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TV Câmara, Campinas. Boa tarde, bem-vindos à Câmara Municipal. Eh, quero dizer que é um prazer recebê-los aqui, receber o presidente Rafael Ferres, que tem feito um trabalho maravilhoso aí frente ao conselho, Dra. a Carolina que vai estar palestrando, Celmo que é o assessor. Já estivemos ali no nosso gabinete conversando sobre políticas públicas, né, para essa área da saúde que é tão importante. E quero colocar meu mandato, deixar aqui à disposição de vocês sempre que precisarem para qualquer demanda, qualquer necessidade da área de terapia ocupacional, fisioterapia, a gente tá aí prontos a recebê-los. Já já temos aí alguns projetos caminhando, né, eh, na casa que vai favorecer muito a categoria de vocês. Estamos aí aberto. Desejo uma excelente palestra e que vocês são, essa a casa de vocês são sempre bem-vindos. Meu gabinete é o gabinete 19. Sempre que precisar nós estamos ali à disposição. Passar a palavra pro presidente Rafael Féries para ele fazer uma saudação e deixá-los à vontade aí pra palestra, viu, doutora? muito obrigada pela presença. Eh, boa noite já, né? Boa noite aí para todos. Boa tarde, bo paraa noite. Então, eh, a gente nem programou, né, vereadora, para para vir fazer uma abertura formal, eh, até considerando que é um ambiente de de diálogo, né, e mais, apesar de ter uma exposição da da nossa diretora, Dra. Carolina, eh, para que os terapeutas ocupacionais eles possam aí ter um espaço de discussão sobre si, né, e quais, eh, são os caminhos que a terapia ocupacional aqui em Campinas, né, vocês vão eh buscar. Eh, mas eu eu vou aproveitar esse esse momento para eh destacar dois pontos importantes. Eu acho que o primeiro é que essa é uma oportunidade que talvez seja inédita na na para vocês de vocês poderem se reunir e discutir sobre os aspectos eh próprios da terapia ocupacional, né? E esse acho que esse é o fruto de um comprometimento importante da das terapeutas ocupacionais da gestão do CREFito 3, que eh são lideradas aí pela Dra. Carolina. E e é uma oportunidade para que vocês possam eh estar num ambiente de discussão e de tomada de decisão para o futuro das profissões que você da profissão que vocês escolheram. e em segundo, eh, destacar o trabalho, eh, da vereadora da da Débora, porque, eh, não é comum a gente ter, eh, parlamentares comprometidos eh com as nossas profissões. E eu tenho certeza que o que a gente tá fazendo aqui eh vocês nunca fizeram anteriormente, né? Então é muito importante a gente ter um mandato aberto e a vereadora Débora, ela sempre colocou à disposição, sempre discutiu com a gente e e a gente vê que é um um interesse genuíno, porque ela quer entender o que a o que a terapia ocupacional faz, o que a fisioterapia também, tô com medo da água aqui, mas ela sempre procura entender a demanda, nunca é um aceite de demanda simples, é sempre uma discussão aprofundada de contexto E isso é muito importante para terapia ocupacional, porque dentre as dentre as profissões de saúde, apesar da terapia ocupacional não ser somente uma profissão de saúde, ela ainda tem um é a profissão com menor contingente de números de profissionais. Então, a gente precisa ter política pública para que a gente possa formar profissionais eh para defender os saberes específicos da TO e expandir e escalar a assistência terapêutica ocupacional aí, não só no estado de São Paulo, não só em Campinas, mas no Brasil. Então, assim, eh, obrigado, vereadora. eh não só pela oportunidade da gente ter um mandato sério eh para apoiar as nossas demandas, mas também por atender as questões da terapia ocupacional, não só os TOS, mas também as demandas que eh afligem aí a população. Então, eh eu acho que é importante a gente valorizar, a gente valorizar e reconhecer esse momento, que é um momento importante pra gente, né, pensar no futuro da terapia ocupacional com parceiros tão eh eh relevantes aqui em Campinas. Então, obrigado, um bom bons trabalhos aí para todos. Obrigada, presidente, né? Parabenizar também pelo trabalho, né, que o o Dr. Rafael vem fazendo frente ao Crefito. Estava comentando com ele ali no gabinete que é é difícil a gente ver um conselho tão atuante, né, preocupado e caminhando tanto com a com as preocupações das profissões como ele tem feito. Eu acho que isso faz a diferença. Quçará todos os conselhos se preocupassem, fizessem o trabalho desse, né? porque eu acho que isso soma muito paraa categoria e como eu disse para vocês, eh eu acho que to e fisioterapeut são essenciais, né? Nós sabemos as dificuldades que que tem enfrentado, mas a gente vai aí trabalhando em conjunto para ir vencendo essas dificuldades na nossa cidade e e ver a categoria crescer e ser respeitada, que é que é muito importante. Passar pra Dra. Carolina agora, viu, Dra. para Carolina, pra senhora fazer a saudação e depois nós iremos sair, deixá-los à vontades para vocês discutirem, mas eh mais uma vez afirmando meu compromisso com vocês e deixando o mandato aberto aí para vocês sempre que precisarem, não só na área da da terapia ocupacional, mas em tudo que vocês precisarem paraa nossa cidade. Nós estamos aí para atendê-los. Muito obrigada. Oi. Foi. Eh, primeiramente, eh, vereadora Débora Palermo, agradecemos muito a abertura da casa, né, da Casa do Povo, né? Eh, é um prazer paraa gente, enquanto terapeutas ocupacionais poder estar nesse espaço que é bastante simbólico. E aí reforçando, né, o que o Dr. Rafael diz, eh, do seu investimento, do seu interesse pela nossa profissão. Eh, temos muitos desafios enquanto terapeutas ocupacionais na terapia ocupacional, como o Dr. Rafael disse, tanto no estado de São Paulo, em Campinas também temos alguns desafios, né, e também nacionalmente falando. Então, pra gente ter o seu apoio é uma honra. Então, deixo aqui meu agradecimento também em nome das minhas colegas terapeutas ocupacionais, nome, né, do dos terapeutas ocupacionais do estado. Queria agradecer também o Dr. Rafael, eh, ele é um grande parceiro, né? Eh, a gente tem construído junto aí, desde a outra gestão, um projeto para terapia ocupacional. Eh, temos várias conquistas, por exemplo, aberturas de cursos, que a gente inclusive vai ser um dos pontos aqui da minha da minha explanação. Então, ele é um grande parceiro, é um grande amigo também. Então, a gente tem trabalhado junto aí para fortalecimento da profissão. Obrigada pela presença também, porque a gente tem feito essa conversa em várias eh regiões do estado e e infelizmente não dá sempre para ele estar junto, mas que bom que aqui em Campinas a gente poôde ter a presença dele, né, para poder eh nos apoiar e poder mostrar aí que o Crefito 3 eh na atual gestão está disponível para poder fazer esse trabalho em conjunto, em parceria para ambas as profissões. Então, muito obrigada mais uma vez, vereadora. Obrigada, Dr. Rafael e a todos também. Eh, Raimundo, também queria deixar aqui meu agradecimento, Dr. Celmo, que também são parceiros aí eh bem importantes pra gente poder tá aqui hoje nesse momento, né, podendo conversar sobre a terapia ocupacional no estado e principalmente aqui na cidade de Campinas. Muito obrigada, gente. Então, vou deixar vocês agora com a Dra. Carolina, com certeza vai ser um uma ótima palestra, um ótimo bate-papo e que disso tudo saiam ou saiam eh sugestões, críticas pra gente poder ajudá-los aí na profissão. Muito obrigada, professora. Eu aí começa a fazer da frente mesmo, né? A câmera vai ter Pode ser aqui em pé aqui. Gente, desculpa, eu sei que é pouca gente, mas como eu tô meio ruim da minha garganta, eu vou usar o microfone para não precisar eh exigir tanto das minhas cordas vocais, senão eu vou ter que procurar minha amiga Fono para poder me ajudar do final do do da semana. Bom, eh, mais uma vez eu queria agradecer, né, a gente que a gente fez uma, na verdade, a formalidade aqui foi de surpresa, eu também não sabia, então foi meio no improviso, mas porque a ideia mesmo é a gente poder conversar, né, um pouco aqui com vocês, terapeutas ocupacionais, eh, da região aqui de Campinas, como eu falei na mesa, a gente Olá, tudo bem? Eh, como eu falei na mesa, a gente tem feito essa ação em diversas regiõ todas as regiões de São Paulo, né? Em determinados momentos nós temos ido, a gente já esteve em Presidente Prudente, Barretos e aqui é a terceira região que a gente eh vem para poder conversar com os terapeutas ocupacionais. Então, eh, a gente há muito tempo não fazia, eh, essa tentativa, né, de poder juntar os terapeutas ocupacionais pra gente poder primeiro se reconhecer, né, porque a gente acaba ficando cada um às vezes ali no seu mundo do trabalho, da sua rotina, né? E a gente tem poucos espaços mesmo, né, para poder trocar, se conhecer, né, se reconhecer. Então, eh, a nossa ideia é um pouco essa e poder também escutar vocês, né, dentro do que, eh, vocês quiserem trazer, enfim, eh, sugerir, como a vereadora disse, né, eh reclamar também, né, mas aí eu a ideia é um pouco eu apresentar para vocês, né, o que que a gente tem feito no Crefito, né, nós estamos eh numa configuração diferente da gestão anterior que a gente encerrou no ano passado. Iniciamos agora em fevereiro uma nova gestão. Eh, ela é uma nova, mas nem tanto, com alguma algumas configurações diferentes, mas na sua essência ela continua eh como uma continuidade da gestão anterior, né? A confiança aí de todos os profissionais eh do estado, a gente é é a mesma gestão, tá? Mas de projeto da diretoria Rafael é como se fosse é eles querem projetos novos e a gente tá com esse espírito de renovação de longo mesmo centro da gente. Tem uma autocobrança muito exato. Perfeito. Obrigada Rai. O Rai é um dos nossos grandes parceiros, né? Inclusive esse espaço da TO, o Rai foi uma das pessoas que é uma das pessoas que tem contribuído muito. A gente tem ligado, vocês receberam a ligação? WhatsApp? WhatsApp? Eh, então, eh, a gente acabou priorizando para pessoas que moravam mais perto aqui da região, né, da