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[Música] TV Câmara Campinas Boa tarde eh nós vamos dar início Então essa reunião da frente parlamentar de combate às violências relacionadas ao trabalho Eh quero agradecer a presença de todo mundo que tá aqui nós temos algumas justificativas de ausência também o pessoal que participou da primeira reunião e da também da da audiência mas que justificaram a ausência por conta né da dos feriados enfim final de ano Mas nós vamos também eh estar dando uma devolutiva para essas entidades que não puderam estar presentes então para vou fazer uma breve contextualização e depois eu já passo a palavra apresento aqui eh a nossa as nossas convidados aqui que estão compondo a mesa fazer uma breve contextualização essa reunião foi uma reunião reunião é uma reunião da frente parlamentar que foi uma frente constituída aqui na Câmara Esse é um instrumento novo que essa que a câmara eh tem permitido né que é uma uma uma reunião aí de diferentes parlamentares que articula sindicatos movimentos enfim e Nós criamos Então essa frente parlamentar de combate às violências relacionadas ao trabalho diante dessa de um diálogo feito né né com o Instituto valt elzer com a funda centro sobre a necessidade que a gente tem de tratar esse tema o tema do adoecimento o tema da violência relacionada ao trabalho dos acidentes de trabalho para além né reunindo sindicatos reunindo As instituições mas numa tentativa de ampliar esse espaço também para setores que muitas vezes né para para dar dar força e fortalecer o trabalho dos sindicatos nas suas bases mas também articular com os os outros movimentos sociais com coletivos com organizações que a gente possa constituir então aí uma grande enfim né um um esforço coletivo tanto pra gente recepcionar e enfim ter quadros sobre questão de violência denúncia porque a gente sabe né que na verdade a questão da violência muitas vezes aparece nas relações interpessoais mas ela tem uma organização do trabalho que incentiva esse tipo de violência que permite que era e que na verdade na prática ela eh incentiva né na verdade ela ela é é um dos elementos da Constituição da própria produtividade do trabalho enfim né a violência faz parte da organização do mundo do trabalho nesse sistema capitalista neoliberal que nós estamos então a gente também discutiu isso né dessa dessa necessidade da gente amplificar e receber essas denúncias então foi um encam ento que a gente teve numa da última reunião que a gente fizesse então um material formativo sobre o que é violência né O que é violência relacionada ao trabalho como que isso se manifesta eh que a gente pudesse tratar eh discutir nessa reunião aqui então o objetivo dessa reunião é debater esse material formativo que a gente possa fazer trabalho de base que a gente possa divulgar que a gente possa amplificar isso e também eh divulgar os os canais de denúncia né que a gente conversou com o cerest estivemos na reunião do conselho do cerest o cerest se pron ficou né de receber recepcionar seu o onde vai o o que vai centralizar o conjunto das denúncias dos relatos de violência e que a gente possa a partir dessas denúncias fazer tanto os levantamentos né então a gente que é uma coisa importante né quer dizer a gente ter quantificação Enfim fazer algumas análises mais objetivas mesmo e discutir estratégias de como lidar com isso né então a gente sabe que os sindicatos tem algumas experiências mas nós também temos aí experiências dos movimentos sociais experiências né mais das mais diferentes para que a gente possa lidar com isso coletivamente Então é isso acho que eu contextualize né então o objetivo dessa reunião é a gente debater esse material e na verdade essa também foi uma preocupação né de de de que a gente pudesse fazer uma reunião para debater o material porque a ideia é que o material chegue né comunique dialogue expresse O que é a realidade dos né das trabalhadoras dos trabalhadores então também nós nós fizemos essa opção de não eh fechar o material né em poucas mãos mas que a gente pudesse apresentar também como uma forma de que esse material fosse o mais acessível e o mais eh enfim coletivo possível então aqui dando dando continuidade à nossa reunião eu qu quero apresentar aqui a Maria maeno que é pesquisadora da Funda centro né que vai tá aqui vai dar uma palavrinha pra gente aqui né vai fazer uma introdução e a Lilian Prim que é coordenadora de comunicação do Instituto Valter leser que foi quem eh digamos assim formatou o material né Eh que foi redigido também pela Mara tarash né do Instituto Valter lezer então a gente a ecleia ecleia bravo também do Instituto Valter então que foram aí as pessoas que estiveram trabalhando Nessa proposta de material eu quero agradecer a presença também da Elisa Ferreira que é diretora dos Sindicato dos Bancários Elisa ali a ecleia bravo que é pesquisadora voluntária do Instituto valt elzer Wilson Tourinho dos Santos que é diretor sindical do sindicato dos trabalhadores da indústria da construção e do mobiliário ccom eh a Glória nozela que é diretora do Sindicato dos Químicos o Marcelo Lopes de de Lima que é do Sindicato dos Bancários eh Estamos vendo aqui também Dr Marco perz do ces e o companheiro aqui também do Sindicato dos Metalúrgico né então também o pessoal vai que a o o o o Paulo aqui também do Conselho Municipal de Saúde Então a gente vai apresentando aí eh as pessoas que estarem vão conforme vão chegando vou passar a palavra então pra Maria Main ô eh bom Boa tarde a todo mundo boa noite é o seguinte quando a gente olha aquela primeira página a gente já olha assim sinase aí muita gente pode pensar o que que é o siná então Final O que que tem a ver né então eu queria fazer uma breve contextualização de como a gente chegou aqui na frente parlamentar que a parte da frente parlamentar acho que a Mariana deu uma excelente explanação né olha durante a pandemia eh nós Quem Somos Nós amigos pessoas militantes da Saúde trabalhador eu da Funda centro a Mara que sempre trabalhou nessa área trabalhou no CRS Piracicaba já trabalhou no INSS a ecl que trabalhou no CRS Piracicaba e foi do insss também perita do INSS reabilitação profissional a Lilian que é jornalista e outras pessoas também que são ligadas a diferentes ou ligadas ou aposentadas mas a maioria já é ainda é é vinculada a diferentes instituições né Eu sou vinculada a fundacentro formalmente né sou concursada lá e Nós pensamos a seguinte pergunta Será que nós fizemos tudo o possível na área de saúde do Trabalhador pra gente ter uma ação efetiva de mudanças à condições de trabalho e nós tínhamos unanimemente a resposta que não que a gente não tinha conseguido fazer ainda o possível para avançar O que que a gente diagnosticou a gente não tem nem os dados de pessoas que são afastadas ou que eh são vítimas de de condições de trabalho e se acidentam e adoecem sequer isso a gente tem então quando existe uma Boiada por exemplo você sabe o número de bois que tá doente o número de de bezerrinhos que nascem a gente tem o número de nascimentos no Brasil mas nós não temos e número de pessoas que adoecem pelo trabalho ou que são acidentados essa é uma primeira coisa é a coisa mais importante não é a coisa mais importante porque bastariam poucas pessoas adoecendo pelo trabalho para nos mobilizarmos mas é um demonstrativo é indicador de que esse assunto não tem tanta importância pelo menos pelos órgãos governamentais e mesmo pela sociedade a sociedade não se comve muito quando vê uma pessoa adoecida eh transtornada depressiva por causa do trabalho ela fica meia hora consternada quando cai alguém eh do andim meia horinha no máximo e depois começa já mexer no WhatsApp para fazer outra coisa quer dizer a gente não consegue mobilizar a sociedade e os governos como é que seja que governo for não é uma questão de pessoas mas a gente percebe o seguinte que é uma preocupação da área de pessoas da área da saúde de pessoas da área do trabalho e de pessoas da área da Previdência Social mas a Previdência Social por exemplo ela tá interessada em saber quanto ela vai gastar e e e em geral Ela Tem trabalhado para diminuir o número de gastos mas não diminuir o número de gastos diminuindo o número de pessoas acidentadas acidas mas sim colocando barreira pra pessoa conseguir auxílio doença vocês têm observado isso então quanto mais dificulta melhor pra previdência porque economiza né Isso é uma falta de visão do sistema como um todo bom o trabalho é a mesma coisa estou interessado no trabalho apenas do mercado formal e mesmo assim de uma par cela por meio do quê as empresas têm que cumprir as normas regulamentadoras e a gente sabe que mesmo cumprindo as normas regulamentadoras as empresas elas continuam acidentando e adoecendo E na saúde uma parcela também fica preocupada em bom temos que atender os acidentados do trabalho e temos que fazer diagnóstico de doenças relacionadas ao trabalho isso é muito importante mas os mortos e os adoecidos continuam aparecendo porque não se muda as condições de trabalho a gente não tem conseguir chegar Nas condições na organização do trabalho na gestão do trabalho como a gente estava conversando agora há pouco né a gente não consegue chegar nisso por quê Porque existe um sistema econômico que determina que as coisas sejam assim e como é que a gente mexe no sistema econômico a gente Mexe Mexendo começando pelo Ministério da economia também vej agora não houve uma iniciativa do governo para vender um monte de títulos aí não sei 2 bilhões sei lá alguma coisa assim esqueci o número mas de títulos pro ano que vem para que eh e se esgotou rapidamente isso porque existe eh não uma parte desse dinheiro que For arrecadado é um dinheiro que vai para projetos e para economia de desenvolvimento sustentável bem então é uma iniciativa eh uma iniciativa para incentivar a economia desenvolvimento sustentável como vai se dar não sei o que a gente não sabe deve ter 1000 problemas aí no meio do caminho mas a gente não tem uma iniciativa do Ministério da economia para proteger o trabalhador de um sistema que expõe o trabalhador a substâncias químicas as substâncias a agentes físicos a organização do trabalho e que tá deixando um monte de acidentados e adoecidos a gente não tem essa iniciativa não tá na preocupação do Ministério da economia isso nem do ministério Ministério da do planejamento nem no Ministério do Turismo faz turismo de qualquer jeito o máximo que a gente consegue é o eh proteger alguma coisa do meio ambiente hoje porque existe uma grita internacional também bem então a gente falou bom essa questão da Saúde trabalhador não é uma coisa que afeta só a saúde trabalho e Previdência afeta todo o país toda a sociedade a gente tem que tentar unir isso daí todo mundo tem que colocar na sua pauta como é que a gente vai proteger o trabalhador das condições de trabalho e melhorar as condições E aí a gente pensou a gente olhou o sistema de segurança alimentar e nutricional que se chama sesan que pouca gente conhece mas que produziu uma um sistema enorme desde os Ministérios mas todos os Ministérios envolvidos nisso todo mundo colocando como uma coisa fundamental que as pessoas pudessem comer e comer bem comer coisas saudáveis né passando pelas