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Na Casa do Povo | Mineiro do espetinho
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Na Casa do Povo | Mineiro do espetinho

115 views Publicado 30/05/2025 HD · 45:17

Descrição do vídeo

Neste episódio do Na Casa do Povo, conheça a inspiradora trajetória de Gilberto Leão de Araújo, mais conhecido como Mineiro do Espetinho, empresário, líder comunitário e atual vereador de Campinas, eleito pelo Distrito do Ouro Verde. Com uma história marcada por luta, fé e compromisso com o próximo, Mineiro se tornou uma das vozes mais ativas na política local e referência de superação e empreendedorismo popular. Mineiro nasceu em uma família simples e começou sua jornada de trabalho cedo, vendendo bananas na rua aos 9 anos de idade. A infância, embora marcada por desafios, foi vivida com alegria e muita proximidade com a família. O sonho de ser comerciante sempre o acompanhou — e hoje, ele realiza esse sonho com sua loja no Mercado do Sol, no mesmo local onde teve seu primeiro emprego. 🟡 Morador do Distrito do Ouro Verde desde 1978, ele construiu raízes profundas com a comunidade local. A sua trajetória de 16 anos como corredor de rua, a atuação como líder comunitário e o envolvimento com as causas sociais da região moldaram um perfil de político acessível, autêntico e sempre presente nas necessidades do povo. ✨ Vida pessoal: Casado há 23 anos com Marizete e pai orgulhoso de Giovana (20) e Miguel (13), Mineiro é católico praticante e encontra na fé a base da sua conduta pessoal e política. Entre os momentos de lazer, ele aprecia os passeios em família no Hotel Fazenda Vale do Sol, em Serra Negra — um de seus lugares preferidos. 🎓 Educação e trajetória escolar: Estudou na Escola Estadual Prof. Lais Bertoni Pereira e na Escola Municipal Corrêa de Mello, ambas em Campinas, e sempre manteve uma relação próxima com o bairro e a comunidade escolar. 🤔 Curiosidades sobre Mineiro: Não costuma ouvir música com frequência; Não guarda sonhos pendentes: se considera um homem realizado por ter se tornado comerciante e, mais recentemente, vereador — cargos que lutou para alcançar com perseverança; Sua história foi contada também em um vídeo feito por seu pai, onde é revelado seu passado como atleta de corrida de rua, antes de entrar para a vida pública. Este episódio revela o lado humano e inspirador de uma figura política que se formou a partir da vivência nas ruas, da escuta atenta ao povo e da paixão em servir. Uma história de representatividade, humildade e força de vontade que merece ser conhecida e compartilhada. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[Música] [Música] Olá, mais um na Casa do Povo no ar, o podcast da Câmara Municipal de Campinas, produzido pela TV Câmara Campinas, que toda semana traz um bate-papo aqui com o parlamentar do legislativo campineir E olha que hoje a gente tem novato na área, hein? Aqui nós estamos com o vereador Gilberto Leão de Araújo. Você sabe quem é Gilberto Leão de Araújo? Gente, mineiro do espetinho. A gente lembra que ele é novato porque ele assumiu a cadeira deixada pelo vereador Luiz Cirilo, que assumiu um cargo lá na prefeitura de secretário municipal de habitação. Mineiro, seja bem-vindo. Tudo bem? Ô, tudo bem, Mina? Muito prazer táar vindo aqui na Câmara. Obrigado pelo seu convite, tá? Estamos à disposição aí pra gente bater um papo e também eu vou aproveitar aqui a opordidade, meu nome é Gilberto Leão de Araújo. Aqui, como a mina disse, sou o mineiro do espetinho, conhecido no descido verde em Campinas. Tem 1,78 m, todo cabelos liso, um pouquinho grisalho, né, que chega os dias, né? Também uso camisa azul e calça preta. Ah, tá certo. Então, e eu também vou fazer a minha auto e audio descrição. Meu nome é Mirna Abreu. Eu sou uma mulher negra de pele clara, tenho os cabelos cacheados um pouco acima dos ombros. Cortei o cabelo esses tempos, hein, gente, com mechas loiras. Hoje eu estou com uma blusa rosa pink. E ao meu fundo, o estúdio do Na Casa do Povo todo em preto. À minha esquerda, uma TV com logotipo do nosso podcast na Casa do Povo em azul e branco. Vereador, a eu vou contar aqui pro pessoal de casa sim, que antes de você entrar aqui no estúdio, a gente já conversou pelos corredores, tal, e parece que tem uma história que eu estou intrigada. Onde o senhor nasceu? Eu cheguei, eu nasci na capital de São Paulo, né? Capital de São Paulo. Veio para Campinas. E por que mineiro do espet? Então, uma situação até interessante, né? Eu comecei a chamar o pessoal apilidar, primeiramente o pessoal de mineiro daqui, mineiro dali, né? Que eu comecei a vender esse petinho na rua em 2002. Ah, então tem a ver com o seu negócio. Mas então daqui a pouco vai me detalhar isso aí, ó. Porque eu fiquei pensando, gente, mas se ele não tem nada a ver com Minas, por que mineiro? Mas daqui a pouco então o senhor conta pra gente, porque inicialmente me fala um pouquinho da dessa sua família paulistana, o que que eh todo mundo veio morar aqui, só o senhor. Me fala um pouquinho dessa história de vida. Até importante. O meu pai é construtor. Meu pai a vida toda foi construtor no passado. Meu pai, por uma necessidade saiu de São Paulo, veio para Campinas na questão de construção. Aí gostou daqui, veio, depois trouxe toda a família de São Paulo para Campinas. Meu pai é baiano, né? Pai baiano e mãe, a mãe baiana também. Baiana também. Moravam na capital. Moravam na capital. Veio pra capital. Cheguei. Aí foi com contratado para trabalhar em alguma empreiteira aqui em Campinas. É isso? Não, ele veio por conta própria, trabalhar, né? Com ele, como ele era mestre, tinha uma profissão muito boa ano passado que era mestre de obra, ele veio aqui em questão de mudança de vida. Correto. E quantos irmãos vocês eram? Nós somos em cinco irmãos. Todos também, graças a Deus. Maravilhosamente bem. Uma família muito bem estruturada. Cinco vieram para Campinas. Cinco vieram para Campinas. Vieram ainda pequeno. Então, tudo pequeno, né? Quatro. Uma nasceu aqui, né? Ah, tá. Quatro vieram, uma