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Na Casa do Povo | Paulo haddad
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Na Casa do Povo | Paulo haddad

35 views Publicado 12/09/2025 HD · 45:28

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No podcast Na Casa do Povo desta semana, o convidado é o vereador Paulo Haddad (PSD). Em uma conversa especial, ele compartilha as principais iniciativas do seu mandato, com destaque para as áreas de saúde, esporte e sua atuação como líder de governo. 🩺 Saúde: Andamento das atividades no Centro de Saúde Chapadão Conscientização sobre o Câncer de Bexiga e o Fevereiro Laranja Mutirão de cirurgias e palestra de saúde bucal ⚽ Esporte: Projeto Handebol 360 e criação de quatro núcleos (Taquaral, Costa e Silva, Sousas e Jardim Eulina) Arena 360 no CEAR e Virada Esportiva Estadual Conquistas via emenda impositiva, como ambulância, bolas, rede, medalhas e areia de qualidade 🏛️ Liderança de Governo: O parlamentar também fala sobre os desafios e responsabilidades de atuar como líder de governo na Câmara Municipal de Campinas. 📺 Continue assistindo conteúdos especiais em nossas playlists: 👉 YouTube: @tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente: 📸 Instagram | 🎵 TikTok | 📘 Facebook | 🎙️ Spotify – @tvcamaracampinas

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[Música] [Música] Olá, mais um na Casa do Povo no ar, o nosso podcast aqui da TV Câmara Campinas, que cada semana traz um bate-papo com um vereador ou vereadora do legislativo da nossa cidade. Hoje o nosso convidado é o vereador Paulo Hadad. Ele que já participou aqui falando da sua vida pessoal, falando também da sua trajetória política. E agora nós vamos falar um pouquinho sobre a sua atuação como parlamentar. E como é de prasse, eu vou fazer a abertura, fazendo aqui a minha audiodescrição. O meu nome é Mirna Breu. Eu sou uma mulher negra de pele clara, tenho os cabelos cacheados um pouco acima dos ombros com mechas loiras. Hoje eu estou vestida com uma blusa que tem um decote V. Ele é chamado de verde água. Estou com uma saia eh ferrugem marrom, quase marrom. E aqui ao meu fundo nós temos o estúdio do Na Casa do Povo todo em preto, uma TV com o logotipo do nosso podcast na Casa do Povo em azul e branco. Paulo Hadad, seja novamente bem-vindo e também já o convido a fazer a sua audiodescrição. Mina, muito obrigado. Sou um homem branco, cabelos grisalhos, agora eu tinha cabelo preto, olhos castanhos escuro, enfim, tô com uma camisa branca, uma calça jeans, né, um jeans mais pro dela ver e um sapato preto. Então, tô eh vestido para todas as ocasiões, básico, para toda para essa ocasião que é especial, mais do que especial, mas também para outras situações do dia que são básicas para todos os lugares, né, vereadora? É isso aí. O vereador, para quem acompanha sabe que ele, além de ser líder de governo, ele é o presidente da comissão de política social e saúde da Câmara. Nós já conversamos aqui, Paulo Hadad é médico e também cirurgião dentista. Só que então justamente por essa história, a gente vai falar um pouquinho sobre saúde. Eu vou começar a falar com você sobre saúde, viu Paulo? A gente tem algumas ações que a Câmara inclusive transmite e acompanha. Você trazendo debates importantíssimos aqui com temas atuais. Eu queria que você falasse um pouco dessa sua proposta em trazer esses temas aqui, mesmo em reuniões fora comissão de saúde, uma atuação mesmo do seu gabinete. Mina, eu acho importante eh que nós parlamentares tenhamos uma leitura daquilo que é importante paraa população. Eh, a minha área de formação, como você bem disse, é a área de saúde. Então, nada mais oportuno de que eu traga, né, para essa casa, para debate, eh, não dentro da comissão, especificamente comissão de saúde, política social e saúde, mas também em outros espaços, né, que a gente possa debater temas que são extremamente importantes e que trazem contribuições paraa nossa população, pro nosso cidadão comum que está nos assistindo. Por exemplo, no mês de fevereiro, nós tivemos o fevereiro amarelo falando sobre a leucemia ou as leucemias mais especificamente, né? São vários os quadros que podem trazer esse tipo de de problema, que é um câncer no sangue, né? Leia nada mais é que um câncer no sangue. Então, foi debatido com profissionais do mais alto gabarito, explicando tudo que eh eh poderia advirucemia. todos os achados clínicos, perdão, a a as manifestações. E foi um debate muito rico, né? Porque algumas famílias eh se deparam com com quadros, né, com crianças, né, que eu acho que é o que mais fragiliza a gente, né, na às vezes numa idade muito terra, com um problema de saúde, que não é difícil de de acontecer, até tem uma incidência razoável. E isso, né, para para quem eh pôde acompanhar, foi extremamente importante desse dessa leitura minha, né, dentro da área de saúde, surgiu inclusive uma lei, uma lei eh de minha autoria que dá isenção para as pessoas que são inscritas no redome, que