Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
[Música] a tv câmara campinas boa tarde a todos ea todas vamos dar início à 8ª reunião ordinária da comissão permanente de direitos humanos cidadania na câmara municipal de campinas para debater o tema o reflexo da reforma trabalhista e os trabalhadores menores enquanto comissão é propusemos essa pauta é com o objetivo de poder o vídeo das autoridades de pessoas envolvidas diretamente com esse tema tendo em vista que nós temos encontrado prática aqui na cidade de campinas uma grande precariedade ação nas empresas que são contratadas pelo serviço público já encontramos trabalhadores e trabalhadoras é abandonadas em alojamentos trabalhadores que as empresas prestam serviço poder público e não realizam muitas vezes o pagamento de salário indenização dessas pessoas e nós encontramos pessoas em situação de rua que estão até o momento com grande dificuldade de voltar para os seus para suas casas para sua cidade de origem e nós achamos que esse reflexo tem acontecido também é no setor privado principalmente é com as pessoas com os imigrantes que estão chegando aqui na cidade de campinas já encontramos venezuelanos cubanos haitianos em situação é bastante precarizada na sua relação de trabalho então para nós era muito importante e que a comissão pudesse não só fazer o acolhimento mas também socializar um pouco com a sociedade essa dificuldade para que a gente realmente um grau de fiscalização de mobilização para que possamos é é combater esse tipo de atitude pra fazer essa esse debate conosco nós convidamos aqui o carlos fábio que é coordenador da cut regional campinas seja bem-vindo carlinga da presença aqui também de tocar luiz alberto de oliveira que é gerente regional do trabalho do ministério do trabalho regional campinas e aqui à minha esquerda o professor do instituto de economia da unicamp o professor josé dari crêem que em que também vai poder abordar este assunto com acúmulo que a unicamp tem feito então eu queria início iniciar já com uma fala do caso fábio caio fábio que também deve ter outro o trajeto importante que ele nos comunicou então nós vamos dar início à que ele pudesse falar um pouquinho do reflexo da reforma trabalhista e os trabalhadores aqui da nossa cidade da regional campinas cada um boa tarde a todos ea todas aí ambos os cargos né somos três carros aqui na mesa só sentar sozinha por isso ainda afastada a idéia é o caso de várias discussões na casa é a seca desde antes desses dessas propostas apareceram no país já vimos já conversaram vínhamos conversando a respeito dessas questões e hospitalizações aqui na cidade de campinas junto com sindicatos carlotto sempre junto com a gente também o daria 100 sem muitas palavras da directora lá com a gente na cut a nível das lonas nossas reuniões na estadual mas nacional então a gente está sempre batendo a cabeça ele como poder fazer a defesa dos trabalhadores que estão sendo cada vez mais colocar isso no topo colocando mais precarizados colocando uma situação de desespero e aceitando as condições de trabalho que hoje existe no país porque é o que acontece hoje no país e há tempos que vem dizendo é não classificou como os muitos colocam que é uma crise que se precisa resolver a crise sim isso é um projeto sempre foi um projeto de precarização de exploração da mão-de-obra de nós nós trabalhadores brasileiros para poder fornecer o mais baixo possível esse custo para empresas que vêm aqui explorar nossas riquezas nossas crianças nosso próprio país e tem uma mão de obra barata assim como acontece em outros países então é um projeto que já vem há anos tentando a ser feito houve muita resistência houve uma trégua durante um tempo não é que eu vou colocar colocamos assim que não existiu a vitória mas só que existe uma trégua para poder resolver as relações de trabalho e agora se voltou mais constantemente nessas nesse projeto que vieram que eu digo carol que não essa não é a reforma trabalhista só por isso que dizemos que é um projeto porque ela vem ela vem reforma trabalhista lei da terceirização pec da morte e agora a reforma da previdência é ela se juntam todos porque se fosse fazer um bloco só a existência é maior a classe trabalhadora e se atingir a todos de uma forma no momento só a aposentada todos os meios trabalhadores iriam acontecer uma quase que aconteceu no equador e no chile porque quando você atinge tudo de uma vez é mais fácil mas como se fazem nas privada também tem o projeto de privatização nesse meio mas como se faz um projeto de privatização se faz na questão das relações de trabalho também você fatia cada setor fatia cada segmento e vai precariza terceiriza vai fazendo esses trabalhos aquele outro setor não se sente impactado pra não é comigo então não preciso lutar com ele e depois só pra ele e assim vai sobrando até que a camisa toda uma empresa e se privatiza é esta que está sendo dito claramente nas emissoras isso respeito às privatizações o governo que a atual está é a baixou o custo da estatal não disse tá tendo o investimento também não está tendo lucro não está tendo nada justamente para poder se atrativo para vender e quando se fala vender já tem um rol de de empresas que é tudo de fora querendo já comprou a nossa petrobras eletrobrás correios nossa água nosso tudo né não vai sobrar nada aqui e daqui a pouco estamos ainda na iminência de trabalho praticamente escravo nem análogo à escravidão já já escravo porque junto com essa estrutura que de venda de entrega do brasil vem esse projeto quando estamos discutindo que traz essa possibilidade a gente já está numa numa num trabalho análogo à escravidão a reforma primeiro você aprovou a lei de terceirização antes as empresas que terceirizavam ela tinha responsabilidade sobre aquilo que acontecia dentro terceirizado chama qual é é isso que seu nome era dado solidary isso é era solidário então qualquer tipo de precarização quando se não pagar salários não pagassem gps para a css lá no final essa empresa tcheca com isso né tivemos muitos casos assim tirou-se essa necessidade então o terceirizado não tenho nada a ver com ele eu vou lá o que aconteceu o problema é meu se morrer não tenho problema com isso a empresa mãe não tem problema com isso então já tira uma responsabilidade da empresa em relação a isso mas para poder chegar e fazer o serviço completo eu precisava mudar a legislação trabalhista colocar uma situação que eles ficam é que o trabalhador não tenha como fazer reivindicação que fica numa situação individual em vez de ser coletiva em vez de você ficar dependendo é as falas que coloca na dependência do icatú de acordo coletivo de convenção coletiva não você trabalhador olha que beleza você vai poder sentar-se com seu empregador com seu patrão e vai poder escolher o melhor contrato de trabalho mas lembrando ele vai fechar você numa salinha e vai falar assim é esse contrato de trabalho e faz de conta que foi você quem redigiu e aí você coloca todas as condicionantes eu coloco todas as condicionantes que é melhor para minha empresa para lucrar é aquela velha brincadeira que fazer né se está vendo aquele carro bomba que eu tenho aquela bmw se você trabalhar bem o ano que vem o troco é melhor eu melhoro minha vida você não é mais meu melhor é mais ou menos assim que é o contrato de trabalho por que por que você faz um contrato trabalho individual onde você não participa das legislações trabalhista você fecha um valor então vou colocar uma situação que já veio várias vezes passou pela cut trabalhador ganha lá seus dois mil reais e tem o seu vale transporte e vale alimentação nesse fgts tudo o empregador bem e fala assim vamos fazer um contrato vamos então olha que beleza eu te dou três mil reais ao ano 2000 eu vou te dar três mil trabalhadores naquele naquela situação isso no começo né e olha aquela situação fazer um ato legal e vou ganhar 3 mil reais na hora que ele coloca no pilates refeição transporte inss plano de saúde fgts tudo que os encargos que era para dar mais que os mil reais e aí ele vai começar a pagar um pouco do bolso dele para poder trabalhar e assim que isso acontece aqui o companheiro paulo da construção civil é que ele se depara direto lá na construção civil com isso diariamente têm os setores mais resistente ainda no país ainda que não estão conseguindo isso porque eu coloco que esse processo poderia chegar até uma situação análoga à escravidão porque na forma que está colocada hoje é esse projeto que não é uma crise sim um projeto de deixar o trabalhador situação desesperadora o trabalho existe trabalhador que está acabando de se formar em entrar no mercado de trabalho esse trabalhador que acaba de entrar no mercado trabalho mas só quem está com a sua família com pai mãe tem aquele está indo sozinho morar sozinho tem aquele que tem um filho 23 que mora no campo grande precisa de três ônibus para poder chegar do trabalho 4 às vezes tem aquele que mora no centro então tem vários tipos de trabalhador aquele trabalhador que está com seu filho olhando para comprar o leite comprar alimento pagar a sua conta de luz vendo uma situação e aluguel e todas as necessidades diárias e ele chegando se vendo que não vai conseguir atender aquilo para sua família o empregador chegar com um contrato para ele e daí eu eu digo lá no já está chegando perto quando foi aprovada a reforma trabalhista alguns casos há mas não chega aí não adianta chegando já perto disso ele chegava assim olha eu tenho uma proposta que para você meu barracão lá para trabalhar em um fundinho eu posso colocar sua família lá eles vão ter um lugar para dormir eles vão ter um lugar para tomar banho e tem uma cozinha para poder fazer a comida lá eu deixo uma cesta básica pra vocês se virar lá como eu estou colocando isso aí eu não dou salário beleza hoje com a reforma trabalhista pode ser feito isso só não aconteceu não se aprofundou em paz eu falei em alguns lugares já tão pegando já as situações a essa situação ela com seu civil assim também no setor canavieiro assim também né não o pessoal que trabalha na agricultura é muito da parte da agricultura que são mais afastado mais difícil fiscalizar esse trabalhador acaba aceitando pela situação precária para não acontecer o que acontece lá o companheiro nós conhecemos a pole no santa mônica que ele teve que sair da casa dele porque não tinha foi demitido tem que sair da casa dele porque não tinha mais