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Reunião Ordinária Comissão Permanente das Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida
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Reunião Ordinária Comissão Permanente das Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida

38 views Publicado 29/09/2021 HD · 1:56:03

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TV Câmara, Campinas. Bom dia a todos, muito obrigado pela presença. A pauta dos trabalhos da sexta reunião ordinária da Comissão das Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida a ser realizada no dia 23 de setembro de 2021, quinta-feira, às 10 horas e 31 minutos, no plenário José Maria Matosinho, da Câmara Municipal de Campinas. Hoje, a reunião da comissão terá pauta, setembro verde, um olhar inclusivo que promove mudanças. Estarão presentes no encontro o capitão Tel, que integra a atuante campanha do Lacre Solidário, movimento que já beneficiou crianças e adultos com a adoção de cadeiras de rodas. O Wilson Domingues, conselheiro da Casa Luís André de São Paulo, entidade que atende pessoas com deficiência, desde 1949. Natália, pedagoga em Educação Especial, psicopedagoga e especialista em atendimento educacional especializado. Também vão participar Cláudia Camargo, advogada, idealizadora do projeto, cuidar juntamente com Lígia Barbosa, Rafaela Moura e Vitalina Silva. Também estarão Priscila Fernanda, pessoa com deficiência física E hoje também vamos contar com a apresentação da companhia de dança Casa André Luiz Mais do que tudo, precisamos ter o olhar inclusivo Para promover mudanças construtivas da sociedade Bom, hoje estamos aqui nessa sexta reunião dessa comissão e vamos ao debate hoje sobre Setembro Verde. Esta cor foi escolhida devido ao verde remeter à esperança e à data coincidir com o dia da árvore, que representa o nascimento das reivindicações de cidadania e a participação e igualdade de condições, além de ser o mês que inicia a primavera, provocando acessibilidade e inclusão em todos os aspectos. Hoje nos reuniremos aqui com nossos convidados que lutam pela inclusão e que atuam junto à sociedade para que tenhamos um mundo com mais empatia e respeito às diferenças. O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência foi instituído por movimentos sociais em 1982, com o objetivo de promover e debater a inclusão social. Porém, a data só foi oficializada no Brasil pela Lei nº 11.133, em 14 de julho de 2005. Com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, No Brasil, são mais de 45 milhões de pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Ou seja, se o Brasil tivesse 100 pessoas, aproximadamente 7 delas teriam deficiência motora, 5 teriam deficiência auditiva e 19 teriam deficiência visual. Tivemos um grande avanço com a lei brasileira de inclusão. Porém, precisamos de educação e coincidência para que a inclusão seja plena e ocorra. Hoje, com muita emoção, muita honra, que vamos abrir o evento hoje com os dançarinos da Casa André Luiz de Guarulhos. Muito obrigado pela presença. E aí Obrigado. O que é isso? O que você disse? Sim, se você disser assim, eu vou ter que pegar minha coisa e ir. Isso mesmo. Ative o roda, Jack, e não volte mais, não, não, não, não, não, não, não. Ative o roda, Jack, e não volte mais, não, não, não, não, não. O que é isso? Tchau, tchau. Tchau, tchau. Está aí, que apresentação maravilhosa, não é? Do que que... São coisas que surpreendem a vida da gente, a cara de que passa é a motivação maior dessa comissão nossa aqui, de trazer pessoas que realmente mostram a sua capacidade realmente do que você pode fazer. Um agradecimento muito grande. Agora vamos dar continuidade à nossa reunião. Capitão Tel, tem ajudado várias pessoas de várias idades com a campanha do Lacre. Solidário, eu gostaria que ele comentasse um pouco sobre a campanha, como ela surgiu, capitão. É, só apertar aí. Bom dia a todos. Bom dia a todos. muito obrigado pela oportunidade ao vereador Marrom o qual cumprimento todos os parlamentares aqui presente ao convite pela doutora Cláudia a qual também faço cumprimento a todos os civis aqui presente estou surpreso estou bem surpreso mesmo porque um projeto que iniciei e vejo diante da grandiosidade do trabalho das casas André Luiz ainda sou um grão, que pretendo ainda conseguir ajudar muito mais pessoas. E esse nosso projeto do LAC Solidário, ele surgiu tentando atender os nossos irmãos policiais militares que ficaram com alguma dificuldade, com alguma limitação na sua circulação no decorrer do serviço, só que muito preocupado em a gente não solicitar nenhum tipo de ajuda financeira, mas sim associar uma ação de sustentabilidade com a arrecadação do lacre de alumínio das latas, que até então eu sempre via, mas nunca vi essa cadeira de rodas. E aí eu tive a oportunidade de conhecer e verificar que a concessionária Artéries Intervias fazia a troca desse lacre de alumínio pela cadeira de rodas. Acho interessante eu até compartilhar uma experiência que aconteceu comigo Logo que fiquei sabendo dessa campanha da Artérias Intervias Eu tinha uma garrafa completa de lacre Não sabia qual era a quantidade Eu imaginava, assim como muitas pessoas que não conhecem Que uma garrafa seria suficiente para fazer essa troca Fui então até a sede da Artérias Intervias Me apresentei falando que queria fazer parte Então, a colaboradora que me atendeu falou assim, capitão, mas são 140 garrafas para conseguir uma cadeira de rodas. Fiquei um tanto quanto sem graça de pensar que eu já ia conseguir sair de lá com uma cadeira de rodas. E fiz uma reunião com as pessoas que me ajudam. Falei, pessoal, vamos fazer uma meta de conseguirmos uma cadeira de rodas no primeiro semestre e uma no segundo semestre. Terminamos o ano de 2020 com 10 cadeiras doadas. Começamos a divulgar muito nas redes sociais, a fazer essa divulgação. Saliento que esse trabalho eu faço no meu horário de folga, em trajes civis, não envolvendo a corporação. As pessoas me chamam de capitão Tel, devido à minha função, à minha patente, mas eu faço isso no meu horário de folga, com os meus recursos. E no ano agora de 2021, Já, para surpresa nossa, estamos com 30 cadeiras doadas. Então, percebemos que as pessoas precisam de referências para ter esse enganjamento. E o principal, essa campanha não está associada somente à minha pessoa. A pessoa que tiver o interesse de iniciar, seja em uma instituição, seja por conta própria, para conseguir para uma pessoa da família que necessita dessa cadeira de rodas, Não precisa da minha participação, precisa ter a persistência, o caminho é simples, a pessoa conseguir arrecadar esses lacres de alumínio e depois levar até a concessionária para ter a troca. Hoje, nós já conseguimos atingir, eu tive que ampliar o meu alcance, não só mais para os policiais militares que ficaram cadeirantes, e hoje atendemos também prefeituras através dos fundos sociais, pessoas civis que fazem esse pedido para nós, nós analisamos e, tendo a cadeira, nós disponibilizamos. Então, hoje, o projeto cresceu muito e está expandindo cada vez mais. Eu tenho oito municípios já que conseguimos ajudar, entre Atibaia, Piracaia, Bom Jesus Perdões, Pirassununga, que eu nem consigo listar todos aqui. E eu vejo que é uma oportunidade muito interessante a gente conseguir expandir essa prática em Campinas, que até mesmo devido à grandiosidade da cidade, o número da população, a gente conseguir trazer essa prática de a gente conseguir tanto ajudar o meio ambiente, que o descarte é irresponsável desse lacre. Existem estudos que falam que são 500 anos para conseguir dissolver esse alumínio na natureza. E conseguimos, além da sustentabilidade, fazer a inclusão social de um utensílio que muitas vezes quem conhece são as pessoas que têm uma pessoa próxima da família nessa condição ou por um momento que você pode passar na sua vida. Então, a gente consegue, através de um simples ato de arrecadar esse lacre, a gente consegue ajudar a natureza e ajudar na inclusão social. Então, muito obrigado pela oportunidade, vereador, e me coloco à disposição. É, capitão, a gente que tem que agradecer a sua presença. na realidade na nossa padaria lá também fizemos esse tipo de trabalho mas eu gostaria depois de conversar com o senhor também como o senhor conseguiu atingir isso aí porque nós tentamos de uma forma e não conseguimos atingir esse objetivo na realidade eu também não imaginava que era 140 garrafas cheias que nós conseguimos muito pouco eu acho que tem que ser um trabalho diferenciado com o que o senhor acabou de falar. Eu acho que isso aí é muito importante, a conscientização das pessoas realmente desse trabalho junto à comunidade, à sociedade. E também gostaria de perguntar para o senhor, se atende, por exemplo, uma pessoa precisando de uma cadeira de roda, vocês emprestam ou vocês fazem realmente a doação para a pessoa definitiva? Vereador, eu não tenho cadeira de rodas em reserva. Eu faço a doação, eu entrego a cadeira tanto para a instituição como para a pessoa que precisa. Não tem a necessidade de me retornar. O interessante é destacarmos que a retirada da cadeira de rodas pela concessionária Artéries Intervias, ela se faz através de uma análise da instituição que vai ser beneficiada. A própria concessionária solicita que a pessoa ou a instituição que eu for ajudar, eu tenho que preencher um formulário para ela ser submetida para um compliance, para verificar que realmente aquela pessoa, a instituição, necessite daquele equipamento. Depois dessa análise e aprovação, é disponibilizada, então, a retirada dessa cadeira que eu direciono para a pessoa. essa campanha da concessionária ela tem o nome de Lacre Amigo porém a minha campanha que eu faço juntamente com o Lucas Cardoso de Atibaia que é um parceiro meu nessa causa, a gente colocou de Lacre Solidário aí vem o questionamento de todo mundo, mas por que Lacre Solidário se tem um logo nessa cadeira de Lacre Amigo porque hoje a nossa campanha ela se expandiu tanto que a gente eu recebo cadeiras de doação. Às vezes, pessoas que tiveram algum