pelos professores pela equipe gestora mas em especial pelos alunos e aqui a gente preparou uma formação sobre cnv sobre justiça restaurativa é que agora virou lei no município doutor marcelo gago que o juiz da vara da infância e juventude foi junto comigo para fazer a formação ea gente fez a formação mas a gente já fez a formação em círculos né pra gente poder exercitar um pouco disso no dia a dia com os professores é lá no site pode passar aqui é o tapete que ele levou foi dele pode passar valores restaurativos então aqui a gente coloca que o manual do facilitador aqui ou no coração da esperança é um outro manual ali uma nova justiça restaurativa eles são os valores enfiar que a gente fala um pouco dos temas que a gente discutiu também pode passar aqui também girafa e chacal ele fez círculo fechou bom antes de finalizar antes de agradecer todo mundo é de hoje acho que vocês sabem é o 2º c é teu é o segundo país em casos de bullying no mundo a média internacional de 18% brasil é de 30% trinta por cento isso é muito grave como a gente falou aqui e quando a gente conversa crianças eu podia só um minutinho que eu não vou falar o nome nem escola porque sigilo tá isso que a gente faz no círculo foi mário me chamo fulana tem 16 anos sou do bairro estuda na escola há tantos anos e toda a minha vida passei no bairro fiz um ano na minha vida mudou para pior isso aconteceu de fato o falecimento do meu pai trabalho na área da beleza é um tempinho já mas não tenho forças para fazer mais nada é você reparou hoje na sala que meu braço dos meus braços estavam todos cortados e isso é porque eu sofro intolerância religiosa menino e uma menina que tem 16 anos e que ela é ela escolheu ela e de fato ela escolheu você percebe que a menina muito ela escolheu você da umbanda e ela é chamada frequentemente na escola de macumbeira e eu vi quando eu entrei na sala dos braços dela tem os braços todo enfaixado os dois e aí quando a gente fez o círculo ela confiou em mim que eu circulo proporciona isso a relação de confiança e etc de acolhimento e ela depois ela agradeceu a gente conversou depois o flu podia pegar se usar porque eu quero sentir que você além de poder confiar uma pessoa que já tinham falado do círculo que se faz aqui na escola que é muito bacana muito legal e eu preciso da sua ajuda eu preciso muito que você me ajude que ela não consegue falar isso com a mãe a mãe está muito distante dessa realidade na escola os professores ela não consegue relação de confiança para falar e veio conversar conosco então isso é um dos mais e tem números e o que eu sempre digo que os professores e os pais e para todo mundo eu digo assim além de conversar com seu filho escute seu filho e eu falo por experiência própria tenho três eu faço o ciclo na minha casa é muito bom porque se você não conversar com seu filho sem escutar seu filho tráfico de drogas só isso com uma sabedoria que todos vocês sabem muito bem o rio de janeiro não estávamos semana duas semanas atrás a gente estava aqui com dominic bater que é um depois do macho rosenberg é um dos caras maiores nomes da justiça restaurativa no brasil e no mundo é ele colocou um dado que já tinha conhecido que eu fui pro rio de janeiro também fala assim olha o tráfico de drogas é o mercado de trabalho no rio de janeiro para as nossas crianças e dos nossos adolescentes e ouvir isso conheço de perto ea gente para vários lugares no brasil e no rio de janeiro não foi diferente é o que mais emprega criança e adolescente é o que mais emprega e não tem nenhuma dizem exigência basta você está ali para vender droga basta você está ali para um resultado de entregar o dinheiro não era o tal do gerente gerente recolher não converse com seu filho e conversar com o seu filho não é falar um monte de coisa não é fazer julgamento moral não é vincular as regras de falar olha com todo mundo falando com toda tranquilidade na minha religião não é assim você precisa na igreja não façam isso fala por experiência não façam isso estão distanciando os filhos de vocês vocês as crianças eu falo porque faço isso há 45 dias que teremos para a educação eles só querem ser ouvidos e quando eles querem quando eles quando eles percebem que eles podem ser ouvidos e não tem noção do resultado diz o professor ataque avaiano virgínia eu não tenho tempo às vezes eu tô aqui eles manda quando