condições de pagar aluguel pegou seu carrinho foi a esquina pegou uma lona colocou em cima do carro colocou a família inteira dentro do carro está namorando até hoje lá então é caso de catar papelão tá namorando na esquina do bairro então um trabalhador o pai de família que se vê nessa situação ele aceita qualquer tipo de trabalho precário de situação precária para poder trabalhar e ele se coloca se sujeita a isso a você tá exagerando agora vamos para o que diz a legislação a legislação aprovou um caldo legis o que prevalece um deles é o negociado sobre o legislado então tudo o que se negocia hoje entre empregado e empregador os vale mais do que uma legislação ainda tendo resistência porque alguns juristas da justiça do trabalho ainda estão contestando temos aí é procurador do ministério público do trabalho também enquanto o texto não deixando isso acontecer mas isso é uma parte do projeto que é uma insistência em deixar os contratos precários para poder chegar à e ter uma mão de obra barata aqui dentro do nosso país paralelamente a isso já existe há uma função que está hoje com quadro mais ou menos 5 milhões de empregados que é o besa são que chamamos que já está nessa condição temos hoje nós tivemos relatos de uma situação que o companheiro ele está andando daquela bicicleta lá de entregar as coisas da empresa lá do aplicativo né e ele é alugar a bicicleta não andam de bicicleta com salário baixo e todo mundo sabe que bicicleta no meio do trânsito a iminência de acontecer um acidente é muito fácil então ele tava com salário baixo pagando aluguel de bicicleta tirando um pouquinho só de dinheiro e correndo risco se ele foi atropelado ele sofreu o acidente larga ele pega outro porque tem que o serviço em continuar e descarta joga na vala 'nesse colocando marquinhos não vão colocar uma palavra mesmo jogar na vala e próximo e vamos tocar porque o processo a 1 o trabalho tem que continuar ele não tem nenhuma segurança em relação ao seu trabalho a saúde não têm plano de saúde não tem nada não paga isso não paga inss não paga então não tem como ser protegido por nada além de ganhar pouco está nessa iminência nessa situação pega-se hoje o no começo os trabalhadores em aplicativo e dos é de cá e de transporte mesmo de transportar passageiro era uma profissão aí que estava dando dinheiro que poderia até pagar o inss a aposentadoria está essas coisas hoje como aumento do desemprego todo mundo foi pra lá aumentou se o número de trabalhadores nesse lugar nessa nesse tipo de atividade e aumentando esse número aumentou a concorrência consequentemente não estão ganhando mais do jeito que ganhava mais estão pagando pra poder muito estão pagando pra poder trabalhar para não pagar para poder trabalhar o que ele tem que fazer quem conhece alguém todo mundo conhece quem trabalha com o google já pegou o bebê já se pergunta pra ele o que ora que entrou e que hora que está terminando e 8 horas da manhã entra e duas horas da manhã por volta das 3h horário terminando seu eu morar trabalho porque 8 horas da manhã é o horário de pico pode levar a pessoa trabalha aí tem a parte do almoço também tem um pico ali aí adentro final da tarde para a noite e até a madrugada onde as pessoas pegam que vai se divertir não vai roubar e tal e pessoal pega mas o goleiro então a pessoa trabalha ali há mais de 12 horas por dia para poder tirar alguma coisa porque se diminuir um pouquinho ali umas duas horas não tira nada então essa chamamos organização de de trabalho já era quando se provou a reforma trabalhista nós já prevíamos que ia aconteceu 10 algumas coisas assim dessa forma também junto com isso veio a limitação da organização dos trabalhadores como foi falado aqui todo esse processo ele é pra poder trazer o individual hoje está instalado no país a questão que eu posso sozinho não no coletivo cada um tem que se resolver o individualismo a meritocracia todos esses meses é esse propósito nessas essas questões elas tão latente na sociedade e se convenceu que isso é bom eu costumo falar né como falaram alguns trabalhadores começar a proteger esses projetos eu comecei a ficar louco falassem certame dizendo que o ruim é bom pra você é é é claramente é ruim é bom pra você e se colocou que isso esse erro esse individualismo seu sozinhos em um ser sozinho isto luta individualmente ele é é é bom para o trabalhador isso é uma coisa que colocar mas só que é muito fácil de se perceber dentro ea gente conversa muito com os trabalhadores fala assim lembre-se que sempre terá alguém pensando que nem você lembre se que deve ter alguém se submetendo a um trabalho mais precário para tirar o seu emprego a não mas tem gente que não vai aceitar um emprego de sigilo desse jeito está se colocando agora aos empregos trabalhos que tem aí é vamos colocar o emprego né nós colocamos eles é um eles são precários nós a central de trabalhadores nós tínhamos um projeto sair no ano 10 agora nos anos 2000 que estava se cada vez mais aprofundando tendo mais vitórias mas macedo né dentro desse projeto que era o trabalho decente porque não basta ter só trabalho trabalho nós temos quando foi para poder aprovar a reforma trabalhista eu sempre todas as pousadas essa todos os lugares e chegou a falar assim ele tem razão o tempo e tem razão vai ter emprego não estou dizendo que não vai ter emprego vai ter emprego mas vai ter emprego precário vai ter emprego dessas condições que eu tô falando então você tem emprego que você quer emprego com direitos e foi até eles a até esse que está aqui que eu não posso falar porque traz mal uma coisa pra gente é o nome dele é esse que está hoje na presidência da república fala olha você escolhe emprego ou direitos você tem que escolher o que está querendo dizer com isso você fica uma condição análoga à escravidão ou se fica tentando lutar e brigar por manter uma legislação que proteja o trabalhador e nós estamos conversando trabalhadores e os trabalhadores estão cada vez mais vir conosco que é sim o direito e também está se reverter essa lógica do individualismo que a luta é coletiva ela não consegue nós não conseguimos resgatar a história conta que nunca sozinhos e consegue vai quem muita gente aqui já entrou com ação na justiça por conta disse ter sido explorado no trabalho de ter sido prejudicado muita gente já passou por o período que fica parado na justiça nega o tanto de tempo que pode ser a pior coisa que for o tanto de tempo fica parado na justiça para resolver uma coisa que por exemplo não pagou o salário de seis meses situações aconteceu recentemente trabalhador recebeu seis meses demora cinco seis anos para poder receber depois de uma ação e isso é interessante da empresa é simples o cálculo é simplesmente a gente sempre se você colocar aquele dinheiro que tinha que dar o trabalhador de seis meses num qualquer fundo para poder render depois de cinco anos você vai ter mais do que o valor que tem que pagar o trabalhador então é um investimento isso até e vistas aqui e aí eu já faço um paralelo com a questão da previdência porque muitos não deposita a previdência nós temos um problema que principal que é ficam falando em reforma mas ninguém quer pagar a dívida que o toque mais de 3 trilhões de dívida já da última vez no final do ano era 3 milhões algo hoje você nem quanto quetta e são as principais empresas maiores empresas que devem as principais que estão por trás dessa do projeto de reforma da previdência e essas não pagam a partir da reforma da previdência elas vão ser anistiada já iniciada em algumas já foi iniciada e tal já foi iniciado já sendo que o a contribuição da previdência desculpa da canon é que a gente vai entrando fatura por causa do projeto é o tudo né mas a sendo que a contribuição da previdência é uma parte do empregador é uma parte do empregado então quando não deposita a previdência está roubando do empregado também a parte que era do emprego do empregado fica no bolso do e ele não não coloca nem iss além dele o pai fazer a sua parte ele está pegando a parte do trabalhador embolsando é um crime isso que deveria ser apurado e não se fala sobre isso não se coloca para vamos quero conversar sobre reforma da previdência vamos conversar primeiro pagar dívidas pagas a dívida do que é e ver o que é o rombo na verdade aí nós conversamos o que pode ser feito que não pode ser feito à questão de idade a questão o que vai ser se houver necessidade porque nós temos convicção que quando chegar e fizer o pagamento da dívida é de todo que se deve nós já a à previdência social e também retomar os empregos por causa que se não tem trabalhador com carteira assinada não tem quem fica contribuindo através da reforma trabalhista com esses contratos aí diminui um monte de trabalhador contribui na iss e com a proposta que vem que já vem é se avizinha aí que a tal da carteira verde amarela também não vai ter a contribuição para o inss não tem contribuições nem se é lógico que vai ter menos contribuição da previdência é óbvio não pagasse a dívida e retomamos o emprego como como é como estava e vamos ver se precisa fazer essa reforma garantimos que não precisa ao menos em 2017 quando chegou foi feito estudo aí é mais uma parte do dare naquele todas as que dão mais as partes mas eu não me engano em 2007 foi feito um estudo sobre a previdência e nós não estava com essa 17 não foi má e foi em 2013 se não me engano que que não estava ainda com esse alto índice de desemprego a previdência social com o pagamento da dívida ea previdência sendo paga para os trabalhadores do jeito que tava ainda se sustentar por mais de 100 anos tranquilamente sem precisar fazer nada então não existe essa questão essa é esse rombo que se fala dentro da previdência voltando à questão da reforma trabalhista então como eu tava falando a questão da individualidade esse ponderou e atacaram também a questão da organização dos trabalhadores quando chega o ceará sindicato é bandido é movimento social é bandido todos os movimentos criminalizar o movimento social é única e exclusivamente para poder não ter o poder do trabalhador do daquele brasileiro que é mais precarizado néctar visando sua terra precisa no seu lar precisando sua condição de vida poder se organizar dentro de algumas dentro de algumas organizações né para poder fazer a luta é esse o projeto não é por conta que existe deslize aliás no setor privado existe uma desvio do que no setor público quem sabe muito bem