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Reunião Ordinária da Comissão Permanente de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania
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Reunião Ordinária da Comissão Permanente de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania

31 views Publicado 11/05/2021 HD · 1:22:20

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E aí [Música] E aí a TV Câmara Campinas o Olá boa tarde estamos ao vivo agora são 1:07 e você vai ver a reunião permanente aqui a reunião ordinária da comissão de defesa dos direitos humanos e cidadania da câmara na presidência da vereadora Paula Miguel acompanha Olá boa tarde boa tarde a todos os telespectadores estão acompanhando a gente pela TV Câmara pelas redes sociais quero saudar também os vereadores já estão aqui presente é Mariana conti no salvo preta quero soldado também nos nossos convidados de hoje a Elisângela e a Dani e hoje a gente está aqui né para a gente precisa primeiro lembrar que ontem foi Dia das Mães né Então parabéns para todas as mães que nesse momento de planilha estão passando um grande sofrimento muitas não puderam passar esse dia neste domingo com seus filhos muitas inclusive perderam seus filhos por conta na academia antes de muita dor a gente tem que lembrar sempre que as mulheres as mães porque mais sofrendo com a pandemia também aí quero lembrar também que logo em breve a gente vai ter o o dia né da da enfermagem a gente tem que lembrar que as mulheres protagonizam este espaço também novamente que elas são a maior quantidade de enfermeiras e cuidadores que estão sempre nessa luta para cuidar da nossa saúde e não só em casa mas também nos hospitais e e antes de ir a gente começar aqui nosso tema né que a gente vai falar sobre o racismo obstétrico que aconteceu no município de Campinas eu quero lembrar da nossa reunião na semana passada a gente começou a discutir o plano Municipal de direitos humanos e aqui né gostaria daqui a gente pudesse criar uma subcomissão para a gente poder discutir de forma matemática né para que a gente consiga discutir o plano de direitos humanos vamos pode Direitos Humanos através da Ótica das mulheres outras vezes na Óticas da Criança e Adolescente através da segurança pública e vários outros temos então a proposta que a gente tem uma subcomissão né uma que tem a três membros pra gente poder discutir isso ao longo de 12 meses de forma separada da das reuniões que a gente tem né pra gente sabe que quando a gente fala de direitos humanos a gente tem muitas um tiro os mesmos Tem várias coisas para discutir além do plano né Vamos ficar se aconteceu agora então é que a gente possa fazer essa subcomissão né tem a Débora Palermo a verdadeira dela para ela falou que vai entrar em breve aqui também mas eu gostaria de saber se o Gustavo petta Mariana fonte tem interesse em participar da subcomissão para a gente poder fazer essa discussão oi ou é a Mariana Pode falar não eu falo contigo tá eu tá bom não gente comer bom dia boa tarde já né a todos a todas quero saudar aí a reunião da comissão de direitos humanos eu tenho eu tenho disposição e também gostaria de participar dessa subcomissão é Oi boa tarde eu quero cumprimentar vereadora Paola que é preciso dessa seção complementar o vinagre e sal Preta as nossas convidadas a Dani Elisângela vai todo mundo que estamos assistindo é só queria deixar o registro aqui que nossa Brasil viveu aí na semana passada a um evento terrível é que nem merece ser lembrado e repudiado que foi a chacina em Jacarezinho é uma chacina é o Rio de Janeiro tem de tempos em tempos eventos como esse né então acho que é importante deixar aqui registrado nessa condição repúdio à chacina de Jacarezinho e lembrando também que essa esse tipo de violência esse tipo de extermínio acontece também na nossa cidade gostaria que deixar registrado é a lembrança de Jordi o menino de 15 anos que foi assassinado por um guarda municipal na aqui na cidade de Campinas na região do Parque Oziel e a super importante que diante desse conservadorismo né que abate sobretudo a juventude pobre e negra e periférica é muito importante deixar registrado isso e também nesse contexto de pandemia né que a gente tem visto o aumento da violência das forças de segurança que não garantem segurança não é Acredite segurança Mas é para usar o o braço armado do estado para oprimir violentar o nosso povo então acho importante deixar aqui registrada esse república e pegadora Paola também me coloco à disposição e tem interesse de acompanhar esse plano ou penso que é muito importante que a gente de passos no sentido de garantia de um plano importante de defesa dos Direitos Humanos para é inscrito né e não é vereadora em si mesmo e a gente teve um dado net apenas 1,7 por cento das operações policiais são os cáseos então é o número muito baixo Para quantidade de jovens em especial os jovens negros que são assassinadas 2013 nessa operação 28 mortes e que dentre eles a maioria não tava nem sendo investigado Então isso é muito triste é muito difícil principalmente para essas famílias que perderam os seus filhos sem nenhum motivo né agora entrando dando sequência aqui na nossa falta de hoje a gente vai discutir o racismo obstétrico né a gente teve uma no dia 26 Oi pode falar não você me desculpa não é era mais sobre um encaminhamento observando a fala da vereadora Mariana conti e também a sua fala presidenta eu acho que a gente pô e tirar daqui da comissão uma nota de repúdio a chacina que a correr que ocorreu em Jacarezinho né porque eu acho que é um posicionamento político da comissão independente da câmera depois aprovar ou não uma Moção eu acho que essa comissão poderia aprovar um uma nota de repúdio e que a própria presidenta poderia depois escrever etc ser encaminhado aí para imprensa por fazer redes sociais era só uma uma proposta Tá bom amor desculpa pode falar uma coisa eu assim importante acho que é um bom encaminhamento é essa proposta do Gustavo e acho que já comissão a gente podia não ser legalmente não sei se vai ter apoio de todos os trabalhos da comissão mas que nós aqui a gente possa então encaminha Moção de protesto direcionado as coisas de segurança é liberado na na no plenário da câmara né E aí eu me coloco à disposição Paola para ajudar na redação enfim a gente pode encaminhar isso tá bom seu jeito dura Maria na ponte a vereadora Débora Palermo tá aqui conosco também acabou de entrar então essa essas duas propostas não é de uma nota da comissão de direitos humanos e de uma Moção de repúdio da como são também E aí eu posso usar uma proposta é moço para você e aí a gente ver de todos os membros e aqui mais quisesse nada para gente fazer essa construção e é iniciando aqui a nossa falta né o o dia de hoje a gente vai discutir sobre o racismo obstétrico no digite Mudinha vinte e seis de Abril o portal a uma preta né noticiou uma notícia ou matéria né Hospital de Campinas tem rotinas de práticas racistas contra os restantes negras e eu entrei em contato né com o repórter do programa preta não é para entender um pouco melhor que tinha acontecido como que a gente poderia se posicionar também a gente tem que lembrar que isso aconteceu não cair da Unicamp que é para o Estadual mas ele tava município de Campinas então é importantíssimo que esse tipo de coisa né no município de Campinas não aconteça então mesmo sem o Hospital Estadual que a gente quer entender um pouco melhor que aconteceu e como que a gente pode inclusive tomar ações para que isso não se repita nosso município Para que sejam exemplo porque não sempre nosso estado né quem sabe até no Brasil bom então o objetivo da reunião não é fazer uma acareação né nem confronto de versões é por isso que a gente não convidou nenhum representante do do hospital né mas para ouvir o que que aconteceu entendeu um pouquinho melhor que que é possível e o que que é possível fazer né quais as medidas que a gente pode a gente pode tomar aqui então o nosso objetivo aqui hoje é acolher a denúncia fazer uma discussão né sobre o racismo obstétrico que tem acontecido não só aqui mas aconteceu já e diversas e diversos outros locais né E eles não são denunciados e também que a gente possa encaminhar o relatório para Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa e o Conselho Estadual de defesa dos direitos da pessoa humana o condepe para os devidos encaminhamentos reconhecendo que o racismo como uma estrutura de violência obstétrica como consequência do patriarcado né é possível ainda discutir medidas no âmbito Municipal de como que a gente pode lidar com isso e para começar aqui a gente tinha a gente convidou também né Iohana Que fazer uma dificuldade para conexão net foi a a vítima mas a gente tem que tirar eles O que é formado em políticas públicas pela Faculdade Fluminense né Além disso mulher negra ativista feminista e acompanhou todo o caso então eu vou pedir para que ela começa aqui dando um relato de como que tudo aconteceu né de como que poderia de Quais foram os procedimentos encaminhamento que o hospital é Deus sobre este caso e aí se a Iorrana não conseguir entrar depois ela dá o relato dela também né com mais detalhes então eles vendem mais quero agradecer sua participação aqui já é do jeito que a gente é uma colhimento para a gente também saber que a gente pode fazer aqui no município para que isso não se repita mais e fazer um relatório e encaminhar para Oeste e já que o Hospital Sarah Estadual né Elisângela por favor não disse obrigado Mais uma vez e Eu que agradeço convite Paola pedra Paola todos os presentes que está assistindo a gente também é meu nome é Elisângela com você mesmo colocou eu acabo de informar e políticas públicas para o paixão os movimentos sociais também sou feminista e em vem com vocês puderam perceber de ir ou através da notícia que foi colocado minha rua em Nova preta né ouvi no dia 26 se eu não me engano eu quero abrir aqui para ter certeza dia 22 desculpa o dia 26 o dia da publicação dia 22 né Aí eu olhando aqui a minha prima ela no dia vinte e um Aliás ela começou a dar início ao trabalho de parto e apenas um dia 22 que ela conseguiu chegar até o hospital mais estruturado para poder receber a gravidez ela quer de alto risco quando ela chega lá ela se depara junto com a mãe dela Né Que net tia Débora e essa questão né E até então ele é um momento isso foi colocado durante o processo de pré-natal você que ela tivesse aqui para explicar melhor como ela passou por isso pessoalmente mas é a minha tia ela procurou desesperada não sabia o que fazer né o médico chegou até ela e disse que ela não poderia realizar um procedimento de urgência da gravidez por conta de uma situação que poderia ser resolvida tranquilamente de forma de forma no ato né no ato do que aconteceu então assim você deixar uma grávida de alto risco esperar Condor com risco de morte materna inclusive né Por uma questão que não tem uma explicação lógica científica não faz sentido algo né você colocar em risco a vida de uma criança e de uma mãe então sendo que é uma situação que você poderia contornar facilmente e fuzil Hoje eu tô aqui com turbante e essa amarração se feita na hora não teria problema algum para o padre Então é isso enfrentar o meu só e o Interessante foi isso né eu tenho amigas que trabalhou na enfermagem no caism inclusive colaboraram com a reportagem e que relataram enquanto funcionários que também passam por esta mesma questão e relaxar o cabelo não é um problema que que deveria existir né para você trabalhar para você ter seu filho então eu acho muito complicado né Eu sei que não é uma coisa que se restringe ao caism faz parte do racismo institucional do racismo estrutural infelizmente é existe muito ainda no nosso pensamento social nas práticas institucionais e ela se vale dão por falta ausência de mecanismos o que posso combater isso né de forma fica a gente tem legislação que apoia isso Olha isso que apoia combate né é esse tipo de coisa não estritamente a violência obstétrica mas acho que está no caminho de começar a criar esses mecanismos mas a gente tem por exemplo a nossa Constituição no artigo 6º o direito social ao direito à maternidade né A proteção dessa maternidade então eu acho muito importante a gente começar a discutir A violência obstétrica é entendendo as principais vítimas né então eu não sei qual o meu tempo aqui se apenas uma abordagem Inicial ou se depois eu volto para falar mais alguma coisa aula e pode não tem muito tempo você pode pode falar mas eu quero abrir os vereadores na e depois voltar para você também que eles poderem tirar as dúvidas e eu dei mais ou menos é o motivo né de Estamos aqui hoje e Quero ouvir vocês depois eu volto a falar a notícia Obrigada Elisângela é tem a Dani aqui também que vai comentar um pouco mais que ela é do Lula mãe de duas crianças até anotei aqui deixou há sempre uma hora as coisas somem a Dani mãe solo mãe do Mateus 17 anos da Maria Flor de cinco anos é dona tradição certificado A Terapeuta da saúde da mulher e realizadora do projeto mãe na roda do dolagem coletiva periférica da zona sul de São Paulo co-criadora do uma conta terapeuta ancestral né No começo eu tiver errado depois é dor na casa Ângela casa de porte localizada na zona sul da capital emenda do parto de princípio moto preta e o princípio da associação de doulas Estado de São Paulo quero que ela comente um pouquinho sobre ter Elisangela trouxe né de relato só para fazer um complemento né eu conversei com a hiorrana na hora de fazer um convite e tudo mais e ela teve diversas vezes no caism e como a Elisângela colocou aqui nenhum momento foi foi alertado né que ela não poderia realizar o procedimento por conta do cabelo né Por Conta do Penteado Então na hora que chegou na hora do parto no momento do parto que ela foi notificada que ele poderia ser adiado Lembrando que era uma gravidez de alto risco que ela já tava em jejum que ela já tava ali esperando né para poder tá por onde para realização do procedimento e neste momento que é localizada a gente poderia ser adiado e quando a mãe dela né Débora entrou em contato com Elisângela Elisângela falou deu todas as orientações para ela ele eles realizaram o procedimento né então é o que eu queria saber né exatamente mas se isso é uma prática não é mesmo se tem algum impeditivo no cabelo senão como que isso funciona é para as pessoas que estão assistindo a gente não acompanha a gente também entenderem o que aconteceu olho de fato Boa tarde agradeço convite muito obrigada por por contar comigo porque é assim que a gente vai parecendo essa rede é aqui eu tô no território um dos territórios mais precarizados da zona sul de São Paulo né Eu tô no subdistrito 1 e 2 a 1 dia a gente tem apenas dois hospitais e e a gente também acompanha Há Mulheres há bastante tempo o que que a gente vê que os atendimentos não são feitos de acordo e não são feitos de forma igualitária né os atendimentos direcionados a mulher gestante a pessoas distante é já vêm carregados de preconceitos né então se essa mulher que tá sozinha tenho preconceito porque ela tá sozinha essa mulher tá sozinha mulher preta tem um preconceito porque ela tá sozinha mulher preta se ela tá sozinha mulher preta tá de trança isso só Vai acumulando e aumentando Lembrando que a gente teve um aumento significativo de mortes maternas em 2021 e escancarou se todo o problema é que a gente tem no sistema na assistência dessas mulheres pessoas distantes e mais do que isso né os profissionais que continuam com suas práticas inadequadas eu sempre vou colocar que o racismo é feito por uma pessoa né levado à frente por uma pessoa que acredita a pensar assim e que mantém essa pessoa lá tem a informação tá de que procedimento não não necessariamente vai fazer alguma mudança mas é uma das últimas instâncias do eu sou preconceituoso e quero ferir escolher o ferir essa mulher que tava ali para receber o atendimento a gente tem muitos relatos de negligências né de de mulheres Não assistidas exatamente por suas tranças e seus cabelos e a gente sabe desmistifica isso o tempo todo nos grupos de gestantes então enquanto nós estamos a correndo as mulheres a gente também está fortalecendo a autonomia e protagonismo delas mediante as leis bom e os seus direitos como gestantes assegurados então aqui a gente já faz esse trabalho né quando a gente acorda essas mulheres negras essas mulheres periféricas essas mulheres com menos quando era hesite vão é em vulnerabilidade a gente também tem esse trabalho de sensibilização é de quem elas são de onde elas estão em de qual a problemática