você volta na escola você volta que dia que a gente quer falar que a gente quer conversar que a falar dos nossos sentimentos das nossas necessidades júlio de mesquita mesma coisa quando você volta quando a opção quando queremos conversar queremos falar converse com seus filhos escutem os seus filhos escutem o aluno não faço julgamento achei que ele era que é tim que ele estava ali no canto só porque ele era tímido mesmo não sei o que lá ele deve ter algum problema com a família a mãe deve ser não sei o que o pai dele deve ser não faça isso porque eu sempre falo fazendo isso essa criança que a gente deixou de escutar hoje pode fazer parte da estatística de 800 mil que vai terminar esse final de ano agora que pode tirar sua vida e eles estão fazendo isso gente a cada 10 adolescentes aí 78 estão se multiplicando e quando você conversa com eles na minha casa ninguém conversa comigo na minha casa a reprodução da violência reprodução da violência reprodução da violência e de violência eu falei com a vanessa quando eu a conheci eu sofri na pele e vivencia a violência doméstica na pele vivenciei todas as outras formas de violência na pele também o racismo etc etc entra então conheço muito bem o que é isso quando eu era criança eu queria eu falo meu sempre falei isso eu tinha um cara que comete a violência como ele era grandão eu não via a hora de crescer para me pegar esse cara eu falar vou ficar grandão vou catar ele filho de porrada graças a deus que eu cresci estudei e depois encontrei um cara que o cara me viu grandão ele falou hoje ele vai bater em mim e aí eu fui conversar com ele no argumento desconstruir toda a violência que ele tinha cometido comigo há muito tempo não conversa com seu filho ou seu filho escute o seu filho quebre os padrões que está sendo construído de dizer assim na minha época era desse jeito só época de direito hoje são 5 bilhões num planeta com 7 bilhões e 600 milhões de pessoas 5 milhões acessam as redes sociais tiveram um caso de violência de duas meninas de uma escola que o pai foi lá e o que é mais triste assim a coisa punitiva ela está na no cérebro das pessoas um pai trabalhador gente bowes uma filha dele sofreu agressão na escola ele me ligou um dia nós fizemos um circo-escola francimario só consegue ser uma proposta para fazer aqui vou falar com a diretora hoje depois não sou dilma pois não a proposta então a gente se reuniu hoje em reunião os pais é que a gente queria propor a expulsão da menina da escola foi isso não é restaurativos eu jamais isso é isso é cometer violência beleza que sua filha sofreu está fazendo conta é preciso entender qual é o sentimento que está por trás da violência que essa menina que como a violência com a sua filha né tem precisa entender tudo isso e aí eu fui acompanhando tanto ele quanto a menina acompanhando e aí eu via uma semana duas horas da manhã ea menina estava no celular então imagine como é que é isso então a gente sempre fala além de dialogar e conversar e escutar os cílios que é importante a participação dos pais nesse processo ela é fundamental e como eu disse não é participação perguntando julgando falando um monte de regras que ser você serviu pra mim mas pra eles não serve nós estamos no século 21 pra eles escutar é o melhor caminho então é um pouco dessa experiência hoje a experiência de círculos de comunicação não violenta em círculos de cultura de paz diretamente está em 17 escolas na rede mas todas as métricas desenvolve algumas são caí que tem uma ação tem um projeto de combate à violência bullying durante muito tempo várias escolas desenvolvem mas é importante a gente é pensar nisso no dia a dia e duas frases que estão atuais nenhuma bastante atual o mahatma gandhi dizia o seguinte o olho por olho acabamos ego e a outra é seja em você a mudança que você pelo mundo né a gente sempre olha outras que o problema é o outro então a gente precisa ser em nós a mudança que nós queremos ver no mundo obrigado pela oportunidade de vocês me ouvirem pela troca ea gente está aqui à disposição obrigado de coração [Aplausos] pois tem um folder ali que aqui a gente fez o folder e nele a gente fala dos parceiros da onde procurar ajuda aqui atrás que a gente pode procurar que foi um folder produzido num belo castelo branco e aqui a gente fala também da lei do que é o bullying do passo a passo para ajudar