nasceu aqui. Adriana nasceu em Campinas. E o senhor tinha quanto de idade quando veio para cá? Eu tinha aproximadamente de 7 a 8 anos de idade. Sim. E veio morar onde? Aqui em Campinas. Eu já vim diretamente praticamente pro distrito do Ouro Verde. Que bairro lá? Hoje eu moro nas no Recanto do Sol. A Recanto do Sol. Sei onde é. Isso. No Recanto do Sol. Ali para cima da pé da garagem da Urca. Sim. Perto do Shangai ali. Isso. Isso. Bem perto do Shangai. muito próximo de Shangai ali. Ah, eu conheço quando o Shangai foi lançado, a gente tinha alguns amigos, né, da minha mãe. A gente ia lá no Shangai, ainda nem tinha muro, logo no comecinho. Não, eu vi todo aquele bairro crescer e desenvolver aquele distrito todinho. Sim. Quando cheguei lá, não tinha praticamente nada. É. E cresceu então lá no distrito do Ouro Verde. Isso. Cresci no distrito do Ouro Verde. Estudou lá também? Estudei meu primeira escola lá foi o Correio de Melo. Correio de Melo. Eu fiquei um tempo no Correio de Melo, depois eu passei por uma outra escola, acabei depois acho que eu terminei acho que o ensino médio ali no Eduardo Barnabé, tá? E como que foi essa essa infância e adolescência lá? Hoje tá difícil quando a gente fala em brincar na rua, brincar de bola, brincar de bets e tudo mais, mas naquela época dava para brincar na rua, né? Dava para aproveitar, não dava. Até importante comentar, fazer um comentário. Comecei lá no onde eu moro hoje, comecei vendendo banana na rua. Meu pai tinha uma estufa de banana e a gente saia com uma carrinhola para vender banana na rua. Estufa de banana era em casa mesmo? Não, era um salãozinho. Meu pai tinha um salãozinho comercial ali. Mas não trabalhava então mais com construção nesse tempo? Não, já ele mudava por construção, ele dividia a questão porque era um sonho de ter um pouquinho de situação financeira um pouco melhor. Então dividi o tempo entre a questão da da climatização de bananas e também o serviço que era mestre de obra. E aí os filhos iam pra rua vender as bananas? Vender. Eu eu filho era isso dos homens. Sou velho. Tá. Eu vendia banana rua naquela época lá na região do ouro verde. Na região doiduro verde com carriola. Carriola até na época tinha orfanato. Nós tínhamos orfanato. Muito para aquela desenção do orfanato lá embaixo. Sim. na rua Carlos. Ô meu Deus, tent de Oliveira, certo? E aí, como que era essa questão? Mas estudava, deixava de estudar, estudava de manhã, vendia a banana à tarde. Como que era essa rotina dessa criança que também já foi logo cedo pro mundo do trabalho? A gente tanto questão até importante dizer, a gente não deixava de se divertir. Por mais que a gente trabalhasse, a gente se divertia um pouco também. Não era questão só do trabalho. Ah, a gente era escravo do trabalho, não. Nós trabalhávamos que era uma necessidade para sustentar a casa junto com os pais, né, que a gente tinha dificuldade financeira naquele momento. Nós trabalhamos e também se divertimos um pouco e tinha tempo para estudar, né? É verdade. Sabe que quando era criança, a minha mãe vendia chupchup, eu ia ia junto com ela na porta da escola vender. Aí uma época ela colocou uma molecada para vender chupchup. Teve um dia que o menino falou assim: "Ah, eu cheguei, não tenho mais nenhum, mas eu não consegui vender." Ele tinha dado pros amigos e um pouco ele tinha chupado tudo o sorvete que ela tinha feito. A gente faz isso noo fazia muito isso, tá? É, a gente fazia muitos amigos. Ah, toma aqui, toma ali, toma uma banana. Ah, pai, vendi só uma dúzia de banana. Mas cadê o dinheiro? Ah, o dinheiro ficou ali, pai. Fazer o quê? Não tinha jeito, né? Era assim que funciona, né? Era assim que funcion. Mas era divertido, sabe? Eu não, a minha infância, graças a Deus, ela foi maravilhosa. Comecei trabalhando cedo, mas eu sou feliz. Sim. E nessa de trabalhar cedo, quando que começou essa questão de da banana pro espetinho? Como que surgiu isso? Já na fase adulta ou não? É, eu falei para você, como eu trabalhei muito cedo, tentei sonhar assim trabalhando no veneno humano na rua, depois passei para alguns mercadinhos que é onde hoje minha hoje a minha empresa hoje era o mercadinho do sol, onde eu trabalhei com pacoteiro, era funcionário lá, era funcionário do mercadinho do sol, certo? O falecido do seu bento, depois veio o seu Reinaldo, entendeu? Trabalhei nos mercadinhos da era na época que tinha pacotador em todos os mercados de Campinas. Isso. Eu era pacoteiro, comecei de pacoteiro no mercadinho do sol. Hã, tem uma história até gostosa. E aí, aí eu comecei a trabalhar ali, fiquei durante alguns anos, depois passei no no supermercado do meu tio de 86 a 88. Hum. Aí passei pra indústria, onde eu passei por várias indústrias em Campinas. Onde o senhor trabalhou? Eu trabalhei na Singer. Tive a oportunidade de trabalhar na Singer como chão de fábrica. Passei máquina de costura. É, é produzão. Singer uma costura. É produção. É, ó. Produção, máquina de costura. Passei pela a que o pessoal chama de MAB hoje. Sim. Passei pelo grupo Bosch. E depois do grupo BCH, a última empresa, graças a Deus, foi avaliou, onde me surgiu a oportunidade de conhecer a começar a vender inspet na rua por uma necessidade. Como assim? De construir uma casa. Trabalhava numa empresa na indústria, saía do trabalho, ia vender espetinho, Ia fabricar espetinho, fabricar espethinho, fabricar para vender, tá? Isso começou aí na acho que na época de 2000 e 2002 mais ou menos, tava dentro da dentro da indústria que eu tinha, graças a Deus estava trabalhando. Nós tínhamos um sonho que era uma construção de uma casa, de uma casa própria. Já tinha terreno ou não? Não tinha o terreno, tinha tinha comprado terreno, mas não tinha dinheiro para construir, não tinha dinheiro para construir. E o que eu, minha esposa e ganhava era muito pouco. Aí eu vou fazer uma renda extra. E dessa renda extra, graças a Deus, surgi uma grande oportunidade de ser comerciante. Hoje a realidade de muitos brasileiros, né, vereador? Tem que sonhar, sabe? Eu falo muito pra minha esposa, sonhar não paga imposto. Vamos