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Seminário Municipal para profissionalização da capelania
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Seminário Municipal para profissionalização da capelania

7 views Publicado 13/01/2026 HD · 1:38:54

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TV Câmara, Campinas. Eh, gostaria de dar boa noite a todos os senhores, senhoras e cumprimentá-los na paz de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém. Antes da gente dar início a tudo que nós vamos fazer aqui nesta noite, eu gostaria de convidar o pastor Lico para que fizesse uma oração para abençoar os nossos trabalhos. Por favor, fiquem todos de pé. Oremos ao Senhor. Pai, graças te damos por essa noite. Muito obrigado por essa oportunidade de estarmos aqui nessa casa de leis, onde nós vamos tratar de assuntos referente ao seu reino. Pai, que o Senhor conduza da melhor maneira essa essa reunião, os homenageados, a todos os assuntos que forem falados aqui, que a gente possa fazer, Senhor, e exercer a capelania, que é aquilo que o Senhor tem colocado nos nossos corações, abençoando aqueles que estão aqui, aqueles não estão, a todos que exercem a capelania nessa cidade, reconhecidos ou não, que nós possamos fazer esse trabalho para honra e glória do seu nome. Por isso, nós agradecemos, abençoamos essa noite em nome de Jesus. Amém. Amém. Graças a Deus. Pode se sentar, por gentileza. Eu gostaria de convidar o pastor para compor comigo essa mesa aqui. Eu gostaria de de convidar o pastor Matusalém Paracelso Silva, presidente da entidade interdenominal MIESF. É isso. É isso. Por gentileza, pastor, por favor. [aplausos] Seja bem-vindo, já Deus abençoe, senhor. Gostaria também de convidar o teólogo Rodolfo Paiva, por gentileza. É, é pastor, é o senhor, por favor, pastor. É que não me passaram, que me perdoe. [aplausos] É, é aqui na lista aqui, aqui que eu vi o nome do senhor como pastor. Senhor, pode ocupar qualquer pode ser, pode sentar. Gente, vocês me perdoam porque eu tô seguindo um roteiro aqui, ó, e se não colocar o pastor, vocês me perdoam. ou o padre, daqui a pouco chamo e não e não me eh gostaria de convidar também o apóstolo Vanderlei Martin. Valdirlei, pô, esse nome que eu não conheço não, G. [risadas] Lico, pastor Lico, esse nome aqui é complicado, não é não, gente, hein? Hein, dona que não conseguia. É porque nem eu tô me enrolando tudo aqui, ó. Deixa eu mudar esse nome aqui. Dá uma caneta aí, por favor. Queria convidar também o Dr. Geraldo Gaspar. É pastor também? É na consagração. Sim. Então, por gentileza, pastor, por favor. [aplausos] Gostaria de convidar também o padre Antônio Rodrigues Alves da cozinha solidária. Por favor, padre, [aplausos] seja bem-vindo. Obrigado. Seja bem-vindo. E gostaria também de convidar aqui o capelão Odair, por favor. [aplausos] Tem mais alguém, pastor, que ficou sem compor a mesa? É esse aqui mesmo. Senhoras e senhores, meus irmãos, minhas irmãs, iniciamos neste instante o primeiro seminário municipal pela profissionalização da capelania com a entrega de certificado por participação. Gostaria de mais uma vez dar meu boa noite a todos os senhores e senhoras. É com muita alegria e gratidão que damos início a este importante seminário municipal pela profissionalização da capilania. Um momento de reflexão, aprendizado e valorização dessa nobre missão que tantos homens e mulheres desempenham com amor, dedicação e fé. Quero saudar a todas as autoridades presentes, os capelães, as lideranças comunitárias, lideranças religiosas e a cada participante que hoje se reúne conosco aqui na Câmara Municipal de Campinas. A capelania é uma expressão viva de cuidado com o próximo, seja nos hospitais, nas forças armadas, nas escolas, nas prisões ou nas comunidades. O capelão exerce um papel essencial de acolhimento espiritual, emocional, levando conforto, levando o conforto onde muitas vezes há dor e sofrimento. Esse sofrimento, esse, perdão, esse seminário nasce com o propósito de reconhecer e fortalecer o trabalho dos capelões, o trabalho dos capelães, promovendo a profissionalização, a capacitação e o diálogo com o poder público. É fundamental que possamos avançar na condução de de políticas que deem legitimidade e segurança a essa atuação tão importante para a sociedade. A Câmara Municipal está de portas abertas para esse debate e este é apenas o começo de um movimento que busca valorizar a fé como instrumento de transformação e serviço ao próximo. Que este encontro seja abençoado e inspire novos caminhos para a capelania em nossa cidade. Muito obrigado a todos e que Deus abençoe esse seminário e a cada um dos senhores e senhoras que aqui se encontram. Mais uma vez, muito obrigado. Eu vejo que eu vejo que esse trabalho que é feito dentro dos presídios, eu mesmo, eu já fiz muito trabalho dentro dos presídios e quando a gente leva a palavra de Deus para dentro de um presídio ou num hospital ou nas comunidades na onde a gente vai, aonde a gente consegue chegar com com o trabalho, é muito valoroso. Isso daí faz um bem muito grande para nós, para todos nós. Se para nós faz bem como imaginem para Deus. E Deus ele quer usar cada um de nós. Eu fico muito feliz, pastor Matuzalém, eu fico muito feliz em poder estar aqui com vocês nessa noite e poder juntos a gente poder eh debater e poder crescer esse trabalho na cidade de Campinas e também em toda a região metropolitana. É muito importante o trabalho que os senhores e senhoras fazem e é e é reconhecido, tem que ser reconhecido eh não só na cidade de Campinas pelo poder público, mas também ser reconhecido em outros municípios. Por isso, mais uma vez, nós colocamos aqui a Câmara Municipal à disposição de todos para que a gente juntos possamos levar a palavra de nosso Senhor Jesus cada vez mais ao necessitado, ao desesperado. Porque aonde vocês chegam, vocês levam a luz. Aonde vocês chegam, vocês levam a paz. Aonde vocês chegam, vocês levam saúde, alegria e o amor. O amor de nosso Senhor Jesus. que este mundo não conhece. Este mundo ele não conhece. Esse amor que nós conhecemos, este mundo ele não conhece. E nós somos as pessoas que fomos escolhidas. Eu eu sempre digo, pastor, que nós fomos que nós somos privilegiados. Deus, quando ele criou Adão e Eva, ele criou perfeitinho. Ele não Ele não criou com com defeitos. Ele criou perfeitinho, tanto que ele criou a imagem e a semelhança dele. Eu vejo que entre milhares de pessoas, milhares de pessoas, por que não dizer entre milhões de pessoas, Deus nos escolheu a dedo. Eu vejo assim, ó. Ele nos escolhe. Ele escolhe a cada um de nós como se ele tivesse escolhendo a dedo para fazer a obra dele. Por isso, mais uma vez, nós nos colocamos à disposição de todos os senhores e senhoras para que esse trabalho não pare e cresça cada vez mais. Mais uma vez, muito obrigado. Agora eu gostaria de passar a palavra ao meu amigo, ao nosso capelão, guerreiro, pastor Matosal, com as suas palavras. Senhor quer usar o microfone aqui ou quer usar de mão? Quer ficar de pé? Que senhor quer o quê? Sen que manda ficar de pé, então, por favor. Eu sou o pastor. Pera aí, calma aí. Vamos ligar o bicho aí, senão esse negócio não funciona. Ele tem uma trava de segurança. Som. Som. Alô, som. Ó lá. Ah, chegou ali, ó. Obrigado. Eu sou o pastor Matusalém, já há 32 anos, realizando o trabalho de capelania dentro dos presídios, nas ruas, com pessoas em situação de rua. E hoje esse trabalho para mim é de uma importância eh incalculável. É um sonho de 25 anos atrás. 25 anos sonhando em ver um trabalho sem a fidelidade às placas. para chuva em rajadas de vento, porque a causa é uma só. É salvação de almas, se é pregar o evangelho. Essa é a nossa causa. Então, para mim, sempre quis unir esta classe. Fazíamos os encontros de ex-presidiários e convidava todas as entidades para participarem. Mas eles não apareciam, a gente acabava ficando só. Mas continuou investindo, acreditando. Não, este sonho é Deus quem deu e vai acontecer. 25 anos se passaram. 