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REUNIÃO FRENTE PARLAMENTAR TRANSPARÊNCIA SISTEMA CROSS SUS
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REUNIÃO FRENTE PARLAMENTAR TRANSPARÊNCIA SISTEMA CROSS SUS

63 views Publicado 28/06/2023 HD · 2:05:57

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[Música] TV Câmara Campinas Boa tarde a todos som tá bom tá bom eu tenho uma lembrança aqui doutor Osvaldo disciplinar quando nós discutimos foi justamente a as doenças negligenciadas nós discutimos aqui teve um povo que veio de São Paulo que do mbl quando aquele canto ali disciplinar é muito aconchegante porque aqui a gente consegue conversar com todo mundo e eu quero agradecer muito a presença de todos vocês que vieram aqui hoje numa sexta-feira as duas horas da tarde um horário um tanto tanto diferente para o lançamento de uma frente mas nós sabemos que as lideranças na nossa região no nosso estado estavam aflitas para que esse assunto fosse discutido e eu quero já sem mais delongas para que a gente possa ouvir principalmente as pessoas que vieram aqui eu quero te chamar para compor a mesa conosco porque queiram todos se sentir à mesa quero chamar aqui o Dr Denis Group Uma salva de palmas para ele gente [Aplausos] a doutora Elaine de Ataíde [Aplausos] e o Dr Fábio Alves eu vou pedir a gentileza também de compor a mesa o Dr Osvaldo vou pedir a gentileza da Fátima por favor foi uma grata alegria presencial doutora quando Doutor Osvaldo tomou posse no caism Eu também tomava posse Assembleia Legislativa e nós tivemos a satisfação de nos conhecer e vou já Sem Mais delongas também agradecer as lideranças que estão presentes aqui e pedir para deixar a porta aberta viu é melhor a porta aberta quanto mais aberta a porta melhor eu quero agradecer a presença do José Barreto coordenador da assistência na Unicamp a doutora Fabiana também da Unicamp Muito obrigado doutora Juarez Bispo presidente da associação dos Idosos de Campinas que estava conosco também com nós discutimos Antônio Silva vereador de Jaguariúna Cadê o Antônio vereador de Jaguariúna Afonso é tá escrito Antônio aqui me perdoa a Cristiane paz que é vereadora Cristiane paz Cadê a Cristiane tudo bom Cristiane vereadora da cidade de Cosmópolis Edna Rodrigues que é conselheira Tutelar de Sumaré a claudiceia que é gerente do Ceagesp lá em Piracicaba José Apóstolo dos Santos que é representante do meio ambiente aqui em Hortolândia Cadê o José obrigado a mãe dando que é presidente do conselho racial Adriana Cristina presidente do Simon cooperativa de reciclagem de Campinas a Gabriela faconi representando o vereador Paulo Búfalo Daniela Bonin coordenadora da Secretaria de Saúde de Cordeirópolis José Muniz vereador de Jaguariúna agora tá certo Carlos Araújo diretor da Inovação de Valinhos nosso Doutor Osvaldo que está aqui já conosco o Adilton Leite diretor do Sindicatos dos enfermeiros Obrigada viu senhor Martins presidente da ONG Nossa Senhora da visitação obrigado viu senhora Edvaldo ele é presidente da Câmara de Vereadores de Hortolândia de Valdo muito obrigada Ester Novaes vereadora de Santa Bárbara Wellington Chaim professor da equipe bariátrica Nayara Oliveira representando o movimento popular de saúde de Campinas Edmilson Monteiro Presidente do Conselho Municipal de Saúde de Monte Mor Alexandre de Souza representando o vereador Jaqueline Serrano secretário de saúde Secretaria de Saúde de Nova Odessa é secretário secretaria secretaria Tatá Obrigada pela presença bem dadas formalidades se chegar mais alguma vou pedir Vamos tentar ser Breves porque tem gente em pé se a gente vai para aquele plenarão só tem disciplinar disponível mesmo [Música] Então vamos vamos tocar por aqui mesmo essa frente parlamentar ela é prevista numa resolução Dr Cláudio me ajuda aqui que o advogado a resolução de 170 874 de 2011 da alesp que é uma associação é uma associação de Deputados Ele é super partidário tanto com o deputado Valdomiro Lopes que também é médico me pediu para ficar na vice coordenação ela é composta por deputados mas ela tem por objetivo a participação da sociedade civil e das instituições públicas no intuito de melhorar a legislação ou de pedir a sua revogação ou de propor uma forma nova daquilo que não está funcionando e esta frente o parlamentar tem por objetivo discutir o sistema Cross que é justamente isso é um sistema é um sistema de regulação de recursos Vamos colocar de oportunidades tanto de internação e emergência como de internação e cirurgias de média e de alta complexidade eu resume bem para quem é médico é isso mesmo o que acontece é que nós temos investido na atenção básica nós temos o mínimo da atenção básica isso foi difundido do Brasil a fora e também no Estado de São Paulo mas quando se trata do acesso pelo SUS a saúde de média e de alta complexidade o nome da questão pega no país de Alto abaixo e nós estamos aqui em São Paulo aqui é um estado que em tese tem um recurso até mesmo em relação a proporcionalidade da habitação de habitantes de um recurso alto mas nós temos uma dificuldade a dificuldade em relação a isso vem da estrutura vem da gestão e também vem da capacitação eu vou falar da estrutura eu falei os entes federativos tanto municípios como os estados conta a união tem o dever constitucional em relação ao mínimo a ser aplicado em saúde em relação à União nós não temos um percentual definido em relação ao estado nós temos um percentual que é definido mas que pode ser aplicado segundo o critério do estado e os municípios tem o percentual definido mas que sempre é superado porque a demanda é maior do que a oferta cabe ainda segunda constituição básica aos municípios que são os médicos a atenção básica médico de saúde da família que foi o grande investimento que foi feito a municípios nós temos os municípios que tem especialidade que tem no hospital que fazem inclusive atendimento de média complexidade mas de forma insuficiente e o sistema Cross sempre chega até nós aqui no Estado de São Paulo e vamos falar tanto dos médicos tanto dos agentes políticos encargos de Mandato eletivo vereadores deputados estaduais deputados federais quem é vereadora que sabe do que eu estou falando no como um pedido muitas vezes de angustiante de Socorro não é só por aquele que precisa do sistema de uma oportunidade de um recurso também os médicos que estão Aflitos para resolver um problema e que não veio esse acesso ser disponibilizado muitas vezes a tempo nós sabemos dos mutirões de fila nós sabemos da ausência muitas vezes do recurso até para custeio para resolver o problema da Saúde mas nós precisamos ver Principalmente uma forma de resolver esse problema e essa frente quer escutar os especialistas no assunto quer escutar os conselhos quero escutar o secretários eu lembro de uma ocasião que nós discutimos que nós estudamos bastante o assunto ontem eu tive oportunidade até ele testar um pouco meus assuntos é o meu conhecimento em relação em relação ao Cross o sistema Cross nós estivemos junto com secretário de saúde ontem Doutor Denis nos acompanhou e há uma perspectiva de mudança é uma perspectiva de mudança e eu acredito que a frente vai ser uma alavanca para que essa mudança ocorra de maneira eficiente com bastante eficácia eu fui indagado por ocasião da propositura da frente Então por que que tá poupança você quer dizer que não tem transparência não tem transparência o que que é transparência para você é saber que eu estou o meu nome está lá e quando você tem tido se não houver isso não tem Transparência ah a fila vai andar de um até 10 pode ser que eu seja o décimo e eu vinha seu décimo primeiro porque ah teve um problema houve uma agravante aqui houve uma complicação aqui José da Silva entrou porque ele estava precisando muito mais que eu não há isso hoje como é que uma central regulatória pode ficar centralizada na capital com o tamanho do Estado de São Paulo é uma pergunta que eu me faço o tempo todo [Música] e nós sabemos que a saúde nos municípios tem se remanejar ou se reinventado Como pode nós sabemos que os hospitais de média alta complexidade tem a sua regulação interna até porque pelo sistema SUS que é o Sistema Único de Saúde há obrigatoriedade também de atendimento Via pronto-socorro e naturalmente o hospital de média alta complexidade não vai receber alguém e que depende da atenção muitas vezes básica e vai falar Volta para o teu município e lá vai ser cumprido isso não pode ser feito então nós temos sim um gargalo que é o sistema Cross ele precisa se tornar mas eficiente falei demais quero escutar os especialistas e quero antes de escutar as especialista eu quero agradecer eu vou olhar aqui todas as pessoas que da equipe que trabalharam para caramba viu a Fátima até o Benê que veio para o mandato mas não está no mandato ainda o Lucas a Lúcia o Carlos O Max Doutor Cláudio a Gabi tô tentando aqui lembrar a Gabi a Sueli que está ali fora eu sei que todo nosso pessoal se envolveu de tal maneira porque todos têm uma história em relação a esse sistema se envolveu de tal maneira ali o deputado Marco Aurélio que faz parte da equipe sempre Deputado todos se envolveram de tal maneira para que desse certo já o lançamento mas que desse certo principalmente o desfecho que nós só temos agradecer o trabalho que nós vamos ter muito obrigada a todos vocês que fizeram já da frente o sucesso que é e continuar sendo então eu quero Diante de mão me perguntar se eu posso pegar essa ordem passa para o doutor posso passar posso fazer essa forma então eu quero passar a palavra agora ao doutor o Dr Denis eu tô Denis é secretário de saúde na cidade de Hortolândia é advogado com 27 anos de carreira é pós-graduado em Direito sanitário pela Igreja Instituto de direito sanitário aplicado um camping e a tua como e a tua Nossa gente atua com direito e gestão pública povo tá faltando mesmo tá faltando uma digitação aqui ele foi assessor jurídico da Assembleia Legislativa você não sabia Doutor de 2010 a 2012 é secretário de administração gestão foi secretário de administração e gestão na Prefeitura de Jundiaí em 2013/2016 isso sabia mas não sabia que foi ingestão que foi injeção lá na prefeitura Ele está na Prefeitura de Hortolândia desde 2017 onde foi diretor financeiro secretária de gente assunto jurídicos Olha só funciona desse jeito o Doutor Rodrigo que é advogado na época né agora é outro outro adjunto é médico mas é um médico mesmo que está na gestão com os médicos mas na hora da gestão do processo é o Dr Dênis então aí funciona direitinho então experiência como secretária como gestor em relação ao sistema Cross a palavra toda sua muito obrigada [Aplausos] Boa tarde a todas e a todos é uma satisfação tá aqui hoje com vocês quero saudar a Ana Nossa deputada de Hortolândia mas da RMC como um todo parabenizar e agradecer pela iniciativa dessa dessa discussão quero cumprimentar Doutora Elaine meu amigo Dr Fábio Dr Osvaldo cumprimentar todos os vereadores aqui presentes as lideranças sindicais os conselheiros a sociedade civil organizada como um todo Ana eu acho que você fez uma colocação importante que apesar da gente ter um título aqui na frente de sistema Cross não só questão que envolve transparência mas como envolve estruturação do próprio sistema para que ele possa enxergar as regiões de maneira individualizada para que ele possa enxergar as vagas disponíveis de forma Regional para para estabelecer a regulação eu acho que é importante a gente discutir um pouco também o que você colocou do que para se regular uma vaga tem que ter vaga e a gente vem sofrendo um processo de desmonte ao longo dos anos principalmente dos últimos quatro anos com relação a financiamento do SUS se fala muito né em falhas na gestão ineficiência quem não conhece o sistema fala muito isso é óbvio que a gente tem que evoluir a gente tem a gente tem que evoluir a gente tem sempre o que o que tá melhorando em questão de gestão mas com os parcos recursos que a gente tem hoje na saúde é a gente faz milagre