seu filho tá tudo aqui o material quem quiser pegar ele pode pegar tá bom claro fica à vontade da tarde tá bom então é isso eu tô floriano peixoto s já me conhece eu sei que a gente quer saber a minha escola não participa disso esse grupo a justiça restaurativa na minha escola participar seria a direção seria como funciona isso floriano peixoto eu fui lá um ano e meio atrás agora o cara e foi falar que estava orando carpino e eu conversei com acho que a vice diretora não sei adriana e o que a gente tem feito assim essa que teremos para a educação faz uma coisa que eu acho muito bacana sem respeitar cada escola respeitar a dinâmica da escola humberto a gente foi porque chamou na virgínia a gente foi porque chamou orlando carpina a gente foi porque chamou porque como falei a escola desenvolve uma uma outra diferente mas todas as escolas desenvolvem alguma sanção e quando a gente é chamado a gente vai como eu falei o primeiro processo é ouvir os professores não têm de ser que o trabalho docente coletivo porque são vocês estão no dia-a-dia conversar com a equipe gestora e aí a gente vai identificando quais são as violências em que pé que elas acontecem quem acontece ea partir daí a gente começa a pensar em cada território quais são as estratégias e ações que vão ser desenvolvidas coletivamente com a escola porque têm muitos parceiros em volta da escola é uma região que eu conheço bem também e aí a gente começa a desenvolver nos atinge foi assim teve um caso de racismo nos a ti eu fui lá um dia identificamos um caso de racismo gerou outras violências a partir daí a gente começou a desenvolver já tem dois anos que é desenvolvido um trabalho no site com a equipe gestora então a gente divide entre formação com os professores do sistema justiça restaurativa comunicação não violenta círculos e várias ações além dos círculos ações que são construídas com os alunos por exemplo o site a gente fez agora entregamos agora o prêmio site por uma cultura de paz que foi uma maneira de estimular os alunos a discutir os temas relacionados à violência dentro da escola a gente criou uma medalha com 10 e foi feito pelos alunos teve um concurso de desenho concurso de paródia que a idéia é estimular eles eles entenderem tudo isso e aí no final de um mês a gente fez a entrega da medalha site por uma cultura de paz teve um concurso de desenho o desenho da campanha quem ama cuida foi o desenho foi estampada no folder feito por uma aluna do 7º ano que ganhou o concurso de desenho no folder da campanha e esse fogo foi feito pelos alunos junto com os professores tudo bonitinho e esse material foi mandado para os pais então assim nós estamos à disposição tanto eu quanto os que teremos para a educação victor que é um psicólogo que trabalha comigo na equipe estamos à disposição eu fui no floriano não deram retorno nem aqui criticando pelo amor de deus numa boa mesmo mas se vocês entenderem pode na segunda feira eu vou lá ea gente começa a pensar junto para desenvolver as ações da pode ficar tranquila antes de encerrar a gente queria só deixar registrado aqui que esse evento foi proporcionado pela gentileza do vereador rossini eu agradeço demais apesar de ele não estar aqui é porque abrir a porta pra gente falar de um tema desse né ea secretária da solange também que nos nos cedeu o o osmar pra mim aqui hoje neymar mas é um assunto muito importante ea gente tem que falar a gente tem que falar que tem que abrir as portas da das nossas casas das nossas escolas dos espaços públicos para falar sobre isso então fica aqui o meu agradecimento muito obrigada a fazer alguma pergunta alguma é assim quando você começou a conversa memória e acho que a wanessa também deu indicativo da questão de não ter uma forma específica de da da proposta e aí eu discordo um pouco porque assim ela pode não ter um formato específico mas tudo que vocês falarão aponta para alguns princípios que são importantes o primeiro princípio que eu acho que é o do diálogo que se estabelece entre as pessoas e aí eu não estou falando das pessoas enquanto instituição mas as pessoas físicas né o pai a mãe a família é o amigo etc etc o segundo princípio que aí para além do diálogo é você estabelecer as relações com o grupo né então quando o mario cita a roda de conversa ele não está dizendo que é o único a única forma néné única condição que