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Na Casa do Povo | Roberto Alves fala sobre Projetos, Proteção à Infância, Saúde e Esporte
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Na Casa do Povo | Roberto Alves fala sobre Projetos, Proteção à Infância, Saúde e Esporte

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Resumo editorial

Roberto Alves, vereador da Câmara Municipal de Campinas, discute sua atuação parlamentar focando em proteção da infância e adolescência. O vereador apresenta o Projeto de Lei nº 231/2026, que amplia o acesso ao Disque 100 através de QR Code para facilitar denúncias de violações de direitos humanos. A conversa aborda a importância da aproximação entre vereadores e população, evidenciada por iniciativas que demonstram trabalho parlamentar conectado com a comunidade.

Citados nesta edição

Descrição do vídeo

O vereador Roberto Alves apresenta o Projeto de Lei 231/2026, que leva o Disque 100 para QR Code, e relembra sua atuação na reestruturação do canal durante os dez anos como deputado federal. Ele detalha o gibi Robertinho e sua Turma, distribuído em mais de 10 mil exemplares para prevenir abuso sexual infantil, o PL 64/2026 de videochamada no atendimento do Samu, o PL 16/2026 que converte multas leves em doação de sangue, o Programa Afroempreendedor do PL 141/2025 e o Grand Prix de Voleibol Campinas 2026, que reuniu 250 atletas e arrecadou duas toneladas de alimentos no Taquaral.

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e Olá mais uma casa do povo no ar o podcast da Câmara Municipal de Campinas que toda semana conversa com o vereador ou vereadora e ex-parlamentares do legislativo da nossa cidade. Hoje quem está com a gente é o vereador Roberto Alves, aqui eu já dou as boas-vindas, vou fazer a minha audiodescrição e na sequência o senhor também faz, vereador. O meu nome é Mirna Abreu, eu sou mulher negra de pele clara, tenho os cabelos cacheados um pouco acima dos ombros, com mechas loiras, hoje eu estou com um vestido marrom, ao meu fundo nós temos aqui o estúdio do na Casa do Povo, todo em preto, um televisor com o logotipo do nosso podcast, na Casa do Povo, em azul e branco. Vereador, já o convido a fazer também a sua audiodescrição. É um prazer imenso. Eu sou o vereador Roberto Alves, estou aqui também na Casa do Povo, participando desse podcast. Eu estou hoje vestindo uma camisa branca, sou negro também, os olhos castanhos, cabelinho curto e camisa branca de manga comprida estou usando um relógio de pulseira marrom e a parte preta do relógio e também estou portando um óculos preto tá certo, então aqui na nossa mesa nós temos a xícara e temos a xícara branca com o logotipo azul do podcast dizendo Casa do Povo é isso aí, vereador o senhor que já esteve conosco falando um pouquinho da sua vida, como entrou na política, a sua atuação, inclusive lá em Brasília, a sua volta à Câmara, a gente vai falar um pouquinho agora desses últimos anos aqui na Câmara Municipal, falando inicialmente de projetos protocolados, inclusive a gente sabe, quem já assistiu os outros podcasts e acompanha o seu trabalho, sabe da sua atuação importante quando a gente fala da proteção da criança e do adolescente, Principalmente ligada à questão da exploração sexual infantil E o senhor tem um projeto que trata sobre ampliação do acesso ao DISC-100 Por meio de disponibilização do QR Code Quando o senhor pensa num projeto como esse, qual é o objetivo? Ampliar essa divulgação Mirna, o nosso maior objetivo é combater esse crime que tem destruído a vida e a infância de muitas crianças Através desse projeto de lei Nós queremos facilitar Porque quando a pessoa Acessa o QR Code do Disque 100 Ela já entra direto Não há necessidade dela ficar discando E esperar alguém ligar Por que nós pensamos nesse daí? Você sabe E todos que nos assistem aqui Os que não sabem vão ficar sabendo Eu fui deputado federal E lá em Brasília Eu permaneci em Brasília por 10 anos como deputado federal, eu tive um mandato primeiro mandato foram dois anos e depois dois mandatos de quatro anos cada um e a minha luta sempre foi o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes comecei esse trabalho aqui em Campinas em 2012, quando eu cheguei aqui nessa casa como vereador que eu lancei Campinas de mãos dadas contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, o que que acontecia? Teve uma época que nós estávamos sendo procurado, que eu viajava em audiências públicas pelo Brasil e aqui no estado de São Paulo, muitos municípios que a gente ia fazer trabalhos em praça pública. Sim. E fizemos um desse agora aqui, no início do ano, nós fizemos aqui. Em maio. Em maio nós fizemos aqui na 13 e vamos continuar fazendo. O que que me chamava a minha atenção? As pessoas reclamavam pra mim que ligava no