vocês podem ter certeza disso acho que a maioria aqui são pessoas é que a gente costuma dizer o povo do SUS né O povo da saúde que para estar aqui hoje porque tá envolvido nessa questão e sabe disso e o estado de São Paulo ele fez uma opção digerir o seu serviços de maneira própria então ele não participa com a gente desse financiamento entre partido a gente tem uma dificuldade enorme de conseguir qualquer recurso junto a ao governo de estado para custeio ou até investimento nas ações do município o município nenhum vai ter capacidade de conseguir suportar todo o sistema de forma individual sem olhar para uma questão de referência regional e muito menos sem sem dinheiro entrando e essa opção do do Estado ela se tá se mostrando um pouco equivocada Porque hoje a gente tem milhares de leitos é inoperantes no estado hoje às vezes se abre um serviço novo mas se fecha leites na outra ponta então a gente já discutir um pouco isso também não sei se é possível né a gente ter também essa essa visão não só do que precisa aperfeiçoar no sistema em si Mas também da gente discutir como a gente vai ter vagas para serem reguladas Eu acho que isso é é de uma grande importância a gente pensar nesse aspecto e só para encerrar ontem eu te acompanhei na reunião com com secretaria de estado e eu acho que você teve a mesma impressão pelo menos o discurso dele é coerente com algumas coisas estão acontecendo claramente que parece que até pouco tempo atrás ninguém enxergava então foi animador a conversa com ele ele tá pé no chão nada vai acontecer obviamente por enquanto o que assusta um pouco é que hoje a Secretaria de Saúde do Estado se diz com poucas informações do que ocorre no Sistema de Saúde do Estado de forma geral contratar agora uma consultoria inclusive para reestruturar secretaria Então me parece que nesse ano ainda e até meados do ano que vem a gente vai estar ainda passando por uma estruturação em nível de Secretaria de Estado mas Se isso for no sentido de se discutir realmente os problemas né como a gente sempre tenta discutir e não tava tendo espaço para isso eu acho que pode ser que a gente tenha aí a perspectiva de uma luz no fim do túnel para o próximo período Então é isso eu quero agradecer mais uma vez e dizer que estou à disposição não saímos como toda a equipe da Secretaria de Saúde de Hortolândia para fazer as discussões que você precisar e dar subsídios em termos de indicadores né da nossa realidade para que a gente possa trabalhar com esses indicadores também Para efeito de devolução do sistema tá joia muito obrigado uma boa tarde para todos [Aplausos] para Doutor Elaine de Ataíde que tem sido uma grande mulher e que tem nos ajudado muito a conhecer o sistema Cross ela é superintendente do Hospital das Clínicas graduada em medicina pela Unicamp especializada em cirurgia do Aparelho Digestivo com especialização e transplante de fígado e cirurgias hepáticas foi coordenadora de junto do gastrocentro diretora do centro cirúrgico do Hospital das Clínicas coordenadora da assistência da Superintendência em maio do ano passado foi a primeira mulher Eleita superintendente do HC da Unicamp desde a sua inauguração em 1985 a doutora Elaine também é livre docente da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e coordenadora clínica da equipe de transplante hepático do HC com a palavra Dra Elaine Boa tarde a todos gostaria de agradecer ao convite de estar podendo fazer parte dessa discussão né a gente já vem discutindo bastante com várias várias equipes com vários secretários de saúde então Tem muitos aqui das equipes que eu já tive a oportunidade de conversar e gostaria também de cumprimentar os membros da mesa a deputada pelo convite ao Dr Denis autor Fábio autor graciotto e também a cumprimentar todos que estão aqui hoje só pegando um pouco o link do que foi apontado pelo pelo Dênis agora pouco até anotei realmente a questão do financiamento é complicada a gente tem essa essa premissa aí do sub do sub financiamento do SUS em relação à área da saúde Isso é fato e se pleiteia muito a questão de estarmos solicitando que isso acompanhe uma inflação que isso suba de maneira geral que a gente tem que ter um pouco de cuidado é que se a gente solicitar Esse aumento de maneira plena da forma que tá hoje pode ser que essa suplementação quebre o SUS e mesmo assim as coisas ainda não se resolvam né então o que o susto tem feito o que o ministério da saúde e o governo federal tem feito é de fazer pequenas suplementações para os hospitais para as unidades que essa suplementações elas acompanham a produção do serviço e isso pode auxiliá-los a se manter e essa suplementações sim também estão a quem aí do pagamento e essa sim eu acho que seria uma direção para a gente solicitar um aumento porque não deixa de ser um acréscimo orçamentário e não levaria Impacto para todas as unidades mesmo aquelas que estão desestruturadas em questão a desestrutura quando o governo do estado pegou agora essa essa nova administração no começo do ano eles foram avaliar e viram que tinha pros que tenha aproximadamente 7 mil leitos fechados na nossa no nosso Estado de São Paulo e o que é importante salientar é que embora que a gente tem esses 7 mil leitos e dentro dos hospitais universitários gira em torno aí de 700 a 800 leitos esses 7 mil não necessariamente são passíveis de ser abertos a gente tem que ter consciência tem alguns locais que se abrir o hospital que foi lá criado por alguma alguma decisão anterior esse hospital essa unidade de saúde esse que tá fechada não necessariamente ela vai conseguir suprir a real demanda da da região onde ela tá inserida então para quem não sabe eu sei porque eu vivo também lá na secretaria tentando entender essa questão da regionalização que eles estão propondo não é Eles não estão tentando Reinventar a roda eles pensam que através da de uma premissa de que haverá um recurso orçamentário maior agora na área da saúde em virtude de mano internas do orçamento que que estão sendo pleiteados junto a lésbica Eu já conversei com a deputada e já e já até passei a minha opinião a respeito disso né sou a favor para que se aumente a o investimento na área da saúde existe a premissa de se reestruturar as DRS no modelo que elas estão com algumas mudanças de cada região para região a nossa drs7 ela vai ser estudada ela tá tendo uma uma ordem né e a previsão é de que a gente esteja nessa discussão aí por volta de Agosto e Setembro então eles estão querendo olhar Através disso realmente se a unidade básica de cada região tá estruturada se o número de vagas oferecidos é o suficiente e não gerando uma lista enorme de uma fila enorme de espera então por exemplo hoje como foi comentado o nosso Hospital ele recebe é um hospital ter quaternário e ele recebe 70% da nossa porta aberta de uma classificação verde e azul que não necessariamente precisava estar lá agora se a gente vai tentar encaminhar para humidade básica e a gente tenta encaminhar como a cartinha essa consulta para que ele paciente que não precisa tá lá mas que tem dor mas que tem alguma dificuldade se não estaria em casa ou trabalhando e não estaria lá é uma consulta para dali três a seis meses sem viável então fazendo com que o cidadão o paciente ele vai realmente procurar onde é uma porta aberta por isso que quando a gente olha para cidade de Campinas a gente vê Mário Gatti lotado urgência a gente vê Ouro Verde lotado a PUC lotada a Unicamp lotada se abrir mais um hospital de pronto-socorro aberto também vai estar lotado então a gente precisa trazer uma infraestrutura de baixo para cima fazendo o primeiro a prevenção para que menos pacientes graves cheguem a um hospital terciário quaternário como hoje a gente vê ainda e tem previsão de ver ao longo dos anos por conta da pandemia que deixou muitos pacientes represados em casa e hoje eles chegam com cardiopatias avançadas neoplasias avançadas numa condição Clínica muito pior Então isso é necessário fazer esse estudo e paralelo também fazer o estudo do diagnóstico do acompanhamento e por fim fazer também o diagnóstico do serviço terciário quaternário existe a nossa o nosso desejo de aumentar os leitos terciário quaternário ou mesmo Hospital os leitos a gente tem batalhado aí doutor Osvaldo com certeza vai citar a respeito de um hospital para aumentar a nossa área o fato é que hoje um hospital nosso Ele atende uma população de 6 milhões e 700 mil pacientes e outras áreas e outras DRS existe uma população menor e com o hospital de mil leitos de 800 leitos então levando realmente a necessidade de aumentar leites Mas para fazer esse aumento eles precisam refazer esse diagnóstico e aí frente a isso é que irá se fazer uma um investimento na saúde e aí que eu acho que a gente tem que ficar em cima para que isso realmente ocorra após esse diagnóstico que já tá sendo começou recentemente mas já são mais de 100 dias né de governo para que isso possa ser instalado então eu vejo realmente a questão dos leitos eles eles precisam ser reabertos ou aqueles que são abertos como é o caso nosso do caismi que estão mais próximos a gente tem leitos abertos porém esforçamentário milionário por mês então a gente sempre na eminência de não ter como concluir o pagamento das contas no final do mês e fechar leitos então a gente precisa do investimento sim mas a gente precisa ter um diagnóstico certeiro de onde que é esse essa Esse aumento de leite esse investimento teria que ser feito em relação a Cross existe também essa essa esse estudo que está sendo feito é para descentralizar a Cross a Cross ela ficaria desregionalizada então uma parte da crosta ficaria na DRS de São José do Rio Preto um braço da crosta da RS um braço da crosta com a outra região né de Ribeirão Preto e essas regiões seriam responsáveis pela microrregulação nós já estivemos pensando nisso já faz mais ou menos um ano e pouco nós já nos reunimos com a secretaria de saúde de um projeto piloto que a gente estava fazendo das 20 cidades da nossa região Então quem é secretário de saúde da nossa região dessas grandes cidades já inclusive assinou né um termo né de participação no entanto agora como tem esse desejo do Estado de fazer de uma maneira Global a gente está aguardando para que isso possa ser feito e quando a gente tá dentro dessa nossa região é muito mais fácil a gente poder fazer o a reestruturação e o encaminhamento de forma apropriada de final de semana e à noite é a crosta que faz aí a urgência e emergência é uma coisa que acaba sendo desumana então de final frequentemente eu dou plantão no pronto-socorro e fico às vezes responsável por responder a Cross então a pessoa da crosta ela é um médico Ele atende a gente tenta discutir para ver se aquele caso é para ir para lá ou não e discussão ela o médico que tá do outro lado desabafo Olha eu tenho 150 pacientes para eu regular enquanto eu tô discutindo com a senhora mas cinco apareceram na tela e aí o que acaba na verdade no calar da noite de finais de semana esses pacientes são mandados como vagas zero como agora criar uma vaga oito que é para fazer uma avaliação Mas a gente nunca consegue depois devolveu o paciente para sua unidade então isso também precisa mudar então fazendo essa Distribuição e readequando a cross em cada setor é mais fácil eu saber o que acontece em cidades próximas a nossa vê se o recurso realmente é carente para ir sim fazer esse aceite ou não então tem essa essa ideia que isso seja feito eu acho que foi isso né Ele é que o doutor eleudes deve ter passado tem essa ideia de que isso possa ser construído e a nossa região ficou de ser aí para agosto setembro então eu acho que com essa redistribuição e essa regionalização a gente vai conseguir atender né melhor os nossos pacientes dentro das suas próprias regiões o assunto é bastante técnico mas para que se torne transparente nós precisamos tirar algumas dúvidas todo mundo sabe aqui o que é quaternário Oi não vocês anotem por favor para tirar dúvida tem que perguntar não é