25 anos. Quando a gente olha paraa história da capelania, a gente se lembra de quem começou o trabalho de capelania, a origem do trabalho de capelania, que foi Martinho Tors, um soldado romano, que em meio ao inverno ele olhou e viu na calçada uma pessoa sofrendo com frio. Ele então cortou a sua capa. com a sua espada e deu metade para aquela pessoa se cobrir. Sabe quanto tempo passou lá? Era 334 anos depois de Cristo. Hoje já se passaram mais de 1700 anos. E nós estamos aqui defendendo a mesma causa, salvação de alma e amor ao próximo. Olha quantos anos. Quantos anos, meu pastor Roberto Alves, isso para mim tem um significado muito forte. Eu vou ler aqui uma. Após longo anos dedicados à prática do amor ao próximo, os capelões e capelãs de Campinas e região venha a esta casa apresentar algo que para nós é muito importante para a excelência de nossas atividades em capelania. Vivemos momentos de grandes mudanças em todo o território nacional. Nossos grupos sociais surgem a cada dia, provocando concordâncias e divergências em alguns locais, inexistente a presença de um profissional específico caso haja necessidade. De modo preventivo, evitaria situações graves que colocam em risco o bom andamento dos serviços e melhora nos relacionamentos interpessoais. Pensaremos na construção de soluções futura para cada desafio, para que haja sempre um espaço de escuta e inclusão social. Campinas é uma referência positiva por ser uma metrópole compromissada com iniciativas sociais que resultem em qualidade de vida para todos. O renovo nas ações de capelania tem como meta a busca de soluções permanentes, começando pela profissional. Isto mesmo, pastor Mário, me corrija. [risadas] eh, do ofício de Capelão e Capelã, reconhecimento pelos governos municipais, estaduais em concursos públicos, deliberar e participar sobre temas relevantes neste segmento. Eu creio que cada um dos presentes tem esse compromisso. A gente precisa se posicionar diante dos nossos governos e dizer para eles a nossa importância. O que nós fazemos na cidade? Quantas pessoas são abençoadas, alcançadas por esse trabalho? Eu quero já de antemão agradecer porque tivemos o apoio, o acolhimento do ilumo senhor vereador pastor Roberto Alves. Muito obrigado por nos apoiar, por nos ajudar a alcançar esse espaço para ter este encontro. Muito obrigado. Deus abençoe, o senhor. Parabéns, viu? Obrigado. Eu queria agora convidar para a fala o teólogo eh Mário Araújo. Pastor Mário, senhor poderia fazer compor a mesa aqui por aqui mesmo? Tem como tirar? Põe uma cadeira. Eu volto ali depois pro pastor Mário, por favor. Não, não, por favor. Não, já chegou a cadeira aqui. Chegou aí, pastor Mar comerci. Vai falar pastor, se o senhor falar para pastor Agui, eu tô afrito. Não, eu faço favor de ficar quieto. Qual a palavra, pastor? Graça e paz a todos. Amém. Amém. Sou Mário Luís de Araújo, pela graça de nosso Senhor Jesus Cristo, ministro do Evangelho já há 50 anos. E um dia eu fui alcançado pelo pastor Matosalém, me chamando para uma missão que mexia comigo pelo lado que eu conhecia, mas não imaginava a possibilidade de pegar esse meu lado de conhecimento e levá-la para um sistema do qual eu não conhecia absolutamente nada. Matusalém me convidou a visitar o Dr. Gaspar na P3, sistema penitenciário Campinas Ortolândia. E nós iniciamos um curso de formação básica de teologia para os nossos meninos que ali a gente não conseguia mais chamar de preso porque eram alunos. E eu me lembro que havia dias que eu estava com 86 homens, alguns bonitos, já alcançados pelo Espírito Santo, outros ainda feio demais. Temos que até se converter e continua feio. Lembra do feio? Tem um que a gente apelidou de feio porque era feio mesmo e é pastor hoje. E aí nós formamos ali a primeira turma e por questão de mudanças governamentais fecharam o projeto. Eu vi a frustração de Matusalém. Eu chorei muito por conta disso. Eu quando estava dentro daquela sala de aula na P3, fechado de cariado com os presos dentro da sala, alguém me perguntava: "O senhor não tem medo de revolta? Falei que vocês não perceberam que eu não entrei sozinho aqui. Vocês tivessem percebido, não é? Então o que acontece? Formamos a primeira turma aproximadamente 86 formandos, mas tivemos mais de 106 alunos ali. Há nomes na praça hoje que alguns de vocês conhecem. Por exemplo, Juliano Fraga, quem conhece? 3 anos meu aluno. 3 anos, né, doutor? 3 anos. 3 anos. hoje é meu mestre. Eu costumo dizer que o mestre, o pastor que não forma sequentes ou subsequentes melhor do que a si próprio, é inválido. Porque quando eu formo um pastor, ele tem que ser melhor do que eu, porque ele não vai aprender só comigo, mas alguém também vai ensiná-lo. Então ele tem tudo para ser melhor do que eu. Há um outro detalhe, pastor já há quase 50 anos. E quando eu falo a palavra pastor, eu tremo, porque é o conceito pastoral que nos fora colocado desde sempre de que nós somos semideuses, pseudos deuses, nós somos alguém na religião. Mas eu confesso a vocês que enquanto eu ostentava somente o meu título de pastor, eu não sentava no meio fio para trocar ideia com drogadicto. Enquanto eu ostentava somente o meu título de pastor e nada contra pastor, por favor, eu não tinha coragem de passar no Itatinga, parar no meio da rua e conversar com prostitutas seminuas. Enquanto eu ostentava meu título de pastor, eu não queria saber de trabalho prisional, mas o dia que o Matusalém mostrou um coração aberto e eu cheguei dentro do presídio, encontrei o Dr. Gaspar, não tratando aquelas pessoas ali com a qualificação social que elas ostentam, mas tratando como egrésos no sistema, como reeducandos. aflorou uma força forte. Hoje, bem, ao contrário do que anos atrás eu dizia, eu era absolutamente contra desencarceramento. E em sala de aula os meninos chegava, falava assim: "Pastor, ora por mim para Jesus me tirar daqui". Eu falar, vou orar para ele nunca te tirar, a não ser o dia que você tiver pronto para estar lá fora. Então, hoje eu sou a favor do desencarceramento responsável, não um desencarceramento eh por força de lei, porque alguns gabinetes, algumas secretarias se reuniram e resolveram, vamos desencarcerar. Não. E comaduno com a ideia do Dr. Gaspar de que quando eu desencarcero alguém, eu tenho que saber que vindo paraa vida civil, este alguém vai dar frutos dignos do Senhor. Sou favorável à profissionalização. Sim. O Brasil hoje algumas instituições já t a profissionalização. O sistema militar tem profissionalização. Nós temos capeles militares em todas as armadas e em algumas polícias militares em alguns estados. Mas nós estamos vendo que, apesar do estado ser laico, nós ainda temos um elemento dentro de hospitais, por exemplo, que colocam o título de capela. E silenciosamente, aquelas capela só vai servir a um segmento religioso, porque os demais segmentos que não tm a mesma prática não ficam à vontade para usar a capela. Eu coloquei segunda-feira, tá aqui a cirurgia que eu fiz, coloquei fístola, os meus rins pararam. Então agora faço diálise de três vezes por semana. Hospital Centro Médico de Campinas. E eu encontrei uma capela, minúscula capela. É verdade que a palavra capela quer dizer isso, pequeno local de adoração, mas nada contra quem. Só que eu não me achei ali. E a capelania, mais do que ser pastor, mais do que ser missionário, mais do que ser, desculpe, padre paróco, mais do que sermos isso, freira, sermos capelães, é sermos doador de amor e trazemos isto para acontecer. Deus abençoe vocês. Sou um pastor pentecostal, gosto de falar. Meu amigo, meu irmão Roger aqui com sua esposa, sua filha. Bem-vindo, Deus abençoe. E fico à disposição desta mesa, nobre presidente. Fico à disposição, nobre amigo pastor Matusalém. Assim que possível for, eu agora divido o meu tempo com a máquina de hemodiálise, mas fora dela eu estou a seu dispor. Amém. Obrigado, pessoal. Queria agora eh convidar também para suas falas, para sua fala o pastor e teólogo Rodolfo Paiva. Tá funcionando, ô? Tá funcionando. Joia, gente. Vou combinar aqui, eu vou ficar sentado, tá bom? Pode ser, fica à vontade. Amém. Amém. Bom, antes de mais nada, boa noite a todos. Que a graça e a paz do Senhor Jesus seja sobre a vida de cada um de vocês. Eu sou o Rodolfo Paiva, como foi anunciado aqui. Sou pastor de uma igreja bem pertinho aqui no Pissarrão, né, na Dr. Celso Silveira Rezende. Ah, tô junto aqui com meu grande amigo, pastor Alexandre, e nós pastoreamos a igreja lá. E é um prazer, um privilégio, uma honra, na verdade, estar aqui nesse encontro tão importante para discutir um assunto tão importante como esse aqui. Eu gostaria de falar um pouquinho para vocês a respeito do que a gente ã faz. Antes de mais nada, o próprio trabalho pastoral, o trabalho dos padres, enfim, o o nosso trabalho sacerdotal envolve, sem a menor sombra de dúvida, trabalhos de capelania. Eu eu comungo com a fala do pastor Mário. Ah, um pastor, um sacerdote, ele precisa trazer para si essa esse derramamento de amor sobre a vida das pessoas, no sentido de que boa parte do seu trabalho envolve exatamente isso. Nós precisamos nos sentar com as pessoas, conversar com elas, aconselhar as pessoas, aconselhar casais, aconselhar filhos, aconselhar e trazer pras pessoas situações nas quais a gente dirime, reduz os problemas interfamiliares ou entre as pessoas, dentro da igreja ou fora da