Disque 100 e não atendia. Eles ligavam, eles queriam fazer denúncias e não atendia. Sim. E na época que hoje é a senadora da Maris Alves, que era a ministra, eu fui conversar com ela. Falei, ministra, nós estamos tendo um problema no Disque 100. E ela pegou foi saber o que estava acontecendo. E na época ela mandou um técnico dela, do ministério, na central do Disque 100. Que o Disque 100 ficava na Bahia, a central dele ficava na Bahia. E o técnico foi lá, chegando lá, ele fez 10 ligações para o Disque 100, dentro da central do Disque 100. Nenhuma dela foi atendida. Dentro, ele estava dentro da central. Quer dizer, ele fez em loco. E não foi atendida. Então, ele trouxe o resultado para ela e imediatamente ela tomou providência. Então, o que ela fez? Ela tirou o Disque 100 da Bahia, trouxe para Brasília, reformulou todo o Disque 100 a nosso pedido. Fizemos um evento em Brasília, na Câmara dos Deputados, lançando novamente, relançando o Disque 100, que hoje funciona muito bem. Mas o que nós queremos? Queremos ampliar o trabalho. Queremos ampliar e facilitar para a população esse trabalho. Às vezes uma senhora, uma idosa, ela só aponta a câmera do celular para o QR Code e já vai abrir o que ela quer. Vai abrir o que ela quer. Aproveitando que o senhor está aqui então, vereador, é porque existem alguns, o DISC-SIM especificamente, ele é para quê? Vamos explicar para quem está lá em casa, para a pessoa entender e já anotar se for o caso, né? Antigamente o DISC-SIM era para ligar sobre abuso de criança, abuso de relação sexual, mulheres, era essa denúncia. Hoje o Disque 100 ampliou também para o idoso. O idoso hoje pode ligar para o Disque 100 para fazer denúncias. Então o Disque 100 ampliou muito, não ficou mais restrito só no combate à exploração sexual. Não, o Disque 100 hoje ampliou. Ele ampliou para fazer as denúncias referentes ao abuso sexual, mas também ele está referente, pode ser também usado para o idoso. Qualquer, digamos que qualquer coisa que aconteça A gente tem questões psicológicas A negligência contra o idoso Que também a gente vê que cresce a cada dia E cada dia cresce Tá crescendo Você vê o idoso Eu sempre falei O idoso no Brasil Ele não é valorizado Infelizmente É a nossa cultura Que precisa mudar Por quê? O Brasil é o que é porque teve alguém por detrás que fez crescer o país. Fez crescer. E eu vejo que quando essa pessoa chega a uma certa idade, ela não tem mais valor. E quantos idosos que tem no Brasil que não querem ficar em casa parado, eles querem trabalhar, mas a idade não permite. Eles querem fazer algo a mais e tem essa discriminação. Então, o idoso, ele tinha que ser olhado com bons olhos. Uma outra coisa também, que é o meu pensamento, o idoso, ele deu a vida dele pelo país. Só para você ter uma ideia, eu vou falar de mim, eu vou falar de mim. Eu tenho 66 anos de idade. Eu comecei a pagar o INSS com 12 anos, perdão, com 16 anos. Então, de 16 a 66, eu tenho 50 anos de contribuição. Vamos tirar ali alguns meses, alguma coisa que eu fiquei parado, desempregado, que foi muito pouco, porque minha mãe não aceitava filho dela, mais homem dentro de casa desempregado. Só que eu tenho 45, dá uns 45, 46 anos de INS pago. Pago. será que um homem que pagou a vida toda o INSS será que ele não merecia ter um tratamento melhor será que ele não merecia ter uma condição de vida melhor ele deu o sangue dele, ele deu o suor dele ele deu a vida dele pelo país que ele mora mas é um convênio médico é uma fortuna que eles não conseguem pagar isso é uma humilhação um idoso chega na fila de um hospital, aí as pessoas Não, mas eles têm direito de passar na frente, eles têm prioridade. Para com isso, isso é tudo mentira, a gente sabe disso. E se ele passa na frente, ele fica sentado lá dentro esperando o atendimento. É só para tirar da recepção. É só para tirar da recepção, você falou tudo, ele fica lá dentro esperando. Aí ele tem que sair do atendimento e mal tem condições, às vezes, de comprar um remédio. De comprar o remédio. Será que ele já deu tanto pelo país, será que não chegava a hora do país dar alguma coisa para ele? Eles não querem esmola não, o idoso não quer esmola não, o idoso quer trabalhar, ele quer ganhar o seu salariozinho, mas chega na farmácia, tem o que descontra, ele devia receber um medicamento gratuito, se provar na receita médica, se provar numa receita médica, que é ele o doente, que é ele que precisa, que ele receba. Ah, não, mas já tem farmácia popular que dá remédio pra quê? Pra diabetes? Que dá remédio pra pressão alta? Não, e os outros tipos de doença que eles não encobrem? E os outros tipos de doença que a farmácia popular não encobre? Então, é algo que tinha que se repensar. O idoso, ele tem que ser, tem que repensar a vida de cada um deles. E é algo que a nossa sociedade tem que