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Na Casa do Povo | Zé Carlos
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Na Casa do Povo | Zé Carlos

59 views Publicado 20/06/2025 HD · 47:53

Descrição do vídeo

No episódio do Na Casa do Povo já disponível em nosso canal, o convidado é o vereador Zé Carlos (PSB), que detalha sua atuação parlamentar com foco em infraestrutura, saúde pública, mobilidade urbana e esporte, especialmente nos bairros Vila Padre Anchieta, Vila Francisca e Nova Aparecida, em Campinas. 📍 Com um histórico de atuação firme e constante nesses territórios, Zé Carlos traz atualizações importantes sobre requerimentos, indicações e articulações com órgãos estaduais e concessionárias, visando melhorar a qualidade de vida da população local. 📝 Temas abordados no programa: 🏥 Saúde Pública e Estrutura nas Unidades: Situação dos equipamentos de ar-condicionado no Centro de Saúde José Carlos Bonfa e na UPA Metropolitana Anchieta, que motivaram os Requerimentos REQ 311/2025 e REQ 312/2025. Propostas para melhoria do conforto térmico e estrutura de atendimento nas unidades de saúde. 🏟️ Esporte e Lazer para os Bairros: A importância da manutenção da Areninha “Juraci Moreira”, instalada na Praça José Carlos Barbosa (REQ 561/2025), no Conjunto Habitacional Padre Anchieta. Solicitação para instalação de nova arena poliesportiva na Vila Francisca (IND 5311/2025), reforçando o esporte como política pública para a juventude. 🚧 Mobilidade Urbana e Segurança Viária: Discussão sobre o trânsito intenso no Distrito de Nova Aparecida e medidas cobradas à CCR AutoBan e à Artesp para reorganização do acesso à Rodovia Anhanguera. Histórico das negociações iniciadas ainda em 2012 e 2013, que buscaram baixas de acesso, realocação de pontos de ônibus, mudanças viárias e implantação de semáforos na Rua Batista Raffi e proximidades do Hotel Premium. Encaminhamento de abaixo-assinado para remoção de tachões rotatórios na Vila Padre Anchieta (REQ 352/2025), solicitado por moradores preocupados com o fluxo local. 🚨 Também em pauta: Indicação para instalação de cobertura na entrada da pediatria da UPA Anchieta (IND 5246/2025), visando proteger crianças e acompanhantes das intempéries. A visão do vereador sobre infraestrutura urbana, escuta comunitária e planejamento participativo nos bairros periféricos de Campinas. 💬 Durante o podcast, Zé Carlos compartilha ainda bastidores de reuniões técnicas, o peso dos requerimentos no processo legislativo e sua atuação para fiscalizar, propor e garantir melhorias reais para quem mais precisa. 🎧 Acompanhe esta entrevista completa e conheça de perto o trabalho do parlamentar que há anos acompanha de perto as demandas do Distrito do Campo Grande e de regiões impactadas pelo tráfego e pela falta de estrutura básica. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[Música] [Música] Olá, mais um na Casa do Povo no ar, o podcast da Câmara Municipal de Campinas, que toda semana conversa com um parlamentar falando aqui sobre sua história de vida, sua história na política e também a sua história como vereador em Campinas. E hoje o nosso convidado é o vereador Zé Carlos, que retorna aqui para contar um pouquinho mais sobre a sua atuação. Ele já falou sobre a história de vida dele, a vida lá da cidade do Oriente, quando ele veio para cá, como ele trabalhava lá na plantação de cana, depois como se envolveu na política, foi presidente de associação de bairro e agora a gente vai falar com ele que está aqui em seu sexto mandato. Bem-vindo, Zé Carlos. Para iniciar, eu vou fazer a minha auto e audiodescrição e depois também o convido a fazer o mesmo. O meu nome é Mirna Breu. Eu sou uma mulher negra de pele clara, tem os cabelos cacheados na altura do ombro. Ele tá com mechas loiras hoje. Tá um pouquinho frio aqui em Campinas no dia da nossa gravação. Eu estou com vestido preto, mas não tá aparecendo não, porque em cima aparece a minha pma que eu fiz aqui a uma dobradura, digamos assim, para ele ficar parecendo um chale e me aconchegar do frio. E agora eu convido o vereador a fazer o mesmo. Ah, gente, e no fundo sempre em preto o estúdio do na casa do povo e uma TV escrito em azul e branco o nome do nosso podcast, Zé. seja bem-vinda novamente e já faz a sua audiodescrição também. Olá, Mirna, prazer enorme estar aqui novamente com vocês, os telespectadores da TV Câmara, de toda a rede social aqui que nos acompanha da da Câmara Campinas. Eh, eu sou alto 1,70 m, não sou tão alto, mas 1,70 m souus cabelos são brancos, né? Acho que é branco, né? Branco, branco, bem branco. Tô de camisa cor de rosa, cor de rosa leve, calça preta e tem aí 1,70 m, como eu já disse. E pele pele clara. Isso. Gente, para quem não entende aqui um pouquinho que tá em casa, tá ouvindo e tá entendendo, a gente tem aqui no estúdio do Casa do Povo três câmeras. Uma a gente chama de geral, que é essa que a gente falou agora, o Zé Carlos falou, quando eu viro de frente, eu falo para uma câmera que pega só a minha imagem e aqui tem uma outra câmera que pega só a imagem do vereador. Olha só, é assim que a gente faz TV aqui, viu? É assim que a gente faz o nosso podcast e videocast no estúdio da TV Câmara Campinas. Zé, fala um pouco para mim. Vamos voltar, né, sobre a questão da sua relação com o distrito de Nova Aparecida. A gente sabe que desde que você foi eh lá subprefeito e depois vereador pela primeira vez, aquele distrito cresceu muito, muitos dos lugares, né, núcleos habitacionais foram regularizados e muita coisa. Como que tá essa