escolas passando pelas feiras eh de agricultura familiar passando pela por uma mobilização de setores da sociedade para isso a gente pensou a mesma coisa vamos fazer um sistema propor um Sistema Nacional de saúde do trabalhador da trabalhadora que em que todo mundo que a gente pautasso sindical na sociedade nos governos estaduais municipais e Federal isso eh um a proteção do da do Trabalhador das suas condições de trabalho e da organização de trabalho então por isso que a gente pensou nesse caste né E aí pensamos bom a gente começa Só se a gente convencesse o Presidente da República fazer isso como nós não conseguimos convencer nesse momento ainda o presidente da república e mais ninguém quase todo mundo muito preocupado com um monte de coisas a gente falou vamos fazer pilotos E aí que causou a fome com a vontade de comer né porque a Mariana e os demais veradores estavam pensando já na frente parlamentar de articulação então mais Ampla Poss sível e a gente pensou Então vamos começar fazendo isso começar a democratizar as notificações não oficiais mas as denúncias de violências relacionadas ao trabalho sejam acidentes doenças tal e aí a gente ficou nesta eh bom primeira coisa nós temos que então informar essa frente parlamentar que tem a participação de todo mundo que quiser e tá nessa empreitada tem que participar a gente tem que comunicar a sociedade a sociedade dos diversos segmentos então por isso que a gente chegou nessa cartilha né E aí eu obviamente cereste envolvido e conselhos e todos os setores né no lançamento estava o MST também né Mariana sim sadas domésticas vários promotoras legais populares né então é isso e essa ideia foi surgindo nesse grupo aí do Val Instituto Valter leser aqui e eu incluí esse projeto agora de Campinas na fund sento também para ter um apoio institucional né também maior tá bem Maria muito boa contextualização aqui né dos debates eh o Dr Marco Peres gostaria de de você por favor Dr Marco Peres Dr Marco Peres representando aqui o cereste Campinas e aí depois logo em seguida já passo já passo já passo para paraa Lan tem que ligar o o microfone Alô bom boa boa tarde a todos e todas né são pessoas aqui bastante conhecidas Talvez o que eu fale aqui já já seja um pouco repetitivo mas eh eu acho que a gente precisa insistir em alguns pontos o ano que vem nós vamos ter uma conferência nacional de saúde do Trabalhador 24 ou 25 a data é não é dia é é 25 né mas o ano que vem a gente vai é 25 desculpa 25 2025 é 2025 2025 a gente vai ter o ano que vem a gente vai preparar exatamente a gente vai ter a a etapa Preparatória então primeiro concordar com a Maria que a saúde do Trabalhador ela tá intimamente relacionada com os modelos de desenvolvimento do país tá se a gente tem um desenvolvimento capitalista pobre periférico nós vamos ter trabalhadores acidentados e doentes cada vez mais né se a gente tem uma mão deobra desqualificada né que é usada para pagar um salário mínimo para ficar o dia inteiro lá carregando um caminhão tá que é é o dia a dia que eu atendo aí no no ceste nós vamos ter um trabalhador adoecido cada vez mais do SUS né E pior o com a reforma da Previdência aí que o nosso ex-presidente não vou falar o nome o inelegível aprovou né os trabalhadores estão aposentando mais tarde só que eles não só que não só que não porque eles ficam doentes antes ficam desvinculados da Previdência e não se aposentam nunca vão só lá com BPC com salário MN aos 65 anos então nós estamos vivenciando uma extrema crueldade com os trabalhadores de meia idade que estão prestes a se aposentar tá não dá para imaginar um trabalhador da construção civil com 60 anos carregando saco de cimento ele vai ficar doente não é que ele pode ele vai ficar doente e não vai se aposentar porque ele vai ser mandado embora um trabalhador com 60 anos e doente não vai conseguir emprego em lugar nenhum do mundo né ele vai perder o vínculo com a Previdência e não vai se aposentar né eu tenho pacientes trabalhadores eh do CEST que contribuíram né teve tive teve um que é um caso mais triste que foi catar latinha na rua porque não tinha mais ele perdeu o vínculo com a Previdência ele era sozinho aqui em São Paulo a família toda do nordeste foi catar latinha na rua tá um trabalhador que contribuiu anos com a Previdência né e acabou perdendo o vínculo ficou doente tava aí com me idade aí com 50 e tantos anos e Então essa realidade parece que não está sendo pautada no governo tá então vou falar atualmente em relação ao governo atual né Eu acho que nós tivemos um grande refresco na na na fundacentro né Eu acho que a a presença eh do Tourinho na fundacentro deu uma revigorada uma né a funda tava extremamente enferrujada não sei se a Maria concorda comigo mas muito estagnada né parecia água parada a funda centro e e deu essa revigorada só que da área do Ministério da Saúde nada não aconteceu nada até agora nós estamos em novembro Novembro tá não teve uma portaria importante em relação à saúde do Trabalhador enfim da área do Ministério da Saúde a saúde do Trabalhador Está mediocre igualzinho o que tava do ano passado não mudou nada nada absolutamente nada né na Previdência Social parece que os pedos estão um pouquinho mais tão mais simpáticos estão menos ruins esseo estão menos é engraçado mudou o presidente eles Parece que eles estão né Eh sendo menos cruéis só que em termos estruturais qualitativos também não mudou absolutamente nada nada nós temos uma estrutura de previdência social que foi montada na época do INPS da ditadura militar uma uma estrutura extremamente centralizada que o trabalhador que contribui todo mês não participa da sua gestão o Conselho Nacional de Previdência Social é quase que uma piada tá alguém alguém sabe alguém aqui é de alguma Central Sindical alguém é da Cut ou da Força Sindical não Cut Você sabe quem é o representante da Cut no Conselho Nacional de Previdência Social Alguém sabe aqui Pois é tem um representante de vocês lá né Então tá péssimo gente né não estamos avançando absolutamente nada na área de saúde do trabalhador no atual governo tá falo isso com muita tranquilidade eu participei de dos dois governos eh do Lula e dos dois governos anteriores da Dilma tá eu fui do Ministério da Saúde do Ministério da Previdência Social e fui do Ministério do planejamento né Eh o que nós estamos vendo aqui realmente é nenhuma preocupação com essa essa área então Eh se nós não movimentarmos vai acabar o governo a gente vai que continuar igual ou pior tá tá muito ruim tá eh um outro ponto que eu gostaria de falar aqui em Campinas saúde do Trabalhador em Campinas né bom as pessoas que são daqui já conhecem a estrutura aqui tem toda uma história de participação de Sindicatos né Eh mas nós temos também a a a a saú trabalhadora aqui tá estagnada completamente estagnada né o CEST ele o ceste que já chegou a ter cinco médicos ele tá com dois médicos os dois para se aposentar o sab nesse ano e eu daqui o ano que vem ou ou o outro no máximo Então né Tá totalmente estagnado nós fizemos eh cerca de 400 pouco mais de 400 eu não peguei aqui eu fiz a planilha mas não trouxe pouco mais de 400 diagnósticos de doenças relacionad ao trabalho no município nos últimos 3 anos tá 92% foi feito pelo cereste pelos dois médicos que estão cereste quer dizer se não tivesse esses dois médicos não tinha doença do trabalho registrada no município de Campinas vocês terem uma ideia como é que está aqui a saúde trabalhador neste município tá então eh aqui eu acho que h o espaço para para se colocar né inclusive eh para se cobrar do executivo algumas ações né esperemos né que o ano que vem melhore né vamos ver que promessa tem o salário dos médicos aqui estão estagnados tá estagnado H há anos já Desde o tempo da pandemia o reajuste que teve foi menor do que a inflação então nós estamos com uma defasagem de salário se eu não tivesse para me aposentar eu já estaria longe de Campinas há muito tempo já teria saído daqui ISO aqui tá dando dois plantões por mês é o meu salário então é ridículo né Tá muito ruim muito ruim né a a a situação eh bom por último eh eu acho que assim a Maria falou do sinase que é uma ideia muito importante né Eu valorizo muito essa ideia enquanto eh ideia e movimento social né Eu acho que a gente precisa fazer um movimento paraa saúde do Trabalhador ser mais integrada tá só que a gente precisa ter uma cobrança institucional Para que ocorra essa integra n não existe integração nenhuma entre saúde e e e Previdência Social a perícia do INSS não conversa com os médicos da saúde pública é um absurdo não conversa né não tem um espaço de diálogo não tem uma Instância nada né é um absurdo vocês terem na Itália né a Itália tem um sistema de na Itália é um pouco diferente do Brasil na Itália tem dois institutos né de de previdência públicos tem um que é só de acidente de trabalho eles valorizam muito mais a questão do trabalho tá que é o inail que é só para acidentes e doenças do trabalho que lá tem uma perícia extremamente sofisticada que eles vão no ambiente de trabalho intervém enfim eh e tem um outro paraa previdência geral que é o INPS chama INPS também lá na na Itália vocês terem uma ideia no INPS não tem perito não tem perito quem faz a perícia é o médico do da saúde pública ele entra lá no tema e vê e e ele tem fé pública é preparado para isso claro que ele não vai fazer besteira porque ele ele vai ser punido se ele fizer besteira né ele vai na casa do paciente fazer a perícia muito uma perícia muito mais sensível né quer dizer na casa do cara então se o cara tiver trabalhando por fora Ele vai ver se tiver fraudando o que a Previdência Fala ele vai ver ele vai na casa a perícia é feita na casa do paciência do do do do contribuinte né do do segurado da previdência de lá e a saúde pública que faz isso tem um médico que que vai lá e faz isso né não precisa não tem perito do INSS na na Itália n não existe essa figura né Sai muito mais barato pro pro Instituto que não tem que ter esse quadro imenso né e empodera o o médico de bairro o médico da região que conhece a realidade sabe o que tá acontecendo Então tô dando um exemplo como a discussão Nossa previdenciária tá parada no tempo ó essa estrutura de previdência que tá aí Quem criou foi a ditadura militar sem participação do trabalhador né extremamente verticalizada o susc que já tem 30 anos ele é descentralizado Tem a parte Municipal tem Conselho Municipal a Previdência não tem nada disso e sempre foi assim desde a época da ditadura militar gente essa discussão parece que tudo bem né Tudo bem se é assim então tudo bem Tá então era isso que eu tinha só para para provocar obrigado viu Obrigado obrigada Dr Marco perz eu vou passar a palavra pra Liliam para ela fazer apresentação do material eh antes disso anunciar aqui a presença do Paulo Tavares Maria an que é Presidente do Conselho Municipal de Saúde do Valdemir Gomes que é do Sindicato dos qu químicos unificados de Campinas o Airon Afonso esquisato do Sindicato dos Metalúrgicos a Cláudia Maria que é presidente do Sindicato dos Servidores da Fundação CASA eh a a thí de Assis e Yuri Teixeira que são do City zesp E a Poliana Regina que é fisioterapeuta do cereste também agradecer a presença e vou passar a palavra então paraa Liliam para