que elas vão enfrentar porque o racismo estrutural o racismo obstétrico o racismo velado eu é é que faz com que essas mulheres não sejam olhar as da forma adequada como elas precisam e que elas vão consequentemente fazer parte desse gente vocês aumentados de mortes maternas por que exatamente é a mulher que recebe menos analgesia é a mulher de quem sabe menos cuidado é a mulher que recebe menos atenção e é a mulher que vai ter os seus direitos todos porque ela não sabe e os tem e ela tá e tem a força para poder confrontar isso ali na hora do atendimento e essa mulher também da maioria das vezes está sozinha é a mulher também que vai ter menos acompanhante né é eu sinto muito mesmo porque sou uma mulher que foi vítima de violência obstétrica de racismo obstétrico e teve seu corpo escola né porque ninguém é reclamar por ele e que teve intervenções que não precisavam ser feitas só porque era um corpo Preto ali vulnerabilizado e que não saber seus direitos então é toda minha caminhada dentro da humanização para quem né a humanização do Parto para mulheres periféricas de manhã através do projeto de dolagem voluntária e coletiva e periférica que é trazer o tema da humanização do parto do Nascimento respeitoso para a periferia da zona sul de São Paulo e podemos também estender a todos os lugares que a gente consegue alcançar a gente quê e coletivos todos das quais eu encontrei vocês que eu faço o padre porque o único jeito da gente tornar a falta das mulheres pretas e periféricas das mulheres não eram usadas é sensibilizando cada vez mais coletivos equipamentos culturais parceiros para que o direito da mulher o direito da mulher preta gestante seja valia também sabe que ela saiba e que outras pessoas saibam defender os direitos dessas mulheres e infelizmente o ocorrido com Ionara é acontece todos os dias principalmente com as mulheres é moradora de rua né as mulheres que vêm de outros territórios e que não tem um pré-natal adequado Exatamente porque assistência está faltando essas pessoas não está disponível essa mulher mediante é um pré-julgamento então quando essa mulher chega na UBS ou essa mulher chega no hospital ela já vem com esse rótulo de quem vai atender então é chamar a atenção para porque a gente precisa mudar a forma como esses profissionais estão sendo ensinados né a gente precisa tornar pauta vida e gestação das mulheres a gente precisa tornar pauta o direito de assistência de todas as mulheres e sobretudo as mulheres dos territórios mais vulnerabilizadas né os hospitais que cuidam dessas comunidades mais precarizados e as mulheres que precisam ter um olhar empático e de Douglas realmente né é que vai fazer trabalho de informação que as mulheres não têm então elas não sabem não sabem falar de seus corpos era só que parece atualizadas muito tempo e na hora do parto isso vai aparecer também porque essas pessoas que não têm respeito pelas mulheres na hora que essa mulher está em vulnerabilidade ali no momento da dor no momento mais importante da vida dela e a gente também a atenção que muitas dessas mulheres estão gestando as dores Nem todas as mulheres engravidam no amor e a gente precisa lembrar de Muitas delas estão em situações de violência Muitas delas estão vendo em casa eles Muitas delas não têm o alimento para dar para os seus filhos e a gente viu isso muito estranho parado nesse período de corrente onde é que a gente também é construiu ações e pensassem na vida e saúde das mulheres gestantes e mães do território Então me coloco à disposição eu e a minha rede e outras mulheres também são Douglas na frente no front do ativismo da informação para que a gente possa de alugar mais e melhor com todos os pessoas que precisam estar cientes de que a gente precisa avançar nessas faltas e no acolhimento dessas mulheres e na mudança de gestão e de olhar dessas desses equipamentos para receber essas mulheres também eu agradeço o convite e tô aqui a disposição E aí a notícia Obrigada Dani Sampaio é essa fazer uma correção do em Sampaio Ana que seja eu acho que apareceu errado ali no letreiro a Iohana conseguiu entrar aqui então eu vou pedir para ela dar o relato dela né de como que tudo isso aconteceu queria reforçar novamente aqui é para gente fazer o acolhimento né da sobre anúncio que teve na uma preta a gente não está aqui para fazer a criação a gente quer fazer um relatório e conseguir encaminhar para se poder Direitos Humanos Daleste Para justamente daqui esse tipo de coisa não aconteça de novo não aconteça com outras mulheres né que o que aí eu vou na passou não seja em vão que isso não se repita com outras pessoas então e Ohana Muitíssimo obrigada por ter aceitado nosso convite por táxi hoje quero agradecer a sua coragem também de tá aqui eu não sei o relato do que aconteceu de como aconteceu a gente justamente consegui cri o movimento para que isso não se repita mais a cidade de Campinas nem hospitais estaduais quem sabe até mesmo que a gente conseguisse por isso fui no Brasil como um todo que isso que outras mulheres negras não tenham essa violência e seus corpos então Iohana é muitíssimo obrigada é você pode dar o seu relato agora Oi boa tarde Eu que agradeço né porque a gente vê tantos casos né e várias pessoas deixa por isso mesmo mas foi assim uma situação muito desagradável pois eu fazia o meu pré-natal com 61 o atraso e me encaminhou para a única por com a minha vermelho aqui pedindo para mim tá voltando na terça para mim poder tá fazendo exame do convite retornei na terça é Amei a a enfermeira que estava andando na quinta em jejum quando eu voltei na quinta era mesma enfermeira que estava de plantão e eu entrei passei por eles de jejum já me levaram pedir para mim trocar de roupa me deixaram lá aguardando por muitas horas depois de acho que umas três quatro horas ela me chamou numerosamente mediu minha pressão mediu tudo e ela falou assim não te avisaram que aqui a gente não faz parte com tranças eu falei assim não ela aqui então se eu te mandar por centro cirúrgico eles vão reclamar e nisso fazer a coisa de 20 minutos que tinha subido uma moça negra com trança também e aquilo para mim foi tipo assim porque eu fui os três dias passei com ela três vezes e ela não me avisou E aí eu peguei sair meio assim chorando chamei minha mãe conversei com a minha mãe ela entrou em contato com a minha prima e nisso ela me deixou ali aguardando aí eu acho que cheguei aí minha mãe entrou eles deixaram minha mãe entrar tudo minha mãe foi perguntou o e assim como vocês vão fazer porque para mim ela disse que isso aí ela pegou e falou assim que só um momento que eu vou ligar no centro cirúrgico para mim poder saber como que é aí ela foi e voltou foi voltou e não deu nenhuma resposta para gente aí minha mãe pegou e foi lá de novo perguntou para ela aí minha mãe falou assim hoje minha filha não vai estar aí para aqui vocês vão fazer o quarto dela quando minha prima respondeu a minha mãe ela esse me chamaram mediatamente aí fizeram algumas perguntas tudo e me levaram para o centro cirúrgico quando chegou no tempo cirúrgico o médico que tava lá falou assim não te avisaram do seu cabelo eu falei assim não não me avisaram aí ele pegou e falou assim tudo bem então me deu uma toca coloquei a touca e ali ele fez todo procedimento Eu fui o quarto passou uma uma médica e ela falou assim ela quis explicar pelo fato que tinha acontecido falou que tinha método se podia queimar o meu cabelo por isso que eles falou comigo daquele jeito mas em nenhum momento dos três dias que eu passei ela disse para não sobre minhas tranças porque eu poderia ter tirado mas ninguém me avisou nada e depois de todos os três dias que eu fiquei Eles tentaram sempre tá justificando o motivo que me tratar daquele jeito por causa das Tranças E aí A Giovana é muitíssimo obrigada pelo pelo seu relato eu acho que deu para e ter uma noção do que aconteceu né Elisângela já tinha trazido um pouquinho nessa parte da notificação que são vai entrar em contato com ela né que aí depois disso que eles haviam atendido e eu quero agora aproveitar esse tempinho né abrir aqui para o vereadores e vereadoras que estão aqui né para poder dar a sua contribuição né até mesmo algumas sugestões o que a gente pode fazer nesse caso e depois eu volto para hiorrana para Elisângela e para para