Câmara, mas eh, enfim, então a gente tem feito aí de fato um investimento, né, para poder chamar, né, a gente mandou e-mail, mandou WhatsApp, ligou para algumas pessoas, então para poder chamar aí mesmo os teós, eh, para poder estar junto, né? Até imaginei que ia ter mais gente, porque Campinas, né, é uma uma região que tem bastante teós, talvez acho que é a segunda maior do estado, né? Então acho que talvez não, com certeza é a segunda depois da grande São Paulo, né? São Paulo, grande São Paulo, Campinas é a região que mais temos terapeutas ocupacionais, né? Então até chave que tem mais gente, mas tudo bem. Acho que o importante é quem tá aqui, né? Eh, bom, então a ideia, gente, é eu poder falar um pouco para vocês o que que a gente, os projetos que a gente já tem, né, e que a gente tá atuando aí, que tem alguns novos, alguns que vêm eh começando desde a ultra gestão, que a gente já começou na outra gestão. Então, é um pouco eh contextualizar para vocês depois a para vocês poderem contar um pouquinho, tá bom? Então, eh, pra gente, né, como o tema da palestra terapia ocupacional no CFIT 3, aqui eu trago um pouco a apresentação, né, das do das conselheiras terapeutas ocupacionais, né, não, eu tô ali na diretoria como representação da TO, né, eh a gente tem feito aí um trabalho bem enquanto diretoria, um trabalho bem importante com relação às demandas da TO, né? E aí a gente tem aqui as conselheiras também, né, que estão compondo com a gente. Acho que vocês conhecem aqui de Campinas, a gente tem a Dra. Patrícia Tamburo. Ops, a doutora, eu achei que tivesse uma luzinha aqui, mas não, a Dra. Patrícia Tamburo, né? E a Fernanda, acho que vocês já devem ter visto ela por aí, né? Eh, eu sei que você conhece. Então, eh, as duas são daqui de Campinas, a Fernanda e a Patrícia. E aí temos lá em São Paulo a Dra. Carol Crepaldi, a Sabrina e a Samira em Ribeirão Preto. Então a gente tentou pegar um pouco do de outras regiões, né, em São Paulo, porque a demanda é bem importante, é um, né, pelas pela grandiosidade do município e também da Grande de São Paulo, a gente tem, então, eu que sou de São Paulo, a Dra. Carol Crepalde e a Dra. Sabrina. Então, estamos lá nós compondo. Cada uma delas são responsáveis. Aí eu vou contando um pouquinho eh a partir dos projetos quem tá responsável pelo quê. Então é um pouco esse panorama que a gente tem lá como conselheiras teós dentro do Crefito 3. Aqui eu trouxe para vocês um pouquinho, né, porque eh eu acompanho os grupos, né, de WhatsApp que hoje a gente tá na era WhatsApp, né, que é o jeito da gente se manter informado, fiz se comunicar. E às vezes eu vejo lá, ai não sei o quê, tô com uma problemática assim, assim e tal, lá no meu serviço ouv e tal, alguma coisa. E aí, então a gente tem alguns documentos, né, que a gente já escreveu desde a outra gestão que as comissões e as câmaras técnicas já produziram, né? A gente tem aí a questão do TEIA, que tem vários desafios aí, né, que a gente enquanto terapeutas ocupacionais temos enfrentado com relação desde coisas muito, né, eh, básicas de um, eh, como que eu faço para poder construir um fluxo de atendimento pro pro considerando Teia, porque meu serviço agora vai começar a atender, né, como também problemáticas bem assim sensíveis, né, que a gente tem enfrentado, né, essa questão do do do aplicador ABA, né, eh do acompanhante terapêutico, eh supervisão de acompanhamento de AA, enfim, né? São várias problemáticas aí também que a gente tem enfrentado com relação a isso. Então a gente tem esse último documento aí, esse primeiro documento que a gente fez, eu falei último não à toa, porque ele foi o último documento que a gente produziu na gestão anterior. Então ele vem aí no norteando um pouco a questão da assistência terapêutica ocupacional eh no dentro da questão do aspecto do autismo. Então é um documento bem interessante, ficou bem legal assim, dá ele tá disponíveis lá no site do Crefito. Então vocês entrando lá, vocês já vão encontrar lá na parte lá de vai ter lá um um um tem lá, um link, né, documentos, notas técnicas. Então entrando ali vocês vão ter acesso a todos esses documentos. Então também qualificação em aba, teia, né? eh, profissional, não terapeuta passional, especialista em aba, o que, como é que é, que que o Crefito pensa disso? Eh, a gente tem também uma um documento sobre a questão de insalubridade, porque a gente no começo da gestão tinha muita gente procurando para falar de salubridade. Então, como não muda, né? A salubridade é uma regra para todos, independente aonde se esteja trabalhando, a gente já deixa disponível que a pessoa já quando entra em algum eh questionamento com a gestão, já pega esse documento e já insere também em documentos que possa vir aí a problematizar com a gestão sobre essa questão de insalubridade. A gente tem também um um parecer sobre terapia ocupacional aquática. Temos também um posicionamento via comissão de direitos e prerrogativas da TO referente acompanhamento terapêutico, acompanha de terapêutico também a realizar AVDs, que isso a gente também teve várias demandas com relação a isso, né? A questão da AVD e o acompanhante terapêutico. A gente tem também uma nota técnica da Câmara de eh técnica de saúde mental que é fala um pouco sobre a questão das contenções físicas, né? como é que funciona isso, o que que o prefito pensa, como que a TOO eh olha para isso, né? Então, a gente tem ali um documento bem interessante feito para especificamente para essa demanda, né? Então, eh esses documentos estão, como eu disse, eh tem acesso lá no site, é só entrar lá e ver. E aí é isso. Assim, o que eu tenho sempre dito é, tem alguma dúvida, abre o movidoria e já fala que aí a gente já consegue organizar, né? por exemplo, aquela demanda que saiu esses dias eh relacionada à comunicação alternativa, né? Eh, que a Sociedade Brasileira de Fonodiologia publicou uma nota dizendo, né, de uma eh exclusividade deles com a comunicação alternativa. Eles falavam isso claramente, mas, né, enfim, meio que deixava essa essa mensagem, né? E e aí a gente também já vem, já vai, já tá trabalhando numa numa declaração de posicionamento, né, sobre a prerrogativa da terapia ocupacional também no uso da comunicação alternativa. Então isso é algo que a gente também tá eh já tá fazendo. Então quando vocês receberem alguma demanda, alguma coisa, pode entrar lá vir ouvidoria mesmo, abrir lá, né, um pedido e aí isso é bom pra gente, porque isso o o conselho, gente, ele trabalha praticamente sobre demanda, né? de provocação, que a gente diz, né? Eh, mas aí eu sempre tenho falado pro pessoal, a gente não adianta ficar reclamando lá no WhatsApp, né? Porque é isso. E aí também é aquela outra coisa, né? A gente tem coisas que a gente consegue fazer, tem coisas que a gente não consegue fazer e não porque a gente não queira, mas porque não é da nossa alçada, né? Então, eh, o várias questões que vão surgindo, a gente fala: "Ó, nisso não dá pra gente atuar". por exemplo, o clássico, né, a questão do IAD, apesar de termos atuado, né? Então, eu vou também falar sobre isso, mas é só para então dizer para vocês que se tiverem alguma demanda, mandem, né? De qualquer forma, não sei exatamente eh se poderemos ser tão efetivo em qualquer uma delas, né, todas, mas as que a gente tem efetividade, a gente tem atuado e tem eh cuidado disso. Bom, e aí, né, aproveitando o gancho dessa questão de articulações e ações institucionais, né, a gente também tem algumas ações aí eh relacionadas a projetos de lei, tanto eh nacionais quanto estaduais, né? A gente tem esses dois peles, o 1731 e o 3364. Eh, eles são eh os nacionais, né? Eles eh o primeiro ele fala sobre a questão do piso salarial. Acho que vocês têm acompanhado também. Eh, hora ou outra a gente também quando tem alguma movimentação a gente publica nas redes sociais do Crefito. A gente o ano passado conseguimos passar da Câmara dos Deputados, estamos no Senado, o senador já está com o projeto na mão e já tem um posicionamento a favor, favorável dentro, acho que tá na CCJC. Então, a gente tem caminhado com esse pele, estamos com a esperança que vamos conseguir esse ano ainda aprovar esse projeto do piso salarial, que isso dá um ganho tanto para TO quanto para fisioterapia. Apesar da gente, enquanto TO, com relação à questão de eh remuneração, a gente tá um pouquinho mais tranquila, né, considerando esse contexto de que tem mais oferta de trabalho do que é oferta de profissional, né? Então, a demanda do trabalho é maior do que oferta de profissional. Mas de qualquer forma, a gente tendo uma lei para poder nos amparar eh num concurso público, muitas prefeituras acabam pagando muito abaixo, né? Abrem editais, por exemplo, de um salário assim, né? Não é nem que a gente não quer, né? Às vezes a gente até quer, mas um salário que não dá, né? Então, eh, eu acho que isso da questão do piso, eh, da lei, né, do piso salarial, isso vai nos ajudar muito fortalecer mesmo também outros campos de trabalho, né? E também a o PL364. Esse PL é de extrema importância pra gente, né? Que tem eh que refere-se a regulamentação da terapia ocupacional. Ah, mas até já não é regulamentada. Sim, nós somos regulamentadas pelo decreto lei 938, né, de 74, que é junto com a fisioterapia, né? Só que ele já tá um projeto muito antigo. Ele não tá eh dentro daquilo que ele fala que a gente faz, já não contempla tanto as nossas prerogativas, as nossas atuações profissionais, né? A profissão cresceu, evoluiu, então a gente precisa também regulamentar isso a nível de lei, porque isso também assegura outras coisas, outras articulações e outros direitos também que a gente precisa garantir, porque é isso, né? né, o o campo do trabalho com outras profissões, às vezes eles se eh se se esbarram, né? E aí a gente precisa também poder ter um projeto de lei que nos nos garanta ali também poder eh preservar aquilo que o terapeuta ocupacional faz, né? Então, a ideia desse projeto de lei é justamente