TV Câmara Campinas
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Campinas
REUNIÃO AUDIOVISUAL COMISSÃO CULTURA
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REUNIÃO AUDIOVISUAL COMISSÃO CULTURA

23 views Publicado 04/07/2023 HD · 1:19:41

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[Música] TV Câmara Campinas bem então boa tarde a todos né E todas nós vamos iniciar aqui essa essa reunião nós estamos aqui com o presidente da Comissão de Cultura Vereador Igor Diego que me solicitou aqui por conta da afinidade aí com o pessoal proximidade com o pessoal da câmara temática do audiovisual e de ter acolhido a demanda né que eu presidi esse aqui tocasse essa essa reunião então quero agradecer já e registrar a presença dos céus Palermo que é do Conselho Municipal de políticas culturais da Câmara das Artes do Rodrigo Dias e da Rebeca Ribeiro Gomes eu comiteiro implantação da Lei Paulo Gustavo do Lucas Vegas da câmara temática do audiovisual do Danilo dias de Freitas coordenador da câmara temática do audiovisual e do Diego Ruiz de Aquino que já está a mesa coordenador da câmara temática do audiovisual e nós procuramos agilizar e não necessariamente estando numa numa reunião ordinária da comissão de Cultura até por conta da emergência do tema da necessidade de nós nos organizarmos rapidamente e eventualmente Se tivermos tomar alguma iniciativa própria aqui é que nós possamos fazer isso agora o próprio presidente da licença de passar presente a informação falou da possibilidade de numa próxima reunião ordinária da comissão com transmissão ao vivo enfim né com diálogo com a cidade vocês poderem estar também né junto com a com a secretária enfim de Cultura de dialogando sobre o tema Mas então passo aqui então a palavra presente para que você possa fazer essa sua saudação aí Boa tarde a todos muito obrigado vereador Paulo buffo é um vereador muito engajado né nesse assunto então a gente que tá no nosso primeiro mandato tenha humildade sempre de aprender de ouvir e quando me solicitou o vereador que tá preocupado junto com vocês sobre esse tema eu só fiz um pedido para ele que o Senhor Toque Então esse assunto que eu não estou muito bem pautado não conheço muito bem tô aqui para aprender ver como posso usar o meu mandato para auxiliar Tá bom então a gente não precisa ser especialista mas a gente tá à disposição nosso mandato de vocês e o que o vereador Paulo muito bem representa preocupado trouxer para gente a gente colocará à disposição da comissão Vereador já foi presidente da Comissão por algumas vezes né E tá tentando me ensinar um pouquinho aqui então muito obrigado boa tarde estou à disposição Paulo Búfalo hoje Preside essa comissão obrigado bem Lembrando aqui que a vereadora Paula Miguel o vereador marrom Cunha e o ator Alejandro que são membros titulares foram comunicados essa reunião os materiais que foram entregues aqui chegarão a eles tá nós estamos gravando também essa essa reunião lembrar aqui que numa conversa que nós fazíamos a pouco aqui com essa No que diz respeito Essa territorialidade de recursos enfim aqui a câmara municipal ainda não no ano passado nós ou no ano retrasado nós votamos um dispositivo que ampliou um pouco essa extensão do fique né ainda mas com aquela demanda que surgiu naquele momento inclusive né de nós pensarmos como realizar uma mudança mais consistente no fique né tornando isso se alimentando isso mesmo que a gente pensou né mas é um outro tema Hoje a gente vai aqui ouvir a câmera temática Então já passo a palavra o Diego aí para que ele possa fazer a sua intervenção Boa tarde a todos primeiro gostaria de agradecer ao presidente da Comissão de Cultura Vereador Igor Diego ao sempre apoiador das nossas causas vereador Paulo Buffalo aos presentes representantes do Conselho Municipal de Cultura da câmara temática do audiovisual também do comitê da Lei Paulo Gustavo que foi instituído agora na Secretaria de Cultura de Campinas Secretaria de Cultura e turismo realmente aqui a gente vai falar um pouquinho de audiovisual mas realmente vamos tratar de temas que são relevantes para o setor cultural como um todo ali Paulo Gustavo que é o nosso objetivo aqui é algo que com certeza é uma lei que tem um caráter primeiramente emergencial mas ela também no próprio dispositivo da Lei se coloca como uma lei que deve ser encarada como uma lei estruturante do setor cultural e até em função da maneira como ela foi constituída na base dos seus recursos a maior parte desse recurso são destinados a ao audiovisual em função desse recursos serem provenientes do fundo setorial do audiovisual em sua maioria e por conta disso a maior parte desse recurso também vão ser destinados no final porém né como a gente sabe que o assunto audiovisual é um assunto cheio de especificidades por si só mas também até em função da gente estar se conhecendo agora aqui a gente vai fazer uma breve introdução só uma contextualização da própria Câmara temática da atuação do setor audiovisual de Campinas e como que a gente chegou até aqui né para que todo mundo esteja na mesma página e a gente possa avançar efetivamente para as questões da Lei então eu tô projetando aqui nessa apresentação e a gente vai ver um pouquinho disso tudo então Começando aqui com breve contexto a câmera temática do audiovisual foi constituída em 2005 né lá no contexto do primeiro fórum de cultura da cidade foi ali que ela se formou a princípio tinha essa vinculação conforme quando for satisfeito ela permaneceu ativa né com momentos aí de mais ou menos atividades e quando teve vários períodos aí a gente já fala um pouquinho disso mas a partir de 2017 quando as reivindicações em torno do fique voltaram à tona né a ctav a câmera temática é evoluiu nas suas participações mudou sua forma de organização e ficou realmente muito mais ativa né atraindo mais membros sempre com qual propósito né de ser esse espaço ser um coletivo que permite um espaço de diálogo para o setor alvo visual mas também já sempre pensando em ações de preservação desse legado da memória do áudio visual de Campinas né e a gente volta a falar disso já daqui a pouco e uma vez que esse espaço de diálogo ela também se coloca como um espaço propício para proposição de políticas públicas uma vez que o audiovisual tem suas especificidades e esses profissionais podem no diálogo com o poder público levar essas demandas desses agentes para poder público para pensar em políticas públicas para o audiovisual Então aqui estão os três momentos como a gente divide um pouquinho né Desde 2005 uma segunda fase em 2017 com essa retomada no contexto desse novo conselho de Cultura né do estabelecimento quando Campinas adota aí o Sistema Nacional de Cultura e ter uma pontuação importante que a nesse momento dessa segunda fase a câmara temática começa a realizar um evento que é a semana aminar Alves que é uma semana de preservação justamente dessa memória do audiovisual e uma terceira fase como a gente chama a partir de 2021 quando começou a ser gestado ali o primeiro congresso do audiovisual de Campinas né que agora nos traz a este momento Então essa semana Alves né E nessa semana me dará Alves do ano passado que foi já a quarta Edição confere acho que foi isso do ano passado esse ano foi sexta então na quinta edição de 2022 nós realizamos então o primeiro congresso ao visual de Campinas que foi um momento muito relevante para a gente debater o cenário né o atual cenário então para a realização desse congresso o que que nós fizemos nós juntamos ali mais de 50 profissionais da área que debateram durante mais de seis meses um documento que no final das contas chegou até 220 páginas na sua integralidade analisando fazendo um diagnóstico desse cetróleo visual né Como que tá o áudio Visual na nossa cidade e a partir disso nós saímos aqui são algumas imagens desse evento do ano passado né que foram quatro dias de evento né mais de 150 participantes o diagnóstico como eu falei mais de 200 páginas qualquer o propósito né uma vez que foi instituído o plano de Cultura de Campinas se eu não me engano isso foi 2020 perfeito em 2020 ali né na meta 17.5 já a previsão de um programa do audiovisual né No entanto justamente por saber que o audiovisual tem suas características mas também por estarmos acompanhando que esse plano de Cultura não estava sendo desenvolvido né e avançando No Ritmo até que estava previsto nele mesmo né nas suas metas de curto e Médio prazo entendemos que nós enquanto sociedade civil deveríamos né contribuir para a execução desse plano Então esse diagnóstico ele aponta