disso a 1 quando se fala pra poder privatizar a único motivo que tem pra poder me falando que do dos desvios da corrupção é se esconder através de uma cortina porque vai existir mas só que vai se passar a mão direto do do setor privado só isso e muito mais ainda eu faço parte de uma empresa chamada cpfl tem muita gente que é aqui que acha ainda que é porque a estatal não foi privatizado em 96 e ela foi vendida lá em 96 ela foi vendida por 2 bilhões não eu vou redonda e foi vendido por 2 bilhões não por 1 bilhões e pouco na época no primeiro ano pós a privatização já de um lucro de 2 bilhões então você percebe que o o o só troca de mão vai existir eo e vamos falar o que essa fr que é as empresas de energia elétrica tudo que o lucro é um bem social a energia elétrica necessária para poder é um ser humano viver hoje é obrigatória eles têm a necessidade de ter que lá não tem como fugir daquilo que nem a água que nem é o alimento é ele não tem como fugir um bem social então é obrigado a pagar aquilo lá e está lucrando através de altas tarifas 778 mundo sabe então só muda as mãos se tivesse uma sexta feira no setor público com esse lucro com esse tanto de dinheiro ganhando e ficando na mão é da união né estariam falando que já que tony está no meu dinheiro está roubando tudo aí eu digo nós na mão da união existe muito mais olhares e existe assim como existe um ser que eu falei existe muitas pessoas aí que tenha manutenção que quer pegar tribo o dinheiro do trabalhador e e colocar no bolso mas só que tem muito mais olhares para poder chegar e repartir nas caixinhas necessário assim como aconteceu com a questão essa camisa que com acontecia na questão do pré sal o pré sal ele começou a ter o seu lucro começou é um marco no país que agora está sendo entregue e tinha uma caixinha destinada à educação todinha fazendo parte dos royalties vai para a educação e isto também se aproveita para poder tirar pra poder não ter o investimento em educação porque tem pessoas educadas pessoas críticas pessoas que pensam pessoas que lutam e pessoas que vai acontecer no país e isso não é interessante para eles governantes que tocar esse projeto de acabar com nosso brasileiro com nossas crianças com nossos nossas riquezas querendo entregar todo o tipo de riqueza não é interessante para eles quanto mais não temos acesso a nossa educação não tenho acesso a nós o que é de direito nosso mas eles querem que nós o povo fique submisso fique dependendo da situação que estão colocando mas nós a central única dos trabalhadores nós não vamos deixar isso acontecer acabamos de ver um congresso onde estamos foi aprovado muitas questões de luta temos aí a 30 tamanho lá pra brasília pra poder fazer mais uma jornada de luta lá em brasília e também dentro do congresso nós aprovamos que esses trabalhadores não vamos achar só vão deixar com a gente eles vão ser trabalhadores associações trabalhadores que estão nessa situação precária que não têm um sindicato organizado trabalhadores que estão como não tem onde se apoiar pode vai poder se filiar direta à central única dos trabalhadores na cabeça para poder ser representado e assim poder fazer a luta junto com outras categorias que hoje estão bem organizada eletricitários metalúrgicos é professores etc para poder fazer a luta tudo junto porque a luta tem que ser coletiva nunca com se consegue nada individualmente para por aqui gente desculpas e me alonguei é só pra poder chegar o maior fora e aqui estou chegando de um ato onde é que tá acontecendo essa coisa essa questão e eu quero fazer é aproveitar esse finalzinho fazer essa denúncia que é os trabalhadores não era instalado lá os trabalhadores da funcamp e estão prestes a ser demitido mais de 330 trabalhadores estão para poder ser demitido com o projeto que é de tirar essa estrutura hoje que era um campo e colocar uma terceirização precário aqueles trabalhadores que que estão numa situação é que é diferente do que eles estão existiam existe um trabalhador que está assim sempre como em todo lugar um trabalhador companheiro se dizem que estava à frente da luta fazendo a luta pegou a assembleia geral da assembleia geral que aconteceu semana passada na unicamp pegou o microfone para poder denunciar o descaso trabalhadores o processo está acontecendo e ele foi demitido por conta de fazer essa denúncia então estávamos lá fazendo nosso ato em defesa dos trabalhadores e pela integração do companheiro se bem que dizem que diga se de passagem quem conhece aqui s peru foi demitido sendo a espanha da cipa então estávamos lá pra poder foi entregue a carta esperamos ainda hoje que os trabalhadores se reintegre integrado obrigado canal desculpa e obrigado carlos eu queria alô anunciar que a presença do vereador membro também da nossa comissão vereador pastor elias brigada da presença do pastor fica à vontade a compor a mesa aqui conosco também queria o gustavo sacar porque é da presidência da câmara o ricardo também presente né a sônia maria que é da diretoria estadual do sindicato da fuse obrigado a presença online também aqui conosco paulo martins que é diretor do sindicato da construção civil que também depois vai usando a palavra queria passar então aqui para o doutor carlos alberto de oliveira que é gerente regional do trabalho do ministério do trabalho regional campinas também trazer aqui a sua contribuição queria também não se a presença aqui do juarez que é e sindicalista e membro do conselho os pobres idosos paulo que é do mpl que presente também o andré representando o dn que também nós da nossa assessoria mas eu aqui passar rapidamente conforme foi chegando aqui as presenças a gente vai anunciando aqui nas próximas fala bom alô alô tá ligado boa tarde de todas a todos é uma satisfação estar aqui gostaria de agradecer o vereador carlão pelo convite pra refletir um pouco sobre o que vem ocorrendo no brasil e que construção é possível mais do que qualquer outra coisa num primeiro momento nós tivemos aí tudo aquilo que foi feito de construção ao longo da história do país é nós vimos desmoronar ii e não só vimos como estamos vendo e estamos constatando que várias situações que estão sendo chamadas de paradigmas não seja várias definições do arcabouço jurídico já não existem mais e por incrível que possa parecer as empresas estão com medo de aplicar a legislação dentro das possibilidades que ela já tem até porque elas não têm também segurança para aplicar o que foi aprovado porque com isso num primeiro momento elas vão perder muito vão perder mão de obra vão perder mercado vão perder a produção com qualidade e ea grande aposta é preparar o país para um cenário diferente em que a situação da inteligência emocional tome conta dos postos de trabalho e tomando conta dos postos de trabalho então aí o movimento empresarial tem uma outra situação uma outra realidade totalmente diferente daquilo que a gente vem tendo a ao longo da história da construção do capital nos últimos 200 anos se imagina ser uma grande revolução com imensos impactos dos quais ninguém consegue prever o que vai acontecer algumas pessoas estão extremamente preocupadas com essa situação outras nem tanto é e tem gente que aposta que nada vai acontecer né então nós tampa tudo quanto é gosto é de repente aqueles que é como nós tem uma cultura de trabalho em que se tem um horário estabelecido uma forma sistematizada é um horário de paralisação é uma remuneração essas questões já não serão mais objeto de prática para as gerações que já estão entrando no mercado a partir de agora é nós temos tido uma mudança de cultura muito intensa a a situação da velocidade da comunicação faz com que as pessoas necessitem de uma velocidade maior principalmente de resposta né quem tem otis ap sabe disso você passou uma mensagem 15 minutos depois não têm respostas já manda a mensagem não falei vai me deixar no vácuo até quando a gente ficava 15 dias de um recado de um telefone né de um telefone na época né de comunicação e e essa velocidade está fazendo com que as relações tenho que ter decisões muito rápidas né mais uma análise muito superficial não tem grandes profundidades é só pra tirar da frente e pra diante ou seja essa nova cultura ou esta nova forma de agir que muda a cabeça de todo mundo tá mudando a forma com que a gente se relaciona e relação geral a relação pessoal relação profissional relação social nas nossas relações estão modificando muito rapidamente claro existem grandes preocupações queremos emprego ou só teremos trabalho a grande discussão é só trabalho a legislação está favorecendo que acha trabalho não digo favorecendo ela está regulando possibilidades de trabalho mas não as relações de emprego às relações que podem ser terceirizadas hoje nos coloca numa condição em que vários países já em sanaa é que você não tenha uma mão de obra efetiva mais e somente mão de obra volante naquele momento eu preciso de pessoas o contrato pessoas para aquela situação acaba aquela situação acabou a relação e pra isso eu não preciso ter a relação de emprego que tem por princípio não tem prazo ser em determinado lance eu tenho uma situação de projetos definidos eu tenho uma situação de trabalho específico a semana passada tivemos a regulamentação nova né do trabalho temporário então as pessoas vão ter o que seis meses de um contrato temporário com prorrogação de mais três meses são nove meses de 9 meses já deu pra fazer o que tinha que fazer quando preciso efetivar mais ninguém mas não temporário neste período de comércio para ser efetivado demorar nove meses acabou todas as modalidade nã vai ser efetivado ou não é tão hoje nós estamos vivendo uma situação muito diferente acho interessante essa discussão está numa comissão de direitos humanos porque quando a gente fala de questões precárias não estamos falando em animalidade ano estão falando de luta pela sobrevivência desesperada e desenfreada porque instintiva né ou seja a falta das necessidades ou do atendimento das necessidades já dizia amá lo leva as pessoas a t em si necessidades que são vitais e fundamentais então à custa de t emprego as pessoas não vão pensar na qualidade do emprego ela só vai pensar em ter algum emprego não o inter algum trabalho ou inteiro algum ganho porque ela precisa sobreviver então se nós estamos falando do trabalho pela luta da sobrevivência nós preconizamos porque luta pela sobrevivência não é estabilidade pra ninguém só começa a