essa. Quem tá à frente desse projeto é a Brato, né? Porém, nós enquanto conselho regional a gente tem feito eh ações conjuntas. O ano passado também a gente conseguiu passar em todas as comissões das da Câmara dos Deputados e agora o projeto vai começar a tramitar no Senado. É o abrato junto com os crefitos aí de todo o país. A gente tem feito ações, né? a gente tem um grupo de trabalho específico para isso. Então, a gente tem trabalhado bem firme nessa questão para aprovação e também temos aí a esperança que, apesar de sabermos, né, que um projeto de lei pode durar 10 anos, a gente tinha um outro projeto de lei que foi arquivado porque também ficou muito tempo, né? Mas é isso, precisa ter gente ali cobrando o tempo todo, porque senão não anda, né? O projeto de lei acaba sendo engavetado, né? Então, a gente tem mantido firmeza nessa questão aí das ações com relação ao projeto de lei da TO. O, esses outros dois seguintes, eh, o são projetos de lei estaduais, né, estadual aqui de São Paulo. Então, o 943 ele fala sobre a o a regulamentação de obrigatoriedade da inclusão do terapeuta ocupacional nas equipes mínimas multidisciplinares no âmbito da atuação do hospitais gerais. Então esse é um projeto de lei importante também para garantir a nossa presença e também o direito dessa da da dessa população também a ter o acesso à assistência em TO, né, que na hoje a gente não tem essa regulamentação, a gente tem uma recomendação da Anvisa, mas não temos uma lei que de obrigatoriedade. Então essa a gente tá também transmit eh, né, transitando ali pela ALP, tentando fazer esse esse pele tramitar. Ele já passou por algumas comissões, mas ainda tá eh tem algumas comissões ainda para ele poder caminhar. O escolar também ele é o outro também que coloca como obrigatoriedade a inclusão de TOS nas equipes multidisciplinares nas escolas públicas de ensino infantil fundamental e médio do estado. Esse projeto além do do no estado, a gente também tem apresentado pros municípios, né, que a gente tem, inclusive o Dr. Celmo falou disso por e no hospitalar também. Então, porque se a gente não garante no estado, pelo menos a gente já começa a garantir nos municípios, né? Então tem um desafio com relação a isso que todo mundo, todos os os eh parlamentares trazem, que é a questão de TTO, né? Então, eh eles falam: "Não, eu acho super interessante, mas vai Too para poder ocupar, porque se você põe uma lei, você tem que ter to, né? Então aí tem aí a gente fala: "Não, mas a gente também tá trabalhando, né, para poder eh fazer aí já aproveitando a gente fala: "Olha, a gente tem trabalhado também ações para poder eh aumentar o número de terapeutas ocupacionais e inevitavelmente a gente fala nesse sentido com relação à questão de abertura de cursos de TO, né? Porque nós tivemos um fenômeno que eu não sei exatamente quem. Se alguém quiser estudar e eu sei, eu tenho oferecido pra pessoa estudar isso, né? O que que aconteceu que os cursos de TO eh, eles ao invés de crescer a gente diminuiu, né? Então, por exemplo, eu acabei nem me apresentando, gente. Olha só, depois a gente faz uma ob tão focado daqui a começar a apresentar que eu acabei apresentando. Eu sou eh formada pela, eu me terminei minha faculdade em 2005 na Universidade do Vale do Paraíba, em São José dos Campos. E a minha, por exemplo, lá na Univap, o curso de TO fechou. E aí, na época que eu tava lá na Univap, não tinha nutrição, não tinha eh que eu até vi outros cursos, é, estética, sei lá, uns cursos assim que abriram e a Tó fechou. Aí eu falei: "Gente, como assim?" Abri um monte de curso e a TO fechou? Assim, como assim? Era um curso forte, né? Enfim. Então, eh, eu falo que é um fenômeno, né? que aconteceu, que eu tô pedindo aí para alguém estudar isso, eh, para pra gente ver o que que aconteceu com a Teó, que a gente perdeu cursos e não ganhou, né? Mas agora a gente também entende que a partir dessa situação a gente também tem um um número diminuído de profissionais para ofertar e aí isso também eh causa esse essa desestabilização que a gente tá vendo, né, inclusive de fechar a vaga de TO. Então, hoje no município de São Paulo, a gente tem uma situação bem delicada de escapes que estão fechando vagas de TO, porque a organização social ela tem que bater lá a meta, né? Tem ter lá a contratação de profissionais e eh como elas ficam com a vaga aberta oito, às vezes um ano, elas fecham, elas estão fechando a vaga para contratar um outro profissional, justificando que não encontram terapeutas ocupacionais. a gente tem problematizado, falando: "Olha, aumenta o salário, né?" Mas o pessoal fala: "Ah, isso aqui é SUS, não dá pra gente aumentar". E de fato até até entendemos, né? Mas assim, tem e São Paulo não tá pagando mal, os CAPS não estão pagando mal. Umas pagam melhor, outras um pouco pior, mas na média o salário não está ruim também, né? Mas a gente não tem TOO mesmo para poder eh ser contemplar todas as vagas que existem. Então, a gente tá trabalhando também, pensando aí, né, no conselho, como também eh essa nossa nosso desejo, né? Eu sempre falo, gente, o o conselho ele tem a primeira obrigação, é, né, a nossa nossa missão principal é fiscalizar, né? O resto é perfumaria. Eu fico, eu brinco assim, mas a gente gosta de um perfume, de uma perfumaria, tal, né? Então, a gente tem feito muitas ações, mas eh porque a gente entende que isso é importante paraa profissão também, né? Então a gente fez um projeto específico paraa questão de articulações relacionadas à abertura de cursos de TO. A gente conseguiu abrir em 2024 e 2025 lá em Jales, na UNIJALES, né? Então, eh, e foi muito interessante essa experiência porque, eh, para, porque tem uma outra que tem dois desafios nessa questão de abrir curso de TO, porque não é só abrir o curso, é ter gente querendo fazer Tó, né? Porque algumas universidades abrem o curso e aí quando chega lá tem cinco interessados, elas falam: "Não vou abrir", né? Obviamente. Então, eh, a gente fez um um projeto na Unijales, né, em parceria lá com o reitor, que a gente foi na, eu pessoalmente fui nas escolas, ele conseguiu, eh, a nossa entrada nas escolas de ensino médio. Eu, pessoalmente fui eh nas salas de aula falar de TO pros alunos de terceiro ano, né? E aí eu chegava, eu ficava, brinco hoje que o meu sonho é quando a gente for eh em algum lugar e você perguntar que foi o que aconteceu. Quem aqui já ouviu falar de terapia ocupacional? Ninguém. Tipo assim, a os a gente falou com 368 alunos, se não se falha a memória. Acho que se cinco tivessem ouvido falar de TO, acho que é muito assim, é, era muito pouco assim, várias salas, tipo, ninguém levantava a mão assim. Eu falava: "Nossa, falei: "Não, o meu sonho é quando, né, ou primeiro uma criança quando perguntar que que você quer ser quando crescer pra criança vai falar: "Eu quero ser terapeuta ocupacional". Fala: "Ai, consegui, posso descansar, né?" Mas ainda não é o caso. Então, eh, então a gente foi e a gente conseguiu a Unijales, eh, abrir o curso com uma com 30 alunos, né? Que é um um número considerado, né? Então foi um trabalho assim, é isso, a gente tem que falar de to. Aí eu nessa, né, nesses nesse encontro que eu tenho tido com os teós, né, com vocês, a gente eu tenho falado, gente, vocês conhecem, sei lá, um jornalista, vocês conhecem um um locutor de rádio, né? Fala, vai lá, fala: "Ó, será que não tem como fazer uma reportagem sobre a sobre a profissão?" Porque a gente também tem contatos, né? Não dá para ficar só esperando as instituições trabalharem nisso, né? A gente enquanto to individualmente a gente tem às vezes conhece, sei lá, o primo, o irmão, conhece alguém, poder falar de to, né? Ah, um cursinho perto de casa, uma escola, né? Que de repente tem entrada, participar de feiras de estudante, enfim, né? A gente precisa de que os toós também falem de TO paraas outras pessoas para que a gente consiga divulgar a profissão, né? Claro que a gente enquanto instituição a gente tem pensado também, né? É o ano passado e no ano retrasado, acho que é dois anos já, a gente faz uma campanha no metrô de São Paulo, né, na semana ali da fís da TO falando, né, de físo. Só que quando a gente fala do conselho, a gente vai falar de fís e to junto, porque não vai ter jeito, né? Então a gente precisa de espaço para falar só de to né? Então, e aí eu tenho feito esse apelo, né, aos teóos, ó, você conhece alguém, algum jornalista, qualquer pessoa, o que seja o jornalzinho ali do bairro, né, falando de teó, vai sempre ter alguém que vai vai escutar, vai, ó, meu filho tá para fazer, né, falar que tem mercado de trabalho aberto, né, enfim, a gente dá os dados também, poucos profissionais disponíveis, enfim. Então, eh, tenho feito esse apelo aí também para você, para, para, pro, pros profissionais teóos, né? E na UNORP, no Rio Preto, também a gente conseguiu abrir em 2024, agora 2025 já está com a segunda turma, com turmas de 40 a 50 alunos. Então, tá bem forte lá o curso Norp. A US em São Caetano a gente começou agora também em 2025 e a gente tá aí já em processo de abertura e da FACFEA que fica em Araçatuba, da FEMA em Assis e da Unifonec que é lá na Santa Fé do Sul, ali na divisa com Mato Grosso também, que a gente já vai ajudar também o pessoal lá do Mato Grosso também, né? Mas eh a gente priorizou também, né, nessas articulações as autarquias municipais, pensando também de que as autarquias municipais elas conseguem ter um preço mais acessível, né, e isso ajuda também, né, eh poder as pessoas terem interesse também de fazer. Então a gente tem priorizado esse diálogo com as as eh autarquias. O Conselho Estadual de Educação, a gente fez articulações porque nas autarquias quem autoriza não é o MEC, é o Conselho Estadual de Educação. A gente fez uma reunião com eles também falando da importância de poder autorizar esses cursos, tal. Era uma médica lá, ela ficou meio resistente, tal, mas aí no fim ela acabou. Eh, era uma médica meio difícil, mas aí no fim ela conseguiu entender o