sempre para esse ser um caminho né inicial para realização desse programa da audiovisual então aqui tá só uma algumas imagens desse documento foram vários documentos que saíram desse congresso né um diagnóstico maior aí fizemos uma síntese desses eixos Saímos de lá também com resoluções desse congresso e um documento ali que apontava ações mais imediatas sempre voltadas ao plano Municipal de Cultura e ao programa do audiovisual aqui são alguns eixos né que a gente identificou ali que nesse estavam da nossa atenção então um eixo de comunicação né divulgação das atividades audiovisuais que é muito importante né dentro da cadeia do audiovisual distribuição circulação porque isso não basta a gente fazer filmes a gente tem que fazer com que esse filme cheguem ao público é políticas públicas e educação e a gente colocou esse eixo em conjunto é não à toa né porque a gente entende aí que a educação é uma área e cada vez mais a gente vai ter que integrar aí tanto Secretaria de Cultura como Secretaria de Educação nessa nesse trabalho fique e outras práticas de fomento né os programas de fomento memória pesquisa e inovação uma vez que memória tentar olhar para o passado fundamental para a gente construir né o futuro então inovação junto filme comichan que é uma organização Uma entidade né que uma cidade pode ter para organização das atividades do audiovisual que é algo que a gente já demanda aí para Campinas um outro eixo que é o mercado Virtuoso entendendo que hoje de Campinas não tem o mercado de produção de filmes né com todas as engrenagens que o mercado precisa ter a própria câmera temática E aí já apontando que em 2025 o Miss que é um espaço super importante também do audiovisual da cidade mas não fala audiovisual de toda a cultura completa 50 anos né e a gente sabe dos problemas estruturais que tem no Miss então a gente já nesse documento do ano passado já começa a apontar nessa direção nós apresentamos esse trabalho inclusive numa reunião também da comissão de Cultura né do ano passado há exatos 365 dias que coisa curioso 30/06 de 22 E aí chegamos efetivamente neste ano né neste ano que é um ano muito importante vereadores que que é um ano que a gente celebra os 100 anos do cinema de Campinas né Às vezes a gente conta isso para as pessoas as pessoas até se surpreendem né porque sem anos né porque há 100 Anos Atrás a gente tinha aqui em Campinas um diretor de teatro né interessado no cinema que estava surgindo no mundo e no Brasil e realizou o filme João da Mata que a gente traz esses frames aqui vocês podem ver esses quadros aqui desse filme que foi um dos primeiros longas-metragens produzidos no país né E que inaugurou aí um ciclo de produção de cinemas na cidade muito relevante que formou profissionais né profissionais inclusive que foram revolucionários em suas épocas né então aqui são algumas ceninhas desse filme aí de 100 anos atrás 1923 e aqui ó é uma cena interessante que é um making off não sei se chamava assim na época acho que não mas um making off aí de um outro filme dirigido também no mesmo ano 1923 para a gente ver como o cinema Campinas tem realmente essa tradição e essa vocação para o cinema né nessa mesma época por exemplo Campinas não só realizou longas metragens né e outros filmes como também inaugurou aqui uma das primeiras escolas de cinema do país né também nessa nos anos 20 de lá para cá o que que a gente teve né a gente teve esse ciclos de produção nos anos 50 60 70 Campinas uma cidade que tem movimento cineclubistas muito fortes né até hoje né Tem uma relevância Nacional internacional do seu movimento cineclubista muitas mostras e festivais de cinema inclusive internacionais uma produção intensa de cinema experimental muitas Produções Independentes universitárias e também vale citar aí o núcleo de cinema de animação que né E vai fazer 50 anos o núcleo também né se eu não me engano acho que faz 50 anos junto com o mês né E já realizou mais de 370 filmes de animação muito bem e aí chegando mais ainda agora né agora em maio realizamos então a sexta edição da nossa família Alves celebrando esse 100 anos de cinema em Campinas aconteceu agora um mês né 24 a 27 de maio quatro dias de atividades muito intensas mais de 200 participantes debates muito ricos atividades muito interessantes incluindo né além de estreia de um documentário histórico sobre o Tomás de Túlio que foi um diretor de fotografia desse período dos anos 20 uma vez que amostra na Alves tem Justamente esse propósito da Preservação dessa memória mas também uma homenagem a cineastas deste período né cineastas que foram relevantes nesses 100 anos então evidentemente os que estavam lá realizando nos anos 20 já não estão mais entre nós mas nós localizamos netos bisnetos dessas figuras e prestamos essa homenagem entregando para eles esse troféu conselho que foi um momento realmente muito emocionante muito relevante para por visual da cidade E aí chegamos né também nesse nesse Inter desse ano na lei Paulo Gustavo que é Nosso principal tema aqui a lei complementar número 195 que já vem de alguma maneira acontecendo né e desacotendo Desde o ano passado né com seus vetos E aí também depois a superação desses vetos depois a publicação das regulamentações dessa lei e a Câmara temática do audiovisual vem atuando desde que os primeiros materiais foram publicados né a gente tá estudando esses materiais as cartilhas todas que foram disponibilizadas pelo Governo Federal para a gente ter um entendimento de como essa lei poderia não só impactar o nosso município mas como ela poderia em função que ela tem essa característica de ser uma lei estruturante se alinhar com as necessidades que a gente havia detectado lá no nosso diagnóstico então uma das primeiras ações que nós tomamos foi formar uma equipe de trabalho de profissionais aqui da cidade para começar a debater essa lei e nós detectamos que a prefeitura estava né em comparação com outros municípios demorando um pouquinho para a gente começar as audiências públicas né então nós formulamos essa carta para a secretaria de cultura e turismo solicitando agilidade no início dessas audiências públicas Isso foi em 16 de Março no dia 27 de abril nós fizemos foi o primeiro espaço que a cidade teve para esclarecimento escuta da Paula Gustavo uma reunião que nós fizemos no Miss e aí começaram as audiências públicas no dia 3 de Maio né Foram sete audiências públicas realizadas pela secretaria em diversos espaços da cidade sempre tivemos membros da ctav acompanhando monitorando gravando inclusive né esses espaços de debate ali que foram muito importantes E durante esses espaços de escuta pública foram recolhidas demandas da população do setor cultural no geral né mas também demandas relacionadas ao audiovisual demandas que nós recolhemos tabulamos e que nos auxiliaram também na formulação desse que está em mãos de vocês que é o plano de ação do setor audiovisual para lei para Gustavo que é esse documento que tá por aí onde nós fizemos o quê nós a partir dessas demandas públicas a partir do diagnóstico que foi feito para o congresso né e dos documentos que saíram do congresso elaboramos propostas de como né a verba destinada para Campinas poderia ser distribuída da melhor forma da forma mais efetiva Então esse é o plano que está aqui E aí eu vou passar agora rapidamente por algumas partes desse desse plano E aí depois me parece vereadores que a gente pode talvez abrir para perguntas consultas até manifestações também do plenário aqui tá então a lei Paulo Gustavo Ela é dividida em dois artigos né o artigo 6º ele é voltado para o audiovisual especificamente e o artigo 8º É voltado para os outros setores da cultura dentro do artigo 6º que é o do audiovisual são três incisos né o inciso 1 ele é voltado para Produções audiovisuais né então ele realmente é uma verba que está destinada para a gente realizar Filmes né Lembrando que realizar filmes é um processo que tem diversas etapas né para fazer um filme você tem desde a pesquisa até efetivamente você ter a pré-produção que você pensar ali como esse filme vai se dar né chamar os atores os objetos colocar todo mundo junto produzir o filme e depois finalizar que é editar fazer os efeitos desse filme e depois ainda parte de distribuição Então esse inciso primeiro trata desses dessas etapas relacionadas à produção Campinas aí tem por volta de 4 milhões 394 mil reais que a gente indicou serem distribuídos da seguinte forma né então a gente teria aí uma linha para produção de curtas-metragens de realizadores iniciantes a gente entendendo que Campinas