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Reunião Ordinária Comissão Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude
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Reunião Ordinária Comissão Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude

38 views Publicado 02/03/2022 HD · 2:20:27

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E aí E aí E aí a [Música] TV Câmara Campinas Olá boa tarde 2:05 aqui na TV Câmara Campinas mais uma transmissão ao vivo Hoje iremos iniciar mais uma reunião ordinária da comissão permanente permanente de defesa dos Direitos da Criança do Adolescente e da Juventude você acompanha aqui na TV Câmara Campinas e também pode acompanhar pelo Canal nosso canal do YouTube quem vai presidir nossa reunião hoje será a vereadora Débora Palermo que vocês façam acompanhar agora E aí E aí Olá boa tarde boa tarde a todos que os assistem pela TV Câmara nós damos início agora a primeira reunião deste ano da comissão permanente de defesa da Criança e do Adolescente e da Juventude de Campinas é como tema famílias acolhedoras né e discussão da lei que vai chegar por esses dias na Câmara né o desenho uma reforma da lei que já existia uma atualização dessa lei e eu quero desde já agradecer a presença das convidadas do vereador Paulo Búfalo faz parte desta comissão e também agradecer a todos que nos assiste e que nos acompanhe nessa tarde né a família acolhedora né para quem não conhece não não ouviu falar é é um uma forma de acolhimento né não opcional mas que a criança vítima de violência ou de negligência o porque a família de origem não pode naquele momento ficar com ela ela fica a por um período até que seja feito um estudo pela Vara da Infância e da Juventude ela fica acolhida Numa família que passa pelo por uma capacitação por todo o estudo dentro dos dois programas que nós temos em Campinas né o sapeca que desde 2012 na verdade começou a 97 né e põe regulamentado o início e por lei em dois de maio de 2012 Então já temos 25 anos né o fim do programa conviver e faz parte também do problema de família acolhedora e que é gerino o gestor é a guardinha né então nós temos dois programas muito importantes e muito bons bons para oferecer uma forma de acolhimento diferente para nossas crianças que não funcionavam e para entender melhor né sobre tudo isso discutir e vocês conhecerem um pouco melhor essa forma de acolhimento nós vamos a receber essa tarde a secretária no de Cleia preparamos pode ser social e direitos humanos e segurança alimentar a doutora Jane valente que é idealizadora e que conhece tudo é um Expert nesse assunto a doutora Andreia promotora da Vara da Infância e da Juventude de campina E aí Delma que é família acolhedora ela e o esposo Kleber desde 2010 e às vezes é Jeremias EA coordenadora setorial de proteção social de alta complexidade e crianças adolescentes e as coordenadoras dos dois programas o conviver a Érica Cristina Ferraz Ribeiro e a Ana Carolina Pereira que coordena atualmente um sapeca eu vou abrir a palavra o vereador Paulo Búfalo e eu não sei se ele estava se alguém do gabinete mas eu quero abrir a palavra para ele também dá uma saudação e depois a gente começa aí ouvindo a secretária Vanderlei Tá bom boa tarde Paula obrigada pela sua presença Oi boa tarde de amor Ana participando aí diretamente de um lugar da gente tem uma no fundo do sonora e os galos cantando para poder dar um clima aqui na nossa senhora reunião Eu queria agradecer aqui né Essa essa possibilidade da nossa comissão a pressão da um pouco essa ao programa de família acolhedora a cidade Campinas né cada vez mais nossa transformá-lo uma política pública uma polícia de estado né que possa atravessar vários governos único e continuar existindo por conta da sua importância social a que pertencem emergencial em várias situações ele pode não comprimenta doutora Andreia né a promotora a mais clássica a juventude de Campinas EA secretária Vanderleia a Maria José Jeremias coordenadora da proteção especial aqui de alta complexidade a Dani Valente openioc os banhos os seus escritos essa elaboração ar muitos anos eu cheguei a procurar nos liga a câmara municipal um projeto que depois eu entendimento foi de que e a gente eu corri isso denunciativo é seu programa É mas esse aqui na Câmara Municipal felizmente depois pelo desdobramento por dentro do governo aí Delma Fernandes né é que que trabalhando sapeca a Érica e a Ana Carolina eu espero aqui poder ter as informações Edith aprofundar um pouco essa esse conhecimento e já quero dizer presidente da Débora aqui é 15 horas tem a uma agenda aqui da câmera eu precisarei sair dessa reunião mas eu espero que daqui o resultado pessoas aqui no seu perdoe também como fica gravada essas as nossas reuniões da comissão eu poderei depois de ter acesso e ele é amplamente seguir de alegando aí com as convidados tem a rua reunião para todos nossos produtos bom obrigada Vereador Paulo vereador Tonho já Presidente desta comissão e sempre foi muito atuante na causa da Criança e do Adolescente no nosso município tem muita colaborar com certeza viu Paulo inclusive nessa lei né nova que tá chegando aí na câmera a gente pode dialogar depois e e acrescentar e mudar alguma coisa se necessário né E aqui o fundo musical eu falo aqui pessoal são os galos agora baixar Cara ele não tem obra O gato lá no fundo desde os galos é a vida como ela é uma mulher cores por aqui mas eu quero já passar a palavra para secretária vandercleia moro agradecendo desde já a preparar a sua presença e que seja uma ótima reunião onde a gente venha aprender muito mais essa tarde boa tarde secretária por favor a palavra oi lá Boa tarde diretora muito obrigada pela oportunidade estamos aqui falando de serviço tão importante nós temos na secretaria e com pessoas que fazem parte de toda essa construção né quando o vereador falou projeto direito e hoje a lei e que o ano passado nosso do Cruzeiro em algumas alterações nesta construção coletiva Quando ele nasceu ele tem sido desde o seu nascimento uma referência né então falar sobre isso ouvir pessoas a competir Aqui Estou da história Faz parte dessa história André acompanhou sempre atuando nessa área é importante é uma forma de nós divulgarmos essa importante a comentar e trazer mais famílias vai participar entenderem como funciona esse programa e como usar os é aquele de Pato feijão Thiago então é importante nessa discussão é um prazer estar aqui acompanhando e eu vou deixar muito mais competência muito mais falar sobre isso mas agradeço a possibilidade é é obrigada a secretária e uma das dos motivos que eu não é o que fazer essa reunião é para divulgar mesmo né esse serviço porque a sociedade toda a conhecer um pouquinho mais eu acho que quanto mais a gente falar sobre família acolhedora mais famílias mais pessoas irão se interessar e quem sairá ganhando né dele tava com isso são as crianças né então é muito importante discutir o serviço a lei diz respeito né a família acolhedora e eu quis falar de oferecer de melhor para nossas crianças vou passar agora a palavra pra Doutora Jane Valente Doutor a gente tem um currículo invejável cumprido de muita coisa boa né assistente social mestre e Doutora em Serviço Social pela PUC de São Paulo especialista em Av é uma criança adolescente pelo lacre USP e membro do grupo de trabalho Nacional pro convivência familiar e Comunitária consultora da rede latino-americana de acolhimento familiar foi Secretária Municipal né de assistência social em Campinas coordenador do plano da primeira infância em 2018 em Campinas também e tem formação em liderança executiva para primeira infância pelo Harvard Estados Unidos então a Jane e além de tudo ela é a idealizadora em Campinas né desse programa de serviço né fala programa Mas esse serviço de acolhimento familiar Jane muito obrigada pela sua presença você tem muito a nos ensinar a falar sobre o histórico e aquilo que significa né e esse serviço para a cidade e especialmente para nossas crianças e adolescentes seja muito bem-vinda sempre e fica à vontade Jane Por favor é muito obrigado a vereadora Débora é com muita alegria que eu estou aqui Michael também é antes de cumprimentar os demais fazer referência ao vereador Paulo falou que muito bem lembrou que ele foi o primeiro a a junto conosco do sapeca a apresentar a proposta de uma lei mais meu naquela ocasião vício de iniciativa aquela precisava a partir mesmo é do poder público e nós continuamos a luta né Para que assim quiser mas o pau não faz muito mais que não é o Paulo em 2003 porque em 2004 esteve muito próximo do serviço e nos ajudando Inclusive a conseguir patrocinadores para que nosso participássemos do 1º Fórum latino-americano de acolhimento familiar que ocorreu na Argentina e eu posso te dizer se você tem uma pedra muito o serviço de Campinas porque quando nós fomos para o fórum latino-americano nós saímos de Campinas dizendo nós precisamos de um modelo e nós voltamos com a mesma mala mas carregada de outras coisas e nós chegamos no nosso país dizendo nós somos modelo e nós vamos levar esse modelo adiante Então você é participante de mim eu agradeço muito viu Paulo e dizer agradecendo a secretária vandecleya e tem aí lotado bastante né a frente da Assistência Social e junto com ela toda a equipe é que para mim é muito cara é pessoas que têm o significado muito grande na minha vida profissional e pessoal Érica na Varginha e Delma família acolhedora e quero a dizer que estar aqui com todos vocês o Vitor né E aí também eu quero dizer que estás com vocês é poder contar resgatar um pouco dessa história até sabe Débora eu vou falar que vou tomar Liberdade né gerador eu falei que já tá tá convivência né que me desculpe Vereador a Débora e eu contar um pouquinho dessa história né dessa política pública a conta a história de Campinas Eu acho que eu eu estudei estudo tanto esse tema que muitas vezes as pessoas dizem que fui eu que comecei mas não foi e acho que a importância da área esse mérito a Maria Helena barbet A Denise Landim e a partir também da equipe do CMPC a quero nosso abrigo Municipal nasce a proposta do família acolhedora Laden no momento em que Campinas estava com grupos muito grandes é de profissionais fazendo essa especie é lá que você leu no meu currículo se você for pegar o currículo de muitas de nós da da minha idade nós fizemos vez estudos e a Maria Helena da Beth ela foi bastante inovadora ao olhar de uma criança que chegava numa instituição e me diga o meu Vereador aqui naquele momento nós temos dados nós temos hoje então foi intuição foi uma acuidade mesmo uma responsabilidade de toda essa equipe que percebeu que uma criança chegava a vítima de violência principalmente sexual era muito difícil que essa criança curta as esse ciclo de violência Porque ela disse que conhecia uma maneira de se relacionar com outros seres humanos que não custa o próprio corpo e o quanto que é essas crianças sofriam em ambientes coletivos então a Maria Helena com toda a equipe né a secretaria lançaram então a proposta do família acolhedora e a menina ia na nossa cidade o objetivo do rompimento do ciclo da violência isso era 1997 sem fazer referência aqui ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança adolescente sempre olhou para esse serviço como um serviço inovador E para isso foi ele que pagou durante muito tempo as primeiras bolsas auxílios nas famílias EA prefeitura então davam os primeiros técnicos e o serviço nasce então com essa possibilidade do rompimento do ciclo da violência eu vou passar Pet em 2001 e fui eu era a coordenadora dos serviços de família na secretaria e na virada do governo eu saído da coordenação e foi ser assistente social no satélite foi para mim uma experiência incrível então eu consegui eu consigo dizer hoje que eu olho para esse serviço de o horário não era coordenadora do serviço de família dos programas e serviços o sapeca ele era um dos serviços em que estava na minha Coordenadoria então eu realmente acompanhei doutora Andreia é um beijo especial desculpe eu fiquei emocionado eu falo em tantos lugares falar em Campinas eu mesmo sono desculpe de não ter lá cumprimentar e E aí quando eu pude né está Como assim social durante o ano atendendo eu falo que então eu estive na criação eu estive no atendimento depois eu fui coordenadora da alta complexidade depois fui secretária foi presidente do conselho da criança então eu tive a grata experiência Durante a minha vida profissional de olhar e viver esse serviço de diversos lugares participei do grupo de trabalho nacional para o convivência familiar e Comunitária até hoje eu vou contar um pouquinho dessa história que Oi meninas que mistura a criação da política quando nós é claro que lembrando né do que venha a institucionalização e oq significa na vida das Crianças nós tínhamos sente dados mas dados e eram é da nossa da muitas vezes em perigo Zé não eram dados a partir de nenhuma pesquisa científica e nós sabemos os nossos estudos eu mesma né fui assistente social desde 77 né quando eu entrei