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pessoas com o nome de todos em sua última obra de janeiro rio grande do sul citados por favor reclama campinas olá boa tarde nós estamos aqui no plenário da câmara municipal de campinas a câmara de vereadores o plenário josé mariz mattosinho aguardando porque instantes vai acontecer aqui um debate onde é essa reunião conjunta de duas comissões permanentes a comissão de educação e esporte também de defesa dos direitos humanos e cidadania ea discussão aqui é sobre a educação especial na rede pública de campinas várias instituições já se posicionaram aqui entre elas nós temos aqui a paz campanha da campeã amor azul a associação de equoterapia de campinas entre outras outras e temos ainda a participação do conselho regional de psicologia órgãos da prefeitura ou seja todos empenhados inclusive sob a presidência do vereador gustavo petta e do carlão do pt essa discussão pretende levar benefícios a essas instituições e principalmente essas crianças é especiais que precisam de um lugar e essa inclusão que dê realmente deve acontecer portanto nós convidamos você a ficar conosco a participar se quiser vir aqui para o plenário da câmara municipal dos vereadores pode vir também participar e acompanhar tudo o que será discutido então fique agora é com a reunião e tudo todo o assunto importante que será é conversado aqui bom dia boa tarde boa tarde a todos a todas só era só pra chamar a atenção da gente boa tarde vereador quem fala que é o vereador gustavo petta presidia a comissão de educação aqui da câmara municipal de campinas essa é uma atividade conjunta de três comissões a comissão de educação a comissão de direitos humanos presidida pelo vereador carlão ea comissão de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida presidida pelo vereador o jorge da farmácia o que já estão aqui conosco na mesa compondo aqui a mesa dos trabalhos desse debate público está conosco também o professor luiz meneghetti que é diretor do departamento é pedagógico da prefeitura de campinas e nós também estamos ainda aguardando os representantes e supervisores de educação especial tanto da diretoria de ensino o ash como da diretoria de ensino lech que foram convidados por representarem o governo estadual para estarem conosco aqui no debate mas até o presente momento ainda não chegaram também não enviaram justificativas nós estamos aqui no aguardo de qualquer forma o objetivo nosso no dia de hoje é fazer um debate sobre os desafios ações e os projetos para a educação especial na cidade de campinas muito inspirado em toda a legislação já vigente tanto a legislação nacional federal mas também a legislação municipal nós temos entre outros instrumentos o plano municipal de educação que tem uma meta que a meta é número 4 totalmente dedicada à educação especial do município de campinas e é um plano já aprovado e sancionado e que precisa virar realidade no nosso município então nosso objetivo sei como esse como quente funcionaria que nosso debate para que todos que estão aqui conosco no já tenham um pouco a idéia de como vai funcionar nós vamos primeiro ouvir evidentemente os presidentes das comissões após isso nós vamos ouvir os representantes é do das vezes do dos governos nem os representantes é das instâncias do estado tanto município como estado e logo na sequência é diversas entidades é é movimentos que foram convidados pelas comissões que terão também o direito ao uso da palavra tanto para dar um posicionamento tirar uma dúvida apontar algum alguma crítica teu há a disponibilidade de poder é ser ouvido aqui pelas três comissões e por último é é 111 decorrer da questão do tempo nós vamos verificar a possibilidade também de abrir público como um todo após as entidades ea e finalizando com uma conclusão aqui dá dá dá mesa que dirige os trabalhos hoje tá certo não seria isso portanta avisar todos nós estamos na tv câmara ao vivo na tv câmara é uma tv pública que divulga que tem como atribuição a divulgação dos trabalhos aqui do poder legislativo municipal e nós estamos ao vivo na tv câmara é então todos podem comunicar outras pessoas que por acaso não puderam vir que podem também nos ashish pela tv câmara tanto o canal aberto como no fechado tá certo eu passaria então a palavra já nesse primeiro momento o vereador carlão que preside a comissão de direitos humanos obrigado gustavo boa tarde a todos ea todas nós é motivado por um grupo de mães que nos procuraram de função de dificuldades e tem com seus filhos que são portadores de autismo nós organizamos estava organizando esse debate e junto com a educação que também é tava discutindo o mesmo tema que a respeito da inclusão na educação das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida então nós decidimos fazer esse debate junto porque esta casa câmara foi desafiada desafiado em buscar soluções aperfeiçoamento é na política de direitos e oportunidades às pessoas portadoras de deficiência e em particular no nosso caso a comissão de direitos humanos foi a partir de dessa conversa de receber essa demanda é das mães que nós decidimos fazer esse encontro foi já foi realizado aqui na casa uma semana dez dias atrás é pela ele é camp um debate uma discussão com o objetivo também de fazer com que nós pudéssemos entender é melhor as dificuldades vividas por essas famílias e nós entendemos que a câmara precisa dar uma a uma resposta a partir daquilo que nós vamos construir aqui e várias mãos a partir de hoje sabemos que existe também já uma uma demanda é no ministério público a respeito do assunto até justificar a presença que a ausência que dodô rodrigo que é do ministério público que não pôde estar presente mas foi convidado também para essa mesa mas que esse assunto a partir de hoje essas duas três comissões e vamos buscar saída é buscar soluções aperfeiçoamento a partir daquilo que pra nós como base fundamental foi a construir o que foi construído no plano municipal de educação que nós com certeza vamos ter mais conhecimento hoje é que nós queremos junto com vocês é ouvi-los caro com vilas para que a gente possa ter é é sugestões à idéia e buscar o aperfeiçoamento ea melhora de qualidade de vida para todos é um é inicialmente seria essa a minha fala mas ao decorrer do debate a gente vai procurar é construir com vocês alternativa capaz de responder aquilo isso não sei o que foi trazido aqui para essa casa é ótimo vereador carlão já vou aqui anunciando a presença por acaso tiver alguma entidade uma pessoa que queira ser anunciado e não foi ainda é avisar que o nosso cerimonial tá bom maria luiza e cláudia com que são diretores da rede mães inclusivas ana carolina espanha psicóloca e sócia do grupo abbacadabra andré godoy advogada futuro eo órgão futuro educação inclusiva aline cristina ferreira secretária da comissão dos direitos pessoa com deficiência da oab a seguir à insee coordenadora pedagógica da paz camping é associação de pais e amigos dos surdos de campinas a vanessa gonçalves correa coordenadora pedagógica da associação de equoterapia de campinas rosângela alves soares rosa diretora da associação de pais amor azul e mãe dadá cada campi e andré ferraz coordenadora de educação inclusão e marcos vinicius assessor do gabinete do vereador pastor elias e nós vamos aqui um decorrer continuar anunciando a presença é de todas as entidades só palavra agora o vereador jorge da fama boa tarde a todos complementar o presidente vereador gustavo petta parabenizando já por este e por este trabalho por esse debate diesel gustavo que esse é o primeiro debate que estou participando de da inclusão e seria importante gostava como é o primeiro que nós pudéssemos fazer mais debate que eu tenho certeza que a gente vai levar muitas demandas aqui é que nós possamos sair é acionar o executivo nós possamos cada vez mais incluir as pessoas cumprimentar o vereador carlão do pt comentou luiz neste ato representando aqui a a secretária obrigado pela presença e agradecer a presença das mães que estão aqui conosco os professores agradecer a presença da andréia da futura consultoria que recentemente fez um trabalho conosco aqui espetacular muitas pessoas assistiram o andré e aí eles foram até a parabenizar pelo seu trabalho que você faz que é o trabalho da da inclusão é eu como presidente da comissão das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida gostava eu recebo várias demandas é em relação à inclusão não somente aqui em campinas mas de outras cidades também a gente vem enfrentando esse tipo de problema coisa que não deveria de de ocorrer e eu me lembro de uma fala da andré que ela me disse que não é simplesmente você acolher o aluno levar para a escola e lá ele entrar e deixar o garoto a garota ou qualquer outra pessoa que seja lá é assim que você deve de trabalhar essa criança porque ela possa brincar que ela possa estudar que ela possa aprender eu vou sempre conta uma história na da minha menina que ela chegava em casa ela reclamava constantemente luís que tinha um aluno que recentemente entrou na escola não conversava com ninguém ficava somente naquela tinho e nós vamos conversar com a diretora com a coordenadora e ela disse que o mineral notícia nós explicamos a ela como que se deve de de tratar de tentar se aproximar com uma pessoa comum acho que só falta às vezes as pessoas chegarem e conversar e tentar participar cada vez mais e por incrível que pareça esse menino luis se tornou o melhor amigo dela hoje a gente frequenta a casa deles eles freqüentam a nossa casa então eu acredito que esse debate é justamente para que nós possamos sair incluir cada vez mais as pessoas para que nós possamos ter um uma cidade cada vez mais inclusiva um estado ou quem sabe um nosso brasil cada vez mais inclusivo e estou aqui também a exposição eu tinha avisado já o gustavo também que as 15 horas eu tenho um outro compromisso mas por isso que eu até comentei com você gostou e se você puder depois fazer mais desse debate eu acho que daqui sai às demandas que nós possamos cobrar o executivo ótimo jorge da farmácia é até aproveitando essa fala do vereador jorge o vereador carlão a nossa ideia que enquanto comissões da casa é que a gente a partir de agora tenha uma atuação permanente em torno desse tema néné nós vamos aqui fazer uma discussão hoje até um pouco mais geral há evidentemente entrar em algumas questões mais urgentes específicas mas o importante é que vocês tenham na casa aqui na câmara municipal um espaço de representação de debates de de denúncias onde diversos problemas que possam ocorrer de modo permanente das comissões com possam cumprir sua função em muita atenção à questão da educação especial porque o primeiro né nós sabemos que por muito tempo na história do brasil que durou a ideia e o entendimento de que a educação especial deveria ser organizada de forma paralela à educação formal esse foi o entendimento de muitos anos não só no brasil como em vários cantos do mundo né os países ocidentais e outros países essa ideia é depois de um tempo foi sendo superada é para a idéia de que o combate ao preconceito à discriminação é a forma mais eficiente de se combater isso seria a inclusão na educação formal ea idéia de que todos devem ter acesso iguais a educação é independente é de qualquer tipo de deficiência então isso isso virou uma realidade nós tivemos a constituição de 88 a ldb a política nacional de educação inclusiva há todo um arcabouço jurídico legislativo que sustentam a ideia de que nós temos hoje da inclusão na educação formal acontece é que há muitas dificuldades para a implantação disso de que como ideia é o que deve prevalecer as dificuldades é de infraestrutura as dificuldades de formação nem as dificuldades de aplicação de fato da lei né então nós temos relatos por exemplo de escolas particulares que muitas vezes agem com preconceito e discriminação em relação aos estudantes nós temos relatos de dificuldades na rede estadual e na rede municipal também de aplicação dessa legislação por conta da ausência muitas vezes é é de números suficientes de professores é bem informados para o assunto de cuidadores de infraestrutura de acessibilidade de algumas alas que precisam de determinados aparelhos instrumentos tão adversas dificuldades para a consolidação dessa política e nós estamos nos baseando principalmente no que primeiro nesses conceitos gerais que foram positivados em leis tanto em declarações em tratados internacionais como leis nacionais e também no próprio plano nacional de educação inclusiva mas também em legislação municipal ea principal delas que nós vamos utilizar esse debate eu queria só falar fazer essa fala pra passar depois por luís é a meta número 4 do plano municipal de educação que levanta 14 pontos como são 14 metas dentro da meta geral né a meta geral é universalizar para a população de 0 a 17 anos com deficiência transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação o acesso à educação básica o atendimento educacional especializado preferencialmente na rede regular de ensino com a garantia do sistema educacional inclusivo de salas de recursos multifuncionais classes escolas bilíngües de surdos serviços especializados públicos ou conveniados essa é a meta geral a meta número 4 depois da meta geral vêm as estratégias que são 14 estratégias e no voo evidentemente leia aqui as 14 estratégias mas já são estratégias dentro da meta que estão na lei foram sancionados pelo prefeito e portanto devem ser respeitadas num processo de debate que foi antecedido de conferência e discussão então tem inclusive uma legitimidade na participação social que foi o processo de conferência então essa meta e essas estratégias estão na lei elas não dizem respeito só educação municipal dizem respeito também a educação oferecida pelo estado e também pelos pelos particulares pelas entidades então com isso eu gostaria de passar já falava por luís é é deixando algumas questões né que que sempre aparecem muito né de como que o município hoje quais são as condições que o município hoje é possui para atingir essas metas né se a decepcionou de professores de cuidadores é a quantidade de salas de recursos multifuncionais é que foram adotadas desde então né a