questão hoje lá dessa dimensão do distrito que olha gente, não é só do lado da padre Anchieta, o distrito também é do outro lado da Ianguera, né? seriam duas partes. É isso. É isso. O distrito como um todo. Eu eu tenho muito orgulho de falar do distrito. Ah, o distrito que me fez político, né? Se eu tô aqui hoje na Câmara com seis mandatos consecutivo, claro que eu devo a Campinas como um todo, mas especialmente ao distrito de Nova Aparecida, principalmente ali a Vila Padancheta, é que me dá a maioria dos meus votos. Mas não quer dizer que a gente só trabalha ali pelo distrito ou pela vila Padrangeta. Nós temos atuação em Campinas inteiro. Campinas como um todo. Porque queir ou não, eu sou vereador de Campinas inteiro e Campinas tem muitos bairros. O distrito tem 39 bairros e a gente tem atuado com mais com mais eh fortemente mais fortemente ali no distrito, porque nó tá na na porta da nossa casa. Sim. Mas eu, como a Mirna fez a pergunta, eu iniciei na política como eh presidente de associação de moradores, depois fui sub fui candidato a vereador, tive 3.679 votos na época em que o Chico foi eleito no segundo mandato, ele me colocou de subprefeito. Eu com 3679 votos eu não consegui me eleger, embora tenha sido o 15º mais votado de Campina naquela época quando era 21 vereadores, mas ele me deu a honra de ser subprefeito de um distrito que me acolheu fortemente e a gente tem correspondido até hoje. Depois eu fui candidato, tive 7861 votos em 2000, onde o Toninho ganhou a eleição com muito mérito e eu fui o quinto mais votado de Campinas e não consegui me eleger. Então, quer dizer, teve 20, teve 15 e 15 eh vereadores que tiveram menos voto que eu, mas é a lei eleitoral que que nós vamos fazer, né? E depois eu em 2004 eu consegui me eleger na época do Dr. Hell e tô como vereador até hoje. Eu tenho muito orgulho de morar num bairro popular e ter trabalhado, que eu trabalho muito, graças a Deus, e trabalho em outros em outros bairros. Agora mesmo eu acabei de sair da Santa Genebra, onde eu fui chamado pelos moradores para fazer várias intervenções e tive lá com o secretário Ernesto Paulela para fazer algumas benfeitorias lá naquele bairro que eh realmente andava meio esquecido, né? E então nós fomos lá hoje, tivemos reuniões lá eh da 11 das 11 horas até meio-dia e vamos fazer várias intervenções lá para que a população eh tenha orgulho do bairro onde ela vive, porque eles estavam sentindo assim bem bem abandonados, né? Vamos dizer assim. Sim. Quando inclusive a gente faz uma pesquisa, Zé lá no site da Câmara, a gente percebe que não só você, mas grande parte dos parlamentares, a maior número de demandas é de indicações, inclusive é relacionado à Secretaria de Serviços Públicos, que tem solicitação de poda de árvore, tem limpeza de corte de mato, sinalização de lombadas, aí já entra a questão da INDEC, cobertura de ponto de ônibus, instalação de arena esportiva, operação tapa buraco. E a gente sabe que, principalmente quando a gente volta a falar do distrito, eh, com a questão da regularização fundiária, muitos desses bairros tiveram que ter essa atenção, por exemplo, quando a gente fala da pavimentação. Sim. Eh, principalmente o nosso distrito, por exemplo, nós não temos hoje todos os nossos núcleos, se eu não me engano, exceto um, todos eles foram feitos a regularização fundiária, que é são os núcleos que foram na época ocupado, né? Foram várias ocupações que é terrenos, a maioria deles que é da antiga FEPAS, a rede ferroviária federal da privatização. Então, eh, mas eu posso garantir, Mirna, que o nosso distrito é um dos distritos, é claro que o prefeito nos ajuda, o secretariado, Ernesto Paulela, tudo isso que você falou que a gente faz indicação, o próprio Vinícius Riverete da Indec, entre outros secretários que nos ajudam. né, nessa nessa nessa batalha, eu posso garantir que o distrito de Nova Aparecida é um dos distritos mais bem estruturado da nossa região, embora ele tá bem afastado do centro de Campinas, mas ele é um dos do porque a gente tem um olhar especial por aquilo, porque eu moro lá, fica mais fácil, eu passo todo dia no mesmo caminho ou então eu desvio dos caminhos para ver todo dia de manhã eu dou uma eu dou uma um, vamos dizer assim, uma uma geral uma geral no distrito para ver o que tá acontecendo, para est orientando, tá discutindo junto juntamente com o subprefeito e com os funcionários o que é que tem que ser feito, o que é que não tem que ser feito. O próprio prefeito fala aqui é bem cuidado. Agora, quando a gente fala inclusive desse cuidado que o parlamentar tem com as regiões, né, a gente já conversou com vários aqui, eh, eu acho legal também essa questão de que, claro, existe uma limitação do trabalho do vereador que é dentro do município, mas você, por exemplo, não se não se furta em buscar outras instâncias. Eu tenho aqui inclusive em 2012 quando você ativamente trabalhou juntamente com a Autoban para resolver aquela questão do trânsito da entrada e saída do distrito de Nova Aparecida, que a gente tem a questão do rodo anel ali. Como vamos lembrar o pessoal como que foi essa luta? Isso foi uma luta nossa, né, que nós iniciamos na realidade em 2007. Eu tive com o o vice-presidente da República, eh, e também ministro, eh, das da do comércio e indústria do do do governo federal, Geraldo Alkmin, que ele era o governador na época. Eu me lembro que no início das obras, terminou em 2012, mas ela começou no final de 2007, que nós solicitamos a entrada do bairro do distrito de Nova Aparecida, ele ele pelo pelo traçado