tem um potencial enorme né para gente que fez ainda muito pouco que tá entrando na área então aí 17% dessa verba cerca de 775 mil reais para isso né é todos as linhas a gente pensou essas linhas Isso é uma outra coisa que eu acho que vale muito dizer e até me permitam que um parênteses há uma Lógico o interesse público já justifica essa nossa conversa aqui mas há uma outra etapa deste processo que vai passar diretamente pela câmara dos vereadores que é uma vez que esta verba seja aprovada e venha para os cofres públicos e isso altera o orçamento previsto para Campinas então a Câmara dos Vereadores vai ter que aprovar essa alteração no orçamento e isso deve acontecer agora nos próximos meses em função de que nós temos até o final do ano para operacionalizar essa lei então todos esses né Isso vai estar movimentando aí com o orçamento da cidade então Nós pensamos essas linhas como retomando aqui sempre com o valor mínimo e com valor máximo ao invés de nós termos por exemplo valores já pré-estabelecidos para as Produções por que isso porque a gente entende que cada filme é um filme né Você pode realizar às vezes um filme com um orçamento muito menor inclusive isso acontece muito até em função das características locais mesmo né dos nossos custos locais Então você realizar um longa-metragem por exemplo vai ter um custo de fazer isso na capital vai ser no curso de fazer isso fora do Brasil e vai ter um curso de fazer isso no interior entendendo essas realidades mas também as realidades pessoais a gente sabe que muitas vezes tem pessoas ali que tem uma ideia que ela se concretiza com 10 mil reais e outras que vão ter com 15 com 20 com 25 Então isso é algo que não é usual mas é algo que a gente vai defender junto com né os departamentos da secretarias para que a gente consiga operacionalizar dessa maneira isso vai também permitir que esses 775 mil reais cheguem muito mais gente né ao invés da gente estabelecer que a gente vai ter somente 20 filmes de 25 mil reais não aqui a gente pode ter no mínimo 20 Filmes né 25 filmes e no máximo vai depender desse fracionamento da verba então isso vale para praticamente todas as linhas Então essa primeira para realizadores iniciantes a segunda linha já para realizadores jamais experiência então isso já leva um valor maior dessas verbas entre 55 mil e 150 mil já incluindo em médias metragens é importante dizer que a lei para o Gustavo ela tem algumas definições que são centrais dessa lei né uma delas é a descentralização desse recursos não à toa quando o governo federal pensou essa essa lei metade da verba já vem direto para os municípios operacionalizaram que é uma coisa que não é usual e porque muitas vezes essas leis de fomento vem para os Estados Vamos Fazer a distribuição então metade veio direto para os municípios e a outra metade vai então para o estado fazer os seus próprios editais então é importante marcar também que o estado de São Paulo vai abrir editais que podem também potencializar as ações municipais tudo que a gente pensou aqui inclusive Ice diálogo já com a Secretaria do Estado de São Paulo através do SINE né que é uma organização importante também do interior de São Paulo para que esses editais Conversem né e a gente possa efetivamente ter ações que potencializam que isso foi pensado aqui então a segunda linha é para isso é interessante também notar que a lei Como eu disse descentralização mas também a sensibilidade né e dentro dessa acessibilidade a lei prevê que 10% dos recursos sejam voltados para isso Então nesse caso aqui 55 mil reais já compreende que esses filmes tem que sair prontos com recursos de acessibilidade e isso é super importante vai ser algo realmente um diferencial da cidade né o setor cultural como todo mas o audiovisual também tem indicado que isso seja uma obrigatoriedade e não uma opção Então esse orçamento engloba já esse valor para acessibilidade a terceira linha aqui então seria desenvolvimento de projetos de longa-metragem ou série e aqui é importante só diferenciar que desenvolvimento não é a realização em si do filme Um longa-metragem é um processo longo né não é só o filme que é longo o processo também é longo ele carece desse momento de pesquisa esse momento de desenvolvimento estudo de orçamento desenvolvimento de um roteiro de um longa que algo sobre trabalhoso que envolve diversos profissionais durante esse processo então aí a gente tem um valor mínimo de projeto de 50 mil e máximo de 100 mil totalizando aí um milhão de reais 22% dessa linha avançando ainda aqui no inciso 1º que é o que tem mais verba e consequentemente mais linhas mas as linhas finais dele aqui a gente tem aí um valor de 25 mil reais para trajetória de Agentes acima de 60 anos de idade que é uma maneira também da gente contemplar esta memória né Essa memória que uma vez esquecida faz com que a gente sempre tenha que reiniciar tudo do zero e quando a gente compreende que a gente tem 100 anos cinema a gente precisa ter essa compreensão que muita gente já fez fez com muita qualidade com relevância nacional e olhando para isso a gente com certeza consegue estruturar esse futuro melhor então estamos aí contemplando 125 mil reais para essa linha dentro do audiovisual a própria lei já prevê isso né mas cada vez mais essas áreas estão Integradas que é o desenvolvimento de games então que tem uma linha para desenvolvimento de um protótipo né de game no valor de r$ 100.000 E é só o protótipo mesmo a gente pensa às vezes Nossa 100 mil reais né e não é o jogo todo não um jogo é algo caríssimo né E aqui é realmente um protótipo para que isso seja vendido e vá fomentando essa essa indústria também na cidade a gente tem uma linha aí para adequação de filmes já concluídos ou seja hoje a gente tem uma mentalidade né a possibilidade de colocar recurso de acessibilidade nas Produções audiovisuais mas muitos filmes relevantes já concluídos não tem esses recursos O que impede inclusive que eles sejam exibidos que eles voltem o circuito de festivais e que eles cheguem a pessoas que nunca tiveram acesso com essas obras então também a destinação aí de 100 mil reais para adaptação dessas obras e por fim produção ou complemento de longas-metragens com valor máximo de 350 mil reais aqui sim é o filme finalizado né então aqui o objeto do edital vai ser um filme pronto então aqui em Campinas uma vez que tem um milhão de reais para essa linha pode aí realizar né entre dois e três filmes no mínimo mais uma vez que o seu valor máximo pode ser um complemento esse filme pode também já está quase pronto precisando apenas de uma finalização então teria essa oportunidade de ser concluído bom avançando aqui então para o artigo 6º inciso 2 que é uma é um inciso que trata aqui mais da distribuição né ou seja essa parte que é desculpa infraestrutura Obrigado dias da infraestrutura que é as salas de cinema né é Campinas é importante colocar aqui apesar suporte né até saiu agora os dados novos do IBGE Campinas a 14ª cidade do país em termos de população né então a potência né evidentemente também de impostos de recursos mas Campinas não tem uma sala pública de cinema né então esses recursos inclusive são voltados principalmente para reforma de espaços sendo que Campinas não tem um espaço para ser melhorado né Então essa é uma discussão também que já estava apontada lá no diagnóstico Uma demanda antiga inclusive do setor muito antes inclusive do congresso foi realizado né isso vem de décadas e a gente tem pensado em formas de colocar de pé essa ideia para que Campinas tem esse espaço do audiovisual para que Campinas possa ter um espaço adequado para isso porque hoje inclusive isso inviabiliza que a gente tenha por exemplo festivais internacionais na cidade Porque nós não temos uma sala que tenha um projetor dcp que é um projetor especializado de cinema então é algo que a gente vem pensando mas para Além disso essa sala também permite que espaços multiuso salas de exibição auditórios sejam adaptados para exibição de filmes não vai ser uma sala comercial né uma sala é pública nesse sentido mas com certeza a gente tem espaços que servem assim de clubes que servem a escolas que servem a outros tipos de organização que podem estar mais bem equipados para exibição de filmes entendendo que o áudio visual é sem dúvida nenhuma uma ferramenta das mais importantes ainda mais nos dias de hoje em todas as áreas seja educação formação e etc então nessa linha aqui nós propusemos 500 mil reais dessa linha para adequação ou qualificação de espaços culturais da sociedade civil organizada então se você já