ter necessidade outra quem já está estável quem não precisa ficar correndo todo dia pra ganhar o que tem que comer quem tem que trabalhar para aquilo que vai comer é animal e na animalidade o que impera o instinto então aí as pessoas não vão ser só competitivas mas não ser destrutivas porque a selvageria pode tomar conta então essa é uma situação extremamente relevante e aí quando se discute em direitos humanos é para elevá-lo a condição de humano e não a mantê lo como um animal porque animal é a nossa natureza nós somos animais nós não temos um animal temos dentro da gente não nós somos então se a animalidade for a florada nós vamos ser selvagem mesmo né e aí seja o que deus quiser a outra situação que está no na ponta contrária que eu vejo pouca gente discutindo é que o ser humano embora seja um animal ele é um animal racional então a gente faz de tudo para brigar pra que eles tenha uma natureza mais humanizada mas ser humano também não é suficiente para ele ser feliz ou para se realizar e aí vêm todas as igrejas dizendo que para se realizar e precisa ser divino ele precisa de final o direito humano coloca um ponto de equilíbrio entre a selvageria ea santidade para alguns então quando a gente está falando numa discussão de direitos humanos nós estamos vendo qual é a possibilidade das pessoas se tornarem mais humanas ou de se manterem mais humanas pra depois galgar situação futura que possa até extrapolar sua própria natureza numa situação de sublimação das suas próprias necessidades do seu próprio eu o dos seus próprios interesses e brigar pela vida dos outros então só vai ser solidário quem ultrapassar a condição humana porque quando eu sou humano eu só serei solidário se eu tiver o interesse para ser solidário vou fazer porque vou ganhar para isto quando se extrapola a natureza vou fazer pelo bem estar do outro porque a minha condição a minha natureza minha estrutura minha forma os meus valores já estão estabelecidos isso não me faz falta mais então quem está realizado como se não consegue ser feliz se não vê a melhoria da vida do outro por isso os valores da gente muda em relação à vida a gente no começo vai fazer de tudo para ser rico depois a gente vê que a riqueza outra coxa e depois quando você vê que puxa vida eu tenho uma riqueza imensa eu não vou me conter o que o outro também participe disse que não necessariamente seja do meu dinheiro né porque se ele quiser só o meu dinheiro ele é bem animal mesmo ele vai ter só venha a nós o vosso reino nada é eu vejo que essas relações aqui precisam ser discutidas porque o governo tem discutido que devem ser as relações de trabalho [Música] os decisores do mundo têm feito essa discussão sejam eles empresariais ou governamentais mas ninguém está perguntando pra gente o que a gente quer de trabalho e construção a gente acha ideal para que essas relações se bem e dentro de uma situação que não seja só razoável que possa ser bom para todo mundo porque em princípio parece que isso é possível e em alguns momentos a gente já experimentou isso então a gente sabe que isso é bom porque quando todos ganham o país muda e aí sim você não passa só por uma situação de crescimento você passa por uma situação de desenvolvimento porque as bases possam ser construídas de maneira mais séria estruturada e mantida para que possam ter outros altos nessa direção an o que a gente tem visto muito é que as formas que têm surgido de trabalho têm feito com que não haja mais a necessidade de emprego então o que a gente tem visto a obrigação nossa empresa uber quem é o bebê é um sistema já então não é uma empresa olha que coisa parece que já estamos desvinculando a situação inclusive da estruturação empresária né e porque a gente fala isso porque sendo um ente de ficção né o direito tem muito disso porque antes de existir a ficção científica existiu a situação jurídica né a empresa é uma ficção de pessoa ela é tida ea vida como uma pessoa real concreta mas que na realidade nada mais é do que uma do que uma construção é uma ficção jurídica que toma responsabilidade porque esconde a responsabilidade do sócio esconde o seu sócio sempre então ele não tem que responder e como responder é não é aquele que tem a resposta de é aquele que sumia responsabilidade sobre a decisão tomada então se eu não tenho isso claro se eu não tenho quem como responsabilizar ou quem assume a responsabilidade então nesse sentido nós estamos vendo que as pessoas querem prestar serviço querem trabalhar porque as pessoas querem trabalhar porque todos os seres humanos são produtivos é da natureza humana ser produtivo e nós produzimos tanto que a gente muitas vezes até dormindo não pára de produzir a nossa natureza produz naturalmente tem produção física tem produção intelectual tem tem n fatores de produção nós somos tão produtivos que somos inclusive reprodutivos né nós somos capazes de reproduzir alguém que vai ser produtivo à semelhança nossa olha que interessante ea gente não pára porque quando nós estabilizamos eu achei interessante essa figura de de uma pessoa que estava analisando um eletrocardiograma que fica pra cima e pra baixo pra cima e pra baixo néné falava poxa esse daqui é o desenho da vida né não isso aqui é o desenho de um eletrocardiograma não é desenho da vida ele vai ser sempre cheio de altos e baixos porque se ele estabilizar você morreu então quando eletro estabilize a spin foi a nossa vida é assim cheia de altos e baixos que são os desafios inerentes da própria vida que vão fazer com que a gente tenha a estes movimentos que são os estímulos para bem viver e é isso que faz a construção então quando a gente está falando de trabalho de produção acima de tudo nós então falando de número não é tão fã de produto estão de gente tão fã de vida não estamos falando de coisas muito mais profundas do que simplesmente a estruturação sistêmica de pessoas que se encontram para fazer algo eu fazer algo é tão interessante porque a gente só vai buscar fazer aquilo que é benefício para alguém porque se eu criar alguma coisa que é prejudicial ninguém vai querer adquirir então por isso leva o nome de bem as pessoas são produtivas e elas devem ser produtivas ou aaa a finalidade da produção é produzir bem produzir bem não é só tem feito é produzir algo que seja benéfico para as pessoas e todos que produzem não produzem para o seu próprio bem porque se as pessoas só produzir 100 para o seu próprio bem imagina é uma pessoa que sempre sonhou em ter uma fábrica de clips né adoraria te clipes e faz aquele mundaréu de clipes e põe numa piscina e se joga como tio patinhas e nada de braçada para nós agora eu estou feliz de que o evento de nada quando ela se torna feliz quando ela vê o seu produto circular a circulação ou seja quanto mais pessoas tiverem acesso aquilo que foi o benefício produzido é que vai fazer com que haja realização então as pessoas que são empreendedoras só estarão satisfeitas quando verem aquilo que é o seu bem fazer bem as pessoas e aí sim ele foi um grande benefício para a sociedade do ponto de vista das relações humanas não é um discurso difícil de se fazer de se convencer sejam empresários sejam gestores sejam sindicalistas sejam trabalhadores para todo mundo entende tranquilamente isso só que os interesses são conrado já a ria que a coisa pega porque porque tem aqueles que têm uma situação de querer tudo para si e somente para si para juntar para se ir para o interior ar para si e fica nessa paranóia cada doente e eu falo isso porque falam em reunião do empresário isso tem muita gente doida gerindo imprensa muito não é pouco não é uma doideira e a gente está falando de desvios por isso a gente tem tantas questões para serem trabalhadas nos ambientes porque as relações não são humanas e aí falta às pessoas a possibilidade de alavancar em seu próprio crescimento seu próprio desenvolvimento e de todos aqueles que estão consigo preocupa quando a gente precariza porque a gente dá às pessoas a possibilidade da disputa selvagem sobre as migalhas enquanto outros estão ficando com todos os lucros daquilo que se produziu é possível fazer isso ao longo de muito tempo a gente não sabe por que é o desespero das pessoas que vai fazer com que a sociedade monte infelizmente então a gente só teve algumas construções quando atingimos o caos e tem situação que parece que se não chegar nesse estágio as pessoas não vão reagir e aí sim a sobrevivência fala mais forte porque tem alguns países que quando se fala de uma reforma vai todo mundo para a rua porque ela está sentindo que a sua vida está em jogo o risco é muito grande de morte quando as pessoas não tiverem esta situação enquanto elas tiverem alguma pila dourada que iluda a sua situação ela não vai achar que é com ela ela vai continuar alienada e nessa alienação a gente não vai entender o que está acontecendo e nem o processo a gente vai ficar que nem o sapo que fica cozinhando na panela né e morre porque ele se habituou até certo tempo com aquele fervor e depois não consegue mais ter força para levantar então o nosso problema com relação à questão trabalho é que além dele tem um valor muito forte chamado valor de vida né a dignidade das pessoas vida pelo trabalho é o trabalho que dignifica o homem está na constituição e isso é muito forte porque a vida dele que tem jogo então sem o seu trabalho dizia lá o poeta o homem não tem honra sem a sua honra se mata não dá pra ser feliz e é esse o ponto crucial ou seja é o trabalho mexe com a vida de todo mundo com estrutura de todo mundo e e volta de trabalho por determinado tempo coloca o numa condição de se entender e se vê incapaz não é só de talento desalento ele não tem mais força para procurar trabalho depois ele já acha que não presta pra nada esse é o problema mais sério que a gente vai enfrentar enquanto sociedade e é por isso que as doenças mentais devem avançar absurdamente no século 21 porque se o fator trabalho desencadear este processo nós vamos ter uma crise mundial uma epidemia mundial em que muita gente vai morrer e isso já está medido inclusive já se sabe ou já assistiu inclusive quantas pessoas precisam morrer isso é muito perverso aí nós estamos falando de perversidade de pessoas em tese bem intencionados olha que coisa então pra gente transformar a sociedade nós vamos precisar juntar todas as pessoas que se apresentam como sendo bem intencionados para que ela se manifeste e não para que elas façam