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Reunião Extra Com Permanente de Defesa dos Direitos da Criança, Adolescente e Juventude
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Reunião Extra Com Permanente de Defesa dos Direitos da Criança, Adolescente e Juventude

7 views Publicado 25/06/2021 HD · 1:57:18

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a TV Câmara Campinas o Olá bom dia estamos ao vivo agora são 10:04 e você vai ver a reunião ordinária da comissão permanente da pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida da câmara acompanha na presidência do vereador marrom Cunha é Oi bom dia Oi bom dia a todos nesse momento aqui a TV Câmara EA todos filhos assistem acompanhando as pelo Facebook YouTube e hoje as 10:04 a comissão as pessoas com deficiência como ligar reduzida 4ª reunião ordinária da comissão das pessoas com deficiência a ser realizada no dia 24 de junho de 2021 quinta-feira em ambiente virtual através do sistema de deliberação remota Oi hoje falta Nossa será a importância da inclusão da pessoa com deficiência na sociedade nós temos também Participação Popular pelo e-mail comunicar comunicação@campinas-sp leg.br WhatsApp 1997 1829 3.776 hoje estão presentes aqui o João Marcelo e dá um projeto de pernas de aluguel Oi Priscila Fernanda pedagoga e Lígia Barbosa psicólogo 1 a Jennifer Ferreira também era convidada teve um probleminha aí não deu para participar com nós hoje nós temos nossos agradecimentos a reunião de vários decorrência realmente nossas dificuldades de inclusão acompanhando escolas acompanhando no dia a dia é na cidade nos bairros e realmente tem muito ainda que melhorar muito mesmo sabendo sim que temos que lutar muito E essa nossa comissão aqui é de uma importância muito grande é uma comissão aqui que foi formado de pessoas realmente vereadores que realmente estão aqui estão trabalhando às vezes um conhecido os horários de participar com a gente aqui mas sempre estão aqui junto nos damos a sugestões é para que a gente possa realmente fazer uma reunião com muita Olá tudo é de importância de uma relevância assim que realmente o que nós estamos tratando aqui hoje quer mexer com a pressão social e que as pessoas com deficiência Então hoje sabendo porque nós que as políticas e as leis tem o se adaptado e sendo mais rigorosas com sua aplicabilidade é a sensibilidade a inclusão social das pessoas com deficiência ainda tem um longo caminho para ser totalmente respeitada ser aplicada mas é preciso ter força e nunca deixar que nossos direitos sejam negligenciados quando Agimos com responsabilidade social todos saem ganhando Então hoje mais ou menos aqui bom tratar temos pessoas aqui realmente uma responsabilidade muito grande com propriedade do que realmente é pessoa que vai tratar o que que o que que realmente nós precisamos ganhar A esse respeito uma comunidade na sociedade em todos os lugares que realmente para que ele se sinta realmente de pessoas que ela me façam parte de toda a sociedade e porque hoje temos vários problemas problemas em Transportes problemas de interagimento problemas e lazer as dificuldades são muito grandes então quando a gente convida as pessoas para que venham aqui para dar seus depoimentos pessoas realmente que falam São pessoas que trabalham com o resto muito a responsabilidade naquele que estão falando então hoje aqui é temos aqui a Priscila Fernanda ela é pedagoga ela é palestrante é uma pessoa assim que tem muita história para contar para a gente tem seus projetos é uma pessoa de 28 anos hoje então ela ela segunda-feira realmente é mas eu sei da importância dela no trabalho que ela tem na sociedade é palestras para que realmente para motivar realmente as pessoas que acho que hoje é nós não podemos se adequar realmente na sociedade então eu gostaria de agradecer aí a Priscila por ter percebido que participar com a gente gostaria de fazer algumas perguntas para elas e para aberto também o público tá é muito bom dia Priscila E aí E aí Oi bom dia Olá tudo bem Priscila Muito obrigado aí já está participando com a gente na quarta sessão Nossa ordinária aí você já participou da primeira é um prazer novamente você tá aqui responder porque realmente é são em casa você é uma coisa que você possa falar para gente você possa realmente levar essa sua experiência de vida do que você passou as dificuldades os problemas psicológicos que realmente não só não são só dos Pais ali nós sabemos também que realmente é os pais sofrem com os filhos e os filhos sofrem com os pais então a gente vai sair você colocar Socorro a gente nunca vai ser um texto eu vou te fazer algumas perguntas e você pode estar respondendo a empresa Passa nos realmente não dá esse apoio e que possa realmente está receita nossa a próxima unidade 1 e como como a pessoa com deficiência e pedagoga qual a importância de uma educação inclusiva a bisa primeira infância bom então a educação do Viva ela importante porque a criança é é como uma uma esposa então tu não quer gente passa para ela ela ela objeto parece que se a palavra ela Ela gruda que eu não então a gente tem que passar para ela que a diversidade a inclusão é muito importante com vergonha com pessoas diferentes é importante não se dizer que a inclusão não é só voltada para pessoas com deficiência a inclusão é tudo que envolve a massa a pessoa com deficiência gênero então a criança até e aprender a lidar com essa de ver Oi e a pessoa com deficiência status primeiro bom então a criança hoje a gente observa que o preconceito ele vem muito do adulto um impacto muito grande Pois então eu não sei os momentos que ela convive com pessoas diferentes dela ela vai aprender a respeitar ela vai aprender que ela tem a pergunta Vão falar da pessoa com deficiência que ela é capaz mesmo ela sempre diferente mesmo ela tem um suas Lucas ções ela é capaz a educação inclusiva ela não é tão revoltada só pré-escola como muitos benção com a responsabilidade da educação inclusiva ela somente na escola não a educação inclusiva ela também vem na família a família tem o dever de ensinar as crianças a respeitar o próximo bom então quando pensamos assim na escola vamos agora tentar no sentido escola a escola ela tem o dever de ensinar a diversidade na respeitar as pessoas com deficiência ensinar é contar mesmo projeto dentro da escola lutar é eu mais gostei no meu estado na escola aonde o ela todo dia toda semana na verdade um aluno com deficiência tinha um monitor uma pessoa que ajudava ela não é uma pessoa pena e era dividido em equipe era dividido por semana então ó gostei vai jogar vamo colocar aqui o Joãozinho tal dia você vai me dar o joãozinho tá o dia você vai ajudar de tal forma me chama de ensinar a criança também atende empatia a ensinar ela a que o outro precisa deles de ajuda e que isso não é um problema eu já passei por princípio a those palestra em escolas onde uma criança a gente fez uma roda conversamos sobre o bullying é um conceito final Qual é a criança chegou e falou assim filha a minha mãe falou que não era para eu ajudar amiguinha na sala tinha uma lá uma criança com síndrome de Down e ela pegou e falou assim ela falou que não era para eu ajudar porque é perca de tempo e o que você fala para pensar e pelo que essa criança vai trazer ela vai carregar com ela entendeu o que é ajudar não importa é uma perca de tempo eu já escutei Prado e soro uma vez no shopping e o eu estava caminhando eu estava de muletas e a luzinha parou e perguntou se você quer a mãe simplesmente pegou no braço da Criança e Como assim então bora você quer pegar você quer ficar assim o lançamento ações que a criança carrega ela vai carregando o preconceito muito grande aprendendo a não respeitar aprendendo que a pessoa com deficiência ou nada né é muito rapaz e tive que as pessoas tratam a pessoa com deficiência eu digo o adulto ele está muitas vezes Holanda bom então quando você pega ensina as crianças que respeitar a pessoa com deficiência que as pessoas com deficiência Às vezes tem alguma dificuldade mas consegue desenvolver a atividade que a pessoa tem algumas preciso de uma ajuda mas ela consegue fazer a criança respeitando as pessoas respeitando as diferenças isso traz até o impacto porque a gente pega essa ser a criança André e quais as consequências outros meios e a pessoa com deficiência EA criança ela vai crescer ela vai trabalhar por list a lei de cotas então a culpa Impacto que traga essa pessoa se um dia essa criança que escutou não perde eu tenho uma pessoa com eficiente se ela vir aqui por de uma roupa o que que ela vai contar da Lei ela vai pensar meu Deus estorvo para minha empresa muitas pessoas com deficientes são vistas como stor como eu tô essa pessoa tá aqui só para trabalhar então quando ela já cresce aprendendo lidam com a pessoa com deficiência me dando pó o diferente elas são pensamento diferente ela pode parar ela pode pensar e o que ela se ela for um gestor que que eu vou precisar eu posso incluir a pessoa com deficiência o respeito por outros meios a gente vê hoje tem muitas as pessoas acabam que crescendo e segregando então existe muito grupos isso é no meio das pessoas com deficiência onde elas e grega ela ela pensa ser a eu sou uma mesa no meio da pessoa com deficiência ou daquele e-mail daquela Depois tenta aí eu estava muito tensa bíblica então eu vou ficar só quem nasce em ou a pessoa e ela esquece então a gente tem o que é a existir um cuidado deficiência existe a gente precisa interagir então a pessoa criança isso o projeto alguma coisa mesmo voltado para todo mundo cima do que eu apenas uma causa o senhor o lobo segregação também porque é um lugar ela tem que saber que ela vai lhe dar pô a criança que tem dificuldade de aprender Ah e não tem nenhuma deficiência aí eu já criança não tem ela só