você tem mas eu não consigo entender um outro caminho que não possa ser pelo diálogo que não possa ser pela empatia né então assim pode ser que não existe um formato único para a discussão mas existem alguns princípios que têm que ser estabelecidos e são e aí eu entendo quando você fala sobre escola vanessa porque é a escola tem que ser o local de convívio tem que ser o local de de algo tem que ser o local da empatia e tem que ser o local da formação humana sem essas se essas questões a gente é melhor esquecer a escola né é mas é mais isso né porque assim eu acho que cabe a todos nós que estamos aqui é em alguma medida a gente traz aí as nossas expectativas sobre a temática abordada e com certeza a contribuição de vocês nos faz olhar pra essa discussão e leva daqui é algum algum ponto pra pensar eu acho que esse foi o ponto que fique me tocou mais né na sua fala quando você apresenta aquelas aquelas questões do cyber bullying é leva essa questão não é o quando ou como que a gente conversa em casa com muita gente conversa com as pessoas como é que a gente conversa com os nossos vizinhos como é que a gente conversa sobre as pessoas que são subordinadas a gente eu não estou falando só de trabalho mas aquelas pessoas que às vezes elas são é invisíveis na sociedade e que a gente comete ali há algumas violências nesse sentido bom é mais ou menos isso boa tarde a todo momento hoje o professor na escola jovens do santos rejeitou a caminhada também do álbum tempo toninho prazer conhecê lo aqui parabéns pelo trabalho obrigado pelo convite e vocês na escola que o trabalho a gente desenvolve um trabalho um projecto net burin ligaram a hoje pendão encanta faculdade de educação da unicamp as coisas escolas têm essa experiência também que o projecto convivência é questão de discutir muito saber bullying e as ações todas no cotidiano da escola enfim mas eu gostaria de ressaltar a outra coisa que foi dita pelo mar e que a gente enquanto educadores que aqui não sei se a maioria boa parte que são educadores que essa coisa da autonomia da escola é quem tem que estar muito preocupado com isso a escola de campinas municipal eu creio que são escolas que têm um projecto que tem proposta que tem corpo docente que tem direção que são bem qualificados para tocar o trabalho dentro e essa questão do bullying tem que estar o currículo obrigatoriamente não só por uma questão de legislação mas porque é uma questão humanitária então a gente precisa lidar com isso da escola ea minha preocupação sinceramente é que a gente tem visto nos últimos meses a ação do mec é que de forma de outra vem na contramão disso não vou ficar aqui falando dos discursos de ódio que a gente ouve o tempo todo meu tempo todo que eu não quero entrar nisso mas isso com certeza é jogar gasolina na no fogo nossas crianças reproduzem esse clima que está aí então nós enquanto educadores é e creio que vocês contra os gestores você encontra uma militante da área precisamos também pensar um pouco nisso né de que maneira a gente consegue garantir que a gente tem autonomia às escolas para desenvolver trabalho é importante como esse a gente tem feito eu sinceramente que está sendo agredido neste momento principalmente com essa história da militarização da escola ea gente precisa se posicionar sobre isso obrigado pela oportunidade boa tarde eu sou lá da emef alberto zelo né e você já foi lá também inclusive falou com os professores né e eu em primeiramente eu quero para ampliar para a tabus parabéns para vocês que eu gostei muito da palestra da vanessa ea sua também a gente já conhecia um pouco e realmente eu sou professora de educação especial e eu faço um trabalho também é das crianças é que muitas crianças à educação especial e sofre também o bullying é então a gente trabalho disse com teatro contação de história e é muito importante nessa parte assim do outro entender como que faz a gente te fez uma história é meu amigo faz e e da andréia werner e eles gostaram muito então sempre que eu posso eu também colaborando nessa parte né ea gente quer entrar em contato novamente com você está vocês votaram na água nesta também gostei me se puderes a nossa tá bom muito obrigado antes de passar para o marco em seu nome heitor é professor é o filme é a gente tem uma uma expectativa de que isso reverbere muito a gente está trazendo grandes nomes