questão é é do projeto político pedagógico a questão dos materiais didáticos que sempre aparecem né é o número de cuidador de tradutores e intérpretes de libras neco ao défice em relação a isso questão do transporte escolar que sempre aparece né nós mesmo como comissão de educação é junto com a secretária de educação recentemente conseguimos resolver o impasse que existe em relação à escola júlio de mesquita filho é uma escola especializada em em crianças com deficiência auditiva e que muitas crianças de vários cantos da cidade vão até a júlio de mesquita filho que estavam sofrendo com o problema de terem que sair quatro e meia da manhã 4 horas da manhã para poder chegar a até a escola mas depois de uma interrupção feita com a secretaria municipal esse problema foi resolvido mas nós sabemos que esse é um problema diante de outros que nós temos né é é recentemente por exemplo o governo do estado começou a adotar um outro tipo de medida em relação à a obrigação de transporte escolar então também é um problema que está a colocar e outras questões que nós estamos debatendo então eu queria passar a palavra pro professor luismar ghetti antes disso também anunciar a presença da camila santos borges que é integrante do conselho das escolas municipais de campinas e dizer também que nós já está aqui presente com a gente também vai fazer uso da palavra depois a paula cardoso franco coordenadora da escola tema a joana vasconcelos supervisora do grupo conduzir a sua linha rampazzo do grupo família e amigos de inclusão andré godoy que é advogada e futura educação inclusiva ea mariana valente do grupo atacado não era isso eu gostaria então passar a palavra luís luís vai ter um tempo e em torno de 20 minutos para expor um pouco a situação hoje na rede municipal é e depois se o governo estadual chegar nós vamos ouvir o governo estadual e depois as entidades e também diz eu senti agradecer muito a foram várias pessoas que foram nos pontano da necessidade dessa reunião é tão as três comissões em especial também teve a anl que é funcionária de carreira aqui da câmara municipal de campinas é mãe é também de uma criança com deficiência que nos procurou muito nos faltou muito então quero agradecer também à danielle pela atuação e pela dedicação a esse tema tá bom passar então a palavra agora por luís boa tarde a todos ea todas necker ia começar agradecendo a oportunidade está aqui na secretaria está aqui pra falar da política de educação especial desenvolvida pela secretaria de educação então agradeço o convite feito pelas três comissões pelos três vereadores vereador gustavo petta vereador carlão vereador jorge na farmácia para nós é importante e tem esse espaço pra falar da política especial a a educação especial de campinas acabou de celebrar 30 anos é uma uma política de educação um é conhecida é no país enquanto política municipal é e acho que é importante também importante necessário frisar que embora a contribuição dos diversos governos mas é uma política que foi elaborada pela própria rede é é um patrimônio da própria rede municipal então acho que quem merece aí os louros dessa concessão dessa política são os professores de educação especial as equipes gestoras e as comunidades escolares né as famílias e os alunos acho que é um processo longo de construção onde a gente vem enquanto rede municipal eu digo a gente porque também sou servidor de carreira da rede onde a rede vem acertando os erros e investindo na ampliação dos diversos serviços que a educação especial na cidade de campinas oferece então pra falar de educação especial a gente precisa falar dessa diversidade grande de serviços oferecidos o senhor foi o senhor levantou várias questões em relação ao plano eu não vou me ater todas elas porque a gente vai fazer uma apresentação da política que eu acho que vai ser importante para iniciar o debate mas vou pegar um ponto que eu acho que é importante a gente ser honesto é um problema enfrentado é inicialmente eu acho que é público todo mundo sabe é o déficit de professores de educação especial é essa é uma necessidade é um desafio que a secretaria tem complementar os cargos que hoje estão vagos de profissionais breve quatro são os profissionais que atuam na educação especial neto como aguarda ansiosamente o lançamento do edital do concurso para ver se a gente consegue ao longo de 2009 preencher essas vagas sobre os demais itens eu acho que é uma questão é importante um desafio importante em relação especificamente à meta 4 é a dificuldade que a gente já tratou disso em outras oportunidades na câmara eu acho que as diversas comissões sempre que tratam de política de estado que são elaboradas em conjunto por mais de um ente esbarram nessa questão e aí acho que de novo é importante a gente observar isso aqui é é a condição da educação especial ela necessita eu acho que outras políticas também mas é fundamentalmente necessita de uma construção em regime de colaboração tão nesse sentido acho que faz muita falta é a presença do governo do estado pra gente jogar porque a secretaria de educação no ensino fundamental atende apenas 22% dos alunos só dos alunos da escola da rede pública então um é do total de alunos atendidos no serviço público somente 22% são atendidos pela rede municipal então acho que a função dessa política educação especial ela ela precisa ser feito em regime de colaboração né acho que precisa haver uma equalização dos serviços é precisa ver é debates onde a gente faça uma aproximação das concepções curriculares e dos diversos serviços que a educação é especial oferece porque senão a gente cria situações de atendimento para o mesmo aluno que o município de campinas é com padrões de atendimento muito distintos que é um pouco o que acontece hoje e aí do nosso ponto de vista do ponto de vista da municipalidade a gente sente em algumas áreas da educação especial uma sobrecarga no atendimento em função justamente dessa diferença de padrão de atendimento né acho que depois a gente pode deixar essa questão para o debate mas essa questão é fundamental não dá pra discutir com os specials é se a gente não fizer uma discussão ampla é que parta da questão do regime de colaboração pra dar sequência é a gente eu vou chamar a professora mariana que a coordenadora pedagógica da secretaria de educação o núcleo de educação especial é que vai fazer uma apresentação da política de educação especial que a secretaria desenvolve essa política que eu disse que inclusive é património de construção da própria rede municipal e aí já deixo e aproveito para deixar claro professora mariana é servidor de carreira ela não tá aqui pra responder pelo governo não é mas acho que é importante a gente trazer alguém da carreira pra falar e aí a gente ela faz apresentação pouco dos dados várias questões são levantadas na meta 4 vão ser respondidas pela apresentação e aí depois a mesa ver qual a melhor maneira que a gente pode contribuir pura boa tarde a gente trouxe uma uma apresentação da organização hoje da educação especial na rede e assim a gente trouxe também os princípios que fundamentam a organização desse trabalho e como gustavo já colocou aqui é tem toda uma legislação hoje nacional né que fundamenta esse trabalho é o nosso trabalho está totalmente amparado aí na na legislação e aí a gente trouxe a algumas algumas a lei por exemplo a lei brasileira de inclusão é a educação especial constitui direito da pessoa com deficiência assegurado um sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo da vida ea gente também trouxe o plano municipal de educação que a gente entende que o plano municipal de educação foi acordado entre estado município e sociedade civil teve um longo processo de construção desse plano municipal de educação que atende os princípios da educação inclusiva e que o município de campinas enquanto o estado município tem um compromisso com ele então é o nosso compromisso na organização da educação especial se pauta também todas as metas do plano municipal é eu acho que é importante a gente lê porque o universalizar para a população de 0 a 17 anos com deficiência transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades superdotação o acesso à educação básica o atendimento educacional especializado preferencialmente na rede regular de ensino com garantia de sistema educacional inclusivo de salas de recursos multifuncionais classes e escolas bilíngües de surdos serviços especializados públicos ou conveniados então toda organização dos serviços da educação especial hoje no município de campinas são voltados para garantir a inclusão inclusão no sentido de participação da criança nas práticas culturais da escola seja eu vou mais à frente falar de um dos serviços que a gente tem aqui são fotos né dando uma escola nossa é hoje no município a gente atende 1.259 alunos público alvo da educação especial é é se vocês observarem teve um crescimento significativo de 2017 pra cá né de 1.073 3259 se a gente pegar de 2012 a gente vai ver que quase triplicou em dados também de 2012 que eram 70 assim o acesso está sendo garantido nem a gente tá tá vendo um aumento do acesso e significativo dessa população nas escolas é a gente sempre quando a gente vai falar de educação especial é da organização da rede a gente traz o público alvo é quem é esse público alvo a gente se pauta na ldb lei de diretrizes e bases e o público alvo da educação especial hoje com o qual a gente trabalha pra qual é organizado todos os serviços são os alunos com deficiência transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação esse é o público a gente tem uma série de diversidade na escola que tem que ser trabalhada curricularmente tem uma série de diversidade na escola que inclusive o currículo nossas novas diretrizes curriculares prevêem a uma organização curricular que acolher essas diferenças mas os serviços especializados da educação especial do mec e depois eu vou mostrar a vocês uma versão para esse público aqui e é importante falar também que a gente se baseia muito na lei brasileira de inclusão quando a gente vai falar da definição de deficiência que essa definição ela não tá no sujeito ela está na relação desse sujeito com o contexto está na relação desse sujeito com as barreiras que ele encontra essa deficiência pode ser menor ou maior dependendo da barreira que ele encontra então a gente parte dessa concepção de deficiência para poder organizar os serviços eu gosto dessa foto aqui porque a gente fala olha é a criança com libras não tem nenhuma barreira no contexto escolar na criança que ela tá domina libras que ela tenha ou a língua e se quando ela é surda mas ela tem uma língua que seria então a deficiência praticamente desaparece agora se eu não tenho uma língua que circula a deficiência fica muito maior não é o colar é o contexto em relação ao sujeito sujeito em relação ao contexto por isso a importância da organização de serviços recursos e práticas para diminuir essas barreiras então o objetivo da educação especial é eliminar as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização de estudantes com deficiência e tgd e altas habilidades superdotação e aí ela é transversal a um ensino comum porque na verdade ela é ela tem o objetivo de garantir a inclusão então ela se articula com o currículo comum é não substitutiva acho que gostava preta trouxe um pouquinho na fase inicial dele não é uma educação paralela mas é articulada né e aí a gente tem que pensar não só no sentido de serviços paralelos mas de serviços dentro da escola que não se constituam paralelos né porque organizar serviços da educação especial vocês vão ver a gente tem vários serviços de uma maneira que garanta é a participação nas práticas culturais na escola da escola a relação com o conhecimento a relação com os outros sujeito tem que ser uma atuação voltada pra isso porque se a gente tiver uma atuação que não estiver voltada pra isso a gente vai ter práticas paralelas dentro da escola explosões dentro da escola né então a gente tem que tomar esse princípio também na organização dos serviços né é eu trouxe um recorde das nossas diretrizes curriculares da rede municipal de ensino de campinas tem uma diretriz curricular que foi construída junto com os professores e é uma diretriz que olha para a questão da heterogênea idade do trabalho com a heterogeneidade então além do serviço de recurso a gente tem que pensar numa organização de escola né é a gente fala de serviços e recursos especializados em educação especial mas a gente também tem que pensar num currículo que acolhe no currículo que olha pra heterogênea idade eu trouxe vários recordes eu vou só o que eu acho que é legal é roleta kiko comecemos por lembro por lembrar que na escola deve se planejar sempre para grupos heterogêneos e que acertou hoje a unidade se expressa em diferentes modos e ritmos de se aprender em função dos diferentes interesses e necessidades um trabalho que contemple a todos os alunos deve considerar a possibilidade de variar atividades ora coletivas ora individualizados de modo a adequar o ensino às necessidades que são de que são diferentes de aluno para aluno esse é um recorte acho que a diretoria o espírito da nossa diretriz lá é todinha pautada nesse olhar para o trabalho com a diferença e quando a gente fala de aluno público alvo da educação especial ea gente tem que olhar pra isso nessa escola que organiza a diferença é hoje a rede municipal de ensino de campinas a gente sabe que tem uma história e desde 88 quando a constituição fala do direito a todos a educação é a da rede municipal bem sempre incentivando e se essa inclusão na classe comum e lá já em 91 foi criado o serviço do professor de educação especial no contexto da escola pra olhar pra pôr os apoios especializados que esse aluno precisa no contexto da escola seja de linguagem seja de material seja de recurso e esse serviço vence e se qualificando se aprofundando ao longo dos anos né a gente mantém hoje esse serviço e aí a gente sabe que aqui nas últimas décadas aí na última década principalmente a política de educação inclusiva trouxe um monte de outros serviços federais que a gente também foi se adequando e trazendo para a nossa realidade então