Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
E aí [Música] E aí a TV Câmara Campinas o Olá muito bom dia seja bem-vindo seja bem-vinda hoje é segunda-feira dia 22 de Março agora são 10:10 nós estamos ao vivo do plenário da Câmara Municipal de Campinas para acompanhar uma reunião da comissão especial de estudos que tem como finalidade analisar e discutir o desenvolvimento do distrito do Campo Grande a partir das diretrizes aprovadas no plano diretor do município essa reunião é presidida pelo vereador Cecílio Santos e assim como as últimas atividades exercidas aqui pela câmara municipal preservando todos os protocolos sanitários para evitar aglomerações aqui no plenário ela acontece de forma remota o próprio Vereador Cecílio Santos também está com a gente de forma online evitando ao máximo a movimentação de pessoas aqui na Câmara Municipal você acompanha Então a reunião a partir de agora Olá bom dia a todas EA todos quero agradecer a presença dos vereadores e da vereadora Rita Calisto maçã e na bancada do partido dos trabalhadores eram agradecer a presença do vereador Paulo Búfalo PSOL Vereador Gustavo petta PC do B estão compondo comigo a comissão especial de estudos e desenvolvimento do Campo Grande e declaro aberta a nossa primeira reunião né Para dar sequência da continuidade que os trabalhos de busca de ouvir da população as lideranças ouvir os estudiosos nas universidades é a população em geral nas buscando qualificar esses dados todos essa coleta de dados para que a gente possa construir um relatório bastante conteúdo é e posso apresentar e os vereadores e também é o Senhor Prefeito e que esses dados possam constar do plano plurianual é uma satisfação receber ela aqui a nossa vida professora Vera Plácido que vai nos abrilhantar um estudo que ela fez na região noroeste e engloba que a região do Campo Grande quero agradecer muito a sua presença professora e nós vamos em seguida aqui apresentar a pauta da nossa reunião depois passar a palavra aos vereadores membros da comissão e depois a nossa vereadora Guida e em seguida a gente passa a palavra a professora para ouvi-la aí as suas a sua apresentação sua palestra lado depois a gente abre também para ouvir a contribuição e fazer o debate entre os vereadores também quero informar que ia população pode participar de bar através dos canais da Câmara Municipal através do e-mail em vez do WhatsApp que aparece aqui embaixo na no link para as pessoas participarem era o dizer que é uma satisfação muito grande a gente fazer esse debate aqui visto que o desenvolvimento da nossa cidade Neste período é que nós estamos passando covid-19 de pandemia aproveito aqui para me solidarizar com as famílias perderam seus entes queridos com as pessoas que estão hospitalizados os trabalhadores da área da saúde a gente sabe da situação que nós estamos passando e Somos solidários a todos vocês né Então a nossa falta de hoje nosso trabalhos então apresentação da metodologia apresentação e aprovação do nosso cronograma de trabalho a definição do relator e também a palestra da professora Vera Conforme eu anunciei quero agradecer aos vereadores a comissão nós fizemos uma reunião prévia e então já tem aí Alguns acordos construídos em relação à metodologia e também ao cronograma de trabalho nós definimos nessa reunião prévia e o vereador Paulo Búfalo será o relator da nossa comissão virando o Gustavo petta infelizmente não pode participar desta reunião mas a gente informou lá no grupo né E estávamos em maioria não é aqui para a gente fazer aí a aplicação E também o quê que fiquei consignado na ata Tá certo então nossa nosso agradecimento a todos mais uma vez em relação ao e-mail nós estamos disponibilizando o e-mail do nosso gabinete para receber contribuições durante os trabalhos da comissão dá certo não é Cecílio. Santos@camping em SP. Leg.br Esse é o e-mail do nosso gabinete que vai ficar disponível para receber contribuições e sugestões durante todos os trabalhos da comissão comissão terá 90 dias para realizar os seus trabalhos conforme cronograma que nós vamos apresentar logo em seguida Ok já Vanderlei Você poderia por gentileza aí subir a apresentação do nosso da nossa metodologia bom então com fome a gente anunciou nós queremos realizar os estudos buscando três eixos de atuação né o desenvolvimento econômico planejamento Urbano e políticas públicas isso tudo está entrelaçado Evidente né mas a gente quer estruturar comissão os trabalhos da comissão é distribuído dentro desses três eixos as ações serão desenvolvidas conforme o cronograma que também nós vamos apresentar aqui na e na primeira etapa a proposta que a gente ouça o os especialistas às secretarias afins Ué e também a população através da participação como estamos anunciando aqui nos canais da câmara e também nas perguntas nessa interação mas nós queremos realizar também uma segunda rodada com a população em horários e dias alternativos onde a população os e tem mais tempo para interagir com a comissão e também apresentar suas contribuições os Comerciantes os empresários da Região do Campo Grande ao setor produtivo da cidade de modo geral empreendedores as lideranças de bairro membros dos conselhos diversos e que atuam na região e na cidade nós queremos ouvir para poder construir e relatório certamente bem consistente para apresentar a Câmara dos Vereadores é um eu penso que é isso na quero assim os dados coletados serão hierarquizadas não é conforme eles forem para poder a gente fez fechar o relatório e apresentar a câmera e também apresentar a Prefeitura de Campinas quero passar a o vereador Paulo Búfalo e em seguida ao Vereador Gustavo petta para suas considerações iniciais ah e também para ir se manifestem em relação ao cronograma em relação também a essa metodologia acho que nós não apresentamos o cronograma não é Vanderlei se puder por gentileza só projetar rapidamente o cronograma distribuído aí ao longo dos 90 dias se você tem condição de fazer isso agora sinal a gente pode fazer após a farra dos vereadores pode ser isso ele vai aproveitar então aqui a distribuição do calendário não é um cronograma distribuído ao longo dos meses em que estará a comissão instalada e desenvolvendo seus trabalhos né um nos meses aí do planejamento preliminar né Nós estamos uns 22 de Março nós já estamos adiantando a uma palestra da professora Vera iniciando além do da provação nada Oi e da metodologia também já iniciando os trabalhos propriamente dito ouvindo não é especialista na área do planejamento Urbano tá certo Depois nós seguimos com essa 1ª rodada até o mês de abril e em si um seguida no mês de maio uma segunda rodada conforme mencionei olhando aí acolhendo né sugestões da população em geral na região do Campo Grande e na cidade e no mês de Júnior a gente tem a perspectiva de fechar esse relatório e apresentar a câmara dos vereadores e apresentar também ao prefeito tá certo é um é isso volto então aí a o Paulo Búfalo para que ele faça então suas considerações iniciais e aprovação do calendário da relatoria e do da metodologia com você Oi bom dia Cecílio Vereador Agda Vereador Gustavo petta vereadora Débora Palermo Que também está na sala com a gente e agradecer a professora Vera plástico de se dispor a havia apresentar esse esse trabalho que ela a coordenou e cor de mané de mapeamento e análise da vulnerabilidade social na região noroeste é que era o também agradecer a confiança da comissão em particular de vossa excelência' Vereador Cecílio de para que eu estivesse lá na relatoria né desse desse trabalho e quero manifestar expectativa né a vossa ao longo desse período de trabalho da comissão de estudos compilar dados analisar as informações que nós recebemos as contribuições trazidas aí por especialistas e sobretudo pela população né como protagonista quem vive na região é para poder ter um relatório que contribua com elaboração de outras políticas públicas municipais para o distrito do Campo Grande Então vou ficar por aqui porque hoje é é o dia que a gente quer ouvir esse trabalho fundamental feito aí coordenado pela professora Vera Plus é muito obrigado e obrigado vereador Paulo Búfalo e a passar então a palavra o vereador Gustavo petta E aí Oi gente bom dia a todos a todas queria primeiro parabenizar a iniciativa do vereador Cecílio de propor uma comissão de estudo sobre esse tema extremamente relevante é o desenvolvimento de uma das regiões mais vulneráveis da nossa cidade complementar vereador Paulo Búfalo dizer que me sinto totalmente contemplado com a indicação do vereador Paulo vou falar relatoria complementar Vereador a Débora Palermo a vereadora Agda em falar um pouco rapidamente nessa expectativa mesmo né Eu acho que essa é a muito importante ouvia a professora Vera dela Plácido sobre o estudo que ela tem ajudado aí tem contribuído sobre a região noroeste como todo porque realmente a região do Campo Grande é uma região que foi se desenvolvendo crescendo a partir de fluxos migratórios a partir de um crescimento a vida sem o devido planejamento né Talvez o maior exemplo disso seja o condomínio bassoli é por exemplo de um de falta de planejamento no crescimento no desenvolvimento da cidade gerando o diversos tipos de vulnerabilidades crescimento tem muito a ver com a lógica do crescimento da cidade é que vai afastando a maioria dos trabalhadores dos locais em que se concentram né um emprego desenvolvimento econômico para as franjas da cidade como tem acontecido nas principais cidades do país infelizmente mas de qualquer forma de Kelvin muito professora Vera acho que vai ser um trabalho muito importante para a gente pensar de maneira profunda né Vereador Cecílio a região né isso muitas vezes no trabalho legislativo uma coisa muito 30 e lista muito muito massa né que nós queremos a pensar a região como um todo seu desenvolvimento simples e me políticas públicas que possam repousar os direitos da população da região noroeste mas era isso parabens pela iniciativa EA gente vai estar aqui contribuindo na medida do que a gente pode tá bom obrigado e obrigado virar do Gustavo petta Com certeza esse é o nosso Desejo mesmo de contribuir para melhoria da qualidade de vida da nossa cidade e quero passar para vereadora Débora palestra e [Música] E aí [Música] A Débora está lá