e pelo e pelo projeto, a entrada do bairro seria lá onde aquele depósito de material eh como é que chama lá na que fica do lado do mercado, não, que fica lá na na na Telha Norte, imagina o bairro Bairro de Estrito. Nós temos lá hoje eh seguramente 80.000 habitantes ou mais. Entrada de um lado. A nossa entrada. Exatamente. Mas a nossa entrada seria lá. Sim. A entrada principal lá, porque eles não ia fazer a a alça de entrada ali onde é hoje, correto? E eu tive que ir atrás de um deputado federal. Não tenho vergonha nenhuma de falar. Eh, nós fomos atrás do deputado federal, do deputado estadual, porque nós tínhamos dois deputados que eram deputados eh federais. Então, eu fui atrás do Vanderlei Macris de Americana e ele me ajudou nessa empreitada. Nós fomos no nós cansamos de ter reunião na Autoban e a Autoban falava que não tá no contrato, que no contrato deles o trevo era para ser lá nessa telha norte. Imagina na telha norte, a tela norte só cabe um carro. Se um caminhão quebrar lá, ninguém anda mais, ninguém passa. Então, quer dizer, nós íamos ter que fazer a entrada nossa lá na 3M. Imagina que sacrifício foi. Isso foi uma luta incansável minha, juntamente com o Vanderlei Macris. E nós conseguimos, trouxemos o o então governador Geraldo Alkim aqui, tem a foto dele em cima da máquina de eh da máquina patrol que ia fazer ali todo o o início do do dos trabalhos de terraplanagem. Então isso me deixa muito feliz. Então o a a Vila Padancheta, o distrito de Nova Aparecida, ele teve uma pujança enorme, né? Eh, depois que a gente conseguiu, depois de eu ser de eu ter sido eh subprefeito e depois ter sido virador daquela região que a gente levava tudo. O o exemplo disso é é o é o ponto de socorro metropolitano. Nós estamos com déficit de funcionário, eh, de médicos e enfermeiros, mas veja bem, eh, nós fomos no no ministro, Campinas vai receber mais c, se eu não me engano, 129 ou 139 médico, eh, dos mais médicos. Então, quer dizer, Campina ali a UPA. Isso, isso, a UPA. Exatamente. A UPA. E aí o pessoal confunde quando falta médico, quando falta enfermeiro, que a responsabilidade é do vereador. O vereador é o elo entre a população e o e o e o executivo. E isso a gente tem conversado com o Dário, a gente tem levado mais médico, a gente tem abriu-se lá um pronto socorro infantil que nós não tínhamos na época. Quer dizer, a gente tem que ver também as coisas boas que acontecem no bairro. É, lá tem uma condição, acho que bem particular aconteça lá na região do Campo Grande, mas acho que um pouco menos, que é ali. É bem na divisa de Sumaré, na divisa de Hortolândia. Às vezes você virando a rua, você tá em Sumaré e às vezes tá na na padrãocheta. E aí quem precisa de atendimento vai na UPAD. Eu vou eu vou explicar eu vou explicar isso melhor para você, Miram. Nós estamos ali, o Dr. Hélio falava assim, ali é o triângulo das bermudas. Eu não sei se todo mundo se lembra que o triângulo das Bermudas era assim. Avião passava lá em cima, ele sumia no triângulo das Bermudas e ninguém achava mais. Alguma coisa, navio, a mesma coisa, entendeu? Então nós estamos aqui, nós estamos ali na na divisa. Realmente você diz certo, você pula a a guia do lado do lado norte, do lado norte, do lado sul, eh, você tá em Sumaré. Depois você dá dá mais uns cinco passos, passa a linha do trem, você já tá em Hortolândia. Quer dizer, é sujo. Nós não podemos negar, nós não podemos negar atendimento a quem quer que seja. Acontece acidente na rodovia, na rodovia, vai tudo para lá. Então o que que acontece? Eh, o SUS é universal, não se pode negar. Só que os municípios não manda material humano para atender esse povo. Só Campinas que faz. Só Campinas que faz. Eu eu me lembro que o Jonas Donizete na na época que foi inaugurado o a UPA, o Jonas Donizete chamou alguns prefeitos para ir lá ver o pronto socorro metropolitano a UPA para ver se fazia uma uma um tripartite, vamos dizer assim, deles mandarem material humano para ajudar na receptividade dos pacientes que ali vão. Só foi o Ângelo Pelugini, só que o Ângelo Pelugini, infelizmente, ele faleceu logo em seguida. E aí ficamos manco. Quer dizer, então quem é que quem é que assume? Só Campinas que assume a responsabilidade do do desse pessoal do RH, né? vamos dizer assim, que é o que mais dá dor de cabeça em qualquer hospital, em qualquer em qualquer centro de saúde. Eu lembro que inclusive a gente tem uma discussão antiga que é a questão do Hospital Metropolitano que agora o Parlamento Metropolitano continua nessa cobrança, né, que a pra região metropolitana de Campinas vai ser o grande efeito para minimizar os problemas da saúde. Claro, nós estamos, a gente aposta nisso, a gente isso desde quando a gente era, nós éramos presidente da eh da região metropolitana, a gente já cogitava isso do hospital metropolitano, começou lá atrás e também a mudança do cross de São Paulo para cá, porque é outra é outro e é outro dor de de que dá em todo mundo aqui, porque os nossos pacientes são transferidos para outras cidades, precisa aguardar vaga. Quando aqui, se fosse aqui, era simplesmente com um telefonema, você já resolvia o problema. E é um cross regional, que é a central de regulação de V. Exatamente. Um cross regional. Isso é uma briga antiga que nós travamos e a gente não conseguiu trazer, mas ficou já gravado na na na lá no no estado que é preciso fazer essa transferência eh e descentralização do cross e também do hospital regional metropolitano. Senão, eh, a gente não dá conta. Campinas recebe gente de todo o estado. E e mas aí, por