os maiores especialistas da educação estão nesse filme vocês devem conhecer rosely sayão rossandro então esses nomes estão a gente quer que aqui em campinas junto com a secretaria apoio dos vereadores seja o maior evento de educação da cidade não só para fazer uma premiere aqui né convidar todos vocês para estarem presentes mas como ser um momento de grande debate nacional e isso a gente vai fazer em dez outras cidades é do brasil tá bom então é um caminho um começo heitor é gratidão imensa é um professor para mim fazer parte do grêmio seja ela no pólis é foi quando eu te conheci já é incentivar a participação dos alunos na construção do grêmio essa coisa da autonomia hoje é bem preocupante eu falo que a gente às vezes desenvolvem as ações nas escolas onde teve uma escola não gostar o nome aqui também que a gente desenvolveu uma ação dia de prevenção que ele como eu falei secretaria ela trata das diversas formas de violência ou bullying é uma delas e teve um dia que a gente desenvolveu uma ação de homofobia falando do tema homofobia né não estamos falando brasil tem hoje nós expectativa de 70 anos de vida né uma pessoa gay ou uma lésbica tem uma expectativa num um transexual por exemplo a expectativa de 30 anos de vida já que a violência mais grave do que essa e então e o que a gente faz eu sempre falo a gente conversa na secretaria planejado com um chefe de gabinete consoante com os da ad com todo mundo conversa com os professores e tudo é preconizado no plano municipal na lei que garante a lei de direitos humanos na constituição então não é nada porque é o que a gente vê a dificuldade às vezes as pessoas porque elas têm os seus valores muito reygadas e aí às vezes é uma preocupação e quando a gente fala de discutir o tema diversas formas de violência na escola a gente fala os seus valores a gente respeita mas é importante a gente conseguir respeitar outros valores também né e consegui chegar o tudo e construir na diferença ea gente fez essa atividade numa escola atividade foi um sucesso primeiro porque quatro alunos que sofriam é violência dentro da escola quando a gente terminou a atividade no meio primeira teve uma participação de mais de 200 alunos quatro alunos levantaram coisa que nunca uma menina que tinha levantou falou que queria te agradecer agradecer a psicóloga que você trouxe aqui tal e eu queria dizer que eu tenho minha meu tio e trans a menina ela nem falava na escola e depois mais três alunos vieram falar também contar suas experiências de transexualidade que tinha dentro de casa imagina a violência que essas crianças tenham sofrido fora da escola dentro da escola etc etc e aquilo que a gente fala eu não tô ali para falar da minha religião eu tenho a minha religião eu respeito as outras mas eu estou ali para tratar do tema violência respeitando as leis nacionais municipais internacionais porque o importante é tratar do tema eu não posso e não tenho o direito de de tirar o direito de uma criança de um professor que seja ele quem for discutir esse tema porque se eu faço isso a secretaria faz isso como eu falei amanhã ou depois esta criança ou este pai e etc e tal engrossar as fileiras dessa dessa estatística do suicídio então a gente trabalha muito isso mas pensando respeitando essas leis porque dá deles legitimidade pra gente poder fazer é isso é então agora essa coisa da autonomia tem sido bastante difícil teve uma escola inclusive que começou a discutir uma atividade é comum no meio da atividade teve que parar nem teve uma intervenção na escola foi uma coisa que deixou o professor de choque pai que estava lá da escola começou a atividade teve uma intervenção foi muito triste para todo mundo causou um trauma na escola kazon os alunos e etc etc no andré do zelo gratidão parabéns pelo trabalho a gente começou também no caso pensa que teve lá com uma menina até o diretor estava lá e foi muito bacana quando a gente foi conversar com o sétimo ano que teve que estava envolvido diretamente com obras como eu falei escuta é fundamental o marcos falou que a roda de conversa não é a única única metodologia tem outras a gente usa os círculos restaurativos a cultura de paz meus a justiça restaurativa a comunicação não violenta mas a gente faz muito porque o adolescente funciona muito isso os círculos temáticos então a gente tematiza bastante as discussões que