igreja, no trabalho. Há uma série de trabalhos que podem ser incluídos, aliás, que são incluídos dentro do trabalho da capelania. capelães são importantes em universidades, em escolas, para ajudar os alunos. Às vezes eles têm conflitos entre professores, às vezes eles têm conflitos entre alunos, às vezes eles têm conflitos próprios, porque ah às vezes a situação que é exigida do aluno dentro de uma escola e ele não desempenha da melhor maneira traz para ele certas condições ou circunstâncias nas quais eles precisam receber um aconselhamento, um direcionamento para que eles possam avançar, vencer as barreiras, vencer as dificuldades. E nós estamos fazendo esse trabalho. Ah, mas eu gostaria de falar um pouquinho mais especificamente do trabalho de capelania, que é um pouco mais do que capelania, mas evidentemente inclui muita capelania que nós estamos fazendo lá na nossa igreja. Ah, vocês se lembram? Vou contar um pouquinho a história só para contextualizar e você. Só um minutinho, pastor. É porque eu só peço por favor, gente, é o tempo que nós temos aqui na Câmara. Sim, sim. Só é só por causa disso, senão a gente poderia ficar mais tempo. Claro, claro. Deixa eu contextualizar uma coisa pro para vocês, irmãos. Em 2021, o exército americano saiu de um país chamado Afeganistão. Acho que todo mundo ficou sabendo dessas notícias. Isso começou no ano 2020, terminou em 2021, mas isso gerou um problema grave lá no país. Ah, e por 20 anos eles ficaram lá e os americanos pregaram o evangelho para muitos dos afegãos, muitos deles se converteram, mas depois que o Talibã tomou conta do país, evidentemente os cristãos afegãos passaram a ser o grupo alvo de todos eles. E a nossa igreja, ah, quando percebeu isso, o Senhor tocou em nosso coração e nós começamos a orar a respeito desse assunto. E então nós, ah, fizemos uma pregação, um sermão e um apelo dizendo que nós estávamos nos colocando nas mãos do Senhor para que então ele usasse as nossas vidas para abençoar e trazer dignidade para essas pessoas, tirá-los dessa situação, desse cativeiro, e dar um testemunho de Cristo, se assim fosse a vontade do Senhor. ao apelo que nós fizemos à igreja. Toda a igreja veio à frente e nós entendemos que nós tínhamos que fazer esse trabalho. Ah, nós trouxemos cinco afegãos, uma família cristã que veio para cá. A época eu ainda trabalhava na Unicamp e nós seguindo os procedimentos da própria universidade conseguimos colocar dois alunos lá porque existe um vestibular para refugiados, né, com imigrantes com status refugiado aqui. Eles conseguiram adentrar a Unicamp, estudar lá por um determinado tempo. Eles acabaram se mudando pros Estados Unidos. Nós trouxemos uma outra família para cá, uma família de quatro membros. Elas não, eles não puderam vir aqui hoje porque estão trabalhando, mas nós fizemos um trabalho não só de capelania, mas de adoção dessas famílias. E agora nós conseguimos trazer mais 12 pessoas e tem mais 10 pessoas que nós estamos aí pleiteando trazê-la trazer pro Brasil. Nós as aconselhamos, nós pregamos o evangelho para elas, mas nós também cuidamos da vida delas no sentido social, ajudamos, a nossa igreja ajuda eles com a moradia. Então, alojamento, nós pagamos o alojamento para eles, as contas de consumo, enfim, nós vamos fazendo todo esse trabalho, alimentação e tudo mais. Eles estão na igreja conosco e, evidentemente são muitos problemas psicológicos, emocionais que essas pessoas têm. Elas vieram de uma situação muito diferente da qual cada um de nós aqui já viveu, né? Há situações de crianças que relatam para nós que viram parentes sendo, enfim, né, mortos nas suas próprias eh frente, presenciando isso. Então são situações que a gente como pastor e nesse trabalho de capelania faz, senta, conversa e tijolinho por tijolinho a gente tenta mostrar para as pessoas um trabalho a respeito do amor de Cristo na vida delas e de que Cristo pode libertá-las e que Cristo pode mudar as suas vidas. Esse trabalho a gente faz lá. Quem quiser saber um pouquinho mais pode falar comigo, pastor Alexandre. A gente pode ficar aqui, não quero tomar muito tempo aqui da mesa, mas é um trabalho de capelania que se inclui dentro do trabalho de capelania, mas que vai um pouquinho além, porque a gente até adota essas pessoas para cuidar delas aqui. Tá bom? gostaria de agradecer mais uma vez. Obrigado pela oportunidade. É uma honra estar aqui e eu gostaria de ouvir muito a respeito do trabalho dos demais aqui na mesa. Obrigado. E agradeço. Vamos agora passar a palavra ao nosso apóstolo e pastor Lipo. Mais fácil agora. Sim. Mais fácil. Tá vendo? Mais fácil. Shalom. Boa noite a todos. Shalom, pastor. Queria cumprimentar o deputado, vereador, pastor Roberto Alves, eh, também o Capelão Matusalém, que tá aqui com a gente. E antes da minha fala, eu gostaria de fazer uma apresentação de uma pessoa ilustre aqui, nosso convidado, apresentar o pastor Josué de Campos, ele é da Debra de Madureira, é juiz conciliador, tá ali atrás do capela Nilton. Seja bem-vindo. Seja bem-vindo, pastor. Ah, eu sou presidente do CPBAS, que é o Conselho Internacional de Pastores, Bispos e Apóstolos. E a capelania pra gente, nós estamos há pouco mais de 16 anos correndo aí nessa luta, mas a capelania chegou pra gente eh no momento em que a gente viu a necessidade de uma legislação de regulamentação. Até no último evento que a gente fez falamos sobre isso. E ali tá o Capelão Nilton. Capelão Nilton faz parte da das Forças Internacionais de Paz da ONU, Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, capelão Militar, tem feito um trabalho excelente. Parabéns. E nós começamos a conversar justamente sobre isso, que numa época algumas pessoas começaram a dar curso de capelania, mas não tinha uma escola, não tinha uma estrutura e não entregava diploma, não entregava credencial, desapareciam no mundo. e começou muita gente a nos procurar por ser um conselho e uma uma entidade que a gente preza por isso. Fizemos alguns eventos aqui, até o o vereador estava junto na sessão, né, de entrega de diplomas pros policiais militares do BAEP aqui, pessoal de São Paulo. E nós vimos essa necessidade de regulamentar, de trabalhar para regulamentar essa a legislação e algumas coisas, que é uma coisa que o pastor Matusalém tem feito muito. Então, quero passar as mãos aqui do vereador a lei que nós colocamos com o na época era o Pedro Serafim, que era é médico, né? E a gente sentando, conversando com ele, eh, batemos isso aqui através de um vereador, colocamos essa lei. Uma coisa que eu gostaria de pedir pro senhor encarecidamente, Capelão Nilton tá mais de 30 anos, trabalha com Libras, a esposa dele é surda e tem também o pastor Samuel que tá ali, ele é professor, intérprete de Libras e trabalha e trabalha com isso também, com Libras. a gente tá fazendo um trabalho em conjunto e uns dois vereadores chamaram a gente para saber como que é Libras e como que tem que ser feito, por causa que os hospitais têm que ter eh capelão com Libras, eh poupa tempo tem que ter e a gente sabe que é muito difícil. E as igrejas também eh tem igreja que fala: "Eu não tenho professor de Libras ou alguém que traduz porque eu não tenho surdos na igreja". Mas não tem surdo porque não tem quem ensina, quem traduz, né? E agora a gente imagina, a gente fala de capelania hospitalar, capelania prisional. Às vezes você chega no hospital, você chega tão doente, com tanta dor, que você às vezes não consegue expressar o que você tá sentindo. Imagine uma pessoa surda. Então eu gostaria de pedir pro senhor dar uma lida nessa lei e, se possível implementar aí também colocar a Libras como uma obrigatoriedade que os hospitais tenham um capelão, como na Guarda Municipal, capelão Newton e eu corremos em várias guardas municipais, inclusive de Campinas, colocando a lei na Guarda Municipal de Capelania. Então, Campinas melhorou lá em Barueri também foi colocado e colocou junto com Libras. Só que aqui a de Campinas quando a gente eh passou essas informações, a gente não que esqueceu, mas passou despercebido. Então não sei se o senhor podia Nós vamos fazer sim, senhor pode ter certeza que nós vamos fazer um projeto de lei para incluir Libras dentro dos hospitais. Tá bom. Obrigado. E já já cadê o o Cristian? Já anotou já, meu filho, né? Porque não podemos deixar de aplaudir essa atitude, né? Obrigado. Você viu como é? é é muito importante. É muito importante você ver a inclusão, né? A inclusão com certeza que a pessoa chega, ela não sabe falar, às vezes não é surdo, é muda. E como é que faz? Tá. E também queria fazer um um depois a gente conversa sobre isso. Não vou falar o nome do hospital e nem a pessoa, mas um hospital de