familiar, algum conhecido com cadeira que não precisa mais, ou essa pessoa acabou falecendo, eles me doam essa cadeira. Com recursos próprios nossos, eu coloco como meta de fazer a reforma de uma cadeira por mês, até mesmo porque eu não aceito ajudas de terceiros, justamente para não envolver recursos financeiros. Então, até mesmo por meios legais, eu não posso utilizar o nome Lacre Amigo, que é da Artérias e Intervias, para a campanha que eu faço. Então, hoje, a nossa campanha é o Lacre Solidário, que dentro do Lacre Solidário eu tenho a parceria da Artérias e Intervias e tenho essa doação de cadeiras usadas que eu reformo. E essas cadeiras, as que eu disponibilizo através da doação, também é doada, eu não resgato essa cadeira posteriormente. Então, todas as cadeiras nós disponibilizamos de forma permanente para essas pessoas. Realmente tirando as dúvidas, gostaria de tirar essas dúvidas para que as pessoas entendam, porque às vezes, no caso do Capital Hotel, seriam só as instituições que conseguiriam isso aí, ou se a gente também chegasse com a pessoa que realmente estivesse precisando, sem uma instituição, fosse lá que vocês fizessem um levantamento, a gente conseguiria essa doação ou tem que ser pela instituição? Vereador, a gente pode tanto para a pessoa civil como para a instituição, não tem limitações. A gente tem do material, a gente disponibiliza, se a gente não tem o material de pronto, a gente coloca em uma lista de espera, assim que a gente atingir ou eu receber uma cadeira, a gente disponibiliza para a pessoa. Ok. Estou aqui com o vereador Jair da Farmácia e o vereador Carlinhos. Vocês gostariam de fazer alguma pergunta, tirar algumas dúvidas? Eu gostaria. Eu gostaria de fazer uma pergunta para o capitão Telmo. Como podemos divulgar o seu trabalho em nossas redes sociais? Primeiramente, só completando o do vereador Marrom, inclusive conversando com o senhor Wilson, nós estávamos com uma cama hospitalar de uma doação de terceiros, que nós estávamos precisando, que é um material extremamente caro também, usado, mas em boas condições, e a gente, conversando com o senhor Wilson, antes de a gente entrar na solenidade aqui, a gente já vai disponibilizar para eles essa cadeira, essa cama hospitalar. Então, eu vejo que a gente tem no material, o nosso objetivo é sempre deixar disponível para as pessoas que precisam. A divulgação do nosso trabalho eu faço 100% através de rede social, tanto do Instagram como do Facebook. Eu tenho um perfil pessoal meu, que é Capitão Tel, e lá eu faço a divulgação. Mas a gente tem também algumas garrafas, adesivo, e que eu deixo à disposição também para deixar para vocês, para vocês divulgarem. A gente hoje, é uma realidade, a rede social, existem algumas marcações que fazem de um perfil no outro, que fazem ter um alcance maior, e eu vejo que esse resultado principal, é devido a gente ter uma prestação de contas das cadeiras depois que a gente doa. Porque muitas vezes eu mesmo era uma pessoa que via esses lacres, essas garrafas em vários locais, e eu sempre me perguntava, para que é, para cadeira de rodas? Mas eu nunca tinha visto uma cadeira de rodas. E quando a gente consegue mostrar para aquela pessoa que está te entregando uma garrafa ou entregando alguns lacres, que isso realmente existe, e se realmente a gente consegue fazer essa troca e a pessoa que está recebendo é tal pessoa para ela confirmar, isso traz um engajamento muito grande das pessoas e elas passam a acreditar e ajudar cada vez mais. Inclusive, dessa campanha, eu sei que não é a pauta, surgiu uma nova campanha, uma outra campanha, porque as pessoas que me doam hoje o lacre de alumínio, elas me doam também a tampinha plástica. E muitas vezes, hoje, percebemos que muitos municípios não têm uma coleta seletiva. E o descarte de lixo, cada vez está se tornando mais difícil o que fazer com esse material. E, para minha surpresa, que até num primeiro momento eu acreditava que as tampinhas também poderiam ser trocadas por cadeira de rodas, elas não podiam. Porque eu tenho essa preocupação de não ter dinheiro nas minhas campanhas. Porque basta um comentário maldoso, que, às vezes, uma campanha acaba por fofoca, por desinformação ou até mesmo por um comentário maldoso. E as tampinhas eu comecei, então, a direcionar para a causa animal. Então, de uma campanha, que era a arrecadação de lacres, eu consigo hoje atender duas frentes que a gente percebe que está sempre precisando de ajuda, que é a inclusão social, através das cadeiras de rodas, e também a causa animal através das tampinhas. Obrigado. Agora eu passo a palavra ao vereador Carlinhos. Gostaria de deixar aqui o bom dia a todos. Eu quero parabenizar o vereador Marrom, que o mérito todinho de estar nessa comissão é dele. a gente sabe o compromisso que ele tem com essa comissão, o vereador Jair, e no nome do capitão Tel, eu cumprimento toda a mesa e a todos aqui que estão presentes. Eu não quero nem fazer, a minha questão não é nem fazer uma pergunta. Eu falo aqui que eu vim participar dessa comissão na qual faço parte e o meu dia hoje, com certeza, ele vai ser mais feliz com essa ótima apresentação aqui que nós vimos aqui, o pessoal fizeram a apresentação aqui, parabenizar a todos que fizeram a apresentação. E falando aí do capitão Tel, capitão, eu também parabenizo o senhor pela persistência, pela perseverança que a gente fala aqui, um tempo atrás também lá nos camelôs lá, nós também arrecadamos vários lacos desse aí, quando as pessoas falaram que era 140 garrafinhas, cara, a gente já já estava há um tempão, já não tinha enchido uma. Então, dá um certo desânimo nas pessoas, as pessoas ajudaram ali tudo, mas parabéns pelo trabalho que o senhor vem fazendo, pela atitude de estar ajudando nessas questões. Sabemos aqui que a dificuldade é muito grande. A gente anda, o vereador Marrom, como o vereador Jair sabe, E nós aqui, como legisladores, como vereadores, a gente tem no gabinete da gente muita procura de pessoas nessas questões. A gente também, eu faço campanhas, a gente tenta ajudar as pessoas da melhor forma possível, que necessita realmente. A gente só tem uma grande dificuldade em administrar essas questões, que a gente fala assim, administrar de tal forma que a gente tentou, vereador Marrom, em vários casos, conseguir várias cadeiras, a gente conseguiu, a gente faz o empréstimo para a pessoa. Durante o período que ela precisa, a gente empresta, faz um cadastro, tudo. Depois, quando ela não precisar mais, ela devolve. Ela pode usar o tempo que for necessário, mas, a partir do momento que não precisar mais, ela devolve. Então, a gente tem uma grande dificuldade, é nisso. Às vezes a gente não consegue resgatar muito dessas cadeiras de volta para estar ajudando outras pessoas. Mas isso aí é uma questão que a gente vai vivenciando, aprendendo, ajudando de tal forma. E, mais uma vez, o capitão Tel, parabenizar o trabalho que o senhor vem fazendo aí. E agora também mais um ato que o senhor acabou de relatar aí, Na questão da cama hospitalar, também sabemos que isso é uma dificuldade muito grande. Todos que necessitam de uma cama hospitalar, todos sabem o custo que tem uma cama hospitalar, é difícil. A gente não acha pessoas que consigam trazer isso aí para as pessoas, então é uma dificuldade muito grande. Então, mais uma vez, eu queria deixar aqui os parabéns não só dessa comissão, mas de todos os vereadores dessa casa aqui, a todos vocês, em seu nome, a todos vocês que fazem um trabalho nessa questão dessa inclusão. Obrigado. Muito obrigado, Carlinhos. O que você citou aí também, realmente todos os parlamentares, os vereadores realmente dessa casa aqui têm essa dificuldade e uma grande procura. Nós sabemos que, é que nem o capitão até falou, às vezes, é a conscientização, de você fazer um trabalho social com uma comunidade e ela devolver em gratidão para outras pessoas. Então, é uma dificuldade muito grande. Nós tivemos uma apresentação lá no espaço da Prefeitura, abertura do Setembro Verde, com a presença do excelentíssimo prefeito Dário Saad e outros convidados lá, secretário Wander Cleia, e teve pessoas que compareceram realmente representando algumas entidades. E o comentário é a dificuldade realmente de como se faz um trabalho. É que eu sempre falo, a nossa dificuldade é tão grande, eu sei a comissão, é uma dificuldade tão grande para pessoas com deficiência, é a conscientização, realmente a informação de saber realmente com o que você lida, qual é o seu trabalho realmente perante a sociedade. Sabemos que tem pessoas que às vezes o sentimento deles até ajuda, Mas, às vezes, tem palavras que confundem a sociedade, que realmente existe. Às vezes, coitadinho, às vezes, aquilo. Então, são coisas que, às vezes, eu acho que, como eu falei para a secretária e para o prefeito, temos o que fazer, é informação, esclarecer, passar para as pessoas, realmente, que nós somos todos iguais. E eu canso de falar, não precisa existir projeto para deficiente. Não precisa. Nós temos que trabalhar em cima, os parlamentares, tudo, para quê? Para que realmente conscientizem que eles são iguais a nós. Eu comentei, um engenheiro, por exemplo, cadeirante, ele está desempregado há muito tempo, você vê a qualificação dele, é impressionante, mas não consegue trabalho. Por quê? Entra naquela cota, mas quando vai à cota, porque há dificuldade. Então, são coisas... Aí você tem que criar uma lei para cadeirante. Então, são coisas... Você vê a dificuldade que você tem que... Aí você tem que colocar, perdeu um dedo, você tem que fazer um projeto. Você é visual, tem que fazer um projeto. Então, são coisas assim, Carlinhos, que você acabou de falar, são trabalhos nossos aí, a gente sabe o quanto é árduo, para você conseguir 0,5% hoje em cima de uma comissão, de um trabalho social, de uma inclusão. E eu falo para você, na cidade de Igual Campinas, não é fácil, é um trabalho muito árduo, mas eu acho assim, a conscientização, se todas as entidades, empresários que não estão incluídos nas cotas de 100 funcionários, por que ele não pode ter um deficiente? 