Dani para gente estar a pensar juntos como que a gente pode não ter mais casos como esses né porque como é que eu vou na relatou aqui ela foi atendida pela mesma enfermeira nos três dias tem nenhuma notificação cinema informação e na hora do parto de uma gravidez de risco que ela foi avisada sobre esse procedimento o que eu entendi é pode ser resolvido facilmente não necessariamente precisa ter toda essa negatividade com relação ao atendimento sei todo o estresse ali na véspera do parque então vou passar aqui para para Vereadora Maria la colthy que é presidente da Comissão da mulher também para dar as contribuições dela bom eu quero a saudar Iorrana né que não não tinha estado aqui né na primeira parte que é complementar à colhei ohanna também né porque acho que é importante é nesse momento a gente sabe como é como é difícil né até falar é sobre isso e eu quero dizer que você é muito corajosa de vir aqui e fazer esse ralado sobre isso que você passou que é do complementar também a vereadora Débora Palermo que também é a gente não termina oportunidade e em primeiro lugar eu acho que é muito importante a realização desse tema da visibilidade para esse esse ocorrido né porque é uma bonito que aconteceu com a hiorrana mas que a gente sabe E o e é o feminismo Negro do temos ensinado sobre a cidade dicas de racismo obstétrico e tem chamado atenção por fatos que é as mulheres negras passam e que embora a gente sabe que muitas vezes aconteçam vários tipos de violência obstétrica essa violência não é igual ela existe uma desigualdade nesse processo de violência dos técnica nós queremos combater a violência obstétrica como um todo e para que a gente combata a violência dos época como todo é importante o olhar das especificidades o olhar e a fala das mulheres negras que também estão passando que passam né é a especificidade do racismo e eu acho que é muito importante é essa essa coragem que vocês não é tão tendo de trazer esse assunto à público porque quando são assuntos dessa natureza a gente sabe que muitas vezes eles passam batido então é é um fator é acontecer essa reunião é é um é uma é um fato político né é um fato importante a gente também tem visto eu queria até aproveitar que a presença da Dani porque na verdade a presença das doulas ela é fofo é trollagem do processo de empoderamento das mulheres das mulheres como um todo mas a gente tava também e tem um movimento importante que é o movimento de combate a esse tipo de violência obstétrica que tem sido organizado pelo movimento feminista mas a gente sabe que em grande medida existe um recorte muito muito Óbvio de renda né nesse nesse movimento né então eu acho que é importante acho que é um momento muito válido é o movimento importante mas é importante também que de que se faça o olhar para aqui também a dolagem com chegue nas mulheres periféricas acho que estamos aqui é importante né por isso a importância do reconhecimento da dolagem como um elemento Central porque a gente precisa que se torna política pública enquanto foi de uma questão de consumo privado e é não vai chegar na não vai chegar na as pessoas de baixa renda aqui em Campinas nós fizemos um movimento Porque aí as Douglas entraram no plano nacional de vacinação e Campinas não estava vacinando as duas né e a gente sabe que as donas estão contato direto com a a gestantes né E a gente tem o Brasil dado de que o Brasil é o campeão mundial de mortes de mulheres gestantes e puérperas por covid-19 então seus aula cês tenham contato direto com a gestantes é super importante que as bolas sejam vacinadas eu entrei em junto com o momento de Douglas eu EA deputada Federal Sâmia Bomfim entramos no uma representação do Ministério Público exigindo que as Douglas fossem vacinadas porque isso é importante para comer um processo de reconhecimento e de salvação Plano Nacional de vacinação e você não faz nada em Campinas quer dizer que a combinação está reconhecendo e o não reconhecimento das doulas enquanto uma profissão enquanto um elemento importante é um entrave para aqui se torna uma política pública e chegue na vida das mulheres das mulheres de baixa renda das mulheres negras das mulheres periféricas tive a informação que está começando o processo de vacinação das duas então acho que é uma vitória né Não ainda não nos eu não vi nenhum comunicado oficial enfim né mas parece ao que alto teve informação as duas estão começando a ser vacinada eu acho que é um ponto importante E acho importante também é que a gente passa é esse processo de dessa movimentação naquele continente a vereadora da Paola por fazer essa movimentação essa discussão com a Assembleia Legislativa EA própria notificação do caism né nós sabemos que as práticas o racismo ele e o racismo estrutural né quem se manifesta nessas práticas nas piscinas plásticas inter-relacionais né é o combate à isso tem que ser uma política institucional da importante que o país me como um hospital de referência da mulher trate desse tema e a Unicamp a universidade pública com uma como dizemos assim como relevância importante né com muitas contradições também né Eu acho que aí também tem um resquício de anos e anos da ausência de da falta de acesso de estudantes negros principalmente na área da saúde numa área que é muito concorrida e é um quadro que ao movimento por cotas raciais dentro da Universidade que hoje existe é muito importante porque você vai mudando a cara da Universidade você vai mudando então o próprio acúmulo e eu Olá hoje nós já temos professoras é negras penso que é super importante ampliar o acesso dessas professoras na área da Obstetrícia para que você tem uma formação um olhar específico na formação desses estudantes que vão fazer então atendimento para que esses não essas práticas sejam combatidos e pré mais que isso a gente não quer a gente quer que a especificidade da saúde da mulher negra seja olhada né então eu acho que é o movimento e por cotas foi fundamental tem sido fundamental o movimento estudantil tem discutido isto a Unicamp ela tem um histórico negócio lá eu sou funcionária da Unicamp na estão licenciadas pelos estou com operadora Mas eu sou funcionária da Unicamp eu acho que é muito importante já para concluir que acho que já falei demais mas é que tem bastante coisa para ser dita sobre esse assunto né mas a Unicamp tem uma o histórico muito forte os movimentos de combate ao racismo e do movimento negro sobretudo entre os seus funcionários né então a o movimento de organização é negro do dia de Campinas tem aí uma participação importante de funcionários da Universidade isso também é super importante porque a chamar a atenção né os funcionários da Universidade que em grande medida muitas muitas são de origem afrodescendentes e é muito importante também com um processo de organização e conscientização e debate dentro dos dentes dos seus pares né ensinando os seus pares sobre a importância e as práticas anti-racistas né então eu acho que esse tão importante isso salvo daqui e acho que a gente precisa assim notificar um hospital a uh o país me o Hospital das Clínicas da Unicamp e a própria Universidade né porque estão é uma política e penso que a gente pode inclusive estabelecendo dia e a secretaria de Direitos Humanos da Unicamp né que tem aí feito um trabalho que foi uma conquista do movimento da luta por cotas foi a criação dessa Secretaria de direitos humanos então a gente pode fazer acho que a gente pode notificar Paola a secretaria de direitos humanos para que a gente tem uma ação institucional da Universidade Contra esse tipo de procedimento é isso obrigada e parabéns pela realização Parabéns as nossas convidadas e e Ana eu agradeço muito tua coragem eu disse que obrigado a vereadora Mariana conti é antes de passar para vereadora Débora Palermo se para o vereador Gustavo petta eu queria lembrar que no mês de março a gente apresentou o pacote Mariele né E dentro dele tem um projeto de casa parto justamente para gente conseguir dessa abordagem e não só para quem busca né mas também na periferia para que a gente possa ter esse trabalho que a Dani faz em São Paulo também aqui em Campinas EA importantíssimo a gente instituição enquanto política pública né não como é apenas um setor porque da maneira que existe hoje né ele tá fragilizado então é muito urgente