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a tv câmara campinas olá boa tarde começa daqui a pouquinho a reunião da comissão permanente de políticas de prevenção às drogas que vai discutir os impactos da dependência química nas famílias o encontro de hoje terá participação com a palestra da psicanalista débora santos essa reunião é presidida pelo vereador nelson offshore vamos acompanhar esse debate é importante então primeiramente boa tarde a todos quero agradecer a presença de cada um que é disponibilizou esse momento pra compartilhar com a gente um tema de extrema relevância que é a codependência o impacto da dependência química na família quero cumprimentar aqui também todos aqueles que nos assistem pela tv câmara no mesmo sentido agradecer a presença do thiago norberto cardoso que é psicólogo e adoece ou essa esperança e vida na cidade de vinhedo agradeço tiago a sua presença nós temos uma agenda difícil né estamos tentando já faz um bom tempo a a agenda junto à sua instituição para que possamos ali conhecer e ser mais uma ferramenta para que a gente possa encaminhar essas vidas aí que sofrem com o problema das drogas então posterior à palestra da doutora débora e gostaria de conversar pra gente poder ajustar alguns pontos é eu essa comissão é a comissão de políticas de prevenção às drogas é uma comissão muito importante que não tinha nessa casa foi meu primeiro projeto de lei como vereador no ano de 2017 foi o meu primeiro mandato pra quem não sabe e logo que a assumir eu apresentei esse projeto no sentido de poder é trabalhar as políticas públicas é e como vereador eu venho apresentando praticamente 80 90% dos projetos voltados para a área da dependência química para a área da recuperação da proteção das crianças e também é a questão dos idosos um ponto que me chama muita me chamou muita atenção porque logo que eu assumir eu percebi o número de pessoas né a partir dali dos 60 65 anos de idade que estavam buscando ajuda e normalmente são jovens acessam os pais buscando ajuda para os filhos os filhos buscando ajuda para os pais e eu me sensibilizei com essa questão é de idosos pessoas com mais idade é buscando o tratamento de livre espontânea vontade e aí comecei a perceber que tem muita questão além da aposentadoria muita gente se aposenta e não se organiza então a pessoa fica ociosa e normalmente acaba é voltando pra para bebida alcoólica fazendo uso abusivo da bebida alcoólica então é eu venho trabalhando também agora um projecto ainda precise ano é voltado para a questão dos idosos que sofrem com a não só a doença do alcoolismo como também a dependência de outras substâncias da cocaína crack é a droga ela pega qualquer um não interessa à sua idade não interessa seu sexo sua raça a droga infelizmente ela não bate mais a porta ela toma conta e acaba aí destruindo o seu maior patrimônio que é a vida e hoje nós temos um assunto muito importante eu fiz o convite a débora que é uma amiga débora santos nós tivemos outras oportunidades né de estarmos juntos discutindo debatendo vários assuntos e ocorreu nesse tema e um tema que eu posso falar que com toda a propriedade que foi o que salvou a minha vida a minha vida no sentido do que não sei se todos sabem mas não sabe agora eu tive problema com droga na família e quando você tem um problema com droga na família você não sabe o que faz você não sabe a quem pedir ajuda e normalmente aparecem sempre pessoas ligadas às igrejas é então apareceu um padre que o padre haroldo ram e apareceu um pastor no caso o pastor aguiar da igreja nazareno e essas duas pessoas elas começaram a trabalhar minha família orientada a concelho a partir daí a família começou a falar a mesma língua e quando a família fala a mesma língua e não deixa o amor é tomar conta porque o amor é você fica cego você ama tanto a pessoa você gosta tanto da pessoa que às vezes você tem uma conduta que você acha que tá ajudando está trabalhando enfim a débora vai poder falar melhor do que isso mas nós conhecemos aí um grupo chamado amor exigente que foi o grupo que organizou minha família e graças a deus essa pessoa se recuperou e a melhor pessoa do mundo então é é um tema que é infelizmente é atingir né e inúmeras famílias quantas pessoas não adoecem nem quantas pessoas não sofrem com o problema das drogas então é hoje estou tendo a o prazer é hora de receber aqui a sua contribuição pra pra essa comissão de políticas de prevenção às drogas e o tema vai ser o impacto da dependência química na família a deborah ela é psicanalista clínica da sociedade internacional de psicanálise psicanálise psicanálise psicanálise horrível terapeuta familiar em caso de dependência química pelo instituto da mahle el conselheiro em dependência química pela universidade federal de santa catarina a conselheira em com dependência química pelo instituto independente não dependa a conselheira em prevenção ao uso de álcool e outras drogas pela unifesp onde que esse instituto independente que dependa é um instituto em piracicaba e ele é trabalha com essa questão de conselheiro a a família mesmo então eles têm um trabalho bem bacana o efeito é conselheira também prevenção ao uso de álcool e outras drogas pela unifesp graduada em licenciatura em filosofia pela unita e de 16 anos de experiência em grupos de apoio a dependentes químicos e familiares das 72 93 anos a mais do que você de experiência mas não quer dizer nada não quer dizer nada acho que o que vale mesmo é a prática é o que eu falo para os próprios dependentes químicos né quando eles entram num centro de tratamento eles começam a sua recuperação o seu tratamento é uma doença eu falo para eles você na verdade além de se tratar você tá fazendo uma faculdade é você viveu os dois lados tem muita gente que fala mais a parte técnica estudou tal que é o meu caso e tem muita gente que fala a parte técnica mas também vivenciou essa situação sentiu na pele eu senti como co dependente agora independente ele tem mais propriedade para falar né ele ele vive o tratamento é diferente você pode ficar quatro meses no centro de tratamento mas se você não é um dependente que não vai sentir não vai ter o mesmo efeito vai ser o mesmo aprendizado para aqueles que realmente independente está lá pra pra ajudar foi igual a uma pessoa que falar eu vou passar uns dias na rua pra sentir o que os moradores de rua passa ficou lá uma semana dormindo na rua é legal ter a experiência e tudo mais mas não aprendeu e não sentiu de fato o que um morador de rua vive porque é só quem vive mesmo tá naquela situação aquele momento provisório que você vai lá e falar eu vou ficar dez dias no centro de tratamento vou tirar férias né vou esconder o problema está aprendendo nada você já vai programado para e então acho que é muito importante o assunto hoje aqui com a deborah porque ela vai poder falar dos co dependentes daqueles que convivem com dependente químico e sofrem e tem muitos com dependentes que não querem se tratar eles acham que só quem usa droga tem que tratar quem convive junto também tem que se tratar e se não se tratar como eu estou falando aqui é de entrar de cabeça de seguir as regras de aplicar as regras a aplicar as estratégias não adianta você vai enxugar gelo mais cedo ou mais tarde você vai ser o fator de risco que vai fazer aquela pessoa tem uma recaída ou então nem consegui parar de usar da droga estão encurtando tudo aqui e eu agradeço mais uma vez débora pela presença e pelo assunto que você mesmo né e sugeriu então eu passo a palavra e uma ótima palestra quero que você fique bem à vontade pra alguém vai ajudar ela aqui olhando a você mesmo usando tá não fica bem à vontade e também quero colocar no gabinete à disposição de todos um bom editor se também que que nos assistem pela tv câmara é um gabinete de fato pautado na transparência no combate à corrupção e nas políticas de prevenção às drogas nessas três frentes aí que a gente pauta e tenta ao máximo fazer acontecer dentro dessa casa e para todos os municípios município de campinas porque é o que eu falo vereador tem que ser da cidade ainda não tem que ser de bairro não quer ser de bairro vai ser presente a associação não é problema da droga está em todos os lugares então nós temos a unido fazer frente a essa bandeira para tentar ajudar o maior número de pessoas que vivem aí a problemática das drogas é com você débora santos em primeiro lugar quero o prazer é todo mil eu quero agradecer a todos os presentes a essa comissão especialmente você nelson pela oportunidade é um assunto realmente muito importante precisamos falar sobre isso muitas famílias estão desamparados precisando de um de informação e amparo e e agora é o tempo eu acredito que é um tempo de trazer essas informações né e e hoje nós precisamos entender algumas coisas que a família ela tem um mito e eu quero tirar esse mito hoje que existe uma uma crença de que só tirar o uso da substância já é o suficiente a pessoa já está preparada para viver uma vida normal então é isso tem uma forma ilusória da família acreditar que já é uma solução mas existem vários problemas quando a pessoa resolve se tratar existe o uso da droga que uma hora vai se tornar um estímulo e vai mudar também todo o processo e lembrar dessa pessoa quando nós falamos em dependência química nós estamos falando de uma doença mental e comportamental já é isso já é um fato já é uma pesquisa já é ressaltado isso porém é nós precisamos saber lembrar que essa alteração cerebral ela muda a primeira plasticidade do cérebro ou seja a capacidade do cérebro de se recuperar então a família quando ela é incentivar ou até mesmo tem essa oportunidade do dependente se recuperar precisa ter isso em mente que não é simplesmente o uso da substância existe uma alteração nesse cérebro além do estilo de vida a lei precisa também é verificar se essa pessoa tem um transtorno mental e comportamental às vezes tem transtorno de personalidade essa pessoa está em depressão essa pessoa pessoa de situação de de rua qual é o estilo que essa pessoa viveu até então qual é a capacidade que essa pessoa tem é de resiliência então qual é a capacidade que essa pessoa tem de consciência porque não sei se vocês sabem pela alteração do do cérebro como eu falei existem mudanças é a alteração do mapa cerebral então qual que é