apresentar o material depois a gente vai abrir paraas contribuições sugestões Lembrando aqui que esse material né um material que tá em aberto né um material que tá em construção então também esse é o momento de as pessoas eh opinarem sobre o que acham né aí a gente tá com essa preocupação de que seja um material que consiga chegar nos trabalhadores consiga comunicar que consiga enfim e acho que é interessante que as pessoas opinem sobre o material A ideia é nós fecharmos o material aqui nessa reunião e a gente poder também discutir como que a gente faz para rodar o material imprimir o material circular o material nas redes sociais fisicamente também para que a gente possa eh Enfim fazer esse trabalho eh de comunicar as pessoas e incentivar o conjunto dos trabalhadores e trabalhadoras a reportarem essas violências a fazerem denúncias a reportarem as violências que estão sofrendo no seu cotidiano vou passar a palavra paraa lía então boa tarde boa noite já né para todo mundo eh então eh a gente fez uma a ideia da de fazer esse material decidimos fazer um folder bem eh curtinho bem fácil de de de manipular e de distribuir que é uma página e frente verso dobradinha e uma cartilha um pouco mais mais um aprofundamento maior das coisas né da do dos assuntos eh a Maria vai vai distribuir depois a gente vou apresentar ali que a gente só fez a impressão PB então a proposta a o texto depois a gente lê a hora que entrar lá mas a proposta é que esse folder tenha seja A4 porque é fácil é é o tamanho do papel sulfite Você pode imprimir em qualquer lugar eh na posição horizontal Eh aí a gente vai ter uma versão tanto da cartilha quanto do folder um arquivo de quatro cores e um arquivo em PB eh para você para que as pessoas de forma fechado de uma maneira que vocês possam imprimir em qualquer impressora então você pode imprimir numa impressora profissional numa numa gráfica profissional se vocês tiverem acesso eh de uma maneira mais barata porque ela também só tem duas cores no miolo né E então é mais fica mais barato de fazer quanto numa Lan House ou na impressora do sindicato na impressora de casa dá para imprimir em qualquer lugar essa do jeito que a gente formatou né Então esse é o que vocês estão vendo aí coloridinho ele fica assim tem essas duas áreas aqui para logo e crédito que aí a ideia é que quem for a instituição que for imprimir para distribuir insira o seu logo aqui certo aqui no folder a gente vai ter e o crédito po pode ser a frente parlamentar se a gente não quiser deixar só com para ser mais generalistas né na sua coisa aí essa segunda abrindo a primeira aba fica assim e depois Esse é o cartaz que pode ser usado como um cartaz também a gente tem uma versão disso em A3 que ele fica um pouco maior então quando se você vocês quiserem imprimir um cartaz a gente pode fazer um arquivo também em A3 que aí fica um pouco maior eu deixei no A4 porque é mais barato e se for na impressora caseira vocês não vão conseguir imprimir no A4 né no A3 e aqui é o o verso Então a gente tem dois o verso daquela página que vira O folder né você já posso virar espera um pouquinho O folder AC O folder acaba aí então eu acho que Eu distribui alguns f a ideia isso eu acho que ficou um pouco as pessoas estão conseguindo ver assim quem somos aí a resposta somos trabalhadores isso isso vivemos do trabalho as frase é assim ó a sequência quem somos somos trabal vivemos do trabalho então somos Trabalhadores e sofremos violências desvalorização ordens impossíveis aí tem uma série de violência se algo assim acontece com você denuncie para a frente parlamentar conte pra gente Conte com a gente aí quando você vira do lado de trás você tem uma área para colocar os contatos certo ou a gente pode pôr aqui embaixo nessa parte de baixo embaixo da frase conte pra gente Conte com a gente eh só uma questão de né método nós vamos discutir primeiro a O folder depois a cartilha Talvez seja bom apresentar tudo porque a gente discute o todo porque a é porque é o mesmo é o mesmo conceito ele só o o a cartilha só aprofunda um pouco a discussão né Eu acho que é melhor da gente debater A Lila apresentar tudo e depois a gente discute tudo no tá ficou ficou fácil assim nesse material que tá dobradinho tá fácil né de ver como é que funciona e ó essa é a contracapa dele fechadinho né porque aí você vira quem somos do Campo da cidade do co bom uma cartilha é o mesmo é a mesma o mesmo conceito né Ela é em A4 são 16 páginas que quando vocês forem imprimir vocês escolhem lá a forma livreto ele já vai fazer a a paginação direitinho eh em PB ou duas cores quer dizer a gente vai ter quatro cores na capa e na contracapa e duas cores no miolo ou então tudo PB certo preto e branco é PB é preto e branco então a a capa é é aquela aquela aquele jogo de palavras né de de ações de agressões que tem na no folder já é a mesma imagem aqui a página dois na página dois eu deixei em branco porque é para colocar todos os logos da frente parlamentar os créditos essa toda a identidade aqui aqui na frente eh a gente deixou esse espaço aqui que pode ser ou da o usar como logo da instituição que vai vai imprimir distribuir se for alguém que vai pagar a impressão para fazer generalista para todo mundo distribuir a gente pode colocar frente parlamentar de enfrenta o nome da frente aqui ou pode deixar sem nada certo isso a gente escolhe e aqui dentro é que vai ter toda a identificação de quem é o grupo Quais as entidades que fazem parte e tal aí a gente tem uma apresentação vocês querem ler a apresentação que a gente vai lendo sim então pera aí deixa eu só pegar meu óculos para eu poder ler só para resgatar esse conte pra gente Conte com a gente foi um mote que foi criado na pelo Ministério da Saúde você tava lá né Marco nessa época acho que o Marco tava lá nesse conte pra gente Conte com a gente foi o Boré foi o lema da foi da terceira conferência nacional de saú trabalhador isso você tava lá no ministério da saúde né isso isso isso e foi uma ideia do da oboré que é um grupo de jornalista eu insisti muito em pegar ela para nós porque é um resgate é um bom mote é é um resgate né então Vamos lá gente apresentação esta cartilha foi idealizada e produzida pelos integrantes da frente parlamentar de enfrentamento das violências relacionadas ao trabalho da Câmara Municipal de Campinas como uma ferramenta para elevar informação e Orient aos trabalhadores ela esclarece como e em quais circunstâncias acontecem as agressões e orienta o que fazer o objetivo da frente parlamentar é discutir a intenção a ideia e o início de um Sistema Nacional de saúde do trabalhador e da trabalhadora que considera o trabalho seguro como um direito humano fundamental esta cartilha é parte da primeira ação que pretende criar um canal de denúncias de vítimas de violência relacionadas ao trabalho e de intervenção sobre os problemas identificados esperamos assim dar vida ao mote que escolhemos para este movimento conte pra gente o seu sofrimento e Conte com a gente para se livrar dele aí essa foi a apresentação da cartilha agora vamos à introdução do assunto as violências relacionadas ao trabalho estão presentes na vida das pessoas de diferentes maneiras tanto Nas condições de trabalho e na as formas de organização do trabalho quanto nas relações sociais e entre os colegas de trabalho são situações que violam os direitos fundamentais da pessoa como a saúde a liberdade a dignidade a vida privada e coletiva a igualdade de tratamento o valor social do trabalho e o direito ao meio ambiente de trabalho sadio e seguro trata--se de um fenômeno social que afeta um grande número de trabalhadores e trabalhadoras historicamente presente no modelo econômico de produção implementado no Brasil e que nos dias atuais está associado ao padrão capitalista neoliberal de organização e gestão da força do trabalho adotados pelas organizações privadas e espraiados nas políticas públicas a sociedade brasileira que ainda conserva as marcas do longo período colonial de escravidão da populações indígenas e negras mantém relações autoritárias de mando fortemente hierar entre um pequeno grupo de pessoas pretensamente legitimadas como superiores e uma numerosa classe trabalhadora que precisa garantir seus recursos de sobrevivência relações exas estas que alcançam diversas esferas da vida a família a escola a igreja as relações amorosas o comportamento social nas ruas o tratamento dado pelo Estado aos cidadãos e a organização e as relações de trabalho entre as manifestações das violências relacionadas ao trabalho estão os acidentes de trabalho as doenças relacionad relacionadas ao trabalho e as situações de assédio moral no trabalho os acidentes os acidentes de trabalho estão relacionados a exposição de perigo e risco à saúde dos trabalhadores colocadas pelas condições e formas como o trabalho está organizado pelos empregadores No entanto quando esses acidentes ocorrem levando à morte ou à incapacidade a todo sistema institucional legal dirigido à redução das responsabilidades daqueles que organizam e gerenciam o trabalho por meio de análises que desconsideram os aspectos negativos do processo de trabalho e buscam encontrar as suas causas no comportamento das próprias vítimas Mantendo inalteradas as condições inadequadas e perversas de trabalho as doenças Desculpa as doenças relacionadas ao trabalho seguem a mes mesma cartilha de individualização dos adoecimentos direcionada para situações de comportamento e de vida privada daqueles que trabalham através de Diagnósticos não Associados às determinações e exigências do trabalho e finalmente a faceta mais complexa do fenômeno das violências relacionadas ao trabalho que por sua natureza simbólica e penetrante no emocional das pessoas são mais difíceis de serem identificadas e reconhecidas que são as as atitudes discriminatórias e vexatórias presentes em larga escala no dia a dia das relações de trabalho e que foram conceitualmente definidas como assédio moral o assédio moral pode ser definido como uma conduta como condutas gerenciais abusivas em geral frequentes e repetitivas que se manifestam por meio de palavras atos gestos comportamentos ou de forma escrita com a finalidade de constranger e desqualificar os trabalhadores e trabalhadoras afetando sua vida profissional e pessoal e atingindo sua saúde física e mental F Cruz 2022 em todos os tipos de violências relacionad ao trabalho mencionados permeia a invisibilidade social a qual se constituem obstáculos tanto para ações de reparação legal de danos as assistenciais e as de habilitação profissional dos atingidos quanto para as ações de prevenção de novos casos isso gera um silêncio epidemiológico nefasto que contribui para a permanência dos Altos índices de ocorrência dessas violações no Brasil frente parlamentar de enfrentamento das violências relacionadas ao trabalho criada na 18ª audiência pública da Câmara Municipal de Campinas realizada em 15 de junho de 23 a frente parlamentar de enfrentamento das violências relacionadas ao trabalho tem o propósito de se constituir em uma rede formada inicialmente por parlamentares sindicatos movimentos sociais universidades e serviços públicos de saúde do Trabalhador focado em dois grandes eixos de abordagem sintetizados na