tem aí um auditório se você tem uma escola se você tem acho que escola na verdade tá na linha de baixo né que seria um equipamento público todos esses espaços podem com orçamentos variáveis solicitar ali então verba para aquisição de um projetor para aquisição de caixas de som para aquisição de uma tela né tudo isso estaria dentro dessa linha aqui 500 mil reais a linha 2 é nossa proposta justamente naquilo que eu estava colocando de Campinas não ter essa sala pública comercial então seria a possibilidade da gente evidentemente Isso é uma tarefa grande que não pode ser feita sem o devido cuidado né então da gente estruturar isso através de um estudo não só técnico mas também comercial porque a gente entende que essa sala ela pode não só ser um espaço para passar as nossas Produções que agora aumentarão significativamente com a produção da Paula Gustavo mas também para passar pode passar né o filme do Danilo o filme do Lucas o filme do dias da Rebeca mas também pode passar Avatar nessa sala e ela ser uma sala sustentável mas a gente sabe que sem investimento público isso não vai acontecer né então a gente propõe aqui um plano de negócios para implementação dessa sala comercial em Campinas e na linha 3 a gente tem adequação de outros equipamentos públicos audiovisuais aqui o que que entra por exemplo a gente tem uma sala de exibição que fica dentro do Miss que é um equipamento público da cultura da cidade que a sala Rocha que é uma sala que foi feita sempre assim né chegando um pouquinho de verba ali um pouquinho de verba aqui porque a gente ainda não tem esse programa da audiovisual a gente não tem um fundo de cultura na cidade então é sempre um pouco de verba que vem dali dali então a sala hoje essa sala Glauber Rocha por exemplo né mas a outras como a sala do CSA né que o centro de cultura extras e artes que precisam também de adequação de acessibilidade adequação de qualidade desses equipamentos então destinamos aí 200 mil reais para essa linha E aí aqui avançando para o último inciso que apesar de ser o inciso que mais contém itens né cabíveis aí por exemplo capacitação formação cineclubes festivais né rodada de negócio observatórios preservação apesar de conter mais itens é a que tem menos verba destinada né 500 mil reais somente que a gente propôs aqui que sejam distribuídos da seguinte maneira realização de duas mostras ou festivais de cinema né então o valor total de 200 mil reais cada um r$ 100 mil reais apoio a 10 projetos de cineclubes no valor de 24 mil cada com o mínimo de 10 sessões no ano então a que vocês imaginam como isso é restrito né no fundo do Cine Clube tem ali 2.400 para estruturar a curadoria para realizar a sessão para fazer os debates né E aí só que ainda assim pensando no caráter da lei a gente estabelecer o que essas sessões no mínimo uma delas tenha a exibição de um filme com acessibilidade uma dessas sessões para começar a também porque cineclubes muitas vezes exibem filmes antigos e esses filmes não tem acessibilidade Mas é uma forma também de fomentar esse interesse do cineclubistas para os filmes com acessibilidade e o item 3 um apoio a pesquisa relevante à preservação do patrimônio da cidade de Campinas patrimônio audiovisual porque a gente entende que hoje Campinas não tem um dispositivo de acervo desses filmes quando a gente todo ano quando a gente está pensando a programação da semana milana Alves a gente se depara com momentos muito tristes em que a gente descobre que filmes preciosíssimos foram perdidos registros preciosíssimos de profissionais foram perdidos e a gente também se depara com relatos de familiares desses profissionais colocando para gente né o quanto os pais os avós deixaram né esse nosso plano sem ter tido o reconhecimento que deveria então a gente entende que antes né da gente começar a preservar melhor a gente precisa entender Qual o melhor meio de preservar essa história então aqui é uma pesquisa para tanto nos acervos já constituídos públicos mas também nos acervos privados porque tem muita coisa que está presente só nas memórias dessas famílias a gente indicar um caminho para essa preservação no valor de 64 mil reais bom para a gente concluir aqui eu queria só trazer duas pautas rápidas que aí a gente já conta aqui com o apoio né da Câmara dos Vereadores que é o seguinte a Paulo Gustavo Vem aí né como outros editais municipais E no momento o sistema de Campinas né o sistema de aceite de notas de Campinas não está adequado para permitir algo que é fundamental para o setor cultural como um todo o setor cultural tem uma característica que é o seguinte Toda vez que você tem um edital e alguém e você tem um proponente esse proponente não é só o gestor dessa verba ele também muitas vezes é um Executor ele tem uma função ali então o oponente é o diretor do filme O proponente é o montador do filme ou é o ator isso vale para o filme mas olha para toda a área cultural então é necessário que esse proponente receba também pelo trabalho que ele vai fazer no projeto acontece que se ele é um componente como pessoa jurídica o sistema de Campinas não permite que ele imita uma nota próprio coisa que já acontece em outras várias cidades né com Piracicaba São Paulo né Valinhos e isso é um entrave que Parece pequeno mas um drive legal enorme porque isso inclusive leva né a processos que são dificultantes que faz com que as pessoas nem possam personalizar com tratamentos essas verbas então a princípio isso é algo que até pela experiência de outros municípios é algo simples de ser feito de alterar Esse sistema é realmente sentar junto ali o pessoal do financeiro com ti para colocar isso de pé e isso realmente vai ser muito útil para a cidade como um todo E aí eu gostaria de aproveitar aqui esse momentinho final para já falar passar a palavra para falar um pouquinho para vocês dos Cine que é o Fórum de cinema do interior paulista os Cine é uma organização de produtores realizadores pesquisadores de cinema que hoje já abrange mais de 90 municípios do interior do Estado de São Paulo com membros ativos fora outros municípios que os Cine Chega mas que ainda não tem ali uma produção que justifique né uma atividade mais presente articulando políticas públicas né entendendo as demandas deste interior que é muito potente o interior que Possivelmente até em função de população de produção de riquezas é maior do que a própria capital e o ensino vem defendendo essas Bandeiras e é que queria só pontuar com senhores duas questões importantes e muito recentes que estão acontecendo agora as quais a gente também gostaria de pedir o apoio Esse é um ofício Que também está em mãos justamente solicitando que o estado de São Paulo a secretaria do estado de São Paulo mantenha No mínimo a cota já implementada para o proac que é um Edital já recorrente né no estado é direcionando os recursos da Paulo Gustavo 50% para o interior né no mínimo 50% para o interior porque há uma demanda que haja uma uma distribuição diferente desses recursos então o Sine emitiu esse Ofício e está solicitando a secretaria de cultura Municipal as câmaras as comissões de Cultura das câmaras municipais o apoio a esta demanda para que isso seja enviado ao estado de São Paulo secretaria do estado dizendo que o município de Campinas apoia que esse 50% desse recursos fiquem para o interior até pelo perfil também descentralizador da Lei Paulo Gustavo então isso também tá na mão dos Senhores como modelo mais havendo apoio interesse a gente depois passa o arquivo para vocês nos devolverem com as devidas assinaturas assim boa citar que a presidente do SINE está presente aqui que é a Rebeca que é membro da CTV e presidência do bom a outra demanda que é importante eu acho que para Ciência Pública né o deputado estadual Marcolino eu não lembro o primeiro nome dele alguém lembra não lembro enfim conheço ele com Luis masculino é isso Ele propôs através também de membros do Cine né de Piracicaba né que também já estavam nesse debate com ele hoje o Brasil tem uma cota de tela para filmes nacionais né Essa cota diz que 10% dos espaços de exibição no país seja ocupados por Produções nacionais a gente sabe que isso é operacionalizado de uma maneira não muito republicana Obrigado Danilo uma vez que esses espaços muitas vezes são colocados ali naquela sessão de terça-feira duas da tarde que ninguém vai né mas ainda assim é um espaço reservado para produção Nacional senão a gente sabe que se hoje Avatar Marvel alguma coisa ocupa 99% das Telas durante uma semana faria 100% né mas a proposta que do deputado é que 10% desses 