com a gente aqui na sala e por enquanto enquanto a vereadora Débora Palermo que é mesmo da nossa comissão se organiza a rir eu então passo a palavra a vereadora guiga cálice para a sua Saudação Para o Tá bom Bom dia a todas e todos Bom dia vereador silho Paulo Gustavo acha Débora também é da comissão né bom dia a nossa debatedora né Vera Plácido é não tô vendo mais quem tá aqui mas enfim e Bom dia também aqui nos assiste né quero parabenizar como são assim é de muita importância essa essa comissão de estudo né Porque a gente sabe muito bem como o Gustavo disse aí as relações que foram construídas naquela região ao mesmo tempo é uma região que tem uma carência enorme de equipamentos públicos e é uma região que ultimamente poder público só criou é núcleos residenciais né de alguma população lá mas não acompanhou isso com políticas públicas com equipamentos públicos para e enfim atende aquela população que tanto precisa só de educação infantil nessa uma lição de educação infantil hoje estão Carlos vereadora mas a gente sabe por exemplo quanto que aquela região necessita de vagas em creches por falta inclusive né de unidade de educação entre outros então acho muito importante a iniciativa dessa comissão estudará região como como um todo né e de que forma que eu poder público pode incidir aí nessa atendendo essa população é isso que a comissão possa que a gente possa ter uma boa atividade hoje com certeza a gente vai em acabar procurando os dados né as informações aqui né compartilhadas para ajudar na atuação de uma câmera que seja mais participativa e mais pro positiva Obrigada viu Olá bom dia a todas e todos e obrigado Vereador Agda criado pela presença pela disponibilidade em contribuir com a gente e quero dizer então que não não havendo então nenhuma objeção a metodologia é o cronograma e a relatoria do nosso amigo colega o protocolo soro considera então aprovada estas essa sequência né pro nosso trabalho da comissão quero agradecer muito a professora Vera é professora Vera é Doutora em Geografia na área de organização espaciais pela Unesp professora da faculdade de geografia da puc-campinas desde 2004 desenvolve desde 2016 projetos de extensão na universidade sempre na temática da cartografia social atualmente o tema de estudos do projeto é cartografia social e territórios de vulnerabilidade e o risco a cidadania tem experiência na área de geografia humana atuando Principalmente nos temas de preocupação percepção das paisagens e dos lugares Grandes projetos e impactos sociais cartografias sociais e população vulnerável territorialidades Vivo e vínculos afetivos né topofilia e biologia biofilia vamos ela vai nos apresentar o estudos da realizado para o reconhecimento da vulnerabilidade na região noroeste portanto na região do Campo Grande a região noroeste a gente considera da Anhanguera até o fim do nosso município mais aqui também está incluído a região do Campo Grande Professora Muito obrigado por aceitar nosso convite eu você terá aí a palavra o tempo de até 30 minutos trinta e poucos minutos Grande a sua apresentação obrigado viu e Eu que agradeço agradeço imensamente a oportunidade de estar aqui esse diálogo é um diálogo necessário e importante principalmente para pessoas como nós que acreditamos no Exercício da Cidadania e de uma cidadania plena agradeço especialmente a você Vereador Cecílio ao Paulo pelo convite corrente muito carinhoso Gusttavo todas as vereadoras aqui presente e a população que nos acompanha que nos assiste Enfim pelo que eu pude perceber é esse é um trabalho que se inicia agora com desmembramentos futuros né então é com certeza do que a gente vai conversar que a gente vai ainda isso ainda vai se desmembrar em futuras conversas né então antecipadamente já agradeço e fico contente de participar de algo pensado de uma maneira tão dialógica nessa maneira em que e já se pensa no projeto inicial a participação da população eu gostaria então tenho aí aproximadamente acho que 30 minutos para colocar a minha conversa colocar alguns elementos que eu trouxe e como Cecílio disse na fala e eu a minha maior experiência e também meu maior aprendizado é na cartografia social né a cartografia social Acho que todos aqui já conhecem é uma cartografia que se preocupa em mapear A Voz das pessoas então ela não é exatamente a cartografia institucional Que nós conhecemos porque a cartografia institucional ela se preocupa muito mais com as fronteiras com os limites com os dados quantitativos e nós preocupamos com os dados qualitativos com as vozes das pessoas que vivem os territórios como que elas percebem esses territórios e percebem também demandas e possibilidades de ação e de estratégia pensando fundamentalmente em redes solidárias então desde 2016 ou desenvolver esse trabalho com relação a cartografia social que eu costumo dizer também é a e do mapa no chão né então é o mapa acontecendo no Chão das vivências Mas o que eu venho dialogar com vocês aqui hoje não é necessariamente a minha produção de extensão com a cartografia social mas alguns estudos que eu comecei a a travar comigo mesma com relação a perceber essa vulnerabilidade Qual é o cenário né Esquece a primeira questão que se coloca qual o cenário da vulnerabilidade socioterritorial Quando pensamos Campinas e quando pensamos de maneira muito especial a nossa região noroeste o distrito aí de de Campo Grande que cenário é esse foi a partir dessa questão que eu me coloquei que eu comecei a produzir algumas algumas análises que eu trago aqui para compartilhar com vocês mas diante mão já coloco o que a produção da cartografia social se a comissão a e já eu também disponibilizo porque sobre eu disse né a cartografia social é a voz das pessoas é o que as pessoas pensam seus territórios Então acho que é uma cartografia que venha contribuir muito mais nesse processo dialógico Tá bom eu quero pedir o Vanderlei por gentileza para colocar minha apresentação E aí eu vou começar é já também apresentando as minhas dúvidas né e o que que eu trago aqui para o nosso diálogo e é qual o título para nossa conversa eu coloquei aí notas para diagnóstico né porque são elementos sempre quando a gente parte para uma análise e a gente parte para coletas de dados essas coletas de dados nos apresentam um determinado cenário mas esse cenário sempre diz sempre nos respondem questões de um tempo e de um espaço né da minha formação e geografia não consigo desvincular essa questão né Qual é o espaço aqui espaço eu estou me referindo que tempo é esse que eles estão falando por isso que eu chamo de nota porque na verdade sobre o estudo que eu vou apresentar aqui nós vamos conversar sobre ele e muitos outros elementos precisam ser colocar porque nós estamos falando de um ponto de vista né E esse ponto de vista é o partir de A partir dessa questão que eu coloquei anteriormente aqui no a minha fala que cenário é que vulnerabilidade é que território é esse né então são questões aí que nortearam o meu trabalho no trabalho que eu acabei publicando numa nota pelo Observatório da puc-campinas mas é muito Nossa nota no sentido de que é apenas um primeiro passo numa compreensão de um tema tão complexo e ao mesmo tempo tão dinâmico como a questão da vulnerabilidade por gentileza Vanderlei podemos ir aí para e as fontes que eu trago acho que é importante também colocarem isso né para o início da nossa conversa depois eu disponibilizo esse material na íntegra para comissão tá e inclusive coisas mais complexas mais inteira sair da fonte mas as minhas Fontes principais aqui o IBGE é o e daí já é o último censo infelizmente senso completo de 2010 depois nós temos alguns prognósticos né algumas atualizações mas o senso infelizmente em decorrência aí da pandemia é o senso está suspenso mas tem dados ali que nos permitem já fazer uma leitura do que se estrutura permanente nesta vulnerabilidade Eu costumo pensar sempre isso né Nós não podemos olhar uma questão principalmente questões sociais como se elas fossem do agora são questões produzidas e reproduzidas numa lógica e essa lógica acontece em diferente e nesse sentido os dados do IBGE de 2010 nos ajudar bastante porque nos traz para comprar comparações atuais né é o Observatório de Campinas nós temos óculos colegas extensionista os que lidam com o tema da vulnerabilidade dentro do Observatório então que eu trago aqui também é resultado das nossas discussões a própria Secretaria Municipal de Assistência Social de Campinas da nossa prefeitura disponibilizou aí acredito que em 2019 um estudo é falando sobre a realidade das várias contradições que o nosso município enfrenta então eu também me pautei nesse estudo é um estudo que traz dados sobre a violência sobre habitação sobre a questão de gênero né sobre assistência às famílias que têm acesso à assistência social nossos bom então eu também é compilei algumas coisas desse desse estudo e enquanto uma Fundação que também é muito parceira da gente nesse diálogo neste diálogo que eu digo no Tiago ficou com território também tem estudos que eu trouxe de lá algumas informações Então o que eu apresento aqui é na verdade uma soma né dessa Minha Curiosidade dessa minha busca nessas diferentes pontos algumas coisas eu consegui justa por eu consegui fazer comparações para leva as outras eu trago apenas para apresentar mesmo e proporcionar o nosso debate tá o próximo por gentileza o nós vamos iniciar a pensão do signo é quando nós falamos de algo que sim quê que acontece no cenário social é muito é muito importante que a gente Tenham cuidado com conceito como próprio cadastro que a gente tá perguntando né porque isso já nos Azul nos ajuda a fazer um assento né um assento uma cento teórico para olhar para a questão empírica e prático então quando eu penso em Região Noroeste O que é que nós estamos falando do ponto de vista geográfico nós estamos falando de uma região que comporta vários territórios esses territórios eles não são homogêneos e por que que eles não são homogêneos porque a formação desses territórios e o contexto territorial muitas vezes é diferente e mais do que ser diferente são contraditórias né e eu penso a formação da região noroeste uma coisa é o pensar o papel da Rodovia Anhanguera e de uma primeira ocupação nessa região às margens dessa Rodovia