Campinas muito grande, por sinal, eh tem barrado os capelões de fazer visita. Eles falam que você tem que fazer um curso com eles, deles, da instituição deles, para que você possa entrar e fazer uma visitação de capelania. Eh, só relembrando aqui, antes eram uns padres que tomavam conta, não tinha problema nenhum. Um pastor assumiu, barrou e aí não deixa fazer se quiser entrar um capelão. Tá aqui o o apóstolo Castro, ele é policial militar. Foi barrado um policial militar barrado para entrar. Não fala onde que é. Depois a gente fala com com o vereador. E eu comigo o negócio já tem que ser meio na deixa eu ver. Tinha o padre permitia que os pastores todos entravam. Agora que é um pastor não permite que os pastor entrem. Dá para não dá. Dá para entender? Não dá para entender, gente. Por isso que eu dig, por isso que eu digo que você pastor é pior que não. Você tá entendendo? Não, não é porque o padre tá aqui não. Mas era um padre, ele permitia que todos entrassem, os pastores entrassem e todo mundo entrasse. Agora que é o pastor, ele não pode não. Nós vamos dar um jeitinho nele, né? e exige que seja feito uma um curso de capelania com a a instituição dele. Então, é uma coisa que a gente sabe que não é legal, que é errado, mas muitos pastores, muitos capelanes vieram falar com a gente sobre isso, por causa que a gente trabalha em cima disso, bate em cima. Então, eu gostaria de pedir, depois eu falo com o senhor certinho para contar comigo, pode contar pra gente poder melhorar isso, né? Eh, e agradecer a todos que têm feito um trabalho de capelania aí, eh, de gratidão e a gente segue nesse projeto. Eh, nós somos muito críticos quanto a isso, legalização das igrejas, legalizar a ONG, legalizar o serviço de capelania, fazer tudo no documento, tudo certinho para que não haja problema para ninguém. Então, agradeço ao pastor Matusalém Capelão também, que tem esse mesmo pensamento, por isso que nós estamos aqui. Mas essas pessoas que passaram aqui pela nossa cidade, eh, alguns deles faziam assim, eh, vem aqui uma reunião de capelania, falava meia hora, imprimia numa impressora aqui, eh, capelania, juiz de paz, psicanalista e bacharel em teologia. R$ 50 impresso numa numa impressora e dava para você e a pessoa acha que ele já é baixarel teologia. E quem sabe estudar, tá ali o pastor José de Campos, que muitos anos na idade, sabe que é muito tempo de estudo, é muito estudo, é muito aprendizado, tá bom? Então, gostaria de agradecer a vocês, todos que estão aqui e orar por esse projeto, porque o Matusalém tá encabeçando isso daqui. A gente sabe que é complicado, é difícil, mas nós estamos aqui para apoiar e falar que estamos junto com ele e o que precisar conte com a gente. Deus abençoe. Eu queria convidar agora para a sua fala o Dr. Geraldo Gaspar. Por favor, doutor, boa noite. O senhor sente na pele lá dentro do presídio. É, eu tô atrás, é junto com os leões. Eu tô como Daniel e como o Paulo. Mas eu quero cumprimentar o presidente, deputado, vereador Roberto para me receber aqui na casa. Eh, eu quero começar na realidade uma breve resumo da minha vida profissional. Quando eu entrei no sistema prisional em 93, eu era enfermeiro, graduado em enfermagem, professor da Unicamp, comecei a assistência de corpo humano sem espírito e tive uma série de dificuldades para entender que o corpo precisa do espírito. E um dia eu tava fazendo esse trabalho, muita pancada, pancada dali, pancada dali, que eu não podia cuidar de espírito de alma. E atrás das gradas falei: Deus, que que o Senhor me colocou aqui? E eu falei: "Eu tô precisando evangelizar aqui." Então, a época não podia ter acesso livre da igreja, dos capelões no sistema prisional. Era um período muito restrito que eu estou a quatro transformação na Polícia Penal que eu entrei era polícia civil, COESP, SAP, agora Polícia Penal. E nesse momento orando a Deus, Deus me traz então em 94, pastor Matusalém. E aí eu na porta e ele lá orando lá fora querendo entrar e eu atrás das grades orando e querendo um pastor. Foi o encontro que foi encontro de Deus. Mas as lutas foi crescendo e eu entendi então que só enfermeiro eu não tinha voz. Eu era mais um calado, mais um silenciado, porque é uma sociedade invisível, a sociedade do sistema prisional. A família ela é invisível pra sociedade. Nenhum pai queria o filho, quer o filho preso ou um marginal. São circunstâncias da vida. Então eu entendi, fui pra faculdade de direito, fiz direito, pós-graduação, me tornei um jurista. Hoje eu sou um doutor em direito, sou um bacharelvo, pastor Roberto Alves e ainda não tenho a ordem do AB, mas eu sou um doutor em direito. Hoje foi e dado na notícia e o Dr. Honores Caus, exatamente por defender uma sociedade invisível. A minha experiência como diretor de reintegração social por 18 anos no sistema prisional, que os capelões, os as os as capelães é fundamental na reabilitação, na reintegração do preso, né, do PPL, da pessoa presa privada de liberdade, por a gente cuida do corpo, mas quem cuida da alma. A igreja, muitas vezes eles tornam-se doutores, teólogo e o espírito fala com eles, fala: "Mas você tá ficando louco? Como que um presidiário vai ser visitado pelo Espírito Santo?" E vai. Então, nós temos, eu tenho vários exemplos de presos profissionalizado, primeiro em matemática, esses concursos que já teve engenharia. Hoje eu tenho preso fazendo engenharia que tá em Vitória e gerente de uma empresa multinacional. Tem o próprio Juliano e no meu entendimento jurídico que eu que eu cito eh seguindo aí Marter Luther King, transformar um indivíduo, transforma uma sociedade. É fundamental que o sistema prisional, embora é garantido na Constituição Federal, a assistência religiosa e nós temos um parecer importantíssimo que nós só preocupava com o preso, mas nós temos o próprio polícia penal hoje, mas o cireiro que precisava e precisa de assistência religiosa. E aí criava-se um conflito, só o preso precisa ser assistido. Por que é que o crente vem aqui, o padre só vem o preso e nós quem vai nos assistir? Então, a presença do capelão foi feito vários eventos, vários encontros, retiro com o Polícia Penal para que eles possa conhecer a Deus e entender a Deus e ter o Senhor na presença deles. Porque a vida do cereiro é muito mais tumultuada que às vezes que é o próprio preso. O preso já está lá cumprindo pena, tem uma culpa espiritual que tá precisando então chegar o pastor, chegar o pastor Mário, Matusalém, demais pastores, as irmãs, os missionários, as missionárias e levar a palavra e fazer a transformação. Não dá. A, eu tô há 32 anos sistema prisional. Não dá para reabilitar preso sem capelão, sem a palavra. Não dá para reabilitar o preso sem levar a palavra do Senhor para dentro do sistema prisional. Eles, a igreja no sistema traz paz, traz equilíbrio, traz a interação do indivíduo com Deus. Porque ali eu entendo como Paulo diz, quando ele estava preso, a igreja cresceu muito mais quando ele tava atrás das grades. E quando o preso está ali, meu Deus, eh aquele que realmente aceita Jesus como referência na vida deles que vai mudar, vai mudar o aquele que foi batizado. Essa semana a gente teve o batismo, 16 almas foram batizado. Quando a gente fez o primeiro batismo, contra os primeiros capelões que eu conheço, os dois, pastor Mário, pastor Matuzalei, foi uma luta para fazer o primeiro seminário dentro do presídio, falou: "Ess dois tá louco". E mais o outro juntou com ele, ficou mais doido do que eles. Aí falei: "Não, mas vai sair". E na hora que a gente faz esse trabalho, esse evento hoje, eu sei que tem um exército, o inimigo tá levantando por pro evento, não dá certo. E a lei vai ser aprovada, porque nós temos um homem de que já foi escolhido há anos lá atrás, o nosso deputado e vereador que vai est dirigindo, dando todo o apoio que o Senhor vai usar o Espírito Santo para as coisas caminhar, porque hoje eu estou aqui, nunca imaginava que eu estaria aqui hoje com autoridade, com esse plenário cheio do Espírito Santo. E na próxima vai ser lá no outro plenário. Nesse plenário abençoado, pessoas escolhidas. Deus escolheu para estar aqui. Eu tava atrás do agrade, passei por cinco rebeliões, ninguém nunca tocou um filho de cabelo. E eu tô aqui. Amém. E tô aqui para dizer o projeto vai sair. Escreve aí. Deus já colocou no papel branco e quem vai começar a escrever o projeto? Amém. Dr. Roberto vai começar a escrever e o Senhor vai assinar embaixo e nós vamos assinar embaixo na glória de Deus. Amém. Amém. Amém. Queria convidar agora o padre Antônio Rodrigues Alves da cozinha solidária. Mais uma vez, boa noite, padre. Boa noite, vereador Roberto Alves e a todos aqui presente. Quero primeiro manifestar a