a gente sempre usa um curta metragem como introdução de 34 minutos para passar um filme a gente sugere alguns filmes para aqueles ação em sala de aula com os professores como trabalho contando como nota mas a gente usa muito os curtas metragens sobre o tema onde é que a gente levou uma comunidade tóxica gente foi discutir um tema e usou o que nós vamos falar que não há porque a palavra introdutória por que homem não chora e através disso a iad discussão rolou até tem um outro vídeo que a gente passa que é bullying cyber bullying que é um vídeo curtin de quatro minutinhos que fala da situação real que acontece no dia a dia da escola com eles eles 20 anos e o final disso tudo e é isso desperta nessas crianças nesses adolescentes nem eles reverem nem os seus comportamentos nas suas atitudes dentro da escola o que se pergunta é aí que vocês acharam como é que eles começam a falar eu faço isso eu faço aquilo e eu achava que isso não era burro que isso não era violência e hoje aqui eu percebi que é então ou seja os círculos é uma forma a comunicação não violenta é outra né os ciclos temáticos são outras as rodas de conversas são outras mas as escolas desenvolve por último é nós fizemos um circo numa escola que uma professora mestranda no meio do círculo começou a chorar positivamente foi agradecer e falar dos processos de violência de bullying que ela tinha sofrido na vida dela que ela se mutilava o quanto isso repercute enquanto isso tem repercutido e de um outro professor cid o vitor estava comigo cara nem falava nem como excelente professor da matéria dele e ele participando do círculo junto com a gente com os alunos do 8º ano em determinado momento ele pediu a palavra a gente tem o objeto de fala pra ele falou mário primeiro queria te agradecer segundo eu queria dizer uma coisa que é um tabu para mim há 30 anos aqui e ele levantou falou se eu sou bissexual e a gente estabelecer o diálogo na escola com ea partir desse dia os alunos que faziam brincadeiras de homofobia na escola e até né machucava ele indiretamente reformar foi muito bom porque a relação de respeito comigo depois desse dia foi uma coisa fantástica os alunos em chega na escola em que me abraçar em conversar comigo me perguntar se eu tô bem devem perguntar se está tudo bem então assim o diálogo como marcos falou é hoje não tem uma metodologia você pode trazer várias têm a formação da professora até uma vinha tem várias pessoas têm tido uma contribuição muito bacana né agora o melhor mecanismo é o diálogo é escuta empática é você sentar com esse adolescente com os professores [Música] fizemos um por último um círculo no humano júlio de mesquita gente se eu pudesse filmar isso pra vocês precisam ver com os professores uma coisa assim eu cheguei lá uma primeira vez os professores centavo e todo mundo cara de durão no celular depois do círculo se chega à escola hoje ele sente abraçar o professor e professor então circo ele tem um potencial que é uma coisa primeiro que ele coloca todo mundo em pé de igualdade ninguém melhor do que ninguém segundo todo mundo tem o direito da palavra também em pé de igualdade terceiros e vai falar do seu sentimento de tudo ali aquilo fica guardado ali não vai sair dali para lugar nenhum e à escuta empática como eu falo é a coisa mais fundamental então o resultado que a gente tem tido hoje que eu falei no humberto e deve falar de números do ideb quando eu cheguei lá era de 5.2 o ideb de humberto é de 7.6 posso falar de números do ideb 7.6 você chega na escola tem casos de violência têm pontual mas os alunos olha fala não aqui não aqui tem um grupo de justiça restaurativa aqui tem a reunião do grêmio no grupo de justiça restaurativa a gente vai ter que discutir então ou seja os conflitos não vão deixar de existir o que a gente fala com os adolescentes para todo mundo assim nós possamos pensar junto quais são as maneiras de resolução desses conflitos e aí não é com violência e o resultado tem sido fantástico obrigado é votar de gente a sua professora do domingos falta de limites no bairro san martin e sua professora doha g1 e eu comecei esse ano na verdade muda na segunda metade do ano a conversar com os pais a respeito de disciplina positiva que é educar com respeito então acho muito legal ouvindo isso hoje eu acho tão importante na prevenção porque eu achei que nem as crianças