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[Música] [Música] Olá, mais um na Casa do Povo no ar, o podcast que toda semana traz aqui um vereador da Câmara Municipal de Campinas. E hoje o nosso convidado é o vereador Rubens Gás. E como é de praste, eu vou fazer a minha audiodescrição. O meu nome é Mirna Breu. Eu sou uma mulher negra de pele clara, tenho os cabelos cacheados na altura dos ombros. Hoje eu fiz umas luzes, ele tá meio morena, iluminada. Tô com vestido jeans. Ao meu fundo o estúdio do nosso podcast em preto. À minha esquerda, um televisor com o logotipo na Casa do Povo em azul e branco. Vereador Rubens Gás, seja bem-vindo novamente. Eu já o convido a fazer também a sua audiodescrição. Boa tarde, Mirna. Minha autodescrição, eu sou Rubens Gás, calvo, olhos castanhos, um rosto um pouco voltado aos árabe, árabe, tem 1,83 m, um porte físico bem avantajado e doçura muito na voz. Sou uma pessoa muito emotiva e que na minha vida eu aprendi com o meu pai a procurar amor e e receber o amor e guardar sempre dentro do meu coração todas as pessoas que me amam de uma maneira muito grata. Vereador, o senhor já esteve conosco falando da sua história de vida pessoal, falando depois como o senhor se interessou pela política e agora nós vamos conversar um pouquinho sobre a sua atuação como parlamentar, 9 anos de mandato e liderança política local. Nossa, bastante tempo já, hein, vereador? Bastante tempo, Mirna. E posso te confessar aqui, é algo que inusitado para mim, porque eu não esperava durante toda a minha vida. Eu eu procuro ter uma o meu perfil, a minha o meu estirpe, a minha maneira de ser. É sempre voltado para as coisas subjetiva. Eu valorizo muito mais o pessoal do que o comunitário. O que eu quero dizer com isso? Eu quero dizer com isso que eu não fujo de nenhuma questão, de nenhuma demanda que as pessoas passam para mim. Eu valorizo, eu potencializo da mesma forma que se fosse algo, um conjunto, uma comunidade falando, porque eu acho que na realidade é esse o grande trabalho que a gente tem que ter, mostrar pro munícipe que você tá ali para defendê-lo, independente das das respostas que a gente possa vir a acontecer. Vereador, eu sempre falo algo para todos os parlamentares, vou falar pro senhor também, que a gente sempre lembra a quem tá lá em casa que quem é vereador é vereador da cidade toda, né? Ele legisla para Campinas. No entanto, a gente tem, claro, os vereadores que são eleitos em determinadas regiões e tem um trabalho de base bem importante. E o senhor é lá da região dos Amarais. Eu queria que o senhor falasse um pouquinho hoje, principalmente quando a gente pensa em regularização fundiária, o que que foi feito nesse tempo? O que o senhor acredita que a ação parlamentar foi fundamental paraa conquista quando a gente pensa nesse sentido? Ô Mirna, eh, é o que você disse, né? a gente é vereador da cidade inteira, a gente tem uma bandeira que é os mais vulneráveis e a gente sabe que nessa vertente aí a regularização é um dos temas mais em evidência, porque as pessoas mais vulneráveis normalmente eles não têm moradia. Nós temos em Campina aqui cerca de quase 1/3 de pessoas, de famílias que moram de forma informal. E é claro que a gente canaliza para que essas pessoas possam ter o título da sua casa. na nossa região não foi, não vai ser diferente. é uma região que eh durante todos esses anos aí conseguimos eh através da Secretaria de Habitação, através da COAB, através do governo, entregar mais de 1200 títulos de posse, mais de 1200 escritura, dando para eles, né, dignidade, respeito e é algo que mexe muito com a gente, porque a moradia é a premissa de qualquer ser humano para que eles possam ter seu canto e ser dono da sua propriedade. Sim. ali. Quais foram os locais que passaram por essa regularização fundiária, vereador? Olha, Mirna, a gente tem trabalhado de forma incisiva, desde os Amarais, que é o Agrécio, que é uma região que que já viu uma uma determinação judicial para que fosse migradas mais de 100 famílias. conseguimos de maneira política eh segurar aquele pessoal lá, conseguimos infraestrutura para eles e provavelmente eu acredito que no começo do ano que vem, o mais tardar eles possam ter já a sua o seu título de posse, porque é uma questão jurídica que a gente sabe a morosidade que que isso que isso ocasiona. Região do São Marcos totalmente regularizada, 100% de regularização mesmo pessoal que tinha aquela questão ali do Ribeirão Quilombo, principalmente aquele pessoal, aquele pessoal estão todos regularizados. Eh, provavelmente dentro de um mês ou dois eles já terão o CEP, as ruas já foram denominadas, eh, a autoestima, né, deles, eh, eh, graças a Deus, a gente percebe, cada um deles se preocupam em melhorar suas moradias, outros vendem, né? Eh, hoje a situação ali é é muito