resultado de uma política Habitacional naquele momento outra coisa é pensarmos agora nossa região especialmente após depois da Rodovia Bandeirantes e toda ocupação que temos ali em virtude desse momento atual Nossa e dessa lógica Habitacional bem como da nossa própria no nosso próprio planejamento Urbano né Então essa questão o vereador Gustavo colocou isso na fala dele nessa questão da franja da cidade né O que é a franja da cidade a periferia da cidade EA ocupação dessa Periferia essa lógica é uma lógica é que faz parte de um ciclo vicioso infelizmente quando a gente pensa em planejamento Urbano nosso país e mais do que isso é essa lógica que faz com que o território seja sempre tão conflituoso infelizmente na base desse conflito nós percebemos muitas populações que ainda não possuem vínculos com seus territórios vínculos afetivos mesmo né em decorrência até dessa maturidade tento né então acho que é importante a gente colocar que esse ponto ele faz parte da vulnerabilidade sabe a vulnerabilidade para além dos números ela tem uma questão básica é uma questão de vínculos territoriais de formação do território de política Em lógica dessa construção do urbano né é uma outra coisa que eu acho muito importante a gente trazer também a mesa é a própria relação espaço e tempo essa relação espaço e tempo não dá para pensar a vulnerabilidade descolada de políticas né Principalmente política sair de ações e ativos Que acompanho de perto esta população a população precisa de acompanhamento permanente o estar próximo está junto entender essa lógica isso nos faz é uma consciência de espaço e tempo né É uma questão central também já foi colocado aqui pelas próximas os nossos vereadores que faz parte da comissão é o próprio acesso pensar a vulnerabilidade é o que queremos ao vencer vulnerabilidade ao melhorar a situação da de vida dessas pessoas desejamos que elas tenham acesso a diferentes redes que organizam o território no qual elas têm a sua base vida então a questão não é apenas melhorar a condição física mas é permitir que essas pessoas tenham acesso às diferentes bom né Aqui compõem o território porque o território ele é formado por diferentes redes só essa questão de redes daria uma outra fala se eles ficam mais besta isso para um outro momento né Vamos ter foco aqui então vamos lá Vanderlei você pode mandar para mim por favor eu posso isso que eu coloquei como que nós estamos entendendo o território eu entendo que região é formada por diferentes territórios e que são os territórios Os territórios eles são resultado né um espaço geográfico resultado dos nossos usos e práticas sociais então eu peço no território nessa proximidade com as diferentes grupos sociais que ali estão os diferentes grupos sociais e ali estão nas suas práticas sociais no desenvolver das suas vivências no desenvolver das suas experiências eles também constroem então o território que nós estamos pensando não é apenas um território vertical não é apenas o território que se coloca mas é um território também vivido ao jogo em si entre esse território e se coloca e o território que se coloca que eu digo é um território resultado do planeta e dessa esfera maior né a um território base a um território de vivências das diversas práticas sociais das manifestações culturais e responde a esse Território que se divertir camisa aí se instala um conflito permanente quando nós estudamos a vulnerabilidade esse elemento também tem que ser pensado do ponto de vista de prática social porque é não sei eu vou colocar uma coisa aqui até para debater mesmo sabe é debate debate a gente gosta de bate né Cecílio os dias de hoje as pessoas não desejam mudar de lugar né Eu não sou deseja mudar de lugar elas querem melhorar o seu então o mudar de lugar que é que décadas passadas nós pegarmos no Brasil anos 50/60 aquele período que a população e do campo para cidade e na cidade começou a migrar para diferentes idades sabendo que isso também não foi de forma inocente forno políticas mato que estejam estimulado mas o que que a gente tinha naquele momento a gente tinha naquele momento massa migratória de pessoas que saíram dos seus lugares buscando melhorar a vida em outros lugares onde nós temos um movimento de pessoas que estão no seu lugar elas desejam melhorar a jica né então eu acho isso muito interessante também para a gente pensar aqui juntos a questão da vulnerabilidade estamos partindo do pressuposto que a vulnerabilidade é uma é um estado é um estado de privação ausência de renda é uma dificuldade de acessar os serviços públicos às vezes esses serviços públicos estando ao lado de a pessoa tem dificuldade de acessar né e discriminações as mais e essa Separe as étnicas de gênero deficiência então a a boneca habilidade socioterritorial ela perpassa essas questões questão questões sociais e chega ao território do ponto de vista de vínculos de estar morando ali e pertencer a esse território de conseguir exercer o seu papel de cidadão do ponto de vista de acessarem esse território a fim de cumprir as suas necessidades então é uma população que está privada de muitos ativos de muitos ativos do ponto de vista aí que lhe permita exercer a sua cidadania Vanderlei Agora sim agora podemos caminhar um pouquinho mais querido tá bom nós estamos falando de uma região que é uma região significativa na porção do nosso município de Campinas e essa região noroeste né E vamos entender que dentro dessa região noroeste nós temos distrito de Bel próprio distrito Campo Grande Faz parte dessa história que nós estamos falando aqui dessa história territorial nós temos aqui uma região que tem uma formação territorial bem distinta então uma primeira distinção é necessária para fazer nós temos um primeiro uma primeira primeiro ponto dessa região primeiro espaço dessa região que nós podemos chamar aí de uma região mais consolidada né resultado é os bairros pertencente à região administrativa que nós denominamos o nosso plano diretor dar5 então é anterior aí às margens da Anhanguera nós temos ali bairros mais consolidados bairro é uma população que já vi em cima nesse país a longo tempo que já conseguiu estabelecer redes solidárias o mesmo realize de pertencimento a esse Território que permitem a essa população é está em uma condição territorial melhor uma Quando eu digo condição territorial eu estou falando de condição de acesso mesmo né O que que a gente percebe nesta ar5 nós percebemos hora a vulnerabilidade existe aí existe os dados mostram isso mostro mas os dados são mais concentrados então quando eu olho para essa porção e é da R5 próxima a Anhanguera o que que eu percebo aí eu percebo que a vulnerabilidade está concentrada Quando eu olho para r13 nos nossos bairros mais recentes né dessa formação pós anos 2000 anos 90 após anos 2000 nessa região O que que a gente nossa gente nossa uma vulnerabilidade dispersa então eu não tenho vulnerabilidade concentrada mas eu tenho uma vulnerabilidade de esperto acho que a próxima figura de ajuda a gente a perceber isso um pouco melhor Vanderlei deixa eu ver se ela apresenta esse dado Ainda não mas eu já aproveito para falar da metodologia que eu adotei para olhar para nossa vulnerabilidade ao trabalho da professora Mara Marques que trabalha aqui comigo na faculdade de geografia ela época desenvolver uma pesquisa E aí eu sempre trabalhei nada da extensão então meu trabalho sempre foi o chão do território né E até as comunidades conversar com as comunidades isso estudar uma característica para o nosso olhar é diferente da característica da pesquisa porque a pesquisa ela busca entender o acontecimento frente a um determinado cenário né então o que que a professora Mara fez e eu particularmente gosto dessa metodologia que ela adotou ela buscou no IBGE vários indicadores então nós temos densidade demográfica taxa de dependentes que são seus pés o que que essa taxa de dependência é são menores até 12 anos e maiores de 65 anos número de moradores por setor censitário taxa de analfabetos moradores por domicílio e taxa de carências e essa taxa de cabeça atendimento pessoas com ganho até um salário mínimo o que que ela fez ela a partir desses indicadores ela justo Pons Ou seja você faz um trabalho cartográfico que você justapõem todas essas cartas e aí nós produzimos uma carta final e essa carta final ela é resultado da justaposição das cartas anteriores né então quando eu percebo a vulnerabilidade essa carta maior aqui tá índice de vulnerabilidade social o inverso social né quando eu olho para o inverso social olha do ponto de vista geográfico a gente continua na verdade gente com o Tratado de Tordesilhas nosso município né o Tratado de Tordesilhas existe no nosso município claramente porque nós podemos traçar claro claro claro aqui é uma reta sentido norte-sul né seu traço essa reta no sentido norte-sul acho que vocês visualizam aí eu tenho uma porção leste do nosso município e cima da Lei me ajuda eu tenho uma porção leste do nosso município que praticamente não tem aplicabilidade EA porção oeste do nosso município nós temos as nossas manchas de vulnerabilidade então olhar para vulnerabilidade territorial nosso município era olhar para uma porção territorial né vulnerabilidade obviamente ela ela não é no nosso município é muito dividir e isso faz a gente pensar em políticas públicas em planejamento Urbano e se passa a gente pensa olha outra uma opção ou várias opções políticas que fizeram com que o município tomassem cê corta o territorial né Extra essa segregação espacial é muito clara pois bem a nossa querida região aqui Noroeste nessa porção aqui do nosso território é claramente onde eu percebo a vulnerabilidade isso vai te leva poder habilidade sair né numa mar numa mancha bem concentrada né Então essa região noroeste EA Sudoeste também talvez são as regiões aí que comportam o maior desenhos de vulnerabilidade ao mesmo tempo que isso é preocupante porque temos uma vulnerabilidade concentrada EA vulnerabilidade concentrada significa que temos algo que estrutura essa habilidade que faz o que essa vulnerabilidade seja permanente né Então esse é um ponto que eu acredito que já é possível extrair desse mato o outro ponto que eu vejo como fundamental aí também nessa leitura é que por ser concentrado Talvez nos