é o cadastro nacional dos doadores de medula óssea, para concurso público a nível municipal, né? O grande apelo não é pelo valor em si, né, da da isenção da taxa de inscrição, mas que as pessoas se sensibilizem da grande dificuldade que é você achar um doador compatível, né, para aquela pessoa, para aquela criança, para aquele adulto que precisa ou aquele jovem que precisa de um transplante de medula. Então, hoje nós temos grandes bancos de medula óssea, o maior americano seguido, se eu não estou enganado, da Alemanha e o Brasil hoje que é o terceiro maior banco de doadores de medula ossa, pessoas inscritas. Então, muitas vezes é difícil você achar dentro, né, da da do ambiente familiar. E isso tem que se tem que recorrer para outros doadores compatíveis dentro da população que está inscrita, que se dispõe a ser doador. Então isso é é muito bacana, porque dentro desses debates você consegue sensibilizar a nossa população da importância, não só de conhecer parte daquilo que é importante nessa doença, de como tratar, né, quais são os meios, quais são as alternativas, mas também que se torne protagonista daquilo que é importante para que as pessoas tenham uma sorte melhor na cura de uma doença que tão muitas vezes fragiliza não só a criança, não só o adulto, mas toda a família. Outra iniciativa tem a ver também com a sua segunda profissão, que é a saúde bucal. Hoje, antigamente se falava muito em cari, né? Mas isso faz muito tempo. Hoje, qual é a maior preocupação quando a gente pensa nesse termo saúde bucal? Não, ainda a maior incidência é da CAR. Ainda car ainda é da cara, porque a gente ainda tem eh muitos produtos, né, que tem o açúcar na sua composição, doces, por exemplo, eh balas, enfim, né? o açúcar, a sacarose propriamente dito e acaba eh eh fazendo com que nós tenhamos uma incidência grande de care. A a quando nós tivemos, né, a a a implantação da floretação da água, que é uma política pública que veio para ficar, isso foi extremamente impactante, reduziu muito, mas ainda assim a gente tem a CAR como maior é agente de perda, né, de elementos dentários ou de dentes dentro da nossa população. Mas temos também outros problemas, problema periodontal, né, que é o problema de gengiva, que muitas vezes o dente tá íntegro, tá ígido, né, ele não tem care, mas a a todo o suporte dentário, né, que é a gengiva e o osso que suporta o dente, ele acaba reabsorvendo, se acaba perdendo e você acaba tendo e eh a perda, né, ou ou acaba eh amolecendo esse dente, né, colocando na numa linguagem popular, você acaba perdendo no dente, um dente íntegro. Outros problemas, quadros de infecção, né? Então, nós temos eh, por exemplo, eh, problemas de infecção e o sangue que circula na boca, circula ali naquele periodo, na gengiva em volta da gengiv de, ele circula no corpo como um todo, né? Ele vai pro pé, vai pro cérebro, vai pro coração. Então nós temos quadros de infecção à distância, por exemplo, infecção do coração, endocardite bacteriana, que é uma infecção de uma das membranas do coração, que pode levar, né, a um problema cardíaco grave por falência até do do órgão ou também um quadro de e sepsemia, infecção generalizada, né? Hoje nós temos, né, como como eh eh algo muito importante, né, e a gente teve a felicidade também de propor uma lei que é o mês de março, que é o mês de prevenção da saúde bucal. Então nós temos e outros projetos também, por exemplo, o cirurgião dentista dentro de uma UTI para que se faça uma higiene dos pacientes acamados, pacientes que estão inconsciente, paciente que tá em coma, né? Porque o o a a o tempo de internação e as complicações dos quadros de infecções da da cavidade bucal, eles são minimizados, até porque a boca é um é um lugar de entrada de bactéria, é uma porta de entrada, é o maior é a maior cavidade a céu aberto que nós temos. Então a porta de entrada é a maior porta de entrada. Então, a saúde bucal ela ela repercute no corpo como um todo e algumas manifestações de problemas e do corpo. Vou dar um exemplo aqui muito bem muito tranquilo. Às vezes você tem um sangramento de gengiv, você acha que o problema é um problema de de higiene bucal, de manutenção, mas é um quadro já de uma aplasia ou uma leucemia num estágio mais avançado que leva a uma alteração da coagulação do sangue e você vai ter sangramentos como outros problemas, né, que repercute diretamente na cavidade bucal, que é o indicativo de que o seu corpo tá doente. Então você tem que ficar atento. Então são várias a as as ações que a gente tem, desde que eh fazer com que a criança e às vezes até o adulto aprenda a escovar o dente direito com aquele eh com aquela técnica adequada, né? Escovar direitinho, passar o fio dental, o a periodicidade de escovação, né? explicar que a melhor escovação tem que ser à noite antes de dormir, porque muitas vezes nós achamos que, né, ah, não, antes de dormir eu tô com preguiça, eu não. E aonde a cavidade do escovo direitinho, então é onde você fecha a boca, você