que que a gente tava querendo, mas aí deu, daí acabou dando certo e aí a FACFE conseguiu autorização e a FEMA também já tá entrando e a Unifonec também. Eh, a gente tem buscado a abertura de diálogo com a Fundação Educacional de Jaú, com a Unicamp de Campinas, com a UNIP em São Paulo, né, a UNIVAP. Estamos de novo lá tentando ver se a Univap reabre, porque ele já tem noow, né? Então não seria tão difícil. Tem curso de físio também. A faculdade em Anguera, que quem tá fazendo esse contato é a Patrícia aqui na aqui em Campinas com a Anguera e a UNOEST lá em Presidente Prudente também. né? Também a gente tá mapeando e tentando contato, né, com a Unital, faculdade municipal do Fran de eh Franco Montouro lá de Mogi Iguaçu também. Então é isso. Eh, aí assim, tem cursos de TO abrindo, né, que a gente não tá articulando, né? E aí assim, o que a gente tem feito é eh porque, por exemplo, abri um lá em Guarulhos esses dias que eu fiquei sabendo, aí fui ver o PPC, tava muito, o conteúdo programático tava muito fraco assim, né? E aí eu peguei, consegui lá o contato da coordenadora, falou: "Ó, a gente tem um projeto". Porque a gente tem um projeto em forma também que é junto com as universidades. E aí a gente tem buscado fazer um diálogo para poder também fazer um curso de qualidade. A gente tem esse colocado disponível, né? Claro que a faculdade tem autonomia, eles não eles, né? a gente não tem, como eu disse, eh, prerrogativa de falar: "Não, você é obrigado a mudar esse PPC porque senão a gente vai te dar uma multa". Não é o caso. Mas a gente na, né, na cordialidade, no, né, na aproximação ali do diálogo, a gente tem tentado fortalecer, mas a palavra final é da universidade mesmo, né? Então, eh, a gente tem tentado, mas eh não são todas porque o pessoal falando: "Ah, nossa, abre um curso de té, pelo amor de Deus, o curso tá horrível". Eu eu não eu eu não eu acredito. Tá bom, tá bom, vai lá. Eu acredito que o o curso tem cursos ruins, né? Mas aí é isso, talvez até nos procure e eu vou deixar meu contato, ficou sabendo de algum curso, me dá um toque que aí eu também posso tentar ver o que a gente consegue para conversar com com as pessoas, né, para com os responsáveis pelo curso. Bom, um pouco contando para vocês, né, eh dentro da estrutura do do conselho, a gente tem eh para pensar na qualificação da profissão, as câmeras técnicas, né, da especialidades da TO. Eh, a gente tem as especialidades da do das das especialidades do cofito, né? Tem as câmeras técnicas das especialidades do cofito. Então, a gente tem a terapia ocupacional em acupultura, contextos hospitalares, contextos sociais, escolares, geronto, saúde da família e saúde mental, né? Então, e aí, eh, a gente tem também a saúde funcional, que não é, né, ainda, né, que que eu espero que seja, porque eu, né, eu sou uma eh eu fico vislumbrando esse dia, né, eh não é uma negociação fácil, mas a gente tem também tentado a Samira, que é uma das nossas conselheiras que eu apresentei para vocês ali, ela é da funcional e a gente tem trabalhado né, nessa questão de documentos e tal, para tentar embasar o quanto a gente está nessa área, né, isso tá posto, né? Enfim, mas eh a gente tá com esperança, né? Vamos, não desistimos, mas não é uma tarefa fácil. Então, eh, e a partir das câmeras técnicas que a gente então faz esses documentos que eu tinha mostrado para vocês inicialmente, né? Eh, nessa e também quando chega alguma demanda, as câmeras técnicas também respondem ou as comissões também, né? Então, as comissões a gente tem as a comissão de políticas públicas. Dentro da comissão de políticas públicas a gente tem algumas subcomissões, né? Eh, subcomissão de atenção básica, de participação e inclusão da pessoa com deficiência e controle social. E também a gente tem um projeto que a gente chama de cooperação técnica. que é um projeto onde a gente faz como se fosse uma consultoria pros municípios a respeito eh da eh da assistência em Tó e físio. Claro que em algum momento a gente acaba esbarrando em outras profissões, mas o nosso foco, claro, né, é TOEO e físio. Então a gente faz uma análise dessa rede, principalmente que diz respeito à tentativa de redução de filas em serviços especializados. A Fio tem um problema muito sério com isso, né? A TO também, principalmente com a demanda de autismo. Então a gente faz uma análise e faz um parecer, né, para esse município, dando algumas orientações de como eles podem rever essa fila, pensar em linhas de atend de cuidado, né, em encaminhamentos qualificados. Hoje, inclusive, a minha palestra, a gente vai, né, vai ter uma palestra lá no, na sociedade de poetas, né? Academia de Letras, sociedade de moedas. Olha, eu já tô querendo pôr a poesia aqui, mas tá ali, tá perto. E e inclusive a palestra que eu vou dar hoje à noite é falando um pouco da cooperação técnica, né? Porque isso assim tem muitos desafios na questão do encaminhamento qualificado, os municípios, né? Então, eh, tem vários detalhes que não são muito detalhes que a gente acaba trabalhando e fazendo essa consultoria com os municípios. É um trabalho bem interessante, assim, a gente ganhou dois prêmios com esse trabalho já lá no Crefito, então é um trabalho e os municípios têm gostado muito, né? Campinas inclusive é cooperado, só que Campinas a complex Campinas e São Paulo, né? São Paulo, a gente conseguiu caminhar um pouco porque a complexidade do município é um pouco maior. A gente conversou com algumas pessoas da gestão aqui já, mas vamos, estamos aí caminhando para poder fazer também esse, esse parecer, esse levantamento aí. Como Valinhos? Ah, eu Valinhos a gente tentou. Fui eu. É. Ah, foi. Ah, que bom. Porque a Marissol, eu eu tava conversando com a Marissol, eh, e aí ela, eu fui lá, inclusive na reunião do Conselho Municipal, expliquei a cooperação técnica, tal, porque na gestão passada eles não assinaram. Aí essa, ele disse, o menino lá falou que vai assinar, acho que o Bruno, se eu não me engano, eh, ele falou que vai assinar, mas ele ainda não, quer dizer, a gente tá, ele falou que mandou o o termo, só que a gente ainda não encontrou o termo. Enfim, mas a gente tá conversando com o Valinho, sim. logo a gente provavelmente faça uma reunião. Ah, perfeito. Vamos conversar. Bom, então, eh, essa é a comissão de políticas públicas. A gente tem também a comissão de educação, ensino e pesquisa, que o projeto de abertura de curso eh é vinculado a essa comissão, né? Assuntos parlamentares. Eh, a Fernanda, que é a Fernanda Ribeiro daqui de Campinas. Deixa eu beber uma aguinha aqui. A Fernanda Ribeiro de Campinas, que é responsável, a de comércio educação, ensino e pesquisa, sou eu responsável. A políticas públicas junto com um colega fisioterapeuta, Dr. Ralf, eh também tô lá como coordenadora. Aí a gente tem a comissão de direitos humanos da pessoa neurodivergente. São duas ali, tá gente? que eu esqueci de pôr para baixo ali. Eh, direitos humanos quem coordena é a Dra. Patrícia Rocha, que inclusive estava com a gente na outra gestão, a pessoa neurodivergente. A gente tá começando essa comissão agora. Gestão empreendedorismo é a Dra. Carol Crepaldi, que coordena junto com uma colega também fisioterapeuta, Dra. Érica. E memórias da TO da terapia ocupacional. a gente tem essa comissão que tá começando esse ano. A nossa ideia é fazer um documentário sobre a história da TO, né? Eh, esse, inclusive, eu fico brincando com a com a que quem coordena essa comissão a Dra. Sabrina Zlivsk. Aí eu fico brincando com ela, falo: "Meu Sabrina, pelo amor de Deus, faz esse vídeo porque eu me sinto assim eh em dívida, né, com com os terapeutas ocupacionais, porque o ano passado saiu da fisioterapia, não sei se vocês chegaram a a ver. E aí foi uma comoção assim, porque não, porque fala da TO e não fala da TO porque não vejo. Eles falam aí o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, aí ele fala terapia ocupacional porque o nome do conselho é legion, mas não que a história era da TO, a história era da físico, né? Enfim. E e aí eu falei para ela, falei: "Ai, meu Deus, então esse documentário vai sair, vai ficar muito legal, né? Então eu tô lá batalhando, insistindo lá, pessoal. Falei, vamos lá, gente, ontem mesmo a gente teve uma reunião, ela falou que tá caminhando, temos algumas teos aí das antigas e ajudando também, apoiando, então vai ficar muito legal. E aí eu fiquei, fiquei pior ainda com a com o falecimento da Jô, né? Aí eu falei: "Nossa, eu falei para ela, corre, corre antes que aconteça alguma coisa com mais uma dessas pessoas importantes pra gente, né?" Então aí ela falou: "Não, pode deixar que eu vou colocar esse negócio para andar". Eu falei: "Isso aí". Então, essas são as nossas comissões. Então, junto com as câmeras técnicas, eh, as comissões também produzem documentos, fazem esses tipos de ações, né? Eh, a diferença das comissões que as comissões paraa Câmara Técnica que as comissões elas têm mais autonomia para trazer projetos, né? Eh, propor projetos. estão, por exemplo, eh fazer esse vídeo, enfim, foi uma autonomia, né, foi um pedido nosso. Já as câmeras técnicas elas respondem mais demandas, né, e também elas são responsáveis por fazer o Crefito Educa, que inclusive ontem teve um muito legal com o André Nunes falando de desinstitucionalização, né? Então, eh as câmeras técnicas são responsáveis por eh fazer esse eh responder demandas. Por isso que eu falei, quando tiver alguma dúvida, eh, entra lá no na ouvidoria e manda essa publicação, tá bom? Perfeito. Tá bom. Obrigada. Obrigada, obrigada, viu? Tá bom? Eh, bom, eh, aí um pouco, gente, eu trago para vocês essa questão do fortalecimento mais nacional, né? Porque a gente eh a gente é um conselho regional, né? Então, eh, a nossa ideia, a gente tem um foco, claro, no estado de São Paulo, né? Mas a gente também entende que paraa terapia ocupacional a a o fortalecimento nacional ele é muito importante. Então a gente tem hoje dentro da perspectiva de de ações, né, nacionais eh