uma construção coletiva daquilo que é necessário fazer então é preciso pegar as universidades é preciso pegar as igrejas vou pegar os clubes de serviço é preciso pegar as associações os sindicatos todo mundo pra fazer uma construção coletiva é possível não sabendo é o tópico não tenho dúvida porque é graças à utopia que a gente tenha onde se virar para poder criar forças suficientes pra permanecer lutando mas as possibilidades dessa costura só se darão se a gente abrir mão dos nossos interesses particulares para o bem comum porque a única forma de ter uma relação de respeito às diferenças aos potenciais as habilidades e as formas com que as pessoas podem produzir algumas não vou ter nenhum interesse em renda e tem muita gente que trabalha sem renda tem gente que não precisa e tem gente que não tem esse escopo tem muito missionário tem muito a sacerdote tem muitas freiras mas tem muita gente com muito dinheiro que também num não faz esse tipo de trabalho pra isso como tem gente que não tem nenhum acesso a mercado que continua trabalhando produzindo e também não está ganhando tem gente que vai buscar ganhar para a sua subsistência apenas e tão somente e tem gente que vai se satisfazer com muito pouco porque a vida não é só trabalho e ele vai querer viver não vai querer trabalhar ele vai escolher as horas de trabalho e essa geração que está vindo está fazendo isso está deixando atônitos as pessoas do mercado e tem aqueles que são gananciosos nunca vão se contentar com aquilo que tem e sempre vão buscar mais e mais e mais e mais e mais o tempo inteiro os mercados estimularam isso né e não a subsistência sobre aquilo que tem a estabilizar a situação vai depender de de fatores mas é preciso pactuar é preciso um pacto social para que isso consiga se desenvolver na minha visão o humilde visão inclusive de quem está numa ponta que vê a precarização o tempo inteiro que ver o embate o tempo inteiro entre capital e trabalho que ver as condições se tornando desumanas quando você coloca pessoa sob risco de morte para trabalhar quando você tendo um monte de gente na região para ser empregada vai trazer gente de fora para vir para cá porque porque daqui não vai se submeter a ter um alojamento daquela ordem daquele jeito naquela condição não vai trabalhar por aquele salário que está sendo oferecido e tem gente que se torna profissional dessa situação de ver tem gente de determinados estados ea gente discute isso muito na construção civil que todo ano vem pra cá e todo mundo fala está sendo explorado seu escravo uai seja fã se você já foi resgatado e foi libertado e voltou a fazer aqui entendendo você sabe que a condição é essa que se colocou de novo nisso então esse esse não é o explorado esse é aquele que se coloca nessa condição para ganhar mais e aí ele viu uma outra possibilidade de mercado de como alavancar mais ganho na precarização netão na tela de tudo pra tudo quanto é jeito tudo quanto agosto com relação à as características do trabalho que a gente está vendo é que a mobilização bicicleta moto boy sim é muita gente trabalhando sob a sua própria responsabilidade sem nenhum sistema de segurança o mercado está buscando que não ter empregado ea legislação já favorece isso não está empregado nenhum mais ele pode terceirizar tudo e se ele terceirizar pra pequenos empresários micro empreendedor individual ou qualquer coisa que o valha ele não está fazendo nada ilegal porém cada um com assumindo a própria responsabilidade sobre o trabalho que vai ser feito para alguém a sociedade no fim é que vai pagar a conta do que ela já paga essa conta se não tivesse risco perigo a gente não teria muito o que fazer mas o bebê por exemplo já está ficando difícil trabalhar à noite tem muita gente que já não trabalha mais e ele não pode recusar então ele fala que não encontrou vai pelo perímetro e não pára porque porque ele sabe que ele vai ser assaltado ou assassinado ev no começo do ano uma situação da própria uber em que ele estava fazendo um projeto piloto em que já não tinha mais o motorista então primeiro eles fizeram com que a população toda ficasse dependente do sistema e depois que todo mundo está dependente ele simplesmente colocam veículos dirigindo sozinho e aí todas as pessoas que estavam vinculadas a ele não tem mais nenhuma situação de continuar prestando esse serviço ficaram sem nada ou seja todo mundo na rua aí sim eles perceberam que a situação os atingir eu paro por aqui obrigado obrigado doutor bom pra gente agora rapidamente passar aqui pro o dare gostaria de ter mais tempo pra isso mas infelizmente o tempo nós é bastante curto então não dá pra fica a vontade de carlos é conforme ia falar do serra caiu ontem para são paulo uma reunião começa às 4 horas com certeza não vou chegar no horário também mas tem que partir pra lá agradeço a o convite e eu quero aproveitar esse último aqui só pra poder chegar fazer uma outra denúncia que esquece de fazer a questão de deus 1.050 trabalhadores contratados de fundo que não sendo demitido agora nesse momento só deixar registrado esse repúdio nosso e que é uma também um espelho da precarização do trabalho porque o argumento é que é ilegal a contratação de uma empresa pública e agora foi na solta o edital para terceirizados para as mesmas funções que que é operador de subestação olha o perigo que está sendo colocado então é uma cueca a questão é precarizar o trabalho mesmo então é mais um exemplo trazendo aqui obrigado gente bom gozar lugares que a vantagem boa tarde eu vou te fazer uma fala bastante breve porque eu tenho já são três e 23 no meu relógio aqui então vou começar agradecendo o convite dizendo que uma comissão de direitos humanos é muito central discutir a questão dos direitos trabalhistas porque no fundo no fundo o que está em debate não é que tempo temos vivendo transformações tão substantivas no trabalho e de fato estamos no evento não podemos ignorar que de fato as transformações são muito mais são muito substantivas estão reorganizando o trabalho no período contemporâneo e existe muito manifestações no sentido mas a questão de fundo que se coloca é como a de quase relações capital trabalho no contexto de mudança e o que está se discutindo é de sentido muito mais um regresso social do que uma coisa progressista é de não considerar que o centro de todo o movimento humano a pessoa e como não está assegurando que a pessoa é fundamental que na comissão de direitos humanos e temas seja pautado por que o qual é na minha opinião o centro da discussão da reforma e é muito parecido aqui que alguns outros lugares no mundo que ela está sendo realizada o centro da discussão da reforma é no sentido de ampliar a liberdade do empregador em estabelecer quais são as condições de contratação uso e remuneração da força de trabalho no sentido desconstruir uma série de direitos e proteções que na história da humanidade foram construídas e consolidadas especialmente após a segunda guerra mundial após a declaração universal dos dentes humanos de 48 do tratado filadélfia então aí toda a questão da reforma nesse sentido é é de tornar as pessoas a deixar as pessoas na posição mais vulnerável insegura a aceitar as condições de emprego existentes e as condições de emprego ou falando emprego porque o que trataram de empregos em contentar em fazer porque se fala hoje nós vivemos a questão de uma sociedade do trabalho do trabalho e emprego então sempre fazer uma distinção de fato entre emprego e salário mas nós continuamos tendo substantivamente maçã uma sociedade em que e por isso que o emprego como a condição é em que as pessoas estão trabalhando pra outro e essas outras que encontrar essas pessoas se apropriar de parte da riqueza gerada por elas a peça pega por exemplo o processo das plataformas digitais da organização tudo bem é um lobo ritmo que organiza a atividade econômica mas por trás tem uma pessoa física que a perita apropria de 25% da riqueza produzida por esse trabalhador motorista andré por exemplo da uber 25 por cento vai para essa pessoa e não é sem razão que esta chamada pessoa jurídica a sua o seu valor no mercado acionário explodiu nos últimos anos era algo absolutamente insignificante hoje mas nas empresas que mais se valorizou em termos acionário do seu valor de mercado porque porque ela conseguiu organizar uma forma de mobilizar um conjunto de trabalhadores em que estava entrosado com seu entro com os seus instrumentos trabalho carro mas o aplicativo mas eles são regidos por regras fortemente rígidas nesses de quem organiza essa atividade e não só são regidos por regras de quem termina como eu trabalho dessa deve ser exato como que apropriação do resultado desse trabalho também é feito pra entender é é é feito por quem controla exatamente essa plataforma digital ah então nós temos que olhar no sentido o seguinte se nós olharmos o mercado trabalho hoje e os reflexos da reforma nós vamos perceber o seguinte os trabalhadores estão numa condição mais vulnerável estou numa condição mais insegura e vou explorar muito isso nós acabamos de publicar o livro que chama-se reforma trabalhista no brasil promessas realidades que procura discutir exatamente quais são os reflexos que o tema da mesa hoje da reforma trabalhista brasileira tá e para um balanço do ano e meio da reforma aprovada ou implementado mas aprovada em 2017 julho e implementar em novembro em 2017 no ano e meio da da aplicação da reforma alguns resultados preliminares nós podemos indicar sobre o que está acontecendo num trabalho obviamente que tudo que é uma coisa muito trabalho não pode ser atribuída à reforma até porque na discussão da tramitação da reforma nós fizemos você chama a atenção o seguinte achar que a mudança da legislação vai ser impulsionador da nova realidade a cada trabalho é uma é não é alguma promessa que pode ser realizada porque o mercado trabalho que emprego que se crie a quantidade de emprego tipo de ocupação e renumeração ela é ela é influenciada por inúmeros fatores muito mais complexo do que simplesmente a legislação depende muito do modelo de desenvolvimento depende muito das opções de políticas sociais você está um exemplo bem clássico histórico nós temos hoje estou falando vivendo a revolução 4.0 é com grandes mudanças no padrão tecnológico a segunda revolução industrial também foi na época foi uma revolução sem precedentes na capacidade de ampliação de produção é é assim depois da