permita agir assim ó e olha com esse retrato em mãos eu sei exatamente onde ir né então nós estamos falando de uma coisa aqui do ponto de vista espacial e do ponto de vista de dinâmica nós sabemos exatamente onde nós vamos começar a ge bom é assim se tipo nele habilidade social que a professora magra construiu considerando os dados partindo do IBGE de 2010 até 2017 Para quando ela publicou trabalho dela eu parte desse trabalho e fiz mais algumas coisinhas aí quando ela se você puder mandar para mim agradeço vó aí eu pensei o seguinte ok nós temos um índice de vulnerabilidade que me mostra que espacialmente a vulnerabilidade é complicada no nosso município não perceber a Mara fez essa leitura justapondo as cartas né Então ela foi ela fez um processo que nós chamamos na cartografia de cartografia e daqui a pouco você justapõem diferentes temas e constrói um tema final o que eu fiz o processo inverso para algumas coisas eu e o extrair e a questão da Tata a gente dependente Peguei aquele mapa que ela produziu o mapa final da vulnerabilidade e joguei só os dependentes em cima desse mapa para poder perceber o comportamento de isso aí dependentes menores de 12 anos e maiores de 65 anos então nós estamos falando de um público muito especial muito especial menores de 12 anos estamos falando das nossas crianças e nisso aí de adolescência né é um momento em que nós temos que agir Se nós queremos quebrar esse ciclo que é um círculo vicioso infelizmente maiores de 65 anos estamos falando de um público que nas últimas décadas tenha crescido cada vez mais sabemos disso nós temos uma população mais envelhecida é uma população que vive nessa condição longeva por mais tempo então o que que nós temos que pensar esses dois polos né esses dois pontos aí como pensar a crianças e adolescentes e compensar os nossos maiores de 65 anos o que que a gente vê quando a gente categorize esses dados no nosso mapa da região noroeste pensando vulnerabilidade tudo que está aqui em marrom nesse nosso mapa é esquerda tudo que está em marrom não é um espaço onde a vulnerabilidade o índice de vulnerabilidade é muito grande nesse espaço onde o índice de vulnerabilidade é muito grande lá na r13 eu percebo claramente uma concentração disso claramente Olha lá as minhas bolinhas vermelhas estão concentradas Então é quase quilo trabalho de cirurgião a gente sabe onde chegar tá então aqui eu puxo os bardos eu sei aonde e agora quando eu vou para r13 o que que nós temos nós temos uma dispersão territorial maior essa dispersão territorial maior mas sempre sempre sempre margeando áreas que não são tão vulneráveis e se constituem uma vulnerabilidade muito grande à medida que essa corrente migratória chega e chega sem aporte público né então a gente tem essa essas essas manchas no território né é muito próximas entre o que é uma funeral habilidade alta e o que é uma vulnerabilidade muito ao certo e depois eu passo esse material completo para vocês e aí vai dar para localizar exatamente Que bairro que Condomínio estamos falando que situação é essa tá bom agora quando eu olho para o meu mapa aqui da direita EA mapa que trata do índice de desenvolvimento humano municipal nosso tá E e esse mapa ele foi produzido pelas e aqui e o que está em vermelho indica exatamente as taxas mais baixas de escolarização então olhando o nosso município Onde que nós temos as taxas mais baixas de escolarização de grau de escolaridade olha só que a gente ver aí né então a questão da educação acompanha muito de perto mas muito de perto quase que uma irmãzinha de mãos dadas aí com esses cinco da vulnerabilidade que vai se reproduzir indo e reproduzido e o e é quando essa reprodução ganha o papel territorial é quando o próprio território acaba ajudando nessa nessa reprodução entenda mas se ajudando a entre aspas e com bastante cuidado né Por que que eu falo isso gente eu digo isso porque eu costumo refletir sobre essa questão com os meus alunos na faculdade né É muito triste quando a gente chega à conclusão que nascer em um lugar já determina em certo modo o que essa pessoa vai ser no futuro imediato dados acessos territoriais que ela tem então isso é muito sério pensando esse 5 e é esse ciclo não é fácil da vulnerabilidade não é muito certo é Vanderlei pode trocar meu meu querido Obrigado aí pela gentileza quando Nós pensamos Ok então do ponto de vista de Independentes nós temos dentro da região noroeste uma área em que os dependentes são muito concentrados estão ali e uma outra área onde mais jovem o território Ainda em construção com uma força de grãos materialidades que chegam mais essa vulnerabilidade social ela não é vencida sem o óleo para o espectro da educação aí eu me perguntei nós estamos falando de quem estamos falando de homens ou de mulheres porque sabemos que é as políticas territoriais embora para todos quando colocamos a questão de gênero em Pauta percebemos que algumas necessidades São Luís bom né então como eu fiz essa estação também do mapa da vulnerabilidade que a professora Mara trabalhou Olha o que nós temos aqui do meu lado esquerdo é o tenho a proporção de homens os que habita esse território e do meu lado direito eu tenho a proporção de mulheres então o que que estamos falando nós estamos falando de um território vulnerável é muito muito famoso né E tem uma cara a cara é feminina né então é isso já apresenta para gente algumas preocupações também né então olhar para esse público feminino aqui esse público está sujeito Quais são as suas necessidades aproximar esse público de possibilidades de Formação desde a escola básica até cursos de técnicos e outros cursos que possam possibilitar essas mulheres uma liberdade com relação à a essa força que o território impulsiona infelizmente né das dessa questão aí da vulnerabilidade é muito importante não tem que ser uma política separados mas não defendo políticas que saiba exatamente a quem quer atingir né Então nesse sentido acho que esse mapa essa cartografia também traz o elemento aí que a gente pode ir em frente é sobre a vulnerabilidade nessa nossa região ela ela é uma boneca habilidade em grande parte feminina é do público feminino que sente muito mais os seus as suas consequências né podemos ser mais um tá bom aí eu pensei na idade falei bom é um público feminino Mas qual é a idade desse público né vamos vamos congequiturar isso também eu encontrei vários dados mais recentes mas esses dados mais recentes nenhum me deu muita segurança Então eu fui no me beijar e fiz um infecção o que que o IBGE mostrava para gente lá em 2010 ele mostrava aqui na nossa região aqui eu gostei desse dado porque ele faz um recorte da região noroeste mesmo né eu fui beijar ela trabalha para o setor censitário Então eu tenho região noroeste um recorte já definido eu não tenho que ficar fazendo somas de recortes aí o que que a gente tem nós temos um primeiro pico aqui né E isso interessa a primeira subida do nosso gráfico entre 10 e 19 anos né então eu tenho aqui né esse recorte 10 e 19 anos caminho conduz o alto até por volta dos 37 40 anos isso há dez anos atrás sim em transponho Essa realidade para nossa realidade atual considerando esse mês no cenário o que que nós estaremos hoje então se há dez anos atrás eu tinha um grande pico com pessoas exatamente com 16 anos hoje essas pessoas estão incluídas então nós estamos falando de um público jovem de uma público jovem de um público que está hoje certamente entre os seus 20 e 45 anos é esse o público que nós precisamos olhar com bastante atenção é um público feminino que está aí é com pão dessa grande massa de pessoas em situação de vulnerabilidade por outro lado esse mesmo da ficou me mostra o que me mostra um número importante as pessoas aquela época com 58 60 10 anos a essas pessoas podem estar no nosso mesmo território já com seus 70 75 anos né então a estudos mais recentes que eu acho que a gente um pouco mais de tempo eu consigo fazer isso eu até posso fazer essa condição achar interessante eu posso fazer essa essa comparação e trazer esse dado mais a gente para nós né para gente olhar para tudo o comportamento da faixa etária Mas eu acredito que o comportamento é esse nós estamos falando de uma região que tem um público feminino e esse público em Ah não sei se é esse o tema correto de se usar mas numa fase muito produtiva da vida né uma fase muito produtiva quando eu penso mulheres dos 20 Aos 45 anos é a grande maioria é uma fase muito produtivo Bom vamos lá Vanderlei só mais um Chico bom agora vem um dado que eu não quis fazer em mapa Porque eu peguei ele agora do CAD único logo após o meu convite aqui né para conversar com vocês sobre a nossa a nossa palestra Então eu fui buscar no CAD único algumas informações Então essas informações que eu trago nesse texto é só informações recentes informações agora e de um mês passado tá então são informações atuais que a gente agora a minha ideia cartografar still com que eu já apresentei então no município de Campinas nós temos 18.7 por cento das pessoas que estão cadastradas no CAD único Esse é um total de 220 mil pessoas né 220 1549 dessas 220 1249 27.7 por cento estão na região noroeste tá então é um dado importante para a gente pensar os homens correspondem hoje a 41 pontos e 71 por cento 20916 e as mulheres permanecem maioria 29 1339 tá agora uma coisa que a gente precisa pensar gente aqui na nossa mesa São 50 1.255 pessoas vivendo com até um salário mínimo na região noroeste isso hoje é isso hoje equivale a um momento de dezessete por cento em relação aos dados do censo do IBGE Então hoje dezessete por cento a mais as pessoas infelizmente dezessete por cento a mais entrado nesse nesse compito aí ia viver com salário né apenas consolar tá porque na época lá o ID 2010 apontava 42 1604 pessoas vivendo com menos um salário E hoje nós temos 50 1255 o 7650 em uma pessoas não tem um salário Elas têm menos menos ainda tá 7650 em uma pessoas hoje na nossa região estão com ganhos mensais abaixo de um salário mínimo Então esse é o elemento importante é um ativo importante não é o que responde por tudo quando a gente pensa imponderabilidade mas eu não tenho eu não tenho dúvida que é uma grande base né então há muito o que discutir né e as forças políticas precisamos nos unir nesse sentido né Que apoio