que a gente é humanismo nos partos né que a gente tem essa violência a gente não existe não tem mais essa violência para você que está acompanhando a gente pelas redes sociais e quiser participar que não era sua contribuição também o preço aqui na nossa tela né você pode entrar em contato com a gente pelo Zap que é o 19978 2.937 76 repetindo é o 19978 29 3.776 e também tem o nosso e-mail que é o comunicacã[email protected]. Br comunicação sem seguida Senhor o [email protected]. Br nosso projeto né de faz a parte dele é o pl82 1021 Então eu acho que é a gente já tinha apresentado ele é um produto com a Marieli apresentou na cidade de Janeiro enquanto ela tava vereadora e que a gente gostaria alguns trazer para Campinas que a justamente pra gente ter essa discussão é da humanização do parto e ter uma melhor saúde humanização que todo o sistema né a gente sabe que existem várias é irracional obstétricos ele está latente em nossa sociedade a nossa cidade e é isso que a gente quer mudar eu vou passar aqui para vereador a Débora Palermo das suas contribuições também e eu tô anotando tudo aqui para não esquecer nada eu já tomou o final Débora boa tarde Paola Parabéns pela condição dessa comissão nos temas relevantes importantes né Acho que o que nós trazemos aqui hoje né A questão de violência e toda a violência deve ser combatida né todos os espaços Ah eu acho que poderíamos ter trazido alguém da Unicamp né porque eu gosto sempre de ouvir todos os lados né Eu não sei se eles foram convidados e não quiseram mas eu acho importante ouvir essa violência obstétrica né a gente tem ouvido falar há bastante tempo né ah não é e não é somente acho que com mulheres negras né Eu mesma já fui vítima né de violência obstétrica quando eu tive uma inflamação no seio e pelo meu plano de saúde num plantão eu fui muito mal atendida por um médico eu sou branca e era um plano particular e mesmo assim eu fui mal atendida fui muito mal atendida sai de lá muito brava e fiz fiz o que a Iorrana tá fazendo Hoje fiz uma denúncia porque a gente nunca deve se calar né nunca a gente não deve aceitar nenhum tipo de violência esse cá lá então é eu acho que temos que trazer sim à tona é qualquer tipo de violência qualquer tipo de discriminação não aceitar de forma alguma então que não que essa comissão é puder eu puder colaborar estou à disposição e Ohana que você e seu bebê sejam muito que lindos essa comissão que Deus abençoe né E vamos em frente e eu acho que a questão das doulas que a Mariana trouxe muito importante não só vacinação como esse é esse projeto né da Paola apontou é um trabalho extremamente humano que eu admiro demais eu acho que muitas violências seriam evitadas se as doulas pudessem acompanhar mais de perto as gestantes né e não só como a Mariana falou não só quem pode arcar com a despesa de uma doula né mas que fosse um programa público Rei tinha que todas possam ter acesso tá muito obrigado gente e agradeço vereadora Débora Palermo a gente tem que lembrar né que violência obstétrica ela acontece com muitas mulheres não só com as negras é o que existe esse presente especialmente com as negras do racismo ao Ministério Público né então sobre a dúvida né a gente é no começo da abertura da Comissão da renda comissão eu disse que aqui não é uma criação né não é um confronto de versões por isso que a gente não convidou a representante da Unicamp na restaurante para yohanna e eles não se sentirem à vontade para dar o relato mas eu nossa ideia é conversar com ele sim mas justamente entender qual o tipo de procedimento que estão adotando e também é trazer essa essa conversa né mas eles a gente consegue resolver ela no texto de ações da Mariana né Para a gente criar uma parceria com a secretaria de Direitos Humanos da Unicamp né fazendo essa notificação para o país me até mesmo de mudança de procedimento eu quero passar aqui para o nosso Vereador Né Vereador Gustavo preta para gente fazer as contribuições também e depois voltar para nossas convidadas aí para a gente conversar um pouquinho mais Vereador Gustavo petta não é no primeiro queria parabenizar a presidenta Por trazer esse tema aqui queria procurando evidentemente né compreender melhor até para que a gente possa dar toda a nossa solidariedade nosso apoio é a luta essa questão da violência obstétrica é algo que não é novo né que aliás é histórico no nosso país uma Violence ano e nome contra as mulheres mas é evidente né que a recortes sociais raciais que torna essa situação ainda mais vulnerável e ainda mais agressiva é como um todo né eu eu recentemente tive a oportunidade de ler o livro do Professor Silva Almeida e racismo estrutural e lá a gente pode compreender de maneira mais aprofundada no quanto à questão do racismo faz parte da história do nosso país do quanto isso tem que ser combatido em todas as instâncias em todas as esferas e e a uma forma de combater que é do ponto de vista institucional ela não resolve o problema mas ela ela dá passo de importantes então por isso que eu queria colaborar com a fala da Mariana fala da operadora Débora também da vereadora rola da gente pensar o seguinte nós vamos ter o hospital em casa Estadual é por isso que eu concordo muito com que a vereadora Paula falou né gente caminhar Comissão da Assembleia dos direitos humanos É mas ele está no nosso território e a gente tem muito diálogo com a Unicamp né diversos vereadores aqui a própria câmera então o próprio novo reitor da Unicamp na sua plataforma de candidatura além de reforçar a secretaria que a vereadora Mariana já falou sobre direitos humanos ele também propôs a criação de um sessão um Observatório ou uma secretaria relacionada à questão do racismo do combate ao racismo e não sei se a reforçar as medidas evidente que já medidas na Unicamp nesse sentido mas eu sei que é um novo instrumento que ele propõe criar bom E então acho que de certa forma a gente pode tá mais sintonizado nisso e o próprio o caism a vocação do caism quais não foi criado exatamente por ser um hospital de referência é ID ago com a e com a expressividade das mulheres né havia uma uma reclamação generalizada que os hospitais não tinham essa essa sensibilidade essa linha e funcional de tratar essas questões da violência contra a mulher no direito à saúde como um todo e o país não foi criado por isso então o caism tem que ser uma referência e não pode ser uma o exemplo eu queria trazer aqui a minha solidariedade a hiorrana né toda força parabéns por ter feito essa denúncia Porque isso pode servir sim para superação ou para o avanço numa e institucional do hospital e da própria Universidade então não queria mais fazer essa sugestão de reforçar o que já foi dito e talvez a gente procura uma reunião com a direção do hospital com a própria Reitoria com quem que for né ou a introdução necessária para a gente fazer uma discussão é sobre isso então queria também cumprimentar fala da Elisângela a forma da Dani Sampaio acho que a Dani trouxe também uma discussão muito importante né que a questão do direito a Globo ajudou direito as doulas como algo que deve ser superado para quem não seja visto só no ponto de vista do privilégio das pessoas que possuem as condições financeiras para ter um parto mais humanizado né o parto humanizado com direito as novas tem que ser um direito de todas as mulheres né que eu acho que isso também é muito importante Olha só para reforçar o que já foi dito os encaminhamentos e dá o apoio eu saio para condução cumprir o seu papel a notícia obrigada a vereador Gustavo petta é eu fiz algumas anotações aqui nessa rua para trás as convidadas mas eu acho que o as principais né são de fazer uma notificação para secretaria né direito umas Unicamp até mesmo fazer uma reunião junto com eles para poder não só entender mas também passo é talvez fortalecer né essa esse novo modelo que está sendo criado dia em medidas de combate ao racismo e que isso seja estendido não só para Universidade com acolhimento de alunos mas também pelo atendimento que são feitos ali na Unicamp né É então tá anotado aqui eu quero voltar vamos fazer na Iorrana Elisângela e depois da Dani para fechar aqui nosso nossa reunião e eu queria trazer algumas outras coisas que a gente pode também colocar aqui né encaminhamento para leste né em que Hospital ele está