se preparar, políticas públicas inclusive, por quê? Porque os estudos estão aí mostrando que cada vez, seguindo uma tendência global, o brasileiro vive mais. E então precisamos pensar em todas essas situações. Com certeza. Muitos aí estão vivendo com 80, 90 anos aí, forte. Sim. E fortes, bichinho, vai caminhada, anda para todo lado aí. Eles não querem esmola, eles querem trabalhar, eles querem continuar ganhando pãozinho deles de cada dia. Os supermercados não podiam abrir espaço? Sim. Tantos supermercados aí que poderia abrir espaço. Você chega num caixa, você faz uma compra imensa num supermercado, e quando você chega, você paga, você tem que colocar o seu produto dentro de uma sacola. E alguns que nem sacola tem mais. Mas os que tem sacola, você tem que colocar o produto. Não poderia colocar um idoso ali para trabalhar? Sim. Poderia. Claro que poderia. Com certeza. E vai ganhar o salariozinho dele, feliz. Algo que possa vir à discussão, né? Com certeza. Do outro lado da ponta, o que iniciou o seu trabalho com o Disque 100 foi justamente, como o senhor disse, começou por Campinas, a questão da exploração sexual infantil, inclusive, na ocasião quando o senhor iniciou esse trabalho, o senhor criou um personagem, o Robertinho. Como que foi pensar também em promover essa educação e essa conscientização usando um personagem para conversar melhor com aquelas pessoas que iam ler esse material? Como que foi pensado isso? Nós criamos o Robertinho 1, 2 e 3. O 3 não chegou, ele não chegou a ser editado. O Robertinho foi uma ideia que nós dentro do gabinete em Brasília, Então, eu tinha amigos meus, prefeitos, que chegavam em Brasília Ô, Robertinho está aí, Robertinho está aí E tem um, era um prefeito, que ele chegava em Brasília Ele nunca falava o deputado Roberto Então ele falava, ô, Robertinho está aí, Robertinho está aí Aí as pessoas falavam, pô, esse prefeito, ele nem respeita o deputado direito Mas não é, é que eu tinha uma intimidade com ele Sim Então ele chamava eu de Robertinho Ô, Robertinho, Robertinho Aí um dia nós falamos assim, poxa, por que a gente não vai lançar o Robertinho? Vamos lançar o Robertinho? O que o Sr. Robertinho vai falar? Vamos começar então a falar da importância das crianças não terem medo de denunciar, tudo voltado para o combate à exploração sexual. Uma linguagem bem fácil. Só que nós fizemos uma linguagem bem simples, fácil, para que as crianças pudessem entender, era uma história fictícia, e quando elas se uniram, elas denunciaram o abusador. Então, começamos então a fazer os gibis E a gente ia para os bairros A gente ia para os municípios, na cidade, no estado E a gente distribuía gratuitamente o gibi O Robertinho Aí depois, nós começamos a ver a internet Então começamos a pensar A internet, menina, você que mexe o dia todo Com redes sociais Você que trabalha aqui na TV Câmara e vocês mexem O dia todo com jornalismo, a internet é uma ferramenta que pode ser muito boa ou é uma ferramenta que pode destruir alguém. Você sabe disso. E agora com a era do IA, aí... Aí a coisa está quase que saindo de controle. Aí a coisa está saindo de controle. O que nós fizemos? Em parceria com a Polícia Rodoviária Federal, nunca fizemos da nossa cabeça, nunca fizemos da cabeça. Sempre a gente foi buscar ajuda de quem entende melhor, de quem combate o crime ali no local. Aí nós fizemos o gibizinho que saiu uma mão de um computador, que era os perigos da internet. O que a gente orientava? Então a gente fazia o gibi para as crianças, para elas fazerem palavra cruzada, ler, tudo voltado para a criança. E a mesma capa, nós fazíamos um folheto com informações, os cuidados que os pais têm que ter. Então a gente dava o gibi para a criança e dava o informativo para os pais, em todos os eventos que nós íamos fazer. Aí nós começamos a ver escândalos no esporte, atletas que foram abusados no esporte, e tem muito, muitos atletas que foram abusados. Principalmente na base desses esportes. Na base. Então nós preparamos o gibi que ia ser o abuso e exploração sexual no esporte, o combate, nós íamos combater isso no esporte. Fizemos audiência pública na Câmara dos Deputados Então nós preparamos Só que não deu tempo ainda Mas o sonho não morreu O Robertinho terceira edição está lá guardado Só que também tinha o Robertinho boneco Boneco também? Também tinha o Robertinho boneco Então eu tinha um assessor O evento que nós fizemos aqui na praça O Robertinho foi presente Foi, que legal O Robertinho foi O nome chama-se Robertinho e sua turma Então quando a gente chegava numa cidade O Robertinho descia Caracterizado com a roupa do Robertinho E a turma toda Interagia com a população E o Robertinho chama a atenção das crianças Todas queriam ver o Robertinho Sim, agora quando fez a atividade aqui em maio Também foi com esse