daremos a essa população que está é um ganhos que são ganhos que não comportam as suas necessidades básicas né E e aí sim estamos falando de acesso gente então se não é possível suprir a sua necessidade básica que sal outro e é por isso que eu disse no início da minha sala o que me preocupa é essa porcentagem de população que mesmo tempo serviço público ao lado dela não consegue acessar ela não consegue então é este o Ponto Central né que nós não podemos perder de vista na nossa análise porque às vezes a gente pensa assim olha o serviço público poder público precisa e até lá ele muitas vezes ele vai muitas vezes ele está ali mas a pessoa não consegue acessar ela não sabe os meios que tem quem trabalha no Cras sabe muito bem o que a gente tá falando né Muitas pessoas têm dificuldade para chegar em casa para poder fazer aí o seu o seu cadastro é Vanderlei Podemos seguir esses dados que eu trouxe aqui são Dados que eu quero trabalhar melhor neles Tá então vamos debruçar neles E quando eu penso a minha população a minha população jovem a minha população feminina eu trago para cá e começa a pensar nas mães dos nascidos então aqui eu busquei o aporte do trabalho com a Secretaria de Vigilância socioassistencial do nosso município realizou foi um trabalho que eu acho que foi apresentado em uma reunião me lembro mais o momento mas eu fiquei com esse material e uso aqui como fonte para alicerçar a nossa reflexão foi um trabalho muito completo Feito lá aí né na nossa prefeitura pela secretaria da assistência social eles têm esse mapeamento estes dados aí são Dados bem robustos são Dados atuais quando pensamos em 2017 de Sistema Nacional de nascidos vivos e o que chama a atenção da nossa região olha idade da mãe a idade da mãe na região noroeste nós temos uma porcentagem significativa de adolescentes de 13 a 17 anos né significativa é uma taxa e que a gente não pode né então meninas que sem acesso à escola e fim né então mães muito jovens e Aqui nós temos eu que gosto muito da questão do conceito né porque é para mim toda prática ela se explica Quando é o acento em um conceito o Professor Milton Santos tem um conceito sobre isso que ele chama de inércia dinâmica então a vulnerabilidade social a se estabelecem numa inércia dinâmica né Ela é dinâmica no tempo mas é inerte do ponto de vista territorial então jovens muito jovens sendo mães é algo muito preocupante também temos uma taxa e acima de 40 e quantos que também é muito importante bom resultado disso mulheres jovens mais muito cedo muito cedo com baixa escolaridade a gente pode trazer para um relato Aí talvez o tanto quanto direto quando eu vou aí dados de Segurança Pública o que que eu o que que eu fiz ombro eu fiz uma Bru na nossa região noroeste um índice bem elevado de questões aí da violência né então principalmente homicídio doloso a violência as estabelecem territórios fragilizados né nesses territórios que não se constituem é por conta dos vários não acessos EA sua população muitas vezes tentam esse dado me chamou muita atenção é um dado que eu também quero trabalhar nele de uma maneira muito particular agora a questão aí da violência é quando sendo um indicador que a gente precisa é bastante atenção pensando vulnerabilidade não que a vulnerabilidade seja responsável não é isso que a gente defende mas a gente defende que nesse meio vulnerável se instalam forças que operam de todas as maneiras à Baila do poder público a página do do que o poder agem e isso tudo faz com que o território se torna o território com cenários muito violentos né Vanderlei o próximo por gentileza bom aí eu vou olhar ainda para os dados da violência quando eu vejo a região noroeste o que que eu extrai Ué o extraído daí que o público feminino é o público muito mais sujeito a essa aviões muito mais sujeito eu olho para o meu outro gráfico quando a gente compara quem violências nós temos a violência uma violência física então vejam nós aqui né que temos essa essa preocupação com a Vitória vamos entender sua dinâmica vamos entender que dinâmicas fazem e perfazem a sua reprodução então um território onde eu tenho um público feminino onde eu tenho um público jovem um público sem sem a escolaridade quer dizer sem e os para uma formação contínua aperfeiçoada e de qualidade um público que tem filho certo um público que se submete a vários tipos de violência especialmente a violência física né então a gente tem aí um encadeamento de fatores e de situação que agora a gente precisa desvelar né então a gente precisa ir camada a camada desse território para entender exatamente aquilo que é estruturante na sua reprodução tá bom Vanderlei acho que eu tô terminando Cecílio fala tá longa né eu prometi meia hora ai perdão falei para você que professor não pode abrir microfone eu vou fechar botão questões que se colocam a minha reflexão tá E aí eu tomo a liberdade de trazer aqui porque é aqui nós estamos com pessoas que pensam território pessoas que são que tem ação pública né agentes públicos envolvimento público então penso que essa é a mesa é a mesa mais profícua para gente pensar hora nós falamos de uma situação de pessoas que agora estão perdendo os seus rendimentos com a mente né então quando eu penso IBGE 2010 em uma década o que que eu tenho eu tenho pessoas mais em pobres né com salário mínimo até menos do que isso e nós estamos falando de pouco a população é de um incremento muito significativo né dezessete por cento intermédio mais de 7 mil famílias aí como o salário que não conseguem manter a suar as suas necessidades básicas Então como pensar essa situação nesse cenário atual né nessa pandemia é o que é isso Qual é a prioridade para essas pessoas como elas vivem isso como ela sentem aqui gente é que entra a importância da cartografia social porque a cartografia social vai buscar sua resposta lá com elas e eu estou aí com ajuda de um coletivo que nós conseguimos formar preocupados nessa região nós estamos desenvolvendo um trabalho agora é com distanciamento tudo se complicou porque a cartografia social precisa do chão da comunidade da associação de bairros eu não tenho esse acesso direto mas eu estou trabalhando com o apoio do CRAS principalmente o pra Satélite Íris tenha é muito a coordenação de lá que eu quero aqui de uma maneira muito especial agradecer E aí nós organizamos um grupo uma rede estendida estou com formulado que vai começar a correr nessa rede estendida para tentar entender como que essas pessoas estão vendo essa situação e com que elas estão lidando com essa situação então eu acredito que dentro de uns 40 dias eu tenho esse mapeamento pronto e aí eu também vou disponibilizar para vocês é um mapeamento qualitativo tá é bem diferente do mapeamento que eu trouxe aqui que é uma pagamento baseado em mim se né E aí eu por último acho que vale a pena a gente pensar também como só com final do relatório que a equipe pensa aqui né que a equipe está discutindo ela nós estamos no território tão fragilizado enquanto necessidades básicas mas ele não é totalmente para agilizar ver ele é um tem e o rico em potencialidade Então eu tenho um território rico em potencialidades e com fragilidade então que nós podemos pensar políticas públicas numa perspectiva de política territorial né porque a política ela não deve ser sua pública ela deve ser uma política para o território ela tem que chegar lá né ela tem que acontecer lá então acontecer lá é uma política territorial né então acho que a gente precisa pensar nessa transposição né é necessário a política pública transporte a barreira do tecido ela transpõe facilmente a barreira da região Mas é difícil transpor a barreira do território porque no território que eu tenho as grandes desigualdades né O que que eu tô dizendo nesse meu raciocínio quando eu levo um empreendimento por exemplo eu instalo Cras eu instalo um caso na região então lá região chega o equipamento mas para esse equipamento ter efetividade não território vivido a fazer essa transposição E aí envolver claramente diretamente todas as pessoas né toda a população e é um grande desafio é aí Vanderlei por último agora por gentileza eu quero a eu quero agradecer então eu traduzo nessa palavra imensa gratidão por essa aproximação imensa gratidão é nós devemos formar aqui uma corrente uma rede solidária em uma rede mesmo de troca de partir no qual eu já me coloco à disposição contem sempre comigo e aqui meu e-mail que o e-mail institucional da PUC mais os nossos vereadores aqui Cecílio o Paulo tem o meu contato de WhatsApp a Isabela assessora Então eu estou à disposição podem acessar e e vamos conversar e dialogar e trocar materiais porque eu tenho todo eu disse e sonho muito como possibilidades de uma cidadania plena no nosso município ele tem condição para isso dado fato que é um município que sabe muito bem o céu local seu lugar né nesse cenário que temos aí é um município Rico nós estamos falando de um município pobre né do ponto de vista de recursos estamos falando de um dos municípios mais ricos então eu acredito numa cidadania plena e pode ser sim pode acontecer sim me coloco à disposição você ser muito obrigada Desculpa aí o tempo que eu acabei avançando um pouquinho Muito obrigado muito bacana aqui as suas seus apontamentos o estudo aprofundado e um começou na mesma colocou é esse todos os que têm o pé no chão gosto muito disso eu acho que isso é muito bacana não tem nem palavras para te agradecer e claro nós vamos contar contigo certamente em outros momentos né para ir com sanguínea do relatório e trocando informações com certeza muito obrigado julgamento a passar esse material para vocês tecido e e também os mapas qualitativos que eu vou gerar com a região Eu também passo disponibilizo tá bom isso é muito bom muito bom tem uma pergunta aqui do nosso ouvinte na pessoa que está nos acompanhando ele diz nós queremos um desenvolvimento sustentável no distrito do Campo Grande como Polo gerador de empregos ciclovias para uma mobilidade humanizada com a cultura e lazer além de preservação do meio ambiente né mas só pergunta as considerações que trouxe aqui a a nossa da professora Vera passo a palavra aos nossos vereadores o correntes aqui da comissão para as suas considerações e o debate e a gente ainda tem um tempinho aqui para fazer