na faculdade de uma grande instituição e eu me lembro que era o Educandário Eurípedes onde a Bambini Hoje ele era uma grande orfanato trabalhei ali durante muito tempo e sentir também o que era esta vida instituição uma outra hora a gente conta toda essa história com muito mais detalhes É mas o que eu quero dizer hoje aqui a partir desse da posse do pós-guerra eu vou cortar muita história tá o Vitor chegar na última nesse 10 minutos e eu não posso guerra principalmente Donald winnicott Trabalhou muito com as crianças evacuados né dos grandes centros urbanos onde foram recolhidos em famílias para que pudesse preservar a sua vida e unicórnio casa né pela segunda vez com Claire winnicott que eu sempre digo que ele tem toda essa essa maravilha porque ela era assistente social tá então willicot casa como assistente social com uma experiência fenomenal na área da saúde mental e traz muitos dos estudos mostrando né o quanto essas crianças ganhavam em estaria família e não numa instituição e era o estudo né que se mostravam a partir da vivência do atendimento e logo mais falado do hoje da pesquisa científica né que vem comprovar tudo isso e aí quando as na fazenda essa questão mais para Campinas eu digo que 2003 eu já era a coordenadora do serviço quando fui primeiro fui não coloca internet eu coloco internacional no Rio de Janeiro e começava a mostrar o resultado da pesquisa do empenho gente eu acho que é importante a gente falar em datas isso era 2002 né a dia sair de uma câmara da Câmara dos Deputados em Brasília o grupo de deputados que foram pela primeira vez olhar a As instituições né E como viviam essas crianças dentro do antigo que é o grande Marco a partir de 2004 uma pesquisa do ipea que mostra que mais de oitenta por cento das crianças têm a família e vinha eu falei bem encontro mesmo bem contra o senso comum na sociedade porque ele chupava e dizer não essas crianças não e agora novamente Elas têm famílias 24 por cento dela mostrava que estava na corrida naquele lugar pobreza então era inconstitucional quase cinquenta por cento dos casos o juiz não sabia que as crianças estavam então é dali eu posso dizer assim ontem mesmo a partir de 2004 aqui nós estamos na grande luta no Brasil aqui a gente hoje no meio as crianças e hoje a gente entrar no Sistema Nacional né de acolhimento do CNJ nós sabemos quantas crianças nós temos acolhidas Quem são elas e a situação que elas estão mais para gente chegar nisso nós tivemos aí o outro marco muito importante que foi o Plano Nacional de convivência familiar e Comunitária EA partir desse plano nós traçamos o que tínhamos como meta no sentido da prevenção e aqui faço louvor operadora deve o Conselho Tutelar de Campinas sempre esteve muito presente nas formações o entendimento do quanto é importante não tirarmos uma criança da família principalmente vulnerabilidade vulnerabilidade é a o alvo da política pública de assistência social e junto com as demais políticas devem fazer a proteção integral de crianças e adolescentes não retirar crianças a sua família família a criança se retira por risco não procurar vulnerabilidade quando vulnerabilidade virou o risco é aí sim o estado precisa entrar antes disso o estado precisa complementar aqui uma criança nunca saia da sua família e toda essa evolução da política pública ela então ocorre a partir do Plano Nacional E aí Eu começo então dizer de Campinas 2003/2005 Campinas sedia o 2º colóquio internacional de famílias acolhedoras e nasci aqui em Campinas e nós é que a presença de muitas celebridades ilustre né personagem da nossa história presidente do conanda presidente do INSS todos os representantes do Unicef do Brasil estiveram aqui e nós começou aqui para a coordenação da terra dos Homens o grupo de trabalho Nacional pro convivência familiar e Comunitária eu digo que aqui a nossa experiência ela se cristaliza né cria raiz nós estávamos uma metodologia no sapeca e essa metodologia foi aqui esse grupo de trabalho se apoiou junto com outro experiência de Santa Catarina de Porto Alegre EA esta do Rio de Janeiro e nós fomos burilando a nossa metodologia mas estamos dando o dia desta metodologia é onde ela se torna um dos documentos também nascido Plano Nacional Um dos nas questões que são as orientações técnicas serviço de acolhimento que é a mesma é de Campinas é a qualificada e podendo Então se tornar hoje uma orientação metodológica nesse momento nós estávamos também com a comissão de abrir o conselho da criança faça aqui muita referência a Maria Helena não vai aguarde nha quanto que nós lutamos para que naquele momento onde não se falava em Marco legal da primeira infância eu digo Campinas é inovadora das políticas públicas Nós já estávamos no Concelho falando e resolução de família fizemos na resolução de família não mais o conselho da criança trataria de crianças e adolescentes têm do grupo familiar de crianças e adolescentes antecede o suas e essa resolução de família e depois também incorporada pelo pela pelo pelo conselho de assistência social e Maria Helena assumir junto né uma questão de que todos os amigos de camping que deveriam começar o serviço de família acolhedora pelo menos para as crianças de zero a seis anos e se você falava nem Marco legal mais reset vemos aí uma longa trajetória por tudo isso e a questão de depois disso eu acho importante dizer que a família acolhedora é política pública hoje desde 2004 na política na política nacional de assistência social no SUS novamente vamos falar datas né 2004 a orientações técnicas 2009 de amplificação de serviços 2009 e ganhamos em 2010 2009 a partir da Lei 12.010 Instituto jurídico do família acolhedora para dentro do ECA E isso não só ele entrou para o eca comentou como prioridade Eu gostaria de falar muito mais mas eu vou indo para o final dizendo E hoje né Uma das coisas que é muito é a única pesquisa na área da assistência científicamente comprovado que a pesquisa da roménia tomar uma admito Oi e essa pesquisa da Romênia ela chega um alguns pesquisadores de Harvard quando a Romênia estava ainda no problema muito sério de ditadura o presidente tinha School foi morto e e abre toda uma situação que estava ocorrendo ali de um número imenso de crianças e adolescentes nos orfanatos dizendo das horríveis políticas né que ele colocou inclusive quem quiser estudar um pouco mais disso No que diz respeito à violência contra as mulheres obrigatoriedade de fazer filhos né E aí quando ele morre isso é desvendado toda essa situação que ocorre ali e essas pesquisadores de Harvard vão para lá montando uma estrutura de trabalho e seria preservar Algumas crianças que ainda a instituição montar um serviço de família acolhedora e um outro grupo de crianças que ficariam e nunca tinha saído da sua casa ir até hoje né 21 anos eles fazem essa pesquisa com esse mesmo grupo então é uma pesquisa longitudinal e traz imagens do cérebro de forma alarmante de que a cada ano que uma criança fica institucionalizada ela perde quatros meses no seu desenvolvimento e começa a mostrar os buracos é no desenvolvimento do cérebro de uma criança é também um outro momento podemos falar muito mais disso mas é dessa pesquisa que origina né os termos que hoje já estão se tornando até parte do nosso vocabulário como janelas de oportunidade você descobre net até os 3 anos de idade nós temos oitenta por cento do cérebro que nós temos hoje se formou na nossa vida até 3 anos de idade até 6 anos a venda por cima e eles vão mostrando por por imagens do cérebro o desenvolvimento de uma criança em família acolhedora em instituição e na sua própria família e chegou nesse resultado que então é pego pelo próprio Ministério como esta campanha de cada ano eu perco quatro e a campanha de desistiu de finalização de crianças eles a respeito à a mostrar o família acolhedora as crianças se desenvolveu muito próximas daquelas crianças que nunca tinham sido saindo da sua família mas mesmo assim eles reafirmam o quanto é importante a gente definir a vida da criança o quanto anos e aí nós ganhamos uma outra fase que é é o quanto antes melhor né então nós temos que sempre trabalharam quanto antes melhor por isso Campinas e 2007 Zezé e coordenamos o reordenamento do serviço de acolhimento e naquela ocasião em almocei e muitas crianças hoje temos metade disso graças a Deus é Zé e com todo o reordenamento pelo menos e ainda acho que temos que avançar muito mais do serviço de família acolhedora Acredito eu que se montar um terceiro serviço esse terceiro serviço tem um novo nicho e a gente tem sim novas famílias esses novos serviços são outras pessoas puxando e nós usamos avançar mais com serviço de família acolhedora diante dos dados e hoje a gente não pode negar lembra desenvolvimento de uma criança e um Adolescente quer dizer né que Campinas ele entra para todo esse cenário A partir dessa nossa participação no GP nacional onde levávamos mas vínhamos muito enriquecidos e podemos escrever hoje o reordenamento e em torno de verdade nessas épocas e digo e secretária de dizer que temos formado em Campinas com condições o cinturão de proteção e eu sempre digo do cinturão de proteção quando nós conseguimos provar hoje que de 18 crianças bebês que eram retirados na maternidade caiu para o primeiro ano quando se abriu dois abrigos de mulheres com criança para 5 e 15 em família acolhedora às vezes a gente esquece de falar um pouco disso e o quanto seven a sua equipe né faz um trabalho maravilhoso com os hospitais tudo isso Campinas é exemplo do desse processo que ela executa de cuidar de uma criança de preferência na família e quando não em unidades pelo menos menores e até que a gente chega o momento de realmente continuar diminuindo Este é o maior ganho diminuir o número de criança eu ganhasse depois aquilo que a gente pode fazer para qualificar esse atendimento e eu vou dizer que trabalhar com família acolhedora é para mim um tema muito rico eu O que é um tema e só participa dele pessoas que de fato tem uma sensibilidade para humano para empatia e para capacidade de realizar um cuidado compartilhar o cuidado compartilhado não é fácil de ser feito principalmente quando ele vem ao encontro daquilo que nós precisamos como profissionais da área da Infância e aqui chamo muita atenção da grande luta da doutora Andreia o junta tudo isso de fazer com que o sistema de garantia de direitos funciona e o sistema de garantia vereadora liberador né eu vou já para o encerramento dizendo que eu aprendi muito isso com a minha orientadora de Mestrado doutorado Dra Miriam Veras Batista onde ela disse que saber a quem sabe o que dentro do sistema de garantia de direito Será sempre o nosso maior desafio e aprendizado quando a equipe precisamos ter a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro e respeitar o nosso lugar e respeitar o lugar do outro e acho que esse é o grande desafio né família acolhedora é o serviço enfim ele trabalha numa rede e ele trabalha num sistema e trabalhar no sistema aí numa rede e ele tem umas utiliza imensa e muitas vezes tropeçamos às vezes andamos mais rápido e às vezes estacionamos e às vezes corremos outra vez mas eu acho que tem que ser formada por pessoas que têm esse ideal né de transformar a doutrina de Proteção Integral como copiar de mais raro na constituição brasileira que tanto lutamos para Que permaneça nesse país fazer o estado democrático de direito os cidadãos e se importe com alguém e não seja seu próprio filho é algo Bom dia de G muito de cada ser humano então para nós é Um Desafio muito grande realizar um trabalho dessa natureza e me coloco aqui sempre à disposição porque Continua Estudando muito o que significa o cuidado compartilhado e dizer é dever da família da sociedade e do Estado chamar famílias né de uma comunidade vem com solidariedade e transformar e isso no processo de cidadania é grande desafio sejamos todos nós juntos e eu digo o vereador e a minha orientadora que foi a minha grande nesta ela disse que no sistema de garantia de direitos nós temos que avançar da promoção da defesa e do controle e colocar legislativo para dentro do sistema de garantia de direito EA disseminação e passa pela obrigatoriedade de pelo menos as faculdades ele a disciplina do M E hoje doutora Andreia nós sabemos os juízes e promotores vão estudar o eca para fazer concurso público e sem ter tido toda a história da vivência do que significa né Paulo vereador Paulo Golf não dá nossas lutas diárias de dizer menor nunca mais e nós sabemos o porque nós não teremos menor né nessa neste nosso país gente é com muita emoção Tati eu encerro aqui dizendo para vocês e trabalhar com tudo isso requer de todos nós o melhor de nós muito obrigado as nossas crianças e adolescentes férias E aí e nós agradecemos muito né você compartilhar no dia do seu aniversário né tanto conhecimento tantar maravilhosa e nós sabemos da sua dedicação seu amor né por essa causa dar os parabéns e sabendo agora que o seu aniversário dizer que a minha oração é para que Deus te dê muita saúde muita luz para você continuar