Doutora o ato mais inteligente se pode ter é perguntar aquilo que não se sabe então a gente tem que levantar só quero saber o que que é isso para entender um pouco mais eu quero perguntar se o doutor Osvaldo se ele pode falar agora Doutor Osvaldo Dr Osvaldo Olha que tá aqui direitinho é médico diretor executivo do 10 diretoria executiva da área de saúde órgão superior a superintendência do HC e caísse vinculada Unicamp está aqui representa no reitor da Universidade Estadual de Campinas Professor Antônio José de Almeida Meireles o Tom Zé com a palavra Doutor Osvaldo [Aplausos] Boa tarde a todas a todos eu quero trazer em nome do professor Tom Zé nosso reitor cumprimentos à mesa em particular deputada Ana Nossa amiga de tanto tempo Elaine Nossa parceira Denis Fábio nosso colegas Chaim Barreto Ângela a Unicamp tá realmente em peso aqui é isso mostra a preocupação que a universidade a Reitoria enfim os hospitais tem no sentido de contribuir há um processo que a gente bota muita esperança nele da gente estar evoluindo na questão saúde a Unicamp ela tem uma privilégio de enxergar todo o processo de assistência em saúde olhando lá da ponta dele Ela é uma ponta mais complexa desse sistema que começa nos postos de saúde passa pelos ambulatórios passa pelos hospitais menores e chegam nos hospitais maiores e entre os maiores o maior mais especializado é o complexo da universidade tem ao mesmo tempo a universidade tem acesso a muita informação a respeito de como tá operando de como tem operado e Há muitas pesquisas que tratam especificamente da questão Sanitária de como está distribuído cada Hospital Como faz em 2015 a Unicamp fez uma análise muito detalhada através do nosso núcleo de políticas públicas é de toda a nossa região quais eram as capacidades quais eram as unidades Quem era atendido quem não era qual era a fila qual era a pressão de assistência o que tava sobrando que tava faltando e ofereceu esse diagnóstico ao Governo do Estado de São Paulo que deve ter feito algum uso dele nós não percebemos tão claramente mas esse papel de informar de planejar e de propor andamento e soluções é um papel que cabe bem a universidade dentro desse papel que a gente fala modulador que o serviço Universitário os maiores serviços tem em relação a toda a rede neste momento a gente tem por um lado é uma visão muito otimista do que tá acontecendo do que vai acontecer com saúde eu quero partilhar com vocês uma felicidade que eu tô a 45 anos aproximadamente dentro da Unicamp acompanhando a área de saúde já passei praticamente todos os postos de gestão que área de saúde tem mas eu nunca estive tão esperançoso a respeito do SUS como eu tô me sentindo agora não sei se é porque a gente vai ficando mais velho a gente vai ficando menos talvez menos exigente ou seja de fato as perspectivas estão começando a mudar eu acho que a grande mudança a grande mudança é que a sociedade com a pandemia passou a entender o SUS pelo lado de fato de eficiência que ele tem então você pode olhar o copo meio cheio o copo meio vazio interpretado nas duas maneiras mas não fosse o SUS a pandemia teria sido muito mais estava instaladora E pior que isso teríamos chegado ao nível de barbari é de motos jogados na calçada para o carrinho da meia-noite passar recolhendo a gente sabe que o Sistema Único de Saúde brasileiro ele tem um monte de problemas na sua instalação ele é muito novinho desde a Constituição de 88 então ele é quase que o sistema criança ainda informação mas ao mesmo tempo não tem outro sistema público de acesso Universal com a dimensão que o SUS brasileiro tem fora do SUS se nós pensarmos em termos de sociedade o que existe é barbari se não for SUS atenderam suas a dar acesso ao Brasileiro ao boliviano a mulher a criança recém-nascido ao idoso qual a capacidade que ele tenha nós estaríamos vivendo realmente uma situação absolutamente catastrófica por outro lado por outro lado SUS mostrou tô falando do SUS como um sistema muito mais complexo do que simplesmente o que a gente chama lá do sistema único do postinho do hospital o SUS envolve Universidade envolve a secretarias envolve Inclusive a iniciativa privada envolve de alguma forma até o sistema complementar de saúde mas é o SUS teve uma capacidade da resposta muito rápida muito rápida é minha geração que viu a sobra lá do que acontecer com as pandemias virais do começo do século mas conviveu com as pandemias da gripe asiática essa eu peguei a epidemia Brasileira de meningite que eu peguei na década de 70 e depois quando apareceu H1N1 apareceu uma gripe aviária toda essa coisa a gente teve uma maneira de lidar com ela só que a gente sempre falava do SUS assim com o pé atrás o SUS é aquele das Marcas Na Porta do Socorro das pessoas aguardando vaga por três dias quatro dias e da pessoa que tá mal obrigado no hospital ou que falta leito Mas enfim o susto tá partindo de um outro patamar a partir deste período de pós pandemia eu não tenho dúvida nenhuma segundo lugar nós temos diagnóstico muito bom que Talvez possa até ser refeito da questão de como que está a estrutura de saúde nós sabemos assim que fosse resumir rapidamente nós temos um Sistema básico os postinhos os postos de saúde as unidades básicas é como uma capilaridade enorme ele tá muito bem distribuído no Estado de São Paulo com alguns pequenas manchas mas ele tá muito bem distribuído e ele tem estratégias boas a estratégia de saúde da família por exemplo é uma ferramenta poderosa e que vem sendo investida vai governo ela continua sendo prioritária em segundo lugar nós ao longo do tempo como que nós nos organizamos com hospitais nós ficamos como criando pequenos hospitais era hospitalzinho da Santa Casa hospitalzinho do sindicato hospitalzinho do iaptec enfim foram criando hospitais que em geral tem menos de 100 leitos se hospitais pequenos e que do ponto de vista econômico é muito difícil manter o hospital deste funcionando e de uma maneira economicamente aceitável razoável então nós temos alguns defeitos estruturais que acontecem em função disso quer dizer a gente foi se adaptando ao longo do tempo mas Nós criamos rede de alguma maneira Ela já tem uma rede de assistência que no caso da Unicamp eu vou dar esse exemplo para vocês porque a gente A Diretoria da área de saúde Ela não cuida só dos hospitais da Unicamp ela custa do regional cuida do Regional de Piracicaba ela cuida do Estadual de Sumaré ela custa de sete anos então são homens que vem de São João da Boa Vista passando por Limeira Rio Claro Americana Piracicaba Amparo Mogi até chegar aqui a Campinas que ainda não é nosso o nosso o âmbito mas Pizzaria está na universidade mas ela coisa de um complexo aí que tá espalhado onde tem 7 milhões de pessoas nós sabemos além de tudo que esse sistema ele vem sendo instalado e ele vem sendo sobrecarregado por diversos razões mas eu não sei se vocês sabem a região metropolitana de Campinas ela tem um crescimento comparado com o restante do Estado de São Paulo quase que 50% maior o número de pessoas que se incorporam proporcionalmente aqui em torno de 20% na última nos últimos 12 anos quer dizer a região metropolitana ganhou 600 mil habitantes nos últimos 12 anos e ganhou 130 leitos aproximadamente deveria ter sido mais do que o dobro disso então nós sabemos que a nossa região ela precisa muito dessa ferramenta da regulação se não regular deixar o hospital sei lá Indaiatuba com vagas e o Hospital de Campinas sem vagas a gente o leito hospitalar Ele custa igual ocupado ou desocupado porque o quadro grande custo de um hospital é o quadro de pessoal 80 85%, então aquele pessoal que tá à disposição tá trabalhando muito tá trabalhando pouco custa do seu jeito Então essa ferramenta de regulação ela Além de dar racionalidade ela dá uma certa economicidade para o processo que você fica um pouco mais barato de operar esse sistema como um todo e ela é muito bem-vinda agora também ela é um broto a regulação no Brasil a regulação no Estado de São Paulo região regulação na região metropolitana ainda tá em desenvolvimento ela ainda é muito centralizada em São Paulo e isso cria alguns problemas primeiro uma dificuldade de perceber as coisas acontecendo imediatamente no momento em que elas acontecem e em segundo lugar ela tende a misturar regiões beneficiadas com regiões ainda carentes então a gente fala a região de São José do Rio preto Ribeirão Preto tá sobrando o leito lá a Elaine comentou isso quer dizer tem uma quantidade enorme de leite considerados para cada mil habitante a região de Campinas tem um déficit de direitos então se você mandar a gente de Campinas para Ribeirão Preto por mais confortável que seja seria lógico e a gente já faz isso em relação a Oncologia tem um pouco com Barretos um pouco São José do Rio Preto um pouco com Jaú por exemplo mas você manda a gente para sentar Câncer de Barretos para Campinas é absurdo né E esse processo a regulação centralizada tem dificuldade para enxergar então é lógico que tem que se transformar a regulação numa região numa regulação Mais regionalizada Campinas Ribeirão Preto vamos imaginar Presidente Prudente Bauru cada um tem lá sua pequena organização mas que todas refeiram um solo agora nós não estamos falando só de regulação nós estamos falando da Cross como um vetor como uma porta de entrada por um caminho pelo qual a gente pode ajudar a organizar todas as ciências e saúde não só essa referência procura por leito procura por tomografia ou por ressonância por exemplo Então essa ferramenta falta no Estado de São Paulo como participação aberta hoje tem de fato conselhos do secretários municipais tem as reuniões tripartidos quer dizer são reuniões técnicas dentro da área de saúde que já fazem um pouco esse papel essa abertura Ampla que a crosta está colocando para um momento em que o SUS parece que tá se projetando ela é muito bem-vinda e tomara que a gente consiga aproveitar bem dela então a iniciativa de estar trabalhando a Cross a regionalização da crosse o diagnóstico de regionalização que a Secretaria de Estado está fazendo e acompanhá-lo só pode nos trazer é vantagens e dar um enorme entusiasmo para quem como eu tá 45 anos trabalhando e estou louco para ficar mais alguns né para ver se eu saía eu deixo pros meus filhos e para os meus netos um sistema um pouco mais estruturado dentro da Unicamp dentro da região metropolitana dentro da nossas e dentro do nosso Estado de São Paulo isso é possível de uma maneira mais mais aberto inclusive então deputada Ana deputada Ana ela fala da nossa biografia mas às vezes fica faltando um pouquinho dela né a deputada ano foi a nossa melhor parceira no meu tempo de gestão que a Universidade de Campinas teve na época em que eu era diretor Clínica eu era superintendente do caism E mesmo depois que eu me tornei diretor da área de saúde e presença da deputada Ana seja como incentivo seja como apoio e seja como amiga foi muito muito muito grato para todos nós deputada e esse reencontro que a gente tá tendo agora é mais um fator entusiasmo enorme da gente poder estar trabalhando a nossa região enfim ajudando as suas regiões com a nossa contribuição Então parabéns é muito bem-vinda conte com o nosso apoio a Unicamp está à disposição Obrigado doutora eu quero agora já fazendo as correções a pedido perdão na minha correção aqui o nosso vereador de Jaguariúna Afonso Silva e presidente que o presidente da Comissão de saúde aqui do Conselho de saúde Guida Calixto não é isso muito obrigada Guida José Carlos vereador de Campinas justificar a presença por motivo médico então representante que é Dinho Silva representando o vereador Nei de Sumaré Michel Oliveira do Conselho Tutelar de Sumaré William vereador de Jaguariúna o Aldo Aloísio presidente do PT de Hortolândia eu viciei agora pouco até voltar a nossa querida Paola Miguel vereadora aqui de campinas Wagner dos Santos acessou parlamentar a deputado Alice olha cadê o Wagner Wagner Alicia uma grande mulher e uma grande companheira viu eu quero que você sabe que