acreditar que nós não fazemos. Começou a fazer espetinho, mas aí vendia ele assado ou ele cruou? Não, ele assado. Até uma oportunidade de dizer pros colegas da empresa. Era isso ou não? No bairro. Não, na rua. Ah, na rua. Eu meu pai tinha um barzinho. Hã, meu pai até virou comerciando naquele momento que a obra desgasta um pouquinho. Meu pai tinha um bar e naquele bar eu tive a oportunidade de colocar um espetinho na frente do bar dele. E ali começou. Ali começou. Vendi R$ 1 serviz para quem não acredita, tá? É, antigamente o espetinho era R$ 1 mesmo. Verdade. Era não, o espetinho meu era 50 centavos mesmo. Mais barato ainda. Era metade do preço que você comentou aí, ó, lá no recanto mesmo, lá no Dom Pedro. No Dom Pedro, Diosquinho do Diquinho. Tá certo? E assim começou então o espetinho, mas ainda não surgiu o Mineiro, não. Até começou a surgir, né? Aí por quê? Por que eu te eu comecei a por eu brincar muito, chamar os outros por apelido, eu graças a Deus sempre tive esse perfil de de ser desse jeito que vocês está me vendo aqui hoje sorridente e tal. Eu mineiro daqui, mineiro dali, começamos outros de mineiro e o apelido retornou a mim. Nunca tive apelido dentro da indústria, tá? Aí as na indústria não era mineiro não? Não, não tinha apelido na indústria. Hum. Na na indústria era Gilberto. Não pegava o apelido. Era Gilberto. Era Gilberto. Que sabe que todo o metalúrgico ele busca algum apelido. Meu irmão tem um apelido de leão dentro da indústria. Ah, meu pai também, entendeu? E eu não sei o motivo que não colava, porque eu não ligava. Entendi. E hoje como eu comecei, ó, mineiro daqui, mineiro dali, você vê que até hoje. E meu pai tem uma filha de baiano sem ser mineiro. Mas tá vendo? Na indústria. Na indústria, né? É, mas aí então era Gilberto. Era Gilberto. Aí foi chamando um de mineiro, outro de mineiro. Até que um dia o mineiro veio para mim e hoje eu sou feliz, né? Eu brinco muito com as pessoas. Sou filho de baiano, nascido na capital de São Paulo e o apí de mineiro. Onde tem? Existe algum com três corações? Olha que é a Terra do Pelé, três corações. É. E aí, mas quando você percebeu que tinha esse nome, quando que você assumiu e falou: "Agora vou ter um negócio e vou colocar o nome de Mineiro de Espetinho". Como que foi isso? Quando eu fui montar a minha loja, eu queria achar o nome pra minha loja. Hoje eu sou Hoje eu não vendo mais espetinho na rua, né? Eu tenho duas lojas no verde que vende espetinho assado. Vende espetinho cru. Só espetinho cru para quem vende assado e pra festa final de semana. Ah, então é atacado e varejo, digamos assim. Isso, isso. Tem uma loja bem bem, eu quero vender espetinho, posso ir lá na sua loja lá que você compra espetinhos para revender. Primeira loja vai chamar espetinho do mineiro. Vai chamar espetinhos mineiro. Ah, não é nem espetinho do mineiro. Espetinhos mineiro. Ah, espetinhos mineiro. Eu busquei, comecei a buscar nomes que onde eu trabalhava antes era cantinho do espeto, tá? Aí vão mineiro daqui, mineiro dali, onde surgiu o espetinhos mineiros. Olha. E essa primeira loja era lá no Dom Dom Pedro, não era hoje? É no Recanto do Sol, onde era o mercadinho que você trabalhou? Onde? Não, antes onde meu pai começou climatizar a banana. Ah, voltou bem mais. Então, voltei, voltei um pouquinho. Depois eu fui devagarzinho, Deus foi me permitindo, trabalhando com suor, correndo atrás dos objetivos. Hum. Aí eu passei, aluguei um salão abaixo, que é o salão do meu pai, que meu pai tem um uma esquina, era alugado, eu desci pro salãozinho de baixo, um espaço maior, aí onde foi criando identificação, criando identificação e onde surgiu a loja que nós temos hoje. Hoje vocês têm quantas lojas? Nós temos duas lojas muito uma ali no Recanto do Sol, na Avenida Rui Rodrigues, e outra no dia 5 de março, na João Prata Vieira, tá tudo ali, gente. A gente para quem não é de Campinas e tá assistindo ou para quem é de outra cidade, esses dois bairros ficam no distrito do Ouro Verde, correto? Sim, os dois no distrito de Ouro Verde. Tem aí já a visão de uma nova filial, né? Estamos projetando, né? Vamos esperar devagarzinho. Eu tenho vereador empreendedor, hein? Não, nós temos uns projetos até importante falar, menina, para as pessoas que têm sonho, não desista deles. Enquanto Deus permitir vida, lute. Lute conquista, que é importante pr as pessoas. Eu sempre fui um cara sonhador, desde moleque. Construiu a casa, construi minha casa, que era um sonho, tem uma família maravilhosa que era um projeto de vida que eu tinha. Sim. Hoje aí eu estou como vereador. Então, olha que maravilha para uma vida. Ah, e a gente tem aqui, eu quero ver a sua família. Vamos ver que você vai me explicar quem são essas pessoas da sua família. Eu eu quero a primeira foto que a produção mandou para nós. Vamos colocar aí, pessoal. Olha, vamos olhar aqui, ó. Olha a primeira de vestido vermelho vinho, né? É a minha esposa, que eu chamo ela de gato o tempo todo, né? Não, ela é maravilhosa. É uma esposa que eu tenho orgulho de falar dela. Linda. Quanto tempo de casado? Nós vamos fazer 20, nós temos 23 anos de casado. Agora em julho, 24 aninhos de matrimônio. Olha, olha que beleza. Parabéns, vereador. E depois quem é depois essa princesa aí chamada Giovana, né? Que Deus me permitiu esse sonho maravilhoso de ter essa menina maravilhosa, linda. Sim. Educada. Sim. Tá. Tá. E depois e esse garotão chamado Miguel, né? Miguel Mata, amigo, parceiro, educado também demais, entendeu? Ele eles ajudam hoje lá no seu negócio ou não? Não, a Giovana ela tem uns projetos de vida, né? Foi até fazer um intercâmbio para fora. Tem uns projetos de vida dela, aquela fez intercâmbio legal, né? Aí tem uns projeto de vida dela, pessoal. Ela tá se adurecendo um pouquinho primeiro, tá? Ela já faz, faz a faculdade ou não? Tá fazendo faculdade de administração de empresa. Administração. Administração que ela, quem sabe ela não vem porque eu quero. É, então, hein, eu preciso de bons administradores, né? Pode ser uma franquia, quem sabe. É, vamos lá. Eu já falei para ela, a