nessa luta aí eu sempre digo que o sistema de garantia de direitos né tem que como sempre pensei né Conselho Tutelar durante os 12 anos que estive ali o melhor interesse tem que ser sempre da criança feliz conseguir dentro do sistema de garantia de direitos né garantir que o melhor interesse é o da criança o nosso conseguir eu sempre avançar nas políticas públicas outra coisa aqui fortalece o sistema de garantia de direitos nós temos né criadores legisladores garante que criança adolescente seja prioridade na destinação do recurso nas políticas públicas e nós vamos agora falar um pouquinho sobre lei né quando a legislação da sua legislação doutora Andreia até um conhecimento muito além disso né além da legislação mas como ser humano também com experiência de promotoria e como ela não é só uma promotora né a gente sabe que a doutora Andreia é muito mais do que isso amo paz e faz com muito amor com muita dedicação e a água e e nós temos nós vamos ouvir agora doutora Andreia Santos Souza motora da Vara da Infância e da adolescência Obrigado pela sua presença um prazer revelar sentimentos Andreas de vontade não para falar só questão de gás você vai ter o que a senhora quiser falar sobre a criadora Obrigado Eu que agradeço Dona Débora Vereador [Música] secretária as companheiras do dia a dia que eu vejo a tia Raquel José diani que é mais que companheira né porque aniversariante do dia também faço minhas palavras a Débora já que você tenha realmente na vida YouTube eu fico aí com saúde com muita alegria e muito amor para você e para todos os seus que a gente ficar junto da Saúde Geralmente eu sou uma promotora é pré-constituição entrega e antes da constituição então é protocolo de menor e eu tive sempre o motor atenciosa isso eu entrei militar recupera sempre outra vez a gente já tinha um o trabalho para a direita faça a gente já tinha um trabalho aí minha mãe foi presidente de entidade de né Então essa questão da criança acolhida da criança no orfanato com a Jane falou que recebeu as visitas dos Pais aos finais de semana na Páscoa nos aniversário Isso foi uma coisa que incluia eu adolescente de evitando para minha mãe essas entidades na cidade de Ponta Grossa que a gente moral e achava esse mundo junto e aí depois aí o estatuto que mudou tudo isso né que realmente aqui ou então a presença de duas situações não ela era adotada e nós tivemos numa época álbum de adoções internacionais né criança come e depois eu estava no abrigo ativado no abrigo até a né eu lembro de uma situação uma vez que eu acompanhei o casal que estou indo fazer uma doação de uma criança aqui em Campinas para quem chama os meus eu não me lembro qual era a identidade e o menino tinha 12 anos eu fui no cartório para ver como é que era a situação do menino e aí assim aos oito meses de idade os pais foram destituídos do Poder familiar e o despacho do juiz não condicional do processo de destituição do Poder familiar foi assim aguarde-se no arquivo eventual pedido de almoço no menino tinha 12 anos e ele podia ter sido adotado desde os 8 meses e graças a Deus ele conseguiu mano agora fotos meninas não ficaram até os dezoito horas aguardando o processo que que ela vai ter um arquivo no menino Ficava aguardando um abrigo alguém aparecer e interessar ir lá ver como é que tá a situação descobrir que ele tava é disponível Marcão está Tudo graças a Deus bem para fazer a reforma né a gente fala aí a revolução copernicana né que falou que não era o próprio girava em torno da Terra ela pega que girava em torno do sol só agora eu falei a mesma coisa que a gente não é a criança que gira em torno do direito é o direito que gira em torno da Criança é sujeito de direito não é mais objeto da intervenção estatal a gente ele já mudamos Paradigma e é o que a Jane bem falou é nós que vivemos isso sabemos o que é menor no relógio os novos e já pegaram porque eles não vão participar da briga eu só tenho que fazer cumprir a lei depois faço pedir demissão verdade pedal falar que está tudo com sono porque eles não sabia como é que era o a sua família acolhedora Eu tenho aqui a sorte né que trabalhar toda vez que eu falo com promotores com colegas e trabalhar no município que tem vários serviços não sabe sabe acolhedora não recebi substantivos por exemplo adolescentes grávidas antes para mães possível já me falou então a gente consegue acomodar as situações mas é legal e da promotoria e aqui aproveitando a presença de vereadores e um secretário que eu sempre falo né que assim eu estou muito contente mas eu tô muito feliz mas não pode ser a gente tem sempre que o passinho pra frente com elas são as famílias acolhedora é o meu sonho dourado é aumentar a faixa de atendimento com até 21 anos isso é possível o estatuto ele permite que as medidas próprias proteção sejam aplicadas ecp a falar no artigo 2º não é excepcionalmente após os 18 anos né nos casos previstos em inglês nem é excepcional mesmo Olha que a gente tinha quando a maioridade civil era aos 21 anos e foi na época que está ligado nós tínhamos a questão da Guarda de filhos à guarda de avós tios aguarda dois Estatuto da Criança que viraram Durava até os 21 anos porque a maioridade é aos 21 anos quando acabou e a outra situação é a questão da da internação em entidade socioeducativa de internação até os 21 anos seu menino é autor de ato infracional quando a maioridade passou por 18 anos a questão da guarda já acabou Ele tem 18 anos a idade máxima do estatuto a idade máxima da Guarda acabou Então veja aqui com essa perversa que nós temos ela por mim o menino a gente já está tudo vale até 21 anos para proteger um lado e é o mesmo menino então é é assim a gente tem que ter criatividade mas não vamos fazer nada ilegal previsto na lei é possível mas ela é possível desde que previsto em lei ela não fala que ela Federal a lei municipal o serviço de família acolhedora poderá ser aplicado para meninos até os 21 anos até porque a 21 anos é Aí tá 18 anos ninguém tá pronto hoje gente então se ele puder ficar até 21 anos uma família acolhedora recebeste subsídios a família recebendo o subsídio do poder público né Nós vamos abrir muito mais possibilidades que os nossos meninos que o que a gente tem visto hoje que aqui em Campinas tem não é a os meninos faz no abrigo e vão para alguma é pública por uma residência inclusiva se for o caso se tivermos eu não tenho que não tem perfil para república feminino que não é causa de [Música] inclusive né e ele já está numa família acolhedora porque não ficar porque não continuar não é então você tem que romper esse digo por causa do do corte etário não é Então por que não vai ter esse corte mas aos 21 anos ele já vai ter mais quando você já pode estar no mercado de trabalho já pode estar no começo uma faculdade ou até terminando dependendo do curso que ele quiser não é com o apoio da família ah eu acho que desafios são dois uma até a lei municipal prevendo e o outro é as famílias querer não é porque a gente não se você visse para mim acolhedora a gente é se depara com o desafio maior que você tem que ter um parceiro essencials fundamental que é a família e ela é que vai mais ou menos definir o perfil da Criança e do Adolescente que ela quer e a colher também para a questão dos acolhimentos de longa permanência que eu acredito que principalmente nas casas lares a maioria que a gente tem hoje são meninos adolescentes alguns com problemas sérios de saúde grupos de irmãos de raças que não são as mais procuradas tradução numa idade que não é a mais procurada produção mas são crianças maravilhosas são crianças com potencial muito grande na equipe que tá no abrigo e de vão ficar e as Crianças falam para as técnicas não eu fico aqui até à maioridade não quer ir para família né então ela fica institucionalizada então nós temos que garantir para as crianças o direito de ser filho o direito de ter alguém que que ainda que ele saiba que não é a família biológica né Mas aqui tem aquele cuidado especial aquele cuidado exclusivo a diferença que nós vamos fazer da população enquanto juvenil da cidade é fantástica bom então são esses dois aspectos que eu teria para trazer aqui porque que além a linha boa mas nada que é tomou não possa melhorar não seria então a criação o outro problema é que a gente pode ver nos 21 anos é a questão da Vara da Infância sentir o que a atribuição da vara tem que fazer até os 18 anos a não ser na questão do ato infracional na área produtiva não 18 anos encerra processo tá encerra o processo judicial mas nada impede que a criança continua na seca adolescente no caso é continuando o serviço né não é a gente tira a criança encerra o processo aqui da gente boa o acolhimento aos 18 anos e a criança vai para o serviço de República ou residência inclusiva E aí não é mais falar da infância assim houver um problema se tiver alguma questão é correndo adulta né então não vai mais não Pedro não é e não tem problema judicial é Juninho Não tomasse inteiro mais que que Tutelar o menino não de autorização especial o menor de idade né para o menor de 18 anos também não na esteira o enterro gostoso daqui trabalhar que a gente tem uma sintonia fina muito boa nós falamos a mesma ali né já falava né Débora quando você tava no desculpa última deve ser um processo Tutelar é a gente já tinha essa habilidade e aqui a nossa aqui os Três Mosqueteiros 10 anos a gente já eu também tenho a falar mesma Google então é uma questão que ele tem falado muito nacionais Direct com os conselhos tutelares os STF se inscreve capas etc estatuto deixou bem claro no artigo 23 e e tira não se afaste a criança da Família pela pobreza quando só pobreza por a causa não pode afastar e nós temos que tomar muito cuidado que nós estamos trocando o nome da pobreza nós estamos tocando o nome de pobreza vaso né habilidade e para negligente Então a gente tem que prestar muita atenção como disse ajude a criança tem que ser afastada da família pelo riso pela violência não é quer dizer se você tem é o que eu falo para os conselheiros Deborah seja o grande missa você foi para sua casa se você não conseguir dormir por que você acha que amanhã aquela criança que você deixou na família pode morrer é caso japonês Agora se a mãe não vamos levando para tomar só não é bastante não era proposital para vacina não leva para escola sabe deixa a criança bem sem comida nós possamos ver qual é a régua que nós estamos medindo dessa família não é com a nossa régua não é com os nossos a nossa a [Música] bolsa os parâmetros para falar com a sua família tá em Julho a habilidade e a caixa japonês Então o que a gente tem que fazer que está tudo está falando e essa é também a minha proposta aqui eu já vou adiantar nós temos que dar condições para a família de Mateus filho então também propostas que eu tenho que eu quero ver se eu consigo trabalhar esse ano aluguel social eu já te dei as tratativas com o município nós estamos com esse projeto aí para os órgãos das Crianças atingidas pela orfandade até agradeço os vereadores aprovaram a lei ali da do benefício né é que nós protege né e assim tempo recorde e assim é um orgulho danado porque a primeira lei municipal no Brasil também aquela coisa toda o contente mas não Tô satisfeita porque a gente tem que ser para cada criança não para família mas parece que vai ter uma lei estadual nesse tipo então dá para a gente esperar um pouco mas assim o aluguel social para Famílias Nós temos muitas pessoas de família e as crianças estão sendo acolhidas ou em risco de acolhimento ou não podem voltar para a família porque a única questão que tá pegando e a Moranguinho Eu moro em lugares muito ruins né Sempre condições de habitabilidade você não ser pegar o curso de uma criança no acolhimento na Quanto custa uma criança por mesmo identidade já colhi Negro Se você já passar Metade dos para uma família você não precisa tirar a criança da Então a gente tem que dar dinheiro assim né aí tem que claro que ela tem a contrapartida mas a criança tem que ter dinheiro da família não vai vai dizer é e daí também terminando né tia a minha fala nós trabalhamos realmente eu aqui tá assim tu prefere ficar já me falou eu gosto de conversar com ela que ela tem bem olhar acadêmico eu já sou romântica eu já tenho a ideia do que vamos fazer como é que vai ser então não nós trabalhamos horizontalidade a rede ela é horizontal por isso que ela que a gente só vai cada um no seu quadrado cada um sabe o que faz não é E aí agora é de dente que tem alguns participantes da rede que tem o poder a mais de representação de processar município Mas a gente não precisa chegar nesse ponto aí eu pelo menos esse a última alternativa dá para a gente fazer uma tratativa tá um pouco mais de trabalho mas você vai se tornar um conhecido e tudo mais né durante a pandemia agora aqui eu tenho WhatsApp no seu da Rede Inteira então todo mundo acessa a hora que quer vai É sim já era madrugada para domingo feriado entendeu a gente tá aqui e a gente tem também o Instituto que foi colocado no estatuto numa fazer forma e para mim é o mais lindo que