desde pequenininha precisam ser educadas com respeito né acho que aí sim a o desenvolver desenrolar disso né vai ser muito positivo então foi muito legal estou vendo isso mas eu fiquei contente de estar podendo fazer alguma coisa nesse sentido falei que agora começa um núcleo na primeira reunião de pais eu já vou conversar sobre isso a gente fez um folder com as informações é bem básicas né e aí então você me estimulou inclusive já há a vocês a continuar com esse trabalho acho importante mesmo nome desculpa obrigado é ea gente sempre fala o seguinte a gente conversa nós fizemos um beta um círculo com o funcionário terceirizado quando a gente chamou os funcionários para fazer o círculo sem saber o que aconteceu né a primeira coisa que eles pensavam ser mandado embora não dispense foi menino nunca foi ouvido aqui na escola semana tem bom eu fizer alguma coisa para todo mundo é boa falei gente calma é só um círculo para a gente conversar gente o resultado disso foi fantástico que os funcionários eles que muitas vezes são o olho da escola aqui na escola os professores direção e que não consegue ver tudo eles começaram no circo falar sobre seus sentimentos necessidades e tal e começaram a ser um colaborador de falar assim o tal hora horário tal acontece violência do banheiro fulano consigo eles sabiam de tudo eu falei falei com a direção falei aurora alessandra vestida por falecer precisam fazer um círculo com os funcionários e eles passaram a ser uma parte de apoiar eles ficaram tão feliz falou do sentimento deles as necessidades e etc ficar muito feliz eles passaram a ser um colaborador francês citar nome de ninguém saber que eles fizeram isso né mas ou seja eles sabiam de tudo o que acontecia na escola mais do que a direção da escola mais do que os professores que muitos combinava odin do banheiro era o tal que o celular pelo axn a poder cometer violência com o outro e eles iam tudo isso então ele percebeu que o círculo proporciona segunda questão que você falou que é fundamental que a gente sempre fala nas nas discussões o papel da família a gente frisa isso sempre que eu cheguei à escola falar nós vamos fazer o círculo dos professores com a equipe gestora com os alunos não precisam fazer com os pais porque porque a escola hoje eu sou pai eu participo eu sou da galera da cet além do caí que o espaço bacana do conselho mas o entendimento de nós pais hoje é que escolhe um depósito dos nossos é preciso deixar aqui que você trabalhar claro que a gente sabe das necessidades de cada um mas não pode ser entendido dessa forma e quando eu comecei a trabalhar com justiça restaurativa com comunicação não violenta e com círculos de pais eu sempre falava para eu não estou aqui para defender a escola o diretor eu vi que não é né mas vamos ver a escola você conhecer o dia a dia da escola porque muita na maioria das vezes e chega em qualquer escola o diretor não comeu o vice não conseguirei no banheiro a opereta três dias sem comer é verdade estão lá sem saber disso o professor então nem se fala às vezes eu chego na escola foi assim diretores e comeu amarante elementos de xixi hoje não daí o pai chega na escola joga o filho la literalmente acha que a responsabilidade que já sempre foi nossa de educar é da escola escola transferir conhecimento amplia sua mente saberes e tentam não é papel da escola é educar o seu filho no literalmente é papel da família então seja a família fundamental nesse processo ela precisa chegar em casa e não é chegar em casa que eu faço a pergunta assim ou boa tarde como foi seu dia não isso é o mínimo olhar perguntar como foi seu dia o olhar o caderno isso é o mínimo de um pai é muito mais do que isso é sentar e escutar os seus filhos conversar perguntar qual são as matérias que aconteceram que o que aconteceu no estudo do meio como é que vai ser outro dia com as suas relações que aconteceu teve algum caso de discriminação e preconceito como você lidou com isso o que aconteceu na escola quais são tem algum bilhete tem alguma coisa ou seja perguntar depois ouvi eu faço em casa falou martin agora vamos fazer um círculo aqui e aí cada um vai falar bom é que foi e claro no começo eles apafo o pai foi legal normal que é normal o deputado luís fazenda que qual é o sentimento que chega aqui é normal como o que é normal ah sei lá normal meio feliz meio três meses