tem lá o substrato que a comida pro para para bactéria, né, que é o o resíduo de alimento, né, que ele cola no dente, forma placa bacteriana e aí você tem todo um processo de instalação da carne, né, desmineralização do esmalte e instalação no processo de carne, como também um hálito ruim, né? Enfim, são são várias repercussões. E como foi para você, Paulo, trazer todas essas questões da medicina pro âmbito da política pública, pensar nesses assuntos. Você tá falando agora, a gente falou, ó, do fevereiro laranja, que é eh fevereiro amarelo, você falou inicialmente, mas a gente tem outras outras ações aqui, né? Eh, como foi trazer tudo isso pro âmbito de política pública, pensar nesses temas, mas pensar, eu preciso conscientizar. E quando você conscientiza, você fala: "Não, aqui cabe um projeto de lei". Como que é isso para você? Eu na realidade, eu acho que é a sensibilidade do do legislador. Qu? Eu eu eu já isso é é é público. O que me trouxe aqui foi a minha vida eh privada, né? Tudo o que eu fiz dentro da área de saúde, toda a minha evolução, né? primeiro como cirurgião dentista, depois cirurgião maxilo facial, depois fui fazer medicina por conta daquilo que eu eh eh realizava em termos de de procedimento cirúrgico, que era extensão de limite. E nada mais eh lógico, óbvio, de que eu tentar colocar isso no papel, fazendo com que isso se tornasse eh público e talvez acessível a toda a população ou boa parte da população num projeto de lei. Então, esses projetos, essas proposituras, né, não só na área de saúde, mas também em outras eh pautas que às vezes chegam até o nosso gabinete, elas são extremamente importantes, mas especificamente a área de saúde, eu acho que é uma consequência de tudo que eu tenho feito, tudo aquilo que eu ainda continuo fazendo na minha vida privada. E aí, a comissão nesse contexto, qual que é a responsabilidade também de hoje presidir? A gente tá num momento mais tranquilo, a gente sabe que a comissão lá na pandemia teve muito trabalho. Hoje tá um pouco mais tranquilo. A gente tem aí uma rede Mario Gast bem melhor estruturada, mas sempre há questionamentos, né? É, a pandemia foi um grande desafio, né? tivemos a oportunidade de conversar bastante sobre isso. Eh, houve momentos que nós não tínhamos medicação para que se fosse feita intubação de paciente. Não digo especificamente na cidade de Campinas, mas também em várias várias eh cidades, estados do do Brasil. A gente sabe que da importância de uma medicação para que se faça a intubação do paciente. E primeiro, né, ninguém conhecia a doença, né, então ah, fica em casa, né? Depois viu que o ficar em casa não foi a melhor política, porque também ninguém sabia. Então, eh, tinha que ir pro hospital, oxigênioterapia era extremamente importante, algumas medicações, a questão do leito, que a comissão trabalhou intensamente nisso, quando quando, né, da da da com ou da da sinalização pra população que o importante era que as pessoas não esperassem, foi aí que a gente acabou entrando e houve a leitura de que quanto antes a pessoa pudesse ser atendida para que fizesse aí um aporte, né, do oxigênio para manter sua sua a sua capacidade respiratória para que ela não entrasse num quadro de sofrimento respiratório que tivesse que serubado. O número de leites ele se tornou eh insuficiente para demanda. Sim, nós tínhamos situações de extrema gravidade, pacientes que estavam nas ambulâncias, né, com suporte, né, de de de vida dentro de uma ambulância que precisava de um leito. Nós somos até São Paulo, eu e outros vereadores, para que a gente pudesse que eh eh a parceria mais eh propositiva do governo estadual com uma abertura de novos leitos, respiradores, enfim, todo um suporte de vida para que a gente pudesse enfrentar a pandemia. E nesse momento, como você bem disse, hoje nós estamos vivendo um mar de brigadeiro, né? Muito mais tranquilo, muito mais sossegado, um mar de calmaria, né? O céu é de brigadeira, o mar é de calmaria, então o mar mais calmo, mas o mar calmo não faz bom eh não faz um bom marinheiro, né? Como nós aprendemos lá atrás, a gente tem que passar pelas pelos momentos difíceis para que na no nas situações mais tranquilas a gente também tem equilíbrio e saiba que isso pode ser transitório, mas hoje as coisas estão mais equacionadas, né? Sim, por exemplo, na COVID tá tudo mais ou menos administrado, nós temos as vacinas, não podemos relaxar, temos exemplo do sarampo que voltou, enfim, mas fica aí esse legado. Mas hoje a comissão ela se debruça mais nos projetos que chegam até a comissão para que a gente possa primeiro distribuir, depois analisar dentro dos pareceres das pessoas que foram, dos membros que foram indicados para eh eh exar o parecer e aprovação dentro de uma comissão plenária e a prestação de contas também também da audiência, porque a saúde tem que fazer a prestação, não é? Isso é o relatório detalhado do quadrimestre anterior. Então, a cada quadrimestre e a é uma audiência pública. Eles