o atendimento educacional especializado em sala de recursos no contraturno para aprendizado de um recurso seja braille seja comunicação alternativa seja o uso do computador para poder eliminar as barreiras para a participação na sala de aula também é um é um serviço que a gente tem o cuidador que na lbr vem colocando como coloca como o profissional de apoio que é o profissional voltado para as atividades de higiene locomoção e alimentação então hoje a gente tem esse profissional que depois eu vou mais pra frente falou das quantidades é é apoio pedagógico aos processos inclusivos em turmas onde a complexidade de demanda para professor é muito grande e às vezes ela precisa de um outro adulto ali para organizar as atividades diferenciadas os tempos os recursos então a rede tem olhado para isso organizar mais um profissional junto quando isso se justifica naquele contexto de grande demanda é o transporte escolar adaptado então para os alunos que não conseguiam chegar à escola é por meio do transporte comum né então a gente tinha vários casos então foi criado o serviço de transporte captadas que fazem dois anos que ele que ele foi um dois ou três anos que ele que ele foi implementado é o cepromat que é um centro de produção de material adaptado é que produz a os grandes volumes de material em braile vídeo em libras então a gente concentrar naquele centro a produção porque às vezes no âmbito da escola demanda é muito grande não é não é possível a educação bilíngue de surdos hoje a gente tem uma organização que a gente tem escola pólos bilíngües e tem o organização bilingue com os profissionais intérprete e professor bilíngüe no contexto das escolas também não só nas escolas pólos e depois mais pra frente vou explicar ea formação continuada dos professores nem a gente tem um centro de formação se for tep o a csf e relação vários cursos são pensados voltados não só para a questão da educação especial em si e mais para questões curriculares que atende todos os alunos todos os recursos da educação especial é são organizado mediante avaliação pedagógica da equipe então assim a equipe escolar avalia se aquele aquele aluno naquele contexto pretende uma necessidade de cuidado por exemplo é tão é dentro da escola que se avalia isso junto com a equipe que acompanha a criança porque porque a necessidade de cuidado dele por exemplo de de troca de fraude ao banheiro pode estar sendo trabalhada também como uma construção de autonomia com os outros profissionais da escola não necessariamente do cuidador né então você vai falar eu meu filho usa fralda ainda precisa talhos a fraude não estamos fazendo um trabalho voltado pro desfralde então não é necessariamente cuidador a meu filho jesus atraque o som é cuidador no contexto da escola é olhando as necessidades daquele ano naquele contexto com as organizações possíveis dentro da escola que é avaliado quais os serviços e recursos ele precisa aprender braille ele precisa aprender libras então vai para a sala de recursos então dentro da necessidade específica de cada sujeito e o que cada serviço oferece não tem como inventar uma característica daquele serviço cuidador é o responsável pela higiene como são alimentação essa responsabilidade deles não é essa necessidade da criança não ela não precisa desse recurso né é aí eu organizei para falar um pouquinho de cada serviço mas assim o tempo também é meio curto não vai dar para explorar muito cada serviço mas o professor de educação especial no contexto da escola hoje nossas diretrizes curriculares o que a gente tem definido o que esse professor ele sempre a tua articulado a equipe da escola a responsabilidade pela educação da criança é da equipe da escola da professora da turma da equipe gestora e esse professor com o olhar especializado e aí o que que ele e que ele faz nessa nesse trabalho coletivo e identifica as necessidades estabelece objetivos propõe ações e procedimentos que favoreçam aprendizado identifica recursos materiais e humanos e estratégias necessárias às especificidades dos alunos em conjunto com a equipe gestora acompanha o aluno na sala de aula e demais espaços educacionais em conjunto com o professor regente de turim em momentos pontuais de acordo com as necessidades identificadas pela equipe escolar colabora com a formação continuada da equipe escolar sobre educação especializada sobre educação especial realiza nos espaços e tempos pedagógicos conforme as necessidades e especificidades dos alunos eu acho importante a gente falar que tem essa atuação junto com o aluno tenha essa atuação junto com a equipe então ele avalia a necessidade do aluno no contexto da escola diz é uma necessidade de conversar com a equipe orienta a equipe esclarecer que tipo de material trazia que tipo de trabalho que organização de currículo de espaço tempo e aí esse profissional tem esse olhar junto com o orientador pedagógico da escola junto com a equipe gestora é viabilizar as parcerias com as redes de serviços com a família e comunidade que atuam com esse aluno então esses alunos sempre tem muitos com atendimentos complementares ea gente sempre diz que o professor de educação especial tem esse olhar de articulação de articular para planejar o que vai ser trabalhado junto com esses alunos tá isso é função desses professores desde que existe o cargo e a gente entende que essa articulação intersetorial importante ela acontece na nossa rede né apontar sugerir recursos e adaptar materiais específicos quando necessários ao processo educativo realizado na escola utilizando recursos específicos então é como eu falei existem coisas que dá pra ser adaptadas no contexto da escola existem materiais que muitas vezes braille por exemplo como eu dei o exemplo a praias o a luta usando livros didáticos é uma quantidade enorme de livro didático então a professora vai lá vai separar e vai indicar o cepromat ou ela está trabalhando outro comunicação alternativa quem que vai pensar qual é o conteúdo da comunicação alternativa que material que mais é o professor da escola então muitas vezes é ele que faz então depende muito do volume do material e da complexidade do material é o que o cepromat mais produz agora sim a id a pensar planejar qual material é no contexto da escola porque é o professor os professores que estão ali com a criança tá é hoje na rede nós temos 120 e os professores são organizados em blocos ensino fundamental às vezes tem um professor às vezes dois e educação infantil são blocos de três a quatro escolas hoje nós temos alguns blocos com até cinco escolas são 125 blocos e tem 111 professores atuando nesses blocos hoje de educação especial como luís disse nós temos um déficit hoje professor né equipe que precisa ser resolvido tanto na quantidade de professores cobrindo os blocos quanto na qualificação desses blocos porque tal é o 125 blocos hoje a gente entende na avaliação que ele precisa ser o melhor organizado até aumentar a quantidade para atender de forma qualificada dos alunos está então a gente é porque o que a gente considera para montar o bloco quantidade de aluno complexidade da demanda porque não é só a quantidade é o que aqueles alunos demanda a gente tem várias realidades dentro da rede a número de escolas por blocos então que essas escolas têm uma equipe de gestão a mesma equipe gestora quando o bloco de mais de uma escola é então a gente entende que tem que a falta professor tanto para cobrir esses quanto para qualificar a quantidade de blocos é aqui a atuação de algumas professoras de educação especial e é quando a gente fala de informação é que o professor de educação especial tem esse papel na formação é da equipe escolar como um todo não só dos professores das crianças né de entender aquele processo de vivenciar aqueles processos da das equipes de limpeza de da gestão e se esse olhar é da educação especial e os conhecimentos que assistamos são muito específicos dessa área precisa ser compartilhado com a equipe da escola é um outro serviço que a gente tem como eu disse é o atendimento educacional em sala de recursos multifuncional que acontece no contraturno que é pra ensino de própria ensinar o recurso aquelas crianças que precisam é ele complementa o suplemento a formação dos estudantes não sendo substitutiva escolarização diferencie antes daquelas realizadas na sala de aula comum não sendo reforço é então é como eu já disse lá no começo vai lá pra aprender libras vai aprender é comunicação alternativa que sempre articulado ao trabalho da escola porque o objetivo da sala de recursos é eliminar as barreiras para a participação na escola hoje a gente tem 23 salas de recursos e 289 alunos atendidos em sala de recursos essas salas de recursos são organizadas em várias regiões da cidade né como vocês podem ver em todas as regiões na ad norte na edição é the last night sudoeste e noroeste todas têm salas de recursos e as crianças freqüentam a sala de recursos mais próximo à sua escola tá é se esse é o princípio também temos parcerias com entidades colaboradoras pra oferta do atendimento educacional especializado que esse atendimento no contraturno estação 11 11 instituições conveniadas para a oferta do avaí o outro serviço é o transporte adaptado eu acho importante a gente eu vou ler isso aqui porque quando o transporte escolar adaptado foi implementado existe uma tensão de que era pra todos os alunos público alvo da educação especial e na verdade ele foi criado para aqueles que não conseguiam ter acesso à escola por meio do extrato do transporte comum tá então hoje o transporte escolar natália é um serviço oferecido exclusivamente aos alunos matriculados nas escolas da rede pública municipal e nas escolas privadas de educação infantil de instituições colaboradoras porque a gente tem algumas colaboradores algumas privadas colaboradores com a gente é e que não possam ser atendidas pelas outras modalidades de transporte indicadas por esta resolução devido à redução severa da mobilidade da flexibilidade da coordenação motora causada por deficiência física redução severa da percepção causada por transtorno do espectro autista e surdocegueira tá hoje temos em torno entorno né porque isso muda dia-a-dia 175 alunos atendidos no transporte adaptado a gente estava com um probleminha na licitação do transporte netinha bastante criança que estava na fila esperando a semana passada semana retrasada foi foi resolvido o contrato foi feito um novo contrato então assim as crianças é para ser atendida é porque foi o contrato foi feito um contrato novo então aquelas crianças que estavam esperando eu sei que tem vários que já começaram a ser atendidas mas quem começou ainda é pra ser atendida porque tem um novo contrato a cuidador destinasse alunos público alvo da educação especial que apresenta um comprometimento severo e necessitam de ajuda constante para locomoção alimentação e higiene cuidados e auto cuidado no contexto escolar é baseado na lb inem no profissional de apoio do fbi não tem função pedagógica e profissional ele é um ele é um terceirizado ele tem ensino médio ele não é um profissional da educação é claro que todo o trabalho o todo o trabalho que ele faz é orientado pelos profissionais da escola é articulado com a proposta que se tem para essa criança é uma proposta de construção de autonomia de desfraldar de ensinar comer sozinho esse profissional tem que estar articulado e assim estão orientando mas a função dele é de cuidado tá é hoje na rede a gente tem 220 e cuidadores atuando e o contrato foi pedido um aditivo do contrato para esse ano acho que hoje parece que é da ordem de serviço é o amanhã não sei que pra isso isso é tudo foi por júri dicos faz mais de dois meses que foi pedida essa essa esse aditivo aí porque tinham 20 crianças esperando então foi aumentado para 240 tá com esse aditivo sempre é quando a gente vai fazer a avaliação da necessidade de todos os serviços gente é sempre feito a partir da escola ea equipe escolar então a equipe escolar têm que tem um protocolo de avaliação lá tem todos os critérios que a equipe escolar responde pra ver se o aluno está dentro dos critérios para aquele serviço e aí no cuidador a gente fala que para avaliação da necessidade há que se considerar o contexto geral dos cuidados disponibilizados aos demais alunos ea construção de autonomia do aluno porque quando os quando surgiu essa demanda o cuidador quando assim foi uma reivindicação da população tá na ebi a gente tinha muita preocupação da gente criar também alguém que fosse criar uma ao aquilo que eu falei no começo um serviço paralelo dentro da escola que essa criança passasse a ser do cuidador né porque aí teria uma pessoa ali do lado atendendo às necessidades de cuidados à criança ficaria criança adolescente se referenciar 'ia a ele e então a gente conversa muito com a equipe gestora a gente tem várias reuniões com as professoras de educação especial a gente tem reunião mensal para discutir essa linha tênue ea ida do cuidado da autonomia do educar e do cuidar porque o cuidar também não está desligado do dedo carné e como que a gente faz isso com esses profissionais que são não são de ensino médio eles são na verdade contratados pra isso pra cuidar é então é uma linha muito tênue que a gente tem que tomar muito cuidado com esse tanto com pedir sem necessidade quanto quando e como a gente organiza isso na escola o outro serviço que é o que eu falei aos e promade que é um centro de produção de material adaptado à rede já teve esse serviço através da produção 96 6 é em 96 a gente já tinham centro de produção de material é adaptado quer os seres que produzir materiais em braille e esses centros que em 2001 foi reorganizado e perdeu se um pouco essa característica de produção de material e 3 minutos é acho que eu tô cabana é é e aí acho que em 2001 a ajuda meninas 2001 a fazer uns três anos que esse sempre foi retomado considerando a alta demanda de produção de material 2015 é o objetivo é adequar e produzir e disponibilizar materiais didáticos e pedagógicos em linguagens e formatos acessíveis em uma grande produção em braille e vídeos em libra é produzir socializar o conhecimento na área de tecnologia assistiva né e atua na produção de materiais para