intuito de alertar a população Com certeza Demos alguns gibis E também demos o informativo sim, nós demos, nós fizemos muitos informativos nós fizemos, eu fiz pesquisa, eu estava falando agora há pouco com os meninos aqui quando eu estava ainda como deputado nós fazíamos pesquisa na 13, então eu tenho toda a estrutura aí nós montávamos o balão na 13 e colocava uma mesa e as pessoas vinham para uma pesquisa qual é a pena que ela queria dar uma pessoa que abusasse ou explorasse de uma criança, então ali se ela quisesse participar ela não era obrigada, mas se ela quisesse colocar o whatsapp dela para ela receber informações nossas, ela ficava à vontade, se ela quisesse, para a gente poder mandar conteúdos do nosso trabalho mas, estava ali pesquisa o que uma pessoa que abusa de uma criança ou de um adolescente de alguém, do idoso qual a pena que ele tem que ter de 10 a 30 anos de cadeia, de 30 a 50 anos, prisão perpétua ou prisão de morte, ou pena de morte era direto, pena de morte e quantas pessoas já, senhor, senhora que parava e ela via que lá, encheu os olhos de lágrimas, porque ela, aqui várias pessoas, e a criança mesmo esse trabalho inclusive nas escolas é importantíssimo pra que a criança perceba nossa, tá acontecendo alguma coisa esquisita comigo e às vezes ela não sabe nomear aquilo, mas tá ali, ó, naquele material. Ah, então eu tô sofrendo alguma coisa que tá falando aqui. E essas pessoas que às vezes chegavam e choravam, porque elas foram abusadas. Elas falavam pra gente, olha, você tem que morrer porque eu fui abusado. Tem uns que falavam, eu fui abusado pelo meu próprio pai. Eu fui abusado pelo padrasto. Eu fui abusado pelo meu irmão. Tinha tudo isso daí. E é uma luta constante, né? É. Tinha e tem. Vira e mexe, você ouve falar aí que pegaram, que casas de... Isso quando pega, né? Porque a maioria das vezes a criança fica em silêncio, infelizmente. As pessoas, às vezes, não sabem. Por quê? Eu conheci uma policial que ela falou pra mim, isso foi no Paraná, que ela tentou se infiltrar nessa máfia. Isso é uma máfia. Ela tentou se infiltrar num grupo desse. Só que, para você se infiltrar num grupo desse, o teste é muito pesado. Você tem que fazer as coisas que eles pedem. Você tem que fazer. Uma foto de um bebê sendo usado, ela custa no mercado negro uma fortuna. Ela custa muito, muito. E se a pessoa quer entrar para fazer parte do grupo, o teste é pesado. Esse tipo de coisa. É coisa pesada, pesada. Então, continuamos no combate e na conscientização das nossas famílias e das crianças e adolescentes. Sim, é isso aí, vereador. Agora, quando a gente fala ainda sobre um pouco de saúde, voltando para Campinas, vamos falar de projetos que foram protocolados recentemente, inclusive esse fui eu que entrevistei o senhor a respeito, que é a questão do suporte da videochamada enquanto chama o atendimento do SAMU. Conta pra gente novamente aqui Pra quem não acompanhou a reportagem O que é essa ideia e qual a importância desse suporte Infelizmente Eu não sei Por que as pessoas fazem isso Mas você sabe Infelizmente nós temos muitas pessoas Que elas gostam De dar trote Na polícia, corpo de bombeiro No SAMU Elas dão trote, eu não sei o que passa Na cabeça dessas pessoas O SAMU todos nós sabemos o serviço excelente que eles fazem pra nós e o que é essa telechamada? nós já temos hoje aqui em Campinas aqui em Campinas já tem a telechamada, a telemedicina já temos aqui a telemedicina essa telechamada direto com o Sabu, porque talvez quando o médico atende você e você conta o que está acontecendo com o familiar se olha, meu pai está sentindo muita dor no peito aqui, eu não sei o que eu faço, o que eu tenho que fazer. Então, até, primeira coisa, ele já vai começar a te dar uma orientação o que você tem que fazer. Porque ele já começou a atender você, ele está atendendo o seu familiar ali. A gente já teve notícia, por exemplo, não foi em Campinas, mas de casos, por exemplo, que salvaram bebês engasgados por conta dessa orientação. Por causa da orientação. Aí, eles começam a já ir orientando você. O que você, quando você fala o que está acontecendo, imediatamente ali, eles já preparam uma unidade que possa ir já mais equipada, já uma unidade equipada com o problema que você está contando para ele. Sim. E ele já vai te orientando, eles vão conseguir chegar, o atendimento vai ser mais rápido do que você ligar, falar, me socorre aqui, meu pai tá morrendo, ó, tá acontecendo isso. Até eles saírem da base deles e até eles chegarem para dar o atendimento, às vezes, muitas das vezes, não dá mais tempo. Mas se eles já vão falando com você, numa videochamada, eles já vão falando e vão conversando, eu tenho certeza que vai agilizar tanto o trabalho deles e vai salvar muitas vidas. E vai salvar. Agora, não é que tem que ser de um dia pro