é muito favorável para quem eh vive lá. Nós sabemos que as mudanças que ocorreram e que ocorrem na região tem transformado toda uma região que vivia no estigma da violência, no estigma da falta de de condições para poder, né, eh desenvolver a sua vida social, econômica e tudo isso a moradia afetava muito. Sim, eu lembro que inclusive a gente foi fazer uma reportagem ali, existia aquela questão do Ribeirão Quilombo, justamente porque tinha ali um trabalho, né, também que um verbo do governo federal que naquele período trazia um pouco de insegurança à população, né, vereador Mirna é uma região que e era um labirinto, as políticas públicas não chegavam, não tinha como chegar, eh não havia segurança. Então, tudo isso foi mudado, graças a Deus. Hoje o hoje existe uma uma relevância muito grande do respeito que a própria cidade, que os próprios demais bairros vem no São Marcos. Eu fico muito feliz porque eu sofri tudo isso lá atrás. Sei muito bem do que tô falando, sei das dificuldades, das discriminações que nós passamos e hoje, graças a Deus, e quem mora no São Marcos eh vive outra realidade, principalmente as crianças, né, que sim, que que que não acompanharam, né, foram os seus pais, seus avós que viveram tudo isso, né? As crianças hoje têm um eh tem tem um um uma nova esperança, uma nova expectativa de vida de vida a todo esse trabalho que ocorreu e vem ocorrendo durante o tempo. Vereador, o senhor falou agora pouco da importância de nomeação de rua, né? Às vezes as pessoas chegam até a conversar com a gente: "Poxa, tem projeto de nomeação de rua, por que que isso é importante?" E aí o senhor falou uma questão, CEP, receber uma correspondência, receber uma conta em casa, receber uma encomenda em casa, ainda mais nesse tempo de internet que todo mundo tá comprando online, quando a gente pensa em denominar uma rua e posteriormente junto, né, aos Correios e telégrafos, a gente conseguir esse CEP, eu queria que o senhor falasse da importância para quem mora, por exemplo, num bairro como Campinha. Ô Mirna, coincidentemente, hoje eu fui abordado 11 horas para um rapaz comerciante que ele tem um comércio eh no na entrada do bairro que evidentemente existe o CEP e ele comprou outro num local que não existe. O outro comércio que ele comprou até de médio porte. E o que que é que ele tava me questionando? eh que ele não tava conseguindo que as mercadorias chegassem até o comércio pela falta do CEP. A antiga proprietária, ela já tinha uma uma condição de poder passar o CEP da rua da rua próxima lá, né? E ele precisava adequar isso. Eu falei para ele, logo logo você vai ter o teu CEP. Olha as dificuldades que tem alguém para ter um comércio de médio porte. comprou recentemente e não consegue ter essa fornecedor não chega lá não chega não tem o CEP, então é é muito difícil. Então o que acontece? Todos os pessoal da da residência sofre muito com isso. Isso aí abala, né? Isso aí mexe com autoestima e uma série de fatores, né? que todo mundo eh merece eh receber a sua encomenda na sua casa, não pode ser terceiriada. E graças a Deus, eu acredito que provavelmente até o final do ano, é o nosso desejo, é que tudo isso seja seja regularizado e as pessoas possam realmente e receber em sua residência a mercadoria ou aquilo que ele que ele comprou. A gente tá falando aqui do trabalho parlamentar e sempre é importante, eu vejo que o senhor ressalta eh essa condição também das lideranças dos bairros que passam muitas vezes essa demanda pro senhor enquanto parlamentar. Inclusive, recentemente o senhor pediu um minuto de silêncio em homenagem a uma pessoa que foi primordial nesse seu trabalho, que é a dona Ditinha. Eu queria que o senhor falasse, né, o que ela representou nesse trabalho, nessa jornada sua como uma liderança local e qual que é a importância de da das lideranças que o senhor lida no dia a dia também. Olha, é um momento até de muita comoção falar da Ditinha, porque a política ela me entristece muito quando eu vejo que ela se torna algo muito subjetivo e as pessoas procuram, né, eh, através do seu ego querer infrar e demonstrar algo que me entristece, porque quando as pessoas fazem isso, elas esquecem do bem comum, da comunidade que do objetivo. Então, a política ela me entristece muito nesse lado, porque eu vejo inúmeras lideranças que pensam somente no seu umbigo, diferentemente da Ditinha, que eu acompanho ela há muito tempo, uma mulher simples, uma mulher dedicada, empoderada, onde altruísta, onde a vida dela era viver em função do próximo. 