ele a própria secretaria marca e eles vêm até a Câmara Municipal para prestar não só aquilo que foi gasto, mas tudo aquilo que foi feito em termos de atendimento à nossa população com todos os indicadores, aquilo que melhorou, aquilo que não melhorou, aquilo que que eles pretendem melhorar, enfim, é uma prestação de contas daquilo, de tudo que é feito dentro da saúde na cidade de Campinas e apreciado pela nossa nossa comissão de política social e saúde. Apesar desse mar calmo, uma demanda que ficou bem contundente, que inclusive você agiu diretamente com isso, foi em relação ao mutirão das cirurgias, em especial e a tudo isso. Foi emenda impositiva, foi atuação da comissão, o que foi isso para qual foi a parte do legislativo para que isso acontecesse na cidade? Mirna, quando nós votamos as emendas impositivas, eu falo que foi um grande marco para pra Câmara Municipal de Campinas, que ela democratizou. Então, o vereador hoje ele tem um recurso que ele pode destinar 50% daquilo que ele é facultado, especificamente para a área de saúde e os outros 50% ele pode destinar para aquilo que ele quiser. Pode ser segurança, pode ser eh eh cultura, pode ser transporte, enfim, né? né, algumas entidades e eh Secretaria de Ciência Social e e a leitura que a gente tem em termos de demanda reprimida, ela é extremamente importante. Então, chegou até o o meu gabinete, até o nosso gabinete, eu sempre gosto de falar na primeira pessoa do plural que ninguém faz nada sozinho, não sou eu, mas sim somos nós, todos os atores que fazem parte do meu gabinete. Uma demanda de um um aparelho que é um laser de toling. hoje é aquilo que há em mais alta tecnologia, aquilo que é é é o top em termos de tecnologia paraa remoção de cálculos de alta complexidade, cálculos renais, aquele cálculo que se você só conseguia remover através de cirurgia aberta, ou seja, você ia por uma sala de cirurgia, né, centro cirúrgico, anestesia geral é uma incisão, né, lateralmente para você ter acesso ali na na região que tinha a pedra grande, o cálculo renal, e aí você operava o paciente, o paciente ia para uma UTI, às vezes para um leito com muito gasto pro poder público, demandando internação, demandando aí um tempo muito grande, desde do diagnóstico até a resolução do quatro. Esse aparelho, o que que ele faz? Por via da uretra, né, por por fibra ótica, ele vai lá, bombardeia o cálculo renal. Então, eh, da mesma forma que ele bombardeia, ele aspira, o paciente entra, ele fica muitas vezes no mesmo dia, eh, ele fica internado, né, numa internação, chama hospital dia e às vezes ele vai embora no mesmo dia ou no dia seguinte, sem morbidade, sem nenhum tipo de incisão, sem nenhum tipo de corte. Esse aparelho hoje tá onde? O N Ouro Verde. Tá no Mario Gate. Mariugate, tá? E também esse aparelho se presta para procedimentos de remoção de de eh hiperplasias benignas de próstata. Então aquele paciente que tem lá um problema na próstata, né, às vezes pacientes de mais idade já com quadro eh eh eh clínico, né, um quadro eh com algumas conorbidades, com alguma dificuldade que teria que fazer também procedimento, com com sobre anestesia, eh ou um uma cirurgia mais abrangente, ele também faz por esse aparelho, é transuretral, faz toda a raspagem, é muito tranquila, muito rápido. Então, hoje nós temos no SUS, Campinas um equipamento de primeiro mundo que muitos hospitais particulares não têm. Então, foi emenda minha. dinheiro que eu destinei foi quase R 15 milhão e de de reais para aquisição desse aparelho. E em uma das ações do todos os os profissionais da urologia do Mário Gat, até lá o Dr. Fábio Ferreira, enfim, alguns eh profissionais que a gente acabou eh o o Leandro Quarelli, que é que é um urologista, meu urologista, a gente acabou tendo a a oportunidade de participar de um dia de cirurgias, um multirão de cirurgia. Então, foram vários pacientes que foram operados, né, assim, para para alegria, felicidade minha de poder acompanhar em loco um mutirão que tem latinha ou tem, né, uma demanda. Esse foi o tema inclusive de uma palestra que você trouxe para cá, não foi isso? Isso a gente conversou um pouquinho, mas esse foi um foi o a câncer, o câncer de bexiga. Foi um outro, se você me permite, adiantar foi foram dois aparelhos que eu destinei também para pr as equipes do Ouro Verde e do Mario Gate. São dois aparelhos para diagnóstico e também para tratamento de câncer de bexiga. Então você faz lá o o o eh também por fibra ótica, fez lá a a uma biópsia, diagnosticou câncer de bexiga. você vai lá, faz uma raspagem e o tratamento via também urétras abertas para diagnóstico precoce e tratamento, né, desses tumores que muitas vezes são negligenciados. Disse alguns sinais, né, a gente estava falando o o um sangramento, o sangue é um sinal. Então é importante que que as pessoas fiquem atentas a isso, que é algo que pode ser curado, né? Pode ter um desfeche melhor, mas se for negligenciado, talvez a pessoa, o paciente não tenha sorte. Então são