sala de recursos e escolas da rede é escola bilíngüe de surdos educação bilíngüe de surdos hoje a gente tem uma escola pólo que ao júlio de mesquita filho né que ela existe desde 2004 e porque existe toda uma reorganização a educação bilíngue de surdos é entende-se por princípio pela legislação que libras é uma língua e com uma língua ela tem que que é ensinada e os conteúdos têm que ser ensinados a partir dessa língua e que se ela é uma língua tem que ter outro sujeito que compartilha essa língua essa cultura por isso a escola pólo bilíngue é uma demanda da lei é da lei é uma demanda dos surdos a gente fez vários debates aqui fazem nos últimos anos junto aos surdos e aí assim é uma demanda da comunidade de surdos você tem a comunidade de surdos agrupada é então e assim para aí tem uma outra questão você ter a comunidade de surdos agrupada eles vão ter que sair da região onde eles moram e aí o que com a gente fez esse debate com os surdos na reorganização da política a gente é contemplou aquelas famílias também que não queriam sair pra onde próximo da sua residência então essas crianças mesmo não estando com outros surdos para comunicação em língua ela estaria com o professor bilíngüe ou intérprete se fosse de 6º a 9º tá então é o direito de estar próximo à residência dela também é um direito a família pode optar por isso né e como a gente tem hoje a escola pólo bilíngue e tem crianças que estão sozinhas em outros surdos mas com os recursos da do do intérprete e do do professor b língua é aqui tem nossas escolas é que a gente hoje tem surdo são mais ou menos 11 escolas é a nossa organização é professor bilíngüe de primeiro é educação infantil e 1º a 5º ano porque a gente entende que na educação infantil e no 1º a 5º ano é ensinar a língua esses alunos estão juntos nas turmas surdos e ouvintes a ideia que a cultura da língua ea cultura surda circula entre surdos e ouvintes está na escola é júlio de mesquita tem na matriz curricular do ensino de libras pra todos nas outras escolas que não são bilíngües não tem na matriz mas as escolas organizam para ensinar libras para todos a gente tem visto que na educação infantil tem sido muito legal isso porque as crianças pequenininhas tem se apropriado nas nossas escolas onde tem surdo a gente tem visto muito essa essa conversa por meio da libras com todas as crianças é e aí de 6º a 9º é intérprete por quem está aí a ideia que os surdos já dominem a língua senão eles têm um intérprete nas aulas de todas as disciplinas e um professor bilingue é na disciplina de língua portuguesa para ensinar língua portuguesa como segunda língua porque pela legislação e pela organização de pensamento dos surdos a língua portuguesa é uma segunda língua é então o professor bilíngüe fica na língua portuguesa hoje nós temos 11 intérpretes e 17 professores bilingues não há uma demanda de de porque assim a demanda de de de professor bilíngüe vêm das escolas essa demanda venha tá essa demanda vêm das escolas e hoje não tem nenhuma demanda parada na flauta faltando professor wellington faltou faltando intérprete tá acho que foi uma questão que o gustavo petta colocou não existe essa demanda eu ia falar do do estudo mas acho que não vai dar tempo que a gente fez um estudo para a construção de outra escola bilíngue não sei se vai surgir nas perguntas talvez a gente possa falar no final eu falo é acho que tem bastante coisa mas eu queria falar dos desafios acho que o luis falou de alguns desafios eu acho que é importante a gente falar que uma meta do plano municipal de educação é a articulação intersetorial entre órgãos gestores das políticas públicas de saúde transporte assistência social e direitos da pessoa com deficiência em parceria com as famílias e sociedade civil é um desafio pra gente é construir protocolo de como se fazer essa parceria intersetorial porque isso não depende só de educação depende só da saúde não depende só do setor de transporte depende da disponibilidade de todos e hoje a gente não tem um protocolo municipal pra como se fazer essas parcerias é acho que além do que o luis falou em um outro desafio para gente muito grande é a gente tem garantido o acesso das pessoas com deficiência escola e o acesso tem que vem acompanhado da aquilo que eu falei no começo que eu sempre falo da participação nas práticas culturais da escola da apropriação de conhecimento e pra gente isso é um desafio construir isso junto com todos esses serviços que a gente tem junto com essa é esse princípio de organização curricular isso não tá dado não é uma coisa que está dada a pronta a gente não pode dizer que todos os alunos que entram na escola aprendem ou participam isso é um desafio constante todos os dias de construir isso junto com as crianças com as pessoas crianças com deficiência e as crianças todas as crianças não é construir essa relação com conhecimento acho que a gente tem várias evolutivas positivas disso das escolas mas é ainda é um desafio para a gente além do acesso a permanência eo acesso ao conhecimento acho que é isso tem bastante coisa mas aí também vai surgir perguntas né obrigado mariana pela exposição agradecer também o luiz uma exposição importante que traz aqui já vários elementos né nós realmente não recebemos as informações relacionadas ao governo do estado é um é um prejuízo né pra nós porque a gente sabe que há um sistema colaborativo e eo e o estado tem uma participação importante né nós vamos enquanto comissão insiste nessa interlocução nesse diálogo para que o governo do estado também vi nas próximas reuniões representantes que possam aí apresentar na política que está sendo desenvolvida e quais são os seus desafios mas qualquer forma a gente agradece a apresentação da mariana e do professor luís e agora nós faremos o seguinte nós temos um problema aqui de um pouco de horário nós temos no máximo a gente pode levar até quatro e meia a reunião no máximo no limite então a gente vai abrir o primeiro pra cinco entidades que nos contactaram antes que pediram para fazer uso da fala então nós vamos passar por essas entidades e logo logo depois no decorrer do tempo a gente também vai abrir para o público para outras pessoas podem fazer uso da palavra de acordo com o sim do limite do tempo que a gente tiver tá certo então eu queria então acho que a cerimônia vai nos ajudar e levando o microfone passar a palavra primeiro pra paula cardoso franco que é coordenadora da escola tema educando depois logo depois para joana vasconcelos que é supervisor do grupo conduzir o cliente vai passando aqui então a gente só pede para a pessoa se apresentar novamente nós estamos ao vivo aqui na na tv câmara e aí a gente dá em torno de uns quatro minutos está mais pra dá pra pessoa poder fazer uso da palavra briga é boa tarde eu sou paula trabalho na escola particular é estou aqui convidada né não foi um pedido dizendo agradeço o convite é bem interessante pra nós escutarmos nem a médio não falar e conhecer um pouco de outras realidades é é um desafio tá aqui conversando com vocês a gente está sempre dentro do nosso contexto e eu queria propõe uma reflexão no sentido de pensar qual é a essência da escola qual é o objetivo da escola para nós para as crianças pra todos que estão ali nessa comunidade e perguntar a gente ensina para os nossos filhos para as nossas crianças regras e leis ou valores e quais são esses valores humanos que a gente tem ensinado pensando na inclusão é quando a gente pensa escola e o problema que nós vivemos de inclusão dentro da nossa escola tem a ver com um projeto educacional que foca muito mais numa escola de ensinar e não numa escola de aprender que é uma escola de aprender nós adultos aprendemos todos os dias na escola e nós não acreditamos que as crianças que estão lá estão por acaso tudo tem um propósito então o que eu aprendo todos os dias com essas crianças o que é o ensino e o que eles nos ensinam é uma discussão grande quando a gente pensa no ensino fundamental quando a gente fala sobre igualdade que pra nós é igualdade gera desigualdade o que gera igualdade e equidade a gente não pode olhar para o ensino de uma única forma a gente tem que olhar para uma escola de aprenderem uma escola de aprender olha para a multiplicidade das diversas formas que existe aí nessas entrelinhas do aprendizado e pensar pra nós a inclusão é pensar um projeto de escola que olha para todos na sua individualidade não sei se eu contribuem muito com a reflexão de vocês e com um debate em si mas são esses desafios que a gente enfrenta a gente ouviu recentemente edgar vamos falando ele falava sobre a educação do futuro e ele falou que os professores precisam ter os paixão desejo e perguntaram como se forma para ter isso ele falou não se forma ou se tem paixão e vai pra escola ou não se forma nesta paixão e pra nós a inclusão é uma missão de vida com todos os desafios que a gente enfrenta cotidianamente é só a diretora pedagógica obrigado paula é e pra quebrar um pouco é o nosso protocolo que tamanho que o institucional quero agradecer a paula e e corrigir o que ela falou realmente nós no decorrer da organização que do evento nós fomos contactando algumas entidades algumas instituições a escola tema foi contactada por que é uma referência para muitos estudiosos do assunto em educação inclusiva então por isso que acabou também sendo convidada para estar aqui conosco e agradeço é a fala da paulo passa agora a fala para joana vasconcelos que é supervisora do grupo conduzido boa tarde a todos eu sou giovanna vasconcelos eu sou psicólogo analista do comportamento e supervisora do grupo conduzir a uma clínica do setor privado que proporcionam atendimento de crianças adolescentes e adultos com transtornos do neurodesenvolvimento é sobretudo os que se enquadram no transtorno do espectro autista eu tô aqui hoje representando o grupo conduzir e todos os meus colegas profissionais da psicologia e demais profissões que necessitam do ambiente escolar para realizar suas respectivas funções com a finalidade única de desenvolver habilidades dos nossos pacientes é infelizmente essa função tão importante é que a atuação nas escolas municipais de campinas vem se tornando um grande desafio burocrático é impedindo o nosso trabalho e conseqüentemente o progresso dos nossos pacientes é eu como nosso tempo ficou curto eu vou me vou me antecipar que a atualizando vocês que assim que a gente tem no momento é que todas as tentativas de solicitar um professor de apoio e ao mesmo tempo um desenvolvimento de um trabalho de interface com os psicólogos é tem sido mal sucedido as escolas municipais de campinas tem disponibilizado apenas um professor que atende concomitantemente a diversas crianças com diferentes deficiências o que claramente não contempla o disposto na legislação em outras ocasiões é a mesma alega que a rede municipal não encontra o profissional especializado deixando a criança sem qualquer amparo ao mesmo tempo diretores e os nerds vem há muitos anos dificultando o trabalho dos profissionais da saúde que tentam realizar um trabalho de interface com os professores para beneficiar o desenvolvimento e aprendizado dessas crianças então nessa nesse movimento né a gente com as nossas famílias juntamente com as famílias do grupo conduzir é estão requerendo junto ao ministério público as medidas judiciais necessárias ao combate dessa injustiça e descaso para com os direitos humanos fundamentais inclusive por meio da instauração de um inquérito civil com o objetivo de contas constatar os fatos na análise é isso obrigado giovanna então que possa palavra agora próximo ele rampazzo que é do grupo de famílias amigos da inclusão da tarde a todos eu sou a seleã ã paso mãe de uma filha autista a minha filha elisa que está no segundo ano na escola e aqui estou a dizer que estou indignada com a secretaria da educação porque tudo na teologia que na teoria tudo muito claro mas não acontece na realidade minha filha não quer mais ir à escola chora todos os dias e eu consegui na clínica que ela faz tratamento conduzir eu consegui o tratamento pra ela e psicólogo dentro da sala ea secretaria de educação barro isso pra mim tá sendo muito triste a minha filha esse atendimento psicológico emocional e tudo mais ano passado surtou na escola esse ano tem problema material não é adaptado não é teria que ser teria que acompanhar melhor tem que ter um psicólogo atendendo a sala não tem e ela está sofrendo professor de educação especial é uma só escola carmelina é rico em escola ela não vai investir naquela menina de cinco que ainda este ano e eu preciso que hoje seja resolvido eu tenho vídeo da minha filha a intenção era gravar aquele vídeo eu gravei porque uma amiga minha me perguntou como ela estava na escola mandela grava um áudio falando como que ela estava bem na escola e tudo mais incentivado ela quando terminou a gravação já começou a chorar aí eu gravei e nem eu sabia que a minha filha estava sofrendo assim porque eu quero que ela fala que está bem na escola não tá aí ela pois o que ela sente e ela tem sete anos então tem várias crianças se na mesma situação sofreu na escola uma coisa na teoria na prática não acontece eu estou indignada com isso eu preciso que resolva sabe professora de apoio falta não tem substituto a estagiária é pra ajudar professor de sala aí eu tenho que fazer uma reunião pedindo ajuda por favor não deixar minha filha sozinha porque sozinho não consegue fazer nada ela precisa de apoio precisam psicólogo atendendo à escola e epa crítica nunca mais pessoal e agora que eu faço não posso perguntar nada pra minha filha da escola alguém que fala a palavra escola né e então assim eu preciso que seja resolvido insurgente a secretaria de educação já alegou que teve problemas em outra escola profissional mas como que é a minoria de profissional que entra a época de escola nem tem isso é muito pouco escola que recebe esse cuidado com psicólogo e profissionais da área que que pode ajudar as crianças lá dentro as crianças cresce e quando chegam à adolescência vai começar um estalo saí que tem sofrem que pensa em suicídio já teve casos de suicídio por conta do que não é não tem um atendimento adequado dentro da escola aí você consegue