45 anos numa região totalmente eh avacaladora, que não era domesticada e ela impôs durante 45 anos a sua personalidade, os seus desejos e ela conseguiu, para que vocês possam entender, numa área de ocupação. Ela conseguiu durante todos esses 45 anos segurar uma área ali de aproximadamente 800 m² ou 1000 m² para que pudesse ser feita uma uma numa associação. a Secretaria de Habitação entrou nessa área, eh, tirou a maioria da dessa dessa dessa metragem e mesmo assim brigamos para que houvesse condições de ter dois lotes lá para que ela pudesse levantar essa associação, porque era um sonho dela de 45 anos, uma mulher que sempre lutou em função do próximo. A Din era uma mulher e e sempre será, porque ela jamais fugirá do meu conceito, eh, simplesmente fora da casinha. Ela não não se corrompia por nada, era uma mulher idealista. E o idealismo hoje em dia tá difícil de encontrar. Sim. E então eu tenho na detinha maior referência da região e sempre ela vai ser eternizada. A gente tem que achar alguma maneira de ter essa homenagem próxima para ela, mas homenagem difícil chegar à altura dela, porque a associação hoje existe, não conversei com o Vandão, existe a possibilidade porque já houve duas associações feit através dessa NASA. Falei com o Vandão para que nós pudéssemos ter essa associação. Mas onde é? Não, não são Marcos, na na região dela, levantar esse prédio e que a família dela, a filha dela desse continuidade que quer, porque era um sonho. Eu falo que tem coisas que você só realiza depois de que se foi. É, então é algo que tem que deixar, mas é um legado, né? É, é um legado. É um legado, é um legado, um legado legítimo de alguém realmente que lutou. A Din era uma pessoa que só bem, só para você entender que eu eu falo isso direto, eu tenho isso como eh como referência da personalidade forte dela. A tinha, o governador João Dória veio inaugurar as marginais da Dom Pedro e ela foi barrada lá embaixo. Barraram a ditinha para que ela não subisse. Hum. E e ela questionou: "Como vocês vão me barrar? Se há 45 anos atrás foi eu que tirei os barracos da do local que tem a marginal, foi eu que delineei toda a área, foi eu que fiz topografia, foi eu que corri, de fato, foi ela foi contando o histórico dela pro segurança. Aí o segurança viu que não tinha como, pela fala dela, que foi uma fala muito apropriada, entrou em contato com o pessoal lá em cima. em questões, em questão de 10 minutos, a Ditinha tava do lado do governador e o governador fez menção dela inúmeras vezes. Por quê? Porque é algo próprio dela, era algo que a gente sabia que ela tinha essa personalidade e que ela tinha todo esse caráter para poder representar como representou durante toda a sua vida toda uma comunidade, toda uma região. Sim, vereador, a gente ainda lembra que em um dos nossos podcasts aqui que o senhor participou, o senhor contou que já foi jogador de futebol. Tá jogando ainda? Quer dizer, foi jogador ali no bairro foi, né? Ah, no bairro foi. Aliás, a gente tinha um time que formamos em 1970, eu sou de 1960, que até esses dias atrás a gente se reunia para lembrar Barro Preto, não lá em Santa Fé do Sul. lá em Santa Fé do Sul, não aqui. Mas eu queria saber o seguinte, hoje o senhor inclusive é tem essa relação muito séria com o esporte, mais precisamente com o futebol, através de um projeto com as crianças e adolescentes ali da região onde o senhor atua. Queria que o senhor falasse um pouquinho, foi lá esse passado de esportista que também o influenciou, inspirou agora a dar essa oportunidade para tantas crianças. Ô Mirna, conforme eu te disse, depois da pandemia, nós tínhamos um japonês lá, o Nuri, que ele era o que encabeçava toda essa reunião e vinham gente de várias cidades, outros estados, porque nós começamos um time em 1970, então mais de 20 anos a gente se reunia todo dia 12 de outubro eram, então vinham pessoas de de vários várias cidades né? O que acontece, se você analisar friamente, que nem eu costumo dizer, eu tenho muito falado nessa frase, eh você consegue reunir esse grupo que nem nós reunimos mais de 20 anos, mas você não consegue reunir de forma incisiva um grupo de escola, de classe, porque dispersa ao longo do tempo. O futebol já é o contrário. futebol, ele consegue ter essa interação, essa unção que vai pro resto da sua vida. Quando você reúne as crianças da maneira como nós nos reunimos numa na nossa região, você acaba interagindo entre eles uma relação que que ultrapassa uma relação escolar, uma relação familiar. E as verdadeiras amizades, todo aquele contexto que tem dentro de uma comunidade é formado através do esporte, principalmente do do futebol. Eu vejo isso. Evidente que a gente tem 200 e poucas crianças lá que provavelmente a maioria não não se conheciam, que acabam criando um vínculo e esse vínculo quem ganha é a comunidade. Fora isso, não obstante a isso, a gente ainda se preocupa ali em as escolas, buscar as crianças que de um jeito ou de outro tem algum problema aí que precisa ser ser interagido na comunidade, no meio dos demais. E a gente faz esse trabalho com os diretores, é