10% sejam reservados para filmes produzidos no Estado de São Paulo Isso daria uma janela enorme inclusive para esses filmes que vão ser produzidos com os recursos da Lei Paulo Gustavo Então isso tá a implementação na lesp essa semana aconteceu essa reunião na lésbica para apresentação desse projeto então é algo que também vai reverberar aqui no município que a gente achou que seria de interesse público e também dos Senhores terem conhecimento é isso Agradecemos muito acho que agora abrimos para comentários Luís Cláudio Marcolino obrigado é isso estamos disponíveis para comentários dúvidas esclarecimentos Diego obrigado viu pela apresentação eu fiquei com duas perguntas aqui iniciais A primeira é sobre a documentação apresentada do ano passado se o pessoal que está nos acompanhando eu mesmo precisar acesso a gente consegue esse documento produzido de mais de 200 páginas para até tomar nota ter conhecimento eu não tive na ocasião a oportunidade Então gostaria de poder estudar aí um pouquinho mais para tentar acelerar o processo de aprendizagem eles já estão disponíveis publicamente a ctav tem um linktree nenhuma pasta pública Mas eles podem ser encaminhados assim ao final aqui eu já a gente já encaminha para para sua Assessoria e já tem uma boa notícia que apesar de ter 220 páginas a gente também fez uma síntese desse documento em 12 páginas que contém ali todo o que que era importante então isso já agiliza que a gente sabe que todo mundo sem tempo outra dúvida é sobre aqui no item artigo no artigo 6º inciso 3º que vocês apresentaram tem a questão aqui da capacitação formação e qualificação no áudio visual aí tem as outras questões mas aqui eu não vi me corrija se eu tiver errado a questão da qualificação e a formação como que vocês eu acho que estão mais engajados já no assunto vocês pensam nessa questão de qualificação dessas pessoas principalmente aí da periferia como que vocês estão pensando usar esse recurso para trazer ensinar essa garotada essa galera incluir esse pessoal que às vezes não tem essa oportunidade essa me preocupa um pouquinho assim como que a gente consegue organizar esse pessoal como um todo e fazer eles participarem até para dar uma continuidade a usar esses recurso como que vocês estão pensando isso eu vou fazer uma colocação aqui mas deixo aberto tá Se alguém quiser fazer qualquer complemento por favor né É fundamental inclusive assim a gente as audiências públicas ocorreram em espaço sustentando justamente até já descentralizar e colhemos né demandas super importantes o fazer audiovisual Isso é uma parte né do que eu vou falar fazer audiovisual é por si só um aprendizado né a gente aprende a fazer filmes fazendo filmes então por isso que essa linha por exemplo para realizadores iniciantes E aí ela tem algumas cláusulas que não estão expostas aqui na apresentação mas estão no documento então por exemplo não só adequação a política as afirmativas mas também a associação de coletivos de cultura nos vários territórios da cidade permitiriam que esses recursos também não fiquem só na mão dos mesmos Esse é um ponto por outro lado a linha de Formação é a linha que menos tem recurso né então a gente conta muito aí sim com os recursos estaduais para a realização de oficinas por exemplo né que permitam E aí por exemplo né os Cine tem discutido com outras várias organizações do Estado de São Paulo e aí me ajudem aqui né abravi a passe a api mais api principalmente né uma linha do estado que capacite essas realizações que serão feitas né com oficinas para aqueles que já foram contemplados então assim o projeto que for contemplado para realizar ainda possa ter acesso a profissionais qualificados dando uma oficina é uma das diversas ações mas os recursos são escassos qual seria o ideal né aquilo que está indicado lá no nosso diagnóstico e aquilo que a gente vai ter que trabalhar junto com fundo de Cultura com a secretaria com o apoio dos vereadores é Campinas efetivamente ter algo continuado sentido algo estruturante a lei Paulo Gustavo vem com uma lei de perfil emergencial isso tem que acontecer em longo prazo Então a gente tem por exemplo um centro técnico de informação old Visual na cidade uma cidade do poste de Campinas que já tem essa vocação seria incrível Mas isso é algo que a gente entende que a gente tem que construir demanda sair orçamento para isso para construção para manutenção disso mas sem dúvida nenhuma Campinas tem esse perfil e poderia estar formando o audiovisual é fundamental para a economia criativa hoje movimenta milhões de reais já no Brasil tendo um mínimo de investimento um investimento que é feito no audiovisual nos interiores é muito mais potencializado do que a gente sempre consegue fazer aqui mais com mais qualidade com menos nós temos diversos filmes produzidos no interior e os Cine nos dar acesso a isso filmes fantásticos estão sendo premiados no mundo inteiro feitos com recursos restritos então não sei se conseguir responder completamente se alguém tiver algum complemento por favor obrigado boa tarde eu sou o Rodrigo eu faço parte também da api que é uma sensação produtoras independente do Brasil além de fazer parte da setave também da Siri essa discussão tá muito importante porque o Diego falou muito bem É muito difícil falar como você quer ensinar as pessoas a fazer audiovisual e um risco muito grande Às vezes a gente querer fazer um processo meio de domesticação cultural e também inclusive né então a gente não conseguiu achar ninguém um modelo que possa ser executado nesse período de tempo de execução da lei que de autonomia para que os próprios territórios os grupos possam entender que tipo de informação precisariam Então nesse sentido realmente a realização é melhor é melhor caminho você dá oportunidade que as pessoas façam e aprendam com as suas necessidades agora essa proposta que está sendo desenhada entre oito entidades estaduais que é justamente da Secretaria de Estado que ela aplica esses recursos pensando nessa regionalização pensando Quais são as vocações de cada região e as necessidades específicas para poder fazer esses processos de formação e aí não só os curtas premiados poderiam participar dessas formações ter um acompanhamento então eles vai todo o processo se você ajustar o roteiro faria o planejamento da produção e toda a formação seria acompanhado durante todo o processo de realização e teria vagas abertas para pessoas que não foram premiadas fazer uma formação acompanhando vendo como se fosse um ouvinte digamos desses processos que estão acontecendo essas pessoas poderiam ser incluídas nas equipes técnicas poderiam já começar a colocar a mão na massa literalmente e resultar alguma coisa agora o que nos preocupa muito é porque as últimas declarações da secretária de estado da cultura da economia criativa foram desastrosas no sentido de querer fazer uma sub concentração de recursos em algumas áreas Chaves do estado e também de privilegiar as grandes produtoras de cinema que tradicionalmente é já trabalho em uma outra chave já estão procurando um outro tipo de produção que é voltado exclusivamente por uma performance comercial então eu acho que aí eu volto a insistir na importância dessa carta que se ele está propondo para as prefeituras da gente batalhar por esses recursos porque esses recursos são do Estado Mas eles pertencem as regiões também então A lei foi construída de uma maneira muito bonita que a gente possa articular né a gente tá fazendo propostas que aqui na cidade de Campinas a gente articure é que o proponente seja de Campinas mas que a gente possa construir equipes de toda a região metropolitana porque a gente entende que o nosso jeito de estar vivendo aqui nesse território inclui as pessoas que estão nesses outros municípios com mais tempo de articulação a gente poderia ter fazer coisas até maiores por exemplo que Hortolândia fizesse digitais só de curtas e a gente fizesse de realização de produção para isso porque aqui a gente tem equipamentos a gente tem um parque técnico para realização mais forte né então eu acho que essa essa disputa por essa por esses recursos serem aplicados de volta ao estado é muito importante ainda mais que talvez essa cidades que não façam não entre da Lei esses recursos automaticamente vão para o estado Só que pela lei Paulo Gustavo eles precisariam ser colocados de volta para essa região né Se a Prefeitura não teve não chegou uma como viabilizar não teve uma capacidade técnica de de apresentar um plano de querer gerar esses recursos o estado deveria trazer de volta essas esses recursos