batalha consegue-se com a entender que não vai gerar custos nem da prefeitura e é barrado não deixa entrar e o profissional que está lá não dá conta da demanda porque como já foi citado aí que está em falta e professora é de educação especial né então eu fico assim essas crianças precisam de ajuda urgente para os braços e achar que está tudo bem sabe eu eu fui assim não pode gerar generalizar porque teve um problema em uma escola cortar de todas as outras crianças não é tudo igual tem que naquela escola resolveu o problema e deixar o atendimento para as outras crianças que precisa então encerra que a minha fala e peço por favor que os ajude e deixa psicólogo atender minha filha na escola palavras da sua linha passo a palavra então agora pra andréia godoy logo depois a mariana valente é batalha a todos é em primeiro lugar eu gostaria de dizer que eu sou defensora total dos professores e dizer que eu acho que o papel da escola é o dia do carro então a gente tem que dar voz a esses professores todos os profissionais que atendem a crianças de colo os terapeutas ocupacionais enfim toda a rede de apoio dessas crianças estão ali para prestar orientação do mesmo jeito que um psicólogo vai na minha casa um professor não vai na minha casa em sinal favelização para o meu filho que tem idéia ele vai fazer a intervenção clínica pra isso então acho que a gente tem espaços diferenciados têm que ser orientado sim a gente precisa de uma rede de apoio ninguém faz inclusão sozinho né então a gente não adianta pensar só no professor ou só no psicólogo nós somos uma rede em favor desta criança o que eu acho que a gente tem uma uma lei eu já falei isso no evento da semana passada e agora ressalta saber lei de é 16 925 de janeiro de 19 que vem é na verdade reforçar o que a gente já tem a nossa constituição federal o que a gente tem nosso código civil da capacitação dos professores quando a gente fala de um transtorno como é hotel por exemplo é uma variabilidade muito grande de manifestações de sintomas a gente tem que olhar é para essa diversidade pensar que essa criança pode sim precisar de apoios individualizadas isso é olhar para cada criança necessidade de cada criança que vai ser diferente assim como todas as crianças com deficiência não só as crianças com tem né então a gente tem que pensar nessa capacitação dos profissionais de uma forma geral em todas as escolas médicas e essas crianças saem de uma escola x envolve uma escola y como é que fica a gente tem que pensar na capacitação como um todo e cada profissional dentro da sua área dentro daquilo que libertini mas dentro da escola o lugar é do pedagogo agradeço o andré já passo para mariana boa tarde a todos meu nome é mariana sou psicóloga só do grupo abra cadabra eu ea carol estamos aqui para representar também o nosso grupo todos os profissionais que trabalham com a gente é eu concordo muito com essa última fala da andréia eu acho que a gente precisa estabelecer um trabalho de parceria entre a escola a família e os especialistas porque é inclusão trabalhar com inclusão é algo muito difícil ea gente não consegue trabalhar com isso sozinho a gente precisa trabalhar em parceria é o nosso grupo especificamente a gente consegue trabalhar com essa parceria com algumas escolas da rede é mas a gente sabe que tem outras escolas que a situação é um pouco mais complicado então hoje que a gente queria dizer que a gente trabalha com análise do comportamento aplicada que é uma prática baseada em evidência ea nossa nosso objetivo principal dentro das escolas é levar esse conhecimento e ajudar na capacitação dos professores da equipe e em prol do desenvolvimento da nossa criança é é só queria complementar desculpa minha voz tampouco gripada é que o intuito aqui não é terceirizar aluno né pra outros profissionais eu acho que o intuito aqui é fazer isso mesmo que a mari falou que é o trabalho em parceria então cada qual no seu âmbito o que a gente faz muito é dar palestras né concientizar então a gente participa quem acompanha o grupo sabe o quanto que a gente participa de ações voltadas principalmente para a comunidade terra então eu acho que o trabalho principal é esse é a gente capacitar porque não adianta deixar nas mãos de um profissional né não tem não existe um conhecedor né daqui é daquela criança daquele aluno eu acho que o trabalho em parceria é um trabalho que agrega a por longos anos e não só para aquela criança acho que é para todas as crianças que viram né que talvez não tenha a oportunidade de ter sua acompanhante neco chiado seja seja lá por quem é ea enquanto a gente treinar e capacitar e troca com esses profissionais com esses professores é o ganho a médio longo prazo é é muito maior então é isso que a gente queria dizer hoje obrigada gente nós vamos então agora abrir é depois nós vamos ter aqui uma fala final né da secretaria municipal de educação já foi questionado em alguns alguns temas algumas situações que são é muito importantes e mas que são pouco específicos nós vamos tentar também depois da comissão repetir as informações para poder ver encaminhamentos como eu disse no começo da nossa ideia tem uma atuação permanente sobre esse tema e sobre todas as questões que que envolve mas eu queria é agora abrir também para que outras pessoas pudessem falar é nós vamos como que vai ser vai utilizar aqui ou ali tá bom então acho que é uma maluca já já ali pedindo então quem mais quiser fazer uso da palavra pode direcionar eu pediria para que se apresentasse nós vamos verificar o número de pessoas possíveis de acordo com o nosso tempo e depois a gente vai para a conclusão dos trabalhos em torno de 3 minutos tá bom pra cada fã só peço para que se apresente por conta da gente também está ao vivo na tv câmara meu nome é maria luiza eu tenho uma filha que tem deficiência visual e autismo ea avianca tem autismo também quero cumprimentar as professoras que estão aqui presentes muitas já me conhecem e complementar as mães mas eu não poderia como mãe deixar de fazer um questionamento e solidária essas mães a essa mãe especial talvez essa colocação é até em primeiro lugar desde como sugestão gustavo que eu acho que esse momento precisa ser repetido precisa trazer as mães para o plenário ouvir as mães ouvir as necessidades dessas mães porque a necessidade vai muito além do que nós ouvimos hoje a gente sabe de casos e o que eu vou falar que as meninas conhecem sabem existem mães cometendo suicídio por ver os filhos muitas vezes independente de ser a escola pública municipal estadual ou particular é muitas vezes não tendo o atendimento necessário conhecer o trabalho das meninas do abba acho sensacional é mais a gente sabe que muitas situações acontecem dentro das escolas é é a gente tem casos verídicos da nossa psicólogo aqui que não nos deixa mentir e eu posso passar para você depois contato dessas mães criança que vem sofrendo agressão dentro de escola municipal criança que não quer mais e pré escola a situação que a mãe colocou a da criança dela não é a única e são crianças com deficiência então assim eu acho que é preciso sim respeitar as diretrizes cada profissional dentro do seu lugar ninguém passa por cima de ninguém sim sou super a favor disso mas eu acho que é preciso olhar também por problemática porque existe um problema é necessária uma solução então é fita minha colocação como mãe e eu acho que esse momento precisa sim se repetir e trazer as mães pra cá convocar essas mães para serem ouvidas né obrigada [Aplausos] [Música] boa tarde a todos meu nome é andréia eu sou do mpla aqui de campinas estou cuidando agora exclusivamente da parte de educação e de inclusão onde eu sou formada em letras a não atuou na área mas depois que me tornei mãe eu tenho uma filha de 9 anos ela é da rede pública de ensino e que de campinas inclusive na sala dela tem uma criança com autismo o que me parece nessa sala de aula é muito bem cuidado até pelos colegas né mas eu quero me solidarizar com as mães aqui presentes e não minha filha não tem nenhuma deficiência mas eu como mãe eu como eu quero bem a minha filha eu quero bem dos filhos das outras mães porque mãe que morreu a gente quer o bem dos seus filhos das outras mães é então eu quero deixar aqui é não só eu mas o meu grupo como um todo pra ajudar nessa questão porque eu percebo em alguns algumas instituições que eu estive presente na ativa na paz campo tive na provisão tenho ideia de visitar outras instituições já sei de algumas histórias é como dessa mãe que acabou de falar das dificuldades de se incluir o filho na rede pública de ensino sei que tem escolas aqui de outros municípios que têm até questões piores que as nossas já conheci casos né então quanto mais eu conheço mas eu quero ajudar mas eu quero participar é então esse projeto foi apresentado aqui hoje é muito interessante é não tenho muita experiência na área ainda mas eu quero que esse projeto realmente dê certo né quero participar mais efetivamente disso eu vou torcer pra que isso é realmente seja efetivo que se conclua até porque eu tenho um sonho eu gostaria que campinas fosse uma referência de inclusão nas escolas tanto escola particular como estão pública o meio ambiente social eu gostaria que a menina tivesse essa participação é que um dia eu pudesse ouvir que campinas é uma referência pelo menos dentro do estado com relação à inclusão tá bom não vou fazendo uma crítica agora o cálculo é de apresentar desafio eu quero participar disso muito obrigado boa tarde a todos assim todos meu nome é danielle eu sou mãe de uma linda princesa e autista de quatro anos que este ano está na rede pública e fala do lugar também de educadora durante 15 anos eu fui professora na rede pública aqui de campinas atende muitas crianças com deficiência e há quatro anos recebi essa alegria essa bênção de ter uma filha em autista e hoje faço parte aqui da equipe da câmara municipal e estou muito feliz e parabeniza as três condições aqui presentes tenham acompanhado o interesse de vocês três vereadores em especial nesse tema e agradeço imensamente abrir essa casa para essa discussão eu acho que ficou bastante claro aqui a necessidade que nós temos de continuidade nas discussões acho vereador já disse no início que têm interesse em que seja uma discussão continuada então a gente não quer perder esse bonde né e também é na própria diretriz na rede municipal de campinas a mariana colocou como desafio essa parceria intersetorial é então eu é pelo que eu percebo a secretaria está interessada em construir protocolos para a promoção de articulação intersetorial entre órgãos de saúde transporte assistência social família e sociedade civil está escrito como um desafio então eu quero aqui fazer um convite à secretaria para que essa reunião seja apenas a primeira de um diálogo que se abra para que as famílias sejam ouvidas para que os terapeutas sejam ouvidos porque eu concordo com as falas aqui quando a gente vê a necessidade de mãe a gente vê o que está funcionando que não estava rolando ea gente sabe a necessidade do terapeuta contribuindo com o trabalho num é de uma forma multidisciplinar cada um realmente contribuindo dentro da sua área eu exalto a preocupação da rede municipal nisso no esforço a uma demanda que tem sido crescente é e o interesse do poder legislativo em colaborar com uma regulamentação da educação especial do município de campinas eu quero propor aqui eu não sei se é possível mas já quero dizer luisi a mariana que levem essa essa ideia é todo início de semestre a rede municipal pública os cursos de formação grupos de trabalho um grupo de estudo talvez nós possamos fazer uma parceria do legislativo com o executivo para que sejam é seja proposto um grupo de trabalho nesse tema para que a gente discuta a educação especial e chega uma regulamentação legal mesmo né eu sei que já existe a diretriz curricular embora diretriz curricular da do da educação infantil não trate sobre a educação especial apenas anos iniciais anos finais que trazem um capítulo da educação especial então acho que isso também precisa ser revisto né mas trazendo os professores de educação especial para essa discussão e podendo abrir é esses estudos para participação é comovente como colaborador de terapeutas e de paz eu acho que é a durante este semestre a gente poderia pensar num documento que fosse é uma regulamentação legal de educação especial do município de campinas até o final do ano nós teremos uma lei regulamentando evitando posturas inadequadas evitando problemas evitando comunicados proibitivos que trace em prejuízo à criança que está sendo atendida dentro da escola ela tem um vínculo com aquele profissional a gente sabe que a criança autista ela tem uma questão afetiva muito sério e simplesmente proíbe o profissional que estava acompanhando traz um retrocesso muito grande no desenvolvimento dessa criança e se havia posturas inadequadas e isso precisa ser discutido com a equipe gestora da escola com essas equipes porque a gente precisa do apoio dessas equipes mas de que forma está funcionando na escola a gente precisa pensar numa outra forma porque cada um contribui no que pode para que a educação inclusiva aconteça de fato então fica aqui a sugestão para que se for teve lance é esse grupo de trabalho e que seja aberto de repente a gente pode até fazer as discussões aqui na câmara municipal com a participação de terapeutas de famílias também tá bom obrigado olha eu vou como você chama na fala da claudia então quem por acaso quiser falar se direciona até ali que a gente encerra as inscrições bom eu sou professor de educação especial da rede municipal há 25 anos então nesse tempo eu pensei o que falar porque também sou tem uma enteada autista então os todos esses processos eu passo tanto em casa quanto no trabalho há uma história que a gente não pode esquecer da educação especial em campinas acho que o povo sem história não tem memória e assim a desde 92 eu entrei 95 já tinha né ea minha defesa vai ser eterna para que todos os alunos estejam com qualidade não só consiga pagar se nós temos um problema pontual e com a nossa saúde porque a gente não tem para onde mandar a gente está no infantil e tem um diagnóstico muito precoce nós