tempo alguma frango e existe vá as formas de aprender as as pessoas peça que é só aquela questão de chegar lá na loja escrever e a pessoa aprende não é não e é nessa questão que Acaba atrapalhando porque a a pessoa Professor ela chega ela apenas aplicar pela pensa assim uma RN não entendeu porque aquele tem mais facilidade de a converter outra maneira de outros ainda pouco discutido isso é muito importante Então a primeira infância ela tem que ser construída é com muita com um olhar muito diferente e tem que ter aquele olhar da diversidade aquela celular da inclusão uma criança ser entendendo o que a pessoa uma deficiência é capa porque aquela triângulo vai crescer ela vai trabalhar ela lhe dar o bar hoje que maravilha Priscila é em cima disso ele eu gostaria de fazer uma pergunta também assim é mais um particular seu é lá a sua infância adolescência Juventude é você falou para mim que você tem várias cirurgias né e outras coisas também é você usou cadeira de roda até os 12 anos então é o quanto que foi assim a qual foi a maior dificuldade dificuldade você sentiu que teve depressão você se tentou se Se fugir dessa realidade dele das pessoas com deficiência Como foi seu relacionamento é com seus pais nessa forma como que você agiu e superação quando você pode acontecer uma cadeira de roda você Teve crises como que foi essa fase de transição na sua vida e é fama fase assim realmente que eu tive depressão até porque foi no momento em que eu vou montando né para o assunto escola né porque eu tava sofrendo bullying na escola O médico me deu o som Priscila vamos treinar para sair da cadeira de rodas e eu não queria na verdade eu não queria porque eu tinha vergonha eu pensava assim eu já todo mundo já melhora já traz Aquele olhar carregado de Crepom state Imagina eu andando de mulher as pessoas vão me desligar ele já dessa depressão é o brinco eu tive que fazer uma cirurgia agora uma coluna aonde eu corria né risco de realmente não consegui o dado eu faço o colégio falou que eu poderia dar um carregou o peso muito maior ele aqui eu sempre fui uma criança muito feliz que eu não enxergava eu não consigo um preconceito é a minha família sempre me aceitou de braços abertos então não Sofia preconceito dentro da família eu não comprei o preconceito na escola e com 12 anos foi nessa paga assim gente tudo descoberta tudo é novidade foi onde começou o bullying começou a depressão e de alguma forma sempre na família toda é porque eu não queria mais tratamento eu não queria mais ir para escola eu queria ter ido ontem senhor que você quer que eu vou correta então processo sim bem complicado assim que eu passei por essa cirurgia foi uma cirurgia de 7:00 comprotec bem bem complicado bem vamos ver o um dos mais intensos da minha vida né então quando eu me vi ali que eu parei respirei e passei aquela cirurgia passou um tempo ela teve um dia que eu falei que não importava não importava o jeito que as pessoas iam me olhar e eu ia conseguir sair da cadeira de rodas ia dar um passo com o espaço e quando eu tentei eu consegui depois que eu tomei assim a melhor decisão vamos dizer assim também porque foi quando eu parei para pensar eu pensei assim e ela vai estar comigo até o quanto eu te amei deficiência vai estar comigo mas como eu quero ver nós vamos fazer para lembrar vida então foi aí vamos ver o clipe né E aonde é o comecei a agir conforme eu achava melhor então ali logicamente Qual foi da minha mãe e meu para da minha família sempre teve ali e assim eu acho importante por isso que a gente fala e eu até moro é a família dela com alguma pessoa com deficiência e ela consegue ver a eficiência não como um problema ela tem acrescentar abrigar a família aqui não convidei ninguém com deficiência para a pessoa com deficiência é uma pessoa e no última uma pessoa que que não não merece às vezes um dia que não merece respeito mas não merece oportunidades nem dão oportunidade o campo esse apoio que eu tive de família depois de amigos eu te vi quando eu decidi sair da cadeira de rodas eu saio da escola sofrer Bullying em Fui para uma outra escola onde fica muito bem recebida e também a minhas atitudes mudou eu mudei eu cheguei lá buscar decidida que eu estava ali em qualquer outro aluno e não como a Priscila que têm deficiência que é uma pessoa muito extensa não eu cheguei ali eu mostrei eu era muito tímida Neca quando você era chamada sanpaku Priscila eu já tava vermelha estão tinta eu era então hoje tá aqui hoje trabalhar com palestra é assim uma das coisas mais maravilhosas porque eu lhe dei os meus maiores medos quer falar por muito tempo eu escondi lá de tendência eu te responder porque eu Se alguém perguntar se alguém disse nas redes sociais não era Priscila que tinha absence É Só mostrava meu rosto Nunca na segunda tendência Então quando você e fala não eu vou lugar eu preciso ia ter as pessoas precisam disso Tumblr então a vida assim muda muito e vamos dizer essa o que ele dar um tudo isso não é fácil mas é um Oi tudo bem Você fala uma palavra aí quando quer a gente consegue quanto é que você realmente livre quando vou que você começou a criar melhor ajudar a tela de gravidez as complicações tudo você foi corajosa hoje você tem uma uma filhinha aí para fazer 4 anos que que mudou na sua vida tudo essa porque você planejou eu não tenho tudo planejado na sua vida quando você realmente Vivo que você realmente é que você sentiu quando você pegou sua filha primeira vez o colo determinação O que você pensou na hora o que que realmente você agradeceu você foi superação ela aí você esperava tanto para nós ver esse momento e a foi assim não foi muito não semana surpresa vai é isso era um sonho ao mesmo tempo que um sonho o medo né porque eu sabia que eu poderia ter filho mas eu tinha aquele receio assim como seria é eu pergunta que eu fui via terá que eu vou conseguir cuidar será como que vai ser banana ser alguma deficiência e são questionamentos também muitas pessoas me fizeram é tão medo é passou vamos dizer quando eu vi ela ali ela nasceu quando eu olhei o prédio Nossa eu cumprida por mais uma vitória não é a vida e a Lorena ela foi quando Descobri a gravidez muito esperado no grupo desejada e eu não tenho uma explicação e lidar com isso também porque como como eu falei isso muito questionamentos né sobre a deficiência Galeria Nacional de Ciência menino pneumonias você conseguiria cuidar Ou não então é movimentação lá vai conseguir no By então assim são coisas que na realidade sexual pobre Depois que nasce a gente só consegue descobrir depois né aqui na Itália foi assim momento incrível porque a gente cobra-se um amor pé é muito bem Eu também gostaria de agradecer aqui a Margaret chefe de gabinete da vereadora Débora Palermo Muito obrigado pela presença e tá participando com a gente aqui então preciso a gente só tem agradecer e as suas palavras é comove a gente sabe E também assim no mercado de trabalho qual foi a sua maior dificuldade o que que realmente melhorar é nós sabemos assim você que você explicasse também como você é estudou conferir na área existe alguma diferença quando você é uma empresa vai te contratar na cota Mas venha pro sabemos que existe vários tipos de deficiência né Por exemplo você acha que existe uma diferença entre é um cadeirante escutar com quem não é cadeirante se acha que existe uma dificuldade a empresa com que a empresa enxerga nessa fórmula variação da empresa será que um cadeirante pode dar mais problema lá mas será que ia aí E se ele for realmente mais capacitado profissionalmente O que que você sentiu que você é a sua experiência Você já fez pesquisa sobre isso existe uma diferença na hora da contratação no mercado de trabalho não existe existiu o apenas na verdade três por cento das pessoas com deficiência estão no mercado de trabalho por e os motivos por diversos motivos e uma delas realmente é a questão do capacitismo porque as pessoas com deficiência elas precisam Às vezes precisa ver ele não elas precisam ter uma empresa acessível A empresa ela não quer quer ser aferida então o que que ela faz se ela tiver oportunidade para tratar uma pessoa com uma deficiência leve há entre ela ter que adaptar empresa dela o pé fazer a possibilidade o que que ela vai fazer ela vai parar deficiência Alegre onde é que ela não tem que adaptar banheiro aonde ela não tem o que fazer a rampa então a empresa ainda tem o olhar para pessoa com deficiência ela cumprir a costa não é na Muda o tempo que ela quer incluir a pessoa com deficiência no mercado de trabalho ela apenas quer fazer valer a lei se não ela vai ele não sabe apertando deficiência muitas vezes empresas elas sofrem preconceito ela não é valorizada gosto de você perguntou é uma uma realidade que a pessoa com deficiência Vocês tiveram uma pessoa com deficiência Alegre e uma pessoa e o álbum presa o rico a pessoa cadeirante em Pecado ela tem faculdade em pó e tem até o tente Alegre às vezes o currículo mediana quem será contratado Ah entendeu é a pessoa muitas vezes com deficiência leve não são todas as empresas vemos empresas que contratam pessoas que adaptar pouco fazer tudo que deve realmente traz mesmo que você é uma verdadeira mas muitas empresas isso aconteceu comigo cheguei numa empresa fui fazer uma entrevista a moça virou e falou assim você está contratada porque o fiscal vai vir aqui essa semana que vem se você não tiver que eu vou pagar multa Ah então você é bebê o nível que chega às empresas a pessoa urgência ela muitas vezes quando ela tem a oportunidade de estudar ela realmente ela quer uma vaga ou de qualquer outra pessoa e muitas pessoas que tem dentro da empresa não consegue subir digitar eu não tenho oportunidade de trazer algumas e o detalhe muita das vagas para as pessoas com ele esteja não são vagas de nível superior é auxiliar