ela estava pensando B eu tanto ia para os trabalhos da Leci na casa como Alice sempre deu um jeito de apoiar nos trabalhos lá na casa e ela não deixou de fazer isso também ela só não está aqui porque está ela passou um período longo agora a camada e ela voltou essa semana bastante dificuldade ainda e todos nós temos que torcer para lá elas recuperação da saúde do nosso companheiro Jorge Luiz Oliveira Jorginho assistiu parlamentar também da Letícia também tá aqui João Guilherme secretário de organização do PT de Rio Claro e a nossa querida Juliana Soares que a nossa vereadora da cidade de Americana eu quero ainda aproveitar oportunidade para justificar a ausência do Pedro Tourinho O Pedro está ele está representando o Ministro Luiz Marinho hoje na assinatura de um convênio importante para a saúde do trabalhador ele hoje é o presidente da fundacentro que cuida da saúde e segurança dos trabalhadores ligada ao Ministério do Trabalho e quando nós convidamos para estar aqui ele já tinha assumido esse compromisso com o ministro do trabalho Luiz Marinho então fica aqui a justificativa ele quer médico Tá torcendo para que tudo dê certo que no sistema Cross aqui já falei a respeito do nosso Deputado Valdomiro Lopes que é do PSB Lembrando que a frente da área acredito que não tenha não tenha faltado se tiver alguma falta aqui por favor gente me corrija para que nós não deixemos ninguém de fora tá bom e agora eu gostaria de pedir ao indicado do doutor né um grande companheiro defensor de SUS ele ele sabe de nossa preocupação no período da pandemia foi alguém que nos ajudou a manter ativo a nossa preocupação com a vacinação e com sistema SUS eu quero passar a palavra para o Dr Fábio Alves que é médico sanitarista e plantonista emergencial em medicina pela Universidade de Taubaté especializado em saúde pública e mestre saúde coletiva pela Unicamp foi o secretário de saúde em três cidades da região metropolitana de Campinas Santa Bárbara Itatiba e Paulínia e Coordenador Geral da política nacional de humanização do Ministério da Saúde em 2014 no governo Dilma Dr Fábio é repetiu aqui eu vou compensar depois para gente quem digitou aqui é hiperativo eu conheço bem esse diagnóstico eu sou dessa patologia vem aqui com a palavra Doutor Fábio [Aplausos] a patologia me leva assim eu tô passando a palavra que é mesmo a vida por escutar quem está sentado aí tá pensando no desfecho único exclusivo para nossa região de Campinas aqui deixando claro que a frente já está convidada para se apresentar e para trazer a discussão no Vale do Ribeira sobre o sistema Cross Eu tô devendo já o pessoal quer fazer isso logo que eu fizesse antes de lançar em Campinas e depois nós vamos aprovado do Ribeiro por favor queria parabenizar a deputada pela pela iniciativa um debate importante tá na ordem do dia esse debate com as ações do estado com as preocupações do ministério queria saudar aqui a professora Eliane meu amigo aqui secretário de Hortolândia o professor também Osvaldo tantos outros professores aqui Barretos Chaim que eu tive oportunidade de trabalhar também enquanto assessor da HC da Unicamp eu fui convidado pelo Adail o departamento pessoal de coletivo da Unicamp fez uma conversa sobre isso a gente vem pesquisando estudando experimentando no concreto no real as nossas intervenções enquanto departamento que vai operar e vai organizar o sistema de saúde então eu vou falar também desse lugar eu tive experiência no hospital de Jundiaí né na gestão do bigardi do PCdoB como a experiência importante para nós é no hospital que incorporou um debate importante na crosse Hoje eu tô no hospital ajudando no hospital de Serra Negra Santa Rosa de Lima um hospital muito pequenininho mas que tem coisas interessantes que a gente vai pensar eu acho que nós temos que fazer um debate inicialmente todos nós o SUS precisa caber no estado brasileiro é preciso Olhar todos os temas e arranjos da organização do sistema de saúde sendo possível incorporar esse esse tamanho que tá que tá objetivada nos três princípios do SUS da universalidade o sucesso é para todo mundo e qualquer um ele tem que ser Professor Osvaldo falou isso ele é grande sem o SUS é barbari sem SUS é morte sem o SUS é baixo desenvolvimento sem o SUS não tem política de saúde nesse país Então esse é um tema o tema da universidade é preciso compreender nesse tema o tema da integralidade articulação do sistema ampliar o olhar sobre a saúde tratar a saúde o trabalho e saúde muito mais como cura e tratamento mas como prevenção e promoção é Preciso olhar em qualquer lugar do sistema a que se fazer promoção e prevenção tratamento e cura não é verdade que a atenção básica é lugar de Promoção e prevenção só Quem tá aqui na era tá aqui fazendo intervenção é o espaço altamente tecnológico importante resolutividade nenhum sistema de saúde no mundo é possível ser resolutivo eficaz sem atenção básica resolutiva e eficaz acabou esse é um tema esse tema da integralidade incorpora essa relação e o tema da equidade ou seja ofertar aquela aquela tecnologia racional inteligente para as necessidades daquele usuário daquela condição daquela patologia daquele sujeito daquela forma de produzir e a causa não dá conta disso na minha opinião porque a gente vai ter que quebrar muitos ovos para poder fazer a gemada e a gente precisa criticar um pouco no sentido de avançar a Cross não tá com esse conceito isso é o tema isso é um tema importante porque a Cross ela restringe algum tipo de população algum tipo de abordagem ela tem dificuldade quando vai discutir a dependência química esse acesso preconceituosos escritores estigmatizantes se tiver uma grávida com dependência química é ruim não é universal já sabemos disso nós sabemos disso eu tô falando da experiência de ontem do plantão de ontem à noite tá ali então nós temos isso então o primeiro tema é isso como a regulação vai poder organizar uma arranjo organizacional que preocupa que tá lá com imagem objetivo universalidade integralidade Equidade Esse é um tema para mim acho que tem que colocar na pauta da frente para fazer essa discussão o segundo tema o que que é regulação regulação não é oferta de vaga cotas é uma Esse é uma parte você é uma parte burocrática da regulação a regulação ela precisa induzir modelo criar olhar epidemiológico para poder investir onde não tem para garantir uma distribuição de cota equânime não é possível que Ribeirão tem a mais e aqui tem a menos e lá é mais cidadão e aqui nós estamos menos cidadão não podemos eu quero que o cidadão de Serra Negra eu quero que o cidadão de murutingasse Murutinga 5 mil habitantes no São Paulo tem o mesmo direito de quem mora aqui em Campinas aqui mora em Ribeirão não é isso Então esse é um tema importante ou seja como que a regulação ao identificar fragilidades vazios assistenciais opera nessa autonomia de tencionar uma instalação de recurso é preciso instalar recurso de cateterismo em Campinas porque falta tem lugar que não falta tá ali então ou seja esse tema de poder olhar mais do que uma corda que é avançar e operar sobre o próprio sistema é muito importante nós temos que ter esse esse essa regulação operando uma certa modificação dessa estrutura para que ela vá garantindo essa Equidade esse lugar onde eu vou operando e um lugar que eu possa reconhecer que não tem ou que tem a Cross não tá discutindo Professor eu estou aqui não tá discutindo uma coisa importante que é linhas de cuidado tem problema que é mais recorrente quer mais prevalente não tem eu não posso e qualquer hospital e temos variedades de hospitais com capacidade tecnológica capacidade de resolutividade e competência Técnica das equipes não é só médico enfermeiro enfim olhar para esse lugar multifuncional que tem dificuldade técnica para poder conduzir o infarto agudo do miocárdio não tem eu não posso persistir de um hospital pequeno de baixa complexidade que não consiga fazer um toque numa suspeita de um trabalho de parto eu preciso ter isso como esse esse olhar hospitalista generalista do Campo Ou seja a classe precisa induzir isto Qual são as regiões de saúde os lugares que têm dificuldade de resolver coisa prevalente não é é preciso a gente pode pegar vários problemas importantes infarto AVC as doenças cardiovasculares que são importantes é outro especificidade né a equipe de trauma tem lugar hospital de Serra Negra não tem equipe de Trama mas tem que ter capacidade de intervir nessa relação e salvar a vida estabilizar e garantir esse essa linha de cuidado Ou seja a linha de cuidado na minha opinião ela vai induzir uma certa competência no próprio sistema ela vai ajudar a operar uma relação de decisão Clínica também de risco de problema mais grave de coisa simples de possibilidade de eu resolver a gente entra na crosta é uma relação muito muito fechada do sim ou não se aquela decisão médica ou de enfermagem ou da equipe está de acordo com o critério se tiver o acerto não tiver amigos é quase assim se viram e não pode se virar Mas sempre tem uma edição em que esse lugar especial da Universidade esse lugar de conhecimento tem que estar alinhar Tô operando a capacidade de intervenção daqueles profissionais porque aquele cidadão também tem validade para nossa vida dele com a competência que o sistema pode ter Então para mim são temas importantes Ou seja a regulação como esse conceito ele tem que ser muito mais do que uma quantidade de oferta que também é para isso mas é uma parte mas é alocação qualificação indução de um modelo de atenção organização de uma protocolo que induz uma relação de atenção não pode fazer mais hoje um protocolo para atenção primária quando regula a tensão que não seja um protocolo para saúde da família não pode ser um protocolo médico clínico médico entende porque eu quero eu quero olhar esse modelo que eu como eu vejo atenção primária como fizemos o nosso protocolos aí lá no HC do Unicamp agora é o seguinte ó O que que a atenção primária pode fazer nós vamos ajudar oftalmologia foi lá no município pequenininho ortopedia foi lá no município para capacitar aquele aquele assistencial que era mais do que um agravo mas era o que que nós podemos fazer na atenção primária enquanto tecnologia para resolver Ortopedia e dor nas costas ou seja essa Preciosidade essa vou chamar de radicalidade no sentido que precisamos olhar o SUS para a gente observar o quanto a gente pode fazer e para finalizar para dar conta disso eu acho que se não for uma crosta Regional ela não vai olhar para lugar nenhum porque tem que ser Regional tem que saber os meandros a relação aqui da Mc não é eu preciso saber aqui eu não quero saber no lugar de um castelo é aqui que opera é aqui que eu vou poder pactuar é aqui que eu vou poder contratar E por que que é aqui porque a necessidade de fazer aqui um processo de congestão é preciso fazer com a gestão para ter transparência no que vai afetar dos hospitais da especialidade dos homens da especialidade dos municípios é preciso é claro que o hospital pode ter temos que conciliar mas seu hospital que a gente sabe disso de especialidade que fecha a porta que não precisa a sua oferta agora como é que faz isso brigando não é criando instrumento de contrato de gestão chama atualização então o hospital de Amparo vai contratualizar naquela região que ele vai oferecer para o município o meu hospitalzinho que oferece cirurgia vai ter que garantir as atividades para aquele Município de Serra Negra e Unicamp vai ficar desse lugar de 7 milhões de habitantes para fazer o quê o papel dela eu quero cumprir o papel de atenção profunda terciário quaternário não de azul e verde é perder capacidade Nossa saber é o cardiologista atendendo a hipertensão leve eu quero que ele vê arritmia eu quero que ele Olhe coisas importantes do ICC sabe ou seja não é de qualificar a regionalização vai permitir que a gente eu não sei se tem que alocar recurso na HC da Unicamp mais viu eu alocaria descentralizadamente hospital de Paulínia não tem neurocirurgia Que absurdo 