junto com outros conselhos regionais, junto com as associações, tanto regionais quanto nacional, abrato nacional, abrato São Paulo, né, Abrato, todas as Abratos é Pernambuco, a gente tem um encontro eh que a gente chama de encontro interregional. Nós estamos completando o terceiro ano desse encontro. Nesse encontro a gente trabalha com os grupos de trabalho e esses grupos de trabalho eles são divididos em três eixos que a gente entendia que eram necessários, que eram demandas das da profissão com relação a isso, né? Então a gente tem o GT de procedimentos. Nesse GT a gente tem trabalhado a questão de eh atualização da tabela da tabela SUS, do SIGTAP, porque tem vários eh procedimentos que a gente faz, porém nós não estamos no o nosso CBO não está, tá bom? O nosso CBO não está incluso e a gente faz o procedimento e a gente não consegue lançar porque o CBO da TOO não está, né? Então, a gente tem, a gente fez um documento, enviamos para o para o para o Ministério da Saúde, né, para pro setor lá que é responsável pelo SITAP, pedindo para incluir o CBO da TO nesses procedimentos que já existem. Esse foi um passo, né, que conseguimos terminar. Agora, o próximo passo é a gente poder incluir novos procedimentos e não só pensando na saúde, mas também em outras áreas, né? Por exemplo, a assistência social que a TOO trabalha tem cada vez mais, né, tendo espaço e a gente não tem como lançar os procedimentos lá no sistema eh relacionados. Claro que os municípios às vezes têm esses temas deles, né, de do municípios, mas a nossa ideia é poder fazer um trabalho mesmo a nível nacional e depois pensar mais nos micros, né, nas regiões para poder pensar em procedimentos. Mas antes disso, o passo, o primeiro passo é a gente fazer uma uma dessas outras áreas, a da saúde tá um pouco mais tranquila, porque a gente tem o SIGTAP, então pra gente pedir para incluir, a gente fez uma reunião com o responsável lá e aí ele disse assim: "Olha, nesse momento foquem no na inclusão e do CBO e não na criação de novos procedimentos, porque eles vão mudar, segundo ele, né? eles vão mudar o SIGTAP, não vai ser mais SIGTAP, vai ser uma outra um outro programa lá que o Ministério da Saúde tá trabalhando nisso. Então a gente focou na questão da inclusão do CBO, mas já deixamos sinalizado que a gente quer incluir procedimento também, né, específicos da TO, né? Exatamente. Consegue eh mapear. Exatamente. Exatamente. Então é justamente isso que a gente tá vai trabalhar. Só que aí ele falou: "Ó, espera um pouquinho que a gente tá nessa transição, então a gente vai esperar, mas qualquer coisa a gente bateu na porta dele de novo." Falei: "E aí vai mudar? Não vai? Se não for mudar, vamos inserir, né? E nas outras áreas a gente precisa eh eh a gente vai fazer esse levantamento, mas como esses sistemas não são tão eh instituídos como SIGTAP na saúde, né? a gente vai fazer esse hall de procedimentos eh primeiro via Brato vai atualizar o que a Brato já tem, porque a Brato tem um hall de procedimentos. A gente vai atualizar o da Abrato aí ness todas essas áreas e aí depois posteriormente a gente vai fazer essas articulações eh para pensar mesmo nos sistemas ou nacional ou ou estaduais, eh municipais e a gente vai contar com a ajuda também de vocês que estão na base, né? Então, eh, a ideia é que as associações regionais consultem os profissionais, né, eh, do seus estados pra gente conseguir mobilizar os profissionais que estão na ponta, pra gente conseguir fazer essas articulações e também poder pensar na questão da inclusão dos procedimentos, que a gente não vai conseguir saber tudo, né? Então, a gente vai fazer uma espécie de consulta pública. Eh, a gente tá definindo, na verdade, o método de como a gente vai fazer, se a gente vai fazer via conferência, se a gente vai fazer consulta pública, se vai fazer uma pesquisa, a gente tá definindo um pouco como que vai ser feito isso. E, então esse daí é o encontro interregional no GT Procedimentos, né, pensando nas ações nacionais. A gente também tem nesse nesse coletivo um GT de fiscalização, porque a gente tem um desafio no sistema cofito crefito da fiscalização da terapia ocupacional, né, dos terapeutas ocupacionais, da assistência na TOO, porque eh temos esse desafio de com, né, desse conselho eh híbrido. Então, a gente entende que existem ali eh algumas demandas e aí, claro que é importante eh destacar isso para vocês, que no grafito 3, por exemplo, pra gente é mais constituído, mais instituído, né? porque eh nós somos um conselho que tem condições eh até mesmo financeira para poder ter um grupo, né, um um RH eh minimamente OK para poder fiscalizar as duas profissões. Mas algumas regiões não t os o conselho não tem essa condição que o Crefito 3 tem. Nós somos o maior do do país, né? Então, a gente tem um pouco mais de eh autonomia para construir esse trabalho. Já outras regiões não tm. Então, por exemplo, tem região que não tem fiscal too, né? Não tem fiscal terapeuta ocupacional, o que é um problema, né? A gente ainda aqui tem, mas e a gente tem, por exemplo, a Flávia, que é a coordenadora, eh, junto com a com a Fernanda, que é uma físima TO, Ana Flávia Tó. Então, a Ana Flávia, ela também ajuda muito os fiscais que não são TO fiscalizar eh TOS, né, serviços de TO. Então, a gente tem uma estrutura que nos protege, que o trabalho anda, mas outros eh regionais não t, né, não tem o T nenhum, zero. Então isso é bem delicado, né? Então, a gente tem trabalhado em várias temáticas relacionadas à fiscalização e também atualmente eh uma demanda muito grande por essa questão do TEA, né, da da do ABA, enfim, né, do AT. A gente no Crefito 3 também tá trabalhando, a gente trabalhou num documento como se fosse uma diretriz, né, para assistência da TOTEIA, né, com eh transtornos do espectro do autismo. a gente queria publicar uma resolução porque a resolução ela é mais eh ela dá mais embasamento para pro ato fiscalizatório, mas eh você publicar uma resolução tem várias questões eh políticas, várias delicadezas eh eh que envolvem, enfim, então a gente tá ali tentando entender qual é o caminho que a gente faz, mas o documento ficou muito bom. Quem construiu o documento foi a Ana Flávia, o pessoal da fiscalização, né? Então foram os fiscais, então assim, né? Eu apoiei, mas quem construiu foi eles. Então, tá um documento muito bem constituído e ele tá eh ele é um documento que é baseado em várias outras resoluções, né? Então, a gente não inventou a roda, então a gente tá tentando ali eh ver como que a gente faz, mas o ideal seria publicar uma resolução. Não sei se politicamente a gente vai conseguir, mas estamos estamos tentando, né? Vamos ver. Eh, e a educação também tem o GT da educação pensando nessa coisa do IAD, né? enfim, a necessidade de criação de novos cursos. Hoje a gente tem uma demanda muito importante na TO também pra questão da educação, né? A gente tem feito uma aproximação com o Cofito porque a gente teve uma mudança de gestão no Cofito, acho que vocês devem ter acompanhado, né? Então a gente tem aí uma gestão mais que tá um pouco mais começando, né? Então, pessoal tá aberto pra gente poder construir junto. Então, eu tenho ido inclusive nas reuniões de presidente pra gente poder pautar a TO, né, que acho que tem esse desafio aí também, como que a gente faz eh essa gestão eh conjunta, né, de no sentido de eh são dois, né, então a atenção tem que ser dobrada, né, como diz. Então, a gente tem tentado aí, o Confito tem ficado muito disponível pra gente poder pensar em ações para fortalecer a TO também. Acho que os conselheiros também, terapeutas ocupacionais têm feito um trabalho federais, né, tem feito um trabalho muito interessante também. O Dr. Derivan Brito esteve em São Paulo e assim como em todas as outras regiões para poder fazer um levantamento das das demandas da TO, né, em todo o país e aí a partir daí então eles terem material para poder trabalhar eh nas demandas da TO. Então acho que a gente tá num bom momento aí para poder mostrar trabalho mesmo, né? Eh, a gente tem feito articulações com MEC também com relação à EAD, né? E assim, é como eu digo lá nos cur nos grupos lá, quando o pessoal, né, eh, fica lá bravo nos grupos, eu porque deu crifito que não faz nada com esses cursos iadeir, não sei o quê. Aí a gente falou assim, gente, a gente até queria ter o poder de chegar lá no me acabou essa palhaçada aí, né? Vamos parar com essa coisa de curso e adena na saúde, né? Eh, e aí só que infelizmente a gente não tem essa, né, essa esse poder, né? Então, o que a gente tem feito são articulações no MEC. Então, quando começou a gente hoje, inclusive foi publicado, acho que foi hoje ou ontem, não sei, foi publicada uma portaria eh que eu vi hoje, né? Uma portaria lá falando da questão do marco regulatório, proibindo por mais um tempo a criação de novos cursos. A gente tava achando que eles iam excluir inclusive os existentes, mas tá vendo como a coisa não tá tão fácil, porque teve gente falou: "Ah, acabou os curso e tipo, aí eu tinha até falado para uma amiga, calma, não fala que acabou ainda, porque a gente não sabe, a gente foi mesmo, não é que acabou". Aí o MEC publicou agora, né, essa portaria que saiu hoje, eu vi hoje eh falando da questão de que o marco regulatório eles eles vão prorrogar um pouco mais dessa proibição, mas ainda estão pensando nas regras para pra questão dos cursos EAD. Então, voltamos na onde a gente já tava, mas é que o prazo tinha terminado. Isso saiu isso. E enquanto essa galera táando, eles vão é assim, eh, o Marco Regulatório trouxe assim, olha, daqui paraa frente não pode mais abrir o curso AD até a gente eh rever as regras, mais ou menos isso. que já tem, a gente tá revendo as regras para que inclusive estes se adaptem, né? Se a gente for deixar continuar, vai ser essas novas regras e os que já existem vão ter que seguir as novas regras, mas enquanto não tem as novas regras, não pode mais abrir. Aí o prazo deles tinha acabado. O MEC, o