dois aparelhos. Inclusive, eu lembro que o médico que o senhor trouxe como convidado, o médico acho que da do Mário Gate mesmo, falou da importância desse diagnóstico e da gente tem essa tecnologia agora à disposição da rede pública. Uhum. para esses diagnósticos cada vez mais precoces, para que o atendimento seja também, claro, com muito melhor resultado. E a gente lembra que sempre que o diagnóstico ele é precoce, também há uma economia na saúde pública, correto? Isso, com certeza. É assim, o câncer de bexiga, diferentemente do câncer de próstata, você não tem rastreamento, né? Então você muitas vezes tem algum sinal ali e às vezes já já é tarde, mas é importante e esse aparelho ele serve justamente para isso, para que você consiga fazer eh um diagnóstico precoce. câncer de mama, por exemplo, você vai lá, faz a mamografia, faz seu ultrassom, tem um rastreamento, a próxima a mesma coisa, o toque retal, o ultrassom, mas de bexiga especificamente não. Então daí a importância desses dois aparelhos dentro da rede pública para que a gente consiga diagnosticar precocemente num tempo muito rápido e também o tratamento eh sem muita morbidade, sem levar nenhum nem nenhum tipo de de eh um impacto maior, né, pro paciente para que ele eh eh sofra mais do que ele já tem ali o diagnóstico do do do da do tumor, que antigamente ninguém falava, né? falar a palavra câncer era era uma sentença de morte. Hoje não. Hoje você fala do câncer abertamente e as pessoas elas têm que entender que não é porque diagnosticou que o a a a cura não vai acontecer, pode acontecer tranquilamente. Paulo, você também tem um envolvimento bem importante quando a gente pensa no esporte, né, e tem aí feito algumas ações, eh, principalmente usando essa ferramenta que é emenda impositiva, para quem tá em casa entendesse já não ouviu falar, que é um valor do orçamento do município para que os vereadores possam indicar determinadas obras, reformas e outras ações já com aquele orçamento que já tá separado. Ou seja, não tem como a prefeitura falar não tenho dinheiro é por aí. É isso mesmo. E quando a gente pensa em esporte, eu queria que você falasse um pouco desse seu interesse e principalmente em que momento que você falou: "Olha, preciso destinar aqui, aqui a gente precisa ter eh arenas e tudo mais." O o esporte, eu desde que me conheço por gente, eu sempre gostei de praticar esporte ou corrida, capoeira, kung fu enfim, né? a gente não pode parar. Eu acho que o corpo são, a mente é sã também, né? Corpo s mente sana. Fui. E o o a atividade esportiva, ela muitas vezes demanda de pouca estrutura, né? Tem coisas que você consegue fornecendo bola, dando uma estrutura para que ocorra um campeonato. Então, todas as vezes que nós somos procurados para poder eh destinar algum recurso, vou lá, tem lá dois exemplos. Por exemplo, o Campinas Fight, que é o pessoal do Taicondô, né? Uma equipe campineira, eh, competição em alto nível. nós já ajudamos em acho que dois eventos, eh, custeando o o o árbitro, eh, medalhas, troféus, enfim, né, para que a gente pudesse dar toda uma estrutura, que o evento tivesse aí, né, a a a sua eh toda a sua ação, tudo que acontecesse dentro da mais perfeita ordem e do glamor ou daquilo que necessitar. tava mesmo, né, eh, preenchendo, né, tudo aquilo que seria importante para que os atores que são os atletas pudessem competir, sabendo que tá tudo ali tranquilo, uma tenda, um gradinho, enfim. E o outra atividade que a gente tem também um laço muito estreito é o handball de praia, o handball de areia, da cidade de Campinas, que é o 360. Ele tem patrocínio, né, de uma empresa que o patrocina, mas também tem algumas necessidades que são específicas. Então, tem aí a Juliana e a Thaí, que são as duas professoras, que hoje são amigas, que muitas vezes elas chegam com algumas demandas. Uma das demandas foi a areia para que as crianças, os jovens, os ex os atletas de seleção brasileira pudessem eh jogar onde ele é praticado. Ó, eles jogam em dois espaços. Hum. Eh, no Taquaral mesmo. No Taquaral ele joga. São três. No no Costa Silva tem uma uma área pública que eles jogam e também em Souza tem uma área pública também que eles jogam. Então a gente ajuda na manutenção, às vezes areia para que eles consigam eh praticar, mas vees são crianças, né? famílias em situação de vulnerabilidade, mas dali já surgiram bom grandes atletas, atletas que hoje fazem até parte da seleção brasileira, da seleção campineira, seleção paulista. Mas o que a gente ficou muito contente de poder ajudar foi lá no Centro Esportivo de Alto Rendimento do Sear. Sear, exatamente. A gente conseguiu viabilizar, foram 160 toneladas de areia. Ele já ele já foi entregue a reforma depois da reforma. Não, não teve a reforma doar, mas a arena arena do do do handball de areia hoje é uma realidade. É uma areia muito fina, uma areia específica, é aquela areia eh assim, vamos colocar na linguagem top, né? Eh, você tá treinando lá, Miras, você tá competindo, a areia