70, 50, eu acho que seria justo a conscientização de que ele também pode ter. Então, são coisas assim que, às vezes eu não caio muito nesse esmero, porque eu vivi isso aí muitos anos, então eu sei como que é a dificuldade, eu sei quantas pessoas ainda não estão aposentadas, por quê? você chega, você esbarra nas leis, dificultam. Pessoas que realmente não têm como pagar um advogado, não entendem a lei. Pessoas deficientes que hoje estão em cama com as suas dificuldades motoras, praticamente que não conseguem andar, não conseguem. Por quê? Justamente pelas dificuldades de hoje que nós temos de transporte, que realmente é um dos maiores problemas, tanto das entidades como das pessoas realmente que têm filhos com deficiência. Então, eu acho que esse é o grande problema hoje, que nós vamos ter que trabalhar muito. Sabemos realmente que é uma luta, é muito árdua, mas eu acho que isso aí tem que mostrar para as pessoas quantos deficientes hoje nós temos em uma cama, quantos deficientes hoje não conseguem um tratamento, quantos deficientes hoje marcam uma consulta, e quando você vai, no dia da consulta, o elevador do ônibus quebra, você não tem um transporte adequado para levar essa pessoa. Aí se vem a pergunta, mas existe o Uber, não tem um vizinho, isso, aquilo. Mas não é assim que funciona a realidade. Não é assim. É um compromisso, é um compromisso que o governo federal, estadual, municipal tem que ter. É um compromisso, isso é uma obrigação, não é lei. Mas tudo o que você falou, Carlinhos, a respeito disso aí, é a dificuldade que a gente passa, porque, como a gente fala, eu sou presidente dessa comissão, e você também é membro, você sabe que as pessoas procuram muito a gente, entidades, tudo para ver, e você vê realmente a dificuldade. Às vezes você vê que a pessoa tem uma estrutura ali boa, tudo, mas na hora que você entra, vai saber realmente, as dificuldades são muito grandes. Para você chegar ao ponto de você ter uma entidade hoje que é sólida, de um trabalho, eu sei quanto que é árduo, a pessoa tem que ter de coração, ele tem que ter de coração esse projeto, ele tem que estar dentro dele. Eu admiro pessoas que não têm, na família com deficiência, e trabalham arduamente. São pessoas assim que, eu falo, vocês são abençoados por Deus, que realmente vocês estão aqui, que pensam em pessoas realmente, em trabalho social, que eu acho que hoje, esse é um grande problema do nosso país hoje, é esse inclusão social, esses trabalhos sociais que você pode ver, você pode procurar. Quanto trabalho hoje, sociais, quantas entidades têm uma cidade tão grande igual Campinas? Então, eu acho assim, que nós temos que se fortalecer, Jair, Carlinhos, nossa comissão, os parlamentares aqui, E já que temos o projeto, temos que lançar, mas nós temos que trabalhar também para que essa cidade seja uma referência nessa inclusão. Ainda falta muita coisa ainda. Vereador, parabenizar mais uma vez pela fala do senhor. Só um adendo. Eu falo que é difícil um país que nós estamos hoje, né, capitão, é que nós temos que ter leis federais, leis estaduais e leis municipais para garantir o direito da pessoa com deficiência. Nós não precisávamos disso. Eu acho que, como o senhor disse, não precisa um membro da família ter uma pessoa para ele poder ver os problemas. Eu acho que os problemas têm que ser passados. Eu acho que as pessoas têm que ter, se há de ver esse coração de ajudar. Eu só vou falar uma coisa rapidinha aqui, vereador, se o senhor me permite. Eu, quando o meu filho mais novo nasceu, hoje ele tem 15 anos, graças a Deus, quando ele nasceu, ele nasceu com lábios lepurinos, entendeu? Que é uma fissura que tem nos lábios. E eu nunca tinha presenciado, nunca tinha visto uma questão. E às vezes a gente murmura, a gente fala, nossa, meu Deus, por quê? Comigo, sou a pessoa que eu faço bem, que eu faço aquilo, mas eu acho que Deus não te dá um fardo que você não consegue carregar. Quando eu marquei em Bauru, para fazer a primeira visita dele lá em Bauru, quando eu cheguei com o meu filho lá com três meses, Quando eu entrei na sala, capitão, eu, sinceramente, vereador Marrom, eu saí de onde eu estava da salinha, eu fui até o banheiro, lá eu levantei os olhos para cima, falei, meu Deus, muito obrigado, meu filho não tem nada, obrigado, senhor. Porque eu achava que o meu filho tinha um problema. Quando eu cheguei lá, real, em Bauru, quando eu vivenciei a realidade daquele local, o que eu vi naquele local, eu agradeci a Deus. Então eu falo assim que é dessa forma que as pessoas conseguem enxergar as coisas. Hoje ele faz o tratamento, já fez quatro cirurgias aqui na Sobrapar, na Unicamp, graças a Deus é um menino lindo, entendeu? mas para você ver, a gente é o que eu falo, se a pessoa tem uma pessoa na família, ela começa a ver com os outros olhos, eu acho que não precisava disso, acho que a gente teria que ter um método das pessoas ser solidário, assim, normalmente, ajudar, olhar, contribuir, normalmente, mas eu acho que é isso. Obrigado aqui para, mais uma vez, o tempo seu. Eu que agradeço aí, Carlinhos Camelo, Eu gostaria de ver a mesa, se tem alguém de vocês que gostaria de fazer mais alguma pergunta para o capitão Tel, que fique à vontade. Em primeiro lugar, eu quero pedir desculpa, presidente, cumprimentei, já fui direto à pergunta. Então, bom dia a todos aí. Não tem problema, velho. Talvez, Theo, se tem algum outro tipo de material que pode ser trocado. Mantenha a máscara, desculpa. Hoje, na concessionária, eles aceitam somente o lacre de alumínio. Tampinha. Hoje eu recebo também bastante blister de remédio. Eu não tenho, porque o que acontece, vereador? Eu não quero fazer a venda para, com o dinheiro da venda, eu comprar a cadeira de rodas. Então, pode ter a possibilidade da pessoa receber esse material, verificar uma empresa que compra, e aí ela retira esse dinheiro e compra a cadeira de rodas. Como eu quero fazer um trabalho que o dinheiro não passe pela minha mão, eu escolhi esse caminho, mas existem os outros caminhos de você recolher esse material e você fazer a venda em empresas que aceitam esse material para fazer reciclagem. Certo. Obrigado. Só poderia completar uma coisa, presidente? Quando eu iniciei esse trabalho, com foco aos policiais, aos bombeiros, aos agentes de segurança que ficaram que ficaram temporariamente ou permanente nessa situação de cadeirante, um dos meus objetivos principais foi despertar nos meus filhos, sou pai de três filhos, meus filhos são pequenos, esse olhar, eu acredito que a melhor palavra que retrata é empatia nas outras pessoas, e mostrar que uma cadeira de roda, uma muleta, não faz, no convívio dele, dos meus filhos com outras crianças, não vai existir a diferença na brincadeira. Pode ter que adaptar a brincadeira, mas a brincadeira vai ser criança como eles. E hoje, para minha surpresa, todo dia que eu chego em casa, os meus filhos estão sempre com lacre de alumínio no bolso e com tampinhas. E o principal, eles estão estimulando na escola que eles estudam, com os amigos também. Então, hoje eu recebo demais lacre. Já aconteceu algumas vezes de chegar caminhão para mim, um caminhãozinho pequeno com tambor, cheio de lacre. As pessoas sempre do meu bairro onde eu moro, eu chego, quando eu chego, eu não moro aqui em Campinas, eu moro em uma outra cidade, moro em Pirassununga. Eu chego em casa todo dia por volta das sete e meia, oito horas da noite, e dificilmente tem um dia que não tem alguém me esperando com uma sacolinha, com tampinhas e com lacre. E o principal de tudo, eu não estou pedindo para as pessoas me ajudarem com dez reais por mês para eu destinar para isso. Eu estou falando somente assim, você que está na sua casa, Pega um saquinho de supermercado, deixa pendurado numa maçaneta de porta E todo dia quando você for fazer o descarte, seja do seu desodorante Seja do seu shampoo ou da garrafa de refrigerante Lembra só de tirar a tampinha e colocar lá Porque isso você vai descartar de qualquer forma Eu só estou pedindo para você lembrar que você pode ajudar algumas causas com esse simples ato de você separar o seu descarte do lixo. Você está ajudando a natureza, a gente está vendo vários apelos que estão passando da energia, da água. A gente está ajudando a natureza, a sustentabilidade, e a gente também está conseguindo ajudar as causas de inclusão social e, no meu caso, também a causa animal. Somente isso. Obrigado, presidente. É, capitão Telma, nós que temos a agradecer realmente a sua presença. Pessoas igual a você, você vê que é totalmente um projeto social, que você trabalha específico para aquilo, sem valores, sem nada realmente mais da conciliação. Às vezes são coisas assim que a gente costuma falar, vem de dentro, vem do coração, que são olhos que realmente você vê as dificuldades hoje que as pessoas passam. Eu só tenho que falar para você, parabéns pelo seu trabalho, muito obrigado mesmo pela sua presença aqui. Gostaria que você ficasse até o final com nós, mas eu sei que você tem um compromisso seu. Mas eu, da casa, dos vereadores, eu gostaria de agradecer muito mesmo, porque são pessoas igual a você que fazem a diferença. Muito obrigado mesmo, capitão Tel, Que Deus abençoe você, sua família, sua vida e o seu projeto. Amém. Muito obrigado. Agora vamos dar continuidade. Hoje temos aqui o senhor Wilson, conselheiro da Casa André Cruz, de Guarulhos, um pouco sobre o seu trabalho realizado nas Casas André Cruz. Sr. Wilson, eu gostaria de... André Luiz, desculpa, Sr. Wilson. Desculpa mesmo. Então, eu gostaria só de... O que o senhor tem para falar para nós? É um trabalho que essa casa... Deus de... foi em 1949. Então, eu acho, sim, que essa entidade tem muita história, muita coisa para contar, as dificuldades, os momentos de alegria, as conquistas. Eu acho que o senhor tem aqui muitas coisas para esclarecer para a gente realmente esse trabalho maravilhoso que vocês têm. Obrigado, vereador. Bom dia. Bom dia, vereador Marrom, vereador Jair, vereador Carlinhos, capitão Teo, os componentes todos da mesa, senhoras e senhores. Eu quero agradecer, em primeiro lugar, a oportunidade de nós estarmos aqui e de poder falar um pouco da instituição. Essa instituição que, para muita gente, é a casa, a moradia, e para mim é a minha segunda casa, porque constantemente nós estamos lá. A instituição surgiu em 1949, com o propósito de levar ajuda às famílias pobres, às famílias carentes, e crianças órfãs e abandonadas. Mas a questão é que o tempo foi passando e foi se verificando que o que mais se identificava era trabalhar com crianças com deficiência. E aí, então, em 1958, é inaugurada em Guarulhos, a Casa da Criança André Luiz, com apenas 15 crianças. E todos eles carentes, com deficiência intelectual. Todos eles. Vieram de um grupo que foi na Antiga Febem, na Avenida Celso Garcia, lá em São Paulo. E o trabalho foi tão intenso e tão gratificante que no ano seguinte a instituição adquiriu um terreno de 70 mil metros quadrados em Guarulhos. E a partir de então começamos um trabalho hercúleo, no sentido de poder dar assistência a essas crianças, e interessante porque nós não tínhamos know-how, todo mundo fazia com o coração. Então, o trabalho foi crescendo, construiu-se quatro unidades, em 1962, 64, 68 e 74, abrigando hoje cerca de aproximadamente 600 pacientes institucionalizados. Essa população, hoje em dia, nós temos 68% desses pacientes Dessas quase 600 pessoas Elas têm mais de 30 anos de internação Então já estão lá, alguns casos que estão há quase 50 anos Então é uma coisa bem interessante aprendeu-se a trabalhar o ciclo de vida da pessoa com deficiência. 