outro, isso vai ter que ser feito um investimento, isso vai ter que ser feito um investimento, vai ter que se conversar, o que nós podemos fazer para colocar esse projeto para funcionar em Campinas, porque eu tenho certeza, eu tenho certeza que se esse projeto for implantado na cidade de Campinas, isso vai para outros municípios. Teve uma menina de Marília, uma vereadora de Marília, ela viu a minha entrevista com você aqui na TV Câmara. Ela viu a entrevista e ela achou formidável o projeto. Já queria fazer na cidade dela. Já queria fazer na cidade dela. Então, eu tenho certeza que esse projeto, sendo ele aprovado, sendo ele sancionado, que nós já tivemos aqui na base do SAMU, eles acharam formidável. O próprio SAMU. E hoje, com tanta tecnologia, não deve ser tão difícil implementar isso na cidade. Não tem dificuldade. Hoje, com o celular, você fala com o mundo todo. É verdade. Você fala no mundo todo. Vamos aproveitar, como o senhor disse, tem coisas ruins e tem coisas boas na tecnologia. Vamos aproveitar o que não tem de bom. Tudo que é de bom nós temos que usar. E eu tenho certeza que esse projeto vai salvar muita gente aí. Sim. Uma outra questão também, que é um outro projeto que o senhor protocolou, é o que trata de conversão de penalidade aplicada em infração de trânsito de natureza leve em uma medida educativa baseada na doação voluntária de sangue. O que motivou o senhor a propor um projeto desse na cidade e como ele funcionaria, vereador? Já quiseram, já teve vereador que veio querer falar comigo. Ah, deixa eu fazer uma... Fazer uma emenda? Fazer uma emenda. Falei, depende do que emenda. Não, para que todos possam ter esse benefício. Não, não, nada disso. Porque às vezes, você para o carro, às vezes você nem percebe que você parou numa placa proibida de estacionar. Ali... Já aconteceu comigo, vereador. Não, não, eu nem vou falar eu então. Você para às vezes o carro, o seu carro, ali numa placa, e para ajudar ainda você para infelizmente debaixo da placa. Sim. Está lá, proibido estacionar. Quando você volta, a multa está lá. A multinha está lá, já está a multinha lá. O que nós queremos fazer? Eu falo isso aí quando é uma penalidade leve. Uma multa aplicada, no caso, teria que ser uma multa aplicada pela Indec, por exemplo. Isso, uma multa, que é a Indec, que é a municipal. Se for numa estrada estadual, já não vale mais. Aqui, o que nós estamos propondo? Que se a pessoa, ela vai, e ela possa então, em vez dela pagar essa multa, porque é uma multa leve, ela não atropelou ninguém, não trouxe danos a terceiros, nada. É uma multa leve. Que ela possa então trocar a multa, em vez dela pagar a multa, ela então faça doação de sangue. Ela vai no banco de sangue e ela então vai converter a multa dela, ao invés de pagar, ela vai pegar e fazer doação de sangue. Gente, a multa é pequena, ela não feriu ninguém, mas o sangue dela vai salvar vidas. Diferente, como o senhor disse, por exemplo, para uma infração de alta velocidade, semáforo vermelho, coisas desse tipo, que daí já é considerada grave. Não, aí é grave. A multa é grave, não. Você vai ter que ir, vai ter os pontinhos na carteira e vai ter que pagar. Agora, uma multa leve, não há necessidade, mas ela poderia. Então, olha, você vai pagar com sangue. Não tem pessoas que cumprem uma pena e falam assim, você vai ter que pagar cesta básica. Sim. Medida educativa. Medida educativa. Você vai ter que doar cesta básica. Todo mês o cara vai ali doando cesta básica. Sim. Então, ela vai fazer o quê? Ela foi multada? ela vai e troca por doação de sangue. Sim, até porque a gente, inclusive, acompanha o trabalho do Hemocentro, sempre nós temos aí, inclusive, épocas festivas, principalmente, nas férias, isso aconteceu muito também, queda e assim, o Hemocentro dizendo, estamos abaixo dos níveis mínimos. Quando chega, final de ano, chega carnaval, esses feriados prolongados, os Hemocentros gastam muito, muito. E a cidade de Campinas, nós temos três rodovias que cortam a cidade de Campinas. Nós temos a Dom Pedro, nós temos a Anhanguera, nós temos o Bandeirante. Então, vocês sabem que vira e mexe, é carro que capota, é gente que é acidentada. Temos o Águia, às vezes o Águia tem que ir para resgatar. E essas pessoas, muitas delas, chegam em estado que necessita de doação de sangue. Ela precisa de doação de sangue, fora o que já acontece normal na cidade. Pessoas que são internadas, pessoas que precisam fazer cirurgia e pessoas que vão precisar de sangue. Então, você já imaginou a conta? Porque o povo gosta de uma multa. Leve, mas gosta de uma multazinha. É vira e mexe, o povo gosta de uma multazinha. E essa multa, ela poder ser transformada em doação de sangue, vai ajudar os hemocentros e vai salvar a vida de muita gente. Pedro, vamos falar de empreendedorismo, mas com recorte