o nível de consciência que essa pessoa tem e eu como psicanalista também eu eu gosto muito de conversar com os familiares e também com os dependentes que exige a importância do que que a droga ela iniciou um processo de desenvolvimento na vida então essa história é essa e se usa essa dependência ela está no histórico de vida aonde começou onde começou esse estreitamento de repertório não é então a família muitas vezes ver um filho que está usando droga aí já entra em desespero então precisa verificar qual é a a fase que esse dependente está a ser aquele dependente mesmo será que ele está na fase do do abuso né uso contínuo abuso de dependência química sem entrar na questão da doença que condição que essa pessoa tem que nível de dependência ela tem então tudo isso precisa ser avaliado tudo isso precisa ser avaliado quando este independente vem para tratamento então por isso que nós é quando vamos falar de codependência a gente precisa fazer e trazer essa informação para a família para ela ver qual que é o papel que é tão importante em relação ao tratamento então papel da família é muito importante mas ela precisa reconhecer isso e no decorrer agora nós vamos é entender melhor sobre o comportamento do dependente químico mas antes disso eu quero é mostrar pra vocês só em questão da relação ao crack então nós temos uma estatística que que o brasil é o país como o número de usuários de crack do mundo com 20% do consumo mundial é muita gente então quando eu penso em um dependente químico e aqui essa estatística é somente de usuários de crack não está mencionado aqui usuários de álcool e outras drogas e aí o número seria muito maior mas refletindo sobre o usuário de crack se é um milhão e meio médio de pessoas isso existe um milhão e meio de famílias se você for colocar em uma família de três a quatro pessoas olha o número que vai normalmente esse dependente químico geralmente tem fim filhos os filhos já é constatado também que existe uma hereditariedade há uma tendência maior que esse filho pode ter uma associação com a dependência química também é uma forma de prevenção se o filho tem um pai por exemplo que é dependente químico é bom ele saber pra ele não correu risco né porque só vai saber se tem uma predisposição depois que o problema já instalado então nós precisamos nos conscientizar às vezes não temos problemas na família mas um vizinho tem ou um colega de escola ou alguém no trabalho e também uma outra estatística muito importante de mencionar é que uma pesquisa que foi feita de 2016 e 2017 exatamente um ano é de 709 pessoas na cracolândia de são paulo passou pra 1861 então é muita gente então o que está acontecendo se o brasil tem uma o número de usuários de crack significa o quê que a nossa base está desestruturada então o número grande de junho crianças jovens e adolescentes estão entrando pra esse caminho de forma desorientada como se fosse uma produção né de desse caminho para que vem esse é desenvolvimento da dependência química então como está nossa base não é como essas crianças estão se desenvolvendo e aí eu quero falar sobre a questão da função familiar porque nós precisamos entender sobre como eu acabei de dizer sobre a base né então hoje em dia é muito difícil mesmo com uma família seja funcional é está sendo uma exceção à família funcional diante de tantos problemas que encontramos nela então você educa bem o seu filho você faz é todos os processos ensina o caminho que deve andar e de repente esse filho entra num estágio dependência química aí você fala onde foi que eu errei o que foi que eu fiz né e então automaticamente a família já recebe já se culpa por toda a situação néné e então essa culpa ela analisa mas falando sobre a função da família a a funcionalidade ideal é que a família tem a provisão do do alimento do abrigo né o afecto à educação a educação aqui é o bom dia boa tarde boa noite né é o respeito aos mais velhos é é a questão da disciplina então a família o processo educacional começa na família para que isso seja desenvolvido no decorrer da vida das pessoas dando desse filho desse adolescente o desenvolvimento da aprendizagem acredita criatividade hoje em dia os adolescentes não quer estudar porque não acha isso necessário mas esse desenvolvimento e aprendizagem começa em casa não é então a necessidade dos pais têm que trabalhar da mãe também e às vezes ficam com a voz fica na escola então muitas vezes acaba perdendo esse convívio familiar e aí uma coisa muito importante que eu quero ressaltar aqui é que na família que nós desenvolvemos a nossa identidade a nossa personalidade ea crença que temos de nós mesmos então pelo fato pela realidade que temos hoje vemos que essa questão da identidade personalidade tem sido um problema sério porque a nossa base não está tendo a estrutura não que é culpa da família mas é porque a família ea escola estão muitas vezes se perdendo o seu papel e diante de da mudança que foi tão rápido se você for ver de 10 a 15 anos o padrão do desenvolvimento do adolescente está sendo muito rápido então às vezes para acompanhar é um pouco complicado então por isso que essas informações é muito importante então os professores estão perdidos estão cansados ficando doentes né a família está perdida desorientada porque são tantas demandas então o que precisamos buscar ajudar e apoiar e se esse processo pra quê a prevenção seja é mais efetivada alcance maior número de pessoas e de desenvolvimento dos adolescentes e também para que a família tem esse apoio néné muita é muita informação e também membro rapidinho você falou nessa questão da escola recentemente não é digna o guia no 1 x men estava junto na qual é o érico com a escola que foi lá no jardim maria aquela região do campo belo não estava na escola e chegamos a fazer um trabalho de prevenção de drogas e não surpreendeu porque as cadeiras onde os alunos foram colocados que era um ginásio na quadra estavam 50% só ocupada daí me chamou atenção eu conversei com a coordenadora é coordenadora pedagógica perguntei por que aconteceu 50% só né cadê os demais alunos a quando tem algum tema que relacionada a drogas os pais não permite que o filho compareça porque é praticamente estão envolvidos com tráfico de drogas então assim a escola lá tá se tornando realmente um ponto de encontro um ponto de encontro o aluno o filho vai para a escola o jovem da escola para encontrar os amigos aí vai reforçar também é que é importante porque tem muitas mães aí pais assistindo e presentes aqui é em algum momento de abreu não sei se você preparou isso mais falar sobre como identificar os primeiros sinais ali de de uso de algum tipo de droga de substância se tiver alguma coisa assim seria legal falar é quem tá bom aí depois também no final nós vamos abrir para perguntas e então sobre a crença de si mesmo muito jovens e adolescentes já vê uma criança negativa de si mesmo né e também é apesar de muitos não perceberem mas é na família que começa a o desenvolvimento de um cidadão e um ser político né porque quando a gente fala sobre política acreditamos que é só um cargo nelson mas nós também temos um papel na sociedade um trabalho em equipe qual é o meu papel é político de cuidado da minha casa campinas da minha casa né cidade qual é o meu papel social mediante o cuidado na minha cidade né porque às vezes tem o desenvolvimento do poder público mas também eu preciso fazer o meu papel e isso começa em casa porque se esse papel foi bem desenvolvido ele será internado de forma saudável né e pegando sobre a questão do que o nelson falou agora é ele sobre essa questão do uso de drogas existem vários invariáveis é comportamentos que a família pode identificar e saber o a mudança né se a pessoa está usando droga ou não e também é o que fazer né porque o primeiro a primeira reação é o desespero né e aí precisa tomar alguma postura precisa fazer alguma coisa ea família e nesse desespero acaba tomando a frente muitas vezes não é uma forma assertiva mas eu vou comentar sobre isso de uma forma mais efetiva um pouquinho pra frente pra ficar mais claro né e ter uma ordem que na sequência então continuam sobre a questão da família funcional é nós precisamos resgatar as regras né as regras específicas da casa qual é o bom funcionamento da família né porque eu tô falando de família porque nós precisamos entender a estrutura familiar e resgatar alguns marcos né existem coisas que nós não podemos retirar da família e os limites bem estabelecidos né as fronteiras claras ou seja o filho deve respeitar o espaço do outro pai também então existe essa organização que a família precisa ter pra ter uma saúde né como indivíduo porque como eu falei no início agora é nós temos a nossa a entidade formada dentro de casa então a minha estabilidade emocional ea minha crença vai ser favorável a partir do momento que a minha família funcionar ea hierarquia quem é o pai quem a mãe qual é a função de cada um eo papel de cada membro ou seja nós todos vivemos nessa casa qual é o que eu posso fazer para contribuir para o bom desenvolvimento porque eu estou falando sobre isso porque quando uma família começar a entrar em tratamento né ela precisa resgatar a base em primeiro lugar porque se uma família funcional e entra um dependente químico um dos membros passa a ter esse problema de dependência porque quando falamos de dependência não é só substâncias químicas hoje em dia tem a dependência digital né hoje em dia inclusive um assunto é polêmico poucos falam mas existe há a dependência na pornografia infantil né porque se há a dependência a digital então e se essa criança eu quando estou falando de criança é de 6 78 anos né então a no desenvolvimento da identidade crença essa criança está se desenvolvendo educada pela pelo digital pela pornografia tem um acesso fácil às vezes o pai está tão ocupado que não tá vendo que o filho está fazendo na internet né às vezes nem dá tempo né de tanta correria mas são situações que nós precisamos atentar e aí quando entra a no caso das substâncias químicas que é o tema hoje a família precisa começar a entrar é com a estrutura funcional uma família funcional tem um dependente químico elas estrutura ela pede a funcionalidade porque todos vão entrar na mesma conseqüência dependente químicos é uma família disfuncional a tendência é