é besta bom então Hahaha distintas para as pessoas conversa vêm não são um salário alto e muitas pessoas com deficiência também não trabalha porque tem medo de perder as o benefício medos então outro detalhe e o transporte e muitas pessoas em multideficiência deixa de trabalhar por falta de transporte escrever por falta de um ônibus e o destino do carro da pai mas se ainda tem muitas dificuldades em relação ao trabalho e eu já usei o carro da pai para trabalho e é uma questão assim muito complicada porque a pessoa com deficiência já enfrenta tudo das coisas e quando nós chegar no mercado de trabalho ela ainda tem que lidar com mais um monte Então Aline para ele ela tinha que parar de ver a pessoa com deficiência como a como só a Copa uma cota e Sou formada em pedagogia E aí eu vou lá para trabalhar chego lá a não ser que o auxiliar a gente partícula podemos por uma pedagoga com deficiência seu pai doente bom então existe como eu falei existe empresas e da profundidade existe empresas que coloca pessoa lá e pesa né Então as empresas ela tem que ter um olhar diferenciado a pessoa comer nessa e ela dando tudo acessibilidade para pessoas com deficiência ela vai desenvolver o seu trabalho o Uber Então o que acontece é falta de sensibilidade nas empresas aí pega e fala ah mas o deficiente não consegui a pessoa com dor de dente não conseguiu desenvolver mas não é que ela não conseguiu envolver ela não tinha sensibilidade que ela precisa eu já trabalhei uma vez e me colocaram para trabalhar para não presto comer um hospital e de tarde deficiência de boleto não consigo carregar nada para nem executar meu trabalho Eu precisaria carregar pronto whats Ah entendi de alguém tome tempo para mim primeiro como que eu como pessoa porque eu não consegui executar meu trabalho sozinha bom e quando o gestor não é preparado para lidar com essa situação quando cheguei aqui em cone eu não tô conseguindo eu acho melhor eu mudar de função eu escutei um E você tá reclamando do que se você as pessoas não te ajuda não estão te ajudando bom e foi uma situação que na época eu acabei pedindo demissão é porque eu não eu não consegui lidar com aquilo na época bem é porque se eu tiver o trabalho preparado para minha deficiência assim como eu já tive eu consegui executá-lo bom então ali não era porque o Wesley safa e eu não é o cá para realizar outras tarefas eu tava ali impossibilitar de fazer aquela né esse olhar diferenciado que as empresas precisam ter por isso super importante aprender a lidar com a pessoa comer ciência desde criança por ela ter essa visão ela tem que ter empatia e não é mas é um assunto assim que leva muito tempo que é muita coisa mas ainda assim o o trabalho ainda para a pessoa com deficiência lei de cotas tudo ainda traz muitas discussões e preciso sim de mudar precisa de mais pessoas Preparadas Olá tudo bem Priscila falou que não sou propriedade é realmente a gente sabe das dificuldades mas o seu ponto de vista é o que que falta é o apoio do governo federal do Rei Estadual do município e as empresas as empresas têm esse tipo de apoio para que realmente aos postos é sabemos que é caro sabendo que tudo hoje também as empresas também os cursos novos impostos hoje são muitos caros também para que elas também possa desenvolver e junto é tudo em processo nós sempre que pensar também assim né em todas as suas dificuldades então na sua visão é você explicou que realmente as empresas é não estão realmente Preparadas para pessoas com deficiência depende o seu nível ideal Mas é você acha que esse problema só da empresa ou também é do governo se tem Existe uma forma de melhorar isso na no seu entender então eu vou ter que você parasse assim eu fiquei igual amor o que que realmente poderia fazer a diferença nas empresas Porque existe o equilíbrio eles calculam gastos que vai ter com a ser uma pessoa que possibilidade você eu deveria de alternativas pagamento para que essas empresas 10 vezes é incentivos é como dizem incentivos para as empresas que realmente vice ver nesse as pessoas daqui se ele realmente no mercado trabalho de uma outra visão O que que você você poderia falar para gente passa a diferença as maior dificuldade mesmo É sim porque na verdade uma lei foi aprovada a Lei de cotas mas ela só foi aprovada é o apenas para ir e ela não trouxe com ela este sonho não trouxe com ela algum não vou dizer o benefício Mas alguma ajuda não ela pernas Foi ali colocada para as empresas como preto senão vai peluda sem nenhum preparo não tem nenhum preparo isso não é falta leis falta é alternativas para conseguir favorecer porque a as empresas como você falou elas falam já eu acredito que ter algum trabalho referente à como a gente desconta no Imposto de Renda doação para onde pros por ser tem alguma coisa voltada para pessoa com deficiência na empresa ser uma empresa acessível Eu Acredito sim que falta falta falta essa questão porque não depende como o somente da empresa as empresas ela Elas têm braços muito alto muitas coisas só que a sensibilidade ela tem que ser vista na verdade para todos porque a sensibilidade ao invés é para se você tem um hotel Moisés Neto você tem que pensar na possibilidade também para o seu cliente se você tem uma empresa às vezes um degrau alguma coisa que ali pode atrapalhar pode causar um acidente uma pessoa sem deficiência então quando a gente pensa nessa possibilidade muitas vezes a gente volta muito para pessoa com deficiência acessibilidade na verdade ela vai para o idoso isso vai para comprar uma pessoa Às vezes alguma alguma coisa por então mesmo assim a gente volta muito para para para pessoa com deficiência habilidade ela tem uma mulher grávida uma pessoa que ela está com carrinho entendeu então a questão da sensibilidade é para é um gasto O Elo que der merece na verdade ela merece ser vista de criar a lei não tem mais de seu folclore e mundo porque até levar a sérias empresa querer investir em acessibilidade né dois Essa é uma das férias é exatamente o que às vezes a gente só cobra cobra às vezes também nós temos que ver os dois lados que realmente se torna um grupo o que realmente faça realmente acontecer tudo isso aí você é mais uma pergunta para você você poderia pegar para gente o que é capacitismo e o que foi o motivo Ele é um vamos dizer assim ele é uma bandeira das pessoas com deficiência assim como existir o racismo a homofobia o capacete ZTA ele é um o tipo de preconceito contra a pessoa com deficiência ele é muito usado hoje em dia no lugar da palavra preconceito a gente diz a pessoa tem capacete como ela é bem voltada para a questão das empresas que esta questão da capacidade das falas das pessoas é as pessoas com deficiência elas perguntas vezes sem perceber as pessoas infantilizam a pessoa com deficiência então capacete ciclismo tela cheia e falaram que não rendinha fala como se tivesse falando com uma criancinha Ai que fofinha frase o petista são como a gente fala isso diariamente as pessoas falam isso naturalmente e Mas é uma frase para bastante Isto é quando a gente fala assim vai lá buscar você você não é aleijada Isso é uma prática Batista é Nossa parece que você tem Down Parece é só Essas pragas são frases capacetes atitude do cantor cientistas são quando você às vezes não dá alguma tarefa para uma vez só com deficiência sem perguntar se ela consegue ou não é de você apenas julga você apenas olha e fala a resistência ela não vai conseguir fazer isso as vezes ela não conhece a capacidade da pessoa com deficiência o capacete União precisaria uma laje inteira só um tô falando sobre o capacete SMU mas resumindo é hoje é a bandeira das pessoas com deficiência é a luta da pessoa com deficiência para ser vista diferente ser vista como pessoa primeira pessoa e depois da deficiência de beleza Priscila Muito obrigado aí tá é por suas palavras foi um prazer estar aqui com nós Contando um pouco da história de vida tirando algumas dúvidas para gente gostaria que você participasse mais eles junto nós tá E aqui quem está vendo aqui se consegue fazer uma pergunta para Priscila pode falar E aí E aí Oi bom dia Margareth tudo bem como é que você tá beleza tchau a magnífica ativar seu som e a bom dia bom dia Vereador Bom dia Priscila gostei muito da sua fala não e eu gostaria de saber o que você acha enquanto pedagogo manda essa questão de de a gente iniciar essa conscientização né tratar a igualdade desde pequeno logo na infância na primeira infância a importância de a gente orientai a criar uma nova geração um pensamento diferente para as a deficiência Oi bom dia Margareth a né então a gente precisa sim lidar quando a consciência beijo conhece é uma colega Como assim as crianças elas são com mais longe é OBS sábio tudo que a gente tudo que a gente faz nossas atitudes Então quando você faça com a criança que ela ela ela tem a a exclusão na escola dentro da família ela cresce ela cresce já sabe me dar ela cresce com fatia ela cresce entendendo que a pessoa com deficiência não é o capaz ela tá assim é de fundamento é a centum da mental e na lâmpada o tempo ele vem com a inclusão de forma leve no dia a dia quando você coloca é situações ou crianças lhe deu uma deficiência ou qualquer diferença no dia a dia delas elas aprendem a lidar assim muito longe então é colocando montando o projeto montanhismo Canas é só um trabalho e eu faço um pouco palestra com as crianças têm muito legal a de discutir colocar no lugar do outro então a gente vai muda a gente uma criança com deficiência e bença como é que fazer alguma outra coisa e a criança sem a gente vendo o olho a gente e brinca com ela numa rodas mostra a importância de se alimentar de tarde o verbo outro então a antologia cresce de uma maneira diferente de um olhar diferente para para deficiência e para qualquer outra diferença então