para essa região posso fazer uma fala bom só Rebeca é presidente dos Sine que é o Fórum de cinema do interior faço parte junto com o dias e o Celso do comitê de implantação da Lei e uma coisa que que a gente tá comprometida que haja a descentralização a distribuição do recurso né Eu sou do Matão esse bairro que fica entre Sumaré Campinas que é a periferia de Sumaré um restinho da Periferia de Campinas e eu sei como faz falta o dinheiro da cultura que nunca chega lá né e quando chega às vezes né quem faz os projetos não são de lá são de fora então o dinheiro também não fica lá e um comprometimento nosso é que as pessoas que vão fazer os seus projetos também sejam né que o pessoal do Itajaí possa fazer os seus projetos né que o dinheiro possa circular ali né para que a gente para você ter uma outra representação né para que a gente possa se ver nesses projetos né Então esse é um outro é um outro compromisso compromisso nosso né até porque se a gente não atender as demandas que foram foram solicitadas nas audiências públicas que aconteceram nas periferias aqui aqui de campinas também não de todas tchau algumas delas acho que o senhor deve ter esse interado é que haja essa essa distribuição é que ela seja que ela seja feita que essas demandas sejam atendidas não devia ter que se explicar para o ministério porque é que a gente não fez isso né então mais uma vez reforçando também essa carta né que acho que uns 20 municípios já se posicionaram porque entendem a necessidade desses recursos né a relevância não só para a questão Industrial mas para questão local mesmo né O Nosso vizinho ali para o meu vizinho que é Mc e que é quer fazer o projeto dele para Mulekada que que tem ali um outro um outro um outro projeto Cultural de circo que seja seja o que for que esse que esse dinheiro chegue ali de fato para impactar localmente né Essa essas pessoas Então esse esse é o compromisso né A ideia é que haja uma descentralização né que a gente consiga fugir né Desse eixo centro Barão Geraldo que é onde costumam ficar o dinheiro e o desenvolvimento de ideias a possibilidade de fazer coisas né com dinheiro né com dinheiro público chegue nessas pessoas que nunca que nunca chegou né é isso acho que talvez só para completar um pouco que a Rebeca falou para encaminhar realmente é algo mais prático Oi Fala seu nome Ah desculpa é eu sou Lucas Vega sou da membro da cetav também do Cine acho que é isso desculpa acho que como como a gente tem um tempo um tempo muito restrito então assim para fazer esse plano de ação foram né parar o trabalho de remuneração né o trabalho que a gente ganha vida para fazer tanto muito sistematizado pelo Diego e pelo Danilo né então assim a gente não tem um tempo também é muito muito do nosso trabalho é voluntário a gente não recebe para isso então assim tem algumas coisas pontas soltas mesmo que a gente não consegue Mas para ser prático existe uma verba de 5% desse montante Total destinado a contratação de pareceristas né para avaliação dos projetos e para uma espécie de assessoria para que essas tentar ser o mais menos burocrático possível porque às vezes é não consigo entrar para tirar uma uma certidão do CPF são coisas simples às vezes é é como fazer uma inscrição é de maneira oral né porque eu não não tenho como escrever então é eu acho que é possível através de dessa Assessoria engajada nessa descentralização assim a gente consegue que pessoas que nunca tiveram projetos aprovados é possam ter o projeto aprovado Então vamos supor um alguém fazendo uma Assessoria no Jardim bassoli em algum lugar a gente vai ter que achar esse lugar em algum lugar lá para fazer projetos né de enfim desse de 10 mil a 25 mil de curtas-metragens Então como que a gente faria isso né de uma maneira prática para que esses projetos tenham capacidade de ser realizado e acompanhar de alguma forma fazer essa assessoria que acompanha o projeto né Então é eu acho que dessa forma a gente começa eu acho que tem um longo caminho ainda mas começar aqui o pessoal do Campo Grande consiga acesse os recursos né efetivamente então assim não não pensar não pensar muito na não pensar tanto nessa coisa da qualidade estética Ah porque precisa ter uma qualidade para passar no Netflix não eu acho que não é esse momento acho que é o momento da gente é se unir para fazer as nossas identidades sabe então assim não precisa para fora A gente nem se conhece a gente tem que se conhecer e se reconhecer para conseguir fazer então eu acho que é um pouco para ser prática é um pouco isso tentar que a gente consiga com assessoria fazer com que as pessoas desses lugares não só tem um projeto aprovado mas façam o filme ou curta-metragem que eles precisam Então acho que dessa maneira eu acho que é possível não vai ter mais outra rodada depois depois já vai encaminhar posso fazer uma intervenção rapidinho ei som tá funcionando agora sim bom Boa tarde a todos meu nome é Danilo Eu sou um dos coordenadores gerais da câmara temática da audiovisual o dias até tem falado uma coisa importante nas nossas conversas que é a lei Paulo Gustavo não é solução para tudo né é um bom dinheiro mas o corpo é grande para o tamanho do cobertor então algumas partes vão ficar descobertas mesmo e foi até um ponto relativamente polêmico nas nossas conversas e queria aproveitar o espaço aqui para reforçar o que a gente conversou durante o congresso e a gente vem acumulando ao longo desse período que é a questão da sala pública né Isso é uma das coisas que a gente começa a entender que é um ponto comum que a gente precisa de uma sala comercial pública de exibição em Campinas e aí quando a gente fala sala comercial pública isso pode até parecer um paradoxo né mas aqui não se trata apenas de uma sala de exibição como é a sala Glauber Rocha por exemplo lá no Miss né quando a gente fala em sala pública comercial é porque a gente entende que é possível pelo menos me parece que é possível ter uma sala pública que não necessariamente por um lado se submeta estritamente a uma lógica comercial então por isso vai ter que ter investimento permanente do Estado mas que por outro lado não precisa estar totalmente desconectado do Comércio como o Diego disse no início a gente não tem nada contra passar um filme ou outro para para sala tem um mínimo de viabilidade né comercial mas a gente precisa desse espaço para poder passar não só os nossos filmes mas os filmes nacionais os filmes latino-americanos os filmes africanos os filmes asiáticos os filmes que a gente não vê né então eu queria fazer essa essa marca que é importante inclusive porque E aí pedir apoio para os vereadores porque não tem como fazer esse debate de uma sala pública comercial sem pensar na questão do transporte por exemplo do acesso à cidade Porque como é que as periferias vão ter acesso a cinema que não tem hoje mesmo com o esquema é que tá aí né se a gente tem um transporte regido por uma lógica de do cidadão do Trabalhador como simplesmente acumulador de Capital né não tem direito a cidade então Enfim acho que esse é um debate que a gente tá amadurecendo e a Lei Paulo Gustavo tenta essa polêmica né porque talvez ali a gente vai ter que ver no comitê depois mas é só para deixar esse ponto destacado da nossa sala pública comercial é isso bom brincadeira que a parte Mas é por isso que a cota é na hora que tem os ônibus é horário comercial depois dos ônibus desaparecem todos né É mais ou menos isso né a cota de cinema bom talvez tirar alguns encaminhamentos aqui então Presidente até acho que sem prejuízo daquela ideia de depois na numa reunião mais Ampla da comissão com a presença da secretária a gente poder encaminhar mas iniciativas que talvez nós pudéssemos tomar aqui uma delas de repente transformar essa carta sem prejuízo de nós encaminhares individualmente mas numa Moção da câmara fazendo esse apelo né dos recursos de 50% venha para as Produções no interior do Estado então é essa é uma questão uma segunda talvez na linha dessa da cota de tela em relação ao projeto do Marcolino nós poderíamos fazer também nesse formato de uma de uma Moção de apoio ao projeto e depois eu convidaria você assinar o nosso aqui também que nós apresentamos uma cota de tela Municipal né para Produções aqui e aí você se desejar assinar junto esse projeto para que a gente consiga tramitá-lo aqui né é uma outra questão é além dessa emoção também de apoio ao projeto do deputado Marcolino a outra questão que aí eu queria perguntar sobre essa alteração no orçamento ainda para esse ano né é nós demandamos aí um projeto que venha do executivo para que