segunda revolução industrial parecia que o mundo ia para a bela época mas não foi pra ela época nós vemos duas credo greves mundiais duas guerras mundiais vivemos um período de crise econômica muito forte nos anos 20 inclusive com o desemprego chegando alguns países como a alemanha a 40% estados chegando próximo de 30 por cento a taxa de emprego no começo dos anos 30 a partir da crise de 29 ou seja vivemos num mundo de bastante turbulência e o que aconteceu do ponto de vista é não só aconteceu uma melhora no mercado de trabalho depois de um certo pacto feito às nações a partir do beto diz dando uma certa autonomia aos estados nacionais para desenvolver políticas e próprias de desenvolvimento e prestação de serviços sociais o emprego só foi retomado ea taxa de emprego diminuiu significativamente a partir do momento que a sociedade decidiu que parte daquele ganhos de produtividade obtidos pela revolução industrial fosse destinado para estruturação serviços de saúde e educação e aí sim se empregou muita gente com saúde educação emprego muita gente né porque ainda mesmo que você tenha avançado do ponto de vista tecnológico ainda hoje são setores que demandam ainda muita força trabalho o emprego não foi desenvolvido na dinâmica do mercado nem nos na campanha ação da capacidade de produção nem claro que ajudou na incorporação dos trabalhadores aquele padrão de consumo que eles tiveram acesso a patinada os efeitos da segunda revolução industrial mas emprego e se tornou tornou uma realidade nos diz marginalizada por conjunto população ou seja o quase pleno emprego só se viabilizou quando se estendeu de fato serviços de saúde educação está hoje o que coloca a questão da reforma a reforma foi feita prometendo seguinte à z se fizer reformas nós vamos ter uma retomada dos empregos do emprego vai cair uma queda desemprego vai ter uma formalização vai ter uma modernização vai gerar mais segurança jurídica no país porque a nossa conclusão do estudo mostra aqui primeiro a reforma não foi capaz de impulsionar o mercado de trabalho ainda o índice de criação de emprego pós reforma continua no mesmo na mesma situação que nós o país vivia a partir da crise 2015 ou seja o desemprego extremamente elevado em função do tempo não vou conseguir citar muitos dados mas vou lembrar um só que eu acho que é o que reflete melhor o que é a situação do mercado de trabalho brasileiro hoje em torno de 28 milhões de brasileiras e brasileiros vivem estão na condição de sub utilizados ou seja estão não estão desempregados estão trabalhando em bico gostaria de trabalhar mas não consegue ou estão desalentadas querem trabalhar mas já não estão procurando emprego ou estão numa condição que não consegue esse momento trabalhar por uma série de fatores pessoais né o sociais a hora que está residindo tá então seja 28 milhões de pessoas gostariam de ter um emprego melhor e hoje não tem uma situação brasileira à taxa de desemprego se somarmos a taxa de emprego aberto quando o talento depois da reforma não houve nenhuma inflexão nos indicadores é verdade e o que se explica não é pela reforma não é pela dinâmica econômica não conseguiu retomar a e porque o fator fundamental da criação de postos trabalho depende da economia não só do crescimento mais do que do tipo de ocupação que seja era e esse tem de novo exemplo anterior quando se investe nas questões sociais isso tem um potencial maior gerador de emprego do que simplesmente dinamizar a economia minha aluna vez um da tese doutorado comparando a situação da colômbia do brasil do período 2004 2003 12 ela fez o pegou os dados e mostrou o seguinte a colômbia cresceu mais a economia que o brasil mas isso não reverteu é tão favoravelmente por exemplo nos indicadores do mercado de trabalho a taxa de emprego caiu muito menos a taxa de formalização foi muito menor do que a nossa aquele período os efeitos sociais sobre as políticas geradas são menores porque porque a economia colombiana cresceu em cima da mineirinha acima do petróleo seja de commodities e não isso não serviu para dinamizar o mercado interno como foi o caso do brasileiro e foi adiada a namisa ação do mercado interno que provocou uma situação em que o emprego subiu substantivamente do período anterior tá então a primeira coisa só a promessa do meirelles de que com a reforma 6 milhões e pós trabalho ser criados não se viabilizou assim como vamos ser claros a idéia do do atual presidente brasileiro de que pra gente ter emprego precisa ter minha diretriz é uma tese que não têm comprovação empírica no máximo que ele pode sim empiricamente falando brasília experiência brasileira internacional é de que máscaras pode ser simples a se dividir trabalhos com mais gente jogando muito na gente na precariedade no máximo que pode dizer isso decidi vir porque você não cria após trabalho aos novos porque isso depende de muitos fatores na economia no máximo você diz a act pode afetar a taxa de emprego porque você divide trabalhos e mais pessoas claro que mais pessoas vivendo precariamente tá então essa é a primeira questão a você pega os dados da pnad e fez referência a hamas vocês pegaram dados do caged da rais mostrou-nos treinar criou emprego formal é verdade que algum tipo de emprego formal esse período mas que tipo de emprego formal foi criado o primeiro sabe o que formalizou pra valer motoristas de caminhão um dado nossa porque o motorista de caminhão formalizou por causa da greve dos caminhoneiros porque a greve cabaninhas foi tão importante porque ela estabeleceu um piso mínimo de remuneração a partir da tabela de fretes instituídas e conquistado pela gref estabelecer um piso salarial a partir do momento que estabelecer um piso de remuneração ficou vantajoso contratar aos trabalhadores do fã por carteira trabalho assalariado então cai os autônomos e só deus empregados é exatamente por causa de uma intervenção pública sobre um setor que estava totalmente precário exato e mobilizou e fez um processo estão gerou contrário ou seja né não é a reforma foi exatamente uma atitude anti lógica da reforma que formalizou em segundo lugar formalizou porque cresceu a terceirização a terceirização também é o que que a terceirização é uma estratégia de gestão das empresas em que ela contrata outra mas em que ela tem controle sobre o processo todo ela está subordinada à lógica da empresa principal então nesse sentido o terceirizado às vezes quando ele é um pj individual mas ele está subordinado a uma lógica da subordinação continua resistente o ele é uma empresa que contrata uma empresa contrata outros empregados ele está então na relação de assalariamento direta o assalariamento achamos disfarçar porque a relação de subordinação continua muito presente então é e criou muito emprego também na área de saúde por inclusive contratação do estado né emprego nesse período mais recente aqui tirando os dados a 15 de setembro que eu nunca consegui analisar entre a então é e outro tipo de ocupação anterior depois o que nossos resultados mostram cresceu fortemente trabalhados plataforma digital mais de 500 mil novos postos de trabalho nos últimos anos foram criados aqui esses trabalhadores principalmente os motoristas que é o processo de urbanização cresceu o vendedor a domicílio cresceu o cozinheiro que seja as pessoas muito fazendo comida cresceu quem faz é é de editorias what's a nato para vender cresceu também o número 35 passagens muito fortemente no espírito que são ocupações precárias estratégia de sobrevivência nesse período é isso que cresceu fortemente ou seja não que não crescer algumas ocupações vão ficar em terceiro mas o que a gente assiste pós-reforma após mudanças que nós temos vento na organização do próximo processo trabalho uma crescente polarização do mercado trabalho quando um pipoco ocupações bastante qualificadas e uma massa de ocupações pouco qualificadas né só se nós pegarmos por exemplo vendedores continuam crescendo telemarketing que é um emprego continuou quer continuar crescendo obviamente que o emprego vai ser eliminado porque isso vai ser substituído pelas máquinas com inteligência artificial é daqui pra frente cresceu os trabalhadores em fast food ou seja fazendo comida que mais gente se alimenta fora e parte do processo de fazer comida é um processo absolutamente taylor está sem exige muita qualificação e um estudo estados unidos que impressiona muito senna hoje tem um problema que as pessoas não são qualificados para os postos trabalhos que estão sendo oferecidos cursos é muito comum mas hoje nos estados unidos uma das questões que chama atenção é o seguinte as pessoas com maior qualificação dos precisando se ocupar em atividades que exigem baixíssima escolaridade para ser exercida isso eu mesmo o aluno está fazendo entrevistas eu estava no úbere encontrou quem o engenheiro formado unicamp falando três línguas tinha trabalhado em empresas multinacionais tinha vivido fora do país acabou ficando desempregado nesse contexto não conseguiu e conseguiu encontrar empregos oferecendo pra ele mil e 500 reais por mês depois da qualificação aí o que foi a estratégia dele foi por aí poder mas não que ele está contente no faltou aqui porque não consigo me colocar de novo não é uma forma digna daquilo que estou fazendo o que eu estava fazendo historicamente é é o tempo aqui está correndo que o seguinte tudo se chama a atenção de mais um dos aspectos segundo aspecto não formalizou os contratos até que a gente esperava como rebaixou patamar do que é considerado legal formal poderia ser formalizado mas estudos mostram que não houve um processo de formalização hoje praticamente 40 milhões de brasileiros e brasileiras estão trabalhando na ilegalidade ou seja sem registro em carteira autônomo sem cnpj empregador sem registro na então são 40 milhões de pessoas que estão nessa condição de ilegalidade a sex aí os novos contratos oferecidos não tem efetividade até o momento o contrato intermitente e um pouco pegou até um pouco mais até agora aqui é o total dos trabalhadores empregados com carteira ea intermitente gostar de empregados com carteira no total de empregados caráter intermitente significa 0 5% 6 por cento a cresceu 3 em verdade pode pegar podem porque é uma situação de uma primeira é precariedade da então o que é toda a lógica própria dizendo o seguinte ao mesmo tempo que se desenvolveu as capacidades produtivas têm ganhos tecnológicos que foram fantásticos