chegará então não é novo bem feito mas o papel dos pais é fundamental porque o a pressão fica toda a escola isso com o reitor falou aqui se você desenvolve um trabalho que é fundamental dar certo os elogios não fica a escola não fica puná é de não ficar popular vice pop o plano fica a publicação do professor professor foi max obrigação a escola será até que enfim se a escola direção espera por alguma coisa em que a platéia tocando meu filho direito em si a fala do pai falou pra eu cheguei à escola falou 'pai calma o que você está fazendo ele tá criticando fazendo um julgamento moral ele está estimulando o preconceito a violência cheguei numa escola onde o pai foi pegar o aluno cresceu do trabalho ele perguntou como leco também choque com medo de apanhar do pai aí ele perguntou o que aconteceu não pode ficar brincando com as meninas aqui com o pai respondeu eu já falei precisam brincar com menininha não é [ __ ] tal como o que dá não é não tem condição o pai precisa se despir os seus preconceitos que braços é romper esses paradigmas preciso estudar porque a gente ler bastante entender tudo isso eu não tenho todas as respostas todo dia eu tô lendo fazendo o curso fiz o curso de facilitador estou terminando um curso e até agora pela universidade federal de pernambuco sobre o núcleo de não violência na escola com mais 500 escolas no brasil todo isso é muito bacana você tem que buscar informação relação ao celular é monitor seu filho é dizer pra ele que se ele propaga o cyber bullying é uma brincadeirinha isso é crime seu pai vai ser responsabilizado é saber qual é o acesso que seu filho está terem que rede social até que o horário na minha casa eu fiz uma regra que deu certo jeito não sei se vocês vai dar eles também gostam eu sempre chego jogar falou assim gente qual é o de como é o dia hoje foi fire with fire é o deus menino na cadeia de comer quando foi faz em casa não é diferente só que aí eu vi eu não vou tirar o celular dos três eu chamei os conversar falou martins a bola lhe chega aqui não foi fácil vamos fazer uma negociação aqui podemos ver o pai poder para usar o celular um pouquinho mais no sábado no domingo precisa ler um livro por mês pode ser se escolhe o livro vale de binn gibi fica muito fácil mas se escolhe o livro que você quer ler eu vou sair no prejuízo prejuízo de você ganhar o que eu vou ter que ler três e depois vou ter que conversar com vocês o livro mas podemos fazer com o pai podemos o marido que é o maior salão já deu uma olhada para mim e nem vou pegar meu pai velho gostei da proposta da romã não olhou pra mim pra ver o pai não gostei da proposta e não foi legal mas ele pegou a ele não gostou ficou meio assim aí o maliki leu esse ano 20 livros o samora que é o do meio que é mais atinado leu 29 ficou chato o pai é preciso ver um livro que valeu o triunfo foi para samoa está para aí o martim olhou falei marte aí ele falou assim eu preciso correr com o negócio a negócio tá ficando ruim pibic gaga e ele começou aí eu chegava em casa e meu pai já lhe mais um livro la julia história de martin luther king da rosa parte hoje do mandela se já trabalhou no livro de obama há nem mesmo que legal falar um pouco com ele começou a falar vamos conversar já sabe ou seja é sabe o pai tem que ser um estimulador e ele tem que participar do espaço da escola porque julgar o professor a bucha científica do professor não é o mec está fazendo isso esse mec a gente sabia que ia fazer isso é pior mas nós pais e mães fazendo essa pressão em cima de vocês que nós achamos que a responsabilidade do filho perfeito que vai passar no vestibular da fuvest é só de vocês e se dá errado o culpado é você explora é fácil julgamento moral a meu filho não aprendeu aquela professora de português não gosto dela nossa luta ensina meu filho direito o cara não é nem um caderno onde estavam uma mãe ela foi mário no meu filho não gosta de ler falei mesmo quantos livros e estimulou o seu filho nenhum foi então fia não tem milagre tem que você ter que ler né não tem segredo obrigado gente o resultado é uma coisa que eu gosto de todo jogo eu vou aqui que há uma rota de outras abelhas que vem aqui é todo mundo junto ao nó só puxa a cadeira palavra a favor vem cá vanessa não sei que é difícil para tirar uma foto com xuxa a tv câmara campinas
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