algo realmente que que nos alegra muito, porque o custo benefício é enorme. Sim, eu estive há pouco tempo numa gravação lá com o pessoal que trabalha com a União Cristã, Sim. Né, que é faz um importante trabalho lá. E e aí como que é essa questão também dentro desse escopo de trazer a criança da escola, de pensar em uma atividade esportiva no contraturno também? ter essa preocupação, vereador, por exemplo, com os espaços em que esse esporte e outros até possam ser aí eh executados ali naquela região. Como que é isso? Eu eu acho que a gente tem a dar tem que dar a César o que é de César, né? E a Deus o que é de Deus. Eu não podia deixar de ressaltar aqui nesse nessa fala a figura do Celso, que é um rapaz que é um assessor que trabalha com afinco, com amor e sem ele eu eu particularmente não vejo esse projeto andar, porque o céuso vive em função desse projeto e tudo que é feito com amor, as coisas frutificam. Ele ele simplesmente ele ele conhece todas as crianças, conhece todos os pais, conhece todos os problemas que envolve cada um que está lá. E muit das vezes os pais delega delegam a ele essa situação de poder intermediar com a escola, com com a criança. Então é algo é algo totalmente que foge daquele contexto, né, daquela ilustração que a gente tá levando as crianças lá simplesmente por levar. É um trabalho muito sério, embasado em criar, em modificar, em formar cidadãos. Mas tem que ter também, por exemplo, o espaço, por exemplo, lá tem quadra no bairro, como que tá essa questão também que aí tem que ter atuação parlamentar bem ali a fundo. No caso nosso aqui até seria um e uma injustiça eu não falar do do Vladimir, que ele tem um soci lá que sete, oito campos societ e ele ele fornece o espaço. Então o Vladimir é uma área particular, ele empresta para vocês? É isso? Sim. Ele e no começo a ideia eh partiu até dele. Ele foi um dos pioneiros nessa ideia. Então, Vladimir é uma pessoa que a gente tem o maior carinho, é uma pessoa do bairro que um empresário que vive em função disso, de querer ver o bairro desenvolver e ele doa-se de maneira tremenda. Então é uma situação que a gente tem que agradecer e fora isso, a gente procura na medida do possível num numa região que não tem eh muitos locais públicos, onde tem a gente procura ver se a gente implanta aí um campo societ um camp lá tem areninha também ou não temos três areninha em que bairro lá na Santa Mônica, no Agrécia, no São Marcos e e uma no CDHU tem mais uma para ser implantada. E dá para perceber o quanto isso tem feito com que a comunidade participe mais das atividades, eh, e, e tenha uma um outro modelo, digamos assim, uma vida mais saudável e tudo mais. Sim, principalmente porque você tira a criança da oidade, da criança do celular, a criança de ficar na sua casa ali, eh, depois que vem da aula ali, nós sabemos como funciona, porque nós nós mesmos somos somos escravos dele. Imagina as crianças aí que acaba não tendo um ritmo diferente numa região periférica que nem a nossa, que não tem lugar para poder explorar seu esse esse momento. Então, é é fundamental isso. vejo, você passa nas areninha eh, totalmente cheio de crianças com faixas etárias diferentes. Isso nos alegra muito. Vereadora, ainda falando dessa questão de esporte e bem-estar, a gente tem inclusive aí algumas articulações que o senhor fez eh para trazer, por exemplo, verbas, não só através das emendas impositivas, que daqui a pouco a gente vai detalhar, mas junto a outros entes políticos para trazer melhorias ali pra região. Como que é essa articulação? Ô Mirna, a gente conhece a região, todos os quadrantes dela, todas as necessidades. Não poderia ser diferente, porque nós canalizamos, né, o nosso trabalho mais nessa região e na medida do possível temos brigado com executivo, com com deputados para que nós possamos desenvolver, né, os déficites que nós temos na região. Temos aí a situação do Cras, que para mim é um é algo é uma incoerência que que não tem tamanho, porque o senhor já fez até requerimento, indicação sobre isso, né? Que eu já lembro de ter feito alguma coisa. Nós fizemos muito mais do que isso, nós nós no primeiro na primeira emenda impositiva, nós destinamos praticamente o valor que nós teríamos para destinar fora a saúde e destinamos para a construção de um CRAS. Lá já tem área, tem tudo, tem tudo. O que ocorreu? ocorreu que eh o conversamos com a secretária de assistência social, repassamos dinheiro para a construção do CRAS, só que quando chegou no final não existiu o projeto, então não foi não viabilizou aquela aquela emenda. Eh, hoje já tem o projeto, existe essa essa possibilidade de daqui um ano, 2 anos que nós tenhamos esse espaço físico e é preciso correr atrás de emendas, né? Existe todo um uma comunidade eh voltado a isso. Eh, é imprecis. Hoje a população de lá