é siga o bem a inclusão primeira infância é uma é ouvir a a é muito bem até tem mais alguma pergunta E aí e vamos dar continuidade estamos aqui também com o João Marcelo né João Marcelo tudo bem beleza Muito obrigado aí pela pela participação aí conversando você tomar um seu tempo aí né João Mas para que você viesse aqui realmente participar da nossa comissão uma começou a importante aí em cima dos seus projetos também né então hoje o seu problema Apenas de aluguel tudo bem João como é que você tá maravilha Bom dia e Vereador marrom Bom dia Priscila Bom dia Margareth Bom dia Lígia pessoal da câmara é bom né falar disso né talvez a gente conversar um pouquinho esparecer um pouquinho nosso tão importante né Que dia a dia a mais essas pessoas e somente eu gosto dessa palavra para que a pessoa ela pode ter uma deficiência visual que você bate o olho e ver ou como uma minha outra vez como da Débora ou cômoda da Margarete uma deficiência que a gente não vê né que às vezes grita mais os olhos do que uma deficiência visível né o ser humano é um ser muito complicado né merece nos estudos Além Do Normal Então é eu gosto de disso né a deficiência física é claro que você vê EA deficiência de um ser humano que aquela que você não vê que às vezes até mais graves né é muito bem o João assim eu gostaria assim também o quê que levou a você a e esse projeto que que incentivou é que você realmente juntou as pessoas você toma silence ativa você juntou um grupo de pessoas porque envolve vários tipos de pessoas né tanto deficiência como são que não têm deficiência né então quê que realmente assim tive o que impulsionou a você a mais um projeto assim que eu entre o link dessa bonito e eu sei também nós dificuldades sua também que não é fácil ele se vê o que o levou a Priscila que tudo parece ser novamente no projeto domingo maravilhoso existe as barreiras né então consegue contato com a gente aí essa história que realmente eu desse projeto que eu acho que eu achei um produto muito lindo interessantes pertenceu antes de praticar a corrida de rua né sempre em Campinas competições desse nível né E sempre nas nas corridas eu vim um senhor o senhor não né nossa cidade das 50 anos ele amputado da perna bem bem na parte superior né um rio correndo passava sem perto dele toda vez ele tava nessa corrida né não é possível né como que pode um dia eu parei para Sim qual o seu nome família da Lari até hoje ele corre e aquele aqui não me gritou né poxa Que bacana né uma pessoa tanta eu fiquei muito tempo marrom sedentário né em casas sem fazer exercício né Isso me gritou os olhos pelo Poxa Olha que coisa bacana né que quem incentivo que é uma hora de incentivo que isso bom fiz ficou na minha cabeça aí um dia eu vi um vídeo na redes sociais de um pessoal quatro cinco pessoal correndo num triciclo junto com a pessoa com deficiência é nós que tá Entre em contato e era o pernas e aluguel parece aluguel tem três cidades né Belo Horizonte São Paulo e Campinas e essa pessoa de São Paulo eu falei assim nome é duas sair do adorei isso cara vamos fazer pra Campinas isso que maravilha que não Que bacana né bom há muito tempo e eu não tinha nenhuma referência com a pessoa com deficiência não tenho familiar com um beijo ciência dos meus amigos não tem nenhuma deficiência volta a falar aquela deficiência aparente né não tem não sei Poxa que que eu vou fazer aí entra em contato com a casa da criança paralítica não sei se todos conhecem e é uma instituição com 64 anos já em Campinas é assistir mais de 350 pessoas jovens e adolescentes com deficiência né eu vou me engajar né você voluntário para mim saber né eu não vou tá relacionando com pessoas com deficiência em saber nada né então eu fiquei como seis meses como voluntário na casa da criança paralítica até hoje só sou voluntário da casa da criança paralítica Gosto muito é uma instituição que eu tenho muito muito apego né até mesmo o sono quando falo da ccp e bom então tava tudo feito né eu eu já tive o o pessoal corredor eu já tinha os P CDs que era da casa da criança paralítica nós conseguimos triciclos três ou quatro triciclos irei sim aí começamos nas corridas né aí marrom começamos em 2014 e fizemos duas corridas E aí ele foi e aí foi foi foi e hoje o projeto cresceu de uma forma que não é só corridas de rua né É várias coisas que que o a corrida de rua é só a pontinha do iceberg né então dentro da corrida de rua se faz várias coisas né inclusão que nem a Priscila falou né aí ela é palestrante então além da Priscila ser palestrante ela é vamos ver ela é pessoa que tá ali é com a mão Dirigindo né quer dizer ela é autora daquilo e quando você coloca uma pessoa numa corrida de rua e é autora daquilo ela é a parte principal do espetáculo vamos dizer assim né não é porque você entrar no restaurante Você sempre olhado de lado não você protagonista do negócio a palestrante A Priscila é botar agonista o cadeirante que está sendo empurrado e aplaudido por aquele por aquele pessoal ele é protagonista que é uma outra coisa diferente né bom então é isso que é bem bacana E além está convivendo com pessoas é ditas sem deficiência né então geralmente as relações de uma pessoa com deficiência quem é É o vizinho que nem sempre vai nos aniversários é a família é o priminho só que é um priminho quando tem 18 anos vai embora e pior marrom na família o pai e a mãe Geralmente quem sai fora o pai então fica a mãe com aquela pessoa com deficiência a mãe não podemos fazer nada e se dedicar aquela pessoa com deficiência então no ambiente do pernas de aluguel ele está convivendo com várias pessoas o que brincam com eles que interagem com essa pessoa ele tem um grupo de amigos ele pode ficar conversando no WhatsApp com essas pessoas então ele se sente é uma coisa muito além da corrida né Eu acho que é esse que é o Iceberg que fica embaixo do do mar que a gente não enxerga do pernas de aluguel né você vê na corrida Ai que legal olha Bruna aplaude no isso isso não é marrom isso não é nada o que vem por trás é muito é muito legal que nem por exemplo no domingo a gente tem treinos né uma das dezoito horas 12 horas a gente tem treinos na lagoa Poxa mãe pode levar filho o filho ou a filha deficiente e ela dá uma volta na lagoa esquecendo um pouco entre aspas daquele dá pra criança que ela tem que cuidar todo dia de manhã à tarde não é o momento da mãe ela vai tomar café faz uma ou duas caminhadas na lagoa ela que se esquece um pouquinho os problemas né e cuida um pouquinho dela então é uma eu tenho muito orgulho marrom Me desculpa pessoal mas ele tem muito orgulho desse projeto porque ele engloba tudo mesmo todo mesmo não sei se tem alguma alguma te ó talvez a Priscila também Saiu um pouco disso é importante após a a parte médica né os cuidados médicos essa pessoa com deficiência ter um momento de lazer é só fisioterapia médico dentista já terapias médico dentista não ela tem tempo de lazer é que tem um tempo para descansar não adianta nada fazer uma fisioterapia tal e aí né eu psicológico né então é isso desculpa me alongar muito é que eu me importa não seu templo o João aqui Aqui você pode falar que pode desabafar que a gente vai fazer perguntas para você né quando vocês bem um projeto eu sei que até para falar emotiva é você fica emotivo mas isso faz parte porque o projeto que você fez com o coração você não fez Pula Para o interesse para se valorizar você sentir na pele a dificuldade Então quando você viu aquilo que você contou no começo aí então eu acho tão é maravilhoso quando você escuta a pessoa falar e fica motivo porque certo que o coração tá falando porque isso é puro sentimento então aqui nós é para isso mesmo é para desabafar vamos fazer mais uma pergunta você também assim e todos seus projetos qual a sua maior dificuldade é como que você como que funciona esse o sistema aí por exemplo existe uma idade para participar tem que se pagar alguma taxa e tem pessoas que te apoiam que financeiramente como que você pegar para você tá precisando de ligou aprovação de um projeto Então você explicasse para nós aí para que as pessoas estamos assistindo também né e possa entender para desligar na lagoa a participar né que possa lá entendeu o projeto se eu que vocês têm lá eu acho que nós levanta muito grande então você que faz para nós aí sobre isso é bom marrom eu acho que ao a grande batalha que a gente enfrenta é enfrentar o ser humano Esse é grande batalha né Eu acho que o ser humano ele sente racional e às vezes eu acho que devia ser ao contrário né você me manda de tem que trabalhar com mais que o coração e menos o racional né então é vivendo em só quase 10 mil voluntários marrom então São pessoas que pensam diferente administrar tudo isso é muito complicado né lhe dá uma mãe de uma pessoa com deficiência é bem complicado também né É então por exemplo é muito difícil você mostrar para mãe que é importante tirar Aquele filho do armário é né Elas insistem em colocar uma pessoa com deficiência no uma uma bolha de proteção né então é o que isso é um grandinho é uma grande barreira para gente né né fazer com que a mãe liberta esse filho Poxa os grandes artistas os grandes cientistas do mundo Eram todos com deficiências visíveis né grandes pintores né pessoal daí da da de tecnologia Então por que não dá essa oportunidade né para esse filho então é isso é uma grande é uma grande dificuldade né a prefeitura nos do um espaço lá que antes era quatro metros quadrados lá tinha banheiro guardar os triciclos tinha a cozinha aí gente criou o bem bacana tem um banheiro adaptado né Tem uma cozinha para eles têm um espaço né para para eles é o parece que é bacana que os organizadores de corrida eles nos nos atendem bem né mas foi meio a force fiz isso ele não é bem legal ter 100 pessoas com 40 volumes cadeirantes empurrando