oportunidade vai ter. É verdade. Eu espero em Deus que ela contribua. E vamos lá. É mais uma foto dessa família. Vamos ver. aqui na Câmara, né? Quando o senhor tomou posse. Foi isso? Olha o sorriso maravilhoso dessa família da alegria de estar vendo o pai com mais um projeto de vida realizado. É verdade, né, vereador daqu? Ó, vamos, a gente hoje não vai falar disso, mas no próxima vez que o senhor vier aqui, o senhor vai falar um pouquinho da sua trajetória política, porque eu que acompanho a reunião ordinária, sei que apesar de ser novato na Câmara, o senhor não é novato na política. Não, mas não conta agora não, tá bom? OK. Vamos ver a próxima, gente. Cenas do próximo capítulo, hein, pessoal? Vamos lá, ó. Aguarde o mineiro dos petinho aí, hein. É. Ah, corintianos. Corintianos, você viu? Ah, não. Não acredito. Ó, até eu brinco muito. Você viu essa camisa azul aí? Hã? O único pessoa da tava camisa azul lá nesse estádio era eu. Todo mundo preto e branco de azul, porque eu não achei a camisa da cor p. Ai, ai. Mas esse jogo foi onde? Foi aqui? Não foi não. Nós fomos lá no estádio do Neoquímica Arena. Nós fomos com o meu filho, ele é um corintiano roxo, né? Nós somos na Neoquímica Arena. Você também é roxo ou não? Não, eu torço pro time de futebol. Eu prefiro o futebol. A gente, eu gosto do futebol, né? Sei, sei. Eu falo muito pro meu filho para não ficar muito focado, porque a vida tem outras coisas para pensar na vida, né? Não, a gente sofre todos sentidos, né? Ser corintiano é maravilha, é alegria, entendeu? Eu deixo estampado no rosto que ser corintiano é a gente tem pouco sofrimento. Entendi. O senhor falou agora a pouco inclusive que do dos seus irmãos. A gente tem aqui uma foto. Vai me contar quem são essas pessoas, né, dessa família aí que Olha aí. Eu acho que a mina quer fazer chorar aqui, né, mina? Talvez ó, esse aqui, esse primeiro tá de có aqui é meu irmão, tá? Meu sócio, parceiro, amigo. Parecem muito mesmo, hein? É meu parceiro, ainda além de parceiro, é meu sócio hoje. Ah, sócio é o estado uma das minhas empresas. Não, eu quem começou os petinho na rua foi eu. Aí como oportunidade de negócio a gente conversar, ele tava fazendo o quê? Ele trabalhava com meu pai de locação de mesa e cadeira. Depois eu vou, mas era comerciante também, não, ele era da DACo. Ele trabalhou na DACO durante 20 anos. A DACO, a Daco chegou a fechar, né? Na época ele trabalou na DAC aquele até aquele momento. Aí falou: "Vem trabalhar comigo". Aí ele foi trabalhar com meu pai e o se meu pai trabalha é muito pesado. Hum. Aí a gente conversando, bateram um papo e ele pegou e veio com a gente. Há quanto tempo que ele tá com você? Ele deve estar uns 6, 7 anos comigo já. Tá. E depois? Depois aquela que aquela aquela primeira de azul lá é uma tia irmã, certo? Ela foi criada com nós é uma pessoa maravilhosa que eu tenho uma consideração por ela fora do normal, tá? Aquela de óculos do segunda de tá meio roxo é a Sueli, Amandona, né? A irmã mais velha que é mais firme. Ah, ela que é a mais velha. É, ela que é Amandona. Ela é a pessoa mais firme. Amandona. Sei, se você tiver depois você vai cobrar se é mandona ou não, tá? Mas sabe o que é gostoso? Você mandona na forma carinhosa, na forma de querer o bem, orientar os mais novos. Isso. A forma de querer o bem, que é o mais importante. Quando você que tem seu irmão mais velho, começa a escutar um pouquinho ele. Talvez ele quer o seu bem. É, é sempre assim, eu sou mais velho. Ela sempre quis o meu bem. É, sempre. Isso que é mais importante. E ela me falou um negócio até importante, ela nós choramos junto. Ela fala: "Você vê como é que eu gosto tanto de você? Você é persistente tudo que você quer." É. É isso aí. Daqui a pouco vai falar um pouquinho mais disso. Depois quem aparece aí à frente, essa daqui, a Roseli, tá uma parceira. Faz um bolo, Mirna, maravilhoso. Já falei, vira empreendedora, minha irmã. É, vira empreendedora, mas não anda. Vai vender esse bolo. Vai vender bolo e faz, mas não tô falando, não. É, faz salgadinho e bolo não tem igual. Ah, ah, isso aí. E depois, ah, depois essa minha irmã aqui é mais nova, né? Sim. Da caçula, psicóloga, parceira. Olha que se formou na naquele momento lá, entendeu? Ó, minha irmã, a minha mãe de Deus levou cedo, né? Sim. Então ela acabou tendo suas dificuldades de vida porque era mais nova da família e é mais apegada, né? Sabe que o mais novo sempre tem o tem o lado mais gostoso de viver, né? Todo carinho, né? Fica mais leve, fica fica mais leve, né? Mas muito, mas muito parceira e amiga, tá? Sim. E aquele voo lá, aquele velhinho lá é inacreditável. Eu falei na câmera, tem nem palavra para dizer dele. Ah, é? E daqui a pouquinho a gente vai então, né, ver como que é essa, como que é essa trajetória e qual que é a importância, né, da criação. O senhor falou que a sua mãe, a sua mãe pode falar, vereador. Desculpa. Família é tudo, gente. Aproveita. O meus olhos não tá com água. Não é à toa. É verdade. Família é a base de tudo. Quanto tempo faz com a sua mãe? Já minha mãe faleceu há 19 anos. Minha mãe nasceu. Minha mãe faleceu em fevereiro de 2005. 2006. Sim. E aí tem a questão até que o senhor comentou da caçolinha. Vocês que ficaram ali. A gente a gente fica, né? É muito ru para você. Eu até minha mãe sempre deixou bem claro. Mantenha a família sempre unida. Sim. E esse perfil, graças a Deus nós temos, entendeu? Sim. Você vê até como você comentou, eu vim aí no minha família todinha participando, minha família toda do meu lado o tempo todo. Eu posso dizer que eu sou um cara feliz justamente por causa disso. Tem algum hobby, vereador? Eu fui corredor de rua, né, M? Corredor de rua rua, integração, São Silvestre, corridas distritos regionais. Aí eu participei de todas as Agora a gente tem, eu acho que já começou a corrida dos distritos esse ano. Já teve, não teve já não. Ainda não. Ainda não. Não vai correr? Vamos ver. Eu correr a de gração do ano passado, né? correu e tá treinando agora como vereador, continua treinando, dá tempo. Eu comecei, tô tentando novamente, né, Mil? Você