também de ter essa o dependente ter uma estrutura e entrar nesse caminho cada vez mais né ele não tem uma estrutura emocional ou talvez são vários fatores não significa que uma família disfuncional vai ter um dependente químico não não é sentenciado mas também é um grande contribuinte ok então em relação à dependência ou dependente ele tem um padrão de comportamento né e é um padrão disfuncional em relação ao próximo então quando ele está se relacionando com outras pessoas ele não tem a ele pede a sua identidade para agradar o próximo então a forma dele tse a troca é ele se anulando muitas vezes então a dificuldade de expressar seus sentimentos nem tão até me lembrei agora sobre o grupo de apoio quando ele sentava com os familiares né ai nacional assim qualquer sua necessidade expressa o sentimento foi um pouco de você né a minha necessidade é que meu filho saia das drogas é ótimo mas fala sobre você o que você está sentindo agora vamos falar sobre você né a então olha esse meu filho ficar bem eu estou bem então ele entende a dificuldade de olhar para si mesmo de ter um self positivo né mesmo no meio de uma turbulência mas nós precisamos é resgatar a identidade e odeon codependente ele perde a sua identidade então fica uma cena assim o dependente correndo atrás da droga e um familiar correndo atrás do dependente aí ambos perdem sua identidade e pede uma estrutura ficam sem identidade ea coisa é fica perde o controle vamos dizer assim então é o o o as conseqüências do comportamento do dependente vem sobre a família isso é um outro ponto muito importante que precisamos é falar sobre isso então por que a família precisa se tratar você pode reparar que no decorrer do que estamos falando olha condição de um família você pode reparar que olha até aqui o sentimento já estão abalados ela já perdeu aqui até então do que estamos falando perdeu a identidade né e ela está à mercê de uma pessoa que também é dependente químico então ou seja aaa a aa falta vai quebrando a estrutura individual de cada um por isso que a família começa a entrar em colapso porque começa a ter a inversão de papéis lembra que a família funcional é tem um papel e regras bem definidas aí começa a trocar porque às vezes a mãe entra em depressão né aí um filho tem que tomar a frente porque né então pede essa ordem então quando a pessoa no assim mesmo então ela começa a perder sua identidade perder suas para o seu papel para si mesmo né então os sentimentos envolvidos eu quero reforçar muito bem porque a família precisa reconhecer a sua fragilidade mediante a toda essa situação né assim como dependente pede o controle da sua própria vida o familiar também perde o controle da sua vida né então existem muitos profissionais que são excelentes mas a partir do momento que tem um dependente na família ele pede essa estrutura emocional e aí com promete muitas vezes seu trabalho né existem pessoas que às vezes atravessa a rua sem olhar de tão né desde estruturado que está então é muito importante a gente falar sobre os peões sentimentos porque todos eles paralisam né então é bem provável que quem tem um familiar que é vai entender bem o que estou dizendo néné é uma situação bem complexa então eu quero provar que o que a família precisa de ajuda a mais quem tem problema é o meu filho é dependente ele usa droga se você analisar você vai ver que o dependente não tem problema ele tem solução para a sua necessidade o problema quem tem a família porque há como o dependente ele entra num processo de busca de satisfazer a sua necessidade o que acontece se ele fizer alguma coisa errada quem vai correr a família não é então jamais um peso para a família né então normalmente só essa mas o meu filho está com um problema não o filho não está com problema porque a partir do momento que essa alteração cerebral que eu falei ele só vai pensar nisso então qual é a forma que eu vou conseguir solucionar esse problema então aonde tem a facilidade onde do mar é por isso que muitas vezes entra no processo é judicial né acabar hino preso ou muitas vezes acaba vendendo roupas né às vezes tem um tênis bacana que tem valor vem de nelson a questão que a gente estava falando outro dia sobre as marmitas nem muitas vezes pegam algo e troca vira uma moeda de troca né o crack hoje tem também valores baratas né sim e acaba trabalhando né eu estava falando da questão da entrega de de comidas no centro da cidade está trabalhando firme isso pra tentar organizar não é ser contra o ato de caridade de ajudar é que às vezes uma simples moeda é você está financiando aquela pessoa utilizado mais drogas não é que as pessoas passam fome né não é que nós não queremos né doar a comida o cobertor a roupa é que muitas vezes a forma que estão entregando tá potencializando essas pessoas a permanecerem nas ruas aí o projeto que eu apresentei ele se refere é isso que é o prato feito 24 horas é oferecer dignidade né e não só na região central tem pessoas passando fome o ouro verde no campo grande no campo belo então faz esse prato feito 24 horas é o município oferece ali a assistência social para poder fazer essa triagem com aqueles que chegam para se alimentar saber da onde que é porque tá na rua encaminhar para o abrigo encaminhar para um padre haroldo para qualquer convênio que tenha tratamento e fazer com que eles tenham o mínimo né de de que adianta aceitação na questão gene pessoal que ele possa lavar uma mão se alimentar sentado é poder fazer as suas necessidades fisiológicas e não ficar na rua perambulando andando esperando para uma kombi um carro uma igreja uma ong da comida é isso daí é bonito é legal mas a gente sabe que tem uma falta de respeito não só com aquelas pessoas que estão comendo na rua como também com os moradores da região central com o comércio é o comércio tá tá perdendo tá perdendo venda você chega lá tem morador de rua na porta do seu comércio urinando e defecando né ameaçando o cliente pedindo dinheiro pedindo é é constrangedor as vezes que recebeu uma visita no centro da cidade quem mora no centro sabe disso não pode receber uma visita porque tem morador de rua ameaçando até o entregador de pizza então assim é tudo muito complexo e difícil de trabalhar mas nós temos que pensar os dois lados sim essa fala o estado no entanto não aparece nenhum em ver num não resolve a situação é é acabam fazendo justiça com as próprias mãos é um erro absurdo é mais uma coisa vai potencializando a outra ia virar briga de torcida então por isso que o vereador ele tem que legislar nessa questão de o projeto foi para estabelecer a ordem é uma lei né e infelizmente tem muitos vereadores aí que são contrários que eles acham que tem que continuar entregando comida esse prato feito 24 horas ele vai permitir essas ongs igrejas se cadastrarem entregar comida no ambiente apropriado e não na rua porque o que a deborah falou é o que vem acontecendo é bom pra time tá aqui pra tá fechado ele pegar um evento em troca por droga em menos de duas horas tem outra kombi lá entregando sopa é aquela sopa de toma aí o outro entrega o cachorro quente ele pega dois e fala que é um pra ele e outro amigo um helicóptero ou outra troca normalmente quem usa do crack e da cocaína que são as drogas mais utilizadas ou geneticamente as pessoas em situação de rua usam muito do álcool e do crack são drogas que são inibidores do apetite né pessoal não tem fome por isso que ele acaba emagrecendo e tudo mais é tendo toda aquela desnutrição uma aparência porque você acaba até notando que a pessoa faz uso abusivo de substâncias estimulantes como é o caso do crack então isso precisa ser organizado né e e nós não podemos mais permitir esse tipo de bagunça nas ruas de campinas porque isso vai agravando e como o senhor falou daqui a pouco está como o são paulo já ocorre em campinas essa essa justiça com as próprias mãos tem muitos moradores acham que eu sei solta rojão mandar gelo com estilingue e pedra de gelo com estilingue mira nos moradores de rua isso é complicado né mas é o que eu falo a paciência tem limite tanto para o lado do cidadão que more ali que reside no centro como também a paciência da pessoa em situação de rua porque ninguém quer morando na rua é essa liberdade da rua às vezes é muito prazerosa porque na rua você tem tudo você tem drogas e tem sexo você tem é a prostituição você tem o crime você tem você não paga imposto você tem comida todo dia da semana de graça você não tem gasto e o principal item droga né ninguém pára de usar droga porque deixou de gostar a droga é prazerosa sensação de bem estar então nós temos que intervir e mostrar ó não é legal que está acontecendo você tem direitos mas os moradores aqui o comércio que também tem então vamos nos organizar entendeu e vamos tentar trabalhar que é parar de usar ótimo não quer parar está colocando em risco a sua vida está colocando em risco a vida de terceiros vamos tratar de repente até uma internação compulsória numa internação involuntária por que não a maioria das pessoas que vão para uma internação involuntária compulsório passa três quatro meses passa a aceitar o tratamento e lenta no estágio de internação voluntária entendeu a pessoa não tem discernimento ela não pode opinar não pode escolher decidir e você vai esperar ela tomar uma decisão então assim o estado tem que intervir e acabar com esse lenga lenga né que ocorre há anos décadas um campinas que abriga assistência social e saúde eles ficam brigando a questão política e ideologia esquece que a pessoa que está em situação de rua não está preocupado com isso o cidadão que mora no centro que mora na cidade que está aí pagando seus impostos não está preocupado com o partido se a assistência social vai seguir a linha esquerda ceasa a saúde vai seguir a linha direita seu prefeito ea abc eles tão preocupado que faça coisa acontecer e isso não acontece e aí muitas vezes diante esse lenga lenga da saúde assistência sobra pra quem a polícia aí a polícia aparece lá aprendi porque ele cometeu um crime para sustentar o vício dele aí vai o sistema prisional aí vem um monte de gente gritar ai coitadinho não devia estar preso ele devia tá lá no padrão ouro se tratando ele é dependente químico coitadinho agora ele matou o estado não fez nada se tem social não fez nada saúde não fez nada ele está preso por