atrapalha a corrida e como atrapalha no restaurante que eu falei no começo mas eles tiveram que nos aturar estiveram que nos aguentar bom então é isso que a gente tem que fazer né mas a gente fica muito esperando que a o governo o município ou estado não tem que ir tem que no restaurante está sendo mal atendida reclamar com essas coisas que eu acho que a pessoa com deficiência devia ter né em outra coisa em relação a uma governamental fosse uma pessoa com deficiência ela elerj já gera temos várias pessoas né se eu não me engano acho que a vice-governador ela é ela ela e parece que tem um carro para você então quer dizer é isso que se deve-se fazer né a gente vai buscando alguma coisa né marrom esquentar é a ter uma pele que já faz não é um tempo que eu fiquei de fruta para aquela seja entrada em Pauta né que nós corredores a gente não vai correr pra correr a gente vai correr Abrir prol de uma coisa de uma causa maior Então não é justo a gente pagar a mesma coisa que tinha que uma pessoa dita normal né e não é e não é bacana também uma pessoa com deficiência pagar 50 por cento né porque ela não tá tá correndo tá mas eu acho que devia ter um olhar diferente é esse teu olhar que as empresas que a Priscila falou dele ter diferente Vamos fazer uma rampa na minha empresa é isso já tem que ser feito antes da cota a planta vai subir tem que ter feito antes da cota antes de coca qualquer coisa a empresa vai subir vai levantar a primeira coisa é ter acessibilidade o espaço né e isso acho que ir a marrom eu acho que é dificuldade de Todos Nós temos é e me fala brigando né Vamos brigando e quem sabe a gente consegue algo mais né contenta com pouco aos pouquinhos né porque o que eu gostaria que as mães né não sei Espero que tenha bastante mães assistindo né que por favor não não não não não fique prendendo seus filhos numa jaula né Às vezes tem uma pessoa que você tá aprendendo que ela deve ter ela é tá ela tá querendo mundo tem que possibilidades entendeu preconceito vai ter que eu tenho marrom deve ser deve ter a Priscila mais a Lígia não é todo mundo deve ter né todo mundo sentimos esse preconceito né então o homem frente gente ó eu não jogo não estou muito legal só as palavras aí mas é assim Jô pessoas pessoas igual a você com seus igual a você assim tem que existir você tem que montar um é controlado discípulos você tem que deixar um legado aí trazer Pessoas igual a você que realmente pensam neles quando você fala com a mãe aí ela até para um pai que ele sabe que realmente você citou e não é no começo aí né o problema realmente aí com teus pais geralmente não aguento essas pressões né geralmente ela faz é às vezes abandona até a própria mãe por que entra muita coisa quando você tem uma um filho com deficiência entra o relacionamento por exemplo a mesma coisa eu sei um filho ele já é normal ele já dá trabalho para você você imagina quando ele E então entra a parte do que às vezes um casal jovem ele não tá preparado até uma um filho com deficiência aí a mãe que carrega isso que realmente tem sentimento que fala eu não vou abandonar Meu filho se você quiser ir embora para fazer parte porque eu acho que o pai é vamos falar parte sexual ele vai ter que entender porque porque eu falo quando a gente é um projeto que nós temos aí estamos lutando para ser aprovado essas rodas de conversas que Tragam realmente nessa parte psicológica porque você tem que entender também a situação da mãe porque o pai assim levar apaga-me botão mas por exemplo eu conheço pais que sinceramente eu tiro o chapéu o que eles fazem Claro que tem seu trabalho ele vai ter que arrumar seu tempo ali mas eu digo assim companheirismo é super SMU amor pelo filho eu já vi parte que isso que nesse acabou de falar mesmo esconde auxílio de vergonha ser aqui eu nós sabemos que a sociedade não tá preparado para isso nós sabemos disso mas também você você que tem que chama de falar pera aí é meu filho ninguém tem o direito de falar porque eu tenho andado meu filho aqui naquele lugar porque eu possa eu não posso levar ali eu já vi coisas absurdas Eu já vi que são deficiência isso há mais tempo atrás O pai levar um filho vai tava cheio de poeira tudo ele tava com uma Sonda na lista quase massa Claro pai onde já se viu vocês aí que seu filho aí onde já se viu e seu filho morrer quer dizer chegando Ele perguntou e aí pai como é que tá como é que tá Tá legal vai cair aí como que a vida pode estar participando do seu filho aí conta que coisa maravilhosa nós tamo junto Aqui também tá fazendo alguma coisa trazer e vão brincar fora sinta que lugar gostoso Então os pais eles também vão se retraindo porque também não são preparados Esse é um grande problema então eu acho e quando você falou a Priscila falou assim é a preparação e infelizmente é o nosso país ainda vai demorar muito para conhecer tzar realmente as dificuldades porque não só são pessoas objetos mas sim o seu psicológico seu sentimento porque você tem que entrar como você entrar lá pessoa você que você falou você sentar na cadeira de roda que a Priscila lá e pedir para alguém te empurrar e as suas dificuldades para você entender quanto o sentimento é ah e hoje é fosse não é um trabalho seu e hoje é sua amiga poder repetir o namoradinho né você pega Aquela fase de transição que eu acho que é uma das maiores dificuldades as pessoas notícias Que Elas começam negar seu próprio corpo porque elas ver as outras produzidas Existe preconceito mas agora já me a Priscila tem seu filho tem tudo é aceitação mas para você ter aceitação os familiares seus pais amigos tem que se juntar e participar e trazer essas pessoas interagir que nem você pega o seu projeto você tá lutando muitas empresas têm alguém que poderia chegar para jogar só que realmente o problema lá para gente resolver hein Bom vamos lá essas fotos aqui faz isso aquilo mas não sei existe uma barreira tão grande que às vezes empresas acho assim se ajudar agora sou obrigado ajudar depois eu já não se eu tenho uma empresa ajudo vocês hoje amanhã pode ser outra empresa amanhã pode ser a empresa existe no Brasil inteiro alívio é nacional estadual Federal ou município que realmente valorizam essas esses apoio por exemplo eu vejo fala para mim para esportes por exemplo olha o tamanho da cidade de Campinas bom então mas o que que é isso eu não tem sentido você não tem tem pessoas vão ser uma pessoa que tá preparada Mas coitado ele vai lá se matar e vai lá se matar nos lugar adequado por exemplo para você um jogador de basquete o som cadeirante por exemplo a região do Campo Grande e Ouro Verde Será que o município vai se encarregar de mostrar 45 cadeirantes para participar desses eventos Será que ele vai bancar um almoço Um Jantar para ele sentir importante na sua cidade acomodar na parte do esporte e lazer será então João eu admiro você nós conversamos assim vai haver por telefone mas você é uma pessoa assim cara continua assim porque são pessoas igual a você cara que faz a diferença uma Pessoas igual a você realmente um dia nós nos a visão está vivo mas que o Brasil tem que se preparar o Brasil tem que mudar por que que aconteceu hoje você fala mundo capitalista uma pessoa só pensa em si mesmo eu tenho nós temos que pensar também me ajudar alguém sabe é um compromisso da gente apoiar essas pessoas realmente porque já é difícil você convencer às vezes um pai uma mãe tirar ele da casa porque às vezes amamos não tem esse tempo de levar para você levar ele até um lugar para participar de um projeto em seu do Esporte e aí será que a mãe o pai vai deixar eles vão perguntar mas e aí quem que vai cuidar tem uma pessoa específica então você vê que tudo é complicado mas vamos lá eu só queria comentar mais um detalhe que isso acontece sempre lá no projeto o que as pessoas os corredores né vem perguntar se João eu estava com uma depressão terrível e esse projeto no dou minha vida João eu tinha acabado acabei com relacionamento foi muito ruim e foi muito triste para mim eu fui para o seu projeto Mudei minha vida então quer dizer é um ganha-ganha né né então essa pessoa que recebe esse vamos ver esse feedback esse essa coisa boa né esse bem-estar ele fica no projeto porque porque ele de ali que há algo de bom então é isso que tem que ver também que a pessoa a mãe a a pessoa com deficiência ela o poder que ela tem marrom o poder de transformar uma vida que a pessoa já tem pessoas que não se matar de depressão na frente vão ele tava nesse. a correr para espelho de de atividade física e juda ajudando uma pessoa então isso é uma coisa é e o poder que tem é a pessoa com deficiência nesse nesse cenário né lá no projeto quer dizer aluguel é uma coisa muito bacana né então é por isso que receber que transforma a vida é um ganha-ganha é essa relação é relação de cumplicidade de de respeito né de valorizar né então é bem bacana né Eu acho que eu acho que juntou foi os ingredientes ideal ideal para se fazer né E outra coisa interessante que geralmente os esports da pessoa com deficiência é individual é basquete é pênis é bochecha não de corrida ele vai precisar de uma pessoas né então quer dizer é junta se tu tiver tem a inclusão na forma ré é né não entendi não entendi inclusive aqui é o Rômulo assessor do vereador Carlinhos cabelo também está participando com nós aí e tá agradecendo aí João que você fez a você está presente para nós aí a nossa iniciativa de chamar você para dar presente o Rômulo tá ele assessor do Carlinhos camelô tá mandando um abraço para você aí beleza desculpa a gente não conseguiu entrar um pouquinho antes mas eu acompanho o trabalho de vocês queria em nome do mandato aqui saudável nosso Presidente Vereador marrom pela iniciativa de abrir esse espaço para que você apresente Em Nome do grupo todo eu sou corredor lavador e também tive um acidente de moto