alegria de estar participando nesse momento. É um momento histórico. Já foi lembrado aqui pela experiência de todos vocês que já falaram eh anteriormente a minha fala. Eh, e dizer que aquilo que nos une é maior do que o que nos diferencia. né? O que nos une é Cristo e o que nos une ainda mais é o amor de Cristo que nos convoca e nos envia a ir ao encontro daqueles que mais necessitam, como ele nos lembra lá no Evangelho de São Mateus, capítulo 25, né? Naquelas categorias todas que estão ali compostas para nos lembrar o serviço de capelania. quem tem fome, quem tá doente, quem tá preso, quem é abandonado, quem está eh estrangeiro, desesperado, né? E assim por diante. Qualquer realidade de sofrimento que a gente possa levar um pouco deste bálsamo, né, e desta unção. Bom, com quando a gente é convidado para um seminário, a gente se prepara um pouquinho, né? E eu tinha preparado aqui um um pouco um histórico da capelania. Mas ao escutá-los, né, eu vi que aqui todo mundo é bem perito nesta área e tem pessoas até mais bem preparado, melhor preparado do que eu. Então não vou, como diz o ditado, não vou chover no molhado, mas vou falar daqu do meu lugar de fala, né? O meu lugar de fala é é a Igreja Católica. Já fui até lembrado aqui eh uma dificuldade que se encontra aí em uma instituição aqui de Campinas, né, quando estava sendo dirigida por um padre, por um colega, então o serviço era era aberto para qualquer outro líder religioso. Infelizmente hoje tem esses entraves, né? Mas só para dizer que o serviço de capelania, vocês sabem muito bem, ele ultrapassa o credo, né? não é, não, não tem o objetivo de proselitismo, mas de fato de assistência espiritual, religiosa, né, e tudo mais que a gente possa oferecer. nós da Igreja Católica, até pela estrutura que nós temos, pela sua história, pelo tempo e e também pela sua organização, nós temos um um pouco mais de facilidade para desenvolver os trabalhos de capelania, até porque muitas instituições hospitalares, né, eh o próprio serviço militar, nós temos a presença ali da igreja e e a igreja que administra isso em vários países. e aqui também em nosso país. Então isso facilita de certo modo, né? Mas claro que eh e e a minha presença aqui nesta nesta mesa e neste evento é para dizer da importância sim da profissionalização deste serviço de capelania, porque embora nós padres sejamos dispensados e alguns dos senhores pastores aqui sejamos dispensados para prestar o ministério pastoral, né? Nós temos os nossos irmãos leigos e leigas, né, os os ministros todos das das igrejas de vocês que gostariam de prestar esse serviço e precisariam ser remunerado. Eu não vejo, por não uma remuneração para um serviço, porque a profissionalização também, claro que não, o objetivo não é esse só. Nós estamos aqui em busca disso, até porque senão perderia o sentido, né? porque o nosso sentido é pastoral, mas é para que a gente possa de fato oferecer uma qualificação para aqueles que se dispõem e que se sentem chamados, que são enviados pelo espírito a prestar esse serviço e também na medida do possível e da e diante das necessidades também possam ter algo que possa ajudá-los ali para o seu sustento e para que possa desenvolver ainda melhor eh o seu serviço pastoral dentro das instituições. né? Então nós da Igreja Católica, né, nós então nós temos as instituições eh que prestamos de serviço de capelania, mas claro que nós eh atuamos em várias frentes, né? Eu mesmo, além da cozinha solidária que que foi apresentado, eu sou páco na paróquia São Marcos, já foi lembrado aqui o próprio serviço de pastor de vocês, o ministério de pastor e e eu como padre também sou pastor, né, da da a paróquia São Marcos fica na região dos Amarais, ali ao lado do Seasa. Tem uma população de 50.000 pessoas. Eu tenho sete capelas, né, sete templos. Na na linguagem católica a gente usa capela. Eh, e então eu também preciso de pessoas que colaborem com o meu ministério pastoral. E aí, de certo modo é uma assistência religiosa, é o serviço de capelania. Na no território da minha paróquia, eu tenho a Fundação Casa, que é uma instituição de privação da liberdade para menores infratores. Nós na Igreja Católica temos a pastoral do Menor, então eu auxilio a Pastoral do Menor. E aí nós assistimos, né, os menores infratores que estão ali, são três unidades, eh uma média de 400 jovens quando está e de fato eh completo o número de que que pode ser atendido naquelas unidades ali. E nós temos pessoas que também desenvolvem esse trabalho, leigos e leigas, que gostariam de estar mais presente nessa realidade, mas que por força maior não podem. Então estão aos domingos, aos finais de semana, aos feriados, o que a profissionalização talvez daria a oportunidade de uma presença maior, até porque a gente não dá conta, a população é muito grande. Conheço o pastor Matusalém, né, e outros pastores que que desenvolve o trabalho no Cácere na na nas instituições aqui cerárias de Campinas, né, no Ataliba e também no complexo eh Campinas Hortolândia. Eu tenho 9 anos de padre, mas eu tenho 10 anos de cadeia. Eh, antes de ser padre, eu já entrava na cadeia, eu já prestava esse serviço. Então, eu auxilio na pastoral carcerária, né? celebro as missas, acompanho nas semanas da cidadania, tenho me feito presente junto aos aos servidores. Eh, sou convidado para momentos ecumênicos, estar lá junto com outros pastores, prestando auxílio. Já foi lembrado aqui o serviço da capelania prisional, que a gente chama pastoral cerária na Igreja Católica. Ele não está voltado só ao encarcerado, mas também aos seus familiares. Então nós prestamos um auxílio, né? É muito comum que nós pastores, ao estarmos dentro do cárcere não vamos para visitar alguém específico, mas chegando lá, olha o meu padre, olha o meu pastor, né? Até numa linguagem bem bem própria do sistema, né? Olha, esse é o padre da minha quebrada. Então eu eu me apresento assim também quando eu chego no presídio ou em outros lugares. Eu sou padre da quebrada do São Marcos, né? É a linguagem que eles utilizam. Então, é muito comum que a gente encontre jovens, homens, mulheres que estejam no sistema privado de liberdade e que nós conhecemos as famílias e nós precisamos como igreja, como enviados de Cristo, prestar um serviço a a esta realidade. Então, prestamos o serviço de assistência religiosa, de assistência social, já foi lembrado aqui, o pastor lembrou na questão dos refugiados, né, na questão aí dos migrantes. É, então nós prestamos também esse serviço. A própria cozinha solidária é um serviço de assistência social a uma comunidade vulnerável que está ali presente na região de São Marcos. Eu sou da diretoria da Cáritas Campinas. A Cáritas Campinas ela cuida aqui da população em situação de rua. Em parceria com a prefeitura nós temos quatro abrigos para pessoa em situação de rua. E nós fizemos uma escuta com a população de rua. E eu não sei se os senhores já tiveram oportunidade de escutar os nossos irmãos de rua, mas um um dos clamores é a assistência religiosa. Eles eh por o Papa Francisco eh ele instituiu na Igreja Católica o dia do pobre. é um dia para que a gente faça uma reflexão e também faça ações voltadas para os pobres, para fomentar e animar o serviço de assistência em todos os campos, né? Eh, e por ocasião então do dia do pobre do ano passado, nós fizemos uma escuta das pessoas em situação de rua e eles falaram: "Padre, nós queremos ter oportunidade de celebrar o culto, porque muitos, alguns são, são crentes, são evangélicos, eh, e que por uma situação que a vida lhe apresentou, acabaram chegando a essa condição de situação de rua e querem ter a presença do pastor ali ou de alguém que possa prestar um auxílio filho espiritual. Alguns são católicos e querem a assistência dos padres, dos sacerdotes. Então, é uma realidade que também se faz presente e que eh capelões dispensados ou profissionalizados podem eh contribuir muito com a nossa sociedade. Já foi lembrado aqui das escolas, né? Como eu lembrei, nós católicos, de certo modo, temos os privilégios porque temos muitas escolas que são administradas pela Igreja Católica, então acabamos prestando um serviço ali diretamente. Aqui mesmo em Campinas nós temos a universidade, a PUC, que nós temos o serviço de capelania da PUC, né? Eh, tanto para com a pastoral universitária que acolhe os alunos, familiares, professores, todos os servidores da instituição, como também eh prestamos um auxílio ao hospital da PUC, que é um hospital escola. Dentro do hospital temos o serviço de capelania, mas não só na PUC, vocês também prestam esse serviço. Por exemplo, a capelania do hospital da Unicamp, que é bem estruturada com a presença de padres