causa disso e pega a fundação casa ou sistema prisional hortolândia 90% das pessoas presas envolvimento com droga é o traficante é o traficante para manter o vício para sustentar o vício ele pega 14 pinos de cocaína vem de 10 fica com quatro o que eles fazem normalmente pra acabar caindo no sistema prisional quando eles recebem 14 pinos para vendê los com somos 14 ele passa a dever por tráfico e quando deve e não paga morre é essa regra entendeu e às vezes o desespero pra pagar o tráfico que eles fazem robô robôa pagar o tráfico rouba pra pra é aquele negócio quando você não tem uma estrutura financeira em casa é você ganha lá vão por uma renda familiar de 3 mil reais em suas despesas é de 3 200 sempre vai faltar uma conta no final do mês é essas pessoas não conseguem fazer essa conta é os 3 mil que chega aos 3 mil pela droga não paga nenhuma aí quando eles ficarem com a criminalidade o que eles arrecadam né eles 50% vai padronizar 50% para o tráfico quando morrer vai ter de pagar tudo e vai pagando sem metade que é dependente ele precisa da droga ele para sustentar o vício dele e acabam caindo no sistema prisional eu acho que é isso esse é um problema grave antes né porque ele vai pra todos os lados como não estou dizendo vai é é uma problemática que precisamos em tv justamente porque a pessoa como eu disse há pouco a pessoa vai arrumar um meio de satisfazer o serviço nem que foi roubar a mãe ou roubar uma torneira de casa mas ele vai arrumar um jeito e às vezes esse jeito acontece de a ter problemas com a justiça né a outra coisa também só reforçando a questão do do projeto do nelson é e realmente essa organização das entidades das igrejas que já operam já ajudam né oferecem alimentos se for uma forma realmente organizada então vai ter várias coisas que favorecem é a questão do da moeda de troca já vai evitar a questão da das sujeiras da amm que há nem a lino onde eles ficam já vai ter outra melhora ele vai ter uma uma questão humana né é a questão de sentar di de de comer ele vai ter um momento digno né não tá comendo na rua ele está comendo uma mesa ele vai ter é um momento que ele vai sentir um ano porque nós não estamos falando você pode reparar que sempre quando falamos de droga e falamos de família nessa situação nós falamos o co dependente e/ou dependentes mas não podemos esquecer que são humanos são gente né eles começam a perceber a sua o seu desejo de melhorar a partir do momento que ele resgata sua humanidade e nós precisamos lembrar disso né então se a família resgata sua humanidade epa ea sua identidade esse familiar também ele vai começar a ter esse reflexo ea sociedade também contribuindo para isso vai favorecer muitas pessoas vão sair do da dependência química tenho certeza disso o nelson tem esse exemplo na família né é eu também tenho esse exemplo então a possibilidade sim eu acredito que há como meio da gente restaurar ea gente se unir forças para conquistar a essa essa mudança desse quadro nem da dependência química das famílias também né e então é sobre a característica que dodô com dependente porque eu quero ressaltar muito bem assim para que o familiar possa realmente entender que ele precisa de ajuda né enfrentar esses problemas sozinho não tem como então precisa de profissionais precisam pessoas que não dá pra falar é para todas as pessoas né pra qualquer pessoa sobre esse problema e sem falar que você corre o risco de ouvir a voz na multidão então vai falar uma coisa tu vai falar outro vai falar outro você já está é com uma confusão nem os sentimentos abalado já está com a identidade perdida já tem vários problemas porque às vezes não é só a questão da dependência química vezes familiar ele tem um histórico de vida muitas vezes é traumático né a gente não sabe se essa pessoa já tem depressão se não tem então existem vários fatores que precisa ser analisado ea família precisa ver isso então a questão do medo angústia a vergonha vergonha porque muitas vezes assim o filho entrou no programa com justiça né olha essa é a mãe do problema entende se reparou que perde o nome não é a maria que é mãe do joão que tem problema com drogas e pede o nome começa a ter um rótulo né então dá vergonha traz uma angústia porque é você tenta ajudar tenta fazer faz todas as coisas que é a possibilidade que você acredita que vai ajudar e não ajudas o dependente só me 34 dias de casa você não sabe está vivo está morto entra em angústia né entre em desespero então é são sentimentos que que paralisa né em relação a raiva é da raiva mesmo porque você está tentando ajudar ea coisa não funciona mas aí uma pergunta aqui que é interessante será que essas medidas que está tomando são assertivas né porque às vezes você tenta ajudar a característica do dependente ele e do co dependente é de fazer de tudo para tentar salvar o dependente então muitas vezes ele passa por cima dos seus padrões das suas regras da sua ética para tentar salvar esse dependente e muitas vezes o que acontece ela não tem feito né então o que vai ter efeito então muitas vezes através de sentimentos que paralisa começa a entrar num processo de que não tem jeito né a frustração então muitos muitos entram em processo de depressão de crises de ansiedade muitos há inclusive acabam se tornando dependentes né o qual dependente se tornar dependente olha que coisa porque começa a tomar remédios para dormir às vezes não têm um acompanhamento com médico e toma remédio de uma vez um monte de uma vez passa por processos acaba até hinos e internado é toma de formas regulada ou então arruma com uma parente com um amigo alguém que tenha seu lixo o tranqüilizante aí tô nervosa porque meu filho não apareceu né aí vai tomar um remédio de fama é sem ter um profissional então acaba cometendo esse problema de dependência outros bebem muitas mães a gente já atendeu que tem problemas com álcool porque a moça tomar álcool para tentar esclarecer vamos dizer assim sair um pouco dessa problemática então assim a coisa vai expandindo né a situação vai piorando cada vez mais por isso que a família precisa de ajuda né quando entra na questão do isolamento já começa a vir mais problemas porque a pessoa começa a se excluir ela vai é saindo do meio do seu convívio né e as duras as dores físicas começam também refletir sobre o corpo nessa sobre começa a ter problemas de saúde muitas vezes não têm de repente começa a ter né e é como eu te falei falamos agora sobre a perda de identidade e tem vários outros outras questões que influencia também né e aí eu quero falar agora sobre a característica que a família tem em são coisas que atrapalham muito o tratamento de um dependente químico vamos supor que esse dependente e resolveu aceitar ajuda e entrou num é numa clínica por exemplo aí o que acontece a família ela nega o problema e quando voltamos lá atrás quando e se essa é essa pessoa começou a usar droga houve também a ação da família porque às vezes começa a ter um indício por exemplo o isolamento não quer mais ficar próximo a família fica mais na rua do que dentro às vezes é uma criança um adolescente é ele é bom e educado ele é obediente de repente ele muda todo esse processo nettheim muda sua personalidade que a nossa mas ele não é assim que está acontecendo né então alguma coisa está errada porque vai chegando o processo do do uso contínuo do abuso que vai começar a alterar é ele precisa começar a manipular né quando chega no estreitamento de repertório onde começa colocar a droga no seu dia a dia né é ele começa a ter alterações por exemplo é da mãe pode deixar que eu vou comprar leite na padaria mas ele vai comprar leite na padaria ele passa num lugar né não eu vou estudar vou estudar com joão ok mas com joão não vetar pelo processo de uso de drogas então começa a e mentiras começam justificativas que não tem nexo então só alguns indícios que precisa prestar atenção só que acontece a família entra no processo de negação ela tem dificuldade de aceitar que esse problema existe e muitas vezes como nelson disse imagina tem uma palestra sobre dependência química na escola sobre prevenção a família deveria falar não você vai na escola você vai ouvir a palestra porque um processo de prevenção mas a própria família tem a dificuldade de aceitar essa essa questão não meu filho não tem problema o amigo dele tem mesmo eu não tem então isso dificulta tanto a prevenção como a inversão né então a família têm dificuldade para identificar e aceitar esse problema a outra questão também é conformidade né porque ele acaba se é conformando ele como eu falei agora pouco ele abrirá mão de seus valores néné e justamente para tentar salvar e independente então ele precisa de ajuda e eu tenho que fazer então ele começa a tomar a frente muitas vezes dependente está em tratamento ele faz o tratamento do dependente é independente chega e fala ah eu não aguento mais ficar aqui estão maltratando não aguento mais eu vou ficar bem eu vou é enfrentar isso mas eu não preciso de clínica ea família fica com dó fica com medo de de enfrentar isso não tudo bem vamos lá eu vou resolver isso aí você sai da clínica né e acontece passa um período ele já volta de novo porque não tem estrutura pra para enfrentar né nem saiu da crise de abstinência ainda então é precisa de ajuda ea família precisa entender que ele precisa estar lá precisa desse incentivo então ele assume sentimento dos outros né principalmente do dependente e independente ele está bem aí a família também ele cai aí a família e também né então esse vínculo precisa ser desfeito a gente precisa separar as coisas quem é dependente é dependente e quem a família família a família voltar a ter a sua identidade voltar a ter sua estrutura emocional ela vai ter condições de poder ajudar de forma assertiva porque ela não vai se envolver com o dependente no sentido dos sentimentos dele porque é uma pessoa que não está tendo uma estrutura sobre a questão compulsória que o nelson falou agora muitas vezes a família tem que decidir nem a internação involuntária porque às vezes a pessoa já não têm mais responsabilidade sobre se ela corre risco de vida né é difícil é doído mas toda a situação dramática precisas soluções dramáticas né então é essa ousadia de enfrentar isso né super valoriza os sentimentos e opiniões dos outros ela nega seus próprios ela ela