tem que já tá incompleto de institucional nenhuma nenhum equipamento resolve tudo sozinho não é para resolver então às vezes até eu até meio que brigo com todo mundo conseguir comércio eles vão para mim que a gente sabe da tragédia que é e principalmente Quem tá na linha de frente tá vendo ali a criança eu não tô vendo eu tô vendo um papel não e aí manda o pessoal não escuta o que a gente já fez a Eu não posso eu eu vou eu vou pedir para colher criança não porque aqui que já foi feito né Eu quero não foi eu vou fazer vou pegar o estatuto da criança adolescente batendo na cabeça da do pai da mãe não é é muito limitada ali não resolve nada não assim nem resolvi falei resolvesse alguma coisa que a gente não roubava não matava um pouco estava a mulher no próximo desde Moisés então assim é não é só lei nós precisamos de outros saberes trabalhar na infância muito gostosa por conta disso nós precisamos de assistente social e psicólogo e pedagogo dia antropólogos de uma série de outras outros parceiros para nos dar o panorama mínimo de como que é essa vida da criança o que que a gente pode fazer agora a lei ela dá uma diretrizes e principalmente nas políticas públicas que nós não tivemos além fica difícil não consiga mais difícil de você conseguir alguma coisa especialmente como a Débora falou se você é implica em destinação de recursos então eu acredito que Campinas a maior cidade do estado de São Paulo o que tem um per capita e o orçamento maior do que mundo estado do Brasil né Ela é merece da população de Campinas merece e tem já quer saber se não sou privilegiada dos recursos que palavra artigo 4º do estatuto eu já efetivos eu já ia ficar si mesmo para a população que pode ser então é e a gente pode começar pela família acolhedora aqui porque acha discussão Nossa cobra mas a gente tem que também criar mecanismos de se irritar na o afastamento da criança ou só mesmo por abandono né que é a criança deixava no hospital hoje mesmo acabei de entrar mas nunca mais voltou para ver uma família acolhedora para isso a instituição foi tentado tudo para a mãe primeiro e e daí e aquelas que não tem mesmo condições de voltar para a família então sejam criadas numa numa família acolhedora Então olha vereadores por favor olha para essa questão de seu criar a faixa de idade de permanência no serviço de família acolhedora e isso independe totalmente da vara não precisa de autorização da vara não aos 18 anos ele vai ser desligado do processo mas continua no serviço e [Música] implementação de mecanismos da gente aí eu não sei se é tanto da lei Mas a gente ia mais famílias o interesse em acolher adolescentes não são adolescente problemático é aborrecente nada de crianças que estão privadas cuidado parental Como já convenção da ONU muito bem cuidadas na instituição é o serviço de família acolhedora ele não exclui o serviço de acolhimento institucional é necessário e as Crianças duas geral são bem cuidadas na o serviço de acolhimento a gente também faz com a digitalização destes tempos presentes né mas não é mesma coisa que tá numa família não é uma coisa que ela queria comer a comida que ela mais gosta e a família fazer para ela não é a mesma coisa de não ter alguém que conta uma história para não sabe da menina que a mãe ensina como é que é sabe eu fico imaginando na época da menstruação não é para gente mesmo Amorim é tão importante você tem uma mãe uma presença de uma mulher Inclusive a sua para ensinar o menino também deve ter suas pessoas de uma figura paterna que é dele de referência às vezes um abrigo não tem não tem tantos homens tá então é nós vamos ter um salto de qualidade na nossa nossa futura geração ela que é isso que a gente acho que a gente trabalho eu estou Abraçando a possa estar sete anos eu não consigo parar Então assim porque a gente fala com chave se tem alguma coisa tinha passa por cima e então a senhora parabenizo a iniciativa dos vereadores parabenizo todos que tocam presente a Jane Parabéns especial pelo seu dia também a secretária completa bem parceira parabenizo povo de Campinas que elegeu pessoas interessadas na matéria soma parceiro brinco né só uma partida de peso que vocês têm aqui no Ministério Público propôs problemas né e encontre comigo e que a gente possa ter aí uma a lei aprovada né com bastante sucesso eu vou pedir licença vou desligar o vídeo eu vou ficar ouvindo que eu tenho que entrar no audiência agora assim 10 minutinhos mas eu já volto tá bom muito obrigado viu bom obrigada Dra Andrea nós agradecemos muita apresenta aí a sua fala sempre muito boa né receber quem ama a causa que eu já tive dialogando com Mariana param sobre essa questão de até 21 anos nós estivermos conversando lá na secretaria e eu propus isso eu também acho de extrema importância é [Música] a faixa etária ainda está contemplada né porque ele sabe que a gente que viveu né o dia a dia militou né ali vendo a realidade desses meninos dessas meninas né E a questão do aluguel social e também nas moradias de interesse social né em Campinas Eu acho que já falei isso lá na Câmara várias vezes digo e volto a dizer nós temos que ter projectos de moradias de interesse social mais projeto principalmente água posso pandemia muita gente não consegue pagar aluguel e tá de uma situação sempre pensando nisso as com crianças pequenas vão passar pontos nas uma colher essas crianças nós podemos fazer isso o polimento é situação de risco situação de pobreza assim né tem que tem que dar assistência aos resultados é o poder público assistir os necessitados né então nós vamos separar muitas coisas aí para não acolher O que foi não tinha como pagar aluguel e foi para rua com as filhas né toma providências também não sai Campinas mais após academia aí eu acho que no Brasil todo até no mundo né Muito obrigado autor Andreia né pela fala e agora nós vamos ouvir a Idelma Fernandes de Oliveira que é família acolhedora desde 2010 Idelmar eu sei o quanto ela ama o que ela faz se conhece aí não desse trabalho né Oi Larissa família acolhedora uma pessoa que eu sei o quanto ama o quanto se dedica a esse serviço dela muito obrigado pela sua presença né por compartilhar com nós conosco nessa tarde o que é ser uma família acolhedora né O que significa isso que só fala vai trazer mais pessoas né também receberam dizia adolescentes em breve levar até que estender né é a verdade aqui para que mais gente possa está na tua família contra os abrigos de forma alguma eles trabalham trabalham de forma séria e muito responsabilidade competência mas com a doutora Andreia Band se liga né nada como você tá dentro do seio de uma família uma figura paterna matéria e ainda que não biológico ainda que não serão os vão continuar com você na vida mas por um período para que você possa compartilhar disso em família é uma vida fica à vontade eu quero agradecer imensamente o convite fazer em mim e falar realmente algo que a mudança passo com toda dedicação eu sou casado com Kleber sempre fico estou avó de três anos que me levou a sua família acolhedora o amor ao próximo e também entender que como cidadã eu poderia fazer além do que estava fazendo na minha vida mas eu poderia ser útil hospedada serviço de acolhimento foi a forma que eu escolhi a exercer a cidadania e também exerceram amor ao próximo e eu ficar pensando no que a doutora André falou é um prazer imenso obirajara eu acredito que eu pudesse eu ficaria assim estaria Oi boa noite toda de tão extasiado Eu amo a Jane em adoro e o virado para Andréia também porque assim poderíamos ter muitos promotores o que desfere um profissional é o amor que ele não tenha naquilo que ele faz isso faz a diferença e é muito bom e pensando nisso veio também porque tem a família credora porque eu não tenho um poder aquisitivo elevado as pessoas que pensam armas para cuidar de uma criança precisa de uma condição de vida um poder aquisitivo elevado não tem mas eu tenho fé e acredito que é isso que norteiam o trabalho é isso que nós é isso que uma criança precisa naquele momento em que ela está fragilizado e que esperamos ter um momento rápido o que a gente diz sempre estou desde 2010 sapeca passo a partir da semana que vem ao conviver e por uma estratégia técnica e assim durante todo esse tempo a gente fala muito isso não sapeca é um excelente serviço muito de ter ficado todos esses anos de uma equipe excelentes profissionais dedicados e que também fazem a diferença por amar tanto que faz né onde eu aprendi muito e olha o tem esse olhar para criança então hoje a gente vê celeridade com que os processos andam né ela se empenham muito eu preciso são as cores de tudo aquilo que a justiça é demanda para que a criança fique comendo porque é esse o desejo Quando nós vamos a cuidar de alguém está naquele momento cargo eu digo que a gente eu sou o texto que levou Moisés ao destino dele e eu levo Pois é autoestima muitos Moisés já passaram pela nossa casa doce até agora e a gente coloca no bercinho a gente o combo somos ursinho texto conduz até o outro lado da margem aonde ele precisa chegar e a gente faz isso durante essa travessinha a gente faz tudo com muito amor e dedicação muito cuidado e muito resistente sobretudo a história e ao momento da cintura fina é nós temos muitos desafios uma família pessoa né e acredito também eu pensei em dizer isso já foi dito pela Doutor André não tem nada tão bom que não possa melhorar e hoje Campinas tem dois serviços acredita diferença mas ainda pode melhorar nós temos muitos desafios acredito que essa nova lei que está tramitando na Câmara parece pela provar não existe muita muita coisa aqui que deve ser mudado sim olhado e algumas outras aperfeiçoados não que foi colocado acho que ainda pode ser melhorado o primeiro desafio que a gente encontra enquanto tá melhor polidora desafiar nosso mesmo desafiar o nosso desapego desafiar Nossa identidade desafiar o nosso a nossa o nosso egoísmo parar de olhar só para nós e olhar para o Claro gostei aqui Leviana em dizer que quando a criança não deixa quando ela pegue o caminho dela não é um momento difícil é difícil assim envolve muitos sentimentos Mas eu posso afirmar que o sentimento que sobressai como a criança nos deixa é o sentimento de gratidão ao sentimento de entender nós auxiliar e para ressignificar muitas coisas da vida dela nós contribuímos para trás da criança das praias mais fortes melhor Preparadas e Que ela possa viver então protegida amada cuidada aonde ela ela hora agora né ela possa continuar tempo que ela tem aqui na minha casa o amor o cuidado EA proteção isso é eu é o que hoje estou prestar então a gente deixar guardadinho aqui no fundo né a saudade ausência E aí a pena que isso traz né pela ausência física porque eu digo as pessoas perguntam para mim mais seus vínculos o bico nos Spice porque eu vim para o amor e ele não ligou não eu dizer que e Eudes piso vínculo com as doze crianças é mentira preciso nunca vamos fazer e elas estão vivas aqui dentro do meu coração mesmo que não as isso né e eu fico e eu vejo que se tem a gente também o desafio de mudar a sociedade o nosso redor porque quando eu olho povo quando eu deixo de olhar só para mim mesmo eu levo o outro que estão ao meu redor também deles e eu falo que hoje a Ana Carolina sabe disso tem compromisso de levar o polimento familiar onde quer que eu faço o Pablo dele eu eu divulgo eu desejo vê-lo cada dia melhor cada dia mais próximo do meu desejo que mais crianças tenham esse cuidado essa amor e as coração na verdade eu penso que eu gostaria que não fosse necessário serviço nem institucional né mas como é que não desisto terminam não haja mais necessidade do André a questão de bebês vindo para polimento eu gostaria que não houvesse crianças Esse é meu sonho que eu não duvido que aconteça não né então a gente eu acho que a gente está contribuir com a sociedade ao invés da gente ir é só acreditar não é o braço que a gente precisa cobrar assim menu de todos os envolvidos aí nessa rede de proteção nessa garantia de direito mas a gente vai fazer a nossa parte porque é muito fácil cobrar do outro lugar cômodo de que não se faz nada então eu também tenho um papel nesse serviço de garantia de direitos também tem um papel nesta rede de proteção esse curso meu papel então como eu faço do meu papel isso não me dá o direito também que pedir algumas coisas de cobrar algumas coisas eu acredito que as paredes tem muito que melhorar ruim uma uma das coisas e a gente tem um pa é quando você tiver tem a entrada no serviço depois eu acho que quando a gente vai fazer uma entrada não é Sinhá adoção de uma criança é preciso uma série de documentos dentre elas uma avaliação social uma variação de um psiquiatra ou psicólogo da Saúde Mental de uma família e eu vejo que isso é muito importante então eu li né de lei e não tem isso nesse projeto eu gostaria de ter que a nobre vereadora se puder TVs propor uma Emenda para que isso não venha acontecer porque eu acho de extrema importância e da mesma forma quando uma família é quando o serviço não esquecer para avaliar essa família só não está