o nosso território Não ele tá aqui na cidade de Campinas mas ele na Hospital Estadual Então para que a gente consiga mudar buscar medidas né para que isso não se repita e que tenha de fato políticas públicas sendo criadas criadas novamente dizendo o programa de casa parça né E aí eu vou pedir até um pouquinho para dormir explicar no final como que funciona a casa Ângela que ela trabalha lá e Justamente a criação de uma política pública que possa terça polimento não só para aqueles que tem uma condição financeira abastada mas para todas as mulheres que terão este serviço né Tem um parto humanizado a gente consiga ter isso no município de Campinas e para que a gente tem um pouco a diminuição dessa violência obstétrica que acontece né não sou do racismo obstétrico mais de todas as violências aqueles hoje eu trouxe muito bem né e mulheres é que chegam até os hospitais nos em solos é ou então mulheres em situação de rua que sabe que existem várias outras violências e hoje a gente trazer no caso da Giovana aqui para exemplificarmos quero mais uma vez agradecer a Iohana Por tá aqui pela coragem de trazer este relato né de ter tirado dessa neste momento né a força para tá aqui conversando com a gente justamente pra gente conseguir pensar juntos Qual que é a maneira que a gente tem na resolver e tomar medidas para isso então e o Renan você é uma pessoa muito corajosa que era agradecer a sua participação aqui mais uma vez dizer que podem pode contato conosco na comissão de direitos humanos para não deixar que isso aconteça só com você que aconteceu com mais mulheres na gente quer ir de tarde isso não tem nada de ser você mais uma vez e se você puder dar uma sua contribuição no final aqui né falar um pouquinho do que você acha que a gente pode fazer o quê que você o Sandro aí também é muitíssimo obrigada yorrana você é E aí eu sim e assim bem acolhedora né porque e ultimamente a gente passa por tanta cor Oi gente que foi cara tem ninguém para colher Então me sentir prazer eu vou fazer vocês podem contar comigo para tudo que vier porque assim é uma situação muito desagradável nunca tinha passado por isso passei e assim acredito que as pessoas que passam também ficam igual eu porque eu me senti uma pessoa assim sem chão fora de mim tipo eles me alegaram tanta coisa e ainda no final eles falaram para mim e eles não usam o método que tinha e a mais fácil a conta do meu cabelo então tipo assim eles fiz me colocasse eu sofri um parto bem assim são partes o Frigo por conta do meu cabelo como podemos dizer que foi tipo fizeram de propósito né então tipo ela usa trança a gente vai fazer dentro de seu filho e agradeço você né Isso é através da Elisângela tem muito agradecer Ela também nunca participei foi a primeira vez e vocês pode contar comigo para o que for E aí e eu vou notícia obrigada mais uma vez quero te parabenizar pela coragem é não é fácil passar por tudo isso que você passou e ter forças ainda para relatar isso é de uma maneira pública quero dizer que a Elisângela né time teve um papel primordial e fundamental para que a gente conseguiu está fazendo essa reunião aqui hoje e não só isso né ela Quem deu os caminhos para hiorrana era o que deveria ser feito que apontou não deixou passar a situação como se fosse nada né Já disse que isso era o racismo obstétrico justamente pela formação né na formação de políticas públicas Quero agradecer você também né Por tá lhe ajudando a Iohana e a gente não teria conseguido chegar até a titia de novo se não tivesse sido feita usando tivesse tomado naquele momento as medidas necessárias então quero agradecer sua participação aqui também é quero se você faz suas contribuições mais dizer o que que a gente pode fazer também né para buscar meios contem conosco para que for preciso né porque esse tipo de violência não aconteça mais que é não existem outros casos como da yorrana e para também a gente consiga ter essas formações a de políticas públicas para mulheres negras da Nossa Ótica cada vez maior nosso país para a gente também tem esse respaldo então Elisangela notícia Obrigada com você obrigada Vereador a Paola eu acho muito importante essa iniciativa por isso que a gente insiste na representação de mulheres negras na política não é à toa e pessoas também sensíveis a essa causa né e eu acho muito importante que a gente esteja aqui em Campinas falando sobre isso que é uma questão que não é o local é uma questão que estrutural e aí Ohana trouxe uma é muito importante que tomar as considerações finais eu quero esse bebe em relação a isso mas essa violência obstétrica que todas as mulheres de forma geral estão sujeitos a passar mas que se incide mais sobre as mulheres negras é o argumento né da parte médica técnica enfim tá muito atrelado com a concepção de que as mulheres negras aguentam mais né consegue sentir muito mais dores por mais tempo do que mulheres brancas infelizmente em seu Imaginário social né Tem um médico famoso pai da ginecologia obstétrica moderna chama genitais e ele como lavar as técnicas importantíssimos né até o dia de hoje cientista e ele usava mulheres negras escravizadas perto 19 como objeto de pesquisa no momento que não existe a ética e ciência de forma A conciliadora então é isso esse argumento que a gente vê hoje dentro dos hospitais já existia naquela época que também naquela época já existia Direitos Humanos mas que não era para pessoas negras indígenas ou a gente tem uma sofisticação dos direitos humanos muito a partir da luta de grupos de entidades de um de sangue muita gente precisou Morrer para existir direito humano e ainda assim a gente vê uma uma defasagem muito grande na materialidade desse direito que não acontece não é todo mundo que vai ter orientação para tá levando uma queixa infelizmente muitas mulheres brancas e negras passam por violência obstétrica sem nem sequer saber que isso é meu lento achando que é uma prática normal eu falo assim eu tento ser um pouquinho mais pedagógica podia ser crente que assiste a gente não entende as vezes que a gente faz o recorte ou o que é violência obstétrica e na Então não é normal sentir dor não é normal não poder gritar sobre essa dor então é Iohana eu fico muito feliz que ela esteja aqui hoje podendo contar sobre isso porque muitas mulheres passam por isso e sou obrigada a ficar no silêncio justamente por achar que é normal isso é muito dolorido você é muito difícil eu tô feliz de saber que o Renato Aguilar para poder contar e dar um E aí eu acho que travou aqui então se ela voltar lá ela termina tia considerações finais dela mas eu quero que a Dani comente isso né quando a gente fala de violência obstétrica com esse recorte racial justamente sobre isso né A Dani colocou um pouquinho no começo da fala dela mas eu sobre acharem que as mulheres negras podem sentir mais dor né Elas aguentam mais dores justamente sobre isso sobre o fato de um penteado de um cabelo é a forma que a gente que nós nos estressamos que isso é impeditivo para o parto né é uma coisa que a Elisângela colocou muito bem aqui não é importante a gente fazer reuniões conversas para escolher o que quer a violência do estepe o racismo obstétrico justamente porque muitas mulheres passam por isso e nem sabe o que passaram então quando a gente faz esse tipo de reunião aqui de acolhimento justamente e não é porque a gente tenha é que a população entenda que isso é uma forma de violência assim e que existem outras maneiras de ser de ser feito e também que a Dani comentasse um pouquinho sobre o trabalho dela na casa quarto Ângela na em São Paulo e coloca a importância disso especial para as mulheres periféricas que muitas elas não conseguem ter acesso nem sabe o que esse tipo de humanização do parto é possível né Então como que isso tem diferencial das mulheres como tomar injeção do parto é também um direito humano né e justamente de como que isso muda a vida das mulheres em especial as mulheres negras que sofrem o racismo obstétrica Então Dani antes uma Obrigada pela participação com você bom obrigada é primeiro eu queria dizer que ter uma doula não garante essa mulher não seja violentada tá é infelizmente ainda né na minha atuação porque isso não atendo hospitais porque ainda os municipais Não me permitem entrada estaduais nem sempre a gente consegue entrar e