a vamos dizer assim ela tem medo de opinar e colocar o seu sentimento mesmo que seja contrário o outro ela fala não tudo bem assim mesmo então ela vai perdendo a sua autoridade né outra coisa também principalmente à baixa a baixa autoestima né ela vai perdendo ela não se arruma mais ela já não tem mais vontade de fazer as coisas é começa mais é a questão do isolamento também né como falei agora então essa a ela - preza tudo que dela começa a dar das coisas de valor ela pede a vontade da vida porque ela está tentando salvar ou pai tá tentando salvar tentando fazer de tudo e não tá conseguindo então vai entrando nesse processo vai ser diminuindo ele vai perdendo esses valores nem tão importante a gente falar sobre isso também e sem falar que tenta convencer os outros né que deve pensar e agir com ele né então entra no processo do controle então ou seja eu preciso controlar a situação e eu preciso resolver eu preciso internar tem já provavelmente o nelson também ter visto nem pessoas ligando duas horas da manhã eu preciso internar meu filho agora né meu nome é mas assim é a família precisa dessa orientação no sentido de que é como agir nessa hora nesse momento né então você pode reparar que ligado às horas da manhã é um desespero porque ele não está sabendo exatamente o que fazer e como fazer né e o dependente ele aproveita da situação às vezes o traficante está correndo atrás nesta está tendo uma uma pressão familiar e foi bom e precisa baixar a poeira então ele acaba indo mas ele não vai com uma motivação de que ele está reconhecendo o seu próprio problema como a família pode contribuir com isso para que o dependente ele comece a a olhar pra cima é que ele perde o seu self ele não consegue se ver ele pede a a noção de si e pede também a noção do problema ele não consegue analisar o problema ele consegue analisar a necessidade dele o que ele deve fazer para solucionar isso então entra no processo a família entra no processo do alto do controle então ele que toma a frente ele precisa segurar tem mães que já ouviram já teve reportagem no sentido de a mãe amarrar o filho né colocando lá com um cadeado uma corrente é um ato desesperado porque é desesperador é traumático você cria um filho ninguém fala se em nossa hoje em dia tem de tudo né mas ninguém fala tipo olha o meu filho vai ser um dependente químico e vai aos sete o contrário é você vai oferecer o seu melhor você vai procurar fazer o máximo que você pode por seu filho de repente você se depara com uma situação como essa não é então é traumático é difícil enfrentar essa situação então o que fazer né o que fazer quando não tem mais o que fazer é essa é uma pergunta muito interessante né porque esse autocontrole ele vai trazer mais problemas e vai reforçar a o vício desses dependentes porque porque já existe um conflito entre a família e esse conflito ele vai justificar em cima disso porque você pega no meu pé porque isso então joga fazendo uma transferência e esses mecanismos de defesa do dependente ea própria manipulação ele vai jogar isso para a família então a justificativa o problema é sempre meu pai é sempre minha mãe é sempre há a circunstância porque eu não fui bem criado por que te falta disso entendi então ele entra nesse processo de manipulação e de transferência do problema para o outro então esses pontos que eu coloquei sobre algumas características têm muito mais coisas que daria pra falar mas devido ao tempo é esse são coisas que eu considerei importante falar hoje né sobre essas características e essas atuações do co dependente precisa ser tratada precisa ser é ele deixar de usar esses mecanismos porque ele realmente atrapalha ou dependente e atrapalha a si mesmo ok então o que fazer quando o nosso tenho que fazer primeiro o importante é a família se organizar porque como falei no início é preciso identificar o problema né aceitar que existe é qual que é a condição ali o que eu preciso identificar como eu posso reagir como eu posso né resolver esse problema então primeiro passo é identificar começar a se organizar como a família funcional que eu falei e significa k ou seja usar essa situação toda e trazer um novo significado trazer uma nova forma de de poder superar tudo isso e isso vai acontecer o que o dependente vai acompanhar existem muitas famílias que já conseguiram organizar já conseguiram independente conseguiu ter uma nova estrutura porque essa organização essa ressignificação o paa o padronizar a família né mudar as coisas que estavam erradas e começar a ajudar a a ter um novo padrão de vida ok então começar a identificar os fatores de risco o que eu contribui contribuiu para esse risco o que contribui para que esse dependente venha a a usar como argumento qual os fatores de proteção que eu posso usar para ajudar a família proteger a família porque às vezes tem outros filhos e também ajudar esse dependente a retornar à a uma vida saudável e ter uma estratégia desenvolver um plano de ação e colocar esse plano em prática e pra isso precisa do que de ajuda precisa de profissionais precisa de hoje em dia muitos profissionais têm s é capacitado tem é especializar ações justamente pra apoiar pra ajudar então como você vai identificar como que você vai resignar ficar sozinho né precisa de ajuda então essa busca de ajuda precisa ser levado em consideração porque grupos de ajuda mútua é muito importante né como nós falou sobre o amor exigente né grupos terapêuticos porque por causa das questões psíquicas e emocionais precisam ser tratados o grupo de terapêuticos ajuda terapia individual porque existe o seu histórico de vida então se você organizar seu histórico de vida os seus traumas a o seu modo de visualizar o mundo vai contribuir pra você ter uma estrutura e poder ajudar a família e também esse dependente né muitas famílias como eu falei entrou em processo de ajuda psiquiátrica né às vezes tem depressão tem outros problemas e precisa sim dê uma ajuda de um médico psiquiatra que vai ajudar a organizar algumas questões necessárias né e como hoje aqui uma palestras né informações que vão estar contribuindo para tudo isso né então eu espero ter ajudado nem com essas informações e eu passo a palavra pronúncia obrigado a todos eu que agradeço mas continua na agora nós temos que perguntar bastante coisa porque eu pelo menos aqui eu fui anotando alguns pontos e outros que eu recebi também não há desafio eu acho que muitos aqui também querem perguntar e vou fazer assim eu vou colocar as duas perguntas tá e depois se vocês puderem também é tirar as dúvidas ea deborah vai respondendo a perguntas duas vezes perguntam e aí depois vai respondendo tudo porque às vezes tem pergunta e aparecida a primeira que aqui é paz que descobrem por exemplo que o filho está a colocar a droga mais utilizada pela molecada maconha o pai descubra descobre que o filho está usando maconha é o que você sugere para esse pai sendo assim bem objetivo bem direto é uma família que possui um dependente químico que continua estudando ele trabalha mas é dependente químico usa cocaína bebe todo dia mas ele trabalha com pessoal os seus horários ele estuda é e não assumir a sua impotência perante a droga é é um o que você sugere nesse caso para os competentes dessa família por uma família de cinco elementos um é usuário de droga os outros quatro com dependentes o que você sugere para esses quatro e nunca de outra pergunta sinais né quais são os sinais para identificar uma pessoa está utilizando a droga seja dos filhos seja dom os representantes legais dos pais seja de quem for deixa só temos que acrescentar que eu acho que não é o álcool o crack maconha cada um deve ter uma final diferente de gerar um sinal diferente não concordo agora existem sinais que todas as drogas proporcionam é o caso por exemplo mudança de humor mudança de comportamento costumo comparar até com o dinheiro nem quando está com dinheiro no bolso seu humor seu comportamento é um contrato está acabando o seu humor seu comportamento é outro que está sorrindo aí você deve estar com o bolso cheio né mas é verdade a sensação é bem parecida só que considerando por exemplo os jovens e os adolescentes aqueles que estão numa fase de mudança para a fase adulta já é natural essa mudança de humor e comportamento ele é mais crítico ele quer participar de certos grupos ele já tem aquela mudança néon o abalará dinha então ele não consegue ouvir não do pai da mãe ele quer na balada de que essa aí muitas as vezes que é bbb que fumar para mostrar a maturidade para os demais amigos então é muito complicado essa mudança mas a droga seja ela qual for o álcool cigarro maconha o crack a melo o proex é balinha seja o que for a droga que for quando você introduz a droga no organismo você vai ter mudanças e essas mudanças né que ela pergunta e eu acabei respondendo aqui é envolta a questão do humor comportamento e sensações são essa esses três pontos que acabam por aqui no celular que sou viciada no zagueiro mostra só dependências é que ela está falando é dependência contemporâneas sensações humor e comportamento você identificar eu pelo menos trabalho esses três pontos sensações humor e comportamento quando há uma mãe chega e pede ajuda primeiro eu quero ter o contato você vai gerenciar um caso você tem que ter o contato com esse jovem tem que pelo menos falar com ele por telefone é ver ele pelo menos pessoalmente ter um diálogo uma conversa aberta você ea pessoa perguntar se está usando porque a mãe é natural ela entra em desespero é a primeira palavra que vem é interna tem que internar meu filho mas calma seu filho tá usando droga droga está usando freqüência e quantidade quanto tempo como está essa questão e drogas e fala pra mim era presentear meu filho que é moda hoje é hoje o desespero ele predomina ea primeira opção é é a internação ea internação na verdade ela tem que ser a última opção você tem que trabalhar várias frentes você tem que trabalhar os grupos têm que trabalhar o psicólogo você tem que trabalhar em alguns casos até a própria psiquiatria não já encaminhada para internação para o quadro não é todo mundo me liga e fala nessa internar meu filho mas enfim é essas são as duas perguntas essa terceira acabei falando então é paz que descobre que o filho está fumando maconha é o que você sugere para esses pais