120 mil habitantes como é que a Croácia induz isso como é que a gente não instala isso não é possível é um sistema que não tá tudo tem que mandar para Unicamp para fazer avaliação ficar 6 horas depois faz 70% volta porque às vezes tá entupido né ou seja então é preciso conciliar muitas coisas é preciso fazer relação Regional é preciso que a regulação induza a tão sonhada querida regionalização nós com nós mesmos fazer com a gestão da oferta assistencial fazer e também nós podemos pactuar com o município que ele resolva a sua atenção primária americana tem que resolver a atenção primária deles tem que induzir um compromisso de investimento de capacitação de educação permanente de equipes ó essa região vai pactuar o quanto o mínimo dia aqui pessoal da família por município o mínimo é 50 abaixo disso nós precisamos pensar um cofre financiamento nós queremos isso enquanto hospital que seja resolutiva eu vou induzir lá também não é só uma via para uma relação hospitalar esse conceito de rede é um ponto de atenção tão importante quanto Então eu queria ajudar pensar que a regulação tem esses componentes ele atravessa a política atravessa conceito atravessa modelo atravessa ponto de atenção muito importante atravessa capacidade de conexão entre os vários pontos evidentemente que a crosta eu acho que a crosse é boa viu o sistema que opera eu acho que é ótimo eu entro vou lá coloco de um tempo tal agora a gente há um conjunto de coisas que a crosta é operar então talvez a frente deveria chamar Cross e sua competência na regulação do sistema de saúde acho que esse é um sentido mas enfim vou ficar por aqui aberto para o debate [Aplausos] abrindo o debate aqui vou pedir o auxílio do Carlos que está com microfone Se puder levantar a mão Nós já vamos passando eu vou só pedir assim para que nós não nos entendermos eu peço a sua compreensão eu sei que todos ouviram e a perspectiva a proposta era essa mesmo de fazer de começar o debate colocando colocando seu pensamento mas não fala muito ninguém vai controlar o tempo aqui só vou fazer Tá bom obrigada pela compreensão a gente vai a gente vai interagir Boa tarde a todos que não me conhece eu sou Afonso Silva sou vereador de Jaguariúna e também participe do Parlamento Metropolitano então Edvaldo aqui também de Hortolândia também que é do Parlamento e essa discussão do Cross foi uma coisa que me fez participar do Parlamento porque eu quando entrei no primeiro mandato de vereador e tem muita cobrança em relação a isso e a gente não entendia porque que demorava tanto ia lá na secretaria não é crocil é Cross Depois que eu fui entendendo Aí eu resolvi participar do Parlamento porque ele é uma coisa que cabe só o município de água resolver mas é uma coisa como já foi falada aqui é que acaba todos os parlamentos né então a gente foi lá a gente fez toda uma discussão e justamente em cima do que foi falado aqui pelo pelo Doutor Fábio né Essa questão da regionalização porque você tem uma realidade na região eu tenho uma vaga que você tem que você tem que colocar no sistema e quem dá uma resposta o pessoal da capital que não tem a realidade daqui não sabe como é que funciona aqui não tem e eu costumo falar o seguinte quando o paciente vai do serviço de saúde que é vaga Cross a gente fica todo desanimado Coitado foi a sentença de morte dele tem esse sentimento né porque porque é um sistema que às vezes não sabe nem como é que dá o retorno para a cidade né ah o Fulano está esperando uma vaga disso daquilo mas não tem aquela resposta se vai demorar você não vai como é que funciona e o paciente não quer saber disso se aquela outra complexidade Cabal estado do município e a gente cada vez que tentava explicar isso a gente quer Vereador parecia que a gente tá me enrolando paciente então a gente precisa ter Realmente esse controle Regional que é uma coisa que tá colocada lá no Parlamento elevado faz parte lá do a gente tem uma comissão de saúde comissão permanente de saúde é que eu sou o vice-presidente a Cilene lá de Indaiatuba é a Presidente do dessa comissão ele volta como secretário e essa discussão está colocada inclusive gostaria de convidar vocês da mesa para participar do dia 1º de setembro nós vamos fazer uma reunião conjunta dos prefeitos e dos vereadores aqui da região justamente para discutir essa questão da crosta a gente tá pedindo para todos os municípios fazer um levantamento como que tá essa essa demanda nos seus municípios vai estar o secretário Estadual de Saúde também nessa reunião para que a gente consiga de certa forma tá desconstrando isso colocar isso em prática eu tô como foi falado aqui um dos oradores que foram Seu Osvaldo Eu também estou com muita esperança que agora a questão essa questão Acho que vai sair do papel e a gente vai ter assim os pacientes é aqui da nossa região você vai entender tudo dignidade e principalmente com esperança né Acho que esperar uma semana você esperar anos para fazer o exame realmente ela é complicado eu tentei ser breve Boa tarde a todas todos e todos sou Paulo Mariante sou Presidente do Conselho Municipal de Saúde pelo segmento de usuários pela vaga do movimento popular de saúde mopis queria saudade deputada Império Gini e todas as pessoas presentes e queria fazer a seguinte considerações acho que as próprias falas da mesa antes da gente começar a participar da discussão mostraram que a Cross é importante mas os problemas da saúde pública e do SUS são bem maiores e a gente também concorda com as falas da mesa que a única forma de garantir o direito à saúde no Brasil através a saúde privada É privilégio à saúde saúde pública é o direito à saúde e isso é fundamental E aí Preciso deputada claro que isso é uma questão de âmbito Federal nós precisamos mudar uma certa lógica de mais recursos utilizados na saúde privada do que na saúde pública que é que atinge a grande maioria atende a maioria da população no Brasil e os problemas são vários e eu queria mencionar aqui Campinas foi falado de cobertura de atenção a a saúde e atenção primária a cobertura de Campinas Nayara a última vez o eles são propondo uma meta de chegar a 60%. a meta chegaram a 60 se isso é bom Me desculpe quem gostar parabéns nós não é baixa Nós não sabemos se a situação dos outros municípios é assim Mas isso não é uma boa realidade para ama saúde uma atenção primária resolutiva Então esse é um problema quem não vários outros Mas o que eu queria chamar atenção e queria trazer aqui o diálogo é de que o tema é da Cross sincero nesse âmbito direito à saúde e chamar a atenção que se regionalidade é importante nosso colega falou do Parlamento Regional nós tivemos recentemente uma conferência uma macro Regional aqui Preparatória Conferência estadual a pergunta que não quer calar é o seguinte nós temos uma região que inclusive fez uma macro e qual foi a discussão na macro sobre a própria região de propostas de funcionamento então nós queremos trazer aqui dois apelos a deputada e a frente para alimentar primeiro que seja discutido na frente e de ser possível né com vontade política Porque como advogado Eu sei como é que meus amiguinhos fazem isso a lei não permite etc e tal nós temos espaços de diálogo com controle social em nível Regional nós não temos isso hoje não existe conselho de Campinas tem conselho em outro todas as outras cidades aqui qual é o nosso passo Regional de controle social do SUS parlamento é importante mas o SUS na Constituição fala do controle social é princípio do SUS então o espaço de controle social Regional e por último apelo que se não for possível mudar no nome porque já é um ato instituindo não tem problema nome ou de menos que essa frente parlamentar seja uma frente parlamentar em defesa do Sistema Único de Saúde que isso continua fundamental o cenário Talvez hoje parece ser menos ruim mas é muito preocupante e precisam muitas medidas perto de fato garantir o sistema o direito à saúde no Estado de São Paulo no Brasil obrigado [Aplausos] Boa tarde para todo mundo me chama Nayara sou do movimento popular de saúde de Campinas como Mariante como Lúcio também tá ali estive no Conselho Municipal de Saúde nos últimos dois mandatos eu queria reforçar a fala do Mariante em relação a importância da presença e da Participação Popular em saúde instituída no SUS desde 1988 por pela lei 8142 que na nossa região ela não acontece ela não existe existe nos municípios mas não existe enquanto articulação dos municípios na região eu digo isso porque por exemplo para a gente saber se cada município tá o governo federal instituiu o mais especialidades logo lá bem no início do governo como tá isso nos municípios de Campinas os municípios credenciaram os municípios estão fazendo a sua parte que é para poder viabilizar a regulação precisa que os municípios operem no modelo assistencial naquilo que o Fábio tava falando de uma atenção primária resolutiva para que não seja cenário tantas ações da média alta complexidade Isso precisa ser complementar se não enxugar gelo as pessoas não precisam chegar é claro que hoje com o nível de demanda reprimida que nós temos essa questão tem que ser feita com o pneu trocando com a trocar o pneu com o carro andando como se fala mas precisa operar estrategicamente para que a gente não tenha isso no futuro como disse o senhor que quer ver né para os seus netos né então assim para que para que mais para frente a gente não tem esse estado de coisas totalmente desandado como nós temos precisa cobrar dos municípios que a sua atenção primária funciona de fato com resolutividade não só fazendo prevenção e nem promoção ela tem que também fazer ela tem que agir de forma integral a atenção primária para que também os outros níveis do sistema regulados né a média alta complexidade funcione então eu gostaria de que a frente que tá se instituindo com essa característica né de focar a questão da média e alta e da regulação ela trouxesse para pauta a questão que é o que que os municípios estão fazendo inclusive pensando que o nível Federal está instituindo um programa para poder castifar os municípios para alterar melhor a sua média Auto complexidade dentro das suas capacidades municipais e isso ser feito regionalmente o que que já tá sendo operado do ponto de vista dos Municípios isso precisa saber né E a gente não sabe o município de Campinas a gente não sabe o que é que o município de Campinas está fazendo recentemente nós fizemos um ato um movimento popular de Campinas fez eu até mandei para Gabriela um material que a gente operou nesse ato onde a gente explica porque que a nossa lista de espera é tão grande aqui em Campinas e quais são as medidas que o município deveria estar cumprindo desde agosto de 2021 e não tá fazendo no tanto é que a gente recebe reclamação o tempo todo então algo não está acontecendo né o Conselho Municipal deliberou que tinha que aconteceu desde o outubro de 2021 E isso não ocorre Então queria sugerir essas duas coisas operar o controle social no nível Regional e fazer com que os municípios respondam o que que eles já se credenciaram do ponto de vista dessa linha de financiamento que veio que está vindo né do Ministério da Saúde que não é pouco dinheiro e que teria que essa capacidade de articulação aqui na regulação regional Boa tarde a todos eu sou Rita presidenta do PT de Jaguariúna e a minha pergunta é por desconhecimento técnico é a primeira para saber do terciário que eu não sei o que que é e a segunda correlação a regionalização porque eu tenho uma preocupação a seguinte pela falas que do Dênis que é a respeito do dinheiro que vem das prefeituras às vezes não terem quantidade financeira para poder tocar os seus próprios problemas então por exemplo aqui em Campinas e região a gente tem recursos tanto material como financeiro para poder gerir mas se eu tiver por exemplo uma região de cidades lá no interior de São Paulo com pouco recurso que não tem hospitais adequados para receber essas pessoas na hora da gente pensar uma regionalização é preciso