exemplo, esse hospital metropolitano, para quem tá em casa e ouve essa conversa, ele vai ser construído com eh dinheiro, dinheiro público dos municípios, do estado, do governo federal. A mão de obra vai ser de Campinas, vai ser um pouco de cada município. O que que tá, o que que se pensa nisso? Tudo isso tem que ser discutido e bem discutido para não acontecer o que tá acontecendo com o pronto socorro metropolitano na UPA de a UPA vila Padrancheta. Então é é importante que os prefeitos se reúnam. estão se reunindo. Eu acho que é importante o Dário eh eh que é eh o o o médico, né, que que cuida da é o presidente da Frente Parlamentar da da saúde saúde na saúde da saúde, entendeu? Então eu acho que ele tem, ele tá já vendo isso, com certeza ele é ele tá verificando essa possibilidade. E eu acho que o dinheiro vem do estado, mas também tem a contrapartida dos municípios, senão a gente vai nadar, nadar e morrer na praia, como acontece em todos os outros projetos que vêm, né? Eu acho que tem que ter essa parceria entre entre todos os os municípios da região metropolitana. Uma outra luta que ainda trata de mobilidade, a gente sabe que inclusive a gente já teve uma lei municipal aprovando que a Avenida John Boy do Lopes seja reconhecida como estrada municipal, até no intuito de Campinas ter uma outra saída lá no distrito do Campo Grande para a questão ali da da Bandeirantes e da Ianguera, como que também você acabou eh fazendo aí couro a essa luta ali daquela aquela região. Ô Mirna, eu não gosto de enganar as pessoas. Eu não tenho esse perfil de enganar as pessoas. Eu acho muito difícil isso daí. Isso aí. Isso é uma coisa que vem se arrastando há muito tempo. Ela é a quando foi feito construída a Bandeirante, ela foi foi construída uma freeway que nem é nos Estados Unidos e não tem essas entradas como tem a a as localidades que são permitidos e esse esses esses esses em alguns entroncamentos essa saída, retorno e entrada e saída da Bandeirante ali na João Boy no Lopes. Acho muito difícil aí. É uma é uma obra cara e tem que se mudar a lei, mas ninguém tem e essa vontade de mudar a lei. O que que a autoban fala, por exemplo? Autoban, a autoban depende da Artespe. Se a Artespe autorizar, eles fala: "Mas quem vai pagar?" Hum. E outra coisa, e e depende de lei, de mudança de lei ali, eh, tinha que se mudar a lei. Então, eu não faço esse tipo de coisa. Eu não vou enganar as pessoas dizendo que aquilo ali vai sair um dia. Eu acho que jamais vai sair aquilo ali. Eu quero ver, entendeu? E e pago para ver. gostaria muito de ver essa essa entrada e saída da Bandeirante para João Bordo Lopes, mas eu não acredito nessa hipótese. Nós brigamos muito enquanto enquanto presidente da da da região metropolitana, do parlamento metropolitano, junto com mais 19 vereadores, mas fomos na Artespe, fomos na Autoban, eu acho difícil essa essa a conclusão ou o início ou início ou a conclusão ou essa obra sair do papel. Eu acho muito difícil. Então não adianta querer enganar o pessoal ali da região do Campo Grande. Eu acho muito difícil e não vai ser esse vereador que vai falar que vai sair, porque eu tô que nem São Tomé nessa nessa questão. Eu só acredito vendo. Sim. Agora, voltando um pouquinho ainda aos distritos, a gente sabe que existe um movimento, por exemplo, pra criação do distrito dos Amarais. Hoje quando a gente fala do lado direito para quem tá indo paraa americana, você São Martim hoje ali acho que é Vale do Sol que chama, não é? São Martim Parque Cidade, né? É tudo é Aparecida. É, tem até o Pontilhão é tudo nova Aparecida. Pontilão. Isso iria se caso fosse criado o distrito dos Amaris ser redivido. Pois é, isso tudo faz parte do distrito de Nova Aparecida. Hoje nós temos uma configuração gráfica que foi alterado pra gente não porque tem o problema de transposição de máquinas e equipamento pra gente limpar aquele lado lá como a gente faz no distrito de Nova Aparecida como um todo, do lado de lá da Anhanguera, correto? do lado da vila Padancheta ali do hotel Prêmium por ali. E aquele lado ficou difícil porque muito trânsito esse negócio. Então nós conversamos tanto com o prefeito como com o secretário de serviço público que é mais o quem quem quem faz mais as intervenções pontuais e e deixamos lá para pra R4 fazer e a gente ficou com com Boa Vista e Parque Via Norte pra gente tomar conta. Mas isso não eu quero, não quer dizer que eles façam parte do distrito. Quando surgiu um distrito, é, então, mas eu eu não sei a possibilidade de surgir um distrito no nessa região do São Marcos e Santa Mônica mesmo, porque como é que você vai fazer? Você vai tirar alguns bairros do distrito de Nova Aparecido. Eu não, eu não vejo essa essa configuração novamente geograficamente que teria que mudar o zoneamento da cidade, teria teria que mudar uma série de questão. Agora isso é complicado. Eu não sei, eu ouvi que iam ter novas configurações eh eh nove ia geograficamente Campinas ia ser dividida por conta das AR. Ah, R tudo bem, mas distrito você não pode. Tá mexendo a hora que ab prazer, entendeu? Distrito a distrito, distrito pode virar, pode emancipar. Ainda hoje tá proibida a emancipação, todo mundo sabe, mas você só se emancipa se torna o município se você for distrito. É diferente de uma r, entendeu? Então eu vi que ia ter novas ar, ia ser subdividido Campinas inteiro como um todo, mas no distrito não se pode mexer. Como é que você faz? Sim, mas aí também já essa essa ideia já morreu, porque como é que você vai fazer, como é que você vai dividir Campinas? É