palavra de ordem conte pra gente Conte com a gente uma palavra de ordem que animou e definiu o objeto da rede de atenção em saúde do Trabalhador do SUS a renast e seus serviços os cestes na primeira década dos anos 2000 e que agora novamente atualizamos sob uma outra perspectiva com objetivos futuros de maior alcance na defesa de um Sistema Nacional de saúde do trabalhador e da trabalhadora cast este sistema que propomos envolve a intersetorialidade governamental de vários minist da economia agricultura meio ambiente educação pera aí gente que eu fiz besteira aqui eh comunicação entre outros além dos tradicionais saúde trabalho e Previdência Social as várias instâncias de participação social com enraizamento nos estados e territórios bem como institutos de pesquisas e extensão Funda Cent pea de ees de esat e outras instituições de interface o cast é balizado pelos princípios constitutivos do SUS Sistema Único de Saúde universalidade integralidade de atenção e participação social não se restringe ao mercado formal ao contrário Abarca todas as formas de trabalho remunerado no eixo conte pra gente é tarefa urgente democratizar a denúncia e o registro de de condições de trabalho perigosas insalubres e violências e suas repercussões em acidentes de trabalho adoecimentos relacionad ao trabalho e situações assediadoras garantindo o direito aos trabalhadores e trabalhadoras formais e informais de comunicar sem login de forma simples e de fácil manejo digital no eixo Conte com a gente queremos ouvir acolher e e assistir as pessoas que foram vitimadas por acidentes de trabalho e doenças relacionadas ao trabalho ou sofreram várias formas de violência relacionadas ao trabalho os abusos de poder as violações de direitos humanos do trabalho e no trabalho compreender os processos de trabalho em que elas ocorrem e as técnicas gerenciais utilizadas para aceleração dos ritmos de trabalho atrelamento a metas e intensificação da produtividade dos lucros do Trabalho há um cenário adverso de agravamento das mazelas do trabalho diante do aumento brutal da informalidade e da precarização do trabalho expressado pelos altos índices de acidentes doenças físicas e mentais e suicídios somente a partir destes desvelamento conseguiremos desenvolver estratégias conjuntas interdisciplinares interinstitucionais e intersetoriais de intervenção e transformação social situações de assédio moral no e do trabalho não ter pausa e locais adequados para alimentação ser abusivamente controlado no uso dos sanitários ser humilhado por meio de falas ou fotos em murais ou rede social ser obrigado a usar roupas ou acessórios bizarros ser xingado particular ou publicamente ser isolado ou impedido de se comunicar com os colegas receber ordens impossíveis de serem cumpridas ser obrigado a ociosidade para criar imagem de inutilidade e incompetência ser sobrecarregado na divisão de tarefas ser ridicularizado ser ameaçado constantemente de demissão ser obrigado a trabalhar em locais insalubres sujos e no manuseio de produtos que provocam mais estar físico emocional ser controlado por meios que ofendam a dignidade e autonomia ser discriminado por raça orientação sexual religião lei de cotas ou no retorno ao trabalho depois de afastado por incapacidades aí essa última página a gente precisa ainda escever um texto eh chamando as pessoas pro para ações coletivas falando olha se você está sozinho não fique sozinho se você tá sofrendo qualquer uma dessas coisas ou qualquer outra que te deixem numa situação de incômodo ou de sofrimento não fique sozinho a a saída é se juntar e procurar a sua instituição aí a gente pode falar desse lugar que o do sereste né que vai reunir né vai centralizar essas informações e tudo então esse texto ainda precisa ser construído e tem algumas coisinhas assim por exemplo que eu já vou avisar então tem essa tem um um aqui que faltou eh eu tô achando que tá muito trabalho no texto a gente pode pode tirar um pouco dos trabalho que isso é uma coisa que a gente só percebe lend do alto mesmo mas esses são ajustes finos que a gente faz antes de fechar o texto Total tá eh vocês têm que ver mesmo é a estrutura e o conteúdo se conteúdo e a linguagem e a linguagem se tá bom se tá todo mundo entendendo tudo né então é isso o importante é comunicação né quer dier a pessoa que recebe ela vai se sentir atraída a ler e tá faltando também eh as a legenda da foto por exemplo essa foto é daqueles meninos que caíram do do andim recentemente lá em São Paulo né então a gente precisa identificar essas coisas Obrigada lilan eh eu vou abrir a a fala então pro para aqui para plenário para opiniões sugestões contribuições enfim eh gente vocês podem pedir para eu colocar na página que vocês quiserem tá se vocês quiserem fazer alguma com alguma algum comentário de algo específico só falar que eu volto lá onde vocês querem Boa noite eh Cláudia Maria presidente do Sindicato dos Servidores da Fundação CASA obrigada pelo convite vereadora eh nós estávamos aqui até conversando a gente achou Bacana esse trabalho Parabéns a todos que estão contribuindo né e não diferente então de demais Trabalhadores de outros de outros lugares eh os servidores da fundação casa também passam por uma questão de violência no trabalho e a violência no trabalho Nossa passa por questões psicológicas principalmente né e e tem aquela vou falar assim agora violência física a psicológica Com certeza ela tá em em primeiro lugar dentro da instituição eh só um adendo em relação à cartilha um uma opinião o a maioria dos dos falar dos Servidores mas aí eu vou falar das pessoas em si né Eh elas gostam de realmente de ler algo eh colorido é assim grandes textos como jornais eu eu vou dizer isso como presidente porque nós fazemos sempre várias mat matas não colocar textos muito longos porque as pessoas começam a ler e se cansam hoje a gente Infelizmente eu acredito que a gente tá lendo menos a gente já leu muito mais né então acho acredito lja né L lilan que quando a gente eh quer passar uma algo em termos de comunicação Sabe aqueles tipo tiragens dos Gibis aquelas coisas assim balões só opinando tá com com toda humildade assim é a dificuldade que às vezes a gente da Imprensa também do sindicato em tentar passar quando você passa textos bem colunas de jornal A pessoa olha assim Nem todo mundo se agrada eh muitos trabalhadores têm também a dificuldade também da leitura da compreensão né então assim talvez eh dá uma uns espaçamento um pouquinho mais dentro dos textos eh aumentar um pouquinho mais a letra as partes que chamam um pouco cham um pouquinho mais atenção e aí o eu não vi ali se vocês colocaram presena colar Conte com a gente e falem com a gente e Conte com a gente mas também assim além da pessoa contar mas assim quais os direcionamentos que vai ser vai ser dado para essas pessoas porque aí eu também até gostaria de de est levando isso para São Paulo para est levando essa ideia pr pra câmera lá em São Paulo e pedir para fazer uma unificação disso não que eu também não poderia já me aproveitar dessa situação para a cidade de São Paulo e out em outras cidade Achei muito bacana mas se a gente puder ampliar isso daí se houver uma autorização eu agradeço achei muito legal mas aí eu gostaria de saber disso eh conforme a pessoa entra em contato como nós temos servidores que entram em contato conosco por diversas situações às vezes deixa também de entrar em contato por medo por perseguição isso eu tenho certeza que ocorre em todos os lugares aonde há trabalhador e trabalhadora isso ocorre então assim também eh pedindo para que esse trabalhador né Eh não fique com medo de dizer que ele tá daquela forma e aí também com isso a gente diminuindo também a questão eh eh da violência Quando Ele sobra essa violência psicológica eh do do suicídio porque nós temos também dentro da instituição servidores que do seu lado de repente aparenta estar bem tá rindo tal mas por dentro sabe aquela coisa coloque um sorriso no seu rosto mas por dentro ele tá destruindo né E aí tentar também ajudar essas pessoas que pode estar bem do seu lado e no final não tá Mas como que a gente chega como que a gente consegue inserir essas pessoas fazer elas terem a coragem de vir se abrir contar conosco que elas não vão ser prejudicadas em momento nenhum ao se abrir né e é isso Obrigadão tá Deus abençoe a todos nós estamos aqui e eu acho que a gente podia fazer um conjunto de falas e depois responder porque senão a vai ficar né e acho que ganha a gente ganha em tempo e e também na na em conteúdo Paulo depois a glória bom boa noite a todas todos e todes eh primeiro parabenizar acho que a iniciativa é muito importante e as falas na mesa Já colocaram assim os desafios que a gente tem né todo esse esse processo de desmonte aqui no caso do município de Campinas a gente tem hoje uma rede de urgência emergência em assim avassaladora e acelerada da terceirização que é uma destruição da rede né Ela já tem inclusive quase uma Secretaria de Saúde paralela que é a rede mariga que é um erro na origem e e ao mesmo tempo como o marco falou o CEST vive um processo e já de um bom tempo de sucate e de estrangulamento da sua condição efetiva de atuação acho que é importante pra gente do Conselho Municipal de Saúde essa questão ser colocada porque iso é um dos Desafios que nós temos estamos brigando muito a a dificuldade de se conseguir por exemplo que a prefeitura eh apresente de maneira objetiva e explícita o quadro de trabalhadores e trabalhadores que recursos humanos é uma expressão que eu prefiro não falar e peço que de preferência não se use a expressão patronal de trabalhadores e trabalhadores da Saúde eh ele sequer tem a eu acho que são duas coisas coragem e capacidade de apresentar o quadro necessário é impressionante isso então hoje Se alguém perguntar qual é o número de trabalhadores e trabalhadores que a gente precisa da rede de saúde de Campinas ninguém vai obter essa informação eh o que já é sintomático assim do que vem acontecendo E aí eu queria colocar aqui além de primeiro concordar né com a companheira acho que o material ele tem que ser muito acessível eu fiquei pensando aqui se a diagramação é uma diagramação muito bem feita pro material de leitura Na minha opinião para quem tá acima da média da leitura do Brasil sinceridade se for o material assim para chegar mais na base e eu olhei e fiquei pensando em tópicos não é é o jeito que eu gosto de fazer quando eu escrevo as coisas mas eu tenho me convencido a fazer isso para chegar por exemplo a própria Mariana sabe porque mandato e junto com os outros mandatos bancada de esquerda tem ajudado a gente a ter o nosso material do movimento popular de saúde do conselho para defender o SUS na praça o materic depois de um tempo as pessoas nos convenceram disso Isso é a primeira questão em relação à linguagem propriamente dita tem uma companheira do movimento Nacional do população em estação de rua que numa reunião ela fez não era para ela mas ela tavam falando e um companheiro da OAB propôs Moção de repúdio ela que que é repúdio algum nós aqui vamos dizer que isso que nem outro dia vamos genocídio do povo palestino falei explica genocídio pressupor que todo mundo entende pode não ser um bom caminho então queria