primeiro estruturar o material o técnico é a estrutura física e o pessoal né que é tá ligado ao técnico e uma coisa que eu acho que é importante da gente pensar também porque eu fico preocupada por exemplo pessoas daqui de Campinas que vão lá para Ribeirão conforme o Senhor o doutor citou ou de outras áreas de cidades longe que vem para fazer tratamento aqui para alguém que tem uma estrutura financeira um carro para poder fazer isso Às vezes vem muda né às vezes minha cidade vem a família inteira tem casos de famílias com pessoas que vão tratar câncer que a criança deixa de estudar na cidade de origem porque tem que vir junto Porque ela não pode ficar lá tem ninguém para ficar então o quanto mais tiver de proximidade para esses casos uma estrutura para atender todos esses problemas de saúde melhor então na hora de pensar essa regionalização acho que é importante a gente pensar no deslocamento das pessoas também né estrutura para receber e estrutura para cuidar dessas pessoas antes de pensar na mudança do sistema com o computador né a gerência disso não sei se eu falei bobagem mas eu gostaria de esclarecimento sobre isso Boa tarde a todos a todas só um minutinho eu tô vendo todo mundo aqui na mesa aqui a mesa só ouvindo depois eu vou devolver a mesa para que a gente possa em relação aquilo que foi falado fazer as considerações tô preocupado que tem tagações eu tô notando algumas coisas aqui desculpa Boa tarde a todos agradecer a Ana pelo convite cumprimentar toda a mesa eu sou o Michel Oliveira conselho Teleton aqui junto com a Edna Rodrigues estamos aqui representando a cidade de Sumaré a questão do Conselho Tutelar e a gente recebe também muitas demandas muitos problemas muitas violações direitos que vem tanto para Sumaré acredito que os outros conselhos também da região metropolitana envolve a questão de saúde eu aconselho recebe uma denúncia de uma família situação de risco né E quando vai verificar a situação é um dá um exemplo Às vezes o adolescente a criança tá indo mais na escola aí você descobre que tem um familiar doente que tá numa fila do Cross que tá lá passando problema de saúde precisa de atendimento não consegue E aí como que você vai penalizar uma família nessa situação não tem como porque o conselho ele vai ele não tá ali para penalizar a família ele tá ali para reivindicar um direito daquela família e se ele percebe que se a gente é a saúde ele vai cobrar né para que esses equipamentos não funcionar corretamente então é muito importante acho que a questão de se pensar na regionalização Porque só quem conhece a sua casa você você que sabe qual que são os seus problemas para você estar resolvendo então por exemplo se a saúde ela é regionalizada você vai levantar os problemas que estão ali vai investir naquilo que é realmente necessário Então essa é a nossa colaboração do Conselho tubarão Obrigado a todos [Aplausos] Boa tarde a todos e todas né Eu queria fazer mais uma provocação Quando é quando o senhor falou que a Unicamp não precisa de verba precisa porque a Alice salva muitas vidas né é quando o senhor falou que quando se é que chega via Cross eu Evinha Vou dizer algo para o senhor quando chega salva vida porque já ajudou salvar muitas vidas ali na Unicamp e eu queria fazer uma provocação porque antes antes de nós estarmos falando do sistema Cross que tem funcionado E hoje nós temos uma superintendente ali a doutora Elaine que está aqui e que tem feito um belo trabalho ela tem assim tem tido um olhar assim um olhar periférico e tem trazido isso para dentro da Unicamp isso tá sendo reconhecido e digo para o senhor e muito pouco tempo mas o que eu quero dizer para vocês é que como nós vamos fortalecer esse sistema vamos lá eu tenho muita preocupação com essa questão porque nós temos um sistema único de saúde é que é reconhecido mundialmente e nós corremos risco por conta das terceirização Esse é o perigo esse é o perigo dentro dos órgãos públicos não se terceiriza órgão público é uma conquista nosso é um bem do cidadão brasileiro então fica aqui uma provocação antes da gente ficar citando dificuldades O porquê disso porque daquilo vamos fortalecer vamos fortalecer porque a luta é ardua eu tenho visto ali na Unicamp eu tenho visto o esforço que tem sido feito ali tanto pelo grupo de enfermagem quanto os médicos e vou falar uma coisa para você eu tô assim muito feliz de ver que as coisas estão caminhando e caminhando para o bem nós somos calados e mesmo assim nós continuamos trabalhando a enfermagem não parou salvou vidas né eu trabalhei na pandemia várias pessoas trabalhando na pandemia eu fiquei doente quase perdi minha vida mas continuei lutando Então eu acho que o fortalecimento do SUS nada mais do que justo como Cross eu acredito no SUS e acredito no Cross porque nós temos profissionais que seguram e levantam essa bandeira Então eu queria deixar isso para vocês aqui e muito obrigado [Aplausos] eu vou vou pedir assim na interação quem mas vou convidar mais duas falas e depois é que a mesa só fala quem quer falar primeiro a gente já vai passando aqui tá bom até que o doutor Fábio comentou em relação aos hospitais que são né menores mas que daí né poderiam ajudar né é o sistema né um exemplo Nova Odessa que tem 65 leitos e teria possibilidade de por exemplo fazer uma hérnia né e outras então né Colocar em pauta para que haja recurso né para que os municípios assim né menores né que queiram fazer né consigam porque hoje eu não consigo né mas tendo recurso Eu tenho equipe o hospital né que daí né Poderia né colaborar Ok é esse apontamento Obrigada viu [Aplausos] Boa tarde a todos meu nome é Daiana a Evinha Né tava ali falando e eu lembrei dela passei pelo caísmo né como ela fala que a enfermagem salva vidas Salva eu tive um problema se não cuidasse Poderia virar câncer no colo de útero né E fui muito acolhida e agora aqui vendo a Eva Meu Total agradecimento Eva realmente você ama o que faz né você põe amor no seu trabalho toda a equipe o tempo que eu passei pela Unicamp e fica aqui o meu agradecimento muito obrigada [Aplausos] pode ser a doutora Elaine Então vou passando assim pode ser assim obrigado acho que só para complementar se até tiver alguma alguma dúvida pontual aí a deputada pode até levantar que eu respondo em relação ao quaternário o Dr Oswaldo até respondeu na fala dele o terciário quaternário primário secundário são divisões que vão subindo os níveis de complexidade dentro de um hospital o quaternário é o último nível né onde são feitos procedimentos de maior complexidade e isso essa essas complexidades elas são divididas através dos credenciamentos que cada serviço tem então complementando algumas das falas o credenciamento na teoria ele já existe para todos os serviços existem credenciamentos para os para tudo que tá aberto pelo SUS na teoria já está cre o que falta é cobrar que esse credenciamentos eles sejam levados a termo eles sejam realizados então existem muitas situações aonde a gente vê que um hospital ele tá contratualizado para fazer determinada determinado procedimento e acaba não fazendo e muitas vezes a justificativa é por falta do custeio então isso realmente precisa ser melhorado e a intenção da regionalização é tá fazendo a rede o redimensionamento de toda a área do nível primário ao quaternário e o cross ele é uma ferramenta para que o SUS funcione de uma maneira adequada que o colega acabou de levantar o cross ele é uma ferramenta a gente não pode confundir o cross como a política de Estado da Saúde o cross ele é utilizado para fazer essa essa essa estruturação de o paciente tá numa unidade básica ele precisa de um exame e o cross é auxilia nisso com certeza isso precisa ser melhorado a unidade básica ela precisa melhorar ao exames para fazer o diagnóstico precisam melhorar uma coisa até que talvez seja interessante levar nessas discussões muitos procedimentos para se dar o diagnóstico através de biópsia é um problema dentro do Estado de São Paulo que está dentro do Brasil Então se precisa de um procedimento de uma biópsia o Dr Chaim tá aqui ele pode comprovar para a gente poder tratar um tumor de pâncreas por exemplo que é especialidade uma das especialidades do nosso serviço a gente precisa de biópsia é difícil de conseguir então existe dentro da Cross dentro dessa dessa premissa da Cross alguns serviços realmente precisam aumentar em termos de tamanho para poder fazer com que essa engrenagem toda funciona de uma forma adequada o serviço primário não funciona bem sem um secundário o secundário não funciona bem sem o terciário ou quaternário tudo precisa gerar gerar em conjunto então a é óbvio que assistência que a unidade básica que o a questão do médico da família ele é importante no sentido da prevenção mas a gente também carece a gente sabe isso da nossa região já antes mesmo de terminar esse estudo do governo que a gente precisa de também de leitos terciários para fazer aí os tratamentos de ponta os tratamentos que só um hospital é de maior porte de maior complexidade pode gerar nós temos na nossa região isso também é importante levantar as maiores listas amor com neoplasia é a nossa drs7 dentro do Estado de São Paulo e muitas dessas neoplasias elas vão necessitar de uma complexidade maior hospitalar então esses leitos também terciários eles vão ser necessários que se ampliem dentro aí da nossa da nossa estratégia e movimentos né você comentou de Nova Odessa a gente fez um movimento por exemplo em relação à cidade de Pedreira acho que não tem ninguém de Pedreira aonde a gente no momento aí das filas a gente pode levar os nossos residentes junto com uma equipe para fazer cirurgias de pequeno e médio porte nessa cidade então a universidade com o papel formador ela pode levar essa porque nesse local diferente de Nova Odessa não havia o RH então a gente levou esse RH para que pudesse operar os pacientes da própria cidade que aí cai no que foi comentado de que próprio paciente ele ser atendido na sua própria cidade pela localização pela acomodação pelo transporte a gente vê muita dificuldade realmente no transporte dos pacientes mas a regionalização é para resolver para melhorar e aproximar então a região por exemplo de São José do São João da Boa Vista hoje ela é encaminhada para Itu e para Ribeirão Preto que para o paciente é mais longe mais oneroso do que se fosse encaminhado para gente mas para nós assumirmos mais essa cidade nós vamos precisar do custeio Então é isso que precisa ser discutido uma regionalização nova acompanhada de um custeio adequado sem custeio ninguém consegue fazer nenhum tipo de trabalho Lembrando que o custeio ele em qualquer hospital em qualquer qualquer nível o custeio maior sempre gira em torno do RH é sempre o RH responsável aí por 60 a 70% de todos os níveis aí de atendimento do SUS obrigado [Aplausos] eu acho que basicamente a doutora Elaine conseguiu contemplar as dúvidas né E os comentários foram feitos mas eu queria só é compartilhar a nossa experiência lá em Hortolândia com relação ao que foi colocado pela colega no sentido de do hospital né de menor porte está atuando dentro dessa dessa rede começou com o prefeito Anjo no perugino alguns investimentos e o Prefeito José Gomes continua na mesma linha e a pandemia nos trouxe o legado dos 10 lentes de UTI a nossa deputada Ana conseguiu um recurso para a gente a gente conseguiu melhorar o nosso CDI inclusive com a implantação de um tomógrafo a gente tem agora uma reforma sendo concluída que aumenta nossa capacidade cirúrgico Então a gente tem uma lista de de cirurgias de baixo de complexidade que são possíveis a gente fazer tem um aumento de leite agora a gente passar para sem se conseguir ter leitos dia para algumas cirurgias que a gente possa ter as internações no dia agora que colocou a gente já discutir isso principalmente com o estado porque o município não consegue manter isso só com seu orçamento a gente investe 30 32% do orçamento hoje do município em saúde e mesmo assim a gente não vai conseguir