nós façamos isso né e já pensando em continuidade nós acabamos de aprovar a diretrizes orçamentária de repente para se para o próximo nós fomos incluindo orçamento pensar se há algo a ser feito na lei de diretrizes também porque aí em uma de repente no projeto que venha de lá no projeto fiscal para acolher a lei Paulo Gustavo já pode fazer alteração no orçamento desse ano e já apontar dispositivo na lei de diretrizes para que esteja no orçamento do próximo ano então isso só que isso vai precisar partir lá do executivo nós aqui vamos avaliar né mas não vamos conseguir fazer isso por aqui eu acho que essencialmente a uma outra questão que eu eu acho assim difícil né Eu não eu ainda não consigo estudar mais não consigo compreender muito essa questão ainda da sala pública comercial Porque como que se daria se ela é pública ela ela vai ter uma estrutura que uma estrutura de uso como como um espaço público então aberto né então ela não teria essa possibilidade de fazer uma arrecadação enfim né mas essa é uma questão meio híbrida assim que eu não compreendo ainda como que há algum exemplo assim no Brasil a fora que isso ocorre é bom a gente saber né pessoal É acho que eles vão comentar mas alguns modelos e sim é algo híbrido né pode ser feito por exemplo através de uma concessão né então você tem um espaço e aí você vai ter ali uma empresa que vai gerir aqui durante um período Você pode ter uma outra e até vou até aproveitar para puxar algo aqui e já passo a bola né a gente entende que o áudio visual é uma cadeia extremamente complexa né Tem diversas desde a formação até a distribuição a própria exibição já é formação também porque é necessário você assistir os filmes para você né ter ali repertório para realizar os seus filmes então é por isso que saiu também do nosso congresso e aí nessa síntese vai ficar mais claro ali a formação de um comitê de políticas públicas do audiovisual e nós inclusive vamos convidá-los depois né como membros da comissão de Cultura para também integrar este comitê isso agora já no segundo semestre porque realmente o audiovisual depende desse sistema acontecendo né dentro desse sistema nós temos por exemplo instituições aí como uma filme comicha né um departamento de cinema da cidade um departamento da cultura que pensa exclusivamente audiovisual entendendo que não só o visual tem especificidades mas como Tem uma potência Econômica enorme então assume comícios também são órgãos muitas vezes híbridos Então a gente tem por exemplo SP Cine que é uma empresa público-privada em São Paulo né Ela é uma empresa de cinema que tem capital público e capital privado então há maneiras como as autoridades do Capital público né então a formas mais com certeza dentro desse pensamento híbrido disso ser colocado de pé e a necessidade disso ser comercial é Para justamente assim poder passar ali como a gente falou pode passar Avatar Marvel né mas como o Danilo colocou que passa os filmes latino-americanos que passa os filmes do interior que passa os filmes africanos né porque aí a gente começa a recuperar as nossas identidades perdidas e formaram a nossa identidade contemporânea que é muito importante mas se alguém tiver algum complemento por favor eu acho que é na linha de dar exemplo mesmo né de assim a gente tem a sala a o cine Sesc em São Paulo mas é do SESC Mas é uma sala de cinema que é ligado ao Sesc em Assis teve uma iniciativa em Assis teve uma iniciativa muito muito interessante mas é um cinema acho que de 700 lugares parece que não tá funcionando mas é o microfone é um cinema de 700 lugares que foi feito todo um trabalho com Com a cooperativa de cinema de lá né Colocaram um projetor um projetor os projetor de cinema são são muito caros chegam a um milhão de reais tudo isso Conseguiram fazer a questão lá é que a cisma é uma cidade pequena e hoje você não tem como lotar uma sala de 700 lugares então a gente tava com muitas mudanças de paradigma mas eu daria um exemplo que é são salas pecinha é espessine várias salas que são as salas do Centro Cultural Vergueiro no Centro Cultural São Paulo né que funciona muito bem são duas salas de cinema acho que é Lima Barreto enfim não lembro o nome da outra inclusive onde acontece o festival de Super 8 onde acontecem outras atividades numa sala de cinema profissional e mostras de filmes que assim a gente entende que os filmes esses filmes que a gente chama de Blockbuster esses filmes eles têm um dinheiro para entrar no shopping center tudo isso então a gente tem que passar esses já estão aí a gente tem que passar outros que a gente não vê né então é nesse sentido acho que é importante esses exemplos são vários exemplos bem diferentes assim a questão acho que de ser comercial mesmo sendo o espaço público Master comercial é para poder viabilizar a circulação de filmes um filme assim o Danilo faz um filme ele é o produtor ele é o dono do filme Aí vem uma distribuidora que compra os direitos dele para poder fazer o filme circular é distribuidora que leva o filme no cinema e aí então você passa no cinema é a bilheteria você divide a grosso modo na metade para o filme metade Fica para a sala de cinema explica isso porque porque quando você abre uma sala pública Como spcne como é que você faz para não desestabilizar todo o mercado né porque as pessoas querem colocar um filme na sala de cinema porque vai ganhar bilheteria então por isso eles querem nas salas onde são bem frequentadas e onde o preço do ingresso é alto então é uma briga de você conseguir ter uns espaços que seja mais acessíveis e poder ter isso enfrentar essa concorrência a SPC ele resolve da seguinte maneira ela compra os filmes inteiros ela cobra r$ 2 r$ 4 acho que a inteira agora mas era r$ 2 antes acho que começou com r$ 1 E aí Elas compram uma semana do teu filme então eu vou ser um filme semana passada mês passado lá eles compra uma semana inteira do filme e não importa quanto a gente vá então obviamente eles não recuperam todo o dinheiro que eles investiram comprando o filme Então esse é a parte do apoio nessa salas de Centro Cultural a spcne não coloca outro tipo de filme não coloca Marvel não coloca nada disso mas no circuito dentro das escolas nos céus como é um projeto de formação de público acredita-se que eles precisam ver também os filmes que estão todo mundo querendo ver que que essa mesmo que seja um filme super de mercado que seja um filme de super-herói esses filmes hollywoodianos também precisam ser vistos para desenvolver o sentido crítico e atrair a pessoa quer ver isso porque tá em todos os lugares vai ver esse filme mas vai ver um filme latino-americano também vai ver um outro tipo de cinema agora São Carlos tem um outro modelo São Carlos tinha um prédio que era da igreja que o prédio era o prédio público quando o Nilton Lima ganhou lá ele pegou não renovou a concessão da igreja e abriu e abriu uma concessão prática de administração desse cinema então é um cinema que é público mas tá sobre uma administração privada então é uma mistura então ele funciona realmente como uma sala participe privada mas dentro de um espaço que é público de rua bem no centro de São Carlos Então acho que existem várias maneiras que a gente pode chegar para desenvolver um modelo para chegar nisso eu acho que é perfeita a colocação aqui há muitas possibilidades né que a gente precisa estudar em conjunto esse modelo que o Lucas trouxe também de Assis lá em Assis como foi feito é prefeitura né setor privado que é uma universidade da cidade e a cooperativa de cinema não funciona público é só tipo assim porque o legal deve ser uma sala comercial no sentido comercial que você joga o filme se ele é considerado como circuito de distribuição então eu como produtor tenho interesse de colocar o filme lá você pode porque eu vou depois ter pontos na Síria dizendo sim meu filme circulou e tem bilheteria perfeito uma das grandes brigas é que só o circuito é comercial é considerado bilheteria sim vocês estão vendo que né são muitas instâncias né Mas é por isso que a gente já se coloca aí até fazendo aqui uma Fala Final à disposição para sempre tá sendo consultados dessas questões técnicas né porque mesmo entre nós aqui são tantos exemplos tanto as possibilidades que a gente realmente precisa de criatividade para resolver mas também precisamos né Desse apoio técnico jurídico político para a gente conseguir colocar essas ideias todas de pé e realmente realizar o potencial a vocação que Campinas tem para o cinema só complementar eu gostaria só de complementar também que talvez eu não vi ninguém falando