que descobriram que o filho está fumando maconha está usando qualquer tipo de droga e uma família que possui um dependente químico que trabalha tem uma vida normal com pessoas ligações mas é dependente químico não assumir sua impotência é o que você sugere para esses com dependentes essas são só as mesmas perguntas e querem anotando ou não também é eles podem perguntar também pode responder do eu responder do lance e depois fica mais fácil né no caso dos pais que é descobre que os seus filhos estão o seu filho está usando maconha o primeiro ponto é existe uma levar em consideração que os familiar que a sua própria sociedade é considera comum considera normal usa uma com em fumar maconha porque não faz mal porque é ou seja existem vários argumentos né então é importante esse pai em primeiro lugar saber quais os efeitos que a maconha tem porque através dos efeitos ele vai conseguir ter um diálogo um pouco melhor com esse filho porque qualquer reação do pai de início né você não pode fazer isso por que a maconha faz mal porque nem o filho vai ter uma reação natural não faz mal que todos meus amigos fuma ninguém morreu tudo certo né então existe é essa questão da normalidade que a própria sociedade está pregando nessta os jovens é muito comum hoje né então o pai em primeiro lugar eu acredito que ele precisa sim saber os efeitos e qual a conseqüência da maconha porque muitos acham que maconha é droga mas ela tem sim a sua influência traz alterações cerebrais então é o pai sabendo como falar nele vai ter o mesmo processo que o nelson outra vez eu quando vamos orientar um pai ou até mesmo dependente química vai saber como falar outra forma é também pedir ajuda para um aconselhamento porque existe essa resistência em acreditar que é normal então primeiro saber a saber os efeitos segundo não deu certo então procurar ajuda de um profissional que vai ter como conseguir falar conhecer dependente rock então tá usando droga está usando maconha a maconha ela tem um processo diferenciado das outras drogas porque ela não vicia logo de cara logo de início né então a pessoa vai sentindo por exemplo geralmente são pessoas ansiosas né que usa maconha porque ela é uma droga perturbadora e ela é reduz essa ansiedade né então ela começa a produzir um excesso de dopamina que vai trazer essa sensação de alívio né de tão ansioso então ele se acalma então o pai sabendo essas informações e também buscando ajuda de um de um profissional precisa a outra é a outra agora um tempo assim é uma pessoa que já trabalha que ela é uma pessoa que trabalha ela tem todas as suas rotinas mas ainda é mas ela tem o problema das drogas então existem duas coisas que precisamos levar em consideração a primeira é que muitas vezes ele tem a sua rotina mas ele ainda não é um dependente ele pode estar desenvolvendo esse processo então ele está em abuso né ele é usa continuamente e está entrando em processo de abuso então ele mantenha suas atividades mantém as suas às vezes muitas vezes a família ninguém sabe né ele trabalha e estuda ele faz todas as atividades então tudo bem mas começa a ver a alteração desse comportamento começa a ver as alterações e irritabilidade nervosismo ele perde assim o convívio com a família ele fica mais plataforma popular de dentro não acontece muito isso também então é então o primeiro ponto é esse a pessoa pode estar um processo de abuso e tão importante a família saber que nem sempre o uso já está estabilizado a doença dependência química então a pessoa descobriu não preciso internar meu filho mas a a clínica vai fazer uma avaliação né se ele realmente é um dependente qual é o caminho que ele deve se ele for realmente independente ele vai começar a perder as suas responsabilidades ele vai perdendo comprometendo em ele vai comprometer nos relacionamentos ele vai tendo várias outras consequências então a família percebendo essa perda das suas responsabilidades já é um indício de que está é o processo desenvolvimento do processo de independência aqui então a pergunta eu vou mais uma aqui tá a a uma mãe perguntando tamanha e na verdade a minha irmã lá assistindo é qual é a postura que os pais devem tomar quando o filho uma filha de 15 anos pede para beber em casa essa é uma outra problemática nem porque a bebida em cima das festas nas orações na igreja ela tem um significado não é então assim e é essa uma outra questão que é complexa porque é uma normalidade bebê dentro de casa então tem bebido até mesmo em festas de criança né casamento e com churrascos e então é a criança o adolescente eo jovem já vê isso no meio da família então a para um adolescente pediu para beber em casa significa que ela já considero isso normal então é normal bbb né só que o grande problema é uma coisa que eu quero ressaltar aqui é que a as funções cerebrais elas terminam o seu desenvolvimento por média de 21 anos então se essa criança esse adolescente começar a ter um desenvolvimento com a bebida com outras drogas então esse desenvolvimento celebrava começar a ficar comprometido né então o que fazer quando um adolescente uma criança andando pra gente criança mas um adolescente que quer beber em casa a primeira coisa é estabelecendo as regras né quando como eu falei sobre a funcionalidade da família então a família precisa ser clara é eu não concordo com isso porque existem consequências então a família vai ter dentro dos hábitos e costumes que a família já tem a esse familiar precisa orientar esse jovem adolescente né então é comprometedor até que ponto essa família vai permitir o que é beber socialmente né a família o brasil não sabe beber socialmente né é só fala assim eu bebo socialmente mas aí volta bêbado pra casa isso não é beber socialmente né então eu aconselharia essa questão de colocar suas regras e colocar sua opinião o efeito vamos lá boa tarde sou eu tenho um filho né que é o usuário eu também fui só que agora num momento assim de de agressividade eu gostaria de saber qual a forma que eu consigo me aproximar mais dele que eu tô perdendo essa comunicação porque realmente está bem agressivo mas ele é funcional ele trabalha há 13 14 anos como eu fui também né eu queria saber ou como aproximar então em primeiro lugar na agressividade ela vem também da da consequência da dependência química e do comportamento né porque essa alteração toda então vem e também existe também há a questão que tipo de problemas se esse filho pode ter ele pode ter problemas traumáticos não significa que seja na família mas pode ser em relação a si mesmo né como é que lida com com ele mesmo com as dificuldades que ele tem então conforme a agressão é o tamanho da ferida né então é eu aconselharia vocês expressar os seus sentimentos do tipo filho eu te amo esse isso que você está fazendo está prejudicando você mas eu estou disposto a ajudar naquilo que for necessário mas eu gostaria que vocês se esforçasse a ele não vai se esforçar filho eu te amo eu lembro de você quando você era pequeno tinha essa característica você fazer isso de bom você fazer né você trazer a as características positivas que que ele tem e isso vai começar a fazer efeito muito efeito imagina tudo bom de morar lá andré matar de vereadores boa tarde a tv uma reportagem que a onu disse que em 2018 235 milhões de pessoas no mundo usaram drogas pela primeira vez não exatamente quem usa droga ele é independente mas ele tem um grande potencial a ser a que orientação a gente falando um passinho antes da com dependência é porque eu não tenho esse envolvimento de grama ea família não gera uma codependência falando de drogas lícitas e ilícitas em si mas quando essa mãe esse pai e seu irmão descobre que essa pessoa se sente querido fez o uso pela primeira vez como abordar é como direcionar antes que isso se torne uma tendência é seguir um trabalho antes estava falando com dependência como que tem que olhar pra não chegar a ser co dependente a gente está trazendo mais um problema tentou encerrar um problema que pode está se iniciando aqui mas eu não dou uma continuidade em é interessante isso que ele falou porque tem uma frase que diz ah nem todo usuário se torna dependente mas todo dependente já foi usuário é todos que vão se tornar dependente é esse primeiro ponto eu achei bastante interessante que é o a família que constatou é uma única vez o uso da maconha por exemplo ou de qualquer outra droga é de um parente de um filho seja quem for é qual o qual a conduta é é um confesso que isso é o que mais chega no gabinete através de mensagem ou ate zap mail mães que procuram ajuda é sempre assim eu não sou uma co dependente meu filho não é dependente mas eu encontrei maconha com ele o que eu faço agora vai responder mas eu acho que isso daí nossa senhora eu acho que o mais difícil porque ali ninguém sabe né ali ninguém sabe e nem sempre é verdade né às vezes o filho já está fazendo uso mas é a primeira vez para a mãe o pai que constatou repente ele já tem uso já de anos e às vezes você não percebe tem mãe que não sabe o que é por exemplo balinha falar do ecstasy né falou que era balinha tal e não sabe que é balinha o ecstasy acho que é bala de padaria de goma é é uma coisa interessante que duas coisas que acontecem é que a família demora média de quatro anos pra perceber que o seu filho está com um problema e depois desses quatro anos que ela começa a perceber o que alguém fala ou que ele suspeita algo assim então a família nega entra naquele processo de negação enquanto isso existe esse desenvolvimento então do uso experimental experimentou uma duas vezes uso mais vezes ou seja dois ou três meses e ele entra no processo de uso contínuo até aí é prevenção uso abusivo e da dependência química já entra no processo de intervenção então quando está ainda em prevenção eu acredito que a família usando aquele processo funcional ela vai conseguir trazer um diálogo favorável e sem falar falar também assim que conquistando esse diálogo como o senhor ele perguntou vai conseguir identificar porque que esse filho está usando essa droga não é porque como nelson comentou a droga não é ruim ela traz benefícios então tem muita ansiedade a fumar maconha que você fica tranqüilo a bebeu mas tá muito da olha cheirar cocaína que você fica estabilizado né então com alguma algum tipo de substância ele vai se identificar né e hoje