MEC, isso, o MEC. O MEC tem um departamento só de curso IAD. É. E aí com eles que a gente fez o ano passado, quando eles colocaram esse primeiro marco, né, eh, essa primeira portaria, a gente fez um documento eh embasando, né, tecnicamente porque a gente eh entendia que não dá para ter eh graduação e AD na saúde. E a gente não fez isso só com um crefito, eh, com um crefito, a gente fez isso com outras, eh, profissões também que tem. Então, eh, fono, a gente tá trabalhando bastante junto, veterinária também, porque veterinária e a coitar dos bichinhos, né? Tipo, gente, olha, é, é difícil, viu? Mas aí a gente apresentou esse documento. Esse documento ficou muito bom mesmo. Não é porque a gente fez não, mas esse documento ficou muito bom. A gente mandou para eles eh assim, qualquer um que lia aquilo lá falava: "Nossa, eu tô convencido que tudo bem que eu sou suspeita, né? Ver já sou convencida." Mas assim, tava muito bom o documento mesmo, explicando por A, mas B porque a saúde não pode ser D. A gente mandou pro MEC, aí o MEC ficou de dar um retorno. Quando terminasse o marco regulatório, a gente tá pressionando. Eh, o pessoal esteve em Brasília esses dias também, o pessoal do Confito para poder pressionar lá e tal. Aí eles falaram que eles, aí eles, ah, tá bom, acho que a gente vai cancelar, não vai ter mais tal. Que aí quando começaram a falar, ah, teve alguém aí que falou, acho que foi um deputado, sei lá, alguém falou, porque a gente tem feito articulações vias via parlamentares também. E aí agora publicaram hoje a portaria falando que eles prorrogaram o marco regulatório e a gente continua na mesma que a gente tava, não abre mais cursos, mas os que tem continuam, né? Então, porque tem uma pressão dos dois lados, né, gente? Tem muita gente interessada na formação IAD na saúde, porque a saúde e tanto porque tem muita gente que faz EAD, né? Esse que é o pior. Esses dias a gente publicou lá no Instagram do Crefito um, eu nem lembro do que que era, acho que era um vídeo até meu, não lembro o que que era. Aí o pessoal embaixo falando: "Ah, eu faço IAD, não sei o quê, eh, qual que é o problema? Não tem problema nenhum. Eu sou muito boa, eu sou um ótimo aluno. Depois vocês procuram lá, tem o tem o comentário. Falei: "Putz, e é isso, tem gente que faz e mesmo, gente. É é isso. Eu dou aula na FMABC lá em lá em Santo André. Aí no primeiro ano, quando os alunos estavam se apresentando, aí cinco alunos falaram que estavam fazendo IAD e foram pro presencial. E foi muito legal eles falando, né? é falando assim que eles perceberam que se eles continuassem no deles não iam prender nada, né? Eles iam ficar muito superficiais e falaram: "Olha, eu fiquei com medo de ser uma profissional, né? Eu vi que era muito complexo e aí então eu resolvi vir para presencial". "Obrigado, Deus, né? Tomara que todo mundo tenha essa consciência". Mas aí a gente tem esse outro desafio porque o pessoal fala: "Ah, eu não quero fazer AD, mas aqui não tem curso de TO". Aí você fala: "Putz". Então é, o negócio é complexo, né, gente? Então, enfim, mas a gente tá atento. Só que é isso. Infelizmente a gente não tem esse poder de falar: "Ah, não tem mais, acabou", né? Infelizmente não podemos. E também a gente tá aí eh começando um trabalho com relação aos cursos livres, que é aqueles cursos, sabe? Quando aparece a psicóloga lá no Instagram que coloca que ela é psicóloga e tem pós-graduação em terapia ocupacional. Então, essa é aquilo, né, gente? Curso livre todo mundo pode fazer. A gente não tem como falar assim: "Ah, não, você não vai fazer um curso livre". Não pode ter um curso livre de com nome terapia ocupacional. Pode porque o MEC permite. Pode porque o Mac permite. E aí é isso aí. A pessoa desavisada que às vezes a pessoa é desavisada mesmo. Vamos também, enfim, vamos acreditar que elas são desavisadas e aí eh, vamos acreditar no melhor, né? E aí ela vai lá e faz o curso livre e põe lá que ela é terapeuta ocupacional. E aí dá esse problema que a gente vocês já devem ter visto por aí. Então a gente também tá pensando aí num braço, né, de como a gente vai problematizar, apesar de ser uma coisa muito difícil de problematizar isso com o MEC, mais do que os cursos EAD, para vocês terem ideia, porque é aquilo, a área de conhecimento, ela não é de ela não é de eh exclusivo do da profissão, por exemplo, a psicologia, né, a gente eh eu enfermagem, dar um exemplo, eu eu sou eu sou eu fiz meu mestrado na escola de enfermagem, né? Então assim, eh, se você for ver lá, tá no meu currículo, escola de enfermagem, mas eu não sou enfermeira e não posso falar que sou enfermeira. Então, essa que é a confusão. Eh, as áreas de conhecimento, elas não são de exclusividade de quem é formado na área. Então, eu posso fazer o meu, fiz meu mestrado na enfermagem lá na USP. Tem gente que faz na psicologia, então, eh, infelizmente, então esse é um assunto mais difícil do que o IAD pra gente poder problematizar com o MEC. Mas a gente tá pensando aí como a gente vai fazer isso. Eh, não sei se vai ser efetivo por causa dessa questão que eu tô falando, mas a gente vai tentar pelo menos dar uma problematizada. Outra coisa que a gente também tem feito, gente, é ações de fortalecimento da fiscalização, né? Então, como eu disse para vocês, não só lá no GT do Encontro Interregional, que envolve o país todo, né, mas eh também no CREFO 3, a gente tem feito aí uma eh dado uma atenção, pensado, refletido, conversado muito sobre a questão da fiscalização no estado de São Paulo, né? Então, a gente tem feito aí uma ampliação eh da fiscalização da assistência em terapia ocupacional no ano passado ou não, em 2023 e um pouquinho do ano passado, do começo do ano passado, a gente fez uma ação de fiscalização nos CAPS, no Centro de Atenção Psicossocial. Não sei se vocês, alguém aqui é de CAPS, se recebeu lá o fiscal, mas a gente fez todo o estado, a gente fiscalizou acho que 140 caps, alguma coisa assim. Eh, e aí isso foi eh muito interessante porque a gente viu o quanto não só a questão da TO tá muito delicada nos CAPS, mas também a assistência do CAPS como um todo, né? Então, eh, acolhimento, porque a gente perguntava tudo, a gente não perguntava só do trabalho da TO, né? A gente perguntava como que acolhia, se era porta aberta, eh se tinha eh se tinha retaguarda de eh urgência, emergência, tudo, a gente perguntava tudo. E a gente viu que de fato a questão dos caps no estado tão muito frágeis assim, né? Então esse é um desafio, eu sou da saúde mental também, né? E e aí eu fiquei assim horrorizada, falei: "Gente, eu fui fazer, inclusive eu fui num caps em Guaratinguetá, no interior, lá no Vale do Paraíba, e cheguei lá, pedi para falar com a num CAPIS infantil, cheguei lá para pedir para falar com a TO, aí a recepção falou: "Ah, só ela tá fazendo um grupo com pacientes psicóticos, mas eh vou falar para ela que você tá aqui para você falar com ela, falar: "Ah, tá bom, obrigada". Aí fiquei lá esperando. Aí nisso, eh, vem a vem a terapeuta ocupacional. Chamei ela na sala, tal, a falei: "Ah, tá, então eh a gente tá fazendo um trabalho e tal, não sei o quê, qual que é seu nome?" Preenchi a ficha lá para preencher, né? Preenchia, fal o nome de fulano de tal, tal. Falei: "Qual que é o número do seu creefito?" Ela crfito. Aí eu eu já olhei para ela, você falei a cfito, o número de do seu registro, né, profissional. Ai não, eu ainda não tenho porque a faculdade que eu fiz, eh, o curso que eu fiz falou assim que quem vai me registrar é o Crefito oito, que é de Curitiba. Aí eu falei assim: "Não, mas como assim?" É, eu falei: "Mas que curso? Qual, qual faculdade você fez?" Ah, eu fiz uma online. Aí falou lá o sei lá das quantas. Falei: "Mas ela, aí eu falei, mas quantos? Mas qual? Mas esse curso é o quê? Curso de graduação?" Ela: "Não, não é uma pós-graduação. Eu fiz um ano de pós-graduação em terapia ocupacional e um ano de pós-graduação em saúde mental". Aí eu, tipo, falei: "Meu Deus, olha só o que eu olha só o que que a gente encontra na vida, né?" Aí eu falei para ela: "Olha, moça, assim, eu eu eu vou ser sincera com você. Eu podia chamar a polícia aqui e te prender, mas eu não vou fazer isso porque, enfim, né? Porque também nem era a ideia, era uma coisa uma aproximação e tal também, né? A gente não queria fiscalizar tanto que a gente foi em vários CAPS que tinha coisas, só que a ideia não era fiscalizar, fiscalizar, né? Aí eu falei: "Olha, ela ai, nossa, então eu não posso atuar como terapeuta". E só que assim, ela acreditou piamente que ela podia ser teó. Assim, ela tava, eu acho que ela não tava assim, tipo, simulando assim, ela tava mesmo de fato acreditando que ela podia ser to. Falei: "Não, você não pode." Terapia ocupacional é uma graduação de 4 anos, tem algumas faculdades, são período integral, inclusive. Eh, então assim, você não pode, olha, vou ter. Aí fui lá, falei: "Olha, preciso falar com a sua chefia agora". Aí ela foi lá, chamou, ela com aquela cara, né? tipo, foi lá, chamou o gerente e e aí eu tinha conversado com o coordenador de saúde mental um pouquinho antes lá no Capizad, que eu tinha ido no Capizad um pouco antes e ele tinha meio que me perseguido assim, ele tava era uma cidade meio esquisita assim, sabe? Meio faroeste assim, sabe? Eu tinha ido no Capisa D porque não tinha gerente no Capisa D. Aí tinham chamado ele. Aí ele foi, conversou comigo meio desconfiado, tal, não tinha toó no CAPSD. Aí eu fui pro Capis infantil e aí quando eu cheguei lá, aí quando eu vejo ele tava lá, falei: "Ixe Maria, o homem tá me seguindo, né? Acho que ele tá com medo, né?" E aí eh aí eu aí eu já vi que ele tava lá. Eu falei: "Olha, então ô seu fulano, assim, eh, essa, essa moça não é terapeuta ocupacional. Vocês contrataram ela como terapeuta ocupacional. Eh, eu podia inclusive chamar a polícia, mas em respeito ao senhor, né, porque eu, enfim, o senhor foi muito gentil, né? Mas o senhor então vai ter que providenciar ele. Nossa, ai não sabia, não sei o