e pastores e também de leigos, né, tanto de tanto católicos como de outras denominações que prestam o serviço voluntário e assistência religiosa, espiritual nesses campos. Bom, eh, passei rapidamente, mas claro, são coisas que vocês sabem, como eu disse, tem pessoas até que é mais peritos do que eu aqui. e a minha presença para contribuir nesta discussão, nessa reflexão e dizer, vereador eh Roberto, eh, que, claro, é um primeiro passo aqui no município, mas como nós estamos falando também de instituições que são administradas por instâncias que ultrapassam o município, como é o caso da do sistema prisional, eh nós precisamos então eh recorrer também ao poder legisl Estadual, né? Procurar parceiros, eh, deputados que possam depois ampliar essa lei para que ultrapasse os limites do município, senão a gente corre o risco de cair no eh na dificuldade de ter uma lei promungada até no nosso município, mas ser barrado de prestar assistência religiosa. E aí teremos que ter outros outros irmãos nossos como Gaspar, né? Desculpa, é que eu tô o como nosso irmão Gaspar ali, que possam sendo eh agentes penitenciários de algum serviço ali para prestar esse serviço de capelania. Então, um primeiro passo aqui, eu acho que é importante sim, o município já é um grande avanço, porque nós temos aí nós temos instituições como hospital, já fui lembrado aqui, são administrados pelo município. Então isso vai dar uma liberdade para que padres, pastores, leigos e leigas, eh missionários ou qualquer que seja o termo, eh, das denominações, eh, de dos senhores e senhoras, eh, possam ter essa liberdade de se apresentar e prestar um serviço de qualidade, porque, infelizmente, também nós sabemos que as instituições correm o risco de abrir e aí nós termos em vez de um benefício para aquele que deve ser assistido também um prejuízo, né? Pessoas que, infelizmente, né, se utilizam do título de pastor ou até mesmo de padre, temos padre falso também, viu? nessa época de fake news tem de tudo, eh, e que, infelizmente pode se utilizar disso para, em vez de prestar um serviço de solidariedade, de amor ao próximo, mas que possam se aproveitar da vulnerabilidade e às vezes até explorar as famílias, como nós sabemos que se encontram nessa situação. Então, é um dilema sim para as instituições e talvez e eu acredito, né, que a profissionalização ela pode facilitar isso, porque ela vai dar justamente critérios para quem pode estar dentro das unidades hospitalares, prisionais, escolares, militares ou qualquer outra instituição. Aqui na minha fala, eu ainda lembrei do, né? Eu eu escrevi aqui, nós prestamos o auxílio, por exemplo, na casa, no Instituto Padre Haroldo, que não é um um hospital, não é um presídio, mas é uma casa de recuperação e que lá precisa da da capelania. Os senhores e senhoras também, algumas denominações de vocês têm também esse serviço de auxíli pessoas, aos dependentes. Então, é um serviço que precisa empresas, né? quantas empresas solicitam um serviço de acompanhamento aos seus profissionais ali. Eh, então o a profissionalização vai dar eh nos dar esta liberdade também eh vai dar transparência e vai facilitar o trabalho tanto das instituições que precisam, porque saberão onde buscar, como aqueles que se sentem chamados e de fato são, porque é o espírito que envia, que possam então se qualificar. Porque eh eu tenho a certeza que todos aqui que se colocam esse serviço não tem não tem nenhuma reserva em procurar uma qualificação para prestar bem o serviço e assim a gente possa de fato atingir o objetivo que é o o amor ao próximo. Muito obrigado e desculpe pela por passar o tempo. Vamos agora com a palavra com o capelão Odair. Não sei se que vai mostrar pelo menos. Vai. Eu vou pedir as foto agora. Boa noite a todos. A paz do Senhor. Amém. Amém. Eh, já ouvimos tudo aqui que tem que ouvir, mas eu quero aqui pegar um gancho eh que foi falado aqui. Sou o pastor Odair, capelão do samaritano. Temos capelania na Venezuela, na Argentina e também aqui no estádio de São Paulo fazendo esse trabalho de capelania. e que eu vi, nós viemos aqui hoje também falar com o Dr. vereador Roberto sobre também eh a reivindicação dos direitos do capelão que nós estamos enfrentando nas áreas públicas, principalmente em hospitais, que temos encontrado este problema dentro dos hospitais. As pessoas que são formadas na capelania estão sendo barrado e principalmente é uma coisa assim até difícil falar, mas a gente tem que falar que nem o doutor falou: "Não, já tem que falar, tem que falar é logo." Eu não gosto de ficar segurando e isso nós temos entristecido vendo esse esse tipo de de acontecimento dentro dos hospitais que estão acontecendo, barrando os capelões para poder levar a palavra do Senhor nos hospitais. Eu não vou citar nome por ética, mas estamos vivendo isso, principalmente em Campinas e os hospitais que t assim barrado o trabalho da capelania. Mas eu louvo a Deus, meus queridos, porque para a honra e a glória do Senhor nesta noite, que é necessário que o nome do Senhor cresça e o nosso diminui para a glória dele. Louvado seja Deus. E a reivindicação que nós viemos aqui junto com o pastor Matusalém eh reivindicar sobre os direito dos capelões para que possamos ter mais liberdade trabalhando na área social dentro, não só dentro de Campinas, mas também outras cidades, municípios que precisam ser atendido eh de uma forma mais coerente, de uma forma mais aprasível para que o capel não faço o trabalho eh despreocupado de de não ser barrado quando chegar dentro de uma área para poder transmitir a palavra do Senhor. Vejo por esses tempos que nós temos caminhado dentro da área social, internacional e assim sucessivamente, vendo a o a dificuldade que nós estamos enfrentando, porque pessoas têm criado barreira nas áreas públicas para que o capelão não seja bem-sucedido, levando a palavra. E hoje eu vejo isso que para nós é uma como se fosse assim um desafio, doutor, que nós estamos enfrentando hoje dentro da área pública para poder transmitir a palavra onde você chega, dependendo do lugar você é barrado. Como nosso pastor eh Lico ali, ele fez essa menção. Estou adosando mais ainda essa questão, porque nós estamos enfrentando muita dificuldade dentro da área pública. São essas são as minhas palavras. Que Deus abençoe a todos. Eu quero eh eu vou pedir um favor ao pastor Lico, a pastor Matosal. Eh, quais são os aonde vocês estão sendo barrados? Porque nós vamos procurar saber quais são os hospitais que vocês são barrados, quais são os lugares que vocês são barrados. Nós vamos procurar averiguar, vou falar com o prefeito, vamos levar isso aí a sério. Vocês não vão, vocês deixam tudo, vocês deixam o lar de vocês e vão lá para levar o amor ao próximo, a palavra ao próximo e chega, não pode entrar. Tudo bem, eu não posso entrar? Qual o motivo que eu não posso? O por que eu não posso? Se eu sou um capelão, se estou me identificando, tudo certinho. Então, alguma coisa tá errada aí, a gente vai procurar saber e os senhores vão saber eh sobre o resultado dessa fala de vocês aqui. Nós vamos agora, nós temos aqui uma irmã que trouxe um louvor aqui, que é a Maria Nma. Ela está aí. Tá aí. Só que antes temos umas fotos que vai mostrar o trabalho um pouco da capelania. Tem como mostrar primeiro as fotos? Precisar apagar a luz, filho. Aí vamos lá. Ao trabalho. Esse é o trabalho, né, pastor Matosal? O senhor pode ir falando aí, pastor. O senhor é o quê? Esse é um trabalho no na penitenciária feminina de São Bernardo, né? a importância do nosso trabalho nos dias de congresso que a gente realizava. Então elas montavam eh algumas pregações, teatros, a gente fazia com que elas se despertassem a fazer esse trabalho e isso traria uma paz muito grande. Olha aí, vai passando as fotos, filho, senão, olha que foto maravilhosa. Eu fiz o batismo aqui já, ó, aqui dentro do São Bernardo. E ó, eh, esse é um testemunho. Eu vou trazer ela aqui numa próxima reunião. Ela queria me matar lá dentro. Ela falou assim: "Eu vou te matar. Você pode ter certeza disso. Hoje ela é obreira. Tá aí. Eu vou, na próxima eu vou trazer ela. Ela era super. Olha só, isso é um teatro. É uma peça teatral, né? Ele sujeito Barbara Branca ali [risadas] era por conta da data que estava próximo, né, já a umas festividades. Então aí nós aí eu estou realizando uma cerimônia de casamento dentro do sistema. Aí, ó. Vocês não sabem a importância deste casamento dentro do sistema, porque está aqui o o diretor Geraldo Gaspar, ele entende muito bem disto e ele usou também como tese na sua formação, porque as mulheres eram vistas de uma maneira muito ruim por serziadas. Aí quando o esposo aceitava a seguir o evangelho, a