oportunidade você joga os trabalhadores uma condição mais inseguro e vulnerável de precisar de ver do acaso é de se submeter às condições que nem sempre são dignificantes está então a reforma nesse sentido é esse é o terceiro ponto que chama a atenção a desculpa só não formalizou também porque se frágeis instituições públicas é mais barato contratar sem carteira de contrato intermitente é mais barato contratar sem taxa da carteira do que contratar terceirizados nem todos querem é verdade mas a lógica da concorrência no partir do momento que se libera tudo a gente costuma dizer assim o supermercado que não abre nos domingos o domingo e se tornou o terceiro dia de uma renda ele vai perder comparativamente concorrência mesmo querendo não em relação aos outros então vai ter que abrir domingo pela lógica do mercado da regra é de sentido que vai gerando toda uma bola de neve de crescente precarização do trabalho ea reforma exatamente está nesse sentido de jogar esse trabalho nessa condição de maior vulnerabilidade tá e aí o que né é outro aspecto que chama a atenção a teresina a ea questão então assim a partir do momento para você ter essa lógica na verdade você tem fragilizar as instituições públicas você tem que fragiliza os sindicatos você tem que ter o desgaste de trabalho tem que fazê-la ministério público trabalho que são instituições que exatamente procura colocar limites na forma como o trabalho é utilizado dentro do mercado dizendo à pessoa humana tem que ser preservada que adie todo princípio fundante do direito trabalho é preso a nação da dignidade da vida da pessoa humana ela não pode ser considerado a mercadoria a reforma vai dizer não vamos fortalecer a lógica da mercadoria ização você é um produto que tem que ser vender no mercado qualquer outro obviamente alguns andam bem nessa lógica mas a grande maioria vai se dar muito mal o vovô tais pra frente na minha conclusão só um outro aspecto então um pouco nossos estudos que mostram o seguinte se a reforma não gerou emprego esperar ato não formalizou da forma como era esperado os novos contratos tiveram pouco impacto com exceção da terceirização que cresceu fortemente e continua crescendo e que a terceirização em geral é uma condição mais precária do que contratar diretamente se toda se isso está acontecendo aqui a trabalho o outro aspecto acontecendo é os as pessoas estão também mais vulneráveis no próprio trabalho existentes é e elas estão mais vulnerável pelas próprias formas como essa relação vai ser tanto vou pegar dois exemplos para ilustrar essa questão três exemplos para ilustrar as primeiro exemplo que está acontecendo com a remuneração do trabalho né é uma parte importante e vai se tornando mais variáveis vinculados a metas e outra parte vai se tornando mais pagando em benefícios bens de serviço é o assalariamento de da sala direto hoje é responsável por 30 e 70 por cento da remuneração anual em média os trabalhadores dos setores mais estruturais da economia está se tornando os 70% ao você transformar uma parte da verba remuneração variável em perfis você afeta negativamente as fontes de financiamento da seguridade do modelo que nós temos hoje né e ou seja é previdência vai recolher - é diretamente em função dessas mudanças na forma de remuneração não falam nem das formas de contratação já então a remuneração vai estando mais estável é e aí a remuneração a renumeração ela oscila também de acordo com o mercato fortemente e obviamente as pessoas vão diminuindo a renda tem que consumir menos e é isso que está acontecendo é o segundo exemplo jornada de trabalho o que a reforma possa de forma que a gente está identificando uma polarização da jornada entre as pessoas que ganham mais desculpa que trabalham mais horas mais de 48 horas por semana acrescento e está crescendo as pessoas trabalhar 14 horas por semana os dois pólos quem trabalha mais isso é uma tendência que vinha caindo desde os anos 2000 e bronze de 15 anos seguidos o mais 20 anos desde o final dos anos 90 ao voltar de uma queda da jornada na média anual agora o que tem uma certa estabilidade porque cresce as pessoas que trabalham mais de 40 horas e 48 horas por semana e cresce por duas razões fundamentais por um lado os que têm estão na estratégia de sobrevivência então ó ganho - tem que trabalhar mais horas para poder suprir isso por exemplo motoristas de aplicativos a jornada média no estudo feito com ciclistas são paulo é de nove horas e 36 minutos mas sim ou seja 62 terço desses trabalhadores trabalho mais do que a jornada legal netão trabalhando mais horas oder quantos que sobrevive só dúvida a grande maioria trabalha mais do que as oito horas regulamentares das 44 horas semanais como exigido tá o fim de dor o que é é o que faz comida que faz qualquer coisa e por outro lado quem está empregado o que está uma ocupação pouco mais qualificada duvido que ele consiga trabalhar só as 44 horas semanais a exigência sobre ele é tão intensa nos resultados de que ele vai precisar levar trabalho para casa ele vai ampliar sua jornada de trabalho também e essa exigência em torno de metas resultados numa sociedade da concorrência das ocupações oferecidas são muito menores do que os ofertantes essa pressão joga o nível de stress muito forte sobre a sociedade o nível de angústia sob forte as doenças do trabalho carlos fez referência do século 21 que exatamente são o estresse angústia ansiedade todas as doenças elas têm relação direta na minha avaliação com esse ambiente de pressão para as pessoas ter resultados deles e mostrar competitivo de se mostrar eficiente e ninguém todo mundo sabe ninguém de nós é eficiente competitivo em todos os momentos da vida porque a nossa vida não é linear é ela é em nossa vida não é linear obviamente por isso que alguns setores as pessoas com pouco mais de idade vão sendo descartadas as pessoas mais jovens vão assumindo a tecla tem mais energia criatividade e depois também vão ser descartadas isso então o que estou dizendo nesse sentido a jornada que é uma forma de você dizer ó tem limite na forma como a sociedade coloca para ter você ter sensibilidade é tão tem limite no jornada de trabalho e essas questões estão sendo rompida com a reforma a nobill a jornada para mais de 44 horas semana anterior mas possibilitou por exemplo que as pessoas que a empresa possa utilizar as pessoas por 12 horas consecutivamente no dia novamente que isso diz organiza e tem efeitos muito fortes sobre a saúde ea jornada é de um susto um dos temas que mais está pegando pós-reforma a mudança no padrão da jornada de trabalho mas aqui não dá para aprofundar em muitos aspectos diferentes sobre isso para mostrar por último ano e aí pra concluir que eu já tô mais falei mais do que eu queria falar em 20 minutos aqui é por último então o que estou querendo chamar a atenção aqui não é com o pesquisador eu não tenho visto nenhum efeito sustentável positivo da reforma infelizmente precisa modernizar a legislação precisa mas qual é o critério para modernizar dado que o mundo caminha e aí diferentemente dos outros processos históricos houve um caminhar no sentido da civilidade eu acho no ponto de vista da relação capital trabalho com todas as revoluções tecnológicas que ocorrerão nos períodos anteriores nós estamos assistindo uma nova fase da revolução tecnológica em que ele disse 'você avançar possibilidade está avançada tendo uma regressão social na minha opinião está tendo uma regressão social porque a lógica que está que as pessoas estão submetidas é de que elas são indivíduos que concorrem no mercado e cada um tem que ter o seu projeto tem que ser o seu empreendedor tem que ter a sua empregabilidade mas essa responsabilidade jogada por um indivíduo se vai criando uma situação de concorrência em que essas bases habilidades vão se rompendo e para você jogar as pessoas nessa condição de aceitar essa regra você tem que dar a elas mais vulneráveis é insegura porque eu não aceito por um tempo não aceita porque hoje o que ele tem insistido não sei se vocês estão acompanhando uma semana no chile que ela chamou o país mais estabilizado ponto de vista democrático na américa latina rebeliões sociais e no nível de violência em que ninguém de nós conseguiu imaginar né próximo do ponto de vista da análise equador passou o processo recente líbano porque mexeu com imposto a desate manifestações sociais muito forte na europa durante os primeiros anos da segunda década do século 21 que são sinais muito evidentes de descontentamento e há sinais de descontentamento pode se agudizar porque uma das coisas que você fez também infelizmente aqui foi que você rompeu a gestualidade de mediação desses conflitos se fragilizou está buscando fragilizar as instituições ou seja para ter democracia tem que ter contraponto e aqui no mundo do trabalho padrão pra ser preciso ter sindicatos os sindicatos foram profundamente atacados é verdade que indicasse passa por crise a minha tese que o sindicato precisa inclusive se reinventar para enfrentar esse novo contexto do mercado trabalho mas é verdade também que o sindicato foi uma instituição extremamente a takata você não tem instituições em contraposição você não vai ter democracia a pleno vigor tá assim como fragilizar as instituições como a justiça do trabalho ministério público coloca algum contraponto essa lógica é você permitir a lógica da organização pura e simplesmente do mercado no mercado a pessoa humana é mercadoria e com mercadoria ela é também está sujeito a esses é é esse processo de troca já em que a sua dignidade é secundário exata tá então nesse sentido nossos resultados empíricos mostram aqui os efeitos muito mais negativos do que positivos da reforma nem a promessa de que você fazendo isso daria um nível de competitividade que você reduziria custos para poder gerar emprego nem isso está sendo viabilizado porque porque é é porque o crescimento econômico depende de muitos fatores nação país de dimensão continental em que a dinâmica economia é fortemente dada pelo mercado interno e você bateu curso para tentar competir internacionalmente você precisaria reduzir muito substantivamente mas num país que só tem 13 por cento da sua economia vinculado ao setor exportador é é então isso do ponto de vista esse custo que baixa para ganhar competitividade internacional não parentes num contexto em que a sede na clara desglobalização nesse um país desse tipo é uma competitividade