que. Eu falei assim, é, então eh, então assim, eh, a gente espera aqui porque a gente vai mandar o fiscal aqui, né, depois e se ela tiver aqui, então aí a gente vai ter que tomar uma atitude mais drástica. Ele não, não, olha, você, você vai ter que vou ter que te demitir, não sei o quê. Aí a moça lá meio desesperada, é, dá dó no fim, né? Mas assim, fal, mas fazer o quê, né? Paciência tem que fazer, né? E aí, então assim, gente, é, e eu não precisei ir muito longe não, porque o guaratinguetada nem é tão longe, é um pouquinho, mas não é tão absurdo, não é lá a repca da parafuseta, como diz por aí, né? Então, eh, o, o negócio tá sério mesmo assim, né? Diz esse legal no Rio também o pessoal, mas aí o pessoal lá já chamou a polícia. Tá, esses dias encontrei com o fiscal lá que tava nessa, não sei se vocês viram essa coisa do Rio que o que chamaram a polícia e tal, eu encontrei com o fiscal que tava na fiscalização, ele ah, eu chamei a polícia mesmo, tava tava nem aí. Falei: "Chamei não sei o quê". Eu falei: "Ah, é que ele é fiscal, então ele já tem, né, o trâmite. Eu não sou fiscal, eu fui lá, mas como conselheira mesmo, fazer uma aproximação aí. Mas eu, gente, nunca imaginava que eu ia pegar um exercício legal, né, no CAPS. Então, infantil, a menina fazendo grupo de psicótico. Falei: "Ai, meu Deus". Mas enfim, então é isso. Mas aí a gente fez essa ação, né? E agora a gente vai fazer novamente a dos caps. Então, quem não recebeu a visita, espero que receba, né? Eh, e aí a gente vai também fazer um uma fiscalização dessa, né, que é uma força tarefa no centros de reabilitação também, né? Então os centros de reabilitação também esse ano aí vai estar na nossa no nosso norte também para poder pensar nesse projeto aí, nesse nessa fiscalização em massa aí que a gente quer fazer. Eh, a gente tem feito também um trabalhos de articulações com outros conselhos de saúde, porque isso fortalece. Então, como eu contei para vocês, o documento do IAD, a gente trabalhou com outros conselhos também, eh, com essa questão dos do TEIA, né, dos aplicadores ABA, a gente também tem feito reuniões com a FONO, com o Conselho Regional de Fono, com a Psicologia, porque é gente, é uma é uma é uma é catastrófico assim, é o negócio é muito complicado e, infelizmente tem muitas profissionais, terapeutas ocupacionais que acabam, não sei, enfim, né, ficando sendo seduzidas, sei lá, né, com a situação e e aí acabam caindo em algumas coisas ali que são meio complicadas, né? Então, enfim, a gente tem tentado aí fazer essas articulações com outros conselhos para poder fortalecer a questão da fiscalização nessas clínicas aí de TEIA, né? Então, eh, tá aí no nosso norte também. elaboração de normativas, como eu falei para vocês também, como eu falei agora a pouco, né, esse documento aí com relação à assistência do Teia também, eh, pra gente poder pensar como a gente fortalece a fiscalização a partir também de docum de documentos e também eu já levei isso inclusive pro cofito, falei com o Derivan, com o Dr. Derivan, falei: "Olha, vamos ver se a gente consegue, se eu não consegui aqui por São Paulo, quem sabe a gente consegue pelo Cofito", que seria a as meu maravilhas do mundo, né? porque a isso já ajudaria o país todo, não só aqui São Paulo, né? Então, estamos tentando aí essa articulação também. Eh, o fortalecimento da atuação jurídica também. a gente tem tentado aí via o jurídico. Essa semana que passou, por exemplo, a gente teve uma reunião com o pessoal lá de da USP de Ribeirão Preto, porque houve um cancelamento de um estágio com uma população bem vulnerável lá, que elas fazem um estágio lá no campo social e aí a US trocou a US. Aí o novo coordenador lá da US falou que não queria mais estágio da TOT porque, sei lá, enfim, tinha alguma questão lá também política envolvida. E aí a gente eh fez essa conversa pensando como que juridicamente a gente pode, né, apoiar a retomada desse estágio, né? Claro que a organização social ela tem eh autonomia de dizer que não quer o estágio, né? Elas não, o serviço não é obrigado a receber o estágio, né? não é lei assim, ah, você tem que receber, mas eh a gente vai um pouco na na desassistência. Ah, eh essa população era acompanhada por TO não sei quanto tempo, né? E aí então acabou o estágio de TO, não tem to e aí quem que vai assistir essa população em terapia ocupacional? Porque elas precisaram fazer uns trabalhos, um trabalho muito legal assim, né? Não sei se vocês conhecem eh a população araô o o a alguma coisa assim, uma população indígena venezuelana. que tem ali um grande contingente em Ribeirão Preto. E aí simplesmente cancelaram o estágio e várias demandas ali que a Tó cuidava ficou abandonada, né? Então assim, a gente tá indo aí pela dentro da perspectiva jurídica da desassistência e vamos ver se a gente consegue movimentar eh alguma coisa e outras também ações jurídicas que a gente tem tentado fortalecer a partir do jurídico, né? outras ações que a gente tem tentado fortalecer do jurídico. E aí eu tenho pedido, ó, gente, tem demanda, manda para ouvidoria, né? Eh, é isso que eu falei, pessoal, não tava no começo, o conselho, a princípio, a gente tá aqui para fiscalizar, né? Mas a nossa ideia é poder fortalecer e a gente também trabalha com provocação. Então, eh, vocês precisam mandar pra gente poder avaliar se a gente tem ou não o que fazer, né? É isso. Não vai dar pra gente atuar em tudo, mas nem que seja para dar, como diz, né, para dar uma perturbadinha, a gente a gente dá um jeito, né, de dar um, né, que nem, por exemplo, a situação do estágio, a, a tem autonomia para falar, não, eu não quero estágio, mas a gente pelo menos pode dar uma constrangida. Ele falou: "Não, mas e aí? Mas como é que vai ficar a população desastida, né? Então, pelo menos alguma coisinha a gente pode fazer, mas assim, tem coisas que a gente tem mais efetividade, tem coisas que a gente tem menos, né? Então, eh, mas mandem as demandas, né, vi ouvidoria, eh, e se aí a gente acaba chegando na gente e aí a gente vê como que a gente pode, eh, ajudar e apoiar vocês aí nas demandas. Bom, gente, é isso que eu tinha para falar aí, esses são os meus contatos, tá? Se vocês quiserem podem me adicionar lá, né? Manda em WhatsApp que vocês precisarem. Também tem meu e-mail aí, precisando também me acionem, né? Eh, eu eu queria só ouvir um pouquinho da onde vocês são, eh, para conhecer um pouquinho vocês também agora. Tá bom. Ah, tem que usar o microfone. Eu quase quei, mas meu nome é Júlia, eu sou to e sou residente da saúde mental da Unicamp. Ai, parabéns para você tem várias vagas de receita. Oi, eu sou Iara. Também sou residente de saúde mental da Unicamp. Aí a gente tá no na IMut, já temos as as quatro. Eu sou Natália, tô sou residente também da saúde mental da Unicamp e a gente tá no centro de saúde, estamos tudo no Emute. Eu sou a Giovana, eu também sou residente de saúde mental e eu tô no Liame, que é um serviço da Unicamp, que é um serviço público, né, de psicanálise, de apoio matricial para situações de exposição à violência. procurado falando gente não tem toca só tem uma revista e esse ano a revista da são cinco que a gente queria perguntar sobre a perspectiva de já chegou já cheg Aí, bom, eh, boa noite. Meu nome é Carlos, sou terapeuta ocupacional na CAPS IJ de Jundiaí, apesar de morar aqui em Campinas, mas eu tô no IJ de Jundiaí. A gente só esqueceu daqui, né? É, eu sou companheira. Ah, ah, tá bom. Achei que o senhor fosse também. Eu sou Marisa. Eh, eu moro em Itatiba, mas eu tenho trabalhado por enquanto nas clínicas em Jundiaí. Ah, legal. Tem uma amiga de muito qu eu sou Marina, eu moro aqui em Campinas e trabalho em Artur Nogueira, no CAPS. em Hortlândia, tá transitando para ser um ser, a unidade de reabilitação. Eu sou Ana Paula e trabalho na Emulti aqui em Campinas há alguns meses. Eh, eu sou Stephanie, também trabalho na Emute, na no distrito sul aqui de Campinas. Vamos lá. Bem, eu sou a Tatiana, eu trabalho na reabilitação física na prefeitura de Valinhos, trabalho na Ludens e também tenho consultório. Então eu rodo Campinas, Valinhos, Vinhedo, né? E em cada lugar a gente tem uma demanda diferente. E eu faço parte da Câmara Técnica de Saúde Funcional e hoje eu não fui na reunião para vir aqui. Que feliz, viu? E você quem é? Ah, obrigada. Ela é a Anne, minha filha. Bem-vinda, Anne. E o nome do senhor qual que é? Eu sou companhe marido dela. Qual que é o seu nome? Alberto. Seu Alberto, bem-vindo também, viu? Obrigada por ficar escutando aqui, achando que o senhor era toas. É quase. É praticamente família de to sempre é to né, por tabela também com ela. Ah, que boa. Isso aí. Que ótimo, bem-vindo, viu? Eh, bom, então é isso, gente. Acho que a ideia é a gente poder conhecer vocês um pouco. Fico feliz, viu? Quantos residentes que é difícil, né? Qual que é o seu nome? Perdão, esqueci. Stephanie. Ah, tá, Stephanie. Eh, eh, é difícil mesmo porque em São Paulo também as o pessoal ficava, ai, onde que tá as teópas para fazer residência vai acabar fechando, não sei o quê. Eu falei: "Ai, gente, tá difícil." sobre a abertura de curso. Eh, a gente passou aqui na apresentação, a, a gente tem feito, a gente tem um projeto de abertura de curso, até vou passar aqui o slide para você dar uma olhadinha. Eh, a gente tem feito algumas articulações, né, eh, com principalmente com autarquias municipais, pensando nessa questão de que, eh, o que eu falo, eh, nossa obrigação fiscalizar, mas também fortalecer a profissão, né? Então, a gente trabalhou eh há dois anos a gente tem trabalhado, né, 2023 colhendo frutos 2024 a 2025, porque não é tão simples abrir curso também, né? Preciso de autorização ou do Conselho Estadual de Educação ou do MEC, né? Mas a gente conseguiu abrir já o da UNIJALES lá em Jales, da UNORP em Rio Preto, já é a segunda turma, segundo ano da UNORP e na USC São Caetano. E estamos aí com algum outros cursos eh para já com quase tudo pronto para abrir nesse processo de abertura de