71% são casos graves, e mais de 40% são acamados ou cadeirantes. Então, pessoas que, principalmente os acamados, eles dependem 100% de outra pessoa para todas as suas atividades. Então, além de um atendimento médico hospitalar que é dado, porque as pessoas moram lá Eu gostaria de salientar que as pessoas que estão lá não são doentes, são pessoas com deficiência As pessoas com deficiência ficam doentes quando pegam uma gripe, quando tem qualquer outro tipo de problema de saúde E essas pessoas, elas recebem, todas elas, tratamentos É, fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional, fisioterapia, neuromotora, cardiorrespiratória, temos médico, lavanderia, enfim, serviço de nutrição e dietética. Nós temos casos onde os pacientes, eles têm problemas de disfagia e precisam fazer a hidratação através do espessamento da água. Então, não pode ingerir líquido. Então, a água precisa ser espessada para que ele possa fazer a sua hidratação. Enfim, é todo um trabalho bem complexo mesmo. E nós temos farmácias, enfim, fazemos de tudo para que nós possamos garantir um atendimento de qualidade a essas pessoas. Aí a experiência da ULP, que nós chamamos de Unidade de Longa Permanência, que é lá em Guarulhos, Avenida André Luiz 723, nós percebemos aí a necessidade de ampliar o trabalho, mas com uma característica diferente. Então, em 1991, foi aberto o Ambulatório de Deficiências das Casas André Luiz, com o objetivo de favorecer a reabilitação, a habilitação das suas funções físicas e motoras dos pacientes. Só que aí com uma característica diferente. É um tratamento ambulatorial, é um atendimento ambulatorial. As crianças vão e recebem durante o dia, durante aquele período, consulta médica, fisioterapia, fonodiologia, psicologia, enfim, todo o trabalho, como também o apoio à família, porque é importante. E aí, para esses pacientes, nós temos aí uma idade mais baixa, são de crianças e adolescentes, que a um determinado tempo, eles acompanham-se a evolução do paciente e depois esse paciente vai passar a receber apenas uma manutenção e dá lugar para outros pacientes, para que possam vir e receber. Gostaria de salientar que o Ambulatório de Deficiência das Casas André Luiz é referência internacional, principalmente na odontologia. Nós temos lá uma equipe muito ativa e o trabalho de pesquisa é muito interessante. A Casa André Luiz, ela já recebeu vários prêmios, o Instituto do Ar, a Rede Filantropia, nos anos de 2018 e 2020, e foi criado também, foi receber o prêmio também de uma das melhores ONGs, entre as 800 mil organizações não governamentais, ela chegou a receber o prêmio. Agora eu vou comentar com as senhoras e com os senhores os números das Casas André Luiz, que é realmente algo impactante, por conta do alcance do trabalho. Hoje nós temos 1.700 pacientes, sendo 538 na unidade de longa permanência e 1.200 sendo atendidos no ambulatório. Nós temos 1.690 funcionários, funcionários, CLT. Todos eles, com toda a documentação, tudo certinho Duas unidades de atendimento Que é na unidade de longa permanência Que é em Guarulhos também E o ambulatório que também é em Guarulhos Nós temos hoje cerca de aproximadamente 500 voluntários Um número aqui interessante Nós temos 7 milhões e 800 mil atendimentos por ano em todos os seus pacientes. Temos 56 mil atendimentos ambulatoriais a ano. 1 milhão e 600 mil medicamentos por ano que são dispensados. E é interessante que eu estava até comentando com o capitão Tel, o trabalho é hercúleo, porque a instituição vive de doações. Então, nós temos aí uma dificuldade muito grande de equipamentos e tudo mais Então, esses medicamentos, eles são todos dispensados manualmente Então, é realmente, e lembrando que as características de cada paciente Cada um tem as suas características peculiárias Então, é realmente um trabalho hercúleo Nós temos um consumo anual de 585 toneladas de alimento por ano. E temos 1.100 toneladas de roupas lavadas por ano. Precisamos ter uma lavanderia industrial que está lá e que atende às necessidades da instituição. É importante, gostaria de informar também, que para manter essa estrutura, a instituição recebe um aporte de verbas do SUS. Mas essas verbas do SUS e todas as verbas oficiais, elas representam em torno de aproximadamente 30% das necessidades. O resto nós temos que buscar através de doações. Então, nós temos os bazares, os mercatudos, que é para onde são direcionadas as doações, as pessoas ligam, falam o que tem para doação, nós vamos retirar. Temos o telemarketing, os bazares vendem roupa, eletrodoméstico, tudo usado, em condições que possam favorecer, inclusive, pessoas de baixa renda para poder comprar em uma condição... É interessante, porque a necessidade mensal da instituição, embora nós estamos falando das ervas públicas de 30%, mas a necessidade mensal gira em torno de 9 milhões de meses. Então, quer dizer, nós temos que conseguir mais de 6 milhões por mês de doação. E existem diversos canais. Então, tem o pessoal do telemarketing, as pessoas que fazem as doações, R$ 5, R$ 10. Às vezes as pessoas falam, mas eu posso doar uma camiseta? Sim, pode. Uma camiseta. Vamos nos visitar e vocês vão ver a importância que aquela camiseta tem. Eu, particularmente, da mesma forma que o capitão Theo, Faço também as minhas campanhas pessoais Então lá onde eu moro aqui em São Paulo Temos aqueles programas da vizinhança solidária Então eu sempre publico no grupo Olha, quem puder ajudar Semanalmente vai alguém lá em casa Olha, vim trazer para André Luiz Às vezes a pessoa, olha, eu tenho um sofá em casa Olha, eu vou buscar, não tem problema nenhum aí depois eu deixo tudo lá em casa, depois o pessoal vem e retira. Ou eu mesmo levo, dependendo das circunstâncias, eu mesmo levo também, quando não é uma coisa muito grande, porque eu tenho um carrinho pequeno. Mas é um trabalho que ele não cessa, porque 24 horas por dia, principalmente na unidade de longa permanência, eu gostaria até de fazer um convite, agora que é a pandemia, está amenizando, a visitarem a unidade de longa permanência. Nós temos uns dias específicos para as visitas, para poder conhecer a realidade, porque muitas vezes as pessoas ouvem falar das Casas André Luiz, mas não conhecem a extensão do trabalho. Direta e indiretamente, a instituição chega ao atendimento, expandindo para os seus familiares e tudo mais, funcionários, a 10 mil pessoas. Então, é um trabalho realmente muito grande. E é importante ver que realmente é possível. Nós temos, inclusive, pacientes que trabalham lá na instituição, são registrados, ganham com deficiências intelectuais. Então, nós temos pessoas que estão na cozinha, industrial, enfim, tem várias atividades. E nós fazemos de tudo para que todas essas pessoas tenham qualidade de vida, em todos os aspectos. O nosso trabalho, o que nós mais pedimos, além das doações financeiras, porque necessitamos mesmo, não tem jeito. Nós pedimos também o trabalho de apadrinhamento, porque muitos dos pacientes que estão lá não têm ninguém. A família literalmente abandona. Então, essas pessoas precisam de alguém que elas possam desenvolver vínculos afetivos. Carinho, né? Exatamente, carinho. Pessoa que vai lá, vai doar única e exclusivamente o seu tempo. Vai escolher um dia, na quinzena, no mês, passa lá, vai lá, normalmente de sábado, pega aquela pessoa, pega pela mão, pega a cadeira de roda, pega a cama, vai passear, faz carinho, enfim, conversa. Essa é a maior necessidade que nós temos. Por incrível que pareça, muitas pessoas que estão lá, a família literalmente... Uma coisa simples e deixa a pessoa tão feliz. E quando um padrinho, por alguma razão, não pode ir, ou uma madrinha, nossa, a criança fica muito triste, muito chateada. E eu gostaria de falar também um pouquinho a respeito da Companhia de Dança, que nós tivemos aqui a alegria de poder verificar, de poder presenciar a apresentação deles. A Companhia de Dança das Casas André Luiz surgiu em 1992 E ela foi marcada pelo simples desejo de colocar corpo, mente, coração e emoção em movimento. Além da necessidade de mostrar a eficiência na deficiência. Eu acho que é o mais importante. Dançar ou simplesmente se movimentar através do estímulo sonoro. É demonstrar, além do movimento em si, o sentimento, a emoção e a capacidade de criar. Estava até comentando com o Capitão Theo aqui, que a evolução que nós presenciamos aqui, ela foi feita, a coreografia, especificamente para a apresentação aqui, dadas as condições de espaço e tudo mais. Então, essa atividade tem uma grande importância na vida dos pacientes E dos que praticam, promovendo