mais o respondendo aquilo que ela se propôs é aquele que serviço precisa e ela também seja excluída mas de uma forma onde ela também a navegação fora do serviço também acho que a gente não pode também deixar as pau na mão do serviço de acolhimento até essa avaliação não chega a lei ela precisava de uma decisão judicial acredita e isso possa continuar acredito que o serviço possa embasar um relatório que fique social mas e a a justiça e a vale é sua família tem essa variação também e pensando nessa nessa questão do Judiciário com a chave seletora eu tô 12 anos no serviço e a gente nunca fazer uma troca com Judiciários no serviço de acolhimento apesar de todo o tempo que temos isso para o serviço nós não conseguimos que ninguém gostou de salário nos ouvisse se ninguém estivesse presente no serviço de acolhimento nos ouvir e para nos até para entendermos não é como é que funciona o diário no pequeno que a gente pode é porque um serviço de parceria com a doutora Andreia Dinis como solteiros então a gente gostaria de conhecer os nossos parceiros mais de férias e o judiciário para nós é muito longe é um parceiro e nós não temos as peças não parceiro muito distante de nós então eu gostaria até de pedir para doutora Andreia aqui é mediato isso na página e o solitário pudesse vou estar mais presente no serviço de acolhimento a gente enquanto família polidora né em outra coisa que a gente também aproveitando a nossa secretária você viu não é não abre vereadora Hoje eu tô aqui na piscina tô passando chapéu Jane Eu gostaria de pedir para nossa secretária aqui também o serviço público nos despe o melhor suporte né nós sabemos a a a criança com medida protetiva ela tem 5 dias úteis para ser atendido no Centro de Saúde negócio garantir para vocês que isso é muito difícil né temos uma bolsa e que essa bolsa não é suficiente também o aumento dessa bolsa isso não é mais assim essa bolsa não muitas vezes ela não contempla porque só houve situações em que a criança não podia esperar para um determinado exame não podia esperar por uma avaliação médica e a gente tem que puxar isso porque a criança para nós é o mais importante nossa família cenouras nós vemos o melhor interesse da criança sempre nós estamos aqui por ela mas abrimos nossa casa nossa vida por ela tem nenhum outro ferido a um ter esse Cuidado então nós nós temos muita dificuldade no acesso à saúde principalmente a essas crianças então não sei se de repente não for possível até por questões profissionais eu vou fazer a gente vai acessar o dia não tem um profissional pediatra que a família pudesse custiar isso e que o serviço público depois nos vem buscar e eu peço uma maneira a gente pensar aí não sei qual é né a maneira que a gente não poderia fazer mas se nos dessem o melhor suporte nós não temos esse suporte aí e na mata deficitário né E outra coisa eu acredito também como ator André falou a família de origem na família da cidade não é melhor trabalhar muitas vezes gente a criança retirada por um momento que aquela família está passando e ela começa esse uma violência né contra criança e ela é retirar Só que essa família e muitas vezes não é trabalhada adequadamente essa criança volta e novamente elas sofrem uma violência nós temos casos da polimento por duas três vezes na mesma criança e por que isso hoje nós fazer um sapeca nós não temos pedagogo né quando fazemos reuniões de família das pessoas nós estamos pedir para voluntários cuidar das crianças que nós não temos um Stories para cuidar dessas crianças né então assim é preciso que eu já fui para a imprensa e todo mundo espago pedir profissionais com essa peca ficou durante um tempo sem profissional para trabalhar então isso é muito difícil ele tá eu gostaria de se olhar e fala muito mas a gente precisa de procurar mais preciso de uma estrutura para isso então eu acredito que esse essa questão do aluguel social essa questão de repente de uma bolsa essa criança a criança vai para o meu tio já tenho uma situação financeira GPS sem aspirina ela tem amor ela tem carinho ela tem desejo mas ela não tem condição financeira então é preciso de olhar para isso sim né e é muito melhor de mim que você fornecer a mesma bolsa que você fornece para família acolhedora para estar em família do que ela está comigo né seria muito muito melhor ia dizer para doutora Andreia aí que é Um Desafio essa questão de aparentemente adolescentes e voltou com Amor fecha muito comigo abre e eu acredito que eu gostaria de um dia para o pai se desafio aí né ele agradecer muito muito muito oportunidades para cima toda oportunidade que eu tenho de falar com você como talhado que para mim O que são muito importantes palavras nossas crianças e eu vejo isso é eu sou Mãe estou mamãe leoa extremamente é uma semana eu falo que eu já me aposentei e aqui tem que eu possa ser mais 24 horas e eu ficar mais amo e eu gosto disso de ensinar valores Fábio de ensinar educação princípios eu ia falar eu tive uma criança aqui com quatro anos a gente ensinava comer de graça e paz e aí quando ela voltou para a família assim para mim nossa mas ela voltou com mania de riqueza porque para eles né totalmente diferente então eles vão isso não fala assim que a gente possa ter mais amigas e assim você que está aí e crítica ou do serviço público e disse que o Conselho Tutelar não faz nada eu judiciário não faz nada e os vereadores não fazem nada eu quero te desafiar o que você faz se você tá o conjunto da nos aí vem fazer o quê de melhorar as nossas crianças amar amar amar sem medida e sem pedir nada em um amor incondicional bem a Mack amor faz bem nem fui obrigado a todos vocês virgem Obrigado lazer E aí bom obrigada Idelma eu falo que é uma situação que eu eu não sei se eu aguentaria ir embora a sinceramente eu fiquei impressionado mas eu anotei e o Idelma se você gosta sua depois a gente vai conversar conversar com Paulo também a gente poder estar fazendo a condição discutindo isso com a secretária né com a o pessoal da Rede acho que é sempre bom trocarmos ideia né quanto à avaliação psiquiátrica e psicológica para fazer parte do serviço eu já tinha conversado com a secretária nessa reunião que tive com ela com a Mariana agora para sair para ser excluído Eu não eu não tinha proposto isso não para mim foi novidade porque eu nem não sabia como que era feito isso também mas eu vou prometo que eu vou é um serviço sobre isso a doutora Andreia pediu a acho que ela quer dar uma uma resposta para você né alguma pergunta que você fez doutora Andreia por favor perguntar Obrigado Débora Então você tem toda razão eu não posso falar pelo Judiciário né Mas como que funciona essa questão da acompanhamento das famílias acolhedoras não sabemos direitinho que eles são sabia até porque o judiciário é da Guarda né para você se tem uma guarda correlação de Tiago e ele tem uma a postura do juiz é diferente da do promotor porque o juiz é o que vai decidir então se tiver uma questão que pode acontecer de envolver uma questão envolvendo uma família acolhedora é é o juiz no caso aqui é uma juiz agora né que vai decidir então o juiz prefere e até aconselhado que ele se mantém eu não posso só lamento mais neutro porque senão ele pode se envolver e depois ele não vai ter condição de exercer aquela função e receptiva com ele que a decisão então se ele se der depois que ele pedindo o suspeito porque ele tem um relacionamento mas é pessoal mais próximo da família acolhedora é vai ter que ir para outra juiz decide então às vezes é melhor que a gente Mantenha o juiz na função dele não agora isso não quer dizer que ele não está sabendo que tá cochichando agora para o lado do Ministério Público nós temos Agora em março por exemplo a gente vai fazer ficar os novos abrigos Acabei de passar hoje cedo aqui a minha planilha de datas de fiscalização de todas as idades inclusive as entidades de família acolhedora orientação que a gente não fazer porque quem sou eu para entrar na sua casa e Delma e ver sua casa tem condição de criança não se você faz isso é o serviço então a gente confia para o serviço essa essa função de apurar a capacidade das famílias está indo bem o acolhimento É tem algumas pessoas que a gente que às vezes acontece né então é o próprio serviço o que que vai fazer agora você me deu uma boa ideia nada impede que eu possa pedir para o serviço para a gente se reunir aí com as famílias que estão lá comigo né ou até e estão ansiosos mas estão habilitadas e a gente marca aí um dia uma conversa para esclarecer dúvidas que vocês tenham né de como que é feito um é que faz ou não faz né é a família acolhedora você eu adorei a sua é a metáfora assim que você sempre tem um cestinho que leva o Moisés né quer dizer o certinho Ele não sabe para que lado vai o Rio e acredite do outro lado de lá quem é que vai está esperando da onde que esse menino feio não é que a gente se você é esse fio condutor mesmo é às vezes até a família você já tem contato com a família biológica assim é quanto mais é talvez quanto menos informações a família tiver no processo é do que que vai acontecer com a criança eu acho que menos sofrimento pode dar para família também né agora isso não quer dizer que essa mulher tem que ficar no escuro né ela pode através do serviço de acolhimento e solicitar o reunião com a gente às vezes audiências nós já tiveram no caso de audiências aqui com as famílias presentes lembro de uma só que a família acolhedora feito contato com a criança que tinha ali algumas necessidades especiais Então é isso pode acontecer mas no no ambiente oficial é dentro do processo uma coisa que você tanta criança com a família não é como a família biológica também porque a gente tá a nossa briga nossa luta é para que a criança volta para a família biológica então É mas é que você me deu uma boa ideia vou ver se eu acerto com o sapeca e com conviver nessas visitas agora no próximo mês é o Abril eu a gente faz aí o bate-papo com as famílias aí você vai ser o quem sabe entendeu para saber de toda forma promotoria das ordens a gente tem sempre as horas e vou deixar aqui no chat o Império da promotoria qualquer coisa aqui que tiver a gente responde assim que tem que dar a gente responde eu não deixei você vir mas eu não vou fazer vou eu uma reclamação por exemplo que uma família tem a fazer para mim eu passo para o serviço tá acontecendo isso o que que você tá é aquela história que a Jane eu falando quer dizer que cada um no seu quadrado eu não sou serviço de acolhimento então eu posso eu fiscalizo mas isso primeiro vai me dizer o que que é que tá acontecendo Obrigado Débora a Eu que agradeço Doutor André Doutor André sem querer não só ela não é uma coisa que eu sempre admiro muito os dois promotores da infância é Doutor André Doutor Rodrigo são são sempre viu Delma sempre muito acessíveis sempre tiveram o galo muito aberto para gente lá no Concelho e deu certeza aqui muito aberto disponíveis para ouvir para conversar vocês podem nossas famílias podem conversar com eles também mas achei ótima ideia tenho certeza que é claro a Zezé o pessoal ver como o sapeca vão fazer essa essa troca aí de uma reunião né para vocês conhecerem conversarem [Música] também vários isso né agora não é em Jeremias que a coordenadora setorial da proteção social de alta complexidade para crianças adolescentes e Zeca muito tempo né nesse serviço Zezé também com a Jane André muito dedicados e conhecem muita profundidade esse serviço e esse assunto ela também nós vamos ver com ela a Érica Cristina Ferraz Ribeiro do conviver e a Ana Carolina Pereira são as coordenadas a Anna é do sapeca poder adoras nesses dois serviços de acolhimento familiar eu vou deixar à vontade viu ideia Érica e a Ana para vocês falarem na se colocarem como vocês organizarem aí como vocês preferirem tá bom depois a Jane também quer dar uma palavrinha na jane mas não falando com a gente também e não Zezé eu vou chamar de Maria José fica colocar pode chamar de Zé eu não consegui são nenhuma que me chame de vereadora também quero deixar claro para você ele é Débora né a gente está gastando tempo junto ele é Débora eu não faço sempre falo para todo mundo é eu sou a Débora Vereador eu estou fica à vontade de Zezé obrigada Débora então né aproveitando da intimidade que você nos dá quero mesmo chamada de Débora obrigada pelo convite agradecer também ao vereador Paulo Búfalo os demais vereadores presentes a Secretária de Assistência Vanderleia né que a minha secretária da política pública na qual eu já trabalho há mais de 30 anos é tenho que dizer é um prazer estar também com a doutora Andreia e a doutora Andreia disse que nós somos os Três Mosqueteiros Doutor André Então eu quero dizer que eu prefiro ser o dartanhan tá bom Eu sempre gostei mais dos Três Mosqueteiros desenhar eu sou forte que eu gordinho palavra que eu não pensei nisso hein a Jane né minha minha arte de longa data já falando da história e eu fico agradecido a Deus por que eu vou me vendo nessa história nem a gente lá no cnpc ainda quando eu estive coordenadora do Abrigo normal e nós