é atendido por qual CRAS, vereador? Então, e para mim é um paradoxo. Eu eu nunca vi uma coisa dessa. Olha que coisa interessante. Se você vai levar eh quando você vê as pessoas vulneráveis, sem condições nenhuma, você quer que elas venham aqui pro pro Cras aqui próximo do da Praça do Japonês aqui no Botafogo, que elas teriam e têm que pegar dois ônibus. É totalmente fora do contexto, né? Então o que ocorre? Elas acabam não sendo assistidas, elas acabam não sendo elas preferem deixar para lá, né? Sim, eu deixaria porque acaba não sendo assistida. A logística não não compete, o tempo é impressionante, o tempo que elas perdem e muitas das vezes chegam e acabam não sendo contemplada naquilo que elas vieram buscar, porque na realidade a acessibilidade é tudo. Sim. E às vezes o CRAS, dependendo do local que for que for implantado na região lá dos Amarais, acaba também não desenvolvendo o que deveria ser, porque eh existe situações ali que nem suposo vai ser no Vir Olímpia. E como é que é essa logística de quem tá no campo, no Parque Cidade, no CDHU, no Miraçol, tem tudo isso aí. Às vezes fica difícil da das pessoas poderem lá caberiam dois cras inclusive ou não caberia nós sabemos que que é hoje é uma utopia falar nisso, né? Porque mas pelo menos um senhor tá na luta. É não, eu eu digo que não, eu bato na tecla sempre que a luta ela não nunca é subjetiva. A luta tem que ser da comunidade, de todos os setores. Por isso que eu falo, eu gosto muito da manifestação popular. Eu acho que o problema das manifestações que nós temos na política, elas acabam sendo tendenciosas na medida que as pessoas se intitula como se fosse só ela a a o protagonismo da da situação. O dia que as pessoas entenderem que a gente tem que trabalhar pro bem comum, independente do da sua ideologia, as coisas mudam. Mas isso é do comportamento humano e provavelmente não viremos, não vamos ver isso nunca, né? Sim, vereadora. A gente lembra também que em várias oportunidades, inclusive recentemente, o senhor levou muitas das atrações. A gente já até conversou aqui com outros parlamentares sobre as emendas impositivas paraa cultura e o senhor também levou cultura lá pra região dos Amaris. Fala um pouquinho sobre isso. É, então essa fala minha vai ser contraditória porque eu eu vou cair em contradição. É impressionante, né? Me diga. Então, você ficou curiosa, né? Fiquei agora. Eu fiquei. É, eu vou cair em contradição porque a minha premissa sempre foi potencializar o que nós temos de melhor. Eu gosto da noite, eu frequento a noite, eu adoro, eu vejo cantores aí que cantam muito bem, melhores do que muitos profissionais, que acabam não sendo prestigiado e muitos deles abandonam, né? Isso me entristece muito. Eu já falei lá com o pessoal da cultura, com o Gabriel, que nós temos que achar uma maneira de potencializar esses talentos que morrem aí ao longo do tempo. Mas não obstante a isso, é é interessante que quando você leva uma atração que nacional, você cria um ae dentro de uma comunidade que que mexe muito. Esses dias teve uma mulher, eu achei interessante, foi o netinho lá no na região, uma mulher no outro dia me ligou, olha que que absurdo. Ela ligou porque uma mulher de São Paulo ligou para ela, não acreditando que o netinho tinha vindo ali na região da Santa Mônica. E ela falou: "Não, eu preciso que você me manda uma foto que eu tenho que mostrar para ela." Você vê o clima que se cria quando vem alguém dentro de uma periferia que muitas das vezes vem aqui, que nem o Zé Cabaleiro veio aqui esse dia aqui no Teatro de Arena, no Centro de Cultura, no próprio Concha e acaba, se a gente não descentralizar, mas de maneira organizada e e e com o intuito de levar essa alegria pro povo, eu acho que a gente cai em contradição. Então eu eu tenho esse misto, ao mesmo tempo que eu acho da potencialização, eu valorizo também esses esses cantores aí renomados que chegam na periferia, né, e acaba trazendo, extravazando de maneira tremenda aquela alegria. E as pessoas, eu associo muito isso a tudo, é saúde, as pessoas desestressam, as pessoas se se interagem mais no lado social, as pessoas eh valorizam. É é é muito bom. E a música, viver sem música, não, eu não vejo sentido. Vereador, nós também já conversamos em outras ocasiões, inclusive a respeito de indicações e requerimentos, quando o senhor fala da questão da limpeza urbana. Inclusive o senhor já comentou, olha, a gente às vezes até pede paraa regional ir lá limpar meia hora depois já tem entulho, já isso foi superado. Que que que o senhor tem feito ali e como legislador para também trabalhar essa questão da limpeza urbana? Tá, Mirna, antes de te responder, eu eu queria só fazer um adento aqui com relação a essa pergunta anterior sua da cultura. Da cultura, tá? Eh, já acertamos com o Gabriel, com a Mariane, não