a sua inclusão social A Companhia de Dança das Casas André Luiz teve a oportunidade De se apresentar em diversas partes do Brasil Graças a Deus, nós temos um trabalho que é muito estimulante para outras pessoas No programa de atividades corporais com finalidade terapêutica existe ainda o aspecto de fornecer caminhos para a reabilitação e condicionamento para as atividades da vida diária, o que é uma grande dificuldade. A companhia de danças passou por reformulações e adaptações e hoje ela conta com cadeiras especiais para dança, porque antes, no início, quando começou, dançava-se com as cadeiras, mas existem certos movimentos que há necessidade de um suporte diferente, uma rolagem diferente das rodas e tudo mais. Então, hoje conta com cadeiras especiais, com trabalho físico de apoio para o fortalecimento muscular e amplitude de movimento. Novas coreografias, músicas diversas, e um figurino jovial e adequado às situações a qual se apresenta. Essas mudanças naturais, ao longo do tempo, geraram reconhecimento fora das casas André Luiz, inspirando projetos até fora do país. Nós já tivemos notícias que estimulam a gente a continuar o trabalho. Esse trabalho contribui para a melhoria da autoestima e favorece a inclusão social. O programa de atividades corporais tem finalidade terapêutica, tendo como aspecto principal fornecer caminhos para habilitação e reabilitação para as atividades da vida diária. Então, Casas André Luiz, eu sou suspeito para falar, eu estou ligado à instituição há 26 anos, como voluntário, sou membro do Conselho Deliberativo, já estive na executiva algumas vezes, em algumas oportunidades, mas o meu trabalho é todo voluntário aliás, todo o corpo de conselheiros e todos os conselhos diretores saem dos conselheiros e estatutariamente o nosso trabalho é voluntário e eu posso dizer que dá uma satisfação muito grande de estarmos lá são verdadeiras lições de vida inclusive, trouxemos aqui para o vereador Marrom para a doutora Cláudia Um livro que é do José Roberto Bueno Infelizmente ele faleceu no ano passado E ele, o José Roberto Bueno era um dos pacientes Que ele era acamado, paralisia cerebral Não era alfabetizado e através do sistema Blitz de comunicação Ele escreveu um livro que se chama Me leva que eu vou, uma história de amor à vida Então, através desse sistema de comunicação alternativa, não somente o Bueno, mas também uma parte dos nossos assistidos escrevem textos, poemas, poesias lindos, que muitas vezes nós lemos e choramos. Então, esse é um pedacinho das casas de André Luiz. Pode quebrar o protocolo? Sr. Wilson, o senhor deu para nós aqui uma, vamos falar, uma verdadeira aula de realmente... Uma lição de vida. O que é realmente um trabalho quando é feito com propriedade, feito realmente com firmeza, as pessoas acreditando no trabalho. Eu vou ser sincero, eu fiquei muito surpreso com os números que realmente o senhor passou, para nós aqui. Eu, assim, eu vi a casa André Luiz como, assim, é uma instituição, mas não do tamanho e a expressão que realmente é e o que gera. Aí é onde nós vamos entrar novamente. 30% de recursos públicos. Então, hoje, o trabalho que vocês realizam, o trabalho, sabe que vocês têm um compromisso, Tem o custo financeiro mensal, que realmente é... Vocês têm um trabalho de doação, confiança, de saber realmente... Eu fiquei muito surpreso, eu não imaginava o tamanho realmente do trabalho de vocês. Fiquei muito satisfeito, novamente honrado de realmente trazer uma instituição que realmente passe para a gente quando o trabalho é sério e que conquista. Então, e eu só gostaria de fazer mais uma pergunta para o senhor. Essas pessoas que realmente são acamadas, que realmente ficam lá, são famílias que deixam lá, abandonam, ou eles estão sempre presentes na vida deles? Nós temos diversas situações. Temos um número grande de famílias que não têm condições de poder cuidar da pessoa conforme as suas necessidades, porque são necessidades muito especiais, conforme eu disse, e algumas pessoas precisam de espessamento da água para fazer a sua hidratação. Então, nós temos lá inúmeras pessoas que a família vai, que consegue uma internação e interage com o paciente, principalmente os acamados. Mas uma grande parte, eu diria que a maioria, não tem familiares. O processo de internação passa por um processo, como eu disse, onde é feita uma avaliação, vai o pessoal da assistência social, por vezes é por via judicial, às vezes tem alguma indicação para internação. Hoje nós temos uma situação bem complexa, famílias que têm pessoas com deficiência e os pais morrem e a pessoa fica sem ninguém, irmãos não querem cuidar. Então nós temos várias internações nesse sentido. Estava até comentando com... Ah, não, foi com a Natália, perdão. Desculpe, perdão, Théo. um caso de, nós temos pacientes de todo o Brasil, houve um capitão da aeronáutica que foi numa missão na região central do país, e lá ele se deparou com uma criança com deficiência que vivia literalmente no chiqueiro, junto com os porcos. E aí, então, ele conseguiu naquele mesmo dia uma autorização judicial, a família perdeu a guarda da criança, ele trouxe para São Paulo, e essa criança está lá nas casas André Luiz, e normal, alegre, feliz, então, quer dizer, nós temos diversas situações. E fazemos de tudo para mostrar que as pessoas com deficiência são pessoas que, em geral, têm uma inteligência acima da média, têm muita coisa para nos fornecer, para nos ajudar. Nós, lá com conselheiros, nós brincamos, nós falamos assim, que nós pensamos que vamos ajudar, mas, na realidade, quem recebe ajuda somos nós mesmos. E é uma grande verdade. eu gosto de fazer um comentário sem me alongar uma vez eu estava com uns problemas pessoais por volta de 2008 aproximadamente e de vez em quando a vida dá aquelas voltas que deixa a gente de cabeça quente eu sei que eu cheguei na instituição naquela época eu estava na executiva e eu entrei mas eu estava realmente muito chateado muito triste e eu me deparei com uma das assistidas que infelizmente já faleceu a Camada A Martinha, ela 100% dependente de outra pessoa Fazia mais de 30 anos que a família não vinha visitar E eu entrei, ela falou, eu perguntei para ela Eu falei assim, oi Martinha, como é que você está, tudo bem? Ela falou, eu estou ótima, graças a Deus, e você? Eu falei, acabei de ficar Quer dizer, foi a maior lição que eu recebi E eu falei, graças a Deus, eu falei, poxa vida, então hoje eu sou grato a Deus por estar ligado a essa instituição. E quero deixar claro aqui também que essa instituição, sem todos os colaboradores, não seria capaz de fazer tudo aquilo que faz. Nós temos pessoas que estão lá, que vestem a camisa, os companheiros da companhia de dança, que estão sempre juntos, Valéria, que eu quero cumprimentar, querida Valéria, que está também há tantos anos lá na instituição, são pessoas que fazem de tudo para que todas aquelas crianças tenham qualidade de vida, inclusão, e possam continuar nos ensinando tudo aquilo que nos ensinam. Bom, senhor Wilson, o senhor percebe que o nosso tempo, se nós formos falar de inclusão social e trabalhos, A gente fica aqui o dia inteiro, e cada vez se motivando mais e se emocionando com cada, realmente, com cada palavra que a gente recebe. Então, eu tenho uma gratidão muito grande aí, eu tenho certeza que nós nos veremos novamente, com um horário um pouco maior aí, para que a gente realmente possa conhecer todo esse trabalho maravilhoso, e que o senhor possa esclarecer realmente que entidades, instituições igual a essas que realmente fazem a diferença, que realmente me surpreendeu muitas coisas a respeito desse trabalho de vocês. Eu gostaria de ver os vereadores, se gostaria de fazer alguma pergunta para o Wilson. Vereador Marrom, eu mais uma vez, eu não tenho pergunta, mas sim parabenizar o senhor Wilson e a casa, André Luiz, por esse trabalho que tem feito a questão da inclusão. Nós olhamos, como foi dito, os números, uma casa que funciona nessa estrutura, que recebe apenas 30% do valor para ser ajudada, ajudada, isso aí a gente não precisa falar mais nada, a credibilidade nós sabemos que ela tem e muito, então mais uma vez aqui, leva a casa lá nossos parabéns a toda a diretoria a todos que estão lá e um dia mais breve o vereador Marrom, quem sabe marca uma visita da gente lá para conhecer pessoalmente né vereador? Claro sim estamos à disposição só marcar que estaremos por lá, e eu faço questão de estar presente Muito obrigado, e eu quero mais uma vez Pessoas como o senhor O capitão E outras que estão aqui presentes Por isso que faz com que As coisas andem Então, mais uma vez, parabéns ao Wilson E à Casa André Luiz Obrigado Você gostaria de falar, Jean? Não, inclusive eu conheço uma no Jardim Campos Elísio Já cheguei até a doar E muitos clientes meus Da farmácia Iam lá e ajudou muito As doações elas são Importantíssimas Em todos os aspectos Sem elas nós não teríamos condições Inclusive eu mesmo cheguei até a comprar lá Agradecemos imensamente Como eu disse, senhor Wilson O nosso tempo está curto Mas eu gostaria de perguntar para a mesa ainda, se tem mais alguma pergunta para o senhor Wilson. Senhor Wilson, então, muito obrigado, só temos a agradecer a presença do senhor aqui, mais um motivo de a gente realmente pensar no ser humano, na inclusão social, essa equipe de dança que veio aqui hoje, surpreende a gente a cada dia que passa, são coisas maravilhosas, no dia a dia, que faz com que a gente não desista nunca dos nossos trabalhos de inclusão social, que é um trabalho maravilhoso. Então, eu gostaria que agora, também, de passar a palavra à doutora Cláudia, que tem realizado um trabalho informativo de conscientização no tema inclusão, e outros em igrejas, escolas, ONGs e estradas. Bom dia a todos e a todas. Quero cumprimentar aqui os vereadores, na pessoa do presidente, o vereador Marrom, o capitão Tel, é um parceiro do Projeto Cuidar. Já fizemos várias ações ao longo dos anos, na pandemia inclusive, de proteção à criança, adolescente e também à criança com deficiência. Que muitas vezes a gente ouve falar, proteção à infância, à