conversávamos sobre o acolhimento familiar naquele momento Maria Helena barbet e depois de um colágeno Então isso é motivo para me indique bastante honra mesmo agradecer a Rê a presença da Ana Carolina da Érica apresentar a Raquel Nascimento nem precisa apresentar né Raquel é que é o conhecido aqui de todos nós mas a Raquel é assim social o técnico da alta complexidade e ela faz a gestão operacional dos dois serviços de acolhimento para milhares e de outras modalidades que eu vou falar aqui e também quero falar da Vera Regina Almeida que é a outra coisa técnico da da complexidade não está conosco nessa reunião mas com certeza sim Vera e sem Raquel meu trabalho não seria perfeito Tem certeza que não é mas não teria Com certeza a o alcance que tem se fosse apenas eu executando então quero agradecer acho que já agradeci a Érica mas na pessoa da Érica a parceria com a guardinha e nós costumamos dizer a uma instituição e muitas vezes atuou como incubadora para novos projetos novos serviços do município é queria ir conseguir o desenvolver Oi e a ideia é uma né que hoje representa aqui família acolhedora ela esposo Kleber e com certeza é meu acolhimento às crianças e adolescentes que já passaram por eles sempre foram muito bem fez muito bem acolhidos e eu agradeço a ela e na pessoa sua e dela todos aqueles que se dispuseram ao longo desses 25 anos já que tem uma cor alimento familiar em Campinas todos que já se propuseram é esse Desafio o que é realmente um desafio é Um Desafio envolve muito compromisso envolve muito amor as pessoas às vezes e com preocupadas em acolher em sua casa uma criança o adolescente que elas nem conhecem e um dos argumentos é esse eu pegar amor eu costumo dizer e não somente eu mas todos que aqui estão e é necessário pegar amor um seria possível com a colher na sua casa uma criança uma pessoa se você não amar então é necessário amor a gente espera assim que tenha amor e vai ser doloroso talvez depois no momento do desligamento mas esse amor também esse essa dor que vem junto faz parte desse processo né faz parte da vida mas as crianças e os adolescentes Elas sempre querem a sua família então é importante é que dizer né que nós trabalhamos isso já foi dito algumas vezes aqui nós trabalhamos para garantir a convivência familiar e Comunitária o alimento familiar a diria que mais do que as outras modalidades é a modalidade que consegue assegurar convivência familiar e convivência comunitária hoje e ontem conversando com a equipe Raquel orçamento bastante isso né Raquel que realmente uma com elemento familiar é o que tem mais vezes nesse sentido mas o princípio do nosso trabalho um a reintegração da criança sua família de origem nós nunca trabalhamos para que a criança permaneça em acolhimento familiar Ou em acolhimento institucional nós trabalhamos para que ela retorne a família dela que ela que disse para ela quer ao longo destes anos que eu trabalho com alta complexidade e hoje a trabalho desde 93 me afastei por um período de sete anos e mais e depois retornem no final de 2007 em todo esse tempo eu nunca conheci uma criança que não desejasse voltar para sua família de origem para os seus pais né para quem cuidava dela eu acho que ela tivesse sofrido alguma violação naquela família o desejo dela era retornar claro que nós profissionais precisamos ter discernimento e conhecimento técnico também para conseguirmos avaliar que aquela família poderá oferecer cuidado e proteção para aquela criança e também aqui é importante dizer que não trabalhamos não temos né é bola de cristal me fala dessa forma até coloquial nós não temos bola de cristal quando o nosso gerino ao judiciário e no encaminhamento ou quando nós dizemos da possibilidade ou da impossibilidade da reintegração familiar nós não temos uma bola de cristal que nós temos são indicadores de que aquela já que aquele encaminhamento pode ser naquele momento o melhor as muitas vezes é naquele momento mesmo né Nós estamos falando de de um retrato de uma citação naquele momento e no futuro muitas vezes ou muitas vezes não se eu tivesse muitas vezes estou sendo injusta né mas em algumas vezes o desfecho acaba sendo o retorno da criança para encontrar o acolhimento isso pode acontecer que já criança indo para a família nuclear né pai e mãe ou para a família pensa que são os tios e os avós algumas vezes ela vai para adoção e não dá certo e essa criança retorna então Nenhum de Nós realmente pode prever o futuro nós trabalhamos com indicadores e e nos dizem Qual o melhor encaminhamento e esses indicadores são construídos por profissionais a partir de estudos e acreditam temos competência técnica para isso embora muitas vezes nos deparamos um o insucesso daquele encaminhamento isso nos frustra também quando o fruto uma a qualquer um e aí a gente tem que retomar e e rever e reconstruir né mas antes até de me deter Nice eu quero falar um pouco da rede de Campinas na rede de serviços da alta complexidade o anotei aqui peço ajuda da Raquel super Ventura eu errar algum Campinas hoje tem em abrigos institucionais com capacidade então para acolhimento de 210 crianças e adolescentes temos 16 casas lares para crianças e adolescentes então principalmente grupos de irmãos vão para essas 16 casas lares são causas o máximo 10 crianças e que são cuidadas por mães e pais sociais em temos uma casa lar para meninas grávidas ou com filhos né adolescentes grávidas ou com filhos temos uma casa de passagem que é a porta de entrada para o acolhimento institucional ou familiar temos os dois serviços de família acolhedora dos dois aqui presentes né sapeca e é o serviço público e o conviver que é um serviço executado em parceria com a associação Oi amiga amanhã conhecida como o guardinha temos duas repúblicas para jovens de 18 a 21 anos então são 29 serviços de acolhimento para crianças e adolescentes temos um serviço complementar de apadrinhamento afetivo em também assim como família acolhedora são as pessoas ou famílias voluntárias e sente Espanha apadrinhar uma criança ou um adolescente podendo levá-las para passar o final de semana férias enfim períodos combinados com a equipe técnica que executam esses serviços Ah e ainda se Campinas tem ainda um abrigo para mulheres em situação de vulnerabilidade e risco onde elas podem ficar acolhidas com seus filhos Esse é um abrigo sob gestão da Assistência Social temos a Casa da Gestante para mulheres gestantes de como o próprio nome já diz que podem ficar acolhidas com seus filhos e que está sob a gestão da Secretaria Municipal da Saúde e é temos alguns projetos eu gostaria só de falar de um deles que é o projeto família Guardian subsidiada é um projeto hoje no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente mas que tem sido Desculpa assim tomar Débora tem um galo eu tenho cachorro não encostar aqui a quarta correntinha com E aí os desafios né que a bandeirinha nos trouxe e foi trabalhar às vezes online e e os sons e os livros que vem junto então esse projeto ainda o aparelho do família Guardian subsidiada e é um projeto que assim que for implantado como serviço Ou melhor como programa Vai possibilitar repasse de subsídio financeiro para a família extensa e Viera a ficar com a guarda das suas crianças e adolescentes em acolhimento particularmente um projeto que eu acredito muito nós temos discutiremos empenhado na sua contratação deverá passar pela câmera né porque vai precisar de uma lei municipal mas que acreditamos vai possibilitar o aumento das reintegrações familiares a medida em que e os avós poderão ter esse é a mais né para poder me cuidar das suas crianças Então são projetos são discussões que nós vimos fazendo né bom além desse trabalho da rede Campinas tem um forte trabalho em rede para evitar o acolhimento de crianças e adolescentes a importante que se diga isso nosso trabalho ele não pode ser para acolher Mas ele tem que ser para evitar o elemento um isso que nós temos entrado força vendo um trabalho preventivo muitas vezes até mesmo de uma intervenção já mas sempre na perspectiva de que o acolhimento institucional ou familiar seja a última medida a ser adotada ela nós temos o GT achar o GT não é um grupo de trabalho Inter proteções II reúne a proteção básica e são especial de média e alta complexidade discutindo fluxos discutindo procedimentos para evitar o acolhimento e nós estamos agora finalizando a construção de indicadores para reintegração familiar indicadores São perguntas que os profissionais precisam se fazer e que vão indicar se aquela família da afta ou não para receber a sua criança adolescente de volta então indicadores para reintegração familiar e também construímos né e conjuntamente indicadores para alimentos então quando um serviço uma rede identificar uma criança é uma adolescente está numa vulnerabilidade e risco a mãe talvez por mini com acolhimento deverá Preencher esses esses indicadores EA rede a chamada para discussão e aí então nós vamos avaliar se realmente é o caso de uma polimento ainda a estratégias que podem ser adotadas ainda a perspectiva digitar né desde 2012 nós discutimos e elaboramos através de um grupo de trabalho chamado GT maternidades alguns aqui participaram dos e vi a vereador a Débora né participou conosco do GT maternidades e reunir os serviços da Assistência Social saúde educação e as três principais maternidades de Campinas e através desse trabalho nós elaboramos um protocolo chamado protocolo de intenções e prevê fluxos e procedimentos para evitar o acolhimento de recém-nascidos isso porque até 2012 os recém-nascidos eram acolhidos diretamente das maternidades e os momentos em a recém nascidos aguardando vaga para curiosos e nos incomodou profundamente né Jane já fala sobre isso pouco nós tínhamos assim bebês brotando da terra indo para acolhimento então nós faltamos de um número de 18 alimentos de recém-nascidos em 2013 quando o protocolo foi assinado depois ele foi revisitado e em 2019 atualizado nós plantamos então de 18 para a no ano agora de 2021 nós fechamos com cinco alimentos de recém-nascidos tivemos é se não me engano Raquel pode ir corrigir aí no número mas nós tivemos dois ou três acolhimentos de mães que desistiram do Poder familiar ainda na maternidade né Aí é um outro caso e aí houve uma desistência mas que também compreendemos como e de coragem e de amor uma mulher que reconheça eu não consegue oferecer cuidado e proteção e ela coloca para quem na outra família possa fazê-lo nem tão de maneira nenhuma é algo para nós recriminar mas mas eu admiro E aí nesse cenário então nós temos os dois serviços de acolhimento familiar os até que conviver o sapeca plantado em 1997 ainda como programa depois em 2004 a política pública né que foi que a Jane já nos ensinou mais uma vez e os até o tipo conviver em 2006 Então são 25 anos já de acolhimento familiar primando Por garantia de convivência familiar e comunitária e esses dois serviços a partir das diretrizes da ONU e depois da lei da primeira infância priorizaram o acolhimento da criança de zero a seis mas desde o início eles estão para 0 a 18 acho que é importante ressaltar em menos dois serviços estão abertos e preparados para o acolhimento de crianças e adolescentes de 0 a 18 anos entretanto para priorizarmos então que diziam as legislações e as orientações da ONU nós focamos o nosso trabalho por um período em acolher crianças de zero a seis isso porque os abrigos tinham muita criança nessa faixa etária bom então até que nós esgotasse mos e todas as crianças de zero a seis estejam sozinhas e agora já Desde o ano passado começamos a colher também grupos de irmãos eu posso dizer hoje mais tranquilidade e as crianças da primeira infância estão em acolhimento familiar um outro caso que pode não estar dependendo da especificidade e quando ela papai está em grupo de irmãos que será levado em conta também ao vivo dela com os irmãos muitas vezes vai ser danoso para aquela criança a separação do grupo E aí então no ano passado quando a gente olhou e todas essas essa faixa etária já estava na polimento familiar nós começamos então no trabalho de buscar famílias acolhedoras para crianças acima dos seis anos de idade hoje nós temos algumas já acima dos e isso obviamente traz desafios não só para as famílias acolhedoras mas para as políticas públicas então nós hoje que estamos lidando desafio a educação porque se nós acolhemos mais bebês obviamente não tinha que elas dificuldade de Wagner escola de escola mais próximo né que agora nós já estamos lidando com essa com esse desafio e já dialogando com a gestão da Secretaria Municipal de Educação na buscarmos então equacionar essa questão né as escolas conhecerem o acolhimento familiar entenderem O que significa uma família acolhedora ter em sua casa uma criança e obras e a gente no pretende eu quero falar isso com cuidado né não é porque ela é uma criança em polimento familiar que necessariamente ela vai passar na frente de outra e não se trata de né mais de construir políticas públicas e dar ao acolhimento familiar o lugar e ele tem no Município