primeira posição era fazer o casamento, colocar essa família no altar, batismo nas águas. Havia pastores que às vezes eram contra, até falavam mal a maneira de fazer o batismo. Aí por imersão, mas houve situações que nós precisamos fazer o batismo usando só um balde de água e realizamos o batismo. Mas houve uma outra situação há anos atrás, né? Há 30 anos atrás, que em uma penitenciária eles higienizavam o vaso sanitário, tampava com uma toalha e enchia de água e fazia o batismo. E aí não foi válido o batismo. Não tinha como levar a uma piscina ou levar num num rio. Tinha água lá. Tinha. Ó, tem aqui uma, né, essa lama aqui. Mas o que que me impede de ser batizado? Você me permite, pastor Matin? Eu também já celebrei na na penitenciária. O meu altar foi a a lata de lixo. A gente vira a lata de lixo e ali se torna o altar para consagrar o pão e o vinho e se tornar o corpo e o sangue de Cristo, né? Então, os o serviço, o serviço de capelania também é um serviço missionário, aonde a gente tem que estar preparado para tudo, com certeza. Vamos ouvir agora a irmã cantar. Ah, por favor, por favor, só fazer uma palavra. Eh, curta, quanto à questão do casamento, eu era o juiz de paz, certo? E agora tá suspenso por eu suspendi por enquanto, né, em razão dos outros carros que eu ocupei na unidade. Mas o casamento é é a reconstrução da família. Então, já teve uma situação que uma irmã falou que ela jamais elas imaginava que ela nunca ia casar. O cartório que é meu companheiro de clube de rotary aqui da Nova Campinas que concedeu a gente fazer os casamentos lá e a gente fazia os casamentos. Então nós passamos do 100 casamento. Esse foto, por exemplo, que tá aí, a irmã, o irmão ele não tinha a aliança para colocar no dedo da irmã. Essa aliança que tá aqui no meu dedo, eu dei para o preso colocar no dedo da irmã para casar e depois a gente comprou um passo de aliança para eles. Mas a minha aliança eu tirei e coloquei põe no dedo da sua esposa. É o símbolo. Então você põe. Então é por isso que se é um trabalho. Aí eles falam que a gente é meio doido. [risadas] Mas é isto, capão. É isto. É. Vamos então agora com a o louvor da nossa irmã Maria Nilma. Então, amém. [música] Quem é o homem que teve o poder de andar sobre o mar? [música] Quem é que pode fazer o mar se calar no momento em que a tempestade vier te afogar? Ele vem com toda a autoridade e manda acalmar. Quem é o homem que teve o poder de fazer Israel caminhar por entre as águas do mar vermelho? Aí você fez caminho no meio do mar para o povo de Israel passar. Do outro lado com os pés enxuto, puderam cantar o quê? O hino da vitória. Quando eu estiver frente ao mar, que não puder atravessar, chama este homem com fé. Só ele abriu o mar. Não tenha medo, irmão. Se atrás vem faraó, [música] Deus vai te atravessar e você vai entoar o hino da vitória. [música] Toda vez que uma vermelho tiver que passar, chame logo esse homem para te ajudar. É nas horas mais difíceis que ele mais difícil. Pode [música] chamar esse homem que ele tem poder. Se passares pelo fogo, não vai te queimar. Se passares pelas águas não [música] vai te afogar. Faça como Israel que o mar atravessou e [música] o nome do Senhor o hino de vitória do outro lado santo. Quando [música] estiver em tão e não puder atravessar, chama este homem com fé. [música] Só ele abriu o mar. Não tenha [música] medo, irmão. Se vem faraó, Deus vai te atravessar [música] e você vai entoar o hino [música] da vitória. Toda vez que uma vermelha tiver de passar, chameo [música] esse homem paraar. É nas horas mais difícil que ele vai te ver. Pode sele poder. Se passares pelo [música] fogo, não vai te queimar. Se passares pelas águas não vai te afogar. Faça como Israel que uma grande e o nome do Senhor, o hino de vitória. [música] Do outro lado cantou, do outro [música] lado cantou. Você [música] também vai cantar o hino da vitória. Amém. Graças a Deus. Louvado seja o nome de Jesus. Eu gostaria agora de convidar os nossos pastores que estão aqui, o padre também, que vocês ficassem aqui em frente desta mesa. Eh, vocês vão receber nas mãos de vocês os diplomas e eu gostaria que, por gentileza, que vocês entregassem a todos os nossos convidados que estão estão aqui presentes, por favor, podem trazer os os diplomas. Tem alguém aqui hoje fazendo aniversário? Ninguém? Eh, fiz dia 31. Ah, hoje não. Vereador, eu gostaria que vocês dessem uma salva de palma para o Dr. Geraldo Gaspar. Quando ele falou de honra ao mérito, ele não quis dizer a fonte, mas o príncipe, ele está lá no Rio de Janeiro. Ele mandou a mensagem para ele dizendo: "Olha, eu estou enviando para você se certificar de honra, mérito pelo teu trabalho na região de Campinas". eu vou entregar Dr. Honores Causa da CAS, eu vou entregar para eles entregam pros outros. O senhor inclusive, né? Esse aqui foi confeccionado pela nossa assessoria com muito carinho e muito amor para a entregar para vocês. Eu vou fazer já meu vagar com comel. Oi. Vem cá fazer foto com o pastor. Vem cá. É. Ou então fica aqui na frente, ó. Isso aí, por favor, pastor padre, pode, pode entregar is fica aqui, ó. Tem uma aqui que eu faço questão de atravessar o plenário para pessoal. Falta mais alguém? Deixa aqui. Deus abençoe. Agora vocês podem segurar aqui bonitinho e e vai vir dali, vai fazer a foto. Agora você tem que ficar de pé. Isso. Com certeza. Cadê o doutor? Cadê o senhor? Vou pegar, vou pegar uma aqui emprestado aqui. O seu também, pô. Você também ganhou. O seu tá aqui na minha mão. Ah, que honra, hein? Tem curso, tem curso sair só o meu jeito tá virando virando para cá. Vamos junto essa foto agora aqui. Aham. Só um momentinho. Parabéns, me perguntando se eles vão receber a foto. Vai, vai receber com certeza. Nós vamos mandar pro senhor. Eu gostaria agora de convidar o pastor Matusalém para suas últimas palavras de consideração. Eu quero agradecer primeiramente a Jesus Cristo de Nazaré, que permitiu que esse evento fosse realizado. Sem ele, nada do que foi feito seria realizado. que hoje de manhã as lutas que eu tenho passado hoje de manhã, eu falei: "Eu acho que eu vou ter que ir pro hospital, não tô bem." Mas eu doprei o joelho e falei com ele. Falei: "Restaura que eu preciso estar lá". E eu fui restaurado. Amém. Tô tranquilo. Amém. Glória a Deus. glorificando a Deus e grato pela vida de cada um dos presentes. Muito obrigado mesmo. Esse é só o início. É só o início. unir a minha fé com a fé de todos os irmãos e irmãs do pastor Roberto Alves e vereador. O segundo vai ser gigantesco. Aí nós vamos sair dessa plenária e vamos para outra maior. E depois nós sai desta e vamos para um outro espaço ainda maior. Muito maior. Nós vamos ser referência em capelania do estado de São Paulo. Amém. Tenho fé para isso. Os irmãos têm fé? Amém. Amém. Eu agradeço. Muito obrigado por tudo. Eu queria mais uma vez agradecer ao nosso pastor Mário Araújo, ao nosso pastor Rodolfo Paiva, ao nosso sempre pastor Lica, apóstolo, o nosso Dr. Geraldo, ao padre Antônio, ao capelão Odair. E eu queria convidar agora o pastor Rodolfo Brito para que ele possa fazer a oração antes pra gente encerrar a sessão. Enquanto antes dele dele começar a oração, eu vou contar uma coisa para vocês aqui, mas vocês não ri não, que essas coisas, esses casos, só acontece comigo, não acontece com ninguém. Quando eu quando eu fui levantar do obreiro, vocês alguns não sabem, os que não são, eu sou pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. Quando eu fui levantado obreiro, o meu primeiro trabalho era no presídio de Tremembé. Então a gente, pastor Matusalém, a gente fazia um trabalho lá, só que eu era só um evangelista. Nem eu não sabia, eu não sabia nem Eu tinha até vergonha de falar, eu não sabia o que falar, eu não sabia o que falar, mas há uma havia uma vontade muito grande dentro de mim de querer falar, de ir falar de Jesus. Aí eu chegava na porta do presídio, por eu por não ter, eu não era obreiro, eu não podia entrar dentro do presídio. Só os obreiros que entravam dentro dos presídios para fazer o trabalho. E eu ficava pro lado de fora. Olha, eu vou lhe dizer uma coisa para vocês. Eles me colocavam no braço um pacote de jornal a Folha Universal. Eu ficava igualzinho assim, aqueles bonecão de Olinda segurando aquele pacote de jornal na mão. Por quê? As pessoas iam saindo, os familiares iam saindo e era a hora que a gente chegava um, falava de Jesus e dava o jornal. É, a minha missão era só uma coisa, só segurar o jornal. Só falava o quê? Nada. Eu só segurava o jornal. Eu ficava com um pacotão de jornal assim, ó, segurando só. Todo domingo eu só segurava o jornal. E vocês não sabem a felicidade que eu tinha só de segurar o jornal, só