juventude, mas esquecemos de incluir a criança com deficiência. Desde a primeira infância, a gente tem o hábito de excluir essas pessoas. Bom, o projeto Cuidar, ele nasceu das nossas ações, eu tive a honra de ser convidada e a Priscila me perguntou, doutora Cláudia, você tem alguém para indicar? E, sem dúvida, eu indiquei o capitão Tel pela seriedade do trabalho, a parceria, o senhor Wilson, das casas André Luiz, pelo trabalho que ele desenvolve. E, assim, sinceramente, eu estou emocionada até para falar, porque eu acho que todo mundo aqui hoje aprendeu um pouquinho sobre um olhar empático. Todas essas falas me fez refletir o quão deficiente eu sou. Todo mundo tem uma deficiência, não é só a deficiência física. Quando a gente olha para o outro e vê a nossa deficiência, Quando falam, a pessoa está lá feliz, a dança, eu mesma não sei dançar, falei, vou aprender com eles. Então, assim, é muito gratificante. O nosso projeto, ele é um projeto de informação. Como o Marrom disse, o vereador Marrom disse no começo, a gente não precisa de tantas leis. Eu, como advogada, vejo, a gente tem um código, uma legislação, que só o artigo 5º bastaria. Todos são iguais perante a lei. Só que a gente não tem educação, não tem empatia, e falta um pouco de humanidade para poder respeitar a diferença. O nosso trabalho dentro das escolas começa lá no período infantil mesmo. A criança saber lidar com a diferença, olhar o seu coleguinha que tem a deficiência como parte de si. E a gente faz até um rodízio, quando o Wilson falou de voluntário, às vezes dá briga. Quem vai ajudar hoje o amigo cadeirante? Quem vai levar a bolsa? Quem vai levar para o recreio? Então, assim, eu acredito que a educação, e começando dentro de casa também, a gente precisa educar as crianças e reeducar os adultos a ter um olhar mais empático, a respeitar as diferenças, sejam elas visíveis ou invisíveis, que foi tema também dessa comissão já, porque existem as deficiências invisíveis que as pessoas ignoram também. Então, assim, eu não vou me estender, porque eu acho que a gente já teve uma aula hoje sobre inclusão, mas o mais importante, uma aula sobre ser humano, olhar com um olhar de mudança mesmo. E eu espero que todos nós possamos sair daqui hoje um pouco mais humano com relação ao tema inclusão. Você pode não ter um deficiente na família, mas eu falo que a deficiência não é só no nascimento. Conheço pessoas que, ao longo da vida, por conta de acidente, por conta de doenças, acabaram se tornando deficientes. E aí a gente vê que aquela pessoa, ela estava incluída na sociedade, depois da deficiência, é como se ela não existisse mais. E quanto à acessibilidade, uma roma, já vou deixar aqui, para a gente fiscalizar melhor. Eu recebi uma mulher deficiente, e ela se tornou deficiente, depois de uma tentativa de feminicídio, e eu a trouxe para Campinas para falar sobre o Agosto Lilás, numa ação que a gente estava fazendo de conscientização contra a violência contra a mulher. E aí eu fui levá-la para almoçar e cheguei no restaurante, não tinha acessibilidade. A gente teve que ir para outro lugar, porque não tinha como entrar com a cadeira de rodas dela. É muito triste, porque você vê que existem leis, mas não existe fiscalização, não existe punição. Então, não adianta criar-se leis se a gente não educar as pessoas a respeitá-las e a cumpri-las. Então, eu queria deixar aqui meu imenso agradecimento ao vereador pelo convite, o capitão Tel, que teve que se ausentar, o Wilson pela parceria, e, como que é, Marquinho, vereador Marquinho, O projeto Cuidar... Não, Carlinhos. Carlinhos, desculpa. O projeto Cuidar já tem uma ação, inclusive para levar alunos à casa do Sandré Luiz, e eu deixo aqui o convite para que os vereadores possam nos acompanhar. Muito obrigada. Obrigado. Eu que agradeço sempre a sua presença aqui, sempre falando com propriedade, já tive a honra de participar de eventos seus, que a gente tem bem feito, bastante claros e informativos. Então, eu agradeço a sua presença hoje. Eu gostaria de ver se os vereadores têm alguma pergunta, alguém da mesa, para a Cláudia. Carlinhos, tem? Não, Cláudio, eu só queria agradecer o convite. Com certeza, através da comissão lá, iremos sim. O vereador Marrom, eu sei o compromisso que ele tem com esse tema e com certeza nós vamos sim mais uma vez obrigado você por estar nessa casa aqui e conte comigo também a Cláudia sempre está à disposição já me convida a Cláudia sempre está à disposição tanto as partes jurídicas como os trabalhos sociais que ela desenvolve então a pessoa que sempre está junto com nós aqui nos dando esse suporte aí, que nós só temos a agradecer, claro, a sua presença aqui mais uma vez, muito obrigado mesmo. Você representa para a gente aqui uma pessoa que realmente motiva a gente também, esses trabalhos sociais e de inclusão na nossa sociedade. Muito obrigado mesmo. Muito bonito. E também está conosco aqui a Natália, que é especialista em educação especial e ter experiência dessa luta. Natália, o que você, como professora de educação especial, atuante na educação infantil da rede pública, considera o pilar para que haja educação inclusiva, de fato, nas escolas? Primeiramente, quero cumprimentar a todos da casa. Bom dia. Obrigada, doutor. Vereador Marrom, pelo convite. Pri, obrigada. Cumprimentar o vereador Jorge Jair, desculpa, estamos super boas hoje Super boas com os nomes, é carninha Mas está bom Alguma coisinha tinha a ver com o nome E é uma honra estar aqui e poder falar de educação inclusiva nesta manhã Tão importante com pessoas que antecederam a minha fala Com tanta experiência ter conhecido hoje pessoalmente o Wilson, que já era meu amigo de virtual, que nos conhecemos em uma live, é um prazer conhecê-lo. Logo iremos estar juntos, em uma visita lá na Casa André Luiz, se Deus quiser. E, como professora atuante de uma creche municipal que é conveniada com a Prefeitura de Campinas, eu considero que os pilares precisam ser, primeiramente, antes de tudo, ter a escola como um todo, clara sabedoria e consciência de que a educação é um direito de acesso a todos, sem cor, sem distinção de deficiência ou não. Toda criança tem direito a acesso à educação. E toda criança, toda pessoa aprende. E, puxando o gancho dessa frase, que toda pessoa aprende, cada um aprende com a sua singularidade. Então, nós, como professoras, como agentes, que promovemos a inclusão dentro das escolas, precisamos respeitar a singularidade de cada criança, de cada adulto, porque às vezes pode ser que nós possamos receber um adulto em uma sala de EJA. Então, precisamos respeitar a singularidade de cada uma dessas pessoas. Toda escola precisa estar envolvida nesse processo inclusivo. Essa função não tem que estar a cargo apenas da professora de educação especial, designada a estar com aquela criança, ou a cuidadora que acompanha aquela criança nas suas rotinas do dia a dia. Toda escola, desde o pessoal da limpeza até a diretoria, a coordenação, precisa estar envolvida nesse processo. E, quando eu falo envolvida, não é só nos cuidados, não é só no manejo, não é só no trocar, não é só na alimentação, mas de um modo geral. Toda equipe escolar precisa estar envolvida no processo de inclusão. E precisa haver uma troca de experiência entre professora de educação especial e todo o corpo docente, e formações, e outras coisas que envolvem o dia a dia dessa criança com deficiência dentro da unidade de ensino. Natália, eu só gostaria de fazer uma pergunta para você rápida também. A maior dificuldade hoje é cuidar de caso a caso ou é a falta de profissionais realmente nesta área? Nós temos um número reduzido de profissionais na área. Então, por exemplo, mês de setembro, estamos já caminhando para o final do ano letivo, ainda tem procuras de creches, creches conviniadas, contratando professoras na nossa área. Então, falta profissionais qualificados, porque a prefeitura exige uma experiência mínima de dois anos na área. Então, às vezes até tem o profissional com a formação, mas não tem com as qualificações que a prefeitura exige, que é toda essa experiência, esse número de horas trabalhadas. E eu acho que o mais difícil é isso É ter o profissional com uma formação adequada E não é só estar lá para poder tapar o buraco Do corpo de RH da creche Nós temos que estar lá envolvidos no trabalho De uma forma que venha trazer transformação Para aquele ambiente Para que aconteça de fato a inclusão ali dentro Existem também palestras para os pais Existe esse trabalho de vocês também nas escolas? Em cima de parte psicológica? Eu, na creche onde eu trabalho, eu faço esse trabalho com os pais, que se chama Círculo Acolhedor. É um projeto que eu desenvolvi com o apoio da minha coordenação. A creche onde eu trabalho é lá no Vida Nova. Então, é uma região carente. E eu comecei a desenvolver esse projeto lá com os pais das crianças deficientes, onde esses pais nós tínhamos, antes da pandemia, um encontro mensal. A doutora Cláudia já foi participar de alguns encontros E ali nós tínhamos bate-papos Já levei fonos Fisioterapeutas, fisioterapeutas ocupacionais Psicóloga também Uma psicóloga parceira amiga nossa Também já participou desses encontros Onde ali os pais tinham um espaço de orientação Para poder falar Um de ter troca com o outro das dificuldades que enfrentavam E aí começaram a perceber Que era a mesma dificuldade que o outro pai enfrentava Com o seu filho no dia a dia em um atendimento complementar, ou na rotina, ou no desenvolvimento. Então, para os pais, foi um ano de muita abertura para eles, que eles começaram a entender o trabalho da creche com os seus filhos, o seu posicionamento como família na vida daquelas crianças, e eles tiveram um espaço onde eles foram acolhidos, ouvidos e respeitados, com todas as suas dificuldades, porque a gente acha que não, mas essas famílias trazem uma bagagem difícil. E como a gente pode cobrar que eles cuidam se eles não são cuidados? Então, a gente não pode ter um olhar inclusivo apenas para as crianças, nós precisamos ter esse olhar inclusivo também para as famílias. Então, a ideia