no seguinte, o senhor também tem uma proposta que institui o programa Afroempreendedor em Campinas, que vai primeiro fazer um mapeamento do ponto de vista de quem são esses afroempreendedores, em que setor eles atuam e tudo mais, para depois fomentar políticas públicas na nossa cidade. Me fala como anda essa proposta e quando a gente pensa no universo de Campinas, qual é a melhoria que esse mapeamento e que essas políticas públicas poderão trazer para os afroempreendedores? Eles estão aguardando com ansiedade esse projeto de lei. Eu sei, eu sou do Conselho da Comunidade Negra e esse tema inclusive já foi discutido. Eu já estive conversando com a secretária da mulher aqui de Campinas e eles estão aguardando. O que nós queremos, Mirna? Às vezes eu posso estar enganado, eu posso estar errado. Eu posso estar errado. Eu nunca fui assim, eu não sei se às vezes eu até hoje não consegui entender direito e por eu não entender, talvez eu fale o que não devia falar. Eu nunca fui muito favorável desse negócio de cota para negro. porque o negro ele é competente ele tem condições é, mas é que é uma questão histórica que a gente logo depois inclusive da abolição, o negro não podia ir na escola nem que quisesse começa ali né só que eles são eles tem condições nós somos, é isso mesmo tem condições, eles tem condições sim de passar em qualquer concurso eles tem condições, por exemplo o rei do futebol foi negro Os melhores atletas no mundo todo, se você for analisar, são negros. Sim, mas infelizmente nas oportunidades de políticas públicas somos os últimos. Infelizmente, infelizmente, aí tem essa discriminação. Mas nós temos ótimos médicos que são negros, médicos tanto feminino quanto masculino. Ótimos, ótimos, ótimos professores, ótimos advogados, juízes. Temos ótimas pessoas que têm, porque tem que participar da cota para negro, cota para isso, cota para ele, não precisa. Eles são competentes, eles são competentes. E o que nós queremos? A valorização do afroempreendedorismo. Valorização, vamos valorizar. Se o branco é valorizado e não desmerecendo, os negros que eles possam ter condições também de disputar, ter condições de conseguir empréstimo, de ter condições de fazer um investimento naquilo que eles gostam de fazer. E eu estou acreditando que isso vai ser muito bom. É, por exemplo, a gente tem de acordo com o estudo, quando a gente pensa no empreendedorismo, 54% dos universos dos empreendedores são mulheres, e desse universo a maior parte mulher negra. e que elas têm menor acesso, por exemplo, a crédito. Olha, você tocou no que eu queria dizer. Crédito é uma dificuldade. Gente, vamos dar condições. O Banco do Povo, por exemplo, do Estado, está aí linhas de créditos populares para essas mulheres. Se ela quiser alguma coisinha, ela tem que ser no cartãozinho dela, parcelar no cartão. Ela tem que comprar no cartãozinho de crédito dela e parcelar. Vamos investir. É isso que eu falo para você. Vamos valorizar a mulher, ela tem que se... Vamos falar um pouco da mulher, independente se ela é mulher negra ou se ela é mulher branca. Ela tem que ser valorizada. A mulher brasileira tem que ser valorizada. A mulher brasileira, ela é uma mulher que trabalha, ela luta. Eu falo pra você pela minha falecida mãe. Minha mãe era uma empregada doméstica que não tinha conversa com ela, não. Ela praticamente criou seis filhos. Ela criou seis filhos. Sim. Então, esse empreendedorismo, o afroempreendedorismo, nós vamos ter, dar condições... A gente já tem algum modelo desse tipo de... Tem, tem, tem. Em Hortolândia já tem. Ah, o Espaço de Hortolândia, a gente já fez, verdade. A gente já fez, inclusive, reportagem lá. Eles têm, por exemplo, quem dá orientação, ajuda a abrir empresa, dá orientação jurídica se for necessário, ajuda a tirar uma nota fiscal, ajuda a emitir um certificado que é necessário, é importantíssimo. Eu acredito que Campinas tem condições de fazer um trabalho disso. E como a secretária da mulher falou comigo, nós estamos aguardando com ansiedade isso daí. Sim, inclusive vocês preveem nesse projeto até uma parceria com a Reafro, que está marcado, que é a Rede Brasil Afroempreendedor, que tem também representação aqui na nossa cidade. Com certeza. Precisamos, só que às vezes tem muita burocracia para barrar. Sim. A gente quer fazer, a gente quer ajudar. Então, nós vereadores, nós temos um limite. Então, às vezes a gente não consegue avançar por causa das burocracias, por causa das barreiras que se colocam. Ah, mas vai ter que ter um lugar. Ué, se tem que ter lugar, arruma um lugar. Tem espaço, né? Não, aqui em Campinas é uma cidade muito pequena, né? Às vezes a gente não consegue achar um espaçozinho, mas tem espaço. Vereador, vamos falar de esporte agora, até porque o senhor apoiou, inclusive, um evento que aconteceu aqui em