Tá ok Gustavo você queria falar e olha assistir o primeiro queria parabenizar muito a forma da professora Vera eu acho que ela traz em muitos elementos dados e informações né alguns apontamentos né alguns algumas diretrizes de um estudo muito bem elaborado da forma que ela falou né que acho que ela falou mais importante e maneira dialógica ouvindo a população as pessoas né que vivem na região Então eu acho que é porque aqui ouvindo tudo muito importante depois depois a gente também uma material porque são muitas informações interessantes né E que podem nos ajudar tanto num relatório dessa comissão como depois em várias outras políticas públicas né e várias outras discussões que nós precisamos ter sobre as regiões mais vulneráveis da cidade no caso aqui começando sobre a região noroeste mas a gente poderia ter a conversa também para religião Sudoeste e uma parte significativa da região sul né que também tem esses muito alarmante né Principalmente a região no esse Santos Dumont mas eu acho que tem algumas questões que são interessantes né no primeiro momento uma região formada pelo fluxo migratório mulher pela busca de uma vida melhor de emprego de oportunidade e depois já uma região já é desenvolvida muito tempo as pessoas brigando e lutando agora por melhores condições de vida né Eu acho que são questões que a gente precisa levar em conta também a faixa etária questão de gênero eu acho que foram vários os elementos reforçam muito um aspecto que a gente discutiu muito na legislatura passada na discussão do plano diretor Foi uma discussão de como pensar o desenvolvimento o crescimento da cidade aproximando a moradia do local de trabalho o que isso reforça muito a qualidade de vida né quando você consegue morar pé no local de trabalho porque você diminui o deslocamento do trabalho você ganha mais tempo para sua vida pessoal para outras atividades fora no mundo do trabalho e as cidades foram crescendo exatamente no sentido oposto esse né então quanto você pode pensar Políticas de incentivo para gerar emprego e oportunidades na própria região e diminuir essa necessidade de um deslocamento enorme em busca do trabalho da oportunidade porque é isso que ocorrem isso impacta diretamente na qualidade de vida da pessoa mais impacta também nas necessário Na necessidade de investimento em infraestrutura por exemplo em mobiles E você faz o município gastar muito mais recursos na mobilidade quando você tem um planejamento feito sem levar em conta essa necessidade né as pessoas moram nas franjas mas o trabalho continua concentrado no mesmo local né então você tem que inverter essa lógica né tem que gerar mais oportunidades mais empregos na região né E ao mesmo tempo também ocupar os espaços centrais os vazios Urbanos de moradias populares para que as pessoas possam morar também pegar tudo sempre né são dois movimentos que precisam ser feitos geração de empregos de denovo Centros e ao mesmo tempo de ocupação dos espaços urbanos vazios e dos prédios abandonados no centro da cidade mas consegue só um elemento a mais a esse elemento do planejamento Urbano Governador a Guida e também a professora se trata dessa questão - números ali questão do Déficit Educacional é muito grave na região né A questão do vagas na educação infantil né Nós temos nós temos tanto um problema de Déficit de vagas na educação infantil que é um dos maiores é formas de violação dos direitos da Infância e da Juventude na cidade Porque as pessoas não têm acesso à educação infantil as crianças e são direito e a região noroeste concentra boa parte desse problema na cidade como também no estudo nós fizemos ano passado nós identificamos que na região sul este Santos Dumont e na euroeste existe um problema de superlotação das salas de aula né Não só na educação infantil como no ensino fundamental e o próprio ensino médio né então faltam escolas nessa região se alma uma discussão muitas vezes em algumas regiões que você poderia fechar a escola eu não concordo acho que você poderia aproveitar essa oportunidade para clínicas ou integral mas no caso da região noroeste não é nem esse o debate o debate que está colocado aqui há uma superlotação de sala de aula e um déficit enorme na educação infantil não são questões que a gente também deve tratar essa questão da educação questão da saúde né que é mais urgente ainda de eu te dar na situação que nós estamos vivendo mas eu acho que eu quero assim só terminar eu acho que para o começo da nossa conversa do nosso trabalho foi muito importante ouvir a professora Vera que eram para analisarem o presidente o relator por terem feito esse convite porque isso vai dar condições da gente é preparar as próximas ações da comissão a vou brigar Oi gata o ok Vereador Gustavo petta Muito obrigado pelas considerações é o Paulo pediu aqui para a inscrição eu vou passar ele só queria registrar antes de passar Paulo as questões aqui de baixo duas pessoas que estão mandando perguntas aqui para a gente é zoando a fala dos dados nós vamos Claro disponibilizar um relatório da comissão Evidente o uma outra ainda uma outra questão sobre a cultura como a nossa Comissão vai trabalhar também ouvindo a o segmento cultural setor cultural nas regiões é importante ressaltar que nós queremos ouvir a todos nós vamos disponibilizar o e-mail do gabinete nosso mandato para receber essas contribuições e também houve na medida do possível nós queremos ouvir todos os segmentos no território tem uma outra questão aqui do Irineu e ele diz assim ele parabenizá-la o e gostaria de perguntar como a comissão enxerga o papel da mobilidade urbana neste fenômeno que amplia a desigualdade e prejudica o acesso das pessoas mais carentes são os aparelhos públicos e demais espaços fundamentais para o exercício da Cidadania tá Paulo como você uma Obrigado Cecília Quero Agradecer novamente a professora Vera né Sem sombra de dúvidas assim essa essa contribuição vai no nos Dalmo fundamento muito importante como já foi dito não é para o trabalho dessa comissão eu quero ouvir a opinião dela sobre dois o três aspectos né que eu já vi pensando um pouco para o trabalho da comissão e eu trabalho da relatoria mas é importante destacar novamente né e além desse canal de contato e de participação da comunidade aí através do e-mail do seu mandato também é a na nos meios da câmera né nas redes sociais esses materiais aqui ficaram disponíveis estava e as pessoas podem comentar lá com a que a gente Busque esse essas informações como Irineu propôs e é a outra pessoa que participou perguntando da cultura Mas o que eu queria ouvir um pouco da professora Vera nesse tempo que nos resta né é bom primeiro professora nós eu até procurei aqui exatamente o dado mas no localizei agora a nossa preocupação com aquelas pessoas que além de não conseguirem acessar o os e serviços públicos como é você bem observou né está lá mas não não consegue acessar e a preocupação com aquelas pessoas que sequer são identificadas Então vão dizer que tá aqui que para abaixo da linha da miséria de fato e os programas sociais as políticas públicas não conseguem sequer identificar quer dizer a números no observatório que nos ajude a fazer essa essa busca nos ajude a ter uma noção desse desse grupo de pessoas essa é uma questão a segunda é professora diz respeito à questão da Educação a minha particular desse número de pessoas em condições de vulnerabilidade que ele não tem acesso tivemos uma a uma conquista importante e foi a ida do Instituto Federal para o distrito a câmara alguns anos atrás já teve uma uma comissão de estudos muito relevantes que é muito relevante que apontou a necessidade de um plano e de uma universidade pública naquele distrito mas isso Acabou Não se consolidando é então a gente pode identificar assim como o Instituto Federal ou o Bento Quirino que a escola onde eu trabalho tem uma extensão mas não vai ser ida lá tá mais na região da R5 não tá exatamente lá no distrito se tu é ou seja o fortalecimento dessa do ensino técnico do ensino universitário na região passa por aí também essa esse processo de fortalecimento de musculatura dessa comunidade mais vulnerável e uma terceira questão seguinte se você destacou as potencialidades da região e não poder público até vamos dizer assim a fez alguns investimentos lá por exemplo na área Habitacional cílios e o Buzz óleo é só que quando nós vamos ver no final das contas o empreendedor que executou a obra que executou o projeto teve tamanho descaso com a população aqui é aumentou ainda mais a vulnerabilidade mesmo tendo investimento público eu quero eu tô me referindo aqui em particular da comunidade do bassoli porque as pessoas são muitas vezes foram tiradas de áreas de risco tendo investimento público e acabam indo para uma situação de alta vulnerabilidade também por conta da qualidade da falta de fiscalização ou seja esse essa potencialidade ela precisa ser combinada é um Com acompanhamento muito rigoroso E aí eu diria da própria comunidade Então como nosso aqui na comissão Podemos propor instrumentos que de musculatura para essa comunidade sabe que de resiliência para ela ir lá e fiscalizar e cobrar em rir é a púrpura investimentos investimentos de qualidade no distrito e na região é isso e obrigado vida do Paulo boa Suas considerações queria passar a palavra Para nossa querida companheira vereadora guiga calistro E aí o bom é ouvir aqui atentamente né a fala da professora Vera pesquisadora é eu fico bastante feliz quando a gente consegue ver uma pesquisa que a gente se identifica né quando a gente olha os dados quando a gente não é isso mesmo muita coisa do que ela falou eu identifiquei né Porque só da região enfim a gente identifica isso e tem dois pontos que eu assim vejo desde importante se o muitas vezes quando a luz quando a Vera disse né professora Vera disse que a gente tinha um movimento que as pessoas iam para outros locais né em busca né de uma vida melhor eu eu costumo dizer assim que muitas vezes essas pessoas foram expulsas do local onde elas estavam né porque não tinham condições de nem sobrevivência Então elas foram atrás da Sobrevivência né E essa coisa mesmo da gente queria melhorar onde a gente tá eu vejo esse movimento mesmo e muitos né é querendo melhorar o local de moradia local de trabalho local