colocar ess essas questões e como já tinha falado com a Mari eu acho que a gente precisa trabalhar e acho que inclusive conselho a gente vai ter que ver com os parceiros parceiros para ser também parceiro na distribuição desse material e por último para ver como que a gente pode fazer para que com todos os problemas que ela tem não são poucos mas que a nossa rede de atenção básica atenção primária consiga minimamente né Marco trabalhar isso aí porque a quantidade de pessoas que vão no Centro de Saúde todos os dias o do centro tem uma particularidade maior porque ele é mais mas todo não tem Centro de Saúde nessa cidade que não receba toda semana pelo menos pessoas vítimas de violência no mundo trabalho agora se o Centro de Saúde tiver sem a mínima capacidade de olhar para isso vai ser muito difícil mas a cartilha pode ajudar então acho que a gente tem que trabalhar nesse sentido também era isso mais uma vez parabenizar iniciativa Obrigada Paulo eh glória e depois a Elisa Ah boa noite né Obrigado pelo convite né parabéns pela iniciativa eu tava pensando aqui tem um pelo tempo que que eu atendo trabalhador dentro do sindicato a gente sempre esbarra numa questão que é difícil fazer o trabalhador compreender E aí eu não sei se de repente nessa cartilha a gente consiga colocar algum TP chamando essa atenção por como a companheira lá disse o trabalhador tem muito medo muito medo até de no sindicato abr macate você recebe trabalhador que assim ele que se ele tivesse vamos poror que no comecinho tivesse buscado ajuda em vez de ficar com medo né ele não não estaria numa situação de hoje Se ele for fazer um exame demissional numa empresa ele não passar então aí que eu falo eu converso com quem eu atendo mas assim eu acho que tem que expandir isso aí Ah o trabalhador não tem que ter medo de logo no começo de uma doença procurar ajuda porque ele vai ser mandado embora da mesma forma mais pra frente ele diminuiu a a produtividade e vai ser mandado embora e ainda com a situação de não conseguir mais ingressar em empresa nenhuma isso daí tem que ser chamado atenção pro trabalhador ele tem que entender que quanto mais ele Segura uma situação de saúde por medo de ser demitido vai chegar uma hora que ele vai ser da mesma forma ele vai estar tão Detonado que ele não não vai conseguir eu conheço trabalhador que hoje que tá trabalhando por conta fazendo qualquer coisa porque não consegui ingressar de novo no mercado de trabalho eu acho que se tem se a gente conseguir para algum tópico chamando a atenção do Trabalhador para essa situação entendeu é melhor que ser demitido ainda com com com saúde né No começo de uma coisa do que depois que tiver Detonado era essa contribuição a que eu queria trazer gente obrigada tá eh eu acho que a gente vamos fazer as falas e depois no final a gente faz os comentários aqui né então é a Elisa depois é o Wilson Boa noite a todas a todos todos eh ia como falar primeiro parabenizar sintam-se parabenizadas e parabenizados eh eu achei que o material tá bem interessante muito amplo no sentido de que traz a a a discussão do adoecimento vinculado ao trabalho e o trabalho por sua vez vinculado ao sistema político econômico né desenvolvido no no país que por sua vez tem vem né Tem heranças aí na na escravidão e na na exploração dos povos originários né isso acho muito importante muito interessante e essa discussão do Sistema Nacional de saúde do trabalhador e das trabalhadoras e da trabalhadora e eu acho muito interessante estava discutindo issso no di né que a gente faz essa discussão de política econômica macroeconômica né de conjuntura quando vai fazer análise de conjuntura eh no movimento sindical ou em qualquer outro lugar no jornal e a discussão é o índice de emprego né e não a qualidade do emprego né o ministério da fazenda ele vai comemorar comemorar quando o índice de desemprego cai né e a gente tá vivendo isso hoje o índice de emprego tá aumentando a remuneração não está a remuneração média dos trabalhadores não está aumentando né então o que tá se criando são trabalhos pior remunerados e com certeza absoluta com piores condições de trabalho né Então essa é interseccionalidade que vocês eh eh colocam aqui assim eu achei muito muito importante nos falta e muito uma coisa que eu senti falta eh lendo é se eu fosse um um um informal né Que tipo de informal né vamos ver aplicativo ou Eu trabalho numa banquinha do do de camelos lá se ele ler esse texto ele não vai se identificar porque a maior parte dos exemplos e das discussões São vinculadas à gestão do trabalho às condições criadas por outros né porque o o o motorista de aplicativo né ele não vai entender a aquela condição de trabalho sendo imposta né Por de fora para dentro seja do sistema capitalista seja do né fica difícil para ele fazer essa ligação das condições do próprio trabalho como eh eh uma questão social socialmente definida e não como né acaba sendo a escolha dele ou ou depende dele deixar o trabalho o o negócio Limpo ou até mesmo a questão das horas de trabalho eu preciso trabalhar 12 horas senão não não rendo tanto mas né é difícil ele vincular isso como uma responsabilidade da da da da da formação da sociedade então eu acho que no texto assim eh pro trabalhador terceirizado ou não mas que tem ou até eh informal por exemplo a a a diarista mas que ela tem uma patroa isso fica mais fácil os que não tem e ainda assim são trabalhadores e são explorados pelo né pela pela sociedade né que que impõe e essa exploração de uma outra forma aí eu acho que a cartila não a cartilha não dialoga não que eu soubesse eu não saberia como fazer mas eu acho que ela não dialoga entendi eh Wilson depois é Mara Boa noite a todos mais uma vez Lu Tourinho Sindicato de construição Civil de Campinas ccum eh eu não sei se eu posso fazer sugestões ainda né pode pode deve deve para isso que nós vios essa reunião é não só pro pro folder né mas também para de uma forma sem estrutura eh referente à transformação social o que eu vejo que a gente pode como sugestão não aceitar os termos muito utilizados aí né que muitas vezes já vem do patrão esse termo e a gente evitar usar esses termos ou ou mudar para causar transformação social por exemplo termo referente à escravidão né contemporânea eh análogo a escravidão esse termo deixar de usar né mas usar começar a usar o termo escravidão contemporânea que é que que acontece na prática onde o trabalhador não tem mais se ele não tem carteira assinada ou se o salário está atrasado el está longe da família ou isolado Ah não é análogo ele está a escravidão e muitos trabalhadores a foram desaparecidos desovados morreram ficaram doente e outra coisa para nós analisarmos também eh para trazer essa transformação social o termo médico do trabalho na empresa mudar esse esse termo para médico da empresa porque muitas vezes o médico do trabalho na empresa ele está no fluxo do patrão e e esse termo eu acho que não causa uma transformação social né mas ao contrário causa uma algo favorável que facilita a vida do patrão de não trazer devidos cuidados pro trabalhador a outra questão e sobre a Lei existe uma lei federal né mas nós em Campinas não temos a lei municipal de perda de avará para empresas principal escravagistas e empreteira escravagista em Campinas Não Para Não tem essa lei municipal se nós como frente parlamentar poderíamos eh fazer essa lei no âmbito Municipal porque se fica só no âmbito Federal acaba jogando para cima e as coisas estão acontecendo aqui aqui no município outra questão e até que o Dr Marcos falou é sobre o empoderamento dos médicos garantindo a abertura do cat no atendimento de emergência eu sei que ah é obrigação da empresa mas pra gente combater a subnotificação né porque muitas empresas enrolam o trabalhador a não abrir o cat não fazer o cat e a gente se for ver os números reais eu entendo que tem muita coisa subnotificada e essa é a minha contribuição Obrigado a todos a última escrita um Pou duas falas né a fala da Maria quando ela coloca que nesses 40 e tantos anos que a gente tá na militância que a gente tem a sensação de ter feito pouco né com a fala da Glória porque o que a glória tá colocando é a gente conseguir detectar precocemente né quer dizer se a gente considera que o direito a um trabalho seguro e saudável é um direito humano fundamental a gente tinha que trabalhar na pré violação né E hoje a gente vem trabalhando todos esses anos muito mais na reparação de danos quer dizer você melhorar um sistema de notificação você conseguir fazer um nexo causal n você criar dados de magnitude tudo isso é para reparação de danos quer dizer o trabalhador já está adoecido né a gente precisava encontrar um caminho da prevenção Eu sei que não é fácil né então quando a glória coloca por exemplo essa questão do trabalhador não ter medo né dele poder dizer os seus sintomas aquilo que ele tá sentindo aquela coisa mal parada ou aquela dor que ele vai para casa dorme passa volta no dia seguinte e a dor a gente tentou né Maria numa época e aí você vai esbarrar nos sistemas oficiais a Previdência Social por exemplo ela desvaloriza completamente o médico perito quer ver se não tiver lesão não tem direito ao benefício porque a lógica é de reparação Então existe uma distinção de lógicas muito grandes entre o SUS que se propõe a fazer promoção e prevenção e a Previdência Social e o trabalho também né porque o auditor fiscal quando ele faz uma vistoria ele quer com concretamente encontrar o nexo entendeu para fiscalizar para autuar as NR elas ocorrem eh para punir aquele que desrespeita a regra então a gente tá sempre trabalhando no lado direito da gravata borboleta como a gente chama que é o lado da consequência e dificilmente a gente consegue intervir nas causas assim eu sei que eu o que eu tô falando não é nada novo e é o nosso grande desafio né O Desafio que tá posto para que a gente consiga isso eu imagino que a gente tem que trazer essa questão da saúde do Trabalhador pro núcleo duro do governo que foi o o que o pessoal da Fome Zero do eh conseguiu de alguma forma até porque a gente sabe que o Lula é muito sensível a essa questão da fome da e tal porque se a gente não conseguir trazer isso para esse núcleo duro para que hajam políticas né de pré violação Eu acho que a gente vai conseguir enxugar continuar enxugando gelo então por exemplo P né que agora voltou se você pensar pessoal da conção civil me corrija se eu tiver errada Wilson na época do PAC por exemplo em Piras caba eu tava no serest Piras caba a gente teve um bom de acidentes e adoecimentos na construção civil aí quando você pega o projeto do PAC tá lá todo município tem que ter um hospital de referência para atender acidentado da construção civil Então veja bem política ela não tá discutindo prevenção ela tá discutindo reparação considerando que o acidente trabalho é algo inevitável certo então nós temos que realmente Trazer isso para essa questão intersetorial das políticas econômicas hoje a gente estava conversando da situação dos Bancários a fundação casa a mesma coisa né A questão do encarceramento juvenil tem que ser enfrentado pandemia por exemplo eles prenderam menos né eles investiram mais no meio aberto certo Por que então agora e nem por isso os meninos néam