não não fica quente, sendo as crianças, os jovens, eles conseguem eh jogar e e não se queimam, né? Às vezes você tá lá no sol do meio-dia, 1 hora da tarde com calor que, né, a gente não conseguimos disponibilizar troféus, medalhas. Então, hoje a gente tem a felicidade de poder eh eh ajudar em algo que começou pequeno lá atrás, com famílias, né, que que a gente sabe da dificuldade de você tirar um jovem, né, daquilo que não é bom, né, droga, enfim, marginalidade. Aí as famílias acompanham as crianças trazer pro esporte, esporte de alto rendimento, que hoje é um esporte de alto rendimento esse esse. Mas e você joga handball? Ah, eu eu até arrisquei, mas era de era de quadra. Ah, entendi. Mas eu eu eu fui quem na inauguração, como tem no basquete, você lança a bola, eles disputam. Eu eu fui o um convidado de honra, vamos dizer assim. E na virada esportiva? na virada esportiva não participei, mas eu a gente participou no final de semana anterior da inauguração desse espaço, né, dessa quadra de areia que foi muito legal e assim veio num num num momento muito oportuno para que eles continuassem e pudessem fazer ali o treinamento e as competições. E teve, né, eh, depois disso, nós tivemos a oportunidade também de ajudar numa etapa do Campeonato Paulista. Só que aí foi lá no Taquaral, Paulista de Handball de Areia também, Randball de praia. E como que é para você ser vereador e tá antenado com tantos assuntos que vêm aí desde a saúde que, OK, é sua área, você é médico, tá tudo bem, mas de repente ser procurado para atuar em outras áreas e você ter que entender daquilo e ter que trabalhar para também ajudar aquela população, aquele bairro ou aquele setor. Como que é isso para você? Bom, Mina, tem um ditado que diz o seguinte, né? Quando você quer alguma coisa, que alguém faça alguma coisa, procure aquela pessoa que tá ocupada, porque aquele que tá ocupado, ele vai arrumar um tempo e vai fazer. Aquele que tá sem fazer nada, ele vai arrumar uma desculpa e não vai conseguir fazer. Mas eu, eu eu tenho uma coisa muito nítida. A gente tem que ter equipe, né? Se você tiver um grupo, eu sempre cito o exemplo, né? Para quem lembra eh do que eu tô falando, o Ivo Pitangui foi um dos maiores cirurgiões plásticos do mundo e ele era brasileiro, só que ele não fazia tudo. Ele tinha na equipe dele alguns cirurgiões plásticos, motorinolaringologistas, cirurgiões dentistas, fisioterapeuta, foneióloga, nutricionista, psicólogos, enfim. Então, tudo isso é uma equipe e eu tenho que render aqui as minhas homenagens ou minha gratidão ao meu grupo de trabalho, porque muitas vezes eu, claro que eu não consigo dar conta de tudo, mas eu acompanho tudo. Eu sou muito exigente. Eu sou Mas eles são seus seu ali seus porta-vozes ali naquele momento. Sempre. Exatamente. Então, muitas vezes eu falou: "Ó, tem um tem nós temos aqui algo que nos foi colocado como desafio. Vamos tentar fazer, não, vamos embora". Algumas coisas saem saem da nossa cabeça, da minha ou do própria greco. Outras coisas chegam por intermédio de segundos, terceiros, enfim, da população. Nós também fazemos parte, né, desse seleto grupo da população campineira, da nossa população brasileira, que o brasileiro é criativo. Então, quando nós temos eh desafios que são possíveis de serem executados ou exequíveis, nós nos debruçamos e vamos à luta. Mas a via de regra é isso, a cabeça da gente não para, né? Nós estamos em constante transformação, estamos nos rebentando a cada dia, né? Eu acho que a a é é é a tônica da vida da gente é trabalhar. Sim. Se você põe como meta, ah, daqui uns anos eu vou eu vou parar de trabalhar, vou aposentar, você tá fadado a insucesso. Eu acho que você tem que colocar em mente que você vai trabalhar até morrer. Nem que você não dependa do dinheiro que você vai ganhar pro seu sustento. Você pode trabalhar para ajudar, pode trabalhar por e eh eh eh ser alguém útil, ser voluntário, voluntad. Exatamente. Voluntariado, né? Não que você necessite daquele daquele trabalho para você sobreviver, mas sempre tá ocupado com algo que te traga prazer e pautado em desafios. Eu acho que o desafio leva a gente leva a gente pra frente. Eu abri hoje na Casa do Povo lembrando que Paulo Hadad é o líder de governo na Câmara. Para quem tá em casa, o que que é ser líder de governo? O que que é isso? a liderança de governo, que eu acredito que é um grande desafio. Eu acho que a gente pode muitas vezes eh entender como talvez um uma grande oportunidade da gente mesmo crescer, né, nós amadurecermos. E isso foi, né, me foi confiado pelo pelo prefeito Dário na na legislatura passada e reconduzido nessa legislatura. Eu no começo, Mino, eu já até já até tive a oportunidade de falar nisso. Eu eu, né, recebi com muita alegria, mas também com muita preocupação para saber se eu teria, né, uma uma um perfil. Capacidade todos têm. Sim, né? Eu acho que dentro da da daquilo, né, que é a nossa proposta, daquilo que a gente tem quanto conteúdo, bagagem, todo todos têm