de estudo né o local de lazer querem melhorar o local onde está mas o que me chama atenção essa questão dos mineraveis mesmo aqueles que não tem nem condições de atingir os serviços públicos aqueles que estão fora né Assim são aqueles excluídos mesmo embora a gente sabe que no capitalismo estão todos incluídos né aquele que nunca vai cor é aquele que não vai ter acesso a trabalho porque o capitalismo mas ele inclui todo mundo né Cada um numa situação mais perversa ainda mas é o que o que que eu vejo vejo assim que nós temos uma responsabilidade muito grande com esse setor que não têm acesso né porque ele 7000 lá é sete mil né que a pessoa assim sem sei aí é 7601 alguma coisa E aí eu acho ver como que o poder público pode apresentar políticas públicas para acessar né se eles não têm essas dificuldades que de fato tem que como eu disse eu me vi muito né na na pesquisa lá falando eu eu identificando as situações a nós temos que criar políticas públicas para ir até essas pessoas para acessar e para trazer essas pessoas não é é por isso que essa essa comissão quero parabenizar mais uma vez vai o vereador Cecílio desce nesse ativo né é uma comissão e com tudo desse que a Fera a professora trouxe vai dar assim uma margem de atuação nessa região muito grande então parabéns e é isso mesmo não sendo da comissão eu vou ficar aqui sempre quis brotando e e aprendendo com vocês viu gente Obrigado aí navegador aqui na sua presença muito nos honra e nós vamos se encontrar com a sua participação com a sua contribuição É com certeza a quero voltar a palavra a professora Vera mas antes perguntar e o pessoal da Débora se eles queriam fazer os da palavra estão por aí a gente pode chamar aqui que a gente Abrir a câmera aí a gente passa a palavra tá certo Enquanto isso a gente devolve que a palavra com seu celular já era para fazer as as respostas né são muitas perguntas aí é mas já estamos com o tempo nós somos até meio filha eu não tenho ainda que tava respondendo Ok professora Vera por favor como você disse Cecílio né o debate é um debate vá se tem um debate que se alonga mas graças a Deus aqui a gente tem a missão também de pensando nele e te colocando fermento não passo a passo é o Gustavo é de iniciou a fala dele e falando com relação a preocupação dele com planejamento Urbano que eu acredito que o planejamento Urbano é a grande linha mestra dessa desse nosso estudo né do olhar a vulnerabilidade a vulnerabilidade ela do ponto de vista de opção política do território ela nunca é o lavar caso ela é resultado de uma construção de opções políticas no próprio desenho da cidade né E aí Eu acho que cabe a gente trazer aí a discussão foi muito longe porque que cidade é essa e na cidade para o capital é a cidade padrão moral a cidade para o habitar a cidade de Palo habitar é esta cidade a cidade que faz com que o espaço urbano seja desenhado para que as pessoas têm uma melhor qualidade de vida onde estão mas esse Onde estão tem que ser opção porque senão a gente começa a traduzir o lugar como prisão né Então as todos nesse sentido o sábado acho que aqui daria para gente debater muito que é o lugar que aprisiona também né então assim é importante e eu concordo com isso a mobilidade urbana pensar em equipamentos públicos próximas pessoas tem sal seu trabalho próximo pensar a educação os meios para a educação próximo isso é é a cidade quase um habitar lazer Cultura né muito próximo mas deve ser garantido as pessoas condições o que elas acessem urbano de uma maneira geral porque é essa liberdade do acesso que vai para o que vai promover uma cidadania plena aí a médico tá então bota da sua ideia mas acho que a gente precisa um pouquinho além pensando nos meios para o acesso e pensar os meios para o acesso aí já me dá oportunidade de fazer um link com que o Paulo colocou né é a questão da educação a educação é a grande musculatura sem sombra de dúvida usando musculatura tá emprestando o seu termo aí Paulo então a educação é uma grande musculatura assim cento projeto né Porque infelizmente o que nós temos invejo isso quem é da educação assistir isso eu só que da educação gente trabalha a vida toda a educação básica e agora no ensino superior mais velho educação é é necessário um projeto então eu mesmo e na região de devemos trabalhar no Instituto é a grande conquista mas devemos trabalhar para que novas conquistas estejam lá do ponto de vista de ensino técnico de ensino superior na mesma proporção garante que as crianças entre e que as crianças tenham acesso igual a educação básica que passa a diferença né na vida dessas crianças porque se a gente não tem essa Educação Básica garantida um ensino técnico muitas vezes ele vai acabar aportando pessoas que vem de outros lugares né então no Instituto Superior a gente percebe isso o território ele permite mobilidade de acordo com as o acesso das pessoas a posso sair daqui da minha região e estudar no Instituto se eu tiver condição para ir e alguém que está lá do lado do Instituto não consegue acessar porque não essa condição básica que lhe Garanta essa musculatura aqui o nosso Vereador Pau E então vejo quanto que a gente tem que pensar o quanto que essa situação a situação complexa mesmo o Observatório vem discutindo essa questão da marginalidade versus explosão né porque o que os índices quantitativos das para gente traz com muita nudez é a questão da marginalidade a exclusão que é o que não se incomoda que é a grande ferida E isso nós temos que assistir ver de perto é o dado primário Paulo é o dado primário né então a gente precisa construir também uma metodologia E aí eu acredito muito na força da cartografia social por isso que eu que eu desenvolve a extensão nessa linha é para chegar nessa população e não só chegar nessa população mais dar voz a ela porque é uma população excluída e excluída inclusive nos canais de voz infelizmente nessa nossa reunião Ela não está aqui presente e não mal ela não acesse os meios então eu sonho com esse momento de conseguir chegar nessa população e conversar com ela já fiquei feliz de saber que ela existe e o número dela que é esse número assustador aí na nossa região mais sete mil pessoas estão uma condição de exclusão e não apenas de marginalização né porque quando a gente pensa a vulnerabilidade acho que a gente precisa colocar nessas duas camadas pessoas marginalizadas e pessoas excluídas é quando você fala da potencialidade o território ele é sempre muito potencial né ele tem muitas potencialidades do ponto de vista de equipamentos públicos mas aí a gente também tem que pensar eu não sei se é nessa espera ou não eu vou trazer aqui uma preocupação que eu tomo a liberdade de colocar né é do ponto de vista de equipamentos públicos a capacidade desses equipamentos estabelecendo uma rede e setorial Então aí é uma política importante e necessária para poder dar o aporte a população que está lá né então quando eu penso quando eu falo na potencialidade Paula falei na potencialidade Nesse sentido porque eu já fiz esses mapas Se vocês me permitirem no outro momento eu posso compartilhar e falar com você eu já comprei Quantas escolas nós temos nessa região quantos quantos é trás nós temos dessa região quantas quantas ONGs nós temos que atua nessa região então eu já fiz esse mapeamento e ela mapeamento que a gente percebe uma existência desse serviços aí o que está faltando é uma conexão entre esses serviços para falar desse sujeito tem um tonial que está lá então cada serviço fica para tanto da sua esfera dialogando com os seus problemas e desafios que sabemos nós que somos que são muitos mais o cidadão ele precisa de um serviço que chegue nele e eu acho que fale a mesma língua porque o território vivido dele é o mesmo né ele não pode ser um cidadão para a saúde e outro cidadão para assistente outro cidadão para educação né E às vezes a gente tem esse caso no caso que regionalmente ele não está no mesmo território então é um território potencial Paulo eu vejo grande potencialidade e espero nessa nossa comissão que nosso Vereador é excessivo tem a felicidade de iniciar os trabalhos vamos pensar em super bem o serviço público a potencialidade preciso chegar nessa rede para dar assistência senão ele não acessa é aí que eu disse que ele não acessa é e depois se vocês quiserem eu coloco esse mapa para vocês eu apresento então quando o território ele é assistido por redes que chegam redes do serviço público redes de atores sociais preocupar a sua logística enfim aí nós temos possibilidade de pensar em lugares enunciados eu tenho acompanhado essa essa essa experiência em alguns países envolvidos né a França tem alguns estudos nesse sentido e Canadá tem também de trabalhos que eles fizeram nos lugares que o Gustavo a ponta quando você trabalho lugar para que ele tenha o trabalho ali para que ele tem a fazer para que ele e ao mesmo tempo ele tem uma rede e chegue de sustentação para ele acessar outros serviços em outros lugares nós temos aí o chamado lugar enunciado então um lugar e ele pode ser anunciar ele pode falar ele pode ser apresentar para o território para região a depender das forças das redes que atuam sobre ele acho que do ponto de vista aquela hora na minha fala quando eu falei de política territorial eu falei pensando nisso né a política pública E se ela chegar em rede fortalecida essa política tem potencialidade para transformar esse lugar em um lugar em anunciado em um lugar que tenha vencido os seus principais obstáculos e eu concordo plenamente com você Paulo quando você diz que às vezes boas intenções quando não planejadas resultam em Impacto sociais imensos bassoli outros Empreendimentos estão aí para falar isso para gente né É É por quê que isso acontece acontece porque não se ouve as pessoas porque as pessoas são tratadas eu falo muito isso Cecília no campo da geografia as pessoas são tratadas como objetos espaciais Olha você tira esse objeto da que leva esse objeto para lá mas esse objeto tem uma vida esse objeto tem uma rede solidária que ele constituiu ao longo de um tempo esse objeto ele fala sobre o seu lugar sobre o seu território quando eu levo essa pessoa para lá Oi gente que ela não tem nenhum vínculo territorial é óbvio que isso vai ser a curto prazo o verdadeiro desastre porque as pessoas