e fiquei na situação de de estar em cima de uma cadeira durante meses e sei a dificuldade que é de você e não está incluído na cidade eu moro no centro da cidade e tem uma dificuldade enorme de ter uma Independência o cadeirante rodando centro da cidade entendeu então a a tarefa do nosso Presidente aí junto os meus essa comissão é grandiosa e em forçar a sociedade a incluir mas os cadeirantes e faço das suas palavras as minhas que acompanha o trabalho de vocês em que já sofreram o problema de todas as motos até de ter os pneus das bicicletas de vocês portado normal entendeu roubado então sei que a batalha é árdua a sociedade é trata essa ainda de maneira secundárias tempo e o espaço como esse aqui é fundamental para você desenvolver além de praticante como sociólogo se eu acho aqui elta a tarefa da sociedade moderna é incluir as pessoas que estão excluídas e Independente de raça cor orientação sexual é necessidade especial a pessoa pensa incluída a finalizar eu não tenho nem Participei de comida marrom e o pai correu com os dois filhos é portador de necessidade visual e eles põem dia uma das cenas mais lindas que eu vi na e foi numa corrida em Joaquim Egídio e o pai os dois filhos um de cada lado o dia correndo os três numa União que eu vou te dizer de parar applaudir chorar e ficar ali dando exemplo de como é bonito ver uma Família Unida no esporte João parabéns quantos com voz nosso trabalho aqui é é para ajudar iniciativa uma sua eu acho que o marrom também a mesma coisa Valeu presente obrigado o Rômulo a gente eu entreguei para o presidente marrom para o marrom Vereador marrom um baixo assinado com 40 vou com 40 40 mil voluntários com a nossa pele lá que já faz algum tempo que daí parada marrom da tarde isso aí se você se o não é o gabinete se vocês puderem nos ajudar e se de ótimo 2011 Me Conte conosco anti-curioso e obrigado rômullo aí eu falo muito bem né até ia falar também sobre saindo aqui aquela das corridas aí aqui nos visuais que é que as pessoas acompanha aí quando ganha aquela loucura se abraça ver quando participa né que termina então aí João você viu aí o Rômulo participando com nós aí com a gente também é para nós dessa comissão as nós sabemos todas as folhas dessa condição tá vendo que não é fácil mas você pode comprar as pessoas estão aqui não só da nossa comissão mas eu tenho certeza que da casa também projeta igual o seu Vai ter todo nosso apoio estamos trabalhando para que realmente nós consiga essa parte dele e com algumas coisas tá E e muito obrigada João por enquanto tá você vai vir com nós aí eu gostaria de ver se alguém que ela pergunta para o João tem uma pergunta e a Margarete já tem uma pergunta para você me diz uma Margareth Olha eu fiquei muito sensibilizada de ouvir a fala do João Marcelo e principalmente gostei muito da fala dele em relação ao cuidado com os cuidadores de dar esse espaço para para família para uma mãe que cuida de um deficiente poder dar uma caminhada sozinha na lagoa e tem um tempo dela esse olhar que o João Marcelo Mãe toda a equipe tem o esses familiares é muito louvável tá de parabéns o projeto e a vereadora Com certeza apoia apoia a pele que ele está e parabéns Vereador marrom pela o seu trabalho e por essa conscientização manda a sociedade da inclusão verdadeira realmente dos deficientes essa conscientização e esta visibilidade para eles é uma coisa muito necessária e o senhor tá de parabéns por pelo seu trabalho e é Margarete mas a gente né as suas palavras eu agradeço e também você sabe você falou com muita propriedade de grandeza aí né que a respeito de falar de pessoas realmente com deficiência nós sabendo realmente por estamos aqui juntos para fortalecer aí né juntar e que nós possamos trabalho igual do João aí a gente que consegue aprovar esse projeto tá bom é tem mais ou menos entrar uma pergunta São João o número de utilidade decisão está aqui junto parede É temos a nossa convidar também a Lígia Barbosa ela psicóloga da e neuropsicóloga tudo bem Ninja Muito obrigado pela presença tá pelo Você tá participando com a gente aí um dia todo Quero Agradecer aqui o convite foi porque meu Vereador marrom para falar desse tema tão relevante que é a inclusão e parabéns as nossas colegas para os grande estou aqui maravilhados com tantos conhecimentos informações na recebi hoje com certeza que já abrigou e vai agregar ainda mais na vida das pessoas 19 precisamos aprender e reaprender muito bem eu vou falar sobre a inclusão hoje aqui o tema na verdade a inclusão mais voltada para a parte física mas o que eu vejo que não consultório que eu sou psicóloga Clínica tão atendendo crianças adolescentes e adultos e o que eu vejo pegando aí o ganso né do nosso colegas a dificuldade das Mães em da e com a deficiência do próprio filho Ah e não é só a deficiência física nós trabalhamos e consultórios vários problemas das transtornos psicológicos transtorno do espectro do autismo começam as mães sofrem preconceito com as crianças com autismo vão e aí vem a questão também das doenças psicológicas como por exemplo a depressão e transtorno de ansiedade tudo isso gera preconceito e pagando você não lembro 2021 ainda ouço porque Fulano vai esperar a pia porque e essa fala já é um preconceito você leva seu filho para terapia Por que você não tá dando contra ela joga uma culpa em cima da mão então nós precisamos realmente mudar o nosso olhar e transformar esse olhar não colher crítico mas o olhar o mundo tá pegando aqui a questão da inclusão ela realmente nos tá só no contexto Educacional ela vai muito além ela está no contexto religioso ela está no contexto familiar e consola nessa questão da inclusão eu quero eu quero que falar dos benefícios psicológicos não somente para o deficiente mas para o não diferente também porque eu estou falando isso porque quando eu atendo deficiente pelo menos nove filho psicólogos clínicos nós não olhamos a deficiência aquele paciente nós olhamos aquele paciente um ser humano que está ruim querendo ser ajudado Nossa kauany da deficiência se o paciente tiver incomodado só deficiência dele tudo muitas vezes ele já está resolvido nessa questão então eu olho para ele com um olhar com uma trabalhar seus conflitos internos a sua neurose o deficiente ele tem sim uma história de vida aqui muito não pára para pensar o presidente ele tem uma infância teve uma infância quando ele admite em casa se ele é criança ele tá tendo ali uma Instância aquele tem uma família tem um pai tem uma mãe ou não não tem pai não tem mãe vive control vocês percebe que existe uma história e nós precisamos entender a história dessa pessoa Todos nós temos uma história de vida e existe uma agonia muito grande dentro de nós quando temos uma história não contada por isso então é importância do processo do autoconhecimento que acontece dentro do consultório de psicologia onde você vai se descobrir e redescobrir a previsão daqui a sala da Priscila ela falou que ela entrou no processo de Educar e Santo demais até que ela entendeu e passou a se aceitar o processo de aceitação ele é muito importante então quando a pessoa aprende a se conhecer quem eu sou onde eu estou onde eu quero chegar ela vai trabalhar então a ressignificação e essa falado é uma falar que Digitam usando muito mas não é moda não viu a ressignificação é você achou um significado novo para aquela sua situação que é tão difícil o que que eu posso fazer hoje quase dificuldades que eu tenho hoje para chegar onde eu quero chegar então nós precisamos nos conhecer Oi e aí entra a questão tando quero falar um pouco aqui que é do pertencimento Todos nós temos a necessidade de pertencer a um lugar onde são o conhecer a família apresentei o trabalho onde eu estou na escola então não é só o deficiente É sério que tá muito também eu preciso sentir aceito onde eu estou porque se eu não se eu não me sinto Aceito o que que é cristão a exclusão e o que causa a exclusão que eu vou falar aqui de uma maneira geral de exclusão de deficientes e não-deficientes o que que gera então a explosão bairro autoestima depressão ansiedade o e outros transtornos como por exemplo doenças psicossomáticas que são questões psicológicas que eu não consigo resolver porque eu não dormi contato para o meu eu interior com os nossos conteúdos internos então eu vou deixando eu vou elevando eu vou sobrevivendo não aprendo a viver só sobreviver E aí eu vou pegando Então essas coisas vou guardar muito de mim e vai para o meu físico só aí dá dor de estômago dor de cabeça tão forte e por aí vai isso são doença psicossomática baixa autoestima baixo rendimento escolar baixo rendimento profissional insônia E por aí vai isso é a exclusão quando eu não me sinto pertencente ao lugar ele e quais os benefícios psicológicos tanto para o deficiente e para o não deficientes estou falando aqui do ser humano no geral e tem seus sonhos e tem seus projetos e tem os seus sentimentos porque nós se fosse trabalhar sentimento viemos sonho e o que que eu estou sentindo diante de tudo isso Vamos trabalhar isso vamos falar porque quando você vai falando você vai elaborando e você vai ver Nossa achei que fosse tão difícil isso mas agora falando já consigo me Darlan e esse é o segredo então assim você precisa se conhecer e aí voltando então para questão da mãe tô trabalhando muito as mais meu consultório quando chegar amanhã falando ao filho o filho nada mais é sintoma dos Pais e como os pais tão o subir vão reproduzir com a Priscila só exemplo a raça então exemplo começa dentro de carro e muitos nós mães queremos transferir as responsabilidades para escola somente Não começa em nada a educação começa em casa lá na escola eles vão aprender o que conteúdos pedagógicos e vão dar a vão entender o que eles aprenderam em casa e levar para escola então a criança realmente ela