falei com a secretária, mas já tá tudo certo. Eles vão abrir um edital e nós faremos na região dos Amarais a primeira orquestra de Viola Caipira. Já temos o professor, é algo que nós temos que resgatar, né? É, isso aí é algo, né, que que nós não podemos deixar morrer. Quando se fala em viola caipira, você já vai pro mundo rural, vai para todas aquelas tradições que o que o tempo morreu hoje. Lá já tem o porque a gente conhece, eu já vi aqui em Campinas ali na região de Souzas, tem uma ali na região dos Amaris também. Nós vamos começar eh o feto, mas é com professores dali, com gente dali dos do Então o feto tá sendo, o feto tá sendo formado agora. Então vamos a princípio o céu da Vila Esperança. Não vamos ter oficina, queremos trazer pessoas jovens, né, para porque a viola caipira ela encanta, ela encanta, né? Trazer todo todo resgatar tudo isso aí que eu vivo. Quem é do interior sabe muito bem do que eu tô falando. Sabe sai ainda em 2025. Se Deus quiser, segunda-feira temos uma reunião lá e se Deus quiser, vamos vamos ter essa nossa orquestra de viola caipira. Inclusive você tá convidada, você pro dia 4 vai vir a viola, orquestra de viola caipira aqui de Montemor, vai fazer uma apresentação. É algo tremendo, é algo que que vai mexer com o povo, porque quando as pessoas eh começa a conhecer, né, eh o que que é um gênero musical, às vezes desperta nele o desejo. E o nosso sonho é esse, principalmente trazer o jovem para que que eles possam dar essa continuidade. Quando você vê Ana Castela, o que mais se prende é que ela busca trazer os modões e através dos modões as crianças t tem voltado para ela, porque ela não não vai no segmento universitário, ela traz tudo isso aí. É o que tá fazendo Dana Castela, uma moça nova, todo esse sucesso que ela tá tendo. Então isso é importante, não deixar morrer, trabalhar lá a raiz desde pequenininho, né? Desde pequenininho. Tá certo? Então, vereador, aí agora eu quero saber da limpeza urbana, que foi a minha última pergunta a respeito inclusive dessa questão de de da manutenção ali do bairro, essa questão também de conversar com a população. A gente sabe que agora nós estamos numa época de seca, mas a hora que começa a chover, a gente tem questão de dengue e tudo mais. Como que é isso? Olha, eu conversando com o secretário Paulela e na situação do dessa nova licitação, existe existe a possibilidade de de 20 ou mais ecoponto. Na nossa região estão previsto dois. Eu parto desse princípio, né? É necessário que a região de Campinas tenha eonto para poder receber esse descarte, porque muitos eles alegam, vou descartar onde. Então você acaba vendo algumas dificuldades. Mas o que acontece que eu passo para todo mundo, existe um trabalho de cata treco regular, não só na nossa região, como em todas região, todas as regiões. É um trabalho muito bem feito, sistemático, que é para atender a população nesse sentido. Existe aí os coletores aí que nós sabemos que três vezes por semana, então é muito mais difícil, muito mais eh muito mais dificultoso as pessoas levarem para um descarte irregular do que deixar na sua própria calçada, né? a praticidade deixar na calçada de então eu não consigo entender. Mas tudo isso é uma questão de cultura, principalmente numa região como a nossa que as pessoas costumavam e costumam jogar todos os seus entúhos dentro do ribeirinho, onde que provoca a enchente. Então a questão hoje já não tem mais aquela coisa de achar até sofá lá no ribeirinho ou ainda tem? Acha a acha a acha acha sofá, acha sofá, acha acha tudo que você puder imaginar. ainda tem essa essa cultura que é uma cultura de século, não vamos dizer primeiro na região é cultura de de pelo menos meia eh umas uns 50, 60 anos, por 50, 60 anos desde a sua criação, né? Sim. Então isso isso é difícil de você mudar do dia paraa noite. É aquela coisa de conscientização da sustentabilidade ambiental que é necessário que o poder público trabalha muito em cima disso. Por Mirna, o que eu falo direto que eu falo é o seguinte. Hoje quando você vê a causa animal lá atrás era normal as pessoas pegarem um gato, colocar num saco e levar um determinado uma distância, chegar lá, rodava o saco e o gato se perdia, não sabia. Sim, hoje se alguém fizer isso, então essa mesma cultura é evolução também, né? É evolução e precisa tudo é a questão da educação. E se não ver essa educação na sustentabilidade, a gente vai sofrer isso muito tempo ainda. Sim. Isso. E as futuras gerações, né? Sim. Então isso aí ocorre. Então as pessoas acabam, é impressionante o essa semana mesmo a gente, eu eu tive numa empresa que ela que ela que ela recebe caminhões e caminhões de cebola e ela descarta no local irregular e comentei para elas o o que elas estavam fazendo. É um absurdo. E eles acham isso normal? Acham normal. O departamento, o