mais custo para Campinas. Você vai fazer mais AR, você tem que ter mais equipamento, você tem que ter mais gente, você tem que ter uma série de coisas que vai mexer com toda a estrutura de Campinas. Então eu acho numa conversa que eu tive com alguns secretários, que essa ideia já foi enterrada. Essa ideia já foi enterrada e para se transformar em distrito não é fácil. Todo mundo sabe a a luta que foi para para transformar o distrito de do Ouro Verde também no Campo Grande em distrito. Sim, sim. Foi uma luta que tem que passar por uma passar pela pela Assembleia Legislativa por uma ACinha já começou como distrito ou se tornou depois? A a a Aparecidinha pela distância ela já era um distrito lá em O distrito de Nova Aparecida deve ser o distrito mais antigo de Campinas. Sim, eu tenho a história em livros lá, né? A gente pode pegar uma hora para até para enriquecer aqui os trabalhos da Câmara Municipal, eh, a quando começou o distrito, como é que ele foi formado, mas já é um distrito um dos mais antigos de Campinas, é o distrito de Nova Aparecida e que tem um que teve um desenvolvimento espetacular nesses últimos, vamos dizer aí, nesses últimos 30, 35 anos. Sim. Ali as pessoas elas não trabalham exatamente no mesmo distrito, elas vêm pro centro. É essa característica do ponto de vista do trabalho. Precisa desse deslocamento ou como que é isso hoje lá? Mas isso é que nem que nem as cidades vizinha aqui. A maioria das cidade metropolitana. Sim. A maioria desses desses desses municípios são cidade de dormitório. A maioria não só o distrito de Campinas, não só o distrito de Aparecidinha, não só o distrito de Campo Grande, nem só o distrito de Souza, todos vem pra cidade, pro centro de Campinas ou vai pros distritos industriais para trabalhar. Então, a maioria dessas cidades lindeiras que são que fazem parte da região metropolitana são cidades de dormitórios, entendeu? que todos dependem de Campinas, todos nós sabemos disso. Tanto é que eh se você for analisar a arrecadação de Campinas, a o que se paga de imposto em termos de serviços é o que mais se arrecada, né, juntamente com a ISQN. Sim. Agora, quando a gente pensa na questão do esporte, lá é um distrito que tem um clube importante, né, que que é uma das das piscinas que ainda funcionam também tem aula de hidroginástica, tem aula de natação durante o período mais quente e além disso, recentemente a gente tem alguns lugares que foram criadas as areninhas e tudo mais. Como que tá essa questão de pensar no lazer e no esporte daquela comunidade? Lá nós temos uma diversidade de de lazer e e e esportes lá na no nosso distrito. Nós temos o o clube municipal que acredito, nós temos dois clubes municipais em Campinas, é o 31 de março e e o clube municipal João Carlos de Oliveira com João do Pulo. O João do Pulo, sem dúvida nenhuma, é o clube com maior maior número de praticantes e de e de pessoas que frequentam um clube municipal em Campinas. Se você tem uma ideia, nós temos as pessoas que fazem ginástica eh em dois turnos, em três turnos, nós temos eh em dias alternados, nós temos cada turma dessa aproximadamente 70, 80 pessoas da melhor idade. É a mesma coisa na piscina, quando tá quente, agora tá frio, não, é proibido até pela secretaria. a a água tem que ter uma um certo grau de de temperatura de temperatura para que possa ser utilizada. Se não atingir aquele grau de temperatura, fica proibido de entrar dentro da água. Mas a gente tem todo esse cuidado com as pessoas. Mas a gente tem um olhar específico, especial para esse, para esse pessoal. Você fez até uma solene lá esses tempos atrás? Exatamente. A gente faz solene lá, a gente leva atividades para lá. lá é um clube que, sem dúvida nenhuma, eu eu não não acredito que tem em Campinas um clube que tenha tanta pessoa que frequentam eh um outro espaço aqui em Campinas. Lá o campo do clube também é um dos campos pro futebol amador ou não? Também é um dos campos pro futebol futebol amador. Eh, nós temos o teatro que tem a gente tá com a ideia de fazer eh patrocinar lá através de emendas impositivas. uma vez por mês os bailes da terceira idade que o pessoal tanto pede, tanto quer. Então nós vamos estar fazendo ali. Fizemos um no dia das mãe, foi um sucesso, tinha mais de 400 pessoas. Então isso é importantíssimo. A gente a gente tá dando oportunidade, mas isso tudo tem que ter um olhar de alguém que conhece ali. Eu sou chamado por nome, todo mundo me conhece, é uma comunidade que é familiar, parece que todo mundo ali são da mesma família, né? Então eu saio na rua, eu para eu para eu atravessar avenida Papa João Paulo II, eu demoro 2 horando com o povo e ouvindo reivindicação, ouvindo reclamação. Eh, porque a gente ouve também reclamação, até uns que chega mais exaltado e xinga que tá faltando médico, ei, tá isso, tá aquilo. Nós tivemos, nós tivemos agora com essa, nessa chuvarada, nós tínhamos acabado de colocar em outubro a areninha que nós fizemos, a água, infelizmente, da escadaria ali da praça da Integração. Ali cai uma e porque por ser tudo permeável, a enchorrada levou a grama, quase toda a grama sintética. Aí você tem que ouvir, é, o dinheiro é nosso, tá vendo? Não sei o quê. Só que o pessoal esquece que a gente tem isso tudo tem garantia e que a gente corre atrás porque tem um vereador preocupado com aquilo que é da população. Então nós fomos atrás do do responsável que fez porque se ele tivesse colado melhor não teria acontecido aquilo. Então nós fizemos uma muretinha de contenção, pedi pro Paulela faz uma muretinha de contenção pra