competência, mas eu queria saber se eu se eu conseguiria, né, levar a termo isso e para mim foi um grande aprendizado, por eu sempre fui uma pessoa de diálogo. Eu não sou nem na extrema direita, nem na extrema esquerda. Eu acho que a gente na vida tem que saber compor. É, eu que acompanho as reuniões, vejo que você conversa sempre com todo mundo super bem, não existe é um é um diálogo bem calmo, digamos assim. Eu acho que assim, dentro da Câmara Municipal, os 33 vereadores, né, no qual nesse grupo eu me incluo, são 32, mais eu como líder de governo, nós temos a nossa obrigação legislativa. Então, o que você faz aqui dentro importa. O que você faz lá fora, talvez outras pessoas estejam olhando. Se você tem aí uma conduta libada, ótimo, melhor ainda. É, hoje tem rede social, tem que tomar bastante cuidado, né? É bem diferente de alguns anos. Exatamente. Então, mesmo você fazendo, né, e andando, eu acho que não é não é mérito nenhum, é obrigação, você tem que ser justo, honesto, eh, manter os valores, princípios, todo o legado que você trouxe de casa, né, e tudo que você aprendeu na escola. Eu tive professoras de primários, ginásio, que me ensinaram muito, tal, com pai, mãe, né, tios, enfim. Mas é um legado que você traz e você não pode perder isso por simplesmente perder por se desviar daquilo que é que é que é legal, aquilo que é ético, aquilo que é moral. Mas voltando à nossa conversa inicial aqui da da do da da liderança da liderança, é é o diálogo, né? Você quando você conversa com com seu filho, você tem três meninas, não é isso? E três meninas. Se você não tiver argumento, hoje ela ela elas dão nó em você e elas são mais novas que você. Então a Câmara é a mesma coisa. Você tem vereadores da esquerda, vereadores de seta, vereadores da direita. Você tem que saber dialugar com todos. O que que é importante? O resultado final é que a gente consiga aprovar as pautas que vêm do do executivo, né? e também seu porta-voz desses vereadores na interlocução com o executivo também, tem o legislativo falando com o executivo. Então, e é e a a importância da liderança de governo é circular bem, não só, né, dentro da Câmara, mas também com o poder executivo dentro das diversas secretarias e cumprir o papel que que é algo que o governo eh imagina que seria o o papel do líder de governo é que é fazer essa interlocução e ter ali, né, dentro da da das propostas, aprovar o maior número de propostas possíveis, dialogar, se puder melor melhorar um projeto, vamos melhorar. Se tiver algum, tem algum momento nesse recuar que você falou que o líder de governo tem que justamente recuar para propor um novo diálogo. Existe isso também? Sim. A gente sempre tem em mente que nós não somos dono da verdade. Muitas vezes para você dar dois passos à frente, você tem que dar pelo menos um passo atrás. Então é é escutar, né? É é é entender aquilo que tá sendo colocado, né? na na como negociação, né, em termos de de eh demanda, aquilo que vem muitas vezes dá vontade popular, né, quantos projetos que vieram do governo. Nós tivemos um diálogo, né, com com vários segmentos da população, com vários vereadores, seja da BAD, seja da oposição, para que apresentarsemos emendas, né, e todas as contribuições, elas são bem-vindas, desde que exec, desde que a gente consiga colocar, não venha ferir a legislação ou não venha alterar sobre maneira aquilo que tá sendo proposto. Muitas vezes nós tivemos aí alguns entendimentos, muitas vezes de tirar projeto de pauta para que pudessem discutir, né, a melhor forma de aprovar esse projeto para que ele não tivesse eh veto do prefeito ou parcial ou total. Mas é um grande desafio que hoje, eh, depois de algum tempo, né, são quase 3 anos aí, eu encaro com muita tranquilidade, com muita serenidade, mas sempre tendo em mente que aqui na Câmara nós não temos, né, eh, dias um igual ao outro, né, não tem rotina. Então hoje a temperatura começa, né, num num nível, numa graduação, daqui a pouco sobe tão rápido que a gente tem que entrar num diálogo mais intenso, numa discussão, mas sempre discussão de propostas, né, e nunca partindo pra pessoalidade. Falando nisso, vereador, nós estamos no mês de setembro, já está aqui na Câmara o orçamento de 2026, logo com certeza entrará em pauta e depois em seguida vem as emendas impositivas. E a gente acredita que os gabinetes já estão trabalhando com essas emendas, até porque o texto final tem que tá pronto de acordo com as normas, porque tem todo um regramo, gente, para fazer emenda impositiva. Não é só propor lá uma grande ideia, tem toda uma questão burocrática para que aquela proposta possa depois ser exequível. Como que tá a sua as suas demandas? Muita gente procurando. Já tem uma linha? Já tem alguma coisa que vocês pensam, olha, eu comecei, o senhor falou, por exemplo, desses aparelhos, eu comecei a fazer isso com as emendas, eu vou seguir nessa linha, eu vou mudar de linha, como que tá isso? Eh, o o os os vários setores, vários segmentos, as várias