Mas a partir deste ano os vereadores conseguiram né até acesso as emendas impositivas aqui e eu estudo do ano passado obviamente não contou porque não tinha essa possibilidade eu vou deixar como sugestão para vocês que a gente possa pensar porque por exemplo a Secretaria de Cultura de Campinas foi a quarta que mais recebeu recursos né quase sete milhões só de emendas de vereadores e muito como eu por exemplo não sabia que eu poderia talvez contratar ou fazer um programa para oficineiros para para os distritos então é que pessoas possam lá fazer essas oficinas nas casas de culturas um territórios para que quando chega um recurso como esse eles possam já está mais preparados possam estar mais familiarizados então assim eu sou uma sugestão mesmo poxa vamos nos gabinetes vamos deixar uma proposta Vamos pensar juntos né do que que nós vereadores possamos assim contribuir também quase emendas em positivas tá são recursos aí significativos né que eu acho que dá para ir fazendo um trabalho de desenvolvimento e e eu acho que não custa muito assim sabe acho que um trabalho bacana tem e é uma algo que dá para vocês pensar aí num todo que é um valor considerável entre os 33 aqui da casa permite só uma parte até sobre essa esse ponto presidente que é o vereador Paulo Búfalo inclusive sempre aproveitamos para agradecer não destinou duas e menos impositivas né para a realização justamente da semana melhorar Alves né deste ano né No entanto nós enfrentamos dificuldades operacionais porque uma vez que a CT haver que foi é designada como Executor desse recursos é um coletivo nós não temos uma pessoa jurídica não havia uma forma da gente receber esse recurso agora agora para ler para o Gustavo inclusive né junto com a lei saiu agora um novo Decreto que está em aprovação como instituído como lei que é o decreto é a lei do fomento neste Decreto que já está em vigor permite que coletivos recebam recursos da cultura isso com certeza vai potencializar muito essas ações mas é muito importante que a gente tem espaços prévios de debate desses projetos com sociedade civil com poder público e com né no caso Legislativo mas também com executivo porque a gente sentiu muito essa dificuldade operacional da secretaria em como fazer esse recursos chegarem né então no caso até o momento eles não chegaram nós realizamos a semana efetivamente sem os recursos né então sim é uma ferramenta importantíssima que Agradecemos muito né trouxemos para que ela chegue em algum momento é mas que até o momento não foi um caminho tão simples assim talvez agora juntos a gente consiga encontrar novos caminhos para o ano que vem ainda assim é aquela coisa a gente sabe ano que vem nós temos eleições esperamos muito que vocês permaneçam aqui porque são apoiadores da cultura mas a gente também entende que essa dificuldade da continuidade né então esses são recursos que podem atender muito bem demandas pontuais mas não vão ser nunca recursos que estruturam o setor para que ele realmente alcance esse potencial máximo que a gente sabe que pode alcançar então aproveitando sobre sobre essa questão do orçamento impositivo já tive oportunidade de dizer outras vezes né para vocês o fato de nós também não sendo uma experiência nova para a câmara de Campinas né O que há de positivo e mesmo assim enfrentando várias críticas de todos os lados aqui o fato de ter começado a fazer isso Eu tenho opinião em Side que isso mexeu um pouco num numa peça que tava muito extremamente engessada e só isso para eu já avalio como sendo muito tendo sido muito importante agora nesse processo de aprendizado nós vimos se identificamos vários problemas como esse na execução e a própria secretaria o governo também identificou agora tá se tentando algumas delas corrigir enfim vamos ter que ouvir Em algumas situações eu acho até que o o Tribunal de Contas deve fazer alguns questionamentos nessa nesse primeiro ano de execução mas tudo isso vai vai acabar que nós vamos conseguir contornar Eu acho essa é mais uma questão né demanda inclusive que essas dificuldades das várias secretarias cheguem para que nós possamos já é fazer de forma diferente no próximo para o próximo orçamento já algumas coisas aprovados no na lei de diretrizes que passou essa semana né bom outra a outra questão é que salientar isso que nessa ideia de que a lei Paulo Gustavo é um cobertor que não vai atingir mas que se bem investida planejada pode potencializar abrir caminhos enfim eu acho que os complementos essas pontas enfim tem que estar no horizonte utilizar essa questão do orçamento impositivo né então fazer gestão e correta essa ideia de que passa esse os mandatos eles acabam enfim mas a ação do próprio conselho do coletivo organizado da câmara temática organizada né é o que permite é captar esses recursos né Mesmo com essa questão da mudança dos mandatos e poder também e consolidando isso como política de Fato né na na cidade aí o governo né irem assimilando isso então acho que são as oportunidades que nós precisamos nós estamos aqui acho que para abrir um pouco esses caminhos né para consolidar de fato como como política pública bom ah acho que é isso certo tudo bem Eu talvez na próxima na próxima reunião da da comissão eu tenho tido um problema de estar na reunião da comissão porque ela ocorre acaba com esse Dino com as minhas aulas né mas a Lu a Lu tem acompanhado todas né e na medida do possível eu me informo aí das coisas vamos ver se a gente consegue mudar isso bom tudo bem Podemos encerrar as últimas a última reunião inclusive Vereador a gente convidou o pessoal do Conselho de cultura da cidade né eles tiveram espaço para expor todo o plano o que que eles acham interessante assim como vocês né que hoje o plano da aula divisão então assim a comissão tá bem democrática a gente tá tentando dar voz a todos os agentes de cultura da cidade assim também foi no carnaval né então o que vocês precisarem Vereador sabe que pode contar com a comissão ali para trazer a secretária os técnicos da secretaria e discutir Tecnicamente junto também e Extra comissão também a gente tem disponibilidade para ir lá na secretaria marcar uma reunião me coloca à disposição junto com a sua Assessoria não Bem lembrado é essa questão do dessa mudança em relação a emissão das notas aí Isso você já estão com isso encaminhado alguma iniciativa que dependa de colocar é uma demanda só uma demanda bem Foi colocado informalmente o Gabriel rapaz do diretor de Cultura tem ciência desse quadro né a Sandra que também é responsável por isso sabe mas a gente entendeu que isso sempre fica um pouquinho de lado então por isso que a gente realmente precisa desse apoio para ver se agora vai né até em função dos recursos a gente imagina que a lei bagunçava permitir Campinas realize mais de 60 Filmes né então você tem mais de 60 proponentes realizadores que vão enfrentar esse problema nos próximos 12 meses fora das outras áreas os outros incisos né então se a gente de alguma forma levar isso adiante seria importante agora me parece que esse esse recorte específico acho que não seria caso de um tema de uma reunião como um todo mas acho que a gente poderia tentar marcar então para que nós pudéssemos tratar desse termo específico nós iremos juntos falar com o Gabriel a gente troca uma ideia com ele até 21 de agosto tá E aí nós tomaríamos em iniciativa de perguntar o Gabriel como que isso é uma audiência pública né sobre os recursos inclusive da lei é trazer aqui vários agentes né interessados como um todo e aí eu acho que entra muito bem também o pessoal da câmara temática Tá bom então aí a gente faz a formulação e passa para eles isso é a câmera temática com os contatos tem alguns representantes aqui já colocar na agenda e em particular esse ponto nós vemos como cobrar aí uma informação do Gabriel né para que isso isso aí aí nós faríamos isso é vamos ver depois a gente alinhar agenda para poder encaminhar isso tudo bem Podemos encerrar então aí agradecer né registrar novamente a presença do Rodrigo Dias da Rebeca Ribeiro Gomes que é do comitê da implantação da Lei Paulo Gustavo e Rebeca também dos Cine coordenadora da Ensine o Lucas Vegas da câmara temática do audiovisual o Diego Ruiz de Aquino coordenador da câmara temática do audiovisual Danilo dias de Freitas coordenador da câmara temática do áudio visual Celso paler do Conselho Municipal de políticas culturais da Câmara das Artes ao presidente da Comissão de cultura é Vereador e Diego então serramos aqui a nossa reunião [Música] TV Câmara Campinas
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