professores somos os primeiros a observar alguma coisa nessa criança porque ela fica no período integral com a gente então se algum movimento tem de ser feito é com essa saúde é um caos então assim pra quem pode pagar a gente está aqui é pra quem pode pagar um médico a quem pode pagar um outro plano e aí tá todo mundo aí é papo eu quero ver aquele que não tem nada quem é e onde está essa mãe né vamos ver essa mãe que está lá com a gente porque nós somos os únicos a ouvir ea trabalha se a gente muitos talvez não consigam entender o processo do trabalho que tem um trabalho tem um trabalho pontual e se eu não nego quem me conhece sabe que eu falo e quando se tem lacuna se dá espaço a outras pessoas então a gente tem que saber trabalhar na história da educação de campinas a gente sempre teve espaço na formação no nosso horário de trabalho uma vez por semana e isso foi sendo retirado retirado até a gente ter que pelo amor de deus consegui um horário para fazer porque a formação ela é contínua o trabalho continua formação aprendizagem contínua pra gente é sempre uma busca só que se tornou difícil porque demanda horário demanda valor que a gente não consegue então do bumbum que eu tive eu representei em 2005 e 2008 médio mantendo meninas então eu posso dizer para a mãe que a gente é referência assim no mac pode ter falhas como tem tudo mas nós somos referência no méxico eu estive lá eu fui a nível nacional da palestra sobre ideia porque acabei a finep me especializando por ter uma enteada e aí eu vi o que a educação especial inclusão a nível nacional quando se pensou aquela política se pensou para brasil não pensou para uma cidade estruturada como campinas então nós lá nadarmos de braçada de braçada gente todo mundo chamou pergunte adriana padilha eu a ruth todo mundo viajou para esse prazo dando palestra do que é campinas então a gente já tem uma estrada por isso que a gente pode dizer não não vai entrar porque a escola é um espaço único e aí mãe quando eu falo você fala que não se foi você desculpa mas uma mãe que disse assim que a não foi ao outro disse que ela se ela tem um vínculo afetivo e que ela sentisse estrutura eu entendo que não porque a gente tem que preparar o nosso filho acontece é para o mundo que o mundo é cheio de pessoas diferentes e ele tem que entender este processo então seu vínculo a uma pessoa quando eu não tiver essa pessoa ele vai ser destruída desestruturar sim então eu tenho que trabalhar sempre na questão social desses desse indivíduo na cognição social dos pares de idade e não de deficiência de um trabalho fechado e quando eu não tiver esse trabalho fechado gente ele vai surtar como a minha com 23 anos que hoje está muito bem e eu posso andar com ela pelo brasil todo de avião desde que eu prepare e ela não vai surtar porque ela não depende de mim eu trouxe ela para o mundo porque o mundo é isso então assim eu fico muito incomodado que eu me aposentar e toda vez que fala da educação especial de campinas é com os falar do meu trabalho que eu não fiz e eu fiz muito e eu tenho vários lá na escola tem 15 autistas eu tenho mais quatro alunos com deficiência e eu tenho que dar conta deles então todos os bonitinhos juntos todos os bonitinhos naquelas tenho mais severo tem uma severa que veio da instituição e está muito bem já trabalham com comunicação alternativa então quando se sabe trabalhar e c tem gente mãe eu estou falando da minha escola possa acabar a minha fala e quando acabar a minha paulo você vem gente ficou logo vamos só eu acho que falar só peço acabei de falar só peço um pouco de paciência de calma ela vai com a professora vai à copa a professora vai concluir a fala dela e depois nós vamos aqui continuar o debate mas só pediu um pouquinho de calma é que ó ó colocar o gentil a gente consegue viver numa sociedade e disso a gente calma bom deixa a professora aqui falando a gente só se mais alguém de vocês quiser fazer a palavra pode pode se inscrever nós vamos terminar na fala dela ela vai concluir a fala dela ea gente vai continuar aqui a nossa fala é bom o que eu faço a defesa todos têm seu espaço parceria se façam necessárias só que cada um espaço gente escola tem um espaço o picoas clínicas em outro espaço é muito diferente a escola é viva 24 horas não tem como eu disse olha vai acontecer isso trabalhar fechada assim chega lá é outra coisa que acontece aí a criança vai desorganizar da mesma forma tá então só para colocar um pouquinho da história de campinas eu acho que para os vereadores pensarem nessas parcerias com a saúde porque está muito difícil muito difícil não sei que o protocolo não sei como é que vocês vão pensar porque acho que a educação já tentou já tentou já tentou já tentou a gente já fez vários documentos e não há resposta e o outro é o estado infelizmente eu tô no mac desde 2005 e nunca fui parceira do estado sentando lado o mec orientando para o estado sentar com o município nunca teve essa parceria então não ia ser aqui que eles vão ser parceiros porque a gente recebe inúmeras crianças do estádio que deviam estar matriculados lá e não nas nossas escolas obrigado professor a gente então as inscrições encerraram tá nós vamos ouvir as pessoas que estão aqui na na fila e depois a gente vai aqui para a conclusão dos trabalhos até por conta do horário tá bom camila eu sou professora de educação especial só membro do conselho das escolas municipais de campinas suplente no fórum municipal de educação é eu gostaria de primeiramente como representante do conselho dizer que nós temos é constituídos na escola pública vários é grupos democráticos nós temos o conselho das escolas nós temos os conselhos municipais e eu gostaria de convidar os familiares e as pessoas com deficiência para compor esses conselhos né realmente a gente sente é a ausência dessas pessoas na composição é gostar ia também de de salientar também os aspectos históricos de campinas nem eu estou como membro também do grupo de trabalho de memórias e caminhos da educação especial de campinas que acompanha é que constituem entre vários outros grupos de trabalho que a gente vem estudando para tentar constituir melhorar ainda mais a nossa política municipal que é histórica e é referência também acredito que nacionalmente né é eu gostaria de salientar é a convenção internacional dos direitos das pessoas com deficiência de 2006 né foi uma convenção construída pelas pessoas com deficiência na qual a gente se ampara pelo modelo social o modelo social ele implica em questões de acessibilidade a gente pensa que não há como a marina colocou a gente não pensa que a deficiência está nosso jeito né a deficiência está interação com a sociedade né na interação dessa pessoa com a sociedade e antes de mais nada né pelo movimento pelos movimentos sociais das pessoas com deficiência a gente tem que tratar delas antes de mais nada como pessoas antes de autistas antes de pessoas com deficiência são pessoas né é por isso que eu acho que a gente tem que começar a utilizar os termos corretos né é esse movimento é mudou o paradigma da educação especial e eu gostaria é de frisar isso porque talvez a gente recaem retrocessos né a educação especial ela partiu de uma proposta de atendimento de alunos e de pessoas que não se adequavam ao sistema de ensino né e aí surgiu a minha profissão e eu acho que a gente não tem que voltar nisso porque hoje a gente acredita que essas pessoas elas são diferentes o que tem que ser modificado é o contexto é a escola é a saúde para que todas as pessoas tenham se igualdade de oportunidades né é essa igualdade de que a gente tanto fala né todas as pessoas possam usufruir desses serviços porque há muito recentemente ela não usufruir desses serviços nem da escola na educação inclusiva estado representantes das escolas estaduais não está aqui né nesse nível a gente tem de estar discutindo acesso à educação né então a gente acha que a escola é um lugar de tratamento é a gente retomar o modelo reabilitador que já foi superado né então eu como professora de educação especial eu não trabalho mais com reabilitação eu trabalho agindo no meu contexto escolar para que ele se modifique para que as pessoas mudem os seus paradigmas para que todos que estejam na escola estejam lá aprendendo estejam lá socializando sim porque tem lá é lugar de fazer amigos também né e tenha e têm acesso à educação de forma plena né então eu não acredito que que abordagens que individualizem o sujeito que falam de mim e falam como se características dessas pessoas fossem sintomas que têm que ser tratados eu não acredito nessa abordagem e nem acho que isso é casa com o movimento das pessoas com deficiência do tanto pelas lutaram até hoje proteger os seus direitos né é eu acho assim que é é eu como professora de educação especial a cada vez que agora no gt ea cada vez mais que o estudo a nossa história a história da poli do nosso município me orgulho por estar ocupando esse lugar de professora porque eu sei que você é eu sei que aqui sempre teve um movimento muito grande para que essas pessoas estivessem na escola estivessem lá bem conduzidas assim bem sendo bem tratadas assim já recebi vários pais com queixas nas escolas isso é uma pré freqüente do meu dia-a-dia ses recebeu os pais com alguma queixa alguma dúvida pra eles esclarecerem as vezes os direitos que eles precisam assim eu tenho direito ao transporte escolar adaptado tenho direito ao cuidador como que funciona a política e assim sempre a escola está de braços abertos bem como sempre que a gente consegue estabelecer uma parceria com a saúde a gente vai às vezes a gente se desloca a ser pago meu behr né porque eu não tenho carro ele diz logo e me proponho ao diálogo ea conversa mesmo sendo às vezes concepções muito diferentes né então é isso que eu gostaria de deixar claro que eu gostaria de deixar claro que a nossa escola é esse não é tem que ser democrática e está aberto para a gente construir os desafios ele sempre existiram né obrigado bill gross eu só vou ser um pouquinho agora mais rígido com tempo tá só por conta não é nada pessoal é só por conta que dodô nosso horário que a gente tem que concluir mas todo mundo com disponível para poder falar boa tarde meu nome é andréia sou mãe do rafael de cinco anos ele foi diagnosticado com autismo dois anos e oito meses é lamentável que ouvia e que me deixou bem chateada quanto tudo aquelas leis do bonitinho porque o meu filho ficou praticamente um ano no balanço porque não tinha professor eles não sabiam que era autismo e simplesmente deixar ele no balanço ok eu fui em algumas instituições de ajuda estava sempre lotado ele é o número 600 nada camp na espera atualmente minha família paga um convênio pra ele eu consegui apoio de um grupo particular que ao conduzir e conhecia as mães paulo tem ajudado a maior canto porque nós mães precisamos de ajuda psicológica nós precisamos de amigos de família de bons governantes de bons vereadores e uma boa educação e sem contar da saúde que tiraram da gente porque eu tinha atendimento psicológico que agora não tenho mais tá eu escuto uma mãe podia chorar onde eu tô são elas estão me dando força porque eu escuto criança relata jovens adolescentes e pré-adolescentes ninguém falar problema dessa criança sofrer com preconceito a educação precisa de só de ajuda sim agora eu consegui ajuda para o meu filho tem o profissional adequado para orientá ele a escola a secretaria proíbe a mim as outras crianças as outras mães que acontece vocês dizem precisamos de ajuda ajuda chegou com excelentes profissionais simplesmente é isso para não vai atender mais que a escola disponibiliza para o meu filho sim ela ele tenha ocorrido cuidador banheiro mas e quanto o psicológico dele porque ele precisa de ajuda contínua porque ele regresse só de regressão e desenvolvimento ele vai ter um dia eu pensar no futuro não cometeu suicídio porque eu sei que muitas mães passam eu tenho maus pensamentos e vendo isso tudo acontecer esse descaso todo eu peço que vocês coloquem novamente os profissionais fla porque não está sendo pago pela prefeitura ou pelo governo é particular e eles estão lá sempre ajudar muito e as professoras de lá disseram que precisam de ajuda nunca é demais porque o autismo é uma caixinha de surpresa parece que tudo vai bem eo basta uma fagulha assim para que ele mude que ele regresse que ele pare e que ele se encontra nas vezes em um estado vegetativo vamos informar mais porque essa eu conheço várias deficiências mas o autismo ele não tem o que falar muito obrigado [Aplausos] boa tarde eu estou aqui como qualificante como mãe e como mãe tá tem um filho de 16 anos no terra transtorno do espectro autista um adolescente que foi severo e hoje é moderado tudo isso em função de um trabalho multidisciplinar um trabalho multidisciplinar é muito pouco entendido e especializado nesse país e é isso que traz o autista para o lugar de direito dele de equidade então nós estamos aqui primeiro lugar eu me solidarizo com todas as mães que estão aqui porque o autismo é uma diversidade dentro de outra diversidade e cada um tem a sua necessidade eu quero iniciar também com essa fala apelando pra vocês políticos o deputado gustavo é mediador jorge é nós estamos e sinergia eu quero deixar isso bem claro porque nós sabemos o quanto vocês são importantes nessa situação que a gente se encontra agora só pra deixar claro um dado muito importante que eu acho que é importante pra vocês é que campinas me corrijam se hoje vera errada tem uma população de um milhão mais de um milhão de pessoas desde 1 milhão 10 mil são autistas [Aplausos] esses autistas se encontra uma difícil uma diversidade imensa esses autistas têm pais irmãos parentes que têm empatia com a causa são todos eleitores são todos estão aqui para conscientizá los da importância se olhar para nós eu peço eu penso com muito culta do laboração porque eu estou aqui representando o meu filho ea filha da minha amiga querida tcer ita que faleceu ano passado você precisa uma menina linda de 14 anos que se beneficiou muito pouco da inclusão na rede pública ficou um ano só na rede pública não conseguiu atingir a meta que meu filho atingiu de modernidade é por ela e pelo meu filho e todos os filhos