e dentro da política isso também já vinha de longa data sendo discutido em relação ao acolhimento institucional avançamos né porque nós temos mais crianças em acolhimento institucional do que em família acolhedora dão isso já vinha avançando com a secretaria de educação mas agora também tá vendo um olhar especial para o acolhimento familiar e dar uma coloca as questões ligadas a saúde e muito pertinente também a Secretaria Municipal de Saúde tem uma gestora da área da Criança e do Adolescente na saúde e também já vem discutindo conosco as questões referentes ao acolhimento familiar e até e foi proposto né no pusemos um documento ainda em discussão por isso que ainda não foi apresentado as famílias acolhedoras nós estamos discutindo esse documento para que as famílias acolhedoras possam apresentavam as unidades de saúde e também os serviços de acolhimento familiar conversando né com os coordenadores na rede de saúde Agora nós estamos falando de um município de um milhão e duzentos né habitantes são em números de unidades de saúde são cinco territórios então é muitas vezes a resposta que nós temos uma resposta tão rápida Mas é uma resposta cuidado e cuidadosa para que quando podemos então socializar esperamos né E você já exitosa seja bem-sucedido no vídeo de um olhar aqui para ver se estou perdendo alguma questão aqui da nossa discussão né Eu acho Débora Débora já os que estão aqui comigo nessa discussão nosso trabalho é um trabalho ardo e logo com certeza nosso Desejo também era não precisamos estar aqui para discutir o acolhimento mais discutimos ações preventivas para manter as crianças com as suas famílias e eu penso que esse deve ser o nosso nosso nosso foco nos transforma discutimos cada vez mais estratégias ações preventivas políticas públicas que garantam a permanência da criança na sua família é um plano nacional de convivência familiar e Comunitária Campinas tem um plano Municipal de convivência familiar e Comunitária eu já vez de 2011 e que já está sendo o rádio para fortalecermos realmente as ações eu tenho certeza que são compromissos da Secretaria Municipal de assistência social e é a secretaria EA política pública do meu orgulho de fazer parte uso diário Dra Silvia doutora Andreia parceiras nesse sempre abertas para dialogar e construir Fico muito agradecida de doutora Andreia poder dizer o quanto respeita a avaliação das equipes técnicas e dá voz às equipes técnicas e com certeza eu também tenho tido a morrer estar à frente da alta complexidade mas sempre com o compromisso o respeito de dar voz e da respeito a essas equipes técnicas e Obviamente as famílias acolhedoras o acolhimento familiar ele não existissem as famílias acolhedoras e as famílias acolhedoras não existem sem os serviços de acolhimento familiar a esse eu posso dizer é uma parceria mas que tem que ser realmente de um compromisso de um respeito de ambas as partes porque eu não só existe por conta do outro e todos nós existimos por conta da Criança e do Adolescente né então a câmera através da Comissão da criança adolescente que vereadora representa né presídio nesse momento tem aberto esse espaço e eu agradeço e cada vez mais nós tenhamos esse espaço para dialogar a Jane e agradeço minha minha parceira eu quero dizer Jane você nem se lembra mais uma vez lá nos índios né Melhor nem falar e nós nos sentamos numa um café ali próximo da prefeitura E estávamos conversando e já me falando o acolhimento familiar e eu falando das minhas angústias naquele momento eu trabalhava no abrigo nisso Oi e aí ela me confortou a menina me consolou e eu nem imaginava que alguns anos depois nós trabalharemos novamente juntos né Eu quero dizer que essa angústia ainda tem mas é uma angústia boa porque o que me move eu acredito que morro a cada um de nós aqui direta ou indiretamente é o amor pela criança adolescente é mais do que um trabalho profissional é uma militância que os móveis eram nós temos uma militância um comprometimento a política da Assistência Social acompanhei a evolução porque o trabalho antes do suas e acho que nós estamos no momento de muita maturidade através dos Bolos apesar de todos os riscos que essa política é ocorreu e vem ocorrendo nos últimos anos mas temos aqui profissionais defendendo o suas e lutam por ele também trabalhei no final o código de menores e iniciei a cueca né estamos até hoje não é então eu também fico muito agradecida por essa história e nos permite que dá a cada um de nós aqui uma autoridade para falar desse tema que nós estamos falando né eu não quero me estender Eu acho que já já botei mais de novo meu agradecimento agradecimento especialmente a Ana Carolina A Érica eu não falei demais mas se vocês quiserem ainda contribuir com alguma Fala por favor ninhos e podem falar e a Raquel e a Vera que são R os pilares da gestão da alta complexidade ligação on Vou ligar para o Zé muito importância de ouvir você de José sabe o quanto eu admiro vocês todas uma coisa que eu sempre penso né e eu sempre agradeço a Deus aqui em Campinas nós temos aqui pessoas que realmente não mão a criança e o adolescente não estão nas funções só por obrigatoriedade do cargo mas a gente ver aqui ali brigamos a gente de bateu firme tudo mais por amar as crianças sempre procurando defender aquilo que a gente acredita acreditava que fosse o melhor interesse deles acho que isso faz muita diferença aqui em Campinas né na em toda essa essa rede de garantia e proteção da criança eu beijo claro que eu vou mandar eu pensei que São Paulo família principalmente falar com o e sempre exposição essa comissão para debater os temas né que envolvem as crianças e adolescentes em políticas públicas é melhorem a vida de nossas crianças e adolescentes das famílias o motivo de eu ir parar na Câmara Municipal foi foram as crianças adolescentes e o amor que eu tenho por ela e não é fácil com a Zezé falou trabalhar não é fácil nem sempre a gente acerta e muitas vezes a rede toma que às vezes a gente erra também eu lembro no conselho também a gente rápido com seres humanos mas com certeza sempre sempre achando que aquilo fosse o melhor para criança ou para família naquele momento só tenho certeza que a gente sempre muito e agora nós temos que eu concordo plenamente José Esse é o conselho o investimento mas isso deve ser na proteção base o tanto na saúde quanto da assistência com mais grave com as estreias né é a saúde com mais em saúde a educação que mais cresce né porque tudo isso é a proteção básica E é isso que também irá diminuir o número de acolhimento e eu também torço para um dia a gente não tem mais acolhimento não tem mais Conselho Tutelar e quando não tiver mais violação do direito nunca mais Conselho Tutelar é quando não tiver mais necessidade de acolher crianças Assunção do serviço de acolhimento mas é é um sonho Muitos dizem que é o ia mas você não se todos os dias não tá para isso sempre Paraíso sempre até onde eu puder lutar vai ser sempre foi isso Eu acho importante também nós falamos aqui nessa reunião e não é um crime entregar um filho para adoção né uma mulher quando ela não se sente em condições de exercer à maternagem né adequada lá naquele momento ela não quer aquela criação não nós não existe julgamento para ele ela pode ir e até Assistência Social da Maternidade o Centro de Saúde o que profissional do prazo mesmo tempo social e falar que ela não quer Aquele filho que ela quer entregar para adoção a seguir a ser Não é isso não é crime será acompanhada por uma equipe social psicólogo para Aquilo é uma depressão um desejo momentâneo mas se depois ela realmente eu não quero essa criança ela pode entregar com tranquilidade sem cometer nenhum crime isso é importante a gente deixa Claro nessa nessa discussão e também é um e essa comissão é está aberta para trazer temas começo de hoje né nada visibilidade a rede de proteção à Criança e Adolescente hoje nós falamos sobre sua mulher acolhedora a as famílias as pessoas que ouviam nos ouviram que se interessaram né e querem fazer parte desse serviço sistema combina acolhedora onde está procurando podem estar procurando conviver se vocês digitar hein vocês vão achar isso não me liga procura liga no gabinete meu O do Paulo região na frente passar todos os contatos para que vocês possam se fazer parte desse serviço que eu acho extrema relevância da daquilo que falou que eu acho que pode Jane e já vou fazer para vocês um e o que é mostrar a Esse estudo neurológico né do que acontece acontece o desenvolvimento neurológico de uma criança e retirada na família e lembrar sem né que a última medida é a retirada da criança da família não é a primeira equipe pobreza não é e não pode ser nunca motivo de retirar a criança pode ter ser tirada quando ela tiver em risco e risco eminente a doutora doutora Andreia era sempre muito firme com a gente ele não consigo todos os dias a gente achar que aquela criança que a gente for para casa achando que ela tá correndo risco de vida aí a gente já comi é porque é muito traumatizante para uma família e uma criança é esse apartamento eu posso dizer como o ex-conselheira Não pense que a gente gosta de fazer isso o filme para mim sempre é pior o pior dia a pior medida foi quando a gente sempre retirar uma criança mas eu deixo assim essa desafio da metrô de fazer aí algo conversar na comissão sobre os apontamentos foram feitos aqui hoje com a lei o que vocês precisarem da gente para apresentar na Câmara essa comissão e tenho certeza que não São Paulo e eu mas a Guida o marrom todos os vereadores estão aqui para colaborar tá e para que a gente possa mesmo avançar políticas públicas para as nossas crianças e adolescentes e eu falo em toda reunião e não vou deixar de falar hoje deve ser prioridade absoluta absoluta prioridade na destinação de recursos nas políticas públicas se a gente quiser ver uma cidade melhor e mais justa para todos os e agora vai assim é mais uma para lá pediu depois a gente vai abrir para Paula e para quem quiser mais falar em despedida tá bom Jane Por favor fique à vontade é muito obrigada a vereadora eu tenho... Que eu esqueci de falar na minha fala e acho que é importante nós formamos hoje do Brasil uma coalizão Nacional pelo acolhimento familiar já deixar muito claro e é uma política tão nova e que ainda estamos no aprendizado imenso e ela traz hoje uma questão de que não chega a cinco porcento o número de crianças hoje acolhidas em família acolhedora uma última pesquisa do ipea o ano passado dentro da avaliação que foi feita do Plano Nacional de convivência familiar e Comunitária que aliás Campinas foi uma e uma dos municípios-sede o essa variação no nosso seminário internacional de família acolhedora em 2019 anos foi 19 né Hinode 2019 e hoje a coalizão Nacional ela vai lançar e o site já até já tem um site né da coalizão pela pelo família acolhedora e ele vai ser lançado oficialmente Brasília Fazemos lá agora de a 15 de Março Adriana Pinheiro também foi a PEC aposentada hoje foi uma das responsáveis nos juntas e com outras pessoas descrevemos um guia de 6 exemplares de como operacionalizar os serviços de família corredor e serão e hoje a gente tem esse juntado o CNJ e cnmp Andreia tem acompanhado bastante nisso Acho que depois de ter Andreia pode falar ou eu falo agora Net imensa admiração pelo pelo MP brasileiro que acabou de Assumir o compromisso de que todos os promotores cobraram dos municípios que não têm a prioridade do acolhimento familiar passará a ter já passou a ter né Essa cobrança a parte do Ministério Público Então essa coalizão ela tem para nós o objetivo de ampliar 25% para vinte por cento no 14 anos o família corredor eu queria contar isso queria contar que Adriano e eu estamos hoje fazendo parte de uma pesquisa mesma pesquisa de Harvard que foi feita na Romênia está sendo feito em São Paulo para fazer a questão de Uma Família acolhedora do acolhimento institucional e da criança que viveu de nossa família nos mesmos moldes na no município de São Paulo e nós duas estamos formando desde o início serviço de família acolhedora e vai acolher as crianças dentro desta pesquisa com os mesmos pesquisadores de Harvard estão presentes junto com o Instituto penses Hospital Sabará de São Paulo Vitor Andreia sábio Dr Paulo fadigas né toda a equipe que estar junto com esse professor e bo e eu esqueci três essas três informações Débora que eu acho que essa última é muito mais próximo de nós e eu faço parte hoje como pesquisadora colaboradora do Núcleo de Estudos de política pública da Unicamp dentro do Observatório da Infância e da adolescência da Unicamp ir lá nós estamos já foi aprovado já tivemos a nossa primeira reunião Nós estamos montando um programa de Estudos em acolhimento familiar e teremos um Simpósio Internacional em abril de 2020 e três trazendo pro nosso município já tivemos duas emendas parlamentares para esse simpósio Ainda precisamos continuar buscando os recursos necessários o que queremos fazer um simpósio gratuito simpósio esse que vai ser o primeiro do Brasil onde vai ser aberto para apresentação