precisa aprender essa questão da empatia sentimentos emoções dentro de casa sobre preconceito respeitar o próximo porque a criança não tem maldade claro que todos todos ser uma destino já tem lá sim a sua tendência a fazer uma certa maldade né e ela quer fazer a primeira infância é realmente principal no desenvolvimento cognitivo da criança mas a criança lá na escola ela vai brincar normalmente com a criança de cadeira de roda com a criança aqui não anda direita com a criança com algum Marcílio por quê Porque ela não tem esse olhar de julgamento e ele se resolvem Eu já ouvi professora Falando assim nem Mãe chega aqui aí como vai ser não se limita com problemas né Aí a professora já com certa experiência em lidar com essas dificuldade a resposta tranquilo porque entre eles ele se resolve e é incrível incrível ontem o situações de luta de criança que perdeu o pai na primeira infância que para assinar tive coragem falei com os meus amigos lá da escola que eu perdi meu pai e tá tudo certo eles me ouvir e entenderam percebe e quem coloca dificuldade é o adulto então a exclusão já começa dentro de casa realmente então nós precisamos no meu papel por exemplo é um papel de um ciclo educação o que que penso educar na prática o que esses pais devem fazer explicar exatamente por exemplo uma mãe que fala assim ah eu tô com meu filho eu tinha isso eu não sei o que que eu faço Já falei com a professora Já falei com a coordenadora falei muito simples você vai fazer um slide de uma maneira muito lúdica falando sobre o autismo você vai pedir autorização para a coordenadora e você vai dar palestra sobre autismo o e sentido resultado viu porque a mãe vai até as crianças na sala de aula explica o que é autismo traz as filhas auxílio e explica ele é assim ele consegue comportamento assim cê sabe por conta diz a criança as outras crianças passam a entender melhor então quando a gente fala realmente da inclusão vai muito mais além começa bem a Constance por que que eu posso fazer para que meus filhos tem uma vida mais confortável fica posso fazer Oi e a questão das mães Eu penso assim que as mães precisam aprender a gerenciar as suas emoções com tudo porque antes dela ser mãe ela é mulher e ela é esposa de bebês ela tem a sua profissão e a criança deficiente nem muito da sua mãe ela se anula se sente culpada não quer Expor os filhos e lá fora por vergonha muitas vezes ou não Por medo do julgamento ela não saber da conta mas quando a mãe aprenda a gerenciar Suas Emoções começa a entender o propósito de vida dela tem mais é o propósito de vida dela ela consegue lidar melhor com a deficiência no filho e automaticamente com preconceito do outro sem ser agressiva sem ficar melancólica quando a pasta nesse processo de ação constante e realmente o papel da família é fundamental a empurrar essa criança uma lembrança criança para o mundo e para vida como dizem nós temos que preparar os filhos para o mundo eu falo ao contrário temos que preparar o filho para vida vendo a ele suporte emocional suporte físico e por aí vai e essa criança deficiente Claro tem mais dificuldade só que nós temos que aprender o seguinte também as famílias que trata o deficiente como coitadinho Oi e aí vai para escola qual o estilo muito baixo eu sou coitadinho bom então nós temos que preparar eficiente para entender Olha você pensa em uma deficiência você tem sim algumas limitações para determinar as coisas você não vai poder fazer mas tem outras coisas que você pode fazer vamos sugestões para ele abrindo caminho para ele aí ele vai para escola qual de estima elevada recebe e tem deficiente precisa entender também e nós temos que trabalhar os direitos iguais às da escola porque a deficiente que estão bem cometem o ruim amassadinho ele é deficiente a coitadinha dar certo que na primeira infância a gente tem que trabalhar com as com os dois lá nesses peito e não é sério e tô levando para o lado no contexto empresa realmente os gestores precisam aprender a lidar com a diferença me chamar que a pessoa e perguntar qual o problema em perguntar e eles Não perguntam então por exemplo a Priscila começou a trabalhar hoje eu como gestora pergunta estilo A vaga é essa você vai ter que fazer isso isso tudo bem para você e eu não estou dizendo para ela que ela vai dar conta estou dando uma oportunidade para ela falar me joga isso eu consigo fazer isso não é porque você não consegue fazer porque realmente não consigo pegar as coisas ar tanto Não entendi E aí eu não consigo fazer isso porque eu me acho capaz ou não você quer falar assim você é inteligente Olha o seu currículo maravilhoso que é percebe o papel do gestor faz toda a diferença na vida dos funcionários principalmente dor de dente o vídeo percebo nas empresas também que deixasse beneficente de lá não era aí respeito sente ele tem pensamentos e com ideias e criatividade não é tem que trazer eficiente para equipe então por exemplo tem o que que você acha disso me dá a oportunidade então nós papel ele é um papel ar do Realmente esse papel da inclusão é um papel ardo mas é um papel que a gente não vai desistir jamais tá cada um aí na sua função vai dar um aí na sua profissão vamos agregar conhecimentos uma agregar informações para poder ajudar essas pessoas para um mundo melhor esse é o meu papel Esse é só fazendo a mas tô tão pouco tá tão pequeno você tem que presta pouco é um passo cada vez mais que já está fazendo diferença na vida das pessoas tá e eu quero terminar limpar aqui com uma frase o guia do pensador Sebastião Barros travasse ele diz assim a maior deficiência não está no corpo do deficiente físico mas na alma do preconceituoso obrigado e não muito bem lê muito bem aí foi muito pareceu bem aí realmente as dificuldades assim o processo mais um uma perguntinha se por exemplo os pais quando vamos seu consultório é realmente eles ele desabafa o que que realmente acontece é eles conseguem existe essa tranquilidade entre você e eles você acha que Deus continue sendo eles vem mais para tentar amenizar as vezes uma dor ou ele já vem me desabafar ele se fala tá complicado minha vida é e assim consequências tanto psicológicas é essa pessoa pode ter exemplo de pressão ou pode até causar no próprio Casarão a separação É o Amor assim que você sente assim que realmente é são prejudicado quando o deficiente a intersecção excluído todos os pais como os filhos da E aí o Olímpia posso complementar a pergunta do marrom e você disse que o Google é o marrom disse nesse do pai e da mãe como verificar na hora da consulta Quem deve ser cuidado ou o a pessoa com deficiência ou pai e outro detalhe e o que que é mais agravante a deficiência da pessoa ou ambiente todo o quê que passa por ela né Eu acho que tem tudo a ver talvez pergunta Bom vamos lá o marrom nem sempre os pais assumo o que eles estão sentindo porque esses pai muitas vezes eles não querem falar que realmente está incomodando porque falar o que está incomodando é com mais contato com as fraquezas com as roupas e ele não quer então ninguém esparro se especializam no psicólogo infantil muitas vezes é O que quer dizer problema não está na criança a gente consegue ver se vai tem a pergunta do João né quanto na sua também como que você consegue perceber que o problema é mais do pai ou da mãe ou da criança ou só do pai eu acredito que no contexto psicológico todos nós pega o nosso tipo dar todos Nossa todos nós negócios licitações todos nós estamos caminhando e evoluindo dia partida mas tem aquela área que ainda não enrolo tanto são as nossas dificuldades a gente não quer aprender a lidar então mais fraco do Sérgio Cortella diz assim ou você senta e chora você levanta em frente à é porque eu percebo isso na questão dos pais onde eles começam a falar de situações que você vir tem mais a ver com uma separação do casal quando vocês ver que tenha muito tá muito ligado a briga de casal começa é uma com a sua criança sendo apenas uma o escape só eu convido esses pais para terapia ao invés da criança oi ou é convido geralmente a mãe que pode levar a criança tá hora de todos os casos que eu tenho lá somente um pai que açúcar para gente mas a maioria ruim porque os pais já fala com essa escura e psicológicos de novo que vai lá só para desabafar só vai arrancar dinheiro já vai com essa ideia a criança já entra na terapia achando isso também né vou fazendo o que aqui gastando o dinheiro do meu pai tem também né então ficou verde nas crianças é assim ó acaso que eu vejo que a mãe tá precisando muito ela fica muito angustiada quando ela fala com ela começa a chorar fica alterada para nós comprar o histórico dela de vida eu passo a mulher tá precisando de ajuda aí é que eu faço uma coisa essa mãe porque eu sempre digo para qualquer mãe uma mãe equilibrada emocionalmente consegue ele quebrar o seu filho Oi e aí uma para mim uma criança para minha colega que atende criança ou espera colha criança tem caminha sua mãe para ter a filha da casa que eu faço algumas sessões para crianças a besta tá tudo em ordem ali mas eu falo agora é você que precisa eu não preciso vai embora não volta mais um dia fazer sol Oi e aí você perguntou dos sintomas que dá né Eu não entendi a pergunta os sintomas quer saber se aqueles seus pais estão com depressão é que eu escolhi então Lígia eu vejo que a deficiência em si da da pessoa com deficiência física talvez eles não seja o grande problema e sim tudo o que que que ela carrega da infância para adolescência então cada eficiência é aparente abrir um conselho é o grande problema né O problema é que tudo aquela carga que leva durante a vida e é isso mesmo mas ela aprendeu que o problema dela é a desse sim é descer é deficiência e ela vai se esquecendo do lado humano que ela tem que ela é uma pessoa criativa Clínica é inteligente assim ela pode estudar