entidades t nos procurado, tem procurado o gabinete e o gabinete tá avaliando qual seriam, né, as as melhores alternativas para que nós pudéssemos destinar as nossas emendas impositivos. Sempre lembrando que 50% obrigatoriamente para área de saúde. Então nós temos, por exemplo, citar aqui num primeiro, no ano retrasado, nós não fizemos um aporte, mas o ano passado fizemos pro Penido Borni, sim, né? Quantas e quantas eh pessoas com catarata que precisa da nossa ajuda ou mesmo diagnóstico de alguma outra patologia. Então, foi algo que chegou, que nós não tínhamos até então eh eh contemplado, né, essa entidade que agora nós vimos esse ano que com a nossa ajuda eles conseguiram eh atender uma demanda até então reprimida da de cirurgias de de CAT através da fundação. É isso, né? Isso. A Fundação Penido do Burniê. Sim. Então é importante. Então vários vereadores destinaram recurso. Então eu acho que a leitura e e as e a composição ela ela será eh analisada ou será concluída com o maior critério possível, né? Com maior lisura possível, com maior transparência, privilegiando aquelas entidades que eventualmente atende o maior número de pessoas sem nenhum tipo de bairrismo, né? Sim, nem querer privilegiar. Eh, até porque as organizações sociais descobriram que podem bater na porta da Câmara justamente pedindo, olha, eu preciso e mostrando porque precisa dessas emendas impositivas. A gente lembra que lá no comecinho essa destinação, ela era um pouco mais tímida e aí conforme também as organizações foram percebendo que existe essa ferramenta, elas passaram a procurar o legislativo, né? Sim. Tivemos várias reuniões, tivemos uma reunião com a mantenedora da PUC, né? Destinamos um recurso para maternidade de Campinas, né? Foi extremamente importante, né? Só nos reportarmos que tivemos aí um momento difícil da maternidade. A a PUC assumiu, né? a mantenedora sumiu e hoje a maternidade que sempre foi referência na nossa na nossa cidade também paraa nossa região metropolitana hoje ela tá funcionando ao contento. A nossa Santa Casa também não é importante que eh alguns vereadores socorreram a Santa Casa, eu pude ajudar e se você entrar hoje lá você vai ver que a situação é outra, né? Tudo mudou, tudo melhorou. Sim. E então é é é você ter um olhar crítico para aquilo que realmente importa. Claro que o cobertor é curto, né? Não dá para atender a todos, mas eu acho que eh eh tendo tendo eh priorizando, né, algumas situações, eu acho que a gente não erra. E quando a gente erra, tentando acertar, o erro, ele ele ele é minimizado, ele não é tão tão intenso, mas quando deliberadamente você acaba fazendo algo que não seria o melhor, aí já já começou errado, né, Mir? É verdade. Importante que a gente tenha essa essa leitura, esse bom sexto na para destinar e também lembrar, né, destinamos os recursos paraa cultura, temos festas importantes, ó, a a a Páscoa encantada. né? Natal dos sonhos é muito Natal tá chegando de novo. Chegando, né? Final do ano temos aí várias regiões, tudo descentralizado, né? Os quatro cantos da cidade, as crianças recebendo, é o Papai Noel, né? É, é toda a mensagem de Natal que ela tem um simbolismo diferente, né? Toda a a parte religiosa, né? um contexto mais mais eh eh da religiosidade nossa mesmo, né? Importante da nossa cultura cultura. Exatamente. O termo era isso. A Páscoa também, né? Não é diferente. Tá certo. Então, Paulo, ó, produção tá me avisando que o nosso tempo já acabou. Ah, que pena, que pena. E agora aqui no na Casa do Povo a gente volta a conversar em 2026, mas a gente com certeza vai ver o Paulo por aí falando em intervalo regimental, que líder de governo tem essa missão também, gente, sempre explicar no intervalo regimental o que é cada projeto que está sendo votado, mas que é de autoria do prefeito, fora os outros programas aqui da casa, que você sabe sempre é bem-vindo. Mir, eu agradeço. É sempre um prazer conversar com vocês, né? as a os bate-papos não são entrevistas, são bate-papos, são muito tranquilos, são muito cleans, né? E a gente tem maior alegria, maior prazer também despedir do nosso telespectador, do nosso internauta, que nos acompanhe pelas redes sociais, Paulo Hadad, Campinas e enfim, né? Se quiser vir aqui na Câmara também compare número do seu gabinete é o gabinete nove, tá certo? Então, ó, o endereço tá aparecendo aí da Câmara Municipal, que é aqui na Avenida da Saudade, gabinete, também colocamos aí as redes sociais do vereador e o telefone também do gabinete, caso você queira entrar em contato com o Paulo Hadad. A gente fica por aqui, até um próximo na Casa do Povo. Lembrando que você pode ir lá na playlist do youtube.com/tvâaracampinas, entra lá na Casa do Povo, você vai encontrar tanto outras entrevistas que o vereador Paulo Hadad já conversou aqui com a gente, quanto com outros parlamentares aqui da Câmara Municipal. E eu te espero no próximo na Casa do P. [Música] เฮ [Música] [Música]
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