que não vai dar um salto do ponto de vista da economia porque a demanda interna que depende um pouco nossa economia é afetada negativamente pela reforma e uma das razões porque a gente não consegue sair dessa crise de 2015 é porque o nosso mercado trabalhos desestruturou muito fortemente você pegar todos pecadores depois de 2015 a mesma situação é que o trabalho é muito expressiva e mercado trabalho é dinheiro é poder de compra é é geração de consumidores geração portanto emprego e renda tá nesse caso acontece por isso que a gente fala que é uma estratégia uma competitividade espúria que não vai ajudar a construir um país mais civilizado e decente por isso acho a aceitar agora novas rodadas de reforma em nome desse mesmo princípio é jogar contra o futuro nós e contra o futuro da humanidade é porque santa eu acho que a gente precisa é construir as bases do país mais civilizado o país mais civilizado exige a existência instituições legislações de proteção dos trabalhadores as pessoas mais frágeis da sociedade obrigado para isso pra poder ligar professor eu passarei tão rapidamente que provocou lhe faz suas considerações ficavam da professora a gente agradece e aproveitar aproveitar a oportunidade de dizer que nós queremos continuar essa conversa porque acho que tem vários elementos com certeza que precisam ser trazidos em termos de gráficos e números para que a gente possa aprofundar mas nós vamos ter oportunidade e com certeza esse livro aqui tem várias dados é uma rede que a gente tem que chamar uma rede de estudos e monitoramento interdisciplinar da reforma trabalhista que várias coisas aqui não não dessa forma tão direta não falei mas estão aqui presente nascer nesse livro que vou deixar aqui um exemplar isso agradecemos e vamos com certeza a passar aqui propôs às pessoas que nos prestigiaram aqui uma dica vantagens a bolinha à tarde a todos ea todas né acho que vou ter poucas coisas que falar já foi bem comentada já a questão é a da nova lei que está aí aposta infelizmente não para beneficiar o trabalhador em resende vila na paulista né pessoal lá da sindicato patronal da fiesp trabalhado é nós vamos pagar o pato isso sem falar no chamado ano esse papo vai ser muito gordo pra eles e morto para nós porque te falar eu já falava isso porque eles enriquecer cada vez mais das costas do trabalhador queria e que taípo do imposto nas costas nossa porque a questão das terceirizações as questões de trabalho gente olha não estou vivendo um país de calamidade pública porque nós não temos emprego salários e precarização ao médico ou índia colocou a questão trabalhista da construção civil a nossa categoria também é umas delas que é bem precarizado portanto não só as empresas por também nas instituições federais estaduais e municipais por que que a gente fala que a gente tem visto muitas cidades que têm são as obras que estão sendo construída por saúde da escola estradas assim mais trabalhou tão sem noção precarizado estão trabalhando no entanto adão pedro mesmo trabalho pega 7 horas da manhã quando é 9 e 10 horas não estão trabalhando ainda com isso é porque tem que fazer isso é poder ganhar um pouco mais ter um pouquinho mais de salário não sobreviver da honda um pouco do alimento dos filhos na família e está a saúde dele está em jogo porque ele não come direito não dorme direito é isso trabalha é de que o tempo dele fica exposto e não é só de semana a itália trabalho trabalho até sábado domingo feriado direto então isso acaba que a banda que a pessoa é a saúde dele né vai de 3 anos aí quando chega no momento em que ele já não tem mais condições de trabalhar em jogada na rua manda embora tchau e bença querem saber se o seu suor deixou louco pra mim infelizmente essa lei veio para trazer e isso foi só acabar realmente com a situação dos trabalhadores e hoje dá las isto é história passada e foi em paulínia lá está tendo uma construção de uma igreja evangélica com 18 trabalhou sem registro todos sem registro até o encarregado aí eu coloquei para eles mas com essa gente tinha três que o pai do menino um barraquinho dentro da obra feita de pedaços de pau na cama então você vê que está sempre estão chegando também votando outra vez aí eu falei com o engenheiro eles que ia contratar pediu 10 dia poder fazer todos os trâmites de contratação a imagem dele social o que vai fazer agora com data retroativa não é complicado quando foi nesta sexta feira agora que deus dez dias em les falando que o trabalhador todos eles queria ser esse bendito maldito e nem saber de salvador se é verdade isso eu fui lá ontem cedo o engenheiro que projetou sobre isso então saber com que a mala já a truta que eles usa tava pra jogar sem treinador para aceitar essas leis né enganando o trabalhador mais uma vez só que infelizmente já vi trabalhador servente ps a 7 reais por dia na diária só que sem o café da manhã é a refeição que está no nosso acordo e não o time sai para o transporte sem café da tarde eu perdi não vai ter de as ter sido muito empenhados até nada na vida não sabia que essa lei é essa proposta essa reforma vai poder trabalhar e ser trabalhador os empresários também estão enrolando levando e meter a mão no bolso e só com o dinheiro acho que nós tem que tomar muito cuidado acho que em todo o setor está se não só da construção civil ea gente tá vendo a precariedade cada vez mais até da indústria o trabalhador então se jogando ganhando a merreca sabe aquele gostar eu tô trabalhando né a família dele a mulher esposa esposa que seja a minha marina trabalhadora trabalhando ela não tem perdão de serviço ainda mais e o bope está levando adequada quadro está perdendo a vida aos pouco trabalhou em lugares sem segurança total né lá de paulínia nós lá qual foi no dia que foi preto que podiam ir lá da obra poder vê-la da obra da prefeitura não tinha nenhum trabalhador na o gato tratou o gato um piolho embora assumiu que eu tive que fazer não tem ninguém trabalha mais em terceiro com que a malandragem é tão grande quando falou no nome né a malandragem porque gente já está vivendo esse país hoje outros trabalhadores a nível geral todas categoria todos os setores ou vai pra rua vai à luta é cada vez pior nesse dia também a mulher foi campeão pan am clube uma mulher pagando r$1800 carro alugado por que nós ou serviço sei que a situação ver se ela tirar vai dar o que falar é de 60 reais por dia na bilhões reais o que ela vai receber quem é mais uma prova do ano no final do mês isso ela não pega no brasil ocorrido nenhuma tem pagar pagar aluguel do carro mesmo fama então acho que essas coisas crê que esses da pm e esse outro agora está falando da mãe de bonzinho mandou só que eu vejo o seguinte hoje assim só que daqui dez anos se continuar dessa forma ele não tem dinheiro nem pra poder correr atrás de um piolho na rua também porque ninguém tem dinheiro paga nem se é assim vai pagar mais nada quem vai deixar de comprar um quilo de arroz poder pagar o excesso ninguém vai encontrando difícil vamos prolongar mais porque foi colocado por colocar aqui mais não é só nosso setor não seria se os professores não é nossa mudança da lei também dá às crianças os pais têm que dar uma pena em casa o que está acontecendo meu filho já trabalhando nossa num no oba serviço que leva pra casa pra que o serviço em casa vendo eles deram equipamento era o computador da nato mas só que a mão de obra dele não está sendo paga então acho que essas coisas é isso eu falei várias vezes para os meus filhos olha a coisa vai ficar desculpa gente fala skoda vai ficar de for feia cada vez mais e tá aí a pessoa trabalha dizendo estar trabalhando mas trabalha de graça só pra dizer o cara falou sobre o trabalho de cinco homens mas também excelente desde criança meu pai falava isso trabalho de comer falar pai mata também vai ficar bravo não falar isso pra ele e manhã a realidade né então acho que as coisas a gente tem que prestar atenção olhar no futuro além da do passado em brigar para que no futuro seja do mau tempo no passado é que contra vocês obrigado paulinho horas natal com a dificuldade é muito grande o plenário agora vai ser ocupado pela comissão de política urbana e agora a partir das 16 horas a gente tinha preparado um pouco para que a gente pudesse ouvir vocês também tirarem do fazer pergunta nós queremos é é escutar mas também ferida a gente tem a oportunidade de dar continuidade nessa conversa nós nos reunimos mensalmente a comissão de direitos humanos eu acho que essa discussão está extremamente ligado mas ela também não é um consenso na sociedade a há várias opiniões inclusive nós convidamos aqui é outras pessoas outras entidades que defende que tem outros argumentos em relação à defesa dessa mudança que pra nós da comissão direitos humano e nem reforma é acabar com as com as leis trabalhistas acabar com a clt que foi isso que na prática foi feito mas há outras opiniões a outra formulação que nós precisamos continuar aprofundando esse debate o que nós da comissão de direito humanos queremos é garantir é que esse subproduto não possa é continuar trazendo miséria e aprofundamento nas pessoas nós queremos e até tá valendo uma um texto do do papa francisco que fala que uma outra economia silvio então nós queremos ouvir todas as possibilidades e as partes que possibilite é que o trabalho com o paulinho disse ele fez um trabalho que é precarizar ou e além de precarizar tire a vida das pessoas que é isso que nós estamos preocupado e também com o aumento da miserabilidade é nas ruas nós queremos comprometer de dar continuidade a esse debate o peço desculpa a todos ea todas aqui dentro não podemos fazer debate em função do horário mas eu agradeço aqui a presença dos carlos aqui representando o ministério do trabalho aqui em geral campinas e com certeza nós vamos continuar pedindo um apoio para que a gente possa continuar aprofundando a discussão foi muito importante essa contribuição os os dados conceito trazido aqui da mesma forma que nos é da unicamp e do dos sindicatos então agradeço aí a presença de todos eu queria a idéia é deixar a possibilidade possibilidade de deixar a 1 um exemplar ada desse material que a unicamp deste coletor daria nos deixou aqui para as pessoas que quiserem conhecer a contribuição do professor para que a gente possa se preparar pra uma nova rodada de debate ok então da tarde a todos e todas e obrigado pela presença [Música] a tv câmara campinas