água não vir tão forte. Fez a muretinha de contenção, chamamos a empresa, mostramos o que nós fizemos. Aí eles vieram e colaram, fizeram, trocou a grama sintética, quer dizer, tá lá. é um local onde todo mundo frequenta, tem uma frequência extraordinária, tanto lá como no final da avenida tem outra areninha que fomos nós que construímos com emenda impositiva. Então, quer dizer, a gente dá e a oportunidade não só pra terceira idade e não só pros jovens e adolescentes, crianças e adolescentes. Nós damos oportunidade para todos aqueles que querem e que moram no distrito para que ele tenha um local para ele fazer o seu esporte, seu lazer, eh, e com segurança. É claro que a segurança, é isso que eu que eu que eu gostaria de falar, a segurança não é responsabilidade do vereador, mas a gente corre atrás também. A gente vai atrás, conversa com o policial, conversa com lá tem delegacia de polícia, não tem? Lá nós temos o oitavo distrito que é delegacia civil, né? A PM saiu de lá. A PM não, a PM saiu da Casa Central, mas ela tem temos uma companhia na rua, na rua, quase no São Cas ali, né? Jurandir Ferra de Campos, é na Aparecidinha, na rua Jurandil Ferra de Campos, mas nós estamos correndo atrás de emenda para fazer ainda a o quartel dessa companhia lá. Estamos buscando, nós vamos ter uma reunião. Eh, o Jonas Donizeto, nosso deputado federal, está buscando uma reunião com o governador Tarcil de Freita para que ele nos nos direcione uma verba para fazer esse quartel da quinta companhia, pra gente poder tá colocando a Polícia Militar mais no centro da da da do bairro, do distrito. Isso tudo a gente tem que preocupar e a gente tem nos nós e nós temos eh nos preocupado com a com a segurança, com o esporte, com lazer, com saúde de todos os munícipes daquela região. Fomos, tivemos reunião, acabei de falar agora h pouco, nós tivemos uma reunião com o Geraldo Alkmin, que é o o vice-presidente da República. Nós vamos estar soltando aí agora nas nossas redes sociais. Nós estamos, nós conseguimos trazer mais 139 médicos do mais médico. Nós, nós buscamos recurso. Eu devo falar isso na tribuna hoje, nós nós nós buscamos mais recurso eh para outros hospitais aqui em Campinas. Então, tudo isso tá, a gente tem elencado naquilo que nós pedimos para que seja colocado no PAC. Nós pedimos verba para que faça uma UBS lá no Parque São Jorge, que é distante. Nós temos um uma UBS que é no Parque Santa Bárbara, que não que não comporta. Parque Santa Bárbara, Parque Fazendinha e Parque São Jorge. Então tem que ser feito mais uma lá. Então nós estamos preocupados com isso. Isso não faz parte do distrito. Eles não fazem parte do distrito, mas eu me preocupo porque eu sou vereador de Campinas, correto? Eu não sou exclusivo do distrito de Nova Aparecida e isso a gente tem que fazer. Como eu trabalho no Ademar de Barro, eh, o pessoal me chama para fazer isso que você falou, indicação, lombada, tapa buraco, corte de mato, podda de árvore, tudo isso a gente vai fazer onde nos chamam, aonde a população quer, onde a população precisa. Então, nós temos feito isso e por isso que eu tô no sexto mandato, Zé. Inclusive a gente lembra que nós tivemos a recente criação das emendas impositivas, né? E eu queria que você falasse um pouquinho sobre que divisor de águas foi a criação dessa ferramenta parlamentar para que a Câmara possa atuar de forma mais incisiva em cima de tantas demandas que a população apresenta. Olha, eu tenho é outro orgulho que eu tenho quando presidente da Câmara Municipal de Campinas, eu que implantei aqui as emendas em positiva. A gente implantou as emendas impositivas porque a maioria das câmaras elas já tem em Campinas uma cidade que tem quase 15 milhão e meio de habitantes e ela não tinha emenda impositiva. Agora nós temos que saber utilizar as emendas impositiva. Eu, por exemplo, na minhas emendas impositiva, eu direciono ela para 50% tem que ser par da saúde. Da saúde é obrigatório. em 50% você direciona para outros eventos, para out eventos não, para quando eu falo eventos eu tô falando é é outras pastas. Eu, por exemplo, eh, direcionei pra área de esporte, lazer, cultura, mas não shows. Shows eu fiz um show. Agora, o vereador que queira fazer show, que queira fazer o que ele quiser com com 50%, não é proibido. Não é proibido. E ele que sabe o que ele faz com a emenda dele, que a prerrogativa é a do vereador. Eu procuro otimizar as minhas emendas impositiva. É, eu tenho levado pr pra escola, eu tenho levado pra creche, eu tenho levado pra outros para convênios que tem também com a prefeitura municipal, entidades. Eu faço dessa maneira, porque eu acho que é uma ferramenta que se bem utilizada ajuda a a população naquilo que é mais premente, aquilo que ela mais precisa, porque eu acredito assim, nós somos vereadores de Campinas, a gente anda e vê demanda de tudo quanto é lado do do dos moradores, né? Eu tenho eu tenho andado em Campinas como um todo e hoje nós estivemos lá no Santa Genebra e a gente vê o que a população quer pouca coisa, não é? muita coisa. Ela quer ter o bairro dela limpo, ela quer ter o quer ver o bairro dela sem sem buraco. Ela quer ter o bairro dela com aparência, entendeu? Eh, diante daquilo que ela paga de imposto é bem representado, bem eh, a devolutiva tem que ser de acordo zelado, né? Exatamente. Bem gelado. Então é é pouca coisa que a que a população quer. E é isso para que a gente direciona que as minhas as minhas emendas impositivas direcionam mais para esses setores que éonde vai dar a maior visibilidade. Então eu acho que