alegação é de que não tem espaço né para mais uma profissional externa então quando a sua mulher ela tá sendo assistida pelo SUS e ela vai para o equipamento público é a gente só consegue trabalhar o pré-natal dessa mulher ressignificar o que a maternidade que essa dor e aí ela vai sozinha entrar dentro desse equipamento para ver o momento dela sabendo que não vai ser feita não vai valer a lei do acompanhante exatamente Principalmente agora né que a gente tava esperando de pandemia então a alegação de que não vá a pessoa não testada dentro do hospital e essa mulher de novo descoberta nas do seu direito de deter o seu quarto assistindo por uma lei que dá direito a ela o acompanhante porque passar por isso é muito ruim sozinha quero chamar atenção né para o como foi feito né como foi entregue esse racismo obstétrico veja na fala a enfermeira é que reproduz o que foi dito lá dentro então essa orientação desse racismo é desse olhar que não vai assistir vem de lá de cima de pessoas que a gente não sabe qual é o nome o rosto né quem são mas essa mulher tá reproduzindo aqui na Fronte na base na primeira e se a primária é quase é a violência que vem lá de dentro do México né na parte médica Então essa meta reproduzir indo a fala que mais impactou para mim foi ai o pessoal lá dentro vai me encher o saco beijo né a opressão não pressão é essa mulher que tá ali é que precisa receber o que é direito dela que é assistência adequada e bem assistida quero lembrar que os corpos escola eles estão acontecendo o tempo inteiro em 2003 eu tive a minha primeira experiência de parto e eu tive meu corpo escola 12 pessoas nas salas de parto olhando para mim como parturiente tenho direito do acompanhante que eu também não sabia que era meu e eu tive uma episiotomia com bebê no braço né porque para ensinar não empurra não empurra porque tinha que fazer a prática para ensinar aqueles alunos a fazer uma episiotomia e que corpo é feito essas práticas inadequadas no corpo de mulheres com pouca informação que não vão saber reivindicar e e mesmo assim o meu bebê no braço de um parto normal sem necessidade de episiotomia eu recebi episiotomia né Para que meu eu pudesse ensinar as outras pessoas a fazer uma prática inadequada quando for se necessário de sabendo que nós evidências científicas isso não é necessário isso é descartado a gente não precisa trabalho hoje né desde 2015 e como voluntária no meu território né o projeto mãe na roda de Dólares em coletiva e periférica Ele nasce exatamente na minha compreensão de todas as violências e da nomeação de todas as práticas e dores que o carregava no meu corpo então eu trabalhei e transformei as dores da minha maternidade né as cicatrizes dela e informação para as mulheres do meu território visto que essa é a minha comunidade eu sempre me coloca como uma mulher de comunidade EA importância né de que quando uma mulher avança assim como Elisângela foi de acolher e honrar a Iohana A partir dessa dessa janela que abre né abriu-se uma janela para mim assim como a a tela para Elisângela e a gente pode acolher com informação de qualidade possibilitando um direcionamento e chamar a atenção e jogar o foco em cima da fala e da vivência de uma mulher que foi vulnerabilizado quero dizer que para uma puérperas olhando para uma puérpera isso é muito é muita informação aí eu relatar que realmente é um ato de coragem um por para o remoto tão recente é e que vai ficar com ela EA importância dela ser bem acolhida bem assistida de ter um acompanhamento psicológico dentro do serviço e ser acolhida realmente neste corpelio é o momento mais importante da vida dessa mulher e ela deveria estar só além do imprint do Amor com seu bebê né com todos os seus direitos assegurados e não ela tá aqui com a gente tendo que lutar mais uma vez sobre o seu direito de existir é sobre seus direitos sobre o uso dos equipamentos sobre a sua o direito à dignidade né e a igualdade de ter um momento é feliz na chegada do seu bebê a gente como eu disse antes a gente nunca sabe como esses bebês vão parar na vida das mulheres EA importância da gente olhar para tudo né Quem é essa mulher da onde ela vem em que situação e em que lugar como ela tá no universo interno dela na casa Ângela a gente tem uma realidade de que as mulheres do território ainda não são as usuárias principais do equipamento por conta da falta de informação foi posto tio parto normal é algo demonizado para ir às com dor e não necessariamente né a gente tem relatos Magníficos de mulheres bem assistidas que tem o seu desfecho de fisiológico né que é o nascimento do bebê ali protagonista e autônomo autônoma alimentada hidratada com que a gente sim precisa comer essa mulher precisa O que é uma crueldade fazer uma mulher e passar por um processo de parto é em jejum a gente precisa ter força para colocar uma vida para fora é preciso muita coragem ou corajem também para nascer nesse mundo nesse país nessa assistência e a gente está sempre sensibilizando também os profissionais que recebem essas mulheres a reavaliarem as suas práticas olharem novamente para o país que nós estamos no momento que nós estamos E essas mulheres que estão sempre vulnerabilizados deixadas de canto e recebem menos desde um copo d'água menos desde o alimento a menos desde um direito que ela tem igual a todas que não vai receber na casa Ângela a gente faz visitas domiciliares nos territórios através da mãe na roda a gente vai assentamentos do MST muito grandes e precarizados que ao invés também acaba não fazendo esse apoio Então a gente vai ter essa mulher lá enfrentando o convite não só levando alimento mas sim pensa a vida dessa gestante nas informações para qual hospital direcionar Como tá o seu pré-natal olhar os exames laboratoriais e quando a gente precisa olhar para essa mulher integralmente e principalmente ela já é mãe né Em que em que lugar está esse outro bebê na maioria das vezes as minhas solas tem a preocupação de entrar em trabalho de parto e não saber quem vai cuidar dos seus outros filhos e falando dos direitos sexuais e reprodutivos que a gente precisa contar para essas mulheres que elas precisam sabendo que as mulheres pretas ou periféricas são super hipersexualizados que não falamos de saúde né é importante hoje para ter um parto natural de saúde e Um Bebê cefálico né que também determina a mulher vai ser a corrida num parto normal ou uma cesariana por conta da também do posicionamento do bebê e o quanto isso impacta né e o quanto o cuidado é muda e transforma eu nunca acompanhei é cesarianas eu acordo mulher Oi gente tempo e a gente sabe que a informação transforme salva e possibilita que elas como é coragem e também o empoderamento dos acompanhantes né e companheiros e companheiras essas para clientes informados também que processo porque esse bebê é deles também sabendo que a gente tem um país hoje é o maior número de bebês nascidos não tem o nome do seu pai E aí tornar também essa falta da paternidade né e da culpabilização também responsabilidade e responsabilização dos homens durante esse pré-natal e pertinho empoderamento dessas mulheres quanto o direito dos seus corpos e as escolhas né a gente tem um país onde as mulheres ainda não podem falar não e quando esse não acontece elas são punidas né E quando essa mulher quer escolher como ela quer ter o quarto dela ela também é punida por isso então quando uma mulher horta por ter um uma gestação feliz e bem informado ela também vai encontrar independente de ter uma doula ou não E aí no meio do caminho dela que vai dizer não você não tem direito a isso a minha preocupação tá sempre nesse efeito da cascata né porque isso vem de lá de cima Então a gente tem várias instâncias E aí eu vou ficar naquele lugar que Deus quis assim que é muito daqui essas mulheres estão ouvindo mulheres não realizadas prejudicadas feridas mutiladas muita das vezes né E aí o consolo de que se aconteceu assim porque Deus fiz depois a gente tem o lugar institucional dessa medicina e escolhe quem merece quem não merece ser melhor atendida sabendo que a gente tem aí o sistema de saúde que é os seus um sonho que cuidar de para todas as pessoas né então a gente hoje Eu trabalho numa casa de pasto que atende especificamente mulheres do de São Paulo município e que estão inseridas e acompanhadas