sabe que às vezes o tempo ele se torna muito curto. Treinar, vereador e eu preciso de abrir esse tempo para fazer realmente voltar a correr novamente. É correr. Que que que que sensação ali? Porque tem cada pessoa se apega a um esporte, alguma atividade. Correr para você é o quê? Ah, alegria. Alegria. Eu posso declarar tudo em questão de alegria. Você esquece de tudo. Você busca mudança. Vamos falar hoje uma coisa importante, ó. Por não correr, por correr, desculpa, perdão. Hoje eu não bebo, não fumo, não conheci muitas coisas que muita gente conheceu, que eu não vou ficar citando. Então, acho que o esporte ele ajuda. Por isso que eu sou muito a favor da questão do esporte. esporte que eu falo, um esporte corrida, vôleis, basquete, tudo quanto, porque o esporte ele incentiva a você mudança, a mudança de vida para mim é uma a o hormônio de alegria, né? Tá certo. Vamos ver se tem alguma coisa do Gilberto Corredor. Vamos ver. Olha, ganhou, inclusive. Olha aí, ó. Ó, esse aqui, gente, é o primeiro troféu que eu ganhei na minha vida. Hã, até de um amigo aí que o João Guedes, acho que ele deve lembrar. Ah, verdade. Isso aí. Olha aqui, ó. Assim, João, Paquinho, ó. da Singer, DC Singer, tá? Três medalhas em três competições do mesmo dia. Andava Singer, era aquela alios operários. Operários jogos operários. E aí aqui, ó, 300 abes por dia, tá gente? 300 por dia, sem brincadeira. Ah, todos os dias. Não acredito. Sério, 300 por dia. Nossa. E eu fazia brincando. Você, ó lá, ó. F. Parece super fácil. Não, mas quando você treina, tudo é fácil. Quando você tem objetivo na vida, tudo se torna mais fácil. Sim. Eu falo com isso. Para mim, o esporte ele me incentivou muito a ser esse que eu sou hoje. E mesmo empreendendo nessa luta de espetinho, de tudo, tinha sempre o tempinho pro esporte? Tinha, sempre tive, sempre tive, eu sempre gostei. Sim. Incentivo meu filho. Ah, ele não gostava de jogar bola. Vai jogar bola. Ah, não quero jogar bola. Pai, tô jogando basquete. Vai jogar basquete. Ah, pai, quero fazer não sei o quê. Vai fazer. Incentive. O incentivo é muito importante. Seu filho quer fazer algo, incentive fazer. É. A gente tem aquela idade que a criança ai cada hora quer fazer um esporte, a pessoa fala: "Ah, você já fez uma coisa, quer tentar outra". Tem que tentar até achar o que gosta, né? Não precisa de colocar o filho para ser um profissional pelo para praticar esporte que é gostoso. Acho que você vive uma vida diferente. Sim. Pelo menos ele vai falar: "Nunca tentei. Eu sempre tentei na minha vida. Não posso falar, eu desisti disso, não. Sempre tentei na minha vida alguma coisa". Então, sempre objetivo tentar, porque olha, para você ver, comecei correndo eh 5 km, eu cheguei correr 30 km, 30 km. E aí? É verdade. E sem parar, tá gente? Não é 30 km aí andando, não, tá? Correndo, correndo. 30 km correndo. Eu já cheguei a fazer, já participei de duas ou três meia maratona. Acho que no dia do aniversário de Campinas geralmente tem também alguma coisa em homenagem em julho. Será que vai participar? Vamos ver. Vamos dar uma verificada. Deixa eu ver se tiver, se eu tiver em forma, né? Porque a barriguinha acabou crescendo um pouquinho, a gente começa a deixar um pouco, a gente chega aí a idade também que é junta, né? Sim. Mas a idade não é problema para isso. A gente tá comentando uma questão que a gente acaba o tempo da gente, o esporte, o tempo, né? Vai. É, semana eu treinei a semana sexta-feira, eu já treinei as três vezes de semana. Ah, tá, tá numa média razoável. Eu treinei três vezes por semana. Antes treinava todo dia. Era todos os dias. Só folgava domingo porque tinha competição. Quando tinha competição no domingo, folgava no sábado. Ah, porque é tinha que descansar para competir. Verdade. É, descansava no sábado e competindo domingo. Olha, tem que ter ânimo mesmo, né? Era gostoso. Ó, alguns amigos de Singer aí deve lembrar quem quem me conheceu. Eu deixava o meu minha roupa dentro do ônibus, chegava em casa esperando minha roupa. Hum. Chegava antes do ônibus. Antes do ônibus. Tinha que chegar antes do ônibus não chegasse, você não podia pegar minha roupa. Olha. Ah, é a Singer ali perto na Santos do Era na Santos do Mor era Santo. Do onde a gente pode falar ali no bairro ali, meu Deus do céu. Nova América. Nova América era para Nova América. Eu vinha correndo, saía pegar Mercedes-Benz ali em sentido Arimana. Arimana chegava na, eu morei sempre na na Rui Rodrigues, a minha vida praticamente toda, tá? Esperava antes passava na Rodrigo, tava na porta esperando minha. Nossa, que que ânimo, né? Era gostoso, né? Acho que esporte é saúde, esporte não tem que praticar esporte, gente. O mestre é gostoso, o começo é difícil, mas vale a pena. Certo. E nessa questão depois do espetinho, o senhor disse, ó, a filha tem projeto próprio, o filho, né, tem conversado com ele, ele já também ajuda ou não? Ele fala muito ajudar, mas hoje a idade que ele tem, ele tem apenas 13 anos. Ah, é um garotão grande. Eu falo para ele, filho. Hoje já não se trabalha mais como no nosso tempo, né? A gente tem que estudar. Ele já quer trabalhar, tá? Ele já fala para mim: "Pai, eu quero pôpetinho". Eu falei: "Espera um pouquinho, filho". Tá, espera um pouquinho, entendeu? Sim. Vamos esperar que vai ter essa oportunidade. E a esposa? A esposa trabalha. A esposa até trabalha até demais. Todos os dias tá na loja. Ah, ela abre a loja todo dia 8:30 da manhã. Lá é uma das melhores administradoras que eu tive na minha vida. Ah, é? Ah, tem. Posso falar que tem? Senhor falou agora a pouco, como o senhor a chama mesmo? Ah, de gata, né? De gata. Ela deve estar ouvindo isso aí, né? Daqui a pouco vai tá ouvindo gata. Minha gata. É, é. Tá bom. Par. A gente tem aqui então um recado da gata. Opa, vamos lá. Vamos lá. Ó, meu coração. Meu coração. Ó, não. Esportista não tem desculpa. Ah, então tá bom. Esportista não pode passar mal, hein? Então vamos ver se coração. O coração tá bom. O coração tá bom. Então vai. Vamos lá. Mensagem da gata. Oi. Passando aqui para falar um pouquinho do meu esposo. Esposo