é uma ferramenta que a maioria dos vereadores, todos os vereadores aprovaram e que tenho certeza absoluta que eles estão sabendo utilizar, né, da maneira que lhe convier. Então, acho que é importante. A população eh tem que ficar de olho naquilo que é gasto para não haver excesso. Isso é isso é público e notório. Agora, cada um sabe eh aquilo que faz com a tua emenda impositiva. Fora que você, eu lembro que uma das emendas impositivas, não, eu acho que não foi desse último ano pro orçamento de 2025, fez inclusive em uma ocasião, eu acho que era para saúde, uniu com outros vereadores, sabia que aquele, eu acho que era um centro de saúde que precisava ou a própria UPA precisava de um equipamento. Ah, ó, a minha emenda não dá, mas juntando com a sua, com a sua, a gente consegue fazer isso. Exatamente. Exatamente. É, é um, é um antigo pronto socorro. Antigo pronto socorro. Aquele prédio antigo pronto socorro, não tenho nenhum nenhum problema de falar. Balão ali é perto do balão da SANASA, aquele antigo pronto socorro. Nós utilizamos eh emenda um eh se eu não me engano 1.360.000, mais um pouco do vereador Eduardo Magoga e mais um pouco do vereador ex-vereador hoje, né? era vereador na época Jeleno da Barbarense, que são todos da mesma região, para fazer ali um uma espécie de eh um uma central de consultório dentário juntamente com a autocl, que é a esterilização de todos os equipamentos que são utilizados nos hospitais e no centro de saúde e UPAs da da de Campinas como um todo. Só que demorou, perdemos o dinheiro. Outros vereadores que tá nessa, nesse nesse nesse nesse nesse conjunto de ação, retiraram o o os do os porque teve tempo hábito, porque não dava tempo de fazer a licitação. Então eles pegaram o dinheiro e aplicaram em outro lugar. Eu deixei o meu lá com a promessa de que a licitação sairia até outubro do ano passado. Não saiu a licitação, não saiu até hoje, entendeu? Então nós estamos aguardando, eu tô cobrando porque eu cobro todas as minhas emendas impositivas, eu cobro, eu vou atrás porque é um desde a mínima máxima. é desde a mínima até a máxima, porque é o dinheiro do povo e que eu tenho que dar satisfação pro povo das emendas impositivas que eu destinei. Nós estamos agora reformando lá na Vila Padancheta o o local de recepção da farmácia onde pega remédio. O todo lá, tá? O todo que nós colocamos, nós colocamos lá atrás, não tinha ainda emenda impositiva, mas nós conseguimos colocar. Ele já tava todo deteriorado, furado e chovia muito lá dentro. O pessoal tomava sol e é muita gente, viu, gente? Não é pouca gente não, que ficava ali. Então eu destinei emenda para que fosse trocado todo aquele, tirado aquele todo, fazer feito um negócio bonitinho. É uma recepção digna para que o pessoal eh pudesse se acomodar. E nós estamos fazendo agora, nós estamos fazendo agora. Eu tô acompanhando a obra. Ontem mesmo tive lá. Hoje eu já passei por lá novamente. Eu acompanho as minhas obras. Daquilo que eu que eu que eu envio de emenda impositiva, eu vou cobrar porque é o meu direito, entendeu? Então, eh, e a população também tem que cobrar a gente. Ó, que que você fez com a tua emenda? a minha emenda foi feito isso, isso e isso. Eu eu deho, eu dei eu dou satisfação para todo mundo. Então, éé, mas por exemplo, se você eh fez uma emenda que ela não foi realizada naquele ano, no ano seguinte você pode fazer a mesma emenda? Não, não. É por isso que eu corro atrás das minhas emendas, porque a emenda tem que ser utilizada durante o ano. Ah, tá. Ela tem as as emendas tem que ser utilizadas durante o ano. Por isso que eu não deixo as minhas emendas ficar para trás. A minha emenda fica para trás, se eu quiser, vamos dizer assim, se eu quiser, eu tenho, por exemplo, eu tenho, por exemplo, R$ 300.000 na Secretaria de Cultura. O que que eu faço com essas emendas? Tem muita agora, por exemplo, agora, agora, por exemplo, festa junina, toda a comunidade quer fazer uma festa junina, ele precisa lá de um de uma tenda, ele precisa lá de uma de uma de umas barraca, ele precisa lá de um palco, banheiro químico, entendeu? Aí a gente utiliza essas emendas para essa é junho, julho, entendeu? E depois tem outras coisas, banheiro químico, que o cara faz, nós temos festa junina até agosto, agostina que eles falam, né? Então a gente já tem que deixar esse dinheiro reservado. Agora, se eu não utilizar tudo, a secretaria de de cultura fica autorizada a utilizar onde ela quiser. Aí eu não posso reclamar mais, coro. Entendeu? Mas eu não vou fazer um show absurdo para gastar o dinheiro que eu tenho. Só porque eu tenho dinheiro, eu vou contratar um show aí que custa R$ 200.000, que vai sobrar R$ 200.000. Não, Secretaria de Cultura que gaste onde ela quiser. Sim. O que sobrar das minhas emendas positivas, porque passou do ano é outra coisa, é outra emenda impositiva, é diferente. São outro ano eh fiscal, né, vamos dizer assim. Além então da saúde, que é obrigatório, né, que é a grande questão na nossa cidade, acho que no país, e a zeladoria que você acabou de falar, qual outra secretaria que você também tem um olhar especial? Olha, Mirna, é muito difícil você falar assim, você tem um olhar especial, sem ser a sem primeiro é a saúde que você tem que destinar 50%, que isso é lei e está na Constituição Federal. qualquer emenda impositiva aqui, qualquer câmara você tem que destinar 50% paraa área da saúde. A gente, eu destino a maior parte pra Secretaria de Serviços Públicos, porque eu sei que ali ela vai utilizar, sim, vai ser bem utilizado. Outras secretarias, né, como