agora fazer aquela foto de informar que ela pode ser uma profissional de sucesso e quando você fala lá né dos corredores criar estava em depressão mas agora já não estão mais porque porque eles viram tem vida mesmo com a deficiência que dá para correr lá para correr não dar mesmo nada consistência dá para correr mesmo chorando dá alguma coisa eu tô com tô triste aqui mas eu vou correr então dá só que ele aprender na vida toda dele o Coitadinho a deficiente ninguém vai gostar dele então ele vai se fechando no mundo quando ele vai crescendo vai se tornando adolescente que tem as fadas da rebeldia lá mas no deficiente é diferente na frente é a ah e tem implicações que tem momentos de rebeldia tem se ajustem trabalhar com as pessoas públicas que eles fala vó a gente tem que olhar o próximo para você ser humano independente da de existência existe uma história de vida que precisa ser contada e Alguém precisa ouvir a história dele não é qualquer pessoa lógico que existe o julgamento e gostem é possível avançar mesmo para deficiência a tristeza é prova disso é possível Quanto é preciso poderia imaginar que eles e palestrante mas tem as dificuldades dela claro que sei como qualquer pessoa tem dia que ela vai acordar ela Nossa não tô bem hoje tô chateada tô triste tá tudo bem é um ser humano eles estão né então nós temos que aprender isso e está muito na moda também tá lá e a empatia empatia mas simpatia você vai trabalhar mais desde a primeira infância eu posso falar eu sei que tem empatia me colocar no lugar do outro sentimentos uma creme pronto lá será É só isso que se você colocar no lugar do outro você realmente tem que entender a história de vida dele e muitas vezes a história de vida dele confronta com seus princípios com seus valores e aí a não mas eu vou jogar o julgamento começa a queima e sem precisar falar entendeu tô aqui em João que maravilha Tem mais alguém te fazer uma pergunta para ele já E aí gente perguntar assim vamos primeiro agradeço a Lígia a exemplo do João Marcelo está enriquecendo muito a nossa reunião de hoje aqui eu acho que pegaram aspecto diferente de um mesmo problema que é a inclusão é hoje nós vemos um período em que as doenças psiclo elas são reais e muito porque nós de uma dinâmica o mundo que acelerou demais a capacidade hoje Nossa ela é muito limitada perto do volume que a gente é esposo de informação de problema O que é vão ser uma ROM mas eu chego no filho dia Estou extremamente cansado é muita coisa durante o dia e até nem é nem a fazer uma Apologia mas eu acho que quer fazendo um apelo que as pessoas procurem mais os consultórios para poder se tratar porque não percebe muitas vezes que estão doente Ah e só vão perceber quando muitas vezes alguns traumas já estão avançados e quando você tem uma pessoa com decência eu falo isso por duas coisas muito rapidinho para lhe até poder comentar não eu tenho uma uma sobrinha que é cadeirante entendeu e ela passou por todas as fases da linha tá falando desde a primeira fase se sentir rejeitada e ela que meu dia de um adolescente normal porque todo adolescente que é mas o que ela sente mais dificuldade ainda né dela entender que ela não tem o mesmo direito que horas outras crianças resolvo adolescentes entendeu ela para ela pegar um ônibus ela ela tem dificuldade Porque o ônibus lá da Vila dela passa bem e a política pública tem ainda mas é de quatro ônibus um só tem acessibilidade para ela ela tem que marcar a hora para sair e muitas vezes elas atrasa para sair com os amigos viram vira quase que um fardo para os amigos tem que sair com ela porque sabe e tem que sair no horário específico e a outra cristão Eu tenho uma bebê de um ano e pouquinho quando ela a gente fez a primeira ultrassonografia ou o médico de um impacto para nós como se a sua filha vai ter alguma síndrome a ele nem tinha um diagnóstico ainda e já passou para nós que nós iremos ter uma filha com ácido graças a deus nossa filha é perfeita tal mas como lidar com as pessoas que recebe já lá na a idade muitas vezes né se não tem o menor preparo enquanto sociedades que a sociedade é não prepara qualquer um para acolher na tua família é uma pessoa com deficiência Como lidar com a gestante ou a família fica assim eu sou muito presente na minha família com a minha filha mas eu sei que eu sou quase que exceção no mundo onde que os homens participam pouco da Maternidade né acho que a maternidade é uma questão só da da mulher viver a família uma atenção eu queria que ali já discutir se um pouco aí nesse campo de como acolher esse primeiro Impacto o que fazer até porque mal lá precisamos levar esse Picos levar isso porque essa foi uma agressão a minha família né porque e eu recebia da minha esposa é vídeo de crianças com síndrome de down depois que ela recebeu a notícia entendeu e três mundo foi aí comprar ela só chorava entendeu E nós nem sabia não tinha um diagnóstico definitivo e até hoje ela faz terapia derivada desse momento que nós sofremos Então como ele já coloquei um problema real mas para trazer aí que eu eu sou uma pessoa do Povo gogo como a maioria dos vereadores o Carlinhos do Baú nós estamos a esposa cotidiano ali e vivemos nossos delas Estão dizendo Obrigado aí por mim a comissão esse duas questões aí de exemplo pessoal para que você possa conversar aí por nós aí de bom mesmo bom então Rômulo eu recebi uma notícia ruim um coração que está ruim mas ninguém tá esperando você vai namorar com a casa da água para já potencializa a gravidez perfeita aquelas fotos que ela veio para dirigir para mulher grávida expositório os médicos a mulher já ele realiza o outro é essa barriga e seios modelo tanto de leite e aí a notícia vai nascer com a Siri ninguém quer separar mexe com a estrutura mesmo Capítulo piscológica estão dadas espelho dá medo vontade de chorar ou da Choro mesmo o que que eu sugiro SOS médicos Eles seguem protocolos não tem muito amigos para falar olha tem uma coisa para te dizer não é assim ele vai para óleo no exame aqui saiu sim saiu Y É tipo como que o problema é seu próximo vai entender o próximo paciente por isso que você mesmo falou a importância de procurar ajuda com profissional para colar o que faça um tipo tudo isso não vai resolver o problema da sim não não vai mas aquilo que se tornou um trauma uma ferida com o tempo de terapia que só vai Sabrina da Super Nintendo é aquela ferida ela vai continuar ir mas não vai doer mais porque ela vai achar mecanismo substâncias para lidar com essa situação e eu tenho uma amiga que ela trabalha numa escola ela é psicopedagogia especial e ela trabalha com as mães chama ciclo acolhedor para as mães e eu já fui nesse círculo é o momento que ela chora é o momento que elas falam das dificuldades em julgamento são todas é ali que o mesmo problema muda a síndrome muda a deficiência e ali uma Cole a outra uma da ideia olha comigo aconteceu assim eu fiz uma coisa coisa deu super certo é a ela próxima vez tem que circulam acolhedor essas Carola deu super certo a dica que você deu mas só coisa não tá dando certo então uma ajuda a outra que eu precisava das Mães quando aqui tem que elas Expresso e ela se torna Mãe tô limpando então quando elas precisam procurar ajuda agora a família penso eu que quem tem mais trabalhar o psicológico é o pai e a mãe o teu pai ou mãe pontos Ecológico dele equilibraram diante dessa notícia e vai saber lidar melhor até com a agressividade da família se essa nós vamos pode chamar porque todos vão estar envolvidos é mas quando existe a aceitação da mãe explicação do pai principalmente sim dos responsáveis né porque eu falo mãe pai mas o que isso tem mais não é nem fácil né brasileiros aqui nessa maiorzinho pai a mãe morreu aqui o responsável como está lidando com essa situação não tem mágica gente é um dia de cada vez mas eu só nós temos informações que podem contribuir para o desenvolvimento desta criança entendeu então se não existe uma coisa hora quando recebeu uma notícia ruim faz isso não tenho notícia ruim era só para ficar anestesiada o horário para semana de laborando para depois falar esse assunto ou ela vai falar demais com esse assunto com ela para chorar a semana toda mais aos poucos gestação ela vai alimentando coisas boas e vai entendendo E aí é meu filho então eu vou dar conta E é isso que eu digo Ah mas não tem mapa Fórmula Mágica quem dera né não tem e aceitação dos processos mais difícil vai ter conseguido um é muito obrigado Lígia é conseguiria A reunião foi maravilhosa foi ótima gostaria de ficar mais tempo é toda nossa condição nós a TV Câmara aqui é uma parceira é são amigos você me passa dois três minutinhos mas é um tempo aqui nós ficaria aqui acho que o dia inteiro na debatendo aí o Rômulo Para você também uma esse mesmo nome certeza eu tive também eu sofri muito ele no livro chorei muito também e então são coisas na vida que a gente pensa que preparado para tudo mas eu só tenho agradecer a todos que participaram aqui tá que deixar um tempinho de vocês aí para dedicar aí para tirar as dúvidas realmente aí para nós tá eu só pego agradecer ao João Muito Obrigado João pela participação Muito Obrigado Lígia pela participação Muito obrigado Priscila Fernando pela participação e obrigado rômullo pela participação e muito obrigado Margarete tá só tem agradecer a essa reunião e as 11:59 terminamos mais a 4ª reunião ordinária da comissão das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida eu só tenho agradecer aqui a TV Câmara é a todos os canais que estão Facebook YouTube e os canais digitais EA todos que nos assistem o meu muito obrigado um abraço a todos é encerrada a transmissão ao vivo da reunião da comissão na sequência fique com o programa câmera total até mais E aí [Música] a TV Câmara Campinas
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