de só de segurar o jornal, pastor Matusalém. já se senti honrado, eu já me sentia, olha, a maior felicidade. E depois eu fui levantado obreiro. Aí o pastor chegou, falou para mim assim: "Seu Roberto, tem uma senhora que tá lá internada no hospital e sai lá em Taubaté, no Vale do Paraíba, minha terra natal. Tem uma senhora que tá internada lá no no hospital e a família pediu para fazer uma visita. O senhor tem fé para ir lá?" Falei: "Mas só se for agora. Aí eu fui todo Pensa, era a primeira visita, eu não esqueço, nunca esqueci. Era a primeira visita que eu estava indo fazer dentro de um hospital. Quando eu cheguei no hospital, eu entrei lá no quarto, tinha eu, mais uma obreira que foi junto, era um obreiro, eu não me lembro. E eu na maior fé, aí tudo bem, senhora? Ó, vim aqui para fazer a oração pra senhora. Ah, meu filho, muito obrigado. Ó, eu quero sim. Aí, só que tinha um um infeliz de um aparelho para ligado. Você fazia assim, ó. Pim, pim pim pim. Era o marcador que tava ligado na mulher. Aí eu falei, eu posso orar pela senhora? Pode. Aí é uma coisa que não se deve fazer, nem dentro de presídio, nem dentro de hospital. orar com olho fechado. Eu fui, coloquei a mão na cabecinha dela e fechei os olhos e comecei a orar. Aí veio atrás de mim uma enfermeira e desligou o aparelho. Quando ela desligou o aparelho, na minha cabeça veio o quê? A mulher morreu, gente. Eu não sei, eu não. Aí a oração aumentou mais ainda. E eu falava: "Meu Deus, eu tenho que fazer algo agora, meu pai". Só eu só tinha uma coisa, eu só não abri o olho, começou a me dar um suador. E eu orando, eu orando, eu orando e eu pedindo milagre ali. O Senhor é o Deus do impossível. O Senhor é o Deus que faz. O Senhor é o Deus que cura. Eu só sei que eu vou lhe dizer uma coisa. Acho que foi uns 5 minutos ali na cabeça da mulher orando. Aí eu falei: "Agora que que eu posso fazer?" Entreguei a vida dela para Jesus. Falei: "Meu pai, a vida dela tá na tua mão." Aí quando eu abri o olho assim, a senhorzinha falou assim: "Ô, meu filho, mas que fé danada que é essa?" Gente, aí a enfermeira tava do lado, eu olhei para ela assim: "Foi você que desligou esse esse esse negócio aí?" Fui para não atrapalhar o senhor. Quase que, quase que atrapalha. Quase que eu morro ali de do coração. Mas foi um prazer imenso em estar com todos vocês aqui nesta noite. Muito obrigado. A Câmara Municipal está à disposição. Quero agradecer aos assessores da Câmara que estão aqui, os nossos assessores que estão aqui também. Mais uma vez, pastor, pastor Matusalém, a todos os pastores, pastoras que estão aqui, a todos, senhores, senhoras, que Deus os abençoe. Eu fico muito feliz de poder estar no meio de vocês, saber que vocês têm o mesmo objetivo que eu tenho, é ganhar almas. Eu vim aqui para esse lugar para que eu tenho certeza. Eh, eu fui deputado federal por três mandatos, fui deputado estadual, estou já é o meu segundo mandato aqui de vereador. Eh, eu sempre oro a Deus e digo: "Algum projeto ele tem?" Eu não sei. Eu sei que ele tem e nós estamos aqui para que a vontade dele seja feita na nossa vida. Muito obrigado mais uma vez. Nós vamos agora participar da oração e declaramos essa sessão encerrada. Que Deus abençoe. Por gentileza, fiquem todos de pé. Pode fechar aqui. Pode fechar aqui. Nós temos eh boa noite a todos. Que Deus abençoe a todos e eu agradeço a participação aqui nessa noite também já agradecendo ao atendimento ao convite do bispo Fernando Calipo, que é presidente da UMEBRAS, ao pastor Valdemar que é presidente da Intercheep, que é a nossa capelania, ao Ronaldo, que é presidente da da do Machadinho, né, Centro Recreativo de Campinas. que acolhe, que trabalha, ao Shoazi também, que faz parte do SIAP, Centro Internacional de Apoio ao Imigrante. E eu quero relatar um fato rapidinho, se o senhor me permite, um fato rapidinho que eu creio que vai mexer com o coração de todos. Conta-se uma história que não é uma história fictícia, é uma realidade que um determinado, uma determinada criança estava em São Paulo, pastor Roberto, eh, num dia chuvoso tradicional em São Paulo, e veio um policial, abordou aquela criança e falou: "Tudo bem, filho?" E o a criança falou assim: "Vai tudo bem. Se não fosse o tempo chuvoso e o meu colchão, que é aquele pedaço de papelão que se rasgou, e também o meu cobertor, que é aquele outro pedaço de papelão que se rasgou. O policial falou para ele assim: "Eu vou te dar uma orientação e você precisa seguir exatamente o que eu estou falando. Você vai descer avenida aqui, no segundo quarteirão tem uma viela bem estreitinha à sua esquerda. Você entra naquela viela, quando chegar no meio do quarteirão, tem uma casa bem desbotada, amarelada, você bate uma palma e espera. E assim ele fez. Faça exatamente conforme tô te mandando. Tudo bem. Ele foi e fez. Ele bateu uma palma. Uma senhora saiu já com sorriso nos lábios. Aquela criança de rua falou: "Eu não, a detalhe, o policial falou assim, você só diga uma coisa, João 3:16. Então aquela senhora abriu a porta, o garoto falou: "João 3:16". Ela abriu um sorriso, ele falou: "Não sei o que que é João 3:16, mas abre uma porta para uma criança de rua. Ele entrou, essa senhora já o recepcionou com al com um alimento que já estava esperando alguém, né? E aí ele lavou as mãos, começou a se alimentar. Ele falou: "Não sei o que que é João 3:16, mas alimenta uma criança faminta". E aí ela direcionou ele para ele tomar um banho. Enquanto tomava banho, ele pensou: "Não sei o que que é João 3:16. mas limpa uma criança suja. Consequentemente já estava preparado uma caminha e ali ele deitou para descansar e já foi dormir. E ele enquanto cochilava ele pensou assim: "Eu não sei o que que é João 3:16, mas dá descanso a uma criança cansada. No outro dia ele levantou, o café estava na mesa, ele tomou o café. Qual foi a pergunta que ele fez? O que que é João 3:16? Esse é o trabalho da capelania. É abraçar primeiro, é amar primeiro e depois a consequência vai vir. Então tem aqui líderes de não só de ministério, mas líderes de capelania. Cada um desenvolve o seu trabalho e desculpe o tempo, pastor Roberto, mas é necessário que nós motivamos os capelões. dê um telefonema e diga para ele a importância do trabalho dele, como é importante a base que cada um faz dentro da sua, do seu campo de atuação, eh, dentro da sua, do seu ministério, dentro do presídio. Nós sabemos qual é o efeito que se tem dentro de um presídio. Pastor Gaspar vai relatar aqui inúmeros casos, né? Então eu desafio aqui os líderes a abrir suas igrejas, a fazer simpósio sobre capelania, ouvir os testemunhos e consequentemente você vai ver, você vai poder cantar aquele hino que fala assim: "Quantas bênçãos, conta quantas são adivindas da divina mão, conta todas de uma vez e verá surpresos quanto Deus já fez." Deus tem feito grandes coisas e tem usado a vida de cada um de nós, independente do título, independente da posição, independente do do da suposta piquez. Amém? Então, desafio é vamos falar mais da capelania e vamos honrar mais o capelão. Amém. Feche seus olhos agora. Pode, Senhor, no nome de Jesus Cristo de Nazaré, nós aqui estamos reunidos, ó Deus, por um propósito comum. Particularmente dentro de cada coração, existe o propósito de honrar o Teu nome, de glorificar o teu nome, de exaltar somente ao Senhor, o criador dos céus e da terra. E é neste nome, ó Deus, no poder do nome de Jesus Cristo, que nós te agradecemos, ó Deus, por esta oportunidade. Uma oportunidade ímpar, mas não a única, porque muitas virão e o teu nome será sempre glorificado. Papai, abençoa cada ministério que está aqui presente. Abençoa cada líder, ó Deus, de ministério, mas particularmente os que exercem a função de capelania, colocando o amor que recebeu de Jesus Cristo como prioridade sobre o abraçar cada alma, o abraçar cada um. E em nome de Jesus Cristo, desperta em cada coração o desejo de fazer melhor, o desejo de abraçar mais, independente do cheiro, independente do local, independente das circunstâncias, mas que o teu nome seja glorificado, que o abraço que o Senhor nos deu quando foi ali, meu Pai, ó Deus, eh pregado naquela cruz, ó Deus, se entregando de braços abertos para abraçar a humanidade, nós possamos transmitir a tantos outros que estão nas ruas de Campinas e em todas as as grandes capitais espalhadas pelo Brasil. Ó Deus, abre a nossa visão, seja o supridor de cada necessidade, mas que nós possamos manter esse trabalho e ampliar esse trabalho para honra e para a glória do teu santo nome. Nós agradecemos ao Senhor em nome do Senhor Jesus. Amém. Amém. Obrigado pela oportunidade TV Câmara, Campinas. Tá.
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