DLU, departamento de limpeza urbana, já foi, a gente já notificou, já avisou para que eles fossem lá e procurasse dialogar para que isso não acontecesse. Quando a gente fala, a gente tá falando de empresa, de inúmeras empresas, que lá do das pessoas que não têm nenhum tipo de de eh de educação, de preparação para que isso não aconteça. Vereador, ainda dentro do escopo das emendas impositivas, a gente lembra quem tá em casa, inclusive final de ano tem emendas impositivas no orçamento de 2026, que metade do montante que é devido ao legislativo obrigatoriamente vai pra saúde. E aí eu queria que o senhor falasse um pouquinho já como que o senhor trabalhou até então com essas emendas impositivas pra saúde, principalmente visando o atendimento na base, ou seja, nas unidades básicas, nos centros de saúde. Ô Mirna, eh a saúde é algo tão engessado, mas tão engessado que e onde é que os vereadores mais apoiam, né? Porque todo mundo acha que que recursos humanos, que o fato da da de atender o o determinado especialista que não se encontra é culpa do vereador. Porque tudo que nós mandamos pra saúde, na maioria das vezes, a gente não consegue ter uma resposta bem aplausível daquele destino, porque quando o dinheiro entra na saúde é diluído. Infelizmente ocorre isso. muito e todos os demais também, tá? Então o que que a gente procura? A gente procura na medida do possível, principalmente morando naquela região, é, eh, é tentar fracionar a nossa emenda pros quatro centros de saúde, porque a gente vê isso como como uma necessidade que acaba não atendendo da maneira como deveria. O próprio deputado Jonas Donizete mandou pra gente R$ 1.100.000 R$ 1.000 para que nós pudéssemos aplicar em manutenção e você não consegue eh algo bem bem legível que a saúde consiga nos passar como tá sendo feito esse destino. Infelizmente a saúde é uma área que me entristece nesse ponto. Eles fazem, eles têm uma autonomia enorme e eu acho que eh que muitas coisas poderiam ser mudadas. Eh, nós destinamos 480.000, 120.000 para cada centro de saúde referente a a uma ao primeiro atendimento que agora passou a ser terceirizado, mas mesmo assim eu vejo que esse atendimento ainda precisa precisa ser qualificado, porque as pessoas que estão atendendo não que elas não tenham um uma questão humana, mas elas não têm a qualificação certa para poderem passar pros usuários da maneira como deveria. Então tudo isso tem que ser feito, ser revisto, né? Porque é uma excelente ideia, porque você tira pessoas que não estavam tipificadas para ficar na frente, mas em contrapartida é preciso que haja um eh uma interação aí para que as pessoas possam melhor atender. Sempre vai ser o atendimento é tudo, a resposta é tudo, a pergunta é tudo, a maneira de falar, o tom da voz, né? Tudo isso influencia, seja aqui, seja em qualquer lugar do mundo. Eu bato sempre nessa tecla. Sim, vereador. Desde 2022, o senhor tem inclusive trabalhado essa pauta e a gente espera, né, a partir disso a gente teve já em algumas situações aí, vamos falar um pouquinho sobre isso, a questão da gratuidade na tarifa no dia da prova do Enem. Em alguns municípios isso já é inclusive lei e tudo mais. Eu queria que o senhor falasse desse seu da sua preocupação com essa pauta que de ter esse entendimento de que no dia eh é preciso facilitar o acesso dos estudantes. Ô, eu uma coisa que eu não tenho é esconder aquilo que eu penso, aquilo que eu sei e aquilo que eu falo. Eu sempre jogo muito limpo. Hoje mesmo eu conversei com o Vinícius, chamando ele aí pra pra reunião que nós teremos na administração pública na segunda-feira com alguns projetos e que ele pudesse através do Fernando, secretário de transporte, falar sobre isso. Ele foi taxativo comigo, isso não vai acontecer. Falei com Vandão, nem por meio de decreto. Então eu falei, falei, eu falei com o Vandão, o Vandão falou que estudaria. São duas falas de duas pessoas que eu gosto muito, tenho muito carinho pelo Vinícius. Eh, e a questão não é o decreto, a questão é eh a questão a peça orçamentária. Então, eu acho, eu vou continuar achando que uma cidade como Campinas, eh, um berço da educação, o que ela representa, isso aí deveria já já ser já ter colocado em prática regulamentado há muito tempo pelo próprio executivo. o executivo teria que que decretar, né, essa gratuidade, não precisando passar pela Câmara, como aconteceu e tem acontecido em inúmeras cidades da região metropolitana. Sim. Então eu aproveito aqui e falo, mando um recado pro Dário que deveria e deverá partir dele, porque a gente vê tanta gratuidade em outros campos e algo tão importante como o estudo e o Enem, eu acho que é uma incoerência do governo não ter, não decretar e que que as que que os estudantes possam nesses dois dias ter essa condição de poder ir de forma gratuita. Ou