das mães que estão aqui eu peço a vocês que não olhem só em questões estatísticas que não olhem só em questões de corporativismo mas que o homem somente única e exclusivamente para o indivíduo que têm a deficiência ele sim merece toda atenção e o planejamento que tiver ao nosso alcance para eles então hoje aqui nesse lugar que é o lugar que a gente pode compartilhar todas as nossas aflições e todas as nossas necessidades gostaria que vocês olharem pra isso o nosso quadro no autismo ele é muito completo ele é complexo porque porque a própria questão da aprendizagem da educação pais parte da sua reabilitação então não adianta dizer reabilitação e fora da escola não é fora da escola dentro da escola pronto está é a escola tem que ter um planejamento e individualizado a escola tem que falar com a parte clínica a escola tem que falar com os pais eu não consigo entrar na mina na escola do meu filho pra falar com ele eu tô lá de fora porque que eu não posso ter voz dentro da minha escola eu tenho que ter essa voz e eu preciso que vocês dêem condições para que haja saúde dentro da escola para que haja especialização para os profissionais da escola para que haja esse olhar individualizado meu filho percorreu ensino fundamental inteiro na rede pública eu e algum grupo de mães nós fazemos parte da primeira o primeiro grupo de autista foi acolhido pela rede que conseguiu acesso a um cuidador nós lutamos para isso e eu não admito que isso se acabe eu não admito que isso perca a aí o compreendimento de que a gente precisa demais cuidadores não é menos é mais ea gente precisa que um profissional da área de educação especial em cada escola no eu não é só sete escolas dentro delas é nas 10 a gente precisa desse profissional especializado e agente precisa do cuidador e aqui todos nós um closet está em maioria né porque antes a gente tinha uma comissão para poder falar sobre o autismo mas hoje nós estamos todos aqui com outros pais com outras deficiências por isso que às vezes há a a fala tem sido mais das crianças autistas mas eu eu queria que vocês compreendessem que o cuidador é pra gente o nosso filho autista a cadeira de rodas de uma pessoa com deficiência física ea parte que mais teca na no atendimento dos nossos filhos a questão cognitiva a gente já tá entrando em desvantagem que é o que a gente mais precisa na questão do desenvolvimento educacional é a parte cognitiva dos nossos filhos ea gente não tem então a gente já está entrando com uma desvantagem muito grande mesmo sendo uma pessoa com direitos de deficiência então eu peço a todos vocês que têm essa dimensão inteira do quanto a gente faz parte em termos de quantidade de população e de quanto é a nossa necessidade e que o que a gente precisa mais é que cada um de vocês entendam de fato que é o autismo muito obrigado a brigar [Aplausos] boa tarde sou eliana sua mãe do pensamento victor gabriel que estão dentro do terra eu vou falar em face das palavras não tomar muito tempo que o lugar já foi eu venho dizer a respeito da inclusão é assim os meus filhos eles são alunos da rede pública da rede municipal eles estão tendo com a ilusão eu quero dizer se há algo que eu tenho um filho do grau mais leve e outro mais severo então da micro de pegar e dizer ai o meu filho de grau leve ele tem sua alta habilidade uma criança bem desenvolvida mais um degrau mas sim mera já tem suas dificuldades eu não venho aqui para criticar a mais de trabalho do profissional da rede de educação eu admiro e parabenizo o profissional da educação principalmente de educação especial porque eles fazem seu trabalho com dedicação mas deve ser o olhar de olhar voltado para a dificuldade da criança cada um tem a sua diferença os grau de autismo são diversos então uns conseguem desenvolver mais e outros menos nós trazemos os nossos filhos a terapia porque nós queremos eles inclusive na sociedade nós queremos ele bem desenvolvido nós queremos ter frequentado o shopping freqüentando qualquer lugar por isso que nós temos essa luta queremos ver essa escola regular muitas mães estão desistindo porque porque os filhos não consegue se adaptar porque o profissional é ruim e não eles se dedicam mas faltam coisas a lei por exemplo uma parte do psicólogo foi retirado o meu filho quando ainda era do ensino infantil ele apresentou carta de campinas fizeram um ótimo trabalho sem o meu filho porque o terapeuta ocupacional freqüentava a escola do ensino infantil e freqüentava a creche do meu filho e super grande resultado quem é o meu filho vitor gabriel 14 anos e pl hoje com 9 anos é outra criança porque ele teve um ótimo atendimento ele teve um apoio muito grande tanto na escola quanto do profissional e eu vim aqui para dizer que não retire isso que é importante sim psicólogo na escola ninguém vai tomá los um outro é complemento é ajuda é um da mão da prerrogativa do senhor [Aplausos] boa tarde meu nome é claudia sou mãe de um garoto de 19 anos autistas ele nunca é freqüentou escola públicas em particular mas a escola particular em campinas é pior realmente fiquei fala pública né é e muito embora vocês tenham colocado aqui que a apresentação é que tem várias coisas mas várias possibilidades mas eu reparo também que com mães é criando que têm crianças autistas em escola municipal que realmente não não tem acompanhamento aí conseguimos conduzir é e outras deve ter outras entidades também outros grupos nessas terapeutas que acompanhava ea linha tirado dessas mães esse direito de acompanhamento às crises a amy assim me doeu muito a falar de uma pessoa que disse que é ter uma filha de 23 anos e frio no rio pro mundo a gente cria também o filho para o mundo sob e isso é um processo lento né e ele tem que ser acompanhado para chegar lá o meu tem 19 anos realmente já passei sozinha ele faz muitas coisas mas isso foi muito difícil foi depois de muita terapia muito acompanhamento que ele conseguiu neve livrar de alguns membros de algumas limitações que ele tinha é então assim o espectro autista é uma 11 um leque muito grande né então a gente não pode julgar um pelo outro cada um cada ser humano independente autista ou não tem suas necessidades em suas limitações de suas necessidades ea inclusão depende de um olhar assim pro outro né têem a tia pela causa do outro e isso a educação à saúde né tem que andar junto nesse sentido sim e aí eu vejo pessoas não mas lá não é terapia lá não é clínica que de reabilitação a escola sim mas a escola ao meu ponto de vista tem que chegar o indivíduo como um todo né como um todo então tem que mudar é mas é como todo o ser humano é é único tem várias áreas vários filiados ser humano é e intelectual é espiritual né ele tem necessidades de cada uma tem um é e não é isso é ft afirma que os vereadores já foi falado que quer manter isso ouvir as mães é importante pra a aprender um pouco com esse assunto que é tão complexo aqui é o último obrigado gente então nós nós encerramos aqui o conjunto das falas acho que esse que é o el ambiente mesmo que nós gostaríamos de proporcionalmente nem democrático com vários pontos de vista que a gente vai avançando um pouco no debate é que é que nós já temos um tempo muito avançado não eu fui eu sou atualmente vereador eu fui por um período tá a gente vai a no final aqui até conversa com você enche a gente verifica isso tá tranquilo é deixa eu dizer eu vou passar por jorge quer fazer alguns questionamentos jorge da farmácia depois nós vamos ouvir a prefeitura secretaria municipal e por último nós vamos fazer aqui alguns encaminhamentos da reunião tem só perde um pouco de atenção jorge e vai é usar bastante a capacidade de síntese que ele tem e ea mariano luis também e depois nós vamos concluir que os trabalhos tá bom nós a capacidade de síntese para ser rapidinho né resumindo não mas eu não o fato é que somente agradecer a você gostava carlão luiz mariana e dizer a vocês que o que eu faço parte do conselho estadual também das pessoas com deficiência em são paulo e tem alguns projetos que eu já encaminhei para o governador para que possa virar realmente lei que é o intérprete libras nas escolas estaduais para que nós possamos eu ouvi aqui atentamente equilibradas para quem a surdos sem dúvida alguma é a primeira vez que eles têm que aprender e ouvir também a mariana que as crianças aprendem tanto libras o quanto o português também assim com o outro e é de extrema importância assim que ouvi ela e esse projeto visa justamente isso é demais o gustavo é que realmente você já comentou que a gente vai fazer alguns encaminhamentos para que nós possamos sair da melhor maneira eu através da comissão das pessoas com deficiência é que nós possamos ajudar cada vez mais aí tanto as crianças quanto as mães enquanto os pais também para que possamos aí quem sabe onde houve campinas é uma cidade inclusiva obrigado jorge luiz é acho que foi isso foi importante ouvir as mães pessoal que trouxe a questão sobretudo das das novas perspectivas de atendimento aos alunos o espectro mas eu confesso jogador que nós não viemos preparado pra esse debate para exclusividade dele e lá me queria aqui de público lamentar a possibilidade que nós queremos discutir a educação especial no município porque em nenhum momento e aí pra já começar esclarecendo por uma mãe eu infelizmente não tem o nome dela quando a gente fez apresentação de forma nenhuma a gente quer dizer que o nosso trabalho é perfeito ele é maravilhoso que não tem falhas porque aliás a gente reconhece que tem e uma delas eu comecei a fala dizendo que hoje nós temos um quadro deficitário de professores de educação especial e acho que tem tantas outras questões que a gente poderia discutir seria rico discutir com a sociedade civil discute os protocolos para que a sociedade civil pudesse entender e eventualmente os profissionais que atuam na educação especial pudesse inclusive avançar no sentido de pensar esse protocolo organizados de outra maneira eu acho que o papel da educação é esse é mas acho que nós perdemos essa oportunidade lamentavelmente então eu queria dizer que a secretária de educação tá disposição para retornar a essa comissão para ampliar o debate mas para discutir a educação especial e aí em função disso eu queria pegar paa fala da professora paula da escola que que iniciou a faro e dizer que é eu concordo com em gênero número e grau com a fala dela só queria fazer uma correção a gente não tá com 11 atua e não deve atuar em cima de atendimento da individualidade mas sim da singularidade porque muitas vezes lá tenho a assim goulart idade ela de verde não necessariamente quando eu penso na necessidade de singular daquela criança eu preciso fazer o atendimento de demanda individual eu acho que um pouco é essa diferença que está colocada aqui hoje então dizer que em a partir disso que a gente não tá não têm um posicionamento contrário algum grupo conduzir que foi instalado aqui nem nenhum outro grupo é nem nenhuma outra relação é intersetorial e aliás acho que tem que fazer justiça de todos os profissionais da educação talvez o professor de educação especial seja o profissional que mais atua com a questão da intersetorialidade o tempo todo no posto de saúde está falando com a qual as tensões social está buscando o outro outras total está falando com aquelas entidades que nós estamos ali que trabalham com a imagem também com serviços complementares atende essa criança pelos protocolos de saúde agora evidente que isso pode ser pode e deve sempre é o criado mas eu acho que isso demonstra que a secretaria de educação não tem posicionamento de refutar relação inter intersetorial contrário os nossos professores têm horário na na sua jornada específico para fazer atendimento apae ea qualquer outro profissional inclusive o próprio sykora logo que atende essa criança no espaço ao nosso profissional tanto nosso professor comum é ser comum parece que é menos né mas o nosso professor da sala como professor de educação especial temporário na jornada dele pra fazer isso ele tem o dia da semana onde ele tem horário para fazer se o profissional que está atendendo essa criança qualquer outro espaço seja ele fonoaudiólogo terapeuta psicólogo precisar tratar que os professores professor tá lá pra atender o mesmo a mãe pai a e acho que em relação especificamente o comunicado eu acho que aí relançou um comunicado só aí a gente teria que umas duas horas discussão porque aí também vou reputar minha a minha de certa forma indignação porque nós não fomos ouvidos em relação a ele nós não foi movido nós emitimos um um comunicado para a proteção das nossas crianças nossos profissionais a gente sabia ter tido condição de dizer porque ele foi emitido não tivemos essa oportunidade e me estranhou aqui algumas falas porque grupos de pais e mães é que foram até a secretaria de educação motivados por aquele comunicado quando a gente explicou como service davi qual foi a intenção não saíram de lá com posicionamento de enfrentamento a nós ao contrário porque em nenhum momento nós estamos proibindo profissionais que atuavam na escola esses profissionais não atuavam na escola e o que a gente a tentativa ali era de proteger os profissionais dizer o seguinte olha o profissional para atuar dentro da escola minimamente precisa ter autorizado pela secretaria municipal de educação porque eu acho que então eu eu queria só que vocês garantias e minha fala então por falar em ministério público é então eu não queria entrar nesse grande enfrentamento nós não temos nenhum posicionamento contrário aliás convidam o grupo conduzirá até lá se tem esse entendimento de que nós temos um posicionamento contrário o grupo isso não é verdade estão à disposição estão lá à disposição e podemos discutir inclusive protocolo de trabalho conjunto nenhum problema isso não foi feito isso não foi feito tanto é assim que duvido que os professores da rede e não está aqui com esse posicionamento se isso não tô falando não fosse a verdade eles não têm nenhum compromisso de defender o governo e o que ocorreu num determinado momento é que esse comunicado ele foi distorcido trabalhou com o único parar diz comunicado excluiu a minha assinatura e meu nome circulou pelo brasil está certo ou isso um comunicado de duas