pai dos meus dois presentes, da Giovana e do Miguel. uma pessoa com coração maravilhoso, que está sempre preocupado com todos. Eh, eu queria dizer que eu te admiro muito que você consiga eh realizar os seus objetivos, os seus projetos. Eu sei quanto que você batalhou e batalha todos os dias para ser vereador de Campinas. Tenho muito orgulho de você e te amo muito, muito, muito. Olha, e coração não é forte não, hein, Milã, viu? Coração não é forte não, senor. Ah, mas viu que orgulho que eu sou, eu sou feliz conforme eu falei no começo, não tenho palavra, tem uma família maravilhosa, não tô falando boca para fora, eu falo e toda essa trajetória de espetinho, empresa, vamos arregaçar as mangas para construir a nossa casa, ela tava ali em todos os momentos, sempre teve junto, sempre trabalhou, sempre foi muito honesta comigo em tudo, sempre compartilhou tanto as coisas boas como também as dificuldades. Sim. Então eu comento muito com as pessoas que eu tenho um respeito muito grande para ela. Sabe o quanto eu amo ela. Marizete, né? Marizete, ela sabe o que eu chamo ela de gato tempo todo. Sempre minha gata, sempre minha linda, sempre elogiando, tá? Isso conquistar todo dia. Exemplo, gente, ó, homens, homens, esposos, namorados, companheiros, ó, conquistar todo dia. Ó, eu falo uma coisa importante pr as pessoas, gente. A minha esposa deve est até cansada. Eu te amo, eu gosto de você. Você é uma pessoa maravilhosa. Você é um exemplo de vida, meu amor. É isso aí, viu, Marizete? Aqui é a homenagem do vereador eh Mineiro de Espetinho. Mas você disse também que tem os seus tesouros, né? Tem, tem dois filhos maravilhosos que é os maiores tesouros que da vida da gente são os filhos, né? Vamos ouvir então que tem um dos tesouros para dizer. Calma aí que esportista. Já disse que é esportista. Tá passando bem, não tem problema. Vamos lá. Oi, pai. Eu e Aurora a gente veio aqui te mandar um beijo, falar que a gente te ama muito, que a gente tem muito orgulho de você, minha princesa. Olha que linda. E a cachorrinha? A cachorrinha não trabalha nada, hein? Não, a cachorrinha é da família. É da família. Aquela ali ninguém mexe, ninguém coloca a mão. Ah, é? Não, aquilo ali é uma fera. Uma fera carinhosa. Uma fera, tá ali, ó. É gostoso. É difícil. É, falar de família é uma coisa, quando a gente vive a família é não tem nem como falar, né? É, o Miguel tem 13 anos, já quer trabalhar, mas olha, já tem o dom da palavra, porque eu já vi antes. Vou dar um spoiler, ele fala muito bem. Vamos lá. Vamos lá. Opa. Vamos lá, Miguelzinho. Falei para que vai ser político, hein? Olha, vamos ver. Campinas. Estou passando aqui para falar do meu vereador, meu pai, meu companheiro que me incentiva para tudo. Te amo muito. Pode contar comigo. Você sabe aí, ó. Precisa falar alguma coisa? Não precisa, né, vereador? Família é diferente, né? Não é? Você me desculpa aí, ó. As lágrimas meus olhos são de de coração. Eu tenho uma família aqui. Não, mas eu não falei, viu? Como ele já tem o jeito, já tem o jeito de conversar bem. Tem não. Ó, Miguel é comunicador, hein? Com certeza. O Miguel é maravilhoso. O Miguel, eu não vou falar do Miguel só. Eu tenho Miguel, tem a Giovana, tem a dona Marizete, né, que é a minha esposa, aquela que eu chamo de gata todos os dias. Sim. Ter família desse jeito não tem como ter palavras. Isso eu falo muito pra minha esposa. Vem do ensinamento dos meus pais. Minha mãezinha quando era muito carinhosa. Sim. Minha mãe passa, a gente nós passamos muitas dificuldades e nas dificuldades, menina, nós crescemos muito. Sim. Tá. Crescemos com amor, com carinho, com respeito ao próximo, que é o mais importante, tá? Sim. Hoje os seus irmãos, a su as suas irmãs, comerciante, sócio do irmão mais novo, a outra irmã é psicóloga, a outra é dona de casa que faz o bolo, que você falou: "Ah, vai empreender." Isso não, ela trabalha hoje, ela trabalha na casa de família. Trabalha em casa de família? Isso. Casa de família. Mas eu sempre incentivo porque hoje eh tem toda a possibilidade de ser empreendedora. É, a gente não tem idade. Eu falo muito para ela até aproveitar. Roseli, aproveita a oportunidade aí, ó. Você é, você sabe que você é 10, minha irmã, entendeu? É, ó, já e aí já tem o apoio do mineiro do espetinho. Já abre ali um puxadinho, porque a pessoa já compra o espetinho e compra o bolo também. Compra o bolo também. Tem que ser importante. Põ, e sabe fazer também? E sabe fazer, tá bom? Não estou falando boca para fora não. Eu sou um cara chato na parte de qualidade, tá? É, sou, sou um cara. Se você conhecer minha empresa hoje, até te convido uma oportunidade, quiser até nossa empresa, nós temos uma qualidade muito acima de da de muitas coisas aí, tá? Mas hoje até pelo tamanho, você disse, vereador lá no começo, que você fazia os espetinhos. Hoje é sua empresa que ainda faz ou vocês têm já eh fornecedores? Como que hoje ainda é o trabalho nesse sentido da administração e gerenciamento desse negócio? Não, hoje nós temos um gerente da administração da nossa empresa que é o Douglas, é meu parceiro, além de sobrinho, é amigo e parceiro, tá? Dá os parabéns aqui pro Douglas, tá? Aproveitar o é um negócio familiar. Nós temos hoje aqui oito, acho que oito a 10 funcionários da nossa empresa. A fabricação toda é nossa. Uma fabricação muito, muito bem organizada, mina. Eu falo para você que eu sou um cara feliz por nós temos organização muito boa, compramos produto de qualidade e vendemos muito bem ao nosso cliente. Já é fechadinho o pacote. É isso. Tudo fechadinho. Pacotinhos tudo com a média de 1 kg, tudo arrumadinho. Nós temos para ah, para quem é vegano, aproveita a oportunidade aí, né? Nós temos espetinho vegano na nossa empresa, tá pessoal? Olha, tá quase transformando na casa do povo em um ser empreendedor, hein, vereador? Isso. E vamos lá, ó. E para quem tem projeto de empreendedorismo, conte com o mineiro aqui na Câmara Municipal de Campinas também, tá, pessoal? Sim, sim. Eu gosto de empreendedores, acho que a gente tem que sonhar, igual acabei de falar no começo, o sonho