Campinas, que foi o Grand Prix de Futebol, um evento que reuniu equipes regionais, escolas e categorias de base, que reuniu mais de 250 atletas. Conte para mim sobre esse evento. Da próxima nós vamos pedir para a TV Câmara ir cobrir. Ah, nós iremos, com certeza. Porque nós vamos fazer todos os anos, todos os anos. Esse foi o primeiro ano, então. Esse foi o primeiro ano. O GP Campinas de Voleibol. Tá. O Mirna, se eu ficar sentado aqui dentro do meu gabinete, eu não consigo enxergar o que está acontecendo por lá de fora. Tá. Então nós temos que andar. É uma coisa que eu gosto de andar, de ir. Aí, eu tenho visto o sucesso que é, e eu quero que continue melhor ainda, que é a Taça das Favelas. Sim. É um sucesso. São times amadores, que é um sucesso. Hoje ganhou repercussão, que a televisão, inclusive, faz questão de acompanhar. Com certeza. Aí, nós temos hoje, Campinas é muito bem representada através do vôlei, que é o Renata. Sim. Que representa a cidade de Campinas, não só no Brasil, mas fora do Brasil. Eu comecei a conversar com alguns meninos que gostam do vôlei. não pergunta pra mim, eu não entendo eu sei só porrar a bola lá e mais nada aí nós falamos assim, vamos fazer um um GP, não, vamos fazer um campeonato, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo, aí surgiu o GP falei, mas será que vai ter, vai vir gente será que vai vir gente, vamos fazer então vamos fazer, aí nós fizemos o GP, menino onde foi? Foi no ginásio do Itaparau, tá, aí nós fizemos em dois domingos. Em dois domingos. Eu falei assim, acho que vai vir uns cinco times. Não, deu dez times feminino e oito times masculino. Todos eles amadores. Nós não deixamos ninguém profissional. Só amador. Esse é o objetivo do projeto. Só amador. E ficou uma lista. só que ficou uma lista de querendo participar querendo participar então eu falei pra eles assim, gente ó, quanto que nós temos que pagar pra inscrição, quanto vocês tem que pagar, todos eles chegavam até nós e falavam assim quanto é que nós temos que pagar, falei não vocês não pagam nada vocês não tem que pagar nada, vocês vão só doar um quilo de alimento, não perecível, ainda teve uma ação social não, não, não, mas a intenção do projeto é esse. É ajudar o que está passando fome. Então, começamos a fazer o evento. O primeiro domingo foi só mulheres. No dia que as mulheres, nós arrecadamos 1.700 quilos de comida. Uma tonelada e 700 quilos de comida. De alimentos. E no outro domingo foi os homens. Nós fechamos duas toneladas e cem. No total. Que isso nós fizemos, cestas, e entregamos para as famílias carentes. Aqui de Campinas mesmo? Tudo aqui de Campinas. Fizemos e entregamos as cestas, pedimos para a igreja ajudar, para poder a gente somar, aí pegamos todos os alimentos que a igreja tinha, somamos com esse, e a gente conseguiu fazer em torno de 300, 400 cestas, para doar para as pessoas que estavam passando necessidade. Então na próxima, ó, já tá o compromisso aqui, tá gravado, gente. TV Câmara vai ser convidada pra acompanhar o Grand Prix e depois a entrega dos alimentos. E a entrega dos alimentos. Aí, foi um sucesso. Foi tão gostoso, eu fiquei tão feliz. O senhor nem imaginava que o vôlei tinha toda essa procura. Mas bombou, porque o ginásio do Taquarau, quando não tem evento do Renata, é parado. Sim. Gente, nós, mas bombamos o evento. bombou, aí tinha pessoas que passavam queriam saber se podia entrar pode entrar, eles viam o alimento e esse alimento esse aqui é pra ajudar as pessoas carentes mais tarde eu volto aqui e vou trazer teve um lá dois times femininos, que o que eu falei quem trouxer o campeão o campeão vai ganhar o troféu e o jogo de camisa o jogo de camisa o uniforme, ele só usa É só a camisa Aí O segundo colocado Ganhou um troféu, as medalhas Tanto masculino como feminino Então tivemos Três troféus para os homens Primeiro, segundo e terceiro lugar E três para As mulheres Femininos, masculino e feminino E as medalhas Só que nós fizemos o seguinte A equipe Que mais alimento trouxer vai ganhar também o uniforme. Ganhou o uniforme. Ah, e aí virou o vôo. Aí teve duas equipes lá, elas, coitadinha, elas foram desclassificadas já logo no primeiro. Mas só que é o seguinte, eu falo assim, essa camisa a gente não perde, não. No jogo perdeu. Não, no jogo elas já foram desclassificadas, já lá de cara. Mas depois elas ficaram lá. E a gente toda hora, a gente anunciava, olha, o time tal já arrecadou tantos quilos. Ah, então os times que arrecadavam, então, pra poder fazer essa... Isso, o time tal já arrecadou tantos quilos. Aí ela falou assim, não, daqui a pouco você só via caminhonete encostando e descarregando. Vem cá, nós estamos em que lugar agora? Bom, agora você tá em primeiro, mas outro time que já tá vindo com... Não, então vai lá buscar mais. Só sei que as mulheres, foi aquilo