pelo SUS e tem essa gratuidade in the park e ainda assim as mulheres que vão para lá são mulheres que tem informação e uma boa parte de privilégios porque a informação não chega para as mulheres periféricas para as mulheres que estão lá no fundo o extremo sul que elas têm direito a uma assistência adequada a um olhar alimentação à saúde mental né que tá tão difícil da gente manter então na experiência que eu tenho aqui no território da zona sul de São Paulo a gente tem avançado o número de usuárias periféricas dentro da casa de parto vem aumentando a busca e procura por esse lugar acolhedor também e o diálogo é entre as mulheres negras e pobres sobre o que é direito então quando uma mulher ela é bem assistida bem acompanhada e recebe dentro do SUS um equipamento de um atendimento Digno essa mulher vai levar para outras mulheres com segurança e confiança de que sim nós e nós merecemos e ali tem um lugar que pode nos assistir Então eu acho que é super importante a gente avançado o tema da dolagem o tema das casas de parto o tema da assistência primária e também nessas desses direcionamento que vende lá de cima para que essas mulheres que estão aqui na base no a um reproduzam né porque é isso que tá acontecendo vejam eu sempre vou chamar atenção alguém ensina essas mulheres a não atender bem então eles precisa mudar realmente é o corpo todo que pensa como é que essa assistência entregue-lhe e os mitos todos que caem sobre as mulheres pretas né de de não precisa dar na audiência ela aguenta que isso também tem de um sistema escravagistas que a gente não pode mais deixar que aconteça e eu agradeço e eu já na muito obrigada o meu acolhimento meu abraço se Preserve se cuide observe a sua movimentação eu não deixe que tudo isso que tá acontecendo Inter pira da no olhar que você tem para o seu bebê e no tempo que você tem de viver essa maternidade né Eu costumo dizer que o tempo da Maternidade né dessa mulher perceber o quanto ela pode amamentar porque daqui a pouco vão tirar ela desse lugar de quem é a mãe que corre cuida que acolhe porque ela precisa sobreviver e trazer sustento para casa e o quanto a gente precisa incentivar com essas mulheres sejam bem acompanhadas durante o puerpério também não só durante a gestação e também no puerpério que aonde elas estão sozinhas é com inúmeros questionamentos e inúmeros entraves da sociedade mesmo para com elas então a gente precisa olhar melhor para as mulheres distantes puérperas e principalmente para todas as mães Eu agradeço há mais alguma pergunta que a mãe me disponibilizou a participar de outras reuniões e Construções e estou muito orgulhosa de nós estamos aqui hoje falando sobre isso numa segunda-feira porque eu acho que tudo acontece quando a gente acorda querendo pensar e resolver realmente o que tá aí há muito tempo travando o nosso caminho muito obrigada Oi Dani Martins uma brigada eu e agradeço sua participação aqui eu acho que as suas contribuições foram fundamentais para a gente tá conseguir pensar e mais políticas públicas né sobrando lá gente sobre o primeiro atendimento sobre as casas parto então a sua participação aqui que me fez fundamental a gente entender as estruturas que já existem e como que a gente pode melhorar o nosso município aqui de campinas que ainda tem muito a contribuir eu vou passar para Elisângela que ela tinha caído para fazer a consideração final dela e depois eu vou passar para hiorrana para dar deixar uma mensagem sinal aqui né para gente de todas as coisas que aconteceram Elisangela lá bom obrigada Paula internet está um pouco estado é a mais para finalizar a mesma fala Christiano nascif do sugerido que se criação de alguns funcionários muito importante Acho que por isso que a gente tá aqui também enfim que é se mude que é que não aconteça com mais ninguém e para isso a gente precisa da participação do caism enfim dos profissionais que atuam a né E sabe nenhuma dimensão estadual estadual até mesmo Nacional mas enfim eu sugeri o como ter que a gente tem aqui em Campinas como ter Municipal de Saúde da população negra que enfim já tem aí algum trabalho de ter cartilha já realizadas não é utilizado esse trabalho aqui já que enfim teve participação aí de movimento negro local para também estar junto né nesse nesse momento de diálogo institucional o sentido mesmo né das coisas que a gente pode estar encaminhando e fortalecendo eu disse no começo do criar mecanismo mas eu acho que é mais sentido de fortalecer o que já existe né e é isso a agradecer a todos Muitíssimo obrigada Elisângela ou não é importantíssimo a gente recursar os mecanismos que já existem justamente porque a gente sabe que muitos desses mecanismos é eles foram criados mas eles não conseguem atingir a dimensão necessária né é eu quero agradecer aqui mais uma vez vereadora Mariana conti Vereador Gustavo petta vereadora Débora Palermo Quero Agradecer aqui a nossos convidados a doença Sampaio a Elisângela E aí Ohana e para gente fechar aqui a nossa menina como são eu quero que a hiorrana é Palio um pouquinho deixa uma mensagem aí para as mulheres né que passaram por isso espero que nenhuma outra passe novamente porque ela passou reforçar que ela é uma pessoa muito corajosa não é uma mulher muito forte que tá trazendo essa essa denúncia distante da gente conseguir pensar e melhorar o nosso sistema de saúde aqui então e Ohana Muitíssimo obrigada a participação foi determinante do pra gente conseguir pensar entender melhor o caso então enrolando é com você E ai Eu que agradeço né vocês espero que vocês consiga fazer com que isso melhor do que isso passe porque eu penso que nem todas mulheres consegue ser forte eu tipo me senti mal sim muito mal porém tinha acabaram de subir também uma mulher negra na minha frente com o cabelo trançado Então eu vi que aquilo era só comigo mesmo e não era com mais ninguém porque poderia ter sido com ela poderia ter sido com nós duas me sentir mal no começo naquela hora que eu passei é assim como a Elisângela me mandou mensagem me dando força ajudou bastante e logo em seguida eu conheci o meu filho né deu para conhecer que o meu medo era como era um parto de risco o meu medo era muito muito muito Eu já estava com medo e não esperava passar pelo que eu passei então assim hoje eu consigo me considerar que mesmo que eu passei eu se tornei forte porque se fosse um tempo atrás eu acho que eu não teria conseguido ser forte assim espero que mude porque nenhuma pessoa merece passar pelo que eu passei e eu não desejo para ninguém e só tenho agradecer vocês né agradecer muito a Elisângela também e e precisar eu estou aqui se tiver que participar mais de reuniões pode contar comigo Oi e o Hanna Muitíssimo obrigada Quero Agradecer mais uma vez aqui os vereadores que ficaram até o final aqui conosco hoje a Dani e a Elisângela te dizer aqui só para retomar os encaminhamentos né é fazer uma notificação para o país me fazer não vai fazer uma reunião junto à Reitoria e a terceira Direitos Humanos né tentar pedir o reforço das medidas de combate o racismo a Unicamp não só com os alunos Mas também quando a gente fala dos atendimentos fazer a reunião também com a participação do comitê Municipal de Saúde da população negra e também para todo mundo que tiver ouvindo acompanhando a gente para agradecer a ter acompanhado a gente até aqui e também dizer que caso você tenha né presenciado algum tipo de violência violência obstétrica também que já dá o seu relato entre em contato conosco porque é muito importante para que a gente consiga pensar o públicas para mudar nossa realidade nossa realidade Municipal aqui e a última coisa que eu esqueci de comentar também a gente fazer o relato encaminhar para leste já que eu Reclame Aqui é o hospital que tá nosso município mas ele é Estadual então quero agradecer mais uma vez aqui os vereadores agradecer a Iohana Elisângela e a Dani e para agradecer também todos os funcionários estão aqui me ajudando para que essa comissão aconteça e todo mundo que acompanhou a gente até agora não tinha cima obrigada até a próxima reunião eu tenho ao vivo a reunião da comissão de defesa dos direitos humanos e cidadania da câmara fique com a gente acompanha a nossa programação até mais [Música] a TV Câmara Campinas
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