da minha ideia com esse projeto, que ele continua mesmo à distância, mas ele continuou nesses quase dois anos de pandemia, é que as famílias estejam, de fato, inclusas no processo junto com seus filhos. Não dá para ser uma coisa separada, porque a família também precisa ser cuidada, a ser olhada, ser respeitada com todas as suas dificuldades. Eles precisam ter esse cuidado também, esse olhar. Sim, Natália. A gente lamenta, porque é um tema que hoje, se deixar também, não está continuado há um tempo, mas o nosso tempo está curto. Aí eu gostaria de saber se algum dos vereadores também, alguém da mesa, gostaria de fazer uma pergunta para a Natália. Só para descontrair, tá? Natasha. Para poder compensar, né? Bem, Ana Télia, não, mas é só para a gente falar, sim, que agradecer ao empenho dos professores, dos educadores. A gente sabe que, quando a gente, a educação, ela tem que vir de casa, geralmente, e as pessoas, eu só queria fazer uma pergunta, as pessoas, geralmente, eles levam, ainda mais você estar lá no Vida Nova, as pessoas, quando elas levam seus filhos para a escola, principalmente quando ele tem algum problema nessa questão, geralmente as professoras são cobradas mais dos pais, tem algum empecilho, porque geralmente você sabe que as escolas, as pessoas ali, eles acham que tem um grau de obrigação de tudo. Vocês são pressionadas nessa questão, não é tranquilo, as mães têm esse entendimento. As famílias e as crianças nos pressionam, não é isso? Sim. Não. Por incrível que pareça, eles pressionam, eles priorizam muito mais o cuidado, o autocuidado com as crianças, do que a parte educacional, a parte de aprendizagem. Então, eles cobram uma troca de fralda, uma alimentação, esse tipo de cuidado. Nos cobrar enquanto escola, se a criança está de fato participando das propostas de vivências dentro da creche, se ela está participando das festas, das comemorações, das atividades propostas, usufruindo de todos os espaços que a escola oferece, por incrível que pareça, a gente não tem essa cobrança. Porque as famílias também têm essa visão de que a escola é só o cuidar. E não é. A escola desenvolve todas as áreas da criança. E com a criança deficiente não seria diferente. Então, quando vem uma cobrança da família, porque ainda é uma visão muito pequena, de que a escola amplia outros adesivos, que não só o cuidado. A educação infantil ainda tem esse mito de que as crianças estão ali apenas para passar algumas horas, que não tem um trabalho sério e efetivo com elas, e não seria diferente com as famílias das pessoas com deficiência. Então, a gente tem uma cobrança mais no cuidado, no cuidado com elas. É justamente nessa pergunta que eu fiz, o vereador Mauro, a gente sabe que as mães, elas levam os filhos para a escola, e como você falou, que tem todo esse procedimento, o dia a dia. Então, a minha pergunta foi mais em cima disso aí. As mães falam assim, os meus filhos estão recebendo aqui atenção, como que é, ou tem um certo preconceito, é tudo nessa questão. Então, eu falo nessa cobrança, porque geralmente os pais jogam a responsabilidade em cima dos elevadores, Entendeu? Aqui tem E é o que nós estávamos falando aqui Que o doutor Wilson falou e que o capitão Tel falou Hoje nós E como Nossa amiga disse Hoje só tem uma lei Que nós deveríamos respeitar Mas a Constituição Ela vem aqui, então vem colocando uma lei Depois coloca uma lei federal Uma estadual, uma municipal E realmente Você disse ali não precisaria tantas leis, mas sim uma lei que todos respeitam e que também seja fiscalizada. Eu acho que é o mais importante. Não adianta uma casa criar várias leis onde dessas não são fiscalizadas. Então, o importante é ter uma que seja bem fiscalizada, que dê todo um amparo legal. Mas obrigado por você estar aqui, Natália, participando desse evento. E, com certeza, se a gente for visitar a Casa André Luiz lá, vamos fazer o convite para ela também. Sim, claro. Eu que agradeço. Então, Carlinhos, você viu, você praticamente fez uma pergunta que tira um pouco das nossas dúvidas, que geralmente é preocupação nossa como legislador aqui da casa, a preocupação seria muito importante, também a sua colocação foi muito importante também, esclarecer. Por isso que eu falo que é um tema que nós vamos ver se nós conseguimos agendar para que a gente trabalhe mais em cima, porque, você viu, é informação. É informação e conscientização. Então, são esses pequenos detalhes que são pequenos, mas são grandes, para que fortaleçam mais ainda esses trabalhos de vocês, que são muito bonitos. Vamos dando continuidade. Agora a gente ouviu a Priscila, uma pessoa com deficiência, que sente na pele todas as dificuldades e preconceitos, porque ainda, infelizmente, existe, como ela, veio o setembro verde, e o que ainda falta para que todos os dias sejam verdes na vida das pessoas com deficiência. Passa a palavra para você, Pri. Bom dia, bom dia a todos, bom dia aos vereadores, à mesa, todo mundo. O Setembro Verde, vamos dizer que ele deveria ser todos os meses, porque a inclusão ainda falta muito no dia a dia. Na verdade, vamos dizer o que a maioria falou, falta informação. Números com pessoas com deficiências são grandes, só que ainda falta a informação. Então, assim como a Cláudia falou, falta rampa, que é uma coisa que está na lei há quanto tempo? Falta uma escola acessível, que está na lei há quanto tempo? Falta, às vezes, nos detalhes. Quantas vezes eu já cheguei em um ambiente que não tinha acessibilidade? Quantas vezes a gente chega em uma escola onde não há informação do que é inclusão. Vamos dizer, uma real inclusão. Porque falar sobre inclusão, vamos dizer, é fácil. Eu posso falar, eu sei tudo de inclusão. Eu não sei tudo de inclusão, eu sou uma pessoa com deficiência, mas, às vezes, eu não sei sobre a inclusão de uma pessoa surda. Não sei. Por incrível que pareça, eu descobri esses dias, Olha só, eu, uma pessoa com deficiência, não sabia que hoje em dia não pode falar mudo surdo. E quantos no dia a dia a gente não fala isso? E não pode. É surdo, é mudo, não é junto. Muitas pessoas não sabem como tratar a pessoa com deficiência para falar. Muitas pessoas falam pessoas especiais, pessoas portadoras de deficiência. Qual é o jeito correto? É pessoa com deficiência. Por quê? Por que muda tanto? Porque primeiro vem a pessoa e depois a deficiência. Muitas pessoas não conseguem enxergar primeiro a pessoa, que essa pessoa tem uma vida, que essa pessoa tem uma família. Não. As pessoas primeiro vão ver. Há deficiência. O que ela... Coitadinha, tadinha. E isso é capacitismo. Muitas pessoas nem sabem o que significa essa palavra. O que é capacitismo? O capacitismo nada mais é que o olhar preconceituoso para a pessoa com deficiência, que todos acham que a pessoa com deficiência não tem capacidade. Envolve em todos os ambientes. Então, ela não tem a capacidade de ter um cargo bom numa empresa por ela ser deficiente. Existem pessoas formadas que não conseguem um cargo, vamos dizer, da altura do que ela se formou, pelo simples fato de ela ser deficiente. Existe Isso já aconteceu comigo Dentro de uma escola Onde a professora Chegou no dia da reunião Ela não tinha me dado nota E eu não tenho Na minha época não existia Professoras de educação especial Então, ela simplesmente falou assim Eu não dei nota para a Priscila porque eu não sei avaliar uma pessoa com deficiência. Eu escrevia, eu participava das aulas. Como ela não soube me avaliar? Então, é algo que a Natália falou que é muito importante. A inclusão não tem que vir só do profissional de educação especial. Todos que são formados, professores, pedagogos, Tem, sim, que aprender a lidar com a inclusão Porque nem até alunos sem deficiência Eles vão ter alguma dificuldade Você vai aprender a lidar com todos os tipos de pessoa E como você não sabe avaliar uma pessoa com deficiência? Eu não tenho uma deficiência intelectual Ela não perguntou para mim como que ela poderia como que, se ela poderia me auxiliar, como que seria? Ela apenas falou. Eu não avaliei por ela ser deficiente. Isso não é uma falta de informação? O quanto as escolas, o quanto o município, o Estado, tudo, procura dar essas informações? Quanto? Quanto as escolas realmente lutam pela inclusão? Porque eu, como pessoa com deficiência, vejo, isso eu já falei e eu repito, para muitos lugares, para o restaurante, para a escola, para o shopping, para o que for. Sabe o que as pessoas com deficiência são no dia a dia das pessoas? Estorvo. É simplesmente isso. As pessoas com deficiência, o que falta? Mais Théo, mais Wilson, mais Natália e mais Cláudia. Pessoas que, às vezes, não têm ninguém com deficiência, mas querem lutar. Tem respeito. Respeito pela pessoa com deficiência. Porque muitas pessoas, como eu falei, olham para mim e o que vê primeiro? Coitadinha, ela é deficiente Mas muitas pessoas não sabem Que eu tenho uma filha Que eu tenho marido Que eu tenho minha casa Que eu já pulei de paraquedas, que era um sonho Que minha família achou uma loucura Como você vai pular de paraquedas? Na praia, nos sentimos Sou uma pessoa que viaja, sou uma pessoa que estuda, sou pedagoga, tenho um projeto com a Natália de aulas online. Então, eu não sou uma coitada por ser uma pessoa com deficiência. E isso tem que ser informado, e isso tem que estar na mídia. E a pessoa com deficiência tem que ser vista como uma pessoa e com um olhar assim. Um dia eu fui em um camping, onde a moça falou assim, eu não tenho banheiro adaptado, porque não costumam pessoas como você frequentar. Na hora, eu fiquei quieta, sem reação. Não tive reação. Passou um pouquinho, eu fui lá e falei para ela assim, olha, eu conheço bastante pessoas com deficiência, e se tivesse adaptação, com certeza eles estariam aqui. Então, não é porque as pessoas com deficiência não querem estar em lugares. Muitas vezes elas não estão por falta de acessibilidade. Por falta, às vezes... E detalhe, gente, a acessibilidade não é só para a pessoa com deficiência. Pensa, uma pessoa com um carrinho de bebê tendo que subir e descer a escada. Um idoso, às vezes você quebrou o pé, machucou. Então, às