curso. Até não falei para vocês, mas a gente manda um sugestão de PPC, tipo, eu mando tudo mastigado assim, sabe? Tipo, tudo que precisa para abrir um curso, eu já mando lá no documento eh pra faculdade falar: "Ai, não, não dá, não sei". Fal, olha, mas tá aqui tudo pronto, né? Então, única coisa que a faculdade que tem que fazer é a ementa, mas aí também não é tão difícil. Então a gente manda como que tem que ser laboratório, a gente manda tudo bem detalhado e isso acaba incentivando também eles poderem abrir. Então a FACFE já tá com PPC pronto, já tá com autorização do Conselho Estadual de Educação, a FEMA também, a Unifunec também. E aí a gente tem alguns outros lugares que é a Fundação de Jaú, a gente tá dialogando a Unicamp aqui em Campinas, né, também eh tô em contato lá com porque tava mudando a reitoria e tal. Aí conversei com a pessoa responsável lá pelo centro de reabilitação, a Luciana, uma Físio, ela era do centro de reabilitação, se eu não me engano, né? E ela também tá ajudando a gente porque abri o fío, enfim, vamos pegar meio que esse barco aí. Então, a Unicamp tá andando, a UNIP em São Paulo, a UnivAP que fechou o curso, a faculdade de Anguera e a UNOESTE lá em Presidente Prudente. E a gente tá tentando articular com a Unital e lá em Mojiguaçu, na Franco Montouro também. Aí o que eu falei pro pessoal assim, não é todos os cursos que abriram de TO que a gente articulou, né? Sim, sim. Então, a de Toledo tem a lá em Presidente Prudente vai vão ser três cursos agora, porque abriu primeiro abriu a de a Uniprudente, depois a aí agora oeste também tá querendo abrir e aí eu fiquei sabendo que abriu a Toledo, né? Você que é amiga da Patrícia. Patrícia é tamboru. Não, a diretora do meu curso que era a Gisele da Ah, é porque ela falou pra Patrícia que abriu o curso lá. Ela falou que conhecia o pessoal lá e tal. Minha mãe mostrou volta para cá senora assim, né? Aí eu fui ver mais, né? Interessante que ali na região falta muito, né? O pessoal ia muito pra Marí assim. Isso é agora vai ter três lá. Sua mãe vai falar: "Volta logo". porque eu já tem três já aqui esperando, né, tipo isso. Mas eh então eu fiquei sabendo, a gente eu já tinha eh alguém já tinha me falado anteriormente, uma pessoa já tinha me falado, aí a Patrícia Tamburo também me falou que uma amiga dela falou, falei: "Acho que deve ser amiga dela, não tá bom". Mas é isso, tem assim, quant São João da Boa Vista e aí tem um uma faculdade lá, a Unifeob, tem a Unify. E aí eu fiquei sabendo que eles estavam pensando em abrir, então não sei se existe uma comunicação ou acho que assim uma empurradinha ajudaria bastante assim. Tiar algum contato, aí você me adicionar, você me passa que a gente entra em contato lá com eles, porque aí a gente pode entrar essa legal porrada. Uhum. É da onde é mesmo? São João da Boa Vista. Então lá tá precisando muito, muito sim, esteve o tempo inteiro. Eu te estive lá dois anos atrás. Ai ten que falar no microfone, tá gravando. Eu te estive lá em São João da Boa Vista dois anos atrás e aí o pessoal lá falou muito: "Ah, precisa de tu curso aqui e tal, não sei o quê". Falei: "Ah, se vocês tiverem algum lugar para indicar, a gente faz essa articulação, né?" Então, se puder me adicionar e mandar para mim um oizinho, a gente conversa, tá bom? Essas regiões de onde mais os cursos EAD ganham. Exatamente. Metrópole, mas lá eu tô numa esquina de lá tudo isso. Fondo to música veterinária. Na hora que eu vi outras atuações assim, né? Outras profissões fazendo atuação de teórico, não é? Exercício legal. Onde dá para fato, não é? A gente tem tem trabalhado, né? Eh, e assim, gente, claro que os frutos disso a gente vai ter daqui 4, 5, 6 anos assim, né, que a gente vai conseguir estabilizar. Mas é isso, assim, é que vocês chegaram pouco depois. Um dos desafios é não só abrir o curso, mas é ter interessados, né? Então, é o que eu falei aqui, o apelo que eu faço é: conhece alguém que é eh, sei lá, na lá na UNIJALES quando eu estive lá, porque eu estive na Unijales divulgando lá o curso de teólos nos cursos de ensino médio. Eh, eu fui também rádio na cidade e a rádio também eh pegou bastante gente lá. Teve gente que foi alcançado via rádio também, né? Então, eh, e também é algo interessante. Tem, ah, conheço um jornalista, tal, um cara que faz um programa, tenta falar para essa pessoa, posso ir lá? Vocês mesmos vão lá e falam de TO, né? Olha, to isso, aquilo, né? Faça um to. Too tá tá em alta, né? Fala, ó, tá uma profissão legal e tal. Então aí vocês, acho que é isso, a gente precisa divulgar a nossa profissão, gente, senão a gente não vai sair e a gente porque assim, eh, e o pessoal tem um raciocínio meio assim, ah, mas eu não vou ficar falando porque agora eu tô tô bem e tal, tô ganhando bem, não sei o quê. Só que é é muito perigoso, porque isso pode dar um efeito rebote inclusive da profissão virar um técnico, uma coisa assim, porque precisa acontecer, gente, é, não é difícil, isso é possível. Então assim, a gente precisa divulgar TEO, a gente precisa falar de TO, precisa tentar encontrar um meio de falar pra população de TO, né? Então a gente tem, acho que é nosso dever individual mesmo, né? Né? As instituições têm que fazer, né? A gente tem feito aí uma conversa também para ver como a gente pode aproveitar e inclusive eu fiz essa indicação lá quando o Cofito foi fazer o levantamento de demandas. Eu falei: "Eu quero ver a TO em outdoor com o dinheiro do COVID". Tô brincando. Mas é isso, né? Eu quero, né? Porque o convito, ele, né, tem condição financeira, né, de poder, eh, fazer um outdoor lá em Brasília, né? Olha que coisa chique, né? Falei pro Detor Derivan, falei: "Ó, eu quero ver a teó no outdoor". Ele: "Ah, não, poxa, boa ideia tal". Ele gostou da ideia, mas vamos ver, né, se vai sair. E aí é isso. Eh, mas gente, é isso. Alguém quer falar mais alguma coisa? Quer comentar? Quem não falou do curso? A gente observou bem essa diferença assim que a gente tinha turmas, as turmas passadas lá de 90, 2000, 60, em 40 aí foram diminuindo igual eu meio, minha turma era sete, a gente era de meio de semestre, mas mesmo assim, né, de primeiro semestre era 15, 12 e aí veio agora esse novo semestre, a turma que esse ano é de 50, 55, se não me engano. um um movimento que foi bastante forte para isso, foi o auker do universo Pook que leva os eh estudantes para lá e levou muito e aí a gente engajava de mostrar, sabe? E aí essa turma agora com 55 foi gente tem resultado. Quando a gente fala de TO, a gente divulga a profissão, tem resultado. Eu vi isso em Jales. Se a gente enchu 30 pessoas é considerável, né? Hã, éante. E é porque se eu ouvi falar fala: "Nossa, é isso que eu quero". Não, porque às vezes a pessoa quer fazer enfermagem, aí tá ali na dúvida se, né, quer fazer alguma coisa da saúde, mas não conhece. A gente a gente mostrava na de escola, mostrava as adaptações. Nossa, vocês que fazem isso? Achei que era f, achei que era pão. Não é tocional profissional assim, né? Depois você começa a conversa. Se eu soubesse que isso, eu teria feito e não estaria na profunda. Exatamente. Eu também tinha vários amigos psíquicos que falavam isso. Nossa, ter feito teó, não sei o quê. Falei: "É bom, gente, aí acho que a gente tem aquelas aquelas coisas, né, que eu sempre brinco, que não é a gente que escolhe a Teó, é a teó que escolhe a gente, né? Porque, né, se cada uma que foi contar a sua história, como foi fazer toatória às vezes, né? Tipo, eu fui super aleatório, uma amiga minha do colégio tinha algumas dificuldades de aprendizado e ela fazia te to. Aí um dia eu fui marcar de fazer um trabalho com ela, ela falou: "Não, hoje eu não posso porque eu tenho to". Falei: "Mas que que é to?" Aí ela falou assim: "Não, eu vou numa terapeuta que chama terapeuta ocupacional. Ela me ajuda isso, isso, isso." E aí eu já tava para eu tava no eu fiz magistério, gente, que eu sou super jovem, sabe? E só que não, eh, fiz magistério, eu tava no último ano do magistério e eu já gostava de de que estudar problemas de aprendizado, já trabalhava com criança e tal. E aí eu falei assim: "Nossa, existe isso". Ela falou. Aí eu saí do colégio, fui numa banca de jornal na época, né? Porque eu sou jovem, né? Era guia de estudante, né? A gente tinha banca de jornal ativa, né? Aí eu peguei o guia do estudante, tava lá terapia ocupacional, eu falei: "Nossa, isso é uma profissão, é isso que eu quero fazer". E aí eu falei, hoje até agradeço ela. Falou, olha, obrigado. Isso aqui, né? Ela fazia TO, né? Ela era paciente de to e me ajudou a ser to. Mais alguém, gente? Bom, então tá bom. Olha, obrigada pela presença de vocês. Acho que eh a presença de vocês pra gente é muito importante, né? pensar nessa aproximação, nesse fortalecimento. Multipliquem, fala que falem que vocês estiveram aqui, né? Eh, para na próxima, no ano que vem, quem sabe vem mais gente. Vocês convencam lá o pessoal perto de vocês. Você falou da que tá sendo gravado, a gente vai poder assistir? Sim, pode. Semana que vem vai tá disponível na no site no YouTube da câmera YouTube da TV Câmera Campinas na semana que vem. Bom, gente, é, então aí, ó, então divulguem porque é um jeito das pessoas conhecerem um pouco do que a gente tá falando, fazendo, né? E aí, quem sabe no ano que vem a gente consegue lotar, né, o auditório, né, para ter mais toil, né, gente? que as Tós são bem, a gente tem uma formação política bem importante, né? Mas também na hora de militar um pouquinho as ficam, né, um pouco mais ali, né, no seu quadradinho ali. Então às vezes é difícil você convencer o povo de de de, né, puxar o pessoal, né, mas acho que aos poucos a gente tem eh feito esse, né, mudando essa cultura também, né, de trazer o pessoal mais para perto. Gente, muito obrigada, né, pela presença de vocês, como eu disse, eh, por causa de vocês que tá acontecendo isso. Então a gente é bastante grato aí pela presença de vocês, tá bom? Obrigada, viu, gente? Ah, vamos hoje lá na nossa TV Câmara, Campinas. M.