implantar tudo isso se não houver o estado participando do custeio disso então eu posso por exemplo hoje com investimento que eu entendo pequeno do Estado fornecer pelo menos 50 tomografias para nossa região por dia isso desafoga o resto e mas eu não consigo montar a equipe hoje sem que aqueles recursos que a gente foi pedir ontem venham venham para o município Então é só para dar um exemplo para vocês como a gente está pensando dentro do que agora tá sendo conversado pela secretaria de estado que é essa não nós vamos investir nisso eles estão falando do Hospital Metropolitano eles estão falando do hospital Unicamp propõe mas estão falando também de olhar para os hospitais das cidades e fazer esse investimento então a gente tá otimista com relação a isso estamos nos preparando para poder participar disso Obrigado Doutor bem Dr Fábio eu não tô propondo tirar recurso de ninguém e priorizar para ninguém estou propondo que olha o sistema numa perspectiva resolutiva né Eu acho fundamental importante que Nova Odessa Pedreira Jaguariúna Paulínia Hortolândia faça cirurgia de apendicite Poxa vida gente tem que fazer uma cirurgia de apendicite de hérnia sabe para as crianças para as mulheres o mioma como é que a gente consegue laqueadura a gente vai conceder um SUS assim Então não é eu falei né A que se conciliar as várias prioridades e olhar para isso né Eu acho que é um problema de neonatologia nossa região elas não resolvemos aí tá chegando o frio toda Época de frio é uma correria né não é uma dificuldade ou seja então acho que a gente é legal olhar regionalmente é legal produzir com a gestão é legal estar junto eu acho muito importante a Unicamp né estar junto acho muito importante os conselhos a representação dos usuários estarem juntos eu acho que tem que ter mecanismos né de fortalecer os municípios de alguma forma induzir discutir problematizar tem que discutir a terceirização né Eu acho que a crosta é um monte de médico terceirizado às vezes entra no plantão não conhece a região e tem dificuldade eu vejo isso o doutor Mário Cotinha entrou naquele lugar não conhecia a região lá das águas e não sabe que hospital de Amparo é referência para os hospitais de Socorro e e Serra Negra Isso é um problema então ou seja então assim são várias coisas eu queria eu sou militante do SUS as pessoas que me conhece sabe disso acho que é uma aposta importante nas nossas vidas eu aposto nisso então desculpa a empolgação se eu fui muito mas eu respeito todo mundo e tô aqui para acontecer com todo mundo Doutor Osvaldo por favor eu quero agradecer a oportunidade de estar ouvindo e tá de alguma forma participando contribuindo para esse debate que estão começando aqui vão se multiplicar eu Espero realmente que sejam tão produtivos e consigo realmente multiplicar esse processo de avaliação mas que a gente pode dizer que é apoio a camisa do Mariante é um pouco de inveja né Nós temos a gente pudesse por um uniforme defenda o SUS vivo SUS isso é é um é muito gratificante para nós que acompanhamos a instalação do SUS e vemos e temos vindo apoiando e ajudando a desenvolver o sistema de saúde americano teve um papel importante na estruturação do SUS e ela tem esse histórico de militar com muita dedicação na organização de sistema no apoio sistema a Unicamp tem um apoio muito forte na expectativa do desenvolvimento do SUS e nós estamos todos muito engajados com essa questão nós temos que lidar com uma realidade que é muito própria não existe um modelo de país com dimensões até menores que o nosso que tem as mesmas necessidades a mesma conjuntura o mesmo estado de desenvolvimento econômico e social e ao mesmo tempo a mesma estrutura já criada para a assistência eu eu sou testemunha de um período que nós não tínhamos o SUS quando eu fiz minha residência na Santa Casa Santa Casa era hospital de indigentes chamava-se indigente uma palavra tão indefinível né mas quem não tinha acesso por condição Financeira ou quem não tinha uma ligação ou um sindicato que permitisse financiar como segurança saúde não tinha assistência e ele era considerado um indigente então a Santa Casa que deu origem a Unicamp foi um hospital de em 81 na década de 80 nós trabalhamos muito na estruturação do Sistema Único de Saúde que chamava sistema unificado de descentralizado de saúde era o suds são muito forte do nosso hoje departamento de saúde coletiva mas globalmente de todas as unidades que estavam dentro da universidade e passou por um monte de aventuras a gente sabe um monte de história da dificuldade de implantar o sistema único de saúde mas nós tivemos um avanço monumental do ponto de vista de organização monumental da mesma forma que na minha infância televisão na rua só uma casa tinha da mesma forma assistência pública de saúde ah 30 40 Anos Atrás só uma unidadezinha pequena que existia todo mundo era indigente ou 70% era indigentes hoje 100% são cidadãos para o SUS cidadãos que devem ser encarados de uma maneira totalmente igual e o boliviano que chega ao haitiano que chega o cubano que chega ele é um cidadão do ponto de vista de assistência à saúde igualzinho brasileiro isso é um privilégio ter bom nós partimos de um modelo que de uma certa maneira e foi se distorcendo Cada um foi buscando a sua solução então nós tivemos postos de saúde em Campinas posto de saúde na década de 70 o secretário Sebastião 30 postinho de saúde uma maravilha atraiu os nossos formandos quase que 20 30% do nosso formando foram direto trabalhar em posto de saúde nem foram fazer especialização então era entusiasmo que Campinas tinha com assistência básica com assistência integral com assistência Universal e saúde que a rede básica é a porta de entrada dele Então a gente tem uma crítica muito forte para o que nós temos hoje mas a gente tem que olhar um pouco Em que momento nós estamos no nosso crescimento e nós estamos crescendo muito Eu não me lembro de outras reuniões que a gente tivesse tido para discutir uma ferramenta do Sistema Único de Saúde que é Cross e olha a frequência que nós temos de gente interessada isso significa mobilização significa interesse nós vamos crescer a partir disso a Unicamp São propondo um novo hospital com uma abrangência Regional pode ser Metropolitano pode ser um pouco maior mas primeiro porque nós temos um diagnóstico da Necessidade faltam leitos hospitalares por mais que fala Olha tem não sei quantos fechados no coração no Samaritano ou tem não sei quantos ainda fechados no HC é um pingo Nós abrimos todos os leitos do HC que estão disponíveis foram abertos mais de 100 nos últimos dois anos mesmo assim Falta leito foi procurar eleito no HC Hoje não tem é um processo eletivo tá sendo suspenso para atender uma emergência então o cateterismo uma cirurgia cardíaca que estava internada dois três dias sendo preparado não sobe porque chegou a ocidental de moto isso é péssimo o acidental de moto não precisava estar lá naquele momento e o coração precisava estar lá naquele momento isso consome o sistema desgasta o sistema quebra economicamente o sistema como um todo é desorganização a Cross é uma ferramenta de organização ele é muito muito bem-vinda mas nós precisamos um pouco mais nós precisamos aliviar o Hospital das Clínicas em particular do atendimento daquele caso da hérnia naquele caso da qualitisterna daquele caso talvez de uma gripe com uma pneumonia que pode ser tratada muito bem por exemplo em Jaguariúna muito mais perto da casa desse paciente e nós queremos ajudar nesse processo de fazer que a taxa de ocupação de todas as nossas estruturas ambulatoriais hospitais viajar próximo dos 100%. se a gente fizer isso a gente dá um passo acostume mínimo custo mínimo nós estamos avançando Cadê as ideias são muito convergentes se a gente fizer um outro seminário com outros colegas opinar a gente vai ficar mais ou menos na mesma no mesmo pensamento quer dizer existe uma comunhão de ideias e uma expectativa de que tá na hora de avançar nós temos no momento de dar o passo aquele passo que estava difícil nós ficamos engasgados aí quatro anos né até um pouco mais do que quatro anos por dificuldades que a gente tinha agora parece que tem aí um uma expectativa de é de avanço no processo então nós temos que ser otimista nós temos que ser participativos é Campinas não é um modelo mas ela pode criar suas respostas a região metropolitana criar as suas que possam servir para os nossos parceiros de São Paulo de Minas de onde quer que seja então eu coloco aqui o meu otimismo a minha expectativa de que a gente tá fazendo aqui tenha sua repercussão que a proposta de frente parlamentar de avaliação de apoio de desenvolvimento da crosta Avante tenha sucesso e que a gente Talvez possa fazer um novo seminário daqui dois ou três anos talvez tratando da questão do nível quaternário é só isso que nos falta a gente vai estar muito feliz muito obrigado pela presença entusiasmo de todos os filmes Super estimulado por você [Aplausos] o Carlos veio me avisar para não esquecer de agradecer a quem está nos ouvindo nos assistindo agora para além dos muros aqui das paredes da Câmara Municipal de Campinas e eu quero agradecer também a Câmara Municipal de Campinas que não cedeu o espaço aqui para que nós pudéssemos nos encontrar eu quero ainda dizer que eu ainda tenho algumas dúvidas em relação ao que a atenção básica eficiente né foi usado um tema foi um outro tempo que foi utilizado mas resolutiva o que atenção básica resolutiva eu ainda tenho dúvidas porque é uma questão de complexidade o que sai da atenção básica e vai para tensão secundária e a atenção terciária vamos colocar dessa forma porque é um limite ali um limite da especialização que você precisa da demanda de recursos ser aplicado para ter para que ela tensão E aí uma maneira de trazer uma coisa importante que é bem Pontual que a questão do controle social que ainda falta aqui na região eu penso que isso objetivamente é mais fácil de visualizar para a criação eu lembro quando lhe encontrei há alguns anos atrás no Encontro dos conselhos de saúde aqui da região foi aqui na câmara de Campinas e eu vim estava Deputado eu vim para ouvir para conhecer né o povo que estava ali e eu me deparei com um problema que me chamou bastante atenção que era a possibilidade do Celso Pierro realizar o transplante de rins e a falta de credenciamento no Celso Pierro aqui e tinha toda uma estrutura para fazer e eu fiquei assim fiquei chocada falei mas o que que tá faltando faltava vistoria né do SUS na localidade né falei não isso tem que se resolver tem que ser resolvido Rápido foi resolvido bastante rápido então eu penso que essa questão da organização também enquanto conselho né um conselho de controle na região na região é importante como nós o doutor Osvaldo fala falou com toda a proprietário de uma região que vem crescendo e que merece um olhar atento logo que eu assumi em 2007 nós dormimos Independentes porque a negligência em relação a dose é muito grande né mas muita gente já havia pensado sobre isso e a ideia que nós não somos inteiros quando parte né então nós precisamos de ser cooperadores nós precisamos de interagir a ideia de nós precisamos de independência nós precisamos de interação e precisamos de falar das nossas necessidades tem uma outra questão que eu preciso de colocar aqui antes do encerramento que porque esse sistema Cross porque se nós possamos discutir o sistema SUS até encontrar a temática pontual que aflige diretamente ia ser mais difícil agora quando nós tocamos no sistema Cross Doutor Oswaldo 45% dos deputados da lespa aderiram e eu tenho visto manifestação e recebido manifestação de todos os lugares em relação a essa frente você tá mexendo numa coisa que é importante precisa de mexer precisa de resolver e eu me deparei com uma situação que olhando para o sistema que é muito grande é maior que todos nós né muito grande porque foi a política acertada no nosso país nós precisamos de defender o tempo todo nós não podemos deixar vacilar em relação às medidas