indo e vindo no sistema é duas três quatro vezes rescindindo meses mesma situação ou seja o meio aberto que a senhora falou da Verdade ficaram largados desculpa ah é ficaram largados totalmente porque eu acho que assim ou a gente enfrenta isso e eu fiz no início com a Luciana lá um trabalho aqui no Casa Campinas eh que assim muita coisa dessas contradições que a fundação casa coloca a sistema poderia ser evitado entendeu então eu acho que a gente tem que desvelar para cada um desses setores envolvidos O que é diferente lá como Paulo colocou pra saúde os químicos né a gente tem que desvelar isso e pensar estratégias de enfrentamento que eu acho que é a nossa proposta aqui né Eh não tem mais ninguém inscrito mas eh pode falar Poliana microfone desligado a questão da do da baixa de Diagnóstico na na rede de Campinas acho que um ponto que a gente tem que lembrar é do tempo de atendimento dos profissionais né Isso foi eh revisto há pouco tempo um tempo de 20 minutos paraos médicos atenderem então assim fica inviável nas ações de matriciamento que a gente tem feito nas unidades eh a gente percebe isso a angústia das equipes por excesso de trabalho e daí quando a gente leva as questões de saúde do trabalhador que de fato requerem uma anamnese mais aprofundada um tempo de consulta maior os profissionais não não se enxergam fazendo isso então acho que a gente tem que discutir esse tempo de de atendimento que foi imposto pela secretaria né e e que é inviável uma outra coisa que eu queria chamar a atenção é que nos atendimentos do CEST a gente tem visto um aumento de assédio eh de relatos de assédio sexual né então assim o crescente de mulheres relatando situações em que muitas vezes eh eu lembro de uma até paciente do Marco perz eh trabalhadora de uma loja de de roupas de um shopping quando ela começa a se destacar nas vendas os colegas começam a assediar e daí primeiro um assédio sexual e depois um assédio moral em que ela se sente ameaçada eles partem para ameaça Física mesmo e ela acaba pedindo demissão então ela chega no ceste já tendo pedido demissão a gente tem visto muitas vigilantes relatando situações de assédio e as trabalhadoras da limpeza das terceirizadas da limpeza que daí é um uma violência institucionalizada porque são mulheres que são a rimo de família que são mais vulneráveis e que acabam tendo que se submeter aquelas condições então assim eu acho que eh essa cartilha e O folder poderia enfatizar um pouco essa população e também os nordestinos tem a gente tem atendido muitos casos em que ele o trabalhador não chega por essa queixa do assédio ele chega para uma queixa aom muscular Mas no meio da narrativa Ele conta uma situação ah tirava um sarro do meu sot eu não gostava mas eu tinha que tolerar que eu sou homem e eu e a gente percebe um uma crescente de Sofrimento nesse sentido Então eu acho que a gente podia talvez colocar de uma forma mais explícita para que esses trabalhadores se reconheçam quando eles eh tiverem acesso a esse material eh eu gostaria também de comentar algumas questões né primeiro primeiro que eu tinha notado aqui exatamente essa questão do assédio sexual eu acho que também acho que é importante constar é como uma forma de violência eh entendo que também e é uma coisa que sempre aconteceu mas talvez as mulheres estão tendo mais coragem mais estão se sentindo mais empoderadas de relatarem de denunciar estão porque é o asseto sexual também contém a vergonha a culpabilização da própria mulher né então eu acho que talvez seja o caso da gente de tratar isso com uma forma até coloquei né no folder tá somos trabalhadores acho que iso é legal trabalhadores e trabalhadoras também né para incluir eh acho e concordo assim Acho que a o canal de denúncia né onde o que fazer porque assim nossa eu né nós aqui no âmbito do mandato nós recebemos muitos relatos né e é muito difícil lidar com casos isolados né então assim quer dizer isso né denuncie eh eu acho que é importante até porque a denúncia Eu acho que isso que é importante nós queremos receber as denúncias porque nós precisamos lidar concretamente como fazer a gente não sabe muito bem que resposta vai que vai ser possível dar nós vamos ter que fazer um esforço coletivo aí de lidar e de criar estratégias mas sem a gente receber sem a gente ter né acessar também vai ser difícil a gente como a gente vai vai lidar com isso né Eh entendo também essa questão do medo mas eh que eu acho que a gente precisa tratar de alguma forma né que dizer eh não sei exatamente como lidar com essa com essa situação Porque o fato é que a enorme maioria das pessoas né da dessa população principalmente população que tá em situação né de de de uma de um trabalho precarizado está mais sujeito por conta do medo né então e aí as violências acontecem se isso acontece com servidores públicos isso acontece com os trabalhadores terceirizados isso é levado a a uma escala ainda maior né se acontece com eh categorias que T sindicatos organizados em categorias que não tem sindicatos organizados tradicionalmente isso tá numa escala ainda maior né Então como que a gente essa é uma pergunta também como que a gente lida com essa questão do Medo talvez colocar não se intimide né Mas também eu acho que a gente vai ter que também eh o a ideia vai ter que ser conquistar confiança também então nós vamos ter que eu acho que assim como a quando a gente começou a discutir que Campinas poderia ser um laboratório né o sonho é ter esse sistema Nacional mas nós também precisamos construir experiências e Laboratórios para que a gente possa influenciar né então nós vamos também ter que criar algum entre nós alguns casos experimentais porque a resposta não vai vir pronta né então nós vamos ter que experimentar também algum alguns casos e a partir daí lidar com isso né Eh eu acho também que seria interessante citar a questão dos uso de remédio né Porque também tem sido muito relatado pra gente que eh de trabal trabalhadores categorias que fazem uso sistemático de remédio de antidepressivo etc e tal e isso na verdade é uma forma de ir eh controlando né o o a o a o o sintoma e quando quando entra mesmo numa situação né quer dizer quando quando isso é é quase como de abafando o problema e quando o problema aparece é uma situação já gravíssima né Então uso de antidepressivo mesmo de analgésico essas coisas eu acho que é importante citar eh porque isso também nesse nessa ideia do desvelar né E e aí eu fiquei pensando também se não valia a pena uma questão també eh um pouco essa ideia da denúncia coletiva também né como é que é eh se a gente não como que a gente trata essa questão do da coletivização sabe eh como essa é uma dúvida mesmo que que eu fiquei refletindo sobre procurar individualmente procurar coletivamente enfim eu acho que isso é uma é uma questão Então essas são os meus comentários e eu posso falar um pouco sobre as as sugestões sim aí acho que Maria comenta só dar mais uma porque eu deixei passar po Claro A ideia é assim Marcelo espera faz só pra gente fazer o registro não então Eh Marcelo do Sindicato dos Bancários eh eu queria sugerir também a gente tá discutindo um folder uma cartilha mas eu acho fundamental ter outras outras formas de comunicação seja notícias curtas do WhatsApp seja vídeos de comunicação Eu acho que isso não funciona para você chegar em determinadas categorias indeterminados trabalhadores se não tiver uma campanha mais complexa Então a gente vai ter o material né É não é não só o material digital nesse formato né eu digo assim não não só a gente vai ter que mudar a linguagem perfeito e e é isso assim uma das consequências que a gente tem na categoria E eu acho que proveniente desse abuso de violência assim no trabalho é a questão do suicídio acho que não é o tópico do do tema né O tema é a é não deixar chegar nesse ponto mas talvez em algum momento a gente tenha que relatar e e usar palavras da sua vida vale mais do que o trab que a gente tá trab trabalhando sim como valor fundamental mas acho que a vida está acima disso tudo então a gente colocar em algum momento isso no no nosso trabalho certo certo então eu vou passar a palavra pra lía e depois pra Maria maen e o Dr Ma então Eh essa questão do texto eu também fiquei um pouco preocupada né com a a o acesso ao texto que a que a menina da casa falou esqueci seu nome Cláudia Cláudia falou eh com relação a a ser um texto mais de mais figuras e tal a gente imaginou que o folder cumpriria essa função pras categorias que têm mais dificuldade com leitura Então seria O folder seria a opção né para fazer mas aí eu acho que a questão do de colocar em tópicos talvez resolva também um pouco né que é uma boa ideia mesmo de texto para para facilitar para atazar fazer o texto ficar mais mais atrativo né mas assim a gente tem que ter eh mais conteúdo na cartilha né é uma coisa a gente precisa fazer com que as pessoas Leiam Na verdade o conteúdo então talvez a solução seja mesmo usar tópicos e aumentar um pouco a quantidade de ilustração ver o que que a gente consegue colocar na forma de foto em vez de eu tentei fazer aqui mas acho que foi pouco ainda né É eu sei mas assim faltou falta clareza mesmo né eh deixa eu ver o que mais aqui a a questão do do que fazer que você sentiu falta é a última página que a gente não escreveu ainda certo então nessa última página eu acho que assim tá difícil da gente escrever esse texto porque a gente também não sabe exatamente como vai funcionar essa reunião é importante paraa gente definir isso Então vai ser o ceste que vai reunir isso que vai centralizar essas informações a gente vai ter múltiplos canais de denúncia cada sindicato vai ser um cada Instituição da frente vai ser um canal possível canal Então tudo isso eh tem que ser definido antes da gente botar no texto né botar isso no no material que a gente tem E então precisa conversar sobre isso essas outras questões que foram faladas a gente tem que tem que ver como incluir mesmo né A questão de da da da inclusão dos terceirizados eu acho que tem também é uma coisa que tem que ser pensada não sei como a gente vai fazer dos informais ap dos informais e aplicativos é é o sem patrão né a gente pode chamar de sem patrão não sem patrão mesmo não é o sem patrão é não é chamar atenção sabe você é informal você não tem patrão mesmo is a t t t sa É eu tô aqui a minha cabeça já tá eu acho que podia ser esse podia do mesmo jeito que a gente usa o MST né movimento sem teto a gente pode usar movimento de sem patrão Porque sem patrão ironicamente porque tem patrão né mas é um a pessoa se sente sem patrão né quem quem que vai quem é que você vai responsabilizar pelo que você tá passando né um cara que é aplicativo por exemplo que trabalha com com entrega de aplicativo ele vai ele vai responsabilizar quem do do do que ele sofreu como ele tá sendo eh tratado como se ele fosse um empresário da dele mesmo né então a gente pode usar isso sem patrão com aspas ou fazer alguma coisa que que de incluir aqui essa questão dos temos patronais Obrigada pela pela lembrança é bom a gente sempre ter isso a gente não tá muito acostumado assim não é que não tá não é esse o foco né que a gente acaba passando é passa e a lei municipal aí é outra história né a PR a prévi colação também