sequer tem a mesma objetivação né então eu concordo com você em gênero número e grau o quanto que é essas remoções e eu chamo aí de deslocamento preciso ser trabalhado na base do ponto de vista de de vínculos afetivos e territoriais que essas pessoas têm para que os seus lugares sejam planejados então a cidade planejada ela começa com lugares planejar a gente não tem como pensar em cidade planejada que não tenha lugares planejados é os lugares muitas vezes causam esse acidente todo esse Impacto social tremendo que depois são anos e anos e anos e a gente não consegue efetivar uma política que deu um bom resultado eu não sei se eu respondi tudo mas eu quis falar e de tudo um pouco a nossa vereadora Guida fala dessa sensação que ela tem né de ouvir dados que falam o seu lugar Isso é muito bom eu gosto muito da cartografia quantitativa aqui é o trouxe aqui mas o meu grande prazer é a pela qualitativa Eu gosto demais de colocar os pés no chão de ouvir as pessoas de mapear o que as pessoas pensam nos seus lugares Quais são as fronteiras que elas é vivem e como elas delimitam essas proteínas e assim que essa pandemia passar eu espero não voltar para os meus mapas né enquanto isso eu vou trabalhando no Google gente eu tô trabalhando com o Google formas olha só que situação né mas eu já tenho algumas coisas Vereador aqui depois a medida da necessidade do Legislativo de todos vocês é o meu disponibilizo e mais do que disponibilizo é o rolo gabinete para a respeito porque eu gosto demais dessa temática sabe então estou mesmo à disposição a professora muito obrigado muito bom o teu vi muito boa suas contribuições acredito que nós iniciamos os trabalhos da nossa comissão Mas com muita garra muita determinação quero agradecer muito a presença EA participação dos vereadores da vereadora Agda e dizer que nós estamos com muita determinação para que esta comissão de fato ela possa trabalhar de forma intersetorial não é é um princípio não do trabalho da professora Vera pelo que entendi aqui é de ouvir e está no território mas houve a todos e com esta buscando dados fidedignos isso é muito bacana quero dizer que quando me mudei para o Campo Grande lá em 95 né em 89 odeia para Campinas e meus parentes sempre moraram aqui na região do Campo Grande não é Eu sempre tive esse carinho especial por que as pessoas se conhecem as pessoas que me ligou as pessoas em está afetividade não é e esse vínculo que a professora Vera nos diz na com o território ainda tem muita gente que olha eu gosto de morar no campo grande é uma região bonita mas é uma região acolhedora então gente com base nesse sentimentos aqui nós vamos certamente lutar para que essa situação de vulnerabilidade apresentada pela nossa vida professora a gente possa estinguir isso esse é o nosso cujo objetivo maior é o nosso sonho' né e as pessoas tenham condições para viver não é possível uma família viver com menos do salário mínimo nós não podemos aceitar isso numa cidade onde tem um orçamento geral e Beira quase 7 bilhões de reais não dá é preciso incluir e eu sei que existem formas para fazer isso e nós vamos perseguir isso né de ter esta satisfação de morar na cidade de Campinas e o quê e a cada dia o seu índice de qualidade de vida porque isso é bom para todos não é para mim não é para um partido não é para um vereador o outro não é para o prefeito é para toda a cidade e é isso que a gente busca ótimo contar com esta parceria eu fico a e aqui se estabelece na com a professora Vera Lúcia uma PUC nós vamos buscar outras outros segmentos também de estudos tanto da universidade é da puc-campinas mas também de outras universidades com segmentos na produtivos na enfim a luta para que a gente tem uma cidade de boa de se morar é de todos nós e nós na Câmara dos Vereadores queremos dar essa contribuição Queremos ser este espaço não é onde realmente o povo seja ouvido essa escuta qualificada nós queremos exercitar na e iniciamos aqui nossos trabalhos quero agradecer muito a todos os vereador o Nelson os vereadores estão compondo com a gente a comissão e professora que esse trabalho intersetorial eu participei muito tempo da intersetorial fico muito grato de ver que a senhora tem buscado essa parceria também com intersetorial nós vamos certamente houve mas os integrantes da intersetorial que ele participam não só os Agentes do poder público mas também a qualidade à população e é fundamental porque o planejamento no disse Gustavo contando isso é o Paulo é precisa ser integral não é não é só numa área ou em outra não é o cidadão por inteiro é isso que a gente quer e claro uma desse também uma pessoa que está nos acompanhando aqui preserve o meio ambiente nós precisamos pensar na no futuro nas futuras gerações é Cuidado hoje mas também pensando amanhã vai criando condições para que todos têm uma vida e vida plena esse é o nosso objetivo eu não quero agradecer a todos dizer Nós temos dois minutinhos para as considerações finais talvez a gente possa Aí começar pelo Paulo e seguindo a mesma ordem para as considerações finais não só agradecer né o novamente a vereador a a vereadora que esteve presente na nossa comissão águida os vereadores da comissão aliança vereadora Palermo também Débora Palermo o vereador Gustavo Petri vossa excelência' e a Vera né professora Vera por essa contribuição tão importante assim é para que essa comissão comece esse trabalho muito intensamente Então acho que isso é positivo obrigado a tá ligado vereador Paulo Búfalo Vereador Gustavo tenta e pronto agora sim você também só agradecer e parabenizar o vereador Cecílio vereador Paulo Búfalo vereadores a Guida é toda a equipe da assessoria que técnica da câmara né que permitiu a realização desse debate e em especial a professora Vera pela exposição é muito importante quando a gente vê né um trabalho científico com da Universidade com tanta aplicação a tentar entender os problemas do desenvolvimento da cidade aliás eu acho que um dos grandes problemas de Campinas das administrações municipais no último período tem sido subestimar número de ciência a capacidade que as Universidades possuem né de de conhecimento de discussão de pesquisa no desenvolvimento das políticas públicas e nas soluções para os problemas urbanos e Bom dia e quando a gente vê a professora Vera expondo o seu trabalho é baseado no uma escuta social permanente é muito interessante Então queria parabenizar pela comissão começar muito bem os seus trabalhos Obrigado Vereador Vereador Agda E aí E aí é bom e também é parabenizar agradecer agradecer esse importante debate nessa importante trabalho obrigado assistir me falou muito bem do ponto de vista de dizer que quando a gente tá lutando por uma falta como essa que ele desenvolveu uma região não é assim também não tem só um que ganha um município inteiro ganha mas eu fico mais feliz porque essa pesquisa Ela tem ela tem um foco Central né ela tem um recorte aí e que a gente costuma dizer um recorte de classe né já tem um recorte né ela ela aponta aí caminhos que a gente fiquem de fato defende né os trabalhadores população mais vulnerável né ela pode dar ela não dá bastante elementos para a gente poder trilhar esse bom caminho né caminhar aí do ponto de vista de índia apontar soluções e o e atender aí uma qualidade de vida atende aí uma população que é tão esquecida é foram Eu costumo dizer que foram jogadas ali muitos ali foram jogadas aí né enfim todos esses conflitos com a Vera apontou a gente visualiza Ali quem tá ali naquela região consegue entender bem isso né Eu sugiro que a gente é de lá a gente entende isso muito bem gente viu refletido mesmo parabenizar mesmo né a Esse estudo e agradecer né E que a gente ia isso que eu gostava falou comissão começa muito bem parabéns aí começou muito bem e vamos aproveitar né todas essas informações da melhor maneira possível Obrigado vereadora Guida a professora Vera por favor de suas considerações finais e já te agradecendo mais uma vez por ter abrilhantado aqui o nosso o nosso debate e eu agradeço imensamente a presença de todos estão muito feliz por essa iniciativa eu perceber que nós temos é vereadores estão sensíveis à causa social no momento como esse é o momento que infelizmente o nosso país passa por uma situação que nos entristece demais e dão ações desta maneira são ações que nos dão a esperança Eu particularmente gente quem trabalha com educação é é um profissional que tem que ser movido mesmo a esperança né a gente tem que olhar para o mundo e para o lugar renovando as nossas esperanças e vocês me dão essa Esperança eu considero que eu começo a minha semana muito bem alimentada por por essa ação né alimentada Por esse poder se objetivo e por essa iniciativa então todos aqui de parabéns e quisera eu a todos no legislativo tivesse essa postura de olhar para os lugares com carinho né porque as pessoas precisam disso de acolhimento nas suas causas muito muito obrigada pela oportunidade e mais uma vez eu me coloco à disposição seja para futuros diálogos ou para troca de material então a comissão está aí é totalmente autorizada por mim se eu me esquecer Cecília por favor me cobre lá para que eu faço as outras cartografias para que eu passe os textos para que eu passo os trabalhos que eu já produzir na extensão tenho vários trabalhos que eu já produzir junto a comunidades afrodescendentes e tudo mais eu posso disponibilizar tudo isso que eu tenho certeza que vai ajudar bastante muito obrigada gratidão e obrigado professora Vera Quero agradecer ao cerimonial os técnicos que nos ajudam a fazer essa transmissão de casa em segurança e eles trabalhando aí na câmera mas também com o distanciamento não é é importante que você que nos acompanhou mantenha-se em segurança Evite o documento não é a numeração nós estamos vivendo uma situação muito difícil é agradecer o cerimonial agradecer a todos que nos ajudaram aí o pessoal da assessoria os vereadores os outros mandatos aqui é o nosso mandato e nos possibilitou né fazer esta esta importante reunião Quero dizer que nós vamos ter outros encontros certamente Esse é o primeiro e outros em quantos conforme o calendário que nós apresentamos Muito obrigado a todos declaro encerrado em piano e a nossa primeira reunião da comissão obrigado E aí E aí E aí E aí a TV Câmara Campinas