em dia o que acontece é que existem múltiplas drogas então às vezes o usuário não é só o usuário de cocaína por exemplo ele bebe ele usa a cocaína ele fuma cigarro né ele tem várias outras drogas muitas vezes não o que a família pode fazer antes que esse processo se desenvolva primeiro é identificar como eu falei né como é a minha família ela está desestabilizada ela está sem estrutura então vamos buscar trazer esse diálogo vamos buscar aproximação né o que eu posso fazer tem pais que trabalha tanto que não consegue no taquaral filho por exemplo né então assim o que eu posso fazer para me aproximar mais do meu filho e com esse diálogo ele consegue identificar o porquê que esse filho está usando maconha porque esse filho está usando bebendo demais né então alguma causa tem ele colocou essa uso esse uso experimental ou até mesmo o uso contínuo principalmente no uso contínuo preciso identificar qual é a causa e às vezes numa conversa consegue descobrir aí eu ver ou procurar uma ajuda um fazer uma terapia procurar identificar essas causas organizar essas causas muitas vezes é trauma curando trama não precisa da droga para viver entendi então esse processo é bem importante boa tarde lembra uma das sedes é eu percebo assim algumas famílias o melhor lugar do mundo tem que ser a nossa casa e quando o filho não quer voltar para casa alguma coisa tem então com dependência muitas vezes é muitos pais pedindo para o filho por favor traga algum problema pra mim porque ele não tem receptividade nenhum em casa então eu queria que você falasse alguma coisa nesse aspecto de como os pais devem se comportar em relação aos seus filhos é de tal forma que eles não sintam vontade daquela forma e sintam vontade de voltar pra casa é uma boa pergunta né eu acredito que isso é tudo que nós precisamos né é os nossos jovens estão adolescentes estão muito é traumatizado vamos dizer assim e quando você a gente vê muito isso no consultório né às vezes vou conversar com ele e 6a porque que você está nessa situação não começou sobre isso um adolescente por exemplo com a auto mutilação é ela sente falta da mãe não consegue sair com ela pegar na mão e na esquina sabe dar uma volta no quarteirão então essa expressão ela está mostrando olha eu sinto falta da minha mãe né e hoje a família muito desestruturada às vezes é o pai vai embora ou existem é o pai faleceu a mãe faleceu não sabe lidar com o luto né existem é rejeição então esse ambiente família ele está muito prejudicado então eu acredito que reforçando né é trazer novamente essa funcionalidade essa proximidade a família então que os pais podem fazer é se aproximar desses filhos sabe é hoje existem várias constituições familiares mas eu preciso entender qual é o meu papel dentro da família né o papel do pai o papel da mãe quem são as a aí é que ali então o meu filho precisa da meta sim a da minha atenção ele precisa do meu carinho e precisa do meu olhar e dizer filho eu acredito em você filho você eu sou feliz por você na minha vida nessa área falo essas palavras você é importante pra mim né aí tive um problema na escola porque fazem bullying comigo e eu não gosto que falam desse jeito filho volta chorando aí a mãe vez dizer filho o que você é trazer a identidade dele o que a mãe faz vai lá briga na escola é claro que se as coisas passarem do limite obviamente a mãe tem que tv mas dentro daquilo que essa criança pode filho eu tenho certeza que você pode conseguir organizar essa situação né porque o que está faltando os pais estão ausentes muitas vezes um fio é filhos órfãos de pais vivos então aquele que eu falei no início sobre a funcionalidade da família a família funcional precisa ser resgatada nós precisamos resgatar um marco que é importante que é o amor o amor ele é empático ele é respeito né ele se coloca no lugar do outro traz o outro né ele fortalece e nós estamos desenvolvendo a indiferença que é exatamente o contrário néné e o egoísmo é cada um com o seu problema não tem nada a ver com isso eu preciso me né eu preciso viver a minha vida né e às vezes as crianças ficam sem esse amor sem escalas eu quero antes de mais nada agradecer a presença do vereador vinícius gratti que também compõe essa comissão de políticas de prevenção às drogas acho interessante também essa fase essa frase essa peça fala é dos pais é precisar em participar mais porque uma vez eu ouvi a seguinte frase né adotem os seus filhos antes que um traficante o faça e é pesado isso é como assim adota os seus filhos anos com traficante eu faço e é realmente a carência dos mais os pais eles precisam ser legisladores vão colocar a regra fazer valer e os filhos precisam obedecer e dentro da casa de vocês quem coloca regras são vocês autoridade maior é o pai a mãe não seja uma festa de 15 anos com bebidas na minha casa não a casa não vai ter festa de 15 anos com bebida a mas você bebe pai por que eu não posso beber porque você tem 15 anos mas eu abro a geladeira só tem bebida não tem suco não tem água tem muito disso né então é aquela educação em todos os setores desde a responsabilidade para o legislador e os filhos obedecerem à educação na questão festa evento vai ter cerveja vai ter cerveja só que essa cerveja é para os adultos as crianças vai ter suco vai ter copo de honra e ter é espertinho vai ter suco de um cardápio com 1 300 mil tipos de frutas proporciona exalte outro tipo de bebida a questão do barzinho dentro de casa é legal é bonita às vezes até uma decoração né porém é uma droga uma droga lícita e exposta por que não fazer algo que não resolve tanto proporcione um outro tipo de comportamento na casa de vocês então assim é são regras que nós precisamos adotar porque realmente o tráfico adota os fios o tráfico ele oferece tudo aquilo que o pai a mãe não pode dar pega hoje o menino é na periferia que infelizmente vive é esses fatores de risco muito mais próximo de nós podemos presenciar lá no campo belo uma situação ali realmente mexeu comigo que foi a presença de 50 por cento do público presente lá é 200 alunos tinham 100 cadê os outros em todas aquelas cadeiras vazias aos pais não deixam o aluno freqüentar porque o assunto é drogas o assunto é prevenção às drogas você pega vários meninos ali que não vão para a escola para estudar eles vão pra comercializar vender a droga ganham mais que o pai a mãe como olheiros 500 600 reais por semana para ficar olhando as cheias a polícia sai da polícia passa ele tem um celular da moda ele tem o abel muda da moda o tênis da moda tudo aquilo que o pai a mãe não pode dar maior tráfego da então acho que a educação ainda vem de casa e essa ligação essas regras elas precisam ser realmente aplicadas e ter punição uma das punições é essa vai ficar sem celular vai ficar a troca não é igual quando ocorre do filho pedir para dirigir o carro né aquela primeira voltinha aprendeu a dirigir está prestes a tirar a carta aí já começa a querer a na chácara na fazenda eu quero dar uma volta quero quero dirigir colocar regras repente ele tira a carta repente ele quer sair vai lá ver a namoradinha chegar de carro é como você trabalha tudo isso aí ele volta 4 horas da manhã aí o pai não dorme aquela preocupação vai colocando regras você vai dirigir mas vai ter um horário enquanto ele estiver embaixo de seu teto você é o responsável certo então assim é é o que eu vivo e é o que eu falo né inúmeros pais inúmeras mães inúmeros jovens eles jogam isso lá dentro do gabinete eles chegam pra conversar tem discussão entre eles a minha frente ele por conta disso tem muitas mães que acabam disputando com a filha e acaba tendo uma amizade que não é produtiva é amizade que a menina tem na escola a mãe quer ter com aquela com aquela filha ela briga por namorado com a filha ela briga com um pela roupa para usar para ir numa numa balada isso não é relação de pais filhos pai filhos não são iguais a esse é um princípio que a gente utiliza muito no grupo de amor exigente se não me engano é o quarto o quinto princípio de amor exigente pais e filhos não são iguais então é um grupo que eu recomendo pra vocês acho que todo mundo independente droga às vezes a própria ligação na das autoridades os pais e os filhos às vezes não está sabendo lidar com uma situação é o filho que quer ir pra balada é o amigo do filho que bebe você fala meu deus meu filho vai sair com esse cara que bebe é e tem 15 e 16 anos de idade você não está sabendo lidar com isso é freqüente o grupo o grupo é gratuito é um grupo que funciona e é o que eu falo é o grupo me ajudou me ajudou porque é na minha casa não tinha paz o grupo você começa a participar e você começa a entender que o seu problema é sempre pequeno perto do problema dos outros é isso mas alguma pergunta obrigado a todos é um pouco carona mas dando marcha a ré porque eu vejo hoje nas últimas três quatro décadas e sem entrarem ido e ideologia eu vejo que a família não é essa que vocês estão falando isso seria o ideal mas não é então eu só quero colocar o ponto para que vocês possam responder se a família foi essa que eu tô dizendo como esse esquema todo pode funcionar bom em primeiro lugar é a família funcional ela tem uma pressão muito grande porque você ensina a criança como devem dar pra ser né aí vai pra escola e aí tem uma influência muito negativa e isso é o que vai prevalecer muitas vezes né mas o que a família funcional pode fazer é estruturar né e conscientiza que lá fora é um ambiente completamente hostil e o que vai prevalecer é o que você tem na honestidade e integridade né uma coisa que eu lembro por exemplo há 30 anos atrás como você mencionou né há os verdadeiros colts eram os avós né então eu lembro muito da minha avó dizendo assim não precisa eu não preciso que você me ame mas exijo respeito então sempre quando há qualquer lugar que a minha avó estava todo mundo aprende a respeito entendi então através do respeito é aí a essa conscientização você responsável a fazer o que eu estou ele ensinando aonde eu não estou é o que eu estou ensinando aqui vale na minha presença e vale na minha ausência néné e então é difícil para a família realmente funcional porque você faz uma organização dentro de casa e lá fora na sociedade acontece diferente mas se você dá essa identidade de que ele e dá segurança de que ele vai que você está apoiando ele vai conseguir