de trabalho é que a gente começa a fomentar o estudo né do do família acolhedora mais próximo de resultado eu acho que tudo isso outra Andreia tem estado muito junto da gente olha né que eu acho que isso é importante decidir eu vou rapidamente só pontuar algumas questões que acho que nós tivemos aqui na descrição algumas a sala da ideia uma outra na questão da Zezé e eu começo de Zé dizendo que a angústia gera método isso eu aprendi na minha vida tem não é angustiado não faz nada tá então que a gente possa transformar as nossas angústias e médias e eu quero dizer que trabalhar dentro do sistema de garantia de direitos eu quero dar o exemplo que a Idelma deu né é de duas questões vereadora se for o vereador que está sempre abre-se a questão da avaliação da Saúde Mental de uma família para entrar no serviço eu recomendo que se discuta com a saúde porque pelas minhas andanças pelo país é isso não tem sido utilizado por que existe uma questão que tem a ver com a capacidade técnica dos é mais assim como a justiça também é faz lá né avaliação do das famílias produção é muito difícil por exemplo eu não vou dar um exemplo com todo respeito que eu não tenho psiquiatra e se eu tiver que ir no psiquiatra hoje para ele dizer da minha saúde mental ele tem que minimamente que conhecer eu não dá numa consulta para você pedir um atestado então eu vejo quanto que talvez a intersetorialidade da proteção integral pudesse trazer à saúde um pouco mais próximo dessas nossas discussões tá então para que a saúde espécies né para gente outra questão é o judiciário né tá assim mais dentro do família comedouro família acolhedora uma conquista imensa ele foi feito posso Constituição Federal pós Estatuto da Criança e do adolescentes e ele é assentado no executivo e ele tem a imperiosa tarefa de se relacionar o o diário o MP o Conselho Tutelar com as políticas públicas e o brinco quem me conhece eu falo que fazer o serviço família corredora porque ele é pós-constituição ele tem o dever de trabalhar dentro do sistema de garantia de direitos é como empinar os pratinhos sabe no círculo que a gente se inclina pratinhos a gente ensina para tinha aqui para ele para tia Lia nem sempre a gente encontra um pratinho e continue a rodar sozinho então a proteção integral e deve ser dado por exemplo no retorno de uma criança para família de origem nosso são da rede e uma rede atuante sabe ainda que nós usamos sempre Cadê o André que Campinas tem muito bem mas ainda fala eu sempre dizia não sei se você lembra que quando eu andava fora daqui e olhava para cá eu dizia Campinas tem um trabalho incrível mas a hora que a gente está dentro de Campinas a gente fala precisa melhorar e precisa melhorar no monte de coisa por quê e é isso mas nós temos nós temos uma porção de coisas mas esse precisa ser E aí falar um pouco mais né nessa questão de sistema de garantir direito de como funciona o serviço articulado onde eu tenho meu papel mas eu tenho que desenvolver uma confiança no papel do outro no papel do outro e aí o encerrar ia dizendo né duas frases que elas Me acompanhe né que uma tipo todo todo é muito mais do que a soma das partes em que o sistema de garantia atrás ele tem uma amálgama né que faz uma junção eu sempre falo que eu trabalho em rede ele não toca ele sobrepõe uma roupa eu preciso minimamente entender o que é o ministério público para eu de alugar espera para você entender um pouquinho que a Vara da Infância que eu já lugar para entender o assunto da saúde para eu entrar linguagem para a saúde eu preciso entender da educação para entrar em linguagem para educação e aí Zezé eu só complementaria uma coisa que você disse que talvez eu poderia ser dito de outra forma né E quando nós do serviço de acolhimento de alta complexidade pedindo prioridade absoluta não é porque a nossa criança é mais do que nenhuma mas porque a nossa criança está na alta complexidade e alta complexidade é corresponsabilidade essa cidade avança e as outras cidades avanços para saber que uma criança chegou na UTI da assistência social porque alta complexidade é UTI ou a gente trabalha todo mundo junto vamos muito dadas as crianças vão perder Seus pais então eu digo assim melhorar e por isso vereadora tá posto na lei e você tem sido uma batalhadora para questão da intersetorialidade a nossa cidade está pronta para ele vamos fazer um degrau vamos exigir a intersetorialidade ocorra e alta complexidade é UTI da Assistência Social o todo mundo faz um pouco ou nós não temos e quando uma criança chega na alta complexidade exigindo a família acolhedora exigir da rede sozinhos Nossa incompletude você diz incompletude e situacional significa rede Proteção Integral significa a prioridade absoluta estão as crianças da alta complexidade tão diferente das outras que estão com seus pais e nós usamos darem fazer isso né E aí eu exigi voltaria só fechando né e a exige então confiança né os outros delicadeza nessas relações é que nem uma massa sabe aquela massinha folhada que a gente pisa Boy sabe então nós precisamos entender o trabalho avô e essa mal da manete junta né esse tudo ele tem um saber né Na hora do Zé contou o histórico e-mail fazer tem olha de Fora falavam eles vão no carro então vamos lá vamos saber a subir Só se não tiver trabalho de subsolo ninguém para de peça né então vamos ser bastante respeito do terreno Será que completava dar só um exemplo nós temos o colega muito querido que é outra Goiânia e lá de Uberlândia é o juiz que a senhora já esteve junto com ele e nós eu vejo que o doutor apoiando por exemplo e faz audiência com as crianças o juiz ele faz ele faz uma cidade muito menor Nossa da doutora Andreia falou muito na horizontalidade que sistema de garantia de direitos deveria estar tendo nosso país mas ainda temos relações assimétricas de poder então talvez a gente até pudesse usar um pouco mais mas isso não às vezes a gente não consegue a gente tenta e a gente vai tentando mudar algumas coisas mas eu também acredito que essa questão do juiz ter o mais então né é um cuidado tipo de precisa ter em cima de tudo nos exercitemos o família acolhedora saber que ele é um trabalho dois executivos ele opera na relação com judiciário mas o começo meio e fim é de responsabilidade do executivo só para reafirmar e eu vou dizer ninguém tem obrigação de saber tudo isso né porque nós temos muito no começo por isso o vereador a vereador quanto mais a gente puder ter abertura para discutir sobre isso vamos discutir né porque nós precisamos respeitar muito papel um do outro no sistema de garantia de direitos para tudo andar né da melhor forma possível você e doutora Andreia Nesse quesito passar aqui já tá perfeito você falou eu acho que as a culpa acompanhar não sei como é que fala essa decisão da criança então é a saúde cuida daqui a educação coisa não sei o quê assistência de uma outra coisa mas é a mesma criança eu fiz bom então o que o que o que é o sinto que falta em Campina é uma maior interação interligação de todas as coisas nós temos políticas boas eficaz e eficiente em todas as áreas mas elas não se conversam então o nosso conversa da forma como deveria né então a educação Olha uma situação as pessoas têm algumas coisas também que acaba sobrando depois que eu sucesso quando não deveriam mas deveria estar mais mais diluída as responsabilidades eu concordo que já me falou dessa questão da avaliação psicológica é uma coisa necessária mas ela não é só no momento da se apresentar família ela é um continuar então teria que a gente tem que pensar numa lá uma uma capacitação ou não acompanhamento contínuo isso implica ir aí e os mais recursos para os serviços de família acolhedora para poder ter esse acompanhamento até para família depois ele deu o número né da saída da Criança e também concordo com essa situação que realmente aprendeu contigo só só tem a intervenção do Judiciário porque vai ter uma guarda judicial e porque essa criança precisa ter uma definição jurídica no status dela ou seja ela vai ficar sob a guarda de alguém ela vai ficar super aguardada volta para família a família vai ser destituído ou não E essas são medidas que só o juiz pode aplicar a todos você falou dá o seu mundo está tudo bastante primeiras medidas qualquer pessoa na reta adaptar conserto de lava aplica o prazo cresce né eles podem procurar essa menina e ela vai seguindo o juiz nem sabe então deve ter Bora as crianças vai vir com medidas que eu Conselho PE é porque é porque eu não tenho que saber não é porque você fez funciona o conselho Quando que o conselho passa para mim que a outra coisa também que eu é difícil com ele só tem que mandar para limitar o grupo judiciário é uma violação do direito de tamanho tal e não posso ser superada e eu vou ao contrário só possa ser superada com decisão de Tchau por quê Porque as outras é a gente que vai tomar essas outras desse sua rede toma e a ideia justamente raça não é você é o juiz não é mais o assistente social como era na época da corte negócio nós operamos petista para isso quem tem técnica é só um serviço uma outra coisa que eu falar agora aqui depois eu fiquei pensando que todo mundo aqui hoje tem pelo menos 30 de trabalho na em breve a gente vai tá saindo então precisa a gente tem que pôr se informar chamado porque o serviço vai continuar Nós também o serviço tem que continuar isso são política se sabe não política de governo então é não tem Depende de que Prefeito vazia não depende que promotor vai vim depois que vem fazer o sistema a tem que ter que continuar então eu eu é um conflito aqui todo o pessoal da Rede os vereadores também para que a gente pensa e também nessa capacitação continuada da nova geração de técnicos no que estou muito bom a gente tem um texto todo mundo não tem eu trabalho pelo menos dá o sangue pelo mundo pela família vai com quem tá trabalhando Então é mas nós temos que treinar pessoas nessa principalmente nesses tempos de culto que a gente tá vivendo nessas nessa mentalidade dos sapos que o que a gente tá a nossa luta é para preservação de direitos da criança que a criança tenha A Proposta o seu vida opinião dela seja considerada você falou da questão do melhor interesse da criança que é o princípio importante mesmo trazer a partir da criança não é o melhor endereço que eu acho que é aquela coisa que o pai falava eu sei o que é melhor para você vamos saber o que é melhor para a criança se a gente não houve aqui e criança de criança recém-nascida Ela exprime a opinião dela ela não tiver alguma coisa ela e a mãe tá não fica colo né gente sabe então a gente tem que ouvir tem que considerar a opinião da Criança e é isso eu acho que é o nome é porque é que o sistema ainda não almoçou Porque isso pessoal espaço de poder nós estamos dando por eu vou mostrar para uma parcela da população que nunca teve voz dia e assim agora que chegou na nossa vez de mandar quando a gente era criança a gente cala a boca sair da sala então agora que chegou a nossa vez de mandar gente tem que ter certeza você não vai querer isso essa essa mudança de paradigma da criança como sujeito de direito e como participante das pessoas mas a decisão é doido mas no momento transferir para criança a responsabilidade decidiu que vai acontecer na vida dela mas ela tem o direito sagrado de interferir na nossa decisão então não dá para tanto que a gente faz audiência ouvindo menina no pedido de guarda-sóis audiência para ver se ele não gostaria de adoção acima dos 12 anos Obrigatoriamente abaixo dos 12 independente da idade a capacidade dele dica de se manifestar então é é essa aqui é a questão é a gente entender que a criança participa desse bom então o papel fundamental também a gente tem que dividir essa parcela do Poder com ele não judiciário essa já limitar tá essa aceitar você perdeu aquele Poder Supremo superior dizer que mostra os processos sobre as pessoas é mais difícil então é por isso que também leva um pouco mais de tempo entendeu por que as transformações culturais elas ocorrem não tem 30 anos está tudo e elas Ação de Graças a Deus as novas gerações estão vindo mas a gente ainda tem um pessoal mais recalcitrantes e ainda acredita aqui e a coisa só na em cima para baixo quando não é é isso muito obrigado hein bom obrigada doutora Obrigada Jane eu vou encerrar por que o Paulo vai começar a reunião dele agora eu agradeço todos e mais uma vez eu falo que nós somos continuamos parceiros né Eu falo sempre isso nós continuamos parceiros da parceria não pode acabar que precisar do meu mandato dessa comissão a gente tá disposição tá trabalhamos aí continuar trabalhando do jogo muito obrigada E uma boa tarde a todos Paulo Muito obrigado amor reunião para você também tchau obrigado obrigado a todos tchau pessoal obrigado a todos também a batata E aí e damos por encerrada mais esta reunião ordinária da comissão de defesa dos Direitos da Criança do Adolescente e da Juventude vocês continuam com a nossa programação logo mais nos encontramos em mais uma reunião E aí a TV Câmara Campinas
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