que eu falei pra você, mais de uma tonelada de comida. É, mulher é competitiva, quando pega pra... As mulheres é guerreira. As mulheres é guerreira. E com isso, eles todos se divertiram e nós pudemos ajudar pessoas, famílias aqui da cidade. Incentivou o esporte e fez uma ação solidária, importante. Nós incentivamos o esporte. Esse GP foi tão gostoso, foi tão bom, que nós vamos fazer. Ele vai ser uma vez por ano. Vamos ficar, negócio, uma vez por ano. E nós começamos a fazer, fizemos outro agora, interescolar. Que bombou. Foi só um projetozinho pra gente sentir. Foi lá no Taquarau também? Foi lá no Taquarau também. E como que foi esse interescolar? Nós fizemos o convite para as escolas levarem os times, as escolas. Públicas ou privadas? Não, públicas e privadas. Qualquer uma? Qualquer uma delas. Tá. E foram algumas. Foi só pra gente, só um piloto. Mas a gente sentiu a participação. Só que o ano que vem nós vamos investir pesado também pra fazer um GP de interescolar. E o GP, que esse é o que vai ser o... Dos amadores. Dos amadores. Quer dizer, é uma proposta, uma iniciativa que veio pra ficar. Não veio pra ficar. E tem outra ainda. E tem outra. Já dá um spoiler aqui. Não, e tem outra. Não, nós vamos. E tem outra. Tem uns meninos aí que veio falar comigo. Falou assim, poxa, o senhor não fechava a rua da minha casa? O senhor não fechava a rua lá do bairro? Falei, por quê? A gente vai fazer um futebol de rua. Futebol de rua? Ah, vamos fazer um futebol de rua. Aí, fechamos a rua para eles, pedimos lá e a Indec fechou a rua. Eles colocaram duas travinhas pequenininhas no chão. Como antigamente? Era o futebol de rua do antigo. E ali reuniu a família. Aqueles que já não moram mais nem aqui. vieram foi o dia inteiro eles vieram pessoas que já não moram mais na cidade de Campinas teve um deles que os pais moram lá no bairro só que ele mora em Goiás ele viajou de Goiás pra cá pra participar com os amigos e a tarde, no domingo a tarde ele já embarcava de volta pra Goiás então foi algo formidável e vamos começar a fazer em outros bairros vamos começar a fazer é muito gostoso e ali eles se divertiam e jogavam água um no outro e foi uma festa, os amigos se reencontraram, aí eles falaram isso aqui nós crescemos juntos, ó a gente aqui a gente cresceu junto, então eu já vou aproveitar esses eventos nossos todos aqui, vou cuidar da TV Câmara pra acompanhar. Tá certo, então fica aqui também nosso compromisso então, vereador vamos fazer. Muito obrigada por ter participado aqui com a gente contado muitas dessas iniciativas E a gente acompanha esse trabalho, a gente continua, inclusive, o vereador, se você quiser acompanhar o trabalho por meio do site da Câmara Municipal, tem lá como acessar o trabalho do vereador, tem como fazer as pesquisas das propostas que tramitam aqui na casa e outras iniciativas também. Muito obrigada, vereador. Eu que agradeço, obrigado por todo o carinho que vocês nos dão, a TV Câmara nos dá, todos vocês, cumprimento em seu nome, eu quero cumprimentar todos que fazem, a TV Câmara é o que tem sido, e eu posso dizer, porque já em primeiro, eu falei agora há pouco, em 2012 cheguei aqui, você já estava, só que eu dei lá para cá, eu envelheci, e você continuou do mesmo jeitinho. Ah, olha que beleza, né? Quem não gosta de uma elogia assim? A gente está aqui, graças a Deus, também trabalhando com muita alegria, sempre aqui mostrando para a população. Um outro lado que a população às vezes pensa, nossa, o vereador está tão longe de mim. O senhor hoje, com todas essas ações, inclusive, é um dos parlamentares que mostra que não, que o vereador está muito perto da população. Eu fui domingo, rapidinho, fui domingo num bairro aqui, aí, e sim, eram pessoas bem simples, Eu fui lá. Eu fui convidado, eu fui. A mulher olhou, olhou, olhou. Mas você é vereador? Eu falei, sou. Posso tirar uma foto com o senhor? Eu nunca tirei uma foto com o vereador. Falei, pode, senhor. Não tem problema não, pode tirar. Ela ficou tão feliz de chegar no bairro dela. E chovendo, hein? E chovendo. É verdade, o domingo choveu. É isso, né? As pessoas precisam saber que os vereadores são da cidade. Com certeza. Por isso que eu... Na casa do povo, nós não podemos esquecer que nós somos empregado do povo quem paga o nosso salário é o povo, é aquela dona de casa, aquele senhorzinho aposentado, pobrezinho, é ele que paga o nosso salário, um abraço, que Deus abençoe vocês. Deus abençoe vereador, muito obrigada e a gente fica por aqui lembrando que toda sexta-feira a gente tem estreia do Na Casa do Povo e todos os nossos episódios do podcast estão disponíveis no portal da TV Câmara Campinas e também no canal da TV Câmara Campinas no YouTube. Até um próximo Na Casa do Povo. Legenda Adriana Zanotto
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