relacionadas à saúde tanto em Brasília como aqui em São Paulo o sistema Cross ele é um sistema mesmo sistema só de gestão gestão E aí foi falado digestão da tal da vaca zero gestão do recurso que não se tem quando você não consegue resolver o problema na localidade então por isso que acontece Alguém de lá de Pereira Barreto acaba vindo para cá e o que acontece isso já identifiquei a olho nu Doutora Ângela é uma Oeste que cuida desse sistema nós temos aqui um aditivo que foi feito agora em 2022 pelo pelo ex-governador foi um aditivo nós falamos em Milhões isso nos assusta né mas o recurso hoje a receita de São Paulo hoje chega a quase 3 trilhões eu estou falando aqui de um aditivo de quase 89 milhões isso é pouco diante daquilo que eu falo de trilhões foi um aditivo quer dizer é justificado porque você assume uma gestão você e agora esse aqui foi no final 2022 o dólar estava saindo vejam aditivo Esse sistema de gestão Eu olhei aqui tem 70 funcionários funcionários dentre eles dentre eles analistas de sistemas médicos enfermeiros que disputem esse pedido esse pedido de vagas esse pedido de um lugar para tratar da Saúde secundária e terciária lembrando que a dissonância não é não é homogêneo a tradição básica dos municípios tem um município de Hortolândia que tem especialistas que tem equipamentos que normalmente se tem em hospitais que vai atender a saúde secundária então há uma diferença nos municípios daqui e de acolá isso chama atenção Desde quando desde quando eu fui para Brasília como é que pode nós temos uma lei de responsabilidade fiscal que diz que o gestor tem que colocar x e y na saúde e na educação e onde fica a responsabilidade política de quem não faz o seu dever de casa e sobrecar rega o sistema de outro município não é então tudo isso nós temos que ponderar quando olhamos essa coisa linda maravilhosa que é o SUS e vou dizer mais Doutora Osvaldo toma mais que esperançosa outro dia minha companheira Fátima lá no Vale do Ribeira falou a respeito do vaso e de quando as pessoas não podiam conversar e não sabe muito grande distribuiu pedacinhos de um vaso para que no momento oportuno as pessoas voltassem se encontrasse para diante da sabedoria que foi adquirido com o tempo reconstruir um vaso eu acredito que nesse momento nós estamos voltando para reconstruirmos e vou dizer mais o SUS o SUS em grande parte é responsável pelo despertar do nosso povo que na gestão passada do governo federal percebeu que o SUS estava sendo destruído propositadamente e você sabe que isso é verdade vocês sabem que hoje o SUS atende a alta complexidade inclusive de quem tem plano de saúde sabe que os planos de saúde estão diminuindo suas especialidades até inclusive em relação a exames essa é uma injustiça que tem que ser sanada ela precisa de ser interrompida porque a perspectiva política humana do SUS ela precisa ser a perspectiva de vida de cada um de nós Equidade é mais do que igualdade aí que idade e lá não vale quando eu falei Marco Aurélio falei a respeito da frente você precisa vir discutir essa questão aqui porque aqui a saúde da população Caiçara ou a saúde da população negra não é levada não é levada a sério e já existe um protocolo que determina isso então nós temos nós estamos falando aqui da região de Campinas e tem outras regiões gritando por algo que nós já superamos Mas eu acredito que a nossa região pode puxar toda essa discussão eu não me prendo e ouvi isso do secretário você vai ser sistemacroso que o que que vai ser o nome o nome talvez não seja o mais importante Eu acredito em relação aquilo que eu vi aqui porque nós não conseguimos identificar porque foi dito aqui que são uma terceirizar se o médico terceirizados de fato é uma terceirizada que cuida que cuida disso né e me preocupou porque duas pessoas foram chamadas para reunião ontem eu vi a preocupação da descontinuidade gente que é bastante tempo são seres humanos que estão no trabalho estão atuando ali e nós nós não queremos construir algo bonito né praticando aquilo que é muito feio então nós precisamos dessa humanidade numa nova construção eu lembro da Aparecida que é enfermeira que já está muitos anos cuidando desse sistema e ela estava presente na reunião então eu acredito que nós vamos encontrar sim uma forma de fazer eu ainda ouvi que é preciso haver uma uma identificação daquilo que se tem em cada localidade porque isso ainda não tem vocês acreditam nisso e nós estamos falando de São Paulo a doutora Elaine mesmo falou a respeito de uma fila muitas vezes que é de 500 você vai olhar de 300 E você tá trabalhando uma fila de 500 e tem filas já ouviu falar de filas que de 500 mas quando você chama não é porque as pessoas por não acreditar no sistema acabam se colocando em outras filas também então precisa de haver uma unificação do atendimento para que o médico de posse do nome do CPF do código precisa de saber por onde passou e quando ele deve chegar e eu vindo para cá eu conversava com Lucas Se tem uma coisa que você tenho certeza que não pode passar essa percebido é o conhecimento a palavra de Deus fala que a verdade nos liberta porque isso mesmo e a verdade é conhecer muitos de nós não tem a oportunidade de conhecer imagina se alguém que está dormindo em situação de rua tem uma oportunidade de conhecer ele ele está o tempo todo preocupado em venceu o frio para continuar para viver no outro dia agora nós somos responsáveis por eles e nós precisamos de conhecer e fazer essa busca para que daqui a três anos Doutor Osvaldo a sua profecia se concretize a gente venha de discutir só a saúde quaternária que aí a doutora Elaine vai falar o que que é saúde quaternária é mais fácil dar exemplos né uma cirurgia quaternária uma cirurgia um serviço que disponibiliza de serviço quaternários é um serviço de transplante por exemplo é um serviço de implante coclear é um serviço de Radiologia intervencionista de ponta coisas que estão sendo introduzidas como inovação tecnológica robô essas Essas tecnologias que a gente sempre tá ouvindo é que é uma um serviço quaternário mas o que se usa mais do que primário secundário terciário é a média e a alta complexidade mais do que essa terminologia então por isso que não é todo mundo que tá habituado porque o que se usa convencionalmente é serviço primário secundário terciário quaternário na verdade é substituído hoje pela fala de ter serviço de pequena média e alta complexidade que aí fica mais fácil de levar essas informações Até a ponta e os usuários né eles solicitar ele saberem em que sistema eles estão inseridos eles precisam ir para uma unidade secundária terciária Então essa divisão é mais ou menos o terciário quaternário ele entra aí na alta na alta complexidade do serviço e ainda tem uma questão que nós precisamos de ouvido secretários de saúde nós temos na equipe hoje um secretário que não está aqui porque precisou ficar em Rosana foi secretário de saúde quantas vezes né E ele fala com angústia da questão de percentual É mas eu tenho 50 pessoas precisando fazer uma tomografia aí me arruma duas vagas Olha a situação como percentual aqui na minha região quando veio para cá né então quando falo que é um gargalo é um gargalo mesmo a dificuldade de acessar um sistema aí tem uma situação que me foi trazida pela pela Regina essa Associação Paulista para desenvolvimento da Medicina que é a os que cuida hoje desse sistema e que fala e tem falado nós nós não produzimos leites nós não produzimos vaga nós não produzimos recursos nós não induzimos uma solução nós apenas disponibilizamos diante daquilo que não chega conhecendo aquilo que nós sabemos que existe e é um problema porque Quem fiscaliza o que ontem né Doutor Osvaldo Quem disse que houve um leito ou alguma UTI quem diz isso nós já chegamos a tratar dessa questão é muito mais fácil você saber aquilo que realmente você tem se você pode correr até lá para saber se tem não é assim e quando você não pode nem conhecer a região E aí eu entrei em contato com a Regina eu preciso de mais informação Aí ela falou para mim assim olha que essa organização também faz a gestão do Hospital São Paulo inclusive é uma briga com Unifesp Universidade Federal de São Paulo porque essa organização social quer tomar conta da Escola Paulista de Medicina que é UNIFESP então tem tem muito mais entre o céu e a terra né do que nós sonhamos mas efetivamente O que é que nós queremos né Nós queremos que a saúde chegue a todas as pessoas que os médicos né diante de um problema que precisa de um socorro é da Saúde secundária terciária consiga falar tá acontecendo isso liga para alguém tal lugar tem a vaga porque Apaixonados Pela saúde né todos os nossos sonhos Todos nós somos nós somos muito Apaixonados Pela saúde nós queremos que tudo dê certo e eu acredito que nós estamos na fase agora de juntar os pedacinhos desse vaso que cada um levou para casa e colarmos esses pedacinhos para chegar ou melhor resultado ou melhor resultado possível para o povo de agora para maturação que há agora Porque até então o copo mexer no vazio Ele tava meio vazio Ele tava meio vazio só se descia Então se falava mal eu lembro que na campanha Doutor Osvaldo eu falei assim imagina a gente se o SUS eu como você falou das venezuelanos dos haitianos Eu numa reunião entendi muito pouco de um angolano que estava na reunião no Santa Esmeralda lá na cidade de Hortolândia eu tô olhando tô olhando para o nosso presidente da Câmara sabe de onde eu estou falando o angulando com uma dificuldade muito grande de falar e falava da nossa sorte de viver aqui no Brasil né da nossa sorte de viver no Brasil e quando eu falava do sistema SUS na reunião ele bebia ele bebia porque ele contava como se tinha acesso à saúde lá que era quanto você podia pagar para alguém poder fazer alguma coisa ali ele colocou isso na reunião eu fiquei assim meu Deus né meu Deus agora que nós precisamos estamos no momento juntar os cabos e isso levou um despertar muito forte porque nós estávamos uma iminência muito grande de destruição do sistema nós estávamos e agora a gente retoma com uma força muito grande para dizer nós queremos o SUS a saúde tem que ser pública e tem que ser de qualidade e nós estamos vivendo isso no problema vamos falar que a pandemia Foi uma guerra nós encontramos pessoas mortas nas calçadas mas quantas sequelas nós somos carregando nós estamos no momento de recuperar de recuperar de recuperar eu tenho certeza que muita demanda represada está sendo atendida agora então esses sistemas é para tratar o sistema Cross porque é o problema que está atingindo de imediato agora e que vem e que vem levando pessoas ao desespero eu acredito que mais para frente Mariana assim que nós resolvemos esse problema e você me conhece bastante eu não apresentei ele em frente essa frente é uma frente que eu vou levar em profundidade como levei a questão da Sabesp a questão das mulheres no nosso estado nós vamos chegar nós vamos chegar um tempo com bastante não é à toa que nós estamos Juntando os pedacinhos agora né depois de tanto tempo eu tenho certeza que nós vamos fazer isso e eu conto muito conto muito muito com a colaboração de cada um de vocês eu acredito que é superpartidária e que Nós aprendemos que sozinhos nós vamos fazer a mudança que nós desejamos tanto no nosso país em nenhum lugar nenhum nós vamos fazer nós precisamos de muitas forças para resolver algo que é da humanidade e muito especial aqui da Saúde na região de Campinas e no nosso Estado de São Paulo então muito obrigada pela participação de todos vocês vocês deixaram o contato vão saber de cada andar dessa frente e vão poder interagir fazendo proposições para que nós possamos levar a assembleia é que eu vou contar também com o deputado Valdomiro Lopes que é do PSB que se colocou à disposição para que nós possamos apresentar completamente uma proposta para o estado para resolver o problema nesse momento tá bom muito obrigado [Aplausos] [Música] TV Câmara Campina
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