faz parte da vida. E nessa trajetória de sonhar e transformar esse sonho em realidade, você conquistou muitos amigos? Ó, pode certeza que sim, né? O que eu o que eu represento aqui hoje é o que eu sou todos os dias. Eu não eu não represento assim, como é que eu posso falar? Aquele sorriso de não, eu tô sou isso que você vê aqui agora, tá? Pai, família, choro quando preciso, sem preocupação nenhuma, não tenho vergonha de ser o que eu sou, tá? Porque a minha felicidade é ser o que eu tô vivendo aqui. Que que eu falo? Amizade, acho que eu mais tenho é amigos, tá? Sim. Que me respeitam, que gostam, tanto gostam de mim como também gostam do que eu faço, tá? Eu tenho uma clientela no Ouro Verde lá maravilhosa. Não é só no Our Verde, desculpa, pessoal, em Campinas e região, tá? Por isso que eu perguntei, as duas lojas são no ouro verde. Mas então o pessoal tem que até lá não Campinas tem Não, tem que a gente não faz entrega para nós não fazemos entrega, tem que até lá. Não temos nem nada, tem que até a loja, tá? Tá. É uma loja bem estruturada, mas fez fez amigos lá no Ouro Verde e fora do Ouro Verde. Fora do Ouro Verde. Isso. Fora do Ouro Verde. E como que é para vocês, né? A gente fala, você veio lá da capital bem pequeno, mas é um campineiro. Com certeza. Campineiro. Eu falo para você, meu coração é campineiro, não tem como, né? Tem os apelidos que a gente vem que ganha de sejam alguns de infância, sigam no decorrer do ap, mas todo mundo pensa que você é mineiro de fato. É, não, mas eu até brinco, né, que eu sou de três corações, não tem como ser, né, a terra do Pelé. Você acha que eu não vou ser, hein? É verdade. Mas não mais de Campinas. A terra foi desde criança em Campinas. Sou feliz. Eu igual falei para as pessoas me perguntaram, o distrito de Ouro Verde onde moro é imenso, é enorme, sou muito bem respeitado. O que eu mais gosta do respeito que a população tem por mim e eu tenho por eles. Sim, apesar de toda a dificuldade na infância, o senhor fala com muito orgulho tanto dessa criação, com, né, a eh esse carinho que a sua mãe, apesar dessa dificuldade, criou vocês, esse esforço do seu pai, olha, trabalhar na construção civil, depois não, vou abrir um negócio aqui, vou colocar vocês e todo mundo vai ter um direcionamento. Como que é isso para você? Ah, diferente, né? Para você ver quando você foi falar, foi falar do meu pai, eu não tenho palavras para falar dele ou quanto ele representa na minha vida. É, tá, é muito difer. É por isso que eu falo para você. Eu acho que voltando à fala, família é a base de tudo, gente. Então, mas apesar de tudo isso, o seu pai tem uma palavrinha para você. O pai não vai falar não. Tem. Tá preparado? Vamos lá. Agora vou lá. Vamos lá. Respira. Quer tomar um gole d'água? Vamos lá. Vamos lá. Ô pai, ó, esse golinho d'água aí. Vamos lá, tá, pai? É. É. Vamos tomar um gole d'água porque o seu Edivaldo tem uma palavrinha para você. Vamos lá. Vamos lá, paizão. A bom, gente. Ele é esperto, trabalhador, né? Nunca foi de bagunça, né? Sempre trabalhando, pulava de um lado, pulava de outro, fez a casinha dele, fez tudo com espetinha. Aí meus meninos todos foi bom, né? Não teve nenhum que graças a Deus, né, como pobre ficou aí navegava muito quando ele começou a correr, ele corria só correr, né? Começou só correr e aí começou aquela só correndo correndo não tem. Eu achava que aquela corrida não era um, não tinha vantagem, né? de correr, fez na firma, fez coisa de correr, correr, correr, mas Deus deu que ele deu uma parada e começou a trabalhar deu certo, né? E ele é muito caprichoso no serve. É, ele é caprichoso, não mudou ontem hoje. Eu tem que fazer aqui h 20 anos, ele tá fazendo até hoje. A carne dele que é falar que é a carne é do espetinha, é tal coisa. Ela mesmo, ele não muda não. Que ver muita gente que começa a fazer para baratear, para fazer, ele nunca, ele nunca aceitou. Pode ver quem comeu espet dela há 20 anos atrás. Pode ver que é o mesmo mesma coisa. Abençoe boa sorte lá. Não esquece da turma de você. Ô gente, tem uma coisa importante, né? Para quem for assistir esse vídeo aí, você vê a questão da humildade acima de tudo, tá? É, ele até brigava comigo quando eu corri. E agora que eu vou lembrar uma coisa para vocês. Ele brigava muito comigo, gente. Eu já até aproveitar a oportunidade aqui. Eu comecei a trabalhar acho que com 10 anos de idade, sempre sonhando, trabalhando. Eu é uma pena que às vezes a preocupação dos pais no passado era que os filhos se aposentassem. Sim. Tá. Trabalhassem. E eu tinha um defeito. Posso falar talvez defeito, talvez qualidade. Eu eu hoje me coloco como qualidade. Se eu não tivesse tido na minha vida, talvez eu estaria numa indústria hoje, tá? Então, pela minha insistência, eu passei por muitas indústrias e eu sempre querendo sair para trabalhar por conta, desde moleque. Ele ficava bravo comigo dia. Ele falou: "Eu ia, trabalhava num lugar aqui, no lugar aqui." E quando ele correu eu fiquei que para com esse negócio de corrida não quer trabalhar, quer correr só. Não, mas eu trabalhava, tá gente? Ó, aproveitar o operado do papai aqui. Quando eu era corredor de rua, eu era funcionário da Singer. Quando eu era corredor de rua, eu era funcionário da MAB, que é a DACO, antiga DACO. Sim, mas é que era uma outra mentalidade. A mentalidade do passado era diferente, entendeu? Verdade. Hoje, que eu falei para você, hoje eu incentivo meus filhos e quero que os pais incentivem os seus filhos. Sim, porque é importante, deixa os sonhos dele ser realizados, porque é gostoso isso. E quando ele fala assim, olha, e ele ele tem um orgulho, quem comia o espetinho há 20 anos, hoje é o mesmo espetinho. Ele não deixa mexer com a qualidade. Olha, você viu como ele falou ali? Não, ele sabe, ele sabe que o filho dele aqui é um cara que luta, que é próspero, tem sonhos, é, tem objetivo, tem que eu brinco muito que quando eu coloquei meus espetinhos mineiros para funcionar, espetinhos mineiros, sabor e qualidade, menina, que é o mais importante, não deixar a qualidade cair. E ele no finalzinho deixou