a a Secretaria de Cultura também, você tem que destinar recursos para lá. Eh, vários vários eh vários dividendos você tem que mandar para lá, porque você recebe pedidos a todo momento e cada pedido inusitado, né? Vamos dizer assim, de tenda disso daí que nós já falamos. Quero fazer uma festinha da comunidade. Aí você tem um dinheiro lá, tem que apoiar a comunidade, tem que apoiar. A gente manda também pra Secretaria de Assistência Social. Assistência Social. A gente mandou recurso, inclusive compramos uma uma van para transporte de alunos, né, que tem alunos menores de idade no centro promocional Ti, entendeu? Então nós mandamos recurso para comprar um avan, mandamos recursos, a gente manda recursos para diversas secretarias. Você falou desde o início e deu vários exemplos em ocasiões em que você, por exemplo, além de conversar com governadores, conversar com deputados estaduais, esteve em Brasília recentemente, eu queria que você falasse dessa função do vereador também, que claro, fazer política dentro da sua cidade, mas também em busca de outras instâncias para resolver os problemas da cidade. Olha, eu aprendi uma coisa que eu disso eu faço sempre, né? Desde quando eu assumi o meu primeiro mandato e desde quando eu era subprefeito do distrito de Nova Aparecida, eh, eu aprendi que você tem que andar com as suas próprias pernas. Ou quando você não tem condições de andar com a tua própria perna, você tem que pegar alguém que te carrega no colo, porque senão as portas não vão se abrir jamais para você, né? Então eu tive a oportunidade de pegar, eu não nunca fui do PS PSDB, nunca fui filiado ao PSDB, mas eu peguei um deputado que era aguerrido também, que me abriu as portas dos do Palácio Bandeirante e que foi comigo, caminhou comigo pra gente mudar. Isso foi a minha primeira experiência que foi abrir a porta do Palácio dos Bandeirantes para que a gente conseguisse aquela alça que nós temos hoje. E aí você vai aprendendo ali no distrito de Nova Aparecida. Isso foi abrindo as minhas portas. Nós tínhamos, quando eu fui presidente da da região metropolitana de Campinas, pergunta para todos o o os vereadores que que eram presidente de Câmara naquele momento. Nós estávamos vivendo uma pandemia, gente, do Covid-19. Nós fomos em Brasília, nós conseguimos 50 leitos de COVID, de COVID para Campinas, 50 leitos de de UTI para pra nossa pra nossa cidade de Campinas, porque a cidade vizinha também ia ser eh beneficiada, porque elas também vinham tudo para cá. O pessoal da região metropolitana de Campinas, ela vinha para Campinas. Eles não têm nem todas as a a as cidades nossas vizinhas, elas têm hospitais, então vem tudo para Campinas. E coisa que prefeitos não conseguiram, nós conseguimos. Nós conseguimos 70 leitos de UTI no governo do estado de São Paulo e mais 70 leitos de retaguarda no estado de São Paulo, no governo João Dória, que na não era na o João Dória na realidade não nunca recebeu nós, mas era o o secretário eh o secretário e da regional, né, vamos dizer assim. Sim. Eh, então, quer dizer, a gente conseguiu muita coisa. Nós conseguimos mudar eh entradas e saídas, por exemplo, de Indaiatuba, na na na rodoviária, que pro pro ônibus sair na rodovia era era ele tinha que dar uma volta danada. Tudo isso com a ajuda dos vereadores. Não era, não é só o vereador Zac, não é só o presidente eh que que recebia isso. Era todo um conjunto. Nós fizemos reunião na Artesp, nós fizemos reunião no Tuban, nós fizemos reunião em todos os departamentos de estado para conseguir muita coisa. E a gente conseguiu muita coisa nessas nessas andanças nossas, né, na nesses pedidos. Nós trabalhamos demais, bastante. Foi um parlamento realmente atuante e que os vereadores falaram, nós nunca tivemos eh uma atuação tão firme e tão forte do Parlamento Metropolitano como nós tivemos na na na nossa gestão. E isso para mim é gratificante. Então, as portas vão se abrindo. Eu não tenho, eu pedi uma reunião agora, né? Essa reunião que nós tivemos com o o vice-presidente da República, eu pedi, eu solicitei pro pro nosso deputado federal Jonas Donizetes, ele prontamente atendeu, falou com com o o vice-presidente, ele recebeu nós lá, recebeu a bancada do PSB, que fomos lá reivindicar mais recursos paraa saúde, mais recursos paraa infraestrutura, entre outras tantas coisas que nós pedimos e e eu vou vou ver hoje, talvez eu fale na tribuna da Câmara. O que foi que nós conseguimos lá? Isso é importante. Super importante, Zé. Infelizmente nosso tempo acabou. Acabou. Acabou. Foi rapidinho. Já deu 46 minutos. Olha, passamos o tempo, hein? Passa rápido. Muito obrigada. E você já tá convidado a voltar aqui quando tiver mais novidade para nos contar. Eu agradeço, agradeço aos telespectadores da TV Câmara, a nossa, a nossa audiência toda, né? e me coloco à disposição, toda vez que vocês precisarem, tô aqui à disposição para dar para dar testemunho e e fazer um balanço do nosso mandato. Isso é muito importante, porque quem nos coloca aqui é a população, não é só os meus eleitores, mas é a população de Campinas que eu tenho que dar um retorno. É a população de Campinas que paga o meu salário e isso é importante a gente falar aquilo que nós estamos fazendo, tudo aquilo que nós estamos desenvolvendo. Muito obrigado. Tá certo. Então, o na Casa do Povo fica por aqui. Lembrando que você pode assistir outros episódios lá no youtube.com/tvamaracampinas ou também nos ouvir no Spotify. Até uma próxima. [Música] [Música] เฮ [Música] [Música]
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