vezes, não é só a questão da pessoa com deficiência, porque muitas pessoas pensam, mas se eu vou gastar com uma rampa para um cadeirante vir aqui? Não, você vai deixar o seu lugar acessível para as pessoas, qualquer pessoa. Então, falta, falta esse olhar, falta as pessoas verem a inclusão, a inclusão como algo verdadeiro, e não por pena, não por dó, ou por lei, porque muitas pessoas também só pensam assim, Eu vou colocar ali para mim não pagar multa. Eu já fui em uma entrevista de emprego, onde me falaram, pode vir amanhã, porque o fiscal vai estar aqui semana que vem. Ele quis saber quem eu era? Quis saber meu currículo? Não, só não queria pagar multa. Então, se você vê que ainda é uma falta de informação muito grande, E é da mídia. Por quê? A gente não vê o outubro verde. Vamos usar como exemplo. Super apoio, tem que continuar acontecendo. Mas, assim, olha a estrutura de um outubro rosa. Olha a estrutura de um setembro amarelo. É diferente. Existem projetos em cima. E o setembro verde? Pouco se fala, pouco se vê nas escolas Então ainda falta muita, mas muita informação mesmo E eu acho que tem que ser uma luta diária Precisamos falar mais sobre isso Precisamos levar essa causa de mais pessoas Com deficiência e sem, lutando por isso Porque a luta é grande Parabéns aí, Priscila, pelas suas palavras É outro tema também que a gente vai gastar muito tempo O tempo está curto Aí eu gostaria também, os vereadores, alguém da mesa Se tivesse alguma pergunta para a Priscila Não, eu gostei muito do seu depoimento E eu queria saber qual foi a importância da sua família Eu tive uma família, assim, que foi muito presente na minha vida Então, eu não tenho nem palavras para dizer, porque eu tive um pai e uma mãe muito presentes, que estavam ali no meu dia a dia, constantemente. Eu fiquei internada do dia que eu nasci até três meses. Então, meu pai e minha mãe iam todos os dias me ver. Depois foi até uns 10 anos de idade, era, pelo menos, fisioterapia, escola, tudo, vamos dizer, meu tratamento médico era todos os dias. Então, eles tinham que dispor do tempo deles para estar ali com fisioterapia, levar para a escola. Então, assim, eu não tenho nem o que dizer sobre eles, porque realmente... É um suporte, não é? Se eu sou a pessoa que eu sou hoje, é graças a eles, porque eles nunca abriram mão. Eles nunca abriam mão de algum tratamento por qualquer motivo. Então, eles sempre estiveram ali comigo. Do seu lado. Do meu lado. Até nas loucuras. Sempre comigo. Priscila, eu queria que... Você está fazendo até seu pai chorar aí. Que se emocionar, né, Marrom? Mas, queria parabenizar você. Você falou grandes verdades aqui. Eu acho que o que você falou aqui foi essencial. Eu chego até a falar que é um tapa na cara daquelas pessoas que não querem fazer, como você disse. Eu vou fazer porque a lei me obriga, eu vou levar uma multa. Eu vou fazer... Isso que você falou é a realidade de hoje, que nós estamos vivenciando. Cai naquela mesma questão que nós falamos aqui. Existem várias leis, mas nenhuma é fiscalizada. Mas tem uma ali, é fiscalizada, então eu acho que se tiver uma que a gente fala assim, que ela seja mais fiscalizada, nós vamos ter êxito. E também, como o vereador Marrom sempre fala aqui, que ele é bem atuante nessa comissão, eu acho que tem que ter mais divulgações, não era necessário, mas eu acho que tem, se o problema é esse, nós temos. Belegar mais, não é, Carlinhos? É. E eu, esses dias, Priscila, eu estava andando no centro da cidade, na Cônigo Cipião, onde eu vi um cadeirante vindo ali. Cara, impossível passar ali naquela rua, na Cônigo Cipião, com a cadeira de roda. É aqueles paralelipípedes, a calçada, não tem. calçada aqui, uma está arrumada, a outra está desarrumada, cara, como que essa pessoa vai andar naquele local? É uma dificuldade muito grande, eu falo que chega a ser uma falta de respeito, entendeu? Então, mais uma vez aqui, parabenizar você aqui pelas suas falas, pelas suas palavras, e você que não toma cuidado não, viu, que daqui a pouco a vereadora vai ser ela, viu, Marrom? Você já acha que eu não estou com medo, vou deixar ela falar menos? Brincadeira, mas obrigado por ter vindo nessa casa aqui Obrigado vocês todos por ter passado essa explanação aqui para nós Está sendo gravado aí, vai ser passado para grandes outras pessoas Eu acho que esse debate tem que ter mais tempo Que é um tema que requer mais tempo para a gente estar discutindo Apresentando, e tem que ser fomentado nessa casa para que as outras pessoas também espalhem isso aí, e a formiguinha, fazendo aquele trabalho de formiguinha, para que a gente consiga, de uma forma ou de outra, colocar essa inclusão, para que todos tenham essa consciência, para que todos tenham essa determinação que o Léo, o capitão Léo tem aí, o Wilson tem aí com a André, com a instituição deles, que vocês tenham o trabalho de vocês, que a gente traga mais pessoas aí compromissadas e com vontade de estar ajudando. Obrigado a todos vocês por estarem aqui nessa casa hoje. Carlinhos, novamente, agradecer a todos que realmente vieram aqui e dedicaram esse tempo aqui com a gente. todos falaram com muita propriedade as dificuldades cada um dos seus nos seus debates eu acho que você vê a importância que foi hoje de uma reunião muito produtiva é uma reunião assim que trazem debates da gente pensar, né, Carlinhos de ter que o tempo é muito curto mas da gente visitar também entidades e que a gente leve essas pessoas que nós façamos algumas palestras, assembleias nas entidades também, para quem esteja próximo deles, para entender realmente todas as dificuldades, estar ali junto com eles participando, que nem o Luiz convidou a gente para ir até lá. Nós vamos sim, viu? Então, são coisas que motivam, são coisas que realmente fazem a gente dedicar e superar momentos que eu presenciei e presencio. Eu vim de uma filha com deficiência motora, De uma época realmente muito complicada Um casal muito jovem Então eu sei a luta que é E as dificuldades da vida Então eu estou aqui Só tenho a agradecer mesmo A todos que vieram aqui e dedicaram Vereador Carlinhos Vereador Jair da Farmácia Cláudia, Natália, Priscila Sr. Wilson Capitão Theo Foi muito maravilhoso aqui Estar com vocês Gostaria que vocês viessem aqui mais vezes é uma gratidão muito grande eu fico até emocionado às vezes de falar porque eu me emociono muito fácil quando se trata de um trabalho, de uma inclusão social tão maravilhosa que é essa porque eu sei quanto é a dor e a luta para a gente conquistar algumas metas e objetivos e agora, vamos chamar aqui nossa equipe maravilhosa de dança André Luiz, pessoas que eu estou convidado para o aniversário de 15 anos Então eu gostaria Eles vão apresentar para a gente mais uma dança Para nós Obrigado. Obrigada. Obrigada. Legenda Pedro Esteves Tchau. E aí Nega, nega mais, tô precisando falar com você Deixa que digam o que pensem, que falem Deixa isso pra lá, vem pra cá, o que é que tem? Eu não tô fazendo nada, você também Faz mal bater um papo assim gostoso com alguém Deixa que digam o que pensem, que falem Deixa isso pra lá, vem pra cá, o que é que tem? Eu não tô fazendo nada, você também Faz mal bater um papo assim gostoso com alguém Vai, vai por mim Parece que amor é assim Mãozinha com mãozinha pra lá Beijinho, beijinho pra cá Vem balançar, amor é balanceiro, meu bem Só vai no meu balanço quem tem carinho para dar Deixa que digam o que pensem, que falem Deixa isso pra lá, vem pra cá, o que é que tem? Eu não tô fazendo nada, você também Faz uma, bate um papo, assim gostoso como Deixa que digam o que pensem, que falem Deixa isso pra lá, vem pra cá, o que é que tem? Eu não tô fazendo nada, você também Faz uma, bate um papo, diz Vai, vai por mim, balanço de amor é assim Mãozinha com mãozinha pra lá, beijinho com beijinho pra cá Vem balançar, amor é balançar no meu bem Só vai no meu balanço, vem, vem, garoto para dar Tique, tique, penque, pá, deixa isso pra lá Vem pra cá, o que é que tem? Eu não tô fazendo nada, você também Vai já bater um papo assim gostoso com mim Deixa que te ligo, é bem, sei que faz Deixa isso pra lá, vem pra cá, o que é que tem? Se eu não tô fazendo nada, você também Vai já bater um papo, é Vai, vai por mim, balanço de amor é assim Mãozinha com mãozinha pra lá Beijinho com beijinho pra cá, vem Balançar amor é balanceiro, meu bem Só vai no meu balanço quem tem Carinho para trás Para trás Ô nega, eu não tô fazendo nada, nem você Vamos trocar aquela ideia Chega mais, vem na maciota Deixa que a gente se entende Deixa isso pra lá Obrigado. que eu gosto de falar, você é louco, meu, como é que eles dançam. E mais uma surpresa, tinha uma delas que é deficiente auditiva. É para impressionar, não é, gente? Então, parabéns, Wilson, parabéns à equipe de vocês, ao Fernando e ao Tiago, são pessoas maravilhosas, essa equipe grande que eu gostaria que voltasse mais vezes para um evento maior, porque tem muita coisa para a gente falar. E chorar também, não é, Jair? Não é, Carlinhos? Foi uma reunião ótima, excelente. Agradecer aqui ao trabalho e à TV Câmara que teve que aguentar mais 25 minutos nossos, que não é o bom tempo. Agradecer muito a equipe, a equipe de vocês, cerimonial. Muito grato mesmo, porque é muito satisfatório quando está todo mundo feliz, todo mundo sorrindo, e ver que um trabalho realmente é muito sério, o que nós estamos fazendo nessa comissão e nesta casa. Jair, Carlinhos, muito obrigado mesmo, senhor Wilson, muito obrigado, vereador Jair da Farmácia, muito obrigado, Priscila, muito obrigado, Natália, muito obrigado, Cláudia, muito obrigado ao capitão Theo também, que esteve conosco, mas precisou de realmente sair. Meus agradecimentos a todos. Estamos terminando mais uma reunião, a sexta reunião, com pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. O meu muito obrigado às 12 horas e 26 minutos. meu muito agradecimento e saio dessa casa muito feliz mais uma vez meu muito obrigado a todos, valeu, obrigado a todos Carlinhos, né quero agradecer a todos Carlinhos TV Câmara Campinas
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