um recado falando para você não esquecer naquelas pessoas que votaram e confiaram em você, né? E eu acho que ele foi um dos primeiros que confiou, porque ele veio aqui nossa posse, não veio? Veio meu pai quando ele veio aqui. Deus, calma, calma aí, gente. Olha aí, deixa aí. Olha aí, seu Edivaldo. É, seu Edivaldo, parceiro, pai, amigo, tá, pai. Eu eu posso ter certeza uma coisa. Eu tenho orgulho de ser seu filho, tá? É isso. E a mãezinha que tá no céu também, eu tenho certeza que ela tá vendo tudo que tá acontecendo aqui na nossa vida. É. E olha como ele, na simplicidade dele falou com orgulho, todo meus meninos tiveram direcionamento, né? Isso que é bom, né, Mir? Quando você olha pros seus filhos e se deu pelo menos o mais a gente se dá bem, gente. Não é ter riqueza, é ter família. A melhor riqueza do ser humano é a família. E aquele dia que ele teve aqui na posse, como que foi? Ele ficou emocionado. Nossa, nós nos abraçamos, choramos, entendeu? Vou até vou até vou brincar com a Amanda ali, né? Nós vamos postar esse vídeo dessas lágrimas soltando, mas não é lágrimas de é de alegria. Sim. De olhar, falava assim: "Eu tenho uma família. Sim, eu amo a minha família. Eu amo meus pais, que a minha mãezinha que tá no céu, ainda ama ela de amo ela de paixão. Eu amo meus irmãos. Sim, eu amo sobrinhos trabalhando que tá ali parte. Eu amo a família da minha esposa também, que eu gosto muito da família da minha esposa. E tem, apesar de toda essa rotina, aquele momento que vocês se reúnem em família, faz um churrasco, faz um aniversário, faz um almoço, dá tempo de fazer isso? Opa, dá certo. Na casa do meu pai, as reuniões de família na casa, continua na casa do velho lá. O velho é parceiro, fia. Ah, gente boa. E a coisa que eu tenho que dar a mina, eu vou levar carne, eu vou comprar. Falei, eu vou levar, pai. E aí ele fala: "Não, não, não precisa. Ele vai lá comprar, ele fica bravo quando ele, eu não quero cobrar ele. Ah, que eu não cobro que ele compra, né? Ele fica bravo. Quem tá quem chosca na minha casa, vou pagar sou eu." Eu falei: "Não, não precisa, pai". Ele sempre foi muito certinho com as coisas dele mesmo. Hoje quem fica com ele? Hoje quem ele arrumou uma outra pessoa, né? Porque quando a gente Deus tem tem quando Deus nos permite uma situação igual aconteceu que ele acabou ficando viúvo. Sim. Aí Deus proporcionou uma outra pessoa na vida dele que cuida dele muito bem também, tá? A gente não pode. O relacionamento com de vocês é super bom. Tem, tem cuida, a gente não tem nada de contra. Eu acho até legal. Bom, legal tem alguém para cuidar, né? Não tem. A gente tem que ter alguém para cuidar da gente, né? Tem. Verdade. Deus levou a minha mãezinha. Foi Deus que permitiu a idade dela, né? Sim. Sim. Então ela tá, ele tá sendo bem cuidado e a gente tá muito próximo dele também. Tá, é tudo. Ele mora ali, perto, a gente mora tudo perto, muito próximo, um perto do outro. Onde eu comecei espetinho na rua onde ele mora hoje. Até hoje. Então isto onde ele mora. Onde deu um probleminha, um tá ali. Não, a gente sempre tá próximo. Minha irmã mora colado nele. Ah, então tá. Não, a gente tá sempre próximo do outro. Sempre próximo. Essa família, graças a Deus, é aquela família muito unida. Você lembra? A grande família? Lembro. É uma família muito unida, né? É verdade. Agora, o que o Gilberto de Araújo pensa daquela daquela trajetória daquele menino que começou me contando aqui que lá no começo carregava uma carriola vendendo banana e hoje, né, tá aqui um comerciante de sucesso que se torna vereador em Campinas. É até difícil descrever as palavras e a felicidade serviu a fala da minha esposa. Você serviu a fala do meu filho e da minha filha. Essa fala reflete tudo que eu tô hoje. Eu falo que eu sou realizado como, primeiramente como família, que é uma coisa muito importante, esposa, filhos, realizado como comerciante. E hoje Deus me permitiu uma grande realização. E conforme meu pai disse, tá pessoal? Essa fala dele reflete. Eu não vou esquecer de vocês. Eu tenho um coração que conforme minha esposa brinca, mas você vai ficar, eu faço pelo que eu posso, gente. Eu tenho certeza que eu vou fazer muito por Campinas. Campinas vai ter uma pessoa que vai lutar muito por todos, tá certo? E pode contar com o que precisar. Esse que essa pessoa aqui ele vai tá fazendo as triplaos corações para ajudar as pessoas que precisam, tá? Só para dar um spoiler pro próximo podcast. Esse primeiro mês aí não fez nemum mês ainda do dia da nossa gravação, viu, gente? Mas tá gostando, foi bem recebido aqui na Câmara. oportade, aproveitar e a todos os vereadores, sem exceção, muito, muito obrigado pela recepção, recepção maravilhosa, recepção calorosa. Eu tô, o pessoal tá me respeitando de uma maneira inexplicável, tá? Obrigado a todos os colegas, a partir do presidente e a todos os vereadores e vereadoras. Feliz por estar fazendo parte com vocês dessa jornada, vereador. Então, olha, se prepara que na próxima vez da sua vinda aqui vai me contar essa história, porque eu eu lembro que na sua posse, inclusive vários parlamentares falaram: "Ah, ele já teve comigo em tal partido, ele já teve comigo em tal partido, mas o senhor vai contar isso só depois, combinado? Espera a cena dos próximos capítulos, hein, pessoal? Vamos estar junto aqui. Muito obrigado, menina. Parabéns, você é uma pessoa maravilhosa, sempre sorridente. Ah, obrigada, vereador. Deixa e o que nos deixa muito tranquilo para est conversando. Estamos aqui à disposição. Use sempre. Temos aqui outros programas que com certeza logo o senhor vai participar também, tá bom? Obrigado. Deus abençoe grandemente você e toda a sua família. a todos nós vereadores. Olha o Na Casa do Povo fica por aqui. A gente lembra que você pode acompanhar todas as entrevistas que nós fazemos aqui no nosso podcast lá no youtube.com/tvcâmaracampinas. Vai lá na playlist na Casa do Povo e aí você confere tudinho. Continue com a nossa programação e até um próximo na Casa do Povo. เฮ [Música] [Música]
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