a inclusão do assédio sexual a gente tá tratando de assédio de uma maneira generalizada talvez fosse interessante a gente especificar mais o que é assédio né assim assédio tá usando assédio moral mas o assédio eh sexual é pré-moral sempre né e é uma forma de assédio moral também então Eh talvez fosse interessante a gente especificar melhor né O que é assédio que eu acho que é isso que tá que tá pegando aqui e as indicações de de gênero assim trabalhadores e trabalhadoras eu tenho um pouco de de resistência isso eu confesso porque do ponto de vista gramatical é uma berração completa entendeu Não existe você você a gente tem uma língua tem uma tem tem coisas que eu acho que não é muito muito eficiente essa questão sabe de você ficar falando trabalhadores e trabalhadoras e trabalhador sei lá como é que essa questão é é essa da linguagem neutra não existe isso assim da do ponto de vista da linguagem da coisa isso não é não é assim que funciona então eu tenho muita resistência usar Mas a gente pode pode fazer porque eu entendo que isso politicamente é uma coisa complicada né de você abrir mão e e insistir na na questão gramatical da história aí mas a gente pode arrumar então é isso então com relação a às sugestões eh só queria ressaltar aqui a questão do que fazer a gente ainda tem que escrever tem que definir e da da acessibilidade do texto a gente tem realmente que melhorar vamos dar uma uma suão Vamos só eu vou passar a palavra aqui pra Maria maeno pro Marco perz pra Mara E aí depois pro Wilson aí a gente assim a gente vai ter que ir caminhando a gente vai ter que ir caminhando pro final é sei que assim foram feitas muitas sugestões acho que a gente vai né Agora é o momento a gente vai resolvê-las vamos ter que também vai demandar trabalho né porque resolver qualquer problema é trabalho então vai ter que demandar trabalho então vou passar a palavra pra Maria maeno e depois pro Marco Perez olha muitas sugestões foram feitas aqui e todas na minha opinião são pertinentes todas absolutamente todas então nosso desafio Qual é é escrever sobre mais coisas com menos palavras e de uma forma mais atraente só isso isso então mas mas eu acho que dá acho que dá por exemplo Enquanto vocês estavam falando minha cabeça tava fervilhando aqui então por exemplo você tem medo do qu sabe coisas desse você tem medo do qu E aí colocar T tan tan tã tópicos assim você eh tem medo de fic eh Inclusive essa coisa da incapacidade né Você tem medo de não conseguir mais trabalhar então como é que é essa coisa da eu acho que dá para contemplar uma série de coisas mas com palavras eu naquela última página ser ridicularizado ã por pal pública ou privadamente Tanto faz ser ridicularizado já é não precisa falar mais que isso prisa Não importa se é no com duas pessoas ou cinco ou 10 ou 20 pessoas Então acho que a gente tem que ser econômico nas palavras e fazer com que a pessoa sinta aquilo Putz eu sou ridicularizado Putz eu sou humilhado Putz gozam de mim realmente por causa do meu sotaque sabe coisas assim bem objetivas eu acho agora isso requer que a gente pegue isto essa gravação as coisas que a gente anotou e sente e faça eu não acho que seja uma coisa de remendar essa cartilha eu acho que é transformar essa cartilha totalmente Eu também acho que não eu acho que não é fazer colocar uma palavrinha aumentar não vai funcionar Então a gente tem que revirar a cabeça para fazer uma outra coisa Marco só reforçar que o o Amarante e a e a poleana que tá aqui né A poleana é é fisioterapeuta do ceste só falando que há 5 anos nós tínhamos dois fisioterapeutas um faleceu e até hoje não foi reposto e vai vai ficando assim né ninguém repõe vai se desmontando tudo tá mas isso tá fora do tema aqui é só é só para denunciar porque realmente nós estamos processo de desconstrução da saúde pública em Campinas eu trabalho há 32 anos nesse município nunca esteve tão ruim nunca tá então bom eh eu acho que a gente tem que ter dois dois instrumentos acho que a gente tem que ter uma cartilha falando explicando com texto com argumentos e ter que ter um folder no tópico você tem medo do quê por um folder que seja se abre ass frente verso né com esses tópicos eu acho que são eu acho que cabem dois eh dois eh eh tipos de de de mídia aí né um folder e e uma cartilha aí com mais detalhada e no folder a gente coloca o endereço a cartilha pode ficar na internet e a pessoa acessa se ela quiser né mas ah eu acho que é importante ter um texto explicando também e à Não dá para ser o mesmo na mesma mídia tem que ser duas mídias na minha opinião um folder muito claro com tópicos eu acho que ess ideia acho que você não vê a gente tem O folder né que é o primeiro é então eu acho que aquele folder pode ficar mais né E nesse nesse nesse formato e com um conteúdo mais e um conteúdo assim eu acho que tem que ser agressivo no bom sentido com palavras que chamem atenção mesmo né você acha que você algum dia você vai se aposentar se você chega até lá perguntas assim né que eu acho que Maria mas coisas que H deixe-me claro né o o eu tô citando um exemplo Mas você já foi humilhado no trabalho como é que é eh você já teve humilhação você eu acho que são dois mas acho que tem que ser duas mídias né e hã e e só lembrar que ah a gente já foi bem mais mobilizado aqui em Campinas paraas questões de saúde e trabalho né inclusive violência no trabalho o acidente de trabalho é uma forma de violência né uma pessoa morrer no no trabalho no exe nada mais violento do que um cara Cair lá do andim e morrer né ou se intoxicar e né ou cair num silo né então isso é violência também no trabalho né não é só a questão do assédio é claro que é muito importante né mas nós temos muita morte tem acidentes graves acontecendo aqui na região ainda né coisa que já poderia estar sanado Campinas é uma cidade pós-industrial não é mais uma cidade industrial nem comercial nem de Formação uma cidade que a meu ver Tá bastante decadente a nossa cidade né ela não não se não se refez né não se não se montou né então eh eu acho que a a questão da violência precisa ser colocada de uma forma mais Ampla e o incluir a questão do acidente de trabalho e foi colocado aqui o que fazer eu acho que todas as instituições que fazem parte deveriam sim ser eh eh alvo alvo não deveriam ser eh canal canal canal né o CS nem se fala o CS é obrigação fazer isso né atender a violência no trabalho CS é obrigação faz mais do que obrigação mas eu acho que as eh violência no trabalho é é tudo que o CEST vê todo dia né então mas eh todas acho que as instituições deveriam abrir a a porta para esse tema e eu tenho a sugestão pro pessoal da fundação da Fundação CASA eh falar com o Ministério Público do Trabalho vocês darem uma conversada o obso público trabalho é mais focado para ser elitistas não para servidores públicos Mas eles TM uma experiência nisso né eles têm experiência eles conhecem talvez alguém lá possa né ter uma conversa com o procurador chefe dar uma olhada porque precisa ter uma uma solução é é é é uma forma muito o assédio a forma que vocês colocaram e a gente sabe disso e também os carcereiros de penitenciária é um negócio não dá nem nem nem para citar aqui o Né o sofrimento mental desses trabalhadores Então eu acho que o o ministério Público do Trabalho pode ajudar n é uma uma opção aí eh Mara você pode fazer um orelhão né um orelhão bem assim diseminado né fazer uma rede é eu acho que a gente assim esse grupo que atendeu a Esse chamado pode criar uma comissão de redação entendeu com toda essa gestões todas elas foram pertinentes mas eu acho que tem que criar uma comissão com todo esse grupo quem puder participar pelo menos um representante de cada instituição para que juntos a gente então crie Eh esses documentos porque assim eh nós temos um viés acadêmico muito forte né a gente a hora que vai escrever porque faz anos que a gente escreve E é difícil a gente escrever então com a ajuda de vocês eu acho que se a gente formar uma comissão para sentar e redigir isso de uma forma mais palatável para todo mundo tem que ter a participação Senão nós voltamos e depois fazemos uma outra reunião para apresentar não acho que tem que ter uma coisa É sim um encaminhamento de participação coletiva mas mar a gente podia eh fazer diferente já ter uma proposta para conversar pode ser virtualmente inclusive com quem puder Porque daí a gente submete antes de apresentar a versão pode ser pode ser mas se não for feita a várias mãos eu acho que não funciona Gente o que a gente pode fazer mar o Mara é botar um DOC no Google doc eu faço uma primeira alteração desse material e coloco no Google Doc e todo mundo tá aqui entra no Google Doc e faz as suas será que assim isso suas Eu quero fazer uma assim a gente sentar e fazer uma juntar todo mundo de novo para mesmo que seja só uma comissão a gente faz virtualmente mas assim já com alguma proposta com texto de partida né Eu quero fazer uma proposta assim porque a gente tem essa questão do escrever em grupo é sempre uma questão né Eh eu acho que eu eu eu concordo com a Maria eu acho que a gente tem que eh trabalhar um pouco em cima dessas coisas que foram levantadas porque cada sugestão aqui eu acho que vai exigir uma reflexão eh é figuras é tópicos é não é eu acho que a gente vai ter que refletir sobre cada coisa e aí a gente pensar uma proposta e aí a gente submeter para para para mandar a gente manda para todos os parceiros para todos os parceiros darem uma olhada a gente não conseguia fazer isso antes Porque era importante que as pessoas ao olharem já compreendessem os objetivos compreendessem O que significa então todo mundo que tá aqui já entendeu qual é o papel a gente manda pros parceiros pros parceiros olharem e aí a gente pode recepcionar inclusive mudanças eh sugestões etc e tal mas eu acho que porque porque senão a gente queria não mas e e eu concordo com você mas o que eu acho é que por exemplo o Marcelo ele quer sugerir alguma coisa ele entra no documento e ele escreve entendeu olha no nosso grupo né Aí eu pode fazer umle Google doc pode um Google doc eu não sei mas pode ser várias coisas simultâneas entende pode ser essa Google do para sugestões é eu acho que eu só acho que é que é isso é é é é complexo ao acho que a gente pode abrir um Google Docs então para sugestões e aí e aí uma comissão trabalha em cima disso paralelamente uma comissão uma comissão trab comissão mas essa comissão ela não pode ficar restrita ao Instituto Walter leer essa minha ideia eu acho que não pode ficar restrita eh porque senão a gente pode vir a cometer os mesmos Dos dois jeitos eh tanto do ponto de vista formal que não vai aparecer quem fez o texto uma criação coletiva e como do ponto de vista do conteúdo que essa a ideia a primeira reunião que a gente tá tendo mas eu acho que a gente pode ter outras eh virtuais inclusive se for o caso para aprimorar quando a falar rapidamente quando a gente falar assim tá pronto tudoem a gente acabou Wilson tava inscrito er o último inscrito a gente acabou entrando num debate aqui verdade é verdade desculpa Wilson Boa tarde de novo aproveitar que minha bateria não acabou ainda como sugestão também é tentar quebrar o estigma de dublê né porque várias áreas da categoria da classe trabalhadora tem a