enfrentar a maré sim agora a família funcional virou exceção um dia de hoje e que antes era regra era uma exceção uma família disfuncional né e hoje inverteu essa questão mas eu acredito que temos como como eu falei é resgatar esses marcos e fortalecer a sociedade com mais famílias funcionais porque uma família funcional uma sociedade funcional né então se cada indivíduo tiver sua estabilidade obviamente vai apresentar isso na sociedade nem é exatamente esse for é nesse caso é um pouco mais complexo mas é melhor prevenir do que remediar né isso acontece porque porque não é meu pai e meu padrasto né a minha questão seria com relação a essa família disfuncional que hoje está muito em moda vamos dizer assim que são os meus os seus e os nossos filhos né dentro de uma casa tem de tudo então o respeito de um e para outro para o outro o padrasto madrasta essa coisa toda está muito difícil porque não é meu pai e minha mãe província tenho que obedecer nós temos que aprender a lidar e eu acho que nesse momento com esse caso com essa família com esse tipo de família que nós estamos vendo a cada esquina é porque é uma realidade nós temos que tratar e e falar um pouquinho você falasse um pouco a respeito disso também é interessante a questão do papel bem estabelecido na família né porque hoje o que acontece existe uma grata que briga com a enteada e prevalece o seu filho por exemplo então essa disfunção é complexa mas se eu sou uma madrasta é preciso saber qual é o meu papel e minha contribuição mediante o meu enteado se tá nessa família eu preciso ter um posicionamento e que esse posicionamento positivo não é que vai substituir a mãe por exemplo estou falando de padrasto uma graça porque existem muito né muito essa questão e o que acontece também sobre os os filhos que são enteados eles se sentem excluídos da família porque o pai ou a mãe tá tendo um novo relacionamento e às vezes um novo filho e ele se sente excluído e essa exclusão da do ciclo familiar vai fazer com que ele entra em outro círculo familiar ou através de um traficante ou através de uma turma que vai acolher da o amor ou seja ele não tem isso dentro de casa e buscar fora então o que oriento eu acredito que é o que funciona é os pais resgatarem os seus papéis e definir isso né filho e sou seu pai eu sou sua mãe sou responsável por você enquanto você tiver sobre a minha responsabilidade e vou fazer o possível para te proteger a independência você aceitar ou não mas eu vou te proteger e muitas vezes é falar não não é há muitas vezes é contrariar a vontade desse filho porque existe a questão da disciplina existe a questão de treinamentos relembram a gente corre desde porque alguém chato ficou lá insistindo escove bem quando dei então é uma coisa que o pai precisa estabelecer novamente a responsabilidade que ele tem o papel que ele tem e para educar os filhos então os filhos eles são uma esponjinha né então eles aprendem mais pelo comportamento do que as falas então é melhor falar menos e se comportar melhor que o é através disso que o filho vai representar depois em colocar limites obviamente eu vou passar a palavra agora para o vereador vinícius gratti e aí nós não temos mais tempo né nós vamos a encerrar tá bom mas eu estou deixando o contato também caso tenha necessidade pode encaminhar um e-mail pode encaminhar uma mensagem do próprio sap eu passo pra débora débora responde todos votaram todos ea todos aqueles que nos acompanham pela tv câmara um vivo também aqui cumprimentar meu amigo vereador nelson ós ele que é presidente é importante comissão aqui na casa legislativa de campinas e cumprimentar também a doutora débora santos e dizer muito brevemente primeiro lugar aqui você de braga está no local certo porque é o que diz respeito à profissão quero dizer uma pessoa né a totó voz a forma de falar né eu cheguei aqui já até almeja ficou gostoso né então está no lugar certo mesmo e tem o dom da vocação é eu queria dizer que é importante esse tema na questão da da dependência química no ambiente familiar né sabemos que a família da vítima nessa questão melhor todos os membros da família são vítimas dessa questão da dependência química e você trouxe aqui é não pude acompanhar a sua fala inteiramente não estava no início estou agora no final da apresentação é você trouxe aqui através da fala do público aqui também presentes à triste dura realidade que é a questão da família disfuncional né e dessa crise em relação à questão da autoridade né essa perda da credibilidade da autoridade paterna e materna autoridade civil torno da divina enfim confundissem a questão da autoridade com o negativo que é autoritarismo netão rebeldia do centro enfim então acho que foi muito bem colocado acho que é um tema que num não não se restringe ele não se acaba numa só tarde então acho que seria interessante não sei se o doutor nelson ós ele também acataria essa minha sugestão de você voltar mais vezes aí pra gente estender o tema e também afunilando é tudo que vem em relação ao tema obrigado eu passo a palavra a doutora débora para concluir e assim encerramos a sexta reunião da comissão de políticas de prevenção às drogas agradeço o vereador vinícius gratti pela palavra será o brasil realmente contribuir porque é importante mesmo esse assunto né e agradeço a todos também pelas perguntas pela participação o pessoal que está nos assistindo pela tv câmara né e toda essa é comissão que realmente tem um papel muito importante aqui na sociedade né e eu quero deixar um uma mensagem aqui né eu acho que cada um de nós temos um papel não só dentro da nossa família mas dentro da nossa sociedade como eu comentei sobre o cidadão político né nós precisamos cuidar da nossa casa nossa casa ea nossa casa a cidade é então juntos nós somos muito mais fortes e eu acredito que agora é o tempo da verdade prevalecer é toda mudança gera transtorno mas nós temos condições de mudar esse quadro eu tenho certeza disso obrigada a todos muito obrigado deborah foi um grande vale a sua presença a sua participação a a casa é sua a casa é do povo na câmara municipal e o gabinete sempre de portas abertas e com certeza você terá novas falas e novos temas para toda a população de campinas dentro da comissão de políticas de prevenção às drogas enquanto eu for o presidente né e agradeço também o vinícius gratti agradeço todos os presentes e todos aqueles que nos acompanharam pela tv câmara então ficam os senhores vereadores convocados para a 7ª reunião ordinária da comissão de políticas de prevenção às drogas que vai ser realizada dia 26 de setembro é o mês que vem quinta feira às 15 horas aqui no plenarinho qual que o tema juliana dados de vulnerabilidade na maternidade da maternidade de campinas é o próximo da comissão de políticas de prevenção às drogas a gente tem toda uma programação já montada às vezes ocorre uma mudança como a comissão ocorre sempre uma vez por mês então a gente vai tentando divulgar o máximo então você pode acompanhar também no próprio site ta nelson 11 ponto com ponto br e no instagram também no instagram eu estou sempre divulgando a as reuniões que nós realizamos e no facebook nelson 11 bom um abraço a todos muito obrigado e do prazo encerrado terminou agora há pouco a reunião da comissão permanente de políticas de prevenção às drogas que debateu o assunto importantíssimo a relação das famílias com os dependentes químicos eu vou conversar agora com o vereador nelson mostre que pré presidente da comissão vereador boa tarde são temas relevantes não é porque a família também é parte dessa questão de dependência química com certeza a família é o nosso maior patrimônio né e quando você tem um problema de drogas ea família adoece junto né você precisa tratar a família também nós chamamos de com dependentes né a com dependência é algo sério acho que até mais sério que a própria dependência química porque tem estatísticas que mostram que uma família de cinco elementos cinco pessoas uma contaminada né você tem grandes chances de contaminar pelo menos mais duas então é um problema sério né que infelizmente atinge milhões de pessoas e é importante através da câmara municipal através do mandato desse vereador é divulgar informações e também os caminhos a serem tomados para que essas pessoas possam ser tratadas e resgatar assim a vida e o bem estar da família agora é importante que a família também conte com profissionais como a psicanalista deborah falou nem vendo a deborah é uma pessoa fantástica né o que ela trouxe hoje pela câmara municipal é algo que tem que ficar né na na memória de todos que participaram e daqueles que vão acompanhar também através da própria tv câmara e também através do canal da tv câmara no youtube e nas redes sociais porque é uma aula é é uma aula a gente sabe que não existe receita para tratar o dependente químico para tratar o dependente mas existem algumas ferramentas que a deborah trouxe mostrou apresentou que pode ajudar muito e é muito importante que as pessoas é a companhia e se essa essa comissão a comissão de política de prevenção às drogas para entender que existe saída muitas coisas às vezes não enxergam mais a luz no final do túnel mas nós estamos aqui para mostrar que existe luz no final do túnel e eu particularmente e tenho certeza que a deborah também compactua com a minha fala é acreditar no ser humano e acreditar na recuperação de qualquer ser humano independente seja uma pessoa rica ou seja uma pessoa pobre uma pessoa em situação de rua ou até mesmo independente vip que trabalhe ganhando o maior salário porque a verdade é uma só quando você vai num centro de tratamento você encontra o patrão e empregado né ambos estão no mesmo local não é porque um toma 51 e outro toma rede lebu que existe diferença um problema é um só ea dependência do álcool a dependência da droga e o que a gente precisa acreditar no ser humano e da oportunidade deles resgatar a vida e inverter esse quadro no evento é por isso que o programa é do estado que eu coordenei antes de ser vereador o nome era recomeço programa recomeço é recomeçar nós temos que acreditar nisso certo muito obrigado parabéns a iniciativa ea gente vai continuar vereador com a nossa programação e você que está em casa também continue acompanhando a tv câmera uma boa tarde [Música] a tv câmara campinas