páginas e por falar na questão da justiça também acho que é importante frisar nós não precisamos o diário judicializar a questão não é intenção da secretaria de educação judicializa a gente está disposto a dialogar como a gente faz com todos os outros serviços mas se a gente for falar em judicialização uma liminar em relação a esse comunicado específico já foi negada o juiz entendeu que é sempre negativo da secretaria de educação como de qualquer outra pasta garante a segurança daquelas pessoas que ela tem por que quando o profissional entra dentro d da escola qualquer um que pode ser por exemplo o profissional de saúde da própria da própria secretaria de saúde municipal quando esse profissional vai realizar um trabalho lá dentro por exemplo vacinação se foi a figurante atividade de aula a secretaria de educação está sendo responsável por aquele trabalho então eu acho que é uma questão de compromisso com esse com com a coletividade é por isso que eu pegar fala da professora para não falar em relação à individualidade mas sim a singularidade é a singularidade que a gente pretende defender o nosso objetivo comunicado era defender todas as crianças todas inclusive crianças autistas e os nossos profissionais a uma dever a uma de uma disputa de concepção de trabalho que eu acho que ela precisa ser tratada ea gente está disposto a discutir mas não precisa ser urgente um braço de ferro a gente pode alongar né mas a nossa posição e acho que é muito importante falar isso de forma pública hoje que nós estamos vendo os tempos onde é muito fácil criticar o trabalho da escola eu acho que ele tem que ser criticado mesmo mas a gente às vezes beira a beira o abismo no sentido de jogar na vala comum tudo que é feito não é o papel dessa secretaria é essa a secretária reconhece a educação especial de campinas com as suas dificuldades suas mazelas e eventualmente problemas pontuais que a gente possa ter mas reconhece essa educação especial como referência no brasil ea gente tem um posicionamento de defesa tanto os nossos alunos como os novos profissionais sobretudo os profissionais de educação especial essa é a nossa posição ea gente está firme nesse propósito obrigado obrigado luiz mas a palavra o vereador carlão eu acho que pra nós que com certeza ela está sendo muito proveitoso primeiro porque um conflito que estava somente entre as mães ea secretaria talvez faça com que essa casa tem a responsabilidade de fazer os encaminhamentos adequados de buscar intermediar essa relação e ver o que é possível ser buscado que coletivamente né e e ver se esse entendimento trazido aqui pra nós hoje ele possa nos ajudar do ponto de vista é de encaminhamento eu acho que do ponto de vista jurídico tem um inquérito aberto na promotoria do rodrigo até no início disse ele justificou a ausência dele aqui hoje mas também quero que ele está avaliando ponto de vista legal se é possível esse caminho eu creio que com as mães e as comissões afins da câmera a gente possa muito mais rapidamente buscar uma uma solução para isso eu queria sugerir à quito e depois quero conversar com as três com as outras duas comissões que nós precisamos ter uma escuta que na câmara para que essas informações cheguem de forma organizada ou seja o quintal é as dificuldades que tava que estão setembro na na na escola para que a gente possa partir desses dados desses números dessas informações poderá adequar isso junto com a secretaria de educação tem certeza que a secretaria não vai se furtar de buscar uma solução como luís inicialmente aqui na fala dele é colocou muito bem essa questão dada autorização por parte da da secretaria nós vamos ver o que é possível quais são os direitos que nós não vamos abrir mão é do do direito que cada cidadão e cada cidadã que precisa dessa culpa desse acompanhamento é precisa ter então nós queremos que as pessoas diz passou a uma lista de presença para que você pudesse deixar o contato e nós queremos devolver através desse contato um canal que vocês possam nos municiado informação de cada escola do que está acontecendo e principalmente uma cobrança bastante dura no governo do estado porque têm uma responsabilidade maior foi convidado para estar aqui hoje para que pudesse é essa parceria a gente poder cobrar deles mas não apareceu a gente se compromete e procurá los para que a gente possa exigir deles o compromisso e cumprir aquilo que é acordado que a parceria com o município para tratar desse assunto então nós queremos propor um espaço de escuta para que vocês possam municiar de informação ea gente intermediar junto com a as três comissões aqui ea secretaria de educação uma saída pra isso agora eu achei muito importante a informação aqui que a secretaria de saúde ela tem um papel importante a ser cumprido e nós precisamos é trazer a secretaria de saúde para esse debate e também da dar continuidade no que nós fizemos hoje poder ter outros momentos urgentes em relação a essa discussão para que a gente possa ir se construindo é caminho comum para que a gente possa diminuir esse fosso de descumprimento de legislação ou de falta de um atendimento qualificado para as pessoas que têm essa necessidade obrigado carlão bom gente eu acredito que nós tivemos uma tarde aqui muito importante acho que foi enriquecedor em vários sentidos acho que tivemos grandes contribuições que ajuda também em nós como vereadores a compreender um pouco melhor é esse tema que é um tema tão importante tão relevante na vida de milhares de pessoas desde as pessoas que estudam o assunto é professores da universidade e produção do conhecimento em torno do tema há também a na vida das pessoas que que sentem nem as dificuldades em torno dos seus familiares acho que o debate foi muito importante o que nós vamos fazer primeiro que nós partimos de uma história até aqui né nós num estão entrando no processo é querendo iniciar esse processo é uma história no brasil em campinas em torno do sul uma história que provocou a aprovação de diversos uma legislação que uma legislação bastante avançada em diversos aspectos neco é baseado em tratados internacionais que é baseado na participação efetiva das pessoas com deficiência dos estudiosos do assunto em diversos processos desde as conferências nacionais até das conferências municipais isso provocou como eu já disse aqui no começo né desde a constituição até a assinatura de tratados internacionais à política nacional e à legislação municipal vigente não tem todo um arcabouço jurídico político que nós devemos seguir e que eu considero bastante avançado o que acontece é que nós estamos vivendo isso na realidade ea realidade hoje é que nós temos diversas dificuldades do estado prover as políticas públicas a começar por exemplo as dificuldades na saúde pública nós estamos vivendo na cidade de campinas uma grave crise na saúde pública é uma crise de grandes proporções que evidentemente também atinge o tema que nós estamos debatendo aqui hoje né do ponto de vista da educação eu sou daqueles que só entusiasta da educação do nosso município acho que apesar de todas as dificuldades nós temos muita gente competente trabalhando com afinco o que proporciona escolas municipais com qualidade eu tive outro dia visitando a escola correia de melo a escola pavanati escola júlio de mesquita ao mesmo tempo que a gente tem muita coisa boa acontecendo na escola pública que tem que ser defendida por todos nós nós temos as nossas dificuldades professor luiz falou que acho que entre elas a maior dificuldade hoje está no déficit de professores e isso não pode ser só registrado como uma constatação e ponto eu acho que é um problema da atual gestão eu sou um crítico em alguns aspectos por exemplo não sei se todo mundo sabe mas muricy de campinas não investiu este ano ainda os 25% constitucionais alguém vai dizer ah mas isso pode acontecer até o final do ano deve até acontecer porque isso provoca hoje inegibilidade no prefeito agora acontece de que forma com que o planejamento no final do ano isso acontece por conta do que porque a secretaria de finanças contingência o recurso da educação quem deveria resolver isso na minha visão é o prefeito municipal por quem já poderia ter o mais concursos públicos para contratar mais professores para resolver esse problema do death to aqui dando uma opinião que eu tenho sobre esse assunto mas o que importa aqui voltando ao nosso assunto o que importa é o seguinte nós vamos começar esse trabalho das comissões conjuntas nós pretendemos fazer continuar essa discussão a danielle por exemplo provocou aqui da gente numa possível legislação sobre o tema porque hoje nós temos são resoluções são princípios norteadores da política municipal é a meta do plano municipal de educação um seria o caso ouvindo professores mães pais é estudantes à universidade a 20 pensar numa política municipal que pudesse inclusive é positivado no uma lei aqui no município de campinas e e aí é muito importante que envolva rede estadual que aqui é digno de nota um uma crítica à nossa que enquanto comissão ausência da secretaria estadual e também a rede privada que tem bons exemplos a gente sabe de bons exemplos escolas que também são referência nesse tema mas tem maus exemplos né a gente sabe ou já houve diversos relatos de mães e pais que procuraram determinada escola particular e na direção praticamente empurrou para a rede pública né é descumprido a legislação e gino com discriminação preconceito etc então acho que nós temos que atuar junto e acho que uma possível falta de interlocução comunicação a gente tem como resolver entendeu então por exemplo esse caso mesmo que é um caso que foi aqui relatar de alguns problemas é que algumas mães apresentaram vamos tentar é porque eu já tinha ouvido esse relato de outro grupo de mães mas desse outro grupo de mães com determinado diálogo e centra o problema parece que foi superado com com sensibilidade de ambas as partes então vamos tentar também superar isso vamos verificar caso a caso pra gente ver como que a gente pode avançar e o mais importante a gente vocês terem todos aqui né os profissionais dos professores gestores as mães as pessoas e as entidades que atuam na área a certeza que vocês vão ter aqui nessas comissões um trabalho permanente para a gente poder avançar nessa política que no nosso município provavelmente nós teremos conferência é municipal de educação no segundo semestre a data está sendo fechada tudo mas é previsão já de algum tempo do plano municipal de educação e acho que a conferência também vai ser um momento nós que a conferência é discutir diversos temas mas vai ser um momento também propício pra gente discutir esse assunto tá certo gente então no o nosso não é uma uma conclusão definitiva é é um processo acho que o tema veio à tona problemas que já existem apareceram nós vamos é enfrentá los pra que a gente possa ter um processo que traga vitórias e conquistas para todos aqueles que precisam muito de uma educação especial inclusiva e democrática na nossa cidade tá bom muito obrigado a todos e todas [Aplausos] você também tem uma nota 6 entrou em uma vila onde acontece em sp carol obrigado a colocar num isso o vereador gustavo petta que presidiu esta reunião em que duas comissões é estavam presentes e empenhados em ajudar a gente instituições aqui presentes e os outros órgãos é em favor da criança com algum tipo de deficiência e que também precisam desse espaço na escola o senhor poderia nos contar nos explicar o qual foi o apanhado dessa reunião e o principal é momento que o senhor gostaria de esplanada agora pra quem está nos vendo nos ouvindo olha foi uma reunião muito importante reunião da comissão de educação que eu presido mas também da comissão de direitos humanos presidida pelo vereador carlão com a participação também do vereador jorge da farmácia e uma reunião importante para debater a educação especial no município né nós sabemos que hoje todas as crianças às pessoas com deficiência estão dentro da educação regular que foi um grande avanço porque é a melhor forma de lidar com as diferenças em é a inclusão mas há muitas dificuldades a dificuldade muitas vezes de discriminação há dificuldades relativas à déficit de professores com formação para a educação especial de cuidadores de salas é com os recursos disponíveis para esse tipo de educação então a reunião foi no sentido de discutir com a prefeitura municipal é lamentamos muito a ausência do governo estadual que também foi convidado e com as instituições com as entidades que existem no nosso município sobre educação inclusiva então foi muito importante nós vamos seguir com com esse debate é um trabalho permanente da nossa comissão nós queremos avançar para uma nova legislação do município então esse vai ser um trabalho permanente é muito relevante porque todos sabem e principalmente as famílias que possuem alguma criança com deficiência sabem é do empenho das dificuldades para a superação desses problemas mas não temos que enfrentar com muita sabedoria com muita e com muito empenho nesse debate muitas mães foram ouvidas além de profissionais da educação o fato 10 de abrirem o coração colocarem as suas dificuldades e também suas vitórias dentro dessa área traz pra vocês um pouco mais de luz nos trabalhos que precisam ser desenvolvidos pela casa claro eu acho que essa sensibilidade de saber ouvir as mães que estão enfrentando o problema no dia a dia que estão enfrentando as dificuldades é muito importante porque às vezes a gente fica aqui tratando de leis nem se trata de estatísticas de número de legislação mas o que dá vida a esse trabalho que nós fazemos no parlamento é responder aos anseios as expectativas das pessoas que estão vivendo na cidade é e as pessoas vivem essas dificuldades então a câmara tem que estar aberta para ouvir é os cidadãos as pessoas que estão enfrentando na realidade aquilo que a gente discute aqui no momento de aprovar uma lei de aprovar o orçamento do município essa é uma das reuniões mais serão é programada c o público as pessoas interessadas poderão participar poderão são sempre reuniões abertas ea gente vai continuar com uma sequência de reuniões sobre esse tema também criador muito obrigada meu querido a tv câmara campinas