empresa principal e tem Empreiteira esse estigma do dublê é que faz eles fazem a mesma atividade corre o mesmo risco mas sofre discriminação de utilização de refeitório de banheiro de assédio de Humilhação e desvalorização e o meu setor ele usava esse termo e ainda usa né o setor elétrico é trabalhador não é dublê né e d a sugestão de colocar alguma coisa nesse sentido né de de ele não ter o estigma tem trabalhador que já já vai achando já que que tá ali como dublê se caso ele faltar ou Morrer né darok ele não é o trabalhador Sim ele é o trabalhador assim nesse sentido Obrigado aquele filme do elri tá falando eh bom então assim como proposta de encaminhamento aqui então a gente vai abrir um um Google doc eh pedir para todo mundo eh colocar sugestões fazer né Colocar e mandar em eh e que a gente tem uma comissão então pra gente redigir essa essa esse material acho que a gente pode contribuir nisso né O Mateus tá aqui tá aqui é da nossa comunicação aqui a gente pode ajudar também eh a digamos assim sintetizar essas sugestões junto com a Lilia né a gente pode fazer esse trabalho também de de então eh podemos encaminhar assim as pessoas eh apresentam as suas redações a as suas sugestões se alguém mais quiser também se alguém tiver algum alguém né no sindicato enfim que possa indicar que possa ajudar a contribuir nessa comissão né também né Não Sei Se alguém quiser se manifestar ou quiser também verificar porque eu sei também que é tarefa é tarefa né então verificar no seu sindicato se alguém se alguém que tá na parte de comunicação se alguém que tá no jornalismo alguém que tá que na nessa coisa quiser indicar também e aí a gente monta essa comissãozinha de para receber as as as propostas e finalizar e finalizar não mas elaborar essa reformulação E aí nós mandamos mamos para todo mundo para todo mundo que tá que participou para nosso nosso grupo ali né mandamos com a proposta encaminhada né Eh pode ser assim esse é o encaminhamento e e e na verdade assim até colocar aqui acho que a gente também vamos ter que discutir eh e aí isso é uma proposta que a gente queria colocar também para os sindicatos porque assim a ideia é que esse material seja material de faço impressão a Lilian colocou isso né material que seja fácil de imprimir e tudo mais mas também a gente poder se o sindicatos puderem verificar a possibilidade no su nas suas diretorias de contribuírem com a impressão por exemplo para movimentos como as promotoras legais populares que participaram aqui convidei elas mas elas né não puderam estar presente hoje mas assim eh eh que na verdade elas não têm forma de financiamento ou mesmo conselho de saúde A ideia é que a gente faça essa distribuição desse material nos nos conselhos né no nos conselhos locais e tudo mais mas que são digamos assim o movimento popular acaba tendo menos menos condição né então se a gente conseguisse fazer uma uma uma força aí para eh os sindicatos contribuírem pra gente imprimir o material assim que Pronto né É claro que não dá para dar resposta agora mas que puderem consultar suas diretorias etc e tal seria bem importante pra gente conseguir eh digamos assim eh imprimir e veicular esse esse material Maria bom se todo mundo eu só queria dar mais duas questões assim tá uma delas é em relação a às diferentes formas de mídias né diferentes mídias eh na conferência livre Nacional de saúde mental e trabalho eu acho que a gente foi muito feliz no documento porque a gente contou casos mas os casos em que as pessoas se viram muita gente começou a falar olha esse caso é legal porque realmente Então acho que a gente podia Cada história tem categorias tem a construção civil tem bancar a gente pegar isso aí e fazer contação de casos também e eu acho que ficou legal a gente já tava pensando fazer isso né lilan a gente tava pensando já fazer isso a gente pode pensar também nesse para estes eh para essa Fin de fazer a lista de de agressões a gente vai contando casinhos ao longo da do texto todo é isso vai Não eu tava pensando em uma outra mídia tikt numa outra num tikt tikt alguma coisa assim bem rápido sabe é porque daí e coloca no final a ideia principal junte-se Não tenha medo tal par sabe alguma coisa assim não essas essas essas pequenas pequenos produtos pequenas eh pequenas publicações paraa mídia a gente vai fazer de várias formas essa de videozinho é bom a gente usa inclusive o que a gente já tem gravado né para fazer aqui não precisa nem produzir muita coisa porque a gente já tem muita denúncia de quando quando soltou a frente de dessas reuniões que a gente faz a gente pode conseguir bastante material né e com e como por exemplo de entregador a gente colocou caso de entregador a gente colocou caso de empregada doméstica a gente colocou casos assim bem diferenci diferentes diversificados a outra coisa queria saber o seguinte o Ministério Público do Trabalho tem um painel em algum lugar aqui que eu nunca vi mas a dor pode a dor é igreja lá é na igreja a dor pode po marcar pode marcar alguma coisa assim isso daí como é que tá porque lá é um espaço que pode ser utilizado também para várias frases que a gente acha importante era um acident metro com a dor pode marcar vocês ah marcando tinha isso e tinha junto também o negócio da dor pode tanto que eles fizeram entrevistas com trabalhadores foi uma campanha grande que eles fizeram Maria mas eu acho que acabou né eles colocaram no na nas costas dos ônibus também uns cartazes eles fizeram uma campanha bem grande centmetro ficava ali na na Glicério no prédio Eles tiraram né É não tinha manutenção e daí Acabou acabou acabou foi uma campanha que teve um começo meio e fim tinha alguma coisa frente até eh não eu tava pensando eh quer dizer e as pessoas eh como eu tô pensando agora quer dizer as pessoas que tiverem ideias colocarem nesse nesse D nesse do também fala ass olha podia fazer isso isso mesmo que pareça inviável no momento alguém pode pensar numa forma de viabilizar Posso fazer uma pergunta primeiro vou me desculpar meu nome sair Boa noite meu nome é saí sou dirigente sindical do sindicatos metalurgic Campinas região peço desculpa eu queria muito ter chegado a tempo infelizmente a gente tá com problema lá em Americana não deu tempo eu cheguei atrasado tá eh eu não consegui entender totalmente o contexto porém eu acho que eu tô começando agora no sindicato mas a toda a comunicação que eu faço com os trabalhadores com as pessoas em geral tem que ser muito didático porque as pessoas elas estão saturadas de muita coisa eu acho que a forma de Gibi ilustração pequenas ilustração tem uma tem um uma ilustração que é o cara tá feliz de um lado do ônibus de outro lado cara tá triste Às vezes tem um uma coisa pequena ela vai significar muito às vezes não não pra pessoa pelo tô falando por mim pelos meus amigos de trabalho muita informação às vezes não não é interessante eh e é uma sugestão que eu já dou pro pessoal do sindicato porém é as coisas é devagar como eu tô começando agora talvez eu não tenha nem tanta credibilidade porém Assim menos às vezes é mais então às vezes menos informação vai trazer vai a pessoa vai absorver muito mais entendeu então às vezes muito contexto muito conteúdo as coisas muito complexas a pessoa não ela não vai passar batido então às vezes um coisinha simples eu vou dar um exemplo eh no nos boletim do sindicato vem muita informação escrita e eu acho que a gente tem que começar a falar de política sem falar de política a gente tem que dar informação pessoal sem escrever muito e acho que a forma de Gibi Acho que alguma coisa parecida assim é uma forma que é muito didática as pessoas vão prestar atenção tá bom essa é uma sugestão minha não sei se é se vai ajudar ou não tá desculpa por ter chegada atrasada obrigado gente a gente precisa tá caminhando aqui pro final Então vamos fazer eh fazer os encaminhamentos eu acho que assim a gente aqui retomando os encaminhamentos Então nós vamos criar um Google Docs as pessoas façam suas sugestões eh nós vamos aqui constituir uma comissão também para fazer uma proposta peço aí que os parceiros se tiver alguém nos sindicatos que esteja responsável pela comunicação puder indicar indiquem E aí a gente elaborando um novo material uma nova proposta a gente manda para todo mundo para todo mundo dar uma olhada e a partir daí a gente vai vai caminhando também para fechar esse material e também pedimos PR os parceiros também consultarem as diretoria sobre a questão inclusive da possibilidade de dar um apoio pra frente para eh a gente conseguir imprimir e rodar esse material pode ser ficamos assim a gente tem o pessoal deixou os seus e-mails os seus telefones Eu Não Vou sugerir fazer grupo de WhatsApp porque eu acho que assim tá todo mundo né grupo de WhatsApp é é não é funcional porque é difícil dizer né começa o assunto sempre vai coisa então assim a gente manda manda para pros e-mails do pessoal eh o o Google Docs e as pessoas se puderem entrarem e eh enfim colocarem suas sugestões suas contribuições lá no no Google Docs a gente vai dessa forma tem mais uma questão eh todo mundo discutir com as suas diretorias possibilidades de recepcionarem essa sim ser um canal de ser um canal de ser um canal de denúncia também um grande orelhão como o o Marco colocou aí n uma coisa bem disseminada Independente de categoria Independente de categ não só da categoria é aí eu acho que aí a gente teria que colocar no material né os os as as os comunicações E aí a partir dessa do receber essa essa esse material a gente lidar eh e pensar como que a gente lida com coletivamente é só dar um informe né Por sugestão da Maria eu eu liguei pro pro Mário Gomes pro Mário Gomes do Ministério Público do Trabalho porque entendo que é importante também né conversei com o Dr Mário Gomes Ele agradeceu o convite se dispôs a a a dialogar com a gente a conversar aqui com a frente parlamentar eh mas ele não ia poder hoje porque ele tinha uma outra reunião em São Paulo etc e tal mas ele se dispôs a contribuir aqui então eu entendo que foi um foi um um contato importante até pra gente ter uma forma como a gente vai lidar depois com eh as denúncias e as e as e as coisas que a gente foi recebendo né então eu acho que foi bem bem bem importante eh esse contato com o Ministério Público do Trabalho ah ótimo muito bom é isso então gente encer não sei vocês que sabem eu sei é que eu acho que eu acho que a gente vai ter que meio que dimensionar o nosso nosso trabalho para ter e e agora final de ano também entendo que acho que a gente vai retomar e o o processo ano que vem né Porque vai ser difícil marcar mas eu acho que assim a ideia do ter um GT aqui com esse pessoal que tá aqui seria interessante as pessoas que estão aqui são pessoas que já estão representando as entidades né É porque é importante para dar continuidade né para dar continuidade ou se vier um outro companheiro o companheiro saber exatamente que em que pé a gente tá né tá bem é isso é isso então tá bom gente então agradeço aí a presença de todas de todos e e seguimos aí pr pra gente conseguir produzir esse material e fazer bastante Trabalho Acho que vai ser uma experiência bem inovadora interessante e desafiadora né Muito legal obrigada gente nós vamos mudar [Música] tudo TV Câmara Campinas