seja, a luta continua. O senhor não esqueceu o tema? Não, jamais. E falar com com o D, voltar a falar e bater nessa tecla. Eu não importa da onde que vem essa essa defasagem aí, mas é importante porque Campinas não pode jogar de fora. Sim. A gente, inclusive, eu já mencionei que logo logo nós temos aí o orçamento de 2026, o nosso podcast tá acabando, tá chegando no finalzinho. Dá para adiantar pra gente já algumas coisas que o senhor pensa nessas emendas impositivas, dentre as suas principais preocupações, vereador, por incrível que pareça, nem a Bruna sabe. A Bruna tá aqui, viu, gente, acompanhando a Bruna, trabalha lá com o vereador, ela que passa as demandas também. A Bruna não sabe, mas ela vai saber aqui de primeira mão, que é impress o que ocorre é o seguinte, é que vocês não estão vendo a cara da Bruna, mas a Bruna está aqui é perplexa falando o que vem por aí. O que vem por aí é um contraste da onde você mora e da onde eu moro. É, onde você mora é uma região que tem inúmeras áreas públicas, muitas delas acabam ficando ociosa, eh, em detrimento de tantas oportunidades que as pessoas têm para poderem passar seu final de semana ou a sua semana um lazer. Se você for na sua região e querer trazer um evento cultural, você escolhe a dedo onde que você quer levar. Você sabe disso. Sim. Quando você chega numa região que nem dos Amarais, você é obrigado a a pedir um uma interdição de uma de uma via pública, porque infelizmente a gente não tem um local adequado e aí você cria uma série de problemas com vizinho que não querem, com a mobilidade, com ônibus que passam. Então a gente sofre muito nessa nessa fase. E seguindo essa linha de raciocínio, numa briga que nós tivemos com Ministério Público, nós conseguimos no Agréci duas áreas de contrapartida para que as famílias não saíssem. Isso foi uma luta nossa. estive com com o promotor Vidal várias vezes e em contrapartida ele exigiu duas áreas e uma delas a prefeitura teve que desapropriar uma área de mais de 5000 m. Então eu hoje mesmo eu conversei com hoje ou ontem, ontem eu conversei com o Vandão e o meu desejo, meu sonho e o nosso sonho de uma maneira geral é que nós façamos lá uma área com concha acústica, que nós possamos ter um um local muito bem eh pra caminhada, um lugar um lugar bem ali na fazenda Santa Elisa ali, uma região de mais de 5.000 m com com ribeirinho do lado. Ciclovia já tem, né? lá não, ainda não. Não, mas é, mas é uma região que você a ideia é fazer um parque para que possa comportar tudo isso aí. Campo de futebol seria um micro taquaral, um micro taquaral que é possível fazer. Então a ideia é canalizar esse ano, se tiver o ano que vem, através de emenda de deputado estadual e federal e fazer algo que realmente possa contemplar todo um povo, que não precisa ir pro taquar. E eu tenho certeza que a gente vai fazer um parque que vai chamar atenção e que ali vai ser um local ali que o fluxo de de pessoas, tenho certeza que será enorme e vai contemplar não só a nossa região, mas muitas pessoas virão para poder ver a beleza do lugar. Muito trabalho. Então, viu Bruna? A Bruna tá aqui só fazendo assim, viu gente? Ela tá só, ó, tó que agora ela ficou sabendo, até porque, vereador, parlamentar não trabalha sozinho, tem uma equipe, né? Ninguém. Hoje eu mesmo tava comentando, ninguém trabalha sozinho. Hoje eu estive numa pastora que ela amanhã vai lá na região vai estar a secretária de assistência e a secretária de mulher. Ela tá fazendo um trabalho lá com oficina de pães de de costura e e outras oficina. E eu tava falando com ela, o trabalho sempre será em grupo. Infeliz daquele que pensa que o eu dele vale alguma coisa. Quando a gente entender que nós temos todos que que dar as mãos, as coisas mudam e sempre que a gente der mão, nós vamos frutrificar e alguma coisa vai acontecer. Vereador, muito obrigada pela sua participação. Se Deus quiser, a gente se vê o ano que vem aqui na Casa do Povo, mas a gente continua se falando aqui nas reuniões ordinárias, em tantas outras coberturas da TV Câmara Campinas nas suas atividades parlamentares. É, o sonho é que a gente veja aquela região desenvolvendo da maneira como deva, de forma, né, linear, que nem as demais, porque a região dos Amaris, ela tem crescido muito e muitos empreendimentos têm tomado conta. Nós precisamos melhorar muitas coisas, né? Mas com fé em Deus, eu tenho fé que a gente levando aí pro executivo, a gente vai conseguir aí mostrar o que realmente é necessário lá, tá certo? Então, olha, na Casa do Povo fica